– Nudes ou Nudez são coisas que preocupam os pais…

Nudez é relativo a “estar nu”, “estar pelado”. Certo?

Mas leio que alguns escrevem NUDES, e ouço que se pronuncia “núdes”. Que raio é isso?

Nada mais é do que um modismo criado por adolescentes em linguajar da Internet. Por exemplo, um menino pede “um nude” à garota, ou seja: uma foto nua.

Caracoles… que tempos, não? Deve ser muito triste um pai ou uma mãe ver sua filha mandando uma foto pelada pela Internet (ou “um nude”) e que pode viralizar nas redes sociais. Aliás, e a garota que topa isso, não? Falta orientação?

Que moda sem graça…

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– Um Bebê de 3 DNAs?

A ciência impressiona: nasceu a primeira criança com DNA de 3 pessoas!

Abaixo, extraído de: http://ow.ly/xKi8304CUpE

NASCE PRIMEIRO BEBÊ GERADO COM DNA DE 3 PESSOAS, DIZEM MÉDICOS

O primeiro bebê a nascer a partir da nova técnica que combina o DNA de três pessoas teria nascido saudável há cinco meses, no México, de acordo com um grupo de médicos americanos que supervisionou o tratamento. A informação é da revista New Scientist.

O bebê é um menino e nasceu no dia 6 de abril. Seus pais, que são da Jordânia, viajaram para o México onde passaram por um tratamento de fertilidade com especialistas americanos liderados por John Zhang, do Centro de Fertilidade New Hope, de Nova York (Estados Unidos).

O procedimento, conhecido como transferência mitocondrial, foi legalizado no Reino Unido em fevereiro de 2015, mas até agora nenhum outro país introduziu leis que permitam o uso da técnica. O tratamento tem o objetivo de ajudar famílias cujos pais têm alto risco de transmitir doenças genéticas aos filhos.

Alguns especialistas revelaram preocupação com o fato de o procedimento ter sido feito fora dos Estados Unidos, a fim de escapar do alcance da legislação e sem publicação dos detalhes do tratamento.

Em entrevista à New Scientist, Zhang afirmou que viajou para o México, onde “não há regras”. Mas, segundo ele, a manobra se justifica porque “salvar vidas é a coisa ética a ser feita.”

A mãe do bebê tem um distúrbio genético fatal chamado síndrome de Leigh, que danifica o sistema nervoso em desenvolvimento. Os danos afetam o DNA da mitocôndria – uma estrutura celular que funciona com uma pequena bateria, gerando energia para as células – e são passados da mãe para o bebê.

Dez anos após o casamento do casal, a mulher ficou grávida quatro vezes, mas perdeu os bebês em sucessivos abortos espontâneos. O casal ainda teve uma menina em 2005, que morreu aos seis anos de idade e um segundo filho que viveu por apenas oito meses.

Os testes mostraram que, embora a mulher seja saudável, cerca de um quarto de suas mitocôndrias levam genes ligados à síndrome de Leigh.

Segundo a New Scientist, quando o casal procurou ajuda com Zhang, o médico decidiu tentar o procedimento de transferência mitocondrial. Assim, o núcleo do óvulo da mãe foi inserido no óvulo de uma doadora saudável, cujo núcleo foi removido. O óvulo então foi fertilizado com espermatozoide do marido.

Os pesquisadores americanos criaram cinco embriões, mas apenas um se desenvolveu normalmente. Ele foi implantado na mãe, que deu o bebê à luz nove meses depois.

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– Consumo de Cocaína medido pelo Esgoto!

Uma dissertação de Mestrado revoluciona o estudo sobre os usuários de cocaína: trabalho mostra quanto cada casa consome de cocaína a partir do esgoto despejado na rede pública.

Infelizmente, em Brasília, o consumo grama/habitantes é o segundo maior do mundo, por esse método.

Extraído de: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI319659-18537,00-ESTUDO+USA+ESGOTO+PARA+MEDIR+USO+DE+COCAINA+EM+BRASILIA+A+CADA+DIA+DA+SEMAN.html

O CHEIRO DO RALO

As autoridades não precisam mais da urina para detectar o consumo de drogas: agora eles analisam o seu esgoto. Calma, não é nenhuma invasão de privacidade. O objetivo não é achar usuários, mas medir o consumo de drogas nas cidades brasileiras. A ideia começou a ser testada em 2010, quando se calculou que o consumo de cocaína de Brasília é de 0,4 grama por habitante por ano. Agora, o químico Rafael Feitosa descobriu que na região norte da capital federal se usa uma quantidade da droga duas vezes maior no fim de semana do que nos outros dias.

O trabalho é a tese de mestrado de Rafael e faz parte de uma parceria entre pesquisadores da Polícia Federal e da Universidade de Brasília para medir o consumo de drogas objetivamente, ou seja, calculando de fato o quanto de droga sai da população para o esgoto, em vez de simplesmente fazer estimativas baseadas no percentual de usuários. Mas como se faz essa conta?

“Sabe-se que 45% da cocaína que entra no organismo é convertida em benzoilecgonina. Nossa análise mede a concentração dessa substância, como os testes de urina”, explica Fernando Sodré, orientador de Feitosa. A diferença é que, nesse caso, as amostras têm concentrações muito menores do rastro de cocaína e muito maiores de, digamos, matéria orgânica. “Fazendo a dosagem da água que chega em cada estação de tratamento da cidade, temos um retrato fiel de cada região.”
O consumo de cocaína em Brasília é alto, comparado com o dos outros países em que a técnica foi empregada (ver quadro ao lado). Mas agora os pesquisadores querem fazer o mesmo em outras cidades. Outra parte do mestrado de Feitosa tratou de investigar a conservação das amostras de esgoto, para que elas possam ser enviadas de qualquer lugar do país para análise dos peritos. E o próximo passo da parceria é usar a técnica para medir também o consumo de anfetaminas e maconha.

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– Redes Sociais Estressam o Usuário, Revela Pesquisa

Ora, ora… o “Parque de Diversões Virtual” que costuma ser o mundo das redes sociais como Facebook e Twitter, acaba deixando as pessoas mais irritadas do que relaxadas.

Motivo: pesquisa mostra que hoje, com pais, parentes e chefes sendo adicionados e usando tal ferramenta, a pessoa passa a ser mais vigiada e se obriga a tomar muito cuidado ao postar algo.

Vai que a mãe dá um puxão de orelha virtual e todos lêem, ou o chefe implica com alguma coisa?

Extraído de:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1192600-adicionar-os-chefes-no-facebook-pode-aumentar-estresse-diz-pesquisa.shtml

ADICIONAR OS CHEFES NO FACEBOOK PODE AUMENTAR ESTRESSE, DIZ PESQUISA

Pesquisa feita na escola de negócios da Universidade de Edimburgo mostra que quanto mais círculos sociais uma pessoa conecta em sua vida on-line, mais estresse causam as mídias sociais.

Isso porque quanto mais grupos relacionados ao perfil no Facebook, maior o potencial de esses amigos causarem uma ofensa pública. A ansiedade a esse respeito aumenta ainda mais quando a pessoa adiciona chefes ou familiares.

A apreensão é justificada: pesquisas indicam que mais da metade dos empregadores já deixou de contratar alguém por algo que foi visto nas redes sociais.

Os pesquisadores da Universidade de Edimburgo descobriram que, em média, os amigos de uma pessoa no Facebook pertencem a sete círculos sociais diferentes.

O grupo mais comum é o de amigos off-line, seguido pela família ampliada, irmãos e irmãs, amigos dos amigos e colegas.

O levantamento, que ouviu 300 pessoas, detectou ainda que apenas um terço usa as listas privadas do Facebook para divulgar suas atualizações, ferramenta que permite controlar para quais grupos de amigos vão as informações.

“O Facebook costumava ser uma grande festa para todos os amigos, onde se podia dançar, beber e paquerar. Mas agora, com pais, mães e chefes olhando tudo, a festa se torna um evento cheio de potenciais armadilhas sociais”, disse Ben Marder, autor da pesquisa e professor da Universidade de Edimburgo.

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– Hábito, Mania ou Dependência?

Vejam que curioso: muitas vezes, temos manias / vícios que podem atrapalhar nosso desempenho. Mas sabemos distinguir o que é hábito, mania ou dependência?

Extraído da Revista Época, Ed 10/09/2012, por Thaís Lazzeri

HÁBITO, MANIA OU DEPENDÊNCIA?

As principais diferenças entre esses tipos de comportamento:

 

HÁBITO

MANIA

DEPENDÊNCIA

O QUE É

Comportamento repetido com frequência, consciente ou não.

No jargão popular, sinônimo para um comportamento estranho ou diferente. No campo da psicologia, é considerada uma doença.

A necessidade incontrolável de realizar algo ou determinado comportamento para se sentir bem. O indivíduo torna-se escravo dessa atitude.

DIA A DIA

Pode ou não atrapalhar a rotina. O indivíduo está no controle da situação.

Quando a frequência aumenta e surgem sinais como instabilidade emocional, passa a comprometer a rotina. Lavar as mãos é bom. Fazer diversas vezes seguida, não.

É prejudicial e, dependendo da circunstância, pode ser fatal. O indivíduo não está no controle da situação.

CUIDADO

Perceber se é ruim ou bom para sua vida. À medida que nota o que não está bom, o indivíduo é capaz de fazer a mudança.

Se o indivíduo ou alguém próximo notar algo estranho que fuja da normalidade, vale conversar com um psicólogo ou psiquiatra

Em geral, o indivíduo não está no controle da situação.

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– Que tipo de Contrato você assina?

“Contrato pra gente honesta, não precisa. Contrato pra gente que não presta, não adianta”.

Autor desconhecido

– Colégio Dom Pedro II abomina termos masculinos e femininos aos alunos e libera saia para homens.

Em tempos de inclusão social e de diversidade, existem certos excessos. O quase bicentenário Colégio Dom Pedro II, no Rio de Janeiro, há 1 ano não usa mais o termo “aluno” ou “aluna”, mas “alunx” para distinguir os estudantes, a fim de deixá-los à vontade quanto a opção sexual.

Nesta semana, outra novidade: anunciou que meninos e meninas poderão escolher qual das opções de uniformes (masculina ou feminina) desejam frequentar as aulas. Ou seja: homens poderão escolher saias!

Novos tempos?

Extraído de: http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,colegio-pedro-ii-no-rio-libera-saia-para-meninos,10000077010

COLÉGIO PEDRO II LIBERA SAIA PARA MENINOS.

O tradicional Colégio Pedro II, escola federal fundada em 1837, não tem mais uniformes masculino e feminino. Na prática, o uso de saias está liberado para os meninos. Em 2014, estudantes fizeram um “saiato”, depois que uma aluna transexual vestiu a saia de uma colega e teve de trocar o uniforme. Desde maio deste ano, o Pedro II adota na lista de chamada o nome social escolhido por alunos e alunas transexuais.

Portaria publicada em 14 de setembro lista o uniforme, sem distinguir que peças são para uso masculino ou feminino. Anteriormente, as meninas deveriam usar saia e camisa branca com viés azul e os meninos, calça de brim e camisa totalmente branca.

“Não se trata de fazer ou não distinção de gênero. Trata-se de cumprir resolução do Conselho Nacional de Combate à Discriminação LGBT (órgão ligado ao Ministério da Justiça). Eu apenas descrevo as opções de uniforme; deixo propositalmente em aberto, para o uso de acordo com a identidade de gênero”, afirmou o reitor Oscar Halac.

Ele reconhece que a decisão pode “causar certo furor” pelo fato de o Pedro II estar entre as escolas mais tradicionais do País. “Tradição não é sinônimo de anacronia. Mas pode e deve significar nossa capacidade de evoluir e de inovar”, disse.

De acordo com o reitor, a medida tem ainda o objetivo de “contribuir para que não haja sofrimento desnecessário” entre estudantes transexuais e levantar a discussão sobre tolerância e o respeito às diferenças. “A escola pública precisa sinalizar que é hora de parar de odiar por odiar.” Nesta segunda, não havia alunos de saia ou meninos e meninas que tenham trocado camisas nas unidades do Centro e zona sul. Halac disse acreditar que serão poucos os que adotarão saias. “Aqui dentro eles estão seguros. Lá fora, ainda não.”

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– Pérolas Catalogadas por Ross e Petras

Um sucesso por aí é a obra: “Antologia das Maiores Besteiras já Ditas”, dos irmãos Ross e Petras. Eles catalogaram frases interessantes de personalidades, mostrando curiosas infelicidades ditas. Por exemplo:

“Perdemos porque não ganhamos” – Ronaldo Nazário, jogador, após ser questionado por uma derrota (categoria “Não Dá Para Discutir com estas Declarações”)

“Vou fazer desse país uma democracia, e se alguém for contra eu prendo e arrebento.” – João Batista Figueiredo, último presidente militar brasileiro, falando da abertura democrática que ele pretendia (categoria: “Mais Idiotas Repetições Ideológicas”)

“Fácil. Ganhei tudo na loteria. Ganhei 123 vezes nos últimos dois anos”. – João Alves, deputado acusado de corrupção, justificando seu enriquecimento (categoria: “Menos Convincentes Desculpas e Explicações Que Não Colam”)

“Vida de rico em geral é muito chata”. – Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente, contando sobre o dia-a-dia (categoria: “Coisas Mais Inacreditavelmente Irritantes Ditas por Pessoas Ricas”)

Extraído de: http://is.gd/BFPw9Q

ANTOLOGIAS DAS MAIORES BESTEIRAS JÁ DITAS

Por Mauricio Stycer, Crítico do UOL

Os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e João Baptista Figueiredo, o ex-deputado João Alves e o ex-jogador Ronaldo estão entre as personalidades mundiais que ganharam lugar numa obra de grande relevância: o “Livro das Maiores Besteiras Já Ditas” (“Book of All-Time Stupidest Top 10 Lists”).

Os autores são os irmãos Ross e Kathryn Petras, que se definem como “especialistas em besteiras”. Desde 1993 dedicam-se ao duro ofício de reunir e dar publicidade às abobrinhas e aos absurdos ditos por celebridades, políticos, esportistas e jornalistas.

A primeira coletânea foi “The 776 Stupidest Things Ever Said” (“As 776 Maiores Besteiras Já Ditas”). O sucesso do livro levou a um segundo, depois a um terceiro… O calendário diário (com 365 besteiras) que publicam há 18 anos já vendeu mais de 4 milhões de exemplares. Não falta material.

Este ano, reuniram o supra-sumo das besteiras num volume especial. Agruparam as frases estúpidas em listas de “10 mais”. FHC, por exemplo, conquistou um lugar na lista das “Coisas Mais Inacreditavelmente Irritantes Ditas por Pessoas Ricas” com uma reflexão feita em 1998, quando era presidente: “Vida de rico em geral é muito chata”.

Figueiredo figura na lista das “Mais Idiotas Repetições Ideológicas” com um dos muitos absurdos que falou em sua presidência, entre 1979 e 85: “Vou fazer desse pais uma democracia, e se alguém for contra eu prendo e arrebento.”

Já João Alves tem lugar de honra na lista das “Menos Convincentes Desculpas e Explicações Que Não Colam”. Questionado numa CPI, em 1993, sobre o seu incrível enriquecimento, ele explicou: “Fácil. Ganhei tudo na loteria. Ganhei 123 vezes nos últimos dois anos”.

O ex-craque Ronaldo é citado numa lista muito boa – “Não Dá Para Discutir com estas Declarações”. Foi a sua singela explicação para uma derrota: “Perdemos porque não ganhamos”.

Este novo livro dos irmãos Petras reúne mais de duas mil pérolas, a grande maioria dita por americanos. É verdade que muitos outros brasileiros mereciam figurar na antologia, mas os quatro citados não fazem feio e representam bem o país. O livro pode ser adquirido na Amazon (por US$ 8,76).

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– Uma criança de 9 anos pode escolher o seu sexo?

Eu estou assustado. Leio que a garotinha Shiloh, filha dos artistas consagrados Angelina Jolie e Brad Pitt, se veste como um menino e não gosta do seu nome de menina. Prefere ser chamada de John! E os pais atendem o pedido e apoiam a decisão da criança de ser tratada como menino (mesmo sendo menina e tendo, pasmem, 9 anos apenas)!

Caramba, as coisas não estão sendo feitas de uma maneira precoce? Não entra na minha cabeça que uma menina de 9 anos, que deve ter todos os bens materiais que deseja e auxílio de profissionais para cada coisa que necessita, possa tomar decisões assim e que tenha apoio dos pais. Não é uma questão de se discutir sexualidade hetero ou homo. É UMA CRIANÇA! Tem que pensar em brincar, se divertir, estudar e fazer amizades. Claro, sempre com o papai e a mamãe.

O mundo está enlouquecendo e coisas indevidas se dando importância numa idade tão tenra e inocente da vida. Precocidade total!

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– LSD e seu uso deturpado

Impressionante a história do cientista Timothy Leary, professor de Harvard e ativista do uso de LSD para fins medicinais e recreativos. Na década de 60, ele foi chamado por Richard Nixxon de “o homem mais perigoso da América”, por suas pesquisas e carisma (influência).

Seus trabalhos se resumiam em explorar o potencial do LSD 25 (25ª variação do dietilamida do ácido lisérgico). Lembrando que o LSD é uma droga sintética, criada pelo cientista Albert Hoffman, em 1938.

Para aumentar o leque dos pesquisadores da droga, o laboratório Sandoz, portador da patente, distribuiu amostras mundo afora. A pesquisa, inicialmente para o tratamento de esquizofrenia, mostrou que existiam vários outros efeitos pelo uso indiscriminado: usuários normalmente relatavam a visão de turbilhões de cores, caleidoscópios de arco-íris e outras visões coloridas. Devido ao uso como entorpecente, surgiram viciados, pessoas que pulavam de prédios, desenvolviam psicose e ficavam alienadas por completo.

O certo é que hoje, uma nova frente em busca científica faz barulho: há cientistas que ainda desejam investir em pesquisas com o LSD, a fim de tratar alcoolismo e depressão. Porém, o limite para o uso medicinal e a perda de controle é extremamente perigoso.

E fica novamente a observação: se o LSD é perigoso para uso medicinal, caso todos os cuidados não sejam tomados, imagine para uso “recreativo”?

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– Cândida mocinha e o legado de Bolt!

Usain Bolt é ultra rápido. Medalhista de várias conquistas, homem mais veloz do mundo, simpático campeão e fenômeno nas pistas. Mas deu uma derrapada…

E não é que o atleta que conquistou 3 medalhas na Rio 2016 se encantou com a “estudante” Jady Duarte? A conheceu num baile funk, trocaram olhares e a levou para o hotel. Só que, acidentalmente, a moça publicou as fotos de Bolt com ela em cenas íntimas na cama, um tanto fortes para se postar no blog.

Xi…

Vacilada do jamaicano. Mas a moça foi sincera: disse que não sabia que ele era o Usain Bolt, e esqueceu de contar que era mãe dos filhos de “Diná Terror” o chefe do tráfico de drogas do Morro do Faz Quem Quer, conhecido torturador carioca que foi morto em briga de quadrilhas do crime organizado.

Gente fina é outra coisa! Será que daqui a meses teremos um “Boltinho” à vista? Sinônimo de legado de mais Medalhas de Ouro para o Brasil. Ou para a Jamaica?

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– O Emocional dos Treinadores Desconhecidos da Mídia e a falta de Empatia para com os Árbitros.

Tarcísio Pugliesi, Paulo Roberto e Marcelo Chamusca: tratamos destes técnicos de futebol em nossa participação no programa Futebol Esporte Show desta sexta-feira (apresentado por Marcel Capretz, no SBT, pelas suas retransmissoras Vtv e Tv Sorocaba).

Podem ser desconhecidos pelo grande público, mas cada um deles tem uma peculiaridade dentro de suas competências e são figurinhas carimbadas no Interior Paulista. E aqui vai uma provocação: estariam preparados para um desafio em grandes clubes de massa?

Vamos lá:

1) Tarcísio Pugliese é atual treinador do Ituano. Já passou por inúmeros clubes pequenos, teve uma passagem razoável pelo Guarani (que estava em fase turbulenta) e ao encontrar a boa estrutura proporcionada pelo Galo de Itu através de Juninho Paulista, tem feito um ótimo trabalho. Sabe montar equipes ofensivas dando equilíbrio à defesa. Gosto muito do seu trabalho, embora, na única vez em que apitei um jogo dele anos atrás, continuo com a mesma impressão: tende a querer ganhar no grito! E precisa corrigir urgentemente esse defeito, pois quando desanda a ficar nervoso, perde a razão e acaba expulso. Se tiver equilíbrio emocional, vai longe!

2) Paulo Roberto é um veterano no ofício. Trabalhando por algumas vezes no São Bento, encontrou um grupo de empresários que deu suporte financeiro para que o Bentão não tenha problemas econômicos a fim de deixar o treinador atuar focado somente com os problemas dentro de campo. E é lá que Paulo dá o seu melhor e o seu pior! Expulsei-o no Rio Claro quando ainda o chamavam de “Luxemburgo do Interior”, pois seus métodos são os mesmos: arma muito bem suas equipes, que sempre mostram intensidade, mas conturba o jogo com “pilhagem excessiva”. Irriquieto na área técnica, pula, grita, gesticula e… cria fatos! Adora chamar a atenção e acaba sendo convidado a sair de campo. Digo e repito: se tivesse um comportamento mais elegante à beira do gramado, sem chiliques, Paulo já teria tido uma oportunidade real para mostrar sua inteligência tática como treinador. Seu temperamento dirá até onde chegará.

3) Marcelo Chamusca é a grata surpresa. Trazido pelo Guarani e confundido num primeiro instante com Péricles Chamusca, esse mais conhecido, era um ilustre desconhecido para a maioria. E em meio à formação do elenco do Bugre Campineiro (fez a pré-temporada com 12 jogadores e vários atletas chegando com o Brasileirão da Série C em andamento), conseguiu montar uma equipe sólida, raçuda, coesa taticamente. Se ela não ganha jogando bonito, alcança os resultados de maneira pragmática. Um adepto de Carlos Alberto Parreira? Talvez. Mas o certo é que marcou seu nome nessa 1a fase do torneio, colocando o time de Campinas como o melhor clube da Terceirona. Mas e quando o time precisar de um cara “pilhado à beira do gramado” (que não é muito o seu estilo), o terá?

Talvez tenhamos bons nomes para o futebol brasileiro, taticamente falando. Mas e o emocional?

Aqui eu reafirmo uma antiga opinião: as Comissões Técnicas devem ter obrigatoriamente um psicólogo, não só para os atletas, mas também aos treinadores. Ou eles estão “acima do bem e do mal”?

Em especial, Tarcísio e Paulo Roberto, que há tempos estão na estrada e ainda não tem tanta idade, precisam conciliar a inteligência que têm ao equilíbrio psicológico. É o último passo da carreira deles para uma série A de Brasileirão. E, evidentemente, diminuir a antipatia que transmitem aos árbitros, pois isso atrapalha tanto a carreira deles quanto aos próprios times que dirigem. Por experiência própria: em muitos momentos, chega a ser irritante ver tal comportamento deles.

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– A infeliz afirmação do Secretário de Cultura de Jundiaí sobre pichadores.

Em ano eleitoral, devemos tomar certos cuidados. Portanto, não vale fazer demagogia extrema que o cara acaba falando coisa que não deve.

Nesta sexta-feira, ouvi o Secretário de Cultura de Jundiaí em entrevista ao jornalista Adilson Freddo (em seu programa matinal na Rádio Difusora) falando sobre arte. Tratou-se sobre Grafite e, em determinado momento, quando questionado sobre pichações, o Secretário saiu com uma pérola:

“Pichar também é uma arte, uma arte de protesto. Existe um dito (…) de que ‘quem picha está incomodado e instigando o acomodado’”.

Que bobagem!

O Adilson ainda deu oportunidade para ele dar uma corrigida, e neca de pitibiriba.

Certamente o representante público se mancará que foi infeliz no seu discurso. Quanto dão de prejuízo os pichadores destruindo os bens públicos? As obras históricas vandalizadas?

Vai me convencer que isso é protesto?

Pior: essas gangues ainda dão prejuízos aos moradores, enfeiam e desvalorizam os imóveis. Não merecem o nosso respeito e cometem crime, não arte.

Uma pena tal discurso equivocado do Secretário (mas reitero: uma gafe, ele próprio não deve pensar isso).

Por quê os pichadores não picham a própria casa deles? Aliás: e o recente episódio dos pichadores que assassinaram o dentista em Pirituba? Que momento delicado.

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– A invasão de caçadores de PokemónGo e as mortes imbecis

A vida é um bem valioso, certo? Perdê-la de maneira absurda é revoltante.

Um garoto de 9 anos morreu afogado no RS após cair de um barco. Ele e seu amigo caçavam Pokemóns e acabou se desequilibrando e caindo da embarcação.

Pessoas tem sido atropeladas. Celulares roubados em vias públicas por desatentos jogadores. Em Jundiaí, após um megaencontro de fãs, o Parque da Cidade e o Jardim Botânico sofreram vandalismos, como problemas nas instalações elétricas por mal educados caçadores que, desesperados para carregar seus celulares, fizeram mau uso das tomadas e desligaram equipamentos públicos.

Em contrapartida, ouço matérias de quem está tirando bom proveito: hospitais infantis que incentivam crianças a levantarem da cama para brincarem de caçadores de bichinhos. Além disso, pais contentes que ao andar, os filhos fazem atividade física. Aí, sim!

O modismo não pode ser uma alienação. E toda forma radical ou viciada traz desconforto.

Um fato curioso: a Arquidiocese de São Paulo, visando atrair turistas e fiéis, emitiu um convite: quer que jogadores venham caçar Pokemón nas igrejas católicas, conheçam os templos e participem das celebrações (e nessa hora, dê um tempo no joguinho).

Tudo tem o bom ou mal propósito. Vale o bom senso!

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– Cuidado com o Yaz e Yasmin, o anticoncepcional que resultou em trombose à estudante.

Parabenizo a jovem Juliana Pinatti Bardella, que corajosamente denunciou de maneira pública os efeitos colaterais do anticoncepcional que quase lhe tirou a vida.

Em tempo: seu uso era de acordo com orientações médicas, a moça é saudável e de família respeitável (que temos o prazer em conhecer).

Não é fácil por passar por tal situação, tampouco ela escrever esse depoimento. Compartilho abaixo:

Extraído de: http://pt.aleteia.org/2016/08/04/yazyasmin-o-anticoncepcional-que-quase-matou-uma-brasileira/?utm_campaign=NL_pt&utm_source=daily_newsletter&utm_medium=mail&utm_content=NL_pt

YAZ/YASMIN: O ANTICONCEPCIONAL QUE QUASE MATOU UMA BRASILEIRA

Bom para acne? Melhora TPM? Talvez. Mas também pode matar você.

Reproduzimos, a seguir, o relato de Juliana Pinatti Bardella e sua experiência com o uso do anticoncepcional Yaz:

*  *  *

Última cartela. Último comprimido.

Começou com uma pequena dor de cabeça. A dor foi aumentando gradativamente durante três semanas, até ficar insuportável.

Fui ao hospital em Botucatu, onde a médica me receitou remédios para enxaqueca, não pediu nenhum exame e não quis me encaminhar para um neurologista (mesmo com minha insistência), pois disse que não era o caso.

Era sexta-feira, dois dias após ter ido ao hospital. Acordei pela manhã para ir à aula, quando fui levantar da cama minha perna direita não respondeu ao meu comando, mas com algum esforço levantei. Escovando os dentes percebi que minha mão direita também não estava normal. Tentei me vestir, sem sucesso. Aquilo estava muito estranho, então não fui à aula e resolvi esperar passar. Não passou.

Alguns minutos depois peguei o celular para fazer uma ligação, mas foi muito difícil, fiquei muito tempo olhando para a tela sem saber o que fazer, como se tivesse esquecido como manusear um telefone. Deixei o celular de lado e fui ao banheiro, e para o meu maior desespero não sabia mais usar o banheiro, fiquei olhando pela porta e não sabia mais por onde começar, como isso era possível?

Minha visão começou a ficar turva depois de algum tempo. Já não conseguia fazer nada sozinha, não realizava nenhum raciocínio básico.

Minhas amigas que moram comigo me socorreram, me ajudaram a usar o banheiro, fizeram as ligações que eu precisava, me ajudaram a comer, e principalmente, me mantiveram calma para esperar até que minha mãe, vindo de outra cidade, chegasse.

Meus pais resolveram me levar com urgência para um hospital em São Paulo, na viagem o efeito do remédio para enxaqueca havia passado, a dor voltou muito mais forte.

No hospital realizei alguns exames, administraram três medicamentos para a dor, sem sucesso, a dor continuou forte. Em poucas horas fui chamada para saber o resultado dos exames e na ressonância magnética foi diagnosticada trombose venosa cerebral.

Foi um choque, não consegui entender bem o que estava acontecendo, o médico me perguntou se eu tomava anticoncepcional, eu disse que sim, há cinco anos, e então ele disse que essa poderia ser a causa do problema.

Cinco anos de YAZ, três ginecologistas diferentes, e nenhum me alertou sobre a trombose, mesmo perguntando a respeito, nenhum falou que seria um risco. Não tenho histórico familiar, não sou fumante, e os exames de sangue estavam normais, não tinha predisposição a ter trombose.

Foram três dias dentro da UTI, e um total de quinze dias de internação. A causa era mesmo o anticoncepcional, um remédio que era pra estar me ajudando, mas que ali poderia ter me causado uma sequela irreparável ou até mesmo algo pior.

De certa forma me culpei por ter ignorado as notícias sobre a trombose que via na internet ou que ouvia falar. Confiava demais no YAZ, confiava demais em mim mesma, pensava que aquilo não iria acontecer comigo.

Após o diagnóstico, parece que virei um ímã de histórias de trombose, ouvi incontáveis casos como: a amiga que teve trombose na perna ou no braço, a outra amiga também com trombose venosa cerebral que teve que realizar cirurgia, a menina que tem que tomar anticoagulante pro resto da vida por causa da trombose, e o pior, como a amiga que morreu de tromboembolismo pulmonar.

Todos os casos eram mulheres jovens e que tomavam anticoncepcional.

Não sou contra o anticoncepcional, acredito que ele traga benefícios sim, mas sou contra a negligência de se receitar anticoncepcional indiscriminadamente sem informar adequadamente seus riscos, e da própria negligência de tomar um medicamento durante tantos anos sem desconfiar que poderia ser prejudicial e poder levar até mesmo à morte.

Mulheres, preocupem-se, pesquisem e perguntem!

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– Cuidado com GHB (ou G), a droga que está chegando ao Brasil!

Já ouviu falar da G (pronuncia-se Dji), a nova droga das baladas?

Ela é diluída nas bebidas, traz euforia e amnésia momentânea. Uma espécie de “Boa Noite Cinderela” mais moderna. A diferença é que nesta droga, ao invés de alguém colocar às escondidas na bebida de outro para algum golpe, é o próprio usuário que a usa para buscar euforia.

Claro, como qualquer outra droga, há o risco inevitável de dependência e de perder a vida.

A G vem de GHB, sigla de ácido gama-hidroxibutirato, e que originalmente era para ser usado como analgésico.

Infelizmente, novas porcarias como NBome, Mdma ou Maconha Sintética se somam às outras tradicionais já existentes e acabam com nossos jovens...

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– Com quem você costuma se relacionar?

Conhece tal dito popular abaixo?

“Passarinho que anda com morcego, de tanto ser visto com tal companhia, corre o risco de um dia dormir de cabeça para baixo. E mesmo que não durma, um dia dirão que dormiu.”

Pois é. Quando se anda com picaretas, se você não tomar cuidado, se contagiará e poderá agir como um. E mesmo que tenha personalidade e se segure, poderão te confundir pela intimidade com eles. Dessa forma, se perceber que o meio em que está inserido é de péssima credibilidade, mesmo sendo você ético e honesto, procure influenciá-los à mudança. E se a luta for inglória, abandone-os e se junte com gente de bem, como você próprio.

E se o assunto começou com um ditado popular, lembro-me de outro bíblico:

“Diga-me com que tu andas que direi quem tu és”.

Dessa forma, lembre-se: é muito bom andar de cabeça erguida, podendo conversar com todos e sobre tudo, sem se esconder nas esquinas e becos escuros. Tampouco se sentir constrangido quando encontrar com diversos elementos.

Vale a dica. Por experiência de vida, apesar da juventude de idade.

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– Ter filhos nos EUA para fugir do Zika?

Virou necessidade para quem tem dinheiro e preocupação com a microcefalia: sair do Brasil!

Exagero ou não?

Veja só, extraído de: JJ.com, por Mauro Utida (em: https://t.co/fXAHXlb9JY)

JUNDIAIENSES SE MUDAM PARA OS EUA

A pequena Beatriz, que completou três meses no último dia 28, ainda não sabe, mas um dia poderá escolher se quer viver no Brasil ou nos EUA (Estados Unidos da América). O momento atual, que mistura crise política e econômica, incluído o risco de saúde provocado pelo zika vírus, fez com que os pais André Vaz, 43 anos, e Cíntia Canineo Vaz, 35, escolhessem por ela ter dupla cidadania e apostar em um futuro melhor para a filha.

Para isso, investiram um valor significativo e não divulgado para que Beatriz pudesse nascer em solo americano, mais precisamente na Flórida, e ser registrada como uma cidadã estadunidense. Para o pai André Vaz, que é empresário no ramo médico, o investimento vale cada centavo para garantir um futuro melhor para a primeira filha.

“O nosso atual momento político, com essa instabilidade financeira, me fez pensar em um futuro melhor para a minha filha nos EUA. Somado com o risco do zika vírus na gestação, tomamos a decisão de ter o bebê por lá”, conta André. Pela constituição americana, qualquer cidadão que nasce nos EUA se torna americano.

No caso de Beatriz, ela terá dupla cidadania, com os passaportes americano e brasileiro. Pela lei americana, ela poderá voltar para o país onde nasceu sem restrição e com oportunidade de ensino superior com taxas menores, empregos federais e outros benefícios voltados ao cidadão norte-americano. As vantagens da cidadania não se estendem aos pais, porém, aos 21 anos, o filho pode pleitear que eles se tornem residentes no país. “Um dia ela terá a oportunidade de decidir onde vai querer morar”, informa o pai.

André já morou em Nova York por oito meses e frequentemente retorna ao país norte-americano para participar de congressos médicos. Ele se diz um apaixonado pelos EUA e não descarta a possibilidade de um dia se mudar com a família para lá. “Os EUA são um país que eu gosto e admiro. Pode ser que num futuro seja possível nos mudarmos para lá em definitivo”, planeja.

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– Sobrecarga no Trabalho, em Casa e no Lazer? DESOCUPE-SE:

Muito bacana a matéria intitulada “DESOCUPE-SE”, da Revista Época (ed 838, pg 78-84), por Natália Spinacé, sobre pessoas sobrecarregadas de tarefas e que lutam para uma melhor qualidade de vida.

Nela, há dicas de como acabar com a correria no trabalho, nos afazeres domésticos e outras situações.

Abaixo:

DICAS PARA ACABAR COM A CORRERIA…

1) …NO TRABALHO

Tentar ser um funcionário exemplar e acumular tarefas costuma ser um atalho para o desespero

– Trabalhe apenas em seu horário estipulado. Estudos comprovam que horas demais no ambiente de trabalho levam a produtividade e a qualidade do trabalho a cair

– Quando estiver no trabalho, trabalhe de verdade e evite procrastinar. A culpa por tarefas não executadas atrapalha o tempo livre

– Liberte-se do “trabalhador ideal”. Se sua empresa exige disponibilidade total e horas infinitas de trabalho para promovê-lo, talvez você esteja na empresa errada

– Não leve trabalho para casa. Estender o expediente no local onde você deveria relaxar é um erro. Você não descansa nem trabalha direito

2) …NO LAZER

A culpa é a principal razão para as pessoas não aproveitarem o tempo livre

– Organize seu tempo livre. Pense realmente em como você quer se sentir e que tipo

de experiência quer ter

– Desligue-se. Você não precisa olhar seu e-mail durante os momentos de lazer. Dificilmente alguma coisa não poderá ser resolvida por outra pessoa

– Tire férias. Estudos comprovam que quem descansa regularmente tem um desempenho melhor no trabalho

– Liberte-se da culpa. Sentir-se culpado ou com a sensação de que deveria fazer algo produtivo anula o descanso

3) …EM CASA

Para alguns, sair do trabalho é um alívio. Para outros, é só o começo da confusão

– Divida tarefas. Nada de ficar com a maior parte do trabalho e pedir apenas uma “ajudinha”. A divisão do trabalho doméstico deve ser de igual para igual

– Peça ajuda nos dias de caos. Filhos doentes, pia cheia de louça, pó por todos os lados. Chame a sogra, a mãe ou uma amiga. Não faltarão oportunidades de retribuir

– Não seja neurótico. A casa não precisa estar sempre impecável. Aproveite o tempo com a família para relaxar e se divertir

– Deixe as preocupações no escritório. O lar é o lugar para recarregar as baterias. Tente não pensar nos problemas de trabalho enquanto estiver fora dele.

A matéria, segue:

DESOCUPE-SE

Ficar sobrecarregado e não ter tempo para nada virou obrigação, mas não deveria ser motivo de orgulho. Um novo livro reúne dicas para fugir dessa armadilha e acabar com a cultura da pressa.

Por Natália Spinacé

Estar ocupado virou moda. Repare. Quantas vezes, nos últimos dias, você ouviu alguém reclamar sobre como a vida anda corrida? Todos adoramos falar sobre isso. Exaltamos para amigos e conhecidos o número de reuniões que tivemos na semana, quanto estudamos ou trabalhamos. E como não sobrou tempo para encontrar os amigos, para ler ou dormir. Ter tempo para essas banalidades é coisa de desocupados e perdedores. Ninguém quer ser um deles. Ser ocupado traz prestígio social, e é em busca desse prestígio que muitos exageram. Pior: até quem não tem tarefas suficientes para se sobrecarregar acaba enrolando, só para se juntar ao time dos desesperados e reclamar nas redes sociais sobre a quantidade de trabalho.

Hoje em dia, ser (ou parecer) assoberbado é ter status — e essa pode ser uma moda perigosa. É essa a tese central do livro Overwhelwed (Sobrecarregado), recém lançado nos Estados Unidos. A autora, a jornalista americana Brigid Schultc, escreve sobre a epidemia de ocupação em que vivemos e sobre como ela nos afeta. Ela também dá dicas para fugir da cultura da pressa e organizar melhor o cotidiano em vários aspectos da vida.

Nem sempre foi assim. Ter tempo livre de sobra já foi sinal de nobreza, e o trabalho era tido como urna tarefa inferior. Na Roma Antiga, o ócio era visto como urna condição fundamental para a erudição, e o trabalho era desprezado. Hans-Joachim Voth, um historiador da Universidade de Zurique, afirma que, no século XIX, poderia se dizer quão pobre era uma pessoa analisando o tanto de horas que trabalhava. Quanto mais horas gastas no trabalho, mais pobre. Urna cena da série Downton Abbey, que retrata a vida da aristocracia britânica no início do século XX, deixa isso claro. Confusa com as conversas de seus parentes sobre trabalho, uma velha condessa interrompe a discussão e pergunta a eles o significado da expressão “fim de semana”. Para quem preenchia todos os dias com lazer, era difícil en tender esse conceito.

No século XX, muitos intelectuais alimentaram o sonho de que o luxo de urna vida de pouco trabalho seria possível para todos. Num ensaio escrito em 1930, o economista John Maynard Keynes fez previsões de que, em 2030, uma semana de trabalho teria 15 horas. Nada disso aconteceu. As incertezas econômicas e o apetite insaciável pelo consumo nos levaram a trabalhar cada vez mais, e esse comportamento nunca foi condenado. “O trabalho passou a ser visto corno algo nobre, edificante’ diz Brigid. “Não importa se, para isso, você sacrifica seu tempo com a família ou sua saúde.”

Hoje, quem tem tempo livre é tido como inútil ou desinteressante. Seguindo a lógica calvinista, segundo a qual o trabalho dignifica o homem, quanto mais tempo passamos na labuta, mais admirados somos. Um estudo divulgado no mês passado pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, constatou que, até a década de 1960, homens mais instruídos passavam menos horas por dia no trabalho que trabalhadores braçais. Hoje, quanto maior o nível de instrução, maior o tempo no trabalho. Muitos dos entrevistados afirmaram preferir o tempo no escritório aos momentos de lazer.

A tecnologia contribuiu para consagrar o trabalho. As empresas dão a seus funcionários computadores e smartphones e esperam deles produtividade em tempo integral. “Nenhuma empresa mostra isso abertamente, mas existe uma pressão psicológica velada para que o funcionário esteja disponível o tempo todo”, afirma o consultor Christian Barbosa, autor de A tríade do tempo, um popular manual sobre produtividade. Esse perfil é chamado pelos especialistas de “trabalhador ideal”. Aquele que trabalha mais horas que as estipuladas vai ao escritório mesmo doente, está sempre disponível, não reclama de nada e coloca o trabalho sempre em primeiro lugar. “As empresas, hoje, sonham com esse tipo de funcionário”, diz Brigid. “Mas essa expectativa é desumana.”

Essa dedicação extrema ao trabalho, é claro, traz dividendos financeiros. Uma pesquisa feita por Peter Kuhn, da Universidade da Califórnia, e Fernando Lozano, do Pomona College, nos Estados Unidos, mostrou que, entre trabalhadores com alta qualificação, uma pessoa que trabalhava 55 horas por se mana, na década de 1980, ganhava, em média, 11% mais do que urna que trabalhava 40 horas por semana na mesma atividade. Na virada do milênio, essa diferença aumentara para 25%. Mas a obsessão pelo trabalho traz também consequências negativas. Urna delas é a desvalorização do lazer. Pedir férias tornou-se constrangedor. Passar dias sem checar e-mails é considerado uma irresponsabilidade por muitas pessoas.

“O lazer passou a ser visto como algo errado e desnecessário”, afirma Karla Flenderson, psicóloga que estuda os benefícios do lazer na Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Uni dos. Pesquisas sobre o assunto mostram que a crença na desimportância do lazer não tem nenhuma fundamentação. Um estudo feito por cientistas do Centro de Estresse cia Universidade Yale concluiu que pessoas submetidas a situações de estresse constantemente sofrem alterações cerebrais que comprometem funções como a memória e a capacidade de fazer planos, tomar decisões e aprender. Tirar férias, fazer pausas e evitar o acúmulo de tarefas está, portanto, longe de ser algo supérfluo.

Se os superocupados tive tempo para analisar seus hábitos, perceberiam que ser ocupado demais é improdutivo. Uma pesquisa feita pela Harvard Business School comparou o desempenho de dois grupos de trabalhadores de uma mesma empresa. O primeiro grupo era formado por funcionários que não tiravam férias e trabalhavam em torno de 50 horas por semana. O segundo grupo não tinha férias atrasadas e trabalhava em média 40 horas semanais. O resulta do mostrou que o grupo que trabalhava menos horas era mais eficiente e produtivo que o primeiro. Numa pesquisa feita na Microsoft, o resultado mostrou que, numa semana de 45 horas de trabalho, a maioria dos funcionários só é produtiva durante 28 horas.

Alguns países e empresas resistem à cultura da ocupação. Na Dinamarca, o horário de trabalho tradicional é das 9 às 16 horas. Quem precisa de muitas horas extras não é visto como bom funcionário, mas como incompetente. Na França um novo acordo trabalhista feito em abril proíbe trabalhadores de responder a e-mails após as 18 horas. A nova regra foi criada pelos sindicatos franceses, e as empresas não devem exercer nenhum tipo de pressão para que seus funcionários trabalhem após o horário estipulado pela legislação trabalhista francesa, que prevê jornadas semanais de 35 horas. A Menlo, uma empresa de software nos Estados Uni dos, adotou um esquema rígido com seus funcionários. Lá, é proibido trabalhar após as 18 horas. Quem insiste se arrisca a ser mandado embora. As reuniões não devem durar mais de dez minutos. “As empresas não nos permitem ser humanos”, diz Rich Sheridan, um dos fundadores da Menlo. “Precisa mos negar que temos filhos, que temos pais envelhecendo e que precisam de cuidados. Isso não faz sentido.” O resultado dessas iniciativas beneficia não só os funcionários, que ganham tempo para o lazer e a família sem sentimento de culpa, mas também as empresas, que garantem mão de obra motivada e mais produtiva. Numa pesquisa feita na Dinamarca pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico OCDE), 84% da população respondeu ter mais experiências positivas que negativas durante um dia de trabalho.

Mudar-se para a Dinamarca não é uma opção para todos. Mas reclamar menos, impor limites à própria rotina de trabalho e aproveitar melhor os momentos de lazer são metas que qualquer um pode atingir. Em seu livro, Brigid reúne dicas para quem quer fugir da cultura da pressa e aproveitar melhor o tempo livre no trabalho, no lazer e na família. Várias dessas dicas estão nos quadros que acompanham esta reportagem. Da próxima vez que sentir vontade de dizei quanto está cansado, estressado ou ocupado, pense bem. Será que isso e uma razão para se gabar? Quem deveria ter orgulho são os franceses ou os dinamarqueses, que conseguem sair do trabalho a tempo para relaxar e curtir a vida. Isso sim, é ter status.

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– Paco, a Droga da Morte

As ruas de Buenos Aires estão repletas de doentes: usuários de paco, a nova droga que domina os viciados argentinos!

Uma porção de Paco custa R$ 2,75, e por isso é chamada de “Droga dos Pobres”. 

O detalhe é: a substância é mais viciante e mais letal do que o crack, contendo ácido sulfúrico e querosene!

O que dizer? Há coitados (e alguns idiotas) que acabam experimentando e não saem mais dessa.

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– Você sabe o que é Ideologia do Gênero?

Concordo (e muito) com esse vídeo que compartilho abaixo, elucidando o que é a “Ideologia do Gênero”, tão discutida atualmente. Ele tem apenas 2 minutos e explica muito bem o que se propõe tal causa.

Escola, para mim, é lugar de educação e cultura, não de CRIAÇÃO DE IDENTIDADE SEXUAL.

Menino é menino. Menina é menina. Por quê promover a assexualidade de gênero quando vão para as escolas, e precocemente sexualizá-los?

Gosta da idéia de banheiros com meninas e meninos, ou melhor, adolescentes sem “sexo definido” juntos?

Eu não. São nossos filhos e filhas, e Educação e Valores Sociais, Morais, Religiosos e Sexuais começam, em nossa família, EM CASA. Pai e mãe devem ser os primeiros educadores e catequistas das crianças.

Vale a pena compartilhar!

Veja, em: http://www.youtube.com/watch?v=j7zbS1RYdpg

– Você conhece a TSū, a Rede Social que remunera seus membros?

Uma rede social que remunera os seus participantes. Muito parecida com o Facebook, com uma timeline próxima do Twitter, mas com um jeitão de Google Plus. Essa é a TSū (se pronuncia “SÚE”), uma network nova e que está crescendo por um motivo especial: ela paga pelas boas postagens curtidas!

Pois é: a cada post, se alguém curtir, compartilhar ou ter público para tal, a pessoa ganha décimos de centavos de dólar.

Achei interessante. Quem quiser participar (só é possível por “links convites”) pode clicar no meu perfil lá no TSū, em: https://www.tsu.co/rafaelporcari

Extraído de: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/10/tsu-nova-rede-social-paga-por-conteudo-gerado-e-tempo-gasto-pelo-usuario.html

TSU, NOVA REDE SOCIAL PAGA POR CONTEÚDO GERADO E TEMPO GASTO PELO USUÁRIO

Atualmente, Facebook, Twitter, Tumblr e outras redes sociais movem bilhões de dólares com anúncios por ano e influenciam o mercado de forma assustadora. O Twitter, por exemplo, gera mais de 500 milhões de tuítes por dia e o Facebook já ultrapassou a marca de 700 milhões de usuários que criam, repassam, comentam e trocam informações. Já pensou se você pudesse receber pelo conteúdo que cria nesses sites? Foi com esta proposta que a rede social TSU (pronuncia-se Sue) surgiu.

O site, criado por Sebastian Sobczak, foi inaugurado no dia 21 de outubro e, ao contrário da rede social Ello, sem anúncios, tem como objetivo ganhar dinheiro sim, mas pagar o usuário pelo conteúdo gerado. No TSU, 90% do valor arrecadado por publicidade é dos usuários, os outros 10% ficam com a rede social. O fundador Sebastian Sobczak, define a rede como uma plataforma de monetização social.

“As redes sociais estabelecidas construíram modelos de negócios surpreendentes. São prósperos na monetização total de conteúdo gerado pelo usuário de forma gratuita. Por que alguém deveria se beneficiar comercialmente a partir da imagem, curtidas e trabalhos sem dar retorno financeiro ao proprietário? Os mercados em que participamos são enormes e podem compensar o usuário – estamos simplesmente e unicamente recompensando os usuários que estão fazendo todo esse trabalho. Esta é a forma como o mundo deve funcionar “, acredita Sobczak.

Aparentemente, a rede social funciona como o Facebook: você cria sua página, publica seu conteúdo, agrega seus amigos, curte, comenta e repassa conteúdo. A diferença está no fato de que cada perfil possui uma “conta bancária”. Com um sistema de analytics voltado para o gerenciamento da conta, você pode conferir quanto ganhou, o que gerou mais retorno, débitos, créditos, gráficos e outras informações bem interessantes.

Dentro da rede, o que gera lucro são os views, ou visualizações do conteúdo original, gerado pelo usuário. Mas não é só isso, um sistema de convites cria uma espécie de “árvore” de contatos, em que os convidados que entram para a rede dão lucro para quem os convidou – sistema que lembra o modelo de negócios da pirâmide. Os valores podem ser resgatados após atingirem US$ 100,00.

Porém, para evitar internautas maliciosos, a rede social alerta que publicar um material que não seja de autoria própria renderá penalizações. Portanto, se você pretende ganhar dinheiro com a nova rede social não poderá postar músicas de outros artistas, vídeos, fotografias ou qualquer outro tipo de material protegido por lei. O site segue as especificações da Digital Millennium Copyright Act (DMCA); fique atento com violações de direitos.

Para ingressar na rede é preciso ter o “shortcode”, isto é, um link exclusivo de algum usuário da rede social. A partir dele, você terá acesso a todos os recursos do serviço, que conta com app para Android e iOS (Universal). Dentro do site é possível postar fotos, escrever posts, incluir hashtags, adicionar títulos nas postagens, definir sua privacidade, distribuir seu conteúdo entre outras redes sociais como Facebook e Twitter, além de comentar, curtir, convidar amigos.

Se você ainda não se convenceu de que vale a pena ingressar na nova rede social, saiba que o TSU recebeu um investimento de US$ 7 milhões da Sancus Capital Prive e apoio de artistas como 50 Cent e Luol Deng do Miami Heat, entre outros. Nada mal para quem está começando, não é? Faça um teste.

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– O que fazer para detectar um filho problemático?

Leram a entrevista de Sue Klebold, a mãe do assassino Dylan Klebold, que com 17 anos matou 12 colegas num colégio de Columbine (EUA) a sangue frio, armado com armas (Revista Veja, Páginas Amarelas, ed 22/06)?

Ela disse que:

“Pais de adolescentes sabem que não é fácil captar o que passa na cabeça de seus filhos. Nada levava a crer em suicídio ou assassinatos. Dylan foi hábil em esconder seus sentimentos”.

O que achei curioso foi o conselho que ela dá aos pais. Não sei se concordo com ela. Dona Sue aconselhou que:

“Quando seu filho está sofrendo, não tente consertar as coisas por ele, nem pense fazê-lo sentir-se melhor. Isso é uma forma confortável de autoengano. Só fique em silêncio e ouça o que ele diz”.

Confesso que é um pouco confuso, difícil ou de prática duvidosa. Creio que depende de cada família e da educação em casa.

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– O perigo da dependência virtual das crianças hiper conectadas!

Um risco dos tempos modernos: crianças reféns da tecnologia, que se tornam viciadas em tablets e smartphones. Uma “overdose” virtual segundo especialista!

Extraído de: Revista Isto É, ed 2427, página 51, por Luldmilla Amaral

OS RISCOS DA INFÂNCIA NA REDE

Livro discute o uso da tecnologia pelas crianças e alerta para os perigos da dependência virtual

Especialistas em comportamento digital apontam que as crianças brasileiras são mais ativas do que a média mundial na internet, o que as tornam perigosamente dependentes dos ambientes virtuais. Celulares e tablets são cada vez mais usados para entreter os pequenos em situações de estresse, como refeições em restaurantes, por exemplo. Perfis em redes sociais também são criados muito precocemente. Diante deste cenário, já imaginou o que aconteceria se, de um dia para outro, todos os aparelhos eletrônicos deixassem de funcionar?  Essa é a proposta de Juliana Grasso, no recém-lançado livro “Amanhã, como será?”, da Tempo Editora.

Com foco no público infanto-juvenil, a publicação conta a história de Gabriel, um garoto de 11 anos dependente de computadores, tablets e smartphones que se vê completamente perdido após uma tempestade destruir todos os seus aparelhos eletrônicos. Com o acidente, o menino, que usava os dispositivos para estudar, se comunicar e brincar, precisa redescobrir as brincadeiras e alegrias de uma infância sem tecnologia. A autora  se inspirou nas experiências cotidianas para escrever o livro.

“A tecnologia está super disponível, tanto para adultos, quanto para crianças. Hoje, mesmo muito novinhas, elas assistem a vídeos pelo celular na hora de comer, o que faz muito mal”, diz Juliana. “É possível retomar as formas antigas de contato, aprendizado e recreação.” Para ela, essa overdose de tecnologia na infância pode transformar meninas e meninos em adultos antissociais e dependentes. Pesquisa “Kids of Today and Tomorrow – Um olhar Bem Próximo Sobre Essa Geração”, da Viacom Internacional Media Networks, valida essa afirmação. Ela indicou que, apesar de o cenário ser sombrio em praticamente todos os países desenvolvidos, as crianças brasileiras têm uma predisposição maior ao vício virtual.

“É possível retomar as formas antigas de contato, aprendizado e recreação”

Juliana Grasso

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– O caso de Cincinnati: o Gorila ou a Criança?

Aqui, me impressiona como o politicamente correto extrapola! No último sábado, uma criança de 3 anos caiu na jaula de um gorila no zoológico local. O animal pegou a criança e a arrastou para junto de si. Guardas imediatamente dispararam tranquilizantes, mas que levariam um certo tempo para fazer efeito. Desta forma, abateram o gorila para salvar o menino.

Agora, muita gente nas redes sociais reclama da ação! Dizem que foi uma morte impiedosa do animal, que poderiam evitar o acontecido e outras coisas em defesa do bicho.

Ora, se uma criança está em poder de um gorila, você vai fazer o quê? Vai deixar o risco do garotinho ser morto?

Parabéns às autoridades que salvaram o menino. Uma pena que o desfecho tenha sido a morte do animal, mas vale salvar uma vida humana do que de um animal irracional.

Aqui, se faça uma ressalva: e os pais negligentes? Onde estavam naquela hora?

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– Intolerância contra a Intolerância? Protesto da Parada Gay contra… a Bíblia?

Uma pena que propósitos de cidadania sejam desvirtuados. Diante da constituição brasileira, todos somos iguais, independente de raça, crença, idade, religião ou ideologia. E isso, se de fato praticado, é ótimo!

Entretanto, muitas pessoas confundem liberdade de expressão com direito de ofensa. No ano passado, uma modelo transexual se colocou como Cristo na cruz e fez um confuso protesto durante a Parada do Movimento GLBT.

Este ano, a mesma modelo (Viviane Beleboni) anunciou à Folha de São Paulo que se “fantasiará de Bíblia” protestando contra religiosos, com a inscrição “Bíblia é Retrocesso”.

Duas questões simples:

1 – Se eu fizer algum adereço pejorativo contra o Movimento Homossexual, estarei cometendo crime de homofobia pois ofende a opção sexual das pessoas gays. Por que ofender a opção de crença não é crime de perseguição religiosa?

2 – As causas cidadãs pretendidas pelos organizadores da passeata são respeitáveis dentro do estado democrático. Mas a Parada, em si, não torna o movimento enfraquecido ao transformá-lo em um “carnaval fora de época”? Pessoas quase peladas sambando, com estereótipos de erotismo, não me parecem defender causas sociais.

Enfim: não se combate intolerância com intolerância. Parece-me ser mais política e organizada a “Marcha das Lésbicas” realizada no sábado (que pediu pelos seus direitos sem ofender ninguém) do que a vultuosa Parada.

(foto da fantasia, abaixo, do G1.com):

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– Estupro coletivo: são humanos os envolvidos?

É assustador imaginar o acontecido à garota supostamente estuprada no Rio de Janeiro. Cerca de 30 bandidos teriam a maltratado sexualmente (lembrando que “estupro” não é necessariamente a conjunção carnal, mas também carícias não consentidas).

Agora, surgem versões de que a adolescente tinha um passado não tão pueril, e que havia inventado a história de estupro para justificar o sumiço com “alguns namorados” para a família que é evangélica. A advogada refuta veementemente a hipótese e a Polícia não descarta nenhuma situação. Algumas autoridades tiram proveito dizendo que tomarão providências e as redes sociais se mobilizam.

Independente a esse caso específico (se real ou fraude), existem inúmeros casos Brasil afora. E fica o lamento: que tipo de animal é o homem que, sedento por sexo, sai da razão e criminosamente estupra?

A culpa seria da família que não o educou? Da saúde mental que é doentia? Da cultura do sexo (não cultura do estupro, pois confesso não ver apologia a esse crime maldito – ao menos, nas coisas que vejo e leio).

Enfim: como resolver? Com escola, resgate de valores morais e outras formas educacionais?

O certo é: RESPEITO É CONDIÇÃO QUE NÃO SE ABRE MÃO!

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– A Mansidão e a Paciência

Devemos, em muitos momentos de nossa vida, mantermos a calma e o controle das coisas, por mais difícil que possam ser. Não desesperarmos e termos fé! Escrevo isso principalmente nesses tempos difíceis que a sociedade e a economia nos impõem. Sem pânico!

Que façamos desta prece, abaixo, (Oração de Santa Teresa D’Ávila) uma prática constante no dia-a-dia! 

🙏🏻

#TerFé

#Paciência

#Serenidade

#EquilíbrioEmocional

– Por que temos a 4a maior população carcerária do Brasil?

Um índice assustador: o crescimento do número de bandidos nas cadeias do Brasil.

Veja porque isso ocorre,

Extraído de: http://istoe.com.br/452253_POR+QUE+A+POPULACAO+CARCERARIA+NO+BRASIL+AUMENTOU+167+/

POR QUE A POPULAÇÃO CARCERÁRIA NO BRASIL AUMENTOU 167%

Por Antonio Carlos Prado e Elaine Ortiz

Como explicar que a população carcerária no País tenha aumentado 167% entre os anos 2000 e 2014, segundo os dados oficiais divulgados na semana passada pelo próprio ministro da Justiça, Eugênio Aragão. Sabe-se hoje que pobreza é apenas um dos fatores que levam indivíduos à criminalidade e ao encarceramento – as causas prevalentes são transtornos de personalidade que poderiam ser tratados desde a adolescência se o Brasil proporcionasse (volta-se aqui a políticas sociais) a devida assistência médica e psicológica à população.

-Segundo o Ministério da Justiça, o Brasil está com 622.202 presos (número superior à população de Aracaju, por exemplo)

-Há déficit de 250.318 vagas (mais que o número de habitantes de Palmas)

-No planeta Terra, o Brasil registra a quarta maior população carcerária (EUA, China e Rússia estão na frente)

-No Brasil há 306 presos para cada 100 mil habitantes (a média mundial é de 144 presos por 100 mil habitantes)

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– Felicidade e Depressão?

Jonathan Rottenberg é um renomado psicopatologista! E ele tem uma tese interessante: crê que o mundo “vive uma epidemia de depressão porque as pessoas querem se satisfazer a qualquer preço”.

Sabe aquela criança mimada que quer tudo e quando não tem fica emburrada? Assim também os adultos fazem, só que se deprimindo.

Ele alega que as pessoas têm a necessidade de buscar a felicidade pois foram condicionadas a isso, e tal situação faz mal a elas.

Aceitar a infelicidade é, portanto, saudável.

Profundo ou frustrante tal pensamento? Concorda ou discorda?

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– Fatores de Honestidade e Desonestidade

A Revista Época desta semana traz uma interessantíssima matéria, intitulada “Somos todos um pouco trapaceiros”, por Daniel Venticinque. Nela, se discute o livro “A mais pura verdade sobre a desonestidade”, do psicólogo israelense Dan Ariely.

O livro recém lançado fala sobre o fato de todas as pessoas terem uma queda, em certo momento da vida, para a desonestidade. E a culpa vem das situações cotidianas, que trazem naturalmente à tona esse defeito humano. Seriam 5 fatores para a desonestidade e outros 5 para a honestidade. Abaixo:

5 FATORES QUE NOS FAZEM TRAPACEAR DEMAIS

1- CAIR NA PIRATARIA: as pessoas que usam produtos falsificados tendem a ser mais desonetas em outros aspectos da vida. O sucesso desse pequeno deslize nos torna propenso a arriscar deslizes maiores.

2- SER MALTRATADO: para quem sente que não foi respeitado, a desonestidade pode ser uma revanche. Quem não é bem tratado por um vendedor raramente devolve o dinheiro se ele errar o troco para mais.

3- DAR ASAS À CRIATIVIDADE: além de ter uma tendência a questionar regras, as pessoas cujas profissões exigem criatividade são melhores para inventar desculpas e para bolar maneiras de desobedecer às leis.

4- FAZER O BEM PARA OUTROS: quando o desonesto beneficia outros além do trapaceiro, trapacear fica ainda mais fácil. O mal-estar da trapaça é compensado pela sensação de fazer o bem.

5- LIDAR COM VALORES VIRTUAIS: ver alguém cometer um ato desonesto aumenta muito as chances de fazermos o mesmo naquela situação. É a regra do “todo mundo faz”, que já entrou para o folclore da política brasileira.

5 ATITUDES QUE NOS TORMAM MAIS HONESTOS

1- DAR SUA PALAVRA: É antiquado, mas funciona. Assinar um temo de responsabilidade ou se comprometer a seguir um código de ética é um bom lembrete mental para evitar a tentação da trapaça.

2- TER FÉ: discursos e símbolos religiosos nos tornam menos propensos à trapaça, por estar associados à boa conduta. Não é por acaso que a música gospel é pouco atingida pela pirataria.

3- CRIAR UMA CULTURA DE HONESTIDADE: quando a desonestidade é malvista e há poucos maus exemplos maus exemplos a seguir, trapacear fica mais difícil. Isso explica por que a trapaça é mais difundida em alguns países.

4- MANTER A TRANQUILIDADE: como a trapaça é uma tendência natural, ser honesto exige esforço. Evitar o cansaço mental ajuda a manter a compostura diante de uma oportunidade de trapacear.

5- CONTRATAR FISCAIS DESINTERESSADOS: Trapaceamos menos quando somos fiscalizados. Mas os fiscais precisam ser isentos. Quanto maior o contato deles com quem fiscalizam, maiores as chances de que todos caiam na trapaça.

E aí: concorda com eles ou não? Deixe seu comentário:

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– Latino: o Infeliz que fez o Macaco Fumar!

Falta do que fazer…

E o cantor Latino que publicou orgulhosamente nas suas Redes Sociais o seu “macaco de estimação” fumando narguilé?

São minutos de propaganda que conseguiu. Será adepto do “falem bem ou falem mal, mas falem de mim”?

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– Millôr Fernandes e o Orgasmo

O Grande Millôr Fernandes (1923-2012) nos deixou uma tirada real sobre “traições”. Ele escreveu que:

“O adultério é o mercado negro do orgasmo”

De fato, aventurar-se nele deve ser uma fria! Não faça isso, a fidelidade é uma graça de Deus, e ao mesmo tempo, segurança para sua vida familiar, para a saúde e para a paz!

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– Bela, Recatada e do Lar

A Revista Veja publicou uma matéria sobre a possível “futura 1a dama do Brasil”, Marcela Temer. A publicação trouxe o título: “Bela, Recatada e do Lar”, e dela surgiram muitas discussões: é elogiosa ou há demérito? Machista ou não?

Para mim, uma reportagem como outra qualquer. Mas muitas pessoas acharam graça, outras não gostaram e outras se identificaram.

Para quem não leu, segue:

(OPS: um dos mêmes mais publicadas na Internet diz: pela diferença de idade do casal, “isso é golpe”!!! Leia e tire suas próprias conclusões)

Extraído de: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/bela-recatada-e-do-lar

MARCELA TEMER: BELA, RECATADA E “DO LAR”

Marcela Temer é uma mulher de sorte. Michel Temer, seu marido há treze anos, continua a lhe dar provas de que a paixão não arrefeceu com o tempo nem com a convulsão política que vive o país – e em cujo epicentro ele mesmo se encontra. Há cerca de oito meses, por exemplo, o vice-presidente, de 75 anos, levou Marcela, de 32, para jantar na sala especial do sofisticado, caro e badalado restaurante Antiquarius, em São Paulo. Blindada nas paredes, no teto e no chão para ser à prova de som e garantir os segredos dos muitos políticos que costumam reunir-se no local, a sala tem capacidade para acomodar trinta pessoas, mas foi esvaziada para receber apenas “Mar” e “Mi”, como são chamados em família. Lá, protegido por quatro seguranças (um na cozinha, um no toalete, um na entrada da sala e outro no salão principal do restaurante), o casal desfrutou algumas horas de jantar romântico sob um céu estrelado, graças ao teto retrátil do ambiente. Marcela se casou com Temer quando tinha 20 anos. O vice, então com 62, estava no quinto mandato como deputado federal e foi seu primeiro namorado.

Michelzinho, de 7 anos, cabelo tigelinha e uma bela janela no lugar que abrigará seus incisivos centrais, é o único filho do casal (Temer tem outros quatro de relacionamentos anteriores). No fim do ano passado, Marcela pensou que esperava o segundo filho, mas foi um alarme falso. “No final, eles acharam que não teria sido mesmo um bom momento para ela engravidar, dada a confusão no país”, conta tia Nina, irmã da mãe de Marcela. Ela se refez do sobressalto, mas não se resignou – ainda quer ter uma menininha. No Carnaval, Marcela planejou uns dias de sol e praia só com o marido e o filho e foi para a Riviera de São Lourenço, no Litoral Norte de São Paulo. Temer iria depois, mas, nos dias seguintes, o plano foi a pique: o vice ligou, dizendo que estava receoso de expor a família, devido aos ânimos acirrados no país. Pegou Marcela, Michelzinho, e todo mundo voltou para casa.

Bacharel em direito sem nunca ter exercido a profissão, Marcela comporta em seu curriculum vitae um curto período de trabalho como recepcionista e dois concursos de miss no interior de São Paulo (representando Campinas e Paulínia, esta sua cidade natal). Em ambos, ficou em segundo lugar. Marcela é uma vice-primeira-dama do lar. Seus dias consistem em levar e trazer Michelzinho da escola, cuidar da casa, em São Paulo, e um pouco dela mesma também (nas últimas três semanas, foi duas vezes à dermatologista tratar da pele).

Por algum tempo, frequentou o salão de beleza do cabeleireiro Marco Antonio de Biaggi, famoso pela clientela estrelada. Pedia luzes bem fininhas e era “educadíssima”, lembra o cabeleireiro. “Assim como faz a Athina Onassis quando vem ao meu salão, ela deixava os seguranças do lado de fora”, informa Biaggi. Na opinião do cabeleireiro, Marcela “tem tudo para se tornar a nossa Grace Kelly”. Para isso, falta só “deixar o cabelo preso”. Em todos esses anos de atuação política do marido, ela apareceu em público pouquíssimas vezes. “Marcela sempre chamou atenção pela beleza, mas sempre foi recatada”, diz sua irmã mais nova, Fernanda Tedeschi. “Ela gosta de vestidos até os joelhos e cores claras”, conta a estilista Martha Medeiros.

Marcela é o braço digital do vice. Está constantemente de olho nas redes sociais e mantém o marido informado sobre a temperatura ambiente. Um fica longe do outro a maior parte da semana, uma vez que Temer mora de segunda a quinta-feira no Palácio do Jaburu, em Brasília, e Marcela permanece em São Paulo, quase sempre na companhia da mãe. Sacudida, loiríssima e de olhos azuis, Norma Tedeschi acompanhou a filha adolescente em seu primeiro encontro com Temer. Amigos do vice contam que, ao fim de um dia extenuante de trabalho, é comum vê-lo tomar um vinho, fumar um charuto e “mergulhar num outro mundo” – o que ocorre, por exemplo, quando telefona para Marcela ou assiste a vídeos de Michelzinho, que ela manda pelo celular. Três anos atrás, Temer lançou o livro de poemas intitulado Anônima Intimidade. Um deles, na página 135, diz: “De vermelho / Flamejante / Labaredas de fogo / Olhos brilhantes / Que sorriem / Com lábios rubros / Incêndios / Tomam conta de mim / Minha mente / Minha alma / Tudo meu / Em brasas / Meu corpo / Incendiado / Consumido / Dissolvido / Finalmente / Restam cinzas / Que espalho na cama / Para dormir”.

Michel Temer é um homem de sorte.

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– Os Consumistas são pessoas Esperançosas?

Um bom publicitário consegue tiradas fantásticas, muitas vezes próximas da verdade. Washington Olivetto, que dispensa apresentação, disse:

“O Consumo é um ato de esperança!”

Ah tá! Quer dizer que se eu gasto, é porque tenho a expectativa de que poderei pagar e algo melhorará?

É claro que entendi o que Olivetto quís dizer, mas não posso concordar integralmente. E os compulsivos? E os caloteiros?

E você, discorda ou bate palmas para tal afirmação?

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