– O Cérebro nos bancos dos réus!

Leio numa edição da Revista Época (708, pg 65-69, por Marcela Buscato e Bruno Segadilha), uma interessantíssima matéria intitulada “O Cérebro no Banco dos Réus”. Nela, se questiona se realmente somos livres para decidir, ou seja, se somos responsáveis pelas nossas escolhas. O trabalho se baseia no livro do neurocientista Michel Gazzaniga, autor do livro “Who’s in charge”?, onde ele diz que:

“A responsabilidade pelos nossos atos não é propriedade do cérebro, mas um acordo estabelecido entre as pessoas”.

A idéia central é: nem sempre estamos no comando de nossos atos; muitas vezes estamos iludidos que comandamos a nós mesmos, pois em diversas oportunidades a sociedade é quem comanda as nossas ações. Assim, teríamos culpa por determinados erros com essa visão de responsabilidade pessoal dos nossos atos, se não somos culpados por algumas ações?

Papo-cabeça, mas inteligente e curioso.

O conceito de “Responsabilidade” surge mais ou menos no ano 1700 a.C., com a lei de Talião: Olho por olho, dente por dente! A punição a um crime seria com a mesma forma da infração.

Porém, o conceito começa a mudar com a Lei de Aquilia, Século III), onde surge o conceito de culpa e o direito romano. A preocupação é responsabilizar em respeito à necessidade de se restituir danos a um prejudicado.

Por volta do ano 400, Santo Agostinho defendeu a idéia que: Deus nos deu autonomia, e nós somos responsáveis pelos atos que nós tomamos. Temos livre arbítrio, e não podemos jogar a culpa em outras coisas / pessoas.

A novidade vem em 1843, com a Regra M’Naghten: insanos mentais não podiam receber responsabilidades, pois, afinal, são pessoas perturbadas.

Agora, o dr Gazzaniga diz que muitas vezes podemos ser também inocentes de erros cometidos, pois somos forçados a praticar coisas por força da sociedade. O que você pensa sobre isso: tal argumento pode nos tornarmos livre de responsabilidades pessoais, ou é um grande exagero? Deixe seu comentário:

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– Onde você colocaria os presos travestis?

Uma situação bem delicada: a polêmica dos dois travestis de Presidente Prudente transferidos de presídio masculino para presídio feminino.

Sábia decisão ou não?

Um deles estava numa sala com outros 31 homens. Será que deveria estar lá? O que acontece com um travesti numa cela lotada de homens trancafiados? Fará sexo a força, sofrerá abuso? Além disso, pense: quantas doenças poderão ser transmitidas por ambos?

Alguém poderá dizer: mas e se forem ativos e/ou passivos? Por que se veste de mulher deixa de ser homem?

Nestes tempos modernos de diversidade sexual, parece-me que algo bem difícil de responder. Se deixá-los em cela masculina, correm o risco de estupro. Se forem para uma cela feminina, poderão tentar algo com as mulheres (afinal, travesti é diferente de transexual).

Muito difícil responder. Será que em breve, nesses casos, se terá uma ala exclusiva para eles dentro do presídio, uma espécie de isolamento (se é que já não tem)?

Penso que a mistura das questões de gêneros fará, inevitavelmente, que em breve se defenda a construção de presídios gays com alas voltadas às mais diversas preferências sexuais. Ou não?

Triste ter que pensar na humanidade como bichos sedentos por instinto de sexo. Uma sociedade erotizada e tarada, lamentavelmente.

A decisão da transferência foi do Ministro Luiz Roberto Barroso.

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– Cuidado se você fez os testes do “Gênero Oposto” ou “Com qual Celebridade você se Parece”!

Você entrou na febre desses aplicativos do Facebook chamados “Como Você Seria Se Fosse Do Gênero Oposto?” ou “Qual Celebridade Você se Parece”?

Cuidado: seus dados estão nas mãos de uma empresa que pode vendê-los (e você não ganhar nada com isso).

Extraído de UOL Tecnologia (em: https://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/02/20/fez-o-teste-do-genero-oposto-no-facebook-voce-pode-ter-cometido-um-erro.htm)

FEZ O TESTE DO GÊNERO OPOSTO NO FACEBOOK? VOCÊ PODE TER COMETIDO UM ERRO

O “Como Você Seria Se Fosse Do Gênero Oposto?” é o teste da vez no Facebook. Se você entrou na onda, saiba que deu seus dados a uma empresa pouco conhecida, e sabe-se lá o que ela fará com eles.

O gancho para atrair usuários é mostrar como a pessoa ficaria se fosse do gênero oposto, com imagens bem reais. Mas, para realizar o teste, a empresa Kueez solicita que você clique em “Conectar-se ao Facebook” para ver o resultado.

Só que, ao fazer isso, você entrega para a empresa as seguintes informações públicas do seu perfil:

  • nome
  • imagem de perfil
  • data de nascimento
  • todas as suas fotos e imagens no Facebook
  • lista de amigos
  • informações de contato
  • e endereço de e-mail usado para logar na rede social

A Kueez não é a primeira nem será a última empresa a criar um aplicativo/jogo/quiz de Facebook para conseguir isso. No ano passado, falamos do “Qual Celebridade Você Se Parece”, um caso bem similar.

E, se achou pouco, a política de privacidade da empresa ainda diz que coleta informações não pessoais de usuários, como o modelo do seu celular ou PC com o qual fez o teste, localização e áreas de interesse (no Facebook), entre várias outras coisinhas.

PARA QUE TUDO ISSO?

O de sempre: transformar esse monte de informações em dinheiro. Ou, nas palavras da empresa, para “melhorar o site com base em suas preferências e experiências”, “oferecer conteúdos promocionais”, “criar dados estatísticos, modelos comportamentais e tendências”, etc.

Como tudo é descrito de forma bastante vaga, esses dados podem ser usados de muitos jeitos. Normalmente, servem para gerar anúncios personalizados –chatinhos, porém inofensivos.

Mas, neste caso aqui, algumas coisas chamam a atenção. A Kueez diz que pode compartilhar seus dados com “terceiros interessados em lhe fornecer determinados conteúdos promocionais” ou que sua foto de perfil pode aparecer “como parte integrante dos serviços que oferecemos (ou seja, sua imagem aparecerá em certos questionários ou jogos, MESMO para pessoas que você não conhece)” –sim, eles colocaram o “MESMO” em caixa alta.

A Kueez pertence ao Yoto Media Group, da Israel. Então, se surgir algum problema jurídico, vai ser complicado de resolver por se tratar de um negócio fora do Brasil.

JÁ FIZ O TESTE, ME FERREI?

Não exatamente. A Kueez disponibiliza uma ferramenta em seu site para você remover todos os seus dados pessoais do banco de dados deles, embora não haja nenhuma garantia de que isso será cumprido.

O melhor é desatrelar seu perfil do app no Facebook. Para isso, vá nas Configurações de Aplicativos do Facebook (por este link), ache o Kueez e delete o app, clicando no “X”.

Novamente: essas informações não serão apagadas do banco de dados da empresa. Mas, se você apaga o app, pelo menos garante que novos dados e arquivos gerados por você a partir de então não sejam mais capturados.

NINGUÉM LÊ COM O QUE CONCORDA

Uma pesquisa da Kaspersky diz que 63% dos entrevistados dizem não ler o contrato de licença antes de instalar um novo aplicativo.

Alguns desses aplicativos podem afetar a privacidade do usuário, instalar outros apps ou mesmo alterar a configuração do sistema operacional de um aparelho celular ou tablet. E o próprio usuário permitiu isso ao clicar em “aceito” durante o processo de instalação.

Para evitar que suas informações sejam usadas e até mesmo compartilhado por empresas, recomenda-se não aceitar todos os convites para jogos e aplicativos que aparecem nas redes sociais. Também leia bem o contrato de termos de uso, verifique frequentemente as configurações de apps de sua conta do Facebook e elimine os que não são mais usados.

VIROU PROBLEMA POLÍTICO

A empresa de dados Cambridge Analytica, contratada pela campanha de Donald Trump à presidência dos EUA e do Brexit para o Reino Unido deixar a União Europeia, é conhecida por usar o Facebook para criar perfis psicológicos de milhões de pessoas. E faz isso semeando a rede social com esses populares quizzes de personalidade. A informação é do “New York Times”.

Segundo uma entrevista do pesquisador Michal Kosinski à revista “Vice”, nossos smartphones são “um vasto questionário psicológico que estamos constantemente preenchendo, conscientemente e inconscientemente”.

Kosinski estuda “big data”, área da computação que lida com imensos e variados bancos de dados gerados por usuários. Ele criou em 2012 o experimento MyPersonality para determinar perfis psicológicos com base nos dados do Facebook, embrião da tecnologia por trás desses quizzes atuais.

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Até a Glória Pires fez o teste!

– O Manual dos Bixos da Unicamp

Trote em universidade é coisa velha. Está ultrapassado, fora de moda. Bolinar sobre os calouros não tem graça.

Há dois anos, eis que um grupo de veteranos da Unicamp pisou na bola: criou um “manual dos bixos”; grosseiro, machista e indevido.

Como o assunto volta à discussão nesse período de início (ou reinício) de aulas para muitos no pós-Carnaval, compartilho abaixo, a fim de que se discuta e se evite tais bobagens como essas, abaixo.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/assuntos/semana/detalhe/447423_?platform=hootsuite

MANUAL DOS BIXOS

Um manual de calouros causou polêmica e revolta entre alunos do curso de Engenharia Mecânica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O Manual de Sobrevivência do Bixo, com cerca de dez páginas, diz que “os bixos deve ser submisso ao veterano” e que “são uma raça inferior e por isso não podem exigir nada”. Há menção ao consumo de bebida alcoólica, mesmo que prejudique os estudos, e traz ainda frases machistas como “ache a beleza por partes: um dia você pega uma feia com coxa boa, outro dia uma feia com o peito bom”.

O manual dos calouros, tradicionalmente divulgado durante a recepção dos estudantes, traz dicas para se familiarizar ao ambiente universitário e mostra quais são as festas organizadas pelos alunos, entre outras informações. Mas o guia da Engenharia Mecânica foi “além” e traz até um “guia das mulheres”, com cantadas e frases consideradas machistas.

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– A Maldade do Clube do Carimbo

Você já ouviu falar do “Clube do Carimbo”?

É uma das maiores imbecilidades e maldades que se possa acontecer. Esse clube (como os adeptos da prática chamam) são homens soropositivos portadores do vírus da Aids, e que trocam dicas de como infectar outras pessoas com o HIV, a fim de deixá-las “carimbadas”, ou seja, marcadas vitaliciamente.

Pessoas assim deveriam estar na cadeia! Não tem espírito humano, são egoístas e querem compartilhar sua tragédia particular maculando vítimas inocentes.

Ainda bem que o serviço de inteligência da Polícia está desmascarando esse pessoal e começando a agir.

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– Maduros ou Imaturos? Sobre Thiago Silva e Neymar

Passou despercebido por ter sido publicada durante o feriado: a entrevista de Thiago Silva à Folha de São Paulo.

O zagueiro que foi capitão da Seleção Brasileira e que atua no PSG (perdeu a titularidade para o jogo contra o Real Madrid) disse muita coisa contestável.

Sobre Neymar e suas polêmicas, disse que:

“Temos que protegê-lo, principalmente com algumas situações que saíram na imprensa. Muitas delas não são verdadeiras. O Neymar é uma estrela (….), temos que deixá-lo tranquilo e feliz para os treinos e jogos (…)”.

Ora, o jogador já tem 26 anos e ainda é tratado como criança? Milionário, midiático e bom de bola, precisa assumir a maturidade e vivenciá-la de fato. Talvez até o pai de Neymar Jr, o seu Neymar, esteja precisando disso. As ridículas declarações que ele fez contra Casagrande, chamando-o de “abutre” e outras bobagens pelas redes sociais, mostram a auto-suficiência e arrogância em não aceitar críticas.

Sobre o choro contra o Chile na Copa de 2014, disse:

“De alguma forma tentaram fazer com que de repente eu largasse o futebol, por exemplo. As pessoas olharam muito para esse lado e não viram o lado humano. Mas é uma coisa normal no futebol, cada um tem a sua opinião”.

Mas o desastre da sua fala foi quando ele resolveu falar de Marin e Del Nero, mostrando-se totalmente alienado aos bastidores do esporte. Declarou que:

“Falar de política é muito delicado para a gente, principalmente se tratando de presidente da CBF, pois a gente não sabe exatamente o que aconteceu. A gente fica sabendo de boatos, disso ou daquilo, mas não sabe precisamente o que aconteceu. Mas o Del Nero está ativo, está sempre no vestiário, nos almoços que antecedem as partidas, dando total apoio para que possamos fazer exclusivamente o que a gente sabe dentro de campo. Claro, com o apoio do Edu [Gaspar] também, que é uma pessoa fantástica que está com a gente nesse projeto. E o Marin foi um cara com quem eu tive uma identificação muito grande, porque foi um que naquela Copa de 2014 esteve ao meu lado a todo momento. Mesmo depois dos 7 a 1, quando infelizmente eu não joguei. Mas as pessoas me colocam sempre como se eu tivesse jogado.”

O que você pensa sobre tudo isso? Nossos jogadores estão longe do profissionalismo ideal e precisando ter mais personalidade para questionar os cartolas?

Fico pensando o que o dr Sócrates comentaria sobre tal entrevista…

A entrevista inteira está em: https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2018/02/tentaram-fazer-com-que-eu-largasse-o-futebol-diz-thiago-silva.shtml

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– Eu troco o Carnaval por…

… Por um bom descanso e ficar junto à beleza das flores!

Para quem gosta da folia, aproveite as festas carnavalescas. No meu caso, trabalharei boa parte do período (aliás, já estou na labuta) e me contentarei com um repouso merecido à tarde, curtindo a família e cuidando do nosso florido jardim. Mas principalmente, estando com as pessoas que amo e fazendo o que gosto.

E você, vai pular ou descansar? Seja o que fizer, lembre-se da necessária moderação.

– Proibido o uso de celular mesmo quando o carro estiver parado no acostamento

Na França, devido a situações que envolveram acidentes, os motoristas que estiverem com o carro parado, mas usando o telefone celular, levarão multa idêntica àqueles que estão dirigindo.

E se fosse aqui no Brasil? Cairia no gosto popular essa lei?

Extraído de: https://blogdoiphone.com/2018/02/nova-lei-francesa-proibe-motorista-de-usar-celular-mesmo-com-o-carro-parado/

NOVA LEI FRANCESA PROÍBE MOTORISTA DE USAR CELULAR MESMO COM O CARRO PARADO

O celular hoje faz parte integrante de nossas vidas, pois se transformou em uma ferramenta múltipla que nos permite fazer muitas coisas. Porém, esta integração muitas vezes é exagerada pois não queremos largar do mundo online nem em momentos que precisamos prestar atenção em outra coisa, como em um jantar, no cinema ou ao dirigir um carro. Este último é bem mais grave, pois pode custar vidas ou, na mais leve das consequências, atrapalhar o trânsito.

Em todos os países há leis que proíbem o uso do celular enquanto se dirige, mas a França resolveu ser ainda mais radical: mesmo se você parar o carro e desligar o motor, pode ser multado se usar o celular no volante.

A lei em si continua a mesma: “O uso de um telefone nas mãos de um motorista de um veículo em circulação é proibido”. O que mudou na lei foi o conceito de veículo em circulação. Se o motorista simplesmente parar em um acostamento ou na beira de uma rua, o carro continua sendo considerado em circulação, mesmo se o motor for desligado. Isto significa que nem mesmo aquele tempinho parado no semáforo servirá para mexer no celular.

Para evitar a multa e a perda de pontos na carteira, o motorista que quiser usar o celular terá que estacionar o carro em lugar específico de estacionamento (vale também zona azul) para o veículo não mais ser considerado em circulação. A exceção vale em casos de acidentes ou quando o carro tem alguma pane; neste caso, o motorista pode ligar para o socorro.

O assunto é cada vez mais relevante e digno de atenção por parte de todos. Usar o celular no volante é uma péssima ideia sempre, mesmo quando “é rapidinho, nem vai atrapalhar“. Um levantamento da Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego) mostra que o uso de celular na condução de veículos é responsável por pelo menos 150 mortes por dia nas ruas do país. Trata-se da terceira causa mais frequente, atrás apenas de excesso de velocidade e embriaguez.

No início do ano passado, uma família entrou com processo contra a Apple por causa de um homem que usava o iPhone enquanto dirigia. Coincidência ou não, após isso a empresa incorporou no iOS 11 uma função chamada Não Perturbe ao Dirigir, que dificulta o acesso ao celular quando o aparelho identifica que você está em um carro em movimento.

Fixar o celular no painel ou usar um sistema integrado ao som do carro ajuda bastante a diminuir o perigo, desde que você mantenha as duas mãos no volante e olho constantemente na estrada. Mas nada disso adianta se você continuar mexendo nele para ler mensagens ou acessar menus. Nestes casos, sempre pare o carro para fazer isso. Afinal, mexer no celular com o carro parado ainda não é proibido no Brasil.

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– O pênalti corretamente assinalado e a trolagem erroneamente disseminada.

Justiça seja feita: muitas vezes critiquei as razoáveis / ruins atuações do árbitro Adriano de Assis Miranda, mas ele foi bem no Morumbi na partida entre São Paulo x Bragantino. O Tricolor venceu o Massa Bruta com um gol de pênalti cobrado por Nenê.

Sobre o pênalti, corretamente assinalado no be-a-bá perfeito da arbitragem: próximo à jogada, no posicionamento correto em que o árbitro deve estar, Adriano percebeu que a perna do são-paulino foi atingida pelo chute do adversário de Bragança e a bola não foi adiantada para se crer em simulação. Aliás, o movimento dela é bem significativo, mostra que quem a conduzia foi interceptado e sua velocidade se mantém “à espera de querer ser chutada”. Enfim: todos os indícios para se marcar pênalti.

Se o jogo foi fraquinho dentro de campo, uma polêmica desnecessariamente criada ocorreu fora dele: a brincadeira do Canal a Cabo Esporte Interativo no qual há um veado para anunciar o começo do jogo no Morumbi. Isso provocou a ira dos torcedores nas Redes Sociais e virou um tremendo antimarketing para a emissora.

Em São Paulo, os mascotes dos clubes são confundidos por gozações de mascotes das torcidas impostos pelos adversários. O Santos tem a figura de uma baleia e o apelido é Peixe; mas os rivais ironizam como sardinha. O Corinthians é o Mosqueteiro, mas os adversários impuseram o termo gambá para a torcida. O Palmeiras, tradicional Periquito com a figura do papagaio Zé Carioca, tinha seus torcedores sarcasticamente chamados de Porco – e a torcida assumiu orgulhosamente o apelido e a bolinagem ficou sem sentido. O São Paulo, representado pelo santo homônimo com auréola e a batina com as faixas da camisa 1, tem como apelido jocoso recente atribuído de Bambi, em referência ao personagem infantil de Walt Disney que é um doce filhote de veado campeiro. Claro que o veado animal é para lembrar o termo pejorativo viado, que se refere aos homossexuais, querendo dizer que são-paulinos são “bichas”.

Evidentemente o torcedor do SPFC detesta essa brincadeira, que nos nossos tempos politicamente corretos se torna fruto de homofobia, caso algum homossexual queira se queixar fora do contexto inserido. Mas a grande pergunta é: será que se o São Paulo Futebol Clube tivesse acertado seus direitos de transmissão com o Esporte Interativo (como fizeram tantos outros clubes, deixando a Rede Globo de lado), a emissora colocaria esse “veadinho” nas Redes Sociais mesmo assim?
Trolagem de torcedores, se entende devido a realidade social (não quer dizer que concordo, mas entendo). Só que uma emissora de TV fazer isso gratuitamente é pisar na bola!

O SPFC divulgou uma nota repudiando. O EI pediu desculpas alegando erro de um funcionário. E você, o que pensa sobre tudo isso?

Leia as notas do time e da emissora, em: https://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2018/02/08/esporte-interativo-usa-meme-de-veado-em-jogo-do-sp-e-clube-lamenta-postura/

Abaixo a imagem do Twitter do canal:

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– O App do Google que bloqueia “Bom dias” do WhatsApp. O fim dos amigos-relógios?

Você tem muitos “amigos-relógios”? Na linguagem da Internet: aquele que faz questão de enviar protocolarmente uma mensagem de bom dia, boa tarde ou boa noite – todos os dias – pelo WhatsApp.

O duro é que o cara nem sabe que você existe, mas manda a mensagem em lote para diversos e repetidos grupos. E você recebe uma enxurrada de mensagens chatinhas.

Há o contrário também: aqueles que te mandam o “bom dia” e, como um ritual, esperam outra figurinha de volta com a resposta. Não importa se você está ocupado, não gosta, ou se é uma corrente. São os típicos sujeitos que se ofendem por não ter um retorno (como se isso fosse obrigação ou importante, já que é meramente uma rede social).

Contra tudo isso… viva o Google!

Extraído de: https://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/01/24/gracas-a-deus-app-do-google-deleta-mensagens-de-bom-dia-no-whatsapp.htm

GRAÇAS A DEUS! APP DO GOOGLE DELETA MENSAGENS DE BOM DIA NO WHATSAPP

Você já deve ter recebido uma mensagem (ou vinte, ou cem) no WhatsApp – especialmente, mas não unicamente, no seu grupo de família – com uma mensagem edificante ou imagem fofinha, com duas palavras principais: “Bom Dia!”

Para quem não aguenta mais isto, seja porque não tem mais espaço no celular ou simplesmente porque é chato demais, o Google criou uma solução: o aplicativo Files Go, que detecta e deleta automaticamente este tipo de mensagem, caso o usuário não tenha interesse em vê-las.

Mas o mais incrível desta história toda, contada pelo Wall Street Journal, é que o mecanismo foi criado por causa da popularização dos smartphones na Índia. Como os brasileiros, os indianos adoram mandar diariamente mensagens de “bom dia” pelo WhatsApp.

A questão é que o país tem 1,3 bilhão de habitantes e, de acordo com a Western Digital, todo dia um em cada três celulares lota por causa desse tipo de mensagem.

O Google usou a inteligência artificial no aplicativo, que serve para limpar arquivos de celulares Android, e ensinou-o a entender imagens de “bom dia”.

Sendo assim, obrigado à Índia por potencializar uma irritação tão típica do brasileiro moderno. Mas por enquanto, ainda não sabemos quando o recurso vai aparecer para os usuários brasileiros do Files Go.

Você pode baixar o Files Go pelo Google Play. Por enquanto, não há versão para iOS.

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– Legalizar a prostituição não é solução indigna para as mulheres?

Há 3 anos, deparávamos com essa situação desagradável que merece sempre a reflexão: a legalização da prostituição?

Abaixo, deste mesmo blog:

LEGALIZAR OU NÃO?

Fiquei estarrecido com a proposta do Deputado Jean Willys (PSOL-RJ), sobre questões que envolvem a venda de sexo.

O nobre parlamentar quer legalizar a prostituição, e usou até um argumento condenável: disse que 60% do Congresso Nacional utiliza-se das profissionais do sexo.

Ora, não é muito melhor (e mais correto) combater a exploração sexual, prender os cafetões, e lutar pela dignidade da mulher?

Cada vez mais vejo que ao invés de resolvermos os problemas da sociedade brasileira, queremos contorná-los dando soluções que nada ajudam!

Turismo sexual é crime. Agora passa a ser legalizado?

Devemos lutar pelas oportunidades de trabalho e fim da escravização absurda pela sexualidade. Não é uma questão puritana, religiosa ou conservadora, mas social!

Fico imaginando como o pessoal voluntário da Casa Maria de Magdala, entidade jundiaiense que luta pela dignidade da mulher e realiza muitas e meritórias ações, deve estar recebendo tal indecente proposta…

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– Um teste para ajudar portadores da Síndrome do Pânico e Depressão em geral

Conheço muitas pessoas que sofrem com agorafobia, depressão e outros “parentes” da Síndrome dos Pânico. A falta de serotonina é um desses problemas.

Escrevo isso pois o jornalista da Rede Globo Jorge Pontual descobriu que após 40 anos tomando uma determinada medicação para depressão, não conseguia otimizar o resultado pois era a droga errada! O remédio era para o seu problema, mas as substâncias não conseguiam se metabolizar potencialmente. Após realizar um teste genético, verificou que outra medicação, para o mesmo problema mas com outros princípios ativos, metabolizaria em seu organismo muito melhor do que o remédio anterior.

Está aí a discussão: será que os remédios que tomamos, mesmo sendo os indicados para nossos males, respondem a contento em nosso corpo?

Em tempo: Jorge Pontual declarou estar “ótimo, estabilizado e contente como nunca” com a mudança de medicação após a realização deste teste que descobre quais as drogas que melhor reagem em seu corpo (chama-se “teste farmacogenético”).

Mais sobre isso, extraído de Vivabem.uol.com.br, abaixo:

TESTE GENÉTICO É SAÍDA PARA DEPRESSÃO QUE NÃO MELHORA

O correspondente da Globo em Nova York (EUA), Jorge Pontual revelou ter depressão e se tratar há 40 anos com o remédio errado. Ele fez um teste genético que revelou que metaboliza os remédios tão depressa a ponto de não surtirem efeitos. “O resultado do teste veio com a lista de antidepressivos que não funcionavam para mim, e eram justamente aqueles que tomei durante décadas. A boa notícia é que veio também a lista dos antidepressivos que funcionam”, afirmou.

De acordo com os especialistas ouvidos pelo VivaBem, os testes farmacogenéticos (nome do teste feito por Pontual) servem para determinar como os medicamentos se comportam em cada indivíduo a partir da análise do DNA. E servem para várias doenças como o câncer.

Wagner Gattaz, diretor do Laboratório de Neurociências do IPq-USP (Instituto de Psiquiatria da USP), explica que cerca de 20 a 30% dos pacientes com depressão não reagem adequadamente ao remédio e esse tipo de teste permite ao psiquiatra compreender o porquê disso acontecer.

“O progresso da genômica permitiu que descobríssemos os genes das enzimas das células hepáticas responsáveis por metabolizar os medicamentos. Cerca de 75% das pessoas faz esse processo em uma velocidade normal, enquanto o restante ou metaboliza ultrarrápido ou lentamente”, fala Gattaz.

O paciente que metaboliza rapidamente tem uma enzima que faz com que o fígado trabalhe muito rápido aquela substância e o medicamento nem tem tempo para fazer efeito no corpo. Já os que metabolizam devagar, por sua vez, provocam acúmulo do medicamento no corpo, o que pode gerar efeitos colaterais sérios, como intoxicação.

Por isso, se o paciente tem a característica de destruir rapidamente um determinado antidepressivo, como era o caso de Pontual, a eficácia da droga será afetada. O teste, então, indica a característica de cada um e mostra quais são os remédios que o paciente tem chance de responder melhor e quais são os que ele terá uma intolerância.

Teste ou tentativa e erro?

Tanto Gattaz quanto o psiquiatra Fernando Portela, membro da ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), afirmam que o antidepressivo começa a fazer efeito a partir da segunda semana, sendo que, após quatro semanas, o paciente precisa já sentir melhora em alguns dos sintomas da depressão, como ansiedade, apatia, culpa, descontentamento, desesperança, irritabilidade, perda de apetite, fome excessiva e insônia.

“Se o paciente não teve remissão dos sintomas nesse primeiro mês, cabe ao médico fazer uma avaliação para identificar se precisa trocar o medicamento”, fala Portela.

O membro da ABP explica que só indica o teste para pacientes que já tenham trocado de medicamentos pelo menos três vezes. “Normalmente um bom psiquiatra consegue avaliar e diagnosticar bem seu paciente. Mas há casos em que é preciso recorrer aos testes para entender por que ele não está respondendo a nenhuma droga”.

Já Gattaz é a favor de recorrer ao teste sempre que possível, já que o interesse do médico e do paciente é descobrir o quanto antes qual é o medicamento capaz de colocar “um fim no sofrimento gerado pela depressão”.

O entrave, no entanto, é o preço dos testes que variam de R$ 1.300 a R$ 3.990. Além de não estar incluso no SUS (Sistema Único de Saúde) também não consta no rol da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), ou seja, os planos de saúde não cobrem o exame. No entanto, segundo os psiquiatras ouvidos pelo VivaBem, alguns planos reembolsam parte do procedimento.

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– O novo perfil de funcionários repensado pelas empresas: a Personalidade acima da Habilidade?

As atuais carências observadas pelas empresas na contratação dos funcionários: job readiness.

Você está pronto para trabalhar? Muitas pessoas, não (e nunca estarão).

Sobre a necessidade de funcionários com mais personalidade no ambiente corporativo,

Extraído da Folha de São Paulo, edição de 28/01/2018, Caderno Mercado, pg A20

PERSONALIDADE SUPERA TÉCNICA NO TRABALHO

Empresas passam a dar mais importância para habilidades socioemocionais do que para conhecimentos específicos.

Por Érica Fraga

A relação entre a educação e o trabalho passa por uma espécie de crise existencial.

Ela é evidenciada por constantes revisões do perfil profissional buscado pelas empresas, que se torna cada vez menos técnico e mais focado em traços da personalidade, como persistência e facilidade de relacionamento.

Outro sintoma do distanciamento entre o universo acadêmico e o laboral é a elevada parcela de profissionais que termina em empregos fora de sua área de formação (leia texto na pág. A21).

Essas tendências –apontadas por duas pesquisas da FGV Clear – indica que o país pode estar desperdiçando recursos investidos na educação que, se fossem mais bem aplicados, talvez elevassem a baixa eficiência da economia.

Um dos estudos, feito pela instituição em parceria com o JPMorgan em 2017, mostra que 85% das empresas no Estado de São Paulo, nos setores de saúde, tecnologia e alimentos, reveem as necessidades de treinamento dos funcionários o tempo todo.

O percentual atinge 90% entre as grandes empresas.

“O mundo do trabalho tem mudado muito, e as empresas não sabem bem o que querem. Vão na base da tentativa e do erro“, afirma o economista André Portela, um dos autores da pesquisa.

O esforço para adequar o perfil dos funcionários às rápidas mudanças tecnológicas esbarra em barreiras.

Quase 80% das 417 empresas entrevistadas pela FGV e pelo JPMorgan relataram enfrentar problemas para contratar empregados para vagas de perfil técnico, e 36% disseram que a dificuldade é alta.

PERSONALIDADE

As entrevistas feitas com as empresas mostram que conhecidas deficiências do ensino ajudam a explicar seu desencontro com o trabalhador. Indagadas, por exemplo, sobre as competências que dificultam as contratações, as empresas mencionaram questões que aludem à formação acadêmica.

No setor de alimentos, falta de conhecimento e escolaridade foram, respectivamente, a segunda e a quarta fragilidade mais citada.

As empresas de tecnologia e de saúde também listaram problemas como escassez de conteúdo técnico e falta do domínio da escrita.

Mas o que chamou a atenção dos pesquisadores foi que, nos três setores, competências mais próximas de traços da personalidade do que de conteúdos técnicos foram citadas pela maioria.

“As empresas não reclamam tanto de habilidades técnicas, mas da chamada ‘job readiness’ [prontidão para o trabalho em tradução livre]”, afirma Portela.

Entre as carências mais comuns, foram mencionados pontos como “postura profissional”, “competências comportamentais”, “ética”, “falta de comprometimento” e “comunicação”.

Já entre as características imprescindíveis, “ser disciplinado e perseverante” e “trabalhar em grupo” foram mencionadas por quase a totalidade das empresas.

As habilidades socioemocionais apareceram na frente de “se comunicar em língua estrangeira” até nas respostas do setor de tecnologia, em que a demanda por profissionais com ensino superior técnico é bem mais alta do que nos outros dois.

A percepção da importância de característica como perseverança, autocontrole e facilidade de relacionamento aumenta à medida que pesquisas mostram que seu impacto no desempenho acadêmico e no sucesso na vida adulta é igual ou até maior do que a inteligência medida em testes cognitivos tradicionais.

Com isso, a demanda por profissionais com essas habilidades tem se tornado explícita. Foi o que percebeu o grupo Kroton Educacional ao analisar anúncios de vagas no portal que mantém para conectar seus graduandos com empregadores.

Nove entre os dez atributos mais demandados são traços de personalidade, como disposição para o aprendizado contínuo, responsabilidade e comprometimento.

– Caridade que não tem preço!

Elie Horn, o bilionário empreendedor brasileiro dono da Construtora Cyrela, judeu praticante e notoriamente conhecido como empresário de sucesso, disse à Robson Viturino, da Revista Época Negócios (Ed 24, pg 108), que quer doar metade da sua fortuna à Caridade. E na entrevista, uma frase me chamou a atenção:

“A única moeda universal é o BEM. Esta não tem Banco Central. O resto fica aqui na terra”

Parabéns. Dispensa qualquer comentário!

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– Como algumas escolas estão conseguindo vencer o bullying entre os alunos?

Sabemos que o bullying é uma triste realidade nas instituições de ensino do Brasil (e logicamente, em todos os setores da sociedade). E o que fazer para eliminá-lo definitivamente, a fim de que não cause efeitos tão nocivos como estão causando?

Extraído de: https://istoe.com.br/as-escolas-que-venceram-o-bullying/

AS ESCOLAS QUE VENCERAM O BULLYING

Na contramão da maior parte das instituições de ensino do País, que ainda não possuem práticas para coibir a discriminação, alguns colégios já adotam modelos bem-sucedidos para assegurar a boa convivência entre os alunos

Por Fabíola Perez

A imagem de um jovem cabisbaixo, isolado em um dos cantos do pátio, ou de uma criança acuada após ter sido vítima de provocações começa a se tornar rara em algumas escolas do País. Apesar de  numericamente ainda serem poucas, instituições de ensino têm desenvolvido metodologias específicas para combater a intimidação e se transformado em exemplos na batalha contra a discriminação e a propagação do ódio no ambiente escolar. O caminho não é simples, mas os resultados das iniciativas mostram que é possível coibir a prática.

“Os programas anti-bullying vão desde grupos
de jovens que aprendem a auxiliar as vítimas até
palestras para capacitar pais e professores”

Um desses colégios é o Bandeirantes, um dos mais tradicionais de São Paulo. Lá, as estudantes Mariana Avelar, 14 anos, e Isabela Cristante, de 12, fazem parte dos grupos de ajuda do Programa de Combate ao Bullying. Elas foram escolhidas pelos demais alunos para participar de dois dias de capacitação com uma equipe de professores universitários e psicólogos.

Por meio de situações hipotéticas, o treinamento deixou claro o que é bullying e como elas deveriam agir em diferentes casos. “As pessoas mais isoladas são aquelas com gostos diferentes da maioria. Tentamos nos aproximar até que o colega se sinta confiante para conversar”, diz Mariana, estudante do 9º ano. “Aprendemos que, às vezes, o problema é maior do que parece, e precisamos levá-lo aos orientadores”, conta Isabela, da 6ª série. Os estudantes também conversam com quem presencia ou pratica o bullying. “O agressor se conscientiza mais rapidamente” , afirma Isabela.

Com pulseiras para identificação, os participantes percorrem a escola auxiliando nos casos em que percebem o isolamento. A estratégia está funcionando. “Observamos a redução de casos”, afirma Marina Schwarz, orientadora da escola. “Hoje temos mais acesso aos episódios de provocação, que normalmente ocorrem por trás das autoridades.”

Outro colégio que adotou medidas para coibir o bullying é o Soka, também de São Paulo. Há dois anos, a escola organiza palestras com advogados e psicólogos. “Conversamos com os pais sobre a responsabilidade deles em verificar os celulares dos filhos. É preciso identificar se há indícios de bullying nas conversas em grupos de redes sociais”, afirma o diretor James Jun Yamauti.

A instituição também capacitou orientadores para dar assistência a alunos que chegam de outras escolas. “Trabalhamos com jovens que tiveram dificuldade de adaptação para que tenham um entrosamento melhor”, afirma Edna Zeferino Menezes, assistente de orientação educacional. Na sexta-feira 27, a escola deu início à semana do “Preconceito Não”, com palestras sobre direitos da população negra, questões de gênero e indígenas e a trajetória da população LGBT. “A ideia é que os alunos reflitam sobre questões que interferem diretamente no bullying e identifiquem se já vivenciaram situações semelhantes”, explica Yamauti. “Os constrangimentos diminuíram bastante. Se uma brincadeira passa dos limites, deixa de ser brincadeira”, afirma Igor Seiji Ando Bomfim, 15 anos, que relata ter ajudado colegas que sofreram discriminação.

DESCONTROLE

Em um momento no qual o tema vem à tona mais uma vez após o bullying ter sido apontado pela polícia como um dos fatores que levaram um adolescente de 14 anos a atirar contra colegas em uma escola de Goiânia na sexta-feira 20, é fundamental que iniciativas como essas deixem de ser fatos isolados.

Os colégios devem começar a colocar em prática ações determinadas pela lei contra os atos de perseguição, em vigor desde abril do ano passado. Uma delas é a produção de relatórios bimestrais com eventuais casos. “O bullying não é controlado pelas autoridades pela falta de dados, o que dificulta o diagnóstico da extensão do problema”, afirma advogada Ana Paula Siqueira Lazzareschi, especialista em direito digital. Outro aspecto importante é que, além do suporte à vítima, as instituições devem oferecer assistência ao agressor.

A ocorrência ainda diária das intimidações mostra, no entanto, um descompasso muito grande entre o que faz a maioria das escolas e o que manda a legislação. Casos extremos, como o de Goiânia, evidenciam, porém, a urgência na adoção de medidas efetivas. “O bullying não pode ter sua gravidade subestimada e ser tratado como uma brincadeira de criança”, diz a advogada Ana Paula. “A cultura da vingança ainda é muito presente  na sociedade e é esse desejo que está por trás do comportamento do agressor”, diz.

Terminando em tragédias ou não, casos de bullying têm efeitos indeléveis para a vítima, o agressor e toda a escola. “Ocasionam rachas nas salas de aula, colocam metade dos alunos contra o agressor e a outra parte a favor da vítima”, diz Ana Paula. Por isso, os programas de combate a práticas tão cruéis são fundamentais para reverter o aumento da intolerância em ambientes de aprendizado. Não de destruição.

DISPOSIÇÃO PARA AJUDAR

Satisfação em ver os colegas enturmados é o que move as alunas Mariana Avelar e Isabela Cristante, do 9º e do 6º ano, respectivamente, do Bandeirantes, em São Paulo. Há um ano, elas foram escolhidas para fazer um treinamento de capacitação e saber como atuar em casos de bullying. Desde então, as estudantes percorrem os espaços da escola e sempre que percebem situações de isolamento ou provocação se aproximam da vítima ou dos que testemunharam a ação. “Saber que consegui ajudar é muito bom”, diz Isabela.

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– O conceito de fidelidade de Zezé di Camargo

Há 1 ano… mas poderia ser bem atual. O conceito é que choca! Abaixo:

Puxa, só hoje li a entrevista do Mirosmar “Zezé” Camargo, o cantor que faz dupla com Luciano, à Revista Veja.

Confesso que não gosto muito dele nem do seu estilo musical (de música sertaneja, só se for caipira de verdade). Mas, claro, respeito e reconheço o talento do compositor.

Me surpreendo pela falta de bom senso do artista sobre assuntos particulares. Expor publicamente os problemas com a ex-esposa é deselegante. Pior ainda é assumir os erros dizendo-se certo.

Na publicação, esnobou ao dizer que ele e Zilu, sua ex-mulher, eram pobres mas só saíram da pobreza graças ao seu trabalho unicamente. Disse que saÍa com as fãs após os shows (e… é isso mesmo que você pensou), mas voltava sempre para a casa (e isso não é infidelidade no conceito dele). Que colocou um detetive para acompanhar sua atual namorada e, o mais incrível, que errou por brigar com o garçon de uma casa de prostituição onde levou a parceira para jantar, já que achou o champagne caro. Sim, admitiu que errou, mas o erro dele foi a briga pelo preço da bebida (não o local romântico onde “brilhantemente” resolveu levar a namorada).

A proporção de talento que possui é a mesma da insensibilidade…

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– A precaução contra o Assédio está extrapolando ou não?

Toda forma de assédio, moral ou sexual, deve ser banida das empresas. Entretanto, há os exageros de quem vê em tudo um motivo para reclamar.

Digo isso pois leio na Revista Veja desta semana (ed 10/01/2018, pg 69) algumas medidas que as empresas brasileiras estão tomando como precaução.

Veja se você concorda:

1- A rede Dr Consulta baniu entre seus colaboradores a saudação / cumprimento através de beijos no rosto ou abraços.

2- A Intel proibiu que se toque em outra pessoa quando você conversa com ela. O exemplo mais claro é o sujeito que encosta em você para conversar de maneira quase que “pegajosa.

3- O Sesi orienta para que homens evitem elogios às roupas, forma física e perfumes de mulheres, devido a dificuldade entre o espontâneo e a intenção disfarçada.

4- Via WEB – Não se despedir em mensagens de e-mails com “Beijos”, a fim de não ampliar uma intimidade indesejada. Encerre a mensagem escrita com “obrigado” ou “abraços”.

5- Reuniões a portas fechadas: a um professor, por exemplo, nesses novos tempos, nunca deve se reunir com um aluno individualmente em uma sala fechada.

Será que a ordem natural hoje é achar que todos os homens são tarados? A mim, particularmente, tal excesso parece ofensivo.

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– Islândia e as leis trabalhistas igualando salários de homens e mulheres.

Que sirva de exemplo: a pequena Islândia é um dos poucos países onde a lei igualitária salarial para homens e mulheres funciona. Mais do que isso: os islandeses podem se gabar do reconhecimento de que lá é o melhor lugar do mundo para o sexo feminino viver.

O Brasil?

Na lista de 144 países de respeito às mulheres, é apenas o 90o.

Abaixo, extraído de: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2018/01/03/Como-a-Islândia-tornou-se-o-primeiro-pa%C3%ADs-a-proibir-salários-menores-para-mulheres

COMO A ISLÂNDIA TORNOU-SE O PRIMEIRO PAÍS A PROIBIR SALÁRIOS MENORES PARA MULHERES

A Islândia se tornou o primeiro país do mundo a tornar ilegal e punir com multas quem paga um salário maior para um homem, em relação a uma mulher, quando eles ocupam o mesmo cargo. A lei contra a discriminação salarial entrou em vigor no dia 1º de janeiro de 2018.

A nova legislação exige que empresas e agências do governo com mais de 25 empregados obtenham um certificado garantindo que adotam políticas de igualdade salarial. Aquelas que não conseguirem demonstrar isso serão multadas. O valor da multa será definido caso a caso, mas pode chegar a 50 mil coroas islandesas (cerca de R$ 1.500) por dia de descumprimento.

“Direitos iguais são direitos humanos. Precisamos garantir que homens e mulheres tenham oportunidades iguais no local de trabalho. É nossa responsabilidade tomar as medidas necessárias para garantir isso”, disse o ministro da Igualdade e Assuntos Sociais da Islândia, Thorsteinn Viglundsson, quando a lei foi anunciada, no início de 2017.

A Islândia, país europeu com população de cerca de 320 mil pessoas, é considerada o melhor país do mundo para mulheres devido à adoção de políticas de igualdade de gênero. Mesmo assim, as estimativas do governo indicavam que, em 2015, na média, mulheres ainda recebiam 30% a menos que homens.

É possível explicar essa diferença salarial entre homens e mulheres por fatores não relacionados a gênero: desempenhando a mesma função, pessoas com idades diferentes, diferentes níveis de escolaridade, anos de carreira ou atribuições podem apresentar diferenças salariais significativas.

Quando levados em conta todos esses fatores – ou seja, quando a comparação se dá entre homens e mulheres de perfil muito semelhante -, ainda assim as mulheres ganhavam 5,7% a menos que homens. Esse é o percentual de diferença salarial real em 2013, na Islândia, de acordo com relatório da Comissão Europeia. Essa diferença só pode ser explicada por discriminação de gênero.

COMO FUNCIONA A NOVA LEI

A Islândia já tem leis que visam garantir igualdade salarial entre homens e mulheres. A primeira legislação nesse sentido foi aprovada em 1961, de acordo com a Associação de Direitos das Mulheres da Islândia. À época, esperava-se que salários iguais fossem atingidos em apenas seis anos, já em 1967. Como isso não ocorreu, uma nova regra com o mesmo intuito foi aprovada em 1976. Em 2008, o Parlamento islandês aprovou novamente uma regra semelhante.

O que a nova legislação faz, então, não é exatamente exigir que os salários sejam os mesmos, mas que as empresas provem que os salários são os mesmos. A nova regra foi aprovada em 1º de junho de 2017 e passou a valer em 2018, com prazos diferentes para cumprimento, dependendo do tamanho da empresa. Companhias com mais de 250 funcionários, por exemplo, precisam se adequar até o final de 2018. Já firmas com menos de 90 funcionários têm até 2021 para se adaptar.

O MELHOR PAÍS PARA SER MULHER

A nova regra reforça a posição da Islândia como o “melhor país do mundo para ser mulher”. Desde o ano 2000, o país ocupa o topo do ranking de igualdade de gênero do Fórum Econômico Mundial, que considera economia, educação, saúde e empoderamento político. Em 2017, o Brasil estava na 90ª posição (dos 144 países na lista).

A luta pela igualdade na Islândia foi marcada por uma greve geral de mulheres realizada em 24 de outubro de 1975, quando 90% delas paralisaram todas as suas atividades, de empregos formais a atividades não remuneradas como tarefas domésticas, cuidados com crianças e até cozinhar. Depois disso, as mulheres da Islândia voltaram a paralisar suas atividades em protesto outras quatro vezes. Normalmente, elas deixam o trabalho à tarde, marcando a hora em que, devido à diferença salarial, as mulheres passam a trabalhar de “graça” no país.

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– O ano começou no futebol. E o Didico?

Adriano Imperador é chamado pelos amigos de comunidade carinhosamente por Didico. Confesso: atacante forte, matador e decisivo como ele, há tempos o Brasil não possui. E Adriano, ao permanecer com sua vida passando e a grana acabando, prefere ser mais Didico do que Imperador.

Um talento desperdiçado, não tenha dúvidas, pois se estivesse se cuidando, teria sido titular absoluto em 2014 na Copa do Mundo (e quem sabe não estaria até hoje vestindo a Amarelinha).

Escrevo isso pois leio pela enésima vez que o Flamengo abrirá as portas do seu Departamento Médico para Adriano se tratar de uma lesão e, quem sabe voltar ao Mengão!

Ah se o Adriano tivesse aceitado os conselhos de gente mais comportada do que ele… Muitos dizem que o final dele será como o de Maneira Garrincha. Discordo, está muito mais (pelos lógicos fatos) a Jorge Mendonça.

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– O inferno do começo de ano nas favelas da Rocinha e Jacarezinho

Viram as imagens dos tiroteios de ontem nas comunidades cariocas?

Que inferno deve ser viver por lá!

O Jornal Nacional mostrou cenas de trocas de tiros, gravadas por um coitado que precisava descer o morro para levar a sua mulher grávida de 9 meses a um hospital (e que não conseguia).

As tomadas aéreas mostraram o quão gigantescas são essas favelas, sem nenhuma condição digna de cidadania (em especial, os problemas relatados na reportagem em Jacarezinho e Rocinha). Pessoas vivendo com o medo da violência, dominadas pelo tráfico, em um emaranhado de fios e de casebres sobrepostos um aos outros, sem atendimento médico ou escola.

E o que as autoridades públicas têm feito DE VERDADE para resolver o problema dessa gente sofrida?

Nada de eficaz.

Coitado do trabalhador humilde e pobre que tem que passar por esses perrengues da vida…

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– Você sofre de Nomofobia?

Li e compartilho: o medo de ficar sem acesso ao telefone celular se tornou uma das fobias mais comuns desse século, mostrando que a dependência aos smartphones é não só uma necessidade, mas um vício.

A esse mal se dá o nome de NOMOFOBIA, que significa “estar sem um comunicador móvel” (ou “no mobile” em inglês).

Tô achando que conheço muita gente que sofre dessa fobia…

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– Bonecas transgênero distribuídas para crianças carentes!

O mundo parece que vai acabar mesmo, não? Olha que absurdo a sexualização precoce de crianças: bonecas com carinha de menina mas com “pipi” são doadas às crianças carentes.

Por quê não fazer da boneca uma bonequinha infantil de verdade? A troco de quê acrescentar o pênis?

Extraído de Estadão.com: http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,bonecas-trans-distribuidas-para-criancas-carentes-causam-polemica-em-goias,70002121660

BONECAS DA POLÊMICA

Bonecas distribuídas a crianças carentes em Goiás causaram polêmica nas redes sociais e também entre políticos do Estado. É que os brinquedos, entregues pela Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) – uma entidade de assistência social do governo do Estado – têm órgão genital masculino, vestem roupa rosa e têm a boca rosada, o que faz parecer que as bonecas estão usando batom.

Na cidade de Jataí, no sul de Goiás, 1,6 mil caixas com os brinquedos não puderam nem ser abertas. Vereadores enviaram um ofício à prefeitura da cidade, que impediu a entrega dos brinquedos às crianças. “Ficamos indignados com este tipo de apologia, por se tratar de material distribuído a crianças”, disse o vereador Gildenício Santos (PMDB). Em Anápolis, vereadores da Câmara Municipal assinaram uma nota de repúdio proposta pelo vereador Lélio Alvarenga (PSC).

Um homem de Novo Gama, que não se identificou, postou um vídeo na internet reclamando do brinquedo. “Esta é a boneca que o Governo de Goiás está dando. Dá pra ver: menina, de batom, usando rosa… Mas aí você vai tirar a roupa para sua filha brincar… Tem cabimento? Prefeitura de Novo Gama distribuindo um negócio destes!”, questiona, mostrando o pênis da boneca.

Em contrapartida, houve quem não se incomodasse e até mesmo criticou a polêmica. “Isso não é um bicho de sete cabeças, tenho filho e caso ele ganhasse uma boneca dessa eu aproveitaria para ensiná-lo. Quem não gostar não pegue, deixe para os outros. Deixa o governador fazer algo”, afirmou Valdymilla Andrade.

A opinião é compartilhada por Dianna Kelly, de Cidade Ocidental. “Doa pra minha filha, que ela quer. Eu não só sou capaz de dar a boneca a ela, como daria a bola o carrinho e qualquer outro brinquedo que tivesse lá, porque brinquedo é brinquedo, a maldade está na mente dessas pessoas. Tenho muita dó de crianças criadas por pessoas preconceituosas”.

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– O País que gosta de se gabar do “Jeitinho” vale a pena?

Me revolto com a história de querer levar vantagem em tudo. O tal do “jeitinho brasileiro”, a “LEI DE GÉRSON” ou de qualquer outra coisa que o valha são nefastas e deviam ser desincentivadas.

Gostei desse pensamento que compartilho:

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– Cigarro é o grande Indutor à Cocaína, diz Universidade

Talvez seja notícia velha, mas mesmo assim ela é comprobatória e reforça os cuidados com a saúde: pesquisa da Universidade de Columbia mostrou que a nicotina intensifica a ação do gene FosB, relacionado à dependência química. Assim, quem fuma cigarros tem chance de 78% maior do que os não fumantes em consumir cocaína.

Se o cigarro é uma porta de entrada, que tal deixar de fumar? A culpa de um vício indesejado pode não ser sua, mas dos agentes do cigarro, certamente é!

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– Drogas & Poder de Decidir

“O grande perigo das Drogas é que elas matam a coisa mais importante de que você vai precisar na vida, que é o poder de decidir. A única coisa que você tem na vida é o seu poder de decisão”.

Paulo Coelho, escritor, à Revista Veja Ed 08/06/2011, pg 153.

– O Namoro e o Casamento daqueles que escolhem esperar!

O que pensam os casais que optam por terem o relacionamento sexual após o casamento?

Sobre “Namoro de Corte”,

Extraído de: https://is.gd/3QCjVq

COMO NOSSOS AVÓS

Quem são e o que pensam os jovens adeptos do “namoro de corte”, em que o primeiro beijo é dado depois do casamento

Por Camila Brandalise

Aos 22 anos, a professora Samila Souza Rodrigues namora há dois e está de casamento marcado para janeiro de 2018. Subir ao altar com o noivo, Roney Reis de Andrade, 23 anos, significará mais do que a celebração de uma nova vida. É quando vai acontecer o primeiro beijo do casal. Isso mesmo, primeiro beijo.

Para além de movimentos como “Eu Escolhi Esperar”, em que casais decidem ter relações sexuais apenas depois de se casarem, e na contramão das reivindicações dos jovens por mais liberdade quando o assunto é sexo, há pessoas que decidem começar um relacionamento e namorar nos moldes de antigamente: sem beijo, sem contato físico, sempre com alguém por perto.

É o chamado “namoro de corte”. “Quem vê de fora pensa que é loucura, mas não, é uma decisão bem consciente. Claro que tenho desejo, mas quero fazer tudo dentro da aliança do casamento, no tempo certo”, afirma Roney.

REDUÇÃO DE “DANOS”

A ideia de “namoro de corte” está totalmente atrelada à religião. Entre os casais que aderem à prática, pelo menos uma das duas pessoas faz parte de alguma igreja em que se discute sobre a importância de se relacionar mais intimamente só depois de firmado o compromisso do matrimônio. Pode parecer pouca gente, mas há um grande número de comunidades on-line dedicadas a tratar apenas desse assunto.

Os defensores explicam o que é, discutem o que vale e o que não vale dentro da “corte” e trocam experiências. O consultor de marketing Rodrigo Santos Rodrigues de Andrade, 25 anos, é dono de um dos grupos nas redes sociais que tratam do assunto, ele próprio adepto dessa modalidade de namoro. “Antes de saber o que era, já tinha decidido que era o que eu queria. Como não tem contato físico, é livre de depravações”, diz Rodrigo. “Comecei a conversar com minha atual namorada em fevereiro sobre a possibilidade de nos relacionarmos. Tiramos um período para oração, para ter certeza se era o que queríamos e, em abril, oficializamos nossa ‘corte’.”

Segundo os casais, não há garantia do sucesso do relacionamento, ainda que os riscos sejam menores. No site Eu Escolhi Esperar, que integra um movimento nacional, há depoimentos como o da advogada e cristã Kamila Carvalho Borges: “A corte também não é uma garantia que o romance dará certo, mas que se não acontecer da maneira esperada, os ‘danos’ serão menores, e em alguns casos, inexistentes”, afirma ela, que é casada com o cantor e compositor Lincoln Borges, membro da Missão Cristo Vive, de Vitória (ES). “Não significa reprimir desejos. Apenas esperar o momento certo. Posso dizer isso pela minha vida e por tudo que tenho desfrutado que está sendo uma experiência preciosa”, afirma Roney.

Inspiração nas escrituras

A maioria dos jovens pratica o namoro de corte por motivação religiosa, citando os versículos bíblicos de Tessalonicenses 4:3-4

“A vontade de Deus é que vocês sejam santificados: abstenham-se da imoralidade sexual”

“Cada um saiba controlar o seu próprio corpo de maneira santa e honrosa”.

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TEMPO CERTO Samila e Roney, noivos que nunca se beijaram: “experiência preciosa” (Crédito: GABRIEL REIS)

– O Aborto, o Nascituro e o Pré-Maturo

O Congresso Nacional está discutindo a questão da nova lei que trata da licença-maternidade com prazo maior para as mães de crianças pré-maturas. E isso é muito importante, já que na maioria das vezes os bebês ficam em UTIs e os familiares em desespero.

Junto dessa proposta está a rediscussão do aborto e do respeito ao nascituro (aquele que há de nascer).

Fica a questão: se uma criança está indefesamente na barriga da mãe, pode ela ser abortada? Ou só não pode morrer depois que já nasceu?

Fico triste quando a vida de inocentes fica deixada de lado. Sou totalmente contra o aborto e a favor da vida!

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– O Preconceito contra Mulheres no Mundo Árabe

Texto de 2014 atualizadíssimo…

As mulheres muçulmanas costumam ser submissas aos maridos. Algumas por tradição e desejo próprio; outras, a força.

Neste mundo árabe machista, leis absurdas existem: mulheres que não podem entrar em shoppings, dirigir ou realizar outras atividades comuns.

Eis que em Teerã, na última semana, uma jovem foi presa e condenada por simplesmente tentar assistir ao jogo entre Irã x Itália pela Liga Mundial de Vôlei. Motivo: no Irã, as mulheres não podem frequentar praças esportivas para assistirem jogos masculinos, sendo permitido a elas apenas assistirem a jogos femininos (a prática é com véus). Em protesto, a moça está fazendo greve de fome…

Estamos no século XXI, hein?…

Abaixo, em:

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2014/11/1543004-iraniana-condenada-por-tentar-ver-jogo-de-volei-faz-greve-de-fome

IRANIANA CONDENADA POR TENTAR VER JOGO DE VÔLEI FAZ GREVE DE FOME

A iraniana, que também tem nacionalidade britânica, condenada à prisão em Teerã por tentar assistir a uma partida de vôlei masculino no país iniciou uma greve de fome, anunciou seu irmão à agência francesa AFP.

Ghoncheh Ghavami, 25, foi detida em 20 de junho em um ginásio de Teerã. Ela fazia parte de um grupo de mulheres que tentava assistir a uma partida da Liga Mundial de vôlei entre Itália e Irã.

A jovem, formada em direito em Londres, protesta contra o que considera uma “detenção ilegal”, afirmou sua mãe ao canal britânico BBC.

“Ela está em greve de fome desde sábado (30)”, afirmou o irmão da condenada, Iman Ghavami.

Ghoncheh, que aguarda a ratificação da pena, fez uma greve de fome de duas semanas em outubro para protestar contra a detenção.

Todas as mulheres foram impedidas de assistir à partida no ginásio Azadi de Teerã, incluindo as jornalistas credenciadas. Desde 2012, o país proíbe que mulheres assistam aos jogos de vôlei.

Embora o advogado tenha indícios de que a pena seja de um ano, o procurador-geral ainda não confirmou a sentença de Ghavami.

A jovem foi acusada de fazer propaganda contra o regime, um argumento muito utilizado pela justiça iraniana para determinar prisões.

FEDERAÇÃO DE VÔLEI

No dia 1º deste mês, no encerramento do 34º Congresso da Federação Internacional de Vôlei (FIVB), em Cagliari (Itália), os representantes dos países afiliados à FIVB aplaudiram de pé uma moção em apoio à iraniana.

Em carta escrita ao presidente do Irã, Hasan Rowhani, o presidente da federação, o brasileiro Ary Graça Filho, pede a libertação da iraniana.

Graça Filho lembrou aos representantes o compromisso da FIVB para a inclusão das mulheres e o direito de elas participarem desse esporte em igualdade de condições, como prega a Carta Olímpica.

“Estou certo de que você [Rowhani] vai se juntar a mim hoje para garantir o desejo da FIVB de que Ghoncheh Ghavami seja liberada imediatamente e que as mulheres de todo o mundo sejam autorizadas a assistir e a participar do voleibol em pé de igualdade.”

O Congresso da FIVB aprovou a atitude por unanimidade.

Em entrevista ao canal SporTV, Graça Filho disse que ainda não recebeu resposta do governo do Irã.

“Estamos fazendo contato com a Federação Iraniana de Vôlei para continuarmos. Para nós, fica muito difícil fazer eventos no Irã, porque fica comprometida a inclusão. Não entra na nossa cabeça a exclusão de mulheres. Estamos em contato com a federação para que eles mudem o procedimento”, afirmou.

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– O Mundo ideal e real no esporte de competição

Valores Éticos em Esportes de Competição e de Alto Nível?

Ledo engano… corroboro o excepcional texto de Tostão, reproduzido faz 8 anos e que continua atualíssimo. Extraído da Folha de São Paulo, 22/11/2009, pg D7.

Penso como ele: infelizmente, o esporte que deveria unir e congregar se transforma em competição desregrada e com falta total de desportividade.

O MUNDO IDEAL E O REAL

Este um mundo real, muitas vezes violento, injusto, ganancioso e preconceituoso, e outro ideal, que sonhamos viver, embora façamos pouco para isso. A melhor maneira de fazer algo não é ser bonzinho no Natal nem praticar alguns atos generosos para reparar a culpa real e/ou imaginária. É, principalmente, ser, todos os dias, um bom cidadão. Não é fácil. São muitas as tentações.Quanto maior a distância entre o mundo real e ideal, maior é o desamparo. É a mesma relação individual entre ego e ego ideal. “Sou o que penso, mas penso ser tantas coisas“ (Fernando Pessoa).

Escuto, desde criança, que o esporte é o lugar ideal para as pessoas aprenderem e desenvolverem os valores éticos. Isso nunca foi verdade no esporte de competição e de alto nível. O gol, com a ajuda da mão, que classificou a França para a Copa é mais um de dezenas de exemplos. Nesses lances especiais e decisivos, em que não há dúvidas, o quarto árbitro, com a ajuda da TV, deveria anular o gol.

Na emoção de uma partida, os atletas, na busca por glória e dinheiro, pressionados para vencer, demonstram, em atos falhos ou conscientes, toda a desmedida ambição e toda a esperteza humana.

Um dos motivos relatados para o recente suicídio do goleiro Robert Enke, da Seleção Alemã, foi o medo que tinha do fracasso. Isso contribuiu para piorar sua crônica depressão. Perder é morrer.

No mundo ideal, os atletas entrariam em campo somente para jogar futebol, com alegria, e respeitariam companheiros, adversários, árbitros e auxiliares, além de tentar dar bons espetáculos.

No mundo real, os jogos, em todo o planeta, principalmente na América do Sul, estão cada dia mais tensos, tumultuados e violentos. Durante a semana, houve pancadaria em dois jogos no Brasil, um no Uruguai e outro na África.

Muitos treinadores e dirigentes, mesmo sem intenção, estimulam a violência com os discursos de ganhar a batalha, perder a guerra, jogar com muita pegada, além das ofensas aos árbitros.

O que houve com Obina e Maurício e também com Hugo e André Dias (estes não trocaram socos) já aconteceu várias vezes com outros jogadores. Os atletas não suportam a pressão de ter de vencer. Agridem antes de serem agredidos. Técnico adora também passar a mão na cabeça de jogador violento.

Se Obina e Maurício tivessem agredido os adversários, e o Palmeiras tivesse vencido, provavelmente os dois não seriam punidos pelo clube. Talvez, recebessem até elogios por suas bravuras.

No mundo ideal, a imprensa cobraria, com ênfase, mais qualidade técnica e menos violência. No real, parte da mídia incorporou o discurso dos técnicos de que o importante é o resultado e que, no futebol moderno e de muita marcação, não há mais lugar para futebol bonito e com poucas faltas.

No meu mundo ideal, queria assistir aos jogos somente com o olhar de um poeta e de um apreciador das coisas belas de um espetáculo. No meu mundo real, preciso ser também pragmático e um analista técnico e tático. Tento unir os dois mundos. Nem sempre consigo. Os dois se estranham.

 

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– #WhatsAppDown? Quando cai, as pessoas enlouquecem! Ainda bem que os chatos também somem…

O que é a dependência de um aplicativo de mensagem instantânea. Mesmo existindo Viber, Telegram, Messenger e tantos outros, o WhatsApp é o queridinho do Brasil e de alguns países da Europa.

Nesta sexta-feira, ele saiu do ar em boa parte do mundo, e aquela maluquice e desespero de sempre começam novamente.

Confesso: não gosto do WhatsApp. Sabe aquelas bobagens de “correntes para reenvio”, “envie a 10 pessoas para ter sorte”, “Fake News” e outras tantas idiotices? Nem leio (por favor, não me envie). Uso praticamente para a questão profissional e comunicação entre familiares e amigos.

Mas sabe o que tem ainda mais de pior? O tal do Messenger! O que tem gente que manda GIF’s de “Bom dia”, “Boa Tarde” e “Boa Noite” com coraçõezinhos/bichinhos,/florzinhas, de mensagens agrupadas (mandadas para milhares de pessoas ao mesmo tempo), é um pé no saco! O cara manda todo dia um bom dia, uma corrente de santo, um Fake News pedindo para enviar ao maior número de amigos possíveis, e você ouve o barulho, vê o alerta e pensa que é coisa séria! Quando vai abrir… e a pessoa ainda quer que dê retorno se viu, se leu, se recebeu! Tenha dó. No Messenger, estou dando block mesmo.

Infelizmente, WhatsApp e Messenger estão criando uma geração de chatos virtuais. Como cansa, e a pessoa não se manca. E quando você está em grupos e a mesma mensagem vai para TODOS os grupos? Ô falta de bom senso… Nessas horas, é desejável um apagão do WhatsApp e do Messenger.

Ops: não é mau humor, e nem quero me fazer por antipático, mas é cansaço mesmo de ser atrapalhado com essas inutilidades mandadas a esmo… e não poso sair desses aplicativos pois sou obrigado a usá-los por questão de trabalho!

E aí, você lê todas as bobagens que são enviadas e videozinhos nada a ver? É refém desses aplicativos?

Se for mensagem urgente, ligue ou envie um SMS. É muito mais eficaz…

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– Uso do Celular ao Volante já mata mais do que Motorista Embriagado

No Brasil, a Lei Seca conseguiu diminuir o número de mortes no trânsito em decorrência da bebida. Mas há outro problema: agora, as mortes causadas por uso de Mensagens de Texto no Celular superaram as do Álcool!

Extraído de: http://migre.me/eufCP

MENSAGEM DE TEXTO NO CELULAR CAUSA MAIS MORTES QUE BEBIDA AO VOLANTE

Pesquisa aponta que número de mortes não para de crescer, apesar das campanhas educativa

NOVA YORK – Enviar mensagens de texto pelo celular ao mesmo tempo em que se dirige já ultrapassou o uso de bebida associado à direção como principal causa de morte de adolescentes nos Estados Unidos, de acordo com um estudo do Centro Médico Infantil Cohen, em New Hyde Park.

Mais de três mil adolescentes morrem por ano por causa de acidentes provocados por distração durante o envio de mensagens de texto pelo celular diante do volante de veículos em movimento. Os mortos por acidentes provocados pelo uso de álcool  em acidentes automobilísticos são 2.700 por ano, segundo o estudo. 

Apesar de uma campanha publicitária nacional e inúmeros alertas de autoridades e especialistas, o estudo revela novos números impressionantes: 50% dos estudantes americanos costumam enviar mensagens de texto via celular enquanto dirigem.

”A realidade é que os jovens não bebem diariamente, mas eles levam o tempo todo os seus celulares e querem continuar conectados com os amigos mesmo quando estão dirigindo, e por isso esta ocorrência tornou-se mais comum, embora seja tão perigosa quando beber e dirigir”,  afirmou à rede de televisão CBS o médico  Andrew Adesman, chefe de Pediatria do Desenvolvimento e Comportamento do Centro Médico Infantil Cohen.

Principal autor do estudo, Andrew Adesman disse que as leis que proíbem mensagens de texto ao volante não são eficazes. 57% dos jovens disseram que mandam mensagens enquanto dirigem em estados com leis que proíbem o comportamento, e 59% disseram que fazem o mesmo em estados que não adotam legislação sobre o tema.

”As pessoas estão escrevendo e dirigindo o tempo todo”, disse Mike Xirinachs, um dos entrevistados pela emissora de TV. “Eu não sei o que deve ser feito, mas alguém precisa fazer alguma coisa””, disse.

”Todos os dias eu vejo isso”, disse um motorista. “As pessoas dirigindo e dedilhando ao celular, ou falando ao telefone. Eles não deveriam fazer isso, mas fazem – crianças, adultos, todo mundo faz isso”.

”É perigoso e irresponsável, mas virou uma cena comum”, disse o ex-policial John Montone. “Um veículo é uma arma, assim como um revólver ou uma faca, e você pode matar pessoas. Você não merece ter uma carteira de motorista se é irresponsável a esse pondo”, completou.

As estatísticas mostram que quem se comunica por celular enquanto dirige tem 23 vezes mais chances de causar um acidente do que se estiver prestando atenção.

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– Ser contra, a favor ou neutro à Ideologia de Gênero defendida por Judith Butler

Judith Butler, 61 anos, é uma filósofa americana conhecida internacionalmente. É dela o trabalho “Undoing Gener” (Desfazendo o Gênero), e se tornou ídolo “queer” (pessoas adeptas a um movimento onde se defende que a orientação e a identidade sexual – que julgam ser coisas separadas – são resultado da construção social da pessoa).

Ela é uma das defensoras da Ideologia de Gênero, tão polemizada nos últimos tempos, e estará no Sesc Pompéia entre o dia 07 e 09 de novembro, juntamente com outros professores, no evento “Os Fins da Democracia”, que falará amplamente de diversos assuntos da Sociedade.

Entretanto, há uma grande manifestação de pessoas contrárias à vinda dela em nosso país. Outros, simpatizantes das suas ideias e dos seus ideias, prometem fazer uma recepção digna de pop star à teórica.

Claro, existem ações extremadas de radicais dos dois lados, mas o mote é outro: defensores da Ideologia de Gênero têm Judith como um símbolo da causa. Respeito quem pratica essa Ideologia (a de que crianças nascem e se definem meninos héteros ou meninos gays, idem às meninas ou ainda se tornam sem identidade e orientação sexual e que conformem crescem podem ser moldadas). Mas importante: respeitar não é defender ou fazer apologia!

Assim como discordo (embora respeite democraticamente quem defenda) a Ideologia de Gênero, posso (e é meu direito) expressar que defendo, faço apologia, luto pela causa de que a família nuclear constituída por pai, mãe e filhos (meninos que crescerão homens e gostarão de mulheres e meninas que crescerão mulheres e que gostarão de homens) é a coisa natural e correta.

Ué, por que uma senhora do movimento queer pregando que a sexualidade é construída ao longo do tempo e que criança não é menino e nem menina, mas meninx (detesto essa moda do x para dizer que não tem sexo definido), pode estar certa para alguns, e eu, católico, casado e pai de duas lindas filhas crianças não posso pregar que o ideal é que minhas meninas um dia casem com homens honrados, respeitosos, trabalhadores e que constituam uma linda família me dando netos tão maravilhosos quanto elas são?

Se você olhar pela ótica cristã, Deus fez o homem e a mulher, mandando-os que povoassem a Terra (claro que Adão e Eva na Bíblia representam os primeiros homens e as primeiras mulheres, o Catolicismo sabe que essa forma foi a encontrada pelos autores do Gênesis para apresentarem um Deus Criador e Senhor). É meu direito ter crença, acreditar na minha Fé e fazer disso a minha verdade (é inclusive garantia inconstitucional de um Estado que é laico – laico não significa ateu, mas independente/ neutro na acepção da palavra). É natural, então, que homens se casem com mulheres e tenham filhos, na minha verdade (na nossa e da maioria), que é diferente da verdade defendida por Butler e seus seguidores. Há de se permitir a fala de todos, mesmo discordando.

Entretanto, se alguém entende que criança nasça com o sexo a definir em identidade (se vai escolher ser homem ou mulher) e em orientação (se vai querer gostar de homem ou de mulher ou de qualquer outra identidade criada), deve-se respeitar. SÓ QUE… Não venha me impor tal verdade – que é a do pessoal que defende a Identidade de Gênero! Assim como querem ser respeitados, que respeitem quem pensa como eu. Em hipótese alguma isso deve ser levado às escolas como método de tratamento aos nossos inocentes e ensino às criancinhas.

Parem URGENTEMENTE de confundirem a cabeça dos pequenos e sexualizar tão precocemente nas instituições de ensino. Desenvolvimento e orientação sexual não é para tal ambiente, mas sim para os pais e mães ensinarem. Escola é para ensinar Matemática, Geografia, Português, História, Sociologia, Política (apartidariamente). Essas outras coisas ensinam-se em casa!

Com pesar, parece que o sexo se tornou a coisa mais importante do mundo. Estamos virando uma nação de tarados?

Deixem Judith Bluter falar aos seus adeptos e seguidores. Eu, você que pensa como eu, católicos, evangélicos, judeus, ateus e agnósticos e tantas outras pessoas (a maioria delas) que entende ser errado querer IMPOR a Ideologia de Gênero nas instituições públicas de ensino, ignorem a filósofa (não por ser queer, mas pelo seu ideário).

Vivemos de fato uma democracia torta. Está virando pecado pensar diferente daqueles que querem impor a sua cultura. A pessoa pode defender a ideologia de Gênero pois vivemos uma democracia; mas eu não posso criticar, e vivo nessa mesma democracia?

Aí a gente fica louco… Simplesmente e no português “das ruas”: quem gosta, se delicie. Quem é contra, não se contamine por esses propósitos. E “cada um no seu quadrado”.

O que não pode, insisto, é essa maldita IMPOSIÇÃO de que a criança deve escolher o seu sexo no comportamento do dia-a-dia e que tipo de sexo quer fazer. Deixem as crianças serem puras, inocentes e infantis.

Por fim: eu não quero professor (eu sou professor!) falando às minhas filhas que elas podem ser meninos e gostarem de meninos e meninas. Repito: não é esse o papel das escolas.

E você, o que pensa sobre isso?

Deixe seu comentário de maneira respeitosa (palavrões / radicalismos chulos são bloqueados pelo filtro):

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– 8 casos de suicídio em Jundiaí somente nesse mês.

No mês passado ocorreu a Campanha “Setembro Amarelo”, visando a Prevenção do Suicídio. Um assunto sério e delicado neste mundo que sofre com cobranças, depressão e de uma enxurrada de informações positivas e negativas on-line.

Digo isso pois ouço na Rádio Cidade 730 AM, durante o seu jornal do período da manhã, que em Jundiaí ocorreram, só em Outubro, 8 casos de suicídio – a maioria de pessoas com depressão e dificuldades financeiras.

Para muitos, depressão é uma bobagem. Mas que tem, sabe o quanto é uma doença gravíssima!

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– Uma época em que ser cristão, heterossexual e discreto passou a ser errado. A quem interessa o Bullying contra a família tradicional?

Tempos que não nos permite ter concordância absoluta, embora a tolerância se faz necessária. Mas e quando a sua parte é feita, mas a de outros não?

Sejamos tolerantes, respeitosos e educados. Mas defendamos a família, a fé e as coisas que cremos! Ser ecumênico e cidadão não quer dizer ser bobo ou abrir mão das suas convicções, tampouco deixar que se ofenda a sua crença.

Não importa ser ateu / religioso, direita / esquerda , político / apolítico , conservador / moderninho, hetero / homo / trans / pan ou assexuado.

Importa ser correto. 

O PROBLEMA É: o proselitismo religioso (a forçação para uma conversão), o radicalismo político (a maldita dualidade entre os prós e contra Lula/PT e Aécio-Dória-Alckmin/PSDB criada em nosso país) e, mais recentemente, a apologia ao fim dos costumes tradicionais à morte do modelo cristão de família e a supremacia do “ser gay”.

Calma. Não estou sendo preconceituoso com ninguém, releia acima o que está escrito (em especial ao respeito necessário à boa convivência de todos). Apenas quero ressaltar: a IMPOSIÇÃO de novos conceitos que parecem ser os “corretos” e que todos os outros são errados. 

Ter família, ser discreto e possuir uma religião parece ERRO para alguns da sociedade, que defendem a erotização a todo custo, a precoce sexualização das nossas crianças e a libertinagem como meio de satisfação.

Quer 3 exemplos recentes?

1) Veja a propaganda do sabão em pó OMO, que instiga aos pais sobre o sexo das crianças, onde menino e menina podem escolher ser o que quiserem! É a ditadura do modismo do “x”, ou seja, assexuar o indivíduo colocando, por exemplo, o termo meninx ou alunx para ser politicamente correto à criança que “ainda não escolheu o seu sexo“!

Se você acha que é um fake news, abaixo o anúncio do OMO nas grandes revistas e sites, defendendo a Ideologia de Gênero, onde pede para se fazer “um recall das brincadeiras” sem se preocupar com os padrões.

Assista em: https://youtu.be/CKqCidMktkY

2) E se eu questionar o modelo de Educação Sexual e/ou Religiosa lecionado em sala de aula?

Aí temos dois problemas distintos:

A) Falar sobre Educação Sexual não é incentivar uma Revolução Sexual, mas sim falar da Saúde do Corpo. Não se deve confundir a defesa da Ideologia de Gênero com ensino do Sexo de maneira didática e salutar. Há, inclusive, casos de pais que processaram escolas e professores por ultrapassarem a barreira do bom senso e transgredir o conteúdo de ensino sexual.

(Sobre esse processo, veja em: http://deolhonolivrodidatico.blogspot.com.br/2016/02/familia-podera-processar-escola-e.html).

B) Falar sobre Religião é assunto das Igrejas e das Famílias. A orientação para que se dê aula de religião nas Escolas Públicas (como disciplina optativa) acabou se tornando um problema a ser discutido, pois não será uma aula ecumênica, mas especificamente de alguma crença. Se eu sou judeu e o meu professor de religião é católico, devo sair da sala de aula. Se eu sou evangélico e meu professor do candomblé, idem. E se for um mestre hinduísta e eu ateu, vale a mesma situação. Assim, não se deve impor uma religião devido a liberdade de crenças do nosso país.

Perceberam que sexo e fé estão interligados com a Educação dos Pais, das Igrejas, dos costumes das Famílias e que merece uma preocupação absurdamente delicada quando levados aos professores da rede de ensino que devem se manter isentos? Lembrando que o Estado é laico, ou seja: nem crente, nem ateu ou agnóstico.

3) Falamos bastante sobre outros fatos de “forçação de barra” nas últimas semanas. A exposição Queermuseum do Rio Grande do Sul (relembre aqui: http://wp.me/p4RTuC-kjH), a encenação pornográfica com crianças tocando homem nu no MAM (releia aqui: http://wp.me/p4RTuC-kyH) e a sábia e humilde dona Regina, que deixou sem palavras artistas da Rede Globo que defendiam a arte pornográfica para crianças (reveja aqui: http://wp.me/p4RTuC-kL7).

Pois bem: o Banco Santander resolveu transformar a exposição que patrocinou em Porto Alegre, recheada de imagens com zoofilia, pedofilia e blasfêmia da fé alheia em livro para a Rede Pública de Ensino do RS.

Assista a esse vídeo (abaixo) e diga: está fácil educar os filhos na fé que você tem, ensinando que menino vira homem e menina vira mulher, e que ser manso de coração e respeitar a opinião do outro é uma virtude?

O que me deixa encucado é: temos, como princípio do Cristianismo amar o próximo, mesmo que radicais não nos amem e queiram até mesmo impor costumes hereges e que simplesmente deveríamos e poderíamos falar NÃO. Parece que, dentro em breve, desejar que o filho vire homem, case com uma mulher, tenha filhos e possa mandá-los à Igreja e à Escola seja politicamente INCORRETO. A moda é atender os anseios da minoria até que ela se torne maioria.

Insisto: há de se ter respeito entre todos, sem radicalismo ou divisão, respeitando as diferenças. Impor uma opção sexual, a ideologia de gênero e os costumes contrários dos pais em conduta e crença não é o correto. Dá para todos viverem em harmonia e paz.

Não deixe de assistir esse vídeo que vem de Uruguaiana-RS, abaixo:​

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– Motivos que explicam porque sou CONTRA a Ideologia de Gênero

Aqui não entra radicalismo, conservadorismo, modismo ou qualquer outra coisa, a não ser a explicação clara e sensata sobre esse tema delicado. 

Assista ao vídeo sobre a Ideologia de Gênero, abaixo, e entenda um pouco melhor o que é isso. Penso exatamente como o professor dessa explicação: ​

 

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