– Mulher é multada por invadir WhatsApp de Marido…?

Manchete sensacionalista para situações ridículas de ciúmes do mundo contemporâneo (e ainda machista): nos Emirados Árabes, a esposa descobriu a traição do marido via What’sApp. Porém, se tornou ré por vasculhar o aplicativo sem permissão.

Novas formas de se relacionar em velho conceito discriminatório…

Extraído de: http://bit.ly/27CkRvW

MULHER É MULTADA POR INVASÃO DE PRIVACIDADE APÓS VASCULHAR WHATSAPP DO MARIDO

Desconfiada, uma esposa decidiu olhar as mensagens no celular do marido e acabou sendo condenada em um processo por invasão de privacidade.

De acordo com o informações do site Gulf News, a mulher, que não teve o nome divulgado, verificou o WhatsApp do homem e encontrou provas de uma traição. A fim de contestar o marido, ela chegou a copiar as fotos para o celular dela. No entanto, ao questioná-lo, ele a denunciou por ter feito tudo sem a permissão dele.

O tribunal de Ajman, nos Emirados Árabes, considerou a mulher culpada e a condenou a pagar multa equivalente a R$ 144 mil para o homem. Pelo crime, ela ainda será deportada do país.

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– Acabaram os apelidos no Futebol?

Antes, tínhamos Pelé, Garrincha, Zico, Telefone, Índio, Vavá, Didi, Tostão, Biro-Biro e por aí vai.

Devido ao marketing, os jogadores ganharam nomes compostos: Marcos Assumpção, Flávio Conceição, etc. Mas algo que chama a atenção: tivemos há pouco tempo uma geração de Felipe Isso, Felipe Aquilo, Felipe Ciclano, Felipe Beltrano. Depois os Brunos; aí vieram os Lucas (Leiva, Moura, Silva, Santos, Fernandes). Daí os Thiagos e Tiagos. Agora: os Mateus A, Mateus B e Mateus C e os Matheus com “th”.

Se fosse na Década de 70, ou teriam apelidos ou seriam Mateus Segundo ou Mateus Terceiro, conforme o costume da época. Não dá um certo saudosismo?

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(Foto: autoria desconhecida. Quem souber sobre o autor, informar para crédito).

– Proteção demais atrapalha!

Anos atrás, os vencedores do Prêmio Nobel de Economia refutaram o assistencialismo aos desempregados e carentes. A idéia de capacitação e sustento próprio premiou seus idealizadores.

Num país como o Brasil, cheio de bolsa-isso e bolsa-aquilo, seria um grande pecado… Mas vale a leitura desse texto:

Extraído de Revista Época, ed 648, pg 18, Coluna Primeiro Plano

PROTEÇÃO DEMAIS ATRAPALHA

Nem sempre quem procura emprego acha – mesmo que existam vagas disponíveis por aí. Esse raciocínio simples para qualquer cidadão que tenha se angustiado com o mercado de trabalho alguma vez na vida rendeu o Prêmio Nobel de Economia aos americanos Peter Diamond e Dale Mortensen e ao cipriota radicado em Londres Christopher Pissarides. O grande avanço dos três foi criar um modelo científico que explica esse desequilíbrio, chamado de “fricção” na lei da oferta e da procura.

Até a década de 1970, os analistas usavam apenas a relação entre oferta e procura para explicar o funcionamento dos mercados. Era simples: se havia 500 vagas de emprego e 500 pessoas desempregadas, uniam-se os dois polos e… problema resolvido. Então, por que não dava certo? Pelo mesmo motivo que juntar 15 homens e 15 mulheres numa sala, todos solteiros, não significa que se formarão 15 casais. Há variáveis como a opção sexual, a atração por um tipo físico, os interesses em comum. O mesmo desencontro entre a oferta e a procura acontece no mercado imobiliário e nas compras em geral. Mas o local onde a teoria dos três mais avançou foi o mercado de trabalho.

O ponto mais importante das teses – e que virou uma espécie de campo de estudos – é a Teoria da Busca. Ela analisa os custos (de dinheiro, tempo, energia) envolvidos na procura do empregado certo ou da vaga mais atraente. “Assim como você não compra o primeiro carro que vê, não deve aceitar a primeira oferta de emprego”, diz Aloisio Araújo, professor de pós-graduação da Fundação Getulio Vargas. “É bom para você e para a economia que haja procura, para haver um encaixe melhor entre suas habilidades e as necessidades do mercado.”

Da Teoria da Busca surgiram as primeiras conclusões interessantes, que se desviam do senso comum. Uma delas mostra que benefícios sociais como o seguro-desemprego, embora ajudem o cidadão que recebe a pensão, têm um efeito secundário perverso. Ao dar ao desempregado um salário, o benefício diminui os custos da procura. Com o estipêndio garantido, a pessoa pode prolongar demais a busca da “vaga ideal”. E, ao esperar demais, ela acaba com grandes chances de ficar defasada tecnicamente.

Um raciocínio similar vale para a legislação que protege demais o trabalhador, comum na Europa… e no Brasil. O sistema de proteção – com multas para quem demite, impostos para criar uma rede de segurança, encargos extras para o patrão – dificulta a demissão. Mas, por isso mesmo, freia as contratações: as empresas pensam duas, três, cinco vezes antes de se comprometer com tamanho custo. Como resultado, a rotatividade do mercado de trabalho cai, e quem está desempregado tende a demorar mais para conseguir vaga.

Esse é um dos temas mais polêmicos nos debates de políticas públicas em todo o mundo. O Nobel dá um pouco mais de força à visão liberal. E pode também garantir um emprego para Diamond. Ele havia sido indicado para conselheiro do Fed, o banco central dos Estados Unidos, e o Senado havia expressado reservas a sua “pouca experiência técnica”. Com o prêmio, sua aceitação ficou mais provável.

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– A Nobre Arte do Networking

Compartilho texto extremamente inteligente do prof José Renato Santiago Sátiro, extraído do “Blog do Conhecimento”, a respeito do Networking, tão falado em nossos dias e poucas vezes bem aproveitado. 

Vale a pena conferir, extraído de: http://www.jrsantiago.com.br/area_de_conhecimento/_Editorial/A_nobre_e_as_vezes_esquecida_arte_do_Networking_ou_puro_Interesse

A NOBRE, E AS VEZES ESQUECIDA, ARTE DO NETWORKING, OU PURO INTERESSE

Palavra originada justamente de nosso atual tempo onde as tecnologias passaram a fazer parte de nosso dia a dia, o ato de desenvolver networking, no entanto, tem sua origem datada dos primórdios dos tempos de nossa sociedade.
Foi exatamente a necessidade de todo e qualquer ser humano possui de viver em sociedade, em grupo seja qual for seu tamanho, é que sinalizou algo similar a ser feito dentro de nosso ambiente profissional.
A princípio o fato de desenvolvermos relações pessoais interessantes, serve para nos auxiliar a busca por eventuais oportunidades. Sim, pois a lembrança de conversas e trocas de informações nos auxilia a manter em nossa mente, a imagem e nome de pessoas que poderão atender eventuais demandas existentes.
Pode parecer um pouco brusco afirmar, mas a razão principal do networking se fundamenta justamente do interesse. E não há mal algum nisso. Infelizmente, alguns segmentos de nossa sociedade enxergam apenas o significado egoísta que está atrelado a palavra interesse, e que envolve questões de outra natureza.
Ledo engano, pois até mesmo quando nos envolvemos com a pessoa amada, isto apenas ocorre devido a existência do interesse, no caso, pela parceira. O amor envolve interesse…
O interesse, digamos, do mal, que envolve o networking, é quando ele ocorre simplesmente pela necessidade. Quando um dos lados precisa atender a um problema pontual existente, e aí, não é networking, apenas oportunismo, ou melhor, uma mera tentativa.
O efetivo networking existe em cada dia, em nossa rotina, ao longo das mais simples e cotidianas ações que tomamos, desde um simples bom dia, ao bom humor e alegria que emanamos para todos, e até mesmo do compartilhamento de eventuais e futuras oportunidades.
Devemos esquecer, no entanto, que haja algum problema, de haver o interesse nestes atos. É legítimo e justo que ele exista. Chocado?
Pois bem, alguns meses atrás, ao desenvolver um projeto em uma organização, tive contato com uma pessoa que depois de aproximadamente alguns dias, teve que se afastar por questões médicas, para se submeter a uma cirurgia contra um câncer.
Muito possivelmente, ela não voltaria mais a organização, tão severa parecia ser a cirurgia. Como é um hábito na minha família, sobretudo com o meu pai, que reza um terço para cada um de seus amigos e parentes (pode acreditar!!), comprei um terço para ela, e pedi que a entregassem, tendo como único objetivo, servir de uma lembrança e sinal de que haveria alguém, mesmo não próximo, torcendo por ela.
De longe, fiquei sabendo da evolução de seu tratamento, e esta semana, fui presenteado com um afetuoso abraço dela, que “voltou ao batente”, devidamente curada. Sim, quero sempre receber gestos como este, na verdade estas coisas é que me mantem forte, são meus combustíveis, é por meu interesse.

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– A Internet que ajuda e que atrapalha!

Quantas vezes ouvimos falar que a Internet é a “janela do mundo”? Que ela é o exemplo concreto da Globalização? Que sem internet um estudante não conseguirá nada? E tantas outras frases apológicas sobre a Rede Mundial de Comunicação por Computadores…

Mas, segundo levantamento feito recentemente por uma associação científica norte-americana, divulgada por diversas mídias, somente 6% das informações divulgadas na rede são úteis e verdadeiras. Os outros 94% de dados são falsos (as fake news), sem comprovação científica, com apologia a crimes e outras barbaridades mais, ou ainda, simplesmente INÚTEIS / FÚTEIS / DESNECESSÁRIOS. E é esse o ponto de discussão: o que é bom e o que é ruim na Internet? Como filtrar os bons sítios ou sites que devemos nos relacionar?

É claro que a Internet não é só informação ou trabalho, mas também diversão e entretenimento. Vide as comunidades virtuais, como Facebook, ou modismos passageiros, como o Second Life. Mas muitas vezes as inutilidades formam erroneamente a mente das pessoas, bitolam ou deturpam a índole e os propósitos dos menos esclarecidos.

A Internet é ótima, basta saber usá-la. Ou é péssima, pois engana, mente, e vicia. A propósito, é grande o números de grupos, na mesma medida do bem-sucedido Alcoólicos Anônimos, que surgem com o nome de Internautas Anônimos.

Eu vou ser bem sincero: estou cansado das Redes Sociais – em especial dos “chatos profissionais”, dos haters, dos “internautas relógios” e dos trolladores. Cansam! A vontade real é abandonar essas ferramentas.

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– Bobagens de Sexta Feira 13

De novo a história de que hoje éDia de Azar”.

Quem inventou que 6a feira, dia 13, é para infortúnios?

Para muitos, o 13 é número de sorte. Para outros, há de se manter distância.

Respeito quem acredita, mas para mim, pura bobagem! Das mesmas de que passar embaixo de escada ou cruzar com gato preto deve ser evitado.

Às superstições, lendas urbanas, e outras tantas coisas que remetem a crenças em mitos de coisas não-cristãs, minha incredulidade total.

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– Nu por estar sem telefone?

Esqueci o celular no trabalho. Parecia pelado, inseguro, desesperado, sei lá.

Como somos reféns da tecnologia! Isso aconteceu durante o trabalho. Em casa, na folga, consigo ficar longe da tecnologia. Mas na labuta não…

Aliás, por quê há 20 anos não tínhamos essa preocupação? Eu comecei a trabalhar quando existia o BIP que você colocava na cintura e depois procurava um orelhão. Teletrim nem pensava em existir e já se foi!

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– Temperança!

Adoro quando em meio aos problemas, minha mulher diz:

“Um dia de cada vez”!

Sábias palavras. É justamente por aí. Sem atropelos, resolvendo paulatinamente e tentando passar com calma.

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– Cansando do cansaço cansativo…

Há muitos momentos da vida que estamos “passados”, fatigados, estressados, não?
Comigo tem sido frequente, infelizmente.

Confesso que eu me policio por trabalhar demais. Não por dormir pouco (cerca de 4 1/2 horas por noite), pois gosto de acordar cedo, vem desde a infância. Mas, pensando bem: a minha rotina (que não é tão rotineira) me é desgastante!

A vida passa tão rápido… e estou (ou todos nós: estamos) vivendo ela com boa qualidade?

De repente… PUF! Algo ou alguém a tira. Você vai embora e não viveu a contento.

Nem é reclamação por excesso de trabalho (sou workaholic, admito, mas não sinto problema nisso), só que penso em querer fazer coisas novas, ter novos trabalhos, buscar mais tempo com a minha Família, viver coisas diferentes (sempre positivas, claro). Hoje, é um tal de pagar conta, imposto, aguentar tormentas e não relaxar.

Sim, admito, sou vítima dessa maldita crise econômica instaurada no Brasil. Por ser honesto, estou pagando o caro preço de honrar todos os compromissos, mesmo que eu me leve a sacrifícios pessoais (e até perder um pouco a saúde).

Meu psiquiatra diz que isso é coisa “de gente honesta”. Levo isso como um elogio, lógico (massageia o ego), mas eu deveria pensar assim?

Talvez não.

A vida precisa ser mais simples. Quer algumas coisas bobinhas e que valem a pena?

Um dos meus hobbies é fotografar. Simplesmente relaxar com fotografias me faz bem (olhe esse amanhecer):

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Gostaria de ficar na balancinha com a filhota ou treinando-a a andar a tarde inteira… é pedir muito?

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Estaria incansavelmente contemplando seu sorriso todo dia, da mais velha e da esposa querida:

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Sentaria na grama, deitado para o céu, vendo as primaveras e admirando a natureza…

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Um sonho de consumo? Uma utopia?

Penso que não. Acho que é difícil, mas não impossível.

Evitar o desânimo, ter desafios e estar sempre em sintonia com a vida. É a melhor coisa para se fazer.

O Ânimo precisa ser o combustível da alma…

– A Quantidade de Horas ideal para uma boa noite de Sono

Desde pequeno acordo antes das 5h00. Não tem como mudar facilmente uma rotina. Os inúmeros compromissos profissionais que prazerosamente assumo me impedem de terminar a jornada de trabalho e curtir muitas horas de sono.

Alguns dizem que o mínimo ideal são 6 horas bem dormidas. Mas um novo estudo mostra a quantidade mínima de sono conforme a idade! Confira abaixo:

(Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/409009_O+QUE+UMA+HORA+A+MAIS+DE+SONO+PODE+FAZER+POR+VOCE?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage)

O QUE UMA HORA A MAIS DE SONO PODE FAZER POR VOCÊ

Dormir o tempo adequado para que o corpo se mantenha em bom funcionamento é uma lição aprendida pela medicina. Agora, o que surge com clareza indiscutível é que não precisa muito: apenas sessenta minutos a mais de sono por noite fazem diferença importante. Uma das últimas constatações neste sentido é resultado de pesquisa da Penn State University (EUA). O cientista Fan He registrou os padrões de sono de 342 adolescentes. Descobriu que para cada hora de diferença de sono no padrão de cada um ao longo de uma semana – um dia dormir cinco horas, em outro sete, por exemplo -, eles consumiam 210 calorias a mais por dia. Os que apresentavam ritmos mais caóticos tinham 100% de risco de passar o fim de semana mordiscando petiscos.

Em alguns casos, somente meia hora a mais de sono por dia já é suficiente para interferir na saúde. O tempo aumenta a proteção contra a evolução da diabetes e o ganho de peso, como revelou estudo do médico Shahrad Taheri, da Weill Cornell Medical College (unidade do Catar). Ele acompanhou 522 portadores de diabetes tipo 2 e identificou uma propensão 72% maior à obesidade no grupo que dormia menos. Ao final de doze meses, para cada trinta minutos a menos de sono, o risco crescia mais 17%. E a chance de agravamento da resistência à insulina subia 39%. O fenômeno é uma das características da diabetes tipo 2. Ocorre quando não há a ação correta da insulina, o hormônio que permite a entrada, nas células, da glicose circulante no sangue.

Estuda-se a razão pela qual esses minutos a mais produzem tanto impacto. Uma pesquisa da Universidade de Surrey, na Inglaterra, sugeriu que eles estejam associados a mudanças no funcionamento de cerca de 500 genes, muitos envolvidos em processos inflamatórios. Outra linha de investigação revela o vínculo entre dormir e mecanismos relacionados à fome. “Estudos sugerem que alterações nos padrões de sono estão relacionadas a variações nos níveis de hormônios associados à fome e à saciedade”, diz o neurologista Leonardo Goulart, do Hospital Israelita Albert Einstein (SP).

Evidências desse gênero levaram a Fundação Americana do Sono a formular uma nova tabela de horas médias necessárias de sono de acordo com a faixa etária (leia quadro abaixo). Em média, houve acréscimo de uma hora. O tempo de sono mínimo para recém-nascidos, por exemplo, subiu de 14 para 17 horas por dia. Para adolescentes entre 14 e 17 anos, foram adicionados trinta minutos ao tempo ideal, agora estabelecido entre oito a dez horas.

É uma media longe de ser atingida entre esse público. Em pesquisa do Instituto de Pesquisa e Orientação da Mente em parceria com o Instituto Sou+Jovem, 43% dos 1.830 adolescentes ouvidos disseram dormir de três a cinco horas por noite. Um dos vilões que fomentam esse descontrole é o uso de aparelhos eletrônicos na madrugada. Na tentativa de melhorar a qualidade do sono de João Gabriel, de onze anos, a empresária Laura Tidei, de São Paulo, resolveu vigiar o garoto até que ele durma. “Caso contrário ele fica mexendo no celular”, conta.

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– Dicas Polêmicas para um Casamento Feliz. Concorda com elas?

Se ouvisse de um amigo que existem pesquisas científicas que resultaram em 7 boas dicas para um casamento feliz, você acreditaria na eficácia delas?

Eis os aconselhamentos e diga: concorda ou não? Extraído de: http://t.co/ODHUAmwt

7 DICAS CIENTÍFICAS PARA TER UM CASAMENTO FELIZ

por Thiago Perin

Biscoitinho da sorte: o casamento permite que você irrite uma pessoa especial pelo resto da sua vida.”

Todo mundo sabe que casamento não é das coisas mais fáceis. Seja você um romântico que sempre sonhou com a vida a dois ou um bon vivant que foi, de alguma forma, empurrado para a união eterna, o cenário é o mesmo: é preciso rebolar um pouquinho para que o relacionamento dê certo. Mas, veja só: eis que a ciência aparece para ajudar nesse desafio. Está solteiro? Anote aí o que procurar no parceiro ideal e já comece a planejar suas táticas pós-aliança. Já se casou? Hum, seu caso é mais grave, mas nem tudo está perdido. Confira, então, o que você ainda pode fazer para melhorar esse laço. E seja, com sorte, feliz para sempre.

Diga sempre “nós”, nunca “eu”.
Quem usa mais pronomes como “nós” e “nosso” nas discussões com a cara metade tem brigas menos longas e desgastantes (consequentemente, vive mais tranquilo) do que os casados que abusam dos “eu”, “você”, “meu” e “seu”. Pesquisadores americanos chegaram a essa conclusão após observaram os papos de 154 casais. Especialmente entre os que estavam juntos há mais tempo, o discurso individualista era um forte sinal de que o casamento não ia nada bem.

Sendo mulher, escolha um cara rico.
Eles são pais mais presentes, o que, além de criar um clima mais “comercial de margarina” na sua casa, ainda faz bem para o cérebro dos pequenos: segundo pesquisadores do Reino Unido, os filhos de pais mais “bem de vida” tendem a ter QIs mais altos. E ah, outro detalhe interessante: os caras cheios da grana dão mais orgasmos às esposas, segundo um outro estudo britânico.

Sendo homem, escolha uma mulher mais bonita do que você.
Todo mundo fica mais feliz neste cenário. É o que mostram os resultados de um estudo da Universidade de Tenessi (EUA). Em testes feitos por lá, foi constatado que ambas as partes do casal se declaram mais satisfeitas com o relacionamento quando a esposa é mais atraente do que o marido.

Fuja das mulheres que têm pais divorciados.
 O conselho é bem claro: “mulheres com pais divorciados são mais propensas a entrar no casamento com menos comprometimento e confiança no futuro da relação, aumentando o risco de divórcio”, diz um estudo da Universidade de Boston (EUA), que testou as expectativas de 265 casais que tinham acabado de selar o noivado.

Seja companheiro, mas nem tanto.
Um estudo da Universidade de Iowa (EUA) constatou que o companheirismo excessivo (como dar, com frequência, conselhos que o outro não pediu) é mais nocivo para o casamento do que ser um marido ou esposa meio “nem aí”. Segundo os pesquisadores, é claro que a gente gosta de poder contar com alguém, mas quando esse alguém começa a cuidar demais da nossa vida, o senso de individualidade vai embora e a coisa azeda.

Invista em pretendentes com boa autoestima.
Casar com alguém que não esteja lá muito feliz consigo mesmo é roubada. A dica vem lá da Universidade Estadual de Nova Iorque (EUA). Pesquisadores conduziram testes com jovens recém-casados e observaram que, quando uma das partes tem autoestima muito baixa, tende a se tornar co-dependente e falha em atender às expectativas do cônjuge. A tendência é que, nesse caso, o relacionamento comece a se deteriorar já no primeiro ano de papel passado.

E finalmente: não tenha filhos.
Em mais um estudo da Universidade de Iowa (EUA), um grupo de casais foi entrevistado antes e depois do nascimento do filho primogênito. Outro grupo, de casais que decidiram não aumentar a família, deu seus pitacos em períodos correspondentes. E a tendência foi clara: os casados e com filhos passaram por uma queda maior na satisfação conjugal do que os que não procriaram.

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– O testamento de Bin Laden e as 7 curiosas revelações pós-morte

Osama Bin Laden, o temido terrorista promotor dos atentados de 11 de setembro, morto pelos EUA, teve seu testamento revelado dias atrás. O documento foi apreendido pelos americanos na operação que o vitimou no Paquistão, e traz várias curiosidades, como a preocupação de “ter rastreamento pelos dentes” e criar uma “Universidade”.

Loucura?

Para seus seguidores, coisa normal do dia-a-dia…

Extraído de: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2016/03/03/arquivos-de-bin-laden-testamento-milionario-e-outras-6-revelacoes-de-documentos-do-extremista.htm?cmpid=tw-uolnot

ARQUIVOS DE BIN LADEN: TESTAMENTO MILIONÁRIO E OUTRAS REVELAÇÕES DE DOCUMENTOS DO EXTREMISTA

Autoridades dos Estados Unidos divulgaram um segundo lote de documentos encontrados durante a operação que, cinco anos atrás, resultou na morte do líder extremista muçulmano Osama Bin Laden, no Paquistão. Um total de 115 documentos já foi liberado, incluindo o testamento do ex-líder da Al-Qaeda.

Alguns dos documentos mostram que Bin Laden estava preocupado com a possibilidade de ser rastreado eletronicamente.

Eis algumas revelações desses documentos:

  1. ‘Obedeçam minha vontade’

Bin Laden deixou uma fortuna de US$ 29 milhões, e seu testamento pedia aos parentes que respeitassem seu desejo de que o dinheiro fosse usado para financiar operações extremistas. Ele deu a entender no testamento que o dinheiro estaria no Sudão, mas não ficou claro se em espécie ou em ativos, como imóveis.

O extremista saudita viveu no Sudão por cinco anos na década de 90, abrigado pelo governo do país africano. No testamento, Bin Laden deixou instruções para que somas em dinheiro fossem deixadas para dois homens e vários parentes. Mas não se sabe se o dinheiro chegou aos herdeiros.

  1. Rastreamento ‘dental’

O medo de ser “grampeado” e rastreado é mencionado de forma recorrente nos documentos produzidos por Bin Laden. Em uma carta para uma de suas esposas, que vivia no Irã, Bin Laden – na época o homem mais procurado do mundo – dizia temer que um rastreador pudesse ter sido implantado no dente dela durante uma ida ao dentista. Ele dava instruções para que ela tentasse detectar o dispositivo.

Em outra carta, Bin Laden abordou o tema de transferências seguras de dinheiro: sem poder usar métodos tradicionais, o extremista instruiu seguidores a se livrar de malas e afins para evitar rastreamentos e que o dinheiro só deveria ser transportado em dias nublados, como forma de evitar a vigilância de drones.

  1. Briga com antecessores do Estado Islâmico

Diversos documentos mostram um longo desentendimento com a “filial” iraquiana da Al Qaeda, que posteriormente se transformaria no grupo autodenominado Estado Islâmico. Bin Laden se opunha ao uso de decapitações e outros tipos de brutalidade que o grupo vinha levando a cabo.

“Não devemos deixar que a guerra nos sobrecarregue com sua atmosfera, condições, ódios e vinganças”, disse o extremista, que também se opunha à intenção de declarar um califado, por acreditar que a ideia não tinha apoio popular suficiente.

  1. Batalha pelo comando da Al Qaeda

Os documentos mostram que Bin Laden, vivendo escondido desde os ataques dos EUA ao Afeganistão, no final de 2001, travava uma batalha pelo controle da Al Qaeda. Uma troca de correspondências revela tentativa de fazer com que a organização tivesse uma estrutura unificada de administração.

Os documentos também incluem pedidos do extremista a militantes baseados no Iêmen para que atacassem aviões de companhias aéreas americanas.

  1. Celebração do 11 de Setembro

O ano de 2011 era aguardado ansiosamente por Bin Laden. A Al Qaeda planejava uma ofensiva de relações públicas para celebrar o décimo aniversário do 11 de Setembro, embora não houvesse planos para um novo ataque.

Bin Laden também queria deixar a casa em que estava se escondendo, na cidade paquistanesa de Abbottabad.

“Só posso permanecer com meus irmãos aqui até o décimo aniversário (dos ataques), no mais tardar até o final de 2011”.

Porém, ele foi morto antes disso – em maio de 2011.

  1. ‘Universidade da Jihad’

Entre os documentos encontrados no “bunker” de Bin Laden estavam planos para um curso chamado “Estudo Islâmico para Soldados e Integrantes”. Além de um módulo de ensino de leitura e escrita e outro de educação religiosa, o curso incluía uma lista de leitura de jihadistas como o clérigo Abu Musab al-Zarqawi, o então líder da Al-Qaeda no Iraque.

Havia também um briefing sobre o conflito palestino-israelense.

  1. Mulheres na linha de frente

Lideranças da Al Qaeda divergiam quanto às regras sobre a companhia de esposas na linha de frente, um privilégio de militantes ocupando posições mais altas na hierarquia do grupo.

A troca de correspondência incluía uma recomendação para que mulheres na linha de frente fossem enviadas de volta para casa, com a exceção de “uma mulher mais velha em áreas seguras, para evitar distrair os combatentes”.

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– O Cérebro nos bancos dos réus!

Leio numa edição da Revista Época (708, pg 65-69, por Marcela Buscato e Bruno Segadilha), uma interessantíssima matéria intitulada “O Cérebro no Banco dos Réus”. Nela, se questiona se realmente somos livres para decidir, ou seja, se somos responsáveis pelas nossas escolhas. O trabalho se baseia no livro do neurocientista Michel Gazzaniga, autor do livro “Who’s in charge”?, onde ele diz que:

A responsabilidade pelos nossos atos não é propriedade do cérebro, mas um acordo estabelecido entre as pessoas”.

A idéia central é: nem sempre estamos no comando de nossos atos; muitas vezes estamos iludidos que comandamos a nós mesmos, pois em diversas oportunidades a sociedade é quem comanda as nossas ações. Assim, teríamos culpa por determinados erros com essa visão de responsabilidade pessoal dos nossos atos, se não somos culpados por algumas ações?

Papo-cabeça, mas inteligente e curioso.

O conceito de “Responsabilidade” surge mais ou menos no ano 1700 a.C., com a lei de Talião: Olho por olho, dente por dente! A punição a um crime seria com a mesma forma da infração.

Porém, o conceito começa a mudar com a Lei de Aquilia, Século III), onde surge o conceito de culpa e o direito romano. A preocupação é responsabilizar em respeito à necessidade de se restituir danos a um prejudicado.

Por volta do ano 400, Santo Agostinho defendeu a idéia que: Deus nos deu autonomia, e nós somos responsáveis pelos atos que nós tomamos. Temos livre arbítrio, e não podemos jogar a culpa em outras coisas / pessoas.

A novidade vem em 1843, com a Regra M’Naghten: insanos mentais não podiam receber responsabilidades, pois, afinal, são pessoas perturbadas.

Agora, o dr Gazzaniga diz que muitas vezes podemos ser também inocentes de erros cometidos, pois somos forçados a praticar coisas por força da sociedade. O que você pensa sobre isso: tal argumento pode nos tornarmos livre de responsabilidades pessoais, ou é um grande exagero? Deixe seu comentário:

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– Onde você colocaria os presos travestis?

Uma situação bem delicada: a polêmica dos dois travestis de Presidente Prudente transferidos de presídio masculino para presídio feminino.

Sábia decisão ou não?

Um deles estava numa sala com outros 31 homens. Será que deveria estar lá? O que acontece com um travesti numa cela lotada de homens trancafiados? Fará sexo a força, sofrerá abuso? Além disso, pense: quantas doenças poderão ser transmitidas por ambos?

Alguém poderá dizer: mas e se forem ativos e/ou passivos? Por que se veste de mulher deixa de ser homem?

Nestes tempos modernos de diversidade sexual, parece-me que algo bem difícil de responder. Se deixá-los em cela masculina, correm o risco de estupro. Se forem para uma cela feminina, poderão tentar algo com as mulheres (afinal, travesti é diferente de transexual).

Muito difícil responder. Será que em breve, nesses casos, se terá uma ala exclusiva para eles dentro do presídio, uma espécie de isolamento (se é que já não tem)?

Penso que a mistura das questões de gêneros fará, inevitavelmente, que em breve se defenda a construção de presídios gays com alas voltadas às mais diversas preferências sexuais. Ou não?

Triste ter que pensar na humanidade como bichos sedentos por instinto de sexo. Uma sociedade erotizada e tarada, lamentavelmente.

A decisão da transferência foi do Ministro Luiz Roberto Barroso.

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– Cuidado se você fez os testes do “Gênero Oposto” ou “Com qual Celebridade você se Parece”!

Você entrou na febre desses aplicativos do Facebook chamados “Como Você Seria Se Fosse Do Gênero Oposto?” ou “Qual Celebridade Você se Parece”?

Cuidado: seus dados estão nas mãos de uma empresa que pode vendê-los (e você não ganhar nada com isso).

Extraído de UOL Tecnologia (em: https://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/02/20/fez-o-teste-do-genero-oposto-no-facebook-voce-pode-ter-cometido-um-erro.htm)

FEZ O TESTE DO GÊNERO OPOSTO NO FACEBOOK? VOCÊ PODE TER COMETIDO UM ERRO

O “Como Você Seria Se Fosse Do Gênero Oposto?” é o teste da vez no Facebook. Se você entrou na onda, saiba que deu seus dados a uma empresa pouco conhecida, e sabe-se lá o que ela fará com eles.

O gancho para atrair usuários é mostrar como a pessoa ficaria se fosse do gênero oposto, com imagens bem reais. Mas, para realizar o teste, a empresa Kueez solicita que você clique em “Conectar-se ao Facebook” para ver o resultado.

Só que, ao fazer isso, você entrega para a empresa as seguintes informações públicas do seu perfil:

  • nome
  • imagem de perfil
  • data de nascimento
  • todas as suas fotos e imagens no Facebook
  • lista de amigos
  • informações de contato
  • e endereço de e-mail usado para logar na rede social

A Kueez não é a primeira nem será a última empresa a criar um aplicativo/jogo/quiz de Facebook para conseguir isso. No ano passado, falamos do “Qual Celebridade Você Se Parece”, um caso bem similar.

E, se achou pouco, a política de privacidade da empresa ainda diz que coleta informações não pessoais de usuários, como o modelo do seu celular ou PC com o qual fez o teste, localização e áreas de interesse (no Facebook), entre várias outras coisinhas.

PARA QUE TUDO ISSO?

O de sempre: transformar esse monte de informações em dinheiro. Ou, nas palavras da empresa, para “melhorar o site com base em suas preferências e experiências”, “oferecer conteúdos promocionais”, “criar dados estatísticos, modelos comportamentais e tendências”, etc.

Como tudo é descrito de forma bastante vaga, esses dados podem ser usados de muitos jeitos. Normalmente, servem para gerar anúncios personalizados –chatinhos, porém inofensivos.

Mas, neste caso aqui, algumas coisas chamam a atenção. A Kueez diz que pode compartilhar seus dados com “terceiros interessados em lhe fornecer determinados conteúdos promocionais” ou que sua foto de perfil pode aparecer “como parte integrante dos serviços que oferecemos (ou seja, sua imagem aparecerá em certos questionários ou jogos, MESMO para pessoas que você não conhece)” –sim, eles colocaram o “MESMO” em caixa alta.

A Kueez pertence ao Yoto Media Group, da Israel. Então, se surgir algum problema jurídico, vai ser complicado de resolver por se tratar de um negócio fora do Brasil.

JÁ FIZ O TESTE, ME FERREI?

Não exatamente. A Kueez disponibiliza uma ferramenta em seu site para você remover todos os seus dados pessoais do banco de dados deles, embora não haja nenhuma garantia de que isso será cumprido.

O melhor é desatrelar seu perfil do app no Facebook. Para isso, vá nas Configurações de Aplicativos do Facebook (por este link), ache o Kueez e delete o app, clicando no “X”.

Novamente: essas informações não serão apagadas do banco de dados da empresa. Mas, se você apaga o app, pelo menos garante que novos dados e arquivos gerados por você a partir de então não sejam mais capturados.

NINGUÉM LÊ COM O QUE CONCORDA

Uma pesquisa da Kaspersky diz que 63% dos entrevistados dizem não ler o contrato de licença antes de instalar um novo aplicativo.

Alguns desses aplicativos podem afetar a privacidade do usuário, instalar outros apps ou mesmo alterar a configuração do sistema operacional de um aparelho celular ou tablet. E o próprio usuário permitiu isso ao clicar em “aceito” durante o processo de instalação.

Para evitar que suas informações sejam usadas e até mesmo compartilhado por empresas, recomenda-se não aceitar todos os convites para jogos e aplicativos que aparecem nas redes sociais. Também leia bem o contrato de termos de uso, verifique frequentemente as configurações de apps de sua conta do Facebook e elimine os que não são mais usados.

VIROU PROBLEMA POLÍTICO

A empresa de dados Cambridge Analytica, contratada pela campanha de Donald Trump à presidência dos EUA e do Brexit para o Reino Unido deixar a União Europeia, é conhecida por usar o Facebook para criar perfis psicológicos de milhões de pessoas. E faz isso semeando a rede social com esses populares quizzes de personalidade. A informação é do “New York Times”.

Segundo uma entrevista do pesquisador Michal Kosinski à revista “Vice”, nossos smartphones são “um vasto questionário psicológico que estamos constantemente preenchendo, conscientemente e inconscientemente”.

Kosinski estuda “big data”, área da computação que lida com imensos e variados bancos de dados gerados por usuários. Ele criou em 2012 o experimento MyPersonality para determinar perfis psicológicos com base nos dados do Facebook, embrião da tecnologia por trás desses quizzes atuais.

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Até a Glória Pires fez o teste!

– O Manual dos Bixos da Unicamp

Trote em universidade é coisa velha. Está ultrapassado, fora de moda. Bolinar sobre os calouros não tem graça.

Há dois anos, eis que um grupo de veteranos da Unicamp pisou na bola: criou um “manual dos bixos”; grosseiro, machista e indevido.

Como o assunto volta à discussão nesse período de início (ou reinício) de aulas para muitos no pós-Carnaval, compartilho abaixo, a fim de que se discuta e se evite tais bobagens como essas, abaixo.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/assuntos/semana/detalhe/447423_?platform=hootsuite

MANUAL DOS BIXOS

Um manual de calouros causou polêmica e revolta entre alunos do curso de Engenharia Mecânica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O Manual de Sobrevivência do Bixo, com cerca de dez páginas, diz que “os bixos deve ser submisso ao veterano” e que “são uma raça inferior e por isso não podem exigir nada”. Há menção ao consumo de bebida alcoólica, mesmo que prejudique os estudos, e traz ainda frases machistas como “ache a beleza por partes: um dia você pega uma feia com coxa boa, outro dia uma feia com o peito bom”.

O manual dos calouros, tradicionalmente divulgado durante a recepção dos estudantes, traz dicas para se familiarizar ao ambiente universitário e mostra quais são as festas organizadas pelos alunos, entre outras informações. Mas o guia da Engenharia Mecânica foi “além” e traz até um “guia das mulheres”, com cantadas e frases consideradas machistas.

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– A Maldade do Clube do Carimbo

Você já ouviu falar do “Clube do Carimbo”?

É uma das maiores imbecilidades e maldades que se possa acontecer. Esse clube (como os adeptos da prática chamam) são homens soropositivos portadores do vírus da Aids, e que trocam dicas de como infectar outras pessoas com o HIV, a fim de deixá-las “carimbadas”, ou seja, marcadas vitaliciamente.

Pessoas assim deveriam estar na cadeia! Não tem espírito humano, são egoístas e querem compartilhar sua tragédia particular maculando vítimas inocentes.

Ainda bem que o serviço de inteligência da Polícia está desmascarando esse pessoal e começando a agir.

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– Maduros ou Imaturos? Sobre Thiago Silva e Neymar

Passou despercebido por ter sido publicada durante o feriado: a entrevista de Thiago Silva à Folha de São Paulo.

O zagueiro que foi capitão da Seleção Brasileira e que atua no PSG (perdeu a titularidade para o jogo contra o Real Madrid) disse muita coisa contestável.

Sobre Neymar e suas polêmicas, disse que:

“Temos que protegê-lo, principalmente com algumas situações que saíram na imprensa. Muitas delas não são verdadeiras. O Neymar é uma estrela (….), temos que deixá-lo tranquilo e feliz para os treinos e jogos (…)”.

Ora, o jogador já tem 26 anos e ainda é tratado como criança? Milionário, midiático e bom de bola, precisa assumir a maturidade e vivenciá-la de fato. Talvez até o pai de Neymar Jr, o seu Neymar, esteja precisando disso. As ridículas declarações que ele fez contra Casagrande, chamando-o de “abutre” e outras bobagens pelas redes sociais, mostram a auto-suficiência e arrogância em não aceitar críticas.

Sobre o choro contra o Chile na Copa de 2014, disse:

“De alguma forma tentaram fazer com que de repente eu largasse o futebol, por exemplo. As pessoas olharam muito para esse lado e não viram o lado humano. Mas é uma coisa normal no futebol, cada um tem a sua opinião”.

Mas o desastre da sua fala foi quando ele resolveu falar de Marin e Del Nero, mostrando-se totalmente alienado aos bastidores do esporte. Declarou que:

“Falar de política é muito delicado para a gente, principalmente se tratando de presidente da CBF, pois a gente não sabe exatamente o que aconteceu. A gente fica sabendo de boatos, disso ou daquilo, mas não sabe precisamente o que aconteceu. Mas o Del Nero está ativo, está sempre no vestiário, nos almoços que antecedem as partidas, dando total apoio para que possamos fazer exclusivamente o que a gente sabe dentro de campo. Claro, com o apoio do Edu [Gaspar] também, que é uma pessoa fantástica que está com a gente nesse projeto. E o Marin foi um cara com quem eu tive uma identificação muito grande, porque foi um que naquela Copa de 2014 esteve ao meu lado a todo momento. Mesmo depois dos 7 a 1, quando infelizmente eu não joguei. Mas as pessoas me colocam sempre como se eu tivesse jogado.”

O que você pensa sobre tudo isso? Nossos jogadores estão longe do profissionalismo ideal e precisando ter mais personalidade para questionar os cartolas?

Fico pensando o que o dr Sócrates comentaria sobre tal entrevista…

A entrevista inteira está em: https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2018/02/tentaram-fazer-com-que-eu-largasse-o-futebol-diz-thiago-silva.shtml

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– Eu troco o Carnaval por…

… Por um bom descanso e ficar junto à beleza das flores!

Para quem gosta da folia, aproveite as festas carnavalescas. No meu caso, trabalharei boa parte do período (aliás, já estou na labuta) e me contentarei com um repouso merecido à tarde, curtindo a família e cuidando do nosso florido jardim. Mas principalmente, estando com as pessoas que amo e fazendo o que gosto.

E você, vai pular ou descansar? Seja o que fizer, lembre-se da necessária moderação.

– Proibido o uso de celular mesmo quando o carro estiver parado no acostamento

Na França, devido a situações que envolveram acidentes, os motoristas que estiverem com o carro parado, mas usando o telefone celular, levarão multa idêntica àqueles que estão dirigindo.

E se fosse aqui no Brasil? Cairia no gosto popular essa lei?

Extraído de: https://blogdoiphone.com/2018/02/nova-lei-francesa-proibe-motorista-de-usar-celular-mesmo-com-o-carro-parado/

NOVA LEI FRANCESA PROÍBE MOTORISTA DE USAR CELULAR MESMO COM O CARRO PARADO

O celular hoje faz parte integrante de nossas vidas, pois se transformou em uma ferramenta múltipla que nos permite fazer muitas coisas. Porém, esta integração muitas vezes é exagerada pois não queremos largar do mundo online nem em momentos que precisamos prestar atenção em outra coisa, como em um jantar, no cinema ou ao dirigir um carro. Este último é bem mais grave, pois pode custar vidas ou, na mais leve das consequências, atrapalhar o trânsito.

Em todos os países há leis que proíbem o uso do celular enquanto se dirige, mas a França resolveu ser ainda mais radical: mesmo se você parar o carro e desligar o motor, pode ser multado se usar o celular no volante.

A lei em si continua a mesma: “O uso de um telefone nas mãos de um motorista de um veículo em circulação é proibido”. O que mudou na lei foi o conceito de veículo em circulação. Se o motorista simplesmente parar em um acostamento ou na beira de uma rua, o carro continua sendo considerado em circulação, mesmo se o motor for desligado. Isto significa que nem mesmo aquele tempinho parado no semáforo servirá para mexer no celular.

Para evitar a multa e a perda de pontos na carteira, o motorista que quiser usar o celular terá que estacionar o carro em lugar específico de estacionamento (vale também zona azul) para o veículo não mais ser considerado em circulação. A exceção vale em casos de acidentes ou quando o carro tem alguma pane; neste caso, o motorista pode ligar para o socorro.

O assunto é cada vez mais relevante e digno de atenção por parte de todos. Usar o celular no volante é uma péssima ideia sempre, mesmo quando “é rapidinho, nem vai atrapalhar“. Um levantamento da Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego) mostra que o uso de celular na condução de veículos é responsável por pelo menos 150 mortes por dia nas ruas do país. Trata-se da terceira causa mais frequente, atrás apenas de excesso de velocidade e embriaguez.

No início do ano passado, uma família entrou com processo contra a Apple por causa de um homem que usava o iPhone enquanto dirigia. Coincidência ou não, após isso a empresa incorporou no iOS 11 uma função chamada Não Perturbe ao Dirigir, que dificulta o acesso ao celular quando o aparelho identifica que você está em um carro em movimento.

Fixar o celular no painel ou usar um sistema integrado ao som do carro ajuda bastante a diminuir o perigo, desde que você mantenha as duas mãos no volante e olho constantemente na estrada. Mas nada disso adianta se você continuar mexendo nele para ler mensagens ou acessar menus. Nestes casos, sempre pare o carro para fazer isso. Afinal, mexer no celular com o carro parado ainda não é proibido no Brasil.

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– O pênalti corretamente assinalado e a trolagem erroneamente disseminada.

Justiça seja feita: muitas vezes critiquei as razoáveis / ruins atuações do árbitro Adriano de Assis Miranda, mas ele foi bem no Morumbi na partida entre São Paulo x Bragantino. O Tricolor venceu o Massa Bruta com um gol de pênalti cobrado por Nenê.

Sobre o pênalti, corretamente assinalado no be-a-bá perfeito da arbitragem: próximo à jogada, no posicionamento correto em que o árbitro deve estar, Adriano percebeu que a perna do são-paulino foi atingida pelo chute do adversário de Bragança e a bola não foi adiantada para se crer em simulação. Aliás, o movimento dela é bem significativo, mostra que quem a conduzia foi interceptado e sua velocidade se mantém “à espera de querer ser chutada”. Enfim: todos os indícios para se marcar pênalti.

Se o jogo foi fraquinho dentro de campo, uma polêmica desnecessariamente criada ocorreu fora dele: a brincadeira do Canal a Cabo Esporte Interativo no qual há um veado para anunciar o começo do jogo no Morumbi. Isso provocou a ira dos torcedores nas Redes Sociais e virou um tremendo antimarketing para a emissora.

Em São Paulo, os mascotes dos clubes são confundidos por gozações de mascotes das torcidas impostos pelos adversários. O Santos tem a figura de uma baleia e o apelido é Peixe; mas os rivais ironizam como sardinha. O Corinthians é o Mosqueteiro, mas os adversários impuseram o termo gambá para a torcida. O Palmeiras, tradicional Periquito com a figura do papagaio Zé Carioca, tinha seus torcedores sarcasticamente chamados de Porco – e a torcida assumiu orgulhosamente o apelido e a bolinagem ficou sem sentido. O São Paulo, representado pelo santo homônimo com auréola e a batina com as faixas da camisa 1, tem como apelido jocoso recente atribuído de Bambi, em referência ao personagem infantil de Walt Disney que é um doce filhote de veado campeiro. Claro que o veado animal é para lembrar o termo pejorativo viado, que se refere aos homossexuais, querendo dizer que são-paulinos são “bichas”.

Evidentemente o torcedor do SPFC detesta essa brincadeira, que nos nossos tempos politicamente corretos se torna fruto de homofobia, caso algum homossexual queira se queixar fora do contexto inserido. Mas a grande pergunta é: será que se o São Paulo Futebol Clube tivesse acertado seus direitos de transmissão com o Esporte Interativo (como fizeram tantos outros clubes, deixando a Rede Globo de lado), a emissora colocaria esse “veadinho” nas Redes Sociais mesmo assim?
Trolagem de torcedores, se entende devido a realidade social (não quer dizer que concordo, mas entendo). Só que uma emissora de TV fazer isso gratuitamente é pisar na bola!

O SPFC divulgou uma nota repudiando. O EI pediu desculpas alegando erro de um funcionário. E você, o que pensa sobre tudo isso?

Leia as notas do time e da emissora, em: https://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2018/02/08/esporte-interativo-usa-meme-de-veado-em-jogo-do-sp-e-clube-lamenta-postura/

Abaixo a imagem do Twitter do canal:

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– O App do Google que bloqueia “Bom dias” do WhatsApp. O fim dos amigos-relógios?

Você tem muitos “amigos-relógios”? Na linguagem da Internet: aquele que faz questão de enviar protocolarmente uma mensagem de bom dia, boa tarde ou boa noite – todos os dias – pelo WhatsApp.

O duro é que o cara nem sabe que você existe, mas manda a mensagem em lote para diversos e repetidos grupos. E você recebe uma enxurrada de mensagens chatinhas.

Há o contrário também: aqueles que te mandam o “bom dia” e, como um ritual, esperam outra figurinha de volta com a resposta. Não importa se você está ocupado, não gosta, ou se é uma corrente. São os típicos sujeitos que se ofendem por não ter um retorno (como se isso fosse obrigação ou importante, já que é meramente uma rede social).

Contra tudo isso… viva o Google!

Extraído de: https://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/01/24/gracas-a-deus-app-do-google-deleta-mensagens-de-bom-dia-no-whatsapp.htm

GRAÇAS A DEUS! APP DO GOOGLE DELETA MENSAGENS DE BOM DIA NO WHATSAPP

Você já deve ter recebido uma mensagem (ou vinte, ou cem) no WhatsApp – especialmente, mas não unicamente, no seu grupo de família – com uma mensagem edificante ou imagem fofinha, com duas palavras principais: “Bom Dia!”

Para quem não aguenta mais isto, seja porque não tem mais espaço no celular ou simplesmente porque é chato demais, o Google criou uma solução: o aplicativo Files Go, que detecta e deleta automaticamente este tipo de mensagem, caso o usuário não tenha interesse em vê-las.

Mas o mais incrível desta história toda, contada pelo Wall Street Journal, é que o mecanismo foi criado por causa da popularização dos smartphones na Índia. Como os brasileiros, os indianos adoram mandar diariamente mensagens de “bom dia” pelo WhatsApp.

A questão é que o país tem 1,3 bilhão de habitantes e, de acordo com a Western Digital, todo dia um em cada três celulares lota por causa desse tipo de mensagem.

O Google usou a inteligência artificial no aplicativo, que serve para limpar arquivos de celulares Android, e ensinou-o a entender imagens de “bom dia”.

Sendo assim, obrigado à Índia por potencializar uma irritação tão típica do brasileiro moderno. Mas por enquanto, ainda não sabemos quando o recurso vai aparecer para os usuários brasileiros do Files Go.

Você pode baixar o Files Go pelo Google Play. Por enquanto, não há versão para iOS.

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– Legalizar a prostituição não é solução indigna para as mulheres?

Há 3 anos, deparávamos com essa situação desagradável que merece sempre a reflexão: a legalização da prostituição?

Abaixo, deste mesmo blog:

LEGALIZAR OU NÃO?

Fiquei estarrecido com a proposta do Deputado Jean Willys (PSOL-RJ), sobre questões que envolvem a venda de sexo.

O nobre parlamentar quer legalizar a prostituição, e usou até um argumento condenável: disse que 60% do Congresso Nacional utiliza-se das profissionais do sexo.

Ora, não é muito melhor (e mais correto) combater a exploração sexual, prender os cafetões, e lutar pela dignidade da mulher?

Cada vez mais vejo que ao invés de resolvermos os problemas da sociedade brasileira, queremos contorná-los dando soluções que nada ajudam!

Turismo sexual é crime. Agora passa a ser legalizado?

Devemos lutar pelas oportunidades de trabalho e fim da escravização absurda pela sexualidade. Não é uma questão puritana, religiosa ou conservadora, mas social!

Fico imaginando como o pessoal voluntário da Casa Maria de Magdala, entidade jundiaiense que luta pela dignidade da mulher e realiza muitas e meritórias ações, deve estar recebendo tal indecente proposta…

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– Um teste para ajudar portadores da Síndrome do Pânico e Depressão em geral

Conheço muitas pessoas que sofrem com agorafobia, depressão e outros “parentes” da Síndrome dos Pânico. A falta de serotonina é um desses problemas.

Escrevo isso pois o jornalista da Rede Globo Jorge Pontual descobriu que após 40 anos tomando uma determinada medicação para depressão, não conseguia otimizar o resultado pois era a droga errada! O remédio era para o seu problema, mas as substâncias não conseguiam se metabolizar potencialmente. Após realizar um teste genético, verificou que outra medicação, para o mesmo problema mas com outros princípios ativos, metabolizaria em seu organismo muito melhor do que o remédio anterior.

Está aí a discussão: será que os remédios que tomamos, mesmo sendo os indicados para nossos males, respondem a contento em nosso corpo?

Em tempo: Jorge Pontual declarou estar “ótimo, estabilizado e contente como nunca” com a mudança de medicação após a realização deste teste que descobre quais as drogas que melhor reagem em seu corpo (chama-se “teste farmacogenético”).

Mais sobre isso, extraído de Vivabem.uol.com.br, abaixo:

TESTE GENÉTICO É SAÍDA PARA DEPRESSÃO QUE NÃO MELHORA

O correspondente da Globo em Nova York (EUA), Jorge Pontual revelou ter depressão e se tratar há 40 anos com o remédio errado. Ele fez um teste genético que revelou que metaboliza os remédios tão depressa a ponto de não surtirem efeitos. “O resultado do teste veio com a lista de antidepressivos que não funcionavam para mim, e eram justamente aqueles que tomei durante décadas. A boa notícia é que veio também a lista dos antidepressivos que funcionam”, afirmou.

De acordo com os especialistas ouvidos pelo VivaBem, os testes farmacogenéticos (nome do teste feito por Pontual) servem para determinar como os medicamentos se comportam em cada indivíduo a partir da análise do DNA. E servem para várias doenças como o câncer.

Wagner Gattaz, diretor do Laboratório de Neurociências do IPq-USP (Instituto de Psiquiatria da USP), explica que cerca de 20 a 30% dos pacientes com depressão não reagem adequadamente ao remédio e esse tipo de teste permite ao psiquiatra compreender o porquê disso acontecer.

O progresso da genômica permitiu que descobríssemos os genes das enzimas das células hepáticas responsáveis por metabolizar os medicamentos. Cerca de 75% das pessoas faz esse processo em uma velocidade normal, enquanto o restante ou metaboliza ultrarrápido ou lentamente”, fala Gattaz.

O paciente que metaboliza rapidamente tem uma enzima que faz com que o fígado trabalhe muito rápido aquela substância e o medicamento nem tem tempo para fazer efeito no corpo. Já os que metabolizam devagar, por sua vez, provocam acúmulo do medicamento no corpo, o que pode gerar efeitos colaterais sérios, como intoxicação.

Por isso, se o paciente tem a característica de destruir rapidamente um determinado antidepressivo, como era o caso de Pontual, a eficácia da droga será afetada. O teste, então, indica a característica de cada um e mostra quais são os remédios que o paciente tem chance de responder melhor e quais são os que ele terá uma intolerância.

Teste ou tentativa e erro?

Tanto Gattaz quanto o psiquiatra Fernando Portela, membro da ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), afirmam que o antidepressivo começa a fazer efeito a partir da segunda semana, sendo que, após quatro semanas, o paciente precisa já sentir melhora em alguns dos sintomas da depressão, como ansiedade, apatia, culpa, descontentamento, desesperança, irritabilidade, perda de apetite, fome excessiva e insônia.

Se o paciente não teve remissão dos sintomas nesse primeiro mês, cabe ao médico fazer uma avaliação para identificar se precisa trocar o medicamento”, fala Portela.

O membro da ABP explica que só indica o teste para pacientes que já tenham trocado de medicamentos pelo menos três vezes. “Normalmente um bom psiquiatra consegue avaliar e diagnosticar bem seu paciente. Mas há casos em que é preciso recorrer aos testes para entender por que ele não está respondendo a nenhuma droga”.

Já Gattaz é a favor de recorrer ao teste sempre que possível, já que o interesse do médico e do paciente é descobrir o quanto antes qual é o medicamento capaz de colocar “um fim no sofrimento gerado pela depressão”.

O entrave, no entanto, é o preço dos testes que variam de R$ 1.300 a R$ 3.990. Além de não estar incluso no SUS (Sistema Único de Saúde) também não consta no rol da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), ou seja, os planos de saúde não cobrem o exame. No entanto, segundo os psiquiatras ouvidos pelo VivaBem, alguns planos reembolsam parte do procedimento.

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– O novo perfil de funcionários repensado pelas empresas: a Personalidade acima da Habilidade?

As atuais carências observadas pelas empresas na contratação dos funcionários: job readiness.

Você está pronto para trabalhar? Muitas pessoas, não (e nunca estarão).

Sobre a necessidade de funcionários com mais personalidade no ambiente corporativo,

Extraído da Folha de São Paulo, edição de 28/01/2018, Caderno Mercado, pg A20

PERSONALIDADE SUPERA TÉCNICA NO TRABALHO

Empresas passam a dar mais importância para habilidades socioemocionais do que para conhecimentos específicos.

Por Érica Fraga

A relação entre a educação e o trabalho passa por uma espécie de crise existencial.

Ela é evidenciada por constantes revisões do perfil profissional buscado pelas empresas, que se torna cada vez menos técnico e mais focado em traços da personalidade, como persistência e facilidade de relacionamento.

Outro sintoma do distanciamento entre o universo acadêmico e o laboral é a elevada parcela de profissionais que termina em empregos fora de sua área de formação (leia texto na pág. A21).

Essas tendências –apontadas por duas pesquisas da FGV Clear – indica que o país pode estar desperdiçando recursos investidos na educação que, se fossem mais bem aplicados, talvez elevassem a baixa eficiência da economia.

Um dos estudos, feito pela instituição em parceria com o JPMorgan em 2017, mostra que 85% das empresas no Estado de São Paulo, nos setores de saúde, tecnologia e alimentos, reveem as necessidades de treinamento dos funcionários o tempo todo.

O percentual atinge 90% entre as grandes empresas.

O mundo do trabalho tem mudado muito, e as empresas não sabem bem o que querem. Vão na base da tentativa e do erro“, afirma o economista André Portela, um dos autores da pesquisa.

O esforço para adequar o perfil dos funcionários às rápidas mudanças tecnológicas esbarra em barreiras.

Quase 80% das 417 empresas entrevistadas pela FGV e pelo JPMorgan relataram enfrentar problemas para contratar empregados para vagas de perfil técnico, e 36% disseram que a dificuldade é alta.

PERSONALIDADE

As entrevistas feitas com as empresas mostram que conhecidas deficiências do ensino ajudam a explicar seu desencontro com o trabalhador. Indagadas, por exemplo, sobre as competências que dificultam as contratações, as empresas mencionaram questões que aludem à formação acadêmica.

No setor de alimentos, falta de conhecimento e escolaridade foram, respectivamente, a segunda e a quarta fragilidade mais citada.

As empresas de tecnologia e de saúde também listaram problemas como escassez de conteúdo técnico e falta do domínio da escrita.

Mas o que chamou a atenção dos pesquisadores foi que, nos três setores, competências mais próximas de traços da personalidade do que de conteúdos técnicos foram citadas pela maioria.

As empresas não reclamam tanto de habilidades técnicas, mas da chamada ‘job readiness’ [prontidão para o trabalho em tradução livre]”, afirma Portela.

Entre as carências mais comuns, foram mencionados pontos como “postura profissional”, “competências comportamentais”, “ética”, “falta de comprometimento” e “comunicação”.

Já entre as características imprescindíveis, “ser disciplinado e perseverante” e “trabalhar em grupo” foram mencionadas por quase a totalidade das empresas.

As habilidades socioemocionais apareceram na frente de “se comunicar em língua estrangeira” até nas respostas do setor de tecnologia, em que a demanda por profissionais com ensino superior técnico é bem mais alta do que nos outros dois.

A percepção da importância de característica como perseverança, autocontrole e facilidade de relacionamento aumenta à medida que pesquisas mostram que seu impacto no desempenho acadêmico e no sucesso na vida adulta é igual ou até maior do que a inteligência medida em testes cognitivos tradicionais.

Com isso, a demanda por profissionais com essas habilidades tem se tornado explícita. Foi o que percebeu o grupo Kroton Educacional ao analisar anúncios de vagas no portal que mantém para conectar seus graduandos com empregadores.

Nove entre os dez atributos mais demandados são traços de personalidade, como disposição para o aprendizado contínuo, responsabilidade e comprometimento.

– Caridade que não tem preço!

Elie Horn, o bilionário empreendedor brasileiro dono da Construtora Cyrela, judeu praticante e notoriamente conhecido como empresário de sucesso, disse à Robson Viturino, da Revista Época Negócios (Ed 24, pg 108), que quer doar metade da sua fortuna à Caridade. E na entrevista, uma frase me chamou a atenção:

A única moeda universal é o BEM. Esta não tem Banco Central. O resto fica aqui na terra

Parabéns. Dispensa qualquer comentário!

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– Como algumas escolas estão conseguindo vencer o bullying entre os alunos?

Sabemos que o bullying é uma triste realidade nas instituições de ensino do Brasil (e logicamente, em todos os setores da sociedade). E o que fazer para eliminá-lo definitivamente, a fim de que não cause efeitos tão nocivos como estão causando?

Extraído de: https://istoe.com.br/as-escolas-que-venceram-o-bullying/

AS ESCOLAS QUE VENCERAM O BULLYING

Na contramão da maior parte das instituições de ensino do País, que ainda não possuem práticas para coibir a discriminação, alguns colégios já adotam modelos bem-sucedidos para assegurar a boa convivência entre os alunos

Por Fabíola Perez

A imagem de um jovem cabisbaixo, isolado em um dos cantos do pátio, ou de uma criança acuada após ter sido vítima de provocações começa a se tornar rara em algumas escolas do País. Apesar de  numericamente ainda serem poucas, instituições de ensino têm desenvolvido metodologias específicas para combater a intimidação e se transformado em exemplos na batalha contra a discriminação e a propagação do ódio no ambiente escolar. O caminho não é simples, mas os resultados das iniciativas mostram que é possível coibir a prática.

“Os programas anti-bullying vão desde grupos
de jovens que aprendem a auxiliar as vítimas até
palestras para capacitar pais e professores”

Um desses colégios é o Bandeirantes, um dos mais tradicionais de São Paulo. Lá, as estudantes Mariana Avelar, 14 anos, e Isabela Cristante, de 12, fazem parte dos grupos de ajuda do Programa de Combate ao Bullying. Elas foram escolhidas pelos demais alunos para participar de dois dias de capacitação com uma equipe de professores universitários e psicólogos.

Por meio de situações hipotéticas, o treinamento deixou claro o que é bullying e como elas deveriam agir em diferentes casos. “As pessoas mais isoladas são aquelas com gostos diferentes da maioria. Tentamos nos aproximar até que o colega se sinta confiante para conversar”, diz Mariana, estudante do 9º ano. “Aprendemos que, às vezes, o problema é maior do que parece, e precisamos levá-lo aos orientadores”, conta Isabela, da 6ª série. Os estudantes também conversam com quem presencia ou pratica o bullying. “O agressor se conscientiza mais rapidamente” , afirma Isabela.

Com pulseiras para identificação, os participantes percorrem a escola auxiliando nos casos em que percebem o isolamento. A estratégia está funcionando. “Observamos a redução de casos”, afirma Marina Schwarz, orientadora da escola. “Hoje temos mais acesso aos episódios de provocação, que normalmente ocorrem por trás das autoridades.”

Outro colégio que adotou medidas para coibir o bullying é o Soka, também de São Paulo. Há dois anos, a escola organiza palestras com advogados e psicólogos. “Conversamos com os pais sobre a responsabilidade deles em verificar os celulares dos filhos. É preciso identificar se há indícios de bullying nas conversas em grupos de redes sociais”, afirma o diretor James Jun Yamauti.

A instituição também capacitou orientadores para dar assistência a alunos que chegam de outras escolas. “Trabalhamos com jovens que tiveram dificuldade de adaptação para que tenham um entrosamento melhor”, afirma Edna Zeferino Menezes, assistente de orientação educacional. Na sexta-feira 27, a escola deu início à semana do “Preconceito Não”, com palestras sobre direitos da população negra, questões de gênero e indígenas e a trajetória da população LGBT. “A ideia é que os alunos reflitam sobre questões que interferem diretamente no bullying e identifiquem se já vivenciaram situações semelhantes”, explica Yamauti. “Os constrangimentos diminuíram bastante. Se uma brincadeira passa dos limites, deixa de ser brincadeira”, afirma Igor Seiji Ando Bomfim, 15 anos, que relata ter ajudado colegas que sofreram discriminação.

DESCONTROLE

Em um momento no qual o tema vem à tona mais uma vez após o bullying ter sido apontado pela polícia como um dos fatores que levaram um adolescente de 14 anos a atirar contra colegas em uma escola de Goiânia na sexta-feira 20, é fundamental que iniciativas como essas deixem de ser fatos isolados.

Os colégios devem começar a colocar em prática ações determinadas pela lei contra os atos de perseguição, em vigor desde abril do ano passado. Uma delas é a produção de relatórios bimestrais com eventuais casos. “O bullying não é controlado pelas autoridades pela falta de dados, o que dificulta o diagnóstico da extensão do problema”, afirma advogada Ana Paula Siqueira Lazzareschi, especialista em direito digital. Outro aspecto importante é que, além do suporte à vítima, as instituições devem oferecer assistência ao agressor.

A ocorrência ainda diária das intimidações mostra, no entanto, um descompasso muito grande entre o que faz a maioria das escolas e o que manda a legislação. Casos extremos, como o de Goiânia, evidenciam, porém, a urgência na adoção de medidas efetivas. “O bullying não pode ter sua gravidade subestimada e ser tratado como uma brincadeira de criança”, diz a advogada Ana Paula. “A cultura da vingança ainda é muito presente  na sociedade e é esse desejo que está por trás do comportamento do agressor”, diz.

Terminando em tragédias ou não, casos de bullying têm efeitos indeléveis para a vítima, o agressor e toda a escola. “Ocasionam rachas nas salas de aula, colocam metade dos alunos contra o agressor e a outra parte a favor da vítima”, diz Ana Paula. Por isso, os programas de combate a práticas tão cruéis são fundamentais para reverter o aumento da intolerância em ambientes de aprendizado. Não de destruição.

DISPOSIÇÃO PARA AJUDAR

Satisfação em ver os colegas enturmados é o que move as alunas Mariana Avelar e Isabela Cristante, do 9º e do 6º ano, respectivamente, do Bandeirantes, em São Paulo. Há um ano, elas foram escolhidas para fazer um treinamento de capacitação e saber como atuar em casos de bullying. Desde então, as estudantes percorrem os espaços da escola e sempre que percebem situações de isolamento ou provocação se aproximam da vítima ou dos que testemunharam a ação. “Saber que consegui ajudar é muito bom”, diz Isabela.

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– O conceito de fidelidade de Zezé di Camargo

Há 1 ano… mas poderia ser bem atual. O conceito é que choca! Abaixo:

Puxa, só hoje li a entrevista do Mirosmar “Zezé” Camargo, o cantor que faz dupla com Luciano, à Revista Veja.

Confesso que não gosto muito dele nem do seu estilo musical (de música sertaneja, só se for caipira de verdade). Mas, claro, respeito e reconheço o talento do compositor.

Me surpreendo pela falta de bom senso do artista sobre assuntos particulares. Expor publicamente os problemas com a ex-esposa é deselegante. Pior ainda é assumir os erros dizendo-se certo.

Na publicação, esnobou ao dizer que ele e Zilu, sua ex-mulher, eram pobres mas só saíram da pobreza graças ao seu trabalho unicamente. Disse que saÍa com as fãs após os shows (e… é isso mesmo que você pensou), mas voltava sempre para a casa (e isso não é infidelidade no conceito dele). Que colocou um detetive para acompanhar sua atual namorada e, o mais incrível, que errou por brigar com o garçon de uma casa de prostituição onde levou a parceira para jantar, já que achou o champagne caro. Sim, admitiu que errou, mas o erro dele foi a briga pelo preço da bebida (não o local romântico onde “brilhantemente” resolveu levar a namorada).

A proporção de talento que possui é a mesma da insensibilidade…

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– A precaução contra o Assédio está extrapolando ou não?

Toda forma de assédio, moral ou sexual, deve ser banida das empresas. Entretanto, há os exageros de quem vê em tudo um motivo para reclamar.

Digo isso pois leio na Revista Veja desta semana (ed 10/01/2018, pg 69) algumas medidas que as empresas brasileiras estão tomando como precaução.

Veja se você concorda:

1- A rede Dr Consulta baniu entre seus colaboradores a saudação / cumprimento através de beijos no rosto ou abraços.

2- A Intel proibiu que se toque em outra pessoa quando você conversa com ela. O exemplo mais claro é o sujeito que encosta em você para conversar de maneira quase que “pegajosa.

3- O Sesi orienta para que homens evitem elogios às roupas, forma física e perfumes de mulheres, devido a dificuldade entre o espontâneo e a intenção disfarçada.

4- Via WEB – Não se despedir em mensagens de e-mails com “Beijos”, a fim de não ampliar uma intimidade indesejada. Encerre a mensagem escrita com “obrigado” ou “abraços”.

5- Reuniões a portas fechadas: a um professor, por exemplo, nesses novos tempos, nunca deve se reunir com um aluno individualmente em uma sala fechada.

Será que a ordem natural hoje é achar que todos os homens são tarados? A mim, particularmente, tal excesso parece ofensivo.

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– Islândia e as leis trabalhistas igualando salários de homens e mulheres.

Que sirva de exemplo: a pequena Islândia é um dos poucos países onde a lei igualitária salarial para homens e mulheres funciona. Mais do que isso: os islandeses podem se gabar do reconhecimento de que lá é o melhor lugar do mundo para o sexo feminino viver.

O Brasil?

Na lista de 144 países de respeito às mulheres, é apenas o 90o.

Abaixo, extraído de: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2018/01/03/Como-a-Islândia-tornou-se-o-primeiro-pa%C3%ADs-a-proibir-salários-menores-para-mulheres

COMO A ISLÂNDIA TORNOU-SE O PRIMEIRO PAÍS A PROIBIR SALÁRIOS MENORES PARA MULHERES

A Islândia se tornou o primeiro país do mundo a tornar ilegal e punir com multas quem paga um salário maior para um homem, em relação a uma mulher, quando eles ocupam o mesmo cargo. A lei contra a discriminação salarial entrou em vigor no dia 1º de janeiro de 2018.

A nova legislação exige que empresas e agências do governo com mais de 25 empregados obtenham um certificado garantindo que adotam políticas de igualdade salarial. Aquelas que não conseguirem demonstrar isso serão multadas. O valor da multa será definido caso a caso, mas pode chegar a 50 mil coroas islandesas (cerca de R$ 1.500) por dia de descumprimento.

“Direitos iguais são direitos humanos. Precisamos garantir que homens e mulheres tenham oportunidades iguais no local de trabalho. É nossa responsabilidade tomar as medidas necessárias para garantir isso”, disse o ministro da Igualdade e Assuntos Sociais da Islândia, Thorsteinn Viglundsson, quando a lei foi anunciada, no início de 2017.

A Islândia, país europeu com população de cerca de 320 mil pessoas, é considerada o melhor país do mundo para mulheres devido à adoção de políticas de igualdade de gênero. Mesmo assim, as estimativas do governo indicavam que, em 2015, na média, mulheres ainda recebiam 30% a menos que homens.

É possível explicar essa diferença salarial entre homens e mulheres por fatores não relacionados a gênero: desempenhando a mesma função, pessoas com idades diferentes, diferentes níveis de escolaridade, anos de carreira ou atribuições podem apresentar diferenças salariais significativas.

Quando levados em conta todos esses fatores – ou seja, quando a comparação se dá entre homens e mulheres de perfil muito semelhante -, ainda assim as mulheres ganhavam 5,7% a menos que homens. Esse é o percentual de diferença salarial real em 2013, na Islândia, de acordo com relatório da Comissão Europeia. Essa diferença só pode ser explicada por discriminação de gênero.

COMO FUNCIONA A NOVA LEI

A Islândia já tem leis que visam garantir igualdade salarial entre homens e mulheres. A primeira legislação nesse sentido foi aprovada em 1961, de acordo com a Associação de Direitos das Mulheres da Islândia. À época, esperava-se que salários iguais fossem atingidos em apenas seis anos, já em 1967. Como isso não ocorreu, uma nova regra com o mesmo intuito foi aprovada em 1976. Em 2008, o Parlamento islandês aprovou novamente uma regra semelhante.

O que a nova legislação faz, então, não é exatamente exigir que os salários sejam os mesmos, mas que as empresas provem que os salários são os mesmos. A nova regra foi aprovada em 1º de junho de 2017 e passou a valer em 2018, com prazos diferentes para cumprimento, dependendo do tamanho da empresa. Companhias com mais de 250 funcionários, por exemplo, precisam se adequar até o final de 2018. Já firmas com menos de 90 funcionários têm até 2021 para se adaptar.

O MELHOR PAÍS PARA SER MULHER

A nova regra reforça a posição da Islândia como o “melhor país do mundo para ser mulher”. Desde o ano 2000, o país ocupa o topo do ranking de igualdade de gênero do Fórum Econômico Mundial, que considera economia, educação, saúde e empoderamento político. Em 2017, o Brasil estava na 90ª posição (dos 144 países na lista).

A luta pela igualdade na Islândia foi marcada por uma greve geral de mulheres realizada em 24 de outubro de 1975, quando 90% delas paralisaram todas as suas atividades, de empregos formais a atividades não remuneradas como tarefas domésticas, cuidados com crianças e até cozinhar. Depois disso, as mulheres da Islândia voltaram a paralisar suas atividades em protesto outras quatro vezes. Normalmente, elas deixam o trabalho à tarde, marcando a hora em que, devido à diferença salarial, as mulheres passam a trabalhar de “graça” no país.

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– O ano começou no futebol. E o Didico?

Adriano Imperador é chamado pelos amigos de comunidade carinhosamente por Didico. Confesso: atacante forte, matador e decisivo como ele, há tempos o Brasil não possui. E Adriano, ao permanecer com sua vida passando e a grana acabando, prefere ser mais Didico do que Imperador.

Um talento desperdiçado, não tenha dúvidas, pois se estivesse se cuidando, teria sido titular absoluto em 2014 na Copa do Mundo (e quem sabe não estaria até hoje vestindo a Amarelinha).

Escrevo isso pois leio pela enésima vez que o Flamengo abrirá as portas do seu Departamento Médico para Adriano se tratar de uma lesão e, quem sabe voltar ao Mengão!

Ah se o Adriano tivesse aceitado os conselhos de gente mais comportada do que ele… Muitos dizem que o final dele será como o de Maneira Garrincha. Discordo, está muito mais (pelos lógicos fatos) a Jorge Mendonça.

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– O inferno do começo de ano nas favelas da Rocinha e Jacarezinho

Viram as imagens dos tiroteios de ontem nas comunidades cariocas?

Que inferno deve ser viver por lá!

O Jornal Nacional mostrou cenas de trocas de tiros, gravadas por um coitado que precisava descer o morro para levar a sua mulher grávida de 9 meses a um hospital (e que não conseguia).

As tomadas aéreas mostraram o quão gigantescas são essas favelas, sem nenhuma condição digna de cidadania (em especial, os problemas relatados na reportagem em Jacarezinho e Rocinha). Pessoas vivendo com o medo da violência, dominadas pelo tráfico, em um emaranhado de fios e de casebres sobrepostos um aos outros, sem atendimento médico ou escola.

E o que as autoridades públicas têm feito DE VERDADE para resolver o problema dessa gente sofrida?

Nada de eficaz.

Coitado do trabalhador humilde e pobre que tem que passar por esses perrengues da vida…

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– Você sofre de Nomofobia?

Li e compartilho: o medo de ficar sem acesso ao telefone celular se tornou uma das fobias mais comuns desse século, mostrando que a dependência aos smartphones é não só uma necessidade, mas um vício.

A esse mal se dá o nome de NOMOFOBIA, que significa “estar sem um comunicador móvel” (ou “no mobile” em inglês).

Tô achando que conheço muita gente que sofre dessa fobia…

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– Bonecas transgênero distribuídas para crianças carentes!

O mundo parece que vai acabar mesmo, não? Olha que absurdo a sexualização precoce de crianças: bonecas com carinha de menina mas com “pipi” são doadas às crianças carentes.

Por quê não fazer da boneca uma bonequinha infantil de verdade? A troco de quê acrescentar o pênis?

Extraído de Estadão.com: http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,bonecas-trans-distribuidas-para-criancas-carentes-causam-polemica-em-goias,70002121660

BONECAS DA POLÊMICA

Bonecas distribuídas a crianças carentes em Goiás causaram polêmica nas redes sociais e também entre políticos do Estado. É que os brinquedos, entregues pela Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) – uma entidade de assistência social do governo do Estado – têm órgão genital masculino, vestem roupa rosa e têm a boca rosada, o que faz parecer que as bonecas estão usando batom.

Na cidade de Jataí, no sul de Goiás, 1,6 mil caixas com os brinquedos não puderam nem ser abertas. Vereadores enviaram um ofício à prefeitura da cidade, que impediu a entrega dos brinquedos às crianças. “Ficamos indignados com este tipo de apologia, por se tratar de material distribuído a crianças”, disse o vereador Gildenício Santos (PMDB). Em Anápolis, vereadores da Câmara Municipal assinaram uma nota de repúdio proposta pelo vereador Lélio Alvarenga (PSC).

Um homem de Novo Gama, que não se identificou, postou um vídeo na internet reclamando do brinquedo. “Esta é a boneca que o Governo de Goiás está dando. Dá pra ver: menina, de batom, usando rosa… Mas aí você vai tirar a roupa para sua filha brincar… Tem cabimento? Prefeitura de Novo Gama distribuindo um negócio destes!”, questiona, mostrando o pênis da boneca.

Em contrapartida, houve quem não se incomodasse e até mesmo criticou a polêmica. “Isso não é um bicho de sete cabeças, tenho filho e caso ele ganhasse uma boneca dessa eu aproveitaria para ensiná-lo. Quem não gostar não pegue, deixe para os outros. Deixa o governador fazer algo”, afirmou Valdymilla Andrade.

A opinião é compartilhada por Dianna Kelly, de Cidade Ocidental. “Doa pra minha filha, que ela quer. Eu não só sou capaz de dar a boneca a ela, como daria a bola o carrinho e qualquer outro brinquedo que tivesse lá, porque brinquedo é brinquedo, a maldade está na mente dessas pessoas. Tenho muita dó de crianças criadas por pessoas preconceituosas”.

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– O País que gosta de se gabar do “Jeitinho” vale a pena?

Me revolto com a história de querer levar vantagem em tudo. O tal do “jeitinho brasileiro”, a “LEI DE GÉRSON” ou de qualquer outra coisa que o valha são nefastas e deviam ser desincentivadas.

Gostei desse pensamento que compartilho:

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