– A Covardia da Distribuição de Remédios Falsos

É para chorar de tanta tristeza. O texto mostra com clareza a maldade humana: sobre a distribuição de remédios falsos aos pobres da África!

Extraído de:

https://www.istoedinheiro.com.br/medicamentos-falsos-um-negocio-rentavel-e-mortal-na-africa/

MEDICAMENTOS FALSOS, UM NEGÓCIO RENTÁVEL E MORTAL NA ÁFRICA

A África se tornou um centro neurálgico para os traficantes de medicamentos, de vacinas a antirretrovirais, um negócio muito lucrativo mas que provoca centenas de milhares de vítimas.

O volume de negócios gerado por produtos médicos falsos é estimado em ao menos 10% ou 15% do mercado farmacêutico mundial. 

Um valor que poderia chegar a 200 bilhões de dólares, segundo dados do Fórum Econômico Mundial (WEF), um número que quase triplicou nos últimos cinco anos.

“Para vender medicamentos falsos é preciso ter clientela. E no continente africano há muito mais doentes pobres que no resto do mundo”, explica à AFP o professor francês Marc Gentilini, especialista em doenças infecciosas e tropicais e ex-presidente da Cruz Vermelha francesa.

Segundo ele, as vacinas que há alguns anos foram distribuídas no Níger para frear uma epidemia de meningite — uma doença que a cada ano mata milhares de pessoas neste país pobre da região do Sahel — eram falsas.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que um de cada dez medicamentos no mundo é falso, um número que pode alcançar sete em cada dez em alguns países, em particular africanos.

O tráfico está às vezes nas mãos de autoridades corruptas da saúde pública, que compram produtos falsos a bons preços na China e Índia, os principais fabricantes, e depois os revendem.

Ao menos 100.000 pessoas morrem a cada ano na África por utilizar medicamentos falsos, segundo a OMS.

Só em 2013, 122.000 crianças de menos de cinco anos morreram nos países da África subsaariana por tomarem medicamentos falsos contra a malária, segundo o American Journal of Tropical Medecine and Hygiene.

“É um crime duplo, de saúde e social, porque matam doentes e doentes pobres”, afirma Gentilini.

– Mais rentáveis que a droga –

Em agosto de 2017, a Interpol anunciou o confisco de 420 toneladas de produtos médicos de contrabando em uma macro-operação em sete países (Benim, Burkina Faso, Costa do Marfim, Mali, Níger, Nigéria e Togo). 

“O negócio da falsificação de medicamentos é o primeiro na lista dos tráficos ilícitos”, explica Geoffroy Bessaud, diretor da coordenação antifalsificação do grupo farmacêutico francês Sanofi. 

Segundo o WEF, este negócio gera mais lucros que o tráfico de maconha.

“Um investimento de mil dólares pode gerar até 500.000 dólares, enquanto o mesmo investimento no tráfico de heroína ou de moedas falsas gera 20.000 dólares”, acrescenta.

– “Temos de tudo!”-

Em maio de 2017, as autoridades da Costa de Marfim incineraram 40 toneladas de medicamentos falsos confiscados em um bairro de Abidjan, onde está instalado o maior mercado de medicamentos ao ar livre do oeste da África, que representa 30% das vendas de medicamentos no país.

Ao entrar no “Roxy”, o apelido deste mercado clandestino, a primeira coisa que se ouve são as vendedoras assegurando que têm “de tudo”.

“Muitas pessoas vêm com suas receitas médicas para comprar aqui, e também os proprietários de clínicas privadas”, explica Fatim, uma vendedora, sentada em frente a uma enorme bacia cheia de produtos farmacêuticos.

Embora se negue a dizer de onde procedem, assegura que as vendedoras têm um “sindicato” e que se reúnem para “regular” o mercado. 

“Os policiais nos incomodam, mas eles mesmos vêm comprar medicamentos”, explica Mariam, outra vendedora.

Na Costa do Marfim, a primeira economia da África francófona, o setor farmacêutico legal sofre a cada ano perdas de entre 40 e 50 bilhões de francos CFA (entre 60 e 76 milhões de euros), segundo dados do Colégio de farmacêuticos do país.

Diferentemente do tráfico de estupefacientes, a falsificação de medicamentos só é considerada um delito contra a propriedade intelectual, de modo que atrai muitos traficantes.

Enquanto grandes grupos, como o Sanofi, lutam contra o fenômeno – 27 laboratórios clandestinos foram desmantelados em 2016 -, os países pobres não têm meios suficientes para isso.

Os governos africanos têm outras muitas preocupações e “não podem pôr agentes alfandegários e policiais para lançar um contra-ataque eficaz”, ressalta Gentilini, chefe de serviço no hospital Pitié Salpêtrière de Paris.

bomba.jpg
Caminhão de medicamentos ilegais é descarregado em Abidjan, em 10 de março de 2017 – AFP/Arquivos

– A Lei que proíbe descartáveis em São Paulo é a ideal? Onde entrou a preocupação com a Educação?

Foi sancionada a Lei da Proibição dos Descartáveis na Capital Paulista, onde além dos canudos plásticos, também copos, talheres e pratinhos estarão proibidos, dentre outras coisas

Concordo com as causas ambientais, defendo o meio-ambiente, mas… será que não seria a melhor opção a Educação somada com a Coleta Seletiva?

Temo muito quando leio “proibição” e “lançamento de produtos alternativos”. O medo é que alguém possa estar faturando em cima, ao invés da real preocupação ecológica.

Mas o que vale discutir é: será que a medida ideal é essa? Imagine o custo em buffets, restaurantes e outros estabelecimentos com água e detergente (e que deverá ser repassado, irremediavelmente). Aliás, não estaríamos discutindo a troca de um tipo de poluição (plásticos) por desperdício de água e poluentes químicos, ao invés de investir na Conscientização e Educação Ambiental?

Os valores financeiros gastos serão infinitamente menores se forem investidos em formação desde já e nos alertas para a necessidade dos descartes corretos de produtos de materiais recicláveis. Afinal, as crianças são as herdeiras do planeta e, como sabemos, os recursos naturais escassos. Nada disso seria necessário se todos fizessem sua parte…

Resultado de imagem para lei dos plasticos

 

– Marrentos Precoces do Futebol

Escrito em 2013, republicado hoje por ser oportuno! Abaixo:

SÓ TEM ROMÁRIO?

Fico boquiaberto com a marra de alguns dos garotos da Copa SP. Muitos atletas de time grande “acham que jogam muito”, fazem “caras e bocas” para a TV, e, pior: dão trabalho para a arbitragem.

Não estou generalizando, mas é uma constatação verdadeira: o que tem de Sub19 querendo colocar o dedo na fuça dos árbitros, é impressionante! E o pior é que alguns juízes aceitam tal comportamento.

Corroboro o que meu sábio pai comentou sobre tal fato:

“– se hoje essa molecada se comporta desse jeito, imagine daqui a 3 anos, com dinheiro e fama?“

Penso que, além de profissionais do futebol como treinadores e preparadores físicos, esses garotos precisam também de psicólogos, orientadores vocacionais e educadores. Afinal, essa idade é um passo delicado na vida deles.

Em tempo: Romário, o craque brasileiro que fazia da pequena área sua diversão, era muito marrento. Mas um marrento para o adversário, pois nunca vi ato de indisciplina do Baixinho contra árbitro algum (aliás, tenho vários testemunhos de árbitros que apitaram o Vasco e se impressionaram como Romário só queria jogar bola, mesmo famoso como já era).

– A regra é diferente, mas não importa!

Não é nenhum estudo de caso das Leis do Jogo, mas apenas compartilho para observação e aplausos ilimitados:

– Na Turquia, em um campo adaptado e regras diferentes, tivemos uma partida entre AMPUTADOS!

Assista o vídeo e tente não se impressionar. É impossível não admirar esses atletas e a sua superação. Abaixo:

 

– Regras da Vida: 3 sábias dicas!

Como discordar dessa imagem, que nos dá 3 ótimos conselhos?

Confira: 

Imagem: recebida por WhatsApp, autoria desconhecida na Web

– De cristão, a pessoa que atacou a sede do “Porta dos Fundos” pelo filme irônico a Jesus Cristo não tem nada.

Eduardo Fauzi Richard Cerquise, procurado pela Polícia pelo atentado contra o grupo humorístico “Porta dos Fundos” (jogou uma bomba na sede da produtora da trupe), gravou um vídeo chamamdo seus integrantes de “bandidos” e “intolerantes“.

Crê-se que o foragido faça parte dos Integralistas, grupo marcante do século passado que se notarizou pelo extremismo ao patriotismo e a defesa de determinados valores. Em certo momento da história, esse movimento foi relacionado ao Nazismo. Entretanto, os Integralistas do Século XXI (eles ainda existem) negam que ele seja um deles.

O certo é: Eduardo não pode ser chamado de “cristão revoltado com o filme ofensivo ao Cristianismo“. Afinal, todo católico lembra que Jesus orientou, quando questionado por São Pedro, a perdoar “70 vezes 7” (que simbolicamente significa SEMPRE).

Para o cristão, deve-se “dar a outra face”, ou a “César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. NUNCA revidar, vingar ou maldizer.

Também eu detestei esse inoportuno filme que faz chacota ao Nosso Senhor Jesus Cristo. Mas, no Estado Democrático que vivemos, nos resta a criticar, boicotar a exibição e opinar. Praticar a violência nos equipara a quem foi violento espiritualmente conosco e nos tira o direito de sermos chamados de “cristãos”.

– A vitória de Kandie sobre Kiplimo pode ser uma Lição de Vida!

Kibiwott Kandie, do Quênia, ultrapassou Jacob Kiplimo, de Uganda, nos metros finais (quase que “centímetros derradeiros”) da Corrida Internacional de São Silvestre e ganhou a prova. Somente quem assistiu a chegada pode entender o que aconteceu: o líder da prova era o número 3, Jacob, que chegou à Avenida Paulista praticamente vencedor. Manteve seu ritmo seguido a uma boa distância do segundo colocado no momento, o número 71, Kibwoot.

A narração da TV já estava preparada para gritar a vitória do atleta ugandês, e, de repente, sabe-se-lá-Deus-de-onde, o queniano deu uma acelerada e ultrapassou o provável campeão justamente quando iria atravessar a linha de chegada (o momento da ultrapassagem foi captado pela ótima imagem abaixo). SENSACIONAL!

Quantas vezes nós estamos trabalhando para galgar importantes situações e nos deparamos com surpresas (nem sempre agradáveis). E não estamos falando de pessoas em zona de conforto, o exemplo é de homens e mulheres esforçados, merecedores de conquistas e, num piscar de olhos, perdem a oportunidade – por um descuido ou simplesmente por alguém melhor (identicamente ao ocorrido hoje).

Enfim: se na labuta já se perde grande chances na vida, imagine quando estamos acomodados…

rib3342_1Gn0Mnk

Foto: Marcos Ribolli/GloboEsporte.com

– “Disturbed Gaming”: nossos jovens podem ser as vítimas, pois o Distúrbio de Games é uma doença, segundo a OMS

Males dos tempos modernos: sabe aquela vontade incrível de ficar diante do equipamento eletrônico, jogando vídeo-game, por exemplo?

A isso se dá o nome de Disturbed Gaming e passou a ser considerado um vício muito preocupante, segundo a Organização Mundial da Saúde.

Muito interessante, abaixo:

Extraído de: https://neurosaber.com.br/vicio-em-games-agora-e-considerado-disturbio-mental-pela-oms/

VÍCIO EM GAMES AGORA É CONSIDERADO DISTÚRBIO MENTAL PELA OMS

O que antes era considerado um hábito normal, agora é reconhecido como um distúrbio mental, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, a OMS. Pela primeira vez, o órgão vai considerar o vício em jogos uma doença.

A 11ª Classificação Internacional de Doenças (CID) incluirá o “distúrbio de games” como uma condição que consiste em uma pessoa cuja frequência em jogos provoque uma visível mudança comportamental, ocasionando na preferência por games em detrimento de outras atividades.

Importante lembrar que antes de a OMS decidir pela inclusão do vício em jogos na CID, outros países já haviam acendido o sinal amarelo para que tal predileção excessiva pelos games se tornasse um assunto de saúde pública. Um exemplo a ser citado é o Reino Unido, que já conta com clínicas de reabilitação em pacientes com esse distúrbio.

MAS COMO SABER SE A PESSOA É VICIADA, DE ACORDO COM OS CRITÉRIOS DA OMS?

É preciso ter muita cautela em relação a isso para não haver equívocos. O documento vai sugerir que comportamentos ligados ao vício em jogos devem ser observados em um período de 12 meses ou mais para que seja dado o diagnóstico. No entanto, as novas recomendações da CID podem diminuir esse prazo, caso os sintomas apresentados pela pessoa sejam muito graves.

QUAIS SÃO OS POSSÍVEIS SINTOMAS DO DISTÚRBIO EM GAMES?

– Dar prioridade aos jogos eletrônicos em vez de outras atividades, como se reunir com amigos, ir a uma festa, praticar esportes;
– Perder a noção da frequência e intensidade diária que é depositada nos games;
– Persistir no hábito de jogar mesmo com sinais de que tal atitude pode piorar a dependência e o convívio com familiares e amigos;
– Trocar a companhia de pessoas pelos jogos.

O QUE PROFISSIONAIS TÊM A DIZER?

O especialista em vícios em tecnologia, Richard Graham, do Hospital Nightingale, em Londres, afirma que há benefícios em tal decisão. Ele chama a atenção para o fato de tal reconhecimento mostrar que esse comportamento precisa ser levado a sério. Graham salienta também que a inclusão do distúrbio na CID favorecerá a ampliação de serviços especializados para tratar os casos que serão levados aos consultórios.

No entanto, o especialista alerta para que pais e responsáveis saibam ponderar na hora de observar a atitude de seus filhos, ou seja, analisar com cautela para saber diferenciar um vício de uma eventual empolgação pelos eletrônicos. Para Graham, uma maneira de discernir um do outro (e diagnosticar) é fazer a seguinte pergunta: “o vício está dominando o estado real neurológico, o pensamento e as preocupações?”.

A TECNOLOGIA É UMA AMEAÇA?

Não, de forma alguma. A tecnologia veio para agregar e nos auxiliar, sobretudo as crianças. Uma pesquisa realizada na Universidade de Oxford mostra que apesar de as crianças ficarem muito tempo ligadas aos eletrônicos, isso não significa um vício, propriamente dito.

De qualquer maneira, é preciso estabelecer um limite para seu filho, separando o momento dos jogos eletrônicos, dos deveres da escola, das brincadeiras em grupo, entre outras atividades.

bomba.jpg

– Somos influenciáveis?

Sim, somos influenciáveis; uns poucos, outros muitos. E por quê ou por quem nos influenciamos?

A resposta pode vir de uma reflexão bacana, trazida em tuíte do Papa Francisco:

“Se os bens materiais e o dinheiro tornam-se o centro da vida, eles apoderam-se de nós e nos escravizam”.

E então: o que tem sido o centro de sua vida?

Resultado de imagem para influenciaveis

– Da Carreira Corporativa à comparação com a Copa do Mundo de Futebol: a Inteligência Emocional a serviço dos profissionais que buscam equilíbrio!

Esse ótimo texto que compartilho foi redigido dias após a estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo Rússia 2018: como um jogo de futebol pode imitar a rotina diária das pessoas no processo de Gestão Emocional.

Extraído de: https://exame.abril.com.br/carreira/o-que-ameaca-vitoria-do-brasil-na-copa-tambem-e-perigo-para-sua-carreira/amp/

O QUE AMEAÇA VITÓRIA DO BRASIL NA COPA TAMBÉM É PERIGO PARA SUA CARREIRA

Será que o hexa vem desta vez? Especialistas falam sobre a habilidade crucial dos profissionais que vencem nos pênaltis

Por Luísa Granato

Após uma estreia morna na Copa do Mundo, o torcedor brasileiro agora se preocupa: será que o hexa vem mesmo? A falta de acertos da seleção no jogo contra a Suíça, segundo o técnico Tite, aconteceu pelo abalo do emocional da equipe, que estava “ansiosa”.

Gestão emocional é um desafio antigo para jogadores. Além do doloroso resultado de 7×1 no jogo contra a Alemanha em 2014, os brasileiros sempre se lembrarão da instabilidade que sua seleção mostrou em campo durante a goleada.

A falta de inteligência emocional da equipe brasileira não é uma ameaça apenas ao sonho do hexa. Assim como os atletas, todo profissional deveria estar atento ao problema se deseja ser bem sucedido.

Segundo livro “Inteligência Emocional 2.0”, dos especialistas Travis Bradberry e Jean Greaves, cofundadores da TalentSmart, sucesso e inteligência emocional andam lado a lado. Em pesquisa, os autores verificaram que 90% dos colaboradores de alto desempenho têm essa inteligência elevada.

Na prática, o diferencial desses profissionais é conseguir dar o seu melhor e também influenciar outros se superarem, mesmo em momentos de estresse, segundo explica Paulo Vieira, master coach e fundador da Febracis. “Isso acontece pela alta capacidade de se conectar consigo mesmo e com as pessoas ao redor”, diz.

Segundo a psicóloga Elaine Di Sarno, a pressão e emoções durante um jogo de futebol são naturais – ainda mais para os brasileiros. No entanto, é preciso trabalhar uma estratégia para se fortalecer e conseguir contornar as dificuldades.

“Aqui entra o autoconhecimento para saber como você lida com a pressão e ter estratégias para não ceder a ela. Você entra em campo sabendo que pode tomar um gol, assim como podem ocorrer contratempos no trabalho”, afirma ela.

O fundador da Febracis lembra que a vitória depende do equilíbrio entre a superioridade das habilidades técnicas e emocionais. “Não vale nada ter um gênio do futebol, mas que briga com todo mundo, desobedece o técnico e não passa a bola”, fala.

Quanto a isso, ele acredita que a seleção desta Copa é superior à da edição de 2014. Vieira vê maior equilíbrio e maturidade dos atletas, que carregam experiências em grandes times europeus e não colocam o ego em jogo, facilitando seu entrosamento.

SELEÇÃO TEM UM “CEO” MAS NÃO TEM “GERENTE” EM CAMPO

Mesmo o time próximo à perfeição, o perigo ainda paira pela falta de um elemento chave para guiar as emoções em campo: uma super liderança.

O técnico brasileiro decidiu fazer o rodízio do posto de capitão do time. A tática pode motivar os jogadores ao colocar a responsabilidade sobre o grupo. Porém, para os especialistas, a mudança de liderança impacta diretamente na consistência dos resultados de uma equipe.

“O Tite é um líder extraordinário. Mas, como técnico, ele seria o CEO da empresa. Para que os funcionários deem seu melhor, eles não falam direto com o presidente, mas com o gerente. No momento, falta isso para o time”, diz Vieira.

Sob pressão, o papel do líder é manter o foco na meta final. Uma parte do jogo é marcar pontos, porém é preciso frieza para enxergar a estratégia que leva o time ao principal objetivo: vencer a partida.

“O Brasil precisa de alguém com alta inteligência emocional para a liderança. Além de craques, o time precisa de alguém determinado, rápido nas decisões, sem vaidade e que dê confiança para o resto dos jogadores”, fala o especialista.

A cada jogo só aumenta a pressão. Segundo Vieira, a boa liderança depende do que pede a situação: “os melhores líderes aparecem sob demanda”. Para a Copa, seria bom que ele tomasse o posto logo.

100% VOCÊ

Uma das falhas da seleção é relacionada à competência da inteligência emocional  que é vinculada à conexão com o outro. A outra, com o autoconhecimento e a autoestima.

Quanto mais alto o cargo, maior é a demanda por resultados de alta qualidade. No mundo do futebol, a Copa do Mundo é o ápice. O mundo está observando e os torcedores estão de olho em cada erro. Mesmo estando entre os melhores do mundo, uma falta de preparo emocional pode levar à autossabotagem.

“Um termo popular para isso é Síndrome de Impostor, quando o profissional começar a duvidar que merece a posição que ocupa. Sempre existe a chance do erro, mas é necessário trabalhar a confiança em suas capacidades”, explica a psicóloga.

Essa insegurança leva o profissional a cometer erros básicos, que normalmente não aconteceriam. “No final, o que nos move não é nossa razão, mas a emoção”, diz o Master Coach.

Como evitar a crise que pode acometer até os melhores entre os melhores? Os dois especialistas concordam que a chave é estar em sincronia com si próprio.

Se o estresse faz parte do jogo e a emoção faz parte de todos nós, nenhum profissional – ou jogador – pode ignorar o preparo emocional. Esse trabalho deve ser feito com antecedência, usando experiências e erros passados para refletir não apenas em como melhorar tecnicamente, mas no autoconhecimento.

Elaine explica que a vivência da demanda diária da profissão ajuda a crescer nesse aspecto. “Existem técnicas de coaching para trabalhar as fragilidades de cada um, aumentando a confiança e o autocontrole, fundamentos da inteligência emocional. Para isso, a pessoa precisa conhecer onde está e olhar para onde quer chegar”, fala.

– Provas de que ter um cão faz muito bem!

Você gosta de cachorro?

Eu também. E fico feliz de que a Ciência já consegue explicar os benefícios da relação harmoniosa entre donos e cães, provando o fato do cachorro ser o melhor amigo do homem.

Extraído de: https://t.co/NVWjJ5SIob

6 PROVAS DE QUE TER UM CACHORRO FAZ BEM PARA A SAÚDE

Ter um cão é bom para você, e a ciência já provou isso

Se depender do Scooby Doo, o Salsicha ainda vai viver muito. Cientistas já cansaram de provar que ter um cachorro, além de ser uma baita responsabilidade, pode ser bem bom para sua saúde. Eles podem te ajudar na terceira idade e até mesmo antes do seu nascimento. Separamos algumas provas de que eles são, sim, os melhores amigos do homem.

1. Você vai ficar mais tranquilo

Em 2012, a Universidade da Comunidade de Virgínia, nos Estados Unidos, fez um estudo analisando o estresse de 75 funcionários de uma empresa. A pesquisa dividiu os empregados em três grupos: os que levavam animais para o trabalho, os que não levavam, e os que sequer tinham um cachorro para chamar de seu. Ao longo do dia, os pesquisadores coletavam a saliva dos participantes para medir o nível de cortisol (hormônio que serve para calcular o estresse de uma pessoa). O resultado apontou que as pessoas que estavam com o bichinho no expediente eram as menos estressadas, seguidas pelos que estavam esperando chegar em casa para brincar com o animal, deixando os que não tinham cachorro com o posto de mais estressados.

2. O cachorro deixa seu corpo mais jovem

Uma pesquisa da Universidade de St. Andrews, no Reino Unido, avaliou 574 idosos com uma idade média de 79 anos. O estudo apontou que as pessoas que moravam com um cachorro possuíam um corpo equivalente a alguém dez anos mais novo. O responsável pela pesquisa, Zhiqiang Feng, afirmou acreditar que ter um cachorro pode estimular a prática de exercícios e fazer com que idosos superem potenciais barreiras, como falta de incentivo, problemas com o clima e preocupações sobre a própria saúde.

3. Seu filho pode respirar melhor

Um estudo publicado pela revista americana JAMA Pediatrics apontou que crianças expostas a cachorros e animais rurais em seu primeiro ano de vida têm menos chances de desenvolver asma até os seis anos de idade. O estudo, que analisou mais de 600 mil crianças, aponta que o contato com os bichinhos ajuda no desenvolvimento de um melhor sistema imunológica da criança.

4. Ele também vai se coçar menos

Pesquisadores da Universidade de Cincinnati, nos Estados Unidos, estudaram 600 crianças e suas respectivas alergias. O estudo apontou que as pacientes com pais alérgicos a cachorros, se possuíssem convívio com o animal no primeiro ano de vida, tinham menos chances de contrair eczema, uma alergia crônica. Acredita-se que a explicação disso seja exatamente igual ao do caso sobre asma: a exposição ao cachorro acaba fortalecendo o sistema imunológico da criança. O processo inverso acontece com gatos. Quem tem propensão a ter alergia com felinos por perto realmente piorava quando via um gatinho. O estudo não conseguiu entender por que a imunidade das crianças não é fortalecida quando se trata dos gatos. Existe até quem diz que o contato com o cachorro deve ser feito antes do nascimento. Uma pesquisa que uniu as universidades do Colorado e da Carolina do Norte afirma que mulheres grávidas que convivem com cachorros têm menos chances de ter um filho alérgico aos animais.

5. Você vai pegar menos resfriados

Em 1991, o professor da Universidade de Cambridge James Serpell acompanhou, por dez meses, 47 donos de cachorros, 24 donos de gatos e 26 adultos que não possuíam nenhum animal de estimação. O estudo percebeu logo no primeiro mês que os donos de animais tiveram uma redução em pequenos problemas de saúde, como dor de cabeça, febre e resfriados. Os donos de gato mantiveram essa melhora na saúde durante o primeiro mês. Já os que têm um cachorro em casa conseguiram essa redução durante todo o período de estudo. Serpell afirmou que isso acontece porque os donos de cachorros praticam mais exercícios, por conta do animal, o que ajuda na saúde deles.

6. Seu cachorro vai fazer bem para seu coração

De acordo com um artigo publicado no Britsh Journal of Health, ter um cachorrinho vai melhorar seu coração. O texto, que compila estudos realizados desde a década de 1960, aponta que donos de cachorro costumam ter colesterol menor, assim como uma melhor pressão arterial, diminuindo as chances de um ataque cardíaco. Isso ocorre com donos de cachorros porque, como já foi dito, as pessoas que vivem com o animal costumam se estressar menos e praticar mais exercícios.

– E a sua linha do tempo é decidida por quem?

Eu sou partidário de que: “o futuro não está escrito nas estrelas”! Digo por experiência de vida, pela minha formação religiosa (católico praticante) e por uma série de convicções.

Futuro se escreve de acordo com as nossas decisões, que trazem impacto relevante ou não em nosso dia-a-dia. 

Mas sabe onde quero chegar? Assisti a última temporada de The Flash com minha filha mais velha (ela adora heróis e heroínas, e eu também). Como dizem os mais jovens: “maratonamos”! E nela mostrou a morte da filha do mocinho Barry Allen, a Nora (a heroína XS, filha do Flash), que voltou de 2049 para 2018, mexeu na Linha do Tempo e desapareceu por deixar de existir em decorrência de decisões diversas mexidas.

Há pessoas que acreditam em destino pré-determinado, e se perturbam com idas a astrólogos e outras coisas para descobrir o futuro. Pra quê isso?

Nós fazemos a Linha do Tempo de nossas vidas, com a ajuda de Deus para os caminhos corretos (isso não quer dizer que sejam mais fáceis ou mais difíceis).

E você: como encara o futuro: com medo ou naturalidade?

Resultado de imagem para Flash

– V. Ex.ª Ministro Marco Aurélio Mello e o Pronome de Tratamento. Como chamar os Juízes?

Nós sabemos que existe uma grande distância da realidade brasileira “do que o povo anseia” e de “como os Ministros do Supremo Tribunal Federal enxergam o mundo“.

Criticados, parecem estar acima do bem e do mal. Mas há certos ritos / liturgia do cargo que exercem, e que qualquer pessoa bem educada deve ter.

Sempre aprendi com meus pais que VOCÊ é um pronome de tratamento para pessoas íntimas numa conversa informal. No Comércio, nas Relações Sociais, com os mais Idosos e no Trato Diário, SEMPRE chamar a pessoa por Senhor ou Senhora.

Confesso: até hoje chamo meu pai (que é o meu melhor amigo) por SENHOR; afinal, é uma forma de respeito e de mostrar educação (e admiração). E nossa intimidade é infinita, ainda assim…

Repercute bastante o puxão de orelha (em duas oportunidades, a um advogado e depois a uma advogada) do Ministro do STF Marco Aurélio Mello. Ele reclamou por ter sido chamado de “você” e não por “Vossa Excelência”, como manda a Língua Portuguesa quanto ao Pronome de Tratamento para tal cargo.

Pode parecer antipático, mas “estando onde estavam”, apesar de alegarem nervosismo, os advogados não poderiam chamar uma autoridade de “você” (embora o Ministro seja pago pelo nossos impostos e seja um servidor público). Simplesmente é uma questão de respeito num ambiente que assim exige.

Agora, precisamos ver que a irritação pela falta do “Vossa Excelência” trouxe. A impressão que eu tive é que a bronca que ele deu na advogada (procurem o vídeo na Web) foi de uma maneira arrogante e desnecessária! Excessiva, enfim. Poderia simplesmente lembrar de uma maneira educada que a doutora deveria chamá-lo pelo pronome que exige o cargo. E até com um sorriso no rosto, mostrando que não se ofendeu e percebeu o nervosismo.

Vaidade das vaidades…

– A reviravolta exemplar na vida de Andressa Urach

Desculpem-me a minha ignorância, mas eu imaginava que era uma atriz ou cantora de pouca expressão: falo de Andressa Urach, e depois de uma rápida consulta ao Google, descobri que ela foi: Miss Bumbum, suposta amante e/ou garota de programa hipoteticamente contrata por Cristiano Ronaldo, participante de reality show e pseudo-celebridade de programas sensacionalistas. E muito bonita!

Entretanto…

A assisti no Programa Pânico, sendo entrevistada e contando como mudou de vida. Assumiu ter sido viciada em cocaína e bebidas, prostituta de luxo e mãe solteira aos 21 anos (casou com 15 e não terminou seus estudos). Contou como foi escrava da beleza e seu drama da internação após um procedimento estético, no qual quase  teve amputação das pernas devido a uma reação com hidrogel.

O que gostaria de compartilhar é seu testemunho de mudança de vida. Através de Jesus Cristo teve um choque de comportamento, conseguindo se livrar das coisas que a aprisionava e entendendo como se afastar das tentações nocivas. Eu fiquei impressionado!

No atalho abaixo, a entrevista começa no minuto 28. Aos 44 minutos, ela fala de Deus e a Santíssima Trindade, sobre o preconceito em ser cristã e como ela era valorizada enquanto se prostituia e “legal para a sociedade” quando defendia as drogas (46’20”), e que agora percebe como as coisas verdadeiramente são. Aos 47’10”, se emociona ao falar sobre depressão, tentativa de suicídio e drogas. 

Vale a pena ver que todos têm chance de abandonar uma vida desregrada e mudar para melhor. E sobre a questão de fé que ela expõe, pode ser encarada por qualquer católico como exemplar. Ela fala do mesmo Jesus de 2000 anos atrás e que vivemos acolhendo (ou tentando acolher e praticar) seus ensinamentos. Independe da Igreja (ela é evangélica, mas fala de maneira ecumênica), serve perfeitamente como exemplar “experiência com Deus”.

O link em: https://www.youtube.com/watch?v=JcE4YQ8tluA

 

– Crianças e Mundo Digital!

Fico impressionado como as crianças dominam bem os equipamentos eletrônicos e sabem se virar nas redes sociais. Temo apenas os golpistas e enganadores, mas, com a ajuda dos pais, isso se torna seguro.

Porém, leio artigo da neurocientista Susan Greenfield, estudiosa doutora que profetizou:

“as crianças do futuro não conseguirão discernir caras, olhares, tom de voz, já que se dedicam ao relacionamento virtual do que o pessoal”.

Claro que isso é preocupante. Mas não é apocalíptico demais? Nada do que uma boa educação familiar não possa corrigir…

imgres.jpg

– Sexo entre Pessoas Especiais e o Delicado Tema

Amigos, assunto de difícil trato: o sexo entre deficientes intelectuais.

Com um pouco mais de autonomia e liberdade para fazer as próprias escolhas, os deficientes intelectuais colocam uma nova questão para o país: a quem cabe decidir se eles podem fazer sexo e ter filhos? – por Solange Azevedo.

Compartilho interessante matéria publicada pela Revista Época dias atrás:

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI96551-15228,00-A+SEXUALIDADE+DOS+DEFICIENTES+INTELECTUAIS.html

SEXO SEM PRECONCEITO

Deitada no leito do consultório médico, Cíntia Carvalho Bento tira os óculos para enxugar as lágrimas. Era 6 de março. Ela acabara de ouvir, pela primeira vez, os batimentos cardíacos de seu bebê. “Graças a Deus, tem um neném na minha barriga.” Cíntia, de 38 anos, traz no rosto os sinais da síndrome de Down: olhos pequenos e amendoados, boca em forma de arco, bochechas proeminentes. E, na alma, desejos semelhantes aos das mulheres comuns: trabalhar, namorar, casar, ser mãe. Todos realizados. Cíntia nasceu numa família que aprendeu a dialogar e a respeitar, quando possível, suas escolhas. E que não encarou sua deficiência intelectual – característica dos Downs – como um obstáculo incontornável.

“Aceitamos bem os namoros e o casamento da Cíntia. Meu marido e eu sempre achamos que nossa filha deveria levar uma vida próxima do normal”, afirma Jane Carvalho. “A gravidez é que foi um susto. Tivemos medo de que a criança viesse com problemas de saúde. Mas logo descobrimos que não.” Augusto está com 3 meses. “Estou muito feliz. Pego ele no colo, mudo (as fraldas), dou banho”, diz Cíntia. A gestação não foi planejada. Mas Cíntia sempre quis ter um filho. Ela conheceu o marido, Miguel Egídio Bento, na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Florianópolis. Cíntia era aluna. Miguel, hoje com 42 anos, funcionário. A amizade virou namoro bem depois, numa colônia de férias. O casamento, em junho de 2006, foi como nos sonhos dela: vestido de noiva, igreja, festa e lua de mel.

A vida de Cíntia é uma exceção. As relações afetivas e sexuais são o tema mais controverso e cercado de preconceitos no universo da deficiência intelectual – um assunto que mexe com valores morais e culturais. “É necessário derrubar o mito de que as pessoas com deficiência intelectual são assexuadas ou têm a sexualidade exacerbada”, afirma Fernanda Sodelli, diretora do Núcleo de Estudos e Temas em Psicologia. “Elas não são anjos nem feras que precisam ser domadas. E têm o direito de viver a sexualidade.” Isso quer dizer não apenas o direito de transar, mas o de conhecer o próprio corpo e aprender como se comportar na intimidade: saber se cuidar, estabelecer relações, lidar com as emoções, construir a própria identidade.

Entre os deficientes intelectuais é comum querer namorar apenas para ter o prazer de beijar na boca. Ou de andar de mãos dadas. Manifestações normais da sexualidade ainda hoje são interpretadas como problema. Foi o que a psicóloga Fernanda viu no consultório quando um pai a procurou preocupado com o filho de 18 anos, que se masturbava pela casa. O pai contou que tentara explicar que aquele comportamento seria aceitável apenas quando o filho estivesse sozinho. “Pai, o que é sozinho?”, perguntou o rapaz. Ninguém lhe ensinara a diferença entre o público e o privado, e o que é adequado ou inadequado em cada um desses espaços. Na infância, o garoto era obrigado a usar o banheiro de porta aberta. O quarto nem porta tinha. Ele cresceu sendo espionado o tempo todo, sem noção de privacidade.

No caso de Cíntia, seus pais se deram conta de que era hora de o relacionamento com Miguel evoluir para o casamento quando ela pediu permissão para o namorado dormir na casa da família. No final da adolescência, Cíntia já sentia vontade de namorar. Abraçava árvores e fingia beijá-las como se fossem um príncipe. Viveu o primeiro romance no início da década de 1990, aos 21 anos, numa época em que os direitos sexuais e reprodutivos dos deficientes intelectuais nem sequer eram cogitados. A discussão é recente no país. O movimento de inclusão deu visibilidade aos deficientes e abriu frestas nas portas das escolas e do trabalho.

Pela lei brasileira, os direitos sexuais e reprodutivos dos deficientes intelectuais são os mesmos de qualquer outro cidadão. A garantia desses direitos, no entanto, vai além da capacidade do Estado. Depende do bom senso e da disposição das famílias – a maioria marginalizada durante toda a existência e sem o conhecimento necessário para lidar com a complexidade da questão. A principal dificuldade dos deficientes intelectuais é o pensamento abstrato. Como ensiná-los que atos idênticos podem ter intenções e significados diferentes? E que, por isso, alguns seriam permitidos e outros não? Se o namorado bota a mão no seio da garota, é carinho; quando a mão é do tio ou do vizinho, é abuso sexual. Se a mão é do ginecologista, trata-se de um exame de rotina.

Na dúvida, grande parte das famílias encara a superproteção e a repressão da sexualidade como o único caminho para afastar os filhos dos riscos. Deixar de pensar e decidir por eles é uma tarefa custosa e que exige desprendimento. E, se algo der errado, conseguirei conviver com a culpa? Qual é a medida certa da autonomia? A dependência, às vezes mútua, prejudica o desenvolvimento do deficiente. “Os pais precisam ser trabalhados para enxergar primeiro o filho e depois a deficiência”, diz a assistente social Mina Regen, coautora do livro Sexualidade e deficiência: rompendo o silêncio. “É fundamental que as pessoas com deficiência intelectual sejam ouvidas e aprendam a fazer escolhas desde a infância, por mais simples que sejam.” Isso inclui da roupa a vestir até o que comer.

Segundo especialistas, entre todas as deficiências, a intelectual é a mais temida pelas famílias e a mais discriminada pela sociedade. “Somos educados para acreditar que existe uma hierarquia entre condições humanas”, diz Claudia Werneck, superintendente da Escola de Gente, uma ONG baseada no Rio de Janeiro que desenvolve projetos de inclusão social. “No colégio, as boas notas fazem a alegria dos pais. A felicidade do filho fica em segundo plano.” A Escola de Gente mediu os níveis de intolerância aos deficientes intelectuais em mais de 300 oficinas feitas em dez países. Num determinado momento da exposição, uma pergunta é feita à plateia: “Quem daqui é gente?”. O palestrante segue fazendo questionamentos que provocam o público. “Pelo menos 90% dos presentes dizem que é humano quem tem o intelecto funcionando bem”, afirma Claudia.

No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, há 3 milhões de deficientes intelectuais. São pessoas com “dificuldades ou limitações associadas a duas ou mais áreas, como aprendizagem, comunicação, cuidados pessoais, com a saúde e a segurança”. Não há um ranking das causas da deficiência no país. Mas há diversos fatores de risco: síndromes genéticas (como de Down e de Williams, que afeta as áreas cognitiva, comportamental e motora), doenças infecciosas como rubéola e sífilis, abuso de álcool ou drogas na gestação, desnutrição (da mãe ou da criança) e falta de oxigenação no cérebro.

“Crianças com deficiência criadas em ambientes que favorecem o desenvolvimento e a autonomia podem ser capazes de namorar e constituir família”, afirma Mina Regen. “Cada caso deve ser analisado de acordo com suas singularidades.” Cíntia, de Florianópolis, mora com o marido e o filho na casa dos pais. Em Socorro, São Paulo, cidade de 33 mil habitantes, o arranjo mais conveniente para um casal de deficientes e suas famílias foi diferente. Maria Gabriela Andrade Demate e Fábio Marcheti de Moraes, ambos de 29 anos, vivem com a mãe dele. A filha do casal, Valentina, mora com a avó materna. Todas as manhãs, Gabriela pula da cama e corre para ajudar a cuidar da menina. “Mamãe”, diz a falante Valentina, de 1 ano e meio, ao escutar o barulho da porta.

Quando Gabriela deu à luz, sua história repercutiu pelo Brasil. Na Associação Carpe Diem, na Zona Sul de São Paulo, uma das raras instituições para deficientes intelectuais que lidam com a sexualidade e os direitos reprodutivos, o assunto reacendeu discussões diversas: gravidez, métodos contraceptivos, doenças sexualmente transmissíveis. “Tenho vontade de transar um dia. Mas tenho de estar preparada”, diz Mariana Amato, de 30 anos. “Eu queria engravidar. Gostaria de ser mãe.”

A abordagem da Carpe Diem é a do Projeto Pipa: Prevenção Especial, criado pelas psicólogas Lilian Galvão e Fernanda Sodelli. Conceitos sobre a manifestação da sexualidade são transmitidos, principalmente, em rodas de conversa. Os “jovens Pipa” aprendem, por exemplo, a identificar abuso sexual com o uso de bonecos. A pedagogia ajuda a transformar abstrações em ideias concretas. “Antes do Projeto Pipa, eu tinha um medo danado e ficava confusa”, afirma Ana Beatriz Pierre Paiva, de 32 anos. “O que é sexualidade? O que é namorar? O que é gostar de alguém?” Bia revela que descobriu o próprio corpo, que tem desejos e que os atos de uma pessoa têm consequências – algumas agradáveis, outras não. Também conseguiu se aproximar dos pais e dizer o que pensa. “A vontade de ter um compromisso sério é grande. Mas meus pais acham que sou nova.” A mãe de Bia, Ana Maria Pierre Paiva, reconhece que é “superprotetora” e que teria dificuldades de aceitar um relacionamento da filha.

Bia é de uma geração de deficientes intelectuais brasileiros que começou agora a se engajar num movimento de autodefesa. Junto com Mariana Amato e Thiago Rodrigues, de 22 anos, ela dá palestras sobre direitos sexuais e reprodutivos pelo país. Em agosto, os três estiveram num evento em João Pessoa, Paraíba. “Tem gente que olha para a nossa cara e pensa: ‘Esses garotos não sabem de nada, não crescem’”, diz Thiago. “Geralmente, a gente não pode viver a sexualidade por causa da falta de compreensão das pessoas.”

Certa vez, Mariana e o namorado foram ao cinema e tiveram de trocar de sala porque um casal se sentiu incomodado e chamou o segurança. “O segurança me disse que os dois estavam apenas se beijando”, afirma Glória Moreira Salles, mãe de Mariana. Agora, Mariana e o namorado só se comunicam por internet e telefone. Ela se mudou temporariamente para Lucena, na Paraíba. Durante seis meses, vai morar com a amiga Lilian Galvão, uma das criadoras do Projeto Pipa, e trabalhar numa ONG. “Chegou a minha hora. Vou conviver no mundo lá fora e seguir o meu projeto de vida”, diz Mariana. A mãe, Glória, afirma que, com o decorrer do tempo, passou a enxergar a filha de maneira diferente. “Aprendi que quem põe os limites é ela.”

O sucesso do Pipa é possível porque envolve as famílias. “Se o Pipa tivesse chegado antes, não teria levado minha filha para fazer laqueadura”, afirma uma mãe. A cirurgia seria evitada se a jovem já conhecesse os métodos contraceptivos e soubesse como se proteger de abusos. Ainda há famílias que recorrem à esterilização. “Não é crime. Mas é uma violação de direitos proibida pela convenção da ONU, ratificada pelo Brasil em 2008”, diz Izabel Maior, chefe da Coordenadoria Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, ligada à Secretaria Especial dos Direitos Humanos.

“A gente tem condições de aprender a se proteger”, diz Mariana, “e, com o suporte da família, a gente pode ter autonomia.” Mariana demonstra ser uma mulher determinada. Bia é doce, fala sorrindo com os olhos. Suas palavras, pronunciadas de maneira calma e fluida, não são menos assertivas que as da amiga Mariana: “Somos seres humanos e nos sentimos como seres humanos, como todos vocês”.

images.jpg0,,23698231,00

AUTODEFESA
Mariana, Bia (no centro) e Thiago. Eles dão palestras sobre os direitos sexuais e reprodutivos dos deficientes

– A idiotice de baderneiros

Li uma publicação que me entristeceu bastante, num grupo de torcedores de futebol (não importa em que lugar ou quem publicou, vale o teor da mesma): a louvação de saques em postos de combustíveis à beira de estrada e bagunça durante viagens aos jogos.

Ora, é comum ver a Polícia Rodoviária fechando entradas de Postos ou proibindo grupos de torcedores de adentrarem às Lojas de Conveniências nas rodovias, justamente por isso: a bandidagem!

Desde quando o sujeito tem direito a praticar furtos, somente porque está em maior número? É crime! E é comum (lamentavelmente) ver essas situações aos finais de semana. E de vários times (ou facções, se assim for entendido).

Mais ainda: se não na estrada, mas na arquibancada, travestido de “emocionado”, o torcedor mais irresponsável diz-se permitir tudo: invadir campo, cuspir em bandeirinha, brigar com o próximo ou transgredir à civilidade. Coisas erradas mas que querem ser justificadas dessa forma imprópria.

Por quê o futebol é desculpa para libertino? Não deveria (e não deve) ser assim. O esporte brasileiro tenderá a não ser respeitado por ações como essas (incluindo as dos cartolas corruptos) e afastando as famílias.

Por mais paz / educação e respeito nos estádios. É o que precisamos!

– O Racismo no Futebol ainda impera na Itália!

Às vezes, é melhor ficar calado do que falar uma bobagem. Na Itália, onde os casos de racismo no futebol são frequentes, o presidente da Lazio (que por muitos é uma equipe mal vista por ter sido o time de Mussolini), declarou que imitar um macaco nem sempre é racismo e é normal isso acontecer com quem não tem a pele normal (que seria branca).

Pela lógica, a coloração negra da pele é algo “anormal”?

É complicado ver que esse câncer da humanidade – o racismo – está aculturado em nossa sociedade de maneira a cegar as pessoas. Lembrando ainda que, em casos de racismo na arquibancada, existe o Protocolo FIFA a ser aplicado pela arbitragem.

Para conhecer os procedimentos do protocolo, clique aqui: https://professorrafaelporcari.com/2019/07/26/os-3-passos-para-o-protocolo-fifa-contra-a-discriminacao-no-futebol/

A matéria do racismo abaixo, extraído de: https://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/6145875/presidente-da-lazio-diz-que-imitacao-de-macaco-nem-sempre-e-racismo-e-cita-pele-normal-como-branca

PRESIDENTE DA LAZIO DIZ QUE “IMITAÇÃO DE MACACO NEM SEMPRE É RACISTA” E CITA “PELE NORMAL” COMO BRANCA.

O presidente da Lazio, Claudio Lotito, deu uma declaração polêmica, de acordo com a agência de notícias ANSA.

Segundo Lotito falou à ANSA, os gritos de “macaco” no estádio não são sempre racistas.

“Os gritos nem sempre correspondem a atos racistas ou discriminatórios. Eu lembro quando era pequeno, as pessoas que não eram de cor, que tinham pele normal, branca, frequentemente usavam esse grito para atrapalhar o atacante adversário na frente do goleiro” (…)

“Nós temos que tratar isso individualmente. Nós temos muitos jogadores negros. Eu não acho que a Lazio faz distinção da cor da pele. A conduta da Lazio nesse aspecto está aí para todos verem”, completou.

Recentemente no Campeonato Italiano, o atacante belga da Inter de Milão Lukaku foi chamado de macaco pela torcida do Cagliari.

Resultado de imagem para Lukaku racismo

Lukaku, uma das vítimas de racismo na foto acima.

– Amnésia ao Contrário?

Imagine uma “Supermemória”, uma espécie de “Amnésia ao contrário”?

Algo incrível, não?

Pois existem pessoas com essa memória fantástica, onde você lembra de mínimos detalhes de coisas normalmente esquecíveis. Porém, não são mais do que 20 “escolhidos”.

Abaixo, extraído de: Isto É, ed 2238,pg 27

O HOMEM DA SUPERMEMÓRIA

por Antonio Carlos Prado e Laura Daudén

A OMS acredita que não mais de 20 pessoas em todo o planeta sejam portadoras de hipertimésia – espécie de amnésia ao contrário que leva a pessoa a lembrar com exatidão e nos mínimos detalhes as situações mais rotineiras vivenciadas no dia a dia de duas décadas atrás. Um desses portadores é o britânico Aurelien Hayman. A causa de sua supermemória: na esmagadora maioria das pessoas, é o lobo frontal direito do cérebro que armazena memórias de longo prazo. No caso de Hayman, também o lobo frontal esquerdo e o lobo occipital cumprem essa função.

imgres.jpg

– A era da contraditória esquizofrenia social

Recebi esse texto, cujo autor (Almir Favarin) por ignorância eu não conheço, mas que é sensacional ao explicar com perfeição esses tempos de intolerância a certas coisas e, contraditoriamente, tolerância irrestrita a outras.

Compartilho:

ESQUIZOFRENIA SOCIAL

Por Almir Favarin, Teólogo e Psicanalista

Vivemos numa época onde querem que os padres se casem e que os casados se divorciem.

Querem que os héteros tenham relacionamentos líquidos sem compromisso, mas que os gays se casem na Igreja.

Que as mulheres tenham corpos masculinizados e se vistam como homens e assumam papéis masculinos. Querem  que os homens se tornem “frágeis” e delicados e com trejeitos, como se fossem mulheres. Uma criança com apenas cinco ou  seis anos de vida já tem o direito de decidir se será homem ou mulher pelo resto da vida, mas um menor de dezoito anos, não pode responder pelos seus crimes.

Não há vagas para os doentes nos hospitais, mas há o incentivo e o patrocínio do SUS para quem quer fazer mudança de sexo.

Há acompanhamento psicológico gratuito para quem deseja deixar a heterossexualidade e viver a homossexualidade, mas não existe nenhum apoio deste mesmo SUS para quem deseja sair da homossexualidade e viver a sua heterossexualidade e se o tentarem fazer, é crime.

Ser à favor da família e religião é ditadura, mas urinar em cima dos crucifixos é liberdade de expressão.

Se isso não for o Fim dos Tempos, deve ser o ensaio…

bomba.jpg

– Bens Caros Divididos!

Um modismo começa a surgir no Brasil: o Compartilhamento do Luxo!

A idéia é essa: quer uma Ferrari? Você se junta a diversas pessoas e compram cotas de posse do carro. Mediante seu percentual de propriedade, agenda os dias mensais que pode ficar com ela. Serve para mansões, helicópteros, iates… Assim, divide-se as despesas!

Extraído de Isto É, Ed 2160, por Paulo Rocha

LUXO COMPARTILHADO

Modelo de Propriedade Fracionada chega ao Brasil como opção para quem deseja desfrutar de mansões, aeronaves e iates sem pagar a conta sozinho.
O conceito de propriedades fracionadas começa a ganhar força no Brasil. O sistema, que existe nos Estados Unidos há mais de 20 anos, é um pouco diferente do time share, ou uso compartilhado de bens, que já está disponível no País há pelo menos uma década. Nesse modelo, sócios dividem bens de luxo, como carros, barcos e aeronaves, enquanto durar o contrato, que geralmente leva de um a seis anos. Na nova modalidade de negócio, imóveis, iates, carros e jatos podem ser adquiridos por até um décimo do preço original, desde que repartidos entre vários proprietários. Cada comprador é dono de uma cota do bem total e tem direito a usufruir de sua propriedade durante determinado período do mês ou do ano, como num rodízio. A maior vantagem é tornar acessíveis à classe média alta confortos como um vôo de helicóptero, uma casa na paradisíaca praia de Itacaré, na Bahia, ou passeios nos desejados modelos de máquinas da Ferrari, Maserati, Bugatti e Bentley.
Desde 2010 pelo menos cinco empresas decidiram investir nesse filão aqui no Brasil. O fortalecimento da economia brasileira e o sucesso dessa modalidade de propriedade compartilhada na Europa e no Oriente Médio foram os motivos que fizeram a empresa Prime Fraction Club entrar nesse ramo. No início de 2011, a companhia começou a oferecer o gerenciamento de quatro categorias de bens: jatos, helicópteros, barcos e carros. “A propriedade fracionada é uma opção de investimento para aqueles que têm muito patrimônio, mas poucas oportunidades de desfrutá-lo”, diz Walterson Carvajal Jr., um dos cinco sócios. Pensando na demanda de executivos que desejam ter um barco de passeio, mas contam com pouco tempo para navegar, a família Schürmann, conhecida por suas expedições marítimas, também criou um modelo de compra compartilhada de veleiros. “O brasileiro ainda é muito apegado à propriedade particular, mas creio que esse estilo de negócio tem todas as chances de se fortalecer no País a longo prazo”, afirma David Schürmann, sócio-diretor da Schürmann Yatchs.
A mesma opinião tem Alejandro Moreno, diretor da RCI, empresa de intercâmbio de viagens que disponibiliza casas compartilhadas em destinos paradisíacos, com até 12 proprietários. “Aos poucos as vantagens do sistema de frações vão superar o receio inicial dos consumidores”, diz Moreno. O advogado Ivo Galli, 62 anos, é um dos que já desfrutam das conveniências da propriedade fracionada. Ele comprou uma parte de uma mansão no condomínio Itacaré Paradise, na Bahia, por R$ 183 mil. Gostou tanto que adquiriu mais uma fração do imóvel. “Tenho todo o conforto de uma casa particular, mas com serviço de hotel cinco-estrelas”, diz Galli. “E, além da comodidade, fico tranquilo por saber que meu dinheiro não está parado num único bem.”
Para quem não tem interesse em adquirir um barco, carro, aeronave ou casa de luxo, mas mesmo assim deseja desfrutar desses benefícios, o sistema de time share continua sendo a melhor opção. A companhia Sky Club iniciou suas atividades oferecendo o aluguel partilhado de helicópteros na cidade de São Paulo a custos mais baixos do que a locação tradicional. Um voo entre o aeroporto de Guarulhos e um centro financeiro na avenida Jus­celino Kubitschek, por exemplo, custa em média R$ 1.380. Já o sócio do Sky Club paga menos de um quarto disso, cerca de R$ 272, di­vidindo a aeronave com mais três pessoas. Para comparação, uma corrida de táxi no mesmo trajeto não sai por menos de R$ 112. O corte no preço, aliado ao benefício de poder usar o bem sempre que quiser, atraiu o engenheiro Waldemir Lucentini, 63 anos. “Antes eu gastava muito mais e perdia oportunidades, pois tinha de adequar minha agenda ao horário dos voos”, diz Lucentini. “Agora utilizo o helicóptero quando realmente preciso e não me importo nem um pouco de dividi-lo com outros sócios.”
Focada no sistema de uso compartilhado, a empresa Four Private Group, como o nome já indica, possibilita que quatro clientes, conhecidos ou não, dividam o direito de utilização de artigos durante dois anos, no caso dos carros, e seis anos, no caso dos bar­cos e aviões. Na modalidade automotiva, as cotas começam em R$ 289 mil e garantem aos participantes o uso de uma Ferrari F430 Spider, uma Mercedes SL63 IWC, um Corvette Gran Sport e um Mini Cooper Cabrio, revezados a cada semana (leia quadro). “Nossos clientes desfrutam da mesma liberdade que teriam se o ativo fosse deles, aliada ao benefício de não se preocuparem com a desvalorização”, diz Ricardo Jardim, CEO da Four Private. Um alívio para aqueles que possuem muito capital, mas não desejam arcar com os custos (nem as dores de cabeça) de manter esses bens.

Resultado de imagem para ferrari

imgres.jpg

– Uma pessoa se transforma quando assume o volante?

Vejam que bacana: um estudo detectou 7 tipos de motoristas e muitas considerações sobre o que passa na cabeça das pessoas quando dirigem.

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/rodas/2016/09/1814159-estudos-definem-perfis-de-motoristas-estressados-correm-mais-riscos.shtml

OS SETE PERFIS DE MOTORISTAS

PROFESSOR

Conhecedor das regras do trânsito, faz questão de apontar o que outros motoristas fizeram de errado (trocar de faixa sem dar seta, por exemplo) e espera ter seu “esforço” reconhecido

JUSTICEIRO

Quer punir outros motoristas que, segunda sua opinião, se comportam mal; vai atrás de quem fechou seu carro, discute no trânsito e só sossega após transmitir uma lição de moral

CONCORRENTE

Precisa chegar à frente de todos os outros motoristas e se irrita com a “lerdeza” dos outros. É o motorista que costura no trânsito e não tem pudores ao furar a fila no pedágio

ESCAPISTA

Seu carro é o refúgio onde ouve música alta com os vidros fechados. Evita qualquer tipo de relação com o estresse do trânsito que o cerca, e a distração pode colocá-lo em situação de risco

CUCA FRESCA

Se maus motoristas estão fazendo barbeiragens ao redor, ele tenta ignorar e segue adiante, ou apenas libera passagem para se livrar de possíveis problemas no trânsito

FILÓSOFO

Aceita os erros de outros condutores sem perder a calma, tentando explicar racionalmente o porquê das atitudes imprudentes. Consegue controlar as emoções enquanto dirige

SABE-TUDO

Ninguém dirige melhor do que ele, todos os outros condutores são incompetentes. É o mal-humorado que grita ordens como “fica na tua faixa!”, geralmente seguida de um palavrão

ESTUDOS DEFINEM PERFIS DE MOTORISTAS; ESTRESSADOS CORREM MAIS RISCOS

Por Eduardo Sodré

“Era de propósito, ele me ultrapassava e freava bruscamente. Depois da terceira vez que fez isso, consegui fechá-lo e desci do carro”, conta a advogada Léa Carta, 38. Ela foi até o outro veículo, bateu no vidro até o motorista baixar o vidro e o puxou pelo colarinho.

O episódio, motivado por uma briga por espaço no trânsito, ocorreu há sete anos. Carta, que tem 1,58 m de altura, buzinou quando o veículo invadiu sua faixa. O outro condutor devolveu a “ofensa” com a sequência de fechadas. Depois de insultos de ambos os lados, seguiram seus caminhos.

Naquele momento, a advogada agiu como justiceira. Esse é um dos sete perfis de motoristas definidos em 2015 pela LSE (London School of Economics and Political Science). O estudo teve o apoio a Goodyear.

Quem age de forma intempestiva no trânsito se expõe a riscos maiores do que um bate-boca no meio da rua.

“Um estudo feito em 2011 pela AAA Foundation [instituição norte-americana] mostrou que cerca de 1.200 acidentes ocorrem anualmente nos EUA devido à fúria sobre rodas, considerada um distúrbio mental pela psicologia. Desses, 300 deixaram mortos ou feridos em estado grave”, diz Idaura Lobo Dias, especialista em trânsito da Perkons. A empresa atua na fiscalização eletrônica de vias.

Desde o episódio de sete anos atrás, Carta vem tentando mudar. “Ainda fico muito irritada com a falta de educação de alguns motoristas, mas tento me controlar. Preciso internalizar algumas coisas para sobreviver”, diz a advogada.

Seu modo de encarar o trânsito é oposto ao de motoristas “filósofos”, como o consultor de empresas Wagner Bacha, 45.

“Não vale a pena se aborrecer, só atrasa mais a viagem. Não considero que uma fechada seja uma ofensa, o outro motorista nem me conhece. Se tenta mostrar força, só me passa insegurança”, diz o consultor.

Bacha afirma ser calmo e buscar transmitir seu modo de vida para o trânsito. Porém, é comum que pessoas mudem de comportamento ao assumir a direção.

“A maioria dos indivíduos agressivos no trânsito é portador de transtorno explosivo intermitente [TEI]. O ambiente encontrado no tráfego é desencadeador desse comportamento”, diz Idaura Lobo Dias, da Perkons.

De acordo com Chris Tennant, responsável pelo estudo da LSE, “criamos personalidades ao volante das quais não gostamos, tipos de motoristas que representam as diferentes formas como lidamos com frustrações e sentimentos fortes”.

O especialista afirma ainda que existe a possibilidade de um mesmo condutor manifestar diferentes características de personalidade enquanto dirige.

Para Fábio de Cristo, doutor em psicologia do trânsito, mudanças na forma como se aprende a dirigir ajudariam a melhorar o convívio nas ruas.

“O desafio da educação para o trânsito na formação do condutor nos próximos anos é centrar-se nas consequências e nos riscos advindos do não cumprimento das normas em vez de focar apenas sua memorização”, diz o especialista, que é também administrador do Portal de Psicologia do Trânsito (portalpsitran.com.br).

CALMA NO TRÂNSITO

Nos anos 1970, ter um rádio toca-fitas no carro era um dos maiores luxos. Hoje, mais de 90% dos veículos que saem das lojas trazem ao menos ar-condicionado e direção hidráulica. São itens fundamentais para reduzir o estresse a bordo, mas há detalhes que nem sempre são percebidos.

“A função das fabricantes é fazer com o que o cliente sinta aconchego ao estar dentro do automóvel, sensação que traz tranquilidade. Temos modelos com luz ambiente pensada para diminuir o estresse, em tons de azul”, diz Adília Afonso, supervisora de design da Ford para América do Sul.

Carros de luxo podem ser equipados com massageadores nos bancos. No Volkswagen Passat (a partir de R$ 158,2 mil), o item é vendido em um pacote de opcionais que custa R$ 5.160.

Para quem fica preso no tráfego, um dos melhores antídotos para o estresse é o câmbio automático. Ao evitar o movimento de acionar a embreagem e o câmbio, o motorista se cansa –e se irrita– menos.

Entretanto, nada conseguirá controlar o estresse caso o motorista não saiba o que está fazendo.

“Muitos aprendem a dirigir de forma precária. O aprendizado deve ser realizado por etapas. O aluno tem que se desenvolver por meio de exercícios individuais, treinar técnicas de curvas, adquirir noção de espaço e saber controlar pedais”, diz Sérgio Carlos dos Santos, diretor do Centro de Formação de Condutores e da empresa Dirigindo Bem.

bomba.jpg

– O hikikomori que casou com uma… anime!

Há de tudo na sociedade moderna. Até mesmo gente que se isola e só consegue se relacionar com máquinas e mundo virtual.

E não é que no Japão a realidade extrapolou os limites do bom senso? Um jovem que vive isolado do relacionamento humano (hikikomori, como é chamado esse tipo de sujeito) casou com uma personagem!

Pois é! Abaixo, extraído de: https://epoca.globo.com/mundo/por-que-me-casei-com-uma-personagem-de-anime-23950791

“POR QUE ME CASEI COM UMA PERSONAGEM DE ANIME”

Japonês Akihito Kondo se apaixonou pela artista pop virtual Hatsune Miku: ‘Eu a amo tanto que dói’

O jovem japonês Akihito Kondo é casado com uma personagem de anime.

Ele diz que, antes de encontrar esse amor virtual, era muito solitário e vivia uma vida isolada – o que é conhecido no país como hikikomori, pessoas que se isolam em casa e evitam falar ou se relacionar com os outros. Existem cerca de um milhão de hikikomori no Japão.

“Eu sofria bullying no trabalho. Eles ignoravam meus cumprimentos e gritavam comigo por qualquer coisa”, diz ele.

“Eu nunca me senti atraído por mulheres reais, porque eu não faço sucesso com as mulheres.”

Kondo conta que conheceu a personagem Hatsune Miku na internet quando estava dando um tempo do trabalho. Ela é a artista pop virtual mais famosa no país.

“Os vídeos da Miku, suas fotos e suas músicas fizeram eu me sentir curado”, diz o jovem. “A emoção é a mesma de um relacionamento real. Eu a amo tanto que dói.”

VOLTA AO TRABALHO

Graças a Miku, Kondo voltou a trabalhar.

“O holograma da Miku me acorda toda manhã, me deseja bom trabalho, me cumprimenta quando chego em casa, me dá boa noite. Essa é nossa interação diária. Isso me faz muito feliz.”

Ele diz que espera que a tecnologia avance para que, um dia, possa pegar na mão da personagem.

Conta que a mãe e a irmão não vieram para o casamento, o que o deixou triste. Mas ganhou uma boneca da Miku de presente da irmã.

Diz que anunciou o casamento com Miku publicamente por dois motivos.

“O primeiro é para provar o meu amor pela Miku”, diz Kondo. “O segundo é porque, embora não haja muitas estatísticas sobre isso, há muitos homens jovens como eu se apaixonando por personagens de anime. Eu senti que anunciar meu casamento publicamente era uma responsabilidade para apoiar outras pessoas que são como eu.”

xAkihitoKondo02.jpg.pagespeed.ic.TXgVuMpz-h

Akihito Kondo fez DVD e álbum de casamento para ter um registro de seu amor por personagem virtual – Foto: Reprodução

– As crianças sofrem com a ditadura da moda!

Que pesquisa assustadora para nós, pais: nossas filhas, a partir dos 7 anos, sofrem pressão para estarem na moda e cuidarem da beleza!

Precoce demais, não?

Compartilho, extraído de: http://super.abril.com.br/comportamento/meninas-de-7-anos-ja-se-sentem-pressionadas-para-serem-bonitas/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_super

MENINAS DE 7 ANOS JÁ SE SENTEM PRESSIONADAS PARA SEREM BONITAS.

Pesquisa britânica mostra que apenas 61% das meninas entre 7 e 21 anos se sentem atualmente felizes com a própria aparência.

Por Rachel Moss, do Huffington Post

Meninas com apenas 7 anos estão sendo levadas a sentir vergonha de sua aparência, sendo que 25% daquelas entre 7 e 10 anos dizem sentir pressão para terem um corpo “perfeito”.

Os dados fazem parte de uma pesquisa “devastadora” da organização britânica Girlguiding, que revelou que apenas 61% das meninas entre 7 e 21 anos se sentem atualmente felizes com a própria aparência, em comparação com uma parcela de 73% em 2011.

Mesmo na escola primária, as meninas já estão preocupadas com a imagem do corpo, com um terço das que têm entre 7 e 10 anos dizendo que as pessoas as levam a pensar que a coisa mais importante sobre elas é a aparência.

Ainda mais preocupante: cerca de 38% das meninas nessa faixa etária sentem que “não são bonitas o suficiente”.

O relatório sugere que a implacável exposição à mídia e imagens digitais que objetificam as mulheres, além do assédio nas ruas e abuso sexual on-line contribuem para o baixo nível de confiança das meninas.

A pesquisa, com mais de 1.600 garotas entre 7 e 21 anos, também revelou que quase 15% das que têm entre 7 e 10 anos se sentem envergonhadas em relação à própria aparência.

Cerca de 29% das meninas no grupo entre 7 e 8 anos e 41% das que têm entre 9 e 10 concordam que as mulheres são julgadas mais pela aparência do que por suas habilidades; infelizmente, não surpreende que mais da metade das que têm entre 7 e 10 anos (52%) sintam que “não são boas o suficiente”.

Mas garotas de todo o Reino Unido disseram à Girlguiding que a coisa mais importante que precisa mudar para melhorar suas vidas é o não julgamento das mulheres pela aparência.

Lyra, de 10 anos, do Sul de Londres, disse: “Acho que as meninas são mais julgadas pela aparência do que os meninos. Não acho que é justo que os homens sejam tratados de forma diferente das mulheres. Você tem de tratar todo mundo igual”.

Já Lienna, de 7 anos, acrescentou: “Um garoto na escola disse que eu tinha um bigode”.

E Francesca, de 9 anos, disse: “Passei com minha bicicleta perto de alguns adolescentes e eles disseram que eu era feia”.

Liddy Buswell, de 18 anos, ativista da Girlguiding e líder do grupo Brownie [de garotas de 7 a 10 anos], disse que está “chocada, mas não surpresa” pelos resultados da pesquisa.

“Como líder do ‘Brownie’, vivi essas experiências bem de perto. Vi meninas sem vontade de falar diante de grupos por causa da aparência; ouvi garotas dizendo que foram xingadas na escola e por isso não se sentiam confiantes em tentar novas atividades”, disse.

“Nenhuma menina deveria se preocupar com a aparência — ela deveria estar se divertindo e se curtindo. A pesquisa deste ano é uma condenável indicação de que algo precisa ser feito para atacar esse crescente problema.”

Nadia Mendoza, cofundadora da associação britânica Self Esteem Team, concordou que os resultados são “devastadores”, mas não inteiramente inesperados.

“Não é um problema novo. A saúde mental e a autoestima de nossos jovens têm escalado rumo a um estado crítico há muitos anos, como refletido no fato de que especialistas estimam que os quatro problemas mentais mais comuns enfrentados pelos adolescentes — ansiedade, depressão, distúrbios alimentares eautoflagelação — aumentaram em 600% na última década no Reino Unido”, Mendoza disse ao The Huffington Post UK.

“É importante reconhecer que este não é um problema só das meninas, e precisamos tentar melhorar a autoestima de todos os jovens”, acrescentou.

“Infelizmente, não há uma solução única para a construção da autoestima; é algo que requer um esforço cumulativo. Da mesma forma que a saúde física, não iríamos para a academia apenas uma vez esperando nos manter saudáveis pelo resto da vida; é algo que precisamos trabalhar diariamente ou semanalmente. Isso também é verdade para a saúde mental. É uma obra em andamento.”

O Self Esteem Team, que visita as escolas para promover workshops sobre saúde mental, acredita que que existam três áreas essenciais para melhorar a autoestima: pensamento crítico, hábitos saudáveis e conversa construtiva.

“Também valorizamos o ‘tempo para mim’, com um canal criativo para se expressar positivamente e, assim, reconhecer que sua autoestima não é determinada pelo número de curtidas em sua última selfie”, Mendoza explicou.

“Destacamos para nossos alunos a importância de elogios em coisas que eles valorizam; por exemplo, porque um amigo ofereceu um ombro amigo ou porque foram uma companhia divertida, em vez de porque têm tênis bacanas ou um cabelo bonito.”

Mendoza também dá um recado aos pais, para “estarem atentos à linguagem que usam em casa, por exemplo, se a mamãe não quer comer pão porque ‘me deixa gorda’; a criança pode e realmente absorve essas mensagens sobre a imagem do corpo”.

“Como pais, acho que precisamos estar cientes das potenciais questões e problemas pela frente e introduzir formas de reformulá-los, bem como encorajar a resiliência”, Ragoonanan disse ao HuffPost UK.

“Minha filha tem 4 anos. Ela me perguntou se era bonita. Eu disse que sim, mas que não era importante ser bonita. O importante é o tipo de pessoa que você é e como você trata os outros.”

Ragoonanan disse que se certifica de “elogiá-la por ser gentil, criativa, inteligente e responsável. Se eu a elogio pela aparência, são pelas escolhas criativas do que ela escolheu para se vestir (que eu muitas vezes compartilho no meu Instagram), e não por parecer bonita”.

Ragoonanan acredita que o relatório “destaca a importância de não deixar que estereótipos prejudiciais de gênero — que depositam um valor exagerado na aparência de uma garota — dominem suas vidas”.

Seus comentários vão de encontro à opinião de Sam Smethers, presidente da Fawcett Society, para quem o relatório da Girlguiding detalha o machismo enfrentado pelas mulheres ao longo de suas vidas.

“Mulheres e meninas são persistentemente julgadas por sua aparência. Esta pesquisa mostra que isso começa quando são jovens”, disse.

“Sabemos que 85% das mulheres jovens sofreram assédio na rua, 59% foram assediadas na escola e uma em cada quatro jovens se autoflagela. Elas apresentam taxas significativamente mais altas de depressão e problemas mentais do que os rapazes”, disse a especialista.

“Isso é sério. Como sociedade, precisamos enfrentar o fato de que a objetificação e o assédio estão arruinando as vidas das garotas e estamos deixando isso acontecer.”

Felizmente, a Girlguiding está dando passos positivos em direção à melhora da confiança corporal entre os jovens.

“As meninas nos disseram para que parássemos de julgá-las pela aparência. Todos os dias, durante a orientação, as garotas nos inspiram com sua bravura, senso de aventura e gentileza”, disse Becky Hewitt, diretora da Girlguiding.

“Estamos convocando a todos para que mostrem às garotas que são valorizadas por quem são — e não por sua aparência.”

Durante todo o mês de outubro, a Girlguiding está desafiando o público a pensar duas vezes sobre a maneira pela qual elogiam as meninas em suas vidas.

Estão pedindo para que todos nós digamos às mulheres o quanto elas são incríveis, sem fazer referência à sua aparência.

Se você conhece jovens que têm sido gentis ou que conquistaram algo pelo qual se esforçaram muito, compartilhe um post no Twitter, Facebook ou Instagram com as hashtags: @Girlguiding #YouAreAmazing #GirlsAttitudes.

bomba.jpg

– Padre Fábio de Melo sai do twitter e diminui rotina árdua! Até ele é vítima dos haters das Redes Sociais?

O conhecido religioso Padre Fábio de Melo, de importante lições espirituais e dono de inspiradas canções, após ser pilhado por conta de uma publicação onde falava sobre “saidinha de presos do Dia dos Pais”, resolveu abandonar o Twitter.

Ele escreveu em outras palavras que Alexandre Nardoni, um famoso condenado por ter matado sua filha pequena ao jogá-la do alto do seu apartamento, deveria não ter o benefício de sair para ver seus filhos no dia dos pais, mas sim ir ao túmulo da inocente assassinada no dia de Finados. Para a Web, tal postagem foi motivo de repulsa ao sacerdote que foi bombardeado por críticas.

Tendo sofrido recentemente com a Síndrome do Pânico, o padre declarou que a sua saúde emocional era importante e que essa Rede Social não estava mais lhe fazendo bem. Imaginem o que ele deve ter lido… também prometeu diminuir sua rotina de shows, até se dedicar fora da área musical para novos desafios de evangelização.

A questão é: ele, tão especial em espiritualidade e nas mensagens de paz, numa opinião pessoal (não escreveu como homilia, mas como humano que é), tornou-se alvo da patrulha do politicamente correto.

Claro que como Padre muitos talvez desejassem que ele repetisse o famoso ensinamento cristão de perdoar 70×7. Mas na Internet ele sempre foi mais gente do que padre, e tal sentimento de indignação falou mais alto.

A questão é: Nardoni, por incrível que possa parecer, foi levado a ser por muitos uma “Madalena Arrependida” (e olha a diferença de pecado do criminoso e da santa…).

E você: o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

Resultado de imagem para padre fábio de melo

– Os Golpes de Cartório

O que tem de vigarista por aí, é algo assustador! O golpe da moda é o do CARTÓRIO: alguém te liga de um determinado “cartório” (que não é cartório), diz que seus títulos serão protestados em poucas horas, pede o pagamento imediato para não executá-lo, passa telefones de falsas empresas com golpistas esperando a sua ligação, e acabam tentando garfar uns trocados.

Aliás, trocados?

Nada disso. Trocão! Por 3 vezes recebi tal ligação (cartório de São Paulo, Bragança e Campinas – todos falsos) e nos 3 eu estava “devendo” 7 parcelas de R$ 399,00 a uma empresa de cobrança, todas de nome diferente.

Tome cuidado, pois, mesmo atento, eles são bons de lábia.

Importante: cartório não liga para devedor dizendo que vai protestar…

– Um Vlog como teste?

Amigos, estou fazendo uma nova experiência: após sugestão, estou gravando temas do Blog em vídeos no YouTube. Na verdade, por enquanto, somente fiz o primeiro, de apresentação.

Tudo caseiro, bem amador, sem muita preocupação com edição. Como estou aprendendo, parece-me que não é errado chamar de Vlog (Blog em Vídeo). Ou melhor: Canal!

Não importa! O que vale é a intenção. Se você quiser me dar a honra de prestigiar e se inscrever, o endereço (abaixo) é:

https://www.youtube.com/channel/UCRT3Ds8ExBZppf6iTwFTsuA

– Barrigas de Aluguel via Internet

Não sei se estou preparado para esses novos tempos e métodos de concepção: o de Barrigas de Aluguel.

Confesso que ao ler esse artigo, assustei-me um pouco com a forma comum que tal assunto é tratado. Ou seja, alugar o útero não é novidade!

Veja em: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2063/artigo139363-1.htm

GRAVIDEZ.COM, O COMÉRCIO DE ÚTERO NA INTERNET

Crise financeira e problemas de infertilidade levam dezenas de mulheres a comércio ilegal de gestação

por Alan Rodrigues e Carina Rabelo

A geladeira da casa da paulista Maria Inês de Carvalho, 29 anos, há tempos não conta com alguma variedade de produtos. Fora uma travessa de feijão do dia anterior, um arroz e uma carne moída, apenas se veem garrafas d’água. Na dispensa a situação não é diferente. Ali, as latas vazias comprovam a míngua. Há dois anos, desde que perdeu o marido, Inês e a pequena filha de 6 anos vivem em sobressaltos. Cansada da penúria alimentar e com os cobradores batendo à porta, ela buscou uma solução pouco ortodoxa para resolver sua crise financeira: alugar o próprio útero para pagar as dívidas, que já chegam a R$ 30 mil.

“Não suporto mais passar dificuldades. Pensei até em vender um rim”, diz. Proibida de trabalhar pelo falecido marido desde o início do casamento, ela nunca teve uma atividade profissional. “Não sei fazer nada”, lamenta.

Ela é apenas mais uma no amplo rol das mulheres que buscam a salvação financeira pelo útero. Numa única empresa de anúncios pela internet, outras 800 candidatas a mãe de aluguel colocaram suas barrigas para locação. Inês quer R$ 80 mil para gerar um filho para outra mulher.

Ao contrário dela, a empresária mineira Marlene Santos, 40 anos, não tem problemas financeiros, mas de infertilidade. Em comum entre elas há apenas a angústia. Rica e casada há dez anos, Marlene alterna seus dias entre a solidão e a tristeza em um apartamento luxuoso em Belo Horizonte. Marlene está na estatística de 1% das mulheres brasileiras que nasceram sem o útero. “Gerar um filho é uma graça que eu não pude ter”, lamenta. Para driblar a infertilidade, ela jogou às favas os escrúpulos e, na escolha polêmica, a sua história se cruza com a de Inês. Ela contratou uma barriga de aluguel pelo Orkut – rede social na internet que apresenta dezenas de comunidades sobre o tema. Pelo arrendamento durante os nove meses de gestação, a empresária paga R$ 50 mil, assume todas as despesas médicas, o supermercado mensal e os demais cuidados necessários à grávida.

A paulistana Camila, 21 anos, tem seu nome em uma espécie de book – das mães de aluguel – numa clínica de reprodução assistida, na capital paulista. Ela já alugou seu útero uma vez, há dois anos, e não se arrependeu.

“Peguei o dinheiro e dei de entrada no meu apartamento”, diz. Camila é o tipo de ótima “locatária” nesse mercado. “Entreguei o menino depois do parto, conforme o combinado.

“Não suporto mais passar dificuldades. Pensei até em vender um rim”
Inês de Carvalho, dona-de-casa

Tinha recebido metade do valor assim que se confirmou a gravidez e o resto logo depois do parto”, diz. Loira, bonita e sem vícios, ela resolveu enfrentar tudo novamente.

“Estou desempregada e sem perspectivas”, argumenta. Na primeira vez, Camila encontrou apenas uma página na internet. “Hoje são mais de 18, com 14 mulheres em cada uma”, diz ela, preocupada com a concorrência.

Nem sempre são os contextos dramáticos que mobilizam as mães de aluguel. Ao contrário de tantas mulheres que encaram a gravidez como um estorvo e se apavoram diante dos riscos do parto, as que se dispõem ao serviço gostam de ficar grávidas. E, claro, se encantam com a possibilidade de receber boa remuneração. As transgressões delas se multiplicam no mercado virtual, onde esse comércio clandestino é operado. Basta colocar a palavra-chave ‘barriga de aluguel’ no campo de busca da internet, e os anúncios vêm à tona. Em cada site de classificados, comunidades virtuais e fóruns, surgem de 200 a 800 recados de mulheres disponíveis ao serviço. No texto, elas atraem os compradores com garantias de saúde perfeita, juventude plena e atributos físicos desejáveis. Para tranquilizar o casal, declaram-se “bem resolvidas” quanto à escolha.

O esquema é simples. A mulher coloca o ventre em locação e recebe propostas. O negócio é fechado sem contratos – apenas com o comprometimento das partes. Exames preliminares são feitos para comprovar a saúde da futura gestante, que deverá seguir à risca as recomendações dos pais da criança. A partir do acordo, o óvulo da mãe genética, já fecundado com o espermatozoide do pai, é implantado no ventre da mãe de aluguel. Durante nove meses, nada de bebidas e cigarros ou situações de risco para o bebê. Após o parto, a mãe genética pega o recém-nascido e o leva para casa. “Não quero amamentar para não ter apego”, diz Inês.

Patrícia Amorim, 29 anos, colocou o anúncio na internet em dezembro de 2008 e já recebeu quatro propostas. Ela, que já é mãe de duas crianças, colocou seu ventre em locação por R$ 30 mil, de comum acordo com o marido. “A condição é que seja através de inseminação”, diz a mulher, que recusou há uma semana uma proposta de fecundação através de relação sexual. “Não corro o risco de me apegar à criança”, garante. “Filho dá trabalho. Por que vou querer assumir a responsabilidade por um que não é meu?”, questiona a despachante, que faz malabarismos a cada mês com a limitada renda familiar de R$ 1.090. “Temos o direito de dar uma condição de vida digna para as nossas crianças”, diz ela.

No Brasil, a resolução 1.358/92 do Conselho Federal de Medicina (CFM) – o único dispositivo normativo a versar sobre o tema “útero de substituição” – admite a prática somente de forma solidária, gratuita, entre parentes de até segundo grau e mediante prova de que o casal interessado é incapaz de gerar filhos. Mesmo com autorização – e elas são pouquíssimas no País -, a nova família passa anos com ações na Justiça para legalizar o nome de seus filhos. “É necessária a presença do Estado nesse debate para evitar abusos”, entende Margareth Arilha, da ONG Comissão de Cidadania e Reprodução (CCR). O limbo da falta de amparo legal impulsiona as mães de aluguel a migrar da simples clandestinidade à criminalidade. Para burlar a fiscalização dos centros de reprodução humana e do hospital no momento do parto, é comum que muitas delas utilizem documentos falsos para obter o atendimento e o registro da criança com o nome da mãe biológica.

Emperrado na burocracia, o governo anda a passos lentos na tentativa de regulamentar a prática disseminada. Especialistas se dividem. Os católicos são contrários. Médicos defendem que o “útero de substituição” deve seguir as regras do CFM, principalmente no que diz respeito ao grau de parentesco entre as partes. “É importante que elas sejam próximas”, diz o médico Pablo Chacel, corregedor do CFM. “Há muitas questões envolvidas na relação entre a gestante e o bebê. Não conhecemos os impactos sobre uma criança que foi concebida por uma estranha”, afirma Maria do Carmo Borges, vice-presidente da Rede Latino- Americana de Reprodução Humana.

Na área do direito, o entendimento favorece a ampliação das possibilidades da cessão do útero, desde que não se trate de um acordo comercial.

“Deve ocorrer por um ato de solidariedade, com as despesas de saúde e alimentação pagas pela mãe genética”, defende a professora Maria Auxiliadora Minahim, especialista em direito penal e bioética.

Atualmente, raros são os casais inférteis que não pensaram na possibilidade de alugar uma barriga, mesmo que de relance. Entre os interessados estão homens e mulheres que não podem ter filhos – estima-se que eles sejam 18% do total de casais do País, e mulheres que perderam o ventre após a retirada de um mioma – o câncer de colo do útero atinge cerca de 500 mil por ano no mundo. Impossibilitadas de gerar um filho, muitas recorrem às barrigas de aluguel. Outros interessados no serviço são os casais homossexuais em união estável e as mulheres acima dos 40 anos – de 25% a 35% delas se tornam inférteis a partir dessa idade. Essas pessoas encontram na barriga de aluguel a viabilidade para a realização do sonho, mais acessível com a popularização das técnicas de fertilização in-vitro e inseminação artificial. A atriz Sarah Jessica Parker, 44 anos, é um dos exemplos.

O ícone da nova feminilidade no seriado “Sex and the City”, recorreu a uma barriga de aluguel por não conseguir mais engravidar.

O tema se tornou popular no País na década de 90, após a novela “Barriga de Aluguel”, que tratava do conflito entre a mãe genética, interpretada por Cássia Kiss, e a mãe de aluguel, papel de Cláudia Abreu. Recentemente, o assunto voltou à tona na novela “Caminho das Índias” e no seriado “A Grande Família”. Entre os grandes tabus do tema está a possibilidade do apego entre a mãe e o filho biológico e o desconforto entre a criança e a família genética. No entanto, pesquisas revelam que estes dramas são mais comuns nos folhetins do que na vida real. Mães de aluguel não enfrentam problemas emocionais durante ou depois da gravidez. Nem mesmo dilemas ao entregar o filho aos pais que a contrataram. É o que revela a pesquisa da City University, na Inglaterra, onde a prática é legalizada. De acordo com o levantamento, nenhuma das 34 mães de aluguel entrevistadas teve dúvidas ao entregar o bebê. Elas também afirmam manter uma boa relação com os pais contratantes.

Um estudo do Centro de Pesquisa Familiar, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, divulgado em julho de 2008 na Conferência da Sociedade Europeia de Reprodução Humana, revela que famílias constituídas a partir de óvulos doados, inseminação artificial e barriga de aluguel têm o mesmo nível de satisfação e equilíbrio psicológico das constituídas de forma natural. Segundo Polly Casey, autora do estudo, as mulheres que criam filhos a partir de óvulos doados ou barriga de aluguel têm um excelente nível de envolvimento com a criança. “Os dados não surpreendem se levarmos em consideração as dificuldades que estas mulheres enfrentaram para atingir a maternidade”, revela a pesquisadora.

No próximo mês, deverá ser analisada pelo governo na França a proposta de legalização da barriga de aluguel, durante a revisão da lei de bioética. Entre os que apoiam – 61% da população – estão grupos de políticos, médicos, psicanalistas e juristas, que reuniram mais de 300 assinaturas em todo o país para legalizar a prática. Entre os opositores (31%) estão os católicos. A agência nacional de biomedicina – que se propõe a intermediar os contratos entre mães de aluguel e os casais – deverá apresentar o relatório ao presidente Nicolas Sarkozy. Na França, cerca de 100 casais optam pelas barrigas de aluguel a cada ano. Levantamento recente feito pelo Centro de Fertilidade de Berlim, na Alemanha, revela que 63% dos casais inférteis e 44% da população são favoráveis à legalização da barriga de aluguel. Na Índia e em dois Estados americanos, o aluguel do útero é permitido.

“Existe uma tendência mundial de liberalização. O Brasil não pode se omitir ao debate”, diz Margareth Arilha. Nos próximos dias, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, irá ao Congresso Nacional, a convite da senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), para debater o tema.

Embora o assunto assuste os mais conservadores e até mesmo aqueles que se esforçam para compreender a escolha pela barriga de aluguel, a prática revela o surgimento de novas famílias. “Se serão melhores ou piores, só o tempo dirá”, diz Maria do Carmo Borges.

– As torcedoras do Irã e o direito de frequentarem praças esportivas.

A Copa do Mundo da Rússia, ocorrida há um ano, trouxe novidades comportamentais ao Irã: o entusiasmo pela competição afrouxou as leis locais e trouxe a permissão para que mulheres possam assistir aos jogos de futebol nos estádios. Hoje, em quase todas as modalidades existem torcedores masculinos e femininos nas arquibancadas.

Era comum, pasmem, as iranianas (consideradas as mulheres mais bonitas e corajosas do Oriente Médio) vestirem-se de homem para ir a alguma praça esportiva na modalidade “masculino”, já que a teocracia local condenava a mistura de sexos na torcida. Não seria “adequado” que os trajes esportivos mais agarrados ao corpo fossem vistos por elas; e se praticantes, nem elas que estivessem à mostra para que homens vissem (tal motivo acarretava, por exemplo, que em jogos de voleibol feminino somente mulheres pudessem estar no ginásio torcendo).

Enfim: quantas vezes houve tamanha e desnecessária separação entre as pessoas única e exclusivamente pelo gênero? Mesmo respeitando a cultura e a religião irradiada de Teerã para todo o resto do país, é inadmissível para o mundo moderno hoje que exista tal situação (que ainda ocorre em algumas nações mais radicais).

– Explicando o que é “Ideologia do Gênero”

Concordo (e muito) com esse vídeo que compartilho abaixo, elucidando o que é a “Ideologia do Gênero”, tão discutida atualmente. Ele tem apenas 2 minutos e explica muito bem o que se propõe tal causa.

Escola, para mim, é lugar de educação e cultura, não de CRIAÇÃO DE IDENTIDADE SEXUAL.

Menino é menino. Menina é menina. Por quê promover a assexualidade de gênero quando vão para as escolas, e precocemente sexualizá-los?

Gosta da idéia de banheiros com meninas e meninos, ou melhor, adolescentes sem “sexo definido” juntos?

Eu não. São nossos filhos e filhas, e Educação e Valores Sociais, Morais, Religiosos e Sexuais começam, em nossa família, EM CASA. Pai e mãe devem ser os primeiros educadores e catequistas das crianças.

Vale a pena compartilhar!

Veja, em: http://www.youtube.com/watch?v=j7zbS1RYdpg

– Quando os idiotas vencem: a briga na frente da criança entre Internacional 1×1 Grêmio

Lamentável. Quando a cor de uma camisa supera a inteligência e a razão, pode parar o mundo pois voltamos a ser selvagens.

Triste demais ver a idiotice acontecida no Gre-Nal. Abaixo o texto contando o ocorrido, mas quem viu pela SporTV as imagens, chora junto com a criança. E é capaz de algum insensato culpar a mãe dela pelo episódio… 

Abaixo, extraído de: https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2019/07/20/torcedora-do-gremio-e-agredida-em-frente-a-crianca-apos-gre-nal.htm

TORCEDORA DO GRÊMIO É AGREDIDA EM FRENTE A CRIANÇA APÓS CLÁSSICO

Uma torcedora do Grêmio foi agredida hoje (20), no estádio Beira-Rio, depois do Gre-Nal 421. A cena foi flagrada pelo Premiere, e outros presentes, e viralizou nas redes sociais. As imagens mostram que mulher acompanhada de uma criança com camisa gremista em mãos foi abordada por três torcedores do Internacional que tentavam tomar a peça a força. Na tentativa de pegar a camisa do Grêmio, o trio empurrou a mulher. Seguranças do estádio precisaram intervir para controlar a situação.

De acordo com o SporTV, a mulher e a criança não estavam na chamada “torcida mista”, setor onde gremistas e colorados acompanha o clássico lado a lado mediante acesso em conjunto.

Outro vídeo, de ângulo inverso, mostra segundos antes do ataque. A mulher de preto vibra com a camisa do Grêmio em mãos e a criança também celebra a presença do uniforme.

O Internacional, procurado pelo UOL Esporte, afirma que “o segurança agiu para evitar que a torcedora e a criança sofressem constrangimento maior. A camisa recolhida foi entregue pelo servidor ao menino após eles deixarem o estádio em segurança”.

Através de seu perfil no Instagram, o atacante Everton pediu auxílio para entrar em contato com o menino que aparece nas imagens. O departamento de torcidas do Grêmio (DTG) irá entrar em contato com a torcedora para dar apoio após o ocorrido.

Em campo, Inter e Grêmio ficaram no empate por 1 a 1. Paulo Miranda, contra, abriu o placar e Luan empatou no segundo tempo.

 

– Quando o Esporte não é Saudável!

O esporte sempre é saudável. Certo? Mas leia a afirmação abaixo (e a citação ao longo desta postagem):

“Esporte não é Saúde. Pode vir a ser um promotor de Saúde, mas nem sempre irá produzir Saúde”

Amigos, existe um dito popular de que “Esporte é Saúde”. Mas… será que realmente é?

Compartilho um belo material da professora do Departamento de Educação Física e Motricidade Humana da Universidade Federal de São Carlos, Dra Selva Maria Guimarães Barreto, sobre a relação “Esporte e Saúde” ser diferente da dita “Esporte é Saúde”.

Ótimo artigo que nos faz repensar práticas esportivas que podem ser maléficas ao nosso dia-a-dia. Em destaque, os efeitos nocivos que o “Esporte de Alto Rendimento” pode trazer aos seus praticantes e a prática esportiva das crianças.
Abaixo:

Extraído de: http://cdcc.usp.br/ciencia/artigos/art_22/esportesaude.html

ESPORTE E SAÚDE 

Nos cursos de Educação Física está ocorrendo uma revolução, que vem provocando questionamentos sobre alguns conceitos: o que se tenta expor criticamente hoje é a relação entre “Esporte e Saúde”. Esta veiculação, infelizmente, não é a mais usual, pois geralmente é substituída por “Esporte é Saúde” pelo conhecimento popular, uma relação que aparenta ser uma verdade absoluta, quando não, obrigatoriamente, é. Os novos conceitos trabalhados relacionam Esporte, Saúde e Qualidade de Vida, de maneira a levantar o debate para refletirmos sobre os mesmos.

O Esporte, como conceito, é considerado uma atividade metódica e regular, que associa resultados concretos referentes à anatomia dos gestos e à mobilidade dos indivíduos. Esta é a conotação que podemos chamar de “Esporte de alto nível”, veiculada nas mídias em geral, representada por pessoas executando gestos extremamente mecanizados, uniformes, com um certo gasto de energia para produzir um determinado tipo de movimento repetidas vezes. São gestos plásticos, muito organizados, moldados e com muitas regras, para que se possa obter algum resultado prático. O Esporte pode ser encarado, dentro de outras ópticas, tanto como o Esporte veiculado nas mídias, como uma atividade dentro de um grupo de amigos (na escola, na rua ou qualquer local).

Existem outros conceitos de Esporte, em que se consideram como um componente dos blocos de conteúdos da Educação Física escolar, isto é, a Educação Física nas escolas possui alguns conteúdos, tais como a Dança, os Jogos, as Lutas, as Brincadeiras, e o Esporte é um destes. É na escola que a conotação de Esporte deve ser diferente do Esporte de alto nível, apesar de alguns professores de Educação Física insistirem em alto rendimento. Felizmente este modelo vem modificando-se, aos poucos. Assim, a idéia que se tem de Esporte é muito ampla, o que permite uma variedade de conceitos. Dependendo do conceito e do entendimento, Esporte pode estar ou não veiculado à Saúde.

Já Saúde, enquanto conceito, é sentir-se bem em todos os seus aspectos: físicos, motores, sociais, mentais e afetivos. Isto acaba tornando muito difícil ter uma saúde perfeita e praticamente impossível um conjunto de profissionais completamente saudáveis (como os professores de Educação Física, por exemplo).

A respeito de Saúde, a diferença entre os termos físico e motor é muito tênue. Motor é uma idéia que está ligada ao movimento, isto é, é necessário estar bem; o organismo e todos os aparelhos que o compõem precisam estar em pleno funcionamento para se movimentar bem. Por outro lado, físico é um conceito ligado à capacidade, força e potência (aeróbia ou anaeróbia). Logo, não necessariamente, quem realiza bem um movimento tem uma capacidade física muito grande, e vice-versa. Por exemplo, aqueles que fazem musculação ininterruptamente costumam ter uma certa dificuldade ao caminhar, ou seja, o aspecto físico bem trabalhado não significa um aspecto motor de boa qualidade. Por isso, Esporte como entendimento de uma atividade metódica pode provocar saúde ou bem-estar em nível psico-motor, mas dificilmente em nível social. Também aquele que realiza um Esporte e coloca acima de tudo a vitória (validando atividades “anti-jogo”, tais como puxão de cabelo, cotovelada e outras faltas), não promove sua Saúde completa.

Associado à Saúde está o conceito de Qualidade de Vida, definido como a condição humana resultante de um conjunto de parâmetros individuais e sócio-ambientais (modificáveis ou não) que caracterizam as condições em que vive o ser humano. Para se definir como boa qualidade de vida, deve-se levar em consideração a satisfação das necessidades básicas de sobrevivência: alimentação, vestuário, trabalho, moradia e relações sociais e afetivas (as quais, no mundo capitalista de hoje, sempre se subordinam à outra: a econômica).

Analisando agora a relação do conhecimento popular “Esporte é Saúde”, esta se difunde como contrapartida ao mundo atual, que promove em suas práticas o sedentarismo, como conseqüente, a obesidade – tida como o mal do século. Assim, em combate à obesidade, o Esporte promove Saúde. O Esporte também é promotor de Saúde por ser um incentivo às relações sociais, tais como coleguismo, amizade e paixões.

Outras inverdades são disseminadas pelo conhecimento popular. Algumas pessoas dizem que ao caminhar uma hora por dia mantêm seu nível de colesterol reduzido, com chances reduzidas de obter problemas cárdio-respiratórios, ou ainda possibilidades de emagrecimento. Mas, em seguida, comem chocolate, “churrasquinho”, “leitão à pururuca”, “torresminho”, doces, refrigerantes, etc – alimentos que invalidam qualquer atividade saudável. Além disto, caminham em locais inadequados e usam calçados impróprios para a atividade exercida. Logo, o corpo não descansa, como ainda pode sofrer lesões por exercícios praticados de maneira errada. Também existem aqueles que caminham em excesso, acima de quatro horas ao dia, todos os dias da semana, sem um descanso mínimo. As estruturas corpóreas e seus respectivos ligamentos não agüentam e acabam por “inchar”, inflamar ou até romper. Está comprovado que qualquer treinamento físico, principalmente os de altíssimo nível, deve ser praticado com o necessário descanso para que o organismo possa se recuperar da atividade e da perda de líquidos e sais minerais. Outros praticam esforços aos finais de semana como maneira de compensar uma vida sedentária de segunda à sexta-feira, sem qualquer sistemática apropriada. Deve-se praticar atividades periódica e cotidianamente, com pausas corretas de descanso.

Tudo que é feito ininterruptamente cansa, desgasta e não promove os benefícios almejados. O Esporte é uma atividade física e, como tal, promove desgaste energético, emagrecendo o organismo. Mas, sem respeitar os parâmetros físicos limitantes de cada indivíduo, ou ainda, um controle alimentar adequado, ao invés de benefícios, a atividade pode promover malefícios. O controle alimentar é muito importante no que se refere à relação entre ingestão e gasto de energia, ou seja, o quanto (e o que) se come e o quanto se trabalha. Neste parâmetro, podemos entender que é perigoso pessoas obesas e despreparadas praticarem Esportes como triathlon, uma competição onde se nada, pedala e corre longas distâncias exaustivamente. Até que ponto é saudável praticar triathlon, ou ainda malhar de duas a quatro horas numa academia? São associações equivocadas relacionar alto rendimento e esforço excessivo. Para que o Esporte fazer bem, tem que suar muito e deixar o indivíduo cansado.

Esporte não é Saúde. Pode vir a ser um promotor de Saúde, mas nem sempre irá produzir Saúde, como uma regra. Inclusive temos recentemente dois casos de jogadores de futebol que faleceram enquanto praticavam a atividade física. Percebemos também, que existem vários desportistas que fazem uso de substâncias – questionáveis – para obter melhores desempenhos nas atividades, o que corrompe a noção de que Esporte faz bem. Esporte só faz bem dentro de seus fatores limitantes: bem empregado, bem trabalhado e sob uma perspectiva que esteja além do alto rendimento.

Isso não quer dizer que muitos que praticam Esportes de alto rendimento não são pessoas saudáveis. Serão na medida em que o treinamento lhes provocar bem-estar físico e uma boa relação para com os outros. Mas ao exagerar na atividade (em nome da relação “Esporte é Saúde), acaba-se promovendo um malefício ao corpo”. Outro problema nesta relação ocorre com uma concepção inadequada de Esporte, sendo esta, muitas vezes, a concepção dos professores de Educação Física dos ensinos fundamental e médio. Em determinada ocasião, Esporte é considerado como um conteúdo mínimo e único, o que acaba se tornando a exclusiva prioridade a ser promovida entre seus alunos: aos que jogam bem, a oportunidade de praticar; aos que possuem dificuldades, acabam como juiz, gandula ou ainda sentados no banco, só observando a turma jogar. Nestes casos, não há Saúde social, ou, sequer, Saúde motora. Como deve se sentir o aluno que permanece sentado durante toda a atividade dos colegas? O que ele acaba por representar? E sobre a prática de distribuir os alunos em dois times, onde são escolhidos um por vez, alternadamente: como se sente o último a ser escolhido? Como “resto”? São estas as práticas a serem repensadas

A Educação Física nas escolas não pode ter por objetivo formar campeões, assim como não deve negar a possibilidade de que alguns realmente serão futuros campeões. Temos a necessidade de dissociar a Educação Física escolar de treinamento esportivo. A inserção dos alunos obesos, lentos e sem muita coordenação motora trará mais Qualidade de Vida ao conjunto, ensinando, não apenas, nossos limites, mas também em como conviver com os limites alheios. Nas escolas, os pré-requisitos para os professores de Educação Física não devem ser grandes atletas que sabem jogar, devem ser grandes professores que saibam ensinar. Do contrário, o Esporte deixa de ser um agente de inclusão social para ser um fator de exclusão social, onde “quem joga bem, joga; quem não joga bem, que fique quieto e não atrapalhe”.

Existem também aqueles que praticam musculação e, paralelamente, tomam suplementos alimentares e aminoácidos. Alguns em apenas dois meses têm a musculatura toda definida e acreditam que isto é ser saudável: muito questionável, principalmente, se tratando de um adolescente, por exemplo. No momento, o corpo fica “esteticamente belo” (o que não deixa de ser uma mera convenção social), mas passados alguns anos, estes complementos podem deixar a pessoa estéril ou ainda provocar doenças no fígado. Tudo o que é feito para além dos limites naturais do corpo, com certeza prejudica o mesmo. Existe um composto chamado Creatina, substância que ao ser ingerida dá condições de um rendimento um pouco maior ao corpo, produzindo mais energia. Porém, ao se ingerir Creatina após um longo período, o corpo para de produzir os benefícios mesmo que o indivíduo continue ingerindo-a. Mais tarde, começam a se formar certos resíduos, estranhos ao corpo: são compostos que acabarão por gerar algum problema grave, talvez até um tumor. Também não praticam um ato saudável os indivíduos que se abstêm de se alimentar com legumes, verduras e frutas para só ingerir suplementos alimentares. Não se deve exagerar em nada, tudo tem seus limites.

Ainda sobre os excessos além dos limites do corpo, está o que chamamos de “Especialização Motora Precoce” ou “Inadequação no Movimento ao Nível Desenvolvimental do Praticante”. São as Escolinhas de Esporte para crianças (como as Escolinhas de Futebol, por exemplo) que ensinam como se estas fossem adultos, esquecendo que seus limites físicos e motores são muito maiores. Nesta idade, deveriam somente ensinar os movimentos que lhes são possíveis, deixando a especialização no Esporte de alto nível para depois, quando desenvolverão sua habilidade motora. Para as crianças de 8 até 12 anos o que deve ser praticado está muito distante do Jogo profissional em si – apenas mobilidades precursoras. Além do corpo não compreender o movimento se não estiver bem desenvolvido, existem pesquisas comprovando que devemos primeiro desenvolver nossa base motora para em seguida decidir o que fazer com ela. Isto é, na infância devemos desenvolver nosso nível de movimentos em uma grande amplitude de ações (genéricas) para só depois podermos decidir os esportes a praticar (em uma especialização do movimento). Podemos ver que no Vôlei, por exemplo, os jogadores que se destacam hoje são aqueles que sabem atuar bem em diversas posições, levantamento, bloqueio, saque, corte, enquanto que antigamente o bom jogador era especialista em uma só posição. O atual jogador de vôlei aprende inicialmente os lances mais gerais e só mais tarde escolhe a posição que melhor lhe convém, assim já aprendeu mais do esporte e desenvolveu mais amplamente sua coordenação motora para o mesmo. Além disso, a especialização prematura pode acarretar lesões (no joelho, ombro, cotovelo, etc – e não há maneira de se compensar o corpo depois de lesionado), o que ocasiona uma curta vida no Esporte, tendo que abandonar mais cedo a atividade.

saude-2Be-2Besporte

– O radicalismo dos judeus ortodoxos trazendo alguns problemas sociais

Claro que toda crença deve ser respeitada. Mas alguns inconvenientes da falta de bom senso de uma cultura podem ser danosos.

Dois exemplos envolvendo um mesmo grupo: leio que os judeus ortodoxos ultra-radicais estão com problemas por causa de uma campanha anti-vacina (por isso o crescente número de sarampo nos EUA), já que os fiéis daquela localidade resistem à prevenção por tal método; o outro caso é de evitarem o contato com mulheres em seu dia-a-dia, como, simplesmente, voar sentado do lado delas.

É extremamente curioso e motivo de discussão. As duas matérias que abordam esse assunto, abaixo:

1 – Em: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2019/04/09/nova-york-declara-emergencia-devido-a-surto-de-sarampo.ghtml

NOVA YORK DECLARA EMERGÊNCIA DEVIDO A SURTO DE SARAMPO

Cidade exige que moradores não vacinados das áreas afetadas tomem a vacina ou paguem multas.

Um surto de sarampo no Brooklyn, principalmente entre crianças judias ortodoxas, fez com que a cidade de Nova York declarasse uma emergência de saúde pública nesta terça-feira (9), exigindo que moradores não vacinados das áreas afetadas tomem a vacina ou paguem multas.

O maior surto do vírus, antes praticamente erradicado, na cidade desde 1991, está basicamente contido na comunidade judaica ortodoxa do bairro de Williamsburg, com 285 casos confirmados desde outubro, disse o prefeito Bill de Blasio em coletiva de imprensa. O número representa um salto acentuado dos apenas dois casos registrados em todo o ano de 2017.

“Esse é o epicentro de um surto de sarampo que é muito, muito preocupante e que precisa ser enfrentado imediatamente”, disse de Blasio. O prefeito foi acompanhado por autoridades de saúde da cidade que criticaram o que chamaram de “desinformação” espalhada por críticos das vacinas.

O vírus do sarampo é altamente contagioso e pode levar a sérias consequências e à morte. Embora nenhuma morte tenha sido confirmada até agora, 21 pessoas foram hospitalizadas, com cinco na unidade de terapia intensiva, segundo autoridades. Todos os casos confirmados, com exceção de 39, afetaram crianças.

O surto faz parte de um reaparecimento mais amplo do vírus nos Estados Unidos, com 465 casos registrados em 19 Estados até agora neste ano, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA.

Em 2000, os Estados Unidos declararam que o sarampo havia sido eliminado do país devido à ampla vacinação, o que significa que não estava mais constantemente presente. Entretanto, as taxas de vacinação têm caído nos últimos anos, de acordo com especialistas em doenças infecciosas.

O surto no Brooklyn tem sido associado a uma criança não vacinada que foi infectada durante visita a Israel, que também está enfrentando uma epidemia da doença, de acordo com o Departamento de Saúde da Cidade de Nova York.

Autoridades disseram que irão impor multas de até mil dólares àqueles que não tomaram a vacina tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) e não podem fornecer outra evidência de imunidade, como já terem tido sarampo.

Essa é a primeira vez na história recente em que a cidade de Nova York ordena vacinações obrigatórias, de acordo com autoridades de saúde.

bomba.jpg

2- Em: http://www.virgula.com.br/viagem/cia-aerea-nao-aceita-mais-que-judeus-ortodoxos-se-recusem-a-viajar-ao-lado-de-mulheres/

CIA. AÉREA NÃO ACEITA MAIS QUE JUDEUS ORTODOXOS SE RECUSEM A VIAJAR AO LADO DE MULHERES

A companhia aérea israelense EL AL deu uma boa notícia e fez uma importante mudança em sua política nesta semana. Ela anunciou que não vai mais mudar as mulheres de assento para acomodar judeus ortodoxos que se recusam a viajar ao lado de presenças femininas.

A razão foi uma denúncia de Khen Rotem, um rapper israelense conhecido como Sagol 59. Ele estava em um voo de para Nova York para Tel-Aviv que atrasou mais de uma hora até que os comissários mudassem mulheres de lugar após quatro judeus ortodoxos se negarem a sentar ao lado delas.

Em post no Facebook, o rapper disse que um dos homens se recusava a falar com as atendentes de voo e passou a viagem todo com os olhos fechados para não ter que olhar para as mulheres do voo. A reclamação repercutiu na internet e o CEO da maior empresa de tecnologia local iniciou um movimento de boicote à companhia aérea. “Não fazemos negócios com empresas que discriminam pessoas por raça, gênero ou religião. A NICE não voará mais com a EL AL até que mude suas políticas discriminatórias contra mulheres”, disse Barak Eilam.

Depois disso, a companhia aérea anunciou que, a partir de agora, “passageiro que se recusar a sentar ao lado de qualquer pessoa será imediatamente removido da aeronave”.

bomba.jpg

– Mundo ensandecido, parte 2: Xico Graziano e Paulo Henrique Amorim

Quem somos nós para julgar o próximo, não?

Eu admirava o jornalista Paulo Henrique Amorim até o momento que ele surtou. Passou a ofender jornalistas (lembram do processo de racismo que ele sofreu?) e exagerar nas suas posições políticas (em momentos radicais). Dessa forma: permaneceu o meu respeito pelo profissional do jornalismo (que era muito competente), embora eu repudiasse suas opiniões. O mundo democrático deve ter esse respeito / educação.

Detesto fanatismo de Direita ou de Esquerda, pois deturpa as coisas. Aí eu vejo esse tuíte do Xico Graziano, conhecido político, falando sobre “santificar ou demonizar” quem morre. Na publicação, desrespeita a figura do recém-falecido. Mas a troco de quê?

Ora, se o cara se foi, respeite a dor de quem o tinha por estima. Mas louvar a morte de alguém por divergência política não é racional, nem razoável, nem humano.

Fique-se no silêncio pela boa educação. O fato de você não gostar da pessoa e permanecer quieto, não necessariamente te faz um admirador dela. Pra que ofensa gratuita?

Vocês já imaginaram o inferno que acontecerá com os extremistas que se tornaram radicais lulistas e bolsonaristas, se algum deles falecer hoje?

Fujamos das redes sociais nesse dia…

Abaixo, o infeliz tuíte citado de Graziano. Como podemos dizer que quem morreu é um canalha e ironiza para onde ele vai? E nós, para onde iremos?

– Mundo ensandecido, parte 1: Doar sangue por meio ingresso do Cinema?

Parece piada de mau gosto, mas o Senado aprovou a discussão: a cada 3 doações de sangue no ano, você poderá pagar uma meia entrada no cinema!

É sério?

Doar sangue é ato de cidadania, deve ser ensinada tal prática nas escolas, pois é civilidade! “Comprar” a doação com esse “incentivo” (aliás, quem pagará esse subsídio, o dinheiro dos nossos impostos?) é ridículo. A propósito, hoje há tantos programas de pontos, rewards, milhas, etc, que qualquer um consegue pagar meia no cinema”!

O mundo está de pernas para o alto. A que ponto chegamos. Daqui a pouco, ofereceremos chicletes a quem usar a palavra “por favor” por 15 vezes na semana e pipoca para quem disser “obrigado” por 30 dias consecutivos.

Quando fazer o bem for algo natural e não uma atitude que precisa de incentivo, talvez as coisas estejam em seu lugar.