
Empowerment from bullying is the best feeling ever and I say this from personal experience. However, it comes with some personal responsibility. Why …
Continua em: What Comes with Empowerment

Empowerment from bullying is the best feeling ever and I say this from personal experience. However, it comes with some personal responsibility. Why …
Continua em: What Comes with Empowerment

“Worry never accomplishes anything. When you have a problem, it is best to concentrate on the solution to that problem, not the problem itself.” – …
Continua em: Today’s Quote
Vivemos tempos difíceis, onde as pessoas não aceitam críticas. E a primeira contestação delas é imputar a quem observa problemas e tece comentários, os mesmos termos do que ele, criticado, faz. Como, por exemplo, chamar alguém de “dono da verdade“.
O erro é visto; a abordagem pontual é feita; a correção é mostrada; mas… surge o VITIMISMO! Ao invés do aceite humilde do conselho, vem o discurso demagogo de perseguição.
Vide as falas de extremistas políticos. A Direita Radical acusa o mundo de perseguir as “pessoas de bem” (auto-intitulando-se). A Esquerda Radical fala de ditadura contra os “marginalizados e sofredores” (se auto-rotulando). E a sensatez fica esquecida…
A verdade é: poucos aceitam críticas, preferem criar discursos demagógicos para agradar a parcela que lhes segue cegamente. E aqui é um problema não só da política, mas da sociedade em geral. Nos Clubes de Futebol (falamos disso em: https://wp.me/p4RTuC-rZA), nas Igrejas, nas Associações diversas…
Quando iremos ser mais pro-ativos, receptivos e respeitosos com o próximo, aceitando a opinião diferente sem justificar o injustificável? Ou evitando tergiversar dos assuntos (tirando o foco do erro, mudando discursos e enrolando o próximo)?
O grande defeito daqueles que não aceitam críticas é: desqualificar o crítico, mesmo que isso seja algo não possível, dependendo do tema.

Imagem extraída de: https://www.alingua.com.br/petrolina-macaco-que-nao-olha-o-rabo-e-o-cachorro-morto/
Repost, com a referência abaixo:

Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência Contra as Mulheres
Hoje, 6 de dezembro é uma data que tem o objetivo de sensibilizar os homens na lutar pelo fim da violência de gênero.
Nessa mesma data houve uma tragédia ocorrida no ano de 1989, em Montreal, Canadá.
Neste dia, um homem teria entrado armado numa sala e ordenado que todos os outros saíssem, restando portanto só as mulheres. Esse homem de posse de uma arma teria disparado contra as mulheres, matando 14 delas, e deixando dez feridas. O motivo? Ele era contra o avanço das mulheres na sociedade. Em seguido, ele teria tirado a própria vida.
Essa história é inclusive, lembrada pela ONU ( Organização das Nações Unidas), como a maior iniciativa contra a violência.
Na nossa sociedade, apesar da legislação assegurar direitos no combate à violência, muitas vezes, sentimos que ainda há um despreparo no Congresso Nacional que assegure medidas mais severas em relação aos caso de violência os quais continuamos sendo vítimas. O risco de morte continua o mesmo, quer dizer, a mulher continuam fazendo parte de uma estatística absurda. Dados revelam que a violência contra a mulher não deve só despertar polêmica, mas, ganhar uma nova consciência no intuito de tentar inibir histórias trágicas.
Até quando vamos viver em busca de um hospital, ao invés de uma delegacia? Porque é mais fácil curar aonde foi ferido, ou lesionado, ainda que superficialmente, ao invés disso ter um basta? Quantas mulheres irá precisar morrer para que sejam vistas como pessoas de direito? Não basta dizer ” morreu porque foi vítima da violência “. Morreu porque estava disponível demais, ou porque se recusou a fazer algo para o marido.
Considere os fatores que gera essa violência que na maioria das vezes acontece de modo silencioso. Diferente dos hospitais, das unidades de saúde de modo geral, a delegacia é um lugar, onde a vítima de violência tem que se sentir segura. É triste olhar o mapa da violência, os dados, números crescentes, casos que continuam ganhando repercussão na mídia nacional e perceber como essa mulher continua insegura dentro do lar, bem como, fora dele. Quando uma mulher vai a uma delegacia por exemplo, dizer que não suporta mais tanta agressão e humilhação, ela já tem o corpo e a alma cheios de dores de tanto apanhar do companheiro, do marido ou do namorado. A maioria não vai, por não querer se expor e passar por constrangimentos novamente. Porém, quando ela faz isso, compreende que não precisa mais passar por nada disso. Simplesmente ela quer respeito.
Todavia, quando a mulher será respeitada pelo fato de ser mulher? E não de sofrer porque é mulher? Quem irá nos oferecer essa resposta? Nós, obviamente. A mulher tem que resistir. A mulher, a sociedade devem atuar juntos, serem firmes em relação ao enfrentamento da violência.
Homem, tenha consciência, faça a sua parte!…
Não a violência contra a mulher .
Marii Freire Pereira
https://pensamentos.me/ VEM comigo!
Imagem: google. Olhadelondrina.com.br.
Fonte: OAB-PR, com informações CUT-PR
Santarém, Pá 6 de dezembro de 2020
Há 1 ano, mas bem atual o assunto:
Eu sou totalmente contra o Aborto! Defendo a vida, e conheço pessoas famosas e anônimas que, se tudo fosse legalizado, não teriam nascido.
Guga Noblat, jornalista, escreveu em seu twitter:
“Legalizar o aborto é o futuro de todo país civilizado. Demoraremos mais ou menos para chegar lá. Ao gosto do populismo político.”
Na sequência, li o Padre Joãozinho, SCJ, criticando tal pensamento, falando que:
“O aborto é apenas mais um sinal de atraso civilizacional. Culturas desenvolvidas defendem a vida do início ao seu ocaso natural”.
Não poderia se esperar outra coisa de quem defende o Direito do Nascituro! Correta a atitude do sacerdote. Mas… a resposta de Guga foi pior que a sua primeira postagem:
“Defender o aborto é defender a vida, não venha com demagogia por favor. Vê-se que o sr está alinhado com o pensamento de regimes autoritários, tipo Afeganistão, Somália, Líbia e Sudão. Toma aí o mapa do aborto e procura país mais atrasado que os que pensam como o sr.”.
Defender o aborto é defender a vida? Aí não dá…
Imagem extraída de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Nascituro
Neste repost de Escola feminista, (extraído de: https://escolafeministacom.wordpress.com/2021/04/21/146/), uma discussão pertinente: como pode ainda existir diferença salarial entre homem e mulher nos cargos de trabalho de idêntica natureza?
Abaixo:
SALÁRIO IGUAL PARA TRABALHO IGUAL
Aqui no Brasil, o artigo sétimo, inciso trinta de nossa Constituição Federal de 1988 garante uma das mais antigas e principais reivindicações feministas: os salários iguais para homens e mulheres. O dito inciso proíbe diferenciação de salários, funções e critério de admissão em todos os trabalhos por motivo de discriminação de sexo.
Dra. Bertha Lutz, advogada e cientista brasileira, foi sufragista, líder da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, organizadora do Primeiro Congresso Internacional Feminista (Rio de Janeiro, 1922) e representante do Brasil no Ano Internacional da Mulher (Cidade do México, 1975). Graças a feministas como ela, desde a década de 1930 foram conquistados vários direitos na legislação – um dos mais fundamentais foi o princípio de salário igual para trabalho igual.
Apesar disso, como em todo o mundo, no Brasil há diferença entre o salário masculino (maior) e o feminino (menor), exceto no ambiente do funcionalismo público. As empresas discriminam, prejudicam as mulheres e não respeitam a lei magna, pagando-lhes salários inferiores e demitindo-as ou não as contratando por motivo de seu sexo.
Por isso, é necessário que o Estado reprima tanta injustiça, discriminação e preconceito: deve haver sanções para empresas machistas, que retiram da mulher a dignidade que ela lutou para conquistar. Essa proposta está presente no projeto de lei da Câmara número 130 de 2011 (PLC 130/2011), que impõe multa para empresas discriminadoras, multa essa que será recebida pela mulher trabalhadora como compensação financeira pelo prejuízo sofrido. O Senado aprovou o projeto e o re-enviou à Câmara dos Deputados, que em seu site está fazendo uma enquete para saber quantas pessoas apoiam o projeto de lei. Pedimos a todas as pessoas: participem! Sejam uma voz a favor da mulher e do direito de salário igual para trabalho igual.
Depois que a Câmara aprovar o PLC 130/2011, resta conquistar a sanção presidencial. Pedimos a quem está lendo este texto que, quando chegar o momento, peçam ao Presidente Bolsonaro por carta, e-mail, redes sociais ou outro meio que sancione a lei e garanta justiça para as mulheres. Pedimos às pessoas feministas (brasileiras e de outros países): vamos nos unir em prol da mulher, pois a revolução feminista é um lindo e promissor ideal.

Acima, foto do Primeiro Congresso Internacional Feminista, no Automóvel Club, Rio de Janeiro, 1922.
Há 4 anos…
Hoje é o dia da minha costumeira doação de plaquetas e hemoderivados.
Tão grande a alegria em doar é a de motivar a doação alheia. Particularmente, incomensurável ver a minha filha Marininha abraçando tal causa com seus cartazes incentivadores.
Aqui, a “Gotinha de Natal“:

É obvio que todos nós temos direito à liberdade de expressão. Igualmente temos que levar em conta a educação e o respeito no que escrevemos para não ofender alguém com injustiças ou calúnias.
Leio esse artigo, abaixo, e observo algo interessante: a necessidade da RESPONSABILIDADE do que se fala! E isso é importantíssimo para uma sociedade mais cidadã!
Criar fake news, promover movimentos controversos e que podem prejudicar alguém, ou ainda, levantar bandeiras sem embasamento e/ou de comprovada cientificidade adversa, não seria usar o direito de expressão de maneira perniciosa?
Compartilho, extraído de: https://www.unicamp.br/unicamp/ju/artigos/daniel-martins-de-souza/o-direito-de-ter-opiniao
O DIREITO DE TER OPINIÃO
Por Daniel Martins de Souza
É possível afirmar que uma das maiores conquistas da humanidade é o direto de expressar suas opiniões. Direito este que é parte da tão apreciada liberdade de expressão, garantida por lei, a todos os cidadãos brasileiros. Expressar nossa opinião tem sido ainda mais frequente na era das redes sociais, onde encontramos canais totalmente abertos às mais diversas opiniões, sem nenhuma barreira ou limite.
Algumas décadas atrás, os fóruns para expressão de opiniões que atingissem uma quantidade significativa de pessoas eram muito restritos. Alguns poucos membros da sociedade opinavam: aqueles muitíssimo poucos indivíduos que podiam escrever uma coluna de jornal ou comentar num telejornal. A grande maioria das opiniões das pessoas eram emitidas a um número muito limitado de ouvintes, numa conversa de bar, ou na mesa de jantar. Talvez num jornal local.
Em meados da década de 1990, os grandes meios de comunicação passaram a tornar a participação popular mais presente em suas programações (no caso das rádios e TVs) ou publicações (no caso dos jornais e revistas). Esta popularização passou a possibilitar que a quantidade de opiniões nos grandes meios de comunicação se ampliasse cada vez mais.
E as redes sociais, já no século XXI, vieram para coroar o direto que cada individuo tem de expressar sua opinião a milhares, milhões de pessoas potencialmente, assim como o apresentador de um grande telejornal diariamente. Este é um feito maravilhoso para a humanidade. Cada indivíduo da sociedade teria direto e é livre para expressar o que pensa (teria, pois, infelizmente, ainda não há uma inclusão digital que propicie isso de verdade à grande parte da população brasileira).
À medida que a humanidade conquista um feito, reflexos deste aparecem e temos de ir sintonizando finamente como a conquista deve ser usufruída. Creio estarmos justamente neste momento de necessidade de ajuste, pois ao passo que temos direito de ter e expressar nossa opinião, temos também de exercer maior responsabilidade sobre ela. E hoje em dia, a responsabilidade sobre o que se fala e escreve, praticamente não existe.
O que temos visto e vivenciado diariamente é um aumento no número de canais que garantem o direito da expressão de opiniões, mas muito pouca, ou nenhuma cobrança de responsabilidade sobre elas. Cada um fala e escreve o que quer e bem entende, da forma que acha mais adequado. E quando isso acontece por trás de uma tela, de um teclado, de uma webcam ou até por trás de um microfone, parece que inclusive a simpatia e cordialidade se perdem.
Algumas pessoas defendem que podem dizer e escrever o que bem entender, mesmo sem assumir qualquer responsabilidade, pois aquela é a opinião pessoal dela. Opinião esta que é parte do direito garantido pela constituição da liberdade de se expressar. Assim, ninguém tem o direto de questionar o que é dito por outrem.
Mas está justamente aí um enorme equívoco. Ao passo que temos o direito de opinar, temos o dever de nos responsabilizar pelo que dizemos. É justamente da liberdade de expressar sem responsabilidade que nascem as famigeradas “fake news”: conceitos, fatos ou notícias expressas, sem nenhuma responsabilidade com a verdade, mas fortemente tendenciosas à opinião ou intenção do interlocutor. E a partir daí, especialmente dado o infinito alcance que os meios de comunicação e redes sociais têm, temos visto enxurradas de opiniões deletérias que desmontam, com muito poder e do dia para a noite, o trabalho conceitual de séculos da ciência e da justiça social.
Tanto esta afirmação é verdadeira que hoje temos visto questões superadas pela ciência há décadas (eventualmente há séculos!) voltarem como forma de explicação para conceitos da natureza. A crença de que a terra é plana é uma das maiores evidências deste argumento. E é bem aí que está o que me fez escrever este texto: conceitos comprovados cientificamente baseiam-se em dados. Não em opinião.
Se alguém diz “na minha opinião, a terra é plana”, esta não é uma opinião aceitável. Porque a terra é comprovadamente redonda. Temos aqui então um dilema, pois, numa sociedade democrática, todos têm direito a sua própria opinião. Mas tenho eu direito a uma opinião que é comprovadamente não verdadeira? Ou ainda tenho eu direito a uma opinião não aceitável socialmente? É justamente sob a luz de exercer o direito à opinião que as pessoas praticam atitudes homofóbicas, racistas e até neofascistas nas redes sociais diariamente.
Uma opinião sólida e com poder agregador perante a sociedade e não tendenciosa à formação de uma notícia falsa é aquela baseada em dados. Dados verdadeiros, sólidos e apropriadamente interpretados. Para ilustrar este ponto, temos diversos exemplos atualmente: a última eleição presidencial nos EUA tem sido posta em xeque por alguns quanto à sua validade; o uso de urnas eletrônicas na eleição para prefeitos aqui no Brasil foi também questionado por alguns. Mas quais são os dados que comprovam – ou ao menos indicam – que as eleições nos EUA foram fraudadas ou que as urnas eletrônicas não funcionam no Brasil? Até agora, nenhum. As alegações são somente opiniões pessoais, sem base em dados. As alegações baseiam-se em sentimentos de um apoio popular não quantificado. Assim, são opiniões que tendem a gerar notícias falsas, que se espalham com grande força e rapidez, ainda mais dependendo do interlocutor que as traz.
Durante a pandemia, é acalorado o debate sobre o tratamento da COVID-19. Uma das perguntas que permeiam a discussão cotidiana é: Há algum medicamento eficaz para tratar a COVID-19? É comum ler e ouvir respostas como “na opinião do Doutor Fulano, o medicamento XYZ funciona”. Mas a questão aqui é que em termos de tratamento de uma doença, não existe opinião: ou o medicamento funciona ou não funciona, baseado em dados científicos. De maneira muito genérica, para o tratamento efetivo de uma doença, existe a necessidade de estudar em diversas fases e em diferentes modelos biológicos (células, animais até chegar em humanos) os efeitos de um composto químico (um medicamento) sobre a doença. Os dados destas investigações, conduzidas com rigor e apropriada cadência científica, é que vão definir se um tratamento é efetivo ou não. Assim, a opinião do “Doutor Fulano” só é válida se houver dados que comprovem sua afirmação. Do contrário, não importa a opinião dele. A opinião sobre um remédio só é válida se houver comprovação científica. Voltando a pergunta então: Há algum medicamento eficaz para tratar a COVID-19? A resposta é “não”, pois até hoje, não há estudo científico que comprove a eficácia de um medicamento sobre a COVID-19. E isso independe da opinião de qualquer pessoa.
Você pode ler este parágrafo acima e se contrapor, dizendo que teve COVID-19 e que se curou, por exemplo, tomando 3 copos de água a cada 1 hora. Ao passo que, na sua opinião, este seja o caminho da cura da COVID-19, esta é uma observação isolada, baseada na sua experiência, única e individual. Logo, não é uma opinião que vale como verdade. Provavelmente nem seja uma opinião segura e responsável. Para comprovarmos se 3 copos de água a cada 1 hora tem a capacidade de curar a COVID-19, um estudo sistemático e com rigor e design científico deve ser conduzido em centenas de milhares de pessoas. As observações clínicas e sintomatológicas serão coletadas por cientistas capacitados para interpretá-los e somente a partir destes resultados poderíamos afirmar se esta seria uma maneira de curar a COVID-19. Assim, será que alguém tem direito de ter a opinião que 3 copos de água a cada hora curam a COVID-19? Frente a responsabilidade envolvida neste caso, talvez esta não seja uma opinião que tenhamos direito de ter. É uma situação na qual a responsabilidade pela opinião impacta o seu direito constitucionalmente garantido de expô-la.
Nós vivemos em uma era na qual nunca tanta informação esteve tão disponível. Todas as enciclopédias do mundo e as experiências pessoais da humanidade estão nas palmas de nossas mãos. Na era da informação, a maneira com a qual se usa o conhecimento determina se é bom ou ruim ter tanta informação disponível. Dentre os tópicos mais discutidos da humanidade nas últimas semanas estão as vacinas para preveção da COVID-19. E o assunto vacina nos traz novamente para a discussão sobre como o obscurantismo pode ser cultivado, mesmo em tempos de tanta luz. Há uma crença, posta justamente por pessoas que expõe opiniões de forma irresponsável, de que vacinas fazem mal às pessoas. Este é um argumento insustentável cientificamente. Assim, não deve ser uma opinião válida. Grande parte da “opinião” sobre o eventual mal que as vacinas fazem vem de crenças pessoais ou do fato de dados científicos serem interpretados equivocadamente.
Certa vez li um blog anti-vacina que explicava o porquê uma vacina faz mal. Ao ler o texto, pude perceber que o autor, apoiado num texto científico legítimo, interpretou-o de maneira escandalosamente equivocada. E assim espalhou pela web sua interpretação: estudo científico mostra que vacinas causam doenças. O autor do texto era um advogado. Em posse de dados que esta pessoa não tem preparo técnico para interpretar – afinal, o estudo científico havia sido conduzido por imunologistas, cuja formação é muito distinta – gerou um entendimento incorreto e perigosíssimo, pois sua interpretação apoiava-se justamente em um texto científico. E tudo que clamo aqui é “confie na ciência”. E quando alguém usa a ciência pra justamente sustentar um argumento errado? Especialmente para defendê-lo a outras pessoas que também não tem as melhores condições para interpretá-lo? Este é um exemplo de como o acesso a muita informação pode ser deletério. É importantíssimo, portanto, que usemos filtros adequados no acesso a informação. Eu como bioquímico, por exemplo, não tenho a menor condição de ler um texto jurídico e interpretá-lo. Assim, devo procurar um canal, certificado e conduzido por especialistas no assunto, que o façam. Do contrário, as pessoas podem até se apoiar em dados científicos, mas para conclusões equivocadas. E pior, difundindo estes equívocos nas redes sociais, por exemplo, gerando uma falsa sensação de confiança em quem lê.
Abro um parênteses: o que discuto aqui versa sobre o conceito de vacina. Isso não tem a ver com a preocupação sobre a segurança e eficácia das vacinas que estão sendo produzidas para COVID-19. Sem sombra de dúvidas, as vacinas que estão sendo aceleradamente produzidas precisam ter sua eficácia comprovada, com estudos científicos robustos e rigorosos, seguindo o ritmo da ciência. Preocupar-se e cobrar das autoridades a eficácia e segurança das vacinas para COVID-19 é importantíssimo e até um ato de cidadania de cada um de nós. Com isso, a ciência é capaz de nos ajudar. E tem nos ajudado. Veja o quanto descobrimos sobre esta doença todos os dias.
Depois de argumentar que a falta de formação para a compreensão de determinada pauta é a causa pela qual conceitos errados se espalham, é necessário lembrar que o ser humano, inteligente como é, pode manipular a informação em prol de seu próprio benefício. É comum ver indivíduos cientificamente letrados defendendo causas que não têm embasamento científico, usando justamente suas credenciais como cientista para dar força a seus argumentos. Lembrem-se sempre que o uso da informação para promover desinformação nem sempre é ignorância, mas uma estratégia, ainda mais em tempos de acirradas e polarizadas discussões de cunho político.
Voltando a atenção ao direto à opinião e o incrível alcance das redes sociais, é observável como conceitos incrustados na sociedade brasileira como o racismo e o preconceito contra as classes menos favorecidas emergem em tempos de crise. Quando tudo vai bem – especialmente em termos econômicos – há menor polarização de opiniões e maior paz social. Quando a economia sucumbe ou situações como a atual pandemia emergem, há sempre a busca por culpados para aquelas situações. E é neste momento que invariavelmente estes conceitos reaparecem com muita força. O grande alcance das redes sociais une as opiniões, aumentando o eco significativamente. O eco é tamanho que a sinceridade daquele individuo que exprime uma opinião – que deveria ser socialmente inaceitável – é taxada como autêntica e não desprezível, como se esperaria ser. E esta bizarra espécie de selo de autenticidade é que mostra as entranhas preconceituosas do povo, eclodidas violentamente nas redes sociais. Quando a economia brasileira vai mal, as políticas governamentais integrativas – chamadas sarcasticamente de populistas – são culpadas. E por conseguinte, as classes desfavorecidas são culpadas pelo fracasso econômico daquele momento. Isso demonstra não só preconceito, mas a falta de conceitos das pessoas ao ignorar que promover maior igualdade de classes é necessário para a saúde da sociedade em todos os aspectos. Quando a diferença social é grande, não há paz e equilíbrio econômico. Para diminuir a desigualdade social, é natural que deva haver políticas promotoras desta noção. Momentos de crise, somadas a uma sociedade preconceituosa com ferramentas de alcance em massa pode realmente polarizar opiniões de forma deletéria.
Mas como resolver isso tudo? Como eliminar o obscurantismo, representados recentemente por conceitos como os de terra plana e movimento antivacinas? Como levar aos cidadãos o conceito do opinar responsável, baseado em dados e não em crenças? Como mostrar aos cidadãos que a ciência é confiável, dado seu rigor e imparcialidade? A resposta é sempre a mesma: educação. A educação é a resposta para todos os nossos problemas, inclusive os tantos outros que transcendem esta discussão. Além de uma educação que preze por dados e comprovações sólidas, é necessária uma educação que cultive o respeito à opinião do próximo e à diversidade de ideias. Com educação de qualidade e pautadas à luz da ciência e de conhecimento sólido, a população terá discernimento sobre manobras de desinformação.
Temos o direito a uma opinião? Claro! O ideal é que cada um de nós expresse sua opinião para um indivíduo, a um grupo ou ao mundo, usando a potência de alcance das redes sociais. Mas a responsabilidade de uma opinião, munida de dados confiáveis, é algo central para um mundo justo. O direito à opinião é um legado que deve ser perpetuado na humanidade. Mas com sempre com respeito e responsabilidade.

Imagem extraída de: http://ortodontiadescomplicada.com.br/cuidado-com-opinioes-e-relatos-de-caso/
Roda pela Web a imagem (mais uma) de protesto da torcida iraniana pela liberdade das mulheres.
Essa aqui (não sei de quem foi a autoria, mas o clique foi há pouco, durante Irã x Gales), é impactante: uma moça com lágrimas de sangue segura a camisa 22 com o nome de Mahsa Amini.
Masha foi a jovem de 22 anos, espancada pelas autoridades morais iranianas, por resistir à prisão. A Polícia Moral de Teerã a deteve por infringir o código de vestimenta local, deixando seus cabelos à mostra.
A história dela no link em: https://cultura.uol.com.br/minuto-cultura/noticias/2022/10/13/174_mahsa-amini-entenda-o-caso-da-morte-de-uma-jovem-que-despertou-revolta-no-ira.html
Imagem extraída da Web
Se você tem dúvida de como explicar o que é INCLUSÃO, o desenho abaixo lhe ajudará a entender de maneira claríssima:

Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.
Hoje é celebrado o “Dia Internacional da Tolerância”. E o Papa Francisco tuitou uma importante mensagem sobre a data, na qual deveríamos pensar diariamente:
“O diálogo entre pessoas de diferentes religiões não se faz apenas por diplomacia, amabilidade ou tolerância. O objetivo do diálogo é estabelecer amizade, paz, harmonia e partilhar valores e experiências morais e espirituais num espírito de verdade e amor. #DayForTolerance“
Respeitemos as diferenças, celebremos o que nos une.
O Dia Internacional da Tolerância combate qualquer tipo de intolerância e preconceito, seja ele religioso, sexual, econômico ou cultural. Imagem extraída de: https://www.sonhosbr.com.br/dia-internacional-da-tolerancia/
Se a Inglaterra e a Dinamarca foram proibidas de protestar na Copa do Mundo pelos Direitos Humanos (falamos aqui: https://professorrafaelporcari.com/2022/11/13/nao-prometa-o-que-voce-nao-pode-cumprir-cbf-sobre-o-apoio-a-fifa-e-o-compromisso-no-vaticano/), os Estados Unidos arranjaram outra discussão: protestarão a todo momento, nos treinos e nos lugares que passarão, com faixas e escudos arco-íris contra a homofobia, exceto dentro de campo, nos jogos oficiais.
Olha aqui até o escudo da camisa modificado:

“I was bullied by a freshman named Jeanine. She was black and supremely racist. Jeanine used to say, ‘Brownie, go back to your country. You smell of …
Continua em: Today’s Quote
Mais uma polêmica do Mundial do Catar: o embaixador da Copa do Mundo, Sheik Khalid Salman, afirmou nesta semana que a homossexualidade é um “dano mental” e que os gays não serão benquistos por lá (está em: https://www.istoedinheiro.com.br/embaixador-do-catar-na-copa-diz-que-homossexualidade-e-dano-mental/).
Claro, a Comunidade Internacional, que já vinha denunciando as violações dos Direitos Humanos, protestou. E várias ações prévias iriam ser aplicadas. Falamos, por exemplo, sobre a camisa “invisível da Dinamarca”, em: https://wp.me/p4RTuC-HJr.
Outra iniciativa seria a de Seleções usarem a braçadeira de capitão nas cores do arco-íris, um símbolo gay. Mais uma discórdia… Aqui: https://wp.me/p4RTuC-Ha5.
Pois bem: a FIFA proibiu o uso da camisa da Dinamarca (vide em: https://www.cartacapital.com.br/esporte/fifa-proibe-dinamarca-de-treinar-com-camisas-a-favor-dos-direitos-humanos/ e reforçou que não se deve fazer manifestação política, mas falar de futebol (pelo fato da Inglaterra insistir que usará a braçadeira gay).
E a CBF? Apoiou a FIFA. Está em: https://www.poder360.com.br/esportes/cbf-apoia-fifa-e-pede-foco-no-futebol-durante-copa-no-qatar/
Me recordei do discurso do presidente Edinaldo Rodrigues ao Papa Francisco, dias atrás, falando da sua luta pela INCLUSÃO! Em: https://wp.me/p4RTuC-GQZ.
É feio prometer e não cumprir… principalmente estando no Vaticano!
Imagem extraída de: http://agemt.org/contraponto/2017/08/29/homofobia-no-futebol-o-preconceito-nas-arquibancadas/

“For too long, our society has shrugged off bullying by labeling it a ‘rite of passage’ and by asking students to simply ‘get over it.’ Those …
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Sem vacilar: o Papa Francisco pediu mais oportunidade às mulheres na sociedade, falou sobre a igualdade de direitos e condenou o machismo.
Extraído de: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/ansa/2022/11/06/machismo-mata-a-humanidade-diz-papa-francisco.htm
MACHISMO MATA A HUMANIDADE
VATICANO, 6 NOV (ANSA) – O papa Francisco afirmou neste domingo (6), em seu voo de retorno do Bahrein, que o “machismo mata a humanidade”.
A declaração foi dada pelo líder católico após perguntas dos jornalistas que acompanhavam a comitiva papal sobre os protestos pelos direitos das mulheres no Irã.
Francisco não comentou especificamente a crise no país persa, mas disse, de maneira geral, que uma “sociedade incapaz de colocar a mulher em seu lugar não consegue avançar”.
“Devemos continuar lutando pelas mulheres porque elas são um presente. Deus não criou o homem e depois deu a ele um cãozinho para se divertir. Não, ele criou homem e mulher como iguais”, declarou.
Em seguida, Jorge Bergoglio reconheceu que provém de um “povo machista”, o argentino. “Isso é ruim, mas depois apelamos às mães, que são aquelas que resolvem o problema. Esse machismo mata a humanidade, precisamos de mulheres na sociedade que nos ajudem a mudar”, acrescentou.
O Papa também lembrou que deu mais espaço para mulheres na Igreja Católica, embora já tenha rejeitado propostas para ordenar diaconisas. “Uma sociedade que apaga as mulheres da vida pública é uma sociedade que se empobrece”, disse.

Papa Francisco esteve no Bahrein Imagem: REUTERS/Remo Casilli
No meu trabalho, através do Programa “Sebrae na Comunidade: Reescrevendo sua História”, tento levar através da Educação uma oportunidade de recomeço às pessoas encarceradas e que serão reinseridas na Sociedade.
Olhe que bacana esse depoimento de um detento:
📝#Educação #Sebrae #Cidadania #Respeito
Não importa se você é H ou M; o que vale é que todos DIVULGUEM a causa: se tivemos #OutubroRosa para a prevenção do Câncer de Mama entre as mulheres, agora é a vez do #NovembroAzul entre os homens, visando os cuidados com a Próstata.
CONSULTE UM MÉDICO, não tenha medo ou preconceito da prevenção; se você deixar para depois pode ser “tarde demais”…

Acabou o mês de Outubro, e a campanha #OutubroRosa foi divulgada à exaustão. O Cruzeiro e o Atlético jogaram com camisas rosas (que foram um sucesso de vendas), mas nenhum dos grandes do Rio de Janeiro e de São Paulo o fizeram…
Falamos no começo de mês sobre isso. Seria preconceito?
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Imagem: divulgação SPFC
Gary Lineker, ex-jogador inglês e atualmente apresentador de programas esportivos, disse que os atletas gays importantes do futebol deveriam assumir sua homossexualidade durante a Copa do Catar, já que lá o homossexualismo é crime, e tal fato deveria ser motivo de protesto pelas entidades de Direitos Humanos.
A própria Seleção da Inglaterra declarou que jogará com a braçadeira de capitão nas cores do arco-íris, simbolizando a Luta contra a Homofobia. Outras Seleções estudam a mesma coisa.
Lembrei-me da promessa do presidente da CBF, Edinaldo Rodrigues, que dias atrás junto ao Papa Francisco, disse que acabaria com o racismo, sexismo, homofobia ou qualquer discriminação em nosso país, levando o futebol brasileiro a ser um instrumento de igualdade e cidadania.
Mas… nessa luta dos direitos dos gays através do futebol no Catar, será que a CBF realmente entrará em campo, ou ficará só no discurso?
Não acredito que um simples gesto de usar braçadeira nas cores do arco-íris seja praticado pela Seleção Brasileira. E você?
Imagem extraída de: http://agemt.org/contraponto/2017/08/29/homofobia-no-futebol-o-preconceito-nas-arquibancadas/
“Tudo bem” em “não estar bem”!
Combata o bullying e socorra o seu próximo. Compartilho esse texto, abaixo, de “Today’s Cote” (link abaixo). O importante é socorrer as pessoas:

“We all have our moments of being fed up … but give me your hand and I’ll hold it. If you are being bullied I am thinking of you. You are not alone and it will get better. Don’t let them win. It’s okay not to be okay.”
“Todos nós temos nossos momentos de fartura, mas me dê sua mão e eu a seguro. Se você está sendo intimidado, estou pensando em você. Você não está sozinho e vai melhorar. Não os deixe vencer. Tudo bem em não estar bem.”

“The bullying was hideous and relentless, and we turned it round by making ourselves celebrities.” Julian ClaryThe post Today’s Quote first appeared …
Continua em: Today’s Quote
Alguns aprendem pelo AMOR, outros pela DOR.
Foi pela DOR que me conscientizei e me tornei doador de sangue e de plaquetas. Após uma experiência pessoal, vi que tal ato humanitário é essencial, embora desprezado pela maioria.
Mas não venho usar espaço para isso nesse momento. Venho pedir: os bancos de sangue de todo o Brasil estão precisando com urgência de Doadores de Sangue e Doadores de Plaquetas! Com feriados (semana que vem temos mais), o número de doadores voluntários cai muito. Sem falar na pandemia…
Que tal um ato solitário que dignifica o homem? Doe sangue ou doe plaquetas. Não dói nada, é rápido e faz bem para o corpo e para a alma. Até eu que tenho fobia de agulhas sou doador! Qual o problema então?
Os necessitados de sangue e plaquetas agradecem!

This type of bullying is indirect and extremely cowardly. These types of bullies don’t have the guts to be direct or the stomach to get their hands …
Continua em: When Bullies Bully by Instigation

Quando somos mais novos, os hormônios estão a flor da pele. Isso faz com que a verdadeira instrução que recebemos em nosso lar floresça. E a partir daí você pode observar, em nossa sociedade, vários comportamentos, permitindo diferenciar os jovens por “bem ou mal” educados; respeitosos ou folgados; inteligentes ou burros; de boa formação familiar ou delinquentes.
Me pesa ver alguns membros da juventude do país desprezando a experiência dos mais velhos, achando que sabem tudo e que o “mundo começou com eles”, desprezando o passado! Acham-se donos da verdade, acima de qualquer julgamento e pior: em muitos momentos, mesmo com comportamento agressivo, praticam o “mi-mi-mi” quando interessam a si próprios!
Tudo isso pode ser chamado de: mania de perseguição (pensam que tudo se refere a eles e que são vítimas sociais), falta de regramento social (não aprenderam a ter limites) e ausência de comprometimento com as causas alheias (só pensam no interesse do grupo a que pertencem). Uma pena!
Felizmente, por outro lado, há aqueles que pensam no coletivo, no respeito ao próximo e no aprendizado contínuo. Têm a força da juventude e o desejo de mudar, somada à sanha incansável de aproveitar os conhecimentos dos mais experientes. Respeitosos, esses jovens tornam-se uma parcela diminuta mas solidária; responsável e comprometida por um mundo melhor e mais civilizado.
Difícil falar em cidadania com aqueles que tem o adversário como inimigo; no contraponto, é fácil falar em sociabilidade quando o espírito de bandidagem e arruaça não existe dentro da pessoa!
Lutemos pela educação dos nossos jovens. Urgente!

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Um suporte de papel higiênico (aquele rolinho que você coloca dentro do rolo de papel) é algo barato, não?
Através da luta contra assaltos a “rolinhos de papel higiênico”, uma diretora de faculdade da Bahia mostrou como é importante o respeito ao espaço público e como a luta contra a bandidagem começa pelas pequenas coisas.
Este texto é do Prof Dr Paulo Costa Lima, da UFBA, e o original pode ser acessado CLICANDO AQUI.
FACULDADE ELIMINOU ROUBOS REPONDO OBJETO FURTADO 241 VEZES
Ela decidiu peitar a bandidagem…
Minha amiga era vice-diretora da faculdade de arquitetura e o pessoal da limpeza vivia atazanando seu gabinete… Todo dia sumiam aqueles rolinhos, como é o nome daquilo..?
Aquele negócio redondinho que antigamente era de madeira e tinha uma mola por dentro, hoje é de plástico…
Entra nos dois furos da parede e segura o rolo de papel higiênico.
Ela chegava todo dia e era o mesmo caso. Roubaram os rolinhos. Não tem onde botar o papel. Os banheiros sujos. Os rolos de papel no chão, ou pior, desenrolados na cesta de lixo. Privada entupida… Pode um negócio desses?
Pensou, pensou, e acabou achando uma solução completamente original. Mandou comprar 480 rolinhos e decidiu entrar na briga. Roubavam um rolinho, ela repunha imediatamente. Roubavam 2, 3, 20 rolinhos e lá estava o substituto, novinho em folha, na cara (e nos fundilhos) dos contraventores.
Ficou com uma sensação muito boa de que com ela ninguém podia. Nem a bandidagem. Onde já se viu? Roubar os rolinhos do suporte, na intimidade do alívio de cada dia…
Não podia botar câmeras. Isso foi no início dos 90. E mesmo não ia dar certo. A universidade pública. Iam pensar que a diretoria estava filmando as pessoas nuas sabe-se lá pra quê…
Preocupava-se com o aspecto de contravenção do seu próprio ato administrativo. O que diria ao Reitor sobre esse gasto excessivo com rolinhos de suporte para papel higiênico?
Não sabia onde a coisa iria parar. Até quando iria ter que comprar pacotes de 480 acessórios? O que diria a Divisão de Material?
Mas o espírito da luta, e a nobreza da causa acabaram falando mais alto. E também pensava na economia com o gasto de papel. Afinal, teria alguns argumentos. Continuou repondo e repondo…
Quando chegou em 241 os roubos pararam. Educação completa. Ela havia vencido a guerra e não apenas uma batalha. O ladrão deve der ficado absolutamente decepcionado. Imagine que a casa dele já não devia ter lugar onde botar essas tralhas desses rolinhos…
Acho que a minha amiga realizou um experimento inusitado de enfrentamento da contravenção.
Flexionando o espaço-tempo da propriedade gerou uma abundância artificial que eliminou o sentido do roubo.
Já pensou se esse pequeno modelo se espalha? Teria que dar dinheiro para todos os ladrões e todos os corruptos até que eles não quisessem mais… seria o fim da bandidagem e do capitalismo… (rsrsrs)… o fim da pena de morte por corrupção na China?
E tem mais. Ela demonstrou até onde deve ir essa história de tolerância zero. A violência começa nos banheiros, no desrespeito ao outro…
Leituras e associações:
1. a noção (ou falta de noção) do espaço público entre nós;
2. falha estrutural do contrato social: levar vantagem;
3. também acontece com livros nas bibliotecas públicas, muitas vezes levados por gente tida como acima de qualquer suspeita;
4. não é um problema dos pobres, que muitas vezes são bem mais decentes que médios e ricos;
5. o banheiro público aciona espaços discursivos aparentemente caóticos, típicos dessa situação – o palavrão, a obscenidade, a infâmia, o humor rasgado -, marcas culturais dos “sem contrato”;
6. os comentários da internet (inclusive no Terra) retomam muitas vezes esse ambiente, que alia franqueza bruta e falta de limite quase perversa com relação ao ‘outro’; existe o outro?
7. violência e pertencimento (ou falta de pertencimento) se interpenetram o tempo todo;
8. esse é um grande tema para a campanha presidencial.
9. na contramão de tudo isso: um projeto maravilhoso de caixas de livros nos pontos de ônibus; o sujeito leva o que quiser pra casa (depois traz de volta, lido); está acontecendo na cidade de Vitória da Conquista, interior da Bahia.
Imagem extraída da Web.
Na Praça da Poesia, os guarda-chuvas amarelos do #SetembroAmarelo foram trocados por esses novos: afinal, estamos no #OutubroRosa!
Vale o lembrete à prevenção ao Câncer de Mama.

Se você costuma praticar o bem, o hábito lhe transforma numa pessoa sempre boa. Se convive com solidários, a solidariedade se torna intrínseca em seu coração. Se procura pessoas sábias, a sabedoria se tornará cotidiana.
Acredito que a convivência influencia as pessoas (algumas em muito; outras, em pouco). Há de se ter muita resiliência para não se influenciar.
Compartilho tal reflexão:
“Tudo o que amamos profundamente converte-se em parte de nós mesmos.“
Helen Adams Keller, educadora americana(1880-1968)
Concordo e assino embaixo!

Imagem extraída de: https://portalcafebrasil.com.br/iscas-intelectuais/metamorfose-ambulante/
No Japão, existe um ditado antigo e muito respeitado:
“Um bom marido é saudável e ausente“.
Machista?
Que nada. É Feminista!
Lá, se o marido fica fora de casa pelo duro trabalho para dar conforto à família, ele se torna exemplo para todos – mesmo que seja um pai e marido ausente.
Tudo gira no modo de como se interpreta as coisas. Aqui, a mulher ficar em casa já foi interpretado de diversas formas – machista ou não!

Li e me sensibilizei: um projeto social voltado às mulheres pobres, ajudando-as na capacitação de reforma de suas casas.
Chamado de “Arquitetura de Periferia“, conheci através da postagem abaixo:
Projeto capacita mulheres de baixa renda em serviços de construção para promover autonomia,
Para saber mais, acesse o link: https://abraceobrasil.org/pt-br/projetos/arquiteturanaperiferia/
Ou assista em:
https://youtu.be/IKVV8zv5wWk
Hoje estive encerrando mais um curso de Gestão Empreendedora pelo Sebrae / IBS Americas, em parceira com a Funap.
Falamos aos reeducandos do Centro de Ressocialização Ângelo Baratella sobre Empreendedorismo, Cidadania, Valores e Novas Chances. Foram 6 dias de intensa e prazerosa atividade, preparando os detentos para serem pessoas melhores. E, com a boa vontade que mostraram, serão!
É com a Educação que o Brasil sairá da crise!