– O errado e o certo em discussão? Não…

Faça a coisa certa sempre!

Gostei da imagem abaixo: não é porque muita gente faz coisas erradas, que se deve fazer. Também não é que se ninguém faz as coisas certas, que você deve deixar de fazer.

Imagem recebida via WhatsApp, sem autoria conhecida. Quem souber o autor, por favor enviar para colocar o crédito.

– Seminário discute os 100 anos dos “camisas negras” e o racismo no futebol:

Anote aí na sua agenda: dia 15 de junho (quinta-feira), às 18h, o Laboratório de Estudos em Mídia e Esporte (LEME) realizará o Seminário “Virada …

Continua em: Seminário discute os 100 anos dos “camisas negras” e o racismo no futebol

– Sensitivity Reader (as pessoas que trabalham como leitores sensíveis) são cada vez mais comuns no Brasil

Nos tempos do politicamente correto, muitos cuidados se deve tomar para não ofender minorias sociais. E creia: isso tem sido um tema relevante à indústria editorial.
Extraído de: http://temas.folha.uol.com.br/liberdade-de-opiniao-x-discurso-de-odio/liberdade-de-expressao/mercado-editorial-adota-funcao-do-leitor-sensivel-para-evitar-boicotes.shtml

MERCADO EDITORIAL ADOTA FUNÇÃO DO ‘LEITOR SENSÍVEL’ PARA EVITAR BOICOTES

Por Amanda Ribeiro Marques

A sensibilidade dos tempos de causas identitárias gerou uma profissão no mercado editorial: o “leitor sensível”.

Surgido nos países de língua inglesa e atuando ainda de forma incipiente no Brasil, o “sensitivity reader” é, normalmente, um integrante de grupos sociais contratado para apontar, ainda no manuscrito, conteúdos que possam provocar pressões e boicotes.

A maioria se qualifica por características como cor da pele, nacionalidade, orientação sexual, vícios, histórico de abuso sexual e problemas psiquiátricos. Parte tem formação literária, mas importa pouco. O principal é a experiência pessoal, que permite identificar conteúdos suscetíveis a afrontar minorias.

Dois exemplos de desagrado militante foram registrados nos Estados Unidos em 2015 e 2016, quando as autoras Emily Jenkins (“A Fine Dessert”) e Ramin Ganeshram (“A Birthday Cake to George Washington”) foram criticadas por ilustrarem seus livros infantis com escravos sorridentes.

Jenkins, americana loira de olhos claros, foi acusada de retratar a escravidão como “desagradável, mas não horrenda”. Desculpou-se e doou os lucros a uma organização de incentivo à diversidade literária.

No caso de Ganeshram, americana cujos pais são de Trinidad e Tobago e do Irã, a obra saiu de circulação e recebeu diversas resenhas negativas.

Críticas a obras e autores não são novidade nem o que mais preocupa a PEN America, organização que promove a liberdade de expressão.

Mais grave, diz Sarah Edkins, diretora de comunicação da entidade, é a alta dos “book challenges”, pedidos de retirada de livros considerados impróprios de bibliotecas e escolas. Segundo relatório da PEN America em 2016, obras com personagens negros, LGBT ou portadores de deficiência são as maiores vítimas.

As solicitações são feitas tanto por grupos sociais que se sentem representados de maneira insensível quanto por grupos conservadores, que se opõem à apresentação dessas temáticas a crianças.

Como os pedidos são feitos a nível local, não há estimativas precisas sobre o total de requerimentos. A decisão do banimento cabe a cada uma das bibliotecas.

É esse cerco que o “leitor sensível” visa evitar. Como não existe curso ou linha de orientação, cada um tem seu método de trabalho. Parte produz um relatório sobre a obra como um todo. Outros comentam trecho a trecho, apontando por que tal termo é ofensivo ou tal passagem desrespeita determinada identidade.

“Com esse trabalho, transformo em força aquilo que me colocaria em desvantagem em uma sociedade que só valoriza homens brancos, heterossexuais e cisgênero, e recebo compensação financeira por algo que antes só servia para me discriminar”, diz o canadense Sharmake Bouraleh, 22.

Gay, negro, muçulmano e diagnosticado com transtornos de ansiedade, Bouraleh tem formação em escrita criativa. Ele diz ter sido atraído para a função por ter suas identidades marginalizadas e mal caracterizadas na literatura.

A americana Ashley Mitchell, revisora que decidiu atuar como “leitora sensível”, partilha desse objetivo. Ela afirma querer alertar escritores brancos sobre equívocos em personagens negros.

“Era visível para leitores politicamente corretos que essas representações não eram precisas e que isso poderia ser facilmente resolvido com o feedback de grupos marginalizados representados nas obras”.

MERCADO NACIONAL

No Brasil, a função dá seus primeiros passos. A Seguinte, segmento jovem do grupo Companhia das Letras, tomou a dianteira e contratou a advogada travesti Terra Johari, 25, para colaborar no processo de tradução de “Fera”, da americana Brie Spangler (ed. Seguinte, 384 págs., R$ 27,90). Uma das personagens é trans.

Johari avaliou a tradução de termos e diálogos e ajudou a elaborar um glossário de conceitos relacionados à transgeneridade. Pela produção de um parecer de nove páginas embasado em teorias de gênero e experiências pessoais, recebeu R$ 500. No mercado anglófono, esse serviço rende cerca de US$ 250 (R$ 825).

Para Nathalia Dimambro, editora da Seguinte, a experiência deve ser repetida. “Quando um autor escreve sobre uma minoria da qual não faz parte, pode sem querer reforçar estereótipos ou usar termos que sejam mal interpretados.”

Há quem enxergue o processo como tentativa de censura ou de impedir o escritor de apresentar sua visão de mundo, ainda que esta seja tachada de politicamente incorreta.

Stacy Whitman, editora da americana Lee and Low Books, discorda. Para ela, o processo de edição não pode ser confundido com censura.

Sarah Edkins, da PEN America, defende tanto o direito à liberdade de expressão quanto o de os editores rejeitarem o que não quiserem publicar. “Autores e editores sempre fizeram considerações individuais sobre a recepção das mensagens e a potencial repercussão social das obras.”

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– Contra o Fanatismo: Ponderação!

Impressiona como falar sobre Política de uma maneira isenta acaba sendo prejudicial para o cara sensato. “Isentão” virou palavrão e adjetivo negativo! TEM que ser Lula ou Bolsonaro, Direita ou Esquerda, a fim de agradar quem não respeita pensamento discordante.

O gozado são as pessoas brigando entre si! Vivem, respiram, verborrageiam Política. Ou melhor: seus ídolos políticos. E os blindam de qualquer erro – são imaculados!

Compartilho, pois foi dito há milênios, mas continua atual:

O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete.”

Aristóteles, na Grécia Antiga

Não necessita de maiores discussões ou complementos.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Crédito da arte na própria imagem.

– Pintou o Arco Íris no seu perfil? Sobre Católicos, Hetero e Homossexuais.

Estamos no mês do Orgulho LGBTQIA+. Mas como um católico deve se portar diante dessa questão?

Compartilho a sabedoria do Padre Zezinho, SCJ, conhecido compositor católico e exímio pregador, abaixo, em seu texto de anos atrás, mostrando a correta visão cristã:

O Facebook promoveu anos atrás o “Dia da Celebração do Orgulho Gay” , nesta mesma época, nos EUA. E o mundo inteiro coloriu seus perfis nas redes sociais (não só no próprio Facebook, mas no Twitter e em outras tantas), acompanhando as festividades da legalização do casamento homossexual na “terra do tio Sam”, por determinação da Suprema Corte e apoio do presidente Obama

O tema é difícil. Mas ouso fazer minhas as sábias palavras do Pe Zezinho-SCJ, que publicou um artigo intitulado: “Pregar para Hétero e Homoafetivos.”

Aproveitando o evento da Parada Gay em SP, compartilho esta pregação perfeita em fé, respeito, cidadania e de cristianismo verdadeiro. Abaixo:

Meus amigos gays que optaram por assumir suas relações conhecem meu pensamento e minha catequese. Não preciso pintar minhas fotos de arco-íris para deixar claro que os respeito. E eles sabem que não os apoio em tudo, nem posso abençoar sua união com um sacramento. Também não posso agredi-los. E nem exigem que eu concorde com tudo o que eles pregam. O que deixo claro é que minha postura diante de outras igrejas e religiões é de concordância com algumas opções e crenças e discordância com outras posturas de fé. O mesmo sucede com os gays. Da mesma forma que eles discordam de nossa doutrina sobre sexualidade, mas concordam com outras posições da Igreja, eu faço o mesmo. Concordo com sua luta por mais respeito e pelos seus afetos, mas discordo de algumas de suas posturas e conceitos. Isso não me faz um catequista ou um pregador brucutu. Todos eles sabem que sou amigo, mas não penso como eles a respeito de tudo o que fazem e pregam. Dialogamos, mas não fingimos que está tudo 100%.

Entenderam? Evitar o proselitismo, fugir da demagogia e não cair no radicalismo são necessários para um mundo cidadão.

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– Tolerância na Web.

A Internet permitiu coisas muito boas a serem divididas, mas também a livre expressão de intolerantes de todos os assuntos.

Se eu não gosto de A, não quer dizer que eu seja admirador de B. Posso ser de C ou de D, desgostando de todos os outros. Se penso “isso de algo”, respeito se você pensa “aquilo desse mesmo algo”. Mas atenção: respeitar não é impor a sua opinião sobre a minha, é simplesmente compartilhar o ponto de vista alternativo (com educação).

Discordar de uma ideia não quer dizer que se deve sobrepujar a ela; caso contrário, o conceito se confunde!

Li e compartilho essa postagem (não me recordo do autor) que transmite exatamente o que penso (abaixo):

– Percebendo o cyberbullying nas notas escolares.

Um alerta para os pais: como o bullying está cada vez mais frequente nas escolas e como isso reflete no rendimento dos pequenos.

Extraído de Revista Veja, ed 2516, pg 84-85.

ALERTA: O BULLYING PROVOCA NOTA BAIXA

Estudo realizado ao longo de 25 anos comprova que agressões sofridas na escola prejudicam o rendimento acadêmico das vítimas

Por Filipe Vilicic, Talissa Monteiro

O bullying já foi apontado como causa de depressão, ansiedade, obesidade e sentimento de solidão em crianças. Ainda que o termo, cunhado nos anos 70 pelo psicólogo sueco Dan Olweus, descreva qualquer ataque que use a força ou a coerção para intimidar e ameaçar alguém, ele é frequentemente associado aos “valentões” que humilham meninos e meninas na escola. Gagueira, uso de óculos com lentes grossas, características físicas ou mesmo (ironia que a inveja pode explicar) um desempenho escolar acima da média costumam motivar as agressões — verbais em 77% das situações, físicas no restante. Estudos realizados pela Associação Americana de Medicina chegaram a revelar que o trauma pode ser tão grave que as vítimas têm até três vezes mais risco de pensar em suicídio. Uma nova pesquisa, da Associação Americana de Psicologia, divulgada na última semana, descobriu outro efeito preocupante do bullying: as vítimas tendem a se sair pior em provas escolares e a odiar experiências acadêmicas. A conclusão veio de um estudo conduzido ao longo de 25 anos por psicólogos da Universidade do Estado do Arizona.

Desde 1992 os cientistas têm seguido a vida de 190 meninos e 193 meninas, do jardim de infância ao ingresso em um curso superior ou ao abandono dos estudos. A cada ano, os participantes respondiam a questionários e realizavam entrevistas, por meio das quais os pesquisadores conseguiam detectar experiências de abusos verbais e físicos. A frequência do bullying era, então, medida em uma escala que ia de 1 (quando a prática “quase nunca” ocorria) a 5 (“sempre”). Cerca de metade das crianças nesse ranking ficou nos níveis mais baixos de incidência. Contudo, o trabalho identificou que 20% dos alunos estudados em algum momento se viram vítimas de ataques crônicos e severos. Ao final, chegou-se a um resultado alarmante: um em cada quatro jovens que foram alvo de bullying apresentou desempenho acadêmico decrescente e se revelou menos engajado nasatividades escolares. Pelos relatos das crianças aos pesquisadores, evidenciou-se a relação direta entre os ataques e a desmotivação com o aprendizado.

Disse a VEJA a psicóloga americana Becky Kochenderfer-Ladd, a principal autora do estudo: “Já tínhamos indícios da ligação entre o bullying e a perda de motivação acadêmica. Faltava, porém, um acompanhamento prolongado da vida desses jovens.”  Segundo os psicólogos por trás da
pesquisa, ao contrário do que aponta o senso comum, o problema é recorrente entre os que estão na idade de frequentar o que no Brasil se chama ensino fundamental, e não no ensino médio. A porcentagem de casos severos caiu de 20% em crianças para 7% entre adolescentes. “Isso nos traz esperança, pois indica que alguns conseguem enfrentar e vencer esse mal ao longo da vida”, afirmou o psicólogo americano Gary Ladd, também autor da pesquisa.
Sim, a maldade, direcionada ao próximo — em geral alguém “diferente” do agressor e da maioria —, existe desde sempre, em todos os lugares.

Mas a internet serviu tanto para escancarar a questão como para fazer surgir uma modalidade nova e de enorme potencial: o cyberbullying.

Em 2011, por exemplo, um vídeo postado no YouTube deixou clara a dimensão que o assunto havia tomado. Nele, o estudante australiano Casey Heynes, então com 15 anos, aparecia sendo atacado pelos colegas de colégio por causa de sua obesidade. Naquele dia, ele resolveu reagir e agrediu os que o atacavam. Desde então, o vídeo foi visto quase 30 milhões de vezes e o caso se transformou em símbolo do problema. A história de Heynes, apesar de ter sido exposta na rede, ainda se enquadra na categoria mais comum de bullying: aquele cometido no colégio. Mesmo na era digital, é duas vezes maior o risco de uma criança ser agredida na escola do que na Web – por exemplo, por comentários maldosos no Facebook.

Imagem extraída de: https://abraceprogramaspreventivos.com.br/o-que-e-cyberbullying-e-como-impedi-lo-de-acontecer-10-coisas-que-os-adolescentes-querem-saber-sobre-cyberbullying/

– Quando o homem é vítima de machismo.

Um texto para o “homem moderno”. Na verdade, para uma sociedade justa, não preconceituosa, respeitosa, digna e de equidade aos homens e mulheres:

“O machismo convence o mundo de que um homem deve sentir-se vexado por ganhar menos que a mulher. Convence o mundo de que um homem que abra mão da carreira para cuidar dos filhos é um fracassado disfarçando sua incompetência profissional. Convence-nos de que o homem, sexualmente, deve funcionar como uma máquina que nunca poderá ter falha alguma, seja no porte, na performance ou na vida útil. Que o homem precisa dirigir bem, manobrar com facilidade, saber trocar pneu, desentupir ralo e trocar resistência de chuveiro. Que o homem não deve usar antirrugas, nem corretivo para acne e olheiras, nem filtro solar. Que o homem não deve ter medo de barata, de escuro, de altura, de ficar solteiro, de não poder ter filhos, de se aposentar e sentir-se inútil.”

Na íntegra, abaixo, extraído de: https://emais.estadao.com.br/blogs/ruth-manus/o-quanto-o-machismo-tambem-reprime-os-homens/

O QUANTO O MACHISMO TAMBÉM REPRIME O HOMEM

por Ruth Manus

Como todos sabemos o comportamento machista não é exclusividade masculina. Há homens machistas, mulheres machistas, músicas machistas, livros machistas, doutrinas machistas. Da mesma forma, o feminismo não é uma luta apenas das mulheres. O feminismo, como já mencionamos aqui no blog, não é o contrário de machismo, mas é a luta por igualdade entre homens e mulheres. E isso interessa todos nós.

A mentalidade machista mata, fere, humilha e reprime mulheres todos os dias, em todos os cantos do mundo. E nós precisamos lutar diariamente contra esse tipo de comportamento, mesmo quando ele se apresenta de forma sutil, disfarçado de piada, de pequena censura.

Mas não são só as mulheres que são vítimas do machismo. Obviamente não estamos comparando dores, nem nivelando os potenciais das agressões. As maiores vítimas do machismo sempre serão as mulheres. Mas talvez esteja na hora de entendermos que a vida de todo mundo seria melhor sem ele.

Começa muito cedo. O antiquado “menino não chora” ainda circula por aí. Por vezes ele se traveste de “vai ficar chorando que nem uma menina?”. O machismo tenta enfiar as lágrimas de volta nos olhos dos meninos, que já crescem com duas ideias erradas: a de que eles não podem ter fragilidades e a de que toda menina é frágil por natureza.

Depois os meninos são tolhidos nos brinquedos. Uma menina jogando bola ou brincando de carrinho pode até ser aceita (embora o mundo prefira vê-la com uma cozinha de plástico cor de rosa). Mas um menino com uma Barbie jamais passará ileso. Um menino que queira brincar de ser pai de uma boneca será motivo de preocupação. Um menino com um bambolê. Um menino que se divirta penteando cabelos.

Mais tarde são os cursos universitários: Nutrição? Enfermagem? Psicologia? Pedagogia? Design de interiores? Gastronomia? O machismo está pronto para mandá-los para a engenharia, para o direito e para administração de empresas. Nas profissões não é diferente. Um amigo que estuda em Barcelona é excelente com crianças, pensou em se oferecer para cuidar de algumas. Mas quem aceitará “um” baby-sitter? Será um pedófilo? Um pervertido? Além disso, misturam-se conceitos, associando profissões a orientação sexual e, de repente, o simples fato de um homem gostar de cortar cabelos ou desenhar roupas já torna-o gay aos olhos dos machismo. Uma coisa não tem nada a ver com a outra, mas o machismo é muito burro.

O machismo convence o mundo de que um homem deve sentir-se vexado por ganhar menos que a mulher. Convence o mundo de que um homem que abra mão da carreira para cuidar dos filhos é um fracassado disfarçando sua incompetência profissional. Convence-nos de que o homem, sexualmente, deve funcionar como uma máquina que nunca poderá ter falha alguma, seja no porte, na performance ou na vida útil. Que o homem precisa dirigir bem, manobrar com facilidade, saber trocar pneu, desentupir ralo e trocar resistência de chuveiro. Que o homem não deve usar antirrugas, nem corretivo para acne e olheiras, nem filtro solar. Que o homem não deve ter medo de barata, de escuro, de altura, de ficar solteiro, de não poder ter filhos, de se aposentar e sentir-se inútil.

O machismo não costuma matar homens. (a não ser que esse homem beije outro homem no meio da Avenida Paulista). O machismo prefere matar mulheres. O machismo odeia todas as mulheres que não se encaixam em seu asqueroso e pobre padrão. Mas também odeia os homens que não correspondem às suas tristes expectativas. E reprime-os. Julga-os. Condena-os. Não os mata com armas de fogo, não os espanca no chão da cozinha, não os violenta nos becos escuros. Mas mata, sim, a cada dia, um pouco das sua liberdade, da sua paz, dos seus sonhos.

Morte grande e sangrenta ou morte pequena e sutil, somos todos vítimas do mesmo machismo. E a luta contra ele é uma só: uma luta sem gênero, protagonizada por todos os que sabem que não queremos seguir caminhando por caminhos trilhados por uma mentalidade tão pobre, tão atrasada e tão carregada de ódio.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Will We Ever Stop Bullying Completely? Here’s Your Answer.

Everywhere you look, you see slogans like, “Stop Bullying,” “Eradicate Bullying,” “No Bullying,” and other slogans. Not that that’s a bad thing. It’s…

Continua, em: Will We Ever Stop Bullying Completely? Here’s Your Answer.

– Chega de Discriminação, seja qual for ela!

Qualquer tipo de discriminação (Xenofobia, Homofobia ou Heterofobia, Cristofobia ou Islamofobia, Sexismo, Capacitismo, entre tantas outras formas) deve ser condenada.

O homem conseguiu tantos avanços tecnológicos, construiu coisas inacreditáveis, mas… é incapaz de se relacionar respeitosamente com o diferente.

Busquemos sempre o único caminho: o da paz, do respeito e da boa convivência.

Compartilho em: https://youtu.be/y5GDZgpMLSg

– Muhammad Yunus tem razão! Assistencialismo não pode ser duradouro.

O ganhador do Prêmio Nobel de Paz 2006, o bengalês Yunus (que recebeu a honraria por defender microcrédito à população carente e criar meios de auto-sustentabilidade e microempreendedorismo aos pobres) esteve no Brasil tempos atrás, e deu uma cutucada nos programas assistenciais do Governo.

Ele disse que:

É claro que pessoas necessitadas precisam de ajuda, mas o princípio que defendo é outro. Oferecer bem-estar social é importante, mas dar oportunidade para as pessoas saírem do programa de bem-estar social é ainda mais importante (…) Dependência não é vida humana. Vida humana é usar todo o seu talento, sua criatividade e seu potencial ilimitado. Receber dinheiro como assistencialismo não pode inibir a pessoa de procurar se sustentar, ter emprego e sua fonte própia de renda no trabalho honesto e diário”.

Em suma, ele quis dizer: mais importante do que os programas Bolsa-Isso ou Bolsa-Aquilo, é dar condição para a pessoal ir trabalhar e ganhar dinheiro com seu suor, ao invés de uma esmola perene e oficial. Ou não é esse o sentido? Aliás, isso independe de Governo Lula ou Bolsonaro… é uma prática “corriqueira” dos políticos.

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Arte extraída da Web. Quem conhecer a autoria, favor informar para crédito no post.

– Inclusão Digital deu voz a todos. Isso é bom?

O fenômeno da Internet, quando nasceu, era algo surpreendente para nós, mais velhos. Mas já há uma geração que não se surpreende com as maravilhas e possibilidades da Web: as crianças e os adolescentes, que nasceram com os computadores, tablets e smartphones no seu dia-a-dia. E isso fez com que todas as gerações, etnias, faixas de renda e níveis de comunicação pudessem comunicar entre si, indistintamente.

Porém, há aqueles que fazem o mau uso de tal possibilidade: pessoas mal educadas, trolls, ignorantes sociais e outros atores sociais que perturbam e nada agregam. Conheço gente que se viu obrigada a abandonar Facebook, Twitter, Instagram e outros meios de socialização por trollagem de gente que não aceita opinião de outrem. E nessa linha, Umberto Eco, falecido e importante pensador italiano, disse recentemente:

Redes Sociais deram voz à legião de imbecis

Hum… é pra refletir. Já encontrou gente assim na Internet? Infelizmente, há aqueles que, ao não concordarem com algo, atacam simplesmente por atacar!

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.

– Não confunda Liberdade de Expressão com Permissão de Cometer Crimes.

Muitas pessoas confundem a Democracia com a permissão de cometer crimes contra a Sociedade. Não usam a Liberdade de Expressão com o devido valor, praticando ofensas.

Um quadro bem claro, abaixo:

– A campanha portuguesa para higiene das axilas.

Antes da parada da pandemia de Covid-19, a cidade de Lisboa estava fazendo uma campanha bem-humorada para combater o mau cheiro das axilas no metrô público!

Veja só que iniciativa diferente (e bacana):

Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/11/campanha-sovaquitos-usa-bom-humor-para-incentivar-higiene-de-usuarios-do-metro-de-lisboa.shtml

CAMPANHA “SOVAQUITOS” USA BOM HUMOR PARA INCENTIVAR HIGUENE DE USUÁRIOS DO METRÔ DE LISBOA

Por Giuliana Miranda

Uma série de animações engraçadinhas, protagonizada por quatro sovacos coloridos e rebolativos, é a nova estratégia publicitária para conscientizar a população sobre a importância dos hábitos de higiene no transporte público de Lisboa.

Com cerca de 160 milhões de passageiros por ano, o metrô da capital portuguesa é muitas vezes criticado por um certo cheirinho persistente entre os usuários —especialmente nos meses mais frios.

A ação, batizada sugestivamente de “Os Sovaquitos”, usa o bom humor como estratégia para chamar a atenção para o impacto do mau cheiro nas axilas durante as viagens.

Com o slogan “por viagens mais agradáveis, cuide dos seus Sovaquitos”, o material publicitário apresenta os bonecos e convida os usuários a visitarem o perfil dos sovacos numa rede social.

Feita pela agência portuguesa Lola Normajean, a campanha tem três brasileiros na ficha técnica.

“Aqui ainda é um problema muito delicado falar que as pessoas estão cheirando mal. Em alguns lugares do mundo, não é, mas em Portugal, assim como no Brasil, esta ainda é uma questão”, avalia o publicitário Sérgio Lobo, diretor de criação. “As nossas culturas ainda tornam isso um pouco mais indelicado.”

Brasileiro radicado em Portugal há pouco mais de dois anos, Sérgio diz que a irreverência foi a aposta para driblar o tabu em torno do tema. “Nós buscamos uma forma de falar isso de um jeito mais delicado, que não agredisse ninguém”, completa.

Apesar de focar os usuários do metrô de Lisboa, a campanha não foi encomendada pela companhia metroviária.

O trabalho é resultado de um desafio feito pela empresa MOP (Multimedia Outdoors de Portugal) para que agências do país criassem propostas inovadoras para outdoors, uma das plataformas mais antigas de publicidade.

Lançada há menos de duas semanas, a campanha tem repercutido entre os usuários, e muitos usam as redes sociais para pedir que a iniciativa educacional seja estendida a outras cidades e aos demais meios de transportes.

“Já temos quatro empresas interessadas em se associar à marca dos Sovaquitos e ajudar a espalhar a mensagem. Há desde marca de higiene pessoal até clínica de tratamento para doenças que causem excesso de suor e mau cheiro”, diz Rodrigo Silva Gomes, CEO da Lola Normajean.

De passagem pelo metrô de Lisboa, a turista paulistana Flávia Dutra, 42, aprovou a iniciativa.

“Acho ótimo. Deviam inclusive levar para outros países da Europa, onde nesta época fria tem muita gente que parece fugir do banho”, diverte-se. “Passei antes por Paris e Londres e foi uma das primeiras coisas que notei.”

Já o estudante de engenharia João Campos, 19, que usa o metrô de Lisboa diariamente, diz que não vê tanta necessidade em enfatizar o uso de desodorantes.

“Não acho ruim, mas creio que há problemas mais urgentes na cidade, como a demora excessiva e a superlotação dos transportes”, diz.

Os personagens da campanha Sovaquitos, criada para orientar usuários do metrô de Lisboa

– Ninguém é obrigado a ter a mesma opinião.

Em uma sociedade ideal, o respeito não precisaria ser lembrado nas postagens em redes sociais, não?

Portanto, um lembrete com ideais de Educação:

– Universidades se preocupam com os Transtornos Mentais dos Estudantes.

Repost de 3 anos, mas atual:

Pressão da sociedade, insensibilidade dos docentes e despreparo dos alunos: alguns problemas que estão fazendo as universidades se preocuparem com a saúde mental dos estudantes.

Sobre esse sério problema, extraído de: http://uol.com/bbkh78

TRANSTORNOS MENTAIS ENTRE JOVENS PREOCUPAM UNIVERSIDADES

A euforia sentida por Evair Canella, 25, ao entrar em Medicina na Universidade de São Paulo (USP) se transformou em angústia e tristeza. Ao encarar a pressão por boas notas, a extenuante carga horária de aulas, as dificuldades financeiras para se manter no curso e os comentários preconceituosos por ser gay, ele foi definhando. “Tinha muitas responsabilidades, com muitas horas de estudo.” Em maio, no 4.º ano do curso, foi internado no Instituto de Psiquiatria da USP, com depressão grave. Ficou lá durante um mês e segue com antidepressivos e acompanhamento psicológico.

Situação parecida viveu a estudante de Engenharia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Bárbara (nome fictício), de 21 anos, que trancou a matrícula após desenvolver um quadro de ansiedade e depressão que a levou à automutilação e a uma tentativa de suicídio no fim de 2016. Ela passou por tratamento, mudou de cidade e de faculdade, e retomou em agosto os estudos.

Relatos como esses se tornaram cada vez mais frequentes e mobilizam universidades e movimentos estudantis a estruturar grupos de prevenção e combate aos transtornos mentais. As ações, para oferecer ajuda ou prevenir problemas como depressão e suicídio, incluem a criação de núcleos de atendimento mental, palestras e até o acompanhamento de páginas dos alunos nas redes sociais.

Dados obtidos pelo Estado por meio da Lei de Acesso à Informação dão uma ideia da gravidade do problema. Apenas na UFSCar, foram 22 tentativas de suicídio nos últimos cinco anos. Nas universidades federais de São Paulo (Unifesp) e do ABC (UFABC), cinco estudantes concretizaram o ato no mesmo período. Mapeamento feito pela UFABC mostrou que 11% de seus alunos que trancaram a matrícula em 2016 o fizeram por problemas psicológicos.

A falta de compreensão de parte dos docentes é uma das principais queixas. “Alguns parecem ter orgulho em pressionar, reprovar”, conta Bárbara.

O psicólogo André Luís Masieiro, do Departamento de Atenção à Saúde da UFSCar, diz que a busca por auxílio psicológico está frequentemente ligada à exigência constante que se faz dos jovens. “Sem dúvidas há um aumento do fenômeno da depressão em universitários. A ameaça do desemprego e do fracasso profissional são fatores desencadeantes de depressão.”

A UFSCar informou ainda que, entre outras iniciativas, distribuiu cartilha de práticas de acolhimento em saúde mental para docentes e funcionários que recebem alunos em situação de sofrimento psicológico.

Para combater o problema, instituições tentam, aos poucos, se aproximar dos alunos. Na Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu, são estratégias a indicação de professor mentor para quem teve mudança repentina no rendimento acadêmico e a participação de grupos estudantis nas redes sociais.

Na Federal de Minas Gerais (UFMG), foram criados neste ano dois núcleos de saúde mental, após dois suicídios entre alunos. Até então, só a Medicina tinha atendimento do tipo. “Se um fato já aconteceu, é sinal de que falhamos no processo”, diz a vice-reitora Sandra Almeida.

Já a Federal da Bahia (UFBA) criou, também em 2017, programa para prevenir e ajudar alunos, principalmente os de baixa renda. “Os cotistas sofreram rejeição, até mesmo de alguns professores”, diz o psicanalista e assessor da UFBA Marcelo Veras.

MOBILIZAÇÃO

Alunos também têm criado grupos para auxiliar colegas e sensibilizar as instituições. A principal iniciativa do tipo foi a Frente Universitária de Saúde Mental, criada em abril por alunos de instituições públicas e privadas de São Paulo.

O movimento surgiu após tentativas de suicídio na Medicina da USP. “Eram muitos alunos com esgotamento, sem acompanhamento adequado, e percebemos que isso não era particularidade da Medicina”, conta a aluna do curso Karen Maria Terra, de 23 anos, da Frente. Eles organizaram, em junho, uma semana de palestras para abordar questões sobre a saúde mental. A página do grupo no Facebook tem 27 mil seguidores.

Alunos da Veterinária da USP também criaram uma página no Facebook para desabafar. “Com o tempo, começaram a aparecer relatos de problemas de saúde e, este ano, o que mais tem é depressão e ansiedade”, diz Bianca Cestaro, 30.

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Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– E o Protocolo FIFA contra a Discriminação, desprezado pelos árbitros espanhóis nos casos de racismo contra Vinícius Jr?

Ontem, pela oitava vez na temporada do Campeonato Espanhol, Vinicius Jr foi alvo de insultos racistas (agora, na partida contra o Girona, na Catalunha).

Em 16 de março, Gianni Infantino tomou posse oficialmente em seu novo mandato como presidente da FIFA, e em meio a seu discurso, relembrou que era inadmissível o que estava acontecendo com o brasileiro (logo após o 7º caso de racismo), e cobrou que os árbitros espanhóis aplicassem o Protocolo FIFA contra a Discriminação (declaração aqui: https://onefootball.com/pt-br/noticias/infantino-advierte-que-arbitros-no-cumplen-protocolo-con-vinicius-jr-36988547).

Mas como funciona o Protocolo?

Em 3 etapas para coibir racismo, homofobia, sexismo, manifestações políticas e outros casos (explicado abaixo), as medidas vão de advertência pelo sistema de som do estádio, paralisação temporária do jogo e, na insistência, encerramento da partida.

A Conmebol, na oportunidade, foi CONTRA, alegando que existiam raízes culturais e que seria impossível evitar xingamentos como “puto”, por exemplo.

Sua utilização aconteceu na França pela primeira vez por cantos homofóbicos; no Brasil, utilizou-se em Vasco 2×0 São Paulo pelo Brasileirão.

Compartilho, extraído de: https://professorrafaelporcari.com/2019/07/26/os-3-passos-para-o-protocolo-fifa-contra-a-discriminacao-no-futebol/

OS 3 PASSOS PARA O PROTOCOLO FIFA CONTRA A DISCRIMINAÇÃO:

Desde 15 de julho de 2019, a FIFA ampliou como norma mundial um procedimento em 3 etapas que adotou como “Protocolo contra a Discriminação”. Entenda isso com os exemplos de: Imitar Macaco / Jogar Banana (Racismo), Gritar “Bicha” / “Puto” no Tiro de Meta (Homofobia), Fazer gestos sexistas (ironizar uma atleta / oficial de arbitragem por ser mulher), cantar música que possa fazer alusão a jingles políticos ou gestos (cantos neonazistas) e ou manifestação religiosa preconceituosa (atos anti-semitas).

Se isso acontecer, 3 passos a serem providenciados pela arbitragem:

    1. Interromper o jogo, com o sistema de som e imagens do estádio advertindo a conduta. Se possível, identificar quem iniciou. Reiniciar em seguida.
    2. Interromper o jogo novamente por minutos, com a permissão de que se crie um intervalo e os atletas possam deixar o campo, ir aos vestiários e voltarem com tudo controlado / mais calmo. Somente aí o jogo é reiniciado.
    3. Interromper o jogo definitivamente, anunciar o motivo que será comunicado pelo árbitro às pessoas responsáveis pela informação aos torcedores e encerrar a partida.

Claro que tudo isso depende de qual ato e como tem sido feito. Mas é uma forma de advertir em 3 momentos uma torcida que não se comporta bem para o clube não perder os pontos do jogo por conta da conduta discriminatória dos seus aficcionados. 

Reforçando: isso já valia para jogos FIFA desde 2017, mas desde o dia 15/07/19 passou a valer mundialmente em qualquer tipo de jogo, de Copa do Mundo até à 4a divisão regional.

Na imagem abaixo, o quadro que relata os 61 casos de discriminação oficialmente contabilizados no futebol brasileiro em 2017:

Resultado de imagem para discriminação ao futebol

Sobre o primeiro uso, na França: https://professorrafaelporcari.com/2019/08/17/por-homofobia-pela-1a-vez-partida-e-interrompida-na-franca-pelo-protocolo-fifa/

NA FRANÇA, ÁRBITRO INTERROMPE JOGO DIANTE DE CANTOS HOMOFÓBICOS

Por Jamil Chade

O jogo da segunda divisão do campeonato francês, entre os modestos Nancy e Le Mans, entrou na sexta-feira para a história do futebol do atual campeão do mundo. Trata-se da primeira vez que, por conta de um comportamento homofóbico por parte da torcida, um árbitro decide suspender o jogo, ainda que por apenas alguns minuto. Os torcedores do Nancy devem ser punidos e o clube pagará uma multa. Mas foi o gesto do árbitro Mehdi Mokhtari que se transformou numa referência e abriu um amplo debate. A ministra dos Esportes, Roxana Maracineanu, foi a primeira a comemorar a decisão, tomada depois de uma pressão de governos para que a Uefa modificasse suas leis para permitir que uma partida pudesse ser alvo de uma interrupção, em caso de incitação ao ódio ou homofobia.

Em abril, o jogo entre Dijon e Amiens já havia sido suspenso por alguns minutos, desta vez por conta de ataques racistas. A decisão, naquele momento, foi dos jogadores. Agora, aos 27 minutos, foi a vez do árbitro assumir a decisão.

Jean-Michel Roussier, o presidente do Nancy, admitiu que a regra deve ser aplicada e afirmou ter ido encontrar, ainda durante a partida, com os representantes das torcida organizadas para alertar sobre a situação. Na França, a lei permite que um clube proíba a entrada de um torcedor que tenha sido identificado como autor de uma provocação homofóbica, racista ou que promova o ódio e violência.

Se na França a nova lei começa a ser aplicada, na Fifa o assunto já foi alvo de um acalorado debate. Com as seleções sul-americanas acumulando multas milionárias aplicadas pela Fifa, em diversos jogos das Eliminatórias, a Conmebol tentou explicar à entidade máxima do futebol que os cantos homofóbicos eram “culturais”. A Fifa se recusou a aceitar a explicação e continuou a multar as federações.

Resultado de imagem para Homofobia no futebol

Quando ele foi acionado mais à frente: https://professorrafaelporcari.com/2019/10/15/o-protocolo-fifa-foi-acionado-duas-vezes-em-bulgaria-0x6-inglaterra-mas-a-resposta/

NA EUROCOPA, CANTOS NEONAZISTAS E O PROTOCOLO FIFA:

m Sofia, capital da Bulgária, uma noite para envergonhar a humanidade. Durante o jogo válido pelas Eliminatórias da Eurocopa, torcedores búlgaros entoaram cantos racistas e nazistas aos jogadores negros ingleses, fazendo com que o Protocolo FIFA contra a discriminação (que engloba qualquer tipo de situação, incluindo homofobia, sexismo ou religião) fosse adotado por duas vezes.

Ao anúncio que no terceiro passo do Protocolo a partida seria encerrada, houve uma grande vaia na arquibancada ao invés de conscientização. Uma tristeza à espécie humana, dita “racional”…

Dentro de campo, a resposta foi boa: Bulgária 0x6 Inglaterra. Uma vitória não de uma equipe, mas a derrota dos preconceituosos.

Sobre o Protocolo FIFA citado, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2019/07/26/os-3-passos-para-o-protocolo-fifa-contra-a-discriminacao-no-futebol/

A capa do jornal britânico foi perfeita. Abaixo:

No Brasil, a primera vez, em: https://professorrafaelporcari.com/2019/08/26/o-protocolo-fifa-contra-a-discriminacao-foi-usado-pela-1a-vez-no-brasil-mas-a-conmebol-nao-queria/

O PROTOCOLO FIFA NO CAMPEONATO BRASILEIRO
Muito se repercute a paralisação da partida entre Vasco da Gama 2×0 São Paulo por conta de gritos homofóbicos.
Três coisas importantes sobre isso: 

1- O árbitro Anderson Daronco não parou o jogo por ordem da CBF, mas sim por determinação do Protocolo FIFA de 3 etapas, visando o combate a qualquer tipo de discriminação(sexista, racista, política, entre outras tantas coisas).

Sobre o Protocolo FIFA, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2019/07/26/os-3-passos-para-o-protocolo-fifa-contra-a-discriminacao-no-futebol/

2- Independente do Protocolo FIFA (que na etapa 3 das 3 existentes determina automaticamente que o jogo seja encerrado e o time cuja torcida praticar a discriminação tenha oficializada a derrota na partida), o TJD determinou que aqui no Brasil punirá conforme a intensidade da discriminação os clubes(independente do protocolo), podendo até sugerir que se percam os pontos do jogo apenas com os gritos, sem outras manifestações. Há de se aguardar!

3- A Conmebol quis que a FIFA não colocasse esse protocolo em vigor no dia 15/07/2019, justificando que em nosso continente existiam práticas culturais enraizadas e que não deveriam ser punidas. É mole?

É esperar se existirá uma punição para o Vasco por parte da CBF. Pela FIFA, não haverá!

Toda e qualquer forma de discriminação é um atentado contra a humanidade. E os árbitros são agentes importantes contra isso.

Imagem extraída de: https://unitau.br/noticias/detalhes/4870/discriminacao-racial-origem-e-consequencias-do-preconceito/

– O Uso do Celular ao Volante já mata mais do que acidentes por Motorista Embriagado

No Brasil, a Lei Seca conseguiu diminuir o número de mortes no trânsito em decorrência de bebida alcoólica. Mas há outro problema: agora, as mortes causadas por uso de Mensagens de Texto no Celular superaram as do Álcool!

Extraído de: http://migre.me/eufCP

MENSAGEM DE TEXTO NO CELULAR CAUSA MAIS MORTES QUE BEBIDA AO VOLANTE

Pesquisa aponta que número de mortes não para de crescer, apesar das campanhas educativa

NOVA YORK – Enviar mensagens de texto pelo celular ao mesmo tempo em que se dirige já ultrapassou o uso de bebida associado à direção como principal causa de morte de adolescentes nos Estados Unidos, de acordo com um estudo do Centro Médico Infantil Cohen, em New Hyde Park.

Mais de três mil adolescentes morrem por ano por causa de acidentes provocados por distração durante o envio de mensagens de texto pelo celular diante do volante de veículos em movimento. Os mortos por acidentes provocados pelo uso de álcool  em acidentes automobilísticos são 2.700 por ano, segundo o estudo. Apesar de uma campanha publicitária nacional e inúmeros alertas de autoridades e especialistas, o estudo revela novos números impressionantes: 50% dos estudantes americanos costumam enviar mensagens de texto via celular enquanto dirigem.” A realidade é que os jovens não bebem diariamente, mas eles levam o tempo todo os seus celulares e querem continuar conectados com os amigos mesmo quando estão dirigindo, e por isso esta ocorrência tornou-se mais comum, embora seja tão perigosa quando beber e dirigir”,  afirmou à rede de televisão CBS o médico  Andrew Adesman, chefe de Pediatria do Desenvolvimento e Comportamento do Centro Médico Infantil Cohen. Principal autor do estudo, Andrew Adesman disse que as leis que proíbem mensagens de texto ao volante não são eficazes. 57% dos jovens disseram que mandam mensagens enquanto dirigem em estados com leis que proíbem o comportamento, e 59% disseram que fazem o mesmo em estados que não adotam legislação sobre o tema.” As pessoas estão escrevendo e dirigindo o tempo todo”, disse Mike Xirinachs, um dos entrevistados pela emissora de TV. “Eu não sei o que deve ser feito, mas alguém precisa fazer alguma coisa””, disse. ”Todos os dias eu vejo isso”, disse um motorista. “As pessoas dirigindo e dedilhando ao celular, ou falando ao telefone. Eles não deveriam fazer isso, mas fazem – crianças, adultos, todo mundo faz isso”. É perigoso e irresponsável, mas virou uma cena comum”, disse o ex-policial John Montone. “Um veículo é uma arma, assim como um revólver ou uma faca, e você pode matar pessoas. Você não merece ter uma carteira de motorista se é irresponsável a esse pondo”, completou. As estatísticas mostram que quem se comunica por celular enquanto dirige tem 23 vezes mais chances de causar um acidente do que se estiver prestando atenção.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar.

– A sua imagem nas Redes Sociais atrapalha o seu currículo e sua vida?

Você não deve PARECER ser uma pessoa bondosa e ponderada. Você precisa PRATICAR / DEMONSTRAR a bondade e a sensatez, contagiando positivamente seu próximo.

Aja com sensatez, ética e respeito. Critique o errado, aponte correções positivas. Deixe mensagens de apelo ao correto e nunca justifique o errado.

Muitas pessoas compram bandeiras, criam personagens ou demonstram ser autênticas “até demais” nos seus perfis na Internet. Cuidado com uma postagem que não seja “de quem realmente você é”, ou se ela “realmente for aquilo postado” – e isso não for bom.

Desde palavreado vulgar até comportamento odioso, contrapondo-se à oportunidade de demonstrações respeitosas e éticas, a verdade é: sua imagem virtual diz muito sobre você e pode atrapalhar sua reputação.

Uma rápida abordagem em: https://youtu.be/y6I13mEQjus

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– O “pau come” no Coringão nessa noite!

Caramba! As notícias que chegam agora da Sede Social do Corinthians é de que protestos de todo tipo estão acontecendo no Parque São Jorge: contra Cuca, contra as contas de Duílio, contra conselheiro racista e tudo mais.

“Dará” alguma coisa? Não sei. Mas só pelo fato de se manifestar, é importante.

– Cuca, Corinthians e “as Minas”: até quando ele aguentará?

Cuca não terá vida fácil no Corinthians, tanto pelas dificuldades técnicas dos seus jogadores, como pelo elenco não tão numeroso. Lembrando, claro, a existência dos problemas financeiros do Timão.

Não bastasse tudo isso, há a questão dos protestos que o treinador vem sofrendo por conta do episódio envolvendo estupro na Suíça (falamos sobre culpa / inocência / outras nuances em: https://youtu.be/pZnW3cKtltw).

Acontece que ontem, no intervalo da partida contra o Goiás, havia no topo dos Trends Topics do Twitter (para quem não usa essa Rede Social, TT se refere às menções mais citadas) a hastag “#ForaCuca”.

Acrescente: as jogadoras do time feminino do próprio Corinthians divulgaram um manifesto contrário ao treinador, lembrando do movimento “Respeita as Minas”.

Fico me questionando: o Corinthians, recentemente, alardeou que havia contratado um escritório para o trabalho de Compliance do time (boas práticas gerenciais, cobrando responsabilidade social entre parceiros / fornecedores / colaboradores, em suma). Como é que fica isso?

Leio muita gente questionando Cuca “somente agora” (já citei o link acima, não sou julgador dele mas abomino qualquer atitude criminosa da qual ele foi acusado), e a grande indagação é: por que não foi lembrado tal fato nos outros trabalhos?

Obviamente, as informações eram menos difundidas, as ONGs em menor número e as causas com menos ativistas defensores. Com a popularização da Internet e o engajamento das pessoas, isso muda de figura. 

Lembremo-nos: Robinho, ex-Santos, teve áudios divulgados quanto ao estupro no qual ele foi condenado (que eram nojentos, e estão disponíveis aqui: https://wp.me/p4RTuC-rQs). Quando o Santos FC tentou recontratá-lo, os patrocinadores em peso se manifestaram e o negócio, quase certo, desfeito.

Se os patrocinadores do Corinthians ameaçarem sair, não acredito que Cuca fique (vide o que acontece, por exemplo, quando o Sleep Giants faz uma campanha de “despatrocínio”: o prejuízo financeiro é enorme). Embora o treinador, em coletiva, pediu 15 dias para ser cobrado por resultados e padrão de jogo, talvez a sociedade não lhe dê esse tempo…

Por fim: que coisa o gerenciamento de carreira feito pelo Cuca? Depois de se sagrar campeão e tirar um ano sabático (sendo cotado inclusive para a Seleção Brasileira), “quebrou” seu planejamento voltando num péssimo momento ao Galo Mineiro. E foi reaparecer justamente no Corinthians, num momento tão crítico?

Cuca, profissionalmente falando, é um vencedor. Já fez um ótimo pé-de-meia (inclusive o ”engordou” na sua passagem pela China). Não sei se estaria disposto a passar por um “julgamento social público”, que pode virar um “linchamento de imagem”.

– O Cuca resistirá à pressão?

A coisa está feia para o lado do treinador Cuca. Não quero entrar em questão se ele é culpado ou inocente na história que envolve um estupro na Suíça por não conhecer os detalhes. Porém, não nos façamos de cegos que, pelas publicações que o condenaram à época, parece que realmente a coisa foi péssima.

Se ocorrer o mesmo que Robinho, os patrocinadores fugirão e pressionarão o Timão para a demissão do profissional. E isso acontecerá?

Aguardemos… 

Em tempo: antes, tal situação não ocorria com ele pois não havia notoriedade do fato, isso é lógico. Com a Internet mais popular, isso muda de figura.

Foto: Marcelo Braga

– O Nojo da Pedofilia.

Já falamos do triste episódio envolvendo o Dalai Lama. Caso não tenha visto, está aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/04/10/por-deus-ate-o-dalai-lama-se-enrolando/

É difícil falar desse assunto, pois é algo repugnante: você não consegue ler ou assistir coisas assim pela tristeza que atinge o coração.

Me pergunto: que mente doentia é essa das pessoas que têm pedofilia? Que desvio mental é esse?

Assustador…  e eles estão por todos os altos, atacando a pureza das nossas crianças. Infelizmente, na Igreja, na Política, no Esporte (na Sociedade em geral)…

Denuncie! E ajude aos pequenos que são vítimas desses monstros.

– A apátrida Maha Mamo

Repost de 4 ano, mas bem atual:

Nós não temos a noção da dificuldade que é não ter uma nação. Ser apátrida, para quem é, torna-se um trauma gigantesco!

Ser “uma sombra”, “não existir” e outros termos assim são comuns a essa gente. E são quase de 10 milhões no mundo!

Maha Mamo, uma moça filha de sírios que nasceu no Líbano, foi a primeira apátrida a conseguir se naturalizar brasileira. E o caso é curioso: pelo fato do pai ser cristão e a mãe muçulmana, o casamento interreligioso não é aceito na Síria. No Líbano, onde nasceu, a nacionalidade não é aceita pela “terra onde nasce”, mas somente pelo “ventre” (assim, não poderia ser libanesa). Mas com o problema religioso, não poderia ser natural da Síria pois, em tese, sua mãe é solteira e isso não é permitido por lá. 

O interessante é: um apátrida não pode nada, pois não tem documento! Como matricular um filho inexistente? Ou ter carteira de trabalho? Incrível as dificuldades que eles passam e não imaginamos porque em geral nunca sentimos ou sentiremos isso. 

E veja só: até um refugiado tem vários benefícios que um apátrida não tem, pois o refugiado “existe”, é uma pessoa que foge por algum motivo de sobrevivência. O apátrida, também em tese, nada disso ocorre. 

Mais informações sobre tudo isso, compartilho em: http://www.acnur.org .

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Imagem extraída de: https://www.paiquere.com.br/voce-sabe-o-que-vem-a-ser-um-apatrida/.

– Instituto Cidas.

Estivemos hoje em Campinas, fechando um ciclo de 5 encontros pelo Sebrae, ministrando o Curso “Descomplique Empreendedorismo”.

Nessa oportunidade, conheci o Instituto Cidas, administrado por um casal incrível: Seu Sandoval e Dona Adriana, que ajudam os jovens da periferia campineira a se capacitarem em diversas áreas, além de outras frentes cidadãs de outras faixas etárias.

Aliás, são pessoas acima da média, que lutam por cidadania e conhecimento, sem nada ganhar em troca, simplesmente pela missão de fazer da comunidade um lugar melhor!

Conheça o Instituto Cidas, e se puder, divulgue e ajude. Vale a pena.

WhatsApp: 19 – 99173.5755

Instagram: @institutocidas

– Como é bom compartilhar!

Hoje, pelo Sebrae, visitei o #InstitutoCidas, onde presenciei uma turma fantástica, que através da Educação e da Cidadania promovem um mundo melhor!

Vale a pena compartilhar conhecimento!

– O que é dialogar? Uma sábia observação…

Drummond dá a dica, especialmente para aqueles que não conseguem respeitar a opinião alheia, por mais diferente que ela possa ser.

Respeitar não quer dizer concordar. E discordar não quer dizer se tornar inimigo ou desdenhar do próximo.

Viva a boa educação e o diálogo inteligente!

– Dia Nacional do Orgulho Gay: Reflexões.

Do ano passado, para refletir:

Quando ocorreu o “Dia Nacional do Orgulho Gay (25/03)”, o SPFC (assim como outros times de futebol) fizeram postagens nas Redes Sociais pedindo o fim da homofobia (e o ambiente das arquibancadas é carregado disso).

A foto da esquerda é uma postagem do São Paulo, e nos comentários, há elogios e muitas críticas, beirando a própria homofobia, e algumas mais descaradas como “desnecessário” e outras com palavrões que me recuso a publicar aqui.

A foto da direita tem uma pergunta pertinente do perfil de “Estrelinha @Lekass_”: Me diga, se fosse 2 homens tirando uma foto dessa na arquibancada laranja?”

Enfim, a questão é: por mais que se peça respeito nas arquibancadas, haverá o machismo, o preconceito e a confusão de que “respeitar é fazer apologia”.

Parabéns por quem, ao menos, tenta respeitar e promover o respeito no futebol. E paciência pelas críticas que surgirão.

– #tbt: Ouçam as crianças e se cuidem!

Foi durante a pandemia… mas no derradeiro #tbt de hoje, essa voz fofa da Tetéinha me cativa!

Criança é pura. Criança é inocente. Criança é sincera.

Ensine-as a fazerem as coisas certas, e elas se tornarão adultos corretos no futuro.

Sigam o conselho desta pequenina,

Em: https://youtu.be/DW_gLDCi-74

– Equality.

Humans have different origins,different colorsand males and females too, there are also different typesof other living beings,both small and large… …

Continua em: Equality

– Nikolas Ferreira e a intenção equivocada…

Para defender as mulheres, você não precisa atacar ninguém. Certo?

Para o radical deputado Nikolas Ferreira, errado. Que papelão fazer discurso homofóbico dentro do Congresso, ao tentar falar sobre mulheres trans com tom de crítica. Errou em tudo!

A pauta é interessante quando se fala em esporte e competitividade (pelas questões físicas e hormonais), mas ainda assim deve ser respeitoso. Nikolas confundiu tudo e ainda vestiu um peruca loira… que mico!

Imagem: print de tela.

– Argumentar e discutir é ótimo, mas IMPOR a sua opinião é desrespeito, fanatismo ou falta de educação.

Se você for de Esquerda ou de Direita, gay ou hétero, crente em qualquer crença ou ateu, palmeirense ou corintiano, caipira ou caiçara, moderninho ou conservador, que seja. MAS… respeite quem não pensa igual! Não insista para que eu tenha a mesma opinião que a sua, que aja como você e tampouco tenha os seus mesmos anseios e valores.

A minha opinião é minha, sem viés, sem manipulação de ninguém. Só minha. Assim como creio que a sua, seja qual for, seja somente de você – sem influência de Fake News ou de lavagens ideológicas de quem for.

Mais especificamente, não estou nem aí se você é Bolsonaro, Lula, Dória, Marronzinho, Enéias ou Eymael. Seja da ARENA ou do PCO, respeitarei seu direito de expressão. Respeite o meu também.

Vivemos numa sociedade onde a pessoa quer ser seu amigo em Rede Social (seja qual for), mas vai lá encher o saco dela. E depois fica “magoadinha” porquê é bloqueada. Mas por quê isso ocorreu? Sou obrigado a aguentar chato tentando me catequisar, converter, lavar minha mente?

O pior: você emite educadamente sua ideia, procura manter o bom senso e, de repente, aparecem as pessoas que discordam de você que, ao invés de recíproca e educadamente escrever no mesmo tom de educação que leu, enche seu espaço de CTRL C + CTRL V com um monte de argumentos dos outros, já prontos e com palavras raivosas. Abarrota de palavrões, ofensas, e outras bobagens, achando que é natural fazer isso (sim, sou politicamente correto e entendo ser necessária a boa conduta). Se a pessoa não teve tom ofensivo mas sim opinativo, que raio de sanha maldosa e imbecil que o outro tem em perder tempo e ir te ofender gratuitamente? Eu não vou na sua página escrever coisas que você possa se ofender, não vá à minha também. E se veio, por quê insiste em ser amigo virtual?

O cara escreve te chamando de vários “nomes”, mas depois diz que não se referiu a você. Então cite a quem! Saiba escrever, arranhe e arrisque algumas palavras entendíveis e inteligentes. Mas o principal: seja educado, cidadão, democrático e justo.

As pessoas falam nas Redes Sociais como se “tudo pudesse”, um mundo sem escrúpulos nem leis de convivência. “Rasga a saia” e desanda a digitar o que não tem coragem de falar no frente-a-frente. Se dói por qualquer coisa. Liberdade de expressão não é direito de calúnia!

Insisto: argumentar e discutir é ótimo, mas IMPOR a sua opinião é desrespeito, fanatismo ou falta de educação.

Enfim, vida que segue onde as pessoas gratuitamente perdem tempo de entrar na postagem alheia simplesmente para exercer a atividade da imbecilidade, sem entender que se pode opinar contrariamente e não percebendo e nem tendo a sensibilidade de que não pode é atacar simplesmente por ignorância.

Que necessidade idiota é essa de atacar? A maldita ideia do “nós contra eles” dos anos 2000 voltou a todo vapor nos dias atuais.

O apelo é: cada um respeitando o próximo, é o mínimo que a cidadania exige.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– A demissão do treinador machista na França.

Abdel Bouhazama, treinador do Angers-FRA, luta contra o rebaixamento da sua equipe. Ou melhor: lutava!

Ele pediu demissão após um comentário machista, cuja repercussão foi enorme. Durante a preleção à sua equipe no último jogo, quis motivar o lateral-esquerdo Chetti (que era acusado de assediar uma mulher em uma boate), dizendo que “tudo bem, todos nós já tocamos as meninas“.

É mole?

Nos tempos atuais, onde felizmente práticas abomináveis estão sendo extintas do futebol, não se pode admitir isso…

Extraído de: https://www.gazetaesportiva.com/campeonatos/ligue-1/tecnico-do-angers-pede-demissao-apos-comentario-machista-em-prelecao/

TÉCNICO DO ANGERS PEDE DEMISSÃO APÓS COMENTÁRIO MACHISTA

O Angers, da primeira divisão francesa, anunciou nesta terça-feira a demissão do técnico Abdel Bouhazama, pressionado pelo mau desempenho da equipe e por um comentário machista em apoio a um jogador acusado de importunação sexual.

“Diante da pressão midiática e para preservar a imagem do clube e a tranquilidade no vestiário, Abdel Bouhazama anunciou ao presidente Said Chabane que decidiu deixar suas funções”, anunciou o clube em um comunicado.

O Angers é o lanterna do Campeonato Francês e não vence uma partida no torneio desde setembro do ano passado.

O treinador, já criticado no âmbito esportivo, agravou sua situação ao fazer um comentário machista durante a preleção com a equipe antes da derrota do último domingo contra o Montpellier.

O técnico tentava dar confiança a Ilyes Chetti, lateral-esquerdo de 28 anos que foi titular somente pela terceira vez nesta temporada, quando a imprensa local revelou na semana passada que o jogador admitiu ter tocado uma jovem em uma boate e que seu julgamento acontecerá em abril.

“Não faz mal, todos nós já tocamos as meninas”, declarou Bouhazama em sua preleção no vestiário, segundo várias fontes citadas pelos jornais Ouest France e L’Équipe e confirmadas por um correspondente da AFP.

A situação ocorre após o próprio presidente do clube, Said Chabane, ser acusado de agressão sexual desde 2020, após denúncias de seis mulheres, que eram suas funcionárias na época.

Abdel Bouhazama, ex-técnico do Angers — Foto: AFP

FOTO: AFP, extraído de G1.com

– “Redes Sociais deram voz à legião de imbecis”, disse Umberto Eco.

O fenômeno da Internet, quando nasceu, era algo surpreendente para nós, mais velhos. Mas já há uma geração que não se surpreende com as maravilhas e possibilidades da Web: as crianças e os adolescentes, que nasceram com os computadores, tablets e smartphones no seu dia-a-dia. E isso fez com que todas as gerações, etnias, faixas de renda e níveis de comunicação pudessem comunicar entre si, indistintamente.

Porém, há aqueles que fazem o mau uso de tal possibilidade: pessoas mal educadas, trolls, ignorantes sociais e outros atores sociais que perturbam e nada agregam. Conheço gente que se viu obrigada a abandonar Facebook, Twitter, Instagram e outros meios de socialização por trollagem de gente que não aceita opinião de outrem. E nessa linha, Umberto Eco, falecido e importante pensador italiano, disse recentemente:

Redes Sociais deram voz à legião de imbecis”.

Hum… é pra refletir. Já encontrou gente assim na Internet? Infelizmente, há aqueles que, ao não concordarem com algo, atacam simplesmente por atacar!

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.

– Qual atitude para acabar de vez com o racismo no futebol? Sobre as ofensas ao Galo Mineiro.

“Hijo de Puta Macaco”, “Macaco Boludo”, entre outros xingamentos racistas, foram observados na Venezuela na partida entre Carabobo x Atlético Mineiro pela Libertadores da América (e registrados em vídeo, conforme imagem em: https://ge.globo.com/futebol/times/atletico-mg/noticia/2023/02/22/atletico-mg-e-recebido-com-gritos-racistas-por-parte-de-torcedores-do-carabobo-em-estadio-na-venezuela.ghtml).

Parece que existe prazer dos racistas em ofender gratuitamente. Uma doentia paixão que esses cidadãos desregrados têm, e que não se toma providências plausíveis.

Mas o que fazer, se as autoridades não resolvem?

Que tal… a equipe não jogar?

Vide o caso de Vinícius Jr na Espanha: e se os seus companheiros resolvessem abandonar o jogo, quando escutassem as ofensas racistas (até porquê existem outros negros no time, que indiretamente são atingidos)? Um time do porte do Real Madrid, retirando-se de campo, daria um impacto de repercussão mundial.

Fica a sugestão para os clubes brasileiros que não tenham medo da Conmebol: em protesto, não entrar em campo. Certamente, a discussão não ficaria na mesmice.

Chegada dos jogadores do Atlético no estádio Olimpico UCV, em Caracas — Foto: Reprodução/GE

Imagem extraída do Globoesporte.com (link acima).