– Today’s Quote.

“The bullying was hideous and relentless, and we turned it round by making ourselves celebrities.” Julian ClaryThe post Today’s Quote first appeared …

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– #tbt 2: Doe Sangue e Plaquetas!

Alguns aprendem pelo AMOR, outros pela DOR.

Foi pela DOR que me conscientizei e me tornei doador de sangue e de plaquetas. Após uma experiência pessoal, vi que tal ato humanitário é essencial, embora desprezado pela maioria.

Mas não venho usar espaço para isso nesse momento. Venho pedir: os bancos de sangue de todo o Brasil estão precisando com urgência de Doadores de Sangue e Doadores de Plaquetas! Com feriados (semana que vem temos mais), o número de doadores voluntários cai muito. Sem falar na pandemia…

Que tal um ato solitário que dignifica o homem? Doe sangue ou doe plaquetas. Não dói nada, é rápido e faz bem para o corpo e para a alma. Até eu que tenho fobia de agulhas sou doador! Qual o problema então?

Os necessitados de sangue e plaquetas agradecem!

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– When Bullies Bully by Instigation.

This type of bullying is indirect and extremely cowardly. These types of bullies don’t have the guts to be direct or the stomach to get their hands …

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– A Arrogância de uma Juventude Mal Educada versus o Despojamento dos Jovens de Bem!

Quando somos mais novos, os hormônios estão a flor da pele. Isso faz com que a verdadeira instrução que recebemos em nosso lar floresça. E a partir daí você pode observar, em nossa sociedade, vários comportamentos, permitindo diferenciar os jovens por “bem ou mal” educados; respeitosos ou folgados; inteligentes ou burros; de boa formação familiar ou delinquentes. 

Me pesa ver alguns membros da juventude do país desprezando a experiência dos mais velhos, achando que sabem tudo e que o “mundo começou com eles”, desprezando o passado! Acham-se donos da verdade, acima de qualquer julgamento e pior: em muitos momentos, mesmo com comportamento agressivo, praticam o “mi-mi-mi” quando interessam a si próprios!

Tudo isso pode ser chamado de: mania de perseguição (pensam que tudo se refere a eles e que são vítimas sociais), falta de regramento social (não aprenderam a ter limites) e ausência de comprometimento com as causas alheias (só pensam no interesse do grupo a que pertencem). Uma pena!

Felizmente, por outro lado, há aqueles que pensam no coletivo, no respeito ao próximo e no aprendizado contínuo. Têm a força da juventude e o desejo de mudar, somada à sanha incansável de aproveitar os conhecimentos dos mais experientes. Respeitosos, esses jovens tornam-se uma parcela diminuta mas solidária; responsável e comprometida por um mundo melhor e mais civilizado. 

Difícil falar em cidadania com aqueles que tem o adversário como inimigo; no contraponto, é fácil falar em sociabilidade quando o espírito de bandidagem e arruaça não existe dentro da pessoa!

Lutemos pela educação dos nossos jovens. Urgente!

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Diretora de Faculdade Mostra Cidadania com Simples Suportes de Papel Higiênico.

Um suporte de papel higiênico (aquele rolinho que você coloca dentro do rolo de papel) é algo barato, não?

Através da luta contra assaltos a “rolinhos de papel higiênico”, uma diretora de faculdade da Bahia mostrou como é importante o respeito ao espaço público e como a luta contra a bandidagem começa pelas pequenas coisas.

Este texto é do Prof Dr Paulo Costa Lima, da UFBA, e o original pode ser acessado CLICANDO AQUI.

FACULDADE ELIMINOU ROUBOS REPONDO OBJETO FURTADO 241 VEZES

Ela decidiu peitar a bandidagem…

Minha amiga era vice-diretora da faculdade de arquitetura e o pessoal da limpeza vivia atazanando seu gabinete… Todo dia sumiam aqueles rolinhos, como é o nome daquilo..?

Aquele negócio redondinho que antigamente era de madeira e tinha uma mola por dentro, hoje é de plástico…

Entra nos dois furos da parede e segura o rolo de papel higiênico.

Ela chegava todo dia e era o mesmo caso. Roubaram os rolinhos. Não tem onde botar o papel. Os banheiros sujos. Os rolos de papel no chão, ou pior, desenrolados na cesta de lixo. Privada entupida… Pode um negócio desses?

Pensou, pensou, e acabou achando uma solução completamente original. Mandou comprar 480 rolinhos e decidiu entrar na briga. Roubavam um rolinho, ela repunha imediatamente. Roubavam 2, 3, 20 rolinhos e lá estava o substituto, novinho em folha, na cara (e nos fundilhos) dos contraventores.

Ficou com uma sensação muito boa de que com ela ninguém podia. Nem a bandidagem. Onde já se viu? Roubar os rolinhos do suporte, na intimidade do alívio de cada dia…

Não podia botar câmeras. Isso foi no início dos 90. E mesmo não ia dar certo. A universidade pública. Iam pensar que a diretoria estava filmando as pessoas nuas sabe-se lá pra quê…

Preocupava-se com o aspecto de contravenção do seu próprio ato administrativo. O que diria ao Reitor sobre esse gasto excessivo com rolinhos de suporte para papel higiênico?

Não sabia onde a coisa iria parar. Até quando iria ter que comprar pacotes de 480 acessórios? O que diria a Divisão de Material?

Mas o espírito da luta, e a nobreza da causa acabaram falando mais alto. E também pensava na economia com o gasto de papel. Afinal, teria alguns argumentos. Continuou repondo e repondo…

Quando chegou em 241 os roubos pararam. Educação completa. Ela havia vencido a guerra e não apenas uma batalha. O ladrão deve der ficado absolutamente decepcionado. Imagine que a casa dele já não devia ter lugar onde botar essas tralhas desses rolinhos…

Acho que a minha amiga realizou um experimento inusitado de enfrentamento da contravenção.

Flexionando o espaço-tempo da propriedade gerou uma abundância artificial que eliminou o sentido do roubo.

Já pensou se esse pequeno modelo se espalha? Teria que dar dinheiro para todos os ladrões e todos os corruptos até que eles não quisessem mais… seria o fim da bandidagem e do capitalismo… (rsrsrs)… o fim da pena de morte por corrupção na China?

E tem mais. Ela demonstrou até onde deve ir essa história de tolerância zero. A violência começa nos banheiros, no desrespeito ao outro…

Leituras e associações:

1. a noção (ou falta de noção) do espaço público entre nós;

2. falha estrutural do contrato social: levar vantagem;

3. também acontece com livros nas bibliotecas públicas, muitas vezes levados por gente tida como acima de qualquer suspeita;

4. não é um problema dos pobres, que muitas vezes são bem mais decentes que médios e ricos;

5. o banheiro público aciona espaços discursivos aparentemente caóticos, típicos dessa situação – o palavrão, a obscenidade, a infâmia, o humor rasgado -, marcas culturais dos “sem contrato”;

6. os comentários da internet (inclusive no Terra) retomam muitas vezes esse ambiente, que alia franqueza bruta e falta de limite quase perversa com relação ao ‘outro’; existe o outro?

7. violência e pertencimento (ou falta de pertencimento) se interpenetram o tempo todo;

8. esse é um grande tema para a campanha presidencial.

9. na contramão de tudo isso: um projeto maravilhoso de caixas de livros nos pontos de ônibus; o sujeito leva o que quiser pra casa (depois traz de volta, lido); está acontecendo na cidade de Vitória da Conquista, interior da Bahia.

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Imagem extraída da Web.

– Previna-se!

Na Praça da Poesia, os guarda-chuvas amarelos do #SetembroAmarelo foram trocados por esses novos: afinal, estamos no #OutubroRosa!

Vale o lembrete à prevenção ao Câncer de Mama.

– Um muro bem inteligente:

Repare nos dizeres dessa pintura no muro escolar. Perfeito!

Numa instituição do Parque dos Ipês, verdades relevantes:

– Comungar-se com as Coisas que se Convive.

Se você costuma praticar o bem, o hábito lhe transforma numa pessoa sempre boa. Se convive com solidários, a solidariedade se torna intrínseca em seu coração. Se procura pessoas sábias, a sabedoria se tornará cotidiana.

Acredito que a convivência influencia as pessoas (algumas em muito; outras, em pouco). Há de se ter muita resiliência para não se influenciar.

Compartilho tal reflexão:

Tudo o que amamos profundamente converte-se em parte de nós mesmos.

Helen Adams Keller, educadora americana(1880-1968)

Concordo e assino embaixo!

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Imagem extraída de: https://portalcafebrasil.com.br/iscas-intelectuais/metamorfose-ambulante/

– Provérbio Japonês Machista ou Feminista?

No Japão, existe um ditado antigo e muito respeitado:

Um bom marido é saudável e ausente“.

Machista?

Que nada. É Feminista!

Lá, se o marido fica fora de casa pelo duro trabalho para dar conforto à família, ele se torna exemplo para todos – mesmo que seja um pai e marido ausente.

Tudo gira no modo de como se interpreta as coisas. Aqui, a mulher ficar em casa já foi interpretado de diversas formas – machista ou não!

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– Arquitetura de Periferia: uma excelente iniciativa!

Li e me sensibilizei: um projeto social voltado às mulheres pobres, ajudando-as na capacitação de reforma de suas casas.

Chamado de “Arquitetura de Periferia“, conheci através da postagem abaixo:

Projeto capacita mulheres de baixa renda em serviços de construção para promover autonomia,

— Ler em: vivimetaliun.wordpress.com/2019/10/04/projeto-capacita-mulheres-de-baixa-renda-em-servicos-de-construcao-para-promover-autonomia/

Para saber mais, acesse o link: https://abraceobrasil.org/pt-br/projetos/arquiteturanaperiferia/

Ou assista em:
https://youtu.be/IKVV8zv5wWk

– Parabéns, Sicredi, por participar do Setembro Amarelo!

Parabéns ao Sicredi, por tão nobre participação na campanha Setembro Amarelo.

Nesta agência, os clientes têm à disposição uma urna com frases inspiradoras de valorização à vida, a fim de que cada um escolha uma para se motivar. Excelente!

Ah, se todos se conscientizassem

– SEBRAE, IBS e FUNAP: reeducando e reinserindo na sociedade.

Hoje estive encerrando mais um curso de Gestão Empreendedora pelo Sebrae / IBS Americas, em parceira com a Funap.

Falamos aos reeducandos do Centro de Ressocialização Ângelo Baratella sobre Empreendedorismo, Cidadania, Valores e Novas Chances. Foram 6 dias de intensa e prazerosa atividade, preparando os detentos para serem pessoas melhores. E, com a boa vontade que mostraram, serão!

É com a Educação que o Brasil sairá da crise!

– Parabéns pela resposta. #BailaViniJr

Que maturidade do Vinícius Jr!

Grande resposta quanto aos seus haters, incluindo Pedro Bravo. Assista: https://twitter.com/vinijr/status/1570893793028874240/video/1

Ou em:

https://platform.twitter.com/widgets.js

– Não trate mal seu próximo.

Se você for maltratado por alguém, respire fundo e faça a consideração abaixo:

Cá entre nós: nestes dias tão pilhados… tudo isso se faz necessário.

– Como começou o Setembro Amarelo?

O Setembro Amarelo é uma campanha feita ao longo do mês de Setembro para conscientizar as pessoas sobre os problemas emocionais, à valorização da …

Continua em: Como começou o Setembro Amarelo?

– Não custa nada…

Simples e não requer esforço (além da imagem ser autoexplicativa).

Abaixo:

Discorda?

Imagem extraída da Web (autoria desconhecida, quem souber, informar para crédito na postagem).

– 5 Reasons to Document Bullying.

Bullying, especially of the psychological and emotional variety, is difficult to prove to people in authority who can help the target. There are …

Continua em: 5 Reasons to Document Bullying

– O Jovem Cidadão no Mercado de Trabalho e sua Inserção na Corporação

É sabido que as dificuldades sociais são grandes empecilhos à formação do jovem em nosso país. A baixa escolaridade, as muitas influências de exemplos negativos refletidos em mídias sociais e a falta de oportunidade de emprego podem explicar o surgimento de uma geração chamada de “nem-nem” (derivado de um termo utilizado na Europa que denomina aqueles que nem estudam / nem trabalham).

Como inserir esse jovem na sociedade? Que preparo terão no mundo das empresas e no relacionamento social diário?

Para tanto, extinguir a evasão escolar e fomentar programas de oportunidade para o primeiro emprego (como jovens aprendizes), se tornam ações fundamentais para essa geração.

Porém, quando falamos de FORMAÇÃO, não se pode fazer referência apenas para a inserção profissional, mas também à social. Isso significa que, além dos treinamentos corporativos, deve-se ter a preocupação com os valores morais, éticos, inclusivos e que promovam o bem comum.

Acima de jovens que deixem a ociosidade, está a preocupação de que isso os tornem profissionais e cidadãos, prontos para incentivar a formação de novos talentos e que sirvam de exemplo àqueles que não trabalham e nem estudam. Para tanto, carece-se de políticas públicas, boa vontade das empresas engajadas em responsabilidade social e o fortalecimento de ONGs capazes de tal promoção.

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– Bullying And “The Horns Effect”

The Horns Effect (or Reverse Halo Effect) – is the opposite of the Halo Effect. It’s a form of bias that causes people’s perception of a person to be…

Continua em: Bullying And “The Horns Effect”

– Ser Político ou Apolítico?

Sempre aprendi que a política é a arte de se relacionar. Entretanto, a má prática vira politicagem.

Neste mundo difícil, não devemos ser apolíticos. Podemos ser apartidários, mas não alienados. Gosto desse pensamento:

A política perfeita é um ato de amor ao próximo; não basta viver, é necessário conviver e participar.”

Santo Agostinho, Doutor da Igreja.

Perfeito.

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– O racismo que não cessa… Giovana Ewbank, Bruno Gagliasso e filhos:

Por Vitor Martins, extraído do seu LinkedIn (um texto sobre o racismo sofrido pelos filhos negros do casal de artistas da Globo, que foram ofendidos por uma turista branca em um restaurante em Portugal):

Todas as pessoas negras são alvo do racismo, sem exceção.

Seja no trabalho;
Seja no hospital;
Seja na escola;
Seja no culto religioso;
Seja durante as férias;

Em qualquer lugar, a qualquer momento, independente da sua condição financeira e de vida, da sua formação educacional, pessoas negras estão sempre sujeitas ao racismo.

Titi e Bless são apenas duas crianças, mas são duas crianças negras. E mesmo sendo apenas crianças, o racismo não os escapa, não os poupa.

Eles possuem a mesma condição financeira, os mesmos pais que Zyan – o irmão branco mais novo deles dois. A diferença é que Zyan nasceu com a cor do privilégio social, nasceu branco, e Titi e Bless nasceram com o estigma daqueles que tem sua humanidade negada. E, embora nem Zyan, nem Titi e Bless tenham pedido pra nascer onde nasceram ou qualquer culpa, independente de quais fossem suas vontades, o racismo irá sempre oferecer realidades extremamente opostas.

Era só mais um dia de férias, mas ele infelizmente ele precisou ser interrompido pela “programação normal”, o racismo.

Espero que Gio, Bruno e Zyan estejam bem. E, principalmente Titi e Bless, que são apenas crianças negras buscando viver o melhor da vida e suas respectivas infâncias.

– O que você perguntaria à torcedora racista?

Em Athlético Paranaense 1×0 São Paulo, câmeras mostraram uma “senhora” imitando um macaco para alguém negro do time adversário. As imagens rodam a Web e mostram o quão as pessoas podem ser desprezíveis…

Triste demais. Mas pense: nesta segunda-feira, os amigos negros dela, quando a encontrarem, dirão o que a ela? E seus colegas de trabalho? Ou ainda: se você pudesse bater-papo com ela, o que diria?

Como pode alguém ofender ou inferiorizar seu próximo pela cor-da-pele…

– Colegiado do CNLB e o Planejamento Trienal.

– Intolerância incompreensível.

Repost de 2 anos, mas o assunto é atual:

Sabemos que o desrespeito é, infelizmente, comum no mundo. Não deveria ser. Mas eu me assusto quando vejo depoimentos de pessoas que sofreram com o preconceito e os motivos “justificados”.

Danielle Souza, que ficou conhecida como “Mulher Samambaia”, casou com o jogador de futebol Dentinho (ex-Corinthians), e há 9 anos vive na Ucrânia. Em entrevista ao Programa Pânico, falou da frieza do povo e da dificuldade em fazer amizades com ucranianos (lá, habitam muitos cossacos, uma etnia conhecida pelo histórico de guerras). Disse que seus filhos (que são morenos) sofreram preconceito na escola por conta da cor da pele. Estrangeiros não são tão bem-vindos. E relatou também o caso de uma professora colombiana que literalmente apanhou na rua, sendo que os agressores disseram que ela merecia por “ser feia”.

Gays e mulheres também são discriminados, não tendo voz nem vez na sociedade local (Kiev).

Enfim: como pode, em pleno século XXI, ocorrer coisas como essas? E olhe que ela tentou se integrar na comunidade de lá (seu marido é jogador querido, ela fala russo e inglês).

O que é Preconceito? - Toda Matéria

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– O árbitro Igor Benevenuto e a sua corajosa declaração de que é gay.

Assim como as pessoas cobravam uma “saída do armário” ou especulavam sobre a sexualidade de Richarlyson (algo íntimo, que só interessa a ele), mas que muitos já sabiam que não era heterossexual (e isso é questão particular dele), igualmente aconteceu a Igor Benevenuto: no mundo do apito, sabia-se do que agora ele revela publicamente.

Há muitos árbitros gays no Brasil (existiram outros tantos no passado) e igualmente às mulheres: sejam elas atuantes em campo ou dirigentes (e não importa quem sejam, se são homo, bi, trans: é questão de foro íntimo).

Talvez, por ter entrado no quadro de Árbitros de Vídeo da FIFA, isso possa lhe ajudar. Afinal, estar na cabine não permite contato com o torcedor ou com o jogador, o que é diferente com o Árbitro de Campo.

Há outros que assumiram: veja o rapaz de Lins, Max Sousa, casado com o prefeito da cidade: a carreira dele, porém, parece não ter deslanchado: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2020/06/26/a-aceitacao-de-um-arbitro-assumidamente-gay-no-futebol-brasileiro-masculino-o-caso-max-sousa/

Boa sorte ao Igor. Liberta-se de um fardo! Mas, claro, isso não o fará melhor ou pior árbitro, e sim um cidadão mais livre. Não deve ser fácil tal decisão. 

Extraído de: https://ge.globo.com/futebol/noticia/2022/07/08/igor-benevenuto-e-o-primeiro-arbitro-fifa-a-se-declarar-gay-sem-filtro-e-finalmente-eu-mesmo.ghtml

IGOR BENEVENUTO É O PRIMEIRO FIFA A SE DECLARAR GAY: “SEM FILTRO E FINALMENTE EU MESMO”

Por Redação GE:

Em entrevista ao podcast “Nos Armários dos Vestiários”, juiz mineiro de 41 anos manifesta publicamente a orientação sexual; leia o depoimento dele à repórter Joanna de Assis

O árbitro Igor Benevenuto se declarou homossexual em entrevista ao podcast do ge “Nos Armários dos Vestiários”, uma série jornalística que detalha a homofobia e o machismo no futebol brasileiro. O mineiro, de 41 anos, é o primeiro juiz do quadro da Fifa a manifestar a homossexualidade publicamente.

Abaixo, você ouve a entrevista completa e lê o depoimento de Igor Benevenuto à repórter Joanna de Assis. Para ouvir outros episódios do podcast, basta clicar aqui. O árbitro também será tema de uma reportagem especial no Esporte Espetacular deste domingo.

Leia o depoimento de Igor Benevenuto:

“O futebol é um esporte que eu cresci odiando profundamente. Não suportava o ambiente, o machismo e o preconceito disfarçado de piada. Para sobreviver na rodinha de moleques que viviam no terrão jogando bola, montei um personagem, uma versão engessada de mim. Futebol era coisa de ‘homem’, e desde cedo eu já sabia que era gay. Não havia lugar mais perfeito para esconder a minha sexualidade. Mas jogar não era uma opção duradoura, então fui para o único caminho possível: me tornei árbitro.

Tenho 41 anos, 23 deles dedicados ao apito. Até hoje, nunca havia sido eu de verdade. Os gays costumam não ser eles mesmos. Limitando nossas atitudes para não desapontar a expectativa do mundo hétero. Passei minha vida sacrificando o que sou para me proteger da violência física e emocional da homofobia. E fui parar em um dos espaços mais hostis para um homossexual. Era por saber disso que eu odiava o futebol.

Durante um bom tempo, precisei participar dos rachões de rua porque fazia parte do teste de pertencimento de quase todo moleque da minha época. Para ter amigos, eu precisava ser hétero, e para ser hétero era obrigatório ser esse cara do futebol. Então, me escalava e interpretava meu papel. Família e amigos me carregavam para o estádio em todas as oportunidades. Era uma tortura, mas ia a jogos do Cruzeiro, Atlético-MG, América-MG… Vestia todas as camisas e, ao mesmo tempo, não vestia nenhuma. Não havia nenhum significado nisso. Em casa, o povo é dividido, cada um torce para um clube, e só eu não tinha esse tipo de amor. Vivia isolado, um moleque triste, com um buraco no coração.

Eu namorei meninas, tentei enganar meus instintos. A religião era muito presente na minha família, e por isso cresci dentro da igreja. E lá está registrado nas escrituras da Bíblia: homem que se deitar com outro homem é pecador. Uma imposição para que sejamos héteros. Na minha igreja até existia o debate, um interesse em entender o universo LGBTQIA+, mas ainda assim ser o que eu sou é considerado errado e, sendo errado, haverá punições divinas.

A Bíblia só deixa duas opções: casamento heterossexual ou uma vida celibatária. Tudo que seja diferente disso é abominável. Por um tempo, acreditei que havia algo de muito errado comigo, porque, apesar de respeitar a igreja, essa doutrina falhava miseravelmente com o que eu sentia. Eu continuei igual, só que sem o direito de me expressar. Um Igor cheio de camadas.

A Copa do Mundo de 1994 foi um estalo para mim. Foi o primeiro campeonato que parei para assistir, por obrigação, é claro. Brasil x Rússia, estreia do Brasil. Olhei a televisão e me interessei imediatamente e exclusivamente pela figura diferente que estava em campo: o árbitro. Foi justamente naquele ano que a Fifa aprovou a mudança dos uniformes dos juízes para o Mundial dos Estados Unidos. O preto deu lugar a cores vibrantes — camisas prateadas, amarelas e rosa. Fiquei enfeitiçado pelo combo — as cores e o cara que controlava tudo. No dia seguinte, na pelada com os meninos, avisei que não iria mais jogar. Queria comandar a partida, e foi assim que comecei a apitar e ressignificar minha relação com o futebol.

Meu primeiro apito veio de brinde em uma caixinha de maria-mole. Quem tem mais de 40 anos e gosta desse doce vai lembrar! Para conseguir cartões, tive de ser criativo e trabalhar com o que eu tinha em casa. Extraí retângulos perfeitos das embalagens de catchup e mostarda abandonadas na geladeira.

Eu queria uma camisa de árbitro de futebol, daquelas chamativas da Copa, mas na época era apenas um adolescente sem emprego de uma família simples e periférica, que não tinha a menor condição de bancar um mimo desse. Eu ficava maluco, queria a camisa, um apito e os cartões oficiais, que vinham em uma caderneta de couro preta. Eu ia todo santo dia a uma loja de esportes na minha cidade para paquerar esse kit pela vitrine. Vendi picolés de fruta e muito papelão para conseguir comprar aquele trio de glória.

O primeiro apito de verdade eu ganhei de um vizinho. Eu ficava apitando o dia inteiro, o que irritou a minha tia. Ela o lançou longe, caiu na cisterna. Fiquei desesperado, procurei por dias meu apito, sem sucesso. Esvaziei a caixa d’água mil vezes, e nada. Um ano depois, ele apareceu e, claro, já não dava mais para usar — a bolinha de cortiça que forma o som não prestava mais.

No primeiro dia que apitei para os moleques ninguém questionou muito porque não tinha vaga nos times. Com tudo completo, eu poderia ser aquele personagem a mais para mandar no jogo, que era o que realmente queria. Só que os dias foram passando e, quando sobrava espaço em uma das equipes, eu batia o pé para seguir apitando. E aí virou piada. Começaram a me chamar de “Margarida”. Eu ficava revoltado, ameaçava não voltar mais, xingava de volta, mas eles seguiam com a provocação.

O Margarida era um árbitro famoso da década de 1980 e 1990, gay assumido e performático. Para os moleques, essa era a forma de me atingir. Ser comparado a ele, ser chamado de gay era uma ofensa e eu não poderia levar numa boa, afinal interpretava meu papel hétero, em um ambiente hétero, rodeado de héteros.

Não demorou muito e resolvi ir para uma escola de futebol para aprender as regras. Os pais dos meninos apoiavam a minha decisão de aprender, me elogiavam. Vez ou outra, exageravam e diziam que eu era melhor que o Arnaldo Cezar Coelho. Meu apelido virou Arnaldo. ‘Esse aí é o Arnaldo, vai ser um grande árbitro’.

Aos 17 anos, peguei o catálogo das páginas amarelas, procurei pelo telefone da Federação Mineira de Futebol e naquele momento estava rolando um curso de arbitragem. Com o apoio financeiro de minha mãe, consegui participar. A formatura foi em 1998. Depois disso, nunca mais joguei uma partida na minha vida.

Mas correr eu gosto. E adoro correr como árbitro. Sempre que tem um contra-ataque, algum lance de velocidade, mentalmente já quero disputar com aquele jogador, quero chegar antes, mostrar que tenho força, foco e capacidade. Sou um atleta também. Dou 40 tiros de 75 metros em 15 segundos. Descanso 25 metros em 18 segundos entre eles. Depois dou seis tiros de 40 metros em apenas seis segundos. Esse é um dos testes que me deu o direito de usar o brasão da Fifa.

Ser árbitro me coloca em uma posição de poder que eu precisava. Escolhi para esconder minha sexualidade? Sim. Mas é mais do que isso. Eu me posicionei como o dono do jogo, o cara de autoridade, e isso remete automaticamente a uma figura de força, repleta de masculinidade. Eu queria ter esse comando e exigir respeito, como quem diz: ‘Ei, eu estou aqui! Vocês vão ter de me engolir e respeitar, me dar a oportunidade de estar entre vocês no futebol porque, sim, eu sou gay, mas sou uma pessoa normal, como todo mundo. Vocês não são melhores do que eu porque gostam de mulher’.

Tenho atração por homens e não sou menor por isso. Não estou no campo por isso. Não estou procurando macho, não estou desejando ninguém. Não estou ali para tentar nada. Quero respeito, que entendam que posso estar em qualquer ambiente. Não é porque sou gay que vou querer transar com todo mundo, vou olhar para todos. Longe disso. Eu só quero respeito e o direito de estar onde eu quiser.

Nós, os gays no futebol, somos muitos. Estamos em toda parte. Mas 99,99% estão dentro do armário. Tem árbitro, jogador, técnico, casados, com filhos, separados, com vida dupla… Tem de tudo. A gente se reconhece. Eu brinco que temos um Wi-Fi ligado constantemente e que se conecta com o outro mesmo sem querer. Nós existimos e merecemos o direito de falar sobre isso, de viver normalmente.

Eu não posso dizer que hoje amo o futebol, pelo menos não tenho o amor de um torcedor. Não assisto a nenhum jogo para curtir e tomar cerveja. É uma questão meramente técnica para mim. Enquanto os outros vibram, se emocionam com lances, eu observo as regras, as infrações, um impedimento, os movimentos do árbitro. Sou estudioso e um bom profissional. São 600 árbitros na CBF, e eu sou top 50, sou árbitro Fifa. Não preciso morrer de amores por futebol para ser bom, e eu sou bom. Não ter emoções pessoais envolvidas ajuda. O que eu amo é ser árbitro.

No meio da arbitragem não é segredo que sou gay. E sou bastante respeitado. O pessoal brinca, chama de ‘Sindicato’. ‘Oh, esse aí é do Sindicato’, ‘esse ai sindicalizou’. E por existir esse ‘boato’ em campo, já sofri com atos homofóbicos. O cara lá fica puto com o resultado de um jogo e desabafa com ofensas contra minha orientação sexual. ‘Sua bichinha, seu veadinho. Eu sei por que você não marcou aquele pênalti. Você deve estar dando o rabo para alguém ali’. Jogadores e técnicos jamais me ofenderam. Isso partiu todas as vezes de dirigente e torcida. E toda vez que isso acontece eu relato na súmula. Uma luta, mas não desisto.

Sempre fui aconselhado a não me associar com a imagem gay. ‘Pelo seu bem’ dizem. Certa vez, fui convidado para apitar a final de uma competição LGBT e me convenceram que não era uma boa ideia. E aí, quem foi lá apitar? Um árbitro hétero. O hétero pode. O gay, não. O gay tem que ficar calado, ser reservado. Caso contrário, será prejudicado.

Devo tudo o que tenho à arbitragem, mas paguei um preço muito alto por isso. Deixei de lado paixões reais da minha vida para seguir esse universo macho alfa, para viver disfarçado. Se eu pudesse, teria sido médico, mas não me via com muitas escolhas. Viver abertamente como um homem gay era impensável. O futebol é meu sustento e até o dia de hoje foi o meu esconderijo hétero. Eu quero me libertar dessa prisão. Quero poder ter relacionamentos, quero apitar em paz, quero que as ofensas sejam punidas.

O difícil é lidar com o medo que tenho de morrer. Vivemos no Brasil, o país que mais mata gays no mundo. Aqui não é apenas preconceito, é morte. É um submundo. Os gays no futebol estão em uma caixa de pandora. Jogadores, árbitros, torcedores… E nós somos muitos! Já não há espaço dentro desse armário apertado. Já não cabe mais. Chega! Sigo não suportando as piadas. A diferença é que agora não mais ficarei sufocado.

Igor Benevenuto, árbitro da Fifa — Foto: Marcos Ribolli

– Como deve ser o dia-a-dia dos racistas após a 3ª na Arena Corinthians?

Ainda sobre os torcedores do Boca Jrs detidos e liberados após as manifestações racistas e nazistas: os bandidos moram em São Paulo!

Portanto, eles deve ter empresa ou são empregados de alguém. Que tal boicotar seus produtos ou convidar os negros e judeus que eles conhecem a tirar satisfação dos mesmos no trabalho que exercem?

Talvez, explicando com essa manifestação simbólica, eles entendam o que é preconceito.

Abordamos sobre o tema ontem (vide em: https://wp.me/p4RTuC-EHj), mas por ser revoltante, há a necessidade de bater nessa tecla.

Racismo no Brasil | Marcas do passado que se prolongam no presente - CUT-DF

Imagem extraída de: https://df.cut.org.br/artigos/racismo-no-brasil-marcas-do-passado-que-se-prolongam-no-presente-4768

– Dia do Orgulho LGBTQIA+.

Sobre a data comemorada hoje, simplesmente RESPEITO. Nada de apologia ou crítica, e é aí que reside a Cidadania entre todos.

Gostei dessa mensagem, da Universidade São Francisco:

– Boca Juniores x Corinthians, e as multas por racismo.

Eu tenho muita preocupação com o racismo no futebol. Vide os casos comprovados e os que não deram em nada. Aliás, qualquer prática racista deve ser severamente punida, mas há o cuidado de que não se acuse injustamente algum atleta.

Lembremos de Índio Ramirez (Bahia) e Gerson (Flamengo), de Rafael Ramos (Corinthians) e Edenilson (Internacional) ou até de algum dos inúmeros casos em divisões menores: Koyote (Paulista de Jundiaí) e Guilherme (Rio Branco de Americana), onde ficou tudo na palavra de um contra a do outro.

Precisamos reforçar dois tipos distintos de casos: entre jogadores (onde a punição pode ser mais “localizada”, pontuada) e de torcedores contra atletas (pois são inúmeras pessoas e é algo mais generalizado). Há de se fazer campanha contra esses imbecis.

Mas como punir?

A Conmebol puniu o Boca pelo ato racista de seu torcedor na Arena Itaquera em 30 mil dólares, mas também puniu o Corinthians por sinalizadores e atraso na partida em 64 mil dólares.

A multa do jogo de volta, por conta do racismo da torcida em Buenos Aires, ficou em 100 mil dólares mais a exibição de uma faixa: “Chega de Racismo”.

A pergunta final: isso basta? Funcionará?

Enquanto não tivemos punições exemplares, tudo continuará na mesma…

Conmebol aumenta multa por discriminação após casos de racismo | Agência Brasil

Crédito da Imagem: Reuters, por Amanda Perobelli, extraída de: https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2022-05/conmebol-aumenta-multa-por-discriminacao-apos-casos-de-racismo

– Em podcast, o ex-jogador Richarlyson assume bissexualidade: “Já namorei homem, já namorei mulher, mas e aí? Vai fazer o quê?”

O comentarista é o primeiro entre ex-jogadores e jogadores brasileiros com passagens pela Série A e Seleção a assumir bissexualidade. Richarlyson, ex

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– Parada LGBTQIA+ e a Liturgia da Santa Missa.

Ontem, abordamos sobre o Evangelho Dominical mandando renunciarmos nossas vaidades e a nós mesmos, seguindo Cristo. Não é fácil, sabemos.

Na mesma liturgia, na 2ª leitura, vemos São Paulo falando aos Gálatas:

Irmãos: 26Vós todos sois filhos de Deus pela fé em Jesus Cristo. 27Vós todos que fostes batizados em Cristo vos revestistes de Cristo. 28O que vale não é mais ser judeu nem grego, nem escravo nem livre, nem homem nem mulher, pois todos vós sois um só, em Jesus Cristo.

Coincidentemente, a Capital Paulista recebe neste domingo a Parada Gay, um movimento (em tese) de luta pelos direitos dos homossexuais (infelizmente, em muitos casos, o propósito perde-se para um “carnaval fora de época”, e em outros casos, até com situações de blasfêmia ao Cristianismo – como visto semana passada, na Itália).

A questão é: no mundo ideal, de sociedade cidadã, nós, católicos praticantes, precisamos e devemos entender que a mensagem de São Paulo é atualíssima. Respeitar que uma pessoa tenha uma identidade diversa da nossa, é uma questão de lei (homofobia é crime). O cristão não pode julgar o seu próximo, lembremo-nos das palavras de Jesus. Entretanto, também não devemos fazer apologia.

Ame-se o pecador e odeie-se o pecado (seja qual for ele). Respeite-se quem crê, age ou pensa diferente do que você. Não pratique o proselitismo! Afinal, mesmo aqueles que não aceitam Jesus em sua vida, são salvos pelo mesmo Cristo.

Em resumo: todos somos Filhos de Deus. Respeitemo-nos mutuamente e levemos a palavra do Evangelho do Amor e da Conversão à todos. Nada de atacar o outro – e quando forem cometidos erros (os excessos nessa parada são óbvios) perdoemos, pois seguimos nosso Salvador.

Campanha da Fraternidade de 2021 é lançada com o objetivo de evidenciar o diálogo entre as comunidades | Mato Grosso do Sul | G1

Imagem da Campanha da Fraternidade 2021, que abordou a inclusão geral: https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2021/02/17/campanha-da-fraternidade-de-2021-e-lancada-com-o-objetivo-de-evidenciar-o-dialogo-entre-as-comunidades.ghtml

– E por quê não crer que a Nova Economia será diferente?

Repost do ano passado. Sérgio Moro não será candidato, mas essa pauta é importante para TODOS os candidatos:

Tem muita implicância por aí com coisas que são tendências e que, por birra de quem diz, desqualificam.
Li que Sérgio Moro abordou sobre a “economia do futuro”, quando questionado. E disse:

“A nova economia será verde, digital e inclusiva”.

Excelente. E qual o problema em falar isso?

A preocupação com a preservação do Meio Ambiente, de utilizar os meios tecnológicos a favor do desenvolvimento e a necessidade de incluir parcelas populacionais excluídas é uma necessidade!

Qual o motivo de se desdenhar de tal realidade e carência? O fato de quem ter dito seja alguém que é desafeto de lulistas e bolsonaristas?

Imagem extraída de: https://www.poder360.com.br/partidos-politicos/podemos-prepara-filiacao-de-sergio-moro-para-10-de-novembro/

– Cidadania, bem explicada:

Olhe só que resumo bacana: O que é ser cidadão, conceituando cidadania e o exercício dela, bem definidos:

– Pintou o Arco Íris no seu perfil? Sobre Católicos, Hetero e Homossexuais.

Estamos no mês do Orgulho LGBTQIA+. Mas como um católico deve se portar diante dessa questão?

Compartilho a sabedoria do Padre Zezinho, SCJ, conhecido compositor católico e exímio pregador, abaixo, em seu texto de anos atrás, mostrando a correta visão cristã:

O Facebook promoveu anos atrás o “Dia da Celebração do Orgulho Gay” , nesta mesma época, nos EUA. E o mundo inteiro coloriu seus perfis nas redes sociais (não só no próprio Facebook, mas no Twitter e em outras tantas), acompanhando as festividades da legalização do casamento homossexual na “terra do tio Sam”, por determinação da Suprema Corte e apoio do presidente Obama

O tema é difícil. Mas ouso fazer minhas as sábias palavras do Pe Zezinho-SCJ, que publicou um artigo intitulado: “Pregar para Hétero e Homoafetivos.”

Aproveitando o evento da Parada Gay em SP, compartilho esta pregação perfeita em fé, respeito, cidadania e de cristianismo verdadeiro. Abaixo:

Meus amigos gays que optaram por assumir suas relações conhecem meu pensamento e minha catequese. Não preciso pintar minhas fotos de arco-íris para deixar claro que os respeito. E eles sabem que não os apoio em tudo, nem posso abençoar sua união com um sacramento. Também não posso agredi-los. E nem exigem que eu concorde com tudo o que eles pregam. O que deixo claro é que minha postura diante de outras igrejas e religiões é de concordância com algumas opções e crenças e discordância com outras posturas de fé. O mesmo sucede com os gays. Da mesma forma que eles discordam de nossa doutrina sobre sexualidade, mas concordam com outras posições da Igreja, eu faço o mesmo. Concordo com sua luta por mais respeito e pelos seus afetos, mas discordo de algumas de suas posturas e conceitos. Isso não me faz um catequista ou um pregador brucutu. Todos eles sabem que sou amigo, mas não penso como eles a respeito de tudo o que fazem e pregam. Dialogamos, mas não fingimos que está tudo 100%.

Entenderam? Evitar o proselitismo, fugir da demagogia e não cair no radicalismo são necessários para um mundo cidadão.

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– Internet não é terra sem lei.

Parabéns, Japão! As autoridades de lá estão mostrando que o respeito e a educação devem prevalecer no mundo real e no virtual.

Veja a matéria abaixo:

– 3 Reasons Targets Fear Setting Boundaries. / 3 Razões para que os alvos de bullying tenham medo.

All too often, targets of bullying have a hard time setting boundaries. Many just keep their mouths shut, grin and bear it while others wipe their …

Continua em: 3 Reasons Targets Fear Setting Boundaries