“Em 1971, um grupo de jovens negros se reuniu no centro de Porto Alegre para pesquisar a luta dos seus antepassados e questionar a legitimidade do 13…
Continua em: Zumbi dos Palmares

“Em 1971, um grupo de jovens negros se reuniu no centro de Porto Alegre para pesquisar a luta dos seus antepassados e questionar a legitimidade do 13…
Continua em: Zumbi dos Palmares

Em 17/11 é celebrado o “Dia Internacional da Tolerância”. E o Papa Francisco tuitou no ano passado uma importante mensagem sobre a data, na qual deveríamos pensar diariamente:
“O diálogo entre pessoas de diferentes religiões não se faz apenas por diplomacia, amabilidade ou tolerância. O objetivo do diálogo é estabelecer amizade, paz, harmonia e partilhar valores e experiências morais e espirituais num espírito de verdade e amor. #DayForTolerance“
Respeitemos as diferenças, celebremos o que nos une.
O Dia Internacional da Tolerância combate qualquer tipo de intolerância e preconceito, seja ele religioso, sexual, econômico ou cultural. Imagem extraída de: https://www.sonhosbr.com.br/dia-internacional-da-tolerancia/
Palestra, debate, bate-papo, oficina e apresentações de dança e música ocupam o Centro Cultural Banco do Brasil em São Paulo. Com uma programação …
Continua em: CCBB SP celebra o Dia da Consciência Negra

Esses objetivos desejados pela ONU para o desenvolvimento sustentável, de fato, são possíveis?
Talvez. Depende da sociedade…

Repost de 7 anos:
Hoje (e todo dia) é dia de #Doação de #Sangue e #Hemoderivados. Estou fazendo a minha doação de #plaquetas aqui no #BancoDeSangue do #HIAE. Seja #voluntário também. Você ajuda o próximo e faz o #bem sem olhar a quem!
Lembrando: até 4 doações de sangue e 12 doações de plaquetas / hemoderivados anuais. Não faz mal, não dói e não lhe fará falta. E, certamente, sua #solidariedade + #cidadania despertará a outros!
#DoaçãoDeSangue
#Voluntariado
#DoeSangue
#DoeHemoderivados
@hiae
(OPS: gostaram do cartaz motivacional? Foi feito pela artista e voluntária-mirim Marina Porcari)
Estive hoje em Hortolândia, no Espaço “Capacita” – um local de cidadania e desenvolvimento humano – falando sobre Inteligência Emocional.
Que experiência prazerosa. Ganhei até um Suplá!
Obrigado, meninas.

📝 Educação.
Há certos exageros que me assustam. Digo isso pois leio que a Ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, disse que o termo Buraco Negro é racista!
Eu sou contra qualquer tipo de preconceito e busco sempre tratar as pessoas de maneira inclusiva e respeitosa. Mas crer que o nome de um fenômeno da natureza (os buracos negros no universo) é de conotação preconceituosa, aí já foge do bom senso…
Menos, dona Ministra.

Imagem extraída de: https://www.poder360.com.br/governo/termo-buraco-negro-e-racista-diz-anielle-franco/, com a matéria na íntegra. Crédito no próprio link.
Publicado originalmente há 3 anos, mas com uma temática bem atual…
As redes sociais estão por trás do fanatismo de muitos. Em especial, os algoritmos do Facebook, onde você lê o que “só se quer”.
Pegue Haddad ou Bolsonaro na última Eleição Presidencial: se você tem preferência por um deles, as publicações que lhe aparecem são de louvor ao amado e demonização ao outro. Não existe bom senso!
Aliás, o Internauta centrado, que tem espírito crítico aguçado, é obrigado a receber publicações dos dois lados! E isso cansa.
Talvez o texto abaixo, publicado na Folha de São Paulo em 12 de Outubro passado (5 dias depois do 1º turno presidencial), diga muita coisa sobre essa bolha criada pelas Redes Sociais (e aqui a observação é precisa, independente da preferência política da autora do texto).
Abaixo, extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/fernandatorres/2018/10/bolha.shtml
BOLHA
Por FERNANDA TORRES
WhatsApp, fake news e engajamento dos cultos evangélicos ganharam de lavada as eleições
No programa de David Letterman na Netflix, Barack Obama cita um teste realizado pela Casa Branca durante a Primavera Árabe, que pretendia avaliar o poder de direcionamento do algoritmo nas redes sociais. Internautas de direita, de esquerda e de centro digitaram a palavra Egito, a fim de descobrir o que cada segmento obteria como resposta.
Os conservadores foram direcionados para links relacionados ao terrorismo, ao jihad e à ameaça muçulmana. A busca dos progressistas resultou em notícias que festejavam o levante egípcio como um auspicioso despertar do mundo árabe. Já os de centro foram brindados com inofensivos sites turísticos, que anunciavam os “Best Places to Visit in Egypt”.
Vivemos isolados em bolhas de preferência, ignorando, por completo, a do vizinho.
Quem esteve presente na manifestação do #EleNão vivenciou uma multidão pacífica de senhoras, senhores, crianças e militantes feministas. Os que não foram às ruas viram versões distorcidas de meninas de peito de fora, enfiando crucifixos no meio das pernas, fumando maconha e clamando pela volta de Satanás.
A assombrosa alavancada de um candidato a governo do Rio de Janeiro, o ex-juiz Wilson Witzel —que, em dois dias, atingiu 39% de preferência nas urnas—, prova que os métodos de convencimento da velha política foram parar na lata de lixo da história.
O WhatsApp, as fake news e o engajamento dos cultos evangélicos ganharam de lavada as eleições de 2018.
Num vídeo gravado, Witzel se dirige à Polícia Militar, prometendo extinguir a Secretaria de Segurança Pública para eliminar a má influência dos políticos nos órgãos de policiamento investigativo e ostensivo.
A medida, acredito, receberá o apoio de uma massa de eleitores que associam a política ao crime. Um cidadão que, fora de sua bolha, levantar a voz em favor da secretaria de Segurança corre o risco de ser crucificado pela conivência com a corrupção.
A classe artística, cuja opinião vem sendo inoculada pelo simples teclar de dez letras: Lei Rouanet, tem enfrentado rejeição semelhante à da política.
No último debate presidenciável, na TV Globo, os candidatos presentes repetiram a retórica de acusações ao PT e ao PSDB, além das réplicas do Lula Livre. Indefesos diante da nova máquina eleitoral, eles pareciam falar do túnel do tempo do milênio passado.
Os grupos fechados do meu celular aplaudiram o discurso de Boulos contra a ditadura militar, mas a indignação morria ali, entre muros. A ditadura não está na pauta dos que cresceram na redemocratização com o celular em punho. A Lava Jato e a crise na segurança, sim.
O golpe de 1964 e o AI-5 são tão distantes da experiência histórica dos que têm menos de 40 anos quanto Juscelino, o tenentismo e a política do café com leite.
No colégio abastado do filho de um amigo meu, todos os garotos de 18 que votaram no partido Novo migrarão para o PSL, convencidos de que a aliança do livre mercado com a “sociedade de bem” armada trará benefícios para o país.
Nenhum deles se preocupa com uma possível ascensão de forças paramilitares —muito menos com a perseguição a grupos identitários. Tudo é visto como petismo travestido de mimimi humanitário para esconder os anos de roubalheira.
O que impressiona é perceber que, assim como na eleição de Donald Trump, os chamados progressistas, que deveriam estar atentos ao futuro das novas mídias, permaneceram fiéis aos mesmos instrumentos de divulgação de ideias do tempo da vovó menina.
Enquanto isso, a ultra direita vem agindo cirurgicamente, há bastante tempo, em dois campos aparentemente antagônicos e difíceis de serem vencidos agora: a inteligência artificial e a fé em Cristo, em voga desde o fim da Antiguidade.
Vai encarar?
Imagem extraída de: https://medium.com/convergência-digital/redes-e-bolhas-sociais-8ff920f1c269, por Karla Souza.

If you are a target of bullying, have you ever noticed that bullies always seem to bring up your past? A past mistake? A record of some kind, such as…
Continua em: 4 Reasons Bullies Bring up Your Past
Amigos, confesso: é muito bom evitar visualizações extremistas que as Redes Sociais promovem por alguns grupos de fanáticos – da política, do esporte e da religião.
A sociedade, em geral, confundiu infelizmente liberdade de expressão com permissão para agressão. E isso é péssimo!
Como fazemos para não nos contaminarmos com isso, não?
Nos EUA, causa bastante repercussão a resposta positiva do Papa Francisco a um Ministério de Acolhimento Católico às Pessoas Gays, mostrando uma tendência discutida pré-Sínodo: a de abertura maior.
Compartilho, extraído de ACI Digital.
Extraído de: https://www.acidigital.com/noticia/56545/obrigado-pelo-seu-ministerio-escreve-papa-francisco-a-lider-lgbt
OBRIGADO PELO SEU MINISTÉRIO, ESCREVE PAPA FRANCISCO A LÍDER LGBT
por Joseph Bukuras*
Um homem do estado americano do Kentucky envolvido em um “ministério católico LGBTQ” publicou uma carta on-line que diz ter recebido no início deste mês do papa Francisco agradecendo-lhe pelo seu trabalho.
Stan “JR” Zerkowski chefia a comissão de divulgação LGBTQ da diocese de Lexington, no estado americano do Kentucky. A comissão é um “esforço diocesano de buscar, acolher, acompanhar e ministrar à comunidade LGBT”.
Ele também lidera o ministério LGBTQ+ na Igreja Católica de St. Paul em Lexington, uma paróquia que foi causa de polêmica no passado, inclusive por uma imagem da Bem-Aventurada Virgem Maria envolta em uma bandeira do orgulho gay postada em seu site e uma oração à Mãe Santíssima, compartilhada sob o título de “Mãe do Orgulho”.
A nota manuscrita do papa veio em resposta a um e-mail que Zerkowski escreveu a ele em 10 de outubro sobre os três ministérios LGBTQ de Zerkowski, dois dos quais estão sob a diocese de Lexington.
“Eu contei a ele sobre Fortunate Families. Eu disse a ele o que faço local e nacionalmente com paróquias, hierarquia, instituições educacionais e construção de ministérios LGBTQ+ intencionais”, escreveu Zerkowski em uma postagem no Facebook.
“Agradeci a ele por abrir as portas para o ministério LGBTQ+ e expliquei que foi e ainda é um ministério difícil. Eu disse a ele que sua abertura salvou vidas, sei disso em primeira mão. Mencionei que à medida que o Sínodo [da Sinodalidade] se desenrola em Roma, ele ocupa um lugar especial nas minhas/nossas orações”, escreveu.
A resposta do papa Francisco, traduzida para o inglês numa foto que Zerkowski publicou on-line, dizia: “Querido irmão, muito obrigado pelo seu e-mail. Obrigado pelo seu ministério. Eu oro por você, por favor, continue fazendo isso por mim. Que o Senhor te abençoe e Nossa Senhora cuide de você”.
“Eu entendo perfeitamente que esta nota não é sobre mim. Esta nota é sobre nós e nosso ministério. É sobre você. É uma afirmação do papa”, escreveu Zerkowski. “Minha lição pessoal? O papa está ouvindo. O papa se importa”.
Zerkowski é autor de um livro de memórias intitulado “Coming Out and Coming Home: A Gay Catholic Man’s Journey from Marginalization to Ministry, with a Few Miracles Along the Way” (Saindo do armário e voltando para casa: A jornada de um homem gay católico da marginalização ao ministério, com alguns milagres ao longo do caminho). O bispo de Lexington, dom John Stowe, OFMConv, escreveu o prefácio.
Além de liderar a comissão de divulgação da diocese e o ministério LGBTQ+ em St. Paul’s, Zerkowski dirige um ministério chamado Fortunate Families que oferece recursos e orientação ao clero, paróquias e escolas para “discernir e iniciar o ministério para pessoas LGBTQ+ através de boas-vindas intencionais e LGBTQ+ ministério” dentro da Igreja.
O site de Fortunate Families apresenta testemunhos de indivíduos que vivenciaram uma crise de identidade de gênero, alguns dos quais passaram por transições de gênero hormonais ou cirúrgicas. Contudo, ainda dizem que desejam estar em comunhão com a Igreja Católica.
Um homem que sofria de disforia de gênero escreveu em seu testemunho: “Depois de muita oração, consideração e ajuda de um terapeuta, comecei a terapia hormonal. Fisicamente estou muito melhor: minha saúde melhorou e meus sintomas diminuíram. Emocionalmente, estou lutando para saber como vou contar à minha esposa e a todos os outros. Acredito que meu caminho é fazer a transição e me apresentar como a mulher que sou. Acredito que é o único caminho a seguir, embora não saiba aonde o caminho vai levar. Continuo me lembrando de não ter medo e confiar em Deus”.
“Acredito que não há problema em ser transgênero e católico. A vida de Jesus na terra se centrou no cuidado dos pobres e marginalizados. Ninguém estava e está fora de sua compaixão. Como ele disse: ‘É misericórdia que desejo, não sacrifício’”, continuou o depoimento.
A CNA, agência em inglês do grupo EWTN, do qual ACI Digital faz parte, perguntou a Zerkowski se os depoimentos de indivíduos que passaram pela transição de gênero incentivavam a prática.
“Ouvimos e partilhamos histórias reais, tal como o papa Francisco encorajou a Igreja a fazer através do sínodo”, respondeu Zerkowski por e-mail. “As histórias são sagradas”.
Também no site há um livro para profissionais de saúde mental chamado “The Gender Affirmative Model: An Interdisciplinary Approach to Supporting Transgender and Gender Expansive Children” (O modelo afirmativo de gênero: uma abordagem interdisciplinar para apoiar crianças transgênero e com expansão de gênero). A sua descrição diz que “os leitores aprenderão como facilitar e permitir que as crianças vivam no seu gênero autêntico com os apoios sociais necessários”.
O livro diz que “influenciar as crianças a aceitarem o gênero que corresponde ao sexo na sua certidão de nascimento foi contestado, declarado antiético e avaliado como prejudicial ao bem-estar das crianças”.
Outro recurso, intitulado “Este é um livro para pais de crianças gays: um guia de perguntas e respostas para a vida cotidiana”, diz: “Seu filho, ao ter a liberdade de explorar quem é, pode conhecer alguém do mesmo sexo, cair loucamente apaixonado e envelhecer com eles, mais feliz do que você jamais poderia imaginar”.
Ao ser questionado por CNA se os dois livros contradizem o ensinamento da Igreja sobre relações entre pessoas do mesmo sexo e transgenerismo, Zerkowski se referiu ao site, que diz que Fortunate Families fornece uma lista de recursos, mas “não pode endossá-los”.
“Apoiamos o ensinamento social católico sobre a dignidade da pessoa humana e o mandato do Evangelho de trabalharmos juntos para o bem comum”, diz o site.
A notícia da carta surge após relatos de que o papa Francisco se reuniu em sua residência em outubro com a liderança da organização americana LGBT New Ways Ministry (Ministério Novos Caminhos), que foi anteriormente denunciada tanto pela conferência dos bispos dos EUA quanto pela Congregação para a Doutrina da Fé da Santa Sé por causar confusão sobre a moralidade sexual entre os fiéis católicos.
A doutrina católica sobre a homossexualidade está resumida em três artigos do Catecismo: 2357 A homossexualidade designa as relações entre homens ou mulheres, que experimentam uma atracção sexual exclusiva ou predominante para pessoas do mesmo sexo. Tem-se revestido de formas muito variadas, através dos séculos e das culturas. A sua génese psíquica continua em grande parte por explicar. Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves a Tradição sempre declarou que «os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados». São contrários à lei natural, fecham o ato sexual ao dom da vida, não procedem duma verdadeira complementaridade afetiva sexual, não podem, em caso algum, ser aprovados.
2358. Um número considerável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente radicadas. Esta propensão, objetivamente desordenada, constitui, para a maior parte deles, uma provação, devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar na sua vida a vontade de Deus e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar devido à sua condição.
2359. As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes do autodomínio, educadoras da liberdade interior, e, às vezes, pelo apoio duma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem aproximar-se, gradual e resolutamente, da perfeição cristã.
*Joseph Bukuras é jornalista da Catholic News Agency. Joe tem experiência anterior no governo estadual e federal, em organizações sem fins lucrativos e na educação católica. Contribuiu para uma série de publicações e suas reportagens foram citadas pelas principais fontes de notícias, incluindo o New York Times e o Washington Post. É bacharel em Ciências Políticas pela Universidade Católica da América. Está em Boston.
Imagem extraída do link acima
O bobão dessa foto que corre o mundo, imitando um macaco para Vinícius Jr, foi expulso pelo Sevilla, entregue as autoridades e denunciado pela La Liga.
Exatamente o contrário que o Valencia fez anteriormente.
Embora possamos nos contentar com a possível justiça do caso, o triste é: há pessoas que se sentem confortáveis em fazer esse nojento gesto.
O que pensam indivíduos como esse cara, não?
Se você costuma praticar o bem, o hábito lhe transforma numa pessoa sempre boa. Se convive com solidários, a solidariedade se torna intrínseca em seu coração. Se procura pessoas sábias, a sabedoria se tornará cotidiana.
Acredito que a convivência influencia as pessoas (algumas em muito; outras, em pouco). Há de se ter muita resiliência para não se influenciar.
Compartilho tal reflexão:
“Tudo o que amamos profundamente converte-se em parte de nós mesmos.“
Helen Adams Keller, educadora americana(1880-1968)
Concordo e assino embaixo!

Imagem extraída de: https://portalcafebrasil.com.br/iscas-intelectuais/metamorfose-ambulante/
Vinicius Jr parece estar lutando sozinho contra o racismo na Europa – e ainda assim não desiste.
Ao jornal francês L’Equipe, disse nessa semana:
“Se eu for o único contra o racismo, o sistema vai me esmagar com facilidade. Eu quero simplesmente estar tranquilo para jogar e saber que não vou ser insultado em campo porque sou preto. Não creio em um mundo sem racistas, mas eles devem ser uma minoria. As próximas gerações não podem pensar que é normal ser assim”.
Como se lê, ele é realista e clama: não pode ser uma voz solitária e precisa conscientizar a sociedade.
A pergunta é: onde estão os demais jogadores para apoiá-lo na mesma intensidade dos ataques que são praticados?
Imagem: Fadel Senna / AFP
Upon realizing that today marks the International Day of the Girl Child (IDG), some thoughts immediately came to my mind. This Day is being observed …
Continua em: Girls and Their Rights

Outubro é o mês em que historicamente se chama a atenção para a prevenção do Câncer de Mama. Para isso, o “Cor-de-Rosa” é usado para lembrar as mulheres do auto exame.
Aliás, sabe como surgiu a iniciativa?
Abaixo, extraído de: http://www.outubrorosa.org.br/historia.htm
OUTUBRO ROSA
O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.
A história do Outubro Rosa remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade (www.komen.org).
Em 1997, entidades das cidades de Yuba e Lodi nos Estados Unidos, começaram efetivamente a comemorar e fomentar ações voltadas a prevenção do câncer de mama, denominando como Outubro Rosa. Todas ações eram e são até hoje direcionadas a conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce. Para sensibilizar a população inicialmente as cidades se enfeitavam com os laços rosas, principalmente nos locais públicos, depois surgiram outras ações como corridas, desfile de modas com sobreviventes (de câncer de mama), partidas de boliche e etc. (www.pink-october.org).
A ação de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros e etc. surgiu posteriormente, e não há uma informação oficial, de como, quando e onde foi efetuada a primeira iluminação. O importante é que foi uma forma prática para que o Outubro Rosa tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e que, principalmente, pudesse ser replicada em qualquer lugar, bastando apenas adequar a iluminação já existente.
A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, motivando e unindo diversos povos em em torno de tão nobre causa. Isso faz que a iluminação em rosa assuma importante papel, pois tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar no mundo.

Ótima iniciativa dos chocolates M&M’s: por conta do Outubro Rosa, resolveu mudar sua “roupa” para chamar a atenção!
Ideias simples para causas nobres…

Simples e não requer esforço (além da imagem ser autoexplicativa).
Abaixo, um pouco de Educação:

(Imagem extraída de: https://br.linkedin.com/in/divina-s-lima-64b7a8214)
Discorda?
Homem bater (literalmente) em mulher?
– Crime, cadeia e o alerta da falta de vergonha na cara!
Neste tempo do anúncio da foto (abaixo), não tinha Lei Maria da Penha! Como deveria ser difícil para as pobres senhoras mais indefesas…
Cada coisa que a humanidade já viu, não? Ao ler essa propaganda, me traz uma pontinha de curiosidade: o que as pessoas justificavam quando questionadas se “bater em mulher” era algo comum (e até aceito!)?
Imagem extraída da web, autoria desconhecida.
Amo o que faço!
Hoje, última aula em um programa assistencial que estou lecionando, e me deparei com essa surpresa!

Não existe retribuição que compense tal carinho…

Eu estou trabalhando nos últimos dias em uma ONG na cidade de Jordanesia (Cajamar-SP), com mulheres em situação vulnerável.
Quantas histórias de vida… Meu Deus! E elas são batalhadoras, vencedoras e entusiasmadas, mesmo com tantos problemas.
Chama-se “Prospera Família”, do Governo do Estado, Prefeitura e Sebrae.
Como não aplaudir?
Todos nós temos virtudes e fraquezas.
Todos nós somos iguais em respeito, mas diferentes quanto a opiniões.
Todos nós temos (ou não) um partido, uma religião, um time de futebol, uma preferência ou gosto diferente.
E principalmente, todos nós vivemos e dependemos de um mesmo planeta.
Por quê não respeitar a diferença do próximo?
Há aqueles que não conseguem viver ao lado do seu semelhante justamente por ter uma opinião política ou um comportamento diferente. Pra quê?
Somos todos humanos. Iguais e diferentes ao mesmo tempo. Assim, reflitamos tal verdade!

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
Em uma sociedade ideal, o respeito não precisaria ser lembrado nas postagens em redes sociais, não?
Portanto, um lembrete com ideais de Educação:

Como convencer alguma pessoa? Ou como servir de exemplo e/ou, ainda, influenciá-la positivamente?
Muitas vezes, a palavra não convence ninguém. Mas o exemplo, a prática, a ação acaba sendo um testemunho fiel…
Gostei desse pensamento:
“As pessoas podem duvidar do que você diz, mas elas acreditarão no que você faz”.
Lewis Cass (embaixador americano na França).
Serve para a Política, para a Religião ou para a Sociedade em Geral.

Imagem extraída de: https://administradores.com.br/noticias/artigo-o-poder-do-convencimento
É muito simples entender isso, e fácil de se praticar:
“Um ato de bondade, mesmo que seja pequeno, nunca é em vão.”
Autor Desconhecido; porém, sábio!
Que tal sempre ser pro-ativo em ajudar o próximo?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Eu respeito toda e qualquer manifestação religiosa, política e sexual. Tenho a minha e não me perturbo com a dos outros. É coisa pessoal, íntima e merece ser privada.
Digo isso pois quando vou buscar informações sobre a Copa do Mundo Feminina, a maioria das buscas redireciona para “os relacionamentos e as namoradas das jogadoras“.
Não se fala de esquema tático ou coisas do jogo, mas sobre questões feministas e/ou LGBTQIAN+!
Ao contrário do que muitos possam defender, isso não é questão de empoderamento. Ao contrário: é tratar do assunto de forma sensacionalista, como se fossem pessoas “diferentes” ou “atrações” por algumas serem lésbicas, bissexuais, não-binárias ou qualquer outra condição. São pessoas! O atrativo é o esporte, não do que elas gostam.
Se elas desejarem expressar suas intimidades, que o façam. Mas quando a imprensa esportiva fica buscando esse tema, deixando o futebol de lado, é invadir a privacidade delas. E quem quer apenas discrição?
Deixem as moças em paz… Já foi o tempo de ficar “fuçando a vida pessoal” dos outros. Chega de preconceito.

Marta e Carrie Lawrence se conheceram no Orlando Pride, time em que jogam, e namoram há um ano –
Quem pode ser contra a Educação, mediante o conceito da imagem abaixo?

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
A Web é um ambiente democrático. Cabe tudo, lê-se tudo e encontra-se de tudo (de bom ou de ruim). Em 2015, vendo pessoas que usavam esse espaço com falta de educação e destilavam ódio, fazendo mal uso da Internet, o sociólogo e filósofo italiano Umberto Eco disse que “as Redes Sociais deram voz a uma legião de imbecis”.
Não dá para discordar que muitos idiotas causam males aos outros através delas. Cyberbullying, Fake News e Manifestações Contrárias aos Valores Éticos habitam no cotidiano de haters e afins.
O que fazer? Censurar? Calar? Expulsar da Web?
Não. Talvez a melhor solução seja, pela própria educação que recebemos, deixar falar, responder respeitosamente ou ignorá-los. Ter paciência e nunca retribuir com ofensas à eles.
Talvez essa imagem, abaixo, seja pertinente:
Muito boa a iniciativa de algumas escolas em implantarem a disciplina “Gestão Ambiental” em suas grades. Melhor: colocar as teorias na prática!
Compartilho ótimo exemplo publicado nesta semana.
GERAÇÃO SUSTENTÁVEL
Educação ambiental vai além da sala de aula para formar adultos do futuro mais conscientes,
POR Verônica Mambrini
Eles reciclam lixo e transformam restos orgânicos em adubo. Tomam refrigerante de garrafas retornáveis e rejeitam produtos que vêm com muitas embalagens. Plantam árvores desde pequenos e pesquisam na internet o impacto ambiental de suas ações. Ficam escandalizados quando alguém joga lixo no chão ou desperdiça água num banho longo. Se possível, pedalam ou combinam caronas para chegar ao seu destino. Não, não são ativistas ecochatos. Essa é a nova geração que está se formando nas escolas hoje, dos pequenos em idade pré-escolar aos adolescentes questionadores.
A preocupação com ecologia não é propriamente uma novidade, pois há cerca de 20 anos vários colégios já abordavam questões ambientais. Mas o posicionamento hoje é diferente: o aluno se tornou protagonista e não espectador dos problemas que discute em sala de aula. E espera-se que o estudante leve para a vida o que aprendeu. Eduardo Rios Lohmann, 10 anos, do Colégio Pentágono, está envolvido em várias atividades de educação ambiental na escola. Sobra “lição de casa” até para os pais. “Reclamei com minha mãe até ela parar de escovar os dentes com a torneira aberta”, orgulha-se. A mãe, a pedagoga Glória Lohmann, se diverte com a fiscalização. “É uma coisa dele, mas a escola e os programas de tevê aos quais ele assiste reforçam a noção de consciência ambiental”, afirma.
No Pentágono, o professor de ciências Rogério Tadeu Sant’Anna usou uma oficina de reciclagem de lixo eletrônico para conscientizar os alunos. Eles trazem de casa eletrodomésticos que seriam descartados, desmontam as peças e as encaminham para reciclagem. “Eles passam a reconhecer os materiais, o que é reciclável e o que não é, e aproveitamos para discutir o consumismo”, afirma Sant’Anna. Já foram desmontadas mais de três toneladas de aparelhos quebrados e sem possibilidade de conserto.
No interior de São Paulo, em Sorocaba, a palavra de ordem do Colégio Véritas é pedalar para reduzir emissões de carbono, exercer a cidadania e ocupar o espaço público. “O uso da bicicleta é fundamental para o meio ambiente e para a saúde”, afirma Bárbara Figueroa Muñoz, diretora do colégio. A cada pedalada, os alunos calculam quanto de carbono deixaram de emitir. Outra ação é a Recicleta: com peças doadas, eles montam bikes e as entregam para comunidades carentes. O aluno Eduardo de Lima Helaehil, 13 anos, participa do projeto. “É muito divertido e sei que estou ajudando alguém”, diz. Bárbara afirma que, pelo uso diário, a bicicleta promove um aprendizado constante. “A educação tem de gerar transformação.”
Transformar a sociedade mantendo o respeito ao meio ambiente está dentro de toda a grade curricular da Escola Stance Dual, em São Paulo. A questão é tão importante para a escola que a instituição é adepta da Agenda 21, compromissos resultantes da Rio 92 (conferência ambiental mundial que ocorreu no Rio de Janeiro em 1992), e tem coordenadoria própria. “É encarado como um projeto transversal. Está em todas as aulas que comportam os conteúdos socioambientais no currículo”, diz Débora Moreira, coordenadora da Agenda 21 da escola. “A partir do momento em que o aluno é protagonista, estamos formando cidadãos com conhecimento, que entendem as razões e a necessidade de agir.” A Recicloteca da escola, por exemplo, incentiva a transformação de embalagens em brinquedos que serão doados à comunidade.
A aluna Caroline Vecci, 9 anos, participa das campanhas de racionalização do uso da água. Além de mudar sua forma de consumo, ela atua na conscientização de outras pessoas. “Fazemos cartazes e folhetos, ensinando como economizar água. Outra ação importante foi a entrega de marca-páginas e adesivos na rua”, diz a estudante.
Outro recurso com bastante relevância na formação dos adultos de amanhã são as excursões in loco. Morador de Cuiabá, João Vitor de Ceni Diogo, 12 anos, tomou consciência dos impactos do turismo em uma viagem ao Pantanal. “Vale a pena investir em turismo sustentável para que as próximas gerações possam ver o Pantanal como a gente vê hoje”, diz o menino. A vivência direta da realidade é fundamental para tocar os alunos, acredita a professora de João Vitor e responsável pelo projeto, Aparecida de Fátima Trandini, do Colégio Salesiano São Gonçalo. “Damos ferramentas para que eles mantenham viva a riqueza natural”, diz Aparecida. O importante é fazer a educação ambiental ultrapassar os muros da escola.

Imagem extraída de: https://www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br/cea/portal-de-educacao-ambiental/
Uma das formas atuais de discriminação é o Etarismo. No mundo corporativo (e até no educacional), isso precisa ser debatido.
Um texto muito bom sobre o assunto, abaixo:
ROMPER O ETARISMO PASSA POR OCUPAR ESPAÇO COM A EDUCAÇÃO
66% dos profissionais nascidos entre 1960 até 1979 sentem que os mais novos duvidam de seu profissionalismo. Mas os 60+ estão cada vez mais produtivos
Por Maria Filomena Brandão
O termo etarismo nunca esteve sendo tão em pauta. Episódios mais recentes vão desde momentos de glória, quando vibramos com a sexagenária Michelle Yeoh ganhadora do Oscar, ao fazer um discurso inspirador antietarista, até momentos de indignação com o preconceito contra uma estudante de 45 anos. E que bom.
Como pedagoga e psicanalista, com profundo respeito pelos meus 62 anos, me esperanço ao ver um tema como esse sendo varrido para fora do tapete. Acredito que tudo que levanta debate gera crescimento, novas oportunidades e leituras para a nossa visão de mundo. Finalmente estamos popularizando um termo que, segundo a Academia Brasileira de Letras, trata da ‘discriminação e preconceito baseados na idade, geralmente das gerações mais novas em relação às mais velhas’.
É claro o etarismo permeia a nossa cultura faz muito tempo. No mercado de trabalho ele aparece com certa frequência. A última versão da Global Learner Survey, pesquisa realizada pela Pearson com a Morning Consult em 2022, mostrou ao ouvir 6 mil mulheres em diferentes países, Estados Unidos, Reino Unido, Brasil, México e índia. Nela, 74% das mulheres afirmaram que a discriminação ainda é um ponto forte na hora de participar de processos seletivos. Já 65% acreditam que o preconceito em relação a idade deve ser combatido.
A pesquisa do site de empregos Infojobs vai ao encontro dessa estatística ao mostrar que 66% dos profissionais da geração X (nascidos entre meados da década de 1960 até 1979) sentem que os mais novos duvidam de seu profissionalismo. O preconceito baseado na idade está inserido no discurso da maioria dos empregadores, acionando os mais variados tipos de opressão, desrespeito e desvalorização das soft e hard skills do idoso. Acontece em qualquer segmento, biografia e currículo das vítimas. A popstar Madonna acaba de ser vítima do etarismo no Grammy por sua aparência. A influenciadora Sandy já se disse ‘velha pra ser jovem’. E ela só tem 40 anos.
De acordo com o último relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), até 2050 o número de pessoas com mais de 60 anos irá duplicar no mundo e triplicar no Brasil. Mas o que, para muitos, pode ser um momento de decadência, eu costumo enxergar como vida, tempo de criar e, mais do que nunca, de aprender! Os 60 estão cada vez mais produtivos e ávidos por conhecimento. E em um mundo em constante transformação, aprender é ao longo de toda a vida mesmo. As possibilidades são infinitas – inclusive de estudar um novo idioma, seja para viajar a passeio, realizar um intercâmbio ou aprender a tão sonhada cultura que ainda não teve chance.
Segundo a Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), os viajantes com mais de 65 anos representam cerca de 15% das vendas dos pacotes turísticos vendidos no Brasil para destinos nacionais e internacionais. O aumento da expectativa de vida e a estabilidade financeira tardia podem estar entre as razões pelas quais muitos deixem para realizar seus sonhos mais tarde. Estudar outra língua é uma delas.
Acompanho com entusiasmo os mais velhos retornando à sala de aula nas universidades, aos cursos técnicos, aos supletivos, cursos de inglês, sendo autodidatas e quebrando preconceitos. É importante não ter medo de experimentar, de mexer no desconhecido e encarar o novo com naturalidade. A geração 40 foi educada em um tempo em que errar era proibido, sendo que o processo de aprendizagem passa pela tentativa e erro.
Ocupar espaços da educação por alunos da terceira idade é fundamental para combater o etarismo e construir uma sociedade mais justa. Espero, sinceramente, não precisar afirmar o óbvio: que somos plenamente capazes de nos desenvolver em qualquer etapa da vida. O etarismo precisa sim ser discutido e que nossas respostas tragam novas oportunidades para quem se sentia abandonado pela vitalidade e colágeno de outrora. Podemos tudo e queremos mais. Why not?
*É pedagoga, psicanalista, psicóloga e Bacharel em Direito, Mestre em Educação e doutora em Psicologia. Já atuou no Ensino Básico e em universidades e atualmente é Gerente Pedagógica na área de Governo da Pearson.

Crédito da Arte: Caio Gomez.
Há representação mais fidedigna sobre empatia (sentir a dificuldade do próximo e se fazer semelhante) do que essa representação?
Veja a imagem:

Você já ouviu falar de Zygmunt Bauman?
Eu também não. Mas ele é um dos maiores pensadores do século XXI. Polonês, foi expulso de seu país no tempo do comunismo por ter idéias contrárias ao regime.
Em entrevista à Revista Época (ed 543, pg 68-70 a Luís Antonio Giron), falou sobre o futuro da humanidade. E declarou-se meio que desesperançoso, alegando que só os jovens indignados podem mudar o mundo.
Os jovens que podem mudar o mundo, segundo o sociólogo Bauman, são aqueles fora da “alienação do mundo da Web”, e, apesar de se mostrar melancólico com o rumo que a Sociedade tomou, esperançosamente (talvez sua única demonstração de fé na matéria) disse:
“Confio que os jovens possam perseguir e consertar o estrago que os mais velhos fizeram. Como e se forem capazes de pôr isso em prática, dependerá da imaginação e determinação deles. Para que se deem uma oportunidade, os jovens precisam resistir às pressões da fragmentação e recuperar a consciência da responsabilidade compartilhada para o futuro do planeta e seus habitantes. Os jovens precisam trocar o mundo virtual pelo real”.
Ótimo! Penso como ele. Que valores e referências são determinantes nos dias de hoje? A violência, a corrupção, o descaso com o próximo, a ostentação e a individualidade foram legado triste de alguns pais, que com dificuldade de moral e falta de oportunidade educacional, contaminaram uma nação inteira com a história de “levar vantagem em tudo”.
Cabe a nós encontramos e encorajarmos jovens diferenciados com vontade de mudar. E, em muitos casos, sermos esses próprios jovens.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.