– Mais um Programa Assistencialista no Brasil? Vem aí a Bolsa Dona-de-Casa!

 

A deputada Alice Portugal (PT-SC) quer criar um regime especial de aposentadoria para as mulheres, a chamada “Bolsa Cor de Rosa”.  A idéia é dar um salário extra mensal às mulheres donas-de-casa, como complemento à renda. Justifica que muitas mulheres trabalham a vida inteira para o seu marido e são abandonadas.

 

A questão é polêmica: pagar uma bolsa—dona-de-casa é algo exagerado ou necessário no país? Deixe seu comentário:

 

Abaixo, extraído de: http://elbigodonmardiiito.blogspot.com/2011/03/bolsa-rosa-contas-no-vermelho.html (que reproduziu de Exame).

 

BOLSA ROSA, CONTA NO VERMELHO

 

Não fosse por um detalhe crucial – de onde tirar o dinheiro -, a criação de um regime de aposentadoria para milhões de donas de casa brasileiras de baixa renda até poderia fazer sentido. Há diversos projetos de lei em tramitação na Câmara para reconhecer os direitos das mulheres dedicadas integralmente às tarefas domésticas. Mas eles ignoram o impacto econômico que isso teria nas contas públicas. A deputada Alice Portugal (PT-SC), defensora da criação dessa espécie de bolsa cor-de-rosa, afirma que “muitas vezes, após 35 anos de casamento, o marido vai embora e ela (a mulher), que prestou serviços a vida inteira, não tem amparo”. Caso a bondade seja aprovada, haverá custo adicional de 5,4 bilhões de reais por ano. No ano passado, só a previdência voltada para os empregados do setor privado fechou com déficit de 44 bilhões de reais. A dos servidores públicos teve rombo de 50 bilhões.

– Faltará Combustível no Brasil?

 

Poderá faltar combustível no Brasil? Talvez…

 

O presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabriele (segundo Jean Peter, da Rádio Bandeirantes, no Jornal em 3 Tempos) confirmou que não haverá aumento nos preços da Gasolina nesse ano no Brasil.

 

Ora, em que país vivemos? Ou melhor, em qual país vive o presidente? Nesta última semana, a Gasolina subiu cerca de R$ 0,15 nas distribuidoras, por conta do aumento do preço do Anidro. Além do preço estar em alta, faltam combustíveis!

 

O Etanol sofre pela interminável entressafra e pelo aumento das exportações do Brasil aos EUA. Em contrapartida, a Cosan (gigante do setor), por exemplo, anunciou a importação de álcool de milho dos americanos. Exportamos o álcool de cana mais barato aos EUA e compramos o álcool caro deles? Loucura!

 

Como os donos de veículos estão optando pela Gasolina ao invés de Álcool nos carros bicombustíveis (pelo preço excessivamente caro no mercado), um efeito colateral aconteceu: a Petrobrás não dá conta de refinar a quantidade de Gasolina necessária. Ou seja: aumentou o consumo e a frota de veículos, mas a produção se compensava com o álcool no mercado interno. Sendo assim, algumas distribuidoras de combustíveis começaram a racionar as vendas, impondo cotas de compras.

 

Se nada for feito, poderá faltar combustível na virada do mês devido a redução de estoques no Brasil. Incrível!

– Álcool a R$ 2,30? A Abrupta Subida do Preço do Etanol

 

Dias atrás conversamos sobre o aumento dos preços do álcool combustível (em: http://bit.ly/gJoOKS ) . Cada vez mais há a migração dos carros bicombustíveis para a opção gasolina.

 

Compartilho interessante matéria da Folha de São Paulo deste sábado, caderno Economia, por Karla Domingues e Mauro Zafalon:

 

ÁLCOOL MANTÉM ALTA EM SP E JÁ CUSTA R$ 2,30 POR LITRO

 

A demanda por combustíveis supera as expectativas, devido à evolução da economia. A procura por álcool também está aquecida, o que permite reajustes de preços nas usinas e nos postos.

A avaliação é de Antonio de Padua Rodrigues, diretor da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar). Em anos anteriores, os consumidores já migravam para a gasolina quando a paridade estava em 65% da gasolina, o que não ocorre neste ano.

Mas, se o preço continuar subindo, mais consumidores irão para a gasolina. “Até porque as usinas não produzirão, nas próximas semanas, o suficiente para o patamar atual de demanda.”

A Folha apurou R$ 2,30/litro ontem em postos de São Paulo.

– Coisas que Incomodam

1- Para evitar que o seu partido recém-criado (PDB) fosse ironizado (como tem sido: Partido Da Boquinha, por exemplo), Gilberto Kassab já o lança como PSD. Adianta alguma coisa, se ele será extinto em breve, servindo apenas de barriga de aluguel e se aproveitando de uma brecha da lei para a mudança de legendas partidárias?

 

2- O pessoal da “Marcha da Maconha” entrou na Justiça contra a jornalista Izilda Alves, por defender em suas matérias o combate contra as drogas. Ué, a favor pode??? (Felizmente a Justiça não deu atenção à esse pessoal).

 

3- Após a tragédia japonesa e o medo de vazamento nuclear de Fukushima, nada de concreto foi feito na usina atômica de Angra dos Reis. Esperarão acontecer algo aqui?

 

4- Dizem que Adriano Imperador tem 5 propostas de clubes! Botafogo, Grêmio, Atlético Mineiro, Corinthians e Flamengo o querem. Os dirigentes perpetuamente querem problemas… Sem psicólogo e assistente social acompanhando-o 24 horas por dia, não dá para contratá-lo.

– Alta nos Preços dos Combustíveis assusta!

 

Incrível como certas declarações governamentais são repletas de demagogia!

 

O preço do Etanol fugiu totalmente do controle do Governo. As exportações aumentaram, o consumo também, mas a produção ao mercado interno não cresceu na mesma proporção!

 

Nos últimos dias, falta etanol em algumas regiões brasileiras. Claro, não interessa vender o produto aos brasileiros, mas sim exportá-lo. Vendemos álcool de cana ao estrangeiro e compramos absurdamente álcool de milho para o não desabastecimento do país!

 

O Anidro, álcool que é misturado na gasolina para a venda aos consumidores, disparou de  preço. Assim, o Etanol já custa mais de R$ 2,00 (em algumas localidades, passa dos R$ 2,20) e por tabela a Gasolina sobe também!

 

O duro é a Petrobrás dizer que está tudo bem, dizendo que os preços estão defasados se compararmos com o mercado externo e que a gasolina não vai subir, ignorando totalmente os fatores internos como, por exemplo, o álcool!

 

Veja abaixo a ridícula declaração do diretor de abastecimento da BR. Será que ele pensa que somos todos ignorantes? A sua fala é dessa semana:

 

(Extraído de: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/petrobras-promete-manter-preco-da-gasolina-apesar-da-alta-do-petroleo)

 

PETROBRAS NEGA AUMENTO NO PREÇO DA GASOLINA

 

Há um mês e meio acima da barreira dos 100 dólares o barril, a cotação internacional do petróleo passa ao largo dos preços internos dos principais combustíveis vendidos no país: gasolina, diesel e GLP. Na expectativa de uma reversão rápida do conflito no norte da África, a Petrobras mantém a intenção de não repassar a alta ao preço de refinaria.


“Nossa política aqui não vai mudar. Não há previsão de reajuste de preço, quer seja no diesel, na gasolina ou no GLP”, afirmou o diretor de Abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, em entrevista à Agência Estado.


O executivo argumenta que a companhia monitora a evolução internacional e trabalha com um limite para a cotação, que não quis revelar. Quando começou a seguir a política de descolamento com o mercado internacional, a estatal havia estipulado um limite de três meses para o cálculo da média de preços e a fixação de novos patamares, mas na prática não seguiu essa fórmula.

Costa, falando por hipótese, comenta que uma elevação do petróleo a 150 dólares exigiria uma reação “urgente” no mercado doméstico, mas não revela os parâmetros que estão sendo usados pela Petrobras, alegando que se trata de uma estratégia interna. “O tempo (limite para deflagrar um repasse) varia de acordo com o preço. Não dá para dizer que a cada três meses teremos uma variação em relação ao mercado internacional. Se o petróleo bater, daqui a pouco, 150 dólares o barril, obviamente vamos ter de pensar numa coisa urgente para resolver isso.”

– Leonardo e a Internazionale: Sucesso e Fracassso de Brazucas!

 

Para quem assistiu Bayern X Internazionale pela Champions League ontem, pode constatar o seguinte:

 

– Júlio Cesar tomou outro frango! O goleiro brasileiro da Inter não está em boa fase. Aliás, sempre achei ele bom goleiro, mas nunca excepcional. Não podemos nos esquecer que ele foi convocado para a Seleção quando era empresariado pelo filho do Zagallo. Isso não conta bem…

 

– Outro brasileiro, Lúcio, parece não ser mais o mesmo. O zagueiro foi muito mal…

 

– Já o Breno, ex-sãopaulino do Bayern, foi desastroso. O que acontece com esse becão?

 

– Enfim, a competência e a estrela do treinador Leonardo superaram tudo isso. Ele compensou a má atuação dos outros brasileiros. Manteve o Pandev no jogo (que estava ridículo em campo) e que foi decisivo no fim. Acertou em todas as substituições! E, pós-jogo, merecidamente foi ovacionado.

 

Já imaginaram mais um Internazionale X Barcelona nesse ano? No ano passado, na semifinal, Mourinho ganhou por montar um ferrolho anti-jogo. Nesse ano, os dois times jogam pra frente. Seria o jogo do ano!

– Dinheiro de Propina na Mochila é Esquecido?

 

Será que o descaso abaixo foi pelo fato de ter acontecido em meio ao Carnaval, ou é simplesmente fruto da costumeira impunidade?

 

Jaqueline Roriz, deputada federal pelo PMN-DF e filha do ex-governador Joaquim Roriz, foi flagrada recebendo 50.000,00 reais em dinheiro vivo, colocando toda a grana dentro de uma mochila. O dinheiro, claro, de ações ilícitas.

 

Por que tanta demora em intimar a moça? Caso tão explícito não era para ser um escândalo nacional, impactando na sociedade e trazendo consequências imediatas?

 

Parece que a corrupção se tornou algum comum e infelizmente aceitável…

– Idiotices Carnavalescas

 

Quase 200 pessoas mortas nas estradas. Esse é o saldo negativo nas rodovias no feriado do Carnaval. Boa parte dos acidentes produzidas pelo excesso do consumo de álcool dos motoristas.

 

No Rio de Janeiro, quase 100 pessoas presas por fazerem xixi nas ruas, hábito cada vez mais freqüente nos cordões carnavalescos.

 

Em São Paulo, a Gaviões da Fiel Torcida jogou o que podia do alto das arquibancadas sobre os adversários sambistas. E porretada em cima da Polícia!

 

Infelizmente, a desatenção, o vandalismo, a libertinagem e o desrespeito superam hoje a alegria do Carnaval. Uma pena.

 

Veja que interessante: no próximo ano, a Dragões da Real (ligada ao São Paulo FC) desfilará ao lado de Gaviões e Mancha Verde. Como evitar o iminente e imbecil confronto de torcidas?

 

A propósito, escrevi ontem e repito hoje: a posição ruim da Gaviões da Fiel permite que os jogadores do Corinthians, outrora agredidos por ela, se manifestem contra o péssimo resultado dos sambistas?

– Carnaval, Futebol e Torcidas Organizadas: uma Explosiva Combinação!

 

Uma das coisas mais tristes dos desfiles carnavalescos é a mistura das agremiações de samba com torcedores das entidades organizadas do futebol.

 

No Rio de Janeiro, as comunidades disputam o título, mas o que vale é a festa. Portela, Mangueira, Grande Rio ou Tijuca se respeitam e comemoram pacificamente, entre suas próprias comunidades.

 

Na capital paulista, Mancha Verde e Gaviões da Fiel disputam ferrenhamente como nas arquibancadas dos estádios. Há ódio, não respeito. Triste.

 

Essa estupidez extrapola para outros níveis mais preocupantes. Ontem, por exemplo, a Unidos de Paranapanema, nos desfiles de Campinas, homenageou o Guarani FC e uma das torcidas organizadas bugrinas participou da festa. Conclusão: uma bomba caseira feriu foliões, supostamente lançada por pontepretanos.

 

E você, o que acha disso: dá para misturar disputas entre Futebol X Carnaval? Deixe seu comentário:

– Estamos em Época Carnavalesca. Você gosta?


Chegou o Carnaval. A mídia busca as melhores imagens e eventos para a cobertura. Muitos parecem se enlouquecerem a fim de curtir todos os dias, seja na rua, nos salões, nas quadras ou nas praias.

 

O certo que o Carnaval é o período festivo mais amado e mais odiado pela população. Ou o cara gosta, ou detesta. Para estes últimos, é insuportável ver as insistentes matérias sobre Rio, Salvador, movimento das estradas e outros ziriguiduns.

 

Por falar em estradas, a Autoban (que gerencia Anhanguera e Bandeirantes) diz que o maior movimento do ano é neste feriado. E para quem gosta desse período, não há problema de trânsito, pois, afinal, a farra vale a pena! A cidade de São Paulo teve recorde de trânsito congestionado ontem, além das rodovias que a circundam.

 

Aqui em Jundiaí, temos o desfile na Latorre, além dos bons bailes nos clubes. Ótimas opções! Mas, só para quem gosta… (e sinceramente me excluo)

E você, curte o Carnaval? Deixe seu comentário.

– Um País sem Pobres?

 

O slogan do governo Lula era:

 

“Brasil – um país de todos”

 

Agora, Dilma terá como slogan:

 

“Brasil – um país sem pobres”

 

Sinceramente, o slogan é de uma picaretagem e de uma demagogia tão grande… Queria que os dois slogans fossem verdade, lógico! Mas sabemos que são utopias. O país realmente é de todos e não existem pobres?

 

Claro que sabemos do sentido dito “esperançoso”. Mas mesmo assim fica a minha ressalva.

 

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Vem aí o Partido da Educação do Brasil?

 

Leio em algum lugar (me falha a memória) de que Gabriel Chalita pode convidar educadores brasileiros para, enfim, termos um partido com ideologia marcante: o Partido da Educação!

 

Teria o meu voto e quem sabe a minha filiação partidária. O que falta a nosso país são ideais partidários definidos, que pensem verdadeiramente no Brasil e no seu povo.

 

Contem comigo.

– Preço dos Combustíveis Disparam no Brasil

 

Amigos, quem está com o tanque do seu veículo vazio, corra aos postos de combustíveis!

 

No último final de semana de fevereiro, as distribuidoras surpreenderam com aumentos significativos nos produtos. A culpa seria da entressafra e a conseqüente falta de produto. Com o aumento do Etanol (álcool), a Gasolina, por conter Anidro, sobe também. E, por incrível que possa parecer, segundo “O GLOBO”, em matéria de 25/02/2011, o Nordeste Brasileiro começou a importar Etanol dos EUA! Os preços em Fortaleza, por exemplo, regulam em R$ 2,799 para a Gasolina e R$ 2,299 para o Etanol.

 

Nesta última sexta-feira, as distribuidoras sediadas em Paulínia reajustaram seus produtos. Segundo as mesmas, a alta persistirá até o Feriado do Carnaval (provavelmente aproveitarão as viagens dos turistas no feriado prolongado), sendo que em meados de março o preço poderá cair, com a nova safra entrando no mercado.

 

Curiosamente, o ESTADÃO (citação abaixo) traz uma matéria sobre as exportações de etanol brasileiras aos EUA. Quer dizer: exportamos álcool de cana e importamos álcool de milho.

 

Acreditem se quiser!

 

Extraído de: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110221/not_imp682255,0.php

 

O ETANOL PERDE TERRENO

 

Além de grande consumidor mundial de etanol produzido a partir de cana-de-açúcar, o Brasil aspira a tornar-se um dos grandes exportadores mundiais do produto. Até agora, porém, a produção nacional de etanol tem-se caracterizado pela instabilidade, com variações de produção e preços que afetam o consumo interno e limitam a exportação. E o etanol vem perdendo mercado no País e no exterior. Segundo dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP), foram vendidos diretamente nos postos 15 bilhões de litros de álcool hidratado em 2010, 8,5% a menos que no ano anterior, o primeiro recuo da demanda desde 2003. Por sua vez, o consumo de gasolina aumentou 17,5% em relação a 2009. Quanto às exportações do biocombustível, o Brasil ainda detém a liderança mundial, mas está ameaçado de perdê-la para o etanol produzido a partir de milho nos Estados Unidos, altamente subsidiado e protegido da concorrência externa por uma pesada sobretaxa.

É bem verdade que o aumento das importações de veículos movidos a gasolina puxou o consumo desse combustível. As compras de automóveis estrangeiros por brasileiros em 2010 se elevaram mais de 50% em comparação com 2009, custando US$ 8,54 bilhões ao País. Além disso, o etanol ficou bem mais caro para os carros bicombustíveis aqui fabricados. Os preços variam de região para região, mas, segundo a ANP, ficaram 77% aquém do preço da gasolina, quando, para atrair o consumidor, deveriam ficar abaixo de 70%. O governo, porém, não precisou diminuir o porcentual de adição de 25% de álcool anidro à gasolina, o que exigiu 22,2 bilhões de litros, um pouco menos que em 2009 (22,7 bilhões de litros).

Como ciclicamente ocorre, as cotações em alta do açúcar no mercado internacional fizeram as usinas destinar uma maior quantidade de cana para essa produção, o que foi agravado pela quebra de safra no Centro-Sul. Não são esperadas grandes mudanças neste ano, a se confirmarem as previsões de que as cotações do açúcar ainda seguirão elevadas.

Quanto ao etanol, a perspectiva é de que seus preços no mercado interno se mantenham estáveis, com variações sazonais. Segundo analistas, o preço do álcool hidratado com relação à gasolina só se tornará mais vantajoso se for autorizado um aumento dos preços dos derivados de petróleo em geral, com o objetivo de mantê-los em linha com as cotações no mercado internacional. Essa, no entanto, é uma medida que o governo evitará adotar para não agravar a inflação.

Uma forma de manter um diferencial competitivo do etanol é cobrar uma alíquota maior do ICMS sobre a gasolina, como já fazem os Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. É duvidoso que outros Estados venham a fazer o mesmo, o que importará em novo recuo do etanol no mercado interno, como prevê Antonio de Pádua Rodrigues, diretor técnico da Unica (Globo, 16/12). Segundo ele, serão produzidos no País, neste ano, entre 15 bilhões e 16 bilhões de litros de etanol hidratado, volume semelhante ao de 2010, o que significará perda de mercado, já que o consumo de combustíveis crescerá com o aumento da frota de veículos.

Já as exportações brasileiras de etanol em 2010 ficaram em torno de 1,5 bilhão de litros, superando por pouco as vendas externas americanas do sucedâneo de milho, estimadas em 1,3 bilhão de litros. E este ano não começa bem nessa área: em janeiro, a exportação de etanol foi de 95,3 milhões de litros, 60,3% abaixo do volume no mesmo mês do ano passado.

Vê-se que falta muito ainda para que o Brasil possa recuperar a competitividade interna do etanol e seja capaz de exportar regularmente o produto em volumes significativos, de modo a transformá-lo em uma commodity no mercado internacional. Cabe à iniciativa privada vencer esse desafio, e investimentos de grande vulto estão sendo feitos ou são planejados para aumentar a oferta de etanol. A principal ajuda que o governo pode dar é fazer gestões nos foros internacionais e junto aos países desenvolvidos para superar as resistências protecionistas ao produto brasileiro.

– Tiririca na Cultura?

 

Deputado Federal Tiririca vai ser indicado pelo PR (Partido da República) para a Comissão da Cultura e Educação no Congresso Nacional!

 

O Brasil tá de brincadeira…

 

Extraído de: http://blogs.estadao.com.br/radar-politico/2011/02/25/tiririca-vai-integrar-comissao-de-educacao-e-cultura/

 

TIRIRICA VAI INTEGRAR COMISSÃO DA EDUCAÇÃO E CULTURA

 

O deputado Tiririca (PR-SP) vai integrar a comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados. A informação foi confirmada pelo líder do partido na Casa, Lincoln Portela (MG).

 

A indicação de Tiririca para ser titular da comissão será oficializada na terça-feira, segundo o PR. Foi o próprio Tiririca que pediu para entrar na comissão por ela tratar da área em que atua, a cultura.

Tiririca foi o deputado federal mais votado nas eleições de 2010 recebendo mais de 1,3 milhão de votos. Antes de assumir, ele teve de provar à justiça eleitoral que não era analfabeto, sendo submetido a um teste de leitura e escrita.

 

E aí, amigos? É alguma piada nonsense?

– Negando a CPMF? Xi…

 

Vira e mexe ouvimos falar da volta da maldita CPMF, o “imposto do cheque”.

 

Nesta semana, rumores ainda mais fortes de que ela voltaria disfarçada em outros impostos ocorreram. Ontem, mais uma vez o Governo negou que vá tentar a sua volta (embora já tenha tentado no passado).

 

É aí que mora o perigo: se o Governo nega um imposto, é sinal de ele virá mesmo!

– A Doce Inversão de Papéis na Política Brasileira

 

Ideologia e Coerência não são itens fortes no cenário político do Brasil.

 

Há 10 anos, poderíamos ver o PT e seus aliados sindicalistas esperneando pelo aumento do Salário Mínimo, que era reajustado em bases mínimas pelo PSDB.

 

Agora, vemos ontem o PT lutando pelo menor reajuste possível ao Salário Mínimo, enquanto que o PSDB pede a majoração imediata.

 

Bases e conceitos invertidos em 10 anos?

 

Símbolo maior disso foi o fato do Vicentinho (lembram-se deles?), defendendo com unhas e dentes um limite de R$ 545,00 para não onerar as contas federais!

 

Impensável… como é ruim deixar de ser pedra e virar vidraça, não?

 

A propósito, ontem Tiririca votou contra o Salário Mínimo de R$ 545,00. Mas não foi nenhuma revolta contra a orientação de voto do seu partido. Ele errou mesmo, pois se atrapalhou com os botões do painel eletrônico de votação!

 

Estamos bem de políticos, não?

– Vereador Consegue Custar Mais do que Deputado!

 

Se a Câmara dos Vereadores fosse instituição comercial, já tinha quebrado faz tempo!

A Folha de São Paulo de hoje traz uma matéria sobre as despesas com os vereadores paulistanos. Eles custam quase R$ 115.000,00 mensais/cada! Destes, R$ 85.000,00 podem ir para assessores e a diferença salarial para a Gráfica da Câmara.

Sabe qual é a maior despesa de um vereador?

Impressão de boletins!

Hum… quanto dinheiro para imprimir folhetos oficiais! Tem cheiro de arroz queimado aí…

É lógico e evidente que a gráfica, de repente, se torna uma grande lavanderia de dinheiro para gastos diversos.

– A Pé é mais rápido do que de Trem

 

Recomendo aos amigos a leitura da Revista Exame da penúltima semana (Ed 984). Nela há um estudo que mostra: para se ir a pé de Limeira a Santos, você leva 4,5 dias. Para ir de trem e embarcar algo no Porto de Santos, no mesmo trecho, 12 dias!

É o Custo-Brasil…

– Motociclistas Proibidos de Usar Capacetes em Postos

 

Em Sergipe, foi aprovada a lei que proíbe motociclistas e passageiros de entrarem em postos de combustíveis com capacete. A alegação é que tal medida evitaria os roubos, já que 80% dos assaltos acontecem dessa forma.

 

Entretanto, uma situação polêmica: e a segurança do motociclista? Como o cara vai entrar no posto sem capacete, já que na estrada ele será multado?

 

A situação inusitada é: antes de adentrar num posto, o motorista pare na calçada e retire seu capacete.

 

Será que será mais uma das leis que não vai pegar? E quem fiscalizará? Haverá policiais multando os motociclistas com capacetes dentro do posto? Se sim, não há razão de medo dos assaltos…

 

E você, o que acha dessa lei se fosse implantada em sua cidade? Deixe seu comentário:

– Baptistti quer ser Madre Teresa?

 

É para rir, embora tenha-se que chorar.

 

Eduardo Suplicy quer de todas as formas provar a inocência do terrorista italiano Cesare Baptistti. E hoje leu uma carta dele, afirmando se sentir injustiçado e quer apenas uma chance de montar um projeto solidário ao Brasil.

 

PROJETO SOLIDÁRIO???

 

Fale isso aos familiares das vítimas que ele assassinou na Itália. E ainda ficamos dando cobertura a esse tipo de criminoso…

– De novo Sarney?

 

E o Senador José Sarney que vai ser presidente do Senado pela 4ª vez? E, na cara-de-pau, disse que vai para o sacrifício.

 

Ué, só tem ele de Senador? Que raio de sacrifício é esse de gozar de tanta mordomia e impunidade, com escândalos públicos nunca resolvidos?

– O Engodo das Novas Universidades Federais

 

A Época desta semana trouxe uma matéria denúncia sobre como estão as universidades federais prometidas na última gestão e que praticamente não funcionam. Algumas não foram construídas, outras estão adaptadas, e algumas foram inauguradas sem nunca existirem. Laboratórios vazios e alunos descontentes…

 

Abaixo, extraído de: Revista Época, 24/01/2011, pg 50-56, por Ana Aranha

 

CADÊ A UNIVERSIDADE ANUNCIADA AQUI?

 

O governo anunciou a maior expansão das universidades federais da história. Mas os novos cursos estão funcionando com laboratórios sem equipamento, em lugares improvisados e com professores voluntários. Como a falta de planejamento aliada à pressa eleitoral em expandir o ensino superior está prejudicando a formação de milhares de alunos.

 

O governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi o que mais expandiu o acesso às universidades federais na história do país. Em oito anos, foram anunciadas 14 universidades e 125 campi novos. Juscelino Kubitschek foi o único presidente a se aproximar dessa marca, com 11 universidades em cinco anos. Lula ampliou também o alcance das unidades já existentes no mais ambicioso programa de crescimento do setor: criou mais de 80 mil vagas, 70% de aumento em relação a 2003. Lula foi pessoalmente lançar e inaugurar grande parte dessas universidades, ocasiões em que se vangloriava sobre como o presidente sem diploma foi o que mais trabalhou pelo ensino superior. “De todos os presidentes que o Brasil teve, uma parte foi advogado, outra foi professor. Eu, torneiro mecânico, já sou o presidente que mais fiz universidades”, disse na inauguração da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, em Minas Gerais. Os números e as imagens foram largamente propagandeados na campanha eleitoral da presidenta Dilma Rousseff, em 2010. Foram citados também no último pronunciamento à nação, quando Lula se despediu em cadeia nacional no rádio e na TV com um discurso de balanço do governo. Nem Dilma nem Lula, porém, revelaram como as universidades conseguiram operar o milagre da multiplicação.

Em um giro rápido pelas novas universidades, não é difícil decifrar a equação. A expansão foi feita na base do improviso. Como a construção de prédios levaria anos, as novas universidades tiveram de recorrer a uma espécie de “puxadinho” para receber as turmas novas. No litoral do Rio de

Janeiro, alunos assistem a aulas em contêineres. No Pará, 1.200 alunos vão estudar no espaço de eventos de um hotel. Algumas universidades recorreram às prefeituras, que “cederam” suas escolas municipais – em uma operação que vira de ponta-cabeça as prioridades do ensino público no país. A solução mais comum foi alugar espaços privados, como prédios comerciais, colégios e faculdades.

A improvisação se transformou na regra das novas universidades porque o motor da expansão parece ter seguido mais o ritmo da política que o da educação. Das 88 mil vagas criadas ao longo dos oito anos de governo, 46 mil foram abertas em 2009 – um ano antes das eleições presidenciais. Mas das 14 novas universidades anunciadas na campanha eleitoral, apenas quatro são realmente novas. As outras dez eram polos de universidades já existentes que ganharam reitoria própria.

O caso que mais chama a atenção é do campus da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) de Osasco, região metropolitana de São Paulo. Em abril de 2008, Lula foi à cidade para lançar a pedra fundamental do campus. No terreno de mais de 200.000 metros quadrados, plantou uma muda de jequitibá. A comitiva reunia, entre outros, o ministro da Educação, Fernando Haddad, o prefeito de Osasco, Emídio de Souza, a então pré-candidata à prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy, e o então governador de São Paulo, José Serra. Em seu discurso, Lula fez questão de se referir à presença do deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), um dos réus do processo do mensalão. “Se não fosse ele, essa universidade não sairia. Toda semana ele infernizava a vida do Fernando Haddad”, disse Lula.

Quase três anos depois, o terreno está abandonado. A placa que anunciava as instalações está caída no mato, ao lado de um local que virou despejo de lixo. Não há sinais da muda de jequitibá. Mesmo assim, a federal de Osasco foi motivo de propaganda na eleição. De fato, as aulas vão começar em março, mas serão ministradas no prédio de uma faculdade municipal que foi desalojada pela prefeitura, a Fac-Fito, para dar espaço para a federal. Para abrigar os novos estudantes, os alunos da municipal foram transferidos para salas construídas no fundo do terreno. “É um absurdo. Eles vão tirar alunos de seu espaço sendo que a Unifesp tem um terreno há três anos para seu campus”, diz a professora Márcia Massaini, professora da faculdade municipal, demitida depois de organizar protesto contra a remoção. Dos quatro cursos que a Unifesp vai oferecer em Osasco, três já são oferecidos pela Fac-Fito.

O reitor da Unifesp, Walter Albertoni, diz que o terreno comprado pelo MEC, no qual já foram gastos R$ 15 milhões como pagamento das primeiras parcelas, não foi nem será usado nos próximos anos. Segundo ele, a decisão é não iniciar nenhuma obra enquanto não terminar os outros campi, que estão atrasados. Ele é claro em relação às motivações para a criação da unidade: “A abertura do campus de Osasco tem origem em uma demanda política”, afirma. “A decisão surgiu de um entendimento do prefeito de Osasco com o então presidente da República e o ministro da Educação.”

O projeto de expansão das federais começou em 2005 e ganhou músculo em 2007, com o programa para a Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni). Com o programa, ficou determinado que apenas as universidades que apresentassem um plano de expansão ao Ministério da Educação teriam mais verbas para investimento. Entre o primeiro e o último ano do governo Lula, os investimentos em ensino superior foram de R$ 10 bilhões para R$ 17 bilhões. “Ou você estava dentro ou estava fora. Quem ia perder uma oportunidade dessa?”, diz o vice-reitor da Universidade Federal do Espírito Santo, Reinaldo Centoducatte. Na criação do Reuni, todas as federais aderiram. A exceção foi a Universidade Federal do ABC, criada em São Bernardo do Campo, cidade de Lula, que tem plano de investimento próprio.

Uma das orientações do Reuni é tornar mais eficaz a aplicação dos recursos do ensino superior. O Brasil, hoje, é um dos países que mais gastam por aluno do ensino superior e um dos que menos gastam por aluno da educação básica – uma equação que precisa ser mudada. Para diminuir os s custos do ensino superior, o ministério determinou que a relação de alunos por professor nas universidades deve crescer. Hoje, a média é de um professor para cada 11 alunos. A meta é que todas as universidades cheguem a 18 alunos por professor. Enquanto aumentam a carga de trabalho dos professores, porém, as universidades têm passe livre para gastar no aluguel e na adaptação de espaços provisórios, que serão devolvidos a seus proprietários.

Há dois anos, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) abriu um campus na cidade de Joinville antes de ter a licença para construir em um terreno cedido pela prefeitura e pelo governo do Estado. As aulas começaram em auditórios alugados na Univille, uma faculdade municipal. Com a entrada da terceira turma, neste ano, o espaço não será mais suficiente. Por isso, a UFSC alugou um terreno dentro da faculdade onde vai construir um pavilhão de 1.000 metros quadrados com salas de aula, auditório e laboratórios. Segundo Acires Dias, diretor do campus de Joinville, o pavilhão será feito de aço para que possa ser removido. O campus vai ficar no local alugado no mínimo mais dois anos.

Os espaços provisórios prejudicam especialmente as turmas que precisam de laboratórios. Em Santos, cidade do Litoral Sul de São Paulo, a Unifesp teve de fazer uma reforma na rede elétrica de um dos prédios alugados, pois não atendia às exigências para a instalação de equipamentos. Os cursos existem desde 2005, mas a reforma só ficou pronta em janeiro. “Ao longo destes anos, ganhamos verba para projetos, mas não conseguimos instalar os equipamentos”, afirma Odair Aguiar Junior, professor da Unifesp em Santos. “Parte deles ficou dentro das caixas.” Segundo o reitor da Unifesp, Walter Albertoni, com a conclusão da reforma do prédio provisório, os equipamentos poderão ser instalados. Mas, em junho deste ano, o campus definitivo da Unifesp em Santos deverá ficar pronto. O que siginifica que os investimentos para adaptação do prédio alugado só servirão por alguns meses.

Problemas de laboratório não são exclusivos de universidades que estão em espaços alugados. No novo campus da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), em São Matheus, os estudantes de farmácia não têm laboratório de farmacologia nem farmácia-escola. Eliana Dias dos Santos, aluna do 4o ano, foi enviada para aprender a prática em drogarias locais. “Não é uma boa escola. Em vez de aprender o procedimento correto, você já começa a conviver com práticas erradas, como vender remédio tarja preta sem prescrição.” Eliana também reclama da falta de professores. Ela está habituada com os “aulões” – quando três turmas ou mais assistem à mesma aula para “aproveitar” o professor.

Para os cursos novos, o modelo incentivado é o que começa com o ciclo básico. Nele, alunos de cursos diferentes estudam as mesmas disciplinas nos dois primeiros anos. Além de ser um modelo elogiado por educadores, reduz a necessidade de contratação de professores, já que, nos primeiros anos, as salas têm de 100 a 200 alunos. Segundo Gilma Correa Coutinho, coordenadora da terapia ocupacional da Ufes, seu curso foi aberto com apenas dois professores das disciplinas específicas. “Enquanto era possível, nós cobrimos, dando mais aulas que o previsto”, afirma. “Mas agora que os alunos saíram do ciclo básico não dá mais, porque as aulas exigem conhecimento específico, como em geriatria e pediatria.”

O aperto é tanto que algumas universidades novas chegaram a usar um recurso bastante questionável: professores voluntários. Eles assumem disciplinas sem passar por concurso e sem receber salário. No início de sua expansão, a Ufes recorreu a esse expediente. Segundo a reitoria, porém, a universidade não usa mais esse tipo de “contrato”. Na Universidade Federal do Amapá, a prática é comum. O curso de medicina, o primeiro curso superior na área do Estado, terminou o ano passado com dois professores voluntários na disciplina de anatomia. Também há casos de voluntários nos cursos de pedagogia, educação física e outros. “Ele não passa por concurso, não recebe salário e não tem obrigação com nada”, diz a professora Marinalva Oliveira, presidente do Sindicato dos Docentes, que vai acionar o Ministério Público para denunciar a situação.

O clima entre os professores da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), criada em Santarém, também é de insatisfação. O motivo é a decisão da universidade de criar um curso de graduação “dois em um” para formar professores de educação básica. A ideia é que os formandos do curso sejam capazes de assumir duas disciplinas na escola: matemática e física ou história e geografia. Segundo o pró-reitor de Planejamento da Ufopa, Aldo Gomes Queiroz, a união das graduações responde à urgência da educação básica na região. “Temos 6 mil professores de ensino fundamental e médio sem diploma, e eles dão aula em mais de uma disciplina.” Para o professor do ciclo básico da Ufopa Gilson Costa, o curso, porém, vai formar profissionais que s não dominam nem uma disciplina nem outra. “Sempre trabalhei com a interdisciplinaridade: você tem de ter o pé firme em uma área para dialogar com outras”, afirma Costa, cientista social e engenheiro-agrônomo com pós-graduação em economia. “Mas o que estão fazendo aqui é um Frankenstein.” Costa diz que o curso “dois em um” ganhou um apelido entre os professores: Matafísica. “Mata a matemática e a física.”

Anunciada pelo governo federal como uma das 14 novas universidades, a Ufopa foi criada a partir da fusão de um polo da Universidade Federal do Pará com a Federal Rural da Amazônia. Sem estrutura para os cursos novos, neste ano 1.200 alunos vão assistir às aulas no espaço de eventos de um hotel de Santarém. No interior do Estado, as aulas serão em escolas municipais. Esse mesmo expediente está sendo usado pela Unifesp de Guarulhos, onde alunos de 6 a 11 anos vão dividir um Centro de Educação Unificado (CEU) com universitários.

Procurado, o ministro da Educação, Fernando Haddad, não respondeu aos pedidos de entrevista. Por meio de sua assessoria, disse que os problemas são naturais de um processo que está no início. Alguns dos cursos novos, porém, já formaram turmas sem a estrutura mínima. Na Ufes, o curso de engenharia do petróleo existe há quatro anos e meio e ainda não tem laboratório. Alguns até foram construídos, mas não há equipamento. Neste ano, os primeiros formandos começam a procurar trabalho em empresas como a Petrobras, mas sem a formação necessária. Em Santos, o curso de educação física da Unifesp já formou duas turmas, mas ainda não tem um complexo esportivo próprio. Os alunos usam clubes conveniados para as atividades. “No ano passado, descobrimos que não poderíamos usar as quadras onde treinamos porque o clube vendeu a área”, diz Luana de Oliveira Cândido, aluna do curso. Ela desistiu de um projeto de iniciação científica em natação por falta de piscinas adequadas para medir o tempo e o batimento cardíaco dos nadadores.

Entre os especialistas em educação, há consenso de que a expansão das universidades públicas federais é uma necessidade. Elas são responsáveis hoje por apenas 14% do número de alunos que ingressam no ensino superior. A rede privada responde por 76%. Na média, as instituições públicas continuam a ser as de maior qualidade porque, além de dar aula, os professores fazem pesquisa. Aumentar o acesso à rede pública federal é uma forma, portanto, de atender à necessidade do país de ter um número maior de profissionais qualificados no mercado de trabalho. Mas para atender de fato a essa demanda, é preciso que essa expansão seja feita com planejamento para que a qualidade do ensino superior público seja preservada e os investimentos (caros) deem retorno.

“De nada adianta criar uma universidade por decreto e depois começar a preencher os cargos sem planejamento. Qual é a lógica desses investimentos?”, diz o cientista político Simon Schwartzman, pesquisador especializado em educação e mercado do trabalho do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade. Para Schwartzman, a ampliação feita nos últimos anos, além de não ter sido planejada, reproduz alguns velhos problemas das universidades brasileiras. “O que mais vemos nas federais é a expansão das carreiras tradicionais. Não há ligação entre a ampliação e os estudos sobre demanda profissional.” Segundo Schwartzman, os cursos novos deveriam ter sido planejados de acordo com a necessidade de profissionais das regiões do país.

Por enquanto, o governo federal alardeia os números do aumento do ingresso nas universidades. As consequências da falta de planejamento podem aparecer no futuro. Uma delas está relacionada aos futuros formandos dos novos cursos: alguns com deficiência de formação, outros com especialização em áreas para as quais não há demanda no mercado de trabalho. Outro problema poderá ser a continuidade do financiamento da expansão. O Reuni prevê investimentos apenas até 2012. Depois disso, o orçamento poderá voltar a cair. “Não há mecanismo institucional de financiamento da expansão”, afirma Roberto Leher, especialista em ensino superior da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “Se as universidades não conseguirem fazer tudo até o fim do programa, vamos ficar com estudantes novos, mas sem instalações e professores.” Para Leher, considerando quanto as obras estão atrasadas e todos os outros problemas, o país poderá ter para 2013 uma bomba-relógio armada.

– Nokia líder no Recife!

 

Segundo a Revista América Economia (Janeiro / 2011, pg 11), a Nokia é a líder em smartphones no Brasil (36,4%, contra 17,2% Samsung e 6,6% LG).

 

Entretanto, sabe-lá-Deus quais as razões, no Nordeste ela é disparada a marca mais vendida. Tanto que a sua loja conceito recém inaugurada em nosso país encontra-se em ecife.

 

Como explicar esse fenômeno mercadológico?

– Custo Congresso Nacional: R$ 6,2 bi !

 

A ONG Contas Abertas divulgou que o aumento dos parlamentares e servidores deste último final de ano, realizado na surdina, trará um acréscimo de 800 milhões de reais aos cofres públicos.

 

Atenção: esse valor é só o do aumento! No total, custará aos nossos bolsos 6.200.000.000,00 reais aproximadamente.

 

Brincadeira, não? E o Suplicy vai a público defender o terrorista Cesare Baptisti como refugiado no Brasil. Não existira algo mais importante para defender, como a economia dos gastos públicos?

 

E você, o que pensa disso? Deixe seu comentário:

– Nhá Chica e João Paulo II

 

Muito se falou sobre a anunciada beatificação do saudoso Papa João Paulo II. Justo; pois ele respirava a santidade. Mas pouco se divulgou que também ontem o Vaticano anunciou o reconhecimento das virtudes heróicas (que é o caminho da beatificação, e, consequentemente a santificação) de Nhá Chica!

 

Nhá Chica foi uma virtuosa mineira, filha de escravos e considerada santa na Diocese de Campanha – MG.

 

Veja que bela história, extraída de: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=279968

 

PAPA RECONHECE VIRTUDES HERÓICAS DE LEIGA BRASILEIRA

 

Por Leonardo Meira

 

As virtudes heroicas da brasileira Serva de Deus Francisca de Paula de Jesus, conhecida como “Nhá Chica“, foram reconhecidas pelo Papa na manhã desta sexta-feira, 14. O reconhecimento faz parte da lista de decretos assinados por Bento XVI, que recebeu em audiência o prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato.

A leiga nasceu em São João del Rei (MG) em 1810 e faleceu em Baependi (MG) em 14 de junho de 1895.


O processo de beatificação da Serva de Deus está em fase final no Vaticano. Descendente de escrava, analfabeta e leiga, poderá ser a primeira Santa nascida no Brasil. Como não existe registro civil de sua data de nascimento, seu Batistério, preservado no Memorial em Baependi (MG), sob a tutela das Irmãs Franciscanas do Senhor há mais de meio século, tornou-se um documento fundamental.


O Batismo é também o fundamento de toda a vida cristã, a porta da vida no Espírito e também a porta de acesso aos demais sacramentos que visam conduzir a vida de uma pessoa à santidade, o que encontrou em Nhá Chica um bom termo. Portanto, o bicentenário de seu Batismo uma data especial.

– Sobre as Tragédias das Chuvas no Sudeste

 

Relutei em escrever sobre as tragédias envolvendo chuvas na nossa região. Jundiaí, Itupeva e Atibaia penam para se recompor em alguns lugares. Mas nada se compara à tragédia das Cidades Serranas do RJ.

 

Será que a Defesa Civil dessas cidades nunca se manifestou sobre locais de risco?

 

Que existe a imprevisibilidade da força das chuvas, realmente existe. Mas… é fácil jogar a culpa no acaso, não?

 

Em Jundiaí, Sônia Rossi, da Defesa Civil, tem se desdobrado em convencer as famílias a abandonares as áreas problemáticas. Árduo trabalho…

 

Além da dor do desastre, as pessoas de lá sofrem com a ganância dos aproveitadores. Em Nova Friburgo, o litro da Gasolina custa R$ 4,50! Uma vassoura por volta de R$ 20,00 e um maço de velas não sai por menos de R$ 10,00.

 

É triste ver tanta exploração covarde…

 

E você, quer dizer algo sobre isso? Deixe seu comentário:

– Descasos de Autoridades / Celebridades contra Outrem

 

Há tempos não assistia o Jornal Nacional da Rede Globo. E 3 fatos me deixaram indignado ontem:

1) A brilhante matéria sobre as péssimas condições da Saúde Pública de Rondônia. É assustador ver o quanto o cidadão pobre sofre e é abandonado. Pessoas são internadas no chão! Corredores abarrotados e gente desprezada esperando atendimento.


2) O flagrante de uma Promotora de Justiça que invadiu uma rua pela contramão e atropelou uma empregada doméstica. Não é que a Promotora estava visivelmente bêbada e toda sorridente, brincando porque não enxergava bem, em frente a atropelada e na cena do crime?

E o pior: encaminhada para a delegacia, completamente sem condições de sobriedade, foi liberada, pois, afinal, é uma autoridade…


3) A reportagem sobre Ronaldinho Gaúcho e sua apresentação no Flamengo. O mais novo camisa 10 rubro-negro irá dar uma entrevista na Gávea. Porém, as respostas serão de perguntas previamente selecionadas. Ou seja, responderá o que quiser e de quem quiser. Puríssima bajulação e vergonhosa imposição do seu Staff.


Durma-se com situações como essa…

– José Genoíno na Defesa?

 

Marcelo Tas repercutiu em seu Twitter: José Genoíno seria convidado para o Ministério da Defesa?

 

Dilma está tendo uma recaída dos tempos da guerrilha, chamando seus fiéis aliados. Agora, um guerrilheiro no Ministério da defesa é irônico, não? Ainda: os escândalos envolvendo ele em Brasília já foram esquecidos?

– Celeiro do Mundo? Que Mentira…

 

A idéia de que fazemos sobre o Brasil ser “celeiro do mundo”, devido a sua extensão territorial e qualidade da terra, talvez seja mais uma vontade popular do que um propósito governamental.

 

Digo isso pois há algum tempo li que importamos arroz do Vietnã. Ora, isso é um absurdo! Os arrozais de SC e GO não dariam conta de saciar a fome no mercado interno?

 

Agora, leio com espanto: estamos importando… CAFÉ!

 

Qualquer estudante de ensino médio sabe que no começo do século passado o café era a nossa maior riqueza. E sabe de quem compramos? Da China!

 

Os chineses compram nossos grãos, levam à China, torrem e moem o café e nos revendem! E sai mais barato do que se o processo fosse feito aqui. Dá para acreditar?

 

E você, o que acha disso? Nossa política agrária está, digamos, abandonada? Deixe seu comentário:

 

(informações da Folha de São Paulo, caderno Mundo, pg c3, 03/01/2010)

– Homenagem Derradeira ao Molusco?

 

Queria não escrever sobre política neste final de ano, mas a situação obriga.

 

A Petrobras anunciou que o Campo de Tupi, local onde se encontra a maior reserva de petróleo do Brasil e local do pré-sal, mudará o nome para Campo Lula.

 

Criticada, a empresa alegou que não está homenageando o Presidente Lula, mas sim o molusco Lula…

 

Ahhhhh bom…… Acreditamos.

 

Por quê não homenagear outro vivente do mar, como Campo Golfinho, Campo Polvo ou Campo Ostra?

 

Interessante lembrar: a homenagem ocorreu logo após o presidente Lula confirmar a permanência de Gabriele como presidente da estatal no governo Dilma…

 

E você, o que acha disso: demagogia política ou homenagem verdadeira ao molusco? Deixe seu comentário:

– Por quê só em UMA Revista?

 

Pergunta pertinente: por que a CEF fez uma gigantesca propaganda, ou melhor, anúncio pago, de várias páginas, somente na revista Isto É e não nas concorrentes?

 

No final do ano?

 

Com exclusividade?

 

Hummm….

– Dilma em 2014? Mas já?

 

Hoje, em entrevista, Lula praticamente lançou Dilma Roussef à reeleição para 2014. Ela nem assumiu e o nosso guia-mestre quer que comecem logo sua campanha!

 

Sabe qual a contradição? É que ele próprio criticou reeleições de mandato, criticando Fernando Henrique Cardoso como mentor dessa possibilidade.

 

Ué? Então por que fez questão de se reeleger e usar os microfones para lançar Dilma daqui a 4 anos?

– Aeroportuários: Mas que momento para Greve, hein?

 

Os aeroportuários ameaçam entrar em greve nesta quinta-feira dia 23.

 

Se em dias normais os aeroportos já são um inferno, imagine no final de ano!

 

E em greve?

 

E no dia 23 de dezembro?

 

Isso não é manifestação; é terrorismo!

 

E você, o que pensa disso? Deixe seu comentário:

– Proteção Amazônica versus Reforma Agrária e Produtividade

 

Leio no Estadão de hoje uma curiosa matéria sobre desapropriação de terras na região amazônica. E algumas coisas são inacreditáveis!

 

Um fazendeiro cumpre a lei: possui 80% das suas terras sem desmatar, já que são de proteção ambiental. Entretanto, por não produzir nada nelas, teve sua propriedade desapropriada por serem terras improdutivas!

 

O que podemos falar disso? Ou ‘quem faz as leis’ não se preocupa com detalhes, ou ‘quem a faz cumprir’ é um burocrata sem igual.

 

Em suma, quem ‘cumpre a lei’ sofre nesse Brasil…

 

Extraído de: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101219/not_imp655562,0.php

 

DESAPROPRIADA FAZENDA QUE PROTEGE A FLORESTA

 

Por Marta Salomom

 

“Floresta, a senhora fala, é o mato”, corrige Divino Rodrigues, um dos sem-terra acampados nas bordas de uma floresta de 142 km². É uma das poucas áreas com essas dimensões de vegetação nativa do bioma Amazônia que restam no norte de Mato Grosso, onde a pecuária domina. Divino conta os dias para o fatiamento do “mato” da Fazenda Mandaguari em lotes da reforma agrária.

A Mandaguari segue o que diz a lei, que mandou preservar a vegetação nativa em 80% do território das propriedades rurais instaladas no bioma Amazônia. Mas seguir a regra ambiental estabelecida em 2001, raridade entre os produtores da região, pesou contra no laudo do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

O instituto classificou o imóvel de “grande propriedade improdutiva” porque não explorava mais que 20% das terras. “Era um direito adquirido”, alega o superintendente do Incra em Mato Grosso, William Sampaio. De acordo com ele, o proprietário teria de explorar metade das terras que não estava registrada como reserva legal na matrícula do imóvel, segundo a lei que vigorava na época do avanço da fronteira agrícola na região.

A Fazenda Mandaguari foi desapropriada por decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2004, após vistoria relâmpago nas terras. Depois de anos de disputa na Justiça, os donos têm até os primeiros dias de janeiro para retirar quase 5 mil cabeças de gado do local e entregar as terras – pastos e florestas – ao futuro assentamento. Um experimento arriscado para a preservação do meio ambiente.

Laudos do Incra comprovam que a fazenda Mandaguari tem 79,48% da vegetação nativa ainda preservada. Em outubro de 2010, um auto de inspeção da Secretaria de Meio Ambiente de Mato Grosso constatou queimada de 25 hectares da floresta da fazenda, atribuído pelo documento aos sem-terra acampados no local. “A vizinha ali foi queimar o lixo e o fogo escapuliu”, contou o assentado Odair José de Oliveira, diante dos sinais ainda visíveis da queimada.

“Fiz de tudo o que estava ao meu alcance”, disse ao Estado um dos donos da fazenda, João Antônio Lian, um grande exportador de café. Ele negociou com o Incra e admite ter financiado o sindicato dos trabalhadores rurais na tentativa de suspender o acampamento. Lian e o sócio devem receber da União R$ 25 milhões pelas terras, segundo avaliação mais recente. Ele quase fez um acordo com o Incra, quando o preço chegou a R$ 30 milhões.

Madeira e serraria. “A madeira lá dentro vale mais que o preço da terra”, calcula Ricardo Ewald, dono da Serraria Jaraguá, instalada a apenas 9 quilômetros do acampamento dos sem-terra. A madeira se tornou escassa na região. Madeireiras, ao contrário, ainda abundam.

Os futuros assentados da Fazenda Mandaguari tratam os madeireiros como os inimigos do assentamento e da floresta, mas eles admitem que também têm planos de instalar uma serraria no lugar. Dirceu Tavares da Silva, líder do acampamento Unidos Venceremos, fala da serraria dos sem-terra como uma forma de escapar à pressão dos madeireiros que estão de olho nos troncos de mogno, angelim, cedro e ipê, entre outras madeiras nobres encontradas no “mato”, como todos ali chamam a floresta.

Na paisagem dominada por pastos da região, a floresta aparece como um gigantesco quintal do acampamento. “A gente não tem aprovado projeto de manejo para corte de madeira nos assentamentos porque é muito difícil controlar a pressão de fora”, observa o superintendente do Incra em Mato Grosso, dando conta da dificuldade de administrar a exploração de madeira ali.

William Sampaio disse que a possibilidade de exploração “sustentável” da floresta será considerada, porém, nos estudos que serão feitos, a partir de janeiro, para definir detalhes do assentamento na Mandaguari, a começar pelo tamanho dos lotes.

Modelo tradicional. Documento do Incra a que o Estado teve acesso prevê que a Fazenda Mandaguari tem capacidade de assentar 350 famílias. Cada uma teria direito a 10,57 hectares da área já desmatada e ocupada por pasto e mais 37,17 hectares da área de floresta, “a ser explorada através de plano de manejo”, quando há corte seletivo de árvores.

O formato é criticado pelos acampados, que ainda pensam no modelo tradicional de assentamentos de reforma agrária. “Para a nossa região aqui, a terra tem de ter no mínimo 50 hectares abertos para cada um, menos que isso não é viável”, calcula José Viana, um dos acampados. “Quatro alqueires é bom para plantar perto da cidade. Aqui não dá renda.”

Na expectativa de serem assentados em breve, os acampados cuidam de repetir como mantras que a floresta há de ser bem tratada por eles. “Como cuidamos dos nossos filhos”, disse o líder do acampamento. “Já trabalhei com mato, primeiro para derrubar, agora não pode arrancar um pau”, credencia-se Sebastião Teodoro da Silva, outro acampado.

– O Salário de Deputado Federal para 2011

 

Em Agosto, falamos sobre os atuais rendimentos de um deputado no Congresso Nacional e suas mordomias. O artigo “Quanto ganha um deputado federal” pode ser acessado clicando aqui.

 

Pois bem: no apagar das luzes, quando todos os deputados já estão quase de férias, não é que eles reapareceram ontem, para uma extraordinária sessão? Motivo: votaram seu próprio reajuste salarial.

 

O Salário base de um deputado, sem as mordomias, é hoje de R$ 16.512,09. Ontem, eles votaram o reajuste para R$ 26.700,00 !

 

Uau… que índice inflacionário eles usaram para atualizar os salários? Nossos nobres representantes alegam que o salário estava defasado… Mas 62% de reajuste? Caro leitor, quanto foi o percentual de reajuste do seu salário?

 

Importante: eles não votam o próprio aumento, mas o aumento daqueles que tomarão posse no ano seguinte (que, por uma coincidência impressionante, são de deputados reeleitos).

 

Depois disso, fico com a frase do Deputado Federal Tiririca, o mais votado do Brasil! Ontem, ele conheceu pela primeira vez o Congresso, e disse alegremente: “Puxa, nem comecei a trabalhar e já ganhei aumento!”.

 

E dizem que ele é analfabeto, bobo, despreparado… Bobo sou eu por pagar meus impostos!

 

Veja a composição dos rendimentos:

 ·          Salário Mensal: R$ 16.512,09 (2010). {Para 2011, R$ 26.700,00}.

·          13º,+ 14º e 15º Salários;

·          Auxílio Moradia: R$ 3.000,00;

·          Cota Telefônica: R$ 4.000,00;

·          Passagens: R$ 9.000,00;

·          Assinaturas Mensais de Revistas: R$ 1.000,00;

·          Assistência Médica: R$ 8.000,00;

·          Verba Indenizatória: R$ 15.000,00;

·          Verba de Gabinete: R$ 60.000,00. 

 

Emprego bom, não? E o trabalho não é de domingo a domingo, muito menos picam cartão de ponto…

 

(Valores de maio / 2010, fonte: ONG Transparência Brasil, extraído da Revista Superinteressante, edição 281 de Agosto/2010, 46-47.)

 

E você, o que acha disso? Deixe seu comentário: