– A Culpada foi a Mão do Palhaço?

 

E o Tiririca, que alega ser alfabetizado mas confessa não ter escrito a declaração de próprio punho que confirma sua alfabetização?

 

Ganhando tempo (cada vez mais tempo) no processo que pode cassar sua eleição, o palhaço eleito deputado confessou que não pode escrever a declaração que confirma saber ler e escrever pois estava com a mão machucada.

 

Ahhhhh bommmm. Agora sim, tudo explicado.

 

O pior é que se Tiririca não assumir entra o José Genoíno.

 

Socorro. Chamem o professor de português!

– Desmascarado o ET de Varginha pelo Exército. Foram tão rápidos…

 

Você sabia que as investigações militares sobre o caso de uma suposta aparição extraterrestre em Varginha-MG foram concluídas?

 

Quanto tempo faz do ocorrido, não?

 

Segundo a Revista Isto É (em matéria de Rodrigo Cardoso, ed 2136, pg 58-62,  20/10/2010), as 3 meninas que alegam ter visto um ser “suspeito de ser de outro planeta” se confundiram. Não foi nenhum extraterrestre, mas era a figura de um rapaz deficiente mental conhecido pelo nome de “Mudinho”, todo sujo de lama em meio a chuva e caído na sarjeta, e que ganhou a imaginação das testemunhas.

 

Mudinho ou não, o fictício ET alavancou o comércio da região. Bela e lucrativa confusão!

– Quem tergiversará mais amanhã?

 

Na semana passada, no debate entre os presidenciáveis, os candidatos falaram muito que os adversários estavam tergiversando. Mas será que a palavra tergiversar, que entrou em moda, será usada de novo por eles amanhã?

Concordo que eles tergiversam muito. Quem tergiversará mais amanhã no debate da Rede Globo?

Tergiversar quer dizer: “fazer rodeios e não responder”, “enrolar na resposta de uma pergunta”, “desviar do assunto”.

Concluindo: tergiversar está no dia-a-dia e na prática dos políticos…

E você, o que acha dos políticos falarem ‘palavras bonitas” nos discursos?”

– As Câmeras Externas em Bancos

 

Recentemente, houve muita polêmica pelo fato dos municípios estarem proibindo o uso de telefones celulares dentro das agências bancárias. Muito boa a preocupação com o cliente, evitando, assim, os chamados “golpes da saidinha”. Entretanto, reitero minha opinião: é como marido tirar o sofá da sala; afinal, o problema de segurança pública é muito maior.

 

Agora leio que Campinas está estudando colocar câmeras para monitorar a frente das agências bancárias, a fim de aumentar a segurança e evitar mais golpes. Mas… e se o bandido ficar a 10 metros laterais de uma câmera?

 

Infelizmente, estão insistindo em tirar o sofá. O problema é de Segurança Pública, e quem deveria se preocupar com isso, joga a responsabilidade para a iniciativa privada.

 

E você, o que acha de tais medidas: proibição de telefone e câmeras externas acaba com o “golpe da saidinha de banco”? Deixe seu comentário.

– Demagogia que Cansa: a bolinha de papel do presidente Lula

 

Lula fez um tremendo discurso demagógico defendendo a bolinha que atingiu a cabeça do candidato José Serra. É mole?

 

Serra foi atingido por uma bola de papel por manifestantes petistas durante um evento, e 20 minutos após, por outro objeto em sua careca. Após isso, foi a um pronto-socorro. Nosso guia-mestre Lula simplesmente atacou a todos, disse que aquilo não era nada, e até criticou o médico que atendeu o psdbista.

 

O problema não é a discussão se uma bolinha de papel e um rolo de fita de lacração (os objetos lançados) machucam ou não; é sim, a questão da manifestação e liberdade democrática. Vivemos num país livre, e se você não concorda coma ideologia do candidato, simplesmente não vote nele. Vai agredir por ter opinião contrária?

 

É de uma tremenda irresponsabilidade lançar qualquer coisa que seja sobre os outros; principalmente num candidato a Presidente da República. Aliás, é falta de educação também!

 

E se a bolinha e o rolo fossem no Lula? Estaria alardeando que a ditadura voltou e que tentaram um golpe de estado.

 

Amigos, tô cansado de tanta papagaiada. Que hipocrisia nefasta. Não dá nem para ler o jornal, dá bronca.

 

Dia 31 isso acaba. Ou continua por 4 anos…

– Acredito em Todos Eles!

 

Serra acusa Dilma de corrupção e uso da máquina do governo. Dilma revida nas mesmas acusações.

 

Sabe de uma coisa?

 

Acredito em todos!

 

Calma lá: acredito nas acusações de um para o outro, não em suas defesas.

 

E você, acredita na santidade imaculada dos políticos? Deixe seu comentário:

– A Metodologia Contestada

 

Segundo Fernando Mello, na Revista Veja desta semana (Ed 13 de Outubro de 2010, pg 72-74), na matéria intitulada “O fracasso dos profetas”, nunca existiram tantos erros de pesquisas eleitorais na história do Brasil quanto essa última eleição presidencial.

 

Os números que assustam: 135.800.000 brasileiros podem votar; e o Ibope ouviu na última pesquisa 3010 pessoas (0,002%). Isso equivale a 4 pessoas entrevistas com um público de 3 Maracanãs lotados!

 

E você, acredita piamente nas pesquisas?

– Falta muito pouco…

 

Falta pouco tempo para acabar o horário de verão: dia 20 de fevereiro de 2011 vem chegando…

 

Para quem detesta esse horário e acorda cedo como eu, falta muito!

– Tiririca ou Genoíno?

 

Palhaço Tiririca ou José Genoíno?

 

Se for provado que é analfabeto, Tiririca perde os votos e pelo coeficiente eleitoral a vaga será de José Genoíno!

 

Reproduzo as sábias palavras de Marcelo tas, via Twitter:

 

“Se Tiririca não passar no teste quem entra no lugar dele é Zé Genoíno. Urgente: alguém tem um professor para indicar pro abestado?”

 

Precisa dizer algo?

– Quem votou em Quem? Quem votará em Quem?

 

Olha só, números do TSE e do IBOPE (da última pesquisa):

 

A RELIGIÃO E O VOTO: em 03 de outubro, votaram:

Católicos: 52% Dilma, 41% Serra

Evangélicos: 52% Serra, 41% Dilma

Outros: 47% Dilma, 43% Serra

 

A RENDA E O VOTO: pesquisa de ontem mediu que:

Até 1 Salário Mínimo: 57% Dilma, 36% Serra

De 2 a 5 Salários Mínimos: 47% Dilma, 46% Serra

Mais de 5 Salários Mínimos: 48% Serra, 41% Dilma

 

A ESCOLARIDADE E O VOTO

Ensino Fundamental: 50% Dilma, 44% Serra

Ensino Médio: 46% Dilma, 46% Serra

Ensino Superior: 50% Serra, 39% Dilma

 

POR SEXO

Homens: 52% Dilma, 40% Serra

Mulheres: 46% Dilma, 46% Serra.

– A Não-Comunhão de Dona Dilma em Aparecida

 

Todos querem ir ver Nossa senhora de Aparecida as vésperas de Eleição. Será que vão com algum objetivo diferente do que o da fé?

 

Infelizmente, parece que sim.

 

Ontem, Dilma Roussef foi a Basílica e não comungou (ato maior da celebração católica). Indagada sobre o motivo, ela declarou que crê em Deus de uma forma bem pessoal”.

 

Ué, se não se comunga por crer de maneira diferente, está claro que compareceu a celebração por outros motivos, que não eram o de venerar á Virgem Maria nem adorar a Deus naquela típica manifestação de fé.

 

Política é sempre política. Tomara que a fé seja verdadeira no coração desses candidatos.

– Deus em Campanha?

 

Sílvio Malafaia, pastor e dirigente-mor da Igreja Assembléia de Deus, ameaçou às vésperas da Eleição Presidencial retirar o apoio a Marina Silva caso ela não fosse enfática na defesa contra o aborto.

 

Agora, a CNBB diz que a Igreja Católica não deve indicar candidatos, mas orientar os eleitores sobre eles.

 

O certo é que o tema ABORTO se tornou o mote maior da eleição nesse momento. Serra, ontem, foi enfático a não ser a favor do aborto, dizendo com todas as letras: “sou contra o aborto” (respaldou-se nos seus princípios cristãos e valores pessoais, segundo ele mesmo); mas disse respeitar a lei. Dilma não foi enfática a ser contra ou a favor ao aborto, mas disse dubiamente: “sou uma pessoa favorável à vida” (respaldou-se pelo fato de sua família ser católica, segundo ela própria).

 

Leio hoje no Estadão que Dilma ganhou direito de resposta contra a Emissora Canção Nova, pelo fato de que, na última terça-feira, durante uma Missa transmitida pela TV, o padre ter dito que se Dilma for a favor do aborto, os fiéis não deveriam votar nela.

 

E você, o que pensa disso: as Igrejas devem indicar candidatos alinhados com seus princípios ao fiéis, ou devem ser independentes ao extremo? Deixe seu comentário:

 

Ops: percebeu que tanto Serra quanto Dilma estão falando o nome de “Deus” meia dúzia de vezes a cada fala, e que se tornaram extremamente religiosos nesses últimos dias?

 

Coincidência, Fé ou Oportunismo?

– PV com PT ou PSDB? Onde fica a Coerência na Política?

 

Meu grande amigo Wilsinho Ferreira observou, e vejo que é verdade!

 

Marina Silva saiu do Ministério do Meio Ambiente brigada com o PT. Descontente, entrou para o PV. Tanto que se lançou como a contra-candidata de Dilma Roussef.

 

E como fica agora? Essa é a pertinente pergunta do Wilsinho.

 

Não deveria, de pronto, anunciar o apoio à candidatura oposicionista de Serra? Ao menos, essa seria a coerência exigida.

 

KKKkkkkkkkkk… Me desculpem.

 

Quase cai da cadeira.

 

É por que me espantei em escrever “coerência” num assunto que se refere a Política.

 

Infelizmente, “Coerência na Política” é algo quase que contraditório e/ou não praticado.

– A Greve dos bancários em Jundiaí: Piqueteiros Profissionais versus Bancários da Labuta

 

Sou daqueles que vai ao banco diariamente. Em horários alternados, sempre estou nas agências. Um ofice-boy não tão boy…

 

Vejo com pesar o que fazem com os bancários. As moças e rapazes que trabalham no atendimento ao público dos grandes bancos privados, penam com o excesso de trabalho.

Mas ressalto: a minha compaixão é com os bancários, não com os banqueiros! A luta pela maximização pelo lucro é cruel. O banco me paga 0,60% de uma aplicação, usa meu dinheiro em benefício próprio, e empresta o mesmo dinheiro a clientes através de ‘crédito pessoal’ a módicos 12 a 13%.

 

Covardia, não?

 

Pois bem: na segunda e na terça-feira, metade das agências da cidade estavam abertas. Na quarta, a maioria fechou (em meio a dia de pagamento a trabalhadores e aposentados).

 

Eles sugerem alternativas, como caixa eletrônicos e a internet. Dá para sacar dinheiro pela Internet? E os caixas eletrônicos desabastecidos de cédulas?

 

Nesta quinta-feira, o cúmulo: uma ou outra agência aberta, abarrotada de gente, sem dinheiro em espécie para o público. Boa parte dos caixas eletrônicos estavam desligados e/ou em manutenção.

 

Entre as muitas que circulei, uma me chamou a atenção. Na Rua Rangel Pestana (não importa o banco), na porta da agência, de fronte a entrada aos caixas eletrônicos, um troglodita de 2 metros X 2,5 metros me abordou: “o que você quer?”. Ué, assustei com a abordagem. Tive que desviar do cara para entrar; um típico intimidador. E, claro, ele nunca deve ter sido bancário.

 

Aí vem minha bronca: os bancários não protestam e nem impedem os clientes de entrar nas agências. Mas os contratados por sindicatos, brutamontes e piqueteiros profissionais, estes tumultuam. Grossos, mal-educados e mal-encarados, destratam o cliente bancário que não tem nada a ver com isso. Pelo contrário, o cliente é vítima de arruaceiros que fazem baderna.

 

Os bancários estão numa luta justa. Trabalham, ganham pouco e sofrem na labuta diária. Eles têm minha simpatia. Já os profissionais da bagunça, não.

 

E você, o que pensa disso? Como está sua situação durante a greve dos bancos? Deixe seu comentário:

– Uma Toto para mim também!

Está cansado com a política? Faça como o brilhante articulista Diogo Mainardi: troque o Lula por uma Toto!

 

O que é uma Toto? Advinha: toca Mozart e deixa o bumbum quentinho (calma, não se assuste nem pense bobagem!)

 

O cara é bom… Olha sua coluna semanal em Veja:

 

Extraído de: http://veja.abril.com.br/blog/mainardi/na-revista/agora-mozart/

 

AGORA, MOZART

 

“Entre Lula e o vaso sanitário da Toto, interesso-me muito mais pelo vaso sanitário da Toto. Se o maior mérito de Lula foi ter evitado mexer na economia, posso garantir que o vaso sanitário da Toto teria mexido ainda menos”

 

Demi Moore tem um Toto. Brad Pitt tem um Toto. Madonna tem um Toto. Leonardo DiCaprio tem um Toto. Nesta semana, imitei-os e também encomendei um Toto.

 

O que é Toto? Toto é um vaso sanitário. Mais exatamente: Toto é uma marca japonesa de vasos sanitários. O modelo que encomendei foi o Neorest 550. Uma reportagem da revista Barron’s apelidou-o de “Maserati do encanamento”. Para mim, foi a reportagem do ano.

 

O Neorest 550 tem a tampa aquecida. Segundo a Barron’s, Whoopi Goldberg, que mandou instalar vasos sanitários da Toto em seus seis banheiros, aprecia particularmente essa característica. A tampa sobe e desce automaticamente. E se higieniza depois de cada uso. Para abafar os sons provenientes do banheiro, o Neorest 550 toca Mozart. Enquanto isso, um catalisador se encarrega de eliminar os odores mais repulsivos.

 

O motivo que me levou a encomendar o Neorest 550, porém, foi outro. Ele possui um mecanismo interno que, acionado por con-trole remoto, funciona como um bidê, borrifando água morna do centro, da parte dianteira e da parte traseira. Em seguida, um jato de ar quente enxuga a área umedecida. Tito, meu menino mais ve-lho, tem uma série de impedimentos motores, mas faz quase tudo sozinho, exceto ir ao banheiro. Com o Toto, Tito poderá superar também essa barreira.

 

Nos últimos oito anos, publiquei um monte de artigos sobre Lula. A partir deste domingo, com a escolha de um novo presidente, ele ficará para trás. Nunca mais terei de citar seu nome. Nunca mais precisarei saber o que ele diz. Poderei me dedicar a temas menos passageiros, como o vaso sanitário da Toto.

 

Pessoalmente, meu interesse por Lula sempre foi nulo. Em 2002, quando foi eleito pela primeira vez, eu o via como um gordinho oportunista. Agora, em 2010, depois de dois mandatos sucessivos, continuo a vê-lo da mesma maneira: como um gordinho oportunista. Entre Lula e o vaso sanitário da Toto, interesso-me muito mais pelo vaso sanitário da Toto. Se o maior mérito de Lula, reconhecido por todos, foi ter evitado mexer na economia, posso garantir que o vaso sanitário da Toto, em seu lugar, teria mexido ainda menos. E teria tocado Mozart para abafar os sons provenientes do PT.

 

Mas, assim como Lula aparelhou a Anac, ele aparelhou também, por longo tempo, minha coluna. Semanalmente, ao abrir a gaveta de minha escrivaninha, eu me surpreendia com o que encontrava e dizia: “Caraca, mais um aparentado de Erenice Guerra está escondido aqui dentro!”. E, em vez de escrever sobre o vaso sanitário da Toto, acabava escrevendo outro artigo sobre Lula.

 

Neste domingo, Lula tentará eleger uma aparentada de Erenice Guerra como sua sucessora. Será seu ato final. Depois disso, acabou. Escrevo seu nome pela última vez em minha vida: Lula. E agora? Agora, Mozart!

 

Por Diogo Mainardi

– Eleições, Perspectivas, Observações e Indagações

 

Acabou parcialmente a primeira etapa das Eleições de 2010. Sim, parcialmente, pois partimos ainda para o segundo turno nacional e o de alguns estados, além das pendengas do Ficha-Limpa, onde candidatos impedidos terão ou não confirmadas sua elegibilidade.

 

Em Jundiaí, conseguimos 2 deputados estaduais e 1 federal (respectivamente: Ari, Bigardi e Luiz Fernando). Boa sorte a eles, e que trabalhem com afinco pela sociedade jundiaiense em primeiro lugar, norteados pelos valores ético-cristãos. Afinal, são quase 200 mil votos acumulados de ambos.

 

Mas ainda fica algumas curiosidades: o mais votado, o palhaço Tiririca, terá 10 dias, segundo o TSE, para provar que é alfabetizado. Coisas de um país democrático às avessas… Se um detento pode votar dentro da prisão, porque um analfabeto não tem direito de se candidatar? Não que eu defenda a elegibilidade do humorista, mas a observação de tal discrepância, é, no mínimo, interessante (no Chile, o candidato precisa entregar o diploma de graduação em nível superior para concorrer às eleições locais).

 

Repercutiu muito pouco a experiência em alguns municípios da leitura biométrica dos eleitores. Inserindo a impressão digital no leitor, o sistema identifica a pessoa e libera sua votação. Tal sistema poderá ser utilizado plenamente, segundo estudos, em 2018. Dessa forma, você não precisa levar documento algum, apenas o seu dedo. Mas se você estiver com a impressão digital gasta (por motivos de trabalho manual excessivo, utilização de produtos químicos e outros fatores que a desgaste), deverá levar os mesmos documentos de hoje. A propósito de documentação, vale lembrar: alguns amigos garantiram que votaram só com o Título de Eleitor!

 

Encerrando esse tema, não dá para passar batido: Serra e Dilma são diferentes comportamental, física e socialmente do que há 1 ano antes do pleito. Perceba: Serra é mais populista, defende assistencialismo barato e sorri com facilidade. Dilma está mais sorridente, fala muito o nome de Deus e lembra de ações para o povo.

 

Ôpa: estão diferentes deles próprios, mas idênticos entre si…

 

É o vale-tudo da política.

 

E você, o que pensa disso: teremos novidades no segundo turno?

– Desamor e Traições na Política Brasileira

DESAMOR E TRAIÇÕES NA POLÍTICA BRASILEIRA

 

Não são poucos os fulanos que traíram sicranos ao longo da História.

João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém. João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história. O poema do inesquecível Carlos Drummond de Andrade lembra um pouco o tema a ser discutido aqui. O amor não correspondido de alguns de políticos lembra “Quadrilha”, estes lindos versos do poeta – que fique bem claro. Não são poucos os fulanos que traíram sicranos ao longo da História. A síndrome de Frankenstein – da criatura que se volta contra seu criador – é recorrente. O exemplo clássico é Judas – que pelo menos se arrependeu – depois de trocar a confiança de Jesus por 30 moedas de prata. Cerca de 70 anos antes Brutus traíra Cesar. 1789 anos depois de Cristo, Joaquim Silvério dos Reis faria o mesmo com Tiradentes – embora houvesse a atenuante de ele não ser brasileiro. Mas o fato é que pupilos traem seus mestres. Na história recente da política brasileira, os exemplos pululam (sem trocadilhos). Em 82, o chaguista Miro Teixeira percebeu que fraquejava a força política liderada pelo jornalista e empresário fluminense Antonio de Pádua Chagas Freitas e bandeou-se para os lados de Leonel de Moura Brizola que conquistava as massas com seu discurso novidadeiro de recém anistiado. Brizola também conheceria o gostinho amargo da traição quando seu protegido, Cesar Maia, então considerado um gênio da Economia, romperia com o chefe para apoiar o equivocado plano econômico de Fernando Collor em 90. Anos depois, já prefeito do Rio de Janeiro, o economista erraria feio na conta de Matemática no episódio “Cidade da Música”. Traição maior, no entanto, Brizola creditou a Dilma Rousseff – atual candidata do PT à presidência. Dilma foi alfabetizada politicamente por Brizola – segundo palavras de Alceu Collares – a quem conheceu nos anos 70. Em 2000, um racha entre petistas e pedetistas durante o governo de Olívio Dutra a fez abandonar o PDT. E Brizola diria: “Dilma é uma traidora em busca de cargos”, uma vez que ela se recusou a devolver o dela no primeiro escalão do Governo gaúcho ao partido. Se Rousseff já tomou um grande susto no recente escândalo com Erenice Guerra e família, o mesmo não se pode dizer de velhas raposas da política brasileira. Em São Paulo, Paulo Maluf lançou seu secretário de Finanças (!) Celso Pitta candidato a prefeito: “E se ele não for um bom prefeito, nunca mais votem em mim”, dizia. Eleito em 96, Pitta rompeu com Maluf como primeiro ato de governo. Velha raposa da política, Maluf disparou: “Eu confiei no Pitta sim e ele errou. Ele traiu a população de São Paulo, não a mim”. Maluf levou aquilo que na linguagem futebolística chama-se de “uma bola nas costas”. De volta a Cesar Maia, podemos dizer que desde 1999 ele procura a pelota no drible “elástico” que levou de sua criatura Luiz Paulo Conde que passou a jogar no time de Anthony Garotinho – atualmente inelegível. Sobre Conde, Maia disse: “A Ginger Rogers achou que podia operar solo e fez só um filme. Quem é Conde mesmo? Tentou voltar em 2004 e ficou lá atrás na votação”, conclui comparando-se a Fred Astaire. Mas traição não é privilégio do sul maravilha. Ministro dos Transportes de Sarney e governador do Maranhão de 2002 a 2006, José Reinaldo rompeu com seu mentor em 2004. Tudo começou com uma briga entre a (então) mulher dele Alexandra e Roseana – a filha do hômi – que a (então) primeira-dama insistia em chamar de “sinhazinha do Calhau”. Não convidem as duas para o mesmo jantar. Pupilos traem seus mestres. Candidata a deputada federal, Alexandra não ama Zé Reinaldo que não ama Sarney que não ama Maluf que não ama Pitta que não ama mais ninguém. E assim foi com Conde que detestou Maia que detestou Brizola que detestou Chagas que detestou Miro. Uma “Quadrilha” – os lindos versos de Drummond – ao contrário. E, aproveitando que o assunto é traição, o PT pode ser traído por sua soberba e falta de atenção. A obrigatoriedade da apresentação da carteira de identidade junto com título de eleitor pode ser uma surpresa para o partido do governo em algumas regiões onde os maiores beneficiários de programas como o bolsa-família e seus dependentes, por exemplo, não são lá muito preocupados com registros, carteiras e documentos. Seria uma traição sem querer – bem diferente dos “poemas” acima.

 

Obs> creditei erroneamente o texto ao jornalista Reinaldo Oliveira. Entretanto, ele próprio me alertou do erro. Assim, retifico a autoria com o envio do original:

 

Boa tarde, prof Rafael e leitores do blog. O texto Desamor e traições na política brasileira é de autoria do jornalista Claudio Carneiro, sócio da Clio Assessoria, e foi escrito para o site Opinião e Notícia (www.opiniaoenoticia.com.br). att, Roberta Cabral

– Exerçamos a Nossa Cidadania!

Neste domingo, vamos exercer nossa cidadania e votar?

 

É curioso: no Brasil, votar é um Direito e um Dever. Isso é democracia ao pé-da-letra?

 

Vale a reflexão e boas eleições à todos.

– Incoerência Eleitoral

Aqui no Bairro Medeiros, só temos uma escola como posto eleitoral. Sempre esteve super-lotada. Imagine agora que o bairro ‘explodiu’ populacionalmente falando?

 

As autoridades eleitorais deveriam estar mais atentas a isso. Aliás, duas ‘pisadas de bola’:

 

1) a Justiça Eleitoral só decidirá sobre os fichas-sujas depois da Eleição. Imaginem as especulações e polêmicas até lá… principalmente pelos puxadores-de-votos que serão preponderantes para o coeficiente eleitoral. Teremos 2 listas de eleitos até a decisão final?

 

2) E a cansativa polêmica do Título Eleitoral estar desacompanhado de documento com foto? Assim, se eu…

… Me apresentar com o RG, eu VOTO;

… mostrar a minha habilitação, eu VOTO;

… levar minha Carteira Profissional, eu VOTO;

… ou portar um crachá da minha empresa, também VOTO!

 

Só que se eu for com o título de eleitor, NÃO VOTO!

 

Ué, para que ele serve então??? Apenas para indicar o local de votação?

 

E você, o que acha de tal decisão do documento com foto ser obrigatório? Se é para garantir que não exista fraude, quer dizer que as outras não tiveram essa garantia e podem ter sido fraudadas?

Deixe seu comentário:

 

 

– De 6 candidatos, escolha 2!

Enviado por Téo (Blog do Téo)

Email educativo-eleitoral para ajudar a refletir na Eleição ao Senado. Aqui, 6 candidatos à vaga de Senador, onde você escolherá 2 nomes. Primeiro, leia o curriculum de cada um. Abaixo, descubra quem são eles:

 

CANDIDATO 1

 

O pai, fundou a escola de idiomas Yazigi e a Fundação SOS Mata Atlântica.
A mãe, foi premiada pela UNESCO por seus programas para capacitação
profissional.

Começou a trabalhar na empresa do pai aos 16 anos e levou-a ser um dos
maiores cases de sucesso de franquias no mundo.

Fundou a Associação Brasileira de Franchising, e foi presidente da
associação por 3 mandatos consecutivos.

Fez parte dos movimentos estudantis na época da ditadura militar
brasileira. , Atuou na AP – Ação Popular, mas abandonou o movimento
devido às sua crença na não-violência.

Começou a praticar sustentabilidade antes mesmo de o termo ter sido
inventado, e por isso foi um dos redatores da Carta da Terra – A
declaração de princípios éticos e fundamentais para construção de uma
sociedade justa, sustentável e pacífica.

Pós-Graduado em filosofia pelo IBMEC.

Autor do programa de capacitação de professores no Institute for the
Advancemente of Philosophy for Children, na Montclair State University.

Voluntário em capacitação de professores em escolas públicas, devido ao
seu interesse de educação por qualidade.

Integrante do PNBE – Pensamento Nacional de Bases Empresariais onde
implementou projetos de adoção de escolas públicas por parte de empresas.

Presidente do conselho deliberativo do instituto Ethos. Fundador do
Uniethos – a sua divisão educacional. Projetou o instituto com suas
participações em fóruns internacionais como o Pacto Global das Nações
Unidas, o Global Report Iniciative, a 26000, o fórum Econômico Mundial.
Iniciou a disseminação da responsabilidade social empresarial como uma
nova dimensão nos negócios.

Um dos três fundadores do Movimento Nossa São Paulo.

Um dos fundadores do fórum Amazônia Sustentável.

Convidado para participar do projeto Elias – do Massachussets Institute
of Technology para incentivar a inovação de lideranças sistêmicas ligadas à
sustentabilidade.
No final de 2007, aproximou-se de Marina Silva e, juntos com outras
lideranças empresariais e ambientais, conceberam o movimento Brasil
Sustentável, que visa engajar diversos setores da sociedade – empresas,
governos, academia e organizações da sociedade civil – na construção de
uma sociedade responsável, justa e sustentável.

Seu lema de vida é: Paz, Alegria e Serenidade.

Filósofo, praticante de yoga e da filosofia de não violência de Ghandi,
Músico e compositor de violão erudito.

 

CANDIDATO 2

 

Casou-se aos 15 anos e aos 16, montou um grupo de pagode
Em 2001 abandonou o grupo em prol de sua carreira solo. É pai de 7 filhos
e praticante de violência doméstica contra sua esposa.
Apresentou o programa Show da Gente no SBT. Em 2008, aproveitou sua fama
artística e foi o terceiro vereador mais votado na cidade de São Paulo.
Também por meio de eleição, foi presidente da Comissão Extraordinária de
Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Juventude da Câmara
de São Paulo. Foi também escolhido como relator da Frente Parlamentar em
Defesa das Pessoas em Situação de Rua. Também é membro da Comissão de
Constituição, Justiça e Legislação Participativa (CCJ).
Como integrante desses grupos, ganhou notoriedade ao agredir o repórter
Vesgo em frente às câmeras.

CANDIDATO 3

Formado em direito pela USP, onde também lecionou a matéria.
Por conta de ações contra a ditadura foi exilado na França, onde estudou
Economia Política e foi professor de Português.
Foi diretor do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento em Paris.
Foi deputado Estadual duas vezes e líder do Governo Franco Montouro. Foi
Deputado Federal 3 vezes, ora pelo PMDB, ora pelo PSDB.
Foi vice-governador do Estado e Secretário Estadual de transportes.
Foi ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Ministro da
Justiça e Secretário do Governo e Prefeitura de São Paulo.
Responsável pela articulação política entre as pastas de governo e
município.
Suas principais realizações foram:
– fim da taxa do lixo, criada por Marta Suplicy e isentou da taxa de
iluminação pública os moradores de ruas não iluminadas.
– construção de 46 novas escolas, substituindo outras 44 em condições
inadequadas, as chamadas escolas de lata, favorecendo cerca de 35 mil
crianças que estudavam nas antigas escolas.
– grande incentivador da Virada Cultural.
– na saúde firmou novamente convênio com a FURP, retomando a fábrica de
remédios do governo do estado de São Paulo, que passou novamente a
fornecer remédios à prefeitura.
– integração do Bilhete Único ao Metrô.
– construção de 2 Hospitais (Hospital Cidade Tiradentes e o Hospital
M’Boi Mirim).
– Construção de 11 Novas Unidades Básicas de Saúde
– Construção de 50 AMAs
– serviço de pronto atendimento em Unidades Básicas de Saúde (UBS) ou
Pronto-Socorros, com capacidade de atendimento de até 300 pessoas/dia por
unidade.
– Implantação do Programa Remédio em Casa
– entrega domiciliar de medicamentos a pacientes com doenças crônicas
(diabetes e hipertensão).
– A chamada Lei Cidade Limpa é uma lei contra a poluição visual no
município de São Paulo que está em vigor desde o dia 1º de janeiro
de 2007. Proposta e sancionada pelo prefeito de São Paulo, Gilberto
Kassab.

CANDIDATO 4:

Foi investigador, Delegado de Polícia. É formado em Direito pela USP.
Foi diretor do DOPS (polícia da ditadura) de 1977 a 1982 quando tornou-se
superintendente geral do DOPS paulista.
Capturou o mafioso italiano Tommazo Buscetta. No governo Collor, foi
Secretário da Receita Federal.
Foi presidente do Instituto Brasileiro de Assuntos Estratégicos.
Membro do Conselho de Ética Parlamentar
Atualmente é senador e defende o filho sobre as acusações de envolvimento
com a máfia chinesa, acusações essas surgidas após o filho assumir o
Conselho Nacional de Combate à Pirataria e enriquecer 416% em menos de um
ano.

CANDIDATO 5:

Seu pai foi o megaindustrial Luís Afonso Smith de Vasconcelos.
Educada em escolas francesas Des Oiseaux e Nossa Senhora de Sion. Tem 3
filhos e 5 netos.
Psicóloga e Psicanalista, com mestrado em Psicologia Clínica pela Michigan
State University, e pós graduada pela Standford University.
Ficou famosa pela atuação política do marido, e adotou seu nome quando
foi Apresentadora da TV Mulher nos anos 80.
Tem 9 livros editados.
Após o divórcio, continuou usando o nome do marido.
Foi deputada federal entre 1995 e 1998. Nesse período apresentou dois
projetos: A da parceria civil para pessoas do mesmo sexo (1996) e a
política de cotas para mulheres na política.
Eleita Prefeita em São Paulo com 58% dos votos em disputa direta contra
Maluf, criou a taxa do lixo, o bilhete único e os CEUS. Ganhou
notoriedade ao inaugurar obras às vésperas da eleição, como o túnel na
avenida Rebouças, que ficou inundado e teve que ser fechado para obras
novamente 3 dias após sua inauguração. Obteve cerca de 32% dos votos na
eleição seguinte.
Ministra do Turismo do Governo Lula, lançou o Viaja Mais Melhor Idade.
Famosa pela frase: ” Relaxe e goze !”

CANDIDATO 6:

Músico, cantor e apresentador, tem o ensino fundamental incompleto.
Participou de “A praça da Alegria”, “Vende-se um véu de noiva”, “Ô
coitado” e “A praça é nossa.”, Pequenos Brilhantes, A Mulher é um Show
Concurso de Paródias, “nome do candidato” Show e “nome do candidato” TV.
Desligou-se do SBT ao receber o convite para ser candidato. Atualmente
vive uma rixa com os donos de seu partido, acusando-os de censura e de
não conseguir passar sua mensagem.

ESCOLHEU ? PRECISAMOS ESCOLHER 2, hein ?…

Agora saiba quem são:

Candidato 1: Ricardo Young, 430.

Candidato 2: Netinho de Paula, 131.

Candidato 3: Aloysio Nunes, 451.

Candidato 4: Romeu Tuma, 141

Candidato 5: Marta Suplicy, 133

Candidato 6: Moacir Franco, 177

– O Teatrinho do Falso Eleitor

Já que o post anterior é de política, um comentário sobre a criatividade dos candidatos. Segundo a Coluna Panorama de Lauro Jardim, na Revista Veja desta semana (ed2184), atores estão sendo contratados para falar bem de certos candidatos e mal de outros, dentro de ônibus lotado. É o boca-a-boca apelativo…

 

VALE TUDO

 

É uma espécie de novidade no marketing eleitoral: a campanha de Hélio Costa contratou cerca de 250 atores amadores – que já estão em ação – para simular conversas em voz alta em ônibus e em locais de grande aglomeração na região metropolitana de Belo Horizonte. O script do bate-papo é sempre o mesmo: baixarias contra Antonio Anastasia.

– Jornais tomam Dura Posição Contra Censura do Governo Lula!

 

Se alguém já leu agora bem cedo tanto a Folha de São Paulo e o Estadão, se assustaram com tal louvável ousadia!

 

Ambos anunciaram suas críticas ao PT abertamente, expondo os motivos, em editorial. Acho que nunca presenciei na história política recente do país tal fato. Vale ressaltar que as revistas semanais de grande circulação também criticam em capa a tentativa de cercear a liberdade de imprensa do Governo Lula, permitindo apenas que se divulguem informações de seu interesse.

 

Viva o jornalismo independente e sério; abaixo a ditadura. Vide Argentina e Venezuela, onde apenas a imprensa chapa branca sobrevive.

 

Extraído de: TERRA

 

EM EDITORIAIS, FOLHA E ESTADO SE POSICIONAM SOBRE A SUCESSÃO

 

Por Gilberto Nascimento

 

Em editoriais em suas edições deste domingo (26), os jornais Folha de S.Paulo e o Estado de S.Paulo se posicionaram a respeito da sucessão presidencial no País. A Folha e o Estadão reagiram às críticas à imprensa feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O Estadão declarou apoio ao candidato do PSDB à presidência da República, José Serra. A Folha criticou o presidente Lula e a “candidata oficial”, Dilma Rousseff, do PT, e disse procurar manter uma orientação de “independência, pluralidade e apartidarismo editoriais”.

Os dois jornais manifestaram oficialmente sua posição três dias depois de o presidente Lula afirmar, em entrevista exclusiva ao Terra, que a comunicação no País “é dominada por nove ou dez famílias” e que a imprensa “tem candidato e partido”. Lula afirmou que os meios de comunicação deveriam manifestar claramente sua posição, em vez de defenderem “uma neutralidade disfarçada”.

Estadão
Intitulado “O Mal a Evitar”, o editorial do Estado de S. Paulo diz que “com todo o peso da responsabilidade (…), o Estado apoia a candidatura de José Serra à presidência da República”. O jornal ressalta o “currículo exemplar de homem público e pelo que ele (Serra) pode representar para a recondução do País ao desenvolvimento econômico e social pautado por valores éticos”. O jornal diz que Serra “é o que tem melhor possibilidade de evitar um grande mal para o País”.

Com o apoio, o jornal rechaça a acusação do presidente Lula de que a imprensa “se comporta como um partido político”. “Há uma enorme diferença entre se comportar como um partido político e tomar partido numa disputa eleitoral em que estão em jogo valores essenciais ao aprimoramento se não à própria sobrevivência da democracia neste País”, afirma o editorial, que cita Lula como “chefe de uma facção que tanto mais sectária se torna quanto mais se apaixona pelo poder”.

No editorial, o Estadão ainda diz que “Lula e seu entorno” escolhem os piores meios “para atingir seu fim precípuo: manter-se no poder” e cita as recentes denúncias de tráfico de influência na Casa Civil – o que culminou na demissão de ministra-chefe Erenice Guerra – e o “solapamento das instituições sobre as quais repousa a democracia – a começar pelo Congresso”. Ao final do texto, o Estadão avalia que a idéia de que Lula “é o cara” hipnotiza os brasileiros e serve como “mau exemplo que permite a qualquer um se perguntar: ‘Se ele pode ignorar as instituições a atropelar as leis, por que não eu?’ Este é o mal a evitar”.

Além de dizer que Dilma é uma “invenção” de Lula, o jornal pede uma reflexão aos eleitores. “O que estará em jogo, no dia 3 de outubro, não é apenas a continuidade de um projeto de crescimento econômico com a distribuição de dividendos sociais (…) o que o eleitor decidirá de mais importante é se deixará a máquina do Estado nas mãos de quem trata o governo e o seu partido político como se fossem uma coisa só”.

O jornal pondera os lados positivos do governo Lula, “como no desenvolvimento econômico quanto na ampliação de programas sociais”, mas considera que, ao mesmo tempo, houve a “desconstrução historicamente frágil no Brasil, mas indispensável para a consolidação, em qualquer parte, de qualquer processo de desenvolvimento de que o homem seja sujeito e não mero objeto”.

Folha
A Folha não deu apoio a qualquer candidato e, em texto em sua primeira página intitulado “Todo poder tem limite”, ressaltou que procura manter uma orientação de “independência, pluralidade e apartidarismo editoriais”, o que redunda, segundo o jornal, “em questionamentos incisivos durante períodos de polarização eleitoral”. O jornal critica duramente o presidente e a candidata Dilma Rousseff. Para a Folha, Lula e Dilma “têm-se limitado até aqui a vituperar a imprensa, exercendo seu próprio direito à livre expressão, embora em termos incompatíveis com a serenidade requerida no exercício do cargo que pretendem intercambiar”.

Ao final do editorial, o jornal afirma que “tentativas de controle da imprensa” serão repudiadas: “Fiquem ambos advertidos, porém, de que tais bravatas somente redobram a confiança na utilidade pública do jornalismo livre. Fiquem advertidos de que tentativas de controle da imprensa serão repudiadas – e qualquer governo terá de violar cláusulas pétreas da Constituição na aventura temerária de implantá-lo”.

A Folha diz que “vai longe o tempo” em que maiorias não seriam respeitadas no Brasil. “As eleições são livres e diretas, as apurações, confiáveis – e ninguém questiona que o vencedor toma posse e governa. Se existe risco á vista, é do enfraquecimento do sistema de freios e contrapesos que protege as liberdades públicas e o direito ao dissenso quando se formam ondas eleitorais avassaladoras, ainda que passageiras”. E prossegue: “Nesses períodos, é a imprensa independente quem emite o primeiro alarme, não sendo outro o motivo do nervosismo presidencial em relação a jornais e revistas nesta altura da campanha eleitoral”.

O jornal ressalta ainda ter sido a imprensa quem revelou ao País que uma agência da Receita Federal em Mauá, no ABC paulista, teria sido “convertida em órgão de espionagem clandestina contra adversários”. Foi também a imprensa “quem mostrou que o principal gabinete do governo, a assessoria imediata de Lula e de sua candidata Dilma Rousseff, estava minado por espantosa infiltração de interesses particulares”. E acrescenta: “É de calcular o grau de desleixo com o dinheiro e os direitos do contribuinte ao longo da vasta extensão do Estado federal”.

Apesar das duras críticas, a Folha reconhece que “os altos índices de aprovação popular do presidente não são fortuitos”. Para o jornal, os altos índices de popularidade de Lula refletem “o ambiente internacional favorável aos países em desenvolvimento, apesar da crise que atinge o mundo desenvolvido” e “os acertos do atual chefe do Estado”.

– Tirando o Sofá da Sala

Leio que há um projeto para se proibir o uso do celular nos bancos no estado do RJ. Outras 16 cidades já apóiam tal iniciativa.

 

Ao invés de resolver o problema da criminalidade, cerceiam a população de se comunicar?

 

E você, o que pensa sobre isso? Proibir o celular nos bancos é a solução?

– A Explosão do Preço do Etanol

Amigos, o preço do Etanol (álcool) está fugindo do controle nas bombas da região de Jundiaí. Há alguns motivos: o aumento da exportação de açúcar; a recente seca nos canaviais (diminui a produção) e a própria retenção do produto por parte dos usineiros.

Em média, o combustível já está variando na casa de R$ 1,499, atingindo até R$ 1,599 (nos postos de boa qualidade).

Ainda assim, é vantajoso abastecer etanol: a conta é dividir o preço do álcool pelo da gasolina, multiplicando por 100. Se o preço estiver até 70%, na maioria dos carros, prefira financeiramente o etanol (por exemplo: 1,499 / 2,499 X 100 = 59,98%). Entretanto, lembre-se: nem todos os carros gastam o equivalente a fórmula média utilizada (isso vale para carros que gastam por volta de1 litro de álcool em 9 km e 1 litro de gasolina para 12,5 km).

 

Você prefere o etanol ou a gasolina em seu veículo? Deixe seu comentário:

 

Extraído de: Portal Noroeste

 

CONSUMO DE ÁLCOOL COMBUSTÍVEL DESPENCA NO PAÍS

 

Dados da Agência Nacional do Petróleo indicam que, entre janeiro e junho, os postos brasileiros venderam seis milhões 652 mil metros cúbicos. É 17% menos que no mesmo período de 2009. O motivo da queda, para a entidade, foi o aumento dos preços.


Nos três primeiros meses deste ano, o valor médio do litro nas bombas QUASE ALCANÇOU A R$ 2,00. A alta foi provocada pela quebra na safra de cana-de-açúcar da Índia, pelas chuvas fora de época, no inverno passado, que prejudicaram a colheita por aqui, e pelo aumento do preço do açúcar, que fez muito usineiro deixar a fabricação de álcool em segundo plano.


Hoje, o valor médio do combustível está na casa de R$ 1,60.


Ainda assim, em algumas regiões, donos de carro flex dão preferência para a gasolina que, apesar de mais cara, faz o veículo rodar cerca de 30 por cento a mais por litro.

Para os próximos meses, a previsão é que a seca, que tem prejudicado o rendimento e o desenvolvimento nos canaviais, provoque novos aumentos no preço do álcool.

– Chamem a Polícia!

Puxa, o GAECO, braço da Polícia tão respeitado e que combate o crime organizado, foi assaltado!

É a mortadela fatiando a máquina;

               a banana comendo o macaco, ou,

                          o poste fazendo xixi no cachorro…

Sabe o que levaram? O computador que continha os dados sigilosos de um esquema de corrupção em licitações públicas na região de Campinas.

Hum… então tá. Se quiser, dá para pegar os meliantes, não?

O que você acha desse roubo? Deixe seu comentário:

– Erenice Guerra: o poder em mãos encobertas!

Muitos não tem a noção do poder da Casa Civil. Ser Secretário da Casa Civil significa ser o braço direito, assessor, consultor e aconselhador do Presidente da República. É um secretariado mais poderoso do que ministério, abaixo apenas da presidência, mas coligada a ela.

 

O escritório do secretário da Casa Civil é ao lado do presidente. O que o Presidente e Secretário fazem são ações muito próximas, dificílimas em se imaginar que um não sabe o que o outro faz.

 

Curiosamente, José Dirceu, Dilma Roussef e Erenice Guerra foram os 3 últimos secretários da Casa Civil. Dirceu e Erenice saíram por corrupção. Dilma para se candidatar a Presidente.

 

Será que nosso país tem dificuldade em interpretar situações tão grandes assim?

 

Dona Dilma, sob a benção de Lula, está blindada!

– Laurentino Gomes é o cara!

1808, 1822 e 1889: o que essas datas significam para você?

 

Para um bom estudante e para qualquer cidadão atento, são 3 datas históricas cuja resposta é imediata: a da Família Real no Brasil, Independência do País e Proclamação da República, respectivamente.

 

Tais temas são, muitas vezes, contados folcloricamente ou até mesmo marginalizados. De pronto, poucos lembram o significado para a História do Brasil destas datas. E aí temos o escritor Laurentino Gomes: de maneira didática e romancista, escreveu 2 livros sobre as primeiras datas (ambos sucesso de vendas), e se prepara para o seu terceiro (1889).

 

Este post não é promocional, mas um chamamento à boa literatura: entretenimento e ensino somados em best-sellers. Só nos resta ler e louvar sua brilhante forma de retratar os acontecimentos marcantes do país. E aguardar, quem sabe, um próximo livro. Qual data a ser retratada você sugeriria?

– Usinas Atômicas Brasileiras Privadas

Em breve, o Congresso Nacional discutirá a permissão ou não da construção de usinas de energia nuclear pela iniciativa privada. O tema é polêmico…

 

As vantagens seriam: energia elétrica de uma fonte limpa; ocupa pouco espaço físico; é uma tendência na Europa (65% da energia elétrica vem de usinas particulares).

 

As desvantagens seriam: o perigo do vazamento nuclear; o custo da produção de energia; a questão de ‘geração de energia’ ser assunto estratégico nacional, de controle governamental.

Aqui em Jundiaí, recentemente, se discutiu a construção de uma termoelétrica. Ainda bem que não saiu! Digo isso pelas diversas formas de poluição que uma usina dessa característica produz.

 

Mas sabemos que há uma crise de energia elétrica! As hidroelétricas estão na capacidade máxima, e mesmo com a construção da nova usina no Norte do país, a carência ocorrerá.

 

No fiel da balança, já que a União declaradamente não quer arcar com novas usinas nucleares, diga: você é a favor ou contra a liberação de produção de energia atômica por particulares? Deixe o seu comentário:

– Democracia e Demagogia: o apelo do Presidente!

“Democracia”, na visão Lulista, é isso aqui: DISCURSO DO PRESIDENTE LULA EM SC

 

Nosso Guia-mestre Lula pediu para o povo, em campanha: “Temos que extirpar o DEM da política brasileira”.

Ué, mas só pode o seu partido e sua candidata concorrerem? Mas e a democracia, o multipartidarismo, a liberdade de expressão? Onde ficam?

 

Tanta demagogia cansa…

– Chinelada na Paulistada? Ou Tiro no Próprio Pé?

Que bola fora via Twitter do prefeito carioca Eduardo Paes (PSDB-RJ), não? Ao ter a confirmação de que a sede da FIFA no Brasil para a Copa do Mundo-2014 será na cidade do Rio de Janeiro, ele comemorou twittando: “Chinelada na paulistada. É humilhante… Mostro a vista e mostro um negócio desses. Vai levar o que pra São Paulo?“.

Para quê isso, não? O Rio de Janeiro, assim como São Paulo, tem inúmeros defeitos e inúmeras virtudes. Que bobagem… parece picuinha de marica. Logo depois, talvez ciente da desnecessária citação, disse que era só uma inocente brincadeira.

Quando tentar alçar vôos mais altos na política (como outrora já sinalizou), ele terá que pedir votos ao eleitorado paulista também. E, claro, a frase será lembrada pelos adversários políticos.

Em suma: ao invés de exaltar as belezas naturais do seu estado, resolveu atacar o seu vizinho. Poderia ter ido dormir sem essa…

E você, o que pensa sobre isso? O centro nervoso da FIFA estará bem abrigado no Rio de Janeiro? Ainda: Eduardo Paes poderia ter ficado quieto?

– Propostas para quem?

O Horário Político prega cada peça… Hoje, no rádio, ouvi um certo candidato (nem vale citar o nome do partido), pedindo votos para lutar pela PAZ NA PALESTINA e a NÃO INVASÃO DOS AMERICANOS NA CORÉIA DO NORTE.

 

Isso é proposta que se faça em eleição no Brasil? Até parece que vivemos num paraíso… É o naipe dos nossos políticos.

– Quem precisará do Trem-Bala?

Uma obra que consumirá bilhões de reais e que ainda não saiu do papel: este é o Trem-Bala Campinas – São Paulo – Rio de Janeiro, cujas estações ainda não estão definidas. Mas essa obra tão vultuosa tem apenas algumas certezas: custará mais caro do que o avião, será um pouco mais rápida do que o carro e terá uma viabilidade duvidosa.

 

Se a ponte-aérea funcionar, quem precisará do Trem-Bala? Se as Rodovias forem boas, por que pagar tão mais caro? Ainda: para nós, jundiaienses, de quê servirá?

 

Particularmente, acho o Trem-Bala uma obra faraônica, desnecessária, e, de repente, interessante para motivos eleitoreiros.

 

Com tantos custos, não seria melhor investir em outras obras mais necessárias? O que dá para fazer em ferrovias, infra-estrutura diversa e outros benefícios com R$ 34 bilhões?

 

E você, é a favor do Trem-Bala ou não? Deixe o seu comentário:

– O Fenômeno Eleitoral da Transferência de Votos

É realmente impressionante a blindagem popular do presidente Lula. Sobreviveu incólume aos diversos escândalos do seu governo, incluindo os do Mensalão e de outros tão graves, não sentiu os respingos da vexatória aproximação com o Irã e outras coisitas mais.

 

Mas o que assusta é o poder de influência popular, o carisma inato sobre seus devotos. Dilma era uma ilustre desconhecida das massas, e agora beira à vitória no primeiro turno. Marta e Netinho de Paula estão disparados nas pesquisas ao Senado: efeito Lula. Até o Mercadante ameaça decolar a candidatura ao governo paulista, em virtude dos apelos do presidente.

 

Agora, em decorrência do escândalo que envolve a quebra do sigilo na Receita Federal da filha do candidato José Serra, poderíamos ter uma reviravolta eleitoral. Mas, sinceramente, quem acredita que o povão entenderá o caso e mudará o seu voto? Respeitosamente, somente as pessoas mais intelectualizadas estão indignadas e deram a devida importância. Além disso, tem outra questão: pobre não paga imposto; sendo assim, não há influência direta… Na prática, não mudará nada!

 

De fato, Lula é um fenômeno do povo.

– Em defesa do Voto Útil Regional

Em defesa do voto útil para Jundiaí e região!

Ao invés de Tiriricas e Cacarecos da vida, por que não privilegiar a nossa região? Lançada a campanha “Eu acredito mais na região”. Compartilho as informações enviadas pelo amigo jornalista Reinaldo Oliveira:

 

ENTIDADE LANÇA CAMPANHA POR VOTO REGIONAL

 

O CIESP – Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, sediou uma coletiva de imprensa, para que membros do FORCIS – Fórum Regional do Comércio, Indústria e Serviço, de Jundiaí, apresentassem o material da campanha “Eu acredito mais na região”, que tem como objetivo incentivar o eleitor, nas próximas eleições, a votar nos candidatos da região para os cargos de deputado estadual e federal. Outras entidades como a Proempi (construtores), Rede Parceiros (supermercados), CDL (lojistas), SRJ (produtores rurais), CIESP (indústrias), Acijun (associação dos corretores de imóveis), apóiam a iniciativa do FORCIS. O presidente da Acijun, Celso Coelho deu sua opinião sobre a campanha: “Jundiaí está crescendo e precisamos nos fortalecer tendo representantes que ouçam as preocupações dos moradores. Um candidato da região sendo eleito, torna-se mais fácil este contato. É preciso pensar na cidade onde viverão nossos filhos e netos”. Vários outros representantes falaram sobre a campanha, que por ser apartidária está disponibilizando o www.adej.org.br, onde está postado o selo com a logomarca da campanha e demais informações. O vereador Paulo Sergio Martins (PV), presente no evento, disse ser bastante positiva a iniciativa da campanha: “Esta vem a somar com a que está sendo desenvolvida pelo Cidade Democrática”. Ela abrangerá onze cidades da região e gravações com depoimentos de formadores de opinião, também serão veiculados incentivando o voto em candidatos da região. “Estas pessoas falarão o que as cidades, principalmente as menores, são prejudicadas por falta de um representante da região”, disse Maurício Rappa, um dos dirigentes do FORCIS.

– João Mendonça Falcão Vive!

 

Calma, esse post nada tem a ver com vida pós-morte. Mas falamos de ideários, principalmente no esporte. E, como nunca, a figura de um ex-dirigente esportivo, mesmo pouco lembrado atualmente, é atualíssima: João Mendonça Falcão, deputado e ex-presidente da FPF.

 

Poucos sabem dessa história, mas convivi semanalmente com o “Dr Falcão”. Ganhei chaveirinhos dele na sua última campanha a Deputado Federal pelo PTB no início da década de 80.

 

João Mendonça Falcão se recolhia aqui em Jundiaí, no nosso Bairro Medeiros (onde minha família se instalou e permanece até hoje), em sua aprazível chácara. Hoje, coincidentemente, moro bem em frente a ela, que se transformou no saboroso e aprazível restaurante campestre Noz Mostarda.

 

Falcão pontualmente chegava na loja de materiais de construção do meu pai às 9:00h, trazido pelos folclóricos motoristas Ivan ou Toco (este, figura carimbada do futebol paulista, corinthiano doente). Lembro-me sempre do Del Rey azul estacionando no pátio, ou em situações estratégicas, da Brasília bege! Quando o então ex-dirigente entrava na loja, fazia questão de sentar na cadeira do escritório, encostar sua bengala (já era bem idoso), e ficava lá contando suas histórias. Hoje tenho como certeza que, alijado dos holofotes, ele buscava simplesmente companhia para contar suas experiências (ele sempre se queixava da família e outros problemas particulares; enfim, um homem solitário no final da vida).

 

Imagine uma criança fanática por futebol (sem noção do que era a Federação Paulista de Futebol ou a política no esporte), ganhando bolas oficiais do Campeonato Paulista, ouvindo contos e passagens daquele senhor de idade sobre nomes famosos do futebol, além de perceber que era uma figura importante? Me deliciava com as histórias, mesmo que não as entendesse.

 

Naquele tempo, não havia telefone no bairro todo, e a linha só chegava até a nossa loja. Falcão ia lá, ligava para Deus e o mundo, e ficava até à hora do almoço. Cansei de vê-lo esbravejar com seus pares políticos, sem ter noção do que era importante ou não. E quase toda semana, ele dizia algo que de tanto contar, gravei na mente até as mesmas palavras: “se o Santos ganhou do Milan, tem que me agradecer para o resto da vida…” , em referência ao jogo-desempate do Mundial de 63, onde ele não permitiu o jogo em campo neutro e sim no domínio santista.

 

Digo tudo isso para lembrar do fato que torna Falcão atual: ele repetia sempre, mais ou menos com essas palavras, que “Futebol é muito mais do que um jogo jogado no campo, é vencido fora dele”.

 

Hoje, adulto e tarimbado, entendo perfeitamente o que ele queria dizer. Ex-árbitros daquele período, que tive o grande prazer de conhecer e que hoje são octagenários, diziam que quando o João Mendonça Falcão chamava alguém em sua sala, lá na sede da FPF na Brigadeiro… xi… lá vinha confusão. Muitos deixaram de apitar por não concordar com determinadas ordens.

 

Cada vez mais a política está presente no futebol. Não há manipulação de resultados oficial, pois seria perceptível àqueles que entendem e militam na área. Mas há entraves dificultosos políticos, que deturpam o espírito esportivo. Nesta semana, por exemplo, o ex-piloto finlandês Kimi Raikkonen declarou que “Na F-1, há muitos fatores mais importantes do que a corrida. É muita política e ninguém diz o que pensa”.

Traga essa frase da F-1 para o mundo futebolístico e compare com a frase de efeito do ex-presidente da FPF, citada acima. Falcão não é atual?

 

E você, o que pensa disso: há muitos mais fatores políticos no futebol do que o próprio jogo? Deixe sua opinião: