– Torcida Ridícula que vaia o Hino Nacional!

 

É torcida ou um bando de idiotas?

 

Vaiar o Hino Nacional daria cadeia se fosse nos anos 70. Não que eu seja a favor da ditadura, longe disso, mas respeito a Pátria e os brasileiros.

 

Ontem, no jogo do Grêmio X Universidade-CHI, a torcida gaúcha vaiou o Hino Nacional e cantarolou o Hino Sulriograndesse.

 

Que feio… Cadê a educação?

– Gasolina a R$ 3,00 e “Apagão dos Combustíveis”

 

Situação caótica: a Petrobrás assume que não consegue atender a demanda e que, segundo a estatal, já há 18 bilhões de dólares de rombo na balança comercial.

 

Extraído de O Estado de São Paulo, Caderno Economia, Pg 1-3

 

JÁ FALTA GASOLINA NAS DISTRIBUIDORAS

 

A Petrobrás não está conseguindo atender a totalidade das cotas de gasolina acertadas com as distribuidoras. Fontes do setor relatam que estão recebendo 80% a 90% dos volumes do combustível que encomendam à estatal. O problema é maior entre as distribuidoras independentes, que atuavam mais no mercado de etanol. Procurada desde segunda-feira, a Petrobrás não deu entrevista.

 

A Petrobrás importou emergencialmente 1,5 milhão de barris de gasolina para atender a demanda extra. Cosan e Coopersucar também trouxeram 138 milhões de litros de etanol anidro, que é misturado à gasolina.

 

A demanda por gasolina bateu recorde no País, enquanto o consumo de etanol hidratado caiu vertiginosamente. Conforme o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom), que representa 75% do mercado, foram consumidos 2,3 bilhões de litros de gasolina em março.

 

A entidade projeta novo recorde em abril. Segundo o presidente do Sindicom, Alísio Vaz, a tendência é que o mercado se normalize em maio, com o início da safra da cana e o aumento da produção de etanol.

 

O preço do litro do etanol hidratado subiu 30,8% este ano e 37% em 12 meses, atingindo R$ 2,359 nas bombas. O consumidor fez as contas e viu que não vale mais a pena abastecer com álcool, que rende 70% da gasolina. Por conta da mistura de 25% de etanol anidro, a gasolina também subiu 7,5% deste o início do ano, para R$ 2,789 – mesmo com a Petrobrás mantendo os preços estáveis para as distribuidoras.

 

LITRO DE COMBUSTÍVEL JÁ CUSTA MAIS DE R$ 3 NO INTERIOR

 

A volta do feriadão vai doer um pouco mais no bolso dos motoristas. O preço da gasolina está sendo reajustado nos postos do interior do Estado e o combustível pode até faltar em revendedores que não tiverem estoque.


Nas regiões de São José do Rio Preto e Bauru, os postos receberam gasolina com reajuste de cinco centavos no início da semana e estão repassando os aumentos ao consumidor.

Na região de Araçatuba, o repasse chegou a dez centavos, fazendo com que os preços chegassem a R$ 3 em alguns postos.

 

“APAGÃO” DE COMBUSTÍVEL PROVOCA ROMBO

 

Com a disparada do preço do etanol, que subiu mais de 30% nos postos de combustível desde o início do ano, os motoristas migraram em massa para a gasolina, provocando escassez do produto. Faltou combustível em alguns postos do interior de São Paulo e a Petrobrás e os usineiros chegaram a importar gasolina e etanol.

 

A situação é resultado da queda da produção de etanol, provocada pela entressafra da cana e pela alta do preço do açúcar, mas reflete também um problema estrutural do País. Com o aumento da frota de veículos e o crescimento da economia, e sem investimentos compatíveis na produção de gasolina, diesel e etanol, o País começa a viver um “apagão” de combustíveis.

 

O consumo de derivados de petróleo (gasolina, diesel e nafta) ultrapassou a produção local, impulsionando as importações, que ficam cada vez mais caras com o aumento do preço do petróleo lá fora. Em geral, a Petrobrás prioriza a produção de gasolina localmente e concentra as importações em diesel e nafta.

 

A situação vai provocar um déficit de US$ 18 bilhões na balança de derivados de petróleo este ano, conforme projeção da RC Consultores. Em 2010, as importações de derivados ultrapassaram as exportações em US$ 13 bilhões, segundo o Ministério do Desenvolvimento. Em 2000, o rombo era de US$ 3,2 bilhões.

 

Diferente do “apagão” de energia elétrica, que interrompe a produção nas fábricas e deixa as cidades às escuras, a falta de combustível é sanada com importações, desde que a situação não seja muito grave. “A população pode não perceber, mas vivemos um estrangulamento do setor de combustíveis, um apagão”, disse Adriano Pires, diretor executivo do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE).

– Destaques Dominicais para Futilidades do Casamento Real e a Banalização da Corrupção do Governo Dilma

 

Puxa, a Veja dessa semana é de tirar qualquer um do sério…

 

A Revista está dividida em 3 partes: uma só de escândalos sérios do Governo Dilma, outra do Casamento da Coroa Britânica e a derradeira de Propaganda.

 

1) De tanto falar em corrupção do Governo, infelizmente parece que a sociedade já se acostumou e reage com indiferença aos desfalques aos nossos bolsos. Lamentavelmente.

 

2) Pra quê quero saber do casamento real da Inglaterra? Que se dane os gastos ridículos dos impostos dos contribuintes de lá com esse luxo e farra fúteis.

 

3) Dá para colocar anti-spam nas páginas de Veja? Muita publicidade…

– Você ainda deseja a Copa do Mundo no Brasil? EU NÃO!

 

Depois da nojenta sugestão de flexibilizar as licitações para ajudar obras atrasadas a custos altíssimos através da RDC e da sugestão do Senador Álvaro Dias em devolver a sede da Copa 2014 à FIFA, particularmente me convenci de que não quero e não podemos receber uma Copa do Mundo no Brasil.

 

Se você não leu, 2 motivos para refletir (são os dois tópicos abordados acima tratados nesta semana):

 

1-LICITAÇÕES COM VENCEDORES DEFINIDOS POR RAPIDEZ E NÃO PREÇO: http://bit.ly/hDs9Xy

 

2-DEVOLUÇÃO DA COPA PARA A FIFA: http://bit.ly/euFVRp

 

E você, ainda quer uma Copa no Brasil?

– Terroristas no Agreste Pernambucano?

 

Semana passada a Revista Veja trouxe uma matéria sobre radicais islâmicos ligados a Al Qaeda no Brasil. Assunto perturbante.

 

Agora, ela traz uma reportagem de um iraniano que recruta no interior de Pernambuco alguns jovens e faz uma verdadeira “lavagem cerebral”, sugerindo-os princípios de incentivo ao terror e extremismo.

 

Assustador! Cadê as autoridades?

– Plebiscito das Armas de Novo?

 

Há menos de 10 anos o país gastou uma fortuna para realizar o Plebiscito das Armas. Motivo: saber se o país deveria vender armas ou não?

 

Leve em conta:

– a população é suficientemente competente para discutir esse assunto?

– precisamos de um plebiscito?

– o Governo não tem competência para decidir?

 

Agora, motivado pelo desequilibrado matador de Realengo, o senador José Sarney quer realizar um novo Plebiscito das Armas no Brasil!

 

Diga: Você é a favor de um novo Plebiscito? Deixe seu comentário:

– Minha Casa, Minha Vida – Programa Habitacional do Governo não atende aos Pobres?

 

Xi… deu na Folha de São Paulo dessa sexta-feira, na matéria de Paola Carvalho, pg B5: Programa “Minha Casa, Minha Vida”, destinado aos pobres, não atinge aos pobres.

 

Motivo: devido ao custo de vida em SP, não foi ofertado nenhum imóvel para pessoas que recebam até 3 salários mínimos.

 

Programinha meia-boca, não?

– Desrespeito das Distribuidoras de Combustíveis

 

Atenção: pode faltar combustível no próximo feriado prolongado!

 

A Petrobrás está segurando a Gasolina, a produção é insuficiente e as distribuidoras estão tendo cotas reduzidíssimas. Com 90% da frota de utilitários do país estando abastecendo Gasolina ao invés do Etanol, os estoques reduziram.

 

Conta contra a estabilidade, o fato do Brasil estar importando Petróleo, que está em alta no mercado internacional. Assim, se já não bastasse a alta no mercado interno, poderemos ter alta por causa do preço do barril no mercado externo.

 

Portanto, a dica é: não deixe o tanque do seu veículo vazio às vésperas do feriado. O preço vai subir e a oferta de produto pode ser escassa!

 

Opa: sobre o Etanol (Álcool combustível), esqueça! É a pior opção do mercado, já que burramente estamos exportando o etanol barato da cana-de-açúcar e estamos importando o etanol caro de milho dos EUA.

– Dilma e Hu Jintao: o Comércio e os Direitos Humanos

 

É difícil falar de ética ou de compromissos sociais e democráticos quando o assunto é dinheiro. Pelo menos, para os políticos!

 

Dilma está na China. Líbia, Afeganistão, Irã… todos são acusados de violarem os direitos humanos. Na China, que o faz com maestria, acompanhado de censura dura, tais reclamações só ficam no discurso.

 

A melhor definição para a ânsia comercial que li não veio de economista, mas de um humorista:

 

“Você já viu vendedor de shopping não vender porque o cliente bate na mãe?”

 

José Simão, Folha de São Paulo, 12/04/2011.

 

Perfeito. Não poderia ser melhor tal observação.

– Etanol ou Gasolina hoje?

 

O Brasil vive uma situação difícil na área de combustíveis. Abordamos o assunto anteriormente (em: http://bit.ly/eImWpv ) e algumas considerações sobre o momento atual.

 

O QUE ABASTECER HOJE?

Sem dúvida: gasolina! A conta básica é que o custo-benefício empata quando o etanol está a 70% do preço da gasolina. Mas isso não é regra, pois depende do modelo do veículo, motorização… Mas a conta está, economicamente falando, a favor da gasolina.

 

ATENÇÃO

Os estoques de etanol começam a surgir. Como a safra está voltando ao pico, além do fato da chegada de etanol americano, somado ao momento em que a maioria dos motoristas está optando pela gasolina, O PREÇO DO ÁLCOOL (ETANOL) DEVE CAIR nos próximos dias.

Em contrapartida, como o consumo de gasolina aumentou e a produção não é suficiente, estamos importando gasolina do Oriente Médio. A gasolina, que já está em alta, deve aumentar ainda mais pelo fato do preço alto do mercado externo – situação admitida até mesmo pela Petrobrás.

 

Portanto, os motoristas devem ficar atentos nos próximos dias. A vantagem da gasolina, em 1 semana, pode virar. Mas esqueça os patamares anteriores, os combustíveis não terão uma redução na mesma proporção de que aumentaram, infelizmente.

– Morreu Realli Jr!

 

“Em Paris, às margens do Sena, junto a Mason de La Radio…”

 

Nossa. Desde criança ouço a voz de Realli Jr (Elpídio Reali Jr), jornalista ímpar que trabalhava na Jovem Pan e no Estadão. Correspondente da França, era inconfundível. Inteligente e carismático, nos presenteava com belas histórias no “Jovem Pan no Mundo da Bola”. Aliás, foi lá que ouvi a notícia da sua morte. A tristeza e a comoção do Flávio Prado foram contagiantes, de quem realmente sente a perda de um amigo.

 

Que descanse em paz!

– Brasil já é 1º. Mundo?

 

Jim O’Neill, presidente do Goldman Sachs e que criou o termo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) para se referir aos gigantes emergentes da economia, disse que chegamos ao desenvolvimento pleno:

 

“O Brasil não é mais um país emergente. Será uma das 5 maiores economias em 2050.”

 

Respeito-o. Mas com nossos indicadores sociais, estamos longe de ser primeiro mundo…

– As Férias de Tiririca às Nossas Custas!

 

Olha que maravilha: deputado Tiririca foi passear no Nordeste, ficou de frente para o mar, hotel 5 estrelas, e na hora de pagar… pediu reembolso ao Congresso!

 

E depois diziam que ele era ingênuo. Taí! Cadê os eleitores deles para protestarem ou justificarem?

 

Compartilho a bela crônica do poeta Álvaro Alves de Faria sobre o assunto:

 

Extraído de: http://blogs.jovempan.uol.com.br/poeta/geral/o-circo-chamado-brasil/

 

O CIRCO CHAMADO BRASIL

 

As coisas mudam de repente. Quando o Tiririca foi eleito, eu gostei porque aquilo representava um deboche. Um deboche a este paizinho engraçado que a gente vive. Como mau brasileiro que sou, acusado por muitos de ser um alucinado, dei muita risada, especialmente porque eu vivo desesperado pelos becos da cidade sem saber onde cair. Eu quero pedir desculpas aos amigos que me acompanham aqui no blog e nos vídeos da Jovem Pan On Line. Bem que eles me avisaram. É que eu defendi a eleição de Tiririca como deboche. Quer dizer: o eleitor está cansado de tanta desonestidade que acaba descarregando seu voto em Tiririca. Uma forma de protesto. Tá certo, mas é bem diferente do que votar num elefante, no Cacareco, essas coisas. Explico melhor: Cacareco, por exemplo, era um rinocerante e nas eleições municipais de 1959 recebeu 100 mil votos e se elegeu vereador paulistano. Valeu o debochhe, mas Cacareco não tomou. Tiririca tomou.Além de tomar, posse faz parte da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, o que significa uma vergonha. Nada contra o cidadão Tiririca. Mas contra o deputado Tiririca, sim. Por isso eu peço desculpas. O deboche, a raiva contra os políticos, acaba se voltando contra nós próprios. Pois o Tiririca já contratou com assessores dois amigos seus, humoristas dos programas de televisão, gente que não sabe de coisa nenhuma. Foram transformados em assessores. Salário: oito mil reais. Nem precisa aparecer em Brasília para mostrar a cara, para fingir que está trabalhando. Nada disso. Os oito mil reais vão cair na conta. Fora isso, o deputado Tiririca parece que já aprendeu rápido como a coisa funciona no Brasil. Ele foi dar um passeio no Ceará, que é sua terra natal. Hospedou-se num dos melhores hotéis, coisa de cinema, que fica no meio das dunas. O Hotel Porto de Aldeia, com piscina e vista para o mar. Ficou lá descansando e apresentou a conta para a Câmara Federal, pedindo ressarcimento de suas despesas. Além do seu salário de deputado, Tiririca recebe um benefício de 27 mil reais para custear gastos exclusivamente vinculados ao exercicio da atividade parlamentar. Apresentou a conta e quer o dinheiro de volta. Foi dar um passeio. Hotel de luxo. Tiririca aprendeu rápido. Emprega amigos que não sabem nada com salário de oito mil reais e cobra suas despesas pessoais da Câmara. A eleição de Tiririca foi um deboche. Um deboche contra este país. Infelizmente ele já incorporou seu novo personagem. E parece que vai se sair bem…

 

E você, o que pensa disso? Brasileiro sabe ou não votar? Deixe seu comentário:

– Dilma e a Sua Aprovação. Ilusão?

 

Dilma Roussef está com altíssimos índices de aprovação na 1ª pesquisa de popularidade.

 

Será que depois de 3 meses, dá para avaliá-la coerentemente?

 

Dilma acertou na Política Internacional, afinal, distanciou-se da amizade presidencial iraniana, cobrou ações de respeito aos direitos humanos e não afagou Kadhaffi, como Lula outrora fez. Entretanto, os preços dos combustíveis dispararam no Brasil e o efeito cascata é inevitável sobre os demais produtos. Ela se omitiu. No Mato Grosso, por exemplo, a Anael autorizou 13% de aumento para a energia elétrica. E o Governo? Cala-se.

 

Sabe um descalabro do novo Governo? A Secretaria dos Trens de Alta Velocidade! Criou-se mais um cabidão de empregos para cuidar dos TGVs, que não existem no Brasil! É mole?

 

E, falando de TGV, quem vai querer explorar o tão falado trem-bala, já que com os preços das passagens de ônibus e de avião não compensaria construir tal ferrovia RJ-SP? Aliás, projeto que era para a Copa, virou meta olímpica e quiçá vai sair em 2018…

– Terroristas da Al-Qaeda: Eles estão entre nós!

 

Se no post anterior falamos da interessante matéria da Revista Época sobre o Mensalão, a Revista Veja dessa semana também não fica atrás. Ela fala sobre o fato dos terroristas da Al-Qaeda viverem tranquilamente no Brasil, recrutando jovens!

 

Pior: a Interpol, FBI, CIA e PF não conseguem pegá-los; mas a revista fotografou 5 deles, inclusive o líder do grupo no Brasil.

 

Este país está pedindo para virar uma bagunça mesmo. Não bastassem nossos políticos corruptos, agora até terroristas seguidores de Bin Laden?

 

Só falta o guia deles não estar em nenhuma montanha do Afeganistão, mas a paisana em São Paulo…

– E o Lula ainda vai dizer que “Não Sabia”?

 

A capa da Revista Época dessa semana traz à tona algo que nós já sabíamos e que o ex-presidente Lula cansou de dizer que era mentira: o mensalão realmente era dinheiro público usado por Marcos Valério e que financiava o PT e seus amigos.

 

Não adianta dizer que é “intriga da oposição” (já que o Ministério Público achou até doações para a oposição também); afinal, as provas estão todas nesta edição semanal em cópias de documentos oficiais. Até segurança particular do Lula foi pago com esse dinheiro desviado!

 

“O Mensalão é uma farsa”

 

Lembram-se dessa fala? Foi do próprio ex-presidente, nosso último guia-mestre. E agora? Era mesmo?

– Um País que Nasceu Desregrado Pelo Imperador: O Demonão ou Fogo Foguinho

 

Descobriu-se que a Hispanic Society of America, em Nova York, possuía algumas cartas do imperador brasileiro Dom Pedro I. E eram inéditas!

 

Tais cartas agora são divulgadas. E não é que as cartas eram para a amante do imperador, a Marquesa de Santos? E nosso libertador usava nomes como “Demonão” ou Fogo foguinho”, chamando a amante de”Titília”.

 

A Imperatriz Leopoldina, sua esposa, deve se revirar ao túmulo ao saber de tais relatos:

 

“Ontem mesmo fiz amor de matrimônio para que hoje, se mecê estiver melhor e com disposição, fazer o nosso amor de devoção. Aceite, meu benzinho, meu amor, meu encanto e meu tudo, o coração constante. Deste seu fiel amante, o Demonão.”

 

Desde aquele tempo não dá para confiar em político, não? O imperador dizia a amante que fez sexo só por compromisso com a esposa e que o fogo estaria com a amante! Cara-de-pau o Dom Pedro!

– O Dobro de Assessores Parlamentares. E Ninguém se Manifesta?

 

A Assembleia Legislativa aprovou a lei que dobra o número de assessores parlamentares. Dos atuais 16, cada deputado passa a ter 32!

 

Quanto isso vai custar aos nossos bolsos? E, cá entre nós: precisa de 32 pessoas servindo a cada deputado estadual? E ainda serão contratados sem concurso, pois são “cargos de confiança”.

 

É brincadeira esse desfalque aos cofres públicos. Cadê a população que não se manifesta? Será que não há gente sensata na assembléia, que force a derrubada dessa lei?

 

Com pesar, vejo que os deputados jundiaienses Pedro Bigardi e Ary Fossen votaram a favor e justificaram vaziamente…

 

E o seu deputado? Votou a favor ou contra? Deixe seu comentário:

 

PROJETO QUE DOBRA ASSESSORES DEVE TER BRIGA POLÍTICA

 

Proposta foi aprovada na Assembleia Legislativa por 92 votos a favor e só dois contra; o gasto com benefícios pode aumentar em até R$ 11,2 milhões caso todos os deputados estaduais façam as 32 nomeações sem concurso

 

Por Reinaldo Chaves

 

Os deputados estaduais aprovaram nesta terça-feira (29) à noite, na Assembleia Legislativa, o projeto que dobra o número de assessores que podem ser contratados, dos atuais 16 para 32. Mas a proposta ainda tem polêmicas sobre o aumento de gastos e até jurídicas.  

Durante a tarde de terça, a Assembleia  chegou a encerrar a sessão ordinária após o anúncio da morte do ex-vice-presidente José Alencar. Mas, à noite, os deputados voltaram a se reunir para votar, sem alarde, o projeto polêmico.

No final, o projeto foi aprovado por 92 votos a favor e só dois contra: os deputados Major Olímpio (PDT) e Carlos Giannazi (PSOL).

A proposta  prevê que caso os deputados  contratem mais assessores terão  que reduzir os salários dos atuais.

Carlos Giannazi, além de não concordar com aumentos de gastos para os cofres públicos, disse nesta quarta-feira (30) ao BOM DIA que teme uma briga jurídica. “É proibido reduzir salários de forma arbitrária no Brasil. Há uma dúvida jurídica e muitos funcionários podem questionar isso. Esse projeto de mais assessores é irrelevante, deveríamos legislar sobre educação e saúde”, disse.

Major Olímpio disse ter votado contra porque não concorda com o aumento de gastos. “O gasto com benefícios pode aumentar em até R$ 11,2 milhões. Em um momento em que a presidente corta R$ 50 bilhões do Orçamento e em que o governador pede que as secretarias enxuguem gastos, até fiscalizando o uso de aeronaves pelos secretários, é um contra-senso a Assembleia aumentar gastos”, opina.

Após a aprovação na Assembleia, o projeto segue agora para o governador Geraldo Alckmin (PSDB) analisá-lo. Ele tem 14 dias para sancioná-lo ou não. Por meio de sua assessoria, ele disse apenas que  o projeto está em avaliação.

 

Jundiaienses tentam dar explicações

 

O deputado estadual Ary Fossen (PSDB) justificou o voto pelo consenso e diz apenas que “votou como outros 91 deputados”. E seu colega Pedro Bigardi (PCdoB) minimiza riscos ao dizer que não se trata de aumento de gastos mas de “flexibilização” na forma das equipes de gabinete.

Para Eduardo Pacheco, analista de vendas, as normas impedem uma opinião formada pela comunidade. “Mais pessoas no mesmo gasto? Fica difícil entender”, afirma.

A ONG Voto Consciente também não avaliou ainda o projeto dos deputados estaduais. “Um risco é em breve haver pressão por valores mais baixos que precisam ser reajustados”, diz o participante Cleber Possani

– Brasil e Cana-de-Açúcar: o Ineditismo desde o Século XVI

 

Estamos importando 200 milhões de litros de álcool. Nunca fizemos nada parecido.

Desde o século 16, exportamos álcool e açúcar para o mundo. Parece que, depois de 500 anos, mudamos a história. Para pior… 

Vide o triste episódio dos combustíveis brasileiros, em: http://bit.ly/eImWpv

“Dá-lhe” Brasil…

– Jirau: Crescimento é Sinônimo de Desenvolvimento?

 

Prestem atenção no seguinte cenário:

 

– Número elevado de meninas de 16 anos que engravidaram e as crianças não terão pai, pois eles sumiram;

 

– Explosão local de homicídios;

 

– Aumento e dependência do comércio de entorpecentes;

 

– Casas que servem de pronto-socorros com enfermos no chão;

 

– Comércio com mais bordéis do que qualquer outra atividade;

 

– Latrocínio latente.

 

Sabem que panorama apocalíptico é esse? É o das redondezas da construção da hidrelétrica de Jirau – RO, a maior obra do PAC e um dos locais mais catastróficos de não-civilidade do Brasil.

 

Muitos confundem crescimento & desenvolvimento. Nem sempre crescer é evoluir, ao menos nesse assustador caso. Abaixo:

 

A USINA QUE EXPLODIU

 

Esqueça a revolta das hidrelétricas do Rio Madeira. O verdadeiro drama das obras em Rondônia é o surto de mães solteiras, o aumento do uso de drogas, os hospitais lotados…

 

Por Aline Moraes e Rogério Cassimiro

(Revista Época, 28 de março de 2011, pg 46-50)

 

Quando o governo anunciou a construção das hidrelétricas do Rio Madeira, nos arredores de Porto Velho, capital de Rondônia, a cidade vibrou. Pelas ruas empoeiradas, dezenas de carros circulavam com adesivos azuis nos vidros estampando dizeres autoexplicativos: “Usinas já”. Os moradores da pouco abastada Porto Velho vislumbraram nas obras a possibilidade de novos empregos, geração de renda, crescimento econômico. “Os olhos das pessoas brilharam”, afirma Tania Garcia Santiago, promotora do Ministério Público estadual. E essa profecia se realizou. Os empreendimentos já atraíram para a região mais de 3.500 empresas. Com elas, a arrecadação de impostos da prefeitura saltou de R$ 340 mil para R$ 2,5 milhões – quase oito vezes mais – em apenas quatro anos. Neste momento, há 200 prédios sendo erguidos na capital. O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) injetou R$ 1 bilhão em infraestrutura no Estado.

Há duas semanas, porém, o país foi apresentado à outra face do impacto das obras em Rondônia. Uma rebelião em uma das obras, a de Jirau, aterrorizou o Estado. Um grupo de vândalos ateou fogo no canteiro de obras e arrasou boa parte da infraestrutura de construção. Segundo uma primeira versão, a desordem foi provocada pela revolta de trabalhadores com a falta de pagamento de horas extras e até castigos físicos. Outra hipótese investigada pelo Ministério Público é de disputa entre sindicatos. Em meio à confusão, parte dos 22 mil operários fugiu – andando às vezes mais de 30 quilômetros – para as cidades vizinhas. Na sexta-feira, o cenário era de pós-guerra. Sob os escombros, quase nenhum indício de que ali funcionava a maior obra do PAC. Tropas da Força Nacional de Segurança faziam vigília, e os operários voltaram para casa. “A população ficou assustada. Eles estão percebendo que as usinas não trazem só progresso”, diz Tania.

Embora grave, a questão trabalhista é apenas uma pequena fração dos problemas da região. Muitos já existiam, mas vêm se agravando desde 2008, data do início dos projetos. De lá para cá, cerca de 45 mil pessoas migraram para Porto Velho em busca de oportunidades. A população da cidade cresceu em pelo menos 30%. A violência explodiu. O trânsito ficou caótico (cerca de 1.500 carros são emplacados por mês). Os serviços da rede pública ficaram ainda mais saturados. A média de espera por uma internação é de 40 dias. Na recepção do principal pronto-socorro de Porto Velho há doentes deitados debaixo de macas porque não existe sequer chão livre. Na última semana, dois homens se esticavam ali sobre pedaços de papelão. Quem tem um pouco mais de dinheiro compra o próprio colchão. Em vários aspectos, a promessa do Eldorado trouxe mais miséria.

Não é que as obras fossem dispensáveis. Juntas, as hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio vão gerar energia suficiente para abastecer cerca de 23 milhões de casas – é quase a metade do que Itaipu pode gerar. O Brasil precisa, e muito, dessa energia para sustentar seu crescimento (e diminuir o risco de apagões). Mas o sistema de precificação do setor elétrico brasileiro apressa essas construções. Com prazo apertado para gerar energia, os empreendedores precisam colocar as máquinas nos canteiros quanto antes. “Ainda estamos vivendo no modelo antigo, sem planejamento e intervenção antecipados às obras”, afirma Mario Monzoni, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV). “É um problema sistêmico, crônico, que não se resume a esses empreendedores.” A solução seria chegar adiantado. Preparar os municípios para receber as grandes obras.

Não faltam críticos para dizer que a Amazônia não deveria abrigar obras desse porte. “O custo de oportunidades, se comparado com a energia produzida, é um absurdo”, diz Roland Widmer, coordenador do Programa Eco-Finanças da organização ambiental Amigos da Terra – Amazônia Brasileira. “Essas usinas não fazem sentido econômico.” A conta, diz Widmer, tem de incluir os impactos para a floresta e para as populações locais.

Marcada no passado pelos ciclos da borracha e do garimpo de ouro, a Rondônia futura será reflexo do ciclo econômico concebido pelas hidrelétricas do Madeira. Teremos uma geração inteira de filhos das usinas, convivendo com as inclemências e os lucros do progresso. As obras não deixam herdeiros só no sentido figurado. Elas geram também filhos de carne e osso. Está havendo, segundo profissionais da área de saúde, um aumento expressivo do número de mães solteiras. Especialmente jovens e adolescentes. Com o aquecimento econômico, as mães dessas garotas arrumaram emprego. Ótima notícia. Mas isso implica mais filhas longe dos olhos das mães, em uma vizinhança inflada de homens que chegaram para buscar trabalho. “As adolescentes estão mais vulneráveis”, afirma Ida Peréa, médica e diretora da maternidade municipal de Porto Velho. “O que está aumentando é a primeira gravidez. Não nos preparamos para esse crescimento gigantesco.”

Quando a maternidade foi inaugurada, em 2006, os partos de meninas de 10 a 19 anos representavam 28% do total. Uma taxa alta, diante dos Estados Unidos (6%), do Japão (1,3%) ou mesmo da média brasileira (23%). Depois de três anos de trabalho, muita campanha e conversa, esse índice chegou a 25% em março de 2010. Ida e a equipe comemoram. Um ano depois, no pico das obras com seus quase 40 mil homens, a estatística pulou para 33%. “É muita coisa. E a idade das meninas grávidas está caindo”, diz ela. A garota Jusivânia Oliveira dos Santos é uma das novas mães. Quando tinha 16 anos, engravidou de um garoto de Mato Grosso cuja família foi para Rondônia atrás de emprego na usina. O rapaz foi embora quando ela ainda estava com o bebê na barriga. Eles nunca mais se encontraram. “A gente se fala pela internet uma vez por mês”, diz Jusivânia. “No começo, eu ficava triste porque ele nem perguntava do filho. Agora me acostumei.”

A notícia do dinheiro farto chegou não só aos brasileiros de outros Estados. Tem chamado a atenção de estrangeiros. Há boatos de coiotes trazendo imigrantes da Bolívia, vizinha de Porto Velho. Os rumores de que Rondônia teria se transformado na capital das oportunidades alcançaram até o Haiti, devastado por um forte terremoto há pouco mais de um ano. No começo de março, 108 haitianos chegaram a Porto Velho para reerguer suas vidas. Jean Pierre Vivendieu, de 32 anos, é um deles. Tão logo ocorreu o tremor, ele traçou uma estratégia: juntar dinheiro para chegar ao Brasil. De avião, partiu para a República Dominicana, Panamá e depois Equador. Na América Latina, completou o trajeto de ônibus até o Peru, Acre, Brasília e, por fim, Rondônia. De um grupo de mais de 100, Vivendieu é um dos cinco que até a semana passada ainda não tinham emprego. “Quero trabalhar para ir buscar minha noiva”, diz.

Por natureza, a região de Porto Velho não é dos lugares mais seguros. A capital fica a pouco mais de 350 quilômetros da Bolívia. A cidade de Guajará-Mirim, a última em terras brasileiras, é um possível ponto de entrada de drogas no país. A estrada que liga ambas, a BR-364, abriga uma prisão federal de segurança máxima. Ali estão detidos Elias Maluco, mandante do assassinato do jornalista Tim Lopes, no Rio de Janeiro, e os envolvidos na invasão do Hotel Intercontinental em São Conrado, Zona Sul do Rio. Com baixo desenvolvimento socioeconômico, é um ambiente propício ao crime. Mais gente, num ambiente assim, fez a violência crescer. Os moradores reclamam de não mais poder sair de casa sem trancar as portas. O consumo de bebidas e drogas subiu. O número de homicídios em Porto Velho aumentou 44% entre 2008 e 2010. Os casos de estupro em Rondônia cresceram 76,5% no mesmo período. A quantidade de crianças e adolescentes vítimas de abuso ou exploração sexual foi 18% maior.

A vila de Jaci-Paraná, a caminho da hidrelétrica do Jirau, é um dos locais mais afetados. Antes do quebra-quebra de duas semanas atrás, os funcionários ocupavam as ruas esburacadas de Jaci em busca de algum lazer. Os botecos – muitas vezes fachadas para prostíbulos – agora estão esvaziados. “As p… estão de férias”, diz um taxista. “Em dia de pagamento, isso ferve. É brega (casa de prostituição) para todo lado.” Assim como os trabalhadores, as prostitutas chegam de vários lugares. Antes das obras, Jaci-Paraná tinha 4 mil moradores. Era uma cidadela tranquila, a maioria se conhecia pelo nome. Agora tem mais de 16 mil pessoas.

A pouco menos de 20 minutos dali, a realidade muda completamente. O lugarejo de Nova Mutum foi construído pela Energia Sustentável do Brasil (Enersus), consórcio responsável pela usina de Jirau, para receber os desalojados de uma localidade próxima que vai ser alagada pelo reservatório. É quase um Alphaville amazônico. Planejada, Nova Mutum tem imóveis de alvenaria, saneamento básico, água enca-nada. Lá, vivem funcionários da obra e 160 famílias que optaram por ganhar uma casa e um terreno para colocar a horta, em vez de indenização. Nova Mutum é a prova de que os impactos de uma obra gigantesca podem, sim, ser mitigados. O custo total, porém, ficaria maior – pelo menos no primeiro momento. No longo prazo, uma região desenvolvida pode produzir riqueza, em vez de espalhar miséria.

Ter lado a lado dois exemplos de cidade tão contrastantes é uma aula viva para futuras obras. “Melhorar as condições em Jaci-Paraná não daria o marketing necessário”, afirma Pedro Wagner Almeida Pereira Júnior, promotor do Ministério Público Estadual. “Então eles resolveram construir uma cidade nova.” A Enersus diz ter cumprido todas as medidas exigidas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) antes de começar a hidrelétrica. “Fizemos uma série de investimentos em Jaci”, diz Victor Paranhos, presidente do consórcio. “E desde o início avisamos as autoridades sobre os problemas. Mas não cabe a nós acabar com as drogas e a prostituição.” (Procurado por ÉPOCA, o Ibama não se pronunciou.) As duas hidrelétricas vão alagar uma área próxima de 600 quilômetros quadrados. É menos de um terço do tamanho da cidade de São Paulo. Não é muito, comparado aos reservatórios de usinas construídas no passado (Tucuruí, inaugurada nos anos 80 no Pará, inundou quase 3.000 quilômetros quadrados). A redução dos reservatórios é possível graças à tecnologia de fio d’água, um avanço na engenharia. Mesmo assim, há problemas. Nas margens afetadas vivem cerca de 2.300 famílias. Estão ali há anos, próximas da floresta, de suas plantações e de igarapés. É um modo de vida singular – e difícil de ser reproduzido. Em muitas casas, o rio passava próximo ao quintal. O contato com o verde se dava em tempo integral. Há muitos relatos de moradores sobre a tristeza vinda com a mudança. Eles dizem que alguns idosos caíram em depressão. Uns foram embora. Outros morreram.

Para os pescadores, a obra representou uma dificuldade inédita. Segundo os ribeirinhos, o vaivém de barcos e a própria obra estão alterando os hábitos dos peixes. A pescadora Cecília de Lima, de 50 anos, vive com o marido, também pescador, em Jaci. Antes da chegada das máquinas, eles tiravam cerca de R$ 200 por pescaria. Na semana passada, o casal voltava para casa com um isopor minguado depois de pescar mais de 12 horas. “Pegamos uns R$ 50 e gastamos R$ 35 com combustível e gelo”, ela diz. “Antigamente era muito peixe. A gente mandava era peixe para fora daqui.” Eles terão em breve de deixar sua casa, avaliada pelo consórcio Santo Antônio Energia, responsável pela obra da usina Santo Antônio, em R$ 70 mil. A proposta da empresa, de acordo com Cecília, é dar uma moradia nova mais R$ 9 mil pelas benfeitorias do terreno, alguns pés de frutas que ela cultiva no quintal. “Esse povo veio acabar com a nossa paz, com a nossa vida”, afirma Cecília. As empresas dizem que, à medida do possível, tentam realocar essas famílias de pescadores mais próximo do rio.

É difícil agradar a todos. O grande desafio das usinas, fora os prazos apertados para a geração de energia, é obter uma licença social para ocupar aquele espaço. As empresas têm uma quantidade enorme de projetos para minimizar os impactos socioambientais: para retirar famílias, construir vilas, melhorar serviços públicos, aumentar escolas, presídios, delegacias. Juntos, os consórcios Enersus e Santo An-tônio vão investir R$ 2,5 bilhões em medidas compensatórias – quase 10% do valor total dos empreendimentos. Quase tudo já está destinado, mas as obras começaram depois do início das hidrelétricas. “O problema foi a falta de preparação da cidade”, afirma o promotor Hildon de Lima Chaves, do Ministério Público Estadual.

A história das hidrelétricas no Brasil é pontuada por pelo menos três fases. A primeira é das grandes obras construídas pelos militares da ditadura, num período em que o governo federal queria levar desenvolvimento a qualquer custo para a Região Norte. A segunda é a era dos licenciamentos. A legislação obrigou as empresas a dar satisfações à sociedade e cumprir uma série de exigências. Agora é a vez das regras do mercado. Os investidores, principalmente os estrangeiros, voltam-se para suas carteiras com olhar crítico. Todo mundo procura fontes de energia limpa, e as hidrelétricas são uma das melhores opções, inclusive para fazer a vida dos moradores locais melhorar. “Vamos deixar para a região mão de obra qualificada, desenvolvimento. Se você visse Porto Velho antes, ia entender a transformação”, afirma Carlos Hugo Annes de Araújo, diretor de sustentabilidade da Santo Antônio Energia. Mas, para isso, é preciso haver preocupação com a pós-construção: com a defesa da floresta e das pessoas que já viviam lá. Num país tão necessitado de obras como as do Rio Madeira – e como a futura usina de Belo Monte, no Pará –, é essencial voltar os olhos para a região de Porto Velho. É essencial conversar com a pescadora Cecília de Lima, com a médica Ida Peréa, com a jovem mãe solteira Jusivânia dos Santos.

– Crise dos Combustíveis: Brasil colocará Água na Gasolina!

 

Uma das situações mais inusitadas que poderia se imaginar está acontecendo em nosso país: a falta de combustíveis.

 

Em meio a crise, a Folha de São Paulo deste sábado (23/03/2011, Caderno Mercado, pg B1 à B12), traz um levantamento crítico do panorama.

 

Manchete de capa:

 

“CONTRA ALTA DO ÁLCOOL, BRASIL VAI COLOCAR MAIS ÁGUA NA GASOLINA”

 

Para a composição da gasolina brasileira, há a adição de 25% de álcool anidro. Como falta álcool, o Brasil adicionará 1% de água para segurar os preços.

 

E por que falta álcool?

 

O Etanol (álcool combustível) está sofrendo o período da entressafra. Entretanto, a maior parte da produção (que está baixa) está sendo exportada aos EUA. Assim, os produtores exportam o etanol produzido pela cana-de-açúcar (que é de boa qualidade e preço baixo), deixando os consumidores brasileiros sem o produto.

 

Para evitar que os postos de combustíveis fiquem sem etanol nas bombas, uma outra submanchete do jornal:

 

“BRASIL IMPORTARÁ ÁLCOOL DOS EUA”

 

Como os usineiros estão vendendo álcool de cana para os EUA, para se evitar a falta, o Governo importará 200 milhões de litros de álcool de milho dos… EUA! Isso mesmo: vendemos nosso álcool bom e barato para os americanos e compramos o álcool caro que os EUA procuram não usar.

 

Assim, os preços do Álcool nas bombas sobe; e como há álcool na Gasolina, outra manchete da Folha:

 

“ÁLCOOL VAI A R$ 2,80 (EM POSTOS DA CAPITAL) (…) GASOLINA JÁ ULTRAPASSA R$ 3,09”.

 

Nesse crítico cenário, não compensa abastecer etanol (álcool), e portanto, os consumidores migram para a gasolina. Entretanto, com a alta do consumo e o fato de todos estarem abastecendo gasolina, a Petrobrás não consegue produzir o suficiente. Quando o consumo estava equilibrado (metade da frota de carros de passeio abastecendo gasolina e metade álcool), tínhamos a auto-suficiência da gasolina. Agora, com tantos carros abastecendo gasolina, falta produto também.

 

Encerramos com outra manchete:

 

“PETROBRAS TRAZ GASOLINA DO EXTERIOR”

 

Hoje o país produz 380 mil barris de gasolina / dia. Importará 3 milhões de barris, volume que não era importado há 40 anos.

 

CUIDADOS:

 

Com a crise, 4 golpes na praça:

1) Gasolina Formulada – ao invés do produto refinado pela Petrobrás, há a produção de gasolina em “laboratórios”.

2) Gasolina Batizada – antes, o golpe era acrescentar álcool. Hoje, o golpe é acrescentar Naftalina líquida, que dá explosão no carro e depois faz o veículo parar.

3) Álcool Molhado – a adição de água nos tanques de álcool enganando o consumidor.

4) Álcool “Metanol” – o álcool sintético americano, extremamente explosivo e poluente, ao invés do álcool biocombustível.

5) 1 litro “econômico” – Quem garante que o litro vendido tem 1000 ml?

 

ABASTEÇA EM POSTOS DE CONFIANÇA. NESSE MOMENTO, A CREDIBILIDADE ESTARÁ ACIMA DE QUALQUER OUTRO FATOR.

– Mais um Programa Assistencialista no Brasil? Vem aí a Bolsa Dona-de-Casa!

 

A deputada Alice Portugal (PT-SC) quer criar um regime especial de aposentadoria para as mulheres, a chamada “Bolsa Cor de Rosa”.  A idéia é dar um salário extra mensal às mulheres donas-de-casa, como complemento à renda. Justifica que muitas mulheres trabalham a vida inteira para o seu marido e são abandonadas.

 

A questão é polêmica: pagar uma bolsa—dona-de-casa é algo exagerado ou necessário no país? Deixe seu comentário:

 

Abaixo, extraído de: http://elbigodonmardiiito.blogspot.com/2011/03/bolsa-rosa-contas-no-vermelho.html (que reproduziu de Exame).

 

BOLSA ROSA, CONTA NO VERMELHO

 

Não fosse por um detalhe crucial – de onde tirar o dinheiro -, a criação de um regime de aposentadoria para milhões de donas de casa brasileiras de baixa renda até poderia fazer sentido. Há diversos projetos de lei em tramitação na Câmara para reconhecer os direitos das mulheres dedicadas integralmente às tarefas domésticas. Mas eles ignoram o impacto econômico que isso teria nas contas públicas. A deputada Alice Portugal (PT-SC), defensora da criação dessa espécie de bolsa cor-de-rosa, afirma que “muitas vezes, após 35 anos de casamento, o marido vai embora e ela (a mulher), que prestou serviços a vida inteira, não tem amparo”. Caso a bondade seja aprovada, haverá custo adicional de 5,4 bilhões de reais por ano. No ano passado, só a previdência voltada para os empregados do setor privado fechou com déficit de 44 bilhões de reais. A dos servidores públicos teve rombo de 50 bilhões.

– Faltará Combustível no Brasil?

 

Poderá faltar combustível no Brasil? Talvez…

 

O presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabriele (segundo Jean Peter, da Rádio Bandeirantes, no Jornal em 3 Tempos) confirmou que não haverá aumento nos preços da Gasolina nesse ano no Brasil.

 

Ora, em que país vivemos? Ou melhor, em qual país vive o presidente? Nesta última semana, a Gasolina subiu cerca de R$ 0,15 nas distribuidoras, por conta do aumento do preço do Anidro. Além do preço estar em alta, faltam combustíveis!

 

O Etanol sofre pela interminável entressafra e pelo aumento das exportações do Brasil aos EUA. Em contrapartida, a Cosan (gigante do setor), por exemplo, anunciou a importação de álcool de milho dos americanos. Exportamos o álcool de cana mais barato aos EUA e compramos o álcool caro deles? Loucura!

 

Como os donos de veículos estão optando pela Gasolina ao invés de Álcool nos carros bicombustíveis (pelo preço excessivamente caro no mercado), um efeito colateral aconteceu: a Petrobrás não dá conta de refinar a quantidade de Gasolina necessária. Ou seja: aumentou o consumo e a frota de veículos, mas a produção se compensava com o álcool no mercado interno. Sendo assim, algumas distribuidoras de combustíveis começaram a racionar as vendas, impondo cotas de compras.

 

Se nada for feito, poderá faltar combustível na virada do mês devido a redução de estoques no Brasil. Incrível!

– Álcool a R$ 2,30? A Abrupta Subida do Preço do Etanol

 

Dias atrás conversamos sobre o aumento dos preços do álcool combustível (em: http://bit.ly/gJoOKS ) . Cada vez mais há a migração dos carros bicombustíveis para a opção gasolina.

 

Compartilho interessante matéria da Folha de São Paulo deste sábado, caderno Economia, por Karla Domingues e Mauro Zafalon:

 

ÁLCOOL MANTÉM ALTA EM SP E JÁ CUSTA R$ 2,30 POR LITRO

 

A demanda por combustíveis supera as expectativas, devido à evolução da economia. A procura por álcool também está aquecida, o que permite reajustes de preços nas usinas e nos postos.

A avaliação é de Antonio de Padua Rodrigues, diretor da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar). Em anos anteriores, os consumidores já migravam para a gasolina quando a paridade estava em 65% da gasolina, o que não ocorre neste ano.

Mas, se o preço continuar subindo, mais consumidores irão para a gasolina. “Até porque as usinas não produzirão, nas próximas semanas, o suficiente para o patamar atual de demanda.”

A Folha apurou R$ 2,30/litro ontem em postos de São Paulo.

– Coisas que Incomodam

1- Para evitar que o seu partido recém-criado (PDB) fosse ironizado (como tem sido: Partido Da Boquinha, por exemplo), Gilberto Kassab já o lança como PSD. Adianta alguma coisa, se ele será extinto em breve, servindo apenas de barriga de aluguel e se aproveitando de uma brecha da lei para a mudança de legendas partidárias?

 

2- O pessoal da “Marcha da Maconha” entrou na Justiça contra a jornalista Izilda Alves, por defender em suas matérias o combate contra as drogas. Ué, a favor pode??? (Felizmente a Justiça não deu atenção à esse pessoal).

 

3- Após a tragédia japonesa e o medo de vazamento nuclear de Fukushima, nada de concreto foi feito na usina atômica de Angra dos Reis. Esperarão acontecer algo aqui?

 

4- Dizem que Adriano Imperador tem 5 propostas de clubes! Botafogo, Grêmio, Atlético Mineiro, Corinthians e Flamengo o querem. Os dirigentes perpetuamente querem problemas… Sem psicólogo e assistente social acompanhando-o 24 horas por dia, não dá para contratá-lo.

– Alta nos Preços dos Combustíveis assusta!

 

Incrível como certas declarações governamentais são repletas de demagogia!

 

O preço do Etanol fugiu totalmente do controle do Governo. As exportações aumentaram, o consumo também, mas a produção ao mercado interno não cresceu na mesma proporção!

 

Nos últimos dias, falta etanol em algumas regiões brasileiras. Claro, não interessa vender o produto aos brasileiros, mas sim exportá-lo. Vendemos álcool de cana ao estrangeiro e compramos absurdamente álcool de milho para o não desabastecimento do país!

 

O Anidro, álcool que é misturado na gasolina para a venda aos consumidores, disparou de  preço. Assim, o Etanol já custa mais de R$ 2,00 (em algumas localidades, passa dos R$ 2,20) e por tabela a Gasolina sobe também!

 

O duro é a Petrobrás dizer que está tudo bem, dizendo que os preços estão defasados se compararmos com o mercado externo e que a gasolina não vai subir, ignorando totalmente os fatores internos como, por exemplo, o álcool!

 

Veja abaixo a ridícula declaração do diretor de abastecimento da BR. Será que ele pensa que somos todos ignorantes? A sua fala é dessa semana:

 

(Extraído de: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/petrobras-promete-manter-preco-da-gasolina-apesar-da-alta-do-petroleo)

 

PETROBRAS NEGA AUMENTO NO PREÇO DA GASOLINA

 

Há um mês e meio acima da barreira dos 100 dólares o barril, a cotação internacional do petróleo passa ao largo dos preços internos dos principais combustíveis vendidos no país: gasolina, diesel e GLP. Na expectativa de uma reversão rápida do conflito no norte da África, a Petrobras mantém a intenção de não repassar a alta ao preço de refinaria.


“Nossa política aqui não vai mudar. Não há previsão de reajuste de preço, quer seja no diesel, na gasolina ou no GLP”, afirmou o diretor de Abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, em entrevista à Agência Estado.


O executivo argumenta que a companhia monitora a evolução internacional e trabalha com um limite para a cotação, que não quis revelar. Quando começou a seguir a política de descolamento com o mercado internacional, a estatal havia estipulado um limite de três meses para o cálculo da média de preços e a fixação de novos patamares, mas na prática não seguiu essa fórmula.

Costa, falando por hipótese, comenta que uma elevação do petróleo a 150 dólares exigiria uma reação “urgente” no mercado doméstico, mas não revela os parâmetros que estão sendo usados pela Petrobras, alegando que se trata de uma estratégia interna. “O tempo (limite para deflagrar um repasse) varia de acordo com o preço. Não dá para dizer que a cada três meses teremos uma variação em relação ao mercado internacional. Se o petróleo bater, daqui a pouco, 150 dólares o barril, obviamente vamos ter de pensar numa coisa urgente para resolver isso.”

– Leonardo e a Internazionale: Sucesso e Fracassso de Brazucas!

 

Para quem assistiu Bayern X Internazionale pela Champions League ontem, pode constatar o seguinte:

 

– Júlio Cesar tomou outro frango! O goleiro brasileiro da Inter não está em boa fase. Aliás, sempre achei ele bom goleiro, mas nunca excepcional. Não podemos nos esquecer que ele foi convocado para a Seleção quando era empresariado pelo filho do Zagallo. Isso não conta bem…

 

Outro brasileiro, Lúcio, parece não ser mais o mesmo. O zagueiro foi muito mal…

 

Já o Breno, ex-sãopaulino do Bayern, foi desastroso. O que acontece com esse becão?

 

– Enfim, a competência e a estrela do treinador Leonardo superaram tudo isso. Ele compensou a má atuação dos outros brasileiros. Manteve o Pandev no jogo (que estava ridículo em campo) e que foi decisivo no fim. Acertou em todas as substituições! E, pós-jogo, merecidamente foi ovacionado.

 

Já imaginaram mais um Internazionale X Barcelona nesse ano? No ano passado, na semifinal, Mourinho ganhou por montar um ferrolho anti-jogo. Nesse ano, os dois times jogam pra frente. Seria o jogo do ano!

– Dinheiro de Propina na Mochila é Esquecido?

 

Será que o descaso abaixo foi pelo fato de ter acontecido em meio ao Carnaval, ou é simplesmente fruto da costumeira impunidade?

 

Jaqueline Roriz, deputada federal pelo PMN-DF e filha do ex-governador Joaquim Roriz, foi flagrada recebendo 50.000,00 reais em dinheiro vivo, colocando toda a grana dentro de uma mochila. O dinheiro, claro, de ações ilícitas.

 

Por que tanta demora em intimar a moça? Caso tão explícito não era para ser um escândalo nacional, impactando na sociedade e trazendo consequências imediatas?

 

Parece que a corrupção se tornou algum comum e infelizmente aceitável…

– Idiotices Carnavalescas

 

Quase 200 pessoas mortas nas estradas. Esse é o saldo negativo nas rodovias no feriado do Carnaval. Boa parte dos acidentes produzidas pelo excesso do consumo de álcool dos motoristas.

 

No Rio de Janeiro, quase 100 pessoas presas por fazerem xixi nas ruas, hábito cada vez mais freqüente nos cordões carnavalescos.

 

Em São Paulo, a Gaviões da Fiel Torcida jogou o que podia do alto das arquibancadas sobre os adversários sambistas. E porretada em cima da Polícia!

 

Infelizmente, a desatenção, o vandalismo, a libertinagem e o desrespeito superam hoje a alegria do Carnaval. Uma pena.

 

Veja que interessante: no próximo ano, a Dragões da Real (ligada ao São Paulo FC) desfilará ao lado de Gaviões e Mancha Verde. Como evitar o iminente e imbecil confronto de torcidas?

 

A propósito, escrevi ontem e repito hoje: a posição ruim da Gaviões da Fiel permite que os jogadores do Corinthians, outrora agredidos por ela, se manifestem contra o péssimo resultado dos sambistas?

– Carnaval, Futebol e Torcidas Organizadas: uma Explosiva Combinação!

 

Uma das coisas mais tristes dos desfiles carnavalescos é a mistura das agremiações de samba com torcedores das entidades organizadas do futebol.

 

No Rio de Janeiro, as comunidades disputam o título, mas o que vale é a festa. Portela, Mangueira, Grande Rio ou Tijuca se respeitam e comemoram pacificamente, entre suas próprias comunidades.

 

Na capital paulista, Mancha Verde e Gaviões da Fiel disputam ferrenhamente como nas arquibancadas dos estádios. Há ódio, não respeito. Triste.

 

Essa estupidez extrapola para outros níveis mais preocupantes. Ontem, por exemplo, a Unidos de Paranapanema, nos desfiles de Campinas, homenageou o Guarani FC e uma das torcidas organizadas bugrinas participou da festa. Conclusão: uma bomba caseira feriu foliões, supostamente lançada por pontepretanos.

 

E você, o que acha disso: dá para misturar disputas entre Futebol X Carnaval? Deixe seu comentário:

– Estamos em Época Carnavalesca. Você gosta?


Chegou o Carnaval. A mídia busca as melhores imagens e eventos para a cobertura. Muitos parecem se enlouquecerem a fim de curtir todos os dias, seja na rua, nos salões, nas quadras ou nas praias.

 

O certo que o Carnaval é o período festivo mais amado e mais odiado pela população. Ou o cara gosta, ou detesta. Para estes últimos, é insuportável ver as insistentes matérias sobre Rio, Salvador, movimento das estradas e outros ziriguiduns.

 

Por falar em estradas, a Autoban (que gerencia Anhanguera e Bandeirantes) diz que o maior movimento do ano é neste feriado. E para quem gosta desse período, não há problema de trânsito, pois, afinal, a farra vale a pena! A cidade de São Paulo teve recorde de trânsito congestionado ontem, além das rodovias que a circundam.

 

Aqui em Jundiaí, temos o desfile na Latorre, além dos bons bailes nos clubes. Ótimas opções! Mas, só para quem gosta… (e sinceramente me excluo)

E você, curte o Carnaval? Deixe seu comentário.

– Um País sem Pobres?

 

O slogan do governo Lula era:

 

“Brasil – um país de todos”

 

Agora, Dilma terá como slogan:

 

“Brasil – um país sem pobres”

 

Sinceramente, o slogan é de uma picaretagem e de uma demagogia tão grande… Queria que os dois slogans fossem verdade, lógico! Mas sabemos que são utopias. O país realmente é de todos e não existem pobres?

 

Claro que sabemos do sentido dito “esperançoso”. Mas mesmo assim fica a minha ressalva.

 

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Vem aí o Partido da Educação do Brasil?

 

Leio em algum lugar (me falha a memória) de que Gabriel Chalita pode convidar educadores brasileiros para, enfim, termos um partido com ideologia marcante: o Partido da Educação!

 

Teria o meu voto e quem sabe a minha filiação partidária. O que falta a nosso país são ideais partidários definidos, que pensem verdadeiramente no Brasil e no seu povo.

 

Contem comigo.

– Preço dos Combustíveis Disparam no Brasil

 

Amigos, quem está com o tanque do seu veículo vazio, corra aos postos de combustíveis!

 

No último final de semana de fevereiro, as distribuidoras surpreenderam com aumentos significativos nos produtos. A culpa seria da entressafra e a conseqüente falta de produto. Com o aumento do Etanol (álcool), a Gasolina, por conter Anidro, sobe também. E, por incrível que possa parecer, segundo “O GLOBO”, em matéria de 25/02/2011, o Nordeste Brasileiro começou a importar Etanol dos EUA! Os preços em Fortaleza, por exemplo, regulam em R$ 2,799 para a Gasolina e R$ 2,299 para o Etanol.

 

Nesta última sexta-feira, as distribuidoras sediadas em Paulínia reajustaram seus produtos. Segundo as mesmas, a alta persistirá até o Feriado do Carnaval (provavelmente aproveitarão as viagens dos turistas no feriado prolongado), sendo que em meados de março o preço poderá cair, com a nova safra entrando no mercado.

 

Curiosamente, o ESTADÃO (citação abaixo) traz uma matéria sobre as exportações de etanol brasileiras aos EUA. Quer dizer: exportamos álcool de cana e importamos álcool de milho.

 

Acreditem se quiser!

 

Extraído de: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110221/not_imp682255,0.php

 

O ETANOL PERDE TERRENO

 

Além de grande consumidor mundial de etanol produzido a partir de cana-de-açúcar, o Brasil aspira a tornar-se um dos grandes exportadores mundiais do produto. Até agora, porém, a produção nacional de etanol tem-se caracterizado pela instabilidade, com variações de produção e preços que afetam o consumo interno e limitam a exportação. E o etanol vem perdendo mercado no País e no exterior. Segundo dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP), foram vendidos diretamente nos postos 15 bilhões de litros de álcool hidratado em 2010, 8,5% a menos que no ano anterior, o primeiro recuo da demanda desde 2003. Por sua vez, o consumo de gasolina aumentou 17,5% em relação a 2009. Quanto às exportações do biocombustível, o Brasil ainda detém a liderança mundial, mas está ameaçado de perdê-la para o etanol produzido a partir de milho nos Estados Unidos, altamente subsidiado e protegido da concorrência externa por uma pesada sobretaxa.

É bem verdade que o aumento das importações de veículos movidos a gasolina puxou o consumo desse combustível. As compras de automóveis estrangeiros por brasileiros em 2010 se elevaram mais de 50% em comparação com 2009, custando US$ 8,54 bilhões ao País. Além disso, o etanol ficou bem mais caro para os carros bicombustíveis aqui fabricados. Os preços variam de região para região, mas, segundo a ANP, ficaram 77% aquém do preço da gasolina, quando, para atrair o consumidor, deveriam ficar abaixo de 70%. O governo, porém, não precisou diminuir o porcentual de adição de 25% de álcool anidro à gasolina, o que exigiu 22,2 bilhões de litros, um pouco menos que em 2009 (22,7 bilhões de litros).

Como ciclicamente ocorre, as cotações em alta do açúcar no mercado internacional fizeram as usinas destinar uma maior quantidade de cana para essa produção, o que foi agravado pela quebra de safra no Centro-Sul. Não são esperadas grandes mudanças neste ano, a se confirmarem as previsões de que as cotações do açúcar ainda seguirão elevadas.

Quanto ao etanol, a perspectiva é de que seus preços no mercado interno se mantenham estáveis, com variações sazonais. Segundo analistas, o preço do álcool hidratado com relação à gasolina só se tornará mais vantajoso se for autorizado um aumento dos preços dos derivados de petróleo em geral, com o objetivo de mantê-los em linha com as cotações no mercado internacional. Essa, no entanto, é uma medida que o governo evitará adotar para não agravar a inflação.

Uma forma de manter um diferencial competitivo do etanol é cobrar uma alíquota maior do ICMS sobre a gasolina, como já fazem os Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. É duvidoso que outros Estados venham a fazer o mesmo, o que importará em novo recuo do etanol no mercado interno, como prevê Antonio de Pádua Rodrigues, diretor técnico da Unica (Globo, 16/12). Segundo ele, serão produzidos no País, neste ano, entre 15 bilhões e 16 bilhões de litros de etanol hidratado, volume semelhante ao de 2010, o que significará perda de mercado, já que o consumo de combustíveis crescerá com o aumento da frota de veículos.

Já as exportações brasileiras de etanol em 2010 ficaram em torno de 1,5 bilhão de litros, superando por pouco as vendas externas americanas do sucedâneo de milho, estimadas em 1,3 bilhão de litros. E este ano não começa bem nessa área: em janeiro, a exportação de etanol foi de 95,3 milhões de litros, 60,3% abaixo do volume no mesmo mês do ano passado.

Vê-se que falta muito ainda para que o Brasil possa recuperar a competitividade interna do etanol e seja capaz de exportar regularmente o produto em volumes significativos, de modo a transformá-lo em uma commodity no mercado internacional. Cabe à iniciativa privada vencer esse desafio, e investimentos de grande vulto estão sendo feitos ou são planejados para aumentar a oferta de etanol. A principal ajuda que o governo pode dar é fazer gestões nos foros internacionais e junto aos países desenvolvidos para superar as resistências protecionistas ao produto brasileiro.

– Tiririca na Cultura?

 

Deputado Federal Tiririca vai ser indicado pelo PR (Partido da República) para a Comissão da Cultura e Educação no Congresso Nacional!

 

O Brasil tá de brincadeira…

 

Extraído de: http://blogs.estadao.com.br/radar-politico/2011/02/25/tiririca-vai-integrar-comissao-de-educacao-e-cultura/

 

TIRIRICA VAI INTEGRAR COMISSÃO DA EDUCAÇÃO E CULTURA

 

O deputado Tiririca (PR-SP) vai integrar a comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados. A informação foi confirmada pelo líder do partido na Casa, Lincoln Portela (MG).

 

A indicação de Tiririca para ser titular da comissão será oficializada na terça-feira, segundo o PR. Foi o próprio Tiririca que pediu para entrar na comissão por ela tratar da área em que atua, a cultura.

Tiririca foi o deputado federal mais votado nas eleições de 2010 recebendo mais de 1,3 milhão de votos. Antes de assumir, ele teve de provar à justiça eleitoral que não era analfabeto, sendo submetido a um teste de leitura e escrita.

 

E aí, amigos? É alguma piada nonsense?