– E o Voto do Lewandowski? Vergonha Nacional!

E o nosso nobre juiz Lewandowski caprichou! Inocentou José Dirceu, contra tudo e contra todos!

No julgamento do Mensalão, ficam evidente os opostos: Joaquim Barbosa e o próprio Lewandoski. Ambos juízes estão confirmando suas famas – um da defesa da Justiça, outro do conluio com políticos e partidarismo.

Aliás, sobre Joaquim Barbosa, duas observações:

1-Se fosse candidato a Presidente do Brasil, ganharia com folga!

2-A foto dele com a capa da toga voando deu a ele um ar de “Batman” indiscutível. Que clique, hein?

– Política para a Classe Média

Amigos, compartilho interessante crônica enviada pelo jornalista Reinaldo Oliveira, a respeito da Classe Média, hábitos e política.

VIVA A CLASSE MÉDIA BRASILEIRA

Pe. Alfredo J. Gonçalves, CS

João Ubaldo Ribeiro escreveu a obra “Viva o Povo Brasileiro”. Aliás, um trabalho de mestre: releitura fictícia da história do Brasil a partir da cultura negra. Neste momento de euforia por parte das autoridades governamentais e da publicidade, poderíamos parafrasear o escritor com a saudação de “Viva a classe média brasileira!”. Segundo os dados, já ultrapassa a casa dos 100 milhões de cidadãos! Sorrateiramente, porém, levanta-se uma pergunta incômoda e inquieta: qual o critério para medir a passagem da pobreza à classe média? Os beneficiados das políticas compensatórias, por exemplo, podem ser chamados de nova classe média? Classe média sujeita à ajuda permanente do Estado ou classe média capaz de caminhar com as próprias pernas? A pergunta pode ser feita de outra forma: onde está a tão alardeada classe média?

Grande parte desta, ao que parece, continua morando nas periferias das grandes e médias cidades, até mesmo em favelas e cortiços. Tem esgoto a céu aberto e nem sempre conta com água encanada; desloca-se como “sardinha em lata” no transporte coletivo, ou perde horas diárias no trânsito caótico. Vive sob o signo do medo e da violência, sem a proteção do Estado e muitas vezes conforme os ventos incertos do crime organizado. Dificilmente consegue matricular os filhos em escolas particulares e tem de contentar-se com o ensino público de qualidade nem sempre confiável… A isso chamamos de classe média! Mas essa nova fatia da população brasileira pode consumir! Aí está um dado que as autoridades e o mercado podem comemorar com grande euforia. Viva, pois, o consumo da classe média brasileira. Agora ela pode comprar carro, TV de não sei quantas polegadas, móveis, eletrodomésticos, e assim por diante. No entanto, aqui se erguem novamente uma série de dúvidas. Se o critério para vencer a fronteira entre uma classe e outra permanece o consumo individual e familiar, onde estão os investimentos do Estado em termos de infraestrutura?

A única política pública que vem se destacando por parte dos governos federal, estadual e municipal parece ser o incentivo ao consumo, através de um marketing apelativo, estridente e por vezes agressivo, para não dizer irresponsável. Disso resultam sinais preocupantes de uso e abuso de cartões de crédito, crescimento dos percentuais de inadimplência, devolução de produtos impagáveis, nome sujo na praça… Enfim, dívidas sobre dívidas! No fundo, uma robusta classe média requer um padrão de investimento público igualmente robusto. Condições de vida e trabalho sadias e duradouras: malha viária e ferroviária para o transporte público urbano e à distância; ensino fundamental de qualidade e gratuito, com perseverança dos alunos; sistema de saúde sem os acidentes quase diários de falta de atendimento, filas, demora, e erro médico; segurança sem os efeitos colaterais da truculência, tortura e extermínio de jovens e adolescentes; reforma agrária e política agrária no campo, com apoio ao pequeno produtor e à agricultura familiar; rede integrada de portos e aeroportos…

Não é isto o que se vê na sociedade brasileira. Há muito que fazer em termos de políticas públicas efetivas, voltadas para essa mesma classe média, que ainda amarga uma situação endêmica de carência e precariedade. Receber ajuda do Estado para o consumo é algo que evidentemente amplia os direitos do cidadão. Mas como fazê-lo tornar-se protagonista de sua própria trajetória de existência? Convém não esquecer que o pão da dignidade humana vem do suor do rosto, ao passo que “o pão da esmola vem regado pelas lágrimas da vergonha”, como costuma dizer, ainda em décadas passadas, o jornalista Mauro de Santayana. O consumo, em princípio não é bom nem mau. Todo cidadão tem suas necessidades e o direito aos bens do progresso. Mas, se e quando desacompanhado de uma infraestrutura de formação (em nível pessoal) e um horizonte de oportunidades (em nível social), o mesmo consumo pode tornar-se freneticamente febril, impulsivo, doentio. O estímulo às compras pressupõe uma base sólida de serviços públicos. Para isso servem os impostos cujo montante, no Brasil, nada deixa a desejar. O que deixa a desejar é o uso correto de tamanha carga tributária. O termo carga, neste caso, nada tem de metafórico e exige um retorno por parte dos governos.

– A Pior Fase do Ensino Brasileiro

Amigos, compartilho ótimo material do Portal IG a respeito do pior dos níveis de ensino no Brasil: o Ensino Médio.

De 9,4 milhões de jovens entre 14 e 17 anos, 1 milhão está fora da escola.

Dos que estudam, 49,8% não concluem o Ensino Médio.

Daquele que concluem, apenas 10% tem desempenho verdadeiramente aceitável.

Estarrecedor!

Extraído de: http://is.gd/g37aX8

ENSINO MÉDIO: A PIOR FASE DA EDUCAÇÃO DO BRASIL

Por Cinthia Rodrigues

Há duas avaliações possíveis em relação à educação brasileira em geral. Pode-se ressaltar os problemas apontados nos testes nacionais e a má colocação do País nos principais rankings internacionais ou olhar pelo lado positivo, de que o acesso à escola está perto da universalização e a comparação de índices de qualidade dos últimos anos aponta uma trajetória de melhora. Já sobre o ensino médio, não há opção: os dados de abandono são alarmantes e não há avanço na qualidade na última década. Para entender por que a maioria dos jovens brasileiros entra nesta etapa escolar, mas apenas metade permanece até o fim e uma pequena minoria realmente aprende o que deveria, o iG Educação apresenta esta semana  uma serie de reportagens sobre o fracasso do ensino médio.

O problema é antigo, mas torna-se mais grave e urgente. As tecnologias reduziram os postos de trabalho mecânicos e aumentaram a exigência mínima intelectual para os empregos. A chance de um jovem sem ensino médio ser excluído na sociedade atual é muito maior do que há uma década, por exemplo. “Meus pais só fizeram até a 5ª série, mas eram profissionais bem colocados no mercado. Hoje teriam pouquíssimas e péssimas chances”, resume Wanda Engel, superintendente do Instituto Unibanco, voltado para pesquisas educacionais.

Ao mesmo tempo, a abundância de jovens no País está com tempo contado, segundo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). O Brasil entrou em um momento único na história de cada País em que há mais adultos do que crianças e idosos. Os especialistas chamam o fenômeno de bônus demográfico, pelo benefício que traz para a economia. Para os educadores, isso significa que daqui para frente haverá menos crianças e adolescentes para educar.

“É agora ou nunca”, diz a doutoranda em Educação e presidente do Centro de Estudos e Memória da Juventude, Fabiana Costa. “A fase do ensino médio é crucial para ganhar ou perder a geração. Ali são apresentadas várias experiências aos adolescentes. Ele pode se tornar um ótimo cidadão pelas décadas de vida produtiva que tem pela frente ou cair na marginalidade”, afirma.

História desfavorável

O problema do ensino médio é mais grave do que o do fundamental porque até pouco tempo – e para muitos até agora – a etapa não era vista como essencial. A média de escolaridade dos adultos no Brasil ainda é de 7,8 anos e só em 2009 a constituição foi alterada para tornar obrigatórios 14 anos de estudo, somando aos nove do ensino fundamental, dois do infantil e três do médio. O prazo para a universalização dessa obrigatoriedade é 2016.

Por isso, governo, ONGs e acadêmicos ainda concentram os esforços nas crianças. A expectativa era de que os pequenos bem formados fizessem uma escola melhor quando chegassem à adolescência, mas a melhoria no fundamental não tem se refletido no médio.

Para o coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, a questão envolve dinheiro. Quando o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental (Fundef) foi criado, em 1996, repassava a Estados e municípios verba conforme o número de matrículas só naquela etapa. “O dinheiro não era suficiente para investir em tudo e foi preciso escolher alguma coisa”, diz o especialista.

A correção foi feita em 2007, quando o “F “da sigla foi trocado por um “B”, de Educação Básica, e os repasses de verba passaram a valer também para o ensino médio. “Só que aí, as escolas para este público já estavam sucateadas”, lamenta Cara.

A diferença é percebida pelos estudantes. Douglas Henrique da Silva, de 16 anos, estudava na municipal Guiomar Cabral, em Pirituba, zona oeste de São Paulo, até o ano passado quando se formou no 9º ano. Conta que frequentava a sala de informática uma vez por semana e o laboratório de ciências pelo menos uma vez por mês.

Em 2010, no 1º ano do ensino médio, conseguiu vaga na escola estadual Cândido Gomide, que fica exatamente em frente à anterior. Só pelos muros de uma e outra, qualquer pessoa que passa por ali já pode notar alguma diferença de estrutura, mas os colegas veteranos de Douglas contam que ele vai perceber na prática uma mudança maior.

“Aqui nunca usam os computadores e não tem laboratório de ciências”, afirma Wilton Garrido Medeiros, de 19 anos, que também estranhou a perda de equipamentos quando saiu de uma escola municipal de Guarulhos, onde estudou até 2009. Agora começa o 2º ano na estadual de Pirituba, desanimado: “Lá também tinha mais professor, aqui muitos faltam e ninguém se dedica.”

Até a disponibilidade de indicadores de qualidade do ensino médio é precária. Enquanto todos os alunos do fundamental são avaliados individualmente pela Prova Brasil desde 2005, o ensino médio continua sendo avaliado por amostragem, o que impossibilita a implantação e o acompanhamento de metas por escola e aluno e um bom planejamento do aprendizado.

A amostra, no entanto, é suficiente para produzir o Índice da Educação Básica (Ideb), em que a etapa é a que tem pior conceito das avaliadas pelo Ministério da Educação. Foi assim desde a primeira edição em 2005, quando o ensino médio ficou com nota 3,4; a 8ª série, 3,5; e a 4ª série, 3,8; em uma escala de zero a 10. Se no ensino fundamental ocorreu uma melhora e em 2009 o conceito subiu, respectivamente, para 4 e 4,6, os adolescentes do ensino médio não conseguiram passar de 3,6.

“A etapa falha na escolha do conteúdo, que não é atrativo para o estudante, e também não consegue êxito no ensino do que se propõe a ensinar”, diz Mateus Prado, presidente do Instituto Henfil e colunista do iG que escreverá artigos especialmente para esta série, que durante os próximos dias conduzirá o leitor a conhecer o tamanho do problema e refletir sobre possíveis soluções.

– Dona Dilma em Nova Iorque

Pelo fato do brasileiro Osvaldo Aranha ter sido o primeiro presidente da ONU, e a sede ser nos EUA, sempre a abertura dos trabalhos anuais da Conferência Mundial das Nações Unidas tem como discurso de abertura o do presidente do Brasil, seguido pelo do norte-americano.

Assim, precedendo Obama, Dilma atacou aqueles que chamam de protecionismo a política fiscal brasileira, diferenciando “protecionismo” de “salvaguarda”.

Gostei, ponto para a presidente.

Aliás, na sua fala abordou muito bem diversos assuntos, entre eles, a islamofobia. Foi na medida certa, no limite do respeito e da apologia.

Não votei em Dilma, discordo de muitas ações delas, mas é inegável que tem sido muito mais prudente na política internacional do que seu antecessor Lula, amigo do presidente sírio, iraniano, do falecido Kadaffi… por fim, Dilma corrige os equívocos de Luiz Inácio.

– Assalto Sexual?

Onde tivemos um debate dos candidatos à Prefeitura de São Paulo. Numa segunda-feira, as 22h30, e pela TV Gazeta, a audiência tende a ser baixa. Mas algo curioso: o candidato Carlos Gianazzi (PSOL) perguntou ao Russomano sobre “estupro”, e ele respondeu que já propôs a solução: mudar o termo “Estupro” para “Assalto Sexual”!

Segundo Russomano, a mulher se sentiria mais segura indo a delegacia dizer que foi assaltada sexualmente do que estuprada…

Durma-se com um barulho desse! É assim que se resolve a questão? Tema tão profundo escarniado…

– Petrobrás com Dificuldades nos Combustíveis

Informações do jornalista Lauro Jardim, na Revista Veja desta semana (ed 2286, pg 46): neste ano, a importação de gasolina cresceu 417% e a de Diesel 9,2%, em relação ao ano passado.  Em consumo, aumentou 13% e 7%, respectivamente.

Motivos: a Petrobrás não dá conta de produzir o que o país precisa. Pode refletir no aumento de preços num futuro próximo?

 

– São Paulo e Flórida: a Semelhança e a Diferença!

São Paulo e Flórida têm algo comum: o custo de vida tanto lá como aqui são iguais. A diferença é que a renda per capita dos paulistanos é de 11 mil dólares anuais, e a dos americanos 44 mil…

Texto de Nelson Motta (OESP), enviado pelo Jornalista Reinaldo Oliveira, tentando entender tal fato. Ele aborda corrupção, mudanças e indignações:

COISAS DO BRASIL

Para uma geração que passou por uma ditadura militar, por inflações estratosféricas, diversas moedas e desvarios econômicos, por décadas de desmandos e corrupção impunes, é quase inacreditável a alegria de ver o ex-senador Luiz Estevão, o juiz Lalau, e, em breve, Paulo Maluf, devolvendo, juntos, mais de R$ 500 milhões ao Tesouro Nacional. Confesso que jamais imaginei viver esse dia. Ainda mais inacreditável é ver ao vivo na televisão políticos governistas, banqueiros e empresários sendo condenados pelo Supremo Tribunal Federal por caixa 2 e gestão fraudulenta. E o melhor é que as primeiras condenações já bastam para levar vários à cadeia, firmando jurisprudência para condenar os corruptos e corruptores dos mensalões de Minas e de Brasília. Se há 10 anos uma vidente me fizesse essa profecia eu iria embora sem pagar a consulta, às gargalhadas. E a chamaria de louca se falasse de uma Lei da Ficha Limpa, que impediria políticos condenados pela Justiça de disputar eleições. Se um roteirista me apresentasse a história real de Demóstenes e Cachoeira eu desistiria nas primeiras páginas, porque seria inverossímil e cheia de clichês. O triste é que esses eventos tão extraordinários e surpreendentes para nós seriam a norma em qualquer país civilizado e democrático. Em compensação, para as gerações que passaram por tantos dissabores, derrotas e descrenças no Brasil, essas conquistas têm muito mais valor e sabor do que para a geração do meu neto de 16 anos, que já começa a votar em um país democrático, que vai se civilizando aos trancos e barrancos. Não é só o futebol, o Brasil é uma caixinha de surpresas. Mas não consegui explicar a um amigo americano o atual momento brasileiro: se nosso salário mínimo é de 325 dólares e a renda per capita anual de 11 mil dólares, como o custo de vida no Rio e em São Paulo pode ser igual ao da Flórida, que tem renda per capita de 44 mil dólares? Como os imóveis aqui podem ser mais caros? Não há teoria econômica, ou esotérica, que explique. Talvez a velha expressão que ouço há 60 anos, para o bem e para o mal: coisas do Brasil.

– Voto de Cajado nas Eleições 2012 em alta!

Nos tempos de Coronelismo no Brasil, havia o “Voto de Cabresto”. Os poderosos conseguiam através da influência politico-financeira (e por força de ameaça) conquistar votos dos mais humildes. Tal panorama mudou. Agora, temos o “Voto de Cajado”, onde o eleitor é influenciado pelo líder religioso da sua crença.

Se você observar, nas diversas mídias vemos relatos de candidato X na Missa do padre Y, candidato A no culto do Pastor B, e por aí em diante. E alguns pedem objetivamente o voto para seus fiéis.

Respeito toda religião e procuro praticar bem a minha. Mas o fiel deixar se influenciar por um nome específico orientado pelo seu sacerdote, parece-me indevido. Vejo com bons olhos que as Igrejas divulguem listas de candidatos afinados com os preceitos da sua profissão de fé e considerados potenciais honestos políticos; mas fechar especificamente com alguém, aí não!

Um exemplo claro em 2012: Celso Russomano. Do partido da Igreja Universal, já foi em culto, missa, sessão espírita; e onde tiver um templo, lá estará.

E você, o que pensa sobre isso?

– Independência: Dom Pedro I, o Demonão ou Fogo Foguinho?

Hoje é comemorado o Dia da Independência do Brasil. Mas algo curioso sobre nosso libertador: Descobriu-se que a Hispanic Society of America, em Nova York, possuía algumas cartas do imperador brasileiro Dom Pedro I. E eram inéditas!

Tais cartas agora são divulgadas. E não é que as cartas eram para a amante do imperador, a Marquesa de Santos? E nosso libertador usava nomes como “Demonão” ou “Fogo foguinho”, chamando a amante de “Titília”.

A Imperatriz Leopoldina, sua esposa, deve se revirar ao túmulo ao saber de tais relatos. Leiam o que Dom Pedro escrevia:

“Ontem mesmo fiz amor de matrimônio para que hoje, se mecê estiver melhor e com disposição, fazer o nosso amor de devoção. Aceite, meu benzinho, meu amor, meu encanto e meu tudo, o coração constante. Deste seu fiel amante, o Demonão.”

Desde aquele tempo não dá para confiar em político, não? O imperador dizia a amante que fez sexo só por compromisso com a esposa e que o fogo estaria com a amante! Cara-de-pau o Dom Pedro!

– A Triste Liderança do Brasil no Crack

Levantamento mundial mostra que o Brasil é o número 1 em consumo de crack, e estamos em 2º lugar no ranking da cocaína.

Me recordo que quando surgiu o crack, a notícia era que tal droga era “a pedra do Mike Tyson”, pois ele havia sido preso com esse entorpecente. Especialistas diziam que o crack não faria sucesso no Brasil, pois o uso dela não seria prático.

Ledo engano…

– A Qualidade dos Planos de Saúde

Os planos de saúde estão a desejar de longa data. Se você quiser marcar uma consulta particular, o médico te atende no mesmo dia, em muitos casos. Mas se for pelo convênio… esqueça!

Cardiologista? Nem pensar! A consulta leva meses para ser marcada.

Aqui, dois problemas: a ganância do médico em ganhar muito, e o mau pagamento dos planos aos profissionais.

Quer exemplos? Uma operação de retirada de módulo da mama tem como valor pago aos médicos R$ 70,00. Quanto ele cobraria se fosse particular?

A questão da saúde de fato é mal tratada pelas autoridades desse país… Os planos cobram muito, e nos devolvem pouco. E ninguém nada faz?

Hoje, os médicos de planos de saúde prometeram parar. Vai dar certo?

– Narcoestados?

Vi pouca repercussão sobre a entrevista à “Páginas Amarelas” da Revista Veja dessa semana, de Douglas Farah, consultor de segurança dos EUA, sobre os países vizinhos do Brasil e os traficantes. Para ele, Equador, Bolívia e Venezuela são estados aliados com terroristas da FARC, sendo que a Colômbia tenta os reprimir sozinha. A eles, se dá o nome de Narcoestados.

A matéria é um convite à reflexão: até onde estamos preocupados em cuidar das nossas fronteiras e realmente combater o tráfico de drogas? Somos o 2º maior mercado consumidor de Cocaína do Mundo!

Muito triste e preocupante. E ninguém faz nada…

– Incêndio em Favelas é culpa “somente” do Tempo Seco?

Ontem, a favela Sônia Ribeiro, na Zona Sul da Capital, foi reduzida à metade! Um incêndio queimou 295 das 600 casas do local.

Claro que o tempo seco é uma das causas, mas, pensemos: a indignidade das construções também não é determinante? Gambiarras de fios, submoradias capengas e pobreza…

Já é o 8º incêndio em favelas paulistanas desde agosto. Certamente, nada disso aconteceria se as pessoas tivessem habitação adequada. Mas aqui se percebe outro problema social: muitas pessoas se recusam a sair da comunidade onde vivem, pois querem “preservar as raízes”.

Problema de difícil solução.

– GM Camaro nos EUA mais barato do que Fiat Palio no Brasil

Coisas que só são explicadas pela alta carga de impostos do nosso país: um carro popular aqui custa muito mais caro do que um de luxo nos EUA. Veja:

(Extraído de: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2012/08/31/chevrolet-camaro-custa-nos-eua-menos-que-palio-weekend-no-brasil.jhtm)

GM CAMARO CUSTA MAIS BARATO DO QUE FIAT PALIO

SÃO PAULO – O preço de um Chevrolet Camaro nos Estados Unidos é menor que o do Palio Weekend Adventure no Brasil. Em concessionárias americanas, o musculoso carro da GM pode ser encontrado por a partir de US$ 23.280 na versão mais simples. Já o carro da Fiat sai por R$ 51.500, segundo a tabela da consultoria Molicar, o que equivale a US$ 25.121,95 pelo câmbio atual.

Com o valor cobrado pela versão do Palio no Brasil, seria possível, portanto, comprar um Camaro nos Estados Unidos e ainda garantir um troco de US$ 1.841,95.

Carros incomparáveis

A diferença de preços entre os países fica ainda mais evidente quando os detalhes do Camaro são comparados com o station wagon da Fiat.

Por US$ 23.280, é possível comprar o Camaro 1LS com motor 3.6L V6 movido à gasolina e câmbio manual de seis marchas. Além de enorme, o motor é muito potente. O modelo acelera de zero a 100km/h em apenas 6 segundos.

O carro ainda vem com CD player, bluetooth, tecnologia de controle de estabilidade, monitorização da pressão dos pneus, airbags frontais e de cortina, direção hidráulica e ar-condicionado com controle de temperatura.

O Camaro começou a ser produzido em 1966 para concorrer com outros famosos “muscle car” americanos: o Ford Mustang e o Dodge Challenger. O modelo foi o grande astro do filme “Transformers” 1, 2 e 3 no papel de Bumblebee e também está presente em vários jogos de videogame, como “Test Drive” e “Need for Speed”.

No Brasil, o Camaro é vendido desde 2010, mas apenas na versão 6.2 V8 16V de 406 cavalos. De acordo com a tabela Fipe, o automóvel custa R$ 200.200.

No caso do Palio Weekend, desembolsando US$ 25.121,95, o consumidor brasileiro leva para casa um carro com motor 1.8 16V flex com câmbio manual de cinco marchas. O modelo acelera de zero a 100km/h em 10,7 segundos.

Neste caso, os itens de série são dois apoios de cabeça no banco traseiro, ar-condicionado, direção hidráulica, faróis de neblina e preparação para som e rodas em liga leve.

Recentemente, um artigo publicado pela revista americana Forbes reacendeu as discussões sobre o alto custo de venda dos veículos no Brasil. Na reportagem, o brasileiro era tratado com ingênuo, já que paga um valor muito alto por um carro que aqui é visto como modelo de luxo, mas que nos Estados Unidos não possui tanto glamour.

Com a intenção de provar essa diferença, um levantamento feito há pouco tempo comparou os preços de alguns modelos que são vendidos no Brasil e nos Estados Unidos.

De acordo com a pesquisa, uma Mercedes ML pode custar 253,33% a mais no Brasil que nos Estados Unidos. Segundo o levantamento, no Brasil o veículo é vendido por R$ 265 mil, enquanto nos Estados Unidos o mesmo modelo pode ser comprado por R$ 75 mil.

Entre as explicações para os altos preços dos automóveis no Brasil, estão os elevados impostos, o alto custo da mão de obra, a baixa competitividade das montadoras locais, o custo elevado de matérias-primas como o aço e a energia e a margem mais elevada das montadoras.

– 1 Trilhão de Impostos

Hoje, poderemos alcançar a impressionante marca de 1 trilhão de reais pagos em impostos no Brasil.

Fico pensando… tanto imposto, e ao mesmo tempo vemos tanto desvio de verba, corrupção, golpe, dinheiro mal gasto…

Quem vê, pensa que sobra verba nesse país. Na verdade, sobraria sim, se não existisse desvios. Ah, se todo o imposto arrecadado fosse bem aproveitado na Saúde, Educação e Segurança.

– Carros que Não valem o Preço

Há duas edições, a revista Forbes publicou uma matéria sobre o quão caro custam os automóveis brasileiros.

Para eles, não é compreensível que um Jeep Grand Cherokee, que custa R$ 56.000,00 nos EUA, saia para o brasileiro a R$ 181.000,00!

O sarro é o que a matéria diz:

“não é compreensível que carros como Toyota Corolla ou Honda Civic sejam veículos que dê status aos seus proprietários.”

Pois é. Pagamos bem caro para carros que são considerados comuns no mercado externo…

– A Crise do Óleo Diesel no Brasil

Poucos se aperceberam, mas o Brasil está à beira de um colapso pela falta de Diesel.

Devido à limitação da produção e alto consumo, o país não consegue produzir todo o Óleo Diesel que necessita. Assim, o preço sobe e a Petrobrás (que é quem distribui) limita por cotas o bombeio de combustível às demais distribuidoras, deixando muitos postos de combustíveis com o estoque baixo.

Sem contar que há falta de etanol no mercado (como o consumo aumentou devido a queda do preço, não há oferta suficiente e o preço tende a aumentar), e que estamos importando quase 20% da gasolina que consumimos no mercado interno.

Você está vendo benefícios do tão alardeado pré-sal, na prática?

– Nas Barbas dos Federais!

SÓ NO BRASIL ! – A 10 km da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, funciona a “Feira do Paraguai”, um tradicional ponto de venda de produtos pirateados e contrabandeados.

Precisa dizer algo?

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0948/economia/so-brasil-486158.html

NAS BARBAS DOS FEDERAIS

De terça a domingo, funciona em Brasília, a 10 quilômetros da Esplanada dos Ministérios, a “Feira do Paraguai”, um dos maiores centros de venda de produtos ilegais do país. O incrível é que a pirataria não só rola solta nas barbas do QG da Receita e da Polícia Federal mas também em terreno cedido pela União. Sim, são 70 000 metros quadrados doados pelo governo. Na época da doação, em 1997, a ideia foi concentrar ali ambulantes — que trabalhassem legalmente, é claro. Hoje, a feira é dominada por máfias e oferece todo tipo de muamba. Há desde cópias de produtos de grifes, como Louis Vuitton e Gucci, até remédios, armas e munição de procedência duvidosa — boa parte seria fruto de roubo de cargas. Como a contravenção permanece escancarada tão perto das autoridades? Parte da resposta é que há apenas seis auditores para fiscalizar toda a Região Centro-Oeste. Nos últimos três anos e meio, a PF e a Receita apreenderam 12,6 milhões de reais em mercadorias em batidas na feira. O valor é uma fração dos estimados 70 milhões por ano comercializados ilegalmente. Lá, como em tantas outras “feiras do Paraguai” espalhadas pelo país, a vizinhança com os federais não incomoda.

– A Poluição Visual das Eleições

Amigos, está um verdadeiro caos o canteiro central da Avenida Jundiaí, devido aos feiosos cavaletes de propaganda eleitoral!

Hoje, no cruzamento com a Amadeu Ribeiro, havia tantos cavaletes com fotos de candidatos que simplesmente os pedestres não tinham espaço para circular.

Cadê a Setransp?

Isso pode?

Além da poluição visual, existe o problema de atrapalhar o pedestre. Já pensou se boicotássemos os candidatos que poluíssem visualmente a cidade?

Sobrariam poucos…

– Quem quer ir para Pyongyang?

Muito interessante a matéria da Folha de São Paulo sobre as embaixadas brasileiras recentemente abertas em países não tão desejados em se viver.

Na Coréia do Norte, Sudão, Guiné-Bissau, entre outras, não tem brasileiro a fim de trabalhar na embaixada local. Sobram vagas e faltam funcionários!

Há uma matéria curiosa sobre um diplomata que diz que Guiné é muito pobre, e viver na sua capital é triste por ser “uma grande favela que cobre todo o município”…

Em Paris, Roma, Londres, o panorama é outro. Por quê será?

– Dilma 8 ou 80

E a Dona Dilma? Pesquisa sim, a popularidade aumenta. Pesquisa não, cai nas capitais.

Agora, coisas que pensaríamos não ver: a ex-comunista anunciando PPPs, privatização de estatais e enfrentando manifestação do MST!

Roteiro digno da administração neoliberal Fernando Henrique Cardoso, tão atacada pela mesma patota.

Então FHC estava certo e foi injustamente criticado, ou Dilma erra tanto quanto ele?

Ser pedra é fácil. Ser vitrine…

– As 4 Disciplinas Condensadas do Ensino Médio

Biologia, Química, Física, História, Sociologia, Geografia, Matemática, Artes, Inglês, Educação Física, Literatura, Português (e tantas outras disciplinas), poderão ser resumidas em 4 grandes grupos: Ciências Humanas, Ciências da Natureza, Matemática e Linguagem.

É esta a proposta do MEC. O que lhe parece?

Extraído de Folha de São Paulo, ed 16/08/2012, C3, por Fábio Takahashi

MEC VAI PROPOR FUSÃO DE DISCIPLINAS NO ENSINO MÉDIO

O Ministério da Educação prepara um novo currículo do ensino médio em que as atuais 13 disciplinas sejam distribuídas em apenas quatro áreas (ciências humanas, ciências da natureza, linguagem e matemática).

A mudança prevê que alunos de escolas públicas e privadas passem a ter, em vez de aulas específicas de biologia, física e química, atividades que integrem estes conteúdos (em ciências da natureza).

A proposta deve ser fechada ainda neste ano e encaminhada para discussão no Conselho Nacional de Educação, conforme a Folha informou ontem. Se aprovada, vai se tornar diretriz para todo o país.

Para o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, os alunos passarão a receber os conteúdos de forma mais integrada, o que facilita a compreensão do que é ensinado.

“O aluno não vai ter mais a dispersão de disciplinas”, afirmou Mercadante ontem, em entrevista à Folha.

Outra vantagem, diz, é que os professores poderão se fixar em uma escola.

Um docente de física, em vez de ensinar a disciplina em três colégios, por exemplo, fará parte do grupo de ciências da natureza em uma única escola. Ainda não está definida, porém, como será a distribuição dos docentes nas áreas.

A mudança curricular é uma resposta da pasta à baixa qualidade do ensino médio, especialmente o da rede pública, que concentra 88% das matrículas do país.

Dados do ministério mostram que, em geral, alunos das públicas estão mais de três anos defasados em relação aos das particulares.

Educadores ouvidos pela reportagem afirmaram que a proposta do governo é interessante, mas a implementação é difícil, uma vez que os professores foram formados nas disciplinas específicas.

O secretário da Educação Básica do ministério, Cesar Callegari, diz que os dados do ensino médio forçam a aceleração nas mudanças, mas afirma que o processo será negociado com os Estados, responsáveis pelas escolas.

Já a formação docente, afirma, será articulada com universidades e Capes (órgão da União responsável pela área).

Uma mudança mais imediata deverá ocorrer no material didático. Na compra que deve começar neste ano, a pasta procurará também livros que trabalhem as quatro áreas do conhecimento.

Organização semelhante foi sugerida em 2009, quando o governo anunciou que mandaria verbas a escolas que alterassem seus currículos. O projeto, porém, era de caráter experimental.

folhapress

– A Repulsa de Um Pai Foragido

Ontem foi Dia dos Pais, e a Revista Época trouxe com Cristiane Segatto, uma entrevista com Soraya e Vicente Abdelmassih, filhos adotivos do médico da clínica de fertilização que abusou sexualmente de dezenas de pacientes, Roger Abdelmassih (preso e depois fugitivo da Polícia).

Amigos, é de assustar! Ambos filhos revelam mágoa, e até certo ponto, ódio do pai! Ele, além de envergonhá-los com os crimes, deixou dívidas e mais dívidas para eles pagarem…

A propósito: por onde ele anda?

– A Seca que Virou Oportunidade!

Uma grave seca assola os produtores agrícolas dos EUA. Com isso, a produção de alimentos caiu abruptamente por lá devido a ela.

Uma curiosidade: cerca de 40% do milho produzido é destinado à produção do etanol. Com essa crise, o Governo quer que os agricultores destinem tudo o que produzir como alimento, já que o preço disparou.

Duas grandes oportunidades aos brasileiros: vender comida e vender etanol.

Estamos preparados para ganhar dinheiro com tais insumos?

– Turitas Americanos no Brasil Desconhecem Brasília

Olha só: divulgou-se uma pesquisa onde 75% dos turistas que chegam dos EUA aqui no Brasil desconhecem que Brasília é nossa capital.

Normal. E se fizéssemos uma pesquisa perguntando aos brasileiros qual a capital dos americanos? Tenho certeza que Nova Iorque ganharia de Washington.

Aliás, há muitas cidades que são as mais importantes de um país e que não são as capitais. Embora Roma, Paris ou Buenos Aires sejam as capitais e principais cidades respectivamente de Itália, França e Argentina, não vale dizer o mesmo de Johannesburgo, São Paulo, Zurique, Sidney, entre tantas outras.

Ter a maior economia nem sempre representa ser a capital política e administrativa, embora sua força econômica a influencie.

– A Cara Energia Elétrica

O Governo Paraguaio quer renegociar o valor da energia elétrica excedente de Itaipu, vendida ao Brasil (como é uma binacional, a hidreelétrica produz para os 2 países). Se fechada a negociação, lá vem aumento!

Porém, só europeus e japoneses pagam em seus lares uma conta tão alta quanto a nossa, segundo matéria da Época dessa semana. Veja o custo em R$/MWh:

1- Dinamarca: 724

24- Japão: 472

10- Brasil: 376

11- Turquia: 374

17- Estados Unidos: 235

19- México: 180

20 – Coréia do Sul: 169

Nossa renda é compatível para tal tarifa de luz?

– Prejuízo da Petrobrás alerta Motoristas

Olha lá: a Petrobrás teve prejuízo no último trimestre, após 15 anos contabilizando lucros. Os motivos são: variação do câmbio e preço baixo no mercado interno.

Entenda-se por preço baixo a comparação com o mercado externo, pois, logicamente, é caro para o consumidor brasileiro, devido a alta carga de impostos.

O medo é: anunciou prejuízo, na sequência se anuncia aumento de preços. Aguardemos!

– Brazucas sentiram a Pressão?

Cielo decepcionou. Se poupou de algumas provas e o Ouro não veio (O americano Phelps não se poupou e levou tudo).

Fabiana Murer culpou o vento pelo fiasco no salto de vara.

Meninas do basquete, que tanto torci (principalmente pelo treinador jundiaiense Tarallo), perdeu tudo até agora.

Vôlei Feminino? Tomou baile da Coréia do Sul.

Futebol das Mulheres? Por mais que queixemos de investimentos, também fez papelão. E o pior: as jogadoras, depois da derrota, aproveitaram para curtir a noite.

 

Sem ser piegas… mas não poderiam esperar a derrota esfriar para aproveitar o passeio? Tantos sorrisos dão a impressão de que não se importaram!

Parece que os atletas (de várias modalidades) sentiram a pressão, ou não estavam verdadeiramente comprometidos.

Aliás, que feio: primeiro caso de dopping foi de uma remadora do Brasil. Vergonha…

– Sonhos de Famílias, por João Ubaldo Ribeiro

Essa eu não sabia: O jornal espanhol “El País”, em matéria sobre o Brasil e a Corrupção, citou o consagrado escritor João Ubaldo Ribeiro. Segundo ele, o renomado letrado escreveu:

“No Brasil, o sonho de qualquer família é ter um parente ou um amigo que se eleja político, pois todos os problemas deles passariam a ser resolvidos”.

Sem comentários… é isso mesmo.

– A Gafe da Candidata à Prefeitura do RJ

Certas respostas de candidatos políticos são sempre prontas. E, por mais imbecis que sejam, beiram a gozação de tão estapafúrdias.

Mas uma atingiu o ridículo: a resposta da candidata à prefeitura do Rio de Janeiro, Aspásia Camargo, do PV. O programa humorístico CQC perguntou quais os projetos da candidata ao bairro de Maranducaia. Ela disse:

“Olha, Maranducaia, posso garantir a vocês que essa área pobre do Rio precisa de um projeto especial, porque estive em Maranducaia e falta tudo lá!”

Sabe qual a “bola fora”?

Maranducaia não existe. Foi um bairro fictício para enganar a candidata, que inclusive diz saber dos problemas existentes nesse lugarejo de mentirinha…

– Importação de Gasolina quebra Recordes!

Você sabia que o Brasil já gastou mais de US$ 1.5 bilhão para o país não parar por falta de Gasolina?

A história do pré-sal, da autosuficiência, do etanol como combustível do futuro…?

E aí, como ficam esses bla-bla-blás?

Extraído de: http://www.opovo.com.br/app/economia/2012/07/30/noticiaseconomia,2888498/importacao-de-gasolina-cresce-315.shtml

IMPORTAÇÃO DE GASOLINA CRESCE 315%

Para evitar um colapso no mercado doméstico, Brasil é obrigado a fazer compra recorde de combustível no exterior por US$ 1,4 bilhão

O Brasil está batendo recordes na importação de combustível. Sem etanol suficiente, produção de gasolina estagnada e consumo em alta, o País foi obrigado a elevar as compras externas para evitar um colapso no mercado doméstico. Só neste ano (até maio), o volume de gasolina importada cresceu 315%, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

As operações custaram cerca de US$ 1,4 bilhão. O valor representa 83% dos gastos realizados em todo o ano de 2011, quando as importações já haviam crescido 332%. Por enquanto, não há expectativa de mudança no cenário. 

O ritmo de importação deve continuar em alta, pelo menos, até o ano que vem. Depois, o crescimento deve se acomodar. A previsão de especialistas é de que as importações se estabilizem num nível elevado.

A solução do problema depende de uma série de fatores, como a entrada em operação das refinarias da Petrobras e a definição sobre o papel do etanol na matriz energética brasileira.

O setor, que passou os últimos anos trabalhando para liderar a exportação de etanol no mundo, teve de importar 1,45 bilhão de litros de etanol para atender o mercado. Enquanto isso, o consumo de combustíveis não parou de crescer, especialmente porque o governo deu subsídio para a compra do carro zero – de janeiro a junho deste ano, 1,6 milhão de carros novos entraram no mercado. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.

– Ice Cola: o Novo Calcanhar de Aquiles da Coca-Cola

A revista Época Negócios, da página 89-96 na edição de Julho 2012, trouxe na matéria de Robson Viturino um interessante artigo sobre o empresário Cláudio Bruehmueller e a criação da Ice Cola.

Nela, há algumas curiosidades:

– Na fábrica de Vargem Grande, os funcionários podem dormir em redes depois do almoço!

– A empresa é processada pela Coca-Cola por plágio do rótulo, devido as cores e logo da Ice Cola.

– Entre os parceiros, estão 15 empresas médias que a compõe, rendendo 2 bilhões de reais / ano.

– A Ice Cola tem 2% do mercado de colas, sendo que 88% é da Coca-Cola, 5,5% da Pepsi, 1% da Schin.

– No Brasil, 55% dos refrigerantes são cola; 22% guaranás, 11% laranja, 5% limão e 3% uva.

– Mensalão e o Julgamento. Sobrará pra quem?

Todas as revistas semanais, jornais e meios de comunicação só terão um único e relevante assunto nessa semana: o Mensalão!

Capítulo nefasto da história política do Brasil, onde incrivelmente o ex-presidente Lula saiu ileso das críticas populares (ou seja: do Povão!), pode ser que a culpa recaia sobre poucos, para salvar a maioria, no julgamento que ocorrerá na próxima terça-feira.

Nenhuma novidade, já sabemos como infelizmente o Congresso funciona. A única novidade de tudo isso é Marcos Valério.

Sim, o “carequinha”, como houvera chamado o agora enfermo Roberto Jefferson, nessa feita tem cabelo!

É o fato novo…

– Índio não quer apito. Índio quer… Grana!

Índios estão ocupando o canteiro de obras em Belo Monte, onde uma grande hidreelétrica está sendo construída.

Vejo pela imprensa que eles querem ser indenizados, pois reclamam que a terra sempre foi de propriedade indígena (mesmo não sendo reserva reconhecida).

Para os 12 líderes saírem de lá, exigiram:

– 40 pick ups Toyota Hilux,

– 23 tratores,

– 20 barcos,

– 12 micro-ônibus,

– 09 ambulâncias,

– 303 casas de alvenaria,

– internet sem fio para suas tribos,

– 1300 cabeças de gado, e,

– R$ 3 milhões a cada líder.

Tá “fácil” sair negócio, não?

– Novas Cédulas: E as Rejeições?

Novas cédulas de 20 e 10 reais começarão a circular nesta segunda-feira, com as mesmas inovações das notas novas de 50 e 100 que já são conhecidas (as de 2 e de 5, em breve).

Dá para acreditar que tem gente que as rejeita, por desconfiar delas? Coisas do povo…

 

Aliás, cadê a antiga nota de 10, aquela de plástico? Teria sido uma ideia furada? Mas um detalhe: ela ainda vale (assim como a verdinha de 1 real).