– Fundo Eleitoral: vete mesmo, Presidente!

Nessa, ninguém poderá discordar de Bolsonaro: há pouco ele disse à TV Brasil que o Fundo Eleitoral de quase 6 bilhões é “astronômico e irá vetá-lo”.

Boa… não devia nem ter passado pelo Congresso. Aliás, a “guarda-costas” dele, Deputada Carla Zambelli, teve a coragem de criticar o Fundo Eleitoral, falar da LDO e… votar a favor. Como explicar?

– Pazuello e a negociação da Coronavac.

Esquerda, Direita, Centro / PT, PSDB, PSL / Lula, Bolsonaro, Ciro, Marina, Dória, Boulos, Amoedo / Civil, Militar / Presidencialismo, Parlamentarismo / República, Império … não importa a ideologia, regime ou os nomes dos políticos. O bom político é o HONESTO, COMPETENTE e que tenha CREDIBILIDADE (e penso que não citei nenhum com essas características, acima).

Tudo isso para dizer: que tristeza ler manchetes como essa – a de superfaturamento no preço de vacinas (bem como de verbas desviadas de governadores ou corrupção do Governo – do atual ou dos anteriores).

Abaixo: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2021/07/fora-da-agenda-pazuello-negociou-coronavac-com-intermediaria-e-pelo-triplo-do-preco-veja-video.shtml

PAZUELLO NEGOCIOU CORONAVAC PELO TRIPLO DO PREÇO

Além da discrepância no valor da vacina, encontro no Ministério da Saúde contradiz o que general da ativa disse à CPI da Covid

O então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, prometeu a um grupo de intermediadores comprar 30 milhões de doses da vacina chinesa Coronavac que foram formalmente oferecidas ao governo Jair Bolsonaro por quase o triplo do preço negociado pelo Instituto Butantan.

A negociação, em uma reunião no ministério fora da agenda oficial, em 11 de março, teve o seu desfecho registrado em um vídeo em que o general da ativa do Exército aparece ao lado de quatro pessoas que representariam a World Brands, uma empresa de Santa Catarina que lida com comércio exterior.

A gravação, obtida pela Folha e já de posse da CPI da Covid no Senado, foi realizada no gabinete do então secretário-executivo da pasta, o coronel da reserva Elcio Franco. Nela, Pazuello relata o que seria o resumo do encontro.

“Já saímos daqui hoje com o memorando de entendimento já assinado e com o compromisso do ministério de celebrar, no mais curto prazo, o contrato para podermos receber essas 30 milhões de doses no mais curto prazo possível para atender a nossa população”, diz o então ministro, segundo quem a compra seria feita diretamente com o governo chinês.

A proposta da World Brands, também obtida pela Folha, oferece os 30 milhões de doses da vacina do laboratório chinês Sinovac pelo preço unitário de US$ 28 a dose, com depósito de metade do valor total da compra (R$ 4,65 bilhões, considerando a cotação do dólar à época) até dois dias após a assinatura do contrato.

Naquele dia, 11 de março, o governo brasileiro já havia anunciado, dois meses antes, a aquisição de 100 milhões de doses da Coronavac via Instituto Butatan, pelo preço de US$ 10 a dose. A demissão de Pazuello seria tornada pública por Bolsonaro quatro dias depois, em 15 de março.

Além da discrepância no preço, o encontro fora da agenda contradiz o que Pazuello afirmou em depoimento à CPI, em 19 de maio. Aos senadores o general disse que não liderou as negociações com a Pfizer sob o argumento de que um ministro jamais deve receber ou negociar com uma empresa.

“Pela simples razão de que eu sou o dirigente máximo, eu sou o ‘decisor’, eu não posso negociar com a empresa. Quem negocia com a empresa é o nível administrativo, não o ministro. Se o ministro… Jamais deve receber uma empresa, o senhor [senador Renan Calheiros] deveria saber disso”, disse Pazuello à CPI.

No vídeo, um empresário que Pazuello identifica como “John” agradece a oportunidade do ministro recebê-lo e diz que podem ser feitas outras parcerias “com tanta porta aberta que o ministro nos propôs”.

A reunião dos empresários foi marcada com o gabinete de Elcio Franco, que recebeu o grupo. Segundo ex-assessores da pasta, Pazuello foi chamado à sala, ouviu o relato da reunião e fez o vídeo.

Três pessoas que acompanharam a reunião disseram que o vídeo foi gravado mesmo antes de Pazuello conhecer o preço da vacina.

Segundo um ex-auxiliar do ministro, a ideia era propagandear nas redes sociais o avanço em uma negociação, no momento em que o governo era pressionado a ampliar o portfólio de vacinas.

Após a gravação, de acordo com os relatos colhidos pela Folha, parte da equipe do ministro pediu que os empresários não compartilhassem o vídeo, que foi feito por meio do aparelho celular do empresário identificado como “John”.

Um dos assessores de Pazuello teria alertado o general após a reunião de que a proposta era incomum, acima do preço, e a empresa poderia não ser representante oficial da fabricante da vacina.

Caso o negócio fosse adiante, as doses seriam as mais caras contratadas pelo ministério, posto hoje ocupado pela indiana Covaxin (US$ 15), que tem o contrato suspenso por suspeitas de irregularidades.

A proposta da empresa tem data do dia 10 de março, véspera da reunião com Pazuello. Segundo dois auxiliares do ex-ministro e um dos empresários que acompanharam a conversa, a oferta só chegou à pasta no dia do encontro.

Apesar de Pazuello ter dito no vídeo que havia assinado um memorando de entendimento para a compra, a negociação não prosperou.

O governo Bolsonaro resistiu em negociar a Coronavac. Em outubro de 2020, o presidente forçou Pazuello a recuar de uma promessa de compra da vacina. “Um manda e outro obedece”, justificou o general em vídeo ao lado do mandatário.

O presidente chegou a dizer que não compraria a vacina mesmo quando a Anvisa desse aval para o uso. “Da China nós não compraremos, é decisão minha. Eu não acredito que ela [vacina] transmita segurança suficiente para a população pela sua origem”, declarou o presidente em 22 de outubro.

Para a CPI da Covid, o governo desdenhou de negociações diretas com fabricantes como a Pfizer, enquanto abriu as portas para representantes de intermediárias que atuavam sem o aval dos laboratórios.

Em uma das tratativas dessa linha de maior repercussão, o cabo da polícia militar Luiz Paulo Dominghetti teve três reuniões com a cúpula do Ministério da Saúde, e afirma que chegou a receber pedido de propina de US$ 1 por dose para destravar uma compra de 400 milhões de unidades da AstraZeneca.

Procurados, Pazuello, Franco e a Casa Civil —onde os militares hoje despacham como assessores de Bolsonaro— não se manifestaram sobre a reunião do dia 11 de março.

Em nota, a Sinovac disse que APENAS (em letras garrafais, na resposta em inglês) o Instituto Butantan pode oferecer a Coronavac no Brasil.

Segundo registros da Receita Federal, a World Brands tem capital social de R$ 5 milhões e atua com comércio de diversos produtos, como materiais para uso médico, além de atividades de agenciamento marítimo e de despachantes aduaneiros.

O empresário identificado como “John” afirmou à Folha que havia uma cota da Coronavac que poderia ser ofertada ao Brasil.

Ele disse ser um “parceiro” da World Brands, mas encerrou a conversa telefônica com a reportagem quando foi questionado sobre detalhes das negociações e nomes dos presentes na reunião, como o dele mesmo.

A Folha perguntou ao Ministério da Saúde quem participou da reunião, com quem ela foi agendada e os motivos pelos quais o encontro não apareceu na agenda oficial dos ex-integrantes da cúpula da pasta.

Também perguntou qual encaminhamento foi dado à proposta. A pasta não respondeu a nenhum dos questionamentos e disse apenas que as agendas públicas de autoridades exoneradas podem ser acessadas por meio de um link oficial.

Após a públicação da reportagem, o ministério afirmou, em nota, que desconhece qualquer memorando de entendimento feito pela gestão Pazuello. “A atual gestão da pasta não tem conhecimento de memorando de entendimentos para aquisição de doses da Coronavac.”

O atual secretário-executivo da pasta, Rodrigo Cruz, disse que não sabia da negociação citada no vídeo. “Tomei conhecimento pela imprensa.”

A World Brands disse apenas: “Proposta efetuada, nenhuma resposta efetiva recebida, negócio não efetuado”. A empresa não quis informar o nome dos participantes da reunião e se eles tinham de fato aval da Sinovac para a venda ao governo federal.

 

– A carga de impostos no seu dia-a-dia…

E há aqueles que “dão de ombros” para tamanha carga de tributos nas coisas que consumimos…

Abaixo:

– Dia da Revolução Paulista de 1932

Hoje é o dia da lembrança mais importante do Estado de São Paulo: a data (09 de Julho*) em que os paulistas saíram pedindo o fim do absolutismo de Getúlio Vargas e a elaboração de uma nova Constituição Brasileira.

Claro que o conflito teve outros interesses, como uma espécie de não aceitação dos acordos políticos do país naquele momento e a minimização da importância de SP na influência nacional. Em alguns momentos, tendeu a ser um movimento separatista, com emissão até de moeda paulista.

Que São Paulo não se acomode com a corrupção e desmandos como fez outrora!

*LEMBRANDO: o feriado foi adiantado neste tempo de pandemia…

– Como a inflação corrói nosso dinheiro…

Se eu tivesse uma nota de R$ 100,00 em 1994, compraria muito mais do que hoje…

Olhe aí esse gráfico, mostrando o poder de compra (abaixo):

– Um Stormtrooper pedindo ajuda no RJ?

Coisas da carestia brasileira?

Talvez.

Um stormtrooper, saído diretamente de Star Wars, vindo sei lá de qual galáxia, pedindo esmola / contribuição / ajuda nas ruas (esse, no Rio de Janeiro).

E não estou debochando: repararam quantas pessoas estão vestindo fantasias de personagens famosos do cinema e pedem colaboração nos semáforos?

Será que, em condições normais da Economia, num mundo ideal, estariam em um subemprego como esse?

Certamente não é exclusividade tal situação em nosso país.

– Praia da Bruna, litoral alagoano.

Ô, saudade de curtir uma preguiça!

Relembrando um dia bom: 28/12/2018, Praia da Bruna – Maragogi/AL.

Quando terei:
– tempo,
– dinheiro e
– segurança pós-pandemia?

Vontade de ir pra lá de novo é grande, mas me carecem os itens acima…

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– A quem interessa o Analfabetismo Funcional de muitos brasileiros?

O Brasil (números oficiais) possui 6,6% da sua população composta por analfabetos acima de 15 anos, ou, se preferir, 11 milhões de brasileiros. É muita gente! A taxa de analfabetismo salta para 13,9% da população no Nordeste.

Mas um número mais assustador ainda pode ser o de analfabetos funcionais. O Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional (INAF) mostrou que 30% da população não consegue interpretar textos simples! É quase 1/3 da população e que, sabemos, boa parte está na escola e não consegue melhorar seus conhecimentos.

Aí vem outra observação: o que se tem feito para acabar com esse problema? Nos diversos últimos governos (sabidamente, de ideologias diferentes entre si) não tivemos nenhuma medida drástica / prioritária. Seria, portanto, má gestão da Educação, falta de recursos para investimentos ou, na pior das hipóteses, manter o povo ignorante?

Triste o país que não se preocupa com o ensino.

Analfabetismo Funcional Afeta Ensino Superior

– E prenderam o Lázaro. Até que enfim!

Arre que a Polícia prendeu, após 20 dias, o bandido Lázaro Barbosa. Ela conseguiu chegar a ele após prender um ex-patrão que cuidou do meliante, e que ajudou nas investigações. Nesta manhã, conseguiu localizá-lo na região e após cerco, ele se rendeu.

O detalhe é: o cara havia criado perfis falsos nas Redes Sociais e acompanhava a repercussão sobre sua fuga, sabendo as informações do que a Polícia fazia ou não.

Para mim, uma surpresa o criminoso ser capturado vivo. Afinal, parece que ele “matava por aluguel” (ele poderia – hipoteticamente – estar aterrorizando a mando de especuladores fundiários, que queriam comprar terras baratas). Aguardemos mais detalhes dos motivos que o levaram a cometer tantas barbaridades.

IMPORTANTE: Após o anúncio da prisão, surgiu a informação na TV Record de que ele foi morto durante a prisão. Esperemos atualizações!

ATUALIZANDO, 10h20: Segundo a Rádio Bandeirantes, Lázaro foi baleado em combate e morreu (“Após troca de tiros, Lázaro chegou ao hospital com 3 perfurações na cabeça e outras no restante do corpo, segundo autoridades.”).

Crédito: Divulgação/ PCGO

– Lázaro: um “super bandido” ou há uma certa incompetência na sua captura?

Esse Lázaro é uma espécie de “Rambo do Mal” (se é que o Rambo hollywoodiano era “do bem”)?

Com todo aparato de busca contra ele, centenas de pessoas e equipamentos de última geração, em meio a uma pandemia… e ele não é encontrado!

Estando no meio do mato, dorme onde? Nenhum bicho selvagem morde ele? E a alimentação para ter energia, de onde vem? Noção de localização, por exemplo, é resolvida com bússola? Recarregar celular nem pensar.

Certamente, sua “saga”, acompanhada dos horrendos crimes, virará filme. Mas fica uma pontinha de dúvida: ele é tão “liso” que se esconde com perfeição, ou há um pouco de incompetência na sua captura?

Continuar lendo →

– De novo “causando”, Bolsonaro?

Pobre Brasil… Aguentar um presidente birrento, que apesar de alguns bons ministros, se perde por si próprio, ninguém merece.

O corrupto Lula não emplacou seu candidato por conta das mentiras que promoveu com o Mensalão e Petrolão, fomentando a urgente troca do poder. Surgiu Bolsonaro, que apesar da virtude anti-lulista, se mostrou incapaz de unir o país e se perdeu na pandemia, com incentivo à aglomeração, desconfiança do uso de máscaras e negacionismo inicial das vacinas.

Não é possível que não surja um nome de credibilidade entre o ladrão e o incompetente! Meu Deus…

O chilique contra a jornalista em Guaratinguetá, abaixo, ou em: https://twitter.com/choquei/status/1407025511801425924?s=21

– A capa da Folha merece aplausos.

Que capa da Folha de São Paulo sobre os 500 mil mortos por Covid, amigos!
Independente da ideologia política ou simpatia / antipatia ao jornal, não há como deixar em dizer que houve sensibilidade.
Veja só:
Imagem

– Lázaro.

Sobre o bandido foragido Lázaro, de crimes absurdamente macabros, falamos dias atrás aqui: https://wp.me/p4RTuC-vxN.

O assunto agora é: como se dará a prisão, se é que ele será preso ou morto em confronto?

Antigamente, se esperava a hora do “Jornal Nacional” ou do “Fantástico” para aumentar a repercussão e noticiar o ocorrido de algo impactante. Não será assim dessa vez, mas certamente haverá uma espetacularização. E aí vem o medo: o “glamour” para um criminoso!

Não dá para esperar que, pelo que ele fez ou que faz, a coisa acabe bem… aliás, o trabalho que está dando para a Polícia é um típico roteiro de filme.

A pergunta é: por que matar sem piedade?

– Um povo acolhedor?

BRASIL – Nosso país deixou de ser um país hospitaleiro / pacífico / que ri mesmo com problemas?

A “pilhagem política” mudou tudo isso?

Refletindo em: https://youtu.be/UXoescM82HM

– Imitem as meninas do Brasil, rapazes!

Ontem falamos sobre a coragem das jogadoras da Seleção Brasileira de futebol feminino, que protestaram contra o assédio sexual – em clara resposta ao chefe delas na CBF, Rogério Caboclo.

As meninas divulgaram um manifesto (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-vpX) e entraram em campo com uma faixa (abaixo).

Será que neste domingo, na abertura da Copa América 2021 (que deverá ter bastante audiência) os jogadores da Seleção de futebol masculino, que tanto agitaram na semana mas se omitiram quanto a isso, se pronunciarão também?

Seria digno imitarem o gesto das suas colegas e fazerem o mesmo. Mais ainda: se fizerem tal ato por altruísmo / cidadania, não por demagogia / marketing!

– O ineditismo de uma pandemia em meio a globalização!

Tudo o que está escrito nesta postagem redigida há 1 ano, vale para hoje. Abaixo:

Nas festas de final de ano 2019, quem imaginou que 2020 seria um ano tão travado? Aliás, o “ano novo” não começou mesmo, e, pelo jeito, não começará de verdade do jeito que gostaríamos já que estamos em meados de junho.

Quantas pessoas você conhece que passaram por uma pandemia e se recordam como ela foi? As mais idosas vivas (centenárias) eram crianças quando ocorreu a última, a da Gripe Espanhola, que durou de 1918 a 1920 (portanto, há 100 anos).

Repare nesses números: crê-se que a Influenza tenha atingido meio bilhão de pessoas, com 50 milhões de mortos. Mas considere:

– O mundo estava saindo da Primeira Guerra Mundial, então as Economias pegaram o efeito da pandemia já cambaleadas;

– A Globalização era algo muito ínfimo. De tal forma, a doença “não viajava” como ela faz hoje, se concentrando nos centros mais populosos próximos de onde ela ganhava corpo.

– A desinformação era diferente da falta de informação. Explico: hoje, morre-se menos porquê temos mais informação de boa qualidade e as pessoas sabem corretamente como se precaver (caso pesquisem). Naquele tempo, não tínhamos “informação via satélite” e nem sonhávamos com a Internet e por esse motivo, a falta de cuidado e de alertas era maior. Boatos, como os de hoje, existiam também (na versão de Fake News daquele período de época). Porém, pela falta de recursos tecnológicos, era mais difícil desmentir. Hoje, temos informação de boa qualidade duelando contra as mentiras. Naquela época, a pouca informação lutava contra a desinformação (a informação errada, mas não proposital) e a boataria (nossas Fakes News de hoje).

– A Medicina, evidentemente, é muito mais avançada hoje do que há 100 anos – não só pelas drogas descobertas mas também pelo intercâmbio de médicos e troca de pesquisas em tempo real.

Diante de tudo isso, vemos uma questão político e social que nos traz medo e incertezas, com empresas quebrando e simultaneamente ocorrendo revoltas de lados ambíguos da população (contra ou não o isolamento).

O problema do capital de giro e prejuízos do Mercado nunca vai se equilibrar com o dano das mortes. Não existe “preço pela vida”, mas deveria se existir o bom senso de otimizar e se programar para a pausa das atividades. Diante desse impasse (ou melhor, dessa imprudência das autoridades), ninguém conseguiu resolver a contento.

Todos os setores hoje são atingidos. Talvez depois da Segunda Guerra Mundial, tenha sido a primeira catástrofe global que vivemos. Se ela não for, certamente é na questão de acompanhamento e debates on-line.

Por curiosidade: a APEA, que era a “Federação Paulista de Futebol de então”, anunciou a suspensão do Campeonato Paulista de 1918 devido à epidemia de Gripe Espanhola citada anteriormente (e que matou 35 mil brasileiros). Os jogos foram retomados no fim do ano, e o campeonato foi concluído no início de 1919, com o Paulistano-SP campeão. E importante: o presidente Rodrigues Alves foi uma das vítimas.

Se o Brasil parou por quase 1 ano há 102 anos, tendo 35 mil mortos totalizados e com as condições precárias de saneamento básico e saúde da 2ª década do século XX, compare com o número de vítimas atuais em nosso país.

É lógico que temos culpados por tudo isso: o descuidado em impedir a entrada do vírus no país (quando houve as notícias dos primeiros casos da Itália, a Argentina fechou imediatamente a entrada de italianos e voos procedentes de lá). Nosso Presidente da República pouco ajudou nos exemplos de prevenção e debochou por diversas vezes da pandemia (sem contar que não evitou aglomerações); em contrapartida, os Governadores não se esforçaram em tomar cuidado com a compra de respiradores ou na montagem de Hospitais de Campanha a preços honestos, permitindo (consciente ou não) a corrupção. Por último, ninguém preparou as empresas para dias de fechamento: fizeram as pessoas ficarem em casa antes do pico e as liberaram durante esse período mais crítico (deveria ser exatamente o contrário). Fizemos tudo errado (mesmo tendo outras nações que começaram antes com o Novo Coronavírus e que poderiam ter servido de modelo para nós).

Contra o Covid, precisamos sem dúvida de Ciência, de boa Gestão da Saúde Pública, de Cidadania, de Solidariedade e Fé para não enlouquecermos.

Repare nos conselhos contra a Pandemia da Gripe Espanhola há 100 anos:

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Por último, acrescente algumas notícias dos jornais da época:

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– Sejamos justos e avaliemos os prós e contras uma Copa América no Brasil.

Quando um país realiza grandes eventos, ele espera as benesses de tal investimento: o retorno financeiro, por exemplo, é um deles. As obras de infraestrutura que posteriormente beneficiarão a população, outra possibilidade. O maior número de movimentações financeiras no setor do Turismo, idem. A Economia se efervescendo, mais um fator.

Avalie: teremos isso em nosso país, ao sediar a Copa América 2021 emergencialmente?

Nos jogos que sejam de grande magnitude, você planeja anos para se fazer o melhor. Na urgência, faz-se o que pode. E nesta competição sem torcida, sem planejamento adequado e com níveis baixíssimos de permissão e de desejo para o turismo, fica difícil achar que a viabilidade é boa.

Acrescente o fato: a Colômbia abandonou a organização pela instabilidade política. A Argentina o fez pela pandemia. Temos calmaria em nosso país, sem esses problemas dos nossos vizinhos?

Por mais que se fale que o evento é privado (Ricardo Teixeira, quando ocorreu o anúncio da Copa de 2014 no Brasil, declarou que “não teria dinheiro público na Copa”), é difícil crer que os Estados e Municípios não terão despesas.

Por fim: sobre a Pandemia em si. Eu sei que existem competições em andamento e protocolos sanitários (nem sempre cumpridos – observe-se isso), e que muita gente se apega a esse ponto: dá-se para jogar com segurança. Mas e as aglomerações nos entornos, os aeroportos, as logísticas e tanto outros problemas?

Minha particular opinião: é totalmente desnecessário organizar a Copa América agora, pois não traz lucro a ninguém. Imagine, ainda, se algum grande clube tiver que mandar seu jogo fora do seu estádio pois terá que ceder à Conmebol… Pensou a chiadeira do Flamengo, se hipoteticamente tiver que jogar fora do Maracanã para um Bolívia x Equador?

Minimizaria-se tudo isso se existisse pausa no Brasileirão, o que não acontecerá.

A toda essa inoportunidade, surgem os memes, como esse abaixo da logo e do mascote. Veja:

– Cansei de Política – e de fanático por ela.

Quando vejo as manifestações pró e contra Governo, ou quando leio os motivos de defesa e de ataque, me assunto com a dualidade: para uns, é santo imaculado; para outros, é pecador endemoniado.

O pior é que vejo bolsonaristas e lulistas usando argumentos forçados. Ora, todos tiveram seus erros (Bolsonaro, na péssima condução da pandemia; Lula, na corrupção a níveis nunca vistos). E tiveram algumas virtudes, que não conseguem se sobressair aos seus defeitos.

Aí, quando o fanático mais exaltado lê, vai dizer que “Bolsonaro financiou pesquisas e comprou vacinas” (como se não tivesse tido um discurso negacionista por tempos), ou que “Lula deu emprego, renda e pujança econômica” (como se não fosse um “castelo de cartas” que desabou na primeira crise, somado ao Mensalão e Petrolão).

Dória, Ciro, Amoêdo, Marina… nenhum dos candidatos (ou pré-candidatos) me transmitem seriedade, competência e honestidade.

Cansa.

– O bem humorado Papa, na brincadeira da Cachaça com o Brasil.

Sou fã de Francisco!

E se o Papa disse… o jeito é tomar pinga mesmo… 😂

Extraído de: https://www.terra.com.br/amp/noticias/mundo/brasileiros-nao-tem-salvacao-e-muita-cachaca-brinca-papa,fb7dd06d96980b07564cf268c054f3c4otz9ze40.html

“BRASILEIRO NÃO TEM SALVAÇÃO, É MUITA CACHAÇA”, BRINCA O PAPA

Em um momento descontraído no final da audiência geral nesta quarta-feira (26), no Vaticano, o papa Francisco fez uma piada com um grupo de brasileiros.
Ao caminhar pelo pátio de San Damaso, o Pontífice foi abordado pelo padre João Paulo, de Campina Grande (PB), que pediu orações para a população do Brasil. “Santo Padre, reze por nós, brasileiros”, disse.
Francisco, por sua vez, respondeu sorrindo: “Vocês não têm salvação. É muita cachaça e pouca oração”, brincou.
Um vídeo da brincadeira foi publicado nas redes sociais de correspondentes de rádio e televisão do país latino-americano.
Na última segunda-feira (24), o argentino também protagonizou um momento inusitado ao beber chimarrão oferecido pelo jornalista gaúcho Jackson Erpen, durante visita na redação da Rádio Vaticano.

Em: https://fb.watch/5KnVcPDlyh/

– Giovani Cherini e a bobagem sobre a morte de Bruno Covas!

Eu sofro com o uso de máscaras: incomodam, não consigo entender o que os outros falam e me sufocam. MAS SÃO NECESSÁRIAS no combate à pandemia. Todos devemos usá-las.

Me surpreende a fala contra elas do deputado gaúcho Cherini, tamanha a idiotice proferida. Leia o absurdo:

“O vice-líder do governo na Câmara, deputado Giovani Cherini (PL-RS) criticou o uso de máscaras no combate à proliferação da Covid-19 e atribuiu a morte do prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB) ao uso do equipamento facial durante fala na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) nesta segunda-feira (17).
‘Falaram tanto do nosso querido e saudoso Bruno Covas. A máscara que ele usou durante toda a campanha pode ter prejudicado o câncer que ele teve’, afirmou, sem apresentar nenhuma evidência da correlação. Ainda em sua fala, disse que a ‘máscara tem causado ansiedade nos brasileiros’”*.

Pode?

Não é de grande irresponsabilidade correlacionar coisas distintas, parecendo que uma implica na outra?

Pra quê criar uma confusão na cabeça do povo, a partir de mentiras e bobagens que nunca uma autoridade poderia dizer…

*Extraído de: https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2021-05-17/-deputado-relaciona-uso-de-mascara-com-morte-bruno-covas.html

Deputado federal Giovani Cherini (PL) relacionou morte de Bruno Covas com uso de máscara

– Como identificar notas falsas?

Na região de Jundiaí, constantes golpes com notas falsas têm sido tentados; alguns frustrados, outros com sucesso.

É difícil identificar uma boa falsificação. Vez ou outra ouvimos notícias de que até mesmo em caixas eletrônicos pessoas recebem notas falsas. Mas vão algumas dicas:

(Extraído de http://www.acescp.com.br/ace2012/index.php/scpc/2012-03-21-22-23-24/76-dicas-sobre-como-reconhecer-notas-falsas.html)

DICAS PARA EVITAR NOTAS FALSAS

Quando você receber uma cédula veja sempre os principais elementos de segurança: a marca d’água, a imagem latente e o registro coincidente.
Cerca de 60% das cédulas falsas não possuem marca d’água. O fato do papel ser aparentemente verdadeiro, porém, não garante que a cédula seja autêntica. 15% das falsificações do Real são obtidas a partir da lavagem de cédulas de menor valor. As demais cédulas falsificadas (aproximadamente 25% do total) utilizam papel parecido, mas não autêntico, com marcas de água diferentes e vários outros detalhes alterados em relação as cédulas verdadeiras.

1. Observe a marca d’água. Cerca de 60% das cédulas falsas retidas pelo Banco Central não apresentam marca d’água.

Segure a cédula contra a luz, olhando para o lado que contém a numeração. Observe na área clara à esquerda, as figuras que representam a República ou a Bandeira Nacional, em tons que variam do claro ao escuro.

As cédulas de R$50,00 e R$100,00 apresentam como marca d’água apenas a figura da República.

As cédulas de R$1,00, R$5,00 e R$10,00 podem apresentar como marca d’água a figura da República ou a Bandeira Nacional.

A cédula de R$2,00 apresenta como marca d’água apenas a figura da tartaruga marinha com o número 2.

A cédula de R$20,00 apresenta como marca d’água apenas a figura do mico-leão-dourado com o número 20.

2. Sinta com os dedos o papel e a impressão.

O papel legítimo é menos liso que o papel comum.
A impressão apresenta relevo na figura da República (efígie), onde está escrito “BANCO CENTRAL DO BRASIL” e nos números do valor da cédula.

3. Observe a estrela do símbolo das Armas Nacionais nos dois lados da cédula.

Olhando a nota contra a luz, o desenho das Armas Nacionais impresso em um lado deve se ajustar exatamente ao mesmo desenho do outro lado.

4. Observe as micro impressões.

Com o auxílio de uma lente, pequenas letras “B” e “C” poderão ser lidas na faixa clara entre a figura da República (efígie) e o registro coincidente (Armas Nacionais) e no interior dos números que representam o valor.

5. Observe a imagem latente.

Observando o lado da cédula que contém a numeração, olhe a partir do canto inferior esquerdo, colocando-a na altura dos olhos, sob luz natural abundante: ficarão visíveis as letras “B” e “C”.

6 . Linhas multidirecionais.

As notas de real também contam com linhas retas, paralelas, extremamente finas e bastante próximas entre si, dando a idéia de que houve uma impressão contínua no local. Apesar de estarem em toda a extensão da cédula, as linhas podem ser vistas mais facilmente na área da marca d’água.

7 . Fibras coloridas.

Ao longo de toda a cédula, podem ser vistos pequenos fios espalhados no papel, nas cores vermelha, azul e verde, em ambos os lados.

8 . Fio de segurança.

Um fio vertical, de cor escura, está embutido no papel da cédula. Ele pode ser facilmente visto contra a luz. Está presente em todas as cédulas, menos nas de R$ 1 e R$ 5, que apresentam, como marca d’água, a figura da Bandeira Nacional.

9 . Fibras sensíveis à luz ultravioleta.

São pequenos fios espalhados no papel, que se tornam visíveis, na cor lilás, quando expostos à luz ultravioleta. São encontrados nos dois lados da cédula.

10 . Microchancelas.

São as duas assinaturas – uma do Ministro da Fazenda, outra do Presidente do Banco Central do Brasil. Sem as assinaturas as cédulas não têm valor legal.

11. Sempre que possível, compare a cédula suspeita com outra que se tenha certeza ser verdadeira.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– Os candidatos para a última eleição eram bons?

Você provavelmente já ouviu algum amigo falando mais ou menos o seguinte:

“Eu não tinha quem escolher nas Eleições para presidente. Votar no Haddad era devolver o PT ao poder e voltar a esculhambação, daí votei no Bolsonaro que era o menos pior”.

Pô, fora o Branco e Nulo, existiam como opções:

Ciro Gomes; Geraldo Alckmin; Marina Silva; Henrique Meirelles; João Amoêdo; Eymael; Cabo Daciolo; João Goulart; Vera Lucia; Guilherme Boulos.

Tinha candidato de direita e de esquerda; tinha liberal, conservador e anarquista. Tinha até doido!

Mas algo que agora se percebe, depois de algum tempo: temos “várias Direitas” e “várias Esquerdas” no Brasil – a do Bolsonaro (rachada pelos olavistas, militares e outros parceiros) a do Doria e a do Amoedo; e do outro lado a do Lula, a do Ciro + Marina e a do Boulos.

Aliás, é muito complicada a rotulação de D e E hoje. O certo é que existem “rachas” dentro e fora do Governo, para complicar mais ainda a situação da nação.

– E acabaram as 2as doses da Coronavac, por enquanto…

Que pepino! Mais de 70 cidades suspenderam a 2a dose da vacinação contra a Covid por falta de vacinas Coronavac. O Butantan (que é o fabricante no Brasil) não consegue produzir novos lotes (pois precisa de insumos, que vêm da China e estão escassos devido à demanda), e não há muito o que fazer.

A questão é: deveria-se dar menos “1as doses” e guardar as “2as doses” para os já vacinados (e assim não perder a primeira vacinação de quem tomou, pois existe o risco) ou não?

Claro, com planejamento, planos A e B, tudo seria melhor. Mas quem pode responder isso é a comunidade científica. Mas algo importante: “brigar com os chineses”, que são os produtores dos insumos, é dar “tiro no pé”.

– REPOST: Os 7 mitos futebolísticos do Brasil, segundo a France Football

De 2014:

A Revista France Football divulgou em seu site uma matéria sobre “7 falsas idéias sobre o futebol brasileiro”, querendo desvendar os mitos que os apaixonados pelo esporte acreditam.

São eles (extraídos de: http://is.gd/sAOvNe):

1 – O FUTEBOL BRASILEIRO É ESPETACULAR

A Seleção Brasileira, há muito, perdeu o seu encanto, seu toque de loucura que a diferenciava de todas as outras. Foi-se o tempo do futebol bonito, agora, é eficência em primeiro lugar.

2 – TODOS OS BRASILEIROS TÊM TÉCNICA


No imaginário ocidental, o jovem brasileiro aperfeiçoa suas técnicas com os pés enfiados nas areias de Copacabana debaixo do sol e nas quadras de futsal. Mas o futebol de alguns brasileiros, e não apenas daqueles que jogam no Campeonato Francês, entretanto, faz questionar se eles acharam a porta do ginásio ou se não se confundiram com uma sala de musculação hiperequipada’.

3 – LATERAIS COMO ZAGUEIROS


Djalma Santos, Carlos Alberto Torres, Cafu, Roberto Carlos… Toda seleção brasileira campeã do mundo teve laterais muito ofensivos, até chegar a Copa de 2014 e a dupla Marcelo-Daniel Alves ser atacada por todos os lados [a revista não cita, mas vale lembrar que no 7 a 1 para a Alemanha foi Maicon quem jogou]. A aposta de Dunga é em Danilo e Filipe Luis, menos ofensivos e mais robustos. 

4 – OS GOLEIROS SÃO RUINS


Quem se atreve a dizer que o Brasil não tem grandes goleiros? Gilmar [dos Santos Neves, arqueiro do bi em 1958 e 1962], Taffarel, Dida, Júlio César… E o país ainda tem o artilheiro dos goleiros, Rogério Ceni.

5 – SEMPRE HÁ FESTA NAS ARQUIBANCADAS [ESTÁDIOS CHEIOS]


Imaginar que o público que se viu na Copa do Mundo é o de sempre no Brasil é uma miragem. A média dos dois últimos Brasileiros não passou de 16 mil espectadores [na edição 2013, a média foi de 14.951, e na de 2014, de 16.555]. 

6 – O NÍVEL DO CAMPEONATO [BRASILEIRO] É BAIXO

É sempre a mesma coisa: os ex-jogadores do país, após pararem, dizem que o campeonato do país era melhor antes. A Federação Internacional de Futebol, História e Estatística (IFFHS) põe o Brasileiro como o quarto melhor do mundo, só atrás de Inglês, Espanhol e Italiano.

7 – OS JOGADORES SÃO MUITO RELIGIOSOS


Sim, é verdade! É difícil escapar de Deus quando há um jogo do Brasil. Edmilson, Kaká, Thiago Silva e os dedos de Neymar apontados para o céu… Os jogadores rezam juntos e fazem sinais ao céus no limite do proselitismo.

E o que você pensa sobre os “supostos mitos”? Os franceses estão ou não com a razão?

Deixe sua opinião:

– Por quê rotular?

FANATISMO – Por quê se criam rótulos?

O interessante fenômeno de pessoas radicais quanto a opiniões sobre Lula, Bolsonaro, Dória…

Em: https://www.youtube.com/watch?v=Sg_NQzLLJw4

– Sobre a tragédia de Jacarezinho.

Não me sinto à vontade para falar sobre a morte de 28 pessoas (até agora) na Favela do Jacarezinho. Mas ao ler as notícias, não dá para deixar de observar:

  • Cultura do vitimismo fomentada pelo Tráfico de Drogas (como se a opção de “trabalhar para os bandidos” fosse única);
  • Polícia despreparada;
  • População sem acesso à Educação de Qualidade;
  • Sociedade / Família desestruturadas.

Esse conjunto de situações mostra: tá tudo errado! Deixaram os criminosos fazerem a população das Comunidades carentes como reféns, e agora não se sabe como “retomar o povo sequestrado”. É essa a verdade…

Lamento pelos inocentes que possam terem sido mortos. Triste.

– Os heróis da saúde:

Em meio a tanta tristeza por conta da pandemia, há de se lembrar sempre: o esforço dos profissionais da saúde neste período dramático da história…

Essa gravura representa bem nossos heróis por mais de um ano de luta:

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Mobilidade em SP? Esqueça!

O trânsito da capital paulista é infernal, isso é sabido. Mas veja esse dado da CET (a Cia de Engenharia de Tráfego): existem 7 milhões de carros rodando. Nos 17 mil quilômetros de vias, se colocássemos todos os veículos enfileirados, sobrariam apenas… 3 mil km livres!

Daqui há um tempo, se todos os carros fossem colocados na rua um na frente do outro, simplesmente não haveriam espaços disponíveis.

Enquanto isso, o transporte público…

– 615 mortos por Covid-19 há 1 ano. Hoje, 5 X mais e nos acostumamos!

Que tristeza. Há 1 ano, chorávamos o absurdo número de mortos pela Covid (que passou de 600). Hoje, 5 vezes maior, “acostumou-se” com a tragédia… Relembrando:

615 MORTOS POR COVID-19. NÃO PODEMOS NOS ACOSTUMAR A ISSO.

Boa lembrança de William Bonner, há pouco, no Jornal Nacional: 205 pessoas morreram na tragédia da Brumadinho, na barragem que se rompeu. Mortes evitáveis. As pessoas se indignaram.

Hoje, em nosso país, 615 pessoas morreram de Covid-19. Mais de 8.500 mortos (por enquanto). E… parece que estamos nos acostumando.

Lamento que muitos estejam usando isso como briga política, deixando até mesmo a população confusa. E fique claro: não são pessoas que morreram de doenças inevitáveis, mas de uma enfermidade que requer atenção, pois pode ser fatal. Lamento ainda mais não ver um só esforço do Presidente da República Jair Bolsonaro em pedir para as pessoas tomarem precauções.

Neste momento, a doença que chegou através dos ricos que vieram de passeios internacionais ou a trabalho por quem tem que viajar, passou para as periferias das capitais e está chegando nas cidades pequenas do Interior. A tendência é o número de vítimas aumentar.

Não creia que são números falsos, forçados. Veja nos cemitérios: não há pessoas que deixaram de morrer de uma doença X ou Y e foram atestadas como Covid-19, são mortes a mais – explicando, de tal forma, o colapso nos velórios e enterros.

Rezemos! Mas façamos a nossa parte, pois o Estado (e digo nas 3 esferas) parece estar perdido.

– O vídeo de desdenho de Levy Fidelyx (que morreu de Covid) sobre a Covid!

No sábado, morreu por Covid-19 o político Levy Fidelix. Falamos sobre ele aqui: https://wp.me/p4RTuC-urz.

Porém, eu não sabia que ele desdenhava da doença, fazia gozação com ela e achava que tudo era uma grande mentira!

Veja que fala nojenta com uma moça que NEGA a existência de 2a onda, no vídeo abaixo. É impressionante o negacionismo deles!

Será que Levy, na UTI, se arrependeu desse discurso? Lamentável… que a pobreza de espírito dele e a falta de empatia não o tenham condenado.

https://platform.twitter.com/widgets.js

Se não abrir o vídeo, link em: https://revistaforum.com.br/noticias/levy-fidelix-zomba-do-lockdown-e-da-vacina-antes-de-morrer-de-covid-veja-video/

– Sobre a frase do Ministro da Educação sobre Crianças, Leitura e Preservativos.

Ele tem ou não razão?

O Ministro da Educação Milton Ribeiro, em evento na UFPB, quando questionado sobre “Ideologia de Gênero, questões sexuais e outras coisas sobre o Programa Nacional do Livro Didático”, deu uma declaração muito forte. Disse que “muitas crianças não leem, mas sabem colocar camisinha”.

Complicado… mas com dor no coração, há de se concordar que há uma confusão sobre Educação Sexual e Erotização, fazendo com que muitos inocentes acabem descobrindo a prática do sexo muito cedo, perdendo a infância e até mesmo partindo para a prostituição. Tudo isso, é sabido, desincentiva a Educação.

Gostaria que a frase do ministro não fosse verdade, mas em diversos rincões e em muitas capitais, é uma terrível verdade…

Criança não namora": campanha discute erotização precoce | Crianças, Precoce,  Assistencia social

– Covid-19 no Brasil, exatamente hea 1 ano. O que se pensava?

Há 1 ano, morriam 474 pessoas de Covid por dia e o Brasil enlouquecia. E hoje, com mais de 3000 na média móvel?

Olhe só o panorama da época:

Já são 5017 mortos por Covid-19 no Brasil (474 hoje). Estamos no pico ou ainda não?

Morreram, somente hoje, 474 pessoas vítimas do Novo Coronavírus. A coisa está ruim. O pico chegou?

Aliás, me admiro ao ver tanta gente inteligente “fazendo de conta” que não entende a subjetividade da data. Se as pessoas não se previnem, a chegada do pico e os números mudam. Se conseguem se resguardar e evitar contato, adia o pico e o número de vítimas diminui devido a concentração de pessoas em casa. Mas ficam na bobagem de ironizar que ninguém acerta o pico. Claro que não! É previsão, não é número exato pois depende do comportamento e engajamento das pessoas.

Pior do que isso: negar a gravidade da doença. Cerca de 759 pessoas morreram de dengue no Brasil no último ano (números oficias). Somente hoje, quase 500 em nosso país de Covid-19. E há quem sugira de que “não se deve divulgar tais dados”… deve sim, uma população consciente é necessária. Ou desejamos ser alienados e desprecavidos?

Covid-19: Paraná registra 2.246 novos casos e 86 novas mortes pela doença,  aponta boletim | Paraná | G1

Charge extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.

– Alguns clubes de futebol profissionais serão somente mercadores de jovens?

Não há problema algum se um clube de futebol direcionar seu trabalho para a formação de jovens atletas e vendê-los como futuros profissionais a outros. Isso é normal, é mercado, negócio, business.

O problema é: quando isso passa a ser o motivo de sobrevivência dos grandes clubes históricos do Brasil, tornando a base como principal receita financeira ao elenco profissional! Ou seja: a categoria principal “não se paga ,e é refém da venda de talentos.

Disserto em: https://youtu.be/AYY2rkMOuP4

– Elogiar e Criticar Bolsonaro: a árdua missão de ser ponderado. Sobre Deus e o Diabo na Política.

Texto de 1 ano, mas que se faz necessário a repostagem: amar político (defender com unhas e dentes Lula, Bolsonaro, Dória, Boulos, Amoedo, ou qualquer outro nome) é uma insanidade. Para a reflexão:

Quando você elogia alguma coisa do presidente, vira Bolsominion. Se critica, vira comunista. Culpa (insisto sempre nisso) dos algoritmos do Facebook, que te levam a interpretar do jeito que lhe melhor agradar e visualizar coisas seletivas.

Está difícil ser sensato e manter-se honesto às opiniões. O mundo ficou chato e o ambiente virtual, desvirtuado (ou se preferir: fanático).

Deus para seus radicais e Diabo para seus opositores: esse é o Jair Bolsonaro, que para o cidadão que tem os pés no chão e fala sem paixão, simplesmente é o Presidente da República, um homem que erra, acerta, divide, e que faz muita coisa polêmica, não sendo nem Jesus e muito menos Lúcifer.

Mas esse humano Messias dá medo? Claro que dá! Quer prova disso? A manifestação em Brasília neste domingo…

Vamos lá:

Me recordo muito dos atos pró-Lula: ai de você se falasse mal de Luís Inácio (principalmente antes da descoberta de todos os esquemas de corrupção). Ele era o Antonio Conselheiro dos anos 2000! Criou no seu auge uma legião de fanáticos, que abarca até mesmo quem não conheceu sua história e os mais jovens que pensam ser ele um cara “honesto”. Não nos esqueçamos das suas condenações e dos seus processos… Um “quase Maluf”, expressão que os mais antigos entenderão bem.

Bolsonaro imita Lula no discurso demagógico e no trato com seus eleitores. Tem carisma para aqueles que votaram nele, isso é inegável, e um presidente precisa de apoio para governar. As reformas realizadas e a estruturação econômica são graças a esse voto de confiança da população que nele apostou. Entretanto, Collor, Lula, Dilma, Temer e Bolsonaro tem algo em comum: não ganharam os votos da maioria dos brasileiros, mas de uma maior parte deles. Afinal, some-se o número de votos contrários, brancos e nulos. Dessa forma, saber atender os anseios de quem não votou no vencedor é tarefa também do presidente, que governa não para os seus eleitores, mas para o Brasil (contrariando o ditado de que “A Voz do Povo é a Voz de Deus”).

Quando era criticado, Lula detonava a Rede Globo (“O povo não é bobo, abaixo a Rede Globo”). Agora, Bolsonaro faz o mesmo com a emissora (“Globolixo” e outros trocadilhos ruins). E se socorre à parte da imprensa que se apoia nele (vide a Record, por exemplo, de Edir Macedo).

Entre críticas ao comportamento (principalmente de desdém ao Novo Coronavírus, beirando a irresponsabilidade em atos não-exemplares) e elogios (às ações da equipe econômica e a diminuição da criminalidade), há muita contradição.

  • Defender a honestidade mas blindar os filhos e os aliados que estão na mira da Polícia Federal? Olha aí a história de Deus e o Diabo…
  • Sair na rua em ato contra os Poderes Legislativo e Judiciário como hoje e ao mesmo tempo falar em harmonia dos três poderes? Deus e o Diabo na contradição presidencial…
  • Falar como há pouco em defender a Constituição e a Democracia mas ficar alardeando que tem apoio das Forças Armadas (e Dudu Bolsonaro tendo exaltado o AI-5 dias atrás)? Deus e o Diabo…

Enfim: a semelhança maior do que se pode imaginar de Bolsonaro como um Lula de Direita, tirando a corrupção e reforçando a personagem de líder popular em referência aos seus apaixonados seguidores, é o fato de exaltar a condição de “NÓS contra ELES”.

Nós quem, cara-pálida?

Somos um só Brasil, de diversas culturas num mesmo pedaço gigante de terra. A mesma história vivida por 14 anos de lulismo (8 de Lula e 6 de Dilma Russef) não pode se repetir agora, só trocando a Esquerda pela Direita.

Tomara que as ameaças feitas nesse Dia Internacional da Liberdade de Expressão (Deus e o Diabo novamente apareceram, pois tivemos, ao invés de respeito à data, agressões a jornalistas) tenham ficado só no discurso. Lula quís um dia controlar a mídia, assim como Bolsonaro fala sobre concessão de TV e militarismo.

Que Deus tire da cabeça dos políticos os desejos do Diabo de que os homens se achem iguais em imagem, semelhança e poder ao Altíssimo. É esse o medo que tenho do presidente: o Poder, gerando desvios como birra e vaidade!

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

Ops: opine a vontade sobre esse texto, mas respeite a opinião alheia – sem sobrepor / querer impor sua opinião a fim de mudar a dos outros.

– Rezemos para um mundo melhor!

Você já ouviu falar da “Oração pela Pátria, pela Igreja e Pelo Santo Padre”?

Tal riqueza da Igreja Católica se faz pertinente nesses dias tão difíceis…

Extraído do Facebook do nosso pároco, Padre Alex Motta, compartilhado em: https://www.youtube.com/watch?v=KBnid94XgGo