– Balbuena deveria receber Amarelo ou Vermelho?

Vamos lá: desde meados deste ano, a Regra mudou. Em situações de área, quando um atleta evitar uma situação clara e iminente de gol DISPUTANDO A BOLA, deverá receber cartão amarelo e ser marcado o pênalti. Se o mesmo lance for fora da grande área, deverá ser aplicado o cartão vermelho e ser marcado o tiro livre direto.

O que é mais vantajoso: Pênalti e jogar com 11 ou Falta e jogar com 10?

IMPORTANTE: se a situação acima for SEM DISPUTA DE BOLA (ou seja, o jogador comete a infração sem tentar a bola mas diretamente no corpo), é lance para Cartão Vermelho por agressão ou jogo brusco grave, dependendo do caso, independente se é dentro ou fora da área.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Red Bull

Edson Alves da Silva (o Edy, de Lins) apitará o importante confronto entre Galo x “Toro Loko” pela Copa Paulista (10a Rodada).

O árbitro tem 35 anos, é formado árbitro na turma de 2004, funcionário público, e todo ano tem subido uma divisão da FPF. Aliás, essa característica tem sido marcante nas últimas rodadas: árbitros em ascensão querendo oportunidades e sendo testados. No último final de semana, apitou América 1×2 Desportivo Brasil pelo Sub 17. Na retrasada, Catanduvense 0x1 Mirassol pela Copa Paulista. Na anterior a esta, Garulhos 1×2 Manthiqueira pela 4a divisão.

Ele é bem seguro em campo, transmite serenidade e, fora das quatro linhas, é extremamente educado e tranquilo. Creio que levará a contento a partida.

Rafael Tadeu Alves de Souza e Samuel Augusto Vieira Paião serão os bandeiras, ambos professores de educação física, serão os bandeiras. Daniel Carfora Sottile (tão bom árbitro quanto Edson Alves da Silva) será o quarto árbitro.

Desejo uma boa atuação dos “homens de preto” e bom jogo para as equipes.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Red Bull Brasil pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Domingo, às 10h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 09h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– O STJD tentará suspender Heber de novo? E Lucas Lima?

Heber Roberto Lopes deixou de expulsar Fágner em uma entrada dura no Corinthians x Flamengo. Ficou só no Amarelo, e no STJD, pegou 20 dias de gancho (que não cumpriu).

Nesta 4a feira, em outro confronto entre Paulistas x Cariocas, agora Santos x Vasco, de novo uma entrada violenta (Lucas Lima em Jorge Henrique) e Heber ficou só no Amarelo.

Duas perguntas pertinentes:

Não pode expulsar jogador da casa por jogo brusco grave? Ao menos, certo ou errado, ele usou o mesmo critério.

O STJD dará novamente mais 20 dias de suspensão ao árbitro (afinal, por coerência, deveria, pois os lances foram muitíssimo parecidos).

Observação: Sou contra que o Tribunal “reapite” decisões dos árbitros, mas, como o Flamengo reclamou e o STJD tentou suspender Fágner (e depois ele conseguiu efeito suspensivo), fará o mesmo por Lucas Lima caso o Vasco reclame?

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– Salário dos Árbitros para 2016 e a Exagerada Estrutura Administrativa da CBF.

A arbitragem brasileira vai mal no quesito administração?

Pudera. Vejam só que estrutura exagerada e ineficiente: temos 6 estruturas criadas pela CBF para levar a contento os árbitros:

  1. Comissão de Arbitragem
  2. Escola Nacional de Arbitragem
  3. Departamento de Arbitragem
  4. Corregedoria de Arbitragem
  5. Ouvidoria de Arbitragem
  6. Comissão de Análise da Arbitragem

Não seria mais fácil reestruturar em algo mais racional com gente mais competente? Por que tanta departamentalização, cheia de cargos políticos? E o essencial: profissionalizar a Arbitragem!

Enfim: esses órgãos são todos independentes entre si?

A CBF, aliás, permite uma independência de seus departamentos sem a ingerência de Marco Polo Del Nero, seja qual área for?

A propósito, respondendo alguns questionamentos sobre taxas de arbitragem, os valores pagos foram majorados.

Para apitar a Série A do Brasileirão 2016, independente se é Fla-Flu ou jogo de time pequeno, um árbitro do atual quadro da FIFA receberá R$ 3.850,00 (o bandeira R$ 2.300,00). Se for aspirante à FIFA: R$ 2.950,00.

Se for árbitro CBF 1 (os melhores do quadro nacional mas que não foram à FIFA), receberão por apitar a série A cerca de R$ 2.600,00.

Lembrando: se o jogo for fora do seu estado, adicione R$ 500,00.

Pode parecer muito, mas e se o árbitro apitar 1 partida por mês? Se ele se machucar, vai para o INSS ou que use seu plano de saúde. FGTS e Férias, esqueça! Ainda: é ele, recebendo o que ganha, que decidirá se um centroavante que recebe R$ 450.000,00/mês sofreu ou não pênalti de um zagueiro que ganhe R$ 200.000,00.

Pela responsabilidade, atribuições do cargo e dificuldades da carreira, ganha pouco ou ganha muito?

Algo a mais: os observadores, delegados, tutores (aquele pessoal que fica engravatado, sentadinho, assistindo o jogo e que as vezes são membros das Comissões de Arbitragem), receberão… R$ 500,00! Se o jogo for em SP e ele vier do RJ, pula para R$ 1.000,00!

É mole?

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– Os nomes que Seneme terá que suportar na Conmebol!

Está no site da Conmebol: a entidade resolveu desmembrar a Comissão de Arbitragem em duas: a Comissão de Árbitros e a Comissão de Desenvolvimento de Árbitros. Ambas serrão presididas por Wilson Luís Seneme.

O problema é: os nomes dos membros submetidos ao comando do brasileiro. Veja só quem são eles:

Comissão de Árbitros:

Rodolfo Otero (Argentina)

Óscar  Ruíz (Colômbia)

Jorge Larrionda (Uruguai)

Comissão de Desenvolvimento:

Hugo Muñoz Báez (Chile)

Ubaldo Aquino (Paraguai)

Alberto Tejada (Peru)

Seneme tem crédito na praça. Mas Larrionda, Ruiz e Aquino? Só faltou complementá-la com Patricio Polic e Carlos Amarilla…

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– O Emocional dos Treinadores Desconhecidos da Mídia e a falta de Empatia para com os Árbitros.

Tarcísio Pugliesi, Paulo Roberto e Marcelo Chamusca: tratamos destes técnicos de futebol em nossa participação no programa Futebol Esporte Show desta sexta-feira (apresentado por Marcel Capretz, no SBT, pelas suas retransmissoras Vtv e Tv Sorocaba).

Podem ser desconhecidos pelo grande público, mas cada um deles tem uma peculiaridade dentro de suas competências e são figurinhas carimbadas no Interior Paulista. E aqui vai uma provocação: estariam preparados para um desafio em grandes clubes de massa?

Vamos lá:

1) Tarcísio Pugliese é atual treinador do Ituano. Já passou por inúmeros clubes pequenos, teve uma passagem razoável pelo Guarani (que estava em fase turbulenta) e ao encontrar a boa estrutura proporcionada pelo Galo de Itu através de Juninho Paulista, tem feito um ótimo trabalho. Sabe montar equipes ofensivas dando equilíbrio à defesa. Gosto muito do seu trabalho, embora, na única vez em que apitei um jogo dele anos atrás, continuo com a mesma impressão: tende a querer ganhar no grito! E precisa corrigir urgentemente esse defeito, pois quando desanda a ficar nervoso, perde a razão e acaba expulso. Se tiver equilíbrio emocional, vai longe!

2) Paulo Roberto é um veterano no ofício. Trabalhando por algumas vezes no São Bento, encontrou um grupo de empresários que deu suporte financeiro para que o Bentão não tenha problemas econômicos a fim de deixar o treinador atuar focado somente com os problemas dentro de campo. E é lá que Paulo dá o seu melhor e o seu pior! Expulsei-o no Rio Claro quando ainda o chamavam de “Luxemburgo do Interior”, pois seus métodos são os mesmos: arma muito bem suas equipes, que sempre mostram intensidade, mas conturba o jogo com “pilhagem excessiva”. Irriquieto na área técnica, pula, grita, gesticula e… cria fatos! Adora chamar a atenção e acaba sendo convidado a sair de campo. Digo e repito: se tivesse um comportamento mais elegante à beira do gramado, sem chiliques, Paulo já teria tido uma oportunidade real para mostrar sua inteligência tática como treinador. Seu temperamento dirá até onde chegará.

3) Marcelo Chamusca é a grata surpresa. Trazido pelo Guarani e confundido num primeiro instante com Péricles Chamusca, esse mais conhecido, era um ilustre desconhecido para a maioria. E em meio à formação do elenco do Bugre Campineiro (fez a pré-temporada com 12 jogadores e vários atletas chegando com o Brasileirão da Série C em andamento), conseguiu montar uma equipe sólida, raçuda, coesa taticamente. Se ela não ganha jogando bonito, alcança os resultados de maneira pragmática. Um adepto de Carlos Alberto Parreira? Talvez. Mas o certo é que marcou seu nome nessa 1a fase do torneio, colocando o time de Campinas como o melhor clube da Terceirona. Mas e quando o time precisar de um cara “pilhado à beira do gramado” (que não é muito o seu estilo), o terá?

Talvez tenhamos bons nomes para o futebol brasileiro, taticamente falando. Mas e o emocional?

Aqui eu reafirmo uma antiga opinião: as Comissões Técnicas devem ter obrigatoriamente um psicólogo, não só para os atletas, mas também aos treinadores. Ou eles estão “acima do bem e do mal”?

Em especial, Tarcísio e Paulo Roberto, que há tempos estão na estrada e ainda não tem tanta idade, precisam conciliar a inteligência que têm ao equilíbrio psicológico. É o último passo da carreira deles para uma série A de Brasileirão. E, evidentemente, diminuir a antipatia que transmitem aos árbitros, pois isso atrapalha tanto a carreira deles quanto aos próprios times que dirigem. Por experiência própria: em muitos momentos, chega a ser irritante ver tal comportamento deles.

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– Análise Pré-Jogo para a Arbitragem de Ituano x Paulista, Rodada 09 da Copa Paulista

Para o importante jogo envolvendo Ituano x Paulista pela Copa Paulista, apitará Anderson Faustino Cordeiro, 34 anos, paulistano, comerciante.

É a típica arbitragem que o Galo encontrará em 2017 na série A3. O árbitro vem crescendo paulatinamente na carreira, se firmando bem na série A3 e tendo suas primeiras oportunidades na A2. Tem sido escalado semanalmente nos diversos campeonatos da FPF (fase decisiva da Quarta Divisão e Copa Paulista). Tenho boas expectativas sobre ele, que está com bastante ritmo de jogo.

Leandro Feitosa e Leonardo Tadeu Pedro (ambos com 30 anos e experientes) serão os bandeiras. Luiz Carlos Ramos Júnior será o quarto árbitro.

Desejo bom jogo às equipes e uma ótima arbitragem.

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– Seleção Brasileira: por que não me ufano?

Já escrevi que considero a atual Seleção Olímpica melhor do que a formada por Dunga na Copa América Centenária.

Após os 6×0 contra Honduras, um exagerado ufanismo tomou conta de muitos. Não nos esqueçamos que falhamos contra a sofrível África do Sul e o sofrido Iraque. Os pobres hondurenhos só sabiam bater, e, em certo momento, mostraram-se ingênuos (o 1o gol que o diga).

Claro que por estar em casa, com suas estrelas, o Brasil é favorito para a Medalha de Ouro (e isso é obrigação, já que se joga com o ataque que, somado, vale meio bilhão de reais).

O pior é ouvir sobre revanche! Escrevo com Alemanha x Nigéria ainda jogando, sem saber qual será o adversário.

Se for a Alemanha, bobagem. Revanche contra os germânicos só ocorrerá quando jogarmos na Allianz Arena em Munique numa semifinal de Copa do Mundo, goleando-os. Diga-se o mesmo do Uruguai, sendo final de Mundial no Estádio Centenário.

Já contra a Nigéria, uma “quase-revanche”. Os nigerianos nos eliminaram em Atlanta-94, com Kanu e Okocha (cracaços), sendo que o Brasil tinha Bebeto, Rivaldo e Ronaldo, sendo treinados por Zagallo. Lembremo-nos: o segundo tempo estava 3×1 para o Brasil, e perdemos na prorrogação por 4×3 numa semifinal!

Não importa o adversário: pelo elenco, pelos ditos “investimentos da CBF” e pelos transtornos trazidos aos clubes, tem que levar o Ouro Olímpico.

Só espero que não seja no apito…

Na foto, o timaço de 88 que ficou com a Prata contra os soviéticos:

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– Árbitros de Nome e sem Nome: Brasil 2×0 Colômbia e São Paulo 0x1 Botafogo

Cuneyt Cakir, o árbitro turco renomado (que dentre outros jogos apitou a final do Mundial entre Corinthians 1×0 Chelsea e outras partidas importantíssimas na Europa) sofreu com a catimba de brasileiros e colombianos na partida válida pela Olimpíada Rio 2016. Ou ele mostrava sua autoridade, ou tentava “administrar” o jogo. Me surpreendi ver um 1o tempo tão conversado e não apitado com jogadores de ambas equipes colaborando para um jogo feio de se assistir e chato para se apitar. Creio que tivemos o menor tempo de bola rolando (em um tempo de jogo) de todos os Jogos Olímpicos desta edição. Tão experiente que é (em especial por apitar jogo brigado como Galatasaray x Fenerbahce), tenha sido tão mole nessa ocasião.

Caio Max Augusto Vieira, árbitro que estreou no Brasileirão da Série A no Morumbi, foi a agradável surpresa na vitória do Fogão sobre o Tricolor. Apitou certinho, fez o be-a-bá muito bem e foi testado demais pelos jogadores. Aliás, o comportamento de jogadores são-paulinos e botafoguenses enchendo o saco do juizão a todo instante é reprovável. Não tem nome mas foi perfeito. Só não sei se no gol de Sassá ele advertiu o atleta com cartão amarelo (como pede a regra, por ter tirado a camisa). Como escrevo no dia dos pais, confesso que não me preocupei em ver a súmula já que as imagens de TV não mostraram.

Na semana em que os FIFAs não apitaram, foi a grata surpresa na rodada.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 0x3 Bragantino. Como foi o árbitro?

Não é “pegar no pé”, mas sim fazer considerações importantes” para a melhora da qualidade da arbitragem.

Na partida em que o Paulista perdeu de 3×0 para o Bragantino, não houve influência do árbitro Douglas Marques das Flores no resultado final, embora sua arbitragem não tenha sido a contento.

Vamos lá:

1- O estado do gramado Jayme Cintra está com alguns problemas. Portanto, correr no seu aquecimento dentro do piso de jogo se faz necessário para reconhecer os pontos falhos. Não vi isso do quarteto de árbitros.

2- A partida começou às 09h57. Ser pontual é estar no horário às 10h00. Não se deve nunca atrasar o jogo, mas adiantar também não.

3- Os pontos fortes do árbitro foram a clara sinalização das suas marcações, bem como a boa postura. Apita de maneira elegante, está em boa forma física.

4- Os pontos negativos:

A- Nas duas primeiras faltas próximas ao gol, o árbitro assinalou a marca da cobrança, fez a barreira e ficou “ligadão” na área, esquecendo de buscar um posicionamento com a bola parada que pudesse observar o cobrador, a barreira e os demais atletas. E se um jogador coloca a mão propositalmente na bola? O juizão não teria visto. Nas demais faltas, corrigiu seu posicionamento.

B- Em alguns momentos, era “encostar” e ele marcava as faltas. Depois resolveu soltar o jogo e quase se perdeu, pois os atletas começaram a entender que contatos mais fortes eram para se paralisar a partida. Posteriormente voltou ao estilo anterior.

C- Jonatan (8) e Kelliton (2), ambos do Bragantino, praticaram 6 faltas cada. Não houve advertência verbal pela persistência. Na 5a falta de Kelliton em Ariel (9 do Paulista), ele devolveu com um pontapé e levou cartão amarelo. Só depois Kelliton foi advertido. Ser mais vibrante em campo é importante para que os atletas tenham temor da autoridade do árbitro e se respeitem.

5- O bandeira Leandro Alves de Souza foi muito bem na partida, sempre atento e marcando uma falta desprezada pelo árbitro e, no final do jogo, flagrando a saída de bola com uso das mãos fora da área do goleiro Rafael Pascoal. Já o bandeira Vladimir Nunes da Silva não foi exigido.

Enfim: há de se dar mais rodagem ao árbitro, pois embora já seja do quadro da CBF, precisa corrigir.

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– O texto das Regras de Futebol está pendente no Brasil?

Muita gente está me questionando se realmente não existe Livro de Regras 2016/ 2017 em Língua Portuguesa.

A resposta é: NÃO, pois a CBF iniciou o Brasileirão sem tê-lo traduzido. Dessa forma, os árbitros têm que, à parte dos informes e circulares nacionais, lerem o original em inglês.

Para quem deseja, a versão oficial da FIFA está disponibilizada neste PDF, no link (clique sobre ele): Livro de Regras 2016 2017 Original

Mas se você quiser especificamente a página 87 sobre a polêmica da mudança de quando ou não se deve expulsar um atleta que impedir uma situação clara e iminente de gol, abaixo:

Texto regra oficial

– Veremos enfim a quarta-substituição?

Nessa próxima fase do futebol nos Jogos Olímpicos, teremos uma novidade: durante a prorrogação (se ela ocorrer), será possível fazer a 4a substituição, aprovada no último congresso da Internacional Board.

Eu gosto da ideia, mas vou além: por que não permitir que jogador substituído possa voltar a campo mais tarde?

Vale a sugestão.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Bragantino, Copa Paulista, Rodada 8

Para o clássico do interior envolvendo Galo x Massa Bruta, apitará o ranchariense Douglas Marques das Flores, 30 anos, funcionário público.

Seu histórico em jogos do Paulista é ruim: ele apitou a derrota do time contra o Santo André por 2×0 na 4a rodada do Paulistão da A2 em 2015, com ruim atuação na oportunidade.

Naquela feita, comentamos que ele estava tendo uma má gestão de carreira por parte da FPF, lançado muito inexperiente na série A1 (com fraca arbitragem) sem ter apitado na A2, ganhando rodagem em Jundiaí naquele jogo (reveja a análise daquela partida no endereço: http://wp.me/p55Mu0-mE).

Disciplinarmente, ele sabe discernir bem a advertência verbal da advertência com amarelo, mas tecnicamente ainda se atrapalha com trancos legais que viram faltas, marcando todo contato físico. Entretanto, nos jogos do Campeonato Brasileiro Sub 20 e da série C (que tem apitado ultimamente), ele deixa o jogo fluir mais (por conta da recomendação da CBF). Espero ver, in loco, um árbitro com postura melhor e mais experiente para conter a “malandragem” dos atletas.

Leandro Alves de Souza, com boa experiência, será o assistente 1. Vladimir Nunes da Silva, com menor número de jogos trabalhados, o assistente 2. Rodrigo Santos será o quarto árbitro.

Torço para uma boa arbitragem e um bom jogo!

Acompanhe a transmissão de Paulista x Bragantino pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Domingo, às 10h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 09h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

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– STJD é piada! Heber suspenso por 20 dias, mas os demais…

Ok, Heber Roberto Lopes foi suspenso por 20 dias pelo STJD por não ter apitado uma falta a favor do Flamengo contra o Corinthians, deixando de expulsar o atleta Fagner.

E o Dewson Freitas será julgado por não expulsar o Cássio e marcar pênalti contra o Cruzeiro? Pior: Leonardo Cavaleiro que fez horrores em Campinas no jogo Ponte Preta 2×2 Internacional será sancionado pelo órgão?

Fica a pergunta…

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– O pênalti de Cássio em Ábila: para Amarelo ou Vermelho?

Erro do árbitro parense da FIFA Dewson Freitas no empate de Corinthians 1×1 Cruzeiro. Ábila está no ataque e Cássio vai defender a bola atingindo as pernas do adversário. Pênalti para a raposa, não marcado.

Avalie:

  • Seria para cartão amarelo segundo as novas regras, já que Cássio evitou uma situação clara e iminente de gol dentro da área disputando a bola e praticando jogo temerário,
  • Seria para cartão amarelo pois não foi uma situação tão clara de gol, mas sim uma falta intencional passível de advertência,
  • Seria para cartão vermelho, pois independente de situação iminente ou não de gol, de acordo com as novas regras (e as antigas também), Cássio abandona a disputa de bola e atinge com força excessiva o joelho de Cássio?

Interprete o lance diferente do que o árbitro fez. A propósito, uma boa discussão: o Brasil ainda merece ter o número máximo de árbitros internacionais (10) no quadro da FIFA? Creio que não temos mais material humano para isso.

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– Ratificando ou Retificando o Vermelho de Vanderlei

Já era um assunto de outras discussões e voltou à tona: o lance de expulsão de Vanderlei, goleiro do Santos, contra o América-MG, foi correto DE ACORDO COM AS REGRAS ATUAIS?

Defendi que, de acordo com as novas regras, foi equivocado pois este foi em disputa de bola. No caso recente do goleiro Cássio, do Corinthians, tão polêmico quanto, deveria ser vermelho pois este não foi em disputa de bola, mas no corpo do adversário. As devidas considerações estão no link do meu blog em: http://wp.me/p55Mu0-12k.

Pois bem: esta postagem já estava rascunhada logo após a didática explicação citada, esperando um pequeno debate. Por um simples motivo: dias atrás, entre amigos de arbitragem, falamos sobre a nova regra só valer ou não para a tripla punição, ou seja, em lances EXCLUSIVOS DENTRO DA ÁREA, segundo manifestações de muitos. Dessa forma, se Vanderlei fizesse o que fez dentro da área, deveria-se, a partir desse entendimento, aplicar o Amarelo. Fora da área, como acontecido, Vermelho.

Então vamos ao mea culpa condicional desse humilde ex-árbitro e apaixonado estudioso por regras: houve meu equívoco, onde rEtifico: há o acerto do árbitro já que, se fosse dentro da área, o Amarelo seria aplicado e aconteceria a marcação do pênalti. Como foi fora da área e se marca tiro livre direto, deve-se (como foi) aplicar o Vermelho.

Entretanto…

Digo que meu atestado de erro é condicional pois não estou ainda convencido. Por um simples motivo: continuo entendendo de outra forma e rAtifico minha opinião pelos seguintes estudos da regra:

– No original em inglês, entendo que a situação clara e manifesta de gol com amarelo em disputa de bola e vermelho nas questões de agarrão, uso indevido de mão, conduta violenta e jogo brusco grave INDEPENDEM de ser ou não na área penal. Não consigo achar textualmente a exclusividade da grande área citada (pode ser por descuido meu). A única manifestação oficial foi a da CBF, através do Manuel Serapião Filho. Pesa contra, ainda, o fato da CBF não disponibilizar as Regras em Língua Portuguesa (sim, acredite, os árbitros não tem um livro de regras atualizado em nossa língua). Só há diversas publicações de Manual de Diretrizes com auto-louvação, estatísticas inúteis e guias de vários processos burocráticos para a arbitragem (sempre com Del Nero na contracapa). Mas livro de regras 2016/2017, neca de pitibiriba.

– Se um mesmo lance dentro da área é amarelo, nas mesmas condições, fora da área, seria vermelho (apesar da marcação da penalidade)? Aqui se torna um contrassenso do espírito da regra. Torna-se algo incoerente.

Dessa forma, deixo a livre manifestação aos amigos nesse espaço. Claro, ninguém é absoluto dono da verdade e não viso expor ou impor uma condição, mas ajudar no debate inteligente e, acima de tudo, coerente sobre as Regras do Jogo.

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– Vermelho ou Amarelo para Vanderlei, goleiro do Santos, contra o América?

Se falamos recentemente que o goleiro Cássio do Corinthians deveria ter sido expulso contra o Figueirense em falta fora da área, agora temos que explicar didaticamente porque o goleiro Vanderlei não deveria ser expulso contra o América.

Entenda: a Regra diz que um jogador que cometer falta EM DISPUTA DE BOLA não deverá mais ser expulso se evitar uma situação clara e iminente de gol. Ou seja: em faltas por imprudência e ação temerária que impeçam um gol claro quando se visa a bola não deve-se punir com o cartão vermelho.

Cássio, dias atrás, cometeu falta por jogo brusco graveabandonou a disputa de bola e foi no corpo do adversário. Isso continua sendo Vermelho (bem como um atleta de linha fazer uso das mãos para evitar o gol).

Vanderlei vai na bola, Vitor Rangel prossegue e acaba sendo tocado e derrubado imprudentemente pelas pernas do goleiro, ou seja falta em disputa de bola. Portanto, isso agora é cartão Amarelo.

Para o torcedor comum, pode parecer a mesma situação. Mas para a IFAB, a “dona das Regras”, são dois lances muito distintos: o do Corinthians, gol evitado com jogador visando o corpo do adversário; o do Santos, visando a bola mas pegando o adversário.

Mas algumas questões importantes:

1- O árbitro não estava convicto ou quis uma segunda opinião?

2- Ou ainda: juizão não quis se comprometer sozinho e jogou a “responsa” ao bandeira?

3- Mais ainda: porque houve tanta demora para a decisão? Será que o 4o árbitro soprou na orelha deles a repetição do lance às escondidas após alguém ver o replay na TV?

Tudo leva a crer que a decisão do árbitro (reforçando: equivocada) deveria ser mais rápida. Mas temos que acreditar que todo o tempo perdido foi por discussão calma sobre a cor do cartão a ser aplicado, sem muita preocupação com o relógio

ACRÉSCIMO: Ratificando ou Retificando o Vermelho de Vanderlei à luz das novas regras. Surge um interessante debate que prova: a Regra não é tão clara… Quero a sua opinião em meu blog. Em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2016/08/08/ratificando-ou-retificando-o-vermelho-de-vanderlei/

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– Os Lances de Gols de Chapencoense 1×1 Palmeiras

Wilton Pereira Sampaio não está tendo sorte nas suas últimas arbitragens. Desta vez, foi prejudicado pelo bandeira 1 Bruno Raphael Pires, além de ser iludido no final do jogo.

Gol da Chape: Kempes está à frente do penúltimo jogador. Portanto, impedimento, em lance difícil (aqui fica a máxima: bandeira bom deve ser vesgo, para enxergar a linha do penúltimo zagueiro e ao mesmo tempo o momento do toque na bola cruzada). Gol irregular.

Gol do Verdão: Cleiton Xavier está no ataque, entra na área e é tocado levemente pelo zagueiro. Ao sentir o contato físico, desaba e o árbitro entra na simulação. Lembre-se: nem todo contato físico é faltoso, e aquele leve toque não causa desequilíbrio. O atacante palmeirense usou de esperteza e se atirou. Errou o árbitro ao marcar o pênalti que resultou em gol.

Enfim, 1×1 em Gols, e por tabela, 1×1 em erros relevantes da arbitragem.

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– Alarcón fora? Enfim se mudará a Arbitragem Sulamericana? Ainda sou cético.

Depois que Alejandro Dominguez, o atual chefe do futebol sulamericano (e último presidente da Conmebol a não ser preso) ter anunciado que Wilson Luiz Seneme seria o presidente da Comissão de Árbitros da entidade (vide aqui em: http://wp.me/p55Mu0-LQ), e ele nunca ter exercido de fato o seu poder (relembre isso neste outro link, em: http://wp.me/p55Mu0-SD), a própria entidade escancarou que era “tudo mentirinha”.

Enfim, em nota oficial, a Conmebol comunica que após 30 anos no poder, Carlos Alarcon, o paraguaio envolvido em corrupção, deixará o cargo (que supostamente já havia deixado).

Você acredita que agora é pra valer?

O comunicado pode ser lido abaixo, em:

http://www.conmebol.com/es/carlos-alarcon-deja-la-presidencia-de-la-comision-de-arbitros-de-la-conmebol

CARLOS ALARCÓN DEJA LA PRESIDENCIA DE LA COMISIÓN DE ÁRBITROS DE LA CONMEBOL

Tras más de una década al servicio del fútbol sudamericano desde un puesto clave, el doctor Carlos Alarcón Ríos deja la presidencia de Comisión de Arbitros de la Confederación Sudamericana de Fútbol, CONMEBOL.

El doctor Alarcón Ríos, paraguayo, inició su tarea en el ámbito de la conducción de mundo arbitral en 1986, cuando se integró como miembro de la Comisión de Árbitros de la CONMEBOL y, desde el 1991, formó parte de la Comisión de Arbitros de FIFA, en representación de la Confederación Sudamericana de Fútbol, llegando ser el miembro mas antiguo de esa organización de la FIFA.

La carrera dirigencial del doctor Alarcón incluyó su presencia en 4 Copas del Mundo de la FIFA (Estados Unidos 1994; Francia 1998; Japón-Korea 2002; Sudáfrica 2010 y Brasil 2014).

Carlos Alarcón se encuentra este mes de agosto formando parte de la comisión arbitral de los Torneos de Fútbol de los Juegos Olímpicos de Río de Janeiro 2016. “La presencia en estos juegos olímpicos, junto a mi participación en la reciente Copa América Centenario, conforman el broche de oro a mi prolongada carrera al servicio de la CONMEBOL y del fútbol mundial”, afirmó a conmebol.com el doctor Alarcón Ríos.

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– Caju cometeu pênalti ou não em Santos 0x0 Flamengo? Entendendo a Regra:

Um erro da língua portuguesa poderia estar atrapalhando os brasileiros a entender o que a IFAB quer na interpretação da mão da bola?

Mais um lance polêmico nessa situação, agora na Arena Pantanal. O Flamengo está no ataque, a bola é cruzada e Fernandinho cabeceia a bola que toca na mão do santista Caju, logo a sua frente.

1- Havia tempo e espaço para evitar o contato do braço do atleta do Santos?

2- Bateu sem querer ou ele foi de encontro a ela intencionalmente?

3- Foi um lance de “intenção disfarçada, agindo com os braços de maneira anormal só para tocá-la?

Para mim, acerto do árbitro Dewson Freitas ao não marcar pênalti. Entenda: ali houve movimento natural de impulsão (ninguém pula com os braços grudados ao tronco), não é movimento antinatural de quem pula a fim de tirar proveito intencionalmente para ampliar o espaço e tocar na bola (que é a intenção disfarçada).

Não gosto quando se utiliza o termo “correu o risco ou não” para explicar a jogada, pois isso remete a ideia de imprudência. E a infração do uso da mão na bola deve ser avaliada exclusivamente pela INTENÇÃO (as demais, na regra do futebol, devem ser por imprudência, intenção ou força excessiva).

O mau uso da língua portuguesa no futebol pode ocasionar essa confusão que se faz. Correr risco é ser imprudente. EVITE O TERMO!

Aliás, quem inventou esse termo “correr o risco”? Só vejo a CBF usando. Quem corre risco é imprudente e, insisto, no caso da mão na bola, não é infração.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 0x0 Juventus

Cristiano de Lazzari realizou uma boa arbitragem na partida entre Paulista 0x0 Juventus pela Copa Paulista neste domingo.

Tecnicamente, foi bem. Fez uma boa leitura de lances de vantagem (foram vários, com destaque aos 49 minutos quando Ariel-PFC foi derrubado por Salinas-CAJ e a bola sobrou para Michel). Embora não tenha sido tão exigido, acertou nas marcações ou não de faltas (em especial, soube interpretar a simulação de Ferrinho-CAJ e Ariel-CAJ, ambos no segundo tempo).

Disciplinarmente, razoável, pois deixou de advertir Branquinho-PFC aos 17 minutos por jogo brusco grave e Paulo Vitor-CAJ aos 54 minutos, por matar um contra-ataque com um agarrão. Os demais cartões foram bem aplicados.

Fisicamente, se comportou bem quando teve que correr e se posicionou tão bem quanto.

Sobre a postura, um aconselhamento: precisa estar presente na frente de jogadores que ficam discutindo entre si. Fazer o sinal de “calma” com as mãos, de longe, não é bom (tanto que a falta de advertência verbal foi percebida em vários bate-bocas de jogadores das duas equipes).

O bandeira 1 Eduardo de Souza Neto teve bastante exigência e dificuldades. Nos vários impedimentos, erros e acertos. Mas o ponto crucial foi o desentrosamento com o árbitro: por duas oportunidades, esperou o árbitro definir o que marcar. Além disso, na sua frente Fábio Gomes-PAU roubou a bola com a mão e não auxiliou o juizão como deveria.

Já o bandeira 2 José Paulo Ferreira Mariano marcou vários impedimentos e ajudou o árbitro na marcação de faltas. Sempre atento.

Leandro Carvalho da Silva, o quarto árbitro, ficou ligado nos 90 minutos e deixou o trio despreocupado com o jogo.

Enfim: em nada influenciou a arbitragem na partida.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Juventus (Copa Paulista, Rodada 6)

Cristiano de Lazzari, 40 anos, Professor de Educação Física, apitará Galo x Moleque Travesso pela sexta rodada da Copa Paulista.

Com 10 anos de carreira, não creio que seja uma aposta da Federação Paulista para 2017, pois sua idade já não lhe permite sonhar alto no mundo da arbitragem (pois é, a “casa dos quarenta” macula a carreira dos árbitros…). Por ter apitado série A3 e alguns jogos da Copa Paulista, parece-me ser um árbitro regular.

Eduardo de Souza Neto e José Paulo Ferreira Mariano serão os bandeiras. Leandro Carvalho da Silva o quarto árbitro.

Em tese, o jogo é fácil para arbitragem que atua na A3 (todo o quarteto é desta divisão). Desejo assim uma boa atuação dos “homens de preto” e bom jogo para as equipes.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Juventus pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Domingo, às 10h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 09h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

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– O que o tal do Dr Olim tem a ver com a arbitragem?

Questione: o delegado Dr Olim foi nomeado para ser membro do Tribunal de Justiça da Federação Paulista de Futebol.

Tudo muito bem, se percebermos que a entidade está forrada de Coronéis por lá (tática iniciada por Marco Polo Del Nero). Mas, considere: ele ascendeu ao cargo por indicação do SAFESP, que tem direito a indicar um nome.

O que teria o Sindicatos dos Árbitros de Futebol com ele para ser o indicado? Esse nome é de conhecimento e do agrado dos árbitros, ou os juízes de futebol nem sabiam de sua existência?

Vale a reflexão. Entretanto, o presidente da FPF gostou do nome.

Não faço nenhuma ilação com a denúncia levantada um dia pela ESPN sobre Marco Polo conseguir influenciar na escolha de um auditor no STJD-CBF através da ANAF em reportagem recente. Mas muita gente fica com a pulga atrás da orelha e pode até pensar coisa que não deve.

Calma, são entidades distintas, embora, cá entre nós: precisam se oxigenar com novas pessoas. E nada contra o Dr Olim, que é uma pessoa honesta e capaz.

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– Festa Justa e Briga Medieval no título de Campeão da América do Sul

Se dentro de campo o Nacional da Colômbia fez bonito, com um esquema tático moderno, futebol ofensivo e sem dar botinadas (sim, é possível vencer jogando bem, mesmo sendo Libertadores da América), fora dele muita briga: 5 mortos durante as comemorações.

Ô mundo em que não se consegue ter paz nem durante os momentos felizes…

A propósito: faltou um pênalti a ser apitado pelo juizão argentino Néstor Pitana. Em final, não s epode falhar!

Ainda: o que esperar dos colombianos numa provável final contra o Real Madrid no Mundial Interclubes do Japão?

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– Análise Pré Jogo da Arbitragem para XV x Paulista

Para o importante confronto entre Nhô Quim x Galo pela 5 Rodada da Copa Paulista, um árbitro em ascensão estará atuando: Rodrigo Gomes Paes Domingues (que trabalhou sem maiores problemas em União Barbarense 1×1 Paulista no ano passado e Barretos 1×0 Paulista neste ano).

Da safra de árbitros que apitou jogos relevantes na A2 e que teve oportunidades na A1, Rodrigo é o que está melhor vingando. Firme nas marcações, tem um estilo rigoroso. Bom para jogo de “pegada” e disputas mais viris.

Luís Alexandre Nielsen (veteraníssimo e experiente) e Leandro Almeida dos Santos (que atuou várias vezes no Jayme Cintra sem nenhum problema a registrar) serão os bandeiras. Caio da Costa Mello será o quarto-árbitro.

Desejo boa sorte ao quarteto de arbitragem e um grande jogo às equipes.

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– Análise da Arbitragem de Ponte Preta 2×2 Internacional

Nunca vi Leonardo Cavaleiro apitar. Somente o conheço por queixas de clubes contra algumas de suas arbitragens no Campeonato Carioca (mas por aí não vale julgar). Ontem, vendo a lambança no Moisés Lucarelli, assustei! Como foi escalado na série A?

LANCE 1 – No 1o tempo, a Ponte Preta chuta uma bola ao gol e o zagueiro do Internacional se vira de costas para disputar a bola. Mas ele “dá um migué” e ergue os braços para interceptá-la. É a intenção disfarçada, o verdadeiro movimento antinatural dos braços (isso é pênalti, não os de queimada que se vê por aí sendo chamados erroneamente de movimento antinatural). Errou o árbitro. 

LANCE 2 – A bola é chutada de longe e bate dentro do gol colorado – em cima e embaixo. Lance chato, difícil. Vai pra conta da CBF em não querer ficar com os equipamentos de chip na bola deixados pela FIFA depois da Copa do Mundo. Segundo erro grave do árbitro. 

LANCE 3 – Rhaynner entra na área e é interceptado por Paulão. Pênalti para a Ponte Preta, ignorado pelo árbitro que inexplicavelmente não marcou. Pelo seu posicionamento, daria para marcar. Terceiro erro do juizão carioca. 

Três erros dessa magnitude no estádio da Ponte, contra a Macaca, cá entre nós: há de ser corajoso, não?

Enfim: veremos o tal de DVD da Ponte Preta na CBF reclamando da arbitragem (e de maneira justa). mas seria bacana, embora utópico, crer que o Internacional fizesse o mesmo alegando que “reclamamos da arbitragem não só em causa própria, já que fomos beneficiados, mas pelo bem do futebol.

– Qual a cor correta do cartão ao Cássio no empate de Corinthians 1×1 Figueirense

Com as novas mudanças das Regras de Jogo, muita gente está fazendo confusão. Rodadas atrás, na partida Vitória x Internacional, um atleta colorado iniciou o jogo tocando a bola para trás (já que a partir de agora isso é possível). Só que como não estava bem informado, pensou que poderia sair jogando: ou seja, deu o toque para trás e ele mesmo seguiu com a posse de bola. O árbitro FIFA Sandro Meira Ricci viu a irregularidade e, ao invés marcar o tiro livre indireto a favor do adversário, se equivocou e mandou reiniciar a partida. Erro de Direito…

Um erro de jogador e árbitro também aconteceu na Arena Corinthians nesse sábado. O goleiro Cássio impediu uma situação clara e manifesta de gol praticando uma infração contra o corpo do adversário. Após o jogo, ele declarou que sabia que tomaria cartão amarelo por que estudou “a Regra Nova”. O árbitro baiano Marielson Silva errou ao dar tal advertência, pois o Cartão Amarelo deve ser aplicado quando a infração acontece EM DISPUTA DE BOLA. Isso significa que se um jogador cometer uma infração impedindo uma situação clara de gol quando estiver tentando roubar a bola e atingir o adversário, é cartão amarelo. Se ele agarrar a camisa, fazer uso das mãos ou qualquer outra coisa que não seja em disputa de bola, continua sendo cartão vermelho (isso vale para disputas de bola com jogo brusco grave).

Assim, o treinador do Figueirense Argel (acreditem) desta vez tem razão na sua queixa contra a arbitragem.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 1×0 São Paulo. 

Um árbitro com grande potencial. É isso que vi de Daniel Bernardo Serrano, o juiz que apitou Paulista 1×0 São Paulo Sub 23 pela Copa Paulista neste sábado.

Tecnicamente, não foi muito exigido. Mas quando precisou mostrar serviço (decidir situações duvidosas em lances de trancos legais, quedas na área ou faltas interpretativas), deu conta do recado. 

Fisicamente, correu o campo todo, esteve bem posicionado e ficou atento aos lances de contra-ataque. 

Disciplinarmente, precisa melhorar. Os cartões para Rafael Fefo (PAU) e Pedro (SPFC) foram justos pelo conjunto da obra, mas tardios pois mereciam ter sido aplicados em infrações anteriores. Em especial, faltou advertir Branquinho (PAU) por jogo brusco em duas oportunidades. Como a partida estava tranquila (apenas 9 faltas no 1o tempo, de um total de 25 no jogo – sendo 10 delas supreendentemente cometidas por atacantes tentando roubar a bola de zagueiros), pode ter perdido a leitura da partida ou se acomodado. Entretanto, não foi relevante no todo da sua atuação

Duas observações a se corrigir:

1. Em um lance onde o jogador do Paulista estava caído no meio campo por cãibras, sem gravidade, a bola ia saindo “morta” para a linha de fundo em tiro de meta à sua equipe. Porém, o árbitro paralisou a partida desnecessariamente para o atendimento e teve que reiniciar o jogo com bola ao chão dentro da grande área. Por Fair Play, o São Paulo nem disputou a bola. Poderíamos ter uma situação a ser evitada. 

2. No primeiro tempo, uma série de lances ocorreu do lado do bandeira Leonardo Augusto Villa, que acabou cometendo erros de atenção: duas seguidas inversões de laterais claros em pontos cegos do árbitro. No primeiro escanteio do jogo, foi o árbitro que marcou em lance fácil de discernir e o assistente ficou esperando o que marcar. Em impedimentos, foi bem. 

O ponto negativo da partida: torcedores da Organizada do São Paulo acenderam sinalizadores (ao meio-dia), mesmo sabendo da proibição. Fica a pergunta: em número reduzido que estavam, como entraram com os artefatos sem serem vistos pela PM (que proíbe até radinho na arquibancada)?

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x São Paulo (Copa Paulista 2016, rodada 4)

Para o confronto do Tricolor Jundiaiense contra o do Morumbi, apitará Daniel Bernardo Serrano, 30 anos, professor de Educação Física.

O árbitro é jovem, tem batalhado pouco a pouco por seu espaço. Nos seus 8 anos de arbitragem, apitou apenas uma partida pela Copa Paulista em 2015. Neste ano, apitou 2 partidas da Série A2 (foi quarto árbitro em Guarani 0x1 Paulista) e algumas da A3.

Seus bandeiras serão Leonardo Augusto Villa e Luís Felipe Prado Silva, ambos com 8 anos de trabalho (igualmente como o árbitro). Já o quarto árbitro chegou até a apitar a A1 e fará o serviço na lateral do campo: Luís Carlos Ramos Junior.

Desejo boa sorte à equipe de arbitragem e boa partida para os clubes.

Acompanhe a transmissão de Paulista x São Paulo pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Sábado, às 10h30 – mas a jornada esportiva começa a partir das 9h30 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

imagem: site Esporte Jundiaí
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– Os Lances Polêmicos da Arbitragem de Corinthians 1×1 São Paulo

Cinco observações sobre a atuação do árbitro Péricles Bassols:

1) Pênalti a favor do São Paulo: marcação correta e não precisa dar cartão amarelo ao corintiano (é a chamada “faltinha”, imprudente, infantil, sem advertência).

2) Cartão ao Cuevas por comemoração de gol: se deve dar o Amarelo por incentivar a violência. Passar com dedo do meio em riste a uma torcida adversária merece ser punido. Mas “colocar a mão na orelha” é exagero do árbitro.

3) Gol do Corinthians: Romero está em impedimento passivo, ou seja: está em posição de impedimento, mas não impedido. Estaria em impedimento ativo e deveria ser sancionado se atrapalhasse o goleiro Dênis, se atrapalhasse alguém na jogada ou se tocasse na bola. Nessa, acertou o bandeira (não é lance para o árbitro).

4) Bateu na mão, marca-se falta. É a famosa Regra 12B, uma invenção brasileira criada, regra tupiniquim.

5) Repare o seguinte: Danilo, veterano, percebeu a fragilidade do árbitro e começou a querer apitar. Está certo o jogador, aproveitando a situação. Errado está quem deu o escudo a FIFA à ele.

Importante: nessa semana, as novas orientações da Comissão de Árbitros da CBF foram exigidas. Conheça-as, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2016/07/17/o-pacote-de-orientacoes-da-cbf-aos-arbitros-para-as-proximas-rodadas/

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– O Pacote de Orientações da CBF aos Árbitros para as próximas rodadas

Está vendo árbitros muitos rigorosos?

Sabia que a CBF pediu rigor máximo para os jogos desta rodada em diante?

Junto com um texto de auto-louvação, determinou o seguinte (abaixo, extraído do site CBF.com):

CBF ENVIA PACOTE DE ORIENTAÇÕES AOS ÁRBITROS

Quando entrarem em campo para trabalhar neste fim de semana, os árbitros brasileiros já terão recebido as novas orientações da Comissão de Arbitragem da CBF. Um conjunto de dicas foi passado para reforçar a aplicação da regra e melhorar a qualidade do jogo para o público no estádio e os torcedores que assistem pelas transmissões de TV.

O trabalho da Comissão de Arbitragem, que vem contando com boa assimilação por parte dos árbitros e mudança de postura dos jogadores, tem alcançado resultados positivos. O tempo médio de bola rolando nos jogos do Brasileirão apresenta um aumento gradativo: 52’27 em 2014, 54’05 no ano passado e 55’40 este ano.

Considerando as 14 primeiras rodadas do campeonato, o número de partidas com mais de 60 minutos de bola rolando deu um salto superior a 500% em dois anos: de 8, em 2014, para 42 este ano, passando por 20 em 2015.

– Nossa meta é ajudar a melhorar o jogo para todos, dentro e fora de campo. É importante terminar com alguns mitos que acabam sendo criados e absorvidos pela opinião pública. Não existe essa lenda de que a CBF orienta para não marcar falta. Se há 20, 50, 100 ou 200 faltas num jogo, todas devem ser marcadas. Outro ponto importante é a questão da conversa. Claro que jogador pode falar com o árbitro. Não pode é extrapolar – explica o presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Sérgio Corrêa.

Confira as orientações enviadas pela CBF aos árbitros.

NÃO SE DEVE ACEITAR, EM HIPÓTESE ALGUMA:

1 – Rodinhas de jogadores reclamando.
2 – Dedo em riste.
3 – Gritaria no ouvido.
4 – Jogador pedindo cartão para o adversário.
5 – Simulação.
6 – Treinador gesticulando para jogar a torcida contra a arbitragem.
7 – Reclamações flagrantes contra o árbitro assistente.
8 – Integrante do jogo “mandando” o árbitro consultar o assistente. 

ATENÇÃO PARA:

1 – Bola no local correto para a cobrança do escanteio (tiro de canto).
2 – Laterais cobrados muitos metros à frente do local em que a bola saiu.
3 – Goleiros demorando mais do que 6 segundos para recolocar a bola em jogo.
4 – Agarra-agarra na área.
5 – Na arquibancada, apenas faixas que incitem a violência não são permitidas.

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– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull x Paulista

Ufa! Enfim a bolinha desencantou.

Se reclamávamos de que nas duas rodadas iniciais tínhamos árbitros sem destaque em jogos do Paulista FC (enquanto nas outras partidas eram juízes mais experientes), a coisa virou: somente em Red Bull x Paulista (sábado, 15h, Moisés Lucarelli) teremos árbitro de A1, enquanto que nas outras partidas teremos árbitros menos gabaritados.

Apitará Cássio Luís Zancopé, auxiliado por Fausto Viana Moretti e Marcos Sehnem. José Roberto Marques será o quarto-árbitro.

Zancopé corre bastante (aliás, uma curiosidade: é ciclista de pedalar por horas a fio!) e sabe deixar o jogo correr sem perder o controle da partida. Moderado na dose certa no rigor com os cartões, deve levar a contento a partida.

Espero um bom jogo e uma boa arbitragem!

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– Análise da Arbitragem de Nacional 2×1 São Paulo

Sou sempre a favor de que as equipes de futebol profissionais tenham especialistas em todas as áreas. Assim, de massagista à médico, de psicólogo à assistente social e de treinador à consultor de arbitragem, a busca pela excelência deve ser total. Afinal, altos valores financeiros estão envolvidos no esporte como business.

Equipes sub 15 e sub 17 não tem “Professores de Regras de Futebol” (cujo ofício exercem). Os adultos, pouco se importam em estudar as características dos árbitros. Se a situação fosse diferente, seria sabido que clubes como Boca Jrs e tantos outros são fortíssimos nos bastidores. Ou até mesmo times como o Nacional de Medelim, que ganhou o “Atlético” no nome para não remeter o passado da força do mega traficante Pablo Escobar e seu nefasto cartel (que financiava o mesmo time).

Faço essa introdução para lembrar que nas duas partidas o São Paulo FC poderia ter evitado erros contrários dos árbitros. Vide:

1- No jogo de ida, o argentino Mauro Vigliano (com apenas 3 anos de FIFA) apitou o jogo no Morumbi. Com fama de ser rigorosíssimo disciplinarmente, era criticado por “fáceis cartões vermelhos”. Esse mesmo árbitro foi suspenso da AFA a pedido de Maurício Macri, então dirigente do Boca Jrs e atual presidente da Argentina, por erros contra sua equipe. Ficou “devendo uma” ao time do Bombonera. E alertamos isso em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2016/07/06/o-polemico-arbitro-que-apitara-sao-paulo-x-atletico-nacional/

2 – No jogo de volta, o chileno Patricio Polic (que já havia sido suspenso por suspeita de corrupção na arbitragem e com histórico de que nunca o time visitante consegue vitória em seus jogos), estava escalado mesmo sem ter um apitado jogos importantes e sendo suscetível a pressão. Aqui, o alerta foi mais sério, e também escrevemos sobre ele em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2016/07/12/analise-pre-jogo-do-arbitro-de-atletico-nacional-x-sao-paulo/

Por fim, sem a fama de ser um bom árbitro mas com repentes constantes de Carlos Amarilla ou Ubaldo Aquino, o juizão influenciou decisivamente a partida na Colômbia na noite de 4a feira.

LANCE 1 – Borja é lançado em profundidade e a recebe em posição duvidosa. Circula uma imagem na internet na qual parte do tronco está a frente do pé de Lugano (na linha de impedimento, você avalia as “partes do corpo que você pode jogar”, ou seja, não se leva em conta as mãos e braços). Errou o bandeira 2 Christian Schiermann em lance de altíssima dificuldade (nesse ítem, não dá para ser crítico).

LANCE 2 – Aos 47 minutos do 1o tempo, estando 1×1, Hudson recebe passe de Michel Bastos, está dentro da área, de frente para o gol e é derrubado por Bocanegra, que o trava no pé de apoio e ainda o empurra com o braço direito nas costas. Não havia motivo para simulação e o lance nem duvidoso era. Polic não marcou, aparentemente, porque não quis. E Centurion ainda foi advertido por Amarelo pelas reclamação (que, cá entre nós, não foi excessiva). Erro grosseiro da arbitragem.

LANCE 3 – Aos 30 minutos do 2o tempo, outro lance muito polêmico: a bola é cruzada e Carlinhos, dentro da área a curta distância salta para interceptá-la. Estando de costas, a bola bate em seu braço que está um pouco aberto. Aqui muitas considerações:

  1. Se você considerar intenção deliberada e achou que o braço estava excessivamente estendido, aberto, desejando tocá-lo na bola, é pênalti.
  2. Se você considerar que é impossível pular de braços fechados e o toque é mera causalidade de jogo (foi sem querer), não é pênalti.
  3. Se você considerar que ele foi imprudente em pular com os braços que estavam moderadamente abertos, não é pênalti, já que não se pode marcar imprudência em lances de mão na bola (não existe o “correr risco de por a mão na bola”, como se diz para faltas por carrinho).
  4. Se você considerar que o salto foi com os braços se movimentando de maneira antinatural e disfarçadamente ele tem a intenção de por a mão na bola, aí é pênalti.

O certo é que nesse terceiro lance polêmico, o árbitro estava em um lado cego, encoberto pelo corpo do são-paulino e não viu nada. Quem marcou foi o assistente 1 Marcelo Barraza.

Por fim, após muita confusão, aos 33 minutos do segundo tempo, Lugano foi expulso por segundo amarelo juntamente com Michel Bastos por reclamação. Mas o confuso árbitro avisa que é Wesley, e não Michel Bastos, quem recebera o Vermelho junto com o uruguaio. Nesse momento, percebe-se claramente que o árbitro estava mais do que perdido: sedento para acabar o jogo.

Lembrando: Wilson Luís Seneme está na Comissão de Árbitros da Conmebol mas não tem poder de decisão. Fala-se à boca pequena que Carlos Alarcón, o reconhecidamente gângster ex-presidente da Comissão, continua mandando normalmente.

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– Análise Pré-Jogo do Árbitro de Atlético Nacional x São Paulo

O trio de arbitragem para Atlético Nacional-COL x São Paulo-BRA é chileno e será formado por Patricio Polic como árbitro central, tendo Marcelo Barraza e Christian Schiemann como assistentes.
Patrício é professor de Educação Física, tem 43 anos, é descendente de família croata.

Tempos atrás (2003), Patricio foi suspenso por 8 meses por suposto favorecimento deliberado em péssima arbitragem na fase preliminar da Copa Sulamericana, na partida entre Provincial Osorno x Universidade Católica (veja a confusão que ele arranjou em: https://www.youtube.com/watch?v=4VIWhGNdrdg).

Ele saiu e voltou do quadro da FIFA. Desde 2010, seu retorno definitivo, apitou poucos jogos da Libertadores da América. O time visitante dificilmente ganha com ele (vide seu histórico).

Neste ano, apitou a Pré-Libertadores (Huracan 1×0 Caracas), e outras 3 partidas: Trujillianos 2x 1 Strongest, Huracan 0 x 0 Atlético Nacional e Pumas 2 x 0 Táchira. Nas 4 partidas, mostrou 19 Cartões Amarelos e 3 Vermelhos.

Em 2015, só apitou 1 jogo: Huracan (de novo) 3 x 1 Cruzeiro, em 2014 apitou 4 partidas, em 2013 apitou 3 e em 2012 apenas 2. Não apitou nada em 2011.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 3×1 Ituano

Embora tenha torcido para uma grande atuação, não gostei do trabalho do árbitro Leomar Oliveira Neves na manhã de domingo no Jayme Cintra.

Foram 4 vantagens perdidas: duas no 1o tempo, duas no 2o, nas quais os atletas sofreram faltas em ambas e a bola sobrou limpa para o contra-ataque (3 a favor do Paulista e 1 ao Ituano). Inverteu duas faltas (1 para cada equipe). E outros “errinhos” evitáveis.

Na sua última atuação, eu havia dito que ele tinha “soltado” o jogo demais e não conseguiu segurar a partida posteriormente. Desta feita, segurou demais… Aos 9 minutos, por exemplo, numa simples falta de Fábio Gomes ele aplicou Cartão Amarelo. Foi excessivo, assim como o de Kennedy (embora, cá entre nós, foi criterioso).

Demonstrando ótimo condicionamento físico, foi lúcido ao não marcar pênalti na simulação de Ariel e mandou o jogo seguir. Só que cometeu dois pecados:

1- aos 73 minutos, Luís Henrique (PAU) foi agarrado e derrubado por Léo (ITU) dentro da área, e ele nada marcou. O zagueiro parou esperando o pênalti e, ao perceber que nada foi marcado, voltou a disputar a bola com o jogador do Paulista caído. Erro grosseiro.

2- aos 89 minutos, Kennedy (ITU) levou um pontapé de Branquinho (BRA), em cima da linha. Mas Leomar entendeu que foi fora da área. Errou de novo, e o técnico do Ituano Vinícius Bergatini ficou possesso.

Boa participação do assistente 1 Alex Alexandrino e excelente atuação do assistente 2 Fernando Afonso, com precisas marcações de impedimento e sempre atento na marcação de faltas auxiliando o árbitro central.

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