– Precisava repetir o juizão para Corinthians x Atlético Mineiro?

A Nova Comissão de Árbitros da CBF começou com os mesmos hábitos da antiga.

Não é que para o importante jogo do Timão contra o Galo repete o mesmo trio de arbitragem do polêmico jogo entre Corinthians x Fluminense da Copa do Brasil?

Com tanto árbitro à disposição no quadro, vai sortear justo o mesmo?

Se “pode-se complicar, por que facilitar…” totalmente evitável essa situação. Se der algum erro involuntário do árbitro Rodolpho Toski ao Corinthians, dá-lhe teorias conspiratórias.

Sobre aquele jogo e os 8 lances polêmicos, clique em: http://wp.me/p55Mu0-171

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– Balotelli e a Expulsão arrependida do Árbitro

Na partida entre Nice 2×1 Lorient pelo Campeonato Francês (no último domingo), Mario Balotelli, o polêmico atacante italiano, marcou o gol da vitória de sua equipe. Só que foi protagonista de uma situação inusitada: no final da partida, já tendo recebido o 1o cartão amarelo, Super Mario discutiu com seu adversário Steven Moreira. O árbitro aplicou cartão amarelo aos dois atletas, consequentemente, tendo que dar o Vermelho a Balotelli.

Pós-jogo, o árbitro da partida Olivier Thual reviu a jogada pela TV e se arrependeu do rigor!  E escreveu à Comissão de Arbitragem da França que assumia o erro da aplicação dos desnecessários e excessivos cartões.

Por fim: hoje Balotelli poderá ser informado que sua expulsão está ou não cancelada, estando apto para o jogo contra o Lyon na próxima rodada.

Aqui aconteceria algo parecido ou não?

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– Nenhum erro de Arbitragem no Brasileirão nesta rodada de domingo!

Pudera, não tivemos jogos…

Não pude resistir à esta observação brincalhona. Mas falando sério: os erros ocorridos nos jogos programados para o sábado são os mesmos da Gestão Sergio Correa. Nesta primeira rodada sob a Administração do Coronel Marcos Marinho, equívocos e acertos foram os de sempre.

Destaco 3 jogos onde separei alguns detalhes. Abaixo, clique nos links:

A brincadeira sobre a não existência de erros de arbitragem no domingo das Eleições Municipais deve ser acrescida de outra: nenhum treinador caiu! Aliás, quantas demissões de técnicos já tivemos em 2016, não?

 

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– Que bobeada do juizão em Santos 2×0 Atlético-PR!

Assistiram à vitória do Santos frente ao Atlético Paranaense?

Um árbitro como Péricles Bassols, que está na FIFA há algum tempo, não pode cair na milonga como ele caiu ao marcar pênalti após a simulação de Emiliano Vecchio. O juiz já é bastante rodado para tais erros…

O atacante argentino do Santos merecia o Cartão Amarelo. Falha importante do árbitro.

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– As bolas na mão de São Paulo 0x0 Flamengo

Sandro Meira Ricci sempre foi no meio da arbitragem um suposto “inimigo” de Sérgio Correa da Silva na CA-CBF.

Por ser da FIFA, ousava discordar de algumas colocações e orientações polêmicas. E isso se viu na partida entre São Paulo 0x0 Flamengo: em dois lances de bola que bate despretensiosamente na mão, corretamente mandou o jogo seguir. Se fosse árbitro querendo cumprir a ordem equivocada da Regra 12B brasileira, seriam duas infrações erroneamente marcadas! E não pensemos que mudou: o Coronel Marinho, novo chefe do apito, comunga desse equívoco de Correa.

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– O polêmico gol de Botafogo x Corinthians

Sobre o 1o gol tão discutido no jogo entre Fogão x Timão na Arena da Ilha, pelo Campeonato Brasileiro, só vi o lance neste domingo. E para mim, desde o 1o momento, o lance foi LEGAL.

Explico: o impedimento deve ser marcado quando um jogador estiver avançado sem ter entre ele e a linha de fundo 2 atletas, no caso de receber a bola, verificando-se o momento do lançamento. Claro, existem algumas exceções como tiro de meta, arremesso lateral e outras situações específicas.

Nesta jogada, Vinícius Tanque (BOT) está em posição de impedimento, mais enfiado para a região centro-direita do ataque carioca. Neilton (BOT) avança pelo meio. Há um atacante do Botafogo também em posição de impedimento pela esquerda. Quando Yago vai dividir, a bola é desviada e sobra para Vinícius Tanque, que continua a jogada devolvendo para Neilton que faz o gol. Válido ou não?

Entenda: Se Neilton desejasse tocar para Vinícius Tanque originalmente na jogada, com ou sem desvio deveria ser sancionado o impedimento. Desvio, neste caso, não tira impedimento. Entretanto, crendo que Neilton queria prosseguir a jogada e que não iria tocar para Vinícius Tanque, e que a bola sobra para ele somente em decorrência da participação de Yago, é uma nova jogada e o lance deve prosseguir (isso mudou em 2013,  veja o item 9 desta postagem: http://wp.me/p55Mu0-bW).

Neste mesmo Brasileirão, houve um lance de mesma natureza e discussão em um gol na partida entre Ponte Preta x Palmeiras, também debatido na ocasião.

Em tempo: o pênalti desperdiçado por Marquinhos Gabriel surgiu de lance mal marcado. Não foi mão intencional na bola, falha do bom árbitro Caio Max Vieira, que havia trabalhado bem em outros jogos.

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– Interpretando CORRETAMENTE os casos de “mão na bola” e “bola na mão”

Uma mudança na orientação de marcação de infrações em jogadas de “Mão na Bola” e “Bola na Mão” foi colocada em prática a partir da Copa das Confederações-13, bem aceita no restante no mundo e um pouco confusa no Brasil. Não foi uma mudança na Regra do Jogo, mas Massimo Bussaca, o atual comandante da arbitragem mundial, alegou na época ser uma nova interpretação aos árbitros sobre lances duvidosos dessa natureza.

Hoje, só se deve marcar infração por uso indevido das mãos na bola (entenda-se por mãos: a mão, o braço e o antebraçose for uma ação deliberada (proposital/intencional). É uma das poucas infrações onde o árbitro não deve avaliar imprudência, nem força excessiva (lembrando que em qualquer outra falta deve se considerar ação imprudente, temerária ou brutalidade). A Regra 12 (infrações e Indisciplinas) diz que:

Uma das faltas punidas com tiro livre direto é: tocar a bola com as mãos intencionalmente (exceto o goleiro dentro de sua área penal).

Tocar a bola com a mão implica na ação deliberada de um jogador fazer contato na bola com as mãos ou com os braços. O árbitro deverá considerar as seguintes circunstâncias:

O movimento da mão em direção a bola (e não da bola em direção a mão);

A distância entre o adversário e a bola (bola que chega de forma inesperada);

A posição da mão não pressupõe necessariamente uma infração;

Tocar a bola com um objeto segurado com a mão (roupa, caneleira etc.) constitui uma infração;

Atingir a bola com um objeto arremessado (chuteira, caneleira etc.) constitui uma infração.

A novidade, desde julho/2013, é: o árbitro deve avaliar se em determinados lances não houve movimento antinatural dos braços no momento do toque (uma intencionalidade disfarçada de falsa imprudência) ou um risco mal calculado do atleta em que a bola possa bater nos braços, em jogada que se poderia evitar. Trocando em miúdos:  pular/ se jogar na bola de maneira a qual a bola possa bater em seu braço, não se cuidando para evitar o contato.

Para muitos, tal orientação ajudou a justificar alguns pênaltis mal marcados. Foi o que aconteceu por aqui.

Vimos lances bizarros de pênaltis mal marcados: em um clássico entre São Paulo x Corinthians no Morumbi, o zagueiro Gil tenta tirar o braço da direção da bola em um chute a queima-roupa e ela bate em seu cotovelo. Nenhuma intenção clara, tampouco subjetiva de colocar a mão na bola. Mas virou, equivocadamente, pênalti… Vimos também uma barreira pulando e o jogador saltando com os dois braços erguidos. Se a bola bate neles, aí sim seria movimento antinatural, pois fisiologicamente, você não pula com os braços totalmente esticados e eretos para o alto.

Enfim, essa história de: “nova orientação” não tem segredo. Talvez todo o imbroglio tenha nascido única e exclusivamente da tradução/interpretação do texto, potencializada negativamente por má orientação.

Do jeito que está, é só chutar na mão que vira infração. Parece brincadeira de “Queimada”…

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– Quem vai pagar a Taxa?

Respeitosamente, mas sou totalmente contra a chegada do Cel Marcos Marinho para a Comissão de Árbitros da CBF.

Em São Paulo, criou um ranking confuso e inválido. Não revelou quase ninguém, apesar de ter começado sua administração com boa vontade (embora, todos nós sabemos, sem conhecer as regras do futebol).

Leio que a nova CA-CBF prometeu que pagará a taxa do jogo em que o árbitro estiver escalado e por motivo de força maior não comparecer. Assim, questiono:

  • É a CBF quem realmente paga? Então ela assume o vínculo empregatício?
  • Quantos casos como esses você viu acontecer?

O mais importante: sobre a Profissionalização da Arbitragem, o Cel Marinho passou ao largo…

Que tenha sucesso no novo cargo altamente remunerado. Se for como fez na FPF, continuaremos do mesmo jeito…

Não confio na competência dos cartolas do apito e do futebol. E tenho dito.

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– O chororô do Mano: sobre os lances polêmicos de Corinthians x Cruzeiro

Quer dizer que a bola que bateu despretensiosamente no braço do atleta corintiano dentro da área foi pênalti para o Cruzeiro?

Segundo Mano Meneses, treinador da Raposa, sim. Com o radicalismo da Regra 12B inventada pela CBF (uma ironia sobre a orientação de movimento antinatural da mão na bola, onde aqui interpretamos equivocadamente a orientação da FIFA), até que alguns árbitros brazucas marcariam. Na Regra oficial da International Board, não foi!

Sobre o gol em posição de impedimento, realmente procede a queixa. Mas cá entre nós: é o lance difícil, milimétrico, onde não dá para culpar o bandeira. Só se percebe o impedimento pela TV e com muito esforço.

O gozado é ele fazer ironia sobre ajuda ou não de arbitragem… assuma a derrota, Mano.

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– Vale o risco que a CBF quer correr para Santos-SP x Internacional-RS?

Para Santos x Internacional na Copa do Brasil, pelas quartas-de-final, apitará o aspirante à FIFA Gilberto Rodrigues Castro Jr, de Pernambuco.

Poderá fazer uma ótima arbitragem, mas… quantos jogos você lembra que ele apitou? o que fez para merecer a honraria de aspirante à FIFA?

Houve coerência: um aspirante à FIFA brasiliense (o árbitro Raposo) apitou Internacional x Santos no Beira-Rio pelo Brasileirão (com histórico de nenhuma vitória de clubes visitantes). Agora, outro desconhecido árbitro com mesma aspiração (nessa feita na Vila Belmiro) no jogo envolvendo as duas equipes.

Escala para se fazer média, sem sombra de dúvidas. A propósito, às 10h30, quando feita esta postagem, a CBF não disponibilizava o histórico de partidas desse árbitro dando como mensagem “erro”.

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– A lorota contada na Comissão de Árbitros da CBF: caiu Sérgio Correa?

Em 16 de janeiro deste ano, quando o Cel Marcos Marinho foi demitido da Comissão de Árbitros da FPF, dissemos neste blog que Marco Polo Del Nero, caso precisasse de um novo nome na Comissão de Árbitros da CBF, não exitaria em levá-lo para o Rio de Janeiro, já que foi seu braço direito em SP não só na arbitragem (mesmo não tem sido árbitro e pouco sendo conhecedor do assunto), mas em outros departamentos também. Chega ser irônico que um Policial Militar auxilie aquele que é procurado pelo FBI (vide em: http://wp.me/p55Mu0-IR).

Mas Sérgio Correa caiu?

Segundo o Globoesporte.com, há pouco, sim. Mas na prática: não, foi realocado.

Suportando todo tipo de pressão, Correa se manteve sempre a frente e no comando do cargo. Quando Ricardo Teixeira reinava na CBF e após muita pressão, Sérgio saiu da Comissão e foi para um outro setor da arbitragem na casa. Quando José Maria Marin assumiu, Correa voltou. Só que quando Marin foi pressionado pelos clubes, Sérgio Correa foi alocado para o “Departamento de Árbitros”, criado exclusivamente para ele. Por fim, quando Marco Polo assumiu, Sérgio Correa voltou de novo. E diante da extrema pressão dos times, Del Nero realoca agora Sérgio como o responsável pelo Departamento de Árbitro de Vídeo!

Que força e prestígio esse homem tem, não?

E o que muda com o Coronel Marinho?

Na prática, nada. Como na FPF ele se utilizou do assessor Arthur Alves Júnior, na CBF se utilizará de Alício Pena Júnior e Ana Paula Oliveira. Em São Paulo, uma das últimas bobagens feitas foi orientar os árbitros com a Regra 12B a reboque da CBF. Na pré-temporada – é público – comentou que “se a bola bater na mão, é mais fácil marcar pênalti”.

Boa sorte à nova comissão de árbitros. Justo na semana em que falamos que nos últimos 20 anos tivemos mais de 2.000 juízes e bandeirinhas formados pela FPF e que muitos poucos vingaram em seu trabalho (vide em: http://wp.me/p55Mu0-17b), creio que trocou-se “Seis por Meia Dúzia”. E é justamente isso que Marco Polo desejava: TROCAR SEM NADA MUDAR.

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– Os dois lances pontuais de Corinthians 0x1 Fluminense

Não assisti o jogo; portanto, não posso comentar “como um todo” a arbitragem de Anderson Daronco no tão esperado jogo da rodada. Mas vi os dois lances reclamados:

  1. O pênalti reclamado pelo Fluminense: Marquinhos Gabriel agarra Marcos Júnior na área. É lógico que o grito e a queda do atleta foram, digamos, excessivos. Mas independente da “forçação da barra”, a infração aconteceu pois há o nítido desequilíbrio. Talvez Daronco tenha sido traído pela valorização do atleta carioca querendo mostrar a todo custo que foi agarrado. Tiro penal não marcado.
  2. O Gol sofrido no último lance pelo Corinthians: a falta cobrada por Gustavo Scarpa não existiu, e deste cruzamento, Gum, em posição de impedimento, prosseguiu com a jogada e na sequência sai o gol de Cícero. Erro duplo, do árbitro e do bandeira.

Enfim, novamente erros relevantes no Campeonato Brasileiro. Até quando a arbitragem vai ser mais notícia do que o jogo em si?

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– Não cansou?

Tirei o final de semana para uma necessária “curtição em família”. Descansei e espaireci. Não vi nada sobre a rodada do Brasileirão, mas o pouco que li foi:

Fluminense vence com gol supostamente impedido“. Se verdade, Levir vai reclamar?

Ponte Preta reclama da arbitragem e Potker é expulso por dar soco no adversário“. E vai reclamar como depois de um sopapo?

Elano entra e é expulso por ofender o árbitro“. Outro cartão vermelho por xingamento?

Não sei se foram erros ou acertos, mas cá entre nós: antes falávamos sobre os grandes lances da rodada. Hoje, falamos sobre as decisões dos árbitros.

Já cansou o futebol assim, não? Está muito chato.

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– Breve explicação sobre o mau momento da arbitragem brasileira (6 importantes tópicos)

Não há muito o que enrolar ao leitor e ao torcedor apaixonado por futebol: por quê os árbitros brasileiros estão em um momento tão ruim?

1) A renovação tem sido falha. Durante mais de 1 década, a arbitragem paulista foi dirigida por um Coronel que comandava a repressão às torcidas organizadas. Quantos jogos ele apitou? Já a arbitragem carioca é liderada por um chefe que comandou / comanda a Comissão, o Sindicato e a Cooperativa local. Pode?

2) Só em São Paulo, entram para a escola de árbitros cerca de 100 alunos por ano. Quando os árbitros FIFA brasileiros eram na sua maioria paulistas, todos foram das turmas do Professor Gustavo Caetano Rogério (que saiu em 1995). Portanto, desde então, se formaram (em 20 anos) cerca de 2.000 apitadores e bandeirinhas. Desta massa incrível, vingaram… Entenderão? Se pensa na quantidade e não na qualidade (e isso serve para todos os estados que enviam árbitros para a CBF).

3) O sorteio da arbitragem foi criado com bom intuito: a fim de não permitir que um “juiz de esquema” fosse indicado para favorecer uma equipe. Isso faria com que quem escala não pudesse escolher seus preferidos e quem fosse escalado estaria “à sorte grande” em determinados jogos. Porém, o espírito da coisa foi deturpado e o globinho costuma ter uma metodologia contestável, onde não é um grupo de árbitros escolhidos ao Deus-dará, mas sim um elenco com bula e regras confusas. É a alegria de quem sorteia, pois seu árbitro mal formado e mal orientado, se for mal na atuação da partida, será criticado pelo empecilho do sorteio não permitir planejamento de carreira.

4) Árbitros do MS, do RN, do SE e de outros centros não tão desenvolvidos do futebol são escalados sob a desculpa de “integração nacional”. Bobagem, não são os melhores juízes os escolhidos, mas aqueles que atendem pedidos políticos. Se não é assim, por que Francisco Nascimento-AL, o “Chicão de Alagoas” (terra de Renan Calheiros) ou Dewson Freitas-PA (terra do Coronel Nunes) chegaram à FIFA, mesmo com fracas arbitragens? A coisa é mais séria quando se questiona: quantos Fla-Flus, Grenais ou Corinthians-Palmeiras os árbitros apitam antes de ganharem a honraria do escudo FIFA? Nenhum! Lembre-se que Dulcídio Wanderlei Boschilia nunca foi da FIFA.

5) Sérgio Correa da Silva foi presidente do Sindicato de Árbitros de São Paulo e membro da Comissão de Árbitros da FPF (seu sucessor, Arthur Alves Jr, idem – e posteriormente afastado após escândalos morais). Há quantos anos ele está na CBF, num entra-e-sai como Presidente da CA-CBF, chefe do Departamento de Árbitros ou outro cargo que existir? Passou por Ricardo Teixeira, José Maria Marin e agora por Marco Polo Del Nero. Reclamado pelos 20 times da Série A (e talvez pelo mesmo tanto da série B, C e D), nunca cai! É por ser “hiper-competente e nós não entendemos isso” ou o quê acontece que foge da nossa compreensão?

6) A definitiva não-profissionalização dos árbitros, desejada no íntimo dos sindicatos e associações de classe, em conformidade com a vontade da CBF, mas dita diferente aos meios de comunicação, é sem dúvida outro mal que nem precisa ser discutido.

Enfim, sem a força dos clubes e o desejo REAL de mudança dos cartolas, nada vai acontecer.

Obs: não sou candidato a nenhum cargo diretivo, nem pelego, nem postulante a boquinha alguma nos convites de visitas às entidades costumeiramente feitos. Apenas sou um ex-árbitro (apaixonado e estudioso pelo assunto) que divide esse tema com minhas outras searas profissionais no comércio e no ensino superior, onde também milito.

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A falta não marcada no 2o gol de Vasco 2×2 Santos

Foi uma leve infração: Lucas Lima (SFC) abdica de pular para disputar a bola com Alan (VAS), numa espécie de “semi cama-de-gato” desequilibrando o adversário. O árbitro gaúcho Jean Pierre “Vin Diese” Gonçalves Lima está de frente para o vascaíno e não percebeu a falta (se estivesse de lado, viria Lucas Lima, pois o santista estava encoberto pelo corpo do próprio Alan). Por esse mal posicionamento, não marcou a falta que resultou no fatal contra-ataque do Santos FC.

O curioso: Rodrigo (VAS) foi expulso após a partida por dizer ao árbitro: “você é cagão”. Também foi relatado na súmula que o quarto árbitro, no vestiário, foi ofendido por um sr identificado como Eurico Brandãoque disse: “Guarda a carteira, guarda o relógio, tem ladrão do vestiário que tem que sair de camburão”. Além disso, relatou que coletou um sapato e uma sandálias da marca havaianas, atirada no gramado.

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– Os 8 Lances Polêmicos de Corinthians 1×0 Fluminense

Muitas reclamações contra o quarteto de arbitragem paranaense na Arena Itaquerão para o jogo de volta entre Timão x Flu pelas Oitavas de Final da Copa do Brasil. Justas ou injustas?

Vamos às jogadas:

Lances 1 e 2) Os dois primeiros gols anulados do Fluminense foram muito parecidos. Jogadas em que a bola é lançada e que Cícero esta à frente da linha do penúltimo homem da equipe paulista. Nenhuma contestação, só cumprimentos ao ótimo bandeira Ivan Bohn pelos acertos.

Lance 3) O árbitro Rodolpho Toski Marques, aspirante à FIFA, vê como tranco legal a disputa de bola entre Giovanni (COR) e Cícero (FLU) dentro da área. O atacante fluminense é trancado dentro do limite permitido pela regra pelo adversário corintiano. Esse é o ombro-a-ombro em que quem for disputar a bola de maneira “mais mole”, com menos vigor, cai inevitavelmente pelo contato físico. Não é infração. Portanto não foi pênalti. Acertou o árbitro.

Lance 4) Cícero (COR) e Marquinhos Gabriel (FLU) estão esperando a bola dentro da área no agarra-agarra. Quando a bola chega ao atacante, ele dobra as duas pernas e pede pênalti. Acertou o árbitro em não marcar pênalti, mas deveria ter dado o tiro livre indireto e o cartão amarelo por simulação.

Lance 5) Douglas (FLU) é lançado em profundidade e fica cara-a-cara com Cássio (COR). Entretanto, é assinalado impedimento pelo bandeira Bruno Boschilia. Errou, havia um atleta do Corinthians no lado esquerdo dando condição, em mesma linha. Entretanto, sejamos justos: é um lance de não impedimento “ajustado”, difícil, milimétrico, que somente com ajuda do olhar eletrônico se poderia definir com exatidão.

Lance 6) A bola é lançada para a área corintiana e no meio do bololô Henrique (FLU) a toca para Richarlison (FLU) em claro impedimento e que faz o terceiro gol irregular. O bandeira Bruno Boschilia demora para marcar o impedimento pois se equivoca e crê que um defensor corintiano é quem a toca, mas é corrigido pelo árbitro Toski com perfeição no “trabalho de equipe da arbitragem”. Acerto e cumprimentos para a rápida solução do problema.

Lance 7) A expulsão de Marquinhos (FLU): o atleta, após a marcação de uma falta cometida, soca o ar reclamando da marcação. Em seguida, ele diz algo ao árbitro e é expulso. Toski se excedeu ao aplicar o cartão vermelho direto (o jogador não foi expulso pelo amarelo reincidente), pois, segundo o relato em súmula, o atleta de cabeça quente, disse literalmente: “vai se fuder”. O juiz estando longe da jogada e a falta já marcada, será que não poderia dar uma sonora advertência verbal? Precisava “gastar o cartão”? Palavrões na linguagem futebolística, muitas vezes, tem sentido de contestação relativo. Se ele chega com o dedo em riste ameaçando, aí sim. Mas parece mais um desabafo do que uma ofensa, repito, na linguagem do futebol (ele não iria dizer “Vossa Senhoria se equivocou”).

Lance 8) Esse certamente o mais difícil: Richarlison em posição legal fica de frente para o gol, intercepta a bola no ombro e é tocado levemente por Fágner. Não haveria o porquê do jogador se atirar (pois era uma situação de domínio e vantagem à frente do seu marcador). Para mim, toque leve mas relevante desequilíbrio por parte de Fágner, que após o contato recolhe a perna. Isso é infração por imprudência, sem violência alguma. E dentro da área, pênalti. Errou o árbitro.

As outras tantas reclamações do jogo não foram relatadas, ficando, portanto, a cargo do Tribunal alguma punição pelas falas em rádio e TV de jogadores e dirigentes.

Portanto, foram:

  • Quatro lances de impedimentos anotados, sendo que 3 resultantes em gol foram bem anulados. Apenas 1, o mais difícil e que não resultou em gol, errado.
  • Três lances de pênaltis reclamados e não anotados, sendo que 1 (o último) procede a queixa.
  • Um lance de expulsão discutível. Certamente, um árbitro mais calejado resolveria com autoridade;mas sem muito nome, Toski optou pelo rigor do cartão.

Detalhe final: Anderson Daronco FIFA-RS, que já estava escalado antes do jogo de ontem, apitará no próximo domingo Corinthians x Fluminense pelo Brasileirão.

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– O quão é determinante o “fator casa” no futebol?

Árbitros de futebol sabem que, em determinados estádios, o “fator casa” pode ser determinante para sua atuação: desde a qualidade dos vestiários e a proximidade da torcida até as invasões ao seu recinto de preparação. Isso é uma visão amadora que persiste em alguns locais, como a pressão do time mandante oferecendo o que há de pior para assustar o juizão.

Lógico: se o apitador for fraco, aceita tudo isso e tende a ser caseiro. O bom árbitro não se deixa intimidar, consegue resistir e não permite tais interferências em seu trabalho.

E para os clubes, isso também é verdade?

Claro que sim. O bom time vence cânticos e gritarias da torcida visitante, gramado ruim, erros de arbitragem e adversário inferior. Se jogar em sua casa, onde está mais acostumado com o ambiente físico e emocional de jogo, ótimo. Caso contrário, pela qualidade técnica, vence em qualquer outra praça esportiva.

Existem alguns exemplos que podem ou não comprovar essa tese: o Flamengo, por exemplo, virou um time cigano no Brasileirão e é vice-líder. Será que se o Mengão estivesse jogando no Maracanã, seria líder do Torneio? O Palmeiras venceu o Corinthians em Itaquera, quebrando uma grande invencibilidade do Timão em seu estádio.

Algumas pessoas podem citar outros casos: o Guarani de Campinas jogou a série C em 2015 quase totalmente fora do interditado Brinco de Ouro da Princesa e fez campanha pífia. Em 2016, com seu estádio liberado e com ótimo público, briga pelo acesso à série B e é o melhor time do certame até agora. Culpa do estádio ou dos investimentos diferentes (em especial, do trabalho do surpreendente Marcelo Chamusca, o treinador desconhecido por nós que está fazendo sucesso)?

Se estádio ganhasse jogo sempre e fosse o determinante máximo do futebol, como explicar o Maracanazzo proporcionado pelo Uruguai na final da Copa de 1950 ou do vergonhoso 7×1 para a Alemanha no Mineirão em 2014 que a Seleção Brasileira nos proporcionou?

Talvez a exceção tenha sido a Coréia do Sul em 2002, chegando às semifinais do Mundial daquele ano. Ou o “fator casa” não tenha sido tão determinante, mas outro obscuro? Os italianos não esquecem disso até hoje, em especial do fator “árbitro equatoriano Byron Moreno”…

E aí: jogar em casa é muito ou pouco determinante para o sucesso de uma equipe? Particularmente, penso que time bom ganha de tudo e de todos (mas jogar em casa pode ajudar em alguns casos). O fator maior é: qualidade técnica e tática!

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– As Duas Regras 12 de Flamengo x Figueirense

Aos 30 minutos, Leandro Damião (FLA) cabeceia e a bola bate despretensiosamente na mão de Ayrton (FIG). Lance de “bola na mão”, não “mão na bola”. Não é falta deliberada, não existe imprudência em tal lance, não se pode alegar movimento antinatural da mão na bola. Mas Luiz Flávio de Oliveira entende diferente e equivocadamente marca pênalti para o Mengão. Errou.

Aos 39 minutos, uma mão “polêmica” após cruzamento de Pará (FLA). A zaga catarinense desvia para escanteio, em um lance mais agudo de bola na mão. Desta vez, mais discutível, Luiz Flávio nada marca.

Qual é o critério? A Regra 12B da CBF (como no 1o lance) ou a Regra Oficial da Board (como no 2o lance)?

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– Corinthians x Palmeiras: Heber, Cristóvão ou Substituições deveriam mudar?

Nas 13 partidas que Heber Roberto Lopes apitou neste ano no Brasil, nenhuma vitória do visitante! Vide seu histórico no site da CBF.

Os treinadores de futebol têm direito a 3 substituições por jogo, mas Cristóvão Borges só usou uma substituição no jogo contra o Coritiba.

O futebol está cada vez mais corrido, e eu sempre defendi pelo menos 4 substituições por equipe (duas por tempo de jogo) com a permissão de que substituído possa descansar e voltar no final de uma partida.

Escrevi as 3 situações acima para questionar:

  1. O árbitro Heber mudará sua postura intimidadora (como a da final da Copa América, querendo aparecer mais do que Lionel Messi) e acabará com seu histórico caseiro? OPS: não creia em teorias conspiratórias, os placares aconteceram porque o futebol é assim mesmo.
  2. O técnico do Corinthians passará a usar mais opções de atletas substitutos durante as partidas?
  3. A IFAB permitirá 4 substituições em qualquer partida no futuro, ao invés de apenas em prorrogações?

Que tenhamos uma ótima arbitragem de Heber e seus assistentes no sábado em Corinthians x Palmeiras e que as equipes façam um grande jogo!

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JOGOS APITADOS POR HEBER NO BRASIL EM 2016

Série A 17/09/2016 16:00 26 Corinthians  Palmeiras Arena Corinthians Arbitro
Série B 13/09/2016 19:15 25 Paysandu  2 X 1  Bahia Mangueirão Arbitro
Série B 03/09/2016 16:00 23 Vila Nova  0 X 0  Atlético Serra Dourada Arbitro
Série D 27/08/2016 17:00 01 Moto Club  2 X 2  Atlético Castelão Arbitro
Profissional 24/08/2016 19:30 01 Santos  3 X 1  Vasco da Gama Vila Belmiro Arbitro
Série A 21/08/2016 16:00 21 Palmeiras  2 X 2  Ponte Preta Allianz Parque Arbitro
Série A 03/08/2016 19:30 18 Sport  1 X 1  América Ilha do Retiro Arbitro
Série A 31/07/2016 18:30 17 Botafogo  3 X 1  Palmeiras Luso Brasileiro Arbitro
Série A 24/07/2016 16:00 16 Grêmio  1 X 0  São Paulo Arena do Grêmio Arbitro
Série B 16/07/2016 18:30 16 Luverdense  1 X 1  Vasco da Gama Passo das Emas Arbitro
Série A 09/07/2016 21:00 14 Ponte Preta  2 X 1  Sport Moisés Lucarelli Arbitro
Série A 03/07/2016 16:00 13 Corinthians  4 X 0  Flamengo Arena Corinthians Arbitro
Série A 22/05/2016 16:00 02 Vitória  3 X 2  Corinthians Manoel Barradas Arbitro

– O incrível pênalti inexistente em Figueirense 2×2 América/MG

Árbitro de futebol, além de ter que ser bom e competente, tem que ter sorte. E o juizão José Cláudio da Rocha Filho deu azar de encarar um bom ator em campo.

Nesta 4a feira, no Estádio Orlando Scarpelli, Ayrton (FIG) tentou driblar Eder Lima (AMG) e se jogou contra o defensor. Ao invés de marcar simulação e tiro livre indireto para o time de Minas Gerais, José Cláudio bobeou e marcou pênalti ao time de Santa Catarina.

Cena pastelão. Veja (a 1 minuto deste vídeo): https://www.youtube.com/watch?v=ltN5tivb2YY

 

– O erro vira prêmio? Sobre o árbitro de Botafogo x Santos

Comentamos no último final de semana sobre o grave erro do árbitro Paulo Volkopf – MS na partida entre Atlético Paranaense 2×1 Internacional, onde o goleiro Weverton cometeu um claríssimo pênalti em Nico Lopez e ele nada marcou.

Ao invés de ir para a geladeira… foi prestigiado para Botafogo x Santos. Dá para entender?

O curioso é: jogaram Internacional x Santos com Rodrigo Raposo, que beneficiou o Inter. Daí jogaram Atlético x Internacional, com Paulo Volkopf, que prejudicou o Inter. Agora, Volkopf apita o Santos, que foi “vingado” indiretamente do benefício de Raposo.

Mundo pequeno, não? Claro, os benefícios e prejuízos aqui são de ordem técnica e competência, não falamos nada como ato deliberado.

A propósito: que boa campanha do Fogão com Jair Ventura, não? É ótimo ver um treinador, filho de um ídolo (Jairzinho) fazendo um bom trabalho. E Dorival Jr, com seu DNA ofensivo, faz um excelente trabalho também.

Aliás, olha que raridade: um mítico 1o tempo de 1964 entre Botafogo de Garrincha e Santos de Pelé. Abaixo (ou em: https://www.youtube.com/watch?v=kqI6GAn1a7g)

– Análise Pré-Jogo para a Arbitragem de Palmeiras x Flamengo

O árbitro da cidade de Orizona (interior de Goiás), André Luís de Freitas Castro, que hoje é da categoria Especial (aqueles que almejaram o quadro da FIFA mas que pela idade – no caso, 42 anos – não serão mais indicados) apitará o importante jogo entre Verdão x Mengo pela Rodada 25 do Brasileirão da série A.

O juizão trabalhou em 7 jogos do Campeonato Brasileiro da Primeira Divisão (2 partidas como 4o árbitro e 5 como árbitro principal). Das que apitou, foram: 1 vitória para o mandante, 3 vitórias para o visitante e 1 empate. As partidas foram:

Vitória 3×1 Coritiba

Internacional 0x1 Palmeiras

Fluminense 1×1 Grêmio

Cruzeiro 0x1 São Paulo

Santos 0x1 Internacional

Se considerarmos os 4 últimos jogos (atuações na Copa do Brasil e Série B), o panorama muda: os últimos 4 jogos foram de vitórias para o Mandante.

Caso deseje, veja todo o seu histórico aqui: http://www.cbf.com.br/arbitragem/relacao-de-arbitros?page=1&p=&l=&j=0&c=0&f=0#.V9gxtDvJ_ow.

Em 2015, o Grêmio reclamou muito da sua escala num jogo contra o Corinthians (antes e depois da partida). Vide aqui as queixas: http://espn.uol.com.br/noticia/541441_presidente-do-gremio-reclama-de-perfil-arrogante-de-arbitro-de-jogo-contra-o-corinthians.

Claro, as reclamações acima foram oriundas de uma partida na qual André foi muito mal, em 2011, também num Corinthians x Grêmio. O trauma ficou… Sobre aquela partida, aqui: http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/tite-deve-colocar-uma-foto-de-andre-luiz-de-freitas-castro-em-cima-do-criado-mudo-e-beijar-antes-de-dormir-31082011/

O certo que, apesar de ser vetado pelos gaúchos desde aquela época, o Grêmio reclamou ainda em 2016 que só não venceu o Fluminense no Rio de Janeiro devido a qualidade do juiz. Vide aqui: http://zh.clicrbs.com.br/rs/esportes/gremio/noticia/2016/06/vice-de-futebol-do-gremio-dispara-contra-arbitragem-vai-ser-conhecido-como-o-jogo-da-mao-5952966.html

Consta ainda algo diferente em seu currículo: em 2014, por não marcar um pênalti claro a favor da equipe catarinense na partida Criciúma 1×2 Palmeiras, o STJD o multou por R$ 100 mil reais (e depois recorreu e diminuiu a pena).

André as vezes confunde autoridade com autoritarismo, “um militar dentro de campo”, não gostando de reclamações – sendo mais rigoroso disciplinarmente (aplicando cartões com mais facilidade) do que tecnicamente (acertando ou não nas decisões de marcação de faltas). E uma curiosidade final: para essa partida, receberá R$ 2.950,00 de taxa de arbitragem mais R$ 555,00 por 3 dias ausente de casa.

Entretanto, lembremo-nos: não se pode julgar um árbitro antes da partida. É apenas uma análise do histórico dele. Na hora do “vamos ver”, o cenário pode mudar.

Desejo boa sorte ao árbitro e grande jogo às equipes.

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– A rodada 24 de erros e acertos do Brasileirão: sobre Atlético Parananense 2×1 Internacional e Sport 5×3 Santa Cruz

Bobagem falarmos o que já foi dito à exaustão, como, por exemplo, sobre os pênaltis equivocados no Morumbi marcados pelo árbitro FIFA Dewson Freitas (da terra do Coronel Nunes) ou do gol legal anulado do Cruzeiro na derrota por 2×0 para o Botafogo.

Quero me dedicar a dois jogos: o da Arena da Baixada e o da Ilha do Retiro. Vamos lá?

1 – Atlético Paranaense 2×1 Internacional

O árbitro sul-matogrossense Paulo Volkopf cometeu um erro gravíssimo: Nico Lopez entra na área e o goleiro Weverton o atropela. Pênalti claríssimo não marcado (e o flagra dos torcedores atleticanos falando inúmeras bobagens ao atleta do time gaúcho é de enojar). Fica a dúvida: como o Internacional reclamará de erro tão grave já que quando foi beneficiado uma rodada antes nada fez? Se reclamar, tem que mandar o DVD dos dois jogos para o bem do futebol.

2 – Sport 5×3 Santa Cruz

O árbitro gaúcho Leandro Vuaden apita uma falta de Apodi e aplica na sequência o cartão amarelo corretamente. Aí começa um bate boca de Diego Souza contra tudo e contra todos. Vuaden até o segura, tenta fazer com que ele evite uma bobagem e o poupa. Mas o atleta insiste, chama claramente o adversário para briga. Não tem o que fazer: é muito bem expulso! Mas infantilmente continua reclamando e tenta arranjar briga na saída do campo, sendo contido pelos atletas reservas do seu clube. Ridículo, cena pastelão.

A lamentar ainda mais: a selvageria de bandidos das torcidas organizadas dos co-irmãos recifenses. Viram as imagens? É briga entre membros das organizadas, eles se entendem e se odeiam. Mas as imagens nos fazem questionar: são humanos ou bichos raivosos? Aqueles idiotas tem condições de viver em sociedade?

O que fazer com um imbecil que espanca prazerosamente um outro indivíduo por conta do futebol? É alienado ou não? Gostaria muito de vê-los na cadeia.

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– Os Pênaltis de Mão na Bola no Brasileirão! Perdemos a vergonha com a “Regra 12B”?

O texto é de 1 ano, mas explica muito bem porquê foram equivocados os pênaltis no Morumbi em São Paulo 3×1 Figueirense. Abaixo:

Não tenho mais dúvidas! Com pesar, a Comissão de Árbitros da CBF criou a Regra 12B para o Futebol.

É. Da mesma forma em que o jogo driblado e gingado deixa de ser visto por sofrer um processo de “perebalização” de atletas, onde craques são trocados por brucutus, na arbitragem sofremos outro processo: o de “emburrecimento” da Regra.

A Regra 12, que dita as normas sobre infrações, diz que se deve sancionar uma punição quando um jogador tocar intencionalmente a bola com as mãos, exceto o goleiro em sua área penal. Aí as Diretrizes da Regra darão dicas para avaliar se houve a intenção ou não (se uma bola é chutada à queima roupa e não há tempo de evitar o contato; a distância da bola e do adversário, entre outras coisas).

O mais importante é: a infração por uso indevido das mãos é a ÚNICA em todas as infrações em que só se avalia intenção. Nas demais, deve-se avaliar também imprudência e força excessiva.

Infelizmente, aqui criamos uma Regra Paralela, a partir do momento em que a FIFA pediu maior atenção para observar lances em que jogadores usam de malandragem e deixam o braço bater propositalmente na bola. NADA MUDOU NA REGRA, apenas se cobrou mais cuidado para perceber intenção disfarçada, diferenciando-a de imprudência. Enquanto o mundo continua usando a Regra 12 original, usamos a 12B, onde o movimento anti-natural dos braços virou, erroneamente, discurso para que muitos marquem equivocadamente pênaltis por imprudência!

No sábado, no jogo Atlético Paranaense 0x0 Santos, mais uma dessas horrorosas marcações de pênaltis em que a bola bate no braço (e que o jogo deveria seguir), mas que o árbitro entende que é o braço que busca intencionalmente a bola.

Triste. Confesso que fico constrangido a ver tais lances e me canso de tanto criticar essa situação. Até os árbitros sabem que estão errados, mas se não seguirem a Regra 12B da CBF, imposta pela Comissão de Árbitros brasileira, ficam fora de escala.

Na Europa nada disso acontece (vide Campeonatos da Inglaterra, França, Itália, Espanha…). Na Argentina, também não. É algo exclusivamente local!!! E a insistência acontece pela vaidade dos instrutores e dirigentes do apito em não reconhecerem o erro de tradução da Regra ou a sua falta de compreensão.

Imaginou um árbitro marcando pênaltis como esses num Boca Juniors x River Plate? O jogo não acaba… Ou Chelsea x Manchester United? O árbitro será punido severamente!

Meu medo é: estamos aceitando isso passivamente. Nestas últimas semanas, ouço até mesmo comentaristas de arbitragem validando tais marcações com o argumento pífio de que “dentro do que pede a Comissão de Árbitros, o pênalti foi bem marcado”. ORA, BOLAS, A REGRA NÃO É ESSA!

É como a corrupção: antes, nos escandalizávamos com pequenas manchetes de crimes do colarinho branco. Agora, vulgarizou-se tanto, que até mesmo os grandes esquemas caíram na mesmice e no aceite. Portanto, nada em ter comodismo com esses pênaltis inexistentes que mais parecem lances de “queimada”: chutou na mão, bola na cal!

Gostaria muito de que tivéssemos um levante em prol do cumprimento CORRETO da Regra do jogo e da não acomodação das pessoas da imprensa (que sabem que isso está errado) e que podem repercutir muito mais na cobrança das marcações exatamente conforme a Regra do Jogo manda. Algumas já sucumbiram, aceitando que toda bola que bata na mão é falta.

Vamos resistir!

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– O desconhecimento da Regra da CBF

Leio no Uol Esporte que a Comissão de Árbitros da CBF, através de sua assessoria, afirma ter orientado seus árbitros para que o “tempo de cera” seja acrescentado no final da partida. Se realmente disse isso, esses senhores que formam a Comissão devem ser IMEDIATAMENTE DESTITUÍDOS de seus cargos. E o motivo é simples: a regra manda você acrescentar o tempo perdido com atendimento médico, substituições de atletas, paradas para hidratação e outras diversas. Entretanto, “fazer cera” é retardamento de reinício de jogo, onde a advertência deve ser verbal em um primeiro momento e com a aplicação do cartão amarelo na reincidência. Dessa forma, a “cera” deverá ser coibida e punida, NÃO ACRESCENTADA.

Já imaginaram uma partida onde todos os atletas fiquem enrolando dentro de campo e o árbitro seja conivente com isso? O árbitro dará 15 minutos de acréscimo? Claro que não.

Tudo isso surgiu devido a polêmica arbitragem de Rodrigo Raposo em Internacional 2×1 Santos, onde o árbitro foi infeliz em sua atuação e abusou do excesso de rigor com cartões amarelos e vermelho por retardamento (que não houve). A manifestação da CBF sobre “necessidade de acréscimos”, respeitosamente, parece equivocada.

Sobre o jogo, compartilho a análise em: http://wp.me/p55Mu0-15n .

Será que estamos precisando de um “São Tite” no comando da arbitragem?

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– A Pressão sobre os Árbitros da Rodada 24 do Brasileirão. Que tal trazer estrangeiros?

O paulista Vinícius Furlan (que foi mal em Ponte Preta x São Paulo) volta a ser escalado em Flamengo x Vitória. Dirão, se errar contra o Flamengo, que é para ajudar o Palmeiras (e o Palmeiras jogará em sequência contra o Flamengo). Se for contra o Vitória, dirão que é para ajudar o São Paulo. E aí? Traremos juízes da Roraima e do Amapá para evitar ilações?

Raphael Claus, o árbitro do clássico da Vila Belmiro, estará igualmente pressionado: se errar para o Santos, é compensação. Se errar para o Corinthians, é comprovação da Teoria da Conspiração de que havia “armação”.

Claro que os árbitros querem dar o melhor de si. Mas com erros crassos de outros, alguns juízes têm que ser infalíveis!

Sugestão: árbitros estrangeiros! Que tal?

Ops: como o presidente Marco Polo Del Nero não pode viajar para o Exterior senão o FBI o pega, a contratação deles será por Walter Feldman…

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– Os “Porquês” de Rodrigo Batista Raposo em Internacional 2×1 Santos.

Os números estatísticos podem enganar se analisados friamente, mas servem de indicativo. O servidor público brasiliense Rodrigo Batista Raposo, aspirante ao quadro da FIFA, havia apitado 4 jogos no Brasileirão: Sport 4×2 Grêmio, Botafogo 3×1 América, Flamengo 2×1 América e Fluminense 3×2 Figueirense. Com histórico de 4 vitórias do time da casa, em seu 5o jogo no torneio, não deu outra: Internacional 2×1 Santos.

O problema do árbitro foi disciplinar: confundiu autoridade com autoritarismo, deixando-se levar ainda pelo fator “pressão do time da casa”, que luta com todas as suas forças para fugir do rebaixamento.

Vide: no 1o tempo, o Santos levou 4 cartões amarelos e 1 cartão vermelho. Dos amarelos, 2 por retardar o jogo e 2 por reclamação. O 5o cartão, o Vermelho, por reincidência de retardamento da partida a Lucas Lima (eu não aplicaria esse 2o amarelo que gerou o vermelho pois não me pareceu cera, mas sim o início de uma jogada ensaiada com Vítor Buenofingir que vai cobrar e deixar para seu companheiro). Neste mesmo período, somente uma advertência por faltas duras, esta ao Internacional, a Anselmo, que DEVERIA ter recebido o 2o Amarelo e consequentemente o Vermelho por persistir em faltas duras, mas não recebeu.

Lucas Lima e seus companheiros não poderão jogar o clássico no domingo contra o Corinthians por estarem suspensos. Mas Raposo estará como 4o árbitro no Moisés Lucarelli na próxima rodada, para Ponte Preta x América.

Fica a dica: o Internacional, que costumeiramente reclama da arbitragem contra ele e coloca os lances em DVD, deveria juntar essa partida e a do jogo Ponte Preta x Internacional e enviar à CA-CBF. Ajudar a melhorar a arbitragem não é criticar somente os erros contra sua equipe, mas a favor também.

Em tempo: Raposo não apitou NENHUM JOGO da Série A em 2015, e somente 2 partidas em 2014 (com duas vitórias do time da casa também), mas está no quadro de Aspirantes à FIFA. Pode?

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– O erro aceitável do Gol de Mina e a demagógica promessa da CBF sobre a arbitragem

No jogo entre Palmeiras 2×1 São Paulo, houve um gol irregular, chamado pela arbitragem de lance “ajustado” (que se refere a situações dificílimas de decisão a olho nu). Claro, só se teria certeza de que Mina estava impedido após o olho eletrônico. É um erro aceitável, que poderia ser impugnado ou não (como não foi). Nada de condenar o bandeira.

Mas o registro deve ser feito: em Março, com tremenda demagogia, a CBF prometeu implantar o árbitro de vídeo. Na oportunidade, duvidamos enfaticamente. Depois, alegou que seria no 2o semestre. Mais tarde, alegou que o faria em OFF a partir de agosto. Estamos em setembro e… nada! Se existisse tal recurso, o gol poderia ser anulado.

Claro, não dá para confiar na CBF. Ou já nos esquecemos da promessa do presidente Marco Polo Del Nero, quando recém eleito ao cargo executivo da CBF, à Revista Isto É, dizendo que seu 1o ato do mandato seria o de profissionalizar a arbitragem. Isso aconteceu? Claro que não…

Ademais, lembremo-nos: não temos ainda no Brasil o livro de regras traduzido para a língua portuguesa. A CBF fornece apenas o arquivo em formato digital PDF em inglês com as regras atualizadas.

Lamentável.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Juventus x Paulista

Para a partida entre o Moleque Travesso contra o Galo na Javari (último jogo da 1a fase da Copa Paulista para o time de Jundiaí), apitará Leandro Carvalho da Silva (3 jogos apitados na A3 e 1 na A2 em 2016).

O curioso é que o juiz foi 4o árbitro em Paulista 3×1 Ituano e Paulista 0x0 Juventus (ambos pela Copa Paulista). Seu último jogo apitado foi sábado, Atibaia 4 x 1 São José pelo Sub 20.

Os bandeiras serão Hélio Antonio de Sá e Luiz Paulo Domenich. Danilo da Silva será o 4o árbitro.

Desejo boa sorte ao quarteto de arbitragem e grande jogo para as equipes.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 1×0 XV de Piracicaba

Eu fui crítico da escala de Magno Sousa pelo histórico ruim do mesmo em jogos do Paulista FC, mas sou justo ao afirmar: muito boa arbitragem, madura e experiente do árbitro. Soma-se à ótima atuação do bandeira 1 Fausto Viana e corajosa participação do bandeira 2 Lídio Neri. Me surpreendi positivamente pelo que vi.

Tecnicamente, marcou todas as faltas que aconteceram, deu corretamente duas vantagens (uma para cada equipe) e soube sentir o clima do jogo.

Disciplinarmente, foi bem, deixando apenas de dar ao camisa 8 Fraga (XV) o cartão amarelo por duas oportunidades, fazendo-o tardiamente. Também faltou amarelar o camisa 2 Gabriel (PFC) por persistir em faltas leves, em especial no agarrão contra Rafael Gomes (XV). Os demais foram bem aplicados.

Fisicamente, se posicionou bem e correu na medida do possível. Uma saliente barriga (talvez por culpa do uniforme) trouxe má impressão.

O lance polêmico do jogo: aos 62m, a bola é cruzada e bate na mão de Branquinho (PAU). O árbitro entendeu que ele, por ter pulado com os braços abertos, teve a intenção disfarçada de colocar a mão na bola em movimento antinatural. Magno marcou pênalti. Imediatamente, o assistente 2 Lídio Neri Júnior comunicou algo (não poderia ser impedimento do ataque, pois a condição era legal e o jogo não foi reiniciado com tiro livre indireto). Provavelmente, alegou que não foi movimento antinatural mas casualidade, avisou o árbitro que humildemente desmarcou o penal e reiniciou a partida conforme a regra. Acertou.

Foram 5 impedimentos marcados por Fausto Viana, todos corretamente, e 1 por Lídio Neri.

Por fim, corretíssimos os 5 minutos de acréscimos devido a atendimento médico.

A lamentar o público: 288 pagantes para Renda Bruta de R$ 1875,00+ e Renda Líquida de R$ 4949,35-.

Obs: Destaque para a Raça Tricolor na arquibancada. A torcida protestou pacificamente com uma faixa: Planejamento Já. Queremos Jogadores. A3 é obrigação“.

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– Uma Indevida Escala para Paulista x XV de Piracicaba, Rodada 12 da Copa Paulista

Magno de Sousa Lima Neto será o árbitro do clássico do interior entre Galo x Nhô Quim.

Péssima escala!…

Há certas coisas que deveriam sempre ser evitadas, a fim de não levar a tumultos. Escalar Paulo César de Oliveira em jogos do Palmeiras era certeza de confusão, pois o histórico de entreveros sempre foi grande e o juizão (apesar de ser FIFA), não dava “química” com o alviverde.

Magno não tem a qualidade de PC Oliveira, mas assim como ele, não dá certo sua escala em jogos do Tricolor Jundiaiense. Das poucas vezes em que foi escalado (dois jogos fáceis), não foi bem. E um dos erros mais absurdos de um Campeonato Paulista em jogos recentes foi promovido por ele no Jayme Cintra: em 2011, Paulista x São Bernardo, no lance em que Rodrigo Sabiá pulou para tentar desviar uma bola de cabeça, ela passa próximo do zagueiro, bate na trave e sai. Magno marcou pênalti (equivocadamente, a bola nem bateu na mão), não consultou os adicionais e acabou sendo suspenso pela FPF (vide aqui: http://wp.me/p55Mu0-10).

Com tanto árbitro, por quê escalar ele em Jundiaí? Desde então, sumiu de jogos importantes, não apita a A1 faz tempo, só apitou 3 jogos da A3 em 2016 e será sua primeira escala da Copa Paulista neste ano.

O bom e experiente Fausto Augusto Viana Moretti será o bandeira 1 (já atuou em várias partidas importantes). O jovem Lídio Neri de Souza Júnior será o bandeira 2 (ele estava trabalhando em partidas sub 11 e 13). Daniel Carfora Sottile será o quarto árbitro (o mesmo que sofreu nas mãos do treinador Barbiéri dois domingos atrás contra o Red Bull).

Desejo boa sorte ao quarteto de arbitragem e uma grande partida de futebol.

Acompanhe a transmissão de Paulista x XV de Novembro de Piracicaba pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Quarta-feira (feriado de 7 de setembro), às 10h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 09h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para São Paulo x Paulista – Rodada 11, Copa Paulista

Para os times, não sei o tamanho da importância do jogo. Mas para o técnico em edificações e árbitro César Luiz de Oliveira, 34 anos, que apitará São Paulo x Paulista, o confronto é o mais importante confronto que atuará.

César tem 10 anos de FPF, apitou 4 jogos de série A3, algumas partidas de Sub 11, Sub 13, Sub 15 e Sub 17. Será apenas a sua 3a partida na Copa Paulista, e por ser no Morumbi, torna-se algo espetacular à ele, que quer oportunidades para chegar à série A2. Sua última partida foi Votuporanguense 1×1 São Carlos, pelo Sub 20, há 15 dias.

Os bandeiras são bem experientes e já trabalharam na A1: Maurício Helder Alexandrino e Renata Ruel. Rodrigo Santos será o 4o árbitro.

Desejo um bom jogo para as equipes e uma ótima atuação do quarteto da arbitragem.

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– Árbitros (e pessoas que querem Fair Play) devem aplaudir Levir Culpi

Na segunda-feira posterior ao jogo entre Fluminense x Palmeiras em Brasília, o treinador Levir Culpi não reclamou da arbitragem, mas fez questão de criticar a conduta antidesportiva dos atletas!

Disse ele:

(…) Eu pedi para meus jogadores não ficarem reclamando, abrindo os braços, cavando faltas… Mas foi exatamente isso o que eu vi. Foram de cinco a dez simulações vergonhosas. Somos educados para tirar vantagem e PRECISAMOS LUTAR CONTRA ISSO. Eu acho que [o jogador que cava faltas] está sendo DESONESTO E MENTIROSO. E eu me incluo nessa, fui criado assim.

Pois é: até quando o jogador brasileiro, em sua maioria, usará o unfair play ao invés de entender o futebol como um esporte a ser vencido honestamente?

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– Você confia na Arbitragem Paraguaia para Equador x Brasil?

Claro, devemos sempre pensar positivamente e crer que no futebol se ganha dentro do campo. Mas pelas últimas arbitragens vistas pelas Conmebol, há motivos para se preocupar.

Nesta próxima rodada para as Eliminatórias da Copa do Mundo Rússia 2018, NENHUM juiz brasileiro está escalado. E para Equador x Brasil em Quito, teremos o paraguaio Enrique Cáceres.

Não confio em arbitragem paraguaia. Lembram do Epifânio Gonzáles (que chegou a apitar Campeonato Paulista nos torneios promovidos pelo Farah)? Ou de Carlos Amarilla (do assalto em Corinthians x Boca)? Ou do circo de Antonio Arias em jogo da Sulamericana envolvendo o São Paulo?

O Brasil perdeu sua força política. Afinal, o presidente da CBF Marco Polo Del Nero vive em um banker carioca e não pode ir à sede da Conmebol em Assunção… Vide o chileno Patric Polic na Libertadores deste ano, o que ele fez contra brasileiro!

Não nos esqueçamos: o Brasil empatou com o Equador pela Copa América Centenária que reclamou de um gol mal anulado (em lance difícil) naquele jogo, realizado em junho. Tomara que não exista desforra e/ou compensação.

Seus últimos jogos: 

16/8 – O’Higgins 0x0 Wanderers (Sulamericana)

20/7 – Del Valle 1×1 Atlético Nacional (Libertadores)

21/6 – EUA 0x4 Argentina (Copa América)

05/6 – México 3×1 Uruguai (Copa América)

12/5 – Nacional 1 x 1 Boca Jrs (Libertadores).

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– Análise da Arbitragem de Paulista 0 x 2 RedBull

Quanta coisa aconteceu no Jayme Cintra…

O árbitro Edson Alves da Silva correu bastante e se posicionou muito bem. Gostei neste quesito. Mas há uma dificuldade: a falta de vibração em campo.

Tecnicamente, não errou em nada. Todas as faltas que ele marcou (ou que não marcou) foram corretas. E soube discernir os lances de falta atrasada (quando a vantagem não se concretiza (como, por exemplo, aos 10 minutos, em favor do RedBull Brasil). Também foi correto ao não marcar pênalti reclamado pelo Paulista por mão na bola.

A se destacar:

1) Aos 24m, correto no lance entre Ariel (PFC) e o goleiro Saulo (RBR), onde houve um choque um pouco mais forte. Foi imprudência do atacante (não foi casualidade, mas poderia ter evitado). Correta a marcação da falta.

2) Aos 61 minutos, Ariel (PFC) pede pênalti que não foi. Há muita reclamação, mas Marcos Vinícius (RBR) vai na bola.

No primeiro tempo, o placar de faltas foi PFC 8×10 RBR. O de cartões amarelos, 0x2. No segundo tempo PFC 6×8 RBR em faltas e 1×1 em cartões.

O único “porém” foi aos 85m – Branquinho (PFC) recuou deliberadamente a bola para o goleiro Iago e o árbitro não viu.

Disciplinarmente, o juizão foi ruim. Faltou aplicar o cartão amarelo a Lazzaroni (RBR) aos 22 minutos. Entretanto, deixou de aplicar o amarelo em 3 oportunidades para Fábio Gomes (PFC) aos 36, aos 40 e aos 50 minutos de jogo (todas claramente por ação temerária). Faltou vibração e advertência verbal mais incisiva em vários lances. Todo o seu ótimo rendimento técnico foi prejudicado pela má questão da postura.

Os bandeiras Rafael Tadeu Alves de Souza e Samuel Augusto Vieira Paião foram muito bem no trabalho de equipe e colaboração do árbitro. Mas, em especial, uma situação incomum aconteceu ao bandeira 2 Samuel Paião que errou. Vamos a ele:

No final do 1o tempo, o goleiro Saulo (RBR) chutou a bola que bateu no calcanhar de Ariel (PFC), que estava de costas e nada viu. Ela sobrou despretensiosamente para Renato Oliveira, sozinho, que não esperava a bola e nem estava na jogada, em posição de impedimento. Como sabido, desde 01 de julho de 2014 esse lance não é mais para ser sancionado. Relembro com um exemplo postado à época das mudanças e a situação de caráter excepcional que é tal lance (difícil para o bandeira):

O novo entendimento de “impedimento ou não” em lances desviados em adversários: se um atacante chutasse para o gol e a bola desviasse num adversário, mas sobrasse para seu companheiro que estivesse do outro lado do campo, ele estava impedido por tirar vantagem de uma posição. Agora, bola desviada que sobre para um atleta que não participava originalmente da jogada, mesmo ele estando mais próximo da linha de fundo do que dois adversários e a bola (a definição clássica de impedimento), é lance legal. Mas atenção: aqui, a bola foi desviada e caiu para alguém que não participava do lance, sendo diferente da situação na qual um jogador esteja sozinho e receba uma bola de rebote de goleiro, ou ainda quando lhe é lançada uma bola e ela bate no zagueiro (pois, afinal, a bola era para ele e ele a recebeu mesmo após bater no adversário). Para ambas situações continua sendo impedimento. Continua valendo a máxima: desvio não tira impedimento (com exceção ao lance modificado). Para quem tem o livro Trívia FIFA (o conjunto de perguntas e respostas oficial e complementar às Regras do Jogo), esse lance era a questão 238, que hoje foi alterado. Há dois anos, tivemos no Campeonato Paulista no jogo Americana x Santos (no Décio Vita) um lance similar.

Ainda, do mesmo lado de Samuel Paião, uma defesa do goleiro Iago (PFC) onde supostamente ele a fez dentro do gol. Para mim, a bola não entrou por inteiro no dificílimo lance. Mas, evidentemente, só com a tecnologia para afirmar erro ou acerto.

Daniel Sotille, o quarto árbitro, teve muito trabalho com Maurício Barbieri, treinador do RedBull, que reclamou todo o primeiro tempo, principalmente aos 31m, quando Pedro Naresi recebeu amarelo. No segundo tempo, se comportou melhor.

Público: 380 pagantes

Renda Bruta: R$ 2825,00+

Renda Líquida: R$ 4056,11-

IMPORTANTE: após o jogo, no alambrado da geral, Marcos Vinícius (RBR) foi discutir com a torcida organizada do Paulista. No mesmo instante, do outro lado do campo e também no alambrado, Fábio Gomes (PFC) fez o mesmo! Supostamente, Marcos Vinícius foi chamado de macaco e Fábio Gomes por xingamentos de torcida.

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