– A infelicidade de Renê Simões sobre a volta do futebol e violência doméstica

Puxa, sempre admirei Renê Simões no mundo do futebol, mas confesso que me decepcionei.

Disse o treinador sobre a pandemia e o futebol, a favor da volta dos jogos:

“Vamos discutir o futebol como fator social para ajudar as pessoas que estão em casa enlouquecendo. Eu tenho amigos aqui que já se separaram, outros já bateram na mulher, outros batem nos filhos, estão enlouquecendo. Então se colocar futebol, pode ser que ajude em alguma coisa (…). Nós já tivemos mais de 100 jogadores brasileiros com Covid. Nenhum deles foi internado, nenhum deles foi entubado. No mundo todo, só conheço um caso que fugiu da regra, que foi o Dybala da Juventus que foi testado positivo, 14 dias depois positivo de novo, mais 14 dias positivo de novo, mas resolveu tudo. Eu não tenho um caso de jogador que tenha sido internado, entubado, e porque, porque são pessoas extremamente saudáveis, e esse vírus não é para as pessoas saudáveis, esse vírus quer as pessoas que tenham alguma deficiência, que os jogadores não tem”. (extraído de Globoesporte.com)

Não entendi tal justificativa, especialmente em relação à violência doméstica estar atrelado a isso. O cara assistir ao seu time na Televisão não o torna menos agressivo contra a sua companheira, pois é questão de caráter!

O curioso é: o próprio Renê Simões foi contaminado pela Covid-19. Por quê desdenhar deste perigo?

– O que fazer para perceber se o filho é problemático?

Leiam essa entrevista de Sue Klebold, a mãe do assassino Dylan Klebold, que com 17 anos matou 12 colegas num colégio de Columbine (EUA) a sangue frio, armado com armas, há 4 anos (Revista Veja, Páginas Amarelas, ed 22/06).

Ela disse que:

Pais de adolescentes sabem que não é fácil captar o que passa na cabeça de seus filhos. Nada levava a crer em suicídio ou assassinatos. Dylan foi hábil em esconder seus sentimentos”.

O que achei curioso foi o conselho que ela dá aos pais. Não sei se concordo com ela. Dona Sue aconselhou que:

Quando seu filho está sofrendo, não tente consertar as coisas por ele, nem pense fazê-lo sentir-se melhor. Isso é uma forma confortável de autoengano. Só fique em silêncio e ouça o que ele diz”.

Confesso que é um pouco confuso, difícil ou de prática duvidosa. Creio que depende de cada família e da educação em casa.

– Dudu e demais boleiros nervosos… Mantenham sempre o diálogo!

Em briga de marido e mulher, não se mete a colher. Mas se alerta: NUNCA deve chegar às ofensas e agressões físicas, por parte de quem seja.

No caso de Dudu, atleta do Palmeiras e de Jean, ex-goleiro do São Paulo, existem as queixas de suas esposas de que apanharam dos seus maridos (o do 2o, com a Justiça condenando, inclusive). 

Não julgo se foram consumadas ou não (eu não estava lá e não é problema meu). Mas vale o lembrete: NUNCA usemos de violência, sempre o diálogo. Preguemos sempre a concórdia, não a cizânia!

Digamos sempre não à violência doméstica.

– Explodiram o Escritório do Diálogo?

Existe na cidade de Kaesong, na Coreia do Norte, um escritório de relacionamento e diálogo de norte-coreanos com a Coreia do Sul. Lá, em tese, é o “ponto X” da tolerância entre as duas nações.

Hoje, porém, a mando de Kim Yo-jong, a “irmã que nunca sorri” do ditador Kim Jong-Un, um míssil destruiu o prédio.

Cá entre nós: quem explode uma instalação como essa, não quer diálogo, né?

Ô mundo de guerra…

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Você é a favor de armar a população?

Violência sempre gerará violência. Ou não?

Eu sou a favor do diálogo incondicional, do cumprimento das leis, do bom senso a favor da vida e da pacificação. Portanto, por coerência, sou convicto: não devemos armar a população!

Um país onde reina a corrupção, repleto de fanáticos e radicais, torna-se um erro dar armas ao cidadão comum. E não vale o argumento de que “existirão critérios rigorosos para se liberar uma licença”, pois sabemos que isso não funciona deste lado do mundo.

Prendam-se os bandidos, recolham-se as armas e capacite melhor os policiais. Assim a população estará mais protegida.

Compartilho, abaixo, um texto que embasa o que quero dizer:

Em: https://renatonalini.wordpress.com/2020/06/10/discurso-armamentista-e-criminogeno/

DISCURSO ARMAMENTISTA É CRIMINÓGENO

Por Dr José Renato Nalini

Um dos raros consensos brasileiros é a recorrente invocação à Constituição. O documento que já foi chamado de “pedaço de papel”, por Lassale, que alguns pensam que é aquilo que os juízes querem que seja, está em todos os discursos. Com os mais variados objetivos, usa-se em vão do verbete Constituição.
Inegável que a Carta “Cidadã” veio a responder aos anseios de uma parcela considerável da Nação que se preocupava com o afastamento do Estado brasileiro da ideia predominante sobre Democracia. Tamanha a expectativa, que ela se tornou uma espécie de panaceia, a cuidar de todos os assuntos, fossem ou não substancialmente destinados a figurar na norma fundante.
Ocorre que o conteúdo inserido pelo constituinte não originário no documento final, foi o fruto de compromisso entre distintas tendências, não raro antagônicas. Disso resultou uma linguagem fluida, plástica, prenhe de termos indeterminados e caracterizados pela vagueza. Foi o que deu origem à República da Hermenêutica: o mesmo dispositivo comporta mais de uma leitura. A interpretação constitucional, não raro, se presta a um exercício retórico. A exuberância semântica, o cultivo do vernáculo, a estilística e outras estratégias servem a se extrair do texto conclusões as mais díspares.
Comprova empiricamente essa observação, a frequência com que o Supremo Tribunal Federal, que deveria se resignar ao eficiente exercício de sua missão primordial – a guarda precípua da Constituição – não consegue consenso, mas maiorias oscilantes. No mundo ideal, uma Suprema Corte deveria sinalizar à República aquilo que vale, pois compatível com a norma fundamental e o que não vale, porque se afasta de sua letra ou de seu espírito.
O uso à la carte da Constituição é algo que confrange a eficácia da norma constitucional. Em nada contribui para amenizar o reiterado clamor em busca de uma ficção: a absoluta segurança jurídica. Será possível pretender garantia de única e constante aplicação da lei, se nem os máximos guardiões da lei fundamental chegam a um acordo sobre o seu significado e alcance?
Todavia, uma Constituição democrática estabelece limites e vínculos e introduz uma incorporação limitativa com relação a todos os poderes públicos. Nossa Carta carece de mais preciso rigor científico. Todavia, essa deficiência não legitima a tolerância a manifestações írritas ao que se almeja como convívio saudável. Incitar a cidadania a se armar para se defender de decisões judiciais ou para se opor a autoridades constituídas que tenham optado por alternativa considerada imprópria a uma legião de pessoas, desnatura o ordenamento como fator de preservação hígida do convívio.
A discricionariedade do Judiciário não impede, ou melhor, recomenda a emissão de julgamentos que sejam fatores de limitação dos poderes públicos em garantia de direitos e princípios abrigados na Constituição. Ora, a Constituição da República de 1988 se propõe a edificar uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social. Para isso, prometeu instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como seus valores supremos.
Condiz com esse objetivo aconselhar que as pessoas se armem?
É certo que a inspiração possa provir da grande Democracia do hemisfério, que também estimula seus cidadãos a se armarem. Nação que tem se celebrizado por lamentáveis episódios de chacina, sobretudo em unidades escolares. É o melhor exemplo a ser seguido?
Dir-se-á que a Constituição Americana contém dispositivo expresso a permitir que seus súditos portem armas. É o que consta da Segunda Emenda à longeva e estável Constituição ianque. Mas é dispositivo alvo de acerbas críticas morais e políticas, que Luigi Ferrajoli considera nefasto, pois evidentemente criminógeno.
Desnecessário ser detentor de singular perspicácia para concluir que incentivar o porte e o uso de armas, liberar cotas suplementares de munição, atinge principalmente aquele indivíduo já propenso a considerar o mundo um palco de guerra. A exasperação dos ânimos no Brasil de nossos tempos baniu a civilidade, a polidez e o respeito, injetando fervor àquele que divide a sociedade entre amigos e inimigos. Aos primeiros, não se enxerga defeitos. Aos segundos, o remédio é bala.
A experiência é pródiga ao demonstrar que o homem armado se considera onipotente e invulnerável. Ganha em autoestima, assim como subestima o objeto de sua ojeriza. É um fenômeno psicológico. Análogo ao do motorista que, à direção de um veículo de última geração, assume o protagonismo de super-homem.
É questão de sensatez e prudência coibir a periculosíssima tendência armamentista. O incauto crédulo que adquire armas para se defender dos bandidos, não raro é um inocente fornecedor de instrumentos letais à criminalidade profissional.
Por derradeiro, a Constituição da República Federativa do Brasil, tão citada por todos, com os mais antípodas propósitos, não abriga o direito a possuir e portar armas. Só fala, em seu art. 13, § 1º, nas “armas da República”, que o bom brasileiro seja pacífica, fraterna e não beligerante.

_ José Renato Nalini é advogado, Reitor da UNIREGISTRAL, docente da pós-graduação da UNINOVE e Presidente da ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS.

– É fanatismo ou índole de bandido mesmo? Minha solidariedade ao pessoal da TV Tem.

Há anos, conhecemos grupos de protestos radicais, de Esquerda, que brigavam com a Polícia Militar em manifestações de rua alegando que eram “oprimidos” e colocavam a PM como inimiga da sociedade. 

Recentemente, vemos grupos tão barulhentos quanto aqueles, mas de Direita. O “inimigo” não é mais a PM, tornou-se a Imprensa. Ou melhor: a Rede Globo! Se uma emissora qualquer declarar simpatia ao Governo, tudo bem. Se for neutra, não vale.

Diante de tudo isso, covardes agrediram verbalmente os profissionais da TV Tem em frente ao Paço Municipal de Jundiaí, após uma carreata. Os jornalistas, trabalhadores como quaisquer outros, foram intimidados por um bando de imbecis, crentes de que a violência – e não o diálogo – é a solução. Isso é Democracia?

Tal fato resume o Brasil de hoje, outrora de um povo acolhedor: o país dividiu-se entre “Eles contra Nós” pelo petismo anos atrás, na cultura do vitimismo pregada por Lula, ganhando força do outro lado pela cultura do ódio pregada por Bolsonaro.

Sabe o que irrita? Que os dois políticos têm suas culpas nessa rachadura dual do país e “falam de Deus, se sentem salvadores da Pátria e acusam um ao outro de ‘alimentar o gado’ que os seguem cegamente”. Triste. 

Tenho alguns amigos lulistas e bolsonaristas que conseguem enxergar os erros dos seus símbolos na Política. Mas existem outros que se fanatizaram e perderam a noção, transformando-os em deuses sem mácula. E isso que leva ao surgimento de Black Blocs baderneiros ou de Trogloditas valentões.

Aliás, tá fácil identificar os intimidadores dessa carreata que partiram para a bobagem. Os organizadores, se quiserem ser gente do bem, deveriam denunciá-los imediatamente.

Los trogloditas de Los Autos locos | Personagens de desenhos ...

 

– Cansou o Grenal, não?

De novo um jogo envolvendo Grêmio x Internacional (Grenal) com muita violência? Que coisa…

Deixou de ser um jogo de futebol, passou a ser um combinado nervoso de pessoa que se odeiam, onde a bola é apenas uma desculpa para brigar.

O árbitro argentino Fernando Rapallini expulsou 8 atletas (todos corretamente). Mas poderia ter mandado muito mais…

Mais um exemplo de fanatismo que maltratada a sociedade…

Resultado de imagem para grenal arapallini

– Sempre ouça todos os lados antes de fazer juízo! O caso de Suzy, do Fantástico.

Bombou na última semana a história de Suzy, uma detenta transsexual que não recebia visitas, cartas ou qualquer manifestação de carinho. Assim como ela, muitas outras pessoas são esquecidas no mundo e sofrem com a solidão.

O Fantástico mostrou a visita do Dr Dráuzio Varella à penitenciária onde ela está, onde ele deu um abraço afetuoso e contou-se a história dela, que comoveu a todos.

Porém…

O crime dela é pavoroso: estuprou e estrangulou um menino de 9 anos. Teria sido por isso que ela não recebia visitas?

Claro que devemos perdoar, amar ao próximo e exercer o direito / permissão à defesa e reintegração social. Mas não houve, digamos, um excesso de comoção à Suzy? Como teria sido o acolhimento / consolo AOS PAIS da vítima? Na mesma intensidade?

Seria interessante que a Globo (ou qualquer outra emissora) mostrasse a tristeza das vítimas com a ausência da criança. Não por vingança, mas pela necessidade justamente de piedade.

Enfim: a tolerância deve existir, assim como o respeito às leis e à vida alheia. Mas causa-me espanto a não preocupação em vangloriar pseudas-vítimas da sociedade. Suzy cumpre pena por matar uma criança indefesa – e não é Fake News, é o mundo real.

Em: https://www.oantagonista.com/brasil/tia-de-suzy-relatou-que-sobrinha-abusou-de-outras-criancas/

TIA DE SUZY RELATOU QUE SOBRINHA ABUSOU DE OUTRAS CRIANÇAS

No processo em que Suzy foi condenada por estuprar e estrangular um garoto de 9 anos, uma tia da transexual, em condição de testemunha, relatou outras monstruosidades cometidas por sua sobrinha.

“Fiquei sabendo que ele trabalhava na padaria e foi acusado de estar abusando de uma criança de três anos e os parentes da criança foram na minha casa atrás dele, querendo matar ele”, afirmou.

Ela disse ainda que Suzy, cujo nome de batismo é Rafael Tadeu de Oliveira dos Santos, tentou estuprar um outro sobrinho dela.

“Fiquei sabendo que ele foi passar férias na casa do irmão e tentou estuprar meu sobrinho de cinco anos, quatro a cinco anos. (…) Na escola era acusado de pular o muro da escola, ir no banheiro passar a mão em alguém, roubava os professores, de estupro (…).”

E acrescentou ainda que, quando adolescente, Suzy “foi assaltar, entrou no apartamento e a moça com uma criança novinha no colo se assustou e pulou a janela, e ele estava com a faca na mão”.

Resultado de imagem para suzy oliveira crime

– Que isso, Felipe Melo? A entrada em Yuri Alberto em Santos x Palmeiras

Caramba, ao ver o lance em que Felipe Melo recebeu Cartão Amarelo, me assustei por 3 coisas:

  • A bobeada do árbitro Flávio Rodrigues de Souza, pois o lance é para Cartão Vermelho INDISCUTIVELMENTE. Nas Regras do Jogo, qualquer entrada com força / virilidade excessiva, ou lance frontal, ou carrinho que atinja o adversário, é para a expulsão.
  • No vídeo em velocidade normal, até quem assiste sente a dor do atleta do Santos FC. Mas pense: e se ele estivesse com o pé rijo, firme, preso no chão: o que aconteceria? Quebrava literalmente o jogador.
  • Por fim: a CARA-DE-PAU  de Felipe Melo, reclamando do Cartão Amarelo sofrido. É claro, que a declaração foi para desviar uma possível unanimidade de que deveria ter sido expulso, colocando em discussão uma suposta dúvida sobre o Amarelo ou não. Faltou inteligência para criar a polêmica…

Se Felipe Melo soubesse jogar apenas com a boa técnica que tem, esse rótulo de violência seria descartado. Mas pense: na 1a entrada um pouco mais forte que ele der, com um árbitro mais rigoroso em campo, teremos Cartão Amarelo ou Vermelho?

Fica a dica… ou melhor: a percepção do que o mundo do futebol reserva. Infelizmente, é assim que funciona: uma desforra no outro jogo para compensar ou não.

Resultado de imagem para Felipe Melo falta em santos fc

– O surrealismo de Cid Gomes e o confronto com a PM

Não é uma bizarrice que Cid Gomes, irmão de Ciro Gomes, subiu numa retroescavadeira para entrar à força num Batalhão da PM de Sobral, onde os policiais protestavam contra os seus baixíssimos salários?

Quando Cid avançou com o trator para cima dos manifestantes, alguém lhe baleou (felizmente ele passa bem).  Foi o desfecho de medidas truculentas de ambas as partes (já que PMs esvaziavam os pneus das viaturas em protestos, afrontando os demais).

A principal observação é: Policial ganha muito mal mesmo, mas dentro do que a lei permite protestar, deve fazê-lo de maneira correta. E político não é para promover demagogia em cima de uma retroescavadeira.

Cid Gomes organiza ato contra manifestação de policiais que tentam impedir atuação da categoria — Foto: Arquivo pessoal

– Operação Luz na Infância deveria ser constante!

Ao ler o número de pessoas que praticam a pedofilia e que foram presas pela Operação “Luz na Infância” ontem, penso: o que se passa na cabeça do ser humano? É racional ou irracional, vivendo por instinto selvagem?

Pouca gente sabe que crime de pedofilia é também armazenar e/ou compartilhar pornografia infantil.

Abaixo, extraído de: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-02/operacao-luz-na-infancia-prende-43-pessoas-em-flagrante

OPERAÇÃO LUZ NA INFÂNCIA PRENDE 43 PESSOAS EM FLAGRANTE

Ação visa identificar autores de crimes sexuais contra crianças

A Operação Luz na Infância prendeu em flagrante 43 pessoas nesta terça-feira (18). Deflagrada hoje, a 6ª fase da operação cumpre 112 mandados de busca e apreensão para identificar autores de crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes

Do total de prisões, 19 foram em São Paulo, nove em Santa Catarina, seis no Paraná, quatro em Mato Grosso do Sul, duas no Ceará, uma no Rio Grande do Sul, uma em Mato Grosso e uma em Goiás. Também há alvos em Alagoas, Acre e Piauí. Ao todo, 579 policiais estão atuando nas diligências.

A ação é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) com a participação das Polícias Civis de 12 Estados brasileiros e com colaboração técnica de quatro países (Estados Unidos, Panamá, Paraguai e Colômbia)

Crime

O ministério ressalta que é crime armazenar, produzir e compartilhar material produto de exploração sexual infantil. No Brasil, a pena para quem armazena esse tipo de conteúdo varia de 1 a 4 anos de prisão. A pena pelo compartilhamento varia de 3 a 6 anos de prisão, vai de 4 a 8 anos pela produção de conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual.

Em coletiva à imprensa na manhã desta terça-feira, o coordenador do Laboratório de Operações Cibernéticas da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça, Alesandro Barreto, disse que o perfil dos criminosos abrange “pessoas acima de qualquer suspeita”, das “mais diversas classes sociais” e com idade que vai dos 17 a mais de 80 anos.

Resultado de imagem para operação luz na infancia

– O cheiro ruim dos casos Adélio / Jair Bolsonaro e Adriano / Marielle Franco

Assim como sobrou para um cara “dito como louco” toda a culpa da facada contra Jair Bolsonaro (Adélio Bispo levou toda a responsabilidade), sobrou para o miliciano Adriano (morto nesta semana) a suspeita do assassinato de Marielle Franco.

Fico pensando: assim como o caso Adélio e sua loucura são suspeitíssimos, idem ao até então foragido Adriano.

Uns dizem queima de arquivo. Será? Sem fake news, mas com todas as dúvidas para discutir.

Resultado de imagem para queima de arquivo

– A agressão ao árbitro em Caxias do Sul e a pisada na bola de Washington.

Lucas Canetto Bellote, árbitro jovem da FPF, foi questionado por sua arbitragem em Caxias do Sul na partida entre Caxias x Botafogo pela Copa do Brasil. Após o jogo, por trás, foi covardemente agredido por um membro da Comissão Técnica do time gaúcho.

Duas coisas sobre o episódio:

1- Assisti a vários jogos presencialmente de Lucas. Teve alguns contratempos na carreira, mas é um bom árbitro em formação. Dos jogos mais importantes que vi ele ter oportunidade (um Majestoso no ano passado, diga-se de passagem) a evolução técnica está ocorrendo, em que pese a necessidade de mais experiência. É promissor. Não assisti o jogo de Caxias do Sul, então não posso avaliar seus erros e acertos, mas nada deve justificar qualquer tipo de agressão.

2- Washington, carismático centroavante da Ponte Preta, Fluminense e São Paulo (e que começou no Caxias), que comoveu o mundo da bola com seu problema cardíaco (por isso o apelido de “Coração Valente”), trabalha para a CBF como Diretor de Desenvolvimento de Futebol (talvez um cargo mais político do que real). E eis que ele foi flagrado mostrando imagens do lance que incentivaram o agressor do árbitro. Ué, trabalha para a CBF ou para o Caxias? Para o desenvolvimento civilizado do futebol ou a favor da torcida apaixonada?

Lamentável… Washington, depois das imagens da Sportv que testemunharam sua ação, foi corretamente despedido.

Extraído de: https://www.esporteinterativo.com.br/futebolbrasileiro/CBF-demite-Washington-apos-polmica-no-duelo-entre-Caxias-e-Botafogo-20200206-0022.html

CBF DEMITE WASHINGTON APÓS POLÊMICA

A Confederação Brasileira de Futebol decidiu demitir o então diretor de desenvolvimento da entidade, o ex-jogador Washington. Ele foi flagrado em uma polêmica no confronto entre Caxias e Botafogo, pela Copa do Brasil, onde apareceu mostrando um lance de possível pênalti a favor do time gaúcho para a comissão técnica do clube.

Washington deixou seu cargo pouco menos de 80 dias após assumir a função. A demissão aconteceu por telefone. O ex-centroavante estava em viagem quando soube da decisão da CBF. Esta que, por sua vez, emitiu uma nota oficial para falar sobre o assunto.

“A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) informa que, em decorrência dos episódios registrados no jogo entre Caxias e Botafogo, válido pela Copa do Brasil nesta quarta-feira, 5, Washington Cerqueira foi desligado do cargo de Diretor de Desenvolvimento da entidade.

A CBF agradece a Washington pelos serviços prestados, reconhecendo suas inúmeras qualidades pessoais, sua capacidade como dirigente e sua grande trajetória como jogador”.

O agora dirigente foi nomeado para ser o diretor de desenvolvimento em novembro de 2019. Apesar do pouco tempo de casa, ele substituiu Juninho Paulista, que acabou assumindo o lugar de Edu Gaspar como coordenador de seleções. Antes, exercia o cargo de secretário Nacional de Esportes, Educação, Lazer e Inclusão Social, do governo do presidente da República, Jair Bolsonaro.

xWhatsApp-Image-2020-02-06-at-17.25.53.jpeg.jpg.pagespeed.ic.ctlU4qQu61

– Como a história lembrará do cruel crime da família carbonizada no ABC?

É pavoroso ler sobre o caso da família carbonizada no Grande ABC (Romuyuki e Flaviana Gonçalves além do filho Juan Victor). Requintes de algo macabro, com tortura no próprio lar e protagonizada (supostamente, com grande chance de ser a realidade) pela filha e a namorada dela.

Ana Flávia Gonçalves e sua parceira, Carina Ramos, praticamente imitaram os irmãos Cravinhos e Suzane Von Richthofen, matando os pais. Assustador! A Polícia ainda investiga as motivações, mas, enfim, parece que o triste fim dos trabalhos mostrará que a suspeita se confirma sobre quem foram os responsáveis.

Segundo o G1,

Nesta sexta-feira, Ana Flávia ficou frente a frente com a avó, que havia chegado mais cedo na delegacia. Segundo os parentes, foi a avó que pediu para conversar com a neta, mas ela não quis. Durante o depoimento das suspeitas, familiares das vítimas se abraçaram no corredor.
Segundo a polícia, Ana Flávia e Carina foram presas depois de entrar em contradição nos primeiros depoimentos. Os investigadores dizem que elas passaram mais de seis horas no condomínio onde os pais e o irmão moravam, em Santo André.
“Elas contribuíram para facilitar que outras pessoas pudessem entrar na casa e cometer o crime”, afirmou o delegado Paul Henry. “Foi um crime premeditado, homicídio triplamente qualificado. Todos os indícios levam à participação das duas no crime. O inquérito vai nesse caminho e isso será apresentado para a Justiça”, informou.

Que mundo estamos vivendo, não? Na discórdia, se mata!

Misericórdia… que Deus possa ter piedade dessas almas insanas.

Carina Ramos e Ana Flávia Gonçalves são investigadas por suspeita de participação no crime no ABC — Foto: Reprodução/Redes sociais/ G1

– E agora, Governo do Irã?

Se não bastasse toda a tensão criada com os EUA, o Irã foi obrigado a reconhecer que o avião com 176 pessoas que explodiu no céu e matou todos os inocentes foi abatido com um míssel iraniano, disparado por engano.

Como sempre, numa guerra, há sempre pessoas que nada têm a ver com o conflito e são vitimadas.

Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2020/01/ira-admite-que-aviao-ucraniano-caiu-por-erro-humano.shtml

IRÃ ADMITE QUE DERRUBOU AVIÃO UCRANIANO POR ENGANO

O Irã admitiu que o avião ucraniano que caiu em seu território na última quarta-feira (8) foi derrubado por erro humano, afirma a TV estatal iraniana neste sábado (11). O comunicado lido na emissora declara que os responsáveis serão punidos.

“A República Islâmica do Irã lamenta profundamente esse erro desastroso”, escreveu o presidente iraniano Hassan Rouhani no Twitter, prometendo que os responsáveis pelo incidente seriam processados. “Meus pensamentos e orações vão para todas as famílias de luto.”

Uma declaração militar iraniana, a primeira a indicar a mudança de posição do Irã, disse que o avião havia voado perto de um local militar sensível pertencente à Guarda Revolucionária de elite.

O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, a principal autoridade da República Islâmica, foi informado sobre o abate acidental do avião ucraniano na sexta-feira (10) e disse que as informações deveriam ser anunciadas publicamente após uma reunião do principal órgão de segurança do Irã, divulgou a agência de notícias estatal.

Neste sábado (11), o comandante da seção aeroespacial Guarda Revolucionária iraniana, general Amirali Hajizadeh, assumiu a culpa pelo erro em uma declaração à TV estatal do Irã.

“Preferiria estar morto a testemunhar um acidente semelhante”, afirmou.

O comandante disse que o avião foi confundido com um míssil de cruzeiro, armamento guiado remotamente utilizado para liberar ogivas a longas distâncias, e abatido por um míssil de curto alcance.

A Ucrânia espera uma investigação completa, uma admissão total de culpa e compensação do Irã após a queda de um avião de passageiros ucraniano, disse o presidente ​Volodymyr Zelenskiy em comunicado.

No acidente, o Boeing 737-800 da Ukraine International Airlines caiu cinco minutos após decolar do aeroporto Imam Khomeini, em Teerã. A aeronave, que decolou às 6h12 na hora local (23h42 de terça em Brasília) e seguia para Kiev, pegou fogo minutos após a decolagem. Todas as 176 pessoas a bordo morreram.

Os governos do Canadá e do Reino Unido, assim como funcionários da inteligência dos EUA, já haviam dito ter informações que indicam que o voo foi derrubado por um míssil iraniano de forma acidental. Essa possibilidade vinha sendo negada pelo governo iraniano.

O New York Times também divulgou um vídeo que aparentemente mostra um míssil atingindo a aeronave sobre Parand, região próxima ao aeroporto de Teerã onde o avião transmitiu sinais pela última vez. O jornal afirma ter verificado o material.

Na sexta (10), o Irã afirmou que pretendia fazer a extração dos registros das caixas-pretas no país, a não ser que encontrasse dificuldades técnicas.

“Nós preferimos retirar os dados das caixas-pretas no Irã. Mas se virmos que não vamos conseguir porque as caixas estão danificadas, então vamos pedir ajuda”, disse Ali Abedzadeh, chefe da autoridade de aviação civil do Irã.

A ajuda na investigação poderia ser solicitada para a Rússia, o Canadá, a França ou a Ucrânia, segundo ele. O governo do Irã afirmou que os países que perderam cidadãos no acidente poderão enviar representantes para participar das investigações, assim como representantes da Boeing.

Entre as vítimas, havia 82 iranianos, 63 canadenses e 11 ucranianos. Boa parte dos passageiros faria uma conexão para um voo com destino ao Canadá.

A retirada dos dados pode levar um ou dois meses, e o resultado final da investigação, até dois anos, segundo Abedzadeh. A apuração das causas de acidentes aéreos costuma levar vários meses.

Resultado de imagem para irã avião

– Que tal reparar nas coisas que judiam do povo, Irã? Tumulto, Acidente Aéreo e Terremoto?

Depois de fomentar milícias iraquianas que atacaram bases americanas e de aliados em Bagdá, o Irã recebeu retaliação dos EUA com a morte de seu importante general. Ontem a noite, os iranianos revidaram a retaliação com mísseis em instalações militares no Iraque.

Entretanto, durante o funeral do mesmo general morto, 57 pessoas morreram pisoteadas. Logo após, um acidente aéreo matou quase duas centenas de cidadãos. E, há pouco, um terremoto aconteceu no país.

Cá entre nós: ao invés de fomentar o terror externo, por que não pensa em seu próprio país? E tudo isso acontece em meio a ameaças contra os EUA, Israel e Emirados Árabes.

Já ouviu aquele ditado: “não jogue pedra pra cima que cai na sua própria cabeça”?

E o pior é que a Rússia (aliada do Irã) se reuniu de maneira surpresa com a Síria (outro promotor da guerra). Putin foi visitar o ditador Bashar Al-Assad, para falar sobre a crise.

O que é pior: a fúria de Trump / EUA ou a união do perigoso Putin / Rússia com o ditador Bashar Al-Assad / Síria, a fim de resolver a crise do Irã?

Pobre mundo, dependendo dessas pessoas para a promoção da paz…

Resultado de imagem para síria e Rússia irã

– Quem cederá primeiro na pendenga entre EUA e Irã?

Como é complicada a situação envolvendo os americanos e iranianos, não?

Já falamos muitas coisas sobre os patrocínios do Irã ao terrorismo, a invasão da embaixada norte-americana e o ataque dos EUA contra o número 3 do governo de Teerã.

A ameaça de revide iraniano é clara. Resta saber: que tipo de ataque ocorrerá? Virtual? Militar? Contra uma base? Contra inocentes? Contra um político de mesma importância do que o assassinado?

Detesto tempos de guerra. A paz sempre é mais importante e num conflito como esses não tem razão ninguém, pois será sempre olho-por-olho, dente-por-dente, lamentavelmente.

Imagem relacionada

– O Revide dos EUA com a morte do Chefe da Guarda do Irã

Após a invasão promovida por uma milícia pró-iraniana à embaixada dos EUA no Iraque, os americanos revidaram com um ataque aéreo que matou a autoridade máxima da Guarda Iraniana (o Exército de lá), Qasem Soleimani, que estava no aeroporto de Bagdá.

Soleimani é o promotor das arruaças que visam distanciar o Iraque dos EUA e aproximar o país do Irã. Mas aqui o sentido das ações militares por parte dos americanos não é necessariamente de vingança militar, mas outros: política e financeira.

Financeira pois sabemos da importância econômica do petróleo (que já subiu de preço depois da confusão). Política pois há o pedido de impeachment do presidente Donald Trump, e sempre que os americanos passam por uma crise, promover uma guerra muda a sensibilidade do eleitor.

Aguardemos. São dois peso-pesados armamentistas brigando…

– A questão da Torcida Única nos estados: Dória e Caboclo discutirão!

Ao jornalista Thiago Batista de Olim do Jornal de Jundiaí e Site Esporte Jundiaí, o Governador Dória contou neste último final de semana, durante a abertura do JORI (Jogos Regionais dos Idosos), que a CBF o convidou a discutir a questão da Torcida Única nos jogos no Estado de São Paulo. O desejo de Rogério Caboclo é extinguir a medida!

Extraído de: https://www.esportejundiai.com/2019/12/governador-vai-discutir-na-cbf-questao.html

GOVERNADOR VAI DISCUTIR NA CBF QUESTÃO DE TORCIDA ÚNICA EM 2020

O governador de São Paulo, João Doria Junior, vai se reunir com o presidente da CBF, Rogério Caboclo, no dia 12 ou 13 de janeiro para tratar sobre a questão da torcida única em São Paulo. A reunião foi um pedido da entidade que cuida do futebol brasileiro. A revelação foi feita por Doria antes da cerimônia de abertura dos Jogos Regionais, no domingo (8), no ginásio do Bolão.

A CBF pretende resolver a questão da torcida única antes do inicio do Brasileirão do próximo ano, para que ache uma solução para todos os jogos terem torcidas visitantes – em São Paulo, nos clássicos existe o veto desde 2016.

Sobre os Jori, o governador fez elogios à organização de Jundiaí para o evento. “Foi o maior acerto a parceria entre o governo do Estado e a Prefeitura de Jundiaí para realização deste evento”, declarou.

Resultado de imagem para jori 2019 jundiai doria

Da esquerda para a direita: o Deputado Federal Miguel Haddad, o Governador João Dória Jr e o Prefeito de Jundiaí Luiz Fernando Machado, durante a abertura dos Jogos Regionais dos Idosos, no Ginásio do Bolão, em Jundiaí.

– As mortes de inocentes no Baile Funk de Paraisópolis

É assustador o que se passou na Zona Sul de São Paulo, não? Bandidos perseguidos pela PM se infiltraram num baile funk (que estava ilegal, é importante salientar), causando tumulto e onde pessoas pisoteadas morreram.

Se estivéssemos em um país sério, tal acontecimento seria mais investigado e debatido, culminado em rápidas e precisas prisões dos responsáveis.

Leio que alguns estão culpando a própria Polícia Militar. Não sei se é o caso, nem tenho condições de avaliar isso. Mas uma coisa é certa: pouco se fala de que os criminosos usam esses inocentes como escudos humanos… Parece que estão absolvendo o cerne do problema: a violência da sociedade, não o possível abuso de autoridade (que não deixa de ser um problema).

Resultado de imagem para Paraisópolis

– Palmeiras x Flamengo: torcida única em clássico de rivalidade nacional?

Sou totalmente contra os jogos de torcida única por um motivo: a prova de que as instituições faliram!

Num mundo ideal, qualquer pessoa de qualquer time poderia estar em qualquer lugar da arquibancada. Gente civilizada age assim (ou deveria).

Porém, para evitar violência maior, sou obrigado a concordar com tais ações. Lamentável pensar assim, mas a gravidade da violência entre “animais sanguinários” exige.

Se não existisse bandido brigão, nada disso seria necessário e famílias de qualquer torcida poderiam ir em paz aos estádios!

O detalhe é que tais ações começaram em clássicos regionais de rivalidade. Agora, no Palmeiras x Flamengo, um confronto nacional, idem. Logo veremos um São Paulo x River Plate (clássicos internacionais, por exemplo) da mesma forma?

Onde iremos parar…

– Temos consciência de quantas crianças são vítimas de assédio e abuso sexual no Brasil?

Eu levei um susto: soube que 500 mil crianças brasileiras entre 8 e 14 anos são vítimas de abuso sexual, segundo o Instituto Liberta (que trabalha na causa).

Isso é loucura! É um número muito alto. Significa meio milhão de criancinhas inocentes, vítimas de bandidos e doentes inescrupulosos.

UM CASO SÓ já seria condenável. Imagine essa inaceitável quantidade.

E o que fazemos para diminuir isso?

Infelizmente, a erotização precoce e a falta de valores fazem com que tenhamos adultos com taras doentias.

Imagem relacionada

– Inimaginável pensar: o Irã é quem influencia o Iraque?

Para mim, surpreendente! Cresci assistindo Bagdá bombardeando Teerã (e vice-versa), e parecia inacabável o conflito Irã (apoiado pelos soviéticos) e Iraque (apoiado pelos EUA).

E não é que a vida dos iraquianos, segundo o New York Times (em matéria reproduzida no Brasil pela Folha de São Paulo), é comandada pelos seus vizinhos, inimigos mortais?

Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/11/documentos-secretos-mostram-como-o-ira-exerce-poder-no-iraque.shtml

DOCUMENTOS SECRETOS MOSTRAM COMO O IRÃ EXERCE PODER NO IRAQUE

Em meados de outubro, com protestos correndo soltos em Bagdá, um visitante familiar chegou à capital iraquiana sem fazer alarde de sua presença.

A cidade estava assediada havia semanas, com manifestantes fazendo passeatas nas ruas, reivindicando o fim da corrupção e o afastamento do primeiro-ministro Adil Abdul Mahdi.

Queimando bandeiras iranianas e atacando um consulado do Irã, eles denunciavam especialmente a influência desproporcional do país vizinho sobre a política iraquiana.

O visitante chegara para restaurar a ordem, mas sua presença em Bagdá chamava a atenção para a maior queixa dos manifestantes.

O visitante era o general Qassem Soleimani, comandante da poderosa Força Quds iraniana, e ele viera para persuadir um aliado no Parlamento iraquiano a ajudar o primeiro-ministro a conservar-se no cargo.

Não foi a primeira vez que Soleimani foi enviado a Bagdá para conter danos. Os esforços de Teerã para respaldar Mahdi fazem parte de sua longa campanha para conservar o Iraque como um Estado cliente e maleável.

Documentos iranianos vazados recentemente agora oferecem uma visão detalhada de quão agressivamente Teerã tem trabalhado para interferir nos assuntos do Iraque.

Os documentos estão contidos em um arquivo de telegramas secretos da inteligência iraniana obtido pelo The Intercept e compartilhado com o New York Times.

O vazamento inusitado expõe a influência vasta de Teerã no Iraque, detalhando anos de trabalho cuidadoso de espiões iranianos para cooptar os líderes iraquianos, pagar agentes iraquianos a serviço dos EUA para trocarem de lado e infiltrarem todos os aspectos da vida política, econômica e religiosa do Iraque.

Segundo um dos telegramas da inteligência iraniana vazados, Mahdi, que quando esteve no exílio cooperou estreitamente com o Irã na época em que Saddam Hussein estava no poder no Iraque e teve um “relacionamento especial com a RII” –a República Islâmica do Irã— quando foi ministro iraquiano do Petróleo, em 2014.

A natureza exata do relacionamento não é explicitada no telegrama, e, como ressalvou um ex-funcionário sênior dos EUA, “um relacionamento especial pode significar muitas coisas –não quer dizer que ele seja agente do governo iraniano”.

Mas nenhum político iraquiano pode se tornar primeiro-ministro sem receber a bênção do Irã, e Mahdi, quando alcançou o cargo em 2018, foi visto como candidato do meio-termo, alguém que tanto o Irã quanto os Estados Unidos considerariam aceitável.

Os telegramas vazados oferecem um vislumbre extraordinário do funcionamento interno do sigiloso regime iraniano.

E detalham o grau em que o Iraque caiu sob a influência iraniana desde a invasão americana de 2003, que transformou o país em porta de entrada para o poder iraniano.

O arquivo é composto de centenas de relatórios e telegramas escritos principalmente em 2014 e 2015 por oficiais do Ministério de Inteligência e Segurança iraniano a serviço no Iraque.

Versão iraniana da CIA, o Ministério de Inteligência tem a reputação de ser um órgão analítico e profissional, mas é ofuscado e frequentemente passado por cima por sua contraparte mais ideológica, a Organização de Inteligência da Guarda Revolucionária do Irã, criada formalmente como entidade independente em 2009 por ordem do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei.

É a Guarda Revolucionária quem define a política iraniana no Iraque, Líbano e Síria.

Os embaixadores a esses países são escolhidos entre as fileiras seniores da Guarda Revolucionária, não do Ministério das Relações Exteriores, que comanda o Ministério da Inteligência, segundo vários assessores da administração iraniana atual e de administrações passadas.

Segundo essas fontes, representantes do Ministério da Inteligência e da Guarda Revolucionária trabalhavam em paralelo.

Eles apresentavam suas descobertas às suas respectivas sedes em Teerã, que, por sua vez, organizavam as informações em relatórios que eram entregues ao Conselho Supremo de Segurança Nacional.

Uma parte crucial do trabalho deles era criar vínculos com autoridades iraquianas, e isso era facilitado pelas alianças que muitos líderes iraquianos forjaram com o Irã quando faziam parte de organizações oposicionistas que combatiam Saddam Hussein.

De acordo com os documentos vazados, muitos dos principais funcionários políticos, militares e de segurança iraquianos tiveram laços secretos com Teerã.

O mesmo telegrama de 2014 que descreveu o “relacionamento especial” de Mahdi também apontou vários outros membros chaves do gabinete do ex-primeiro-ministro Haider al-Abadi como tendo laços estreitos com o Irã.

Contatado pelo telefone, Hassan Danaiefar, o embaixador iraniano no Iraque entre 2010 e 2017 e ex-vice-comandante das forças navais da Guarda Revolucionária, negou-se a falar diretamente da existência dos telegramas ou de sua divulgação, mas sugeriu que o Irã lidera a coleta de informações no Iraque.

“Sim, temos muitas informações sobre uma série de questões do Iraque, especialmente sobre o que os EUA estavam fazendo nesse país”, disse ele. “Há uma diferença grande entre a realidade e a percepção das ações dos EUA no Iraque.”

As cerca de 700 páginas de documentos vazados foram enviadas anonimamente ao Intercept, que as traduziu do persa ao inglês e as compartilhou com o New York Times.

O Intercept e o Times verificaram a autenticidade dos documentos, mas não sabem quem os vazou.

O Intercept se comunicou com a fonte por meio de canais encriptados, e a fonte se negou a encontrar pessoalmente um jornalista.

Nessas mensagens anônimas, a fonte disse que queria “que o mundo ficasse sabendo o que o Irã está fazendo no Iraque, meu país”.

Com uma religião compartilhada e filiações tribais que atravessam os dois lados de uma fronteira nacional porosa, o Irã é uma presença importante no sul do Iraque há muitos anos.

O Irã abriu repartições religiosas nas cidades sagradas do Iraque, apoia alguns dos partidos políticos mais poderosos no sul do país, envia estudantes iranianos para estudar em seminários iraquianos e despacha operários iranianos para construir hotéis no Iraque e reformar santuários religiosos nesse país.

Mas, enquanto o Irã pode ter a dianteira sobre os EUA na disputa por influência em Bagdá, ele vem tendo dificuldade em conquistar apoio popular no sul do Iraque.

Como deixaram claro as últimas seis semanas de protestos públicos, os iranianos enfrentam resistência acirrada.

Em todo o sul do Iraque, partidos políticos iraquianos apoiados pelo Irã estão vendo suas sedes incendiadas e seus representantes assassinados –um indício de que o Irã talvez tenha subestimado o desejo iraquiano de independência não apenas dos Estados Unidos, mas também do país vizinho.

Em certo sentido, os telegramas iranianos vazados oferecem um relatório final dos resultados da invasão americana do Iraque em 2003.

A noção de que os americanos entregaram o controle do Iraque ao Irã quando invadiram o Iraque hoje é amplamente compartilhada, até mesmo nas fileiras militares dos EUA.

Uma história recente da Guerra do Iraque, em dois volumes, publicada pelo Exército americano, detalha os muitos erros cometidos na campanha e seus “custos chocantes” em termos de vidas e de dinheiro.

O estudo conclui: “O único vencedor parece ter sido um Irã encorajado e expansionista”.

A ascensão do Irã como influência poderosa no Iraque foi sob muitos aspectos uma consequência direta da ausência de qualquer plano de Washington para o pós-invasão.

Os primeiros anos após a queda de Saddam foram caóticos tanto em termos de segurança quanto da falta de serviços básicos como água e eletricidade.

A impressão que tinha a maioria dos observadores em campo era que os Estados Unidos estavam improvisando sua política no Iraque e o estavam fazendo no escuro.

Algumas das políticas mais desastrosas empreendidas pelos EUA foram as decisões de desmantelar as Forças Armadas iraquianas e expulsar do governo ou das novas Forças Armadas qualquer iraquiano que tivesse sido filiado ao partido Baath, que governou na era de Saddam.

Conhecido como “desbaatificação”, esse processo automaticamente marginalizou a maioria dos homens sunitas.

Desempregados e cheios de ressentimento, eles formaram uma insurgência violenta cujos alvos eram americanos e xiitas vistos como aliados dos EUA.

Enquanto corria solta a guerra sectária entre sunitas e xiitas, a população xiita encarava o Irã como seu protetor.

Quando a milícia terrorista Estado Islâmico ganhou controle de território e cidades, a vulnerabilidade dos xiitas alimentou esforços da Guarda Revolucionária e de Soleimani para recrutar e mobilizar milícias xiitas leais ao Islã.

Segundo documentos do Ministério de Inteligência, o Irã continuou a aproveitar as oportunidades que os EUA lhe proporcionou no Iraque.

Por exemplo, o Irã colheu um manancial inesperado de informações secretas americanas quando a presença dos EUA começou a diminuir, após a retirada de suas tropas em 2011.

A CIA tinha posto na rua muitos iraquianos que trabalharam por anos como seus agentes secretos, deixando-os desempregados e à míngua –e com medo de serem mortos, possivelmente pelo Irã, devido a seus vínculos com os EUA.

Sem dinheiro nos bolsos, muitos começaram a oferecer seus serviços a Teerã e não hesitaram em relatar aos iranianos tudo o que sabiam sobre as operações da CIA no Iraque.

Desde o início da Guerra do Iraque, em 2003, o Irã se apresentou como protetor dos xiitas iraquianos, e Soleimani, mais do que qualquer outra figura, vem lançando mão de espionagem e ações militares sigilosas para assegurar que o poder xiita continue em ascensão.

Mas esse esforço teve um custo, a estabilidade, com os sunitas sendo permanentemente postos de escanteio do processo político e buscando proteção junto a outras entidades, como o Estado Islâmico.

Em 2014, um massacre de sunitas na comunidade agrícola de Jurf al-Sakhar foi um exemplo vívido do tipo de atrocidades sectárias cometidas por grupos armados leais à Força Quds, iraniana, que haviam alarmado os EUA na Guerra do Iraque e prejudicado os esforços de reconciliação.

Como deixam claros os relatórios de campo, algumas das preocupações dos EUA foram compartilhadas pelo Ministério da Inteligência iraniano.

Esse fato assinalou divisões internas no Irã em relação às suas políticas para o Iraque, divisões que opunham elementos mais moderados chefiados pelo presidente Hassan Rouhani às facções militantes como a Guarda Revolucionária.

Quando milícias xiitas apoiadas pelo Irã expulsaram os militantes de Jurf al-Sakhar, no final de 2014, na primeira vitória importante contra o Estado Islâmico, Jurf al-Sakhar virou uma cidade fantasma.

Ela não representava mais uma ameaça aos xiitas, mas a vitória iraniana teve um custo muito alto para os habitantes sunitas da cidade.

Dezenas de milhares deles foram deslocados, e um político local, o único membro sunita do conselho provincial, foi encontrado com um buraco de bala na cabeça.

Um telegrama descreve os danos em termos quase bíblicos. “Como resultado dessas operações”, relatou o autor do telegrama, “a área em volta de Jurf al-Sakhar foi purificada de agentes terroristas.

As famílias dos terroristas foram expulsas, a maioria de suas casas foi destruída por forças militares, e as que ainda restam serão destruídas.

As palmeiras foram arrancadas em alguns lugares para serem queimadas e impedir que os terroristas se abriguem entre as árvores. Os animais de criação (vacas e ovelhas) foram espalhados e estão pastando sem seus donos.”

A operação em Jurf al-Sakhar e outras ações sangrentas comandadas por agentes do Irã e dirigidas por Teerã alienaram ainda mais a população sunita iraquiana, segundo um relatório, que destaca: “A destruição de vilarejos e casas, o saqueio de bens e animais de sunitas converterem a doçura dessas vitórias” contra o Estado Islâmico “em amargura”.

Hoje o Irã luta para conservar sua hegemonia no Iraque, como fizeram os americanos após a invasão de 2003.

Enquanto isso, autoridades iraquianas estão cada vez mais preocupadas com a possibilidade de que uma provocação no Iraque lançada por qualquer dos lados possa desencadear uma guerra entre os dois países poderosos que disputam a hegemonia em sua região.

Contra esse pano de fundo geopolítico, os iraquianos –mesmo os sunitas, para os quais o Irã é um inimigo— aprenderam há muito tempo a encarar as investidas dos espiões iranianos com pragmatismo.

“Não apenas ele não acredita no Irã como ele não acredita que o Irã possa ter intenções positivas em relação ao Iraque”, escreveu um funcionário iraniano no final de 2014, falando de um recruta de inteligência iraquiano descrito como baathista que trabalhara para Saddam no passado e mais tarde para a CIA.

“Mas ele é espião profissional, compreende a realidade do Irã e dos xiitas no Iraque e vai colaborar para salvar sua pele.”

Resultado de imagem para IRÃ X IRAQUE

– O porteiro mentiroso! Mas… a troco de quê?

Um verdadeiro circo! O porteiro que tentou incriminar o presidente Jair Bolsonaro, comprovadamente, mentiu sobre o suposto assassino de Marielle ter se encontrado com ele em sua casa.

A questão é: a troco de quê dez isso? De cinco minutos de fama ou a mando de alguém?

A questão é, parte 2: quando se terá esclarecido todo o caso do mandante do assassinato da vereadora?

Extraído de: https://veja.abril.com.br/politica/caso-marielle-porteiro-mentiu-sobre-ida-de-suspeito-a-casa-de-bolsonaro/

CASO MARIELLE: PORTEIRO MENTIU SOBR EIDA DE SUSPEITO A CASA DE BOLSONARO

A procuradora confirmou que o porteiro que envolveu o nome do presidente Jair Bolsonaro na morte da vereadora Marielle Franco mentiu em depoimento

Por Leandro Resende e Bruna Motta

A procuradora do Ministério Público Simone Sibilio, chefe do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO), confirmou que o porteiro que envolveu o nome do presidente Jair Bolsonaro na morte da vereadora Marielle Franco mentiu em depoimento à Polícia Civil. De acordo com Simone, quem autoriza a entrada de Élcio Queiroz no condomínio do presidente é Ronnie Lessa, suspeito de ter feito os disparos.

Mais cedo, um investigador relatou a suspeita da mentira à VEJA. Foram prestados dois depoimentos. No primeiro, relatou que ligou para casa de Bolsonaro. No segundo, confrontado com o áudio de sua conversa, manteve a versão, mas deixou dúvidas nos investigações em relação a veracidade das informações prestadas.

Resultado de imagem para porteiro marielle

– O Protocolo FIFA foi acionado duas vezes em Bulgária 0x6 Inglaterra. Mas a resposta…

Em Sofia, capital da Bulgária, uma noite para envergonhar a humanidade. Durante o jogo válido pelas Eliminatórias da Eurocopa, torcedores búlgaros entoaram cantos racistas e nazistas aos jogadores negros ingleses, fazendo com que o Protocolo FIFA contra a discriminação (que engloba qualquer tipo de situação, incluindo homofobia, sexismo ou religião) fosse adotado por duas vezes.

Ao anúncio que no terceiro passo do Protocolo a partida seria encerrada, houve uma grande vaia na arquibancada ao invés de conscientização. Uma tristeza à espécie humana, dita “racional”…

Dentro de campo, a resposta foi boa: Bulgária 0x6 Inglaterra. Uma vitória não de uma equipe, mas a derrota dos preconceituosos.

Sobre o Protocolo FIFA citado, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2019/07/26/os-3-passos-para-o-protocolo-fifa-contra-a-discriminacao-no-futebol/

A capa do jornal britânico foi perfeita. Abaixo:

– O ser Humano está se tornando um Animal Selvagem? Os estupros em Jundiaí!

Neste mundo violento demais, onde as pessoas parecem viver por instinto, como bichos, calamidades acontecem diariamente. Digo isso pois na cidade de Jundiaí, nesta última semana, ocorreram 3 estupros contra vulneráveis.

Qualquer um desses casos é condenável, mas o que mais me assustou foi o de uma avó que violentou sexualmente uma menina de 4 anos!

O que dizer?

Triste. Pavoroso. E culpar a quem? Ao mundo extremamente erotizado?

Sem palavras…

Resultado de imagem para choro

– A idiotice de baderneiros

Li uma publicação que me entristeceu bastante, num grupo de torcedores de futebol (não importa em que lugar ou quem publicou, vale o teor da mesma): a louvação de saques em postos de combustíveis à beira de estrada e bagunça durante viagens aos jogos.

Ora, é comum ver a Polícia Rodoviária fechando entradas de Postos ou proibindo grupos de torcedores de adentrarem às Lojas de Conveniências nas rodovias, justamente por isso: a bandidagem!

Desde quando o sujeito tem direito a praticar furtos, somente porque está em maior número? É crime! E é comum (lamentavelmente) ver essas situações aos finais de semana. E de vários times (ou facções, se assim for entendido).

Mais ainda: se não na estrada, mas na arquibancada, travestido de “emocionado”, o torcedor mais irresponsável diz-se permitir tudo: invadir campo, cuspir em bandeirinha, brigar com o próximo ou transgredir à civilidade. Coisas erradas mas que querem ser justificadas dessa forma imprópria.

Por quê o futebol é desculpa para libertino? Não deveria (e não deve) ser assim. O esporte brasileiro tenderá a não ser respeitado por ações como essas (incluindo as dos cartolas corruptos) e afastando as famílias.

Por mais paz / educação e respeito nos estádios. É o que precisamos!

– Um buraco na perna do jogador! Será que o infrator levou vermelho?…

Do México, vem a imagem do futebol que mais me chocou nesse final de semana: Giovani dos Santos recebeu uma falta tão forte que ABRIU UM BURACO na perna do atleta!

Abaixo:

Do Twitter de AtaqueFutbolero

No apto para impresionables. Escalofriante lo que le sucedió a Giovani dos Santos, tras un planchazo de Briseño en América-Chivas. Obviamente, vio la roja. Qué dolor…

EFmnkWIXUAAyC0a

– Difícil comentar tamanha violência…

Sobre a garotinha Ágatha Félix, no triste ocorrido no final de semana, é complicado escrever alguma coisa. Engole-se em seco, tamanha a barbaridade. Ela foi baleada nas costas, quando estava dentro do carro da família com a mãe, no Complexo do Alemão. Policiais perseguiam um motociclista e houve o disparo que a atingiu por engano.

Os vídeos da reação dos familiares são de comover o coração mais duro existente. Como consolar essa gente? Vida não é devolvida ou substituída…

Precisamos de paz em nosso mundo. Chega de violência, de abuso de autoridade, de criminalidade ou de despreparo. Nunca se culpe ou responsabilize-se uma única pessoa em casos como esse. A culpa é de muita gente!

Resultado de imagem para Agatha Felix

– Agora não, Torcedor!

Li com muita preocupação o lamentável fato ocorrido em Amparo por parte de um torcedor do Paulista (invasão de campo para comemorar um gol) e de outros que cuspiram no bandeira.

Quero explicar como funciona a partir de agora nos trâmites burocráticos, o que pode acontecer e como essa situação chega na Federação Paulista de Futebol. Já vivi e vi dezenas de situações como essa, sei do que estou escrevendo e aqui peço SERENIDADE aos amigos que estão lendo.

PRIMEIRO) Invadir campo é coisa de futebol de várzea (e olha lá). Comemorar gol junto a jogador dentro do gramado não é coisa do esporte profissional, é uma transgressão que irrita demais a FPF. Não vale dizer que “é a emoção”, “o calor da partida”, bla-bla-blá. Quem invadiu, não importa quem seja ou o que faz pelo time, errou! Não é a invasão de comemoração do título da Copa do Brasil, é de um gol contra o Amparo! Ô minha gente…

SEGUNDO) A arbitragem faz a checagem dos portões, os fiscais (ou o fiscal, se for só um) fazem / faz o relatório e o policiamento atesta que tudo está seguro. Se alguém, de qualquer time, invadir, há 3 documentos para dizer que a culpa é de quem invadiu, não de portão velho, corrente semi-aberta ou cadeado com defeito. Assim, não há desculpas para jogar a bronca na estrutura do estádio e tirar a responsabilidade do ato.

TERCEIRO) Cansei de ver bandeira em jogo meu se omitir em relatar cusparadas sofridas por todos os problemas que ele passa depois que escreve na súmula. O cara é chamado na Comissão de Árbitros para contar o fato (sempre presencialmente na Capital), tem que gastar dinheiro com deslocamento, aguentar muitas vezes um dia no Tribunal, perder dia de serviço, ficar fora de escala e é uma “enchição de saco”. Na maior parte das vezes, ele nem relata para seguir a vida mais tranquila. Se o Risser Jarussi relatou, é porque realmente levou MUITA cuspida em suas costas. Aliás, Risser é um dos mais competentes bandeiras do quadro, atuou muitas vezes aqui no Jayme Cintra, jogou futebol amador em Jundiaí e cumpriu seu dever ao avisar o árbitro dos fatos ocorridos. Mais do que isso: cuspir em alguém é um ato de canalhice indiscritível.

QUARTO) A procuradoria vai indiciar o Paulista FC pelos fatos ocorridos, e as punições podem ir até à perda de mando de campo, pois o time é responsável pela sua torcida. Não adianta também escrever que o futebol está chato, cheio de mimimi e que não pode nada. Estamos falando de esporte profissional em 2019, em um mundo mais cidadão e responsável (em tese, deveria ser). Já imaginou esses atos babacas ocasionarem que, justamente agora que o acesso está perto, o Galo ser prejudicado? É demais pra cabeça de qualquer um…

QUINTO) O trabalho de bastidores agora é: o Departamento Jurídico assumir a defesa o quanto mais rápido, se antecipar no pedido de desculpas e prometer a tomada de providências ANTES do julgamento, a fim de que apenas uma multa pequena seja dada e não se perca o mando de campo. Identificar o invasor é uma atitude necessária, mas logicamente isso não vai ocorrer por motivos que não valem a pena serem relatados e que quem lê esse texto, sabe na sua maioria a explicação. Oferecer o reparo das avarias ocorridas em Amparo (não está em súmula, mas essas coisas vão nos relatórios dos fiscais da FPF, são documentos que a lei não obriga a publicação no site e que vai complicar a vida do Paulista). Esclarecer que o clube faz campanha para a paz nos estádios e que incentiva a ida de famílias nos jogos e, por fim, garantir um esquema de segurança nas próximas partidas.

SEXTO) Todo esse trabalho ocorrerá por conta de invadir o campo e cuspir no bandeira. Pra quê? Acabou o tempo do “vale tudo no futebol”. Não é arena de briga, é espaço de trabalho (o gramado) e lazer (a arquibancada). Isso tudo irrita demais os organizadores do evento e gera custos aos times que vivem sem dinheiro. Já imaginaram o que aconteceria se estivessem jogando Paulista x Ponte Preta no Jayme Cintra e um torcedor invadisse o campo aos 45m do 2o tempo para comemorar a vitória da Macaca sobre o Galo?

Por fim: eu não precisava me expor com esse texto, mas como ex-árbitro, jundiaiense, apaixonado pelo Paulista (mas que separo a razão e a emoção por conta do trabalho), me sinto na obrigação de ajudar a minorar as possíveis penas e minimizar o desgaste que o clube terá.

TENHAMOS CERTEZA: por conta desses atos, a fiscalização da FPF, as exigências que serão feitas e o desgaste justamente nessa reta final, serão gigantescos. Quem fez a cáca, não imagina como gerou um fato complicador para o time, para a administração e para a parceira.

Como o estrago está feito, é hora de corrigir (e se policiar para que isso não se repita). O triste é: a impressão de selvageria que já ouço de conhecidos que estão me perguntando o que aconteceu. E justo agora!

Futebol é diversão para quem assiste, negócio para quem administra, desafio para quem joga. E tudo deve ocorrer em paz. Não se pode fazer de conta que nada aconteceu, pois aí sim o Paulista vai levar uma grande punição.

Resultado de imagem para Estádio jayme Cintra

– Abasteçam seus veículos, pois o atentado na Arábia Saudita fará o preço do petróleo disparar!

Um atentado terrorista promovido por drones incendiou a mais importante refinaria de petróleo do mundo, na Arábia Saudita. A estatal Saudi Aramco, maior petrolífera do planeta, anunciou o corte de metade da produção por causa desse ataque.

Com isso, 6% da produção mundial do “ouro negro” deixa de ser produzida. O príncipe Salman, um dos diretores da empresa, acusa rebeldes do Iêmen do ocorrido (O governo do Iêmen é apoiado pelos sauditas; a oposição pelo Irã, ocasionando uma guerra civil no pequeno país).

O certo é: a gasolina e o óleo diesel vão subir! Por isso, abasteçam seus veículos.

Resultado de imagem para Arábia Saudita refinaria

– Padre Fábio de Melo sai do twitter e diminui rotina árdua! Até ele é vítima dos haters das Redes Sociais?

O conhecido religioso Padre Fábio de Melo, de importante lições espirituais e dono de inspiradas canções, após ser pilhado por conta de uma publicação onde falava sobre “saidinha de presos do Dia dos Pais”, resolveu abandonar o Twitter.

Ele escreveu em outras palavras que Alexandre Nardoni, um famoso condenado por ter matado sua filha pequena ao jogá-la do alto do seu apartamento, deveria não ter o benefício de sair para ver seus filhos no dia dos pais, mas sim ir ao túmulo da inocente assassinada no dia de Finados. Para a Web, tal postagem foi motivo de repulsa ao sacerdote que foi bombardeado por críticas.

Tendo sofrido recentemente com a Síndrome do Pânico, o padre declarou que a sua saúde emocional era importante e que essa Rede Social não estava mais lhe fazendo bem. Imaginem o que ele deve ter lido… também prometeu diminuir sua rotina de shows, até se dedicar fora da área musical para novos desafios de evangelização.

A questão é: ele, tão especial em espiritualidade e nas mensagens de paz, numa opinião pessoal (não escreveu como homilia, mas como humano que é), tornou-se alvo da patrulha do politicamente correto.

Claro que como Padre muitos talvez desejassem que ele repetisse o famoso ensinamento cristão de perdoar 70×7. Mas na Internet ele sempre foi mais gente do que padre, e tal sentimento de indignação falou mais alto.

A questão é: Nardoni, por incrível que possa parecer, foi levado a ser por muitos uma “Madalena Arrependida” (e olha a diferença de pecado do criminoso e da santa…).

E você: o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

Resultado de imagem para padre fábio de melo

– Os atiradores nos EUA. O que fazer?

Não dá para entender o que passa na cabeça de uma pessoa que sai atirando para todos os lados. Loucura? Trauma? Psicose?

Mais um caso (ou melhor, dois casos) nesse final de semana… Dizer o quê?

Extraído de: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-49227433

DOIS ATAQUES NOS EUA EM MENOS DE 24H

Os Estados Unidos registraram dois ataques de atiradores nas últimas 24 horas. O primeiro tiroteio aconteceu em uma loja da rede Walmart em El Paso, Texas – e foi seguido por outro tiroteio em frente a um bar na cidade de Dayton, Ohio. Juntos, os dois incidentes deixaram ao menos 29 mortes, e dezenas de outros feridos.

Além disso, os incidentes deste fim de semana também acontecem menos de uma semana depois do tiroteio em um festival gastronômico na Califórnia, quando três pessoas perderam a vida.

No caso de El Paso, ao menos 26 pessoas ficaram feridas. O ataque aconteceu em uma loja do Walmart próxima ao shopping Cielo Vista Mall, a poucos quilômetros da fronteira entre os EUA e o México.

O sargento da polícia de El Paso Robert Gomez informou que um homem branco na faixa dos 20 anos foi detido sob suspeita de ser o atirador.

De acordo com a imprensa americana, ele seria Patrick Crusius, de 21 anos.

Imagens de câmeras de vigilância supostamente do atirador reproduzidas pela imprensa americana mostram um jovem de camiseta escura com protetores auriculares brandindo um fuzil.

Os primeiros relatos de que havia um incidente no Cielo Vista Mall apareceram por volta das 11h do horário local (14h no horário de Brasília). A polícia afirma ter recebido informações de que havia um tiroteio tanto no shopping quanto na loja da rede Walmart, que fica logo ao lado.

A polícia local e o FBI agora investigam se o tiroteio está relacionado a um “manifesto” nacionalista branco que foi compartilhado em um fórum online, e que teria sido escrito pelo atirador. O texto afirma que o alvo do atentado era a comunidade hispânica local.

O presidente norte-americano Donald Trump disse que o tiroteio foi “um ato de covardia”.

“Eu tenho certeza de que falo por todos neste país ao condenar o ato de ódio cometido hoje. Não existem razões ou desculpas capazes de justificar a matança de pessoas inocentes”, disse ele no Twitter.

O presidente do México, Andres Manuel Lopez Obrador, disse que três cidadãos mexicanos estão entre os mortos.

Tiros na madrugada em Dayton

Segundo as primeiras informações das autoridades locais, os primeiros relatos do tiroteio em Dayton teriam aparecido por volta da 1h da manhã, hora local (ou 2h deste domingo, horário de Brasília). Os disparos teriam acontecido na rua, em frente a um bar, no distrito de Oregon.

Policiais confirmaram ainda ter matado o atirador no local.

Os corpos das vítimas foram levados a vários hospitais da região.

“Nós tínhamos policiais nas proximidades quando o tiroteio começou, então pudemos chegar lá rapidamente e parar o ataque”, escreveu o departamento de polícia de Dayton no Twitter.

A jornalistas, o oficial da polícia de Dayton Matt Carper disse que os investigadores ainda não conhecem as motivações do atirador. Carper disse que a polícia local está “ansiosa” para descobrir as motivações do atirador.

Loja estava cheia na hora do ataque em El Paso

As autoridades locais disseram que o supermercado estava cheio no momento do ataque, já que muitas famílias compravam material escolar para o semestre letivo que se inicia neste mês de agosto nos Estados Unidos.

Segundo o chefe da Polícia de El Paso, Greg Allen, o primeiro alerta sobre um atirador chegou às 10h39 de sábado, hora local (14h39, no horário de Brasília), e os policiais chegaram à loja seis minutos depois.

O suspeito de 21 anos de idade está preso, e segundo Allen, os policiais não precisaram disparar nenhum tiro para prendê-lo.

Uma testemunha, Glendon Oakly, relatou ao canal CNN que estava em uma loja de artigos esportivos dentro do shopping quando uma criança correu para dentro do estabelecimento “dizendo que havia um atirador no Walmart”.

Ninguém, segundo ele, levou a criança a sério, mas, minutos depois, teriam sido ouvidos dois tiros. “Eu só pensei em tirar as crianças do caminho (e colocá-las em um local seguro)”, completou.

Kianna Long, por sua vez, estava no supermercado com o marido quando ouviu os tiros.

“As pessoas estavam em pânico, correndo, dizendo que havia um atirador”, relatou à agência de notícias Reuters. “Elas corriam agachadas, algumas caíam no chão.”

Long disse ainda que ela e o companheiro haviam corrido para uma das salas de estoque antes de se protegerem com outros clientes em um contêiner de metal.

O Departamento de Polícia de El Paso tuitou pedindo doações de sangue “com urgência”.

Reações ao tiroteio em El Paso

“Essa é uma tragédia que nunca poderíamos imaginar que aconteceria em El Paso”, disse ao canal CNN o prefeito da cidade, Dee Margo. “Me deixa arrasado.”

Em um comunicado, o governador do Texas, Greg Abbott, declarou que El Paso havia sido “atingida por um ato de violência hediondo e sem sentido”.

“Nossos corações estão com as vítimas desse terrível tiroteio e com toda a comunidade (de El Paso) neste momento de perda”, acrescenta o texto.

O pré-candidato democrata à presidência Beto O’Rourke deixou um evento de campanha em Las Vegas para voltar à sua El Paso natal.

Mais cedo no sábado, ele comentou sobre o episódio em um fórum trabalhista do qual participava, dizendo à plateia que o ataque quebrava a ilusão de que uma reforma na legislação sobre armas viria “em seu próprio tempo” no país.

“Sabemos que há muitos feridos, muito sofrimento em El Paso neste momento”, declarou.

A map shows the location of the shooting

– Sobre Anhangá e os Ecoterroristas da SSS: até onde temer ou desdenhar?

Impressiona o surgimento de grupos terroristas brasileiros nos tempos atuais. Lamentavelmente, enquanto se deva buscar a paz, outros querem a violência e o ódioMas algo me perturba: a pouca repercussão a respeito da “Sociedade Secreta Silvestre” (SSS)! Seria mais fantasia do que verdade? Cuidado em não popularizar o grupo? Ou um certo constrangimento em tocar no assunto?

Digo isso pois a SSS está na capa da Veja nesta semana. A Revista entrevistou Anhangá, um líder desta rede terrorista que defende a ecologia pelas armas e mortes (o apelido dessa pessoa é em homenagem ao espírito que caça, sequestra e mata, sendo um metamorfo da cultura indígena).

Como se pode crer que pessoas ditas defensoras da natureza” desejam matar pessoas? Na reportagem, o terrorista reafirma o que já foi revelado antes, no começo do ano, pela Polícia Federal: o propósito de assassinar o presidente Jair Bolsonaro, o Ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles e a Ministra dos Direitos Humanos Damares Silva (segundo ele, essa última por “promover uma evangelização branca”).

Por mais fantasiosa que a história possa ser, quando a loucura não tem limites, podemos ver inocentes pagando a conta. 

Resultado de imagem para anhangá revista veja

– Quando os idiotas vencem: a briga na frente da criança entre Internacional 1×1 Grêmio

Lamentável. Quando a cor de uma camisa supera a inteligência e a razão, pode parar o mundo pois voltamos a ser selvagens.

Triste demais ver a idiotice acontecida no Gre-Nal. Abaixo o texto contando o ocorrido, mas quem viu pela SporTV as imagens, chora junto com a criança. E é capaz de algum insensato culpar a mãe dela pelo episódio… 

Abaixo, extraído de: https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2019/07/20/torcedora-do-gremio-e-agredida-em-frente-a-crianca-apos-gre-nal.htm

TORCEDORA DO GRÊMIO É AGREDIDA EM FRENTE A CRIANÇA APÓS CLÁSSICO

Uma torcedora do Grêmio foi agredida hoje (20), no estádio Beira-Rio, depois do Gre-Nal 421. A cena foi flagrada pelo Premiere, e outros presentes, e viralizou nas redes sociais. As imagens mostram que mulher acompanhada de uma criança com camisa gremista em mãos foi abordada por três torcedores do Internacional que tentavam tomar a peça a força. Na tentativa de pegar a camisa do Grêmio, o trio empurrou a mulher. Seguranças do estádio precisaram intervir para controlar a situação.

De acordo com o SporTV, a mulher e a criança não estavam na chamada “torcida mista”, setor onde gremistas e colorados acompanha o clássico lado a lado mediante acesso em conjunto.

Outro vídeo, de ângulo inverso, mostra segundos antes do ataque. A mulher de preto vibra com a camisa do Grêmio em mãos e a criança também celebra a presença do uniforme.

O Internacional, procurado pelo UOL Esporte, afirma que “o segurança agiu para evitar que a torcedora e a criança sofressem constrangimento maior. A camisa recolhida foi entregue pelo servidor ao menino após eles deixarem o estádio em segurança”.

Através de seu perfil no Instagram, o atacante Everton pediu auxílio para entrar em contato com o menino que aparece nas imagens. O departamento de torcidas do Grêmio (DTG) irá entrar em contato com a torcedora para dar apoio após o ocorrido.

Em campo, Inter e Grêmio ficaram no empate por 1 a 1. Paulo Miranda, contra, abriu o placar e Luan empatou no segundo tempo.