– #tbt 3: Vida caipira, distraindo da pandemia.

Há 1 ano…

Seis meses preso em casa e meu pai “pirou”. Resolveu conversar com o burrinho! E não é que eles se entenderam bem…?

Aliás, hoje também mais gente se divertiu no meio do mato: coelhos e patinhos brincando soltos, juntos com Miguel e Estela (crianças e animais: a combinação perfeita).

Vida que vale a pena ser vivida, amigos!

– #tbt 1: Nossa Guerreirinha!

Há 4 anos… e hoje minha caçula está forte e sapeca. Uma mocinha!

Alegria do Papai!

Depois de tanto sofrimento com sua saúde, seu sorriso é o merecimento meu e da Mamãe!!!

Maria Estela está saudável e gordinha, Graças a Deus e às orações dos amigos!

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– Liberte-se das amarras!

Seja leve. Perdoe. Releve!

Não guarde mágoas, siga o conselho abaixo:

– Bodas de Água Marinha: 19 anos com minha esposa querida…

A Andréia, minha esposa e companheira querida, merece troféus e aplausos: afinal, hoje ela me aguenta por exatos 19 anos de casamento

Te amo – todos os dias e para sempre!

– A vida não é fácil!

Viver é enfrentar as dificuldades.

Sem a família, é difícil. Sem Deus, quase impossível.

Sobre viver e sobreviver, em: https://www.youtube.com/watch?v=ANa2-9rK9nM

– Uma lembrança bem bacana…

Que recordação fantástica me apareceu na linha do tempo… Passear com a família é bom demais!

Não tinha pandemia ou qualquer restrição sanitária. Livres, leves e soltos! Que esses bons dias voltem (para o nosso bem e de toda a humanidade).

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– Viver é desatar nós.

Nunca podemos desistir. Problemas existem, mas precisamos resolvê-los; ao menos, encará-los.

A vida é uma insistente luta, mas ainda assim vale a pena vivê-la.

– Sejamos empáticos com o próximo.

Perfeito: não sabemos nada sobre o sofrimento alheio.

Compartilho:

– Nada é definitivo!

E não é verdadeira essa mensagem?

Não nos apeguemos ao materialismo mundano…

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Imagem extraída de: https://m.facebook.com/SargentoIzidoroBetim/photos/a.1486506974769037/2482772245142500/?type=3&_rdr

– 32 anos sem o Maluco Beleza!

Um gênio, poeta e doido partiu há 32 anos.

Êta Raul Seixas… Se as drogas não tivessem acabado com ele, a metaformose ambulante continuaria por aí, sendo a Mosca na Sopa de muita gente que insiste em ser Camboy Fora da Lei! Valeu simpatia. Quem sabe daqui a 10.000 anos a gente se vê, pegando a linha do Metrô 783… Mas não estarei lá naquela sua Sociedade Alternativa não, hein?

Brincando com suas letras e canções, da inspiradíssima Gita a tantas outras, minha preferida é essa:

TENTE OUTRA VEZ

Veja!
Não diga que a canção
Está perdida
Tenha fé em Deus
Tenha fé na vida
Tente outra vez!…

Beba! (Beba!)
Pois a água viva
Ainda tá na fonte
(Tente outra vez!)
Você tem dois pés
Para cruzar a ponte
Nada acabou!
Não! Não! Não!…

Oh! Oh! Oh! Oh!
Tente!
Levante sua mão sedenta
E recomece a andar
Não pense
Que a cabeça agüenta
Se você parar
Não! Não! Não!
Não! Não! Não!…

Há uma voz que canta
Uma voz que dança
Uma voz que gira
(Gira!)
Bailando no ar
Uh! Uh! Uh!…

Queira! (Queira!)
Basta ser sincero
E desejar profundo
Você será capaz
De sacudir o mundo
Vai!
Tente outra vez!
Humrum!…

Tente! (Tente!)
E não diga
Que a vitória está perdida
Se é de batalhas
Que se vive a vida
Han!
Tente outra vez!…

Vídeo em: http://www.youtube.com/watch?v=Ef7jUQOCjS0&feature=fvst

– #tbt 2: A Diferença Entre “sentir tristeza” e “se entregar à tristeza”

Compartilho um texto maravilhoso para reflexão, convidando-nos a evitar a depressão  através da fé em Jesus Cristo e nos entregarmos à vida, sabendo lidar com as tristezas do cotidiano.

Extraído de: http://www.cancaonova.com/portal/canais/pejonas/informativos.php?id=2105

NÃO ENTREGUE SUA ALMA À TRISTEZA

Nós brasileiros somos muito afetivos, sentimentais e, consequentemente, gostamos de “curtir” a tristeza. Podemos constatar isso na nossa música raiz, que cultiva tristeza, saudade, traição…De forma que acabamos entregando nossa alma à tristeza muito facilmente e por qualquer motivo. O Senhor sabe que tivemos e teremos tristezas. Assim como Jesus disse: “Pobres, vós sempre os tereis”, Ele poderia dizer: “Tristezas, vós sempre as tereis”.

O próprio Cristo passou por muitas tristezas. Mas há uma total diferença entre sentir tristeza e “se entregar à tristeza”, ou seja, deixar-se ser tomado por ela, pressionado, atormentado ou mesmo escravizado por ela.

Temos o vício de ficar recordando o que nos causou mágoas. Basta uma pessoa dizer algo ofensivo a nós, que já ficamos ruminando, e, aquilo cresce, se avoluma dentro de nós. É como ocorre com as claras em neve: de tanto “bater”, recordando, recordando… o sentimento cria volume. De repente, aquilo nos toma totalmente e nem conseguimos mais respirar.

Precisamos ser firmes. Não podemos acumular sentimentos ruins em nosso interior. Todas as situações dolorosas que vivemos já são mais que suficientes. Então, para que guardar e ruminar situações que nos fazem sofrer?

É necessário renunciar a toda tristeza e acabar com a mania de ficar cultivando fatos negativos que aconteceram no passado. Infelizmente, quando acontece algo ruim, logo ficamos curtindo, recordando: isso cria um volume imenso no nosso interior e nos asfixia.

Entregue ao Senhor todas as situações de tristeza e faça uma verdadeira renúncia: “Senhor, renuncio ao mau hábito de ficar ruminando a tristeza. Renuncio a todos esses pensamentos diante de Ti e da Tua Palavra. Retira de mim, Senhor, toda mágoa, todo ressentimento e todo gosto de ficar curtindo tristezas e decepções.

Muda minha mente e meu coração. Hoje reconheço: não posso continuar assim. É um tormento para mim e está acabando com a minha saúde, com minha alegria e minha paz. Meu semblante fica fechado, isso acaba com os meus nervos.

Senhor, é doloroso ver o que a Tua Palavra diz: ‘A tristeza matou a muitos’. Reconheço que muitas vezes estou me matando ao ‘curtir’ esses pensamentos. Hoje, Senhor, me decido a não pensar mais em acontecimentos negativos do passado e a não cultivar sentimentos ruins no meu coração.

Cura e transforma a minha mente, Senhor. Dá uma guinada na minha vida. Se aconteceu algo ruim, já é passado: não preciso mais ficar cultivando esse sentimento. Não quero, Senhor, e o renuncio.

Obrigado, Jesus, porque me libertas e afastas de mim toda escravidão.
Eis a minha decisão: não vou mais atormentar a mim mesmo nos meus pensamentos.
Tristezas, sempre as teremos, mas não entregaremos mais a nossa alma a elas. Amém.”

Trecho do livro “Combatentes na alegria” de monsenhor Jonas Abib

– Adolescentes, fé e reclusão.

Nesses tempos pandêmicos, os adolescentes (que tanto precisam de interação social nessa fase de desenvolvimento da vida), sofreram demais com o isolamento. E nesses momentos, um companheiro muito grande (para medo dos pais) foi a Internet!

Como se assegurar que tudo o que se vê, por mais que a família seja cuidadosa, é saudável para a mente e para a alma?

Para quem milita em grupos de Jovens, reuniões de Perseverança ou catequeses da Crisma, onde essa idade é inserida na Igreja com um pouco mais de fervor, sabe o enorme prejuízo espiritual que os adolescentes tiveram. A falta de “rotina espiritual”, dos encontros e do “exercício da fé” (de maneira comunitária) é uma experiência quase que irrecuperável. E se bobear, o “mundão” e o “materialismo” se aproveitam desse momento e surrupiam nossos filhos.

Que Deus ajude a resgatar almas e vidas nessa retomada da sociedade no período “quase pós-pandêmico” que estamos nos aproximando.

– Plantando melancia!

Ensinar as crianças a mexer com a terra é muito bom. Fazemos canteiros de flores e hortas por aqui constantemente. Mas hoje foi legal: plantamos melancia com as sementes que minha caçula trouxe da escola (pediu para a professora se poderia levar para plantar em casa).

Que orgulho do pai coruja!

🍉 🥰 🦉 #família #paidemeninas #natureza

– Mudanças na vida. Como a vemos, do ponto de vista cristão?

Na vida, temos ciclos (ou fases, se preferir) onde precisamos…
MUDAR / PERMANECER
CONTESTAR / ACEITAR
ENCARAR / ADMITIR

Introspecto nesta madrugada, numa das minhas “corujonices” habituais, me veio em meio às reflexões e orações:

ECLESIASTES 3, 1-13
“Tudo tem seu tempo. Há um momento oportuno para cada coisa debaixo do céu: 2.tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou; 3.tempo de matar e tempo de curar; tempo de destruir e tempo de construir; 4.tempo de chorar e tempo de rir; tempo de lamentar e tempo de dançar; 5.tempo de espalhar pedras e tempo de as ajuntar; tempo de abraçar e tempo de se afastar dos abraços; 6.tempo de procurar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de jogar fora; 7.tempo de rasgar e tempo de costurar; tempo de calar e tempo de falar; 8.tempo do amor e tempo do ódio; tempo da guerra e tempo da paz. 9.Que proveito tira o trabalhador do seu esforço? 10.Observei a tarefa que Deus impôs aos humanos, para que nela se ocupassem. 11.As coisas que ele fez são todas boas a seu tempo. Além disso, entregou o mundo ao coração deles. No entanto, o ser humano jamais chega a conhecer o princípio e o fim da ação que Deus realiza. 12.Compreendi, então, que nada de bom existe senão alegrar-se e fazer o bem durante a vida. 13.Pois todo aquele que come e bebe, e vê o fruto do seu trabalho, isso é dom de Deus.”

Sendo assim, agradeçamos todos os dias a Deus por nossas alegrias e angústias – as vividas e as que viveremos. Agradeçamos os obstáculos e os atalhos do caminho. Agradeçamos a oportunidade de crer que existe um propósito de Deus: a nossa santidade, para nosso bem, em todos os quesitos – pessoais, profissionais e coletivos.

S’imbora para novas aventuras… com as coisas do Alto, com a família e com os amigos – e sem qualquer tipo de mágoa ou tristeza, pois elas não devem ter lugar (e nem motivo). E já sabendo que esse e qualquer novo momento tem o seu tempo também!

– Vivamos.

Viva a vida intensamente. Aproveite cada momento! Não sabemos o que pode nos acontecer repentinamente.

Uma imagem bem bobinha, mas real, abaixo, para representar isso: cuidemo-nos e vivamos.

Imagem extraída do Facebook de “Viver intensamente cada minuto”, em: https://web.facebook.com/pg/Viverintensamentecadaminuto/posts/

– Delícia de linguiça, delícia de companhia.

Hoje, um delicioso almoço com uma linguiça supimpa! Meu pai e nosso amigo Carlão adoraram… (No restaurante Rosário, do campo do Red Bull Bragantino).

Coisa boa, para comer, sorrir e se divertir.

Ô vida para ser vivida…

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– Tem algo mais gostoso do que um sorriso sincero?

Não é dia de #tbt, mas deu vontade de postar!

Uma garotinha fica feliz ao saber que o papai vai tomar banho. Não é uma graça?

Festejando seu 4o mês de vida, minha pequenina dá uma risadona contagiosa. Ô pai coruja…

Assista essa doçura: https://www.youtube.com/watch?v=sP2qYZu5_fE

– A vida começa depois dos Cinquenta…

Leio uma matéria bacana que aborda a transformação dos ideais depois de uma certa idade. É sobre como as pessoas mudam de vida depois dos 50 anos. Ou ao menos, querem mudar!

Aqui, um elenco de exemplos sobre quem conseguiu reinventar-se depois dessa idade. Mas vale pensar: precisamos esperar esse aniversário simbólico ou precisa ser em qualquer época tal mudança de propósitos?

O acesso em: https://vejasp.abril.com.br/cidades/reinvencao-apos-os-cinquenta-anos/

Guido Padovano, 63, investiu na carreira de palestrante e instrutor de mindfulness João Bertholini/Veja SP

– É preciso falar sobre isso!

Olhem só que assunto delicado e de importância gigantesca: a forma na qual o suicídio é tratado pela mídia contribui ou não para o aumento ou diminuição dos casos?

Extraído do blog Marginália Social, em: https://marginaliasocial.wordpress.com/2020/08/07/vamos-falar-sobre-suicidio-na-midia/

VAMOS FALAR SOBRE SUICÍDIO NA MÍDIA?

Por Karolina Calado

O suicídio é encarado no Brasil e no mundo como um grande tabu. Discussões sérias sobre este fenômeno são invisibilizadas, e seu silenciamento não permite a clareza da dimensão do problema para fins de enfrentamento. O “não dito” é encarado, portanto, como inexistente. De encontro a essa postura silenciadora, a Organização Mundial da Saúde evidencia que 800 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano e já é a causa de morte de ¼ da população mundial. Para dar visibilidade a este assunto, desde 2015, o Centro de Valorização da Vida (CVV), o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) têm promovido o “Setembro Amarelo”, uma campanha dedicada à prevenção do suicídio junto a setores midiáticos e de poder. Nos parágrafos abaixo, buscaremos propor um debate sobre como historicamente o suicídio foi encarado pela mídia.

Essa temática é pouco abordada na mídia por conta da convenção de que as notícias podem aumentar o contágio entre os indivíduos e ocasionar no suicídio. Ao encontro dessa perspectiva, em 2013, o IPEA divulgou uma pesquisa na qual conclui que “(…) o índice de mídia é o terceiro motivador de suicídios, depois do desemprego e da violência, para todos os grupos de pessoas. (…) o aumento de 1% na mídia eleva a taxa de suicídio de jovens do sexo masculino entre 15 e 29 anos em 5,34%.” Segundo Asa Briggs e Peter Burke, a associação entre suicídio e imprensa é conhecida já há algum tempo: “Dois exemplos concretos de como ajudar a moldar as atitudes de seus leitores referem-se ao suicídio e ao ceticismo. Em Sleepless Souls (1990), Michael MacDonald e Terence Murphy escrevem que ‘o estilo e o tom das histórias dos jornais sobre suicídio promoveram uma atitude secular crescente e simpática sobre esse ato’ no século XVIII na Inglaterra. Essa impressão foi-se criando pela frequência dos relatos que mostravam o suicídio como coisa comum. As cartas dos que se matavam eram publicadas nos jornais, permitindo aos leitores ver o evento do ponto de vista dos atores, sendo que essas cartas, por sua vez, influenciavam o estilo de outras deixadas por suicidas posteriores.” (BRIGS; BURKE, 2006, p. 78-79). Outro fato bastante lembrado é novela de Goethe, “Os Sofrimentos do Jovem Werther”, pulicada em 1774. Nela, o jovem comete um suicídio após uma desilusão amorosa. Por conta disso, vários jovens, na época, repetiram esse tipo de morte.

No entanto, o silenciamento diante deste assunto é maléfico para a sociedade como um todo. A prevenção só é possível através da informação de qualidade, da capacidade de informar para formar, da tematização que se torna possível a partir do momento em que se discute o tema, levanta dados, ouve-se pessoas com possíveis distúrbios e se humaniza para a valorização da vida. “Os clínicos e os pesquisadores sabem que não é a cobertura jornalística do suicídio per se, mas alguns tipos de cobertura, que aumentam o comportamento suicida em populações vulneráveis”(Organização Mundial da Saúde). A mídia, portanto, ocupa um lugar essencial nesse processo.

Ao compreender a relevância da problematização e discussão midiática, a Organização Mundial da Saúde (OMS) produziu o material “Prevenção do suicídio: um manual para profissionais da mídia” a fim de orientar os jornalistas sobre a forma de abordar esse tipo de morte. “O suicídio é talvez a forma mais trágica de alguém terminar a vida. A maioria das pessoas que consideram a possibilidade de cometer o suicídio são ambivalentes. Elas não estão certas se querem realmente morrer. Um dos muitos fatores que podem levar um individuo vulnerável a efetivamente tirar sua vida pode ser a publicidade sobre os suicídios. A maneira como os meios de comunicação tratam casos públicos de suicídio pode influenciar a ocorrência de outros suicídios. (OMS)”. Entretanto, o texto orienta o que fazer na produção noticiosa: “Trabalhar em conjunto com autoridades de saúde na apresentação dos fatos. Referir-se ao suicídio como suicídio ‘consumado’, não como suicídio ‘bem sucedido’. Apresentar somente dados relevantes, em páginas internas de veículos impressos. Destacar as alternativas ao suicídio. Fornecer informações sobre números de telefones e endereços de grupos de apoio e serviços onde se possa obter ajuda. Mostrar indicadores de risco e sinais de alerta sobre comportamento suicida.” Nesse material, é também possível encontrar as orientações sobre o que não fazer: “Não publicar fotografias do falecido ou cartas suicidas. Não informar detalhes específicos do método utilizado. Não fornecer explicações simplistas. Não glorificar o suicídio ou fazer sensacionalismo sobre o caso. Não usar estereótipos religiosos ou culturais. Não atribuir culpas.”

Ao tematizar a relevância da mídia no “Setembro Amarelo” e na inclusão desse assunto na mídia, o G1 lembrou da campanha sobre o câncer de mama que, por meio da publicização, alcançou a queda do número de pessoas com a doença desde a década de 1960. Nesse mesmo sentido, o Centro de Valorização da Vida promoveu em Porto Alegre (RS) o IV debate “Abordagem Responsável do Suicídio na Mídia”, no dia 10 de setembro, data em que se celebra o “Dia Mundial de Prevenção do Suicídio”. O local foi escolhido porque o Rio Grande do Sul possui 11 municípios dentre os 20 com os maiores índices de suicídio do Brasil. “A mídia desempenha um papel significativo na sociedade atual, ao proporcionar uma ampla gama de informações, através dos mais variados recursos. Influencia fortemente as atitudes, crenças e comportamentos da comunidade e ocupa um lugar central nas práticas políticas, econômicas e sociais. Devido a esta grande influência, os meios de comunicação podem também ter um papel ativo na prevenção do suicídio. (OMS)”

No manual da OMS, informa-se que, junto às notícias sobre suicídio, deve-se trazer: “listas de serviços de saúde mental disponíveis e telefones e endereços de contato onde se possa obter ajuda (devidamente atualizados); listas com os sinais de alerta de comportamento suicida; esclarecimentos mostrando que o comportamento suicida frequentemente associa-se com depressão, sendo que esta é uma condição tratável; demonstrações de empatia aos sobreviventes (familiares e amigos das vítimas) com relação ao seu luto, oferecendo números de telefone e endereços de grupos de apoio, se disponíveis. (OMS)”

Com uma boa base de dados, além da OMS, as fontes confiáveis para divulgar informações relacionadas ao suicídio são: “Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) – Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM) – Instituto Inter-Regional das Nações Unidas para Investigações sobre Criminalidade e Justiça (UNICRI) – Rede Clínico-Epidemiológica Internacional (INCLEN), Sociedade Internacional para a Prevenção da Negligência e Abuso Infantis (ISPCAN), INTERPOL, Departamento Estatístico da Comunidade Européia (EUROSTAT) e Banco Mundial” (OMS).

O CVV defende que a mídia tem um papel crucial na prevenção do suicídio e mostra, em seu site, matérias publicadas, de forma responsável, por diversos veículos sobre esse assunto. Esse Centro oferece serviço gratuito de ajuda, via ligação por meio do número 144, chat, Skype, e-mail ou presencialmente. Em Recife, por exemplo, o endereço é na Avenida Manuel Borba, 99/102 – Boa Vista, com funcionamento 24 horas. Maiores informações podem ser encontradas no site https://www.cvv.org.br/.

Centro de Valorização da Vida (CVV). Disponível em: << https://www.cvv.org.br/ >> acesso em 20 de setembro de 2017.

Dados da OMS sobre o suicídio. Disponível em: https://www.saude.gov.br/images/pdf/2019/setembro/13/BE-suic–dio-24-final.pdf > acesso em 07 de agosto de 2020.

BRIGGS, A; BURKE, P. Uma história social da mídia: de Gutenberg à Internet; tradução Maria Carmelita Pádua Dias; revisão técnica Paulo Vaz. 2.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2006.

Estudo do IPEA: “OS EFEITOS DA MÍDIA SOBRE O SUICÍDIO: UMA ANÁLISE EMPÍRICA PARA OS ESTADOS BRASILEIROS”. Disponível em: << http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/TDs/td_1851.pdf >> acesso em 20 de setembro de 2017.

História do Setembro Amarelo. Disponível em: << http://www.setembroamarelo.org.br/historia/ >> acesso em 20 de setembro de 2017.

Notícia sobre o Setembro Amarelo no G1. Disponível em: << http://g1.globo.com/natureza/blog/mundo-sustentavel/post/setembro-amarelo.html >> acesso em 20 de setembro de 2017.

Prevenção do suicídio: um manual para profissionais da mídia: Disponível em: << http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/67604/7/WHO_MNH_MBD_00.2_por.pdf >> acesso em 20 de setembro de 2017.

Setembro Amarelo (CVV). Disponível em: << https://www.cvv.org.br/blog/um-setembro-mais-amarelo/ >> acesso em 20 de setembro de 2017.

– O Relógio como Empecilho da Vida

Christian Barbosa, um importante gestor do tempo, é especialista em palestrar sobre como otimizar as rotinas e o relógio. E ao assisti-lo no Programa Pânico da Rádio Jovem Pan, entrei em êxtase pela comunhão de ideias.

Eu costumo falar aos meus alunos: a coisa mais difícil de se administrar é o… horário! Quando fazer isso? E aquilo? E encaixar tal coisa? São dilemas da vida moderna e corrida…

Pois bem: Christian citou que basicamente adiamos e abrimos mão de 3 coisas: de praticar exercícios físicos, de ler um livro e de cuidar da própria saúde!

E não é verdade? A falta de tempo ou a necessidade de sermos produtivos nos torna reféns de muitas coisas. Agora, imagine: e o cidadão brasileiro que pega 2 ou 3 conduções para ir e voltar ao trabalho, madruga ou dorme no serviço, como faz?

A verdade é que há dias que necessitamos de mais horas do que as 24 dadas pela natureza. Muitas coisas que gostamos são inviabilizadas pelo horário. Outras que desejamos conhecer, proteladas pela mesma condição.

Resta o esforço para nós gerenciarmos com mais sabedoria as prioridades e dentro das lacunas encaixarmos nossas vontades. E isso não é tão simples!

– Renove-se!

Li e vale a pena refletir sobre renascer / reinventar-se. Ou, se preferir, despedir-se do homem velho e buscar o “ser novo”, tão pregado por Jesus Cristo conforme retratado nos Evangelhos:

– Tomar banho? Xi…

Um momento calmo, tranquilo, comedido e pacíiiiifico para o banho, envolvendo um pai e uma filha…

Obrigado, Vida!

Em: https://youtu.be/kN4xerIR-ao

– Não tenha medo de correr no frio.

Eu amo praticar esportes! E a corrida me faz bem (já disse algumas vezes aqui: https://professorrafaelporcari.com/2021/05/28/por-que-eu-corro-3/).

Com esse frio, há de se ter disposição para ir suar. Mas nada que um bom agasalho (com aquecimento adequado) não possa resolver…

Pratique esportes também. Pratique VIDA!

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– Simone Biles, saúde mental e… nós! Na vida pessoal e profissional.

Não tive tempo para escrever no dia oportuno, mas quero muito fazê-lo agora: a ginasta mais condecorada dos EUA (25 medalhas em diversos torneios, sendo 19 de ouro), Simone Biles, desistiu de participar dos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020 em nome da saúde mental.

Ora, se uma esportista tão vencedora passa por essa necessidade (a de ter melhor equilíbrio da mente), é porque a pressão foi extrema – e isso não quer dizer que vencedores, perdedores, famosos ou anônimos estejam blindados dos males da mente, pois a questão emocional independe de riqueza, pobreza, profissão, etnia ou gênero.

Antes de uma abordagem para a nossa realidade, gostaria de pontuar: é triste ver pessoas dizendo que, em meio a pressão, a americana “pipocou”. Ora, com apenas 24 anos, tendo conquistado todas as honrarias citadas acima, possuindo em casa uma mãe dependente química, tendo sido abusada sexualmente na infância por um médico, e em uma das provas vencido com uma crise de pedras nos ruins, como alguém pode dizer que Simone é “fraca mentalmente” ou que “afinou” na competição?

Casos de desequilíbrio mental no esporte (como Adriano Imperador ou Nilmar) são conhecidos no esporte. A pressão diária, os rumos que a vida toma e os percalços particulares podem tirar a pessoa do eixo, por melhor que ela seja ou esteja.

No nosso cotidiano, passamos por situações delicadas também! No trabalho, em casa ou no convívio social,  temos nossos dias ruins e, a nossa diferença quanto aos citados acima, é que não se repercute na mídia tais crises (por motivos óbvios). E nesses momentos, ter uma família estruturada, procurar auxílio na medicina, encontrar-se espiritualmente e procurar arejar a mente com coisas boas, se faz fundamental. Muitas vezes, precisamos até nos ausentarmos do emprego ou de participações em eventos públicos, pois o reequilíbrio emocional não é “do dia para a noite”.

Estudantes, profissionais gabaritados, cidadãos desconhecidos… qualquer um de nós pode sofrer com crises de ansiedade, depressão, pânico ou outros males mentais. Cuidar da saúde nesse aspecto é tão importante quanto qualquer outra enfermidade do corpo. Porém, quando se vê pessoas de sucesso sofrendo disso, se espanta pois as crendices populares taxam os astros e estrelas como “super-humanos”, invioláveis e insofríveis.

Há pouco, a Seleção Feminina de Futebol foi eliminada das Olimpíadas. Meninas guerreiras que vencem diariamente o preconceito e, sem apoio que mereciam, fazem bonito contra tudo e contra todos. Certamente haverá o pobre de espírito que chamará Marta e seus companheiras, infelizmente, de pipoqueiras (como se fosse obrigação no esporte a vitória).

E é isso que o mundo me assusta (especialmente nas redes sociais): a obrigação da vitória! No esporte (e na vida), ganhar ou perder é algo constante e natural. O anormal é ganhar sempre.

Boa sorte a todos que passam por desequilíbrios mentais e estão se reinventando.

– Felicidade: o que é?

O que é “ser feliz”?

Ô pergunta difícil… como definir a felicidade e o que nos apropria dela?

  • “Ter saúde?”
  • “Paz?”
  • “Dinheiro?”
  • “Família?”

Ter saúde é ótimo. Mas somente a saúde, sem ninguém, não dá. Se é ter família, desde que ela seja perfeita, ótimo; mas, como em todas as famílias, sempre há um ou outro problema. Ter paz poderia ser uma boa resposta, mas quando é que estamos em paz de verdade? Dinheiro, sabidamente, não compra a felicidade, e a falta ou o excesso podem trazer complicadores. 

“Não ter preocupação” seria uma boa resposta? Não sei… só sei que para sermos felizes, é necessário entender que nunca a encontraremos se buscarmos a perfeição das coisas!

Ser feliz, simplesmente, pode ser momentâneo, duradouro, ou a compreensão de que você tem pessoas que importam ao seu lado.

Ou não?

– Cumplicidade.

Sim, o cão é o melhor amigo do homem. Não tenha dúvida!

Nossa foto comprova isso. Pureza:

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– O que se precisa para distrair uma criança?

Repost de muito carinho:

Para ver uma criança ficar feliz, basta ter criatividade! E o resultado é mais que satisfatório: é um sorriso maravilhoso estampado em seu rosto.

Apresento, abaixo: Estelinha e a Formiguinha!

Aqui: https://www.youtube.com/watch?v=dsWx9939XbU

– Recomece.

Muitas vezes desanimamos no fracasso e desistimos. Mas… quem disse que os erros derradeiros são sempre as últimas oportunidades?

Podemos recomeçar sempre! Basta querer. E, cá entre nós, o recado desta imagem, abaixo, diz tudo:

– Despertando…

Inspiração!

O despertar de um novo dia sempre nos mostra a sua beleza. Um exemplo:

bomba.jpg

#FOTOGRAFIAéNOSSOdia

– A finitude e a necessidade da vida plena.

Puxa… eu li, anotei e não consegui descobrir o autor desta frase inspiradora:

“Compreender nossa finitude pode nos ajudar a ter uma vida mais plena”

E não é verdade?

Se sabemos quando deixaremos de viver, começamos fazer a vida valer com mais intensidade! Não nos intimidamos com uma série de coisas pois, logicamente, o fim estaria determinado.

Não deveria ser sempre assim, ou seja, viver com mais intensidade a vida?

– Trabalhe. Mas curta a família.

Todos nós precisamos trabalhar. Porém, o excesso da labuta, a busca por crescimento na carreira sem se preocupar com a vida cotidiana e, por que não, da ganância que pode nos cegar, são fatores que nos impedem de ver que a felicidade está nas pequenas coisas.

Um conselho pra levar a vida de maneira melhor?

O da minha caçulinha, aqui: https://youtu.be/bcEcEC2f_JU

– No lamento, pense em Deus!

Já ouviu aquela cantiga popular sobre os “Escravos de Jó, que jogavam caxangá”?

é um personagem bíblico que nos traz a mensagem da confiança incontestável em Deus. Ele foi um homem temente ao Senhor, mas que foi perturbado pelo diabo que lhe tirava tudo na vida causando muito sofrimento.  Não entendia o porquê de tantas dores e angústias, mas vencia o inimigo confiando que, independente da razão ou não, confiava em Deus.

Vi essa figura “perdida na web” (abaixo) e me recordei dele. Impossível não nos questionarmos quantas vezes sofremos (ou achamos que sofremos) como Jó e nos lamentarmos. Conforme o versículo bíblico:

“Jó nunca viu a razão do seu sofrimento. Ele viu Deus e isso bastou”.

Entendemo-nos? Sem lamúrias desnecessárias e confiemos na Providência Divina.

Resultado de imagem para Jó nunca viu a razão

– #tbt 4: Os Primeiros Passos da Maria Estela!

Repost carinhoso…

Como não me emocionar?

Os primeiros passinhos da minha caçula Estelinha!…

Aqui: https://www.youtube.com/watch?v=y9vMYcPJA-A

– Paternidade faz o Papai Engordar?

Pesquisa da Universidade de Northwestern comprova: ser pai aumenta alguns quilos na barriga!

Posso usar como desculpa pelo excesso de peso?

Extraído de: http://t.co/RZyHpNIt2D

PATERNIDADE FAZ OS HOMENS ENGORDAREM, APONTA PESQUISA

Se é na gravidez que muitas mulheres engordam, com os homens o ganho de peso vem depois que o bebê nasce. Segundo uma pesquisa da Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, ser pai engorda. O estudo foi publicado recentemente no Jornal Americano de Saúde Masculina.

O estudo acompanhou por 20 anos o peso de 10 mil homens, da adolescência até a fase adulta, e concluiu que os homens engordam mais quando se tornam pais, comparado aos homens sem filhos.

O peso destes homens foi medido em quatro momentos diferentes da vida deles: no início da adolescência, depois da adolescência, meados dos 20 anos e início dos 30, assim como o IMC (índice de massa corporal).

Os homens foram classificados como: pai, não-pai, pai que mora com o filho e pai que não mora com o filho.

Na média padrão do estudo, um homem de 1,83 m, que vive com o filho, ganhou, em média, dois quilos depois de se tornar pai. Já o homem com a mesma altura, mas que não vive com o filho, engordou, em média, 1,5 quilo depois de ter se tornado pai.

Em termos de IMC (índice de massa corporal), o estudo apontou um aumento de 2,6% no IMC de homens que vivem com os filhos ante um aumento de 2% do IMC entre os homens que não vivem com suas crias.

Já os homens com o mesmo padrão de altura e sem filhos perderam 650 gramas no mesmo período.

Este é um dos primeiros estudos a analisar a forma como a paternidade afeta o IMC, um importante marcador biológico da saúde, que classifica se estamos no peso considerado ideal, acima dele ou obesos.

Além do IMC, outros fatores foram levados em conta: idade, raça, escolaridade, renda, atividade diária e estado civil.

Estudos anteriores já relacionaram o casamento ao ganho de peso em homens, mas na paternidade ele se mostrou mais marcante.

Mais responsabilidade

“A paternidade pode afetar a saúde de homens jovens, efeito já conhecido  no casamento”, disse o principal autor do estudo, o professor de pediatria Craig Garfield, da Universidade de Northwestern.

“Quanto mais peso os pais ganham e quanto maior o IMC, maior é o risco para o desenvolvimento de doenças cardíacas, bem como diabetes e câncer”, completa.

A mudança no estilo de vida e dos hábitos alimentares podem ser a causa do aumento no número do manequim, sugere o pesquisador.

“Você tem novas responsabilidades quando você tem seus filhos e pode não ter tempo para cuidar de si mesmo. A família se torna a prioridade”, afirma Garfield.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Você se importa mais com a vida ou com a morte?

Grande reflexão do filósofo M. S. Cortella, abaixo.

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