– Verdades Indesejadas.

Nem todas as Verdades são para todos os ouvidos

Umberto Eco

Umberto Eco: Nem todas as verdades são para todos os ouvidos.

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– Admiro sempre as pessoas que lutam!

A vida é uma grande luta.

Pessoas honestas dificilmente lutam sozinhas. São humildes e lutam ao lado da família, dos amigos e de Deus.

Caso se sintam sozinhas na luta, ainda assim nunca deixam de batalhar.

A estas, sempre existirá o sentimento de garra, gana, gratidão e a graça da labuta.

– Onde crianças com Síndrome de Down são abortadas com naturalidade!

Eu sou defensor do Direito à Vida! E, por preceito religioso, convicção moral e luta social, sou contra o aborto.

Imaginem só um lugar onde o aborto de crianças portadoras da Síndrome de Down é considerado um ato de “amor” para se evitar o sofrimento?

Infelizmente, ele existe!

Extraído de: http://www.semprefamilia.com.br/horror-islandia-aborta-100-de-todos-os-bebes-diagnosticados-com-sindrome-down/?utm_source=twitter&utm_medium=midia-social&utm_campaign=gazeta-do-povo

HORROR: ISLÂNDIA ABORTA 100% DOS BEBÊS DIAGNOSTICADOS COM SÍNDROME DOWN

Estranhamente, pais se despedem do corpo do bebê abortado com orações e cerimônia de despedida.

Um por ano. Talvez dois. Essa é a taxa de nascimento de pessoas com síndrome de Down na Islândia. Mas o que o país está fazendo não é a erradicação da síndrome de Down, e sim a erradicação das pessoas com síndrome de Down: 100% dos bebês diagnosticados com a condição ainda no útero são abortados no país. Os poucos sortudos que continuam nascendo não tiveram a condição detectada no exame pré-natal.

O país escandinavo, de apenas 330 mil habitantes, é o primeiro a levar ao limite uma tendência que já se verifica em outros países. Na Dinamarca, o aborto vitima 98% dos bebês diagnosticados com síndrome de Down. No Reino Unido, a porcentagem chega a 90%. Na França são 77% e nos Estados Unidos 67%.

Na Islândia, a lei permite que o bebê seja abortado mesmo depois de 16 semanas de gestação, em casos de deformidade do feto, o que, segundo a compreensão da lei islandesa, inclui a síndrome de Down, mesmo diante do fato de que a condição permite que seus portadores vivam normalmente, com uma expectativa de vida média de 60 anos, na grande maioria das vezes.

Os exames pré-natais que detectam más-formações e outras características do feto não são obrigatórios na Islândia, mas por volta de 80% a 85% das gestantes optam por realizá-los.

No Hospital Universitário de Landspitali, onde nascem cerca de 70% dos bebês islandeses, Helga Sol Olafsdottir é a funcionária responsável por aconselhar as gestantes que detectaram alguma anomalia cromossômica em seus bebês. “Esta é a sua vida – você tem o direito de escolher como quer que ela seja”, é o que ela diz às mulheres, segundo contou à CBS.

“NÃO VEMOS O ABORTO COMO ASSASSINATO”

As mães que optam pelo aborto tratam o fato com uma estranha normalidade. Chamam o bebê de “meu filho” e, depois do procedimento, fazem uma visita ao corpo do bebê, lhe dizem adeus e chamam pastores para uma pequena cerimônia religiosa. É comum fazer cartõezinhos com o nome do bebê, uma oração e a impressão dos seus pezinhos.

“Não vemos o aborto como assassinato”, explicou Olafsdottir. “Nós damos fim a uma possível vida que poderia ter tido uma complicação enorme… Prevenimos o sofrimento para essa criança e para a família”.

Agnes Sigurðardóttir, bispa da Islândia e líder da Igreja Evangélica Luterana da Islândia, diz que a sua igreja não é nem a favor nem contra o aborto. “Na Islândia existe apenas um pequeno grupo de pessoas que são contra o aborto. Bem pequeno, bem invisível”.

A fotógrafa Sigga Ella tem uma tia com a condição. Para combater o preconceito e a eugenia de que os portadores da síndrome têm sido alvos, Ella clicou 21 portadores de síndrome de Down com idades entre 9 meses e 60 anos e produziu uma série de retratos chamada First and foremost I am – “Antes de tudo e mais do que tudo, eu sou”.

Já Thordis Ingadottir é ativista pelo direito das pessoas com síndrome de Down desde 2009, quando a sua filha Agusta nasceu com a condição. Na época, os exames mostraram que o seu bebê tinha 1 em 1,6 mil chances de ter a síndrome.

Espero que, quando crescer, Agusta esteja plenamente integrada a esta sociedade com as suas próprias condições. Este é o meu sonho”, disse Ingadottir à rede CBS. “Em que tipo de sociedade você quer viver?”

Com informações da CBS.

Imagem ilustrativa: Bigstock| Foto extraída de: https://www.semprefamilia.com.br/defesa-da-vida/horror-islandia-aborta-100-de-todos-os-bebes-diagnosticados-com-sindrome-down/
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– Descanse em Paz, amigo!

Caramba, que vida traiçoeira! Faleceu hoje nosso amigo Nenê (Iraí Rodrigues Moura Filho).

Meu Deus… tão jovem! Que descanse em paz e que a família seja consolada.

– Agir com a “mente fria” / Agire a mente fredda.

A Saúde Mental é um assunto atual e importante. Por isso, precisamos estar com a mente fresca, em bom estado racional e emocional para tomarmos decisões corretas na vida.

Compartilho esse ótimo texto (está em italiano, mas de fácil compreensão), abordado o tema. Extraído de: https://meditazione101.wordpress.com/2021/09/12/agire-a-mente-fredda/

AGIRE A MENTE FREDDA

Imparare a fermarsi per imparare ad andare avanti


L’essere umano è una creatura tanto razionale quanto emozionale. Queste due sfere interagiscono tra loro tutti i giorni, nella nostra vita quotidiana, mantenendo un equilibrio dinamico che, alcune volte, può diventare esplosivo. Spesso, lasciamo che la parte emozionale, passionale, del nostro essere prenda il sopravvento, oscurando la nostra mente razionale e portandoci ad agire in modi che, a mente fredda, risultano inadatti e nocivi per il nostro stesso benessere.

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Nell’articolo di oggi parleremo di come imparare a gestire i momenti in cui il nostro io irrazionale prende il sopravvento. Vedremo che lasciare agire i nostri sentimenti senza controllo può danneggiarci, amplificando le difficoltà in cui ci troviamo, e che fermarsi e agire a mente fredda ci aiuta a vivere le esperienze sempre in modo più intenso e positivo.

La difficoltà di prendersi una pausa

La nostra vita, spesso, procede a tappe forzate. Abbiamo delle cose da fare, moltissime, entro un tempo dato, e cerchiamo sempre di convogliare nelle nostre azioni tutte le nostre forze, di modo da riuscire in quello che facciamo nel modo più efficiente possibile. Tendiamo, molto spesso, a non concederci una tregua, a rimandare una pausa per paura di perdere lo slancio. Così facendo, intraprendiamo una strada che spesso ci conduce a situazioni di stress sempre maggiore.

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Questo atteggiamento è tanto più deleterio quanto più l’esperienza che stiamo facendo è stressante e carica e, nei casi estremi, non fermarsi quando perdiamo il controllo, lasciando che la nostra mente consapevole si assopisca a favore della nostra mente emozionale, ha un effetto negativo su noi stessi su tutti i fronti. Infatti, in questi casi, non svolgiamo bene le attività che ci proponiamo e al contempo aumentiamo il nostro livello di tensione e ansia oltre i limiti del nostro benessere.

Per evitare che la situazione degeneri in questo modo, è sufficiente imparare ad agire sempre a mente fredda. Qualunque azione svolgiamo, se la facciamo con la giusta consapevolezza, risulta sempre meno stressante e dai risultati sicuramente migliori e, pertanto, prendersi una pausa quando sentiamo di averne bisogno è sicuramente la cosa più produttiva da fare.

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Tuttavia, non ci riusciamo quasi mai! Ci sentiamo dei traditori, degli sfaticati, e ci lasciamo travolgere dalla paura che, così facendo, peggioreremo solo la situazione, applicando in un contesto inadatto la regola del “via il dente, via il dolore”.

Gli ostacoli

La difficoltà che abbiamo nel dire “basta, mi fermo per un po’” è qualcosa che ci accomuna tutti. Soprattutto in contesti più rigidi, come a lavoro, fare una pausa ci appare quasi impensabile. Fermarsi vuol dire smettere di fare, e quindi ritardare il raggiungimento del risultato che vogliamo ottenere. Questa concezione, del tutto sbagliata, molte volte viene avallata e sostenuta da coloro che ci sono accanto. I nostri colleghi, per esempio, ci portando involontariamente a paragonarci a loro, e fermarsi quando loro non lo fanno ci appare quantomeno fuori luogo.

Questo modo di pensare è assolutamente nocivo. Sforzarsi di fare qualcosa quando non siamo nello stato mentale adatto per farlo non solo ci risulta incredibilmente difficile, ma ci porta a produrre anche risultati meno soddisfacenti. Voglio portarvi un esempio, forse sciocco, ma che ritengo possa far capire alla perfezione.

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Se stiamo cucinando una cena elaborata, magari perché abbiamo degli ospiti a cena e quindi non possiamo fare altrimenti, il nostro stato attuale è una caratteristica determinante per un risultato soddisfacente. Senza parlare del nostro stato mentale, immaginiamo di non stare molto bene fisicamente, magari di avere un po’ di nausea. Tutta l’esperienza della cucina, in questo caso, diventa per noi una vera sofferenza. Sentire gli odori ci disturba, assaggiare ci fa stare male. Quell’azione, che solitamente è un’esperienza positiva per noi, bella, in questo frangente ci risulta molto spiacevole. D’altra parte, oltre al non goderci appieno l’esperienza in sé, anche il risultato che otteniamo sarà meno buono e alla fine avremo di fatto sprecato semplicemente un sacco di tempo, non ottenendo nulla nel mentre e dopo.

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Questa verità vale anche per tutte le altre azioni che svolgiamo, laddove, però, ad essere inadatto e il nostro stato mentale. Se abbiamo ansia, paura, un qualunque malessere emozionale non identificato, o peggio siamo preda del nostro io irrazionale, svolgere ogni azione ci risulta difficile e dal risultato deludente, con l’aggravante che non trattandosi di un malessere fisico, non ci sentiamo giustificati a lasciar perdere.

L’importanza di fermarsi un po’

Il modo ottimale per gestire questi momenti è veramente semplice e alla portata di tutti: basta fermarsi. Prendersi una pausa, fare una passeggiata e concentrarsi, cercando di restituire alla nostra mente razionale e consapevole le redini della nostra vita, ci aiuta ad uscire dalla grotta delle emozioni incontrollate. Darsi una tregua per mettere ordine nei propri pensieri è un’azione a costo zero, ma dal guadagno infinto. Non stiamo abbandonando per sempre la sfida che ci troviamo di fronte, ma ci mettiamo un momento da parte per affinare gli strumenti per affrontarla al meglio. Anzi, prendersi una pausa in questi momenti è il modo migliore per risolvere un problema in modo efficiente e farlo senza sentirci condizionati dagli altri è la cosa migliore che possiamo fare.

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Vi dirò di più, spesso è necessario farlo. Nei momenti in cui sentiamo di perdere il controllo, quando le nostre emozioni tendono a braccare la nostra razionalità, riconoscerlo e fermarsi è l’unica via effettivamente percorribile. Farlo, anche per poco, può fare la differenza, dandoci il tempo di mettere tutto nella giusta prospettiva, per riacquistare l’equilibrio e il giusto stato mentale. Così, ogni esperienza sarà sicuramente più produttiva e piacevole e ogni sfida che superiamo, per quanto in apparenza insormontabile, sarà per noi benefica e soddisfacente.

– Lying Flat? Sobre a vida sobrecarregada dos jovens.

Jovens exaustos, abrindo mão de casamento e filhos, dedicando-se ao trabalho e priorizando uma ou outra responsabilidade, a fim de evitar o stress do cotidiano e levar uma vida mais simples.

Acontece com você tal sentimento?

Veja esse movimento no Sudeste Asiático:

Em: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/exaustos-e-sem-esperanca-jovens-asiaticos-abdicam-de-rotina-sobrecarregada-e-metas-ambiciosas/

EXAUSTOS E SEM ESPERANÇA

Movimento “Lying Flat”, que na tradução literal significa “ficar deitado”, estimula que jovens troquem carreiras desgastantes pela simplicidade

Como um estudante do ensino médio crescendo em uma pequena cidade no leste da China, Li Xiaoming sonhava em se mudar para uma cidade grande onde pudesse ter uma vida melhor. Agora com 24 anos, Li só quer descansar.

Em todo o país, jovens como Li – que pediu para ser referido por esse pseudônimo porque teme a carreira e as repercussões políticas de suas opiniões – estão se cansando da feroz competição por faculdade e empregos, e da implacável corrida de ratos depois de serem contratados .

Eles agora estão adotando uma nova filosofia que chamam de “tang ping” ou “lying flat”, movimento que estimula uma rotina mais tranquila.

A frase aparentemente remonta a uma postagem no início deste ano em um fórum online administrado pelo gigante chinês de buscas Baidu. O autor daquela postagem, agora excluída, sugeriu que, em vez de trabalhar a vida inteira para conquistar um apartamento e valores familiares tradicionais, as pessoas deveriam seguir uma vida simples. Em outras palavras, apenas “fique deitado”.

A conversa sobre “ficar deitado” se espalhou rapidamente pela China, à medida que os jovens enfrentam uma intensa competição pelos empregos mais atraentes, especialmente em tecnologia e outras áreas de ‘colarinho branco’. Enquanto o país reprime a iniciativa privada, entretanto, o público tem se preocupado com o que muitos veem como uma cultura de trabalho estafante. Comum em muitas empresas de tecnologia e startups são as exigências de que as pessoas trabalhem quase o dobro – ou mais – do número de horas em uma semana de trabalho típica.

O interesse em “lying flat (ficar deitado)” explodiu nas redes sociais e atraiu o interesse de censores, que em alguns casos restringiram o uso do termo. Vários meios de comunicação estatais também se opuseram à conversa, sugerindo que os jovens deveriam se esforçar para trabalhar duro em vez disso.

Esse tipo de fenômeno, porém, não se limita à China. Em todo o Leste Asiático, os jovens dizem que ficaram exaustos com a perspectiva de trabalhar duro por uma recompensa aparentemente pequena.

Na Coreia do Sul, os jovens estão desistindo do casamento e da casa própria. No Japão, eles são tão pessimistas sobre o futuro do país que estão evitando posses materiais.

À medida que mais jovens ficam frustrados com a pressão implacável, eles dizem que querem – e em alguns casos estão – desistindo dos ritos de passagem convencionais, como se casar ou ter filhos.

Mercado competitivo

Li passava todos os dias no colégio estudando. Em seu vestibular, sua pontuação o colocou entre os melhores entre todos os alunos do último ano do ensino médio na província de Shandong. Ele está fazendo mestrado em uma das três principais faculdades de Direito da China e espera conseguir um emprego em um prestigioso escritório de advocacia internacional com sede em Pequim.

Mas quando se candidatou a empregos de pós-graduação e estágios em março, foi rejeitado em mais de 20 escritórios de advocacia internacionais na China. Em vez disso, ele se contentou com uma posição de trainee em um escritório de advocacia nacional.

“A competição entre eu e outros estagiários era muito intensa”, disse Li. “Quando vejo estudantes que ainda estão tentando entrar em prestigiosos escritórios de advocacia internacionais, me sinto exausto e sem vontade de lutar com eles”.

O estilo de vida “tangível” começou a ressoar com ele. Cansado de tentar chegar ao topo, Li decidiu “ficar deitado” fazendo o mínimo em seu estágio.

“Muitas pessoas que eram melhores do que eu trabalhavam mais arduamente do que eu, por isso me sentia ansioso”, disse ele. “‘Tang ping’ é … lutar contra o status quo, não ser ambicioso, não trabalhar tanto.”

Os defensores deste movimento também desenvolveram uma filosofia que vai além da postagem inicial do Baidu. Em um grupo na plataforma social Douban, alguém postou um manifesto descrevendo as características do estilo de vida “tangente”.

“Não vou me casar, comprar uma casa ou ter filhos, não vou comprar uma bolsa ou usar um relógio”, dizia o “manifesto”. “Vou afrouxar no trabalho … Sou uma espada cega para boicotar o consumismo.”

O grupo acabou sendo banido, depois de atrair milhares de participantes. Uma hashtag para o termo também foi censurada no Weibo, a versão chinesa do Twitter.

As pressões que os jovens enfrentam na China são altas. Um recorde de 9,09 milhões de estudantes se formou em universidades ou faculdades este ano, de acordo com dados do Ministério da Educação da China.

Mesmo depois de encontrar empregos, muitos trabalhadores lamentam os horários de trabalho intensos, especialmente em grandes empresas de tecnologia. A cultura, conhecida como “996”, refere-se ao trabalho das 9h às 21h, seis dias por semana. A cultura de trabalho excessivo foi criticada pelo tribunal superior da China na quinta-feira. Ela convocou empresas de uma série de setores que violavam as regras trabalhistas, incluindo uma empresa de postagens, não identificada, que ordenou aos funcionários que trabalhassem 996 horas.

Muitos jovens trabalham para essas empresas, de acordo com Terence Chong, professor associado de economia da Universidade Chinesa de Hong Kong (CUHK).

“Eles competem entre si”, disse ele. Portanto, mesmo que nem todos queiram trabalhar nessas horas, eles podem se sentir compelidos a fazê-lo para manter o ritmo.
Essas tensões não se limitam ao setor de tecnologia. Tony Tang – um professor universitário de 36 anos em Guangdong – disse estar cansado de trabalhar 12 horas por dia, sete dias por semana.

“Acho que estou sobrecarregado de trabalho”, disse Tang, que pediu para ser referido pelo pseudônimo de Tony Tang porque temia sofrer repercussões por suas opiniões. “Eles consideram o trabalho duro um tipo de coisa que o povo chinês deve fazer.”

O aumento do custo da habitação está aumentando a pressão. Medido por metro quadrado, o custo médio de uma unidade em um prédio residencial em Pequim mais que dobrou nos seis anos até 2019, de acordo com o Escritório Nacional de Estatísticas da China. No mesmo período, o rendimento médio anual disponível na cidade aumentou 66%.

“Não importa o quanto eles trabalhem, é muito difícil comprar uma casa”, disse Chong, da CUHK. “Em uma sociedade [onde] você vê alguma esperança, se você trabalhar duro, então você pode … comprar [uma] casa e assim por diante, então você pode trabalhar duro. Mas a questão é se você não consegue ver nenhuma esperança, então você quer ‘ficar deitado’.”

Desistindo de namoro, casamento e filhos

Embora “ficar deitado” seja uma tendência relativamente nova na China, os jovens de outras partes do Leste Asiático dizem que há anos lutam contra frustrações semelhantes. Com apenas 22 anos, Shin Ye-rim desistiu de se casar, ter filhos ou ter uma casa.

“Acho que o maior problema é que os preços das casas estão subindo muito”, disse Shin, que estuda na prestigiosa Universidade Yonsei em Seul. Ela acrescentou que não sabia se poderia sustentar financeiramente uma criança.

Em 2011, um jornal sul-coreano cunhou a palavra “sampo” – literalmente “desistir dos três” – para descrever uma geração que desistiu de namorar, casar e ter filhos.

Em 2014, as relações interpessoais e a casa própria foram acrescentadas a essa lista, dando origem à geração “opo”, ou “desistir de cinco”. Mais sacrifícios foram adicionados desde então, eventualmente dando origem ao termo “n-po”.

Exaustos e sem esperança, jovens asiáticos abdicam de rotina sobrecarregada  e metas ambiciosas | CNN Brasil

Imagem extraída de: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/exaustos-e-sem-esperanca-jovens-asiaticos-abdicam-de-rotina-sobrecarregada-e-metas-ambiciosas/

 

– Cuidado com a interpretação da informação.

Se eu disser: “Meu coração está palpitando e estou ofegante”, e tentar descobrir o que isso significa na Internet, talvez encontre coisas como:

Posso estar emocionado com uma notícia (boa ou ruim),

– Estou aflito com algo,

– Indicaria que estou infartando,

– Significa que terminei uma atividade física, que tenho saúde e que corri bastante,

– Ou outras coisas que nem imaginamos.

Tudo isso significa: a Web nos ajuda a encontrar muitas coisas e explica outras tantas, mas ela não é precisa quanto aos sentimentos que possuímos. Há de se ter discernimento para que uma busca não nos traga resultados que, ao invés de nos esclarecer, confunda-nos quanto ao que nós sentimos.

Pessoa com duvida Fotografias de Banco de Imagens, Imagens Livres ...

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Quando somos fracos, devemos ser fortes!

Vejam só que reflexão encorajadora trazida pelo Blog “Oração e Reflexão – O amor de Deus”: Ele não me quer “parcialmente íntegro”, Ele deseja minha integridade e felicidade plenas, superando meus medos com a ação do Espírito Santo como auxílio. Além disso, ser humilde e reconhecer o quão falho sou é fundamental para o crescimento espiritual e o entendimento de que nossas fraquezas podem nos auxiliar no desenvolvimento cristão.

Abaixo, extraído de: https://oracaoereflexao.wordpress.com/2020/08/11/deus-me-convida-a-superar-meu-medo-de-fracassar-e-buscar-a-fortaleza-na-fragilidade/

DEUS ME CONVIDA A SUPERAR MEU MEDO DE FRACASSAR E BUSCAR A FORTALEZA NA FRAGILIDADE

Mt 18,1-5.10.12-14
Naquele tempo: Os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: ‘Quem é o maior no Reino dos Céus?’ Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles e disse: ‘Em verdade vos digo, se não vos converterdes, e não vos tornardes como crianças, não entrareis no Reino dos Céus. Quem se faz pequeno como esta criança, esse é o maior no Reino dos Céus. E quem recebe em meu nome uma criança como esta, é a mim que recebe. Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus. Que vos parece? Se um homem tem cem ovelhas, e uma delas se perde, não deixa ele as noventa e nove nas montanhas, para procurar aquela que se perdeu? Em verdade vos digo, se ele a encontrar, ficará mais feliz com ela, do que com as noventa e nove que não se perderam. Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos.

Reflexão: Uma pergunta desse Evangelho ressoa em mim: Quem é o maior no Reino dos Céus? Quem é o maior na minha vida? O que tem sido maior em mim? A dor? A dúvida? A fé? A esperança? O que tem que ser maior para que o Reino dos Céus aconteça, na minha vida, na vida do outro, na Igreja, no meu trabalho, nos meus estudos?

Pra responder essa pergunta Jesus chama uma criancinha. A lógica do Reino é muito diferente. A força vem de onde menos se espera. O mais humilde é o maior. E eu experimentava da parte de Deus um convite muito forte a olhar pra minha fragilidade. Um chamado a reconhecer que a minha força pode vir dessa fraqueza. Por mim, eu deixaria a fragilidade escondida, esquecida. Mas Deus quer falar disso agora. Deus me convida a superar meu medo de fracassar e buscar a fortaleza na fragilidade.

Do jeito que Jesus fala, parece óbvio que qualquer um vai deixar as 99 ovelhas e sair em busca da ovelha perdida. Será que estou disposta a buscar minha ovelha perdida? Ou prefiro ficar com as minhas 99 seguranças? O tom de obviedade que Jesus usa me faz perceber o quanto Ele deseja que eu seja íntegra, que eu não me contente com as 99 na mão. A vontade de Deus é que eu seja 100%, é que eu me torne uma pessoa integral, completa! É muito amor e delicadeza do Pai ir atrás do que eu deixaria passar batido. Nada em nós passa batido pra Deus.

Que na oração de hoje, deixemos que nosso coração se aqueça com o desejo profundo do Pai de que não se perca nenhum. Que TODOS estejam na festa do Reino e que TUDO em mim esteja integrado.

Pollyanna Vieira, Bacharel em Estatística – Família Missionária Verbum Dei – FamVD

Fonte: https://lectionautas.com.br/que-nao-se-perca-nenhum-mt-181-5-10-12-14/

A força que vem de Deus

Fonte: https://www.mensagensdeconforto.com.br/forca-fe/

ORAÇÃO

Espírito Santo que procede do Pai e do Filho, tu estás em nós, falas em nós, rezas em nós, ages em nós. Te pedimos: ajuda-nos a fazer espaço às tuas palavras, à tua oração, para que possamos conhecer o mistério da vontade de Deus na história. Acende em nós aquele mesmo fogo que ardia no coração de Jesus, quando ele falava do reino de Deus. Somente tu, Espírito Santo, podes acendê-lo e a ti, portanto, apresentamos a nossa fragilidade, a nossa pobreza, o nosso coração apagado, para que tu o reacendas com o calor da santidade da vida, do amor fraterno e da potência do Reino. Amém.

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/08/homilia-comentario-e-reflexao-do_14.html

– Nossa vida como 7 etapas do Pé de Ipê…

Surgiu do nada tal percepção. É mais do que uma sensibilidade, é uma inspiração para refletir e motivar!

Sentado à beira das árvores do nosso jardim, fiquei reparando nas flores do nosso pé-de-ipê. De quando nascem até quando caem ao chão. E eis que a gente não é como o ciclo delas?

Repare da esquerda para a direita, as 7 fases da flor (a foto está abaixo):

Somos gestados sem ter aparência do que seremos; ficamos um pouco maiores, despontamos e… desabrochamos! Aí ficamos fraquinhos, murchamos e caímos para deixarmos de existir no jardim.

Quantas vezes nos questionamos que a vida é tão curta, mas esquecemos-nos de vivê-la em abudância?

Aliás: em que fase da nossa vida estamos? Seria legal se sempre fôssemos exuberantes, imponentes, sadios e “floridos”… mas não é bem assim, não?

Enfim, que durante nossa existência possamos fazer a diferença positiva!

Ops: essas fotos foram da primavera passada. Nosso ipê atrasou a florada nesse ano.

– O apego às coisas mundanas não valem à pena.

Ficarmos apegados às coisas terrenas, às vaidades ou às superficialidade não valem a pena.

Precisamos ser mais espiritualizados, firmes, livres, abertos ao Alto!

Não nos deixemos abater pelos problemas cotidianos (embora, saibamos, isso é difícil).

– Reinventando-se depois dos 50 anos.

Leio uma matéria bacana que aborda a transformação dos ideais depois de uma certa idade. É sobre como as pessoas mudam de vida depois dos 50 anos. Ou ao menos, querem mudar!

Aqui, um elenco de exemplos sobre quem conseguiu reinventar-se depois dessa idade. Mas vale pensar: precisamos esperar esse aniversário simbólico ou precisa ser em qualquer época tal mudança de propósitos?

O acesso em: https://vejasp.abril.com.br/cidades/reinvencao-apos-os-cinquenta-anos/

Celso Loducca, 60, consegue dedicar mais tempo ao seu cachorro Pipoca e à Casa do Saber, seu projeto social (Alexandre Battibugli/Veja SP)

– Por que mudar a vida só em 1º de janeiro?

DECISÕES – Por que muita gente espera o 1o de janeiro, o mês que vem ou as segundas-feiras para começar novos projetos e/ou mudar?

A hora é AGORA!

Uma reflexão, em: https://youtu.be/2AT5Aoh0y_Y

– Viva os espaços-pets.

Cada vez mais os bichos de estimação conquistam a população. E com o aumento deles, surgem novas necessidades.

Uma das coisas mais legais que inventaram nesse mercado é a preocupação com o bem-estar (dos animais e dos donos), através da construção de espaços-pet.

O mais bacana é: não tem custo elevado, requer apenas a terra e um pouco de boa vontade.

Nessas cidades que possuem tal equipamento de entretenimento, normalmente a qualidade de vida é muito boa. Seria coincidência ou não?

O certo é: tal iniciativa sempre agrada a população (desde que não existam outras prioridades, obviamente).

– #tbt 3: Busque mansidão!

Faz 1 ano…

dias nebulosos, tristes, desanimadores, nos quais a falta de perspectiva assusta e deprime.

Calma. Isso passa. Tudo passa. Sempre passa.

Na aflição, socorra-se a Deus, procure calmaria e abrigue-se nos sorrisos de quem você ama – e não ache que o mundo acabará.

Nada melhor do que um novo dia pra recomeçar. Nada é impossível quando se crê no Alto. Nada de desistir…

– Capriche sempre no Primeiro Passo de uma nova empreitada!

VIDA E REFLEXÃO – Para chegar ao topo, há que se dar um primeiro passo. Mas bem dado!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=KN_wbhVRv28

– Ter “personalidade”:

De vez em quando, você ouve alguém falar que Fulano precisa “ter personalidade”! Mas o que é isso?

Ué, é um “vício de linguagem”, pois todos nós temos as nossas características como “persona”. E as particularidades delas é que nos fazem ser únicos.

Lembrei-me da mensagem abaixo, que vai de encontro a isso:

– #tb1: 3 meses da minha Estrelinha!

#tbt de 5 anos…

Minha caçulinha Maria Estela completa hoje 3 meses, com um lindo sorriso de covinhas!
Obrigado pela saúde dela, meu Deus!

❤️💛💖 #PaiDeMeninas

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– Quando não se tem…

Uma curiosa verdade: muitas coisas só são percebidas quando não a temos!

Exemplos abaixo:

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Nosso fim é o que nos motiva a viver?

Puxa… eu li, anotei e não consegui descobrir o autor desta frase inspiradora:

“Compreender nossa finitude pode nos ajudar a ter uma vida mais plena”

E não é verdade?

Se sabemos quando deixaremos de viver, começamos fazer a vida valer com mais intensidade! Não nos intimidamos com uma série de coisas pois, logicamente, o fim estaria determinado.

Não deveria ser sempre assim, ou seja, viver com mais intensidade a vida?

Processo de finitude - SINJUS MG

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

 

– Ganhei uma florzinha.

E a graça da vida é essa: ganhei essa pequena rosa da minha caçulinha!

Segundo ela, as flores são para “encantar o dia”! Que mundo encantado ela vive… 

– Pureza.

Como não me sentir amado?

O carinho dos filhos é que nos move mesmo em meio às dificuldades mundanas… por eles, a vida ganha cores mesmo quando tudo está nebuloso!

Momento simples, cheio de ternura e registrado num clique, representando as palavras acima:

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Anime-se!

Mesmo no escuro, podemos crer que há alguma coisa boa escondida.

Seja neste breu (como nesta noite), ou em uma outra mais aprazível, um traço de luz sempre existirá.

Não deixemos a penumbra nos tornarmos como almas tristes no mundo. Ânimo!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– #tbt 2: Nosso jardim colorido!

Esse post foi de tempos atrás, mas serve / servirá para hoje:

Não estamos na Primavera, mas colhemos flores do nosso jardim logo cedinho. Depois adubamos e fizemos a poda à espera da estação florida (está longe, eu sei). Mas quem gosta de natureza e de fotografia, ficará encantando com essa safra fora de época!

Escolha dos 8 botões, o mais bonito para inspirar essa 5a feira!

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#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– 3 coisas que só são úteis se não forem fechadas!

Na nossa vida, há coisas que só funcionam se forem abertas: guarda-chuva ☂️ , livro 📕 e… cérebro 🧠 !

Não é verdade?

– O filme Encanto nos instiga: podemos sofrer do “Complexo de Luiza”?

Existe um maravilhoso filme da Disney chamado “Encanto”, que se passa numa casa mágica no interior da Colômbia. Lá, cada morador tem dons extraordinários, exceto a garotinha Mirabel.

Sua irmã, Luiza, realiza todas as tarefas pesadas pois têm muita força. Seu dom é usado para o bem comum da comunidade em que mora. Tudo “sobrecai nas costas dela”! Até que a força começou a fraquejar, fazendo-a questionar: era a magia da casa mágica que estava acabando ou era a sua própria insegurança?

Vamos trazer para a nossa realidade?

  • Será que não carregamos o mundo em nossos ombros, e pela nossa fragilidade emocional, igual a de Luiza, tendemos a nos esgotarmos?

Devemos sempre fazer o bem e usar nossos talentos em prol do próximo. Mas somos humanos e limitados. Esse “Complexo de Luiza” (se é que podemos chamar essa situação por esse nome) acontece frequentemente, com todos nós. E nem nos damos conta!

Uma pausa. Um respiro. Um momento de alívio e sossego… muitas vezes, precisamos disso para nos reerguemos – além, claro, de entendermos que não podemos (e nem conseguimos) resolver todos os problemas do mundo. Mas para os que são possíveis, façamos com dedicação!

se sentiu como a Luiza com qual intensidade?

Encanto: Luisa teria um quarto secreto, mas isso seria um problemão para o filme

Imagem extraída de: https://disneyplusbrasil.com.br/encanto-luisa-teria-um-quarto-secreto-mas-isso-seria-um-problemao-para-o-filme/

– #tbt 1: Deixe esse cochilo até esquentar a temperatura!

Há 5 anos…

Soninho tranquilo da minha caçulinha!

Com esse friozinho, quem tem coragem para acordar a Estelinha na hora de tomar banho?

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– Regras da Vida: 3 sábias dicas.

Como discordar dessa imagem, que nos dá 3 ótimos conselhos?

Confira: 

Imagem: recebida por WhatsApp, autoria desconhecida na Web

– Viver, do que jeito que for possível.

A vida é uma eterna sobrevivência, que pode se retratada com tristeza, com naturalidade ou com esperança.

Ou não?

Um pensamento para o dia, extraído do LinkedIn de Forbes Brasil:

“Jack London é o pseudônimo do autor norte-americano John Griffith Chaney. Foi um dos pioneiros romancistas a se tornar celebridade mundial com a publicação de suas histórias em revistas comerciais de ação. Entre as suas obras mais conhecidas estão ‘O Chamado da Natureza’, ‘O Lobo do Mar’ e ‘Caninos Brancos’.”

– O que é viver?

Viver?

Viver é… (na imagem abaixo):

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– O nosso controle remoto tem funcionado?

Há coisas perfeitamente controladas em nossa vida. Basta tomarmos as atitudes necessárias!

Veja essa ilustração abaixo: talvez seja difícil discordar dela…

– Na adversidade, conseguimos tirar lições?

Você aprende com as dificuldades? Consegue tirar lições das situações adversas?

Muitas vezes, sofremos com as dores da labuta e fraquejamos. O erro, o fracasso, as falhas e contratempos não podem ser encarados simplesmente como coisas ruins, mas sim como aprendizados para se evitar tropeços futuros.

Veja a vida pelo prisma do conhecimento  contínuo, indolor ou não, para futuro gozo dos momentos felizes.

Nao se esqueça: tudo é cíclico!

– Se Cocaína Pura já faz mal…

Esta matéria sobre COCAÍNA, do Jornal do SBT e retransmitida pelo Uol, foi produzida com auxílio do Laboratório de Química da Unicamp.

Extremamente didática, ela fala por si só: veja a qualidade da Cocaína consumida no Brasil e reflita: se a “pura”, que os dependentes acham que consomem faz mal, imagine a “batizada”!

Em: http://tvuol.uol.com.br/videos.htm?autor=SBT%20Online-_jinmcnm98vmk&discard_cache=true&video=teste-indica-que-cocaina-vendida-em-sp-tem-ate-leite-em-po-0402CD1A3768D8914326

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Imagem extraída de: https://wp.me/p4RTuC-EoJ

– Siga a mensagem dos emojis…

Algumas palavras e uns emojis podem dizer muita coisa, não?

Na imagem abaixo, um resumo perfeito:

 Imagem recebida via WhatsApp, sem autoria conhecida. Quem souber o autor, por favor enviar para colocar o crédito.

– Êxtase.

Apenas uma dica feliz, em: https://youtu.be/tMgAjYl1Its

– Os percalços invisíveis até o sucesso.

Acho que acontece com todos nós, não?

No popular, essa imagem representa o dito: “as pessoas vêem as pingas que eu tomo mas não os tombos que eu levo”