– Leveza.

Compartilho uma antiga (mas belíssima) crônica de Luís Fernando Veríssimo sobre verdadeiros prazeres da vida, em coisas comuns e corriqueiras.

Extraído de: http://www.canastradaemilia.blogger.com.br/2004_06_01_archive.html, postado por Luciana Macedo.

PRAZERES

Por Luis Fernando Verissimo

Cada semana, uma novidade. A última foi que pizza previne câncer do esôfago.Acho a maior graça. Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas peraí, não exagere. Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos. Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde:

* Prazer faz muito bem.

* Dormir me deixa 0 km.

* Ler um bom livro me faz me sentir novo em folha.

* Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois eu rejuvenesço uns cinco anos.

* Viagens aéreas não me incham as pernas, me incham o cérebro, volto cheio de idéias.

* Brigar me provoca arritmia cardíaca.

* Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago.

* Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.

* E telejornais, os médicos deveriam proibir – como doem!

* Essa história de que sexo faz bem pra pele acho que é conversa, mas mal tenho certeza de que não faz, então, pode-se abusar.

* Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo faz muito bem: você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.

* Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde.

* E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda.

* Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.

* Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau! Cinema é melhor que pipoca.

* Conversa é melhor do que piada.

* Beijar é melhor do que fumar.

* Exercício é melhor do que cirurgia.

* Humor é melhor do que rancor.

* Amigos são melhores do que gente influente.

* Economia é melhor do que dívida.

* Pergunta é melhor do que dúvida.

Tomo pouca água, bebo mais que um cálice de vinho por dia faz dois meses que não piso na academia, mas tenho dormido bem, trabalhado bastante, encontrado meus amigos, ido ao cinema e confiado que tudo isso pode levar a uma idade avançada.

Sonhar é melhor do que nada.

Deixar a vida mais leve - Frase para Facebook

– Quando o homem é vítima de machismo.

Um texto para o “homem moderno”. Na verdade, para uma sociedade justa, não preconceituosa, respeitosa, digna e de equidade aos homens e mulheres:

“O machismo convence o mundo de que um homem deve sentir-se vexado por ganhar menos que a mulher. Convence o mundo de que um homem que abra mão da carreira para cuidar dos filhos é um fracassado disfarçando sua incompetência profissional. Convence-nos de que o homem, sexualmente, deve funcionar como uma máquina que nunca poderá ter falha alguma, seja no porte, na performance ou na vida útil. Que o homem precisa dirigir bem, manobrar com facilidade, saber trocar pneu, desentupir ralo e trocar resistência de chuveiro. Que o homem não deve usar antirrugas, nem corretivo para acne e olheiras, nem filtro solar. Que o homem não deve ter medo de barata, de escuro, de altura, de ficar solteiro, de não poder ter filhos, de se aposentar e sentir-se inútil.”

Na íntegra, abaixo, extraído de: https://emais.estadao.com.br/blogs/ruth-manus/o-quanto-o-machismo-tambem-reprime-os-homens/

O QUANTO O MACHISMO TAMBÉM REPRIME O HOMEM

por Ruth Manus

Como todos sabemos o comportamento machista não é exclusividade masculina. Há homens machistas, mulheres machistas, músicas machistas, livros machistas, doutrinas machistas. Da mesma forma, o feminismo não é uma luta apenas das mulheres. O feminismo, como já mencionamos aqui no blog, não é o contrário de machismo, mas é a luta por igualdade entre homens e mulheres. E isso interessa todos nós.

A mentalidade machista mata, fere, humilha e reprime mulheres todos os dias, em todos os cantos do mundo. E nós precisamos lutar diariamente contra esse tipo de comportamento, mesmo quando ele se apresenta de forma sutil, disfarçado de piada, de pequena censura.

Mas não são só as mulheres que são vítimas do machismo. Obviamente não estamos comparando dores, nem nivelando os potenciais das agressões. As maiores vítimas do machismo sempre serão as mulheres. Mas talvez esteja na hora de entendermos que a vida de todo mundo seria melhor sem ele.

Começa muito cedo. O antiquado “menino não chora” ainda circula por aí. Por vezes ele se traveste de “vai ficar chorando que nem uma menina?”. O machismo tenta enfiar as lágrimas de volta nos olhos dos meninos, que já crescem com duas ideias erradas: a de que eles não podem ter fragilidades e a de que toda menina é frágil por natureza.

Depois os meninos são tolhidos nos brinquedos. Uma menina jogando bola ou brincando de carrinho pode até ser aceita (embora o mundo prefira vê-la com uma cozinha de plástico cor de rosa). Mas um menino com uma Barbie jamais passará ileso. Um menino que queira brincar de ser pai de uma boneca será motivo de preocupação. Um menino com um bambolê. Um menino que se divirta penteando cabelos.

Mais tarde são os cursos universitários: Nutrição? Enfermagem? Psicologia? Pedagogia? Design de interiores? Gastronomia? O machismo está pronto para mandá-los para a engenharia, para o direito e para administração de empresas. Nas profissões não é diferente. Um amigo que estuda em Barcelona é excelente com crianças, pensou em se oferecer para cuidar de algumas. Mas quem aceitará “um” baby-sitter? Será um pedófilo? Um pervertido? Além disso, misturam-se conceitos, associando profissões a orientação sexual e, de repente, o simples fato de um homem gostar de cortar cabelos ou desenhar roupas já torna-o gay aos olhos dos machismo. Uma coisa não tem nada a ver com a outra, mas o machismo é muito burro.

O machismo convence o mundo de que um homem deve sentir-se vexado por ganhar menos que a mulher. Convence o mundo de que um homem que abra mão da carreira para cuidar dos filhos é um fracassado disfarçando sua incompetência profissional. Convence-nos de que o homem, sexualmente, deve funcionar como uma máquina que nunca poderá ter falha alguma, seja no porte, na performance ou na vida útil. Que o homem precisa dirigir bem, manobrar com facilidade, saber trocar pneu, desentupir ralo e trocar resistência de chuveiro. Que o homem não deve usar antirrugas, nem corretivo para acne e olheiras, nem filtro solar. Que o homem não deve ter medo de barata, de escuro, de altura, de ficar solteiro, de não poder ter filhos, de se aposentar e sentir-se inútil.

O machismo não costuma matar homens. (a não ser que esse homem beije outro homem no meio da Avenida Paulista). O machismo prefere matar mulheres. O machismo odeia todas as mulheres que não se encaixam em seu asqueroso e pobre padrão. Mas também odeia os homens que não correspondem às suas tristes expectativas. E reprime-os. Julga-os. Condena-os. Não os mata com armas de fogo, não os espanca no chão da cozinha, não os violenta nos becos escuros. Mas mata, sim, a cada dia, um pouco das sua liberdade, da sua paz, dos seus sonhos.

Morte grande e sangrenta ou morte pequena e sutil, somos todos vítimas do mesmo machismo. E a luta contra ele é uma só: uma luta sem gênero, protagonizada por todos os que sabem que não queremos seguir caminhando por caminhos trilhados por uma mentalidade tão pobre, tão atrasada e tão carregada de ódio.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– #tbt 2 – Inspiração!

Relembrando…

Momento de inspiração da minha filhota mais velha: “Romantismo em meio à Natureza”, segundo ela.

Marininha me fazendo sair mais coruja… Vale um quadrinho 10×15?

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– O fracasso faz parte do sucesso.

Por diversas vezes falamos que o fracassado tem uma vantagem sobre o bem-sucedido: ele passou pela experiência do infortúnio e conhece a dor da derrota.

Creio que é essa mesma sábia lógica abaixo:

– Não precisa impressionar mais!

Essa imagem é bem objetiva, não? Mas… conseguimos?

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, informar para crédito.

– Ser feliz a qualquer custo! Ou não?

Jonathan Rottenberg é um renomado psicopatologista! E ele tem uma tese interessante: crê que o mundo “vive uma epidemia de depressão porque as pessoas querem se satisfazer a qualquer preço”.

Sabe aquela criança mimada que quer tudo e quando não tem fica emburrada? Assim também os adultos fazem, só que se deprimindo.

Ele alega que as pessoas têm a necessidade de buscar a felicidade pois foram condicionadas a isso, e tal situação faz mal a elas.

Aceitar a infelicidade é, portanto, saudável.

Profundo ou frustrante tal pensamento? Concorda ou discorda?

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Imagem extraída da Internet. Autoria desconhecida.

– E se você conseguisse parar de reclamar?

Reclamar pode se tornar um vício. O hábito de lamentar é ruim para todos: desde a quem se convive até ao próprio queixoso.

Compartilho esse bom texto sobre “como conseguir mudar tal comportamento” e uma reflexão sobre novas posturas.

Abaixo, extraído de: https://pt.aleteia.org/cp1/2020/04/11/murmuracao-e-se-voce-conseguisse-parar-de-reclamar/

MURMURAÇÃO: E SE VOCÊ CONSEGUISSE PARAR DE RECLAMAR?

Você é um reclamão profissional? Esse mau hábito certamente cansa a você mesmo e àqueles que estão ao seu redor! E se você pudesse se livrar dele em 21 dias?

“Eu não aguento mais essa bagunça”, “Mas você sabe desde quando que precisa dar essa palestra?”, “Que mal eu fiz a Deus? “,”Estou cansado”, “Mas por que esse computador é tão lento?!”

Tempo, trabalho, filhos, cônjuge… Há muitas razões para reclamar durante o dia, mesmo durante a quarentena. E se você mudar um pouco o disco? E se você finalmente desistir desse hábito ruim e estéril de murmurar que envenena sua vida e a das pessoas ao seu redor?

A conselheira familiar Christine Lewicki compartilha os segredos de um método simples que ela mesma testou a eficácia: pare de reclamar em 21 dias. Mãe de três filhos, ela admite ter se lançado nesse desafio numa certa noite de depressão:

Eu caí na cama pensando que meu dia tinha sido realmente horrível. E então refleti melhor e percebi que na verdade tinha sido um dia normal e comum da minha vida, e que terei ainda muito mais a viver! Percebi que tinha que encontrar uma maneira de parar de sofrer com o meu dia a dia e que, se quisesse uma vida mais agradável, teria que mudar. Pensando nisso, percebi que o que estava me minando eram todos aqueles momentos em que eu mais murmurava e reclamava.

Reclamar é culpar o outro por nos colocar em uma situação frustrante“, explica a especialista. “Parar de reclamar é decidir não desempenhar mais o papel de vítima e, portanto, assumir o controle da vida”. Mas por que vinte e um dias?

Os pesquisadores americanos são enfáticos: nosso cérebro precisa de 20 dias para se livrar de um hábito e substituí-lo por outro. Mas cuidado, deve ser vinte e um dias consecutivos, incluindo domingos e sem recaídas.

Para se motivar, Christine Lewicki sugere usar uma pulseira que deve permanecer pendurada no mesmo pulso durante todo o período de cura ou desintoxicação. À menor murmuração, a pulseira muda de braço e você precisa começar a contar os dias do zero novamente.

Vamos lá para um lifting comportamental!

Para começar, faça uma lista das suas reclamações habituais. Depois, pergunte a si mesmo se não tende a exagerar os fatos só para ser ouvido ou para chamar a atenção. “Não aguento mais”, “Sempre sou eu quem cuida de tudo”.

Repetindo essas pequenas frases, você acaba se convencendo de falsas verdades.

Quando reclamamos, deixamos nossas ideias negativas ganharem vida. Elas interferem em nossas conversas, em nossos relacionamentos, em nossa vida cotidiana… e pouco a pouco elas se tornam nossa vida, nossa identidade. Nós acabamos acreditando naquilo que é negativo, adverte a conselheira. Primeira resolução: pare de dramatizar e encontre justiça em suas palavras em cada situação.

Então dê uma olhada na sua famosa lista. Você perceberá que algumas das razões pelas quais você está reclamando podem ser simplesmente removidas. Só é preciso um pouco de vontade e organização.

É muito fácil, por exemplo, abolir o clássico “venham para a mesa agora!“, convidando todos os membros da família à mesa quinze minutinhos antes do início da refeição. Reuniões, trabalhos escolares das crianças, refeições, dentre outras atividades. É importante antecipar tudo para não ser pego de surpresa no último momento. Segunda resolução: evite perder o controle.

E se você escolhesse a felicidade?

Ao analisar com mais profundidade o reflexo da reclamação face a uma contrariedade, Christine Lewiciki também observa que tendemos a acreditar que tudo seria melhor se nosso ambiente mudasse

Que a vida seria melhor sem todas as obrigações diárias. No entanto, “nossa felicidade depende de nós e não das circunstâncias externas. Ela vem da maneira como encaramos as pequenas coisas a cada dia”, diz a especialista. Essa é a história do copo meio vazio ou meio cheio: escolher um ao invés do outro é uma questão de vontade.

Santa Teresa de Lisieux explicou isso de forma magnífica: “A única felicidade na Terra é de se aplicar em sempre achar deliciosa a parte que Jesus nos dá“. Essa capacidade de ser feliz, de acordo com especialistas em cérebro americanos, não é mais difícil de aprender do que jogar tênis ou tocar um instrumento musical! Terceira resolução, portanto: escolha voluntariamente a felicidade.

Celebre, agradeça, renda graças ao invés de reclamar

Tudo bem, mas quando somos viciados em reclamar, não corremos o risco de entrar em abstinência?! Será que existe um equipamento anti-murmuração? “Aqueles que tentaram parar de reclamar logo perceberam que de repente havia um branco em sua conversa“, disse Christine Lewicki.

Ora, sabemos bem que a nossa natureza abomina o vazio, o vácuo.

Portanto, é importante substituir suas palavras negativas por palavras de comemoração, conclui a conselheira.

Celebrar, agradecer, dar graças por tudo que temos e pela sorte de ter. Não é isso que podemos finalmente chamar de “a melodia da felicidade”?

Élisabeth Caillemer

Imagem extraída de: https://www.neoassist.com/blog/5-maneiras-de-lidar-com-as-reclamacoes-dos-clientes/

– A Vida não tem Replay.

Um sábio pensamento que vale a pena refletir:

“Quando a vida perde a graça e não tem nada de novo, perde o sentido.

Autor Desconhecido

Como está sua vida? Uma pasmaceira? Nada de novo? Uma rotina inaceitável (pois existem também rotinas aceitáveis e agradáveis)?

Precisamos sempre sonhar, acreditar e viver intensamente. Senão, estaremos apenas “passando sem sentido”.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Os nossos tipos de riqueza:

São riquezas incontestáveis que temos, e que precisamos nos conscientizar da sua importância.

Abaixo, um excelente conselho sobre a hierarquia delas:

– #tbt 1: Rindo na Bike!

Há 3 anos…

Vale relembrar esse clique, só para curtir a carinha linda da Maria Estela: um dia de muita pedalada!

Por mais momentos assim…

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#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Dar importância à vida ou à morte?

Olhe só que reflexão bacana: ao que devemos dar mais atenção: à vida ou à morte?

Uma perturbação interessante, abaixo:

Arte extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Quem te dá um retorno?

No mundo, todos nós precisamos de alguém que “nos dê um retorno” de nossas atitudes; que nos abra os olhos ao falar algumas verdades que não enxergamos; ou, se preferir, que dê feedback do que fizemos e não sabemos se está certo ou errado.

Pode ser uma pessoa. Podem ser algumas. Conhecido, desconhecido, familiar… mas precisa ser gente virtuosa, ponderada, e que nos queira bem!

Quem faz isso na sua vida pessoal e profissional?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.

– Se você não tentar…

Na vida, em nossos propósitos e sonhos, tente consegui-los e não desista sem saber o que aconteceria. Sem as tentativas, tudo se torna incógnita.

Tentar. SEMPRE!

Repito: TENTE! Desafie-se.

Mais uma vez: ao menos, vale tentar.

– #tbt 2: Papai pagando mico!

Há 3 anos…

Fui pego pelas minhas filhinhas. Motivo: tentativa para pintar meu (pouco) cabelo… kk

Qual pai nunca pagou mico? Vale a pena para ter tantos sorrisos…

Nas fotos, o “antes” e o “depois”. No vídeo (link abaixo) a tortura (é comprido, haja paciência para aguentar…) 

Em: https://youtu.be/9HtpKl-9BtM

– #tbt 1: Vale a pena viver!

Memória de 3 anos…

Passear de bicicleta no meio do mato, bem retirado, longe de Coronavírus ou qualquer outra coisa: fui com minha pequenina, fugindo das pessoas e do mundo. Muito bom! A carinha dela não me desmente…

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Pudera, nesse descampado, como não curtir o ar puro deste domingo? Olha a nossa panorâmica:

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Repito: vale a pena viver. É tão simples e tão bom em alguns momentos...

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Ninguém precisa competir com ninguém, falando-se em vida…

As pessoas criam “ditos” errados e gananciosos no dia-a-dia. Por exemplo: “a vida é uma competição”.

É nada! Não pense assim. A vida é para ser vivida, sem se importar em prejudicar o próximo.

Essa imagem é perfeita:

– Dia de Santa Gianna Beretta Molla.

Hoje é dia de uma mártire da causa contra o Aborto: celebra-se a festa da italiana Santa Gianna Beretta Molla, canonizada há pouco tempo. Abaixo, sua história e oração:

SANTA GIANNA BERETTA MOLLA (1922-1962) 

Gianna Beretta Molla, o décimo segundo filho do casal Alberto Bereta e Maria de Micheli, ambos da Ordem Terceira Franciscana, nasceu em Magenta (Milão,Itália), no dia 4 de outubro de 1922, dia de São Francisco. Desde sua primeira juventude, acolhe plenamente o dom da fé e a educação cristã, recebidas de seus ótimos pais. Esta formação religiosa ensina-lhe a considerar a vida como um dom maravilhoso de Deus, a ter confiança na Providência e a estimar a necessidade e a eficácia da oração.

No dia 4 de abril de 1928, com cinco anos e meio, fez a Primeira Comunhão. Desde esse dia, mesmo muito pequena, todos os dias acompanhava sua mãe à Santa Missa. Foi Crismada dois anos depois na Catedral de Bérgamo. Durante os anos de estudos e na Universidade, enquanto se dedicava diligentemente aos seus deveres, vincula sua fé com um compromisso generoso de apostolado entre os jovens da Ação Católica e de caridade para com os idosos e os necessitados nas Conferências de São Vicente. Formou-se com louvor em medicina e cirurgia em 30 de novembro de 1949 pela Universidade de Pavia (Itália), em 1950 abre seu consultório médico em Mêsero (nos arredores de Milão). Entre seus clientes, demonstra especial cuidado para as mães, crianças, idosos e pobres. Especializou-se em Pediatria na Universidade de Milão em 1952, mas freqüentou a Clínica Obstétrica Mangiagalli, pois por seu grande amor às crianças e às mães pretendia unir-se ao seu irmão, Padre Alberto, médico e missionário no Brasil que, com a ajuda do seu outro irmão engenheiro, Francesco, construíram um hospital na cidade de Grajaú, no Estado do Maranhão. A Beata Gianna, por sua saúde frágil, foi desaconselhada pelo Bispo Dom Bernareggi em vir ao Brasil. Enquanto exercia sua profissão médica, que a considerava como uma «missão», aumenta seu generoso compromisso para com a Ação Católica, e consagra-se intensivamente em ajudar as adolescentes. Através do alpinismo e do esqui, manifesta sua grande alegria de viver e de gozar os encantos da natureza. Através da oração pessoal e da dos outros, questiona-se sobre sua vocação, considerando-a como dom de Deus. Opta pela vocação matrimonial, que a abraça com entusiasmo, assumindo total doação «para formar uma família realmente cristã». Em 1954 conheceu o engenheiro Pietro Molla. Noivaram em 11 de abril de 1955. Prepara-se ao matrimônio com expansiva alegria e sorriso. Ao Senhor tudo agradece, e ora. Na basílica de São Martinho, em Magenta, casa aos 24 de setembro de 1955, tendo a cerimônia sido presidida por seu outro irmão Padre Giuseppe. Transforma-se em mulher totalmente feliz. Em novembro de 1956, já é a radiosa mãe de Pedro Luís (Pierluigi); em dezembro de 1957 de Mariolina (Maria Zita) e, em julho de 1959, de Laura. Com simplicidade e equilíbrio, harmoniza os deveres de mãe, de esposa, de médica e da grande alegria de viver. Na quarta gravidez, aos 39 anos em setembro de 1961 no final do segundo mês de gravidez, vê-se atingida pelo sofrimento e pela dor. Aparece um fibroma no útero. Três opções lhe foram apresentadas: retirar o útero doente, o que ocasionaria a morte da criança, abortar o feto, ou a mais arriscada, submeter-se a uma cirurgia de risco e preservar a gravidez. Antes de ser operada, embora sabendo o grave perigo de prosseguir com a gravidez, suplica ao cirurgião “Salvem a criança, pois tem o direito de viver e ser feliz!” , então, entrega-se à Divina Providência e à oração. Submeteu-se à cirurgia no dia 6 de setembro de 1961. Com o feliz sucesso da cirurgia, agradece intensamente a Deus a salvação da vida do filho. Passa os sete meses que a distanciam do parto com admirável força de espírito e com a mesma dedicação de mãe e de médica. Receia e teme que seu filho possa nascer doente e suplica a Deus que isto não aconteça. Alguns dias antes do parto, sempre com grande confiança na Providência, demonstra-se pronta a sacrificar sua vida para salvar a do filho: “Se deveis decidir entre mim e o filho, nenhuma hesitação: escolhei – e isto o exijo – a criança. Salvai-a”. Deu entrada, para o parto, no hospital de Monza, na sexta-feira da Semana Santa de 1962. Na manhã do dia seguinte, 21 de abril de 1962, nasce Joana Manuela (Gianna Emanuela). Apenas teve a filha por breves instantes nos braços. Apesar dos esforços para salvar a vida de ambos, na manhã de 28 de abril, em meio a atrozes dores e após ter repetido a jaculatória “Jesus eu te amo, eu te amo” morre santamente. Tinha 39 anos. Seus funerais transformaram-se em grande manifestação popular de profunda comoção, de fé e de oração. A Serva de Deus repousa no cemitério de Mêsero, distante 4 quilômetros de Magenta, nos arredores de Milão (Itália). “Meditata immolazione” (imolação meditada), assim Paulo VI definiu o gesto da Beata Gianna recordando, no Ângelus dominical de 23 de setembro de 1973, “uma jovem mãe da Diocese de Milão que, para dar a vida à sua filha sacrificava, com imolação meditada, a própria”. É evidente, nas palavras do Santo Padre, a referência cristológica ao Calvário e à Eucaristia. O milagre da beatificação aconteceu no Brasil, em 1977, na cidade de Grajaú, no Maranhão, naquele hospital onde queria ser missionária, onde foi beneficiada uma jovem protestante que tinha dado à luz. Foi Beatificada pelo Papa João Paulo II, em 24 de abril de 1994 no Ano Internacional da Família, tendo sido considerada esposa amorosa, médica dedicada e mãe heróica, que renunciou à própria vida em favor da vida da filha, na ocasião da gestação e do parto.

Oração à Santa Gianna Beretta Molla

– Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Deus Pai, que nos deste a Santa GIANNA como exemplo de esposa amorosa, que cercou de amor a sua família construindo uma verdadeira “Igreja Doméstica”, faz-me assimilar esse mesmo amor incondicional, consagrando minha vida ao Teu serviço junto aos que me cercam. PAI NOSSO… ,AVE MARIA…,GLÓRIA AO PAI… Jesus, Redentor da humanidade, que chamaste à Santa GIANNA à missão de médica do corpo e da alma, vendo o Teu sofrimento no irmão doente, fazei que, seguindo o exemplo da Tua serva, possa eu entender a minha dor e a do meu irmão, participando do sacrifício da Tua Santa Cruz. PAI NOSSO… ,AVE MARIA…, GLÓRIA AO PAI… Espírito Santo, fonte de todo o Amor, que infundiu no coração de Mãe da Santa GIANNA a coragem dos mártires, de testemunhar com a própria vida o amor à criança que trazia no seu ventre, colaborando de maneira extraordinária no Teu plano de criação, e, que durante toda a sua vida foi um exemplo de cristã de fé, esperança e caridade, faz-me torná-la com o exemplo para um autêntico caminho rumo à santidade. PAI NOSSO… , AVE MARIA.., GLÓRIA AO PAI… Ó Deus, Amante da Vida, que doaste à Santa GIANNA BERETTA MOLLA responder com plena generosidade à vocação cristã de esposa e mãe, concede também a mim (pessoa para quem quer obter a Graça), por sua intercessão (… FAZER O PEDIDO…) e também seguir fielmente os Teus Desígnios, para que resplandeça sempre nas nossas famílias a Graça que consagra o amor eterno e à vida humana. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Teu Filho, que é Deus, e vive e reina Contigo na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. AMÉM. Rezemos, também, pela intercessão da Santa GIANNA.

Oração com Aprovação Eclesiástica DOM DIÓGENES SILVA MATTHES BISPO DIOCESANO DE FRANCA-SP Patrona Diocesana da Pastoral Familiar Franca-SP

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Imagem extraída de ADC Digital.

– Sorrir é a solução!

Mesmo com tantas complicações que temos no dia-dia, sorrir se faz necessário!

Que tal fazer o seguinte, em meio aos problemas: respire fundo, conte até 10 e, ao invés de reclamar, dê um sorriso?

Esse conselho serve para mim também…

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.

– Recomeçar. Do zero. Do começo. Voltar. Destruir. Reconstruir!

Em sua vida, quantas vezes você passou pelo processo de reconstrução pessoal ou profissional?

Se muitas, deve ter visto como é difícil. Se nenhuma, não o fez com medo das dificuldades de tal ato?

Compartilho esse ótimo artigo sobre a “necessidade de reconstrução como gente” – independente de quais aspectos sejam mais ou menos necessários.

Abaixo, extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/renda-se-aos-recome%C3%A7os-la%C3%ADs-schulz

RENDA-SE AO RECOMEÇO.

Por Laís Schulz

O pavor de fazer tudo de novo. O pavor de ter que planejar, projetar, colocar em ação, errar, acertar. O medo de passar por tudo aquilo novamente e ainda ter que encontrar energia pra mudar, inventar, criar e fazer melhor.

Quantas vezes você já teve que recomeçar?

Quantas vezes você já precisou transformar sua vida? Deixar um emprego e começar em outra empresa, da posição mais baixa? Mudar de casa, cidade ou país e começar uma nova vida?

Não é fácil abandonar o passado, deixá-lo para trás – ou ao menos uma parte dele. Parar de se agarrar na segurança do que você conhece e abraçar o incerto. Pular de paraquedas sem saber muito bem onde vai aterrissar.

Dar este salto de fé é desafiador. Mesmo quando nos encontramos em uma situação desconfortável. Ainda assim, encontramos dificuldade em abandonar a zona de conforto.

Isso porque no presente temos a certeza, sabemos exatamente onde pisar, sabemos o que nos machuca e o que nos faz feliz. Está tudo na nossa frente, é palpável, é real.

Enquanto isso, o futuro, as mudanças e tudo aquilo que não conhecemos é um território novo e misterioso. Não existe, está na nossa mente e basta.

O novo, o inexplorado, o incerto, o que não existe. Tudo isso gera desconforto.

Não existe nada palpável, nada em que possamos nos apoiar. E aí divagamos sobre tudo, tudo que pode acontecer e, principalmente, tudo que pode dar errado.

Não porque somos pessimistas, mas, porque temos medo de quebrar a cara. Temos medo de precisar recomeçar e acabar no meio do nada, em um território desconhecido e inexplorado.

E o medo causa uma dor excruciante. O medo é paralisante.

Por isso é tão difícil deixar o passado ir. Mesmo que ele te machuque, mesmo que te desaponte. Mesmo que seja um detalhe, uma pessoa, um objeto, um cargo.

Nós escolhemos nos agarrar ao que conhecemos, àquilo que é seguro. 

Nós passamos a viver como sobreviventes de um naufrágio. Nos agarramos àquele único pedaço da embarcação destruída como se nossa vida dependesse daquilo. Daquela fração, daquele único fragmento.

E, por incrível que pareça, por mais incomodados que estejamos nos parece muito mais fácil viver à deriva rezando por um milagre. Rezando para que alguém nos encontre e nos leve à terra firme em vez de simplesmente começar a nadar.

Isso porque o medo de algo que não aconteceu e, possivelmente, nunca acontecerá nos paralisa.

No fim, não é a insegurança em si que é ameaçadora. A ameaça muitas vezes não está lá fora. Está dentro de cada um de nós. Somos nossos maiores aliados, mas também sabemos ser nossos maiores inimigos quando queremos.

Conhecemos nossos pontos fracos. Sabemos exatamente o que nos machuca e usamos isto como uma espécie de auto sabotagem. Nos agarramos aos pensamentos que nos impedem de seguir em frente, simplesmente porque temos medo.

Fazemos isto quando a verdade é que a maior parte dos obstáculos que enxergamos só existe dentro de nós. Eles estão em nossos pensamentos, fora da vida real. E isso se torna pior à medida que negamos a causa de nossa paralisia.

Precisamos entender que temos, dentro de nós, a força necessária para seguir, para recomeçar ou para simplesmente começar e continuar.

Mas, acima de tudo, precisamos compreender que o medo de ir não é razão para ficar, é razão para partir. Partir em busca de seus sonhos e de sua felicidade, seja lá o que isso significa para você.

Porque recomeçar não é um sinal de fraqueza, recomeçar é um sinal de coragem. Decidir recomeçar quer dizer que você foi corajoso o suficiente para abandonar tudo, deixar que a maré destrua o castelo de areia que você construiu para construir um novo, maior e mais forte no dia seguinte.

Portanto, renda-se. Recomece. E se precisar, recomece uma outra vez.

O que significa um novo recomeço?

Imagem extraída de: https://fluxodeinformacao.com/biblioteca/artigo/read/1647-o-que-significa-um-novo-recomeco

– #tbt 2: Vida que vale a pena ser vivida!

Há 2 anos…

O que seria de nós se não fossem a ternura e a pureza das crianças?

Aqui, Princesa Maria Estela e Príncipe Miguel, desfilando simpatia e sapequice.

São primos-irmãos, mas poderiam ser irmãos de verdade mesmo…

– #tbt 1: Criança não mente. NUNCA!

Há 3 anos…

É muito bom curtir as crianças. Elas são puras e verdadeiras!

Confira se não é verdade em: https://youtu.be/p63qgU-I14Y

– A vida vai passando…

Não tem como discordar dessa placa: precisamos viver, aproveitar a vida (mesmo com as dificuldades que ela nos impõe).

Lógico: com responsabilidade

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Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– Calma.

Pouco mais de meia-noite, e a insônia voltou. Alguns pensamentos ruins também. Escrever e desabafar, às vezes, vale a pena. Ou tira mais o sono ainda!

Devo me lembrar: calma, tudo passa. Tudo passará. Respirar fundo, contar até 10 e crer que tudo está bem.

Na verdade, a vida poderia ser menos complicada. Enquanto ela não é, tenhamos equilíbrio emocional para vencê-la…

– Inspiration!

Ao assistir a paratleta Dayanne Silva, do time Ajinomoto, mostrando sua preparação física, fico pensando: por quê nós, gozando de saúde perfeita, nos queixamos da vida?

Compartilho, no link abaixo:

 

– Há exatos 6 anos…

No dia 19 de Abril de 2017, o médico que cuidava da gravidez da minha mulher Andréia nos chamou e disse: “Está difícil, não tenho outra coisa a falar para vocês: a gravidez não chegará aos 9 meses, precisaremos tomar uma providência urgente. A bebê e a mãe correm riscos de morte, e como médico, tenho que salvar pelo menos a mãe”.

Assustado, eu disse: “Não, doutor, o senhor precisa salvar as duas”.

E ele, compreensível, me respondeu: “Eu sei da angústia de vocês, mas eu sou médico. São palavras duras e realistas, só que eu não posso enganar vocês. Eu quero salvar a mãe e a filha, mas a prioridade, nesses casos graves, é a mãe”.

NUNCA esquecerei aquele momento tenso. Nossa Estelinha estava perdendo peso e a mamãe estava acometida por Síndrome de Hellp (dê um Google e veja o quanto grave é essa síndrome). O médico saiu, combinei com a Andréia de que a Estela se chamaria Maria Estela, pois estávamos consagrando a vida dela à Nossa Senhora, para que ela pudesse testemunhar aquela graça que Jesus concederia a nós pela intercessão da Virgem Mãe. 

Chamamos o Pároco da nossa comunidade, o Padre Agnaldo Tavares, que ministrou a Unção dos Enfermos para minha esposa. A operação estava marcada para o dia seguinte, emergencialmente, às 7h.

Porém… a pressão subiu, a Andréia foi para a sala de cirurgia, e no dia 20, antes do horário previsto, eis que uma pequena anjinha se tornou gente, cheia de vida!

SEMPRE me lembrarei da médica-chefe da UTI pré-natal, que disse ao seu colega: “Doutor, mas essa menina é a mesma dos exames? Ela está perfeita, é um milagre.”

Milagres existem, Maria Estela Porcari é um deles e dou testemunho disso. E sempre testemunharei.

Ao nascer:

Hoje:

Tenha fé!

– Aprenda a fazer falta!

Um “corte motivacional” de Mário Sérgio Cortella, abordando a necessidade de que “precisamos fazer falta”.

Curioso?

Assista em: https://youtu.be/kDQ4LpkFw1A 

– Por quê desrespeitar seu próximo?

Um ditado que nos faz refletir:

”Quem pisa nos outros, tropeça na vida”.

A sabedoria popular, aqui, de maneira clara e bem objetiva…

Imagem extraída da Internet. Autor desconhecido.

– Resiliência/ Resilience… (by Mágica Mistura).

“Rediscover the value of each day, self-care and empathy. Be aware that our best reflects on the whole and that, therefore, giving up is not an …

Continua em: Resilience…by Mágica Mistura

– Cansou de si mesmo?

Já “cansou de si mesmo”?

Eu sim. E já externei várias vezes a necessidade que cada um de nós tem para mudar, de fazer algo diferente, de buscar novos desafios (mesmo tendo muitos compromissos diários ou sendo workaholic).

A questão é: mudar como?

Em trabalho? Em hábitos? Em qualidade de vida? Em padrão social?

Talvez em disposição, na forma de encara o dia-a-dia.

Particularmente, sou muito pilhado em tudo estar certinho. Metódico, sistemático mesmo. O correto, o justo, o ético e o moral estão sempre associados comigo, e não consigo desvencilhar-me dessas coisas, gerando excesso de preocupação, irritação, inconformismo!

Calma, não sou “certinho”, sou apenas um cara que gosta das coisas em ordemmas isso não me dá o direito de pegar no pé de quem pensa diferente ou de censurar o meu próximo.

Na verdade, a crise econômica / social / educacional que o país vive nos obriga a imaginar diversas situações. Tenho amigos que deixaram o Brasil, mas isso é uma solução?

Isso é mudar, concordo, mas não precisa ser algo tão radical (no meu caso).

O melhor mesmo é não desanimar, tentar ver o mundo de uma maneira menos ruim e saber que você não pode mudar o mundo sozinho (embora, não se pode acomodar com as injustiças sociais).

O maior medo é: por acompanhar alguns amigos que enfartaram tão jovens, ser vítima de um enfarto! É por isso que tenho que manter em alta o ânimo e praticar atividades físicas. Eu não quero viver com depressão, nem enlouquecer lentamente.

Ops: ao escrever essa última colocação, me lembrei que ela faz parte de uma música do polêmico Lobão (poeta, mas louco!), que fala sobre consciente e a “menor expressão de angústia”…

Taí, gostei. Compartilho para reflexão: e acrescento – valorize a vida, pois na canção abaixo se pede “para que você não tente se matar pelo menos nessa noite”. Não se mate nunca! Viva a vida, reinvente-se.

Escute clicando em: https://www.youtube.com/watch?v=U6hIdLm5qTU

– Você agrega ou você divide?

Você leva as pessoas a agregarem ou a conflitarem?

Você busca o debate educado ou xinga porque pensa diferente?

Você se considera um cara bacana na Web ou um chato a ser evitado?

E, principalmente, você faz bem ou você faz mal às pessoas com suas publicações?

Gostei muito desse meme (abaixo) pois permite a auto-reflexão: as coisas que nós falamos ou escrevemos, são tóxicas aos outros ou fomentam boas ideias e bons ideais?

Extraído de: http://namascaf.com/2020/03/31/humorzinho-se-voce-pudesse-comer-suas-palavrassua-alma-seria-nutrida-ou-envenenada/

Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– De que Jeito você quer morrer?

A Escatologia nos dá medo. Mas, sabemos, todos verão o “fim dos tempos” particularmente no dia de sua morte.

É assustador e também mórbido pensar de que jeito morreremos. Sem dor? Lentamente? De maneira fulminante?

Pois bem: o renomado Dr Richard Smith, médico-editor da conceituada publicação British Medical Journal, declarou que a melhor morte é a de câncer”!

Se arrepiou?

Ele justifica que tal falência é a ideal, pois não é rápida nem longa demais. Veja o que ele publicou:

Tumores cancerígenos são preferíveis do que a morte súbita, falência de órgãos ou a demência a longo prazo (…), [pois] é a morte no ‘melhor prazo possível’. Você pode dizer adeus às pessoas, refletir sobre sua vida, deixar últimas mensagens, visitar lugares e se preparar para, de acordo com suas crenças, encontrar o seu criador ou desfrutar do eterno esquecimento”.

Eu discordo. E você, o que pensa sobre isso?

Essa página vai mudar o jeito que você enxerga cemitérios - Emais ...

Imagem da campanha de marketing do Jardim da Ressurreição

– Aprendizado contínuo, para o trabalho e para a vida:

Precisamos sempre nos tornarmos homens e mulheres melhores. E aprender com gente competente e vencedora, é uma das grandes coisas que podemos fazer.

Saibamos humildemente reconhecer as nossas necessárias correções e nos atentemos na missão do aprendizado contínuo. Veja que ótima fica:

– Tente!

Embora muitas vezes essa imagem possa parecer mais uma simples insistência motivacional, vale lembrar: TENTE!

Compartilho:

Imagem extraída do LinkedIn de Raísa Ramos: https://br.linkedin.com/in/ra%C3%ADsa-ramos-10b545165

– Onde estás, ó Morte?

Ressuscitou!

Qual é a sua vitória, ó morte?

Em: https://youtu.be/4-aBpNc1hb0

– As Decisões podem nos ajudar ou não.

A ilustração abaixo nos mostra algo inevitável: as mudanças que ocorrem na nossa vida!

Diferente da Lagarta e da Borboleta, nós somos seres racionais com vontade própria. Assim, nossas escolhas nem sempre nos dão asas e nos permitem voar. Transformamo-nos, muitas vezes, em seres piores.

Cabe a nós o que queremos fazer, com os fatores que temos ou não. Claro, sabemos que a resiliência às nuances negativas variam de pessoa para pessoa…