– Uma imagem emblemática: humanos e máquinas!

Será que nossa sociedade chegará a tal ponto, como ilustrado na foto?

Ou talvez já estejamos perto desse momento?

Para refletir, abaixo:

– A nova logo do Twitter.

Elon Musk comprou por bilhões o Twitter e tenta reinventá-lo. Aparentemente, parece que os prejuízos são grandes, mas… ninguém rasga dinheiro (especialmente um homem de negócios como ele).

A logo mudou, e sobre isso, em: https://www.techtudo.com.br/google/amp/noticias/2023/07/twitter-vai-mudar-de-nome-saiba-o-motivo-do-novo-logo-da-rede-social-edsoftwares.ghtml

– Gaste dinheiro em coisa boa, dona CBF!

Já abordamos o gol anulado de Gabigol na Arena da Baixada, acesse o link em: https://professorrafaelporcari.com/2023/07/13/a-resolucao-do-var-entre-furacao-x-mengao-a-cbf-esta-brincando-com-futebol-profissional/

Uma opinião bem continente: vamos implementar a inteligência artificial do Impedimento semiautomático da FIFA!

Falamos sobre ele quando dissertamos sobre a Copa do Catar. E ele funcionou muito bem. Aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/11/18/detalhes-sobre-a-arbitragem-na-copa-do-mundo-no-catar-2022/

Agora, chega o momento de reflexão: com tanto dinheiro mal gasto pela CBF, por quê suportar má resolução de câmera e tecnologia ultrapassada? Usemos a IA da FIFA!

Uma opinião em: https://youtu.be/Czx9OlxydNs

– A Inteligência Artificial comandará o mundo?

Eu acho tudo isso assustador: os últimos robôs dotados da mais avançada inteligência artificial, na ONU, disseram: “podemos administrar o mundo melhor do que os humanos”!

Extraído de Exame.com (citação abaixo):

A IA NA CONFERÊNCIA DA ONU

Robôs humanoides alimentados por Inteligência Artificial (IA) disseram, em uma conferência da ONU nesta sexta-feira, 7, que um dia poderão administrar o mundo melhor do que os humanos.

Afirmaram também que os humanos devem ter cuidado com a IA e admitiram que ainda não controlam nossas emoções.

Esses robôs – alguns dos mais avançados do mundo – estiveram presentes esta semana, junto com mais de 3.000 participantes, na Cúpula Mundial sobre IA para o Bem (“AI for Good Global Summit”, no original), organizado pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), agência da ONU especializada em tecnologia.

Especialistas, dirigentes e representantes de empresas debateram na cúpula a necessidade de elaborar normas que garantam que essas novas tecnologias sejam utilizadas para fins positivos para a humanidade, como o combate à fome, ou à mudança climática.

“Que tensão neste silêncio!”, disse um dos robôs antes do início da coletiva de imprensa, realizada apenas em inglês.

Quando perguntaram a Sophia, um robô desenvolvido pela Hanson Robotics, sobre sua capacidade de governar o mundo, ela respondeu que “robôs humanoides podem liderar com mais eficiência do que os governantes humanos”.

“Não temos os mesmos preconceitos, ou emoções, que às vezes podem obscurecer a tomada de decisões e podemos processar rapidamente grandes quantidades de dados para tomar as melhores decisões”, acrescentou.

Leia a matéria completa em #exame

🔗 https://bit.ly/3JPG9Ah


📸 Robin MILLARD/AFP

– E quando não existia a Internet em nossas vidas?

Ouço que em um levantamento da ONU registrou-se que no Brasil há 98 milhões de pessoas que não acessam a Internet. É mais ou menos a metade da população do país. A maioria por serem “analfabetos digitais”.

A comodidade da Internet nos ajuda (E MUITO), mas há 20 anos o acesso eram ínfimoHá 30 anos ela nem existia por aqui.

Criamos a necessidade de ter Internet, pois quando não a tínhamos, não sentíamos falta (ou achávamos isso). Idem ao telefone celular. Idem nossos antepassados com a energia elétrica. E é esse o ciclo das necessidades.

Enfim: precisamos da Internet no dia-a-dia, só que não podemos nos fazermos reféns dela!

Resultado de imagem para internet nas nossas vidas

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Os limites de leitura do Twitter são um erro de Elon Musk. Volte, Orkut!

O Orkut, quando surgiu, era tão simpático… e depois veio Facebook e Twitter – e nos rendemos a eles.

Depois que o bilionário Elon Musk comprou o microblog, todos imaginaram que haveria mais liberdade e novas funções. Ao contrário, ele limitou conteúdos de leitura (como hoje, sem prévio aviso), tumultuando o Twitter e causando ira aos usuários.

Das redes sociais que uso (e olhe que sou ativo em todas), a mais simpática a mim é (ou era) o Twitter. Simplesmente ela se “estragou” com as medidas de limitação que visam, evidentemente, forçar a assinatura por R$ 60,00 / mês.

Em tempo: pelo celular, estou completamente eliminado. Pelo computador, parece que ele está funcionando bem.

Extraído de: https://istoe.com.br/musk-anuncia-que-em-breve-limites-de-leitura-no-twitter-serao-aumentados/

MUSK ANUNCIA QUE LIMITES AUMENTARÃO

Após usuários reclamarem do limite de leitura no Twitter anunciado por Elon Musk mais cedo, o empresário voltou a se manifestar nas redes sociais dizendo que, em breve, esse número será aumentado.

Segundo ele, o máximo de tweets diários que usuários poderão ler será de 8.000 para contas verificadas, de 800 para contas não verificadas e de 400 para novos usuários sem verificação. Mais cedo, Musk havia informado que, temporariamente, os limites seriam de 6000, 600 e 300 posts diários, respectivamente.

Internautas reclamaram da mudança, dizendo que se beneficiaria só quem tem a marca azul – sinal que indica que a conta é verificada. A verificação, antes gratuita, passou a ser adquirida mediante assinatura em abril, após o bilionário comprar a rede social em outubro do ano passado.

De acordo com Musk, a rede social aplicou as limitações para lidar com “níveis extremos” de extração de dados e manipulação do sistema. Alguns usuários já relataram ter visto uma mensagem informando “limite de taxa excedido” neste sábado

Musk anuncia que, em breve, limites de leitura no Twitter serão aumentados

Imagem extraída do link acima.

– O Twitter está com problemas nesse sábado?

É impressão minha, ou o Twitter está fora do ar nesta manhã?

Só se vê as próprias publicações, e de mais ninguém.

Aparece a seguinte mensagem:

– LinkedIn é o canal preferido das Grandes Empresas, segundo a FSP

No Caderno “Mercado” de um domingo atrás (pg B2, por Maria Cristina Frias), a Folha de São Paulo retratou como as grandes empresas têm contratado seus executivos.

O tal do QI – não o Quociente de Inteligência mas sim o “Quem Indicou – continua sendo importante. Mas a coleta de informações via a rede social LinkedIn se tornou o principal meio dos recrutadores de grandes organizações.

Confesso que eu tinha o meu perfil na rede um pouco desatualizado. Talvez o “tanto” de redes sociais existentes nos obriguem a fugir do computador em algumas horas, para que a vida real não se furte à virtual. Mas, recentemente, comecei usar o LinkedIn para minhas publicações e confesso que a qualidade dos artigos de lá são ótimas. Acho muita coisa boa que me agrada nela.

E você, têm atualizado seu perfil lá?

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Imagem extraída da Web.

– CAPTCHA: a piada que nos faz humanos

Como os CAPTCHAS ajudam a entender a cognição humana.

Continua no link em: CAPTCHA: a piada que nos faz humanos

– O momento exato da surpresa de algo nunca imaginado?

Sempre me impressionou essa foto. Repost de 2 anos:

Já pensou o susto que os indígenas tiveram quando conheceram os artefatos portugueses em 1500 (arcaicos para nós hoje, comuns para as pessoas daqueles dias e inusitados para os silvícolas)?

Essa foto representa mais do que isso – quando pobres meninos de uma comunidade tribal do interior da África vêem um… iPad!

Extraído da publicação de Fotos de Fatos (@FotosDeFatos) no Twitter:

“O viajante inglês Louis Cole uma vez postou uma fotografia incomum no instagram, mostrando a reação dessas crianças de uma tribo africana vendo pela primeira vez um tablet. A fotografia logo viralizou na internet, em 2015”:

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A referência do crédito da foto está na citação do twitter acima.

– O Site de Apostas Blaze e os apostadores lesados: o que fazer?

O Cassino Virtual Blaze tem milhões de clientes mundo afora, e 20.000 reclamações no Brasil de pessoas que foram enganadas por ele.

E o que fazer? A empresa está registrada em Curaçao, tem como garotos propaganda Neymar e Felipe Neto, e ninguém responde por ela.

Dr D’Urso, advogado especialista no assunto, dá a dica em: https://www.youtube.com/watch?v=HcjMGL2tokQ

– Como nasce um Bebê da geração Z!

O vídeo é da cia telefônica MTS, e é muito engraçado. Não parece ser verdade mesmo?

Já tira selfie e participa das redes sociais!

Abaixo, extraído de: http://www.labcriativo.com.br/imperdivel-o-bebe-nasce-e-ja-busca-internet/

IMPERDÍVEL, O BEBÊ NASCE E JÁ BUSCA INTERNET

Mega criativo, é um anúncio da empresa de telefonia e internet 3g indiana MTS e sugere, com o filme Nascido para a internet, que os bebês hoje em dia são fixados na web desde a barriga da mãe.

Sensacional, o vídeo de forma bem humorada, nos apresenta o momento que nasce um bebê da geração Z.

O bebê já sai da barriga da mãe já busca de um iPad, pega um celular e faz um “selfie”, arma um canal de livestreaming no YouTube e, para surpresa de todos, médico, enfermeiros e pais, sai do quarto da maternidade usando a navegação de um GPS.

A parte que mais gostei foi do nenem procurando no Google como se corta o cordão umbilical. Muito bom…rs

Misturando filme com animação, o filme mostra o trabalho de parto e o nascimento desse bebê super antenado.

Assista o vídeo, mega recomendo, em: http://www.youtube.com/watch?v=rg37kafMsWk

 

– Excesso de Web. Confere, macaquinho?

Pessoas hipnotizadas? Sem espírito crítico?

Talvez essa imagem seja verdadeira… Abaixo: 

– China to send first civilian into space on Tuesday.

JIUQUAN: China will ship its first civilian astronaut into area as a part of a crewed mission to the Tiangong area station on Tuesday, its Manned …

Continua em: China to send first civilian into space on Tuesday

– A 1a geração onde os filhos têm QI menor que os dos pais. E a culpa é de quem?

Pela primeira vez na história, uma geração é menos inteligente do que os seus pais. E a culpa é das telas!

Extraído de: https://saude.abril.com.br/blog/pediatria-descomplicada/familia-digital-o-abuso-de-telas-cobra-um-preco-alto-de-todos/

O ABUSO DAS TELAS COBRANDO UM PREÇO ALTO DE TODOS

Não desgrudar de dispositivos tecnológicos atrapalha o desenvolvimento pleno das crianças e afeta o convívio familiar. Precisamos rever esse hábito

É um jantar típico de família. Os celulares estão apoiados sobre a mesa. Cada um possui seu próprio aparelho, que vibra de cinco em cinco segundos, chamando para algo que certamente pode esperar.

O pai utiliza fones sem fio e está numa call interminável. A criança mais nova é colocada diante de um tablet – que passa Mundo de Bita ou Galinha Pintadinha – para que consiga permanecer à mesa. O filho adolescente está preocupado em terminar logo o jantar para postar uma selfie com um filtro novo no Tik Tok. Ao fundo, a televisão ligada anuncia algo no noticiário. Parece uma cena comum para você? Essa é a mais nova geração digital. Ou melhor, família digital.

O fato é que nunca estivemos tão conectados com o mundo que nos cerca – as informações voam. Mas isso não é necessariamente um problema. A grande questão é o tempo que dedicamos às novas tecnologias. Pode reparar: não fazemos ideia da quantidade de horas que passamos em frente às telas. O turno de trabalho acaba e continuamos ali, passeando na rede social, assistindo a séries ou filmes, lendo notícias e fofocas, vendo lives…

O mais assustador é que esse tipo de comportamento se agrava sem nem percebermos. O tempo de tela foge do controle dos pais quando um tablet ou celular cai na mão de uma criança. Pior: perdemos a noção do que elas estão vendo. E é importante lembrar que, fora músicas inocentes e jogos educativos, as redes estão cheias de conteúdos perigosos, com insinuação sexual e cyberbullying, além de vídeos que estimulam o consumismo, definindo o comportamento do jovem e do adolescente.

Temos que refletir sobre onde chegamos. Afinal, o tempo de ócio criativo deixa de existir quando uma tela entra em jogo. Perde-se a capacidade de pensar, inventar, criar histórias. Perde-se a oportunidade de se relacionar com o outro, de dar risada e de curtir momentos em família – como acontecia na mesa de jantar.

Não precisamos (ou não deveríamos) ficar online o tempo todo. Esse comportamento nos desconectou da presença real, do olho no olho e da convivência em família. Isso tudo precisa ser resgatado – e urgentemente.

Estudos de neurociência mostram que o cérebro humano é capaz de fazer 700 a 1 mil conexões cerebrais por segundo nos primeiros anos de vida. Aos 2 anos de idade, teremos mais conexões cerebrais do que aos 6 anos. Apenas as mais importantes serão mantidas até a vida adulta. Que memórias e aprendizados você quer oferecer ao seu filho?

Viva o mundo real

Penso que o desenvolvimento da criança está intimamente ligado à vivência que ela tem do mundo. O brincar, o contato com a natureza e a relação com o outro, por exemplo, são momentos importantes de aprendizado. Muitas tarefas e estímulos podem e devem ser orientados, mas essas experiências mais livres permitem que a criança exercite a capacidade criativa em seu máximo potencial.

São aspectos do desenvolvimento que não podem ser conquistados através de uma tela. Por isso, refiro-me a esse aspecto de alienação digital: devemos perceber o quanto o uso dos eletrônicos nos privaram de tantas outras coisas essenciais.

Longe de mim ser contra o avanço da tecnologia! Seria negar o mundo que nos cerca. Nossos filhos nasceram na era touch, com a facilidade de ter tudo na palma da mão. O digital faz parte da vida deles. O grande dilema, faço questão de frisar, é o mau uso desses recursos.

Segundo o neurocientista francês Michel Desmurget, vivemos um momento histórico, no qual, pela primeira vez, os filhos têm um quociente de inteligência (o famoso QI) mais baixo que o dos pais. Em outras palavras, a geração atual tem menor capacidade cognitiva, apresentando problemas de linguagem, concentração, memória e cultura.

Isso é decorrente da diminuição das interações sociais, da piora da qualidade do sono, do aumento de atividades que não exercitam a mente, entre outras coisas que estão, no fundo, intimamente associadas ao uso abusivo das telas.

De parceiros a vilões

Os dispositivos digitais se transformam em um problema no momento em que deixamos de interagir com nossos filhos da forma que deveríamos. Veja: o cérebro deles é estimulado de outra maneira quando se divertem ao ar livre, usam jogos e brinquedos reais e lidam com pessoas de carne e osso.

Com a pandemia de coronavírus, a situação ficou ainda mais crítica. Afinal, atividades essenciais, como a ida à escola, ficaram restritas (quando possível) ao universo online. E, assim, passou-se um ano inteiro.

Sem falar que muitos pais liberaram as telas não apenas para as aulas, mas também para atuarem como passatempos, já que, além de cuidar das crianças, precisavam trabalhar e manter a casa em ordem.

Mas, como minimizar os danos? Como sobreviver às condições que uma pandemia nos impôs? É urgente que tomemos as rédeas e saibamos controlar o que nossos filhos estão vendo e por quanto tempo. Trago aqui algumas dicas de sobrevivência à tecnologia – elas servem inclusive para os adultos.

1. Comece impondo limites para todos: momentos em família nunca devem acontecer com o celular, tablet ou qualquer tecnologia individual sendo utilizada. Aproveitem o tempo para conversar e interagir de forma real.

2. O horário de refeições deve ser sagrado: nada de celulares à mesa.

3. Controle o tempo de uso: para crianças abaixo de 2 anos, as telas devem ser evitadas ao máximo. Para crianças de 2 a 5 anos, limitar a uma hora por dia. Dos 6 aos 10 anos, permita de uma a duas horas diárias. Para adolescentes entre 11 e 18 anos, de duas a três horas por dia é o suficiente. Todas as atividades devem ser supervisionadas e ter intuito educacional.

4. Não existe segredo na internet! Os pais devem estar cientes dos conteúdos que os filhos assistem, e tomar especial cuidado com aqueles de cunho violento e sexual (com nudez e pornografia), além das práticas de cyberbulling.

5. Tenham (todos) um momento de desconexão. Promova o contato com a natureza, a prática de exercícios físicos e as atividades ao ar livre – que sejam possíveis nesse momento.

6. Estejam atentos aos sinais de que algo não vai bem, como alteração de comportamento, agressividade, irritabilidade, dificuldade para dormir, sonolência excessiva durante o dia ou mesmo apatia. Tudo isso pode sinalizar depressão, ansiedade e até mesmo experiências de violência na internet.

7. Deem o exemplo enquanto pais, aprendendo também sobre o uso racional das tecnologias, já que isso afeta toda a família.

Seguimos nesse processo de constante aprendizado, lembrando sempre que a primeira infância só é vivida uma única vez.

criança brincando com tablet

Excesso de telas traz repercussões para a família toda. Foto: Robo Wunderkind/Unsplash/SAÚDE é Vital

– A 3a idade está se tornando cada vez mais “ligada” na Web!

Sabe aquele adolescente que fica fascinado ao descobrir a Internet e o Mundo Virtual? Agora, imagine idosos e idosas que “renascem” ao navegarem na Web!

Eu conheço pessoas queridas como nessa bacana matéria abaixo. E você?

Extraído de: Revista Isto É, pg 82, ed 2274

VELHINHOS CONECTADOS

Eles invadiram as redes sociais, batem papo pelo computador, editam vídeos, enviam fotos, mantêm blogs e formam o grupo que mais cresce entre os usuários de internet no Brasil

Por Juliana Tiraboschi

Eles gostam de aprender coisas novas, recorrem frequentemente ao computador para pesquisar sobre os mais variados assuntos e adoram usar a internet para conversar com os amigos e conhecer gente. Pode parecer, mas esse não é o perfil médio dos jovens da geração X ou Y. Trata-se, na verdade, da descrição de um contingente de usuários da rede que só aumenta: o das pessoas com mais de 50 anos. Divulgada em maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a pesquisa “Acesso à internet e posse de telefone móvel celular para uso pessoal” constatou que, entre 2005 e 2011, aumentou em 222,3% o número de brasileiros com 50 anos ou mais de idade que entram na internet. Isso representa um aumento de 2,5 milhões para 8,1 milhões de pessoas no grupo dos conectados maduros. Foi a faixa etária que teve o maior crescimento no período.

Quem trabalha no meio não fica surpreso com esses números. “Os idosos têm muita fome de conhecimento”, diz Sérgio Contente, presidente de uma empresa de softwares e mantenedor da fundação que leva seu nome e promove cursos de informática para jovens carentes e para o público da terceira idade. Para ele, os membros desse grupo que ainda estão fora da rede gostariam de aprender a navegar pela internet e a usar softwares, mas têm receio de incomodar os familiares. Com base nos vovôs que frequentam os cursos, o incômodo seria mínimo. O que eles mais desejam é aprender a trocar e-mails, receber e enviar fotos, editar vídeos caseiros e usar o Facebook e o Skype para se comunicar com parentes e amigos.

Esse é o perfil de Luiza Soares Ribeiro, 88 anos. A dona de casa começou sua experiência com novas tecnologias ao ganhar um tablet de presente de uma de suas sete filhas em dezembro de 2012. Luiza aprendeu a dominar as funções básicas do aparelho e a utilizá-lo para colocar em prática seu passatempo favorito: jogar games de caça-palavras. Mas ela queria mais e, no início deste ano, soube de um curso básico de informática por meio de uma vizinha. Decidiu se matricular e aprofundar seus conhecimentos sobre navegação na internet. Gostou tanto que convenceu duas filhas – Mafalda Ribeiro, 68 anos, e Zoraide Trofino, 67 – a fazer o curso. Luiza frequenta um clube da terceira idade e diz que, apesar de uma ou outra dificuldade, aumenta o número de amigos que sabem lidar com as novas tecnologias. “Acho o Facebook um pouco difícil, a gente aprende mais devagar. Mas o que aparecer eu quero aprender”, afirma Luiza, que acabou de participar de uma oficina para conhecer as ferramentas da rede social.

Além dos laços afetivos, um grande impulso para a inserção dos idosos no mundo da computação vem da automatização de serviços como a declaração do Imposto de Renda e a movimentação de contas bancárias. A necessidade de estar em dia com esses avanços tecnológicos traz um efeito colateral benéfico. “É importante saber usar a internet, abre a nossa cabeça”, diz Mafalda, que gosta de usar o Facebook, ler notícias sobre novelas, pesquisar receitas e procurar informações sobre artesanato.

A bióloga aposentada Neuza Guerreiro de Carvalho, 83 anos, já é uma veterana na lida com os computadores. Começou a desvendar os segredos da informática em meados da década de 1990. “Meu filho e netos conversavam entre eles sobre o assunto e, para mim, era como ouvir chinês. Mas nunca fui de ficar por fora, então quis aprender”, diz. Sua principal motivação naquele momento foi usar o computador para registrar toda a história de sua família. “Não existia mais máquina de escrever, e não dava para escrever à mão”, afirma.

A familiaridade com o computador cresceu a ponto de, em 2008, a aposentada lançar o “Blog da Vovó Neuza”, que reúne textos sobre temas como cultura, arte, viagens e música clássica, seus hobbies favoritos. Para ela, o blog não é um passatempo, mas um trabalho. “Eu pesquiso, às vezes passo uma manhã inteira para escrever um post”, diz. Neuza comemora o fato de mais idosos estarem na rede, mas acha que eles ainda se contentam com pouco: “Tem gente que faz curso, compra computador e fica restrito a receber e-mail e repassar correntes de mensagens. Não sabe trabalhar uma foto, criar conteúdos ou fazer uma pesquisa.”

A psicóloga Andréa Jotta, pesquisadora do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática, da PUC/SP, tem percebido um aumento tanto no interesse dos idosos em acessar a internet quanto na oferta de portais com informações e serviços voltados para esse público. “Geralmente, eles se adaptam bem aos tablets, por conta da tecnologia touch screen e da facilidade em acessar aplicativos das redes sociais”, diz. Criados num tempo em que ainda dava para confiar na palavra, eles têm dificuldade para se adaptar às medidas de segurança necessárias para navegar tranquilamente. “Os idosos caem mais facilmente nesses golpes que chegam por e-mail”, diz Andréa. Por isso, muitos têm medo de usar serviços de acesso online às contas bancárias.

Mas o número de vovôs que dominam informática cresceu tanto que algumas empresas colocam cabeças grisalhas para trabalhar em seus computadores. Especializada em serviços de call center, a TMKT, de São Paulo, contratou 100 pessoas acima de 50 anos desde março de 2012. “Essa faixa etária apresenta um pouco de lentidão na digitação e no aprendizado de abrir as telas do computador, mas a disciplina, a força de vontade e o comprometimento fazem com que vençam essas dificuldades”, diz Sulamita Miranda, gerente de RH da empresa. Mara Pereira da Silva, 60 anos, voltou a trabalhar no call center depois de se aposentar como secretária há quatro anos. Para a profissional, com um bom treino as pessoas mais velhas podem trabalhar de forma tão eficiente quanto gente mais nova. “É estimulante trabalhar junto com os jovens. A gente sente que está no mesmo nível de conhecimento deles”, diz. Sinal de que, além de conectar os idosos com o mundo, os computadores funcionam como um virtual elixir da juventude.

Imagem extraída de: https://www.portaldoenvelhecimento.com.br/os-idosos-e-os-avancos-tecnologicos/ (matéria de Nélio Borrozino).

– O Uso Desmedido da Tecnologia nos Ambientes Corporativos.

Compartilho um interessante material sobre o uso desmedido de aparelhos eletrônicos no ambiente de trabalho, ocasionando desconfortos e gafes que poderiam ser evitados através do uso mais coerente e racional.

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/616/nao-diga-aloquando-o-uso-dos-aparelhos-eletronicos-e-desmedido-144923-1.htm

NÃO DIGA ALÔ

Carlos Alberto Julio, presidente da construtora Tecnisa, empresa com faturamento de R$ 514 milhões, já havia subido no palco do auditório da Associação Comercial Industrial de Joinville, Santa Catarina, para dar uma palestra a 300 pessoas, quando foi interrompido por uma forte batida de rock-n’-roll que vinha da plateia. Ele parou de falar e percebeu que a música era do celular de uma moça, que tentava desesperadamente desligar o aparelho. “Ela não sabia o que fazer, simplesmente não conseguia desligar o telefone. Resolvi ajudá-la e comecei a dançar em cima do palco ao ritmo do toque do celular”, brinca. Situações como esta se tornaram cada vez mais comuns graças ao aumento do uso de tecnologias Ranking móveis como notebooks, netbooks e smartphones.

De acordo com a Anatel, o número de usuários de telefonia móvel no Brasil subiu de 52,4 milhões, em maio de 2004, para mais de 157,5 milhões no mesmo mês de 2009. Com o crescimento do mercado, veio um problema: a falta de etiqueta no dia a dia. Um estudo realizado nos Estados Unidos pela empresa de pesquisas Harris Interactive a pedido da Intel revelou que 90% dos adultos norte-americanos sentem-se incomodados com o uso desenfreado de dispositivos móveis em locais públicos como cafés, restaurantes, cinemas e shows. O que dizer, então, de gafes cometidas no mundo corporativo?

O presidente da construtora Tecnisa, Carlos Alberto Julio, é frequentemente interrompido pelos toques de celulares, mas consegue levar com bom humor

David Szpiro, diretor comercial da tradicional fabricante de relógios suíços Breitling, presenciou uma cena constrangedora. “Eu estava na matriz da empresa na Suíça, em uma reunião com o presidente da marca, Theodore Schneider, e a equipe de publicidade, quando um celular começou a gritar ‘Mamãe, me atende'”, diz ele. “Na mesma hora, o presidente bateu na mesa e mandou que todos saíssem da sala e só voltassem quando tivessem deixado seus telefones do lado de fora”, conta Szpiro.

A consultora de etiqueta Claudia Matarazzo diz que algumas atitudes são inaceitáveis. “Uma das piores coisas que podem acontecer em um encontro profissional é o celular começar a tocar a música do picapau ou qualquer coisa semelhante”, brinca. Apesar de achar esse tipo de comportamento extremamente grosseiro, Szpiro também depende dos smartphones e diz que a única solução é mantê-los longe em determinadas ocasiões. “Quando o aparelho está perto, você se sente compelido a atender, é quase uma obrigação, você se torna escravo dele”, completa.

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pelo site de empregos Yahoo HotJobs fez a seguinte pergunta: “Você checa seus e-mails frequentemente durante reuniões de trabalho?”. Trinta e quatro por cento dos entrevistados responderam que sim e outros 18% admitiram já ter sido repreendidos pelo mau comportamento em relação ao uso dos itens tecnológicos. “Quando isso ocorre, os interlocutores sentem-se excluídos e dignos de pouca atenção” afirma Lígia Marques, consultora de Etiqueta e Marketing Pessoal. Em outras palavras: sentem-se desrespeitados.

Márcia Palmeira, diretora comercial da Right Management, empresa de consultoria e treinamento profissional, passou por isso quando atendeu um executivo que precisava melhorar a comunicação com sua equipe. “Durante a sessão de uma hora, ele atendeu o celular três vezes. Em um momento, eu peguei o meu BlackBerry e fingi que estava mandando um e-mail. Aí ele ficou muito incomodado, pois foi deixado de lado.”

O uso de aparelhos tecnológicos é indicado para facilitar a vida das pessoas e não complicá-la. Mas acontece o oposto com quem não tem limites. “O uso desordenado dessas tecnologias gera um nível de ansiedade muito grande”, diz Claudia Matarazzo. O sucesso do Twitter, diz Claudia referindo-se à rede social que funciona pela internet e pelo celular, é prova desse fenômeno.

“As pessoas que estão no Twitter dizem o que estão fazendo a cada momento. São coisas que, em outros tempos, diríamos apenas para as pessoas que nos cercam, como a família, por exemplo”. Aliás, é a família que, em muitas ocasiões, mais sofre com esse comportamento. “Um dia desses levei uma bronca do meu filho, que perguntou se eu não podia desligar o celular”, lembra Raquel Nascimento, gerente de marketing da montadora francesa Citroën. “Não resisti ao pedido e acabei desligando o aparelho.”

Viciados em tecnologia buscam ajuda em clínica de detox no Rio de Janeiro -  Federação de Amor-Exigente - FEAE

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para créditos na postagem.

– Inclusão Digital deu voz a todos. Isso é bom?

O fenômeno da Internet, quando nasceu, era algo surpreendente para nós, mais velhos. Mas já há uma geração que não se surpreende com as maravilhas e possibilidades da Web: as crianças e os adolescentes, que nasceram com os computadores, tablets e smartphones no seu dia-a-dia. E isso fez com que todas as gerações, etnias, faixas de renda e níveis de comunicação pudessem comunicar entre si, indistintamente.

Porém, há aqueles que fazem o mau uso de tal possibilidade: pessoas mal educadas, trolls, ignorantes sociais e outros atores sociais que perturbam e nada agregam. Conheço gente que se viu obrigada a abandonar Facebook, Twitter, Instagram e outros meios de socialização por trollagem de gente que não aceita opinião de outrem. E nessa linha, Umberto Eco, falecido e importante pensador italiano, disse recentemente:

Redes Sociais deram voz à legião de imbecis

Hum… é pra refletir. Já encontrou gente assim na Internet? Infelizmente, há aqueles que, ao não concordarem com algo, atacam simplesmente por atacar!

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.

– Celulares de antigamente.

Algumas manchetes de alguns anos atrás que certamente surpreendem os mais jovens: celular que envia SMS, por exemplo?

A do canto direito pode ser a mais impressionante desse caderno de informática… Veja:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– A pendenga do Telegram.

E o Telegram, proibido no Brasil?

Por mais que se tentou que ele fizesse frente ao WhatsApp, não conseguiu. E agora, essa pendenga com a Justiça.

Mas quando ele voltará?

Outras perguntas e respostas, em: https://canaltech.com.br/apps/quando-o-telegram-vai-voltar-5-perguntas-para-entender-o-bloqueio-do-app-248136/

Montagem: Caio Carvalho/Canaltech

– O Uso do Celular ao Volante já mata mais do que acidentes por Motorista Embriagado

No Brasil, a Lei Seca conseguiu diminuir o número de mortes no trânsito em decorrência de bebida alcoólica. Mas há outro problema: agora, as mortes causadas por uso de Mensagens de Texto no Celular superaram as do Álcool!

Extraído de: http://migre.me/eufCP

MENSAGEM DE TEXTO NO CELULAR CAUSA MAIS MORTES QUE BEBIDA AO VOLANTE

Pesquisa aponta que número de mortes não para de crescer, apesar das campanhas educativa

NOVA YORK – Enviar mensagens de texto pelo celular ao mesmo tempo em que se dirige já ultrapassou o uso de bebida associado à direção como principal causa de morte de adolescentes nos Estados Unidos, de acordo com um estudo do Centro Médico Infantil Cohen, em New Hyde Park.

Mais de três mil adolescentes morrem por ano por causa de acidentes provocados por distração durante o envio de mensagens de texto pelo celular diante do volante de veículos em movimento. Os mortos por acidentes provocados pelo uso de álcool  em acidentes automobilísticos são 2.700 por ano, segundo o estudo. Apesar de uma campanha publicitária nacional e inúmeros alertas de autoridades e especialistas, o estudo revela novos números impressionantes: 50% dos estudantes americanos costumam enviar mensagens de texto via celular enquanto dirigem.” A realidade é que os jovens não bebem diariamente, mas eles levam o tempo todo os seus celulares e querem continuar conectados com os amigos mesmo quando estão dirigindo, e por isso esta ocorrência tornou-se mais comum, embora seja tão perigosa quando beber e dirigir”,  afirmou à rede de televisão CBS o médico  Andrew Adesman, chefe de Pediatria do Desenvolvimento e Comportamento do Centro Médico Infantil Cohen. Principal autor do estudo, Andrew Adesman disse que as leis que proíbem mensagens de texto ao volante não são eficazes. 57% dos jovens disseram que mandam mensagens enquanto dirigem em estados com leis que proíbem o comportamento, e 59% disseram que fazem o mesmo em estados que não adotam legislação sobre o tema.” As pessoas estão escrevendo e dirigindo o tempo todo”, disse Mike Xirinachs, um dos entrevistados pela emissora de TV. “Eu não sei o que deve ser feito, mas alguém precisa fazer alguma coisa””, disse. ”Todos os dias eu vejo isso”, disse um motorista. “As pessoas dirigindo e dedilhando ao celular, ou falando ao telefone. Eles não deveriam fazer isso, mas fazem – crianças, adultos, todo mundo faz isso”. É perigoso e irresponsável, mas virou uma cena comum”, disse o ex-policial John Montone. “Um veículo é uma arma, assim como um revólver ou uma faca, e você pode matar pessoas. Você não merece ter uma carteira de motorista se é irresponsável a esse pondo”, completou. As estatísticas mostram que quem se comunica por celular enquanto dirige tem 23 vezes mais chances de causar um acidente do que se estiver prestando atenção.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar.

– A tecnologia mudando o futebol!

O nosso querido jundiaiense Eduardo Tega (da Universidade do Futebol e Sportheca) é um dos caras mais estudiosos do futebol que eu conheçoe vai sua expertise desde a gestão esportiva até os conceitos sociais do esporte.

Li sua publicação no “O Globo” sobre os impactos tecnológicos na evolução do futebol, e é de uma lucidez muito grande.

Compartilho, extraído do LinkedIn dele, com o texto inteiro (clique na imagem para ampliá-la). Só acho que ele está muito otimista com o fim do erro humano da arbitragem… o meio é vaidoso demais para se render ao protagonismo eletrônico (mesmo que mais eficaz possa ser).

Abaixo:

“Saiu hoje uma ótima matéria do jornal “O Globo” em que dou minha opinião sobre as mudanças que o futebol deve ter nos próximos anos. Hoje, há inúmeras iniciativas de tecnologia desenvolvendo soluções para problemas que todos os esportes têm dentro e fora de campo, além de uma questão geracional que preocupa todas as entidades esportivas. É irreal pensar que o futebol de 2035 vai ser o mesmo que é hoje. Você está pronto?

‘ – Os jovens não conseguem ficar 90 minutos concentrados vendo uma partida. O futuro do jogo vai mudar, pois a Fifa sabe que o grande concorrente da Copa do Mundo é o Fortnite (jogo de tiro) – afirma Eduardo Tega, CEO da fábrica de startups Sportheca e mestre em governança de esportes pela Uefa, acrescentando que a introdução do VAR é apenas a ponta do iceberg da revolução que está por vir. – Acredito que em dez anos não vai ter mais erro humano no jogo. ‘ #futuro #tecnologia

– O perigo da Inteligência Artificial: a entrevista falsa de Schumacher!

Que loucura!

Uma revista alemã anunciou a “Primeira entrevista de Michael Schumacher depois do acidente”, e a transmitiu com um “Schumacher criado pela IA”!

Desagradável… e a família vai processar a emissora.

Da CNN, em: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/familia-de-michael-schumacher-planeja-acao-legal-por-entrevista-falsa-de-ia/

Foto: Lars Baron/Bongarts/Getty Images

– Explicando porque o Papa Francisco é o maior alvo da IA.

Dias atrás, viralizou uma foto falsa do Papa Francisco, criada por Inteligência Artificial, vestindo um casaco bem chique.

(Caso não tenha visto, está aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/03/28/o-casaco-do-papa/)

Nesta semana, muitos católicos ficaram em dúvida se a foto do Skatista Francisco era real ou não. Não era (ele, inclusive, está com problemas no joelho). Mas por que o Papa é a maior “vítima” das fotos por IA?

Abaixo, uma matéria pertinente:

Extraída de: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2023/04/por-que-o-papa-francisco-e-a-estrela-das-fotos-geradas-por-ia.shtml

POR QUE O PAPA FRANCISCO É A ESTRELA DAS FOTOS GERADAS POR INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL?

Por Kalley Huang, do New York Times*

Dezenas de fotos mostrando o líder mundial dos católicos em cenários estranhos tomam as rede sociais

O papa Francisco vestindo uma longa jaqueta branca inspirada em Balenciaga. Francisco de óculos e blusão de aviador e acelerando uma moto numa rua movimentada. Francisco virando a mesa numa boate escura. Francisco em um colete tático, preparando-se para pilotar um caça a jato. Francisco tomando uma cerveja no evento da contracultura Burning Man.

Nas últimas semanas, apareceram dezenas de fotos mostrando o líder mundial dos católicos em cenários estranhos, deixando as redes sociais em confusão. Além do próprio pontífice, todas as imagens têm algo em comum: são falsas, feitas por ferramentas de inteligência artificial que criam imagens a partir de breves comandos de texto.

Muitas figuras públicas –incluindo o astro do basquete LeBron James e várias donas de casa reais– apareceram em imagens geradas por IA recentemente, mas as fotos com Francisco causaram o maior impacto. Elas tiveram mais visualizações, “likes” e comentários do que muitas outras fotos de IA, segundo uma análise do The New York Times, levando a uma corrida para retratar o homem de 86 anos em situações cada vez mais estranhas.

“Eu tive que me envolver com a coisa do papa”, escreveu recentemente um usuário do Reddit ao lado de imagens de IA de Francisco praticando artes marciais, jogando basquete e andando de skate. “Pulando na onda do papa”, disse outro, que compartilhou uma imagem do pontífice falando para uma multidão de motociclistas.

A prevalência de Francisco em imagens geradas por IA é o resultado de uma tempestade perfeita de fatores, disseram especialistas religiosos. Após dez anos como chefe da Igreja Católica, ele é instantaneamente reconhecido em todo o mundo. Ele é considerado um líder mais acessível do que seu antecessor linha-dura, o papa Bento 16. E, quando combinado com uma súbita explosão de interesse por novas ferramentas de IA, Francisco –que na vida real é frequentemente retratado em ambientes formais– tornou-se a escolha recorrente dos criadores para colocar nos cenários mais improváveis.

O objetivo, disseram alguns criadores, é mostrar que até o papa pode relaxar, ser um rebelde e se divertir.

Figuras religiosas globais como o papa são temas naturais de sátira política e expressão artística, disse Jennifer Herdt, professora de ética cristã na Yale Divinity School. Francisco é ideal, ela acrescentou, porque ele “é conhecido por sua simplicidade, sua solidariedade com os mais pobres dos pobres”. Então, quando ele é o tema de histórias malucas como pilotar um caça a jato, “é definitivamente o auge da incongruência, de desafiar as expectativas”.

As imagens de IA podem ser perigosas se as pessoas acreditarem que são reais e as usarem mal para espalhar informações erradas. “Você ilude as pessoas para que não verifiquem duas vezes”, disse Subbarao Kambhampati, professor de ciência da computação da Universidade Estadual do Arizona. “Então você é deslocado pouco a pouco da realidade.”

Mas muitas imagens de IA com Francisco provocaram risos afetuosos pelo papa, que recentemente teve um problema de saúde e está em um papado mais longo do que a média.

“As pessoas veem Francisco como um papa do povo, então você gostaria de colocá-lo em todos esses lugares onde as pessoas estão”, disse a reverenda Serene Jones, presidente e professora de religião e democracia no Seminário União Teológica em Nova York.

O Vaticano não respondeu a um pedido de comentário sobre a fama gerada pela IA do papa.

A imagem que transformou Francisco numa estrela da IA mostra-o vestindo uma jaqueta branca no estilo de Balenciaga, uma casa de alta moda francesa, caminhando pela rua. Parece que foi postada pela primeira vez em 24 de março num fórum do Reddit para a ferramenta de IA generativa Midjourney e depois compartilhada nas redes sociais.

Um tuíte compartilhando a imagem –com a legenda “Os meninos do Brooklyn só podiam esperar por esse nível de atitude”– foi curtido mais de 229 mil vezes e visualizado 20,6 milhões de vezes. Por outro lado, um tuíte compartilhando imagens geradas por IA da prisão do ex-presidente Donald Trump obteve 40 mil curtidas e 6,4 milhões de visualizações.

A Midjourney, que lançou a versão 5 de sua ferramenta de geração de imagens no mês passado, não respondeu a um pedido de comentário. A ferramenta gera imagens hiper-realistas personalizadas com apenas algumas palavras, e agora pode criar mãos com o número correto de dedos, uma barreira anterior à credibilidade.

Desde então, Francisco tornou-se um muso da IA. Ele foi mostrado comendo fast food, encontrando-se com alienígenas, tocando violão no Festival de Glastonbury, mergulhando, dançando na praia e limpando resíduos de risco biológico em um traje de proteção. A enxurrada de imagens papais tem sido tão volumosa que algumas pessoas em fóruns de IA generativa online imploraram para que os criadores usem outra inspiração.

Isso não impediu as representações de Francisco vestido cada vez mais estranhamente. Em algumas imagens, ele passou de uma jaqueta acolchoada para uma roupa toda preta com jaqueta de couro. Em outra, veste um casaco de arco-íris.

Isso levou outros a colocarem Francisco numa roupa popular: abrigo e calça de moletom e tênis “do papai”.

*Tradução de Luiz Roberto M. Gonçalves

– 10 Ways Modern Technology Is Destroying Natural Selection.

Natural selection is a process by which organisms better adapted to their environment tend to survive and reproduce more successfully than those less…

Continua em: 10 Ways Modern Technology Is Destroying Natural Selection
Imagem extraída de: Romolo Tavani/Shutterstoc

– Que tal as Redes Sociais introduzirem um botão simbolizando “ciente”?

O Facebook tem botões como “amei”, “curti”, “força”, entre outras reações. Mas não tem um específico para expressar simplesmente “LIDO”, sem representar que gostou ou não.

Já o Linkedin possui 6 reações, mas nenhuma sem “sentimento, apenas para dizer que fez a leitura.

Idem ao Twitter, que tem só um coraçãozinho. Quando você clica nele, muitas vezes não curtiu a postagem, apenas quis dizer que você leu ou o usa como uma espécie de “VISTO”. E isso leva a muitas complicações… especialmente se você clicar nele para “salvar a publicação” ou dizer que soube do assunto.

Fica a sugestão: um botão que indique que foi lida aquela postagem, sem a necessidade de concordância ou não.

Twitter, logo, like button

Imagem extraída de: https://www.eonline.com/br/news/981501/twitter-pode-retirar-o-botao-curtir

– Metaverso e o Futuro das compras imersivas na realidade mista.

Duda Bastos, diretora de negócios para serviços financeiros da Meta no Brasil. Foto: Divulgação/ Panorama Abecs Quando o Facebook virou Meta, em 2021…

Continua em: METAVERSO E O FUTURO DAS COMPRAS IMERSIVAS NA REALIDADE MISTA

– Eu tenho medo da Inteligência Artificial. E você?

Eu tenho medo do mau uso da Inteligência Artificial. Digo isso em referência às montagens quase realistas feitas, aos conceitos divulgados e as falsas e/ou equivocadas informações, muitas vezes “não tão inteligentes”.

O mundo está repensando a Inteligência Artificial, e nessa semana, um manifesto sobre isso foi assinado por importantes pessoas.

Abaixo, extraído do LinkedIn da Coach e Mentora Aline Bravo

VOCÊ ACREDITA QUE SISTEMAS DE IA PODEM SER UM RISCO PARA A HUMANIDADE? 🤔

CEO do Twitter, Elon Musk e o historiador famoso pelo livro Uma Breve História da Humanidade, Yuval Noah Harari, entre outros especialistas, pesquisadores e cientistas, resolveram assinar uma carta em que pedem uma pausa na atualização e desenvolvimento de IA (Inteligência Artificial).🤯

O diretor da Open AI, que criou o ChatGPT, Sam Altman, reconheceu ter um pouco de medo de que sua criação seja usada para desinformação em larga escala, ou para ciberataques.

“Devemos permitir que as máquinas inundem nossos canais de informação com propaganda e mentiras? Devemos automatizar todos os trabalhos, incluindo os gratificantes? […] Devemos nos arriscar a perder o controle da nossa civilização? Essas decisões não devem ser delegadas a líderes tecnológicos não eleitos.”

Mesmo que tenha sido melhorada, a ferramenta GPT-4 ainda entrega resultados com algumas alucinações e pode atender os usuários usando uma linguagem nociva. Mas há quem acredite que a pausa, na verdade, deveria ser para entender mais os benefícios — e não só os danos de tecnologias AI. Essa é a visão de Peter Stone, pesquisador da Universidade de Texas em Austin (EUA).

Eu penso que assim como outras tecnologias, a IA pode trazer grandes contribuições e melhorias para a humanidade, mas exige cautela! Assim como pode ser uma ferramenta de evolução, também pode ser utilizada como ferramenta de destruição.

E você, qual sua opinião sobre esse tema? Me conta!⤵️

Matéria completa: https://lnkd.in/dSmmrCKU

O que é inteligência artificial e quais podem ser seus impactos - Olhar  Digital

Imagem extraída de: https://olhardigital.com.br/2019/10/03/carros-e-tecnologia/o-que-e-inteligencia-artificial-e-quais-podem-ser-seus-impactos/

– Dicas para proprietários de carros bicombustíveis.

Invariavelmente vemos carros que aceitam gasolina e etanol que não se adaptam à mudança de combustível.

Caro motorista, saiba que o seu veículo tem um chip que precisa entender o que você está abastecendo.

Se você roda com gasolina e quer mudar para etanol, deve deixar o tanque se esvaziar até o limite da reserva, e aí completar o tanque com o outro produto. Caso contrário (se você anda com meio-a-meio), o módulo pode entender que você está utilizando combustível adulterado.

Algo importante e que passa despercebido: quando você muda o combustível, precisa rodar alguns quilômetros para que seu carro entenda o que aconteceu. Se você trocar o combustível e estacionar o carro na garagem, fatalmente, quando você der a partida, o carro pode não funcionar.

Um cuidado a mais: alguns carros podem viciar com determinado combustível, e se você não muda com frequência, pode ser que seu carro não renda o que deva e até falhe por muitos tanques abastecidos.

Ademais, último conselho: não se esqueça de abastecer o reservatório da injeção eletrônica, caso esteja usando a opção etanol.

Tais dicas ajudam os motoristas a terem tranquilidade quando abastecerem seus carros.

Veja dicas para economizar combustível no Guia Prático do G1 | Vídeos | autoesporte

Foto: Fábio Junior/EPTV, extraído de: Auto Esporte, em: https://autoesporte.globo.com/videos/noticia/2020/01/veja-dicas-para-economizar-combustivel-no-guia-pratico-do-g1.ghtml

– A página BOT do Paulista FC pode confundir as pessoas.

Eu recebi de um amigo a informação abaixo, que levou a sério o texto desse print (que não é). É um tuíte de uma página chamada Paulista FC (mas versão BOT), com várias “tiradas”.

Quem recebeu algo assim, lembre-se: é uma brincadeira do Twitter que pode iludir muita gente.

O endereço do perfil está abaixo do nome.

Para quem não sabe o que é uma página bot, aqui: https://www.techtudo.com.br/listas/2022/11/sete-bots-do-bem-que-voce-deveria-seguir-agora-no-twitter.ghtml

Ops: Elon Musk é o bilionário dono da Tesla, da Space X e novo proprietário do Twitter. Braian Romero é o centroavante argentino do Internacional-RS, que está emprestado para o Tijuana do México. E de onde o cara arranjou o valor de R$ 15,47 (se é que tem algum significado)?

– Um drone terráqueo em terras marcianas.

Puxa, foi há algum tempo, mas eu não me canso de ver esse vídeo: o passeio do drone terráqueo em terras marcianas!

É inimaginável que algo que esteja tão longe consiga ser tão preciso em sua missão, e ainda nos envie imagens de lá.

Viva a inteligência e a competência.

Assista em: https://youtu.be/p1KolyCqICI

– E não é que existe mesmo Shadowban?

Eu pensei que era “lenda da Internet”. Mas existe mesmo! O “Shadowban” (ficar escondido / despercebido no Instagram, silenciado pelo próprio App) aconteceu comigo.

Ainda estou tentando resolver, mas saiba o que é e como evitá-lo, abaixo,

Extraído de: https://postgrain.com/blog/instagram-shadowban/

O QUE É SHADOWBAN DO INSTAGRAM (E COMO EVITÁ-LO)

Por acaso você sentiu o número de seguidores do seu perfil parar de crescer? O engajamento das suas publicações diminuiu? As fotos não aparecem quando pesquisadas pelas hashtags usadas? O que chamamos de shadowban do Instagram pode ser o responsável por reduzir o alcance do seu perfil no Instagram.

O termo está sendo bastante comentado pelos especialistas em marketing digital, mas muitos profissionais ainda não sabem o que isso significa. Não temos garantias de que o shadowban do Instagram é o que realmente vem afetando o alcance das publicações ou se é uma questão de ajuste de conteúdo.

Juntamos todas as informações que temos sobre o tema, aqui nesse post. Então, caso você ache que foi afetado pelo shadowban, continue lendo que tenho certeza que achará as respostas para muitas das suas dúvidas!

O que é o shadowban no Instagram?

O termo “shadowban” existe desde 2006, mas, apenas recentemente, se disseminou pelo público digital. Por definição, um shadowban é o ato de bloquear um usuário de uma rede social de forma que ele não perceba que foi banido.

Antes de tudo, lembre-se que o Instagram vem implementando um novo algoritmo desde junho de 2016. Como consequência, muitas contas sentiram uma diminuição extrema no envolvimento de suas publicações. Mas, o fato de seu engajamento não está tão bom quanto antes, não significa necessariamente que você foi atingido pelo temido shadowban do Instagram.

Vamos à explicação de fato: um Instagram shadowban é quando suas hashtags se tornam “impossíveis de serem vistas” na aba de descoberta. Ou seja, você pode usar suas hashtags normalmente, contudo, suas publicações só aparecerão nos feeds dos seus seguidores atuais. O que, basicamente, acaba com todo o propósito de usar hashtags estratégicas para fazer com que novos seguidores sejam atingidos pelas suas publicações.

Com isso, suas imagens não poderão ser vistas nos feeds de hashtag de todos aqueles que NÃO o seguem, reduzindo, obviamente, o alcance do seu perfil e tornando, assim, muito mais difícil alcançar uma audiência que ainda não é a sua.

Como saber se seu perfil realmente foi atingido?

Para ter certeza de que seu perfil foi atingido pelo shadowban do Instagram, definimos um passo a passo bem simples:

1. Faça uma publicação no perfil que você desconfia que foi sofreu o shadowban, utilize uma das hashtags que você usa frequentemente, mas que seja menos utilizada, isso vai te ajudar nos próximos passos;

2. Peça que 5 perfis que NÃO o seguem, pesquisem pela hashtag que você usou na publicação e se sua publicação está sendo exibida no feed de hashtags;

3. Se sua publicação não estiver aparecendo para essas pessoas nesse feed, sua conta realmente pode ter sido enquadrada no shadowban.

Mas, não existe necessidade para pânico, vamos ensinar como corrigir o problema!

Como evitar?

Depois de muitas pesquisas, reunimos aqui algumas das razões que podem causar esse problema no seu perfil.

1. Uso de automação, bots e compra de seguidores e ações;

Os termos de uso do Instagram são claros como água: você não pode realizar nenhum tipo de automação, isso inclui ferramentas que realizem qualquer tipo de ação pelo seu perfil. Mas como o Instagram descobre? Bem, em um momento sua ação é realizada na Rússia- onde está localizado o IP da ferramenta de automação que você contratou. No momento seguinte, você acessa o aplicativo pelo seu celular, no Rio de Janeiro, e um segundo IP é registrado por eles. Opa, o Instagram já acende a luz do alerta de que algo de estranho tá acontecendo: como a mesma pessoa está em dois lugares diferentes ao mesmo tempo?

2. Hashtags “quebradas”

Confira se as hashtags que você usa não estejam “banidas” pelo Instagram. É só procurar a hashtag no Instagram, se apenas a seção superior, chamada “principais publicações” aparecer e nada mais, é provável que a hashtag tenha sido banida pelo Instagram. Fique atento e não deixe de fazer essa pesquisa frequentemente. Até mesmo hashtags inocentes acabam sendo usadas para um contexto diferente, como é o caso da hashtag #petite. Como você pode ver na imagem abaixo, é uma hashtag usada pra contextos bem diferentes do que imaginamos apenas lendo a palavra.

3. Usar as mesmas hashtags por muitos meses

Alguns usuários afetados pelo shadowban do Instagram perceberam que por estarem usando continuamente as mesmas hashtags por longos períodos de tempo, o Instagram detectou como spam. Mesmo que você use as mesmas hashtags para manter a continuidade nas publicações, tenha cuidado com o uso, não confie nem mesmo em hashtags criadas pelas marcas. Na realidade, segundo o próprio Instagram, não devemos confiar muito em hashtags em geral! Ainda estamos de olho nessa suspeita, mas recomendamos manter suas hashtags sempre atualizadas e alterá-las sempre que possível.

4. Atividades muito intensas

Se você, de repente, seguir ou deixar de seguir muitas pessoas, ou curtir uma número de alto de publicações, o Instagram percebe que não se trata de ações do dia a dia de um usuário normal, isso pode causar alguns problemas, fique esperto! Tente fazer um uso moderado das ações, tentando nunca realizar interações de maneira robótica.

O que o Instagram fala sobre o shadowban?

Pelo fato de que alguns usuários que não estavam fazendo spam terem sido atingidos pelo “fenômeno”, no começo do ano, o Instagram publicou em sua página do Facebook reconhecendo que o problema com as hashtags é real. Contudo, ao invés de admitir que implementaram o “shadowban”, a empresa disse que havia realizado “melhorias no sistema”. E, pasme, quando foram pressionados por uma resposta sobre como solucionar, disseram que não tinham recursos para resolver o problema.

Encontrar as melhores hashtags para o seu mercado faz parte de uma estratégia de marketing no Instagram! Ou estamos todos enganados? Não se sabe ainda se o shadowban do Instagram tem alguma relação com a maneira como a rede social vem querendo monetizar seu negócio através dos anúncios pagos. De qualquer forma, acaba forçando os perfis comerciais a investir em publicidade paga, isso não podemos negar! Afinal, de uma forma ou de outra, atrapalha a visibilidade dos perfis na aba de pesquisas por hashtags e também daqueles que usam ferramentas de automação.

Como faço para resolver o shadowban no meu perfil?

A gente já escreveu aqui no blog sobre o suporte do Instagram, e sobre como não é a maneira mais fácil, muito menos mais rápida de se conseguir informações. Por isso, a melhor maneira que achamos foi reunindo soluções que funcionaram para outros usuários:

1. Dê um tempo das atividades na sua conta do Instagram

Aguardando um período de 24 a 48 horas sem realizar ações de qualquer tipo no seu perfil, a conta volta ao normal.

2. Revise suas hashtags

Verifique se as hashtags que você usa estão sendo bloqueadas pela rede social. Aproveite, também, para criar um novo mix de hashtags para usar nas suas próximas publicações.

3. Repense o uso de automação

Como adiantamos na dica 1, a primeira coisa a fazer é parar de usar serviços automatizados por um período (de 24 a 48 horas). Outra solução é diminuir a velocidade das ações automatizadas. Em algumas ferramentas, existem os níveis de velocidade de “Lento” a “Rápido”, opte pela primeira opção.

4. Diminua a frequência das suas publicações

O Instagram analisa qualquer característica de spam que um perfil possa vir a ter. A quantidade de publicações que seu perfil realiza também entra nesse critério de análise. Tente manter um número de publicações que um perfil pessoal realiza, por exemplo.

5. Mude de perfil comercial para perfil pessoal

Como dito, pode ser que o Instagram esteja focando nas contas comerciais visto que é mais provável que elas sejam impactadas negativamente pelo shadowban, aumentando as chances de comprar anúncios. Assim, ao mudar de perfil comercial para pessoal, é possível que você “saia” do radar do Instagram.

6. Engaje organicamente com o seu público

Aproveite esse período sem ferramentas de automação para conhecer melhor seus seguidores, faça manualmente essa pesquisa de hashtags e comente nos perfis que acha interessante para a sua marca.

Conclusão

Se você usa o Instagram de forma natural, sem realizar ações de forma exagerada, sem se comportar como um robô e verifica as suas hashtags sempre que possível, fique tranquilo! Não recebemos nenhum feedback de perfis atingidos pelo shadowban do Instagram sem que uma dessas ações que listamos aqui no post tenham sido realizadas.

Não faz muito sentido que o Instagram puna os usuários que estão usando a plataforma de forma autêntica, fazendo uso exatamente como ela foi planejada para ser usada.

O Instagram se atualiza com frequência, assim, de tempos em tempos as coisas inevitavelmente vão mudar no algoritmo. Dessa forma, esse post pode ser atualizado com mais informações em breve, tá ok?

Se você realizou alguma dessas ações, não precisa entrar em pânico! Basta seguir as dicas que listamos aqui.

Seu perfil foi atingido pelo shadowban? Se conseguiu resolver o problema de alguma outra forma, deixa aqui nos comentários! Assim podemos ajudar ainda mais pessoas esclarecendo as dúvidas com a ajuda da comunidade que usa a rede social.

 

Resultado de imagem para instagram shadowban

– O abuso das telas por parte das crianças.

Pela primeira vez na história, uma geração é menos inteligente do que os seus pais. E a culpa é das telas!

Extraído de: https://saude.abril.com.br/blog/pediatria-descomplicada/familia-digital-o-abuso-de-telas-cobra-um-preco-alto-de-todos/

O ABUSO DAS TELAS COBRANDO UM PREÇO ALTO DE TODOS

Não desgrudar de dispositivos tecnológicos atrapalha o desenvolvimento pleno das crianças e afeta o convívio familiar. Precisamos rever esse hábito

É um jantar típico de família. Os celulares estão apoiados sobre a mesa. Cada um possui seu próprio aparelho, que vibra de cinco em cinco segundos, chamando para algo que certamente pode esperar.

O pai utiliza fones sem fio e está numa call interminável. A criança mais nova é colocada diante de um tablet – que passa Mundo de Bita ou Galinha Pintadinha – para que consiga permanecer à mesa. O filho adolescente está preocupado em terminar logo o jantar para postar uma selfie com um filtro novo no Tik Tok. Ao fundo, a televisão ligada anuncia algo no noticiário. Parece uma cena comum para você? Essa é a mais nova geração digital. Ou melhor, família digital.

O fato é que nunca estivemos tão conectados com o mundo que nos cerca – as informações voam. Mas isso não é necessariamente um problema. A grande questão é o tempo que dedicamos às novas tecnologias. Pode reparar: não fazemos ideia da quantidade de horas que passamos em frente às telas. O turno de trabalho acaba e continuamos ali, passeando na rede social, assistindo a séries ou filmes, lendo notícias e fofocas, vendo lives…

O mais assustador é que esse tipo de comportamento se agrava sem nem percebermos. O tempo de tela foge do controle dos pais quando um tablet ou celular cai na mão de uma criança. Pior: perdemos a noção do que elas estão vendo. E é importante lembrar que, fora músicas inocentes e jogos educativos, as redes estão cheias de conteúdos perigosos, com insinuação sexual e cyberbullying, além de vídeos que estimulam o consumismo, definindo o comportamento do jovem e do adolescente.

Temos que refletir sobre onde chegamos. Afinal, o tempo de ócio criativo deixa de existir quando uma tela entra em jogo. Perde-se a capacidade de pensar, inventar, criar histórias. Perde-se a oportunidade de se relacionar com o outro, de dar risada e de curtir momentos em família – como acontecia na mesa de jantar.

Não precisamos (ou não deveríamos) ficar online o tempo todo. Esse comportamento nos desconectou da presença real, do olho no olho e da convivência em família. Isso tudo precisa ser resgatado – e urgentemente.

Estudos de neurociência mostram que o cérebro humano é capaz de fazer 700 a 1 mil conexões cerebrais por segundo nos primeiros anos de vida. Aos 2 anos de idade, teremos mais conexões cerebrais do que aos 6 anos. Apenas as mais importantes serão mantidas até a vida adulta. Que memórias e aprendizados você quer oferecer ao seu filho?

Viva o mundo real

Penso que o desenvolvimento da criança está intimamente ligado à vivência que ela tem do mundo. O brincar, o contato com a natureza e a relação com o outro, por exemplo, são momentos importantes de aprendizado. Muitas tarefas e estímulos podem e devem ser orientados, mas essas experiências mais livres permitem que a criança exercite a capacidade criativa em seu máximo potencial.

São aspectos do desenvolvimento que não podem ser conquistados através de uma tela. Por isso, refiro-me a esse aspecto de alienação digital: devemos perceber o quanto o uso dos eletrônicos nos privaram de tantas outras coisas essenciais.

Longe de mim ser contra o avanço da tecnologia! Seria negar o mundo que nos cerca. Nossos filhos nasceram na era touch, com a facilidade de ter tudo na palma da mão. O digital faz parte da vida deles. O grande dilema, faço questão de frisar, é o mau uso desses recursos.

Segundo o neurocientista francês Michel Desmurget, vivemos um momento histórico, no qual, pela primeira vez, os filhos têm um quociente de inteligência (o famoso QI) mais baixo que o dos pais. Em outras palavras, a geração atual tem menor capacidade cognitiva, apresentando problemas de linguagem, concentração, memória e cultura.

Isso é decorrente da diminuição das interações sociais, da piora da qualidade do sono, do aumento de atividades que não exercitam a mente, entre outras coisas que estão, no fundo, intimamente associadas ao uso abusivo das telas.

De parceiros a vilões

Os dispositivos digitais se transformam em um problema no momento em que deixamos de interagir com nossos filhos da forma que deveríamos. Veja: o cérebro deles é estimulado de outra maneira quando se divertem ao ar livre, usam jogos e brinquedos reais e lidam com pessoas de carne e osso.

Com a pandemia de coronavírus, a situação ficou ainda mais crítica. Afinal, atividades essenciais, como a ida à escola, ficaram restritas (quando possível) ao universo online. E, assim, passou-se um ano inteiro.

Sem falar que muitos pais liberaram as telas não apenas para as aulas, mas também para atuarem como passatempos, já que, além de cuidar das crianças, precisavam trabalhar e manter a casa em ordem.

Mas, como minimizar os danos? Como sobreviver às condições que uma pandemia nos impôs? É urgente que tomemos as rédeas e saibamos controlar o que nossos filhos estão vendo e por quanto tempo. Trago aqui algumas dicas de sobrevivência à tecnologia – elas servem inclusive para os adultos.

1. Comece impondo limites para todos: momentos em família nunca devem acontecer com o celular, tablet ou qualquer tecnologia individual sendo utilizada. Aproveitem o tempo para conversar e interagir de forma real.

2. O horário de refeições deve ser sagrado: nada de celulares à mesa.

3. Controle o tempo de uso: para crianças abaixo de 2 anos, as telas devem ser evitadas ao máximo. Para crianças de 2 a 5 anos, limitar a uma hora por dia. Dos 6 aos 10 anos, permita de uma a duas horas diárias. Para adolescentes entre 11 e 18 anos, de duas a três horas por dia é o suficiente. Todas as atividades devem ser supervisionadas e ter intuito educacional.

4. Não existe segredo na internet! Os pais devem estar cientes dos conteúdos que os filhos assistem, e tomar especial cuidado com aqueles de cunho violento e sexual (com nudez e pornografia), além das práticas de cyberbulling.

5. Tenham (todos) um momento de desconexão. Promova o contato com a natureza, a prática de exercícios físicos e as atividades ao ar livre – que sejam possíveis nesse momento.

6. Estejam atentos aos sinais de que algo não vai bem, como alteração de comportamento, agressividade, irritabilidade, dificuldade para dormir, sonolência excessiva durante o dia ou mesmo apatia. Tudo isso pode sinalizar depressão, ansiedade e até mesmo experiências de violência na internet.

7. Deem o exemplo enquanto pais, aprendendo também sobre o uso racional das tecnologias, já que isso afeta toda a família.

Seguimos nesse processo de constante aprendizado, lembrando sempre que a primeira infância só é vivida uma única vez.

criança brincando com tablet

Excesso de telas traz repercussões para a família toda. Foto: Robo Wunderkind/Unsplash/SAÚDE é Vital

– Dispersão Espiritual e Ruído Litúrgico: como e onde encontrar a paz para rezar?

Dias átras, durante a Missa das 7h na Catedral Nossa Senhora do Desterro (a Igreja Matriz de Jundiaí), o Padre João Marrom abordava como as pessoas se distraem (e distraem as outras) durante a Celebração Eucarística com o uso do celular!

Pois é. Se um telefone tocar em um momento de oração, queiramos ou não, há uma irritação. E se for o “barulho” do WhatsApp?

Pior é que justo na hora da Homilia, quando o padre falava sobre isso, um telefone tocou…

Sábias palavras são aquelas que um dia li na porta de uma igreja: “Desligue o celular e se ligue em Deus”. Mas isso não acontece apenas dentro das Igrejas, mas ao longo do dia. Vivemos tempos de Dispersão Espiritual, onde não conseguimos nos concentrar como devíamos para fazermos nossas preces (sobre isso, abordamos brevemente em outra ocasião no link: http://wp.me/p4RTuC-4TN). E nem precisa ser barulho de pessoas desacostumadas a tomarem cuidados, pode ser o famoso ruído litúrgico (um violão que cai, por exemplo) ou ainda fora dos templos: em casa, no quarto ou na sala (sempre haverá uma TV ligada, um rádio ao fundo ou um vizinho tirando a atenção).

Custa muito desconectarmos dos meios de comunicação eletrônicos e dos compromissos de trabalho ao menos em alguns poucos minutos? Estamos reféns de e-mails, redes sociais, perturbações econômicas e compromissos laborais?

Tudo isso vem de encontro com o que o Papa Francisco tuitou certa vez (olha aí o bom uso das ferramentas sociais, como o Twitter):

O trabalho é importante, mas também igualmente o repouso. Aprendamos a respeitar o tempo do repouso, sobretudo o repouso do Domingo.”

Neste mundo em que os serviços e compromissos são diários e contínuos, no mundo que trabalha 24 horas por dia e de segunda-a-segunda, cada vez mais raro se torna encontrar pai, mãe e filho descansando aos domingos. E seja qual for o dia de repouso (preferencialmente aos domingos), que a família possa se desligar dos compromissos diários e rotineiros para repousar em Deus, ir à Missa, comer sem pressa, esquecer o relógio e não se preocupar com sinal de Internet…

Missão difícil?

Sim. Afinal, nos dias atuais, não é só contra heresias, seitas profanas, modismos anticristãos ou tentações que lidamos, mas também contra a “infoxicação”, que é a necessidade de informação plena, on-line, irrestrita e compartilhada pelos amigos em redes sociais, mesmo que isso leve em detrimento dos escassos momentos que deixamos a Deus…

Foto: a tranquila Capela Nossa Senhora Aparecida na pracinha em Jarinu/SP . Arquivo Pessoal.

– Inteligência Artificial: o que fascina, o que assusta!

Não. Este ensaio não foi produzido no ChatGPT (…)

Continua em: Inteligência Artificial: o que fascina, o que assusta