– Um dia marcante para a história da TV Brasileira!

Que não passe batido: hoje faz 75 anos que se inaugurou a TV Tupi, a 1a emissora da América do Sul e do Brasil!

Hoje a televisão cumpre o seu papel jornalístico, de entretenimento e de outras responsabilidades sociais a contento? Aliás, a interação dela com a internet é cada vez maior e inevitável.

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– O carro elétrico brasileiro.

Carro elétrico? Elon Musk? Tesla?

O visionário de tudo isso foi… Gurgel!

Lembram disso? Abaixo:

– Google Cloud acelera no Brasil com IA, novas TPUs e expansão nacional.

Google Cloud traz Gemini 2.5 e TPUs v6 ao Brasil, expande Summit e lança novas soluções de IA. #GoogleCloud #Inovação #linkezine 🚀 O post 🚀 Google …

Continua em: 🚀 Google Cloud acelera no Brasil com IA, novas TPUs e expansão nacional 🌎

– O preço do Novo iPhone possui mais de 60% de impostos.

O novo iPhone custa R$ 10.500,00! E, acredite, mais de R$ 6.500,00 são de impostos.

Pode?

Abaixo, extraído do Blog do iPhone, em: https://blogdoiphone.com/financas/iphone-air-brasil-impostos/

IPHONE AIR NO BRASIL CUSTA MAIS DE R$ 6.520,00 DE IMPOSTOS.

Você não leu errado. Do preço que você paga em um iPhone novo, mais de 60% do valor não vai para a Apple. Isso a gente já sabe há anos, mas quando vemos o valor numérico, assusta.

Não é a toa que o Brasil sempre figura como um dos países com o preço mais alto de iPhone.

Neste artigo, vamos mostrar um exemplo real da compra de um iPhone Air de 256 GB, detalhando os tributos pagos, e também explicar como funciona a cobrança de impostos no Brasil — que varia de estado para estado.

Comprando um iPhone Air no Brasil

Fizemos o teste e encomendamos um iPhone Air de 256 GB no Brasil, com entrega em Brasília. Por ser parcelado, pagamos o preço cheio: R$ 10.499.

E aqui vem o choque: na nota fiscal, é possível ver que, desse valor, R$ 6.520,33 são só de impostos. Isso significa que quase dois terços do que você desembolsa vão direto para os cofres públicos.

Olha só como ficou a divisão:

  • Impostos federais: R$ 2.740,69
  • Impostos estaduais: R$ 2.099,80
  • ICMS DIFAL (DF): R$ 1.679,84

No fim das contas, a carga tributária chega a 62,1% do preço do iPhone. É de cair o queixo.

Como esses impostos funcionam

Pra entender melhor:

  • Federais: entram aqui tributos como IPI, PIS e Cofins. Eles valem para todo o Brasil.
  • Estaduais (ICMS): cada estado define a sua alíquota, que costuma variar entre 17% e 20% para celulares.
  • ICMS Interestadual e DIFAL: quando você compra de um estado diferente (como acontece na loja online), entra em cena o tal do DIFAL — o “diferencial de alíquota” que garante uma parte da arrecadação para o estado onde o produto vai ser usado.

No exemplo de Brasília, a alíquota interna é de 18%.

Como o iPhone saiu de São Paulo (onde a alíquota interestadual é de 12%), o DF cobrou a diferença de 6%. Esse cálculo deu os R$ 1.679,84 extras no boleto de impostos.

E se fosse em outro estado?

Aí que está: não existe um valor único de imposto para todo o Brasil. Cada estado tem sua própria regra de ICMS, e isso impacta diretamente no preço final.

  • Em São Paulo, a interna também é de 18% → valor parecido com o do DF.
  • No Rio de Janeiro, onde a alíquota é 20% → o consumidor pagaria ainda mais de DIFAL.
  • Já em Santa Catarina, com 17% → a mordida seria um pouco menor.

Ou seja, o imposto varia de acordo com o CEP de quem compra.

Isso é algo novo?

Pior que não. Entra governo, sai governo e o preço do iPhone sempre sofreu pesados impostos de importação.

Usuários de iPhone já conhecem há décadas o conceito de “tarifaço“, pois sempre pagaram mais por comprar o aparelho no Brasil.

Até mesmo Steve Jobs já reclamava dos impostos brasileiros na importação de eletrônicos, chamando de “política maluca de taxação super alta“.

Quanto resta para a Apple?

Bom, se fizermos a matemática dessa história toda, concluímos que a Apple Brasil acaba ficando apenas com R$ 3.979 por este iPhone Air, que é bem menos do preço do mesmo modelo nos Estados Unidos.

É insano.

Conclusão

Tudo isso deixa claro aquilo que muitos já sabem: o grande vilão do preço do iPhone no Brasil é a carga tributária altíssima.

No caso do nosso iPhone Air de 256 GB, R$ 6.520 de um total de R$ 10.499 foram parar em impostos. E dependendo de onde você mora, esse número pode ser ainda maior ou menor, mas sempre alto.

Enquanto isso não muda, o brasileiro segue pagando um dos preços mais altos do mundo para ter um iPhone novo no bolso.

iPhone Air dinheiro

(matéria de Ale Salvatori).

– Quem é o consumidor que vai gastar de verdade?

Quem é o consumidor que realmente vai gastar as riquezas da Economia Global? Os Boomers, a Geração X ou os Millenials?

Muito bacana o artigo que compartilho abaixo, extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/consumidor-conectado-exigente-e-ansioso/

CONSUMIDOR CONECTADO, EXIGENTE E ANSIOSO

por Cecília Andreucci

Altamente digitalizado, pressionado por uma montanha de informações, consumidor desconfia das organizações e da propaganda

Não há mais como falar de consumo sem falar de tecnologia – aliás poucas coisas hoje escapam desta proposição. Nós, brasileiros, somos os mais ávidos por novas tecnologias, inovação e por consumir toneladas de informação disponibilizadas na rede (mesmo ficando ansiosos com tudo isso). O uso de smartphones disparou e nos colocou como uma das nações mais digitalizadas. Somos prodígios nas redes sociais, mas nos preocupamos muito com a possibilidade de nossos dados serem hackeados. E há razões concretas para essa preocupação. Especialistas concordam que não é uma questão de “se” os sistemas de informação serão atacados, mas “quando” e em “qual” proporção. Ninguém está protegido.

Essas informações foram reforçadas pelo presidente global para consumo e varejo de uma grande consultoria internacional em evento recente. Ele apresentou o resultado de uma ampla pesquisa sobre as profundas mudanças nas motivações, atitudes e expectativas do consumidor nesse século, realizada em oito países, dentre eles o Brasil.

O resultado de cada país retrata, naturalmente, seu momento social, econômico e político, mas seguem muitas tendências globais, dentre elas o protagonismo da internet como fonte de informação, a preocupação crescente com a segurança de dados pessoais, a expectativa por qualidade e conveniência, e experiências mais intuitivas e personalizadas.

Outro aspecto pesquisado foi a confiança nas instituições, que atinge 47%. As menos confiáveis são organizações governamentais e as de propaganda – 37% e 26%, respectivamente. Essa última poderia também ser explicada por uma sociedade cada vez mais letrada na disciplina, que nunca desconfiou tanto da comunicação publicitária. Bancos e empresas de saúde gozam o mais alto nível de confiança, ainda que não seja tão alto assim (aproximadamente 60%). No Brasil, saímos fora da curva, abaixo da média, em instituições governamentais, energia e serviços de utilidade pública. Fácil de entender. E confiamos mais nas empresas de tecnologia que os demais países, talvez porque façamos muito uso delas.

E, resultado dos nossos últimos anos complicados, desenvolvemos uma cultura de barganha, passamos por um down trade, procurando produtos com melhor custo-benefício. Com isso, baixamos nosso padrão de consumo. Também reportamos o mais alto nível de preocupação com a aposentadoria (em termos financeiros). E vemos como principal indulgência na vida, a boa comida, o que é bastante frugal.

Outra perspectiva interessante da apresentação tratou da nova demografia etária do planeta e suas peculiaridades em termos de motivação, atenção, conexão, uso do tempo e gastos. Apesar de os Boomers (pessoas nascidas entre anos 40 e meados dos anos 60) terem acumulado muita riqueza, é a geração seguinte, a X, que deve herdá-la e gastá-la. Estima-se que um trilhão de dólares. Geralmente negligenciada pelas estratégias de marketing, é apelidada de geração-sanduíche ou geração-esquecida. A primeira a cuidar de seus pais e de seus filhos simultaneamente, sofre mais pressões por recursos e tempo. Apesar de terem nascidos antes da internet, são bastante digitalizados. Produtos e serviços devem refletir essa realidade.

Dentro da mesma casa que vive um “X”, há uma grande chance de viver um Millennial (nascido entre 1980 e 1999) e um “Z” (nascido depois de 2000). As nativas digitais cresceram na era da explosão das tecnologias de computação e de comunicação. Para a “Z” tudo ocorre, porém, numa dimensão e velocidade mais acentuadas. Se os Millennials queriam conhecer todas as possibilidades digitais, a geração “Z” chegou para fazer a curadoria, criar, projetar e mixar todas as mídias, conteúdos e experiências. Com baixíssima concentração, demandam que sejam seduzidos em segundos, ou outro estímulo vai atraí-los rapidamente.

Nessa casa hipotética, todos seguem se influenciando mutuamente, diariamente.

Não é fácil para a liderança das organizações capturar as necessidades destes grupos. Especialmente porque, como eu, muitos são da geração X, os imigrantes digitais. Para além das pesquisas e consultorias, que contribuem muito, aqueles que convivem de perto com as três outras gerações que habitam o planeta devem ter maior chance de sucesso.

(*) Cecília Andreucci é conselheira de administração, mercadologista e doutora em comunicação.

Consumidor conectado, exigente e ansioso

Imagem extraída do link acima:

– Os Golpes de Emails Ditos Solidários.

Crescem cada vez mais os golpes pela Internet. Alguns nacionais outros estrangeiros. Chegam a ser ridículos! Sempre os recebo, mas alguns, traduzidos por máquinas, são risíveis!

Abaixo alguns exemplos:

Caro amado

Com todo o respeito,

Eu sou a senhora, Jessie Daniel que sofreu envelhecimento. Sou viúva que sofre de doença de longa duração (câncer). Atualmente, estou internada em um hospital privado. Eu tenho algumas informações que eu herdei de meu falecido marido Daniel Wright, que morreu mais tarde em um acidente de trânsito.

Quando meu marido estava vivo, ele depositou a quantia de US $ 3.500.000.00 (três milhões e quinhentos mil dólares) em um banco. Atualmente, esse dinheiro ainda está no banco.

Meu médico me disse que eu não iria durar os próximos três meses, devido ao problema do câncer. Eu preciso de uma pessoa temente a Deus e muito honesto e organização que pode usar estes fundos para a obra de Deus. Meu falecido marido deu instruções de que este fundo deve ser utilizado para fins de caridade, como a construção de escolas, orfanatos, lares, hospitais, etc.

Tomei esta decisão porque não têm qualquer filho que herdará esse dinheiro e eu w formiga Go estaria misericordioso comigo e aceite minha alma. Com Deus todas as coisas são possíveis. Por favor, se você seria capaz de utilizar esses fundos para a obra de Deus gentilmente me responda.

Eu quero que você me enviar a seguinte informação é como abaixo.

O seu nome completo ————————-

Seu endereço ——————————–

Seu País ————————————

Your Age ————————————

Profissão ———————————–

Seu sexo ————————————

Assim que eu receber a sua resposta vou dar-lhe o contacto do Banco. Eu também irá emitir uma carta de autoridade que vai provar que o presente beneficiário deste fundo.

Na esperança de receber a sua resposta. Permanecer abençoado no Senhor.

Obrigado,

Sra Jessie Daniel

Outros são menos nocivos, mas tanto quanto idiotas pela tradução das máquinas/programas usados pelos aproveitadores:

Olá, 

Bom dia, eu sou Larissa e a minha empresa é Qingdao Zhengshengyuan industry Co.Ltd, que é uma empresa profissional de plástico. 

Forneço materiais de plástico, o preço é barato, mas tem boa qualidade. 

Por favor comunica comigo.

Obrigada

Larissa

Qingdao Zhengshengyuan industry Co.,Ltd.

Telefone: +86-0532-66828111

Fax:     +86-0532-66828111

skype:   zsyindustry

Endereço: No.27 Estrada deFulong de Cidade de Qingdao de Província de Shandong da China.

Pior são aqueles que tem aviso de “chave de segurança do banco”, anexos e outros truques para instalar cavalos de tróia.

Uma grande curiosidade: os inventores disso são descobertos? Presos? Punidos?

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– Spam no Facebook: Por Que o Seu Feed Está Poluído com Conteúdo Aleatório?

Se você tem notado um aumento de publicações estranhas e aleatórias no seu feed do Facebook, saiba que não está sozinho. Cada vez mais usuários …

Continuo em: Spam no Facebook: Por Que o Seu Feed Está Poluído com Conteúdo Aleatório?

– How ChatGPT Can Make Freelance Life Easier.

The freelance life is often painted as a dream of independence: working from anywhere, choosing your clients, and enjoying flexible hours. But anyone…

Continua em: How ChatGPT Can Make Freelance Life Easier

– Why ChatGPT Is Here to Stay: A Freelancer’s Perspective.

Artificial intelligence has arrived at a turning point. Just a few years ago, most people thought of AI as something reserved for tech giants, …

Original em: Why ChatGPT Is Here to Stay: A Freelancer’s Perspective

– Dados, algoritmos e democracia: quem controla sua vida digital?

Controle de dados e algoritmos ameaça direitos e democracia no mundo digital 🔐🌍 #ProteçãoDeDados #DemocraciaDigital #linkezine O post 🔐📊 Dados, …

Continua em: 🔐📊 Dados, algoritmos e democracia: quem controla sua vida digital? 🤔🌍

– Perplexity surpreende e oferece US$ 34,5 bi para comprar Chrome do Google.

Perplexity oferece US$ 34,5 bi pelo Chrome do Google 🌐💻 #Tecnologia #Perplexity #linkezine O post Perplexity surpreende e oferece US$ 34,5 bi para …

Continua em: Perplexity surpreende e oferece US$ 34,5 bi para comprar Chrome do Google 🚀

– What’s Wrong with Google Drive, Dropbox and One Drive?

In recent years, cloud data management tools such as Google Drive, Dropbox, and OneDrive have become essential tools for businesses and organisations…

Continua em: What’s Wrong with Google Drive, Dropbox and One Drive?

– Há 32 anos, nascia o Telefone Celular no Brasil.

Veja que interessante: a Telesp Celular começava a operacionalizar o telefone celular, 32 anos atrás.

Eu me lembro bem: era caríssimo. Assinatura de 40 dólares, fora o custo das tarifas (realizadas e recebidas)!

Qual foi o seu primeiro celular?

APARELHO CELULAR MOTOROLA Startac - Coopermiti

Imagem extraída de: https://coopermiti.com.br/museu/aparelho-celular-motorola-startac/

 

– 80 anos da Bomba de Hiroshima.

Há 8 décadas, o mundo se assustava com o poderio dos EUA e sua bomba atômica sobre a cidade japonesa de Hiroshima.

O poder devastador dela impressionou: prédios e pessoas eram desintegrados! E os efeitos da radiação perpetuam até hoje.

Reflita: se uma bomba fez isso há tanto tempo, imagine com a atual tecnologia e com a quantidade de ogivas existentes…

Independente de quem era vilão ou mocinho na 2a Guerra Mundial, todo conflito deve priorizar sempre o diálogo.

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IN ENGLISH, by Gemini IA –


Eighty years ago, the world was shocked by the power of the U.S. and its atomic bomb dropped on the Japanese city of Hiroshima.

Its devastating power was impressive: buildings and people were disintegrated! And the effects of the radiation persist to this day.

Reflect on this: if one bomb did that so long ago, imagine what’s possible with today’s technology and the number of warheads in existence…

Regardless of who was the hero or villain in World War II, all conflict must always prioritize dialogue.

– A culpa de Fake News seria da tia do What’sApp?

Veja que interessante: li sobre Claire Wardle, a diretora de uma ONG chamada First Draft, que combate a informação falsa. Disse ela a respeito da proliferação de Fake News no nosso cotidiano:

“Podemos culpar as redes sociais, a nossa mãe e os Governos pela desinformação. Queremos uma solução fácil, que é culpar o Facebook. Mas todos somos responsáveis pela crise da informação”.

E não é verdade? Quantas vemos ingenuamente damos crédito a notícias falsas? Ou perdemos tempo em ler mentiras, fatos inverídicos e tantas bobagens’?

Já ouvi um amigo dizendo que “a culpa é da tia do What’sApp”, mostrando a figura daquela senhora simples, pura, e que replica fake news com a melhor das boas intenções sem saber! E isso é uma realidade indiscutível: quantos não são enganados e enganam os outros involuntariamente?

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O dia em que a invenção de Steve Jobs (o iPhone) foi desdenhada.

Os erros que a Apple iria cometer quando lançasse seu maior equívoco (para alguns concorrentes), o iPhone, foram retratados nesse artigo bem curioso.

Abaixo (extraído do BlogdoIphone.com):

O DESDÉM INICIAL DO IPHONE 

O desdém inicial pelo iPhone

Muitos se arriscaram na época a prever o futuro catastrófico (SIC) do iPhone. “Especialistas” que queimaram a língua por não verem o futuro chegando.

O iPhone era tão diferente de tudo até ali que muitas mudanças foram difíceis de absorver. A falta completa de um teclado físico era uma das críticas mais usadas pelos detratores, além do fato dele ser “grande” para o padrão da época.

O CEO da Palm chegou a dizer na época “Os caras dos computadores não vão agora chegar e mostrar como se faz. Não é só chegar e fazer“.

Já um outro analista do Bloomberg não acreditava que o iPhone duraria muito tempo:

“O iPhone não é nada mais do que um brinquedo de luxo que vai apelar para alguns loucos por gadgets. Em termos de seu impacto sobre a indústria, o iPhone é menos relevante. É pouco provável que a Apple faça algum impacto neste mercado. A Apple vai vender um pouco para alguns de seus fãs, mas o iPhone não vai marcar a indústria a longo prazo.”

Michael Kanellos, da CNET, foi ainda mais categórico, prevendo o fracasso total do aparelho:

“A Apple está se preparando para lançar um novo telefone… E ele vai fracassar. As vendas deste telefone até irão disparar no começo, mas as coisas vão se acalmar e o telefone da Apple vai tomar o seu lugar nas prateleiras com as câmeras de vídeo aleatórias, telefones celulares, roteadores sem fio e outros possíveis acertos. Quando o iPod surgiu no final de 2001, ele resolveu alguns problemas importantes com MP3 players. Infelizmente para a Apple, são problemas que não existem no setor de telefonia. Os telefones celulares não são desajeitados, dispositivos inadequados. Em vez disso, eles são muito bons. Muito bons.”

Nem mesmo a Microsoft estava acreditando no que estava acontecendo. O diretor de marketing da empresa, Richard Sprague, comentou na época:

“Eu não posso acreditar nesta atenção toda que está sendo dada para o iPhone … Eu só tenho que saber quem vai querer uma coisa dessas (além do fanático religioso). Então, por favor,  favorite este post e volte daqui dois anos para ver os resultados da minha previsão : eu prevejo que o iPhone não vai vender nem perto dos 10 milhões [de unidades] que Jobs prevê para 2008.”

E claro, não podemos esquecer do comentário que ficou na história, vindo da boca do então presidente da Microsoft, Steve Ballmer:

Confira um outro artigo com uma coletânea de frases ditas contra o iPhone. Aproveite também para analisar os comentários que nossos leitores fizeram há cinco anos.

iPhone 11 de 256 GB – Amarelo - Apple (BR)IN ENGLISH –


The errors that Apple was supposedly going to make when it launched its biggest blunder (for some competitors), the iPhone, were portrayed in this very curious article.

Below (extracted from BlogdoIphone.com):

THE IPHONE’S INITIAL DISDAIN

The initial disdain for the iPhone

Many at the time dared to predict the catastrophic (SIC) future of the iPhone. “Experts” who ate their words for not seeing the future coming.

The iPhone was so different from everything before it that many changes were difficult to absorb. The complete lack of a physical keyboard was one of the most common criticisms from detractors, besides the fact that it was “big” by the standards of the time.

The CEO of Palm even said at the time: “The computer guys aren’t just going to come in now and show us how it’s done. It’s not just about showing up and doing it.”

Another Bloomberg analyst didn’t believe the iPhone would last long:

“The iPhone is nothing more than a luxury toy that will appeal to a few gadget freaks. In terms of its impact on the industry, the iPhone is less relevant. Apple is unlikely to make any impact in this market. Apple will sell a few to some of its fans, but the iPhone will not make its mark on the industry in the long term.”

Michael Kanellos of CNET was even more categorical, predicting the device’s total failure:

“Apple is getting ready to launch a new phone… And it will fail. Sales of this phone will even surge at first, but things will calm down and Apple’s phone will take its place on shelves with random video cameras, cell phones, wireless routers, and other possible successes. When the iPod emerged in late 2001, it solved some important problems with MP3 players. Unfortunately for Apple, these are problems that don’t exist in the phone industry. Cell phones are not clunky, inadequate devices. Instead, they are very good. Very good.”

Not even Microsoft believed what was happening. The company’s marketing director, Richard Sprague, commented at the time:

“I can’t believe all this attention being given to the iPhone… I just have to know who would want such a thing (besides the religious fanatic). So, please, favorite this post and come back in two years to see the results of my prediction: I predict that the iPhone will not sell anywhere near the 10 million [units] that Jobs predicts for 2008.”

And of course, we can’t forget the comment that made history, coming from the mouth of the then Microsoft president, Steve Ballmer:

Check out another article with a collection of quotes made against the iPhone. Also, take the opportunity to analyze the comments our readers made five years ago.


– Precisamos de Desintoxicação Digital?

Cada vez mais estamos dependendo da tecnologia no nosso dia-a-dia. Muitas vezes, somos reféns dela. Mas aí vem outra questão: e quando estamos viciados pelos celulares, computadores e outros eletrônicos?

Olha que assunto interessante: Clínicas para Desintoxicação Digital!

QUANTO TEMPO É NECESSÁRIO PARA UMA ‘DESINTOXICAÇÃO DIGITAL’?

DA BBC BRASIL

Na era de “ansiedade digital” em que vivemos, mais e mais pessoas optam por uma medida radical –divulgada por um movimento que começou há cinco anos nos Estados Unidos– para lidar com a dependência da internet e das redes sociais: “desconectar” de tudo.

O princípio é semelhante ao do tratamento de pessoas com adicções a substâncias químicas, a ideia de “limpar” o corpo.

E se você não lembra da última vez que foi dormir sem usar o celular pouco antes de fechar os olhos, e se faz muito tempo que não deixa de conferir as redes sociais ou sai de casa sem o telefone, pode estar precisando de uma “desintoxicação digital”.

“Desconecte para reconectar” é o lema da Digital Detox, uma das organizações que iniciaram o movimento em San Francisco (EUA), em 2012, apenas um ano antes do dicionário Oxford incluir pela primeira vez o termo “desintoxicação digital” em suas páginas.

Seu fundador, Levi Felix, trabalhava 70 horas sem descanso por semana em uma start-up, até ser hospitalizado por exaustão em 2008.

Pouco tempo depois, ele trocou seu computador por uma mochila. Foi com sua namorada viajar pelo mundo e se mudou para uma ilha remota no Sudeste Asiático.

A experiência abriu seus olhos e o inspirou a criar a sua própria empresa –dois anos e meio e 15 países depois– com a ideia de organizar retiros de ioga e meditação para ajudar as pessoas a se desconectar da tecnologia.

Desde então, o número de iniciativas para o mesmo fim não parou de crescer. Veja abaixo algumas delas e o tempo de “desintoxicação” que sugerem:

DESCANSO DIGITAL DE PELO MENOS 3 DIAS

“Vivemos em um mundo cada vez mais digitalizado”, conta à BBC Mundo Martin Talk, fundador da Digital Detoxing, uma empresa com sede no Reino Unido que “ajuda pessoas a encontrar um equilíbrio saudável entre as tecnologias digitais e o mundo não digital.”

Martin organiza “retiros digitais” para que seus clientes possam deixar o mundo tecnológico de lado por um tempo e curar seu vício digital ,”geralmente por um período mínimo de três dias.”

“As pessoas precisam de tempo para se adaptar”, diz ele. “A reação inicial é o horror de ter o telefone longe ou efeitos como a ‘vibração fantasma’ no bolso, o que os faz pensar que o dispositivo está tocando, mesmo quando ele não está lá.”

No entanto, e apesar do sofrimento inicial, Martin diz que as pessoas começam a se sentir “muito mais relaxadas” à medida que o processo avança.

“Muitos descrevem a sensação como uma respiração profunda de ar fresco. As pessoas se sentem mais envolvidas com o mundo ao seu redor”, diz o especialista.

RETIRO DE SILÊNCIO: 10 DIAS

Carla, uma jovem espanhola que mora na Holanda, teve uma experiência semelhante há apenas um mês em Mianmar. Durante 10 dias, desligou completamente seu telefone e as redes sociais e participou de um retiro de silêncio em um monastério budista. Longe da tecnologia, com o único propósito de meditar e se “reconectar” com ela mesma.

“Nos primeiros cinco dias, eu estava querendo fazendo as malas para ir embora. Foi difícil. Mas eu não desisti e decidi viver a experiência até o fim”, disse ela à BBC Mundo.

Geralmente, esse tipo de retiro não pode durar menos tempo. A experiência implica em levantar-se todos os dias às 4h00 e meditar por duas horas, tomar café da manhã, fazer meditação em grupo, comer, e meditar até o fim do dia (e ir para a cama sem jantar).

Mas como é voltar ao “mundo digital”, depois de uma experiência como essa?

“Eu me senti diferente, como se estivesse faltando alguma coisa, como se não estivesse conectada com o mundo”, diz Carla.

“Usar o celular de novo foi o mais estranho. Não tinha certeza se queria ligar de novo. Mas acho que mais pessoas deveriam ter a mesma experiência para aprender a controlar o hábito.”

Carla fala do retiro como uma provação –que ela não se arrepende de ter enfrentado.

TERAPIA DE DESCONEXÃO: AO MENOS 6 MESES

Marc Masip, psicólogo e diretor do Instituto de Psicologia Desconecta, em Barcelona, ​​disse à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, que “é muito difícil largar [o telefone e redes sociais], mas é muito fácil voltar a se envolver”.

Masip diz que a “intoxicação digital” é tratada como qualquer outro vício, embora, neste caso, sem substâncias relacionadas a ele, mas comportamentos.

Ele enfatiza que cada caso é diferente, mas é necessário ao menos seis meses de terapia cognitiva-comportamental para mudar de hábitos e o tratamento ser eficaz.

“Na verdade, não se trata de quanto tempo de terapia é necessário. Trata-se de averiguar por que houve tal vício e que conflitos ele causou”.

Seu programa inclui acampamentos de desintoxicação, com esportes, meditação e sessões psicológicas.

“No início, os pacientes nos dizem que têm ansiedade, mas, em seguida, se sentem mais relaxados. Eles melhoram todos os aspectos de sua vida, do trabalho às relações sociais”, explica Masop.

“A conscientização social é necessária para percebermos que temos um problema e fazer um plano individualizado para cada pessoa. Há um perfil de um viciado e um roteiro, mas cada caso é diferente.”

A parte mais difícil, diz Masop, é perceber que existe uma dependência.

ADOTAR A IDEIA: 1 DIA

Frances Booth, especialista em desintoxicação digital e autora de “The Distraction Trap: How to Focus in a Digital World” (A Armadilha da Distração: Como se Concentrar em um Mundo Digital, na tradução livre) diz que precisamos nos desconectar do mundo digital por razões de “saúde e produtividade.”

“Muitas pessoas estão estressadas e sobrecarregadas pelo excesso de informação e sofrem pela demanda de estar constantemente conectada. Precisamos alcançar um melhor equilíbrio”, disse a jornalista à BBC Mundo.

Booth aponta que fazer uma desintoxicação digital “pode ​​ajudá-lo a recuperar o equilíbrio e, quando você retornar ao trabalho, você estará mais produtivo.”

Mas por quanto tempo é necessário?

“É incrível a diferença que pode fazer apenas um dia sem estar constantemente conectado”, diz a autora.

“Você começa a ter a noção de ter tempo para outras coisas e pensar sem interrupções constantes.”

E para descobrir se você precisa da desintoxicação, recomenda fazer a pergunta: “Você é capaz de ir até a loja da esquina sem levar seu smartphone?”

Tanya Goodin, fundadora da empresa especializada em desintoxicação digital Time To Log Off (Hora de desconectar), em Londres, diz que “inclusive uma hora ou duas são suficientes para se ‘reiniciar’ e acalmar a mente da constante estimulação digital.”

“Mas para melhores benefícios (especialmente um melhor descanso) recomendamos 24 horas”, diz à BBC Mundo.

Em seus retiros especializados, Goodin garante que os hóspedes ficam longe de “todos os dispositivos digitais” e os armazenam em um lugar reservado, a sete chaves.

Mas não há necessidade de ir a um retiro para fazer uma desconexão digital.

“Se você quiser fazer isso em casa, basta colocar todos os seus equipamentos em uma gaveta ou em um armário fechado. Não tente desconectar do mundo digital com seu celular e laptop por perto”, recomenda Goodin.

E, para ser eficaz, precisa “desligar completamente o seu telefone, tablet, computador ou qualquer outro aparelho digital. Isso significa não se conectar a redes sociais e se isolar completamente [de forma temporária] do mundo digital.”

E para quem ainda tem dúvidas sobre a necessidade ou não de se desconectar ou mesmo “desintoxicar”, Goodin oferece o seguinte conselho: “Se você perceber que você tem falta de sono e que você tem dificuldade para se concentrar ou que seu humor se deteriora sempre que você usa redes sociais, uma desintoxicação digital será, sem dúvida, de grande ajuda.”

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

IN ENGLISH – We are becoming increasingly dependent on technology in our daily lives. Often, we are held hostage by it. But then another question arises: what about when we are addicted to cell phones, computers, and other electronics?

Here’s an interesting topic: Digital Detox Clinics!

HOW LONG IS A ‘DIGITAL DETOX’ NECESSARY?

FROM BBC BRAZIL

In the era of “digital anxiety” we live in, more and more people are opting for a radical measure – popularized by a movement that began five years ago in the United States – to deal with internet and social media addiction: to “disconnect” from everything.

The principle is similar to the treatment for people with chemical substance addictions, the idea of “cleansing” the body.

And if you can’t remember the last time you went to sleep without using your phone right before closing your eyes, and if it’s been a long time since you stopped checking social media or left home without your phone, you might be needing a “digital detox.”

“Disconnect to reconnect” is the motto of Digital Detox, one of the organizations that started the movement in San Francisco (USA) in 2012, just one year before the Oxford dictionary first included the term “digital detox” in its pages.

Its founder, Levi Felix, worked 70 hours non-stop a week at a start-up until he was hospitalized for exhaustion in 2008.

Shortly after, he traded his computer for a backpack. He traveled the world with his girlfriend and moved to a remote island in Southeast Asia.

The experience opened his eyes and inspired him to create his own company – two and a half years and 15 countries later – with the idea of organizing yoga and meditation retreats to help people disconnect from technology.

Since then, the number of initiatives for the same purpose has not stopped growing. See some of them below and the suggested “detox” time:

AT LEAST 3 DAYS OF DIGITAL REST

“We live in an increasingly digitized world,” Martin Talk, founder of Digital Detoxing, a UK-based company that “helps people find a healthy balance between digital technologies and the non-digital world,” tells BBC Mundo.

Martin organizes “digital retreats” so that his clients can put the technological world aside for a while and cure their digital addiction, “usually for a minimum period of three days.”

“People need time to adapt,” he says. “The initial reaction is the horror of having the phone away or effects like ‘phantom vibration’ in the pocket, which makes them think the device is ringing, even when it’s not there.”

However, despite the initial suffering, Martin says people start to feel “much more relaxed” as the process progresses.

“Many describe the feeling as a deep breath of fresh air. People feel more engaged with the world around them,” says the expert.

SILENCE RETREAT: 10 DAYS

Carla, a young Spaniard living in the Netherlands, had a similar experience just a month ago in Myanmar. For 10 days, she completely turned off her phone and social media and participated in a silent retreat at a Buddhist monastery. Away from technology, with the sole purpose of meditating and “reconnecting” with herself.

“For the first five days, I wanted to pack my bags and leave. It was difficult. But I didn’t give up and decided to live the experience until the end,” she told BBC Mundo.

Generally, this type of retreat cannot last less time. The experience involves getting up every day at 4:00 AM and meditating for two hours, having breakfast, group meditation, eating, and meditating until the end of the day (and going to bed without dinner).

But what is it like to return to the “digital world” after an experience like this?

“I felt different, as if something was missing, as if I wasn’t connected to the world,” says Carla.

“Using the phone again was the strangest thing. I wasn’t sure if I wanted to turn it on again. But I think more people should have the same experience to learn to control the habit.”

Carla talks about the retreat as an ordeal – which she does not regret having faced.

DISCONNECTION THERAPY: AT LEAST 6 MONTHS

Marc Masip, psychologist and director of the Disconecta Psychology Institute in Barcelona, told BBC Mundo, the BBC’s Spanish service, that “it’s very difficult to drop [the phone and social media], but it’s very easy to get back into it.”

Masip says that “digital intoxication” is treated like any other addiction, although, in this case, without related substances, but behaviors.

He emphasizes that each case is different, but at least six months of cognitive-behavioral therapy is needed to change habits and for the treatment to be effective.

“Actually, it’s not about how much therapy time is needed. It’s about finding out why there was such an addiction and what conflicts it caused.”

His program includes detox camps, with sports, meditation, and psychological sessions.

“At first, patients tell us they have anxiety, but then they feel more relaxed. They improve all aspects of their lives, from work to social relationships,” explains Masop.

“Social awareness is needed for us to realize that we have a problem and to make an individualized plan for each person. There is a profile of an addict and a roadmap, but each case is different.”

The hardest part, says Masop, is realizing that there is a dependency.

EMBRACING THE IDEA: 1 DAY

Frances Booth, digital detox expert and author of “The Distraction Trap: How to Focus in a Digital World,” says we need to disconnect from the digital world for reasons of “health and productivity.”

“Many people are stressed and overwhelmed by information overload and suffer from the demand to be constantly connected. We need to achieve a better balance,” the journalist told BBC Mundo.

Booth points out that doing a digital detox “can help you regain balance and, when you return to work, you will be more productive.”

But for how long is it necessary?

“It’s amazing the difference just one day can make without being constantly connected,” says the author.

“You start to get a sense of having time for other things and thinking without constant interruptions.”

And to find out if you need detox, she recommends asking the question: “Are you able to go to the corner store without taking your smartphone?”

Tanya Goodin, founder of the digital detox specialized company Time To Log Off in London, says that “even an hour or two is enough to ‘reset’ and calm the mind from constant digital stimulation.”

“But for better benefits (especially better rest) we recommend 24 hours,” she tells BBC Mundo.

In her specialized retreats, Goodin guarantees that guests are kept away from “all digital devices” and stored in a reserved, seven-locked place.

But there’s no need to go to a retreat to do a digital disconnection.

“If you want to do this at home, just put all your equipment in a drawer or a locked cabinet. Don’t try to disconnect from the digital world with your cell phone and laptop nearby,” Goodin recommends.

And, to be effective, you need to “completely turn off your phone, tablet, computer or any other digital device. This means not connecting to social media and completely isolating yourself [temporarily] from the digital world.”

And for those who still have doubts about the need or not to disconnect or even “detox,” Goodin offers the following advice: “If you notice that you lack sleep and that you have difficulty concentrating or that your mood deteriorates whenever you use social media, a digital detox will undoubtedly be of great help.”

– Uma imagem emblemática: humanos e máquinas!

Será que nossa sociedade chegará a tal ponto, como ilustrado na foto?

Ou talvez já estejamos perto desse momento?

Para refletir, abaixo:

– Robô com IA é criado para assumir tarefas humanas na indústria europeia.

Hexagon lança AEON, robô com IA que atua em indústrias com agilidade e precisão 🤖🔧 #RobóticaIndustrial #TecnologiaComIA #linkezine O post Robô com …

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– Nvidia atinge US$ 3,9 trilhões e se aproxima do topo histórico do mercado global.

💻 Nvidia atinge US$ 3,92 trilhões e lidera corrida global da IA com chips de ponta. #nvidia #inteligenciaartificial #linkezine 🚀📊 O post Nvidia …

Continuas em: Nvidia atinge US$ 3,9 trilhões e se aproxima do topo histórico do mercado global

– WhatsApp deixará de funcionar em 16 celulares a partir desta terça-feira.

🚫 WhatsApp para de funcionar em 16 celulares nesta terça (1º/7); veja lista! Faça backup e atualize seu sistema. #tecnologia #linkezine 📲📤 O post …

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– Maturidade Digital: o que realmente sustenta um avanço?

Vivemos um tempo em que a palavra “transformação digital” já perdeu a força de novidade. Ela se espalhou como um mantra corporativo, presente em …

Continua em: Maturidade Digital: o que realmente sustenta um avanço?

– O direito de se desconectar do trabalho aumentará a produtividade?

Na Bélgica, o Governo permitiu que os funcionários públicos tenham “o direito de não serem incomodados fora do expediente de trabalho por mídias eletrônicas”. Em troca, espera-se o aumento de produtividade.

Veja que interessante e avalie: a iniciativa privada entrará nessa onda?

Extraído de: https://epocanegocios.globo.com/Mundo/noticia/2022/02/os-belgas-que-ganharam-direito-de-se-desconectar-do-trabalho.html

OS BELGAS QUE GANHARAM O DIREITO DE SE DESCONECTAR DO TRABALHO

A partir de fevereiro, funcionários públicos da Bélgica não poderão ser contatados fora do horário de expediente

Embora tenha um dia sonhado em ser chef de cozinha, Delphine acabou se tornando funcionária pública. Mas ela ainda faz questão de dedicar tempo para cozinhar. “É uma das minhas paixões”.

A belga de 36 anos está preparando um jantar para seus amigos Catherine e Roch. O prato é Hachis Parmentier, uma receita à base de carne moída e purê de batata. Enquanto frita cebolas, Delphine me conta que celebrou o fato de vários funcionários públicos da Bélgica estarem ganhando o “direito de se desconectar”.

“Especialmente para os jovens, não é claro quando eles devem ou não estar disponíveis”, disse.

“Porque quando você começa num emprego novo, você quer ser perfeito e você pensa: ‘Se eu não responder àquele email às 22h, talvez meu chefe não goste’. Então, agora, acho que haverá uma mudança cultural”, diz.

Desde o dia 1° de fevereiro, 65 mil funcionários públicos passaram a não poder ser contatados fora do horário de expediente. Há algumas exceções- por acordo ou se for algo tão urgente que não possa esperar. E isso não significa que não haverá funcionários de plantão.

Estresse e burnout

Um segundo princípio estabelecido pelas novas regras é que funcionários não poderão ser prejudicados por não atender o telefone ou responder a e-mails fora do horário de expediente.

A ministra da Administração Pública, Petra De Sutter, acredita que as mudanças vão aumentar a eficiência. Ela diz que a linha entre trabalho e vida pessoal tem se tornado cada vez mais cinzenta com a pandemia, com tantas pessoas trabalhando de casa.

Sem o direito de desconectar, ela diz, “o resultado seria estresse e burnout, e isso é uma doença real nos dias de hoje”. Essa mudança de regra é relativamente fácil de implementar porque só se aplica a funcionários públicos federais.

Um projeto para estender a prática para o setor privado poderá receber maior resistência. “O direito de desconectar não deve ser aplicado ao setor privado”diz Eric Laureys, da Voka, rede belga de empresas. Ele diz que essa mudança poderia “desfazer” o progresso visto durante a pandemia em flexibilizar rotinas de trabalho.

“Seria um grande sinal de desconfiança na abilidade dos empregadores de organizar o trabalho.”

Len Shackleton, pesquisador da Think Tank Instituto de Assuntos Econômicos e professor de economia na Universidade de Buckingham, concorda que o “direito de se desconectar” prejudicaria a flexibilidade.

“Restrições em contatar trabalhadores fora do horário de expediante seriam só uma dose a mais de regulação.” Petra De Sutter insiste que a medida não será um obstáculo à flexibilidade de trabalho, quando isso for do desejo do empregado.

“Por outro lado, temos que proteger direitos básicos dos trabalhadores”, diz ela.

Já Delphine ri quando perguntada se o “direito de se desconectar” não pode alimentar a ideia de que funcionários públicos trabalham pouco ou que estão sempre de olho no horário do fim do expediente.

Ela diz que isso é um clichê antigo e garante que a carga de trabalho aumentou nos últimos anos. “Acho que fazemos mais com menos pessoas, normalmente. Não acho que trabalhamos pouco.”

Outros países já aprovaram mudanças semelhantes, como a França. Na Bélgica, o próximo estágio do debate é verificar se um grupo maior de trabalhadores deveria, também, ganhar o direito de se desconectar.

A ministra da Administração Pública da Bélgica, Petra De Sutter, diz que a mudança vai aumentar a eficiência (Foto: AFP via BBC News)

– A IA para o mal…

Que absurdo…

A Inteligência Artificial foi usada para fins criminosos, infelizmente. E tem sido uma constante.
Tudo o que pode ser usado para o bem, deve ser preservado.

Não façamos mal uso da IA!

Na imagem, a vítima (Dr Drauzio Varella):

– Maior vazamento da história expõe bilhões de senhas no mundo digital

🚨 16 bilhões de senhas vazadas! Risco global envolve Apple, Google e Facebook. Alerta para fraudes digitais! #CiberataqueGlobal #linkezine 🔐 O post…

Continua em: Maior vazamento da história expõe bilhões de senhas no mundo digital

– Marisa Maiô viraliza e reacende debate sobre IA e realidade nas redes.

Marisa Maiô viraliza 📱 e levanta debate sobre IA realista 🤖📺 #MarisaMaio #InteligenciaArtificial #linkezine O post Marisa Maiô viraliza e reacende…

Continua em: Marisa Maiô viraliza e reacende debate sobre IA e realidade nas redes

– As câmeras corporais dos árbitros na Copa do Mundo de Clubes!

Ainda não temos nenhum jogo de futebol oficial com imagens produzidas com a mesma visão dos árbitros. E essa será a maior novidade do Super Mundial de Clubes da FIFA.

Eu sempre disse que o jogo da arquibancada é diferente do campo. O árbitro está posicionado sempre ao alcance da visão para a bola, esforçando-se para desenvolver a visão periférica, a fim de ver os arredores.

Com essas câmeras, o torcedor enxergará um outro jogo, com uma diferença: será possível ver DE ONDE o árbitro vê, não COMO ele vê! E o motivo é simples: durante o jogo, o suor escorre nos olhos durante a corrida, o árbitro pisca, respira, tosse… e nesse milésimo de segundo, ele não vê o lance capital e comete um erro significativo. As câmeras não terão essa “pausa de visão”, e nem outro fator: o “calor / vibração” do jogo. 

A mesma imagem fria que você verá do sofá, na dinâmica do jogo, poderá ser interpretada diferente pelo juiz.

Aqui, um exemplo do é essa tecnologia, quando usada no rúgbi: https://cdn.jwplayer.com/previews/cI2uwQCo

 

– As câmeras corporais dos árbitros na Copa do Mundo de Clubes!

Ainda não temos nenhum jogo de futebol oficial com imagens produzidas com a mesma visão dos árbitros. E essa será a maior novidade do Super Mundial de Clubes da FIFA.

Eu sempre disse que o jogo da arquibancada é diferente do campo. O árbitro está posicionado sempre ao alcance da visão para a bola, esforçando-se para desenvolver a visão periférica, a fim de ver os arredores.

Com essas câmeras, o torcedor enxergará um outro jogo, com uma diferença: será possível ver DE ONDE o árbitro vê, não COMO ele vê! E o motivo é simples: durante o jogo, o suor escorre nos olhos durante a corrida, o árbitro pisca, respira, tosse… e nesse milésimo de segundo, ele não vê o lance capital e comete um erro significativo. As câmeras não terão essa “pausa de visão”, e nem outro fator: o “calor / vibração” do jogo. 

A mesma imagem fria que você verá do sofá, na dinâmica do jogo, poderá ser interpretada diferente pelo juiz.

Aqui, um exemplo do é essa tecnologia, quando usada no rúgbi: https://cdn.jwplayer.com/previews/cI2uwQCo

 

– O Celular roubou as funções de tantos outros aparelhos…

Nessa engraçadinha charge, abaixo, uma verdade: os smartphones fazem tudo, permitindo que não usemos muitos outros equipamentos de outrora.

Como discordar? Veja:

– O que é Stalking e o que fazer se alguém te seguir?

Serviço de utilidade pública: o que é stalking?

Extraído de: https://canaltech.com.br/amp/seguranca/o-que-e-stalking-como-se-proteger-205060/

O QUE É STALKING E COMO SE PROTEGER?

Com o acesso cada vez mais fácil à internet, manter a privacidade e a segurança tem sido difícil. Nesse cenário, o stalking está cada vez mais presente. Esse ato de perseguir alguém, de forma persistente e incessante, ocorre geralmente quando um indivíduo cria uma obsessão por outro e passa a persegui-lo virtual ou presencialmente.

Quando isso acontece, o perseguidor (chamado de stalker) passa a monitorar constantemente o perseguido, coleta informações sobre ele e o cerca em vários espaços. “Se a vítima publica uma foto na internet e marca onde e com quem está, informa quem está aguardando essas informações”, aponta Afonso Morais, advogado especializado em cobrança e direito do consumidor.

O ato pode parecer simples, mas fornece dados sobre horários, amigos, familiares, preferências e assim por diante. Por isso, todo o cuidado é pouco quando se trata de golpes, fraudes e outros crimes: eles podem começar nas redes sociais e se tornarem reais e perigosos.

Stalking é crime

Morais destaca que, desde 31 de março de 2021, está em vigor a Lei nº 14.132/21. Com ela, a perseguição se tornou crime, incluído no artigo 147-A do Código Penal, punível com reclusão de 6 meses a 2 anos mais multa a ser fixada pelo juiz. E se o delito for cometido contra criança, adolescente, idoso, mulheres ou executado por duas ou mais pessoas, a pena pode aumentar.

É comum, ainda, que o autor da perseguição seja conhecido da vítima: um parceiro, um ex-companheiro, um colega de trabalho, um vizinho ou similar. O autor pode também ser um desconhecido que desenvolveu um amor platônico pela vítima. “Foi o caso da atriz Anna Hickmann, que teve repercussão nacional”, lembra Morais.

Algumas ações podem ser consideradas stalking. Veja quais são elas:

telefonemas, envio de mensagens e e-mails, tentativas de invasão de contas virtuais, reclamações em condomínios e afins;
em geral, o stalker se esconde em perfis falsos para perseguir a vítima. Em condomínios, ocorre com moradores, colaboradores e o próprio síndico. A perseguição ocorre das mais variadas formas e em, alguns casos, traz transtornos psicológicos para a vítima;
perseguição presencial: rondar a residência e o local de trabalho da vítima, bem como frequentar os mesmos lugares.

Algumas ações podem ser consideradas stalking. Veja quais são elas:

  • telefonemas, envio de mensagens e e-mails, tentativas de invasão de contas virtuais, reclamações em condomínios e afins;
  • em geral, o stalker se esconde em perfis falsos para perseguir a vítima. Em condomínios, ocorre com moradores, colaboradores e o próprio síndico. A perseguição ocorre das mais variadas formas e em, alguns casos, traz transtornos psicológicos para a vítima;
  • perseguição presencial: rondar a residência e o local de trabalho da vítima, bem como frequentar os mesmos lugares.

O que fazer se for vítima

  1. Colete todas as provas. “Guarde prints de mensagens, e-mails, grave ligações e guarde objetos que receber. Depois, apresente à polícia”, ensina Morais.
  2. Avise conhecidos: é importante não se sentir sozinho nessa situação.
  3. Se notar que o agressor o está seguindo, tente fotografá-lo, filmá-lo ou conseguir testemunhas para atestar a situação e chame por ajuda.
  4. Denuncie. “Dirija-se a uma delegacia de polícia munido das provas e registre um boletim de ocorrência.”
  5. Procure orientação jurídica. “Um advogado pode auxiliar com um pedido de medidas protetivas de urgência.”
  6. Bloqueie o contato do stalker nas redes sociais e o denuncie nas plataformas.

Perseguidor Stalker

Stalker, em geral, é um conhecido (Imagem: Reprodução/Envato/stevanovicigor)

– Compulsão Digital: um novo mal da Tecnologia.

Leio numa edição de dias atrás da Revista Isto É (ed 2289, por Monique Oliveira) a respeito daqueles que são reféns de smartphones e tablets. E um número que assusta: 10% dos brasileiros são viciados digitais e não percebem. Já existe até clínica de reabilitação para viciados digitais.

Mas, repare: o que são aquelas pessoas que ficam nas mesas de restaurantes, ao invés de baterem papo, digitando? Ou aqueles jovens / adolescentes teclando suas mensagens completamente alienados do que está acontecendo ao seu redor?

E nós mesmos, acessando email ou redes sociais muitas vezes desnecessariamente?

Caramba… precisamos nos cuidar desta compulsão ou desse transtorno, chame-o do que quiser.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/326665_VITIMAS+DA+DEPENDENCIA+DIGITAL

VÍTIMAS DA DEPENDÊNCIA DIGITAL

Com a explosão dos smartphones, cerca de 10% dos brasileiros já são viciados digitais. A medicina aprofunda o estudo do transtorno e anuncia o surgimento de novas opções de tratamento, como a primeira clínica de reabilitação especializada

“Eu literalmente não sabia o que fazer comigo”, disse um estudante do Reino Unido. “Fiquei me coçando como um viciado porque não podia usar o celular”, contou um americano. “Me senti morto”, desabafou um jovem da Argentina. Esses são alguns dos relatos entre os mil que foram colhidos por pesquisadores da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. Eles queriam saber o que sentiam jovens espalhados por dez países, nos cinco continentes, depois de passarem 24 horas longe do computador, dos smartphones e tablets. As descrições, como se viu, são assombrosas. E representam exatamente como sofrem os portadores de um transtorno preocupante que tem avançado pelo mundo: o IAD (Internet Addiction Disorder), sigla em inglês para distúrbio da dependência em internet. Na verdade, o que os entrevistados manifestaram são sintomas de abstinência, no mesmo grau dos apresentados por quem é dependente de drogas ou de jogo, por exemplo, quando privado do objeto de sua compulsão.

Estima-se que 10% dos brasileiros enfrentem o problema. Esse número pode ser ainda maior dada a velocidade com que a internet chega aos lares nacionais. Segundo pesquisa da Navegg, empresa de análises de audiências online, o Brasil registrou o número recorde de 105 milhões de pessoas conectadas no primeiro trimestre deste ano. Dados da Serasa Experian mostram que o brasileiro passa mais tempo no YouTube, no Twitter e no Facebook do que os internautas do Reino Unido e dos EUA. A atividade na rede é impulsionada pela explosão dos smartphones. De acordo com a consultoria Internet Data Corporation, esses aparelhos correspondiam a 41% (5,5 milhões) dos celulares vendidos em março. Em abril, o índice pulou para 49% (5,8 milhões).

Tantas pessoas usando esses aparelhos está levando ao surgimento de um fenômeno que começa a chamar a atenção dos estudiosos. Trata-se do vício específico em celular e da nomofobia, nome dado ao mal-estar ou ansiedade apresentados por indivíduos quando não estão com seus celulares. No livro “Vivendo Esse Mundo Digital”, do psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Grupo de Dependências Tecnológicas, do Hospital das Clínicas de São Paulo, há uma das primeiras referências ao tema. Nele, estão descritas as consequências dessa dependência. “Os usuários estão se distraindo com facilidade e têm dificuldade de controlar o tempo gasto com o aparelho”, escreveu o especialista. A obra também pontua os sintomas da dependência. O que assusta é que eles são muito parecidos com os manifestados por dependentes de drogas. Um exemplo: quando não está com seu smartphone na mão, o usuário fica irritado, ansioso (leia mais no quadro na pág.67).

No futuro, a adesão aos óculos inteligentes, à venda a partir de 2014, poderá elevar ainda mais o número de dependentes. Esses aparelhos são, na verdade, um computador colocado no campo de visão. Empresas como o Google, por meio de seu Google Glass, apostam alto nessa tecnologia.

Como todas as dependências descritas pela psiquiatria, a digital não é facilmente reconhecida. Mas, da mesma forma que as outras, pode ser diagnosticada a partir de um critério claro. Ela está instalada quando o indivíduo começa a sofrer prejuízos na sua vida pessoal, social ou profissional por causa do uso excessivo do meio digital. Na vida real, isso significa, por exemplo, brigar com o parceiro/a porque quer ficar online mesmo com a insatisfação do companheiro/a ou cair de produção no trabalho porque não se concentra na tarefa que lhe foi delegada.

A gravidade do problema está levando a uma mobilização mundial em busca de soluções. Uma das frentes – a do reconhecimento médico do transtorno – está em franca discussão. Recentemente, a dependência foi um dos temas que envolveram a publicação da nova versão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, publicação da Associação Americana de Psiquiatria adotada como guia para o diagnóstico das doenças mentais. Na edição final, o vício, não citado em edições anteriores, foi mencionado como um transtorno em ascensão que exige a realização de mais estudos. Muitos especialistas criticaram o manual porque acreditam já ser o distúrbio uma doença com critérios diagnósticos definidos.

Uma das vozes a defender essa posição é a psiquiatra americana Kimberley Young, reconhecida autoridade na área e responsável, agora, por dirigir uma experiência mundial inédita: a primeira rehab digital, aberta no mês passado. O centro de reabilitação fica na Pensilvânia, como um anexo do Centro Médico Regional de Bradford. O modelo é igual ao de programas de reabilitação de drogas. No local, o indivíduo passará por uma internação de dez dias. O tratamento terá como base a terapia cognitivo-comportamental, cujo objetivo é substituir hábitos nocivos por outros saudáveis, além de sessões em grupo, individuais e intervenção medicamentosa consensual, se necessária, em situações extremas. “Há uma crescente demanda para esse tipo de serviço”, disse Kimberley à ISTOÉ.

Em países como Japão, China e Coreia do Sul, a dependência já é tratada como questão de saúde pública. Programas desses governos foram criados na tentativa de mitigar o problema. O Ministério da Educação japonês lançou um projeto que atenderá 500 mil adolescentes. Além de psicoterapia, a iniciativa definirá áreas ao ar livre nas quais os jovens serão exortados ao convívio social por meio da prática de esportes, com uso restrito às mídias digitais. Na China, o programa é militarizado, o que desperta críticas no Ocidente. “É um tratamento militar, com total restrição à mídia”, diz Rosa Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Psicologia em Informática da PUC-SP, serviço que atende os dependentes por meio de orientações transmitidas por e-mail. Na Coreia do Sul, onde cerca de 30% dos adolescentes são viciados, os jovens passam 12 dias internados.

(CONT…)

Vício digital: você sofre desse mal? - Blog ProDoctor

Imagem extraída de: https://prodoctor.net/blog/vicio-digital-voce-sofre-desse-mal/

– Como nasce um Bebê da geração Z!

O vídeo é da cia telefônica MTS, e é muito engraçado. Não parece ser verdade mesmo?

Já tira selfie e participa das redes sociais!

Abaixo, extraído de: http://www.labcriativo.com.br/imperdivel-o-bebe-nasce-e-ja-busca-internet/

IMPERDÍVEL, O BEBÊ NASCE E JÁ BUSCA INTERNET

Mega criativo, é um anúncio da empresa de telefonia e internet 3g indiana MTS e sugere, com o filme Nascido para a internet, que os bebês hoje em dia são fixados na web desde a barriga da mãe.

Sensacional, o vídeo de forma bem humorada, nos apresenta o momento que nasce um bebê da geração Z.

O bebê já sai da barriga da mãe já busca de um iPad, pega um celular e faz um “selfie”, arma um canal de livestreaming no YouTube e, para surpresa de todos, médico, enfermeiros e pais, sai do quarto da maternidade usando a navegação de um GPS.

A parte que mais gostei foi do nenem procurando no Google como se corta o cordão umbilical. Muito bom…rs

Misturando filme com animação, o filme mostra o trabalho de parto e o nascimento desse bebê super antenado.

Assista o vídeo, mega recomendo, em: http://www.youtube.com/watch?v=rg37kafMsWk

– CADE volta a investigar o Google por uso de conteúdo jornalístico sem acordo.

📰 Cade reabre inquérito contra Google por uso de conteúdo de notícias sem acordo. Nova etapa pode mudar regras no Brasil! ⚖️💻 #Google #Cade #link O…

Continua em: Cade volta a investigar o Google por uso de conteúdo jornalístico sem acordo

– Excesso de Web. Confere, macaquinho?

Pessoas hipnotizadas? Sem espírito crítico?

Talvez essa imagem seja verdadeira… Abaixo: 

– Pergunta do WP: Você se lembra da vida sem Internet?

Você se lembra da vida sem Internet?

Essa foi a pergunta-sugestão do gerenciador do blog, feita automaticamente hoje.

Eram outros tempos… vivíamos em um bairro rural, com amigos reais, sem a necessidade da Web. Hoje, isso é inimaginável! Eram ótimos momentos de infância…

A Internet nos ajuda muito, mas traz três problemas: a ansiedade, a dependência e os haters.

E pra você? Como era sem Internet?