– As câmeras corporais dos árbitros na Copa do Mundo de Clubes!

Ainda não temos nenhum jogo de futebol oficial com imagens produzidas com a mesma visão dos árbitros. E essa será a maior novidade do Super Mundial de Clubes da FIFA.

Eu sempre disse que o jogo da arquibancada é diferente do campo. O árbitro está posicionado sempre ao alcance da visão para a bola, esforçando-se para desenvolver a visão periférica, a fim de ver os arredores.

Com essas câmeras, o torcedor enxergará um outro jogo, com uma diferença: será possível ver DE ONDE o árbitro vê, não COMO ele vê! E o motivo é simples: durante o jogo, o suor escorre nos olhos durante a corrida, o árbitro pisca, respira, tosse… e nesse milésimo de segundo, ele não vê o lance capital e comete um erro significativo. As câmeras não terão essa “pausa de visão”, e nem outro fator: o “calor / vibração” do jogo. 

A mesma imagem fria que você verá do sofá, na dinâmica do jogo, poderá ser interpretada diferente pelo juiz.

Aqui, um exemplo do é essa tecnologia, quando usada no rúgbi: https://cdn.jwplayer.com/previews/cI2uwQCo

 

– O Celular roubou as funções de tantos outros aparelhos…

Nessa engraçadinha charge, abaixo, uma verdade: os smartphones fazem tudo, permitindo que não usemos muitos outros equipamentos de outrora.

Como discordar? Veja:

– O que é Stalking e o que fazer se alguém te seguir?

Serviço de utilidade pública: o que é stalking?

Extraído de: https://canaltech.com.br/amp/seguranca/o-que-e-stalking-como-se-proteger-205060/

O QUE É STALKING E COMO SE PROTEGER?

Com o acesso cada vez mais fácil à internet, manter a privacidade e a segurança tem sido difícil. Nesse cenário, o stalking está cada vez mais presente. Esse ato de perseguir alguém, de forma persistente e incessante, ocorre geralmente quando um indivíduo cria uma obsessão por outro e passa a persegui-lo virtual ou presencialmente.

Quando isso acontece, o perseguidor (chamado de stalker) passa a monitorar constantemente o perseguido, coleta informações sobre ele e o cerca em vários espaços. “Se a vítima publica uma foto na internet e marca onde e com quem está, informa quem está aguardando essas informações”, aponta Afonso Morais, advogado especializado em cobrança e direito do consumidor.

O ato pode parecer simples, mas fornece dados sobre horários, amigos, familiares, preferências e assim por diante. Por isso, todo o cuidado é pouco quando se trata de golpes, fraudes e outros crimes: eles podem começar nas redes sociais e se tornarem reais e perigosos.

Stalking é crime

Morais destaca que, desde 31 de março de 2021, está em vigor a Lei nº 14.132/21. Com ela, a perseguição se tornou crime, incluído no artigo 147-A do Código Penal, punível com reclusão de 6 meses a 2 anos mais multa a ser fixada pelo juiz. E se o delito for cometido contra criança, adolescente, idoso, mulheres ou executado por duas ou mais pessoas, a pena pode aumentar.

É comum, ainda, que o autor da perseguição seja conhecido da vítima: um parceiro, um ex-companheiro, um colega de trabalho, um vizinho ou similar. O autor pode também ser um desconhecido que desenvolveu um amor platônico pela vítima. “Foi o caso da atriz Anna Hickmann, que teve repercussão nacional”, lembra Morais.

Algumas ações podem ser consideradas stalking. Veja quais são elas:

telefonemas, envio de mensagens e e-mails, tentativas de invasão de contas virtuais, reclamações em condomínios e afins;
em geral, o stalker se esconde em perfis falsos para perseguir a vítima. Em condomínios, ocorre com moradores, colaboradores e o próprio síndico. A perseguição ocorre das mais variadas formas e em, alguns casos, traz transtornos psicológicos para a vítima;
perseguição presencial: rondar a residência e o local de trabalho da vítima, bem como frequentar os mesmos lugares.

Algumas ações podem ser consideradas stalking. Veja quais são elas:

  • telefonemas, envio de mensagens e e-mails, tentativas de invasão de contas virtuais, reclamações em condomínios e afins;
  • em geral, o stalker se esconde em perfis falsos para perseguir a vítima. Em condomínios, ocorre com moradores, colaboradores e o próprio síndico. A perseguição ocorre das mais variadas formas e em, alguns casos, traz transtornos psicológicos para a vítima;
  • perseguição presencial: rondar a residência e o local de trabalho da vítima, bem como frequentar os mesmos lugares.

O que fazer se for vítima

  1. Colete todas as provas. “Guarde prints de mensagens, e-mails, grave ligações e guarde objetos que receber. Depois, apresente à polícia”, ensina Morais.
  2. Avise conhecidos: é importante não se sentir sozinho nessa situação.
  3. Se notar que o agressor o está seguindo, tente fotografá-lo, filmá-lo ou conseguir testemunhas para atestar a situação e chame por ajuda.
  4. Denuncie. “Dirija-se a uma delegacia de polícia munido das provas e registre um boletim de ocorrência.”
  5. Procure orientação jurídica. “Um advogado pode auxiliar com um pedido de medidas protetivas de urgência.”
  6. Bloqueie o contato do stalker nas redes sociais e o denuncie nas plataformas.

Perseguidor Stalker

Stalker, em geral, é um conhecido (Imagem: Reprodução/Envato/stevanovicigor)

– Compulsão Digital: um novo mal da Tecnologia.

Leio numa edição de dias atrás da Revista Isto É (ed 2289, por Monique Oliveira) a respeito daqueles que são reféns de smartphones e tablets. E um número que assusta: 10% dos brasileiros são viciados digitais e não percebem. Já existe até clínica de reabilitação para viciados digitais.

Mas, repare: o que são aquelas pessoas que ficam nas mesas de restaurantes, ao invés de baterem papo, digitando? Ou aqueles jovens / adolescentes teclando suas mensagens completamente alienados do que está acontecendo ao seu redor?

E nós mesmos, acessando email ou redes sociais muitas vezes desnecessariamente?

Caramba… precisamos nos cuidar desta compulsão ou desse transtorno, chame-o do que quiser.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/326665_VITIMAS+DA+DEPENDENCIA+DIGITAL

VÍTIMAS DA DEPENDÊNCIA DIGITAL

Com a explosão dos smartphones, cerca de 10% dos brasileiros já são viciados digitais. A medicina aprofunda o estudo do transtorno e anuncia o surgimento de novas opções de tratamento, como a primeira clínica de reabilitação especializada

“Eu literalmente não sabia o que fazer comigo”, disse um estudante do Reino Unido. “Fiquei me coçando como um viciado porque não podia usar o celular”, contou um americano. “Me senti morto”, desabafou um jovem da Argentina. Esses são alguns dos relatos entre os mil que foram colhidos por pesquisadores da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. Eles queriam saber o que sentiam jovens espalhados por dez países, nos cinco continentes, depois de passarem 24 horas longe do computador, dos smartphones e tablets. As descrições, como se viu, são assombrosas. E representam exatamente como sofrem os portadores de um transtorno preocupante que tem avançado pelo mundo: o IAD (Internet Addiction Disorder), sigla em inglês para distúrbio da dependência em internet. Na verdade, o que os entrevistados manifestaram são sintomas de abstinência, no mesmo grau dos apresentados por quem é dependente de drogas ou de jogo, por exemplo, quando privado do objeto de sua compulsão.

Estima-se que 10% dos brasileiros enfrentem o problema. Esse número pode ser ainda maior dada a velocidade com que a internet chega aos lares nacionais. Segundo pesquisa da Navegg, empresa de análises de audiências online, o Brasil registrou o número recorde de 105 milhões de pessoas conectadas no primeiro trimestre deste ano. Dados da Serasa Experian mostram que o brasileiro passa mais tempo no YouTube, no Twitter e no Facebook do que os internautas do Reino Unido e dos EUA. A atividade na rede é impulsionada pela explosão dos smartphones. De acordo com a consultoria Internet Data Corporation, esses aparelhos correspondiam a 41% (5,5 milhões) dos celulares vendidos em março. Em abril, o índice pulou para 49% (5,8 milhões).

Tantas pessoas usando esses aparelhos está levando ao surgimento de um fenômeno que começa a chamar a atenção dos estudiosos. Trata-se do vício específico em celular e da nomofobia, nome dado ao mal-estar ou ansiedade apresentados por indivíduos quando não estão com seus celulares. No livro “Vivendo Esse Mundo Digital”, do psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Grupo de Dependências Tecnológicas, do Hospital das Clínicas de São Paulo, há uma das primeiras referências ao tema. Nele, estão descritas as consequências dessa dependência. “Os usuários estão se distraindo com facilidade e têm dificuldade de controlar o tempo gasto com o aparelho”, escreveu o especialista. A obra também pontua os sintomas da dependência. O que assusta é que eles são muito parecidos com os manifestados por dependentes de drogas. Um exemplo: quando não está com seu smartphone na mão, o usuário fica irritado, ansioso (leia mais no quadro na pág.67).

No futuro, a adesão aos óculos inteligentes, à venda a partir de 2014, poderá elevar ainda mais o número de dependentes. Esses aparelhos são, na verdade, um computador colocado no campo de visão. Empresas como o Google, por meio de seu Google Glass, apostam alto nessa tecnologia.

Como todas as dependências descritas pela psiquiatria, a digital não é facilmente reconhecida. Mas, da mesma forma que as outras, pode ser diagnosticada a partir de um critério claro. Ela está instalada quando o indivíduo começa a sofrer prejuízos na sua vida pessoal, social ou profissional por causa do uso excessivo do meio digital. Na vida real, isso significa, por exemplo, brigar com o parceiro/a porque quer ficar online mesmo com a insatisfação do companheiro/a ou cair de produção no trabalho porque não se concentra na tarefa que lhe foi delegada.

A gravidade do problema está levando a uma mobilização mundial em busca de soluções. Uma das frentes – a do reconhecimento médico do transtorno – está em franca discussão. Recentemente, a dependência foi um dos temas que envolveram a publicação da nova versão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, publicação da Associação Americana de Psiquiatria adotada como guia para o diagnóstico das doenças mentais. Na edição final, o vício, não citado em edições anteriores, foi mencionado como um transtorno em ascensão que exige a realização de mais estudos. Muitos especialistas criticaram o manual porque acreditam já ser o distúrbio uma doença com critérios diagnósticos definidos.

Uma das vozes a defender essa posição é a psiquiatra americana Kimberley Young, reconhecida autoridade na área e responsável, agora, por dirigir uma experiência mundial inédita: a primeira rehab digital, aberta no mês passado. O centro de reabilitação fica na Pensilvânia, como um anexo do Centro Médico Regional de Bradford. O modelo é igual ao de programas de reabilitação de drogas. No local, o indivíduo passará por uma internação de dez dias. O tratamento terá como base a terapia cognitivo-comportamental, cujo objetivo é substituir hábitos nocivos por outros saudáveis, além de sessões em grupo, individuais e intervenção medicamentosa consensual, se necessária, em situações extremas. “Há uma crescente demanda para esse tipo de serviço”, disse Kimberley à ISTOÉ.

Em países como Japão, China e Coreia do Sul, a dependência já é tratada como questão de saúde pública. Programas desses governos foram criados na tentativa de mitigar o problema. O Ministério da Educação japonês lançou um projeto que atenderá 500 mil adolescentes. Além de psicoterapia, a iniciativa definirá áreas ao ar livre nas quais os jovens serão exortados ao convívio social por meio da prática de esportes, com uso restrito às mídias digitais. Na China, o programa é militarizado, o que desperta críticas no Ocidente. “É um tratamento militar, com total restrição à mídia”, diz Rosa Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Psicologia em Informática da PUC-SP, serviço que atende os dependentes por meio de orientações transmitidas por e-mail. Na Coreia do Sul, onde cerca de 30% dos adolescentes são viciados, os jovens passam 12 dias internados.

(CONT…)

Vício digital: você sofre desse mal? - Blog ProDoctor

Imagem extraída de: https://prodoctor.net/blog/vicio-digital-voce-sofre-desse-mal/

– Como nasce um Bebê da geração Z!

O vídeo é da cia telefônica MTS, e é muito engraçado. Não parece ser verdade mesmo?

Já tira selfie e participa das redes sociais!

Abaixo, extraído de: http://www.labcriativo.com.br/imperdivel-o-bebe-nasce-e-ja-busca-internet/

IMPERDÍVEL, O BEBÊ NASCE E JÁ BUSCA INTERNET

Mega criativo, é um anúncio da empresa de telefonia e internet 3g indiana MTS e sugere, com o filme Nascido para a internet, que os bebês hoje em dia são fixados na web desde a barriga da mãe.

Sensacional, o vídeo de forma bem humorada, nos apresenta o momento que nasce um bebê da geração Z.

O bebê já sai da barriga da mãe já busca de um iPad, pega um celular e faz um “selfie”, arma um canal de livestreaming no YouTube e, para surpresa de todos, médico, enfermeiros e pais, sai do quarto da maternidade usando a navegação de um GPS.

A parte que mais gostei foi do nenem procurando no Google como se corta o cordão umbilical. Muito bom…rs

Misturando filme com animação, o filme mostra o trabalho de parto e o nascimento desse bebê super antenado.

Assista o vídeo, mega recomendo, em: http://www.youtube.com/watch?v=rg37kafMsWk

– CADE volta a investigar o Google por uso de conteúdo jornalístico sem acordo.

📰 Cade reabre inquérito contra Google por uso de conteúdo de notícias sem acordo. Nova etapa pode mudar regras no Brasil! ⚖️💻 #Google #Cade #link O…

Continua em: Cade volta a investigar o Google por uso de conteúdo jornalístico sem acordo

– Excesso de Web. Confere, macaquinho?

Pessoas hipnotizadas? Sem espírito crítico?

Talvez essa imagem seja verdadeira… Abaixo: 

– Pergunta do WP: Você se lembra da vida sem Internet?

Você se lembra da vida sem Internet?

Essa foi a pergunta-sugestão do gerenciador do blog, feita automaticamente hoje.

Eram outros tempos… vivíamos em um bairro rural, com amigos reais, sem a necessidade da Web. Hoje, isso é inimaginável! Eram ótimos momentos de infância…

A Internet nos ajuda muito, mas traz três problemas: a ansiedade, a dependência e os haters.

E pra você? Como era sem Internet?

– Inclusão Digital deu voz a todos. Isso é bom?

O fenômeno da Internet, quando nasceu, era algo surpreendente para nós, mais velhos. Mas já há uma geração que não se surpreende com as maravilhas e possibilidades da Web: as crianças e os adolescentes, que nasceram com os computadores, tablets e smartphones no seu dia-a-dia. E isso fez com que todas as gerações, etnias, faixas de renda e níveis de comunicação pudessem comunicar entre si, indistintamente.

Porém, há aqueles que fazem o mau uso de tal possibilidade: pessoas mal educadas, trolls, ignorantes sociais e outros atores sociais que perturbam e nada agregam. Conheço gente que se viu obrigada a abandonar Facebook, Twitter, Instagram e outros meios de socialização por trollagem de gente que não aceita opinião de outrem. E nessa linha, Umberto Eco, falecido e importante pensador italiano, disse recentemente:

Redes Sociais deram voz à legião de imbecis

Hum… é pra refletir. Já encontrou gente assim na Internet? Infelizmente, há aqueles que, ao não concordarem com algo, atacam simplesmente por atacar!

bomba.jpg

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.

– As marcas de celulares mais vendidas (em um período não tão distante…)

O mercado realmente é dinâmico.

Repare a diferença e a variedade de marcas de 20 anos atrás e de hoje, em se falando sobre celular, abaixo:

– Itaipu E-400: o primeiro carro elétrico brasileiro 1.2.

O Itaipu E-400 foi o primeiro carro elétrico brasileiro lançado pela Gurgel nos anos 1980.

O minicarro com capacidade para 2 passageiros foi o primeiro carro elétrico desenvolvido na América Latina, porém os tempos eram outros e ele acabou não sendo fabricado em série. Vivimetaliun2019 set 25

Apresentado pela primeira vez ao público no Salão do Automóvel de São Paulo – em 1974, o modelo acabou servindo de base para o E-400, um utilitário produzido entre os anos de 1981 e 1982, considerado o primeiro carro elétrico produzido em série no Brasil.

Nas categorias furgão e picape, apesar de inovador apresentava alguns problemas, como baixa autonomia e demora na recarga das 8 baterias, que durava entre 6 e 8 horas.

O Itaipu E-400, o carro elétrico produzido pela Gurgel, é tão fácil de dirigir quanto um veículo convencional. Seu desempenho é modesto, mas compatível com o uso no transito urbano. Até chegar ao design final do Itaipú a Gurgel gastou 8 anos em projetos. Luiz RibeiroGurgel 800

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Foto (extraída do link acima)

– PUC-RJ estreia graduação em inteligência artificial com foco no futuro.

🎓 PUC-RJ lança curso de IA com foco em inovação e carreira! Inscrições vão até 4/6. #linkezine #PUCRJ 🤖💻 O post PUC-RJ estreia graduação em …

Continua no original em: PUC-RJ estreia graduação em inteligência artificial com foco no futuro

– Por que o novo Papa se chama Leão XIV?

Finalmente, sabemos por que o Cardeal Robert Prevost escolheu o nome de Papa Leão 14 para seu Pontificado.

Abaixo, extraído de ACI Digital, via twitter.

POR QUE LEÃO XIV?

A escolha do nome Leão XIV pelo novo sucessor de Pedro foi explicada por Matteo Bruni, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, como um gesto simbólico que liga o novo papa a Leão XIII, autor da encíclica Rerum novarum, publicada em 1891, que deu início à doutrina social da Igreja.

“Claramente, a escolha do nome Leão XIV é uma clara referência à moderna doutrina social da Igreja, começando com a Rerum novarum. A encíclica de Leão XIII que o papa fez naquela época”, disse Bruni aos jornalistas credenciados junto à Santa Sé, enfatizando que a escolha do nome não é uma mera coincidência ou uma escolha neutra, mas uma evocação direta do compromisso social da Igreja.

“E refere-se claramente a mulheres, homens, seu trabalho e trabalhadores em tempos de inteligência artificial”, disse o porta-voz da Santa Sé, destacando a conexão com os desafios contemporâneos, especialmente em relação ao mundo do trabalho no contexto das novas tecnologias.

Isso também conecta Leão XIV diretamente ao seu antecessor, o papa Francisco, que defendeu em cúpula do G7 na Itália, em junho do ano passado, o uso de modalidades eticamente corretas para o desenvolvimento, uso e gestão da inteligência artificial.

📌 Leia a matéria completa: bit.ly/3GPWPZV

#papaLeaoXIV #papa #historiadaIgreja #igrejacatolica #catolicismo #acidigital

– WhatsApp deixará de funcionar em iPhones antigos a partir de segunda-feira.

🚨 Atenção, usuários de iPhone! A partir de segunda (5), o WhatsApp vai parar de funcionar em aparelhos com iOS abaixo de 15.1. iPhones antigos como …

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– O quanto perdemos tempo nas telas: a era do “Brain rot” e do “scroll infinito”:

A Internet pode ser um canal maravilhoso de aprendizagem! Basta entrar em bons conteúdos de Educação, Informação e Desenvolvimento. Também há interessantes locais de Entretenimento. Porém, há muita futilidade, igualmente…

Hoje, muitas pessoas se perdem em meio aos horários e são “abduzidos” pelas telas. E o nome dado ao fenômeno de consumir bobagens e não conseguir sair do aparelho eletrônico é: Formação de “Brain rot” (ou: construindo um “cérebro podre”). Isso ocorre principalmente pelo uso do celular, quando as pessoas ficam rolando as telas (scroll infinito) e não conseguem parar, como um vício.

Cuidado com pessoas queridas que possam estar sofrendo disso, ou… nós mesmos!

Extraído da Revista Exame, em: https://www.linkedin.com/posts/exame-com_exame-activity-7323345524042952705–Q15/?

A ERA DO BRAIN ROT

Por Gláucia Montanha

“Brain rot”: a palavra que escancara um problema crescente nas redes sociais⁣⁣
⁣⁣
A expressão “brain rot” (ou “podridão cerebral”, em português) foi eleita a palavra do ano de 2024 pelo Dicionário Oxford. Mesmo em 2025, o termo continua altamente relevante — especialmente à luz dos dos dados mais recentes do Relatório Global de Visão Geral Digital 2025, publicado por We Are Social em parceria com a Meltwater, que mostram:

– O usuário médio passa 6h40 por dia na internet
– 2h30 diárias são dedicadas às redes sociais
– Vídeos curtos dominam o consumo de conteúdo digital

⁣⁣”Brain rot” é um termo que descreve a deterioração cognitiva causada pelo consumo excessivo de conteúdos superficiais e pouco estimulantes. Esse fenômeno está associado ao uso compulsivo das redes sociais, especialmente ao hábito do infinite scrolling (rolagem infinita) em feeds digitais.

Quantas vezes nos vemos imersos em navegações sem propósito pelas plataformas sociais, consumindo passivamente vídeos curtos, memes e outros conteúdos de baixa complexidade? Esse padrão de comportamento tem afetado nossa capacidade de concentração, enfraquecido o pensamento crítico e, em casos mais extremos, comprometido a saúde mental como um todo.

– Motorola lança novo Razr com inteligência artificial e fones cravejados de cristais Swarovski.

📱✨ Dobrou a aposta! Motorola lança o Razr Ultra com IA da Google, Microsoft, Meta e Perplexity. E mais: fones com cristais Swarovski! Design, …

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– A IA de Jesus com o Papa no Céu:

Muiiiito legal!

O que a IA faz, não?

Assistam (com som) o Papa se divertindo com Jesus ao chegar no Céu: https://www.linkedin.com/posts/daniel-orlean_a-ia-vai-mudar-o-mundo-a-ia-fonte-activity-7320917745754107905-R0VC?utm_source=share&utm_medium=member_desktop&rcm=ACoAAAfYyaUB79SiZOXAYT3-JkVtGtrP1U_H7Ts

– Os cuidados essenciais com a Inteligência Artificial: Caminhando com consciência na era digital.

A Inteligência Artificial está cada vez mais presente em nossas vidas, trazendo avanços e facilitando tarefas do cotidiano. No entanto, seu uso exige…

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– “É melhor comprar do que competir”: Zuckerberg justifica compra do Instagram em julgamento por monopólio.

👨‍⚖️ Zuckerberg no banco dos réus: “Compramos o Instagram porque a câmera era melhor.” 📲 FTC acusa a Meta de comprar rivais para dominar o mercado.…

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– Terapias Digitais: Como a Tecnologia Está Transformando o Cuidado com a Saúde Mental.

💡 Você sabia que a saúde mental está mudando com a tecnologia? Terapias digitais estão tornando o cuidado psicológico mais acessível, personalizado …

Continua em: Terapias Digitais: Como a Tecnologia Está Transformando o Cuidado com a Saúde Mental

– Amazon e fundador do OnlyFans disputam compra do TikTok.

Amazon e o fundador do OnlyFans estão na disputa pela compra do TikTok! Com prazo final para venda neste sábado (5), o futuro da plataforma ainda é …

Continua em: Amazon e fundador do OnlyFans disputam compra do TikTok

– Vida fora da Internet? Existe sim!

Se você está refém da tecnologia, acorda no meio da noite para verificar suas notificações ou postagens alheias, cuidado: você pode estar viciado!

Para muitos, é indispensável estar nas Redes Sociais (e às vezes é mesmo). Mas tenha calma, o uso moderado é fundamental para a “qualidade de vida na web”, pois essa relação (pessoa e Internet) é benéfica em alguns casos; entretanto, com altíssimo potencial de prejuízo à saúde emocional.

Avalie seu “vício” ou não com o mundo virtual. É importante!

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.

– E não é que existe mesmo Shadowban?

Eu pensei que era “lenda da Internet”. Mas existe mesmo! O “Shadowban” (ficar escondido / despercebido no Instagram, silenciado pelo próprio App) aconteceu comigo.

Ainda estou tentando resolver, mas saiba o que é e como evitá-lo, abaixo,

Extraído de: https://postgrain.com/blog/instagram-shadowban/

O QUE É SHADOWBAN DO INSTAGRAM (E COMO EVITÁ-LO)

Por acaso você sentiu o número de seguidores do seu perfil parar de crescer? O engajamento das suas publicações diminuiu? As fotos não aparecem quando pesquisadas pelas hashtags usadas? O que chamamos de shadowban do Instagram pode ser o responsável por reduzir o alcance do seu perfil no Instagram.

O termo está sendo bastante comentado pelos especialistas em marketing digital, mas muitos profissionais ainda não sabem o que isso significa. Não temos garantias de que o shadowban do Instagram é o que realmente vem afetando o alcance das publicações ou se é uma questão de ajuste de conteúdo.

Juntamos todas as informações que temos sobre o tema, aqui nesse post. Então, caso você ache que foi afetado pelo shadowban, continue lendo que tenho certeza que achará as respostas para muitas das suas dúvidas!

O que é o shadowban no Instagram?

O termo “shadowban” existe desde 2006, mas, apenas recentemente, se disseminou pelo público digital. Por definição, um shadowban é o ato de bloquear um usuário de uma rede social de forma que ele não perceba que foi banido.

Antes de tudo, lembre-se que o Instagram vem implementando um novo algoritmo desde junho de 2016. Como consequência, muitas contas sentiram uma diminuição extrema no envolvimento de suas publicações. Mas, o fato de seu engajamento não está tão bom quanto antes, não significa necessariamente que você foi atingido pelo temido shadowban do Instagram.

Vamos à explicação de fato: um Instagram shadowban é quando suas hashtags se tornam “impossíveis de serem vistas” na aba de descoberta. Ou seja, você pode usar suas hashtags normalmente, contudo, suas publicações só aparecerão nos feeds dos seus seguidores atuais. O que, basicamente, acaba com todo o propósito de usar hashtags estratégicas para fazer com que novos seguidores sejam atingidos pelas suas publicações.

Com isso, suas imagens não poderão ser vistas nos feeds de hashtag de todos aqueles que NÃO o seguem, reduzindo, obviamente, o alcance do seu perfil e tornando, assim, muito mais difícil alcançar uma audiência que ainda não é a sua.

Como saber se seu perfil realmente foi atingido?

Para ter certeza de que seu perfil foi atingido pelo shadowban do Instagram, definimos um passo a passo bem simples:

1. Faça uma publicação no perfil que você desconfia que foi sofreu o shadowban, utilize uma das hashtags que você usa frequentemente, mas que seja menos utilizada, isso vai te ajudar nos próximos passos;

2. Peça que 5 perfis que NÃO o seguem, pesquisem pela hashtag que você usou na publicação e se sua publicação está sendo exibida no feed de hashtags;

3. Se sua publicação não estiver aparecendo para essas pessoas nesse feed, sua conta realmente pode ter sido enquadrada no shadowban.

Mas, não existe necessidade para pânico, vamos ensinar como corrigir o problema!

Como evitar?

Depois de muitas pesquisas, reunimos aqui algumas das razões que podem causar esse problema no seu perfil.

1. Uso de automação, bots e compra de seguidores e ações;

Os termos de uso do Instagram são claros como água: você não pode realizar nenhum tipo de automação, isso inclui ferramentas que realizem qualquer tipo de ação pelo seu perfil. Mas como o Instagram descobre? Bem, em um momento sua ação é realizada na Rússia- onde está localizado o IP da ferramenta de automação que você contratou. No momento seguinte, você acessa o aplicativo pelo seu celular, no Rio de Janeiro, e um segundo IP é registrado por eles. Opa, o Instagram já acende a luz do alerta de que algo de estranho tá acontecendo: como a mesma pessoa está em dois lugares diferentes ao mesmo tempo?

2. Hashtags “quebradas”

Confira se as hashtags que você usa não estejam “banidas” pelo Instagram. É só procurar a hashtag no Instagram, se apenas a seção superior, chamada “principais publicações” aparecer e nada mais, é provável que a hashtag tenha sido banida pelo Instagram. Fique atento e não deixe de fazer essa pesquisa frequentemente. Até mesmo hashtags inocentes acabam sendo usadas para um contexto diferente, como é o caso da hashtag #petite. Como você pode ver na imagem abaixo, é uma hashtag usada pra contextos bem diferentes do que imaginamos apenas lendo a palavra.

3. Usar as mesmas hashtags por muitos meses

Alguns usuários afetados pelo shadowban do Instagram perceberam que por estarem usando continuamente as mesmas hashtags por longos períodos de tempo, o Instagram detectou como spam. Mesmo que você use as mesmas hashtags para manter a continuidade nas publicações, tenha cuidado com o uso, não confie nem mesmo em hashtags criadas pelas marcas. Na realidade, segundo o próprio Instagram, não devemos confiar muito em hashtags em geral! Ainda estamos de olho nessa suspeita, mas recomendamos manter suas hashtags sempre atualizadas e alterá-las sempre que possível.

4. Atividades muito intensas

Se você, de repente, seguir ou deixar de seguir muitas pessoas, ou curtir uma número de alto de publicações, o Instagram percebe que não se trata de ações do dia a dia de um usuário normal, isso pode causar alguns problemas, fique esperto! Tente fazer um uso moderado das ações, tentando nunca realizar interações de maneira robótica.

O que o Instagram fala sobre o shadowban?

Pelo fato de que alguns usuários que não estavam fazendo spam terem sido atingidos pelo “fenômeno”, no começo do ano, o Instagram publicou em sua página do Facebook reconhecendo que o problema com as hashtags é real. Contudo, ao invés de admitir que implementaram o “shadowban”, a empresa disse que havia realizado “melhorias no sistema”. E, pasme, quando foram pressionados por uma resposta sobre como solucionar, disseram que não tinham recursos para resolver o problema.

Encontrar as melhores hashtags para o seu mercado faz parte de uma estratégia de marketing no Instagram! Ou estamos todos enganados? Não se sabe ainda se o shadowban do Instagram tem alguma relação com a maneira como a rede social vem querendo monetizar seu negócio através dos anúncios pagos. De qualquer forma, acaba forçando os perfis comerciais a investir em publicidade paga, isso não podemos negar! Afinal, de uma forma ou de outra, atrapalha a visibilidade dos perfis na aba de pesquisas por hashtags e também daqueles que usam ferramentas de automação.

Como faço para resolver o shadowban no meu perfil?

A gente já escreveu aqui no blog sobre o suporte do Instagram, e sobre como não é a maneira mais fácil, muito menos mais rápida de se conseguir informações. Por isso, a melhor maneira que achamos foi reunindo soluções que funcionaram para outros usuários:

1. Dê um tempo das atividades na sua conta do Instagram

Aguardando um período de 24 a 48 horas sem realizar ações de qualquer tipo no seu perfil, a conta volta ao normal.

2. Revise suas hashtags

Verifique se as hashtags que você usa estão sendo bloqueadas pela rede social. Aproveite, também, para criar um novo mix de hashtags para usar nas suas próximas publicações.

3. Repense o uso de automação

Como adiantamos na dica 1, a primeira coisa a fazer é parar de usar serviços automatizados por um período (de 24 a 48 horas). Outra solução é diminuir a velocidade das ações automatizadas. Em algumas ferramentas, existem os níveis de velocidade de “Lento” a “Rápido”, opte pela primeira opção.

4. Diminua a frequência das suas publicações

O Instagram analisa qualquer característica de spam que um perfil possa vir a ter. A quantidade de publicações que seu perfil realiza também entra nesse critério de análise. Tente manter um número de publicações que um perfil pessoal realiza, por exemplo.

5. Mude de perfil comercial para perfil pessoal

Como dito, pode ser que o Instagram esteja focando nas contas comerciais visto que é mais provável que elas sejam impactadas negativamente pelo shadowban, aumentando as chances de comprar anúncios. Assim, ao mudar de perfil comercial para pessoal, é possível que você “saia” do radar do Instagram.

6. Engaje organicamente com o seu público

Aproveite esse período sem ferramentas de automação para conhecer melhor seus seguidores, faça manualmente essa pesquisa de hashtags e comente nos perfis que acha interessante para a sua marca.

Conclusão

Se você usa o Instagram de forma natural, sem realizar ações de forma exagerada, sem se comportar como um robô e verifica as suas hashtags sempre que possível, fique tranquilo! Não recebemos nenhum feedback de perfis atingidos pelo shadowban do Instagram sem que uma dessas ações que listamos aqui no post tenham sido realizadas.

Não faz muito sentido que o Instagram puna os usuários que estão usando a plataforma de forma autêntica, fazendo uso exatamente como ela foi planejada para ser usada.

O Instagram se atualiza com frequência, assim, de tempos em tempos as coisas inevitavelmente vão mudar no algoritmo. Dessa forma, esse post pode ser atualizado com mais informações em breve, tá ok?

Se você realizou alguma dessas ações, não precisa entrar em pânico! Basta seguir as dicas que listamos aqui.

Seu perfil foi atingido pelo shadowban? Se conseguiu resolver o problema de alguma outra forma, deixa aqui nos comentários! Assim podemos ajudar ainda mais pessoas esclarecendo as dúvidas com a ajuda da comunidade que usa a rede social.

Resultado de imagem para instagram shadowban

– Dicas para não deixar de ser produtivo pelo mal uso do e-mail.

Usar corretamente o e-mail é importante para qualquer empresa. E Ana Prado escreveu no LinkedIn um artigo interessante sobre essa ferramenta (baseada no texto em: https://lnkd.in/dNH8rQri_)

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E-MAIL E PRODUTIVIDADE

Dependendo da forma como é usado, o e-mail pode se tornar um aliado ou um inimigo da sua produtividade. Segundo uma matéria publicada na Fast Company, o grande problema é que, por ser uma ferramenta antiga (comparada com outras no mundo digital), muita gente acabou desenvolvendo maus hábitos de uso – geralmente sem saber que eles mais atrapalham do que ajudam. Veja dois deles:

📨 Usar o e-mail como principal ferramenta de comunicação com seu time. Isso fazia sentido quando ainda não havia tantas plataformas de comunicação interna, como o Teams ou o Slack. Hoje, o ideal é reservá-lo para falar com pessoas de fora da empresa – clientes, fornecedores,  parceiros etc. Isso vai ajudar a diminuir o volume de mensagens na sua caixa de entrada e permitir mais agilidade nas trocas com a sua equipe.

📨 Criar pastas demais. Pode até ser que organizar os e-mails em algumas pastas ajude, mas o melhor é não exagerar. A reportagem lembra que fazer isso consome tempo, e não ajuda tanto assim na hora de recuperar mensagens antigas. A sugestão é simplesmente arquivar o que for lido. Se precisar resgatar alguma informação, é só fazer uma busca na barra de pesquisas.

– Elon Musk applauds SpaceX crew for safely bringing stranded astronauts home.

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– Google anuncia maior aquisição da história: Alphabet compra Wiz por US$ 32 bilhões:

O Google anunciou a compra da Wiz por US$ 32 bilhões, a maior aquisição da sua história. A startup de segurança cibernética fortalecerá os serviços …

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– E o Twitter está fora do ar!

Uma onde total no X (Twitter) nessa manhã!

E eu que preciso da rede…

Abaixo:

OUTAGE MASSIVO DO X

Extraído de: https://www.mixvale.com.br/2025/03/10/twitter-x-enfrenta-pane-global-plataforma-de-elon-musk-fica-fora-do-ar-em-outage-massivo/

A manhã desta segunda-feira, 10 de março, foi marcada por uma interrupção significativa na plataforma X, anteriormente conhecida como Twitter. Por volta das 10h no horário do Reino Unido, equivalente a 7h no horário de Brasília, usuários em diversas partes do mundo relataram dificuldades para acessar o serviço, seja pelo site ou pelo aplicativo. A falha, classificada como um outage global, afetou milhões de pessoas e gerou um fluxo intenso de reclamações em outras redes sociais.

O problema se manifestou de maneira clara: ao tentar carregar a página principal ou atualizar o feed de notícias, os usuários se depararam com mensagens de erro como “Algo deu errado, tente recarregar”. Relatos indicam que a pane teve impacto em países como Estados Unidos, Reino Unido, Índia, Austrália e Canadá, evidenciando a extensão do colapso. Dados preliminares apontam que o pico de notificações sobre a falha ocorreu por volta das 3h20 no horário do Pacífico, equivalente a 6h20 em Brasília, com milhares de registros em plataformas que monitoram outages online.

Embora interrupções completas como essa sejam consideradas raras na história recente do X, o incidente reacendeu debates sobre a infraestrutura da plataforma desde que Elon Musk assumiu seu controle. Comprada por ele em outubro de 2022, a rede social passou por mudanças drásticas, incluindo a redução significativa de sua equipe técnica. Até o momento, nenhum comunicado oficial foi emitido pela empresa sobre a causa ou a previsão de normalização do serviço.

Como a pane começou e se espalhou pelo mundo

A interrupção teve início em um horário que pegou muitos usuários de surpresa, especialmente na Europa e na América do Norte, onde a manhã estava apenas começando. Nos Estados Unidos, mais de 22 mil pessoas reportaram problemas até as 5h59 no horário da Costa Leste, enquanto no Reino Unido os registros ultrapassaram 10,8 mil. Na Índia, cerca de 2,6 mil reclamações foram contabilizadas no auge da falha, um número relativamente menor, mas ainda expressivo para o contexto local.

Diferentemente de falhas localizadas, essa pane se destacou pela abrangência. Usuários na Ásia e na Oceania também enfrentaram dificuldades, com relatos de lentidão e impossibilidade de postar ou visualizar conteúdos. Em alguns casos, o aplicativo exibia apenas uma tela em branco, enquanto o site retornava mensagens genéricas de erro. A velocidade com que o problema se espalhou sugere uma falha centralizada nos servidores da plataforma, embora detalhes técnicos ainda não tenham sido divulgados.

O impacto foi sentido de forma imediata nas redes alternativas, como Bluesky e Reddit, onde pessoas buscaram informações e expressaram frustração. A hashtag #XDown rapidamente ganhou tração, refletindo a dimensão do evento e a dependência global da plataforma para comunicação e notícias em tempo real.

Histórico de estabilidade e os cortes de Musk

Desde que Elon Musk adquiriu o Twitter por 44 bilhões de dólares em 2022, a plataforma passou por uma transformação radical. Uma das primeiras medidas do bilionário foi reduzir drasticamente o quadro de funcionários, dispensando cerca de metade da força de trabalho, incluindo engenheiros responsáveis pela manutenção dos sistemas. Na época, especialistas alertaram que cortes tão profundos poderiam comprometer a resiliência da rede diante de falhas técnicas ou ataques cibernéticos.

Apesar dessas previsões, o X se manteve operacional na maior parte do tempo nos últimos anos. Outages completos, como o desta segunda-feira, não eram frequentes, o que tornava a plataforma um ponto de referência em estabilidade entre as redes sociais. Antes deste evento, a última interrupção significativa registrada ocorreu em 4 de março, durando aproximadamente 43 minutos, um incidente bem menos impactante que o atual.

A pane de agora, no entanto, levanta novas questões sobre os limites da infraestrutura atual. Com menos pessoal técnico e um foco crescente em mudanças de funcionalidade, como a integração de novas ferramentas e a reestruturação da moderação de conteúdo, a capacidade de resposta a crises pode estar em xeque. O silêncio da empresa até o momento só alimenta especulações sobre o que aconteceu nos bastidores.

Números impressionantes do outage global

Os dados coletados durante a manhã mostram a magnitude do problema enfrentado pelo X. Plataformas de monitoramento online registraram picos impressionantes de reclamações em um curto intervalo de tempo, destacando a rapidez com que a falha se tornou perceptível:

  • Nos Estados Unidos, mais de 19 mil relatos foram registrados em poucos minutos, com 60% dos usuários apontando problemas no aplicativo e 31% no site.
  • No Reino Unido, o número de notificações chegou a 10 mil, concentradas principalmente nas primeiras horas da manhã local.
  • Na Índia, cerca de 2 mil usuários reportaram dificuldades, com um aumento constante ao longo do dia conforme mais pessoas acordavam e tentavam acessar a plataforma.
  • Globalmente, o total de reclamações ultrapassou 21 mil em seu pico, um indicativo da escala da interrupção.

Esses números refletem não apenas o alcance do X, mas também a dependência que milhões de pessoas têm dele para se informar e se conectar. A falha coincidiu com um momento em que muitos buscavam atualizações sobre eventos globais, amplificando o impacto da ausência do serviço.

Cronologia dos eventos desta segunda-feira

O desenrolar da pane seguiu um padrão que ajuda a entender como ela evoluiu ao longo das horas iniciais. Abaixo, um resumo dos principais momentos baseados nos registros disponíveis:

  • 2h30 PDT (5h30 Brasília): Primeiros relatos de dificuldades começam a surgir, inicialmente concentrados nos Estados Unidos e na Europa.
  • 3h20 PDT (6h20 Brasília): Pico de reclamações é atingido, com milhares de usuários afetados em múltiplas regiões.
  • 3h40 PDT (6h40 Brasília): Problema se torna amplamente reconhecido como global, com relatos na Ásia e Oceania.
  • 5h59 EDT (6h59 Brasília): Nos EUA, mais de 22 mil notificações são registradas, marcando o auge da crise na Costa Leste.

A falta de uma resposta oficial da empresa deixou os usuários sem informações sobre quando o serviço seria restaurado, o que intensificou a busca por alternativas temporárias.

Reação dos usuários e o impacto imediato

Milhares de pessoas recorreram a outras plataformas para relatar a falha e buscar atualizações. No Bluesky, criado por Jack Dorsey, ex-CEO do Twitter, o tráfego aumentou consideravelmente enquanto o X permanecia fora do ar. Frases como “Twitter está fora do ar de novo” e “O que aconteceu com o X?” dominaram as discussões, acompanhadas de memes e críticas à gestão de Musk.

Empresas e criadores de conteúdo que dependem do X para divulgação também sentiram o impacto. Marcas que planejavam campanhas matinais tiveram que ajustar estratégias em tempo real, enquanto jornalistas e influenciadores perderam a capacidade de alcançar seus públicos diretamente. O outage expôs a fragilidade de depender de uma única plataforma para comunicação em massa.

Em regiões como a Índia, onde o X é amplamente usado para debates políticos e cobertura de notícias, a interrupção gerou um vácuo temporário de informação. Usuários relataram tentativas frustradas de recarregar o aplicativo, com alguns desistindo após várias tentativas sem sucesso.

Comparação com outages anteriores

Embora o X tenha enfrentado interrupções no passado, poucas se comparam à escala do que ocorreu nesta segunda-feira. Em 4 de março, uma falha de 43 minutos afetou um número limitado de usuários, sendo resolvida rapidamente. Já em 2023, antes da gestão de Musk, outages eram esporádicos e geralmente ligados a picos de tráfego ou atualizações de sistema.

Outras redes sociais, como Instagram e Facebook, também já passaram por panes notáveis. Em 2021, por exemplo, a Meta enfrentou uma interrupção de seis horas que afetou bilhões de usuários. A diferença é que o X, por sua natureza de tempo real, tem um impacto mais imediato em eventos noticiosos, o que torna suas falhas particularmente sentidas.

A gestão de Musk trouxe uma nova dinâmica a esses incidentes. Com menos engenheiros e uma equipe enxuta, a plataforma pode estar mais vulnerável a problemas técnicos de grande escala, algo que os cortes iniciais já sugeriam como possibilidade.

O que dizem os números sobre o alcance do X

O X continua sendo uma das principais plataformas de mídia social do mundo, com milhões de usuários ativos diariamente. Antes da pane, estimativas apontavam que a rede recebia cerca de 436 milhões de acessos diários, um número que reflete sua relevância global. A interrupção, portanto, não foi apenas um inconveniente técnico, mas um evento que paralisou uma parte significativa da comunicação online.

Nos Estados Unidos, onde o pico de reclamações foi mais alto, o X é usado por 19% dos adultos regularmente, segundo dados recentes. No Reino Unido, esse percentual é semelhante, enquanto na Índia a plataforma tem ganhado tração entre jovens e profissionais urbanos. A falha desta segunda-feira atingiu esses públicos em cheio, mostrando como uma interrupção pode reverberar em diferentes culturas e fusos horários.

A ausência de um pronunciamento oficial mantém o foco nos números brutos do outage. Até as 5h43 PDT, horário em que os últimos relatos foram analisados, o serviço parecia estar sendo restaurado em algumas regiões, mas a normalidade total ainda não havia sido confirmada.

Próximos passos e o silêncio da empresa

Passadas as primeiras horas da crise, a expectativa recai sobre a resposta da equipe de Elon Musk. Até o momento, nenhum detalhe foi compartilhado sobre a origem da falha, seja ela um problema de servidor, uma sobrecarga de tráfego ou até mesmo um ataque cibernético. A falta de transparência contrasta com a rapidez com que os usuários perceberam e relataram o problema.

Enquanto o serviço não volta ao normal em todas as regiões, a pane serve como um teste para a infraestrutura do X sob a gestão atual. Para uma plataforma que se posiciona como essencial para o debate público global, interrupções desse tipo podem minar a confiança de usuários e anunciantes. A manhã de 10 de março ficará marcada como um dos maiores desafios técnicos enfrentados pela rede desde a chegada de Musk.

A retomada gradual do funcionamento em algumas áreas sugere que a equipe técnica está atuando para resolver a questão. No entanto, sem uma linha do tempo clara, os usuários permanecem à espera de uma solução definitiva, enquanto o impacto do outage continua a ser sentido em escala global.

Twitter

– Os Jetsons nunca foram tão atuais!

O trabalho em casa, o ensino remoto e o recolhimento para as tarefas à distância, nos anos 70 e 80, eram retratados como um sonho no desenho “Os Jetsons”, que mostrava o cotidiano de uma família atrapalhada no futuro.

Esse meme mostra: chegamos, forçadamente, a esse tempo?

Olhe só:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Alienação em 3 minutos.

Extraído do Facebook do jornalista e escritor Pedro Favaro Jr:

Não faz muito tempo, li um artigo sobre o par inventado para nós que vivemos na aldeia global, o mundo do consumo e das necessidades criadas pela publicidade e propaganda. O mundo da tecnologia e do individualismo. Da comunicação total e da incomunicação total, ao mesmo tempo.

O primeiro companheiro inventado teria sido o cigarro. Depois, vieram as bebidas. Mais à frente, um pouco, entre nós pouco antes da metade do século 20, vieram o rádio e a TV. E, do segundo para o terceiro milênio, entra em cena um ‘parça’ total, o dispositivo eletrônico – primeiro o computador doméstico, depois o laptop, mais leve e portátil, em seguida o tablet ou o iPad. E depois por fim o iPhone ou Smartfone. 

O filme egípcio “L’altra par” trata disso. Do que temos nos transformado na companhia desse parceiro inseparável. “L’altra par” durou só 3 minutos e ganhou o prêmio de melhor curta metragem no festival de cinema de Veneza. O diretor tem 20 anos. O filme trata do isolamento na época da comunicação global. Aí vai.

– Ser resiliente na fé, ter concentração e descartar o celular!

O Papa Francisco é muito ativo nas Redes Sociais (ou melhor, a sua equipe, que atualiza seus perfis em várias línguas).

E no twitter, disse dias atrás sobre o medo e a desesperança da vida:

Aprenda com a maravilha, cultive o estupor. Viva, ame, creia. E, com a Graça de Deus, jamais desespere”.

Ótimo. Animador! O problema é que nos dispersamos com as coisas mundanas e o próprio cansaço do dia-a-dia nos torna inaptos aos momentos de fé, nos quais perdemos a concentração, que nos leva a esse medo e a essa desesperança citados acima. Aí leio que Francisco disse em entrevista à Emissora Católica TV2000:

“Às vezes, quando eu oro, também durmo pelo cansaço”.

Gostei de ouvir isso. Não somos “deuses”, imortais ou máquinas. Somos humanos, filhos do mesmo Pai, salvos pelo mesmo Filho e animados pelo mesmo Espírito Santo. Estarmos cansados, então, é natural a todas as pessoas. Nada de se punir!

O problema maior é: quando nos distraímos de propósito. Quer coisa mais inapropriada do que levar celular à Missa e ficar em Redes Sociais, navegando na Internet ou fazendo outras coisas? E Francisco falou sobre isso em Novembro:

Missa não é espetáculo para ficar tirando foto de celular, é momento de encontro com Cristo.

Muito bom! Quanto menor a distração em casa, na Igreja ou em qualquer lugar, melhor a qualidade e a força da oração.

bomba.jpg

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida (quem conhecer, favor indicar para os créditos).

– Austrália Proíbe o Uso da IA DeepSeek e Outros Países Podem Seguir o Exemplo.

Decisão impacta segurança nacional e acirra polêmicas envolvendo coleta de dados e vínculos com o governo chinês (Foto: Divulgação ) O governo …

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– Perderam o sentido! Os 5 apps para excluir do celular sem peso na consciência

Hoje em dia existe um aplicativo para cada necessidade. Tanto que é difícil imaginar que, há 10 anos, eles não faziam parte da nossa vida. Contudo, …

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– Essa tal de IA… os Papas!

Não sei se foi por IA ou é uma montagem simples, mas chama a atenção: quantos Papas reunidos!

Que santa criatividade

– TikTok volta a operar nos EUA após promessa de Trump de adiar proibição.

O TikTok anunciou neste domingo (19) que está novamente disponível nos Estados Unidos, após a promessa do presidente eleito Donald Trump de adiar a …

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– Confira se seu filho fica muito tempo no celular:

Li no Estadão (Caderno 2, Página H1, 04/7/20), um teste para ver se nossas crianças abusam das telas (celulares, notebook e semelhantes).

Vale a pena usá-lo. Abaixo:

VEJA SE SEU FILHO ABUSA DE TECNOLOGIAS

por Camila Tuchlinski

O livro “A criança digital: Ensinando seu filho a encontrar equilíbrio no mundo virtual” contém ainda uma ferramenta útil para ajudar os pais a avaliar se o tempo diante das telas está prejudicando ou não a saúde dos filhos.

Basta preencher as dez questões a seguir com os números 0 (nunca ou raramente), 1 (de vez em quando), 2 (geralmente) ou 3 (sempre), e então somá-los. Se a pontuação atingida for menor que 10, isso significa que seu filho não parece passar muito tempo diante das telas e é capaz de atuar dentro de limites saudáveis.

Com uma pontuação de 11 a 20, a criança pode estar muito dependente das telas, e será preciso monitorar esse tempo com mais cuidado. Agora, se a pontuação ultrapassa 21 pontos, talvez seja hora de recorrer a orientação e ajuda profissional.

( ) Seu filho se irrita quando você pede que ele saia da frente da tela para jantar ou realizar outra atividade.

( ) Seu filho pede que você compre um aparelho digital, como um tablet, mesmo depois de você ter dito não.

( ) Seu filho tem dificuldade de terminar o dever de casa porque está ocupado vendo televisão ou jogando vídeo game

( ) Seu filho recusa-se a ajudar nas tarefas domésticas porque prefere brincar com aparelhos eletrônicos.

( ) Seu filho insiste para jogar vídeo game ou brincar com outra atividade diante das telas mesmo depois de você ter negado.

( ) Seu filho não pratica atividades físicas por ao menos uma hora ao dia.

( ) Seu filho não faz contatos visuais frequentes com outras pessoas da família.

( ) Seu filho prefere jogar vídeo game a brincar ao ar livre com os amigos.

( ) Seu filho não gosta de nada que não inclua aparelhos eletrônicos.

( ) Quando você proíbe o uso de aparelhos eletrônicos por um dia, seu filho fica irritado e manhoso.

A tecnologia é um bem que precisa ser bem usado. “No mundo virtual, tudo funciona com base em recompensas imediatas. Na vida real, porém, temos de exercer a paciência, saber dialogar e abrir mão de prazeres instantâneos em prol daquilo que é mais duradouro”, conclui o editor da Mundo Cristão, Daniel Faria.

EXCESSO DE TELA MODIFICA CÉREBRO DAS CRIANÇAS (Foto: Getty Images)

Foto: Getty Imagens, extraída de: https://revistacrescer.globo.com/Criancas/noticia/2020/02/excesso-de-tela-modifica-o-cerebro-das-criancas.html