– Novorizontino 1×1 Palmeiras: o VAR é algo ótimo, mas se não usar adequadamente…

Dois importantes erros do Árbitro de Vídeo no primeiro jogo das Oitavas de Final do Campeonato Paulista 2019, ambos de lances interpretativos, mas que considero ter ocorrido de maneira equivocada pelo VAR.

1- O Gol do Novorizontino: quando a bola chega a Murilo (NOV), que a domina e bate para o gol e na sequência do rebote do goleiro Fernando Prass (SEP) sai o tento, o jogador do time do interior está com o braço aberto, estende o poder de interceptá-la a uma razoável distância e a domina. Ali, é o movimento antinatural, a intenção disfarçada de tirar proveito disso. O árbitro Raphael Claus estava encoberto pelo tronco do próprio Murilo e não vê. Como todo gol precisa ser revisado pelo VAR, falhou o árbitro designado pela tarefa, Thiago Duarte Peixoto.
IMPORTANTE: a partir de 01/06/2019 a regra mudará para essa jogada: bolas que toquem mesmo que involuntariamente na mão de atletas que estão no ataque e resultem em gol serão considerados lances irregulares.

2- O Pênalti para o Novorizontino: diferente do domínio de Murilo, o defensor Antonio Carlos (PAL) está na frente do cruzamento de Danielzinho e a bola explode em seu braço que está em posição naturalcom rapidez, distância pequena e involuntariamente. Não é pênalti, e foi essa a interpretação inicial do árbitro. Entretanto, após o VAR chamá-lo, voltou atrás e resolveu marcar toque voluntário e pênalti (defendido por Fernando Prass).

Enfim: má estreia do VAR no Paulistão. E “pano-pra-manga” para palmeirenses mais exaltados alegarem má-fé (eu não acredito nisso, penso em incompetência) da FPF em retaliar o time que está de relações cortadas com a entidade (e que nem foi no conselho arbitral das fases finais).

A ótima iniciativa do Vídeo-Árbitro de nada adiantará se o material humano que a opera não for competente o suficiente. A tecnologia também tem seus limites.

ATUALIZANDO: Sobre o 1o gol do jogo: na imagem da FPF, bateu na barriga em visão frontal, não há dúvida. Mas a preocupação é a visão de lado. Ele não ajeita com o braço? Precisaria também de um lance lateral (que ainda não apareceu), pois temos uma imagem lateral da SporTV e essa da FPF que só é frontal – assim, 1×1 na dúvida.

 

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– Se (eu disse SE) a explicação do VAR foi para todos os clubes, parabéns FPF!

Sou todo tempo em que infelizmente acreditava-se que toda a informação para os clubes deveria ser buscada na FPF, e não ela multiplicar o conhecimento. Aos poucos, por força até da nova ordem social, isso mudou.

Leio que o Santos FC teve uma palestra por parte da FPF sobre o funcionamento do VAR. Ótimo, espero que todos os clubes também tenham tido essa experiência, e não somente seus dirigentes no evento do Conselho Arbitral.

Não achei a informação se a iniciativa partiu da FPF ou do clube, mas penso que todos os times tenham que ter essa orientação. E a iniciativa legal seria: juntar no salão nobre da FPF os jogadores e comissões técnicas das equipes envolvidas nessa nova fase (cabe todo mundo sim), e orientá-los (em conjunto, para que ninguém diga que algo foi falado a alguma equipe que outra não tenha ouvido). Repito: passar as informações apenas aos cartolas é bobagem. 

Um apontamento: será que as pessoas envolvidas na CEAF / Diretoria de Arbitragem, que estiveram em campo na “final que não acabou ainda para os palmeirenses”, no imbróglio da ajuda externa da decisão do Paulistão 2018, foram visitar o CT do Palmeiras também?

Tomara que tudo funcione muito bem e que o Árbitro de Vídeo não tenha trabalho. Se tiver, que tenha sucesso.

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– Usar o celular no Trabalho pode ocasionar demissão por justa causa!

Cada vez mais somos reféns do telefone móvel e seus aplicativos. Há gente que se vicia principalmente nos comunicadores de mensagens instantâneas (como WhatsApp) e redes sociais (Facebook, Instagram, Snapchat).

Uma situação cada vez mais discutida: o uso do aparelho durante o horário de trabalho!

Abaixo, extraído de Agora SP, ed 19/02/2017, pg B6.

EMPRESAS PODEM PROIBIR USO DE CELULAR NO TRABALHO

Trabalhadores têm o direito de usar o aparelho no almoço e no intervalo. Justiça autoriza a restrição.

Ao chegar ao trabalho, Rafael Rodrigues Meira dá adeus ao celular. O aparelho é guardado em um armário da Padaria Iracema, no Santa Cecília, e o garçom só checa as mensagens durante o intervalo.

Deixar o celular fora do alcance não é uma opção de Meira. “Dá vontade de olhar e se a gente se distrai, não atende o cliente como deve”, diz.

Por enquanto, os patrões permitem aos funcionários que o aparelho fique no bolso, mas a regra é clara e está estampada na parede: “é expressamente proibido funcionário utilizar celular no horário de trabalho”.

“Conheço um lugar que tem uam caixa para os colaboradores deixarem os aparelhos, que só são liberados no horário do almoço, revela Manuel Tarelho, dono da padaria.

Quem pensa que o impedimento por parte do empregador é abusivo se engana. Se a proibição está nas normas da empresa e o trabalhador insiste em usá-lo, pode até demitir por justa causa, perdendo aviso-prévio, férias e 13o, saque do Fundo de Garantia e seguro-desemprego.

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– E o Google Plus chega ao fim.

Estava muito na cara que o Google Plus não duraria muito, pois assim como o Google tem produtos e serviços de sucesso, tem também os que fracassam.

Depois do Orkut não ter dado certo (era uma rede social que conquistou apenas brasileiros e indianos), o Google o encerrou. Tentou criar, sem sucesso, o Google Wave e não deu certo. Por fim, investiu com muita força no Google Plus (G+) para rivalizar com o Facebook e foi um furo n’água.

Agora, a empresa global anuncia que não aceitará mais novos perfis a partir de fevereiro, retirando os conteúdos e perfis remanescentes em 02 de abril de 2019.

Eu usava o G+, mas depois do anúncio, já encerrei minha página lá. Pra quê investir nele se já esteja condenado oficialmente? Uma pena. Mas fica a questão: o Google desistiu de rivalizar com o Facebook numa rede social mundial, ou reinventará algo?

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– Mercedes Benz Stadium: o palco da final de 2026?

Vi e me impressionei: o vídeo do Mercedes Benz Stadium, em Atlanta – EUA.

Lá, “joga soccer” pela MLS o Atlanta United e joga futebol americano pela NFL o Atlanta Falcon.

Assista e diga: não é o estádio mais moderno do mundo?

Dificilmente a final da Copa de 2026 não será jogada lá…

Filme em: https://youtu.be/RDyNvr8Pz-o

– Feliz Aniversário, iPhone!

Há 12 anos, um invento mudava o mundo. Era criado o Iphone!

Na oportunidade, Steve Jobs, CEO da Apple, disse:

Hoje a Apple está reinventando o telefone.” (09/01/2007)

Para mim, reinventou mesmo. Os aparelhinhos inspiraram os concorrentes e transformaram até mesmo o comportamento das pessoas. Desde então, o conceito de aparelho telefônico mudou bem!

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– Lusail Stadium está saindo do papel?

Um estádio para 80 mil pessoas que está sendo construído JUNTO COM UMA CIDADE! É mole?

Eu sempre tive o pé atrás com a Copa do Catar 2022, cercada de corrupção, mas há coisas que não dá para deixar de ficar boquiaberto e para isso o príncipe local não vai economizar. Está erguendo o Estádio de Lusail, juntamente com um município ao redor dele! 

O ponto positivo é: depois do Mundial, como ficará ocioso, o Lusail Stadium vai virar um hospital, escola e shopping integrados!

Sobre essa coisa incrível (e um vídeo da tradição, cultura e tecnologia de lá, abaixo),

Extraído de: https://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,catar-revela-projeto-do-estadio-mais-importante-da-copa-do-mundo-de-2022,70002647869

CATAR REVELA PROJETO DO ESTÁDIO MAIS IMPORTANTE DA COPA DO MUNDO DE 2022

Lusail Stadium terá capacidade para receber até 80 mil torcedores e tem previsão de ficar pronto em 2020

O projeto do estádio mais importante da Copa do Mundo de 2022, no Catar, foi oficialmente apresentado neste sábado, em um evento de gala realizado na Marina de Lusail, cidade que fica a 15 quilômetros ao norte de Doha, a capital do país.

A arena, que terá capacidade para receber até 80 mil torcedores, tem previsão de ficar pronta em 2020. E neste sábado o Comitê Organizador do Mundial permitiu o acesso de alguns jornalistas convidados às obras de construção do local, que deverá abrigar o jogo de abertura, a grande decisão da Copa e vários outros jogos da competição que ocorrerá daqui a quatro anos.

Inspirado na antiga tradição do artesanato do Oriente Médio, o projeto do estádio revelou que o mesmo terá formas arredondadas, será predominantemente dourado em seu exterior e contará com um teto branco com um design moderno. O estádio Lusail será uma das oito arenas que abrigarão partidas da Copa, sendo que, no ano passado, o Khalifa International Stadium se tornou o primeiro a ficar pronto para a competição.

De acordo com a previsão dos organizadores, outros dois estádios estão programados para terem as suas obras finalizadas no começo do próximo ano: o Al Wakrah Stadium e o Al Bayt Stadium.

“Já se passaram oito anos desde que conquistamos os direitos de sediar a Copa do Mundo de 2022 e pedimos ao mundo que esperasse algo incrível. Com este impressionante design do nosso estádio (de Lusail), hoje estou orgulhoso de mais uma vez estar cumprindo essa promessa”, afirmou o secretário-geral do Comitê Organizador da Copa de 2022, Hassan Al Thawadi, durante o evento deste sábado, no qual também destacou que a arena principal do Mundial fica no coração de uma nova cidade que está sendo erguida em função do Mundial.

“Lusail é uma cidade para o futuro, e uma vez que a Copa do Mundo acabar, será como cada um dos nossos outros sete estádios – uma parte crucial do legado do torneio, que se transforma para se tornar o coração de uma nova comunidade”, reforçou.

Após a Copa, as 80 mil cadeiras do estádio de Lusail serão retiradas e doadas. E a arena deixará de servir para o futebol para ser transformada num espaço que contará com escolas, lojas, instalações esportivas e clínicas médicas. Será a consequência óbvia para dar utilidade a um local que não possui tradição futebolística importante e nem clubes de relevância no cenário mundial.

A secretária-geral da Fifa, Fatma Samoura, também exibiu empolgação com o projeto do principal estádio da Copa durante o evento deste sábado. “Estou muito feliz por ver o compromisso continuado do Catar com a excelência no espetacular estádio Lusail”, ressaltou a dirigente. “Os estádios do Catar estão entre os mais atraentes já vistos e o local desejado para a final é absolutamente lindo. Eu particularmente aprecio o fato de que a cultura do Oriente Médio é refletida em vários outros projetos de Lusail e estou ansiosa para ver os fãs de futebol de todo o mundo descobrirem a cultura e a história desta região”, reforçou.

A Copa do Mundo de 2022 está marcada para ocorrer entre os dias 21 de novembro e 18 de dezembro, sendo que a Fifa planeja poder ampliar o número de seleções da competição de 32 para 48 a partir desta próxima edição do evento.

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Assista o vídeo abaixo:

– A Naprotecnologia: um método aceito pelo Catolicismo como opção à “fertilização in vitro”

Tenho muitos amigos que, quando casados, descobriram que não podem ter filhos. Uma das soluções mais simples foi o nobre e generoso método da adoção.

A Igreja Católica possui algumas restrições à reprodução artificial, e àqueles que não desejam ferir o preceito religioso, segue uma boa alternativa.

Extraído de:

https://padrepauloricardo.org/blog/fertilizacao-in-vitro-com-os-dias-contados?utm_campaign=informativo_out_2018_iii&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

FERTILIZAÇÃO “IN VITRO” COM OS DIAS CONTADOS!

Levando em conta a porcentagem de nascimentos entre casais que seguem os tratamentos, seu índice de êxito é o dobro em comparação à fecundação assistida; seu custo é onze vezes menor, apesar de ela ser realizada por poucos médicos em todo o mundo; ela foi boicotada pelos lobbies da proveta e tem sido ignorada pelos sistemas de saúde nacionais. A naprotecnologia nasceu nos Estados Unidos e chegou à Europa há alguns anos, mas segue enfrentando o preconceito de quem a considera uma abordagem confessional da medicina, condicionada por dogmas religiosos.

Nada mais longe da realidade. É verdade que as práticas da naprotecnologia conformam-se rigorosamente à bioética católica; todavia, está comprovado que sua abordagem do problema da esterilidade é científica e clinicamente mais rigorosa do que aquela praticada no âmbito da fecundação assistida. Até por isso ela é mais eficaz: as estatísticas o confirmam.

“A diferença entre a naprotecnologia e a fecundação in vitro consiste no fato de que na primeira a questão fundamental é o diagnóstico das causas de infertilidade”, explica Phill Boyle, ginecologista irlandês que ministra os cursos de formação em naprotecnologia para médicos de toda a Europa, em uma clínica da cidade de Galway. “O que se procura é uma explicação médica do por que um casal não consegue procriar, cuidando assim de eliminar o problema e ‘ajustar’ o mecanismo natural, devolvendo-lhe a harmonia.”

“No procedimento in vitro, ao contrário, o diagnóstico das causas não tem importância, os médicos querem simplesmente ‘ignorar o obstáculo’, levando a cabo uma fecundação artificial. Na naprotecnologia, o tratamento resolve o problema do casal, que depois pode ter outros filhos. Com o método in vitro, os cônjuges não se curam e seguem sendo um casal estéril, e para ter mais filhos deverão sempre confiar em um laboratório.”

“A naprotecnologia é a verdadeira fecundação assistida”, ironiza a ginecologista Raffaella Pingitore, a maior especialista de língua italiana no método, e que atua na clínica Moncucco, na cidade suíça de Lugano. “No sentido de que assistimos a concepção do início ao fim, ou seja, desde a fase de distinção dos marcadores de fertilidade na mulher até as intervenções farmacológicas e/ou cirúrgicas necessárias para permitir que o casal chegue de um modo natural à concepção.”

O nome do método deriva do inglês natural procreation technology, “tecnologia de procriação natural”. Mais que uma tecnologia, é um conjunto de técnicas diagnósticas e intervenções médicas que tem como objetivo discernir a causa da infertilidade e sua remoção específica.

Começa-se com as tabelas do modelo Creighton, que descrevem o estado dos biomarcadores da fecundidade durante todo o ciclo menstrual da mulher, e que se baseiam principalmente na observação do estado do muco cervical, feita pela própria mulher. O pilar que sustenta toda a naprotecnologia é a capacidade da mulher de se observar: ela é formada para isso na parte inicial do percurso. As tabelas corretamente preenchidas, com o estado do muco cervical dia após dia e os outros dados, são a base de todos os passos sucessivos. A partir disso já é possível diagnosticar carências hormonais, insuficiências lúteas e outros problemas passíveis de serem tratados com a receita dos hormônios que faltam.

Se a infertilidade persiste, prossegue-se com o exame detalhado do nível dos hormônios no sangue, a ecografia da ovulação e a laparoscopia avançada. Podem ser necessárias, então, intervenções de microcirurgia das trompas ou de laparoscopia avançada para remover as partes prejudicadas pela endometriose. O resultado final é uma porcentagem de nascidos vivos entre 50 e 60% do total dos casais que realizam os tratamentos durante no máximo dois anos (mas a maior parte concebe no primeiro ano), contra uma média de 20 a 30% entre os que recorrem aos ciclos da fecundação in vitro (em geral, seis ciclos).

“Uma das coisas que mais me escandaliza é a ampla negligência que existe no diagnóstico das causas de infertilidade”, explica Raffaella Pingitore. “Hoje, depois de poucos exames práticos, a mulher é encaminhada aos centros de fecundação assistida. Chegamos ao ponto de, há alguns anos, a ‘Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva’ (American Society for Reproductive Medicine) ter declarado a insuficiência lútea como inexistente, porque não podia ser ‘cientificamente’ diagnosticada. Nós temos condições de diagnosticá-la porque envolvemos a mulher e pedimos a ela que observe e descreva diariamente o estado de seu muco cervical. Esse procedimento nos permite diagnosticar a insuficiência lútea. Mas isso para muitos médicos é impensável: eles se limitam a colher uma amostra no 21.º dia do ciclo menstrual para medir o nível de progesterona. Mas só 20% das pacientes têm um ciclo perfeitamente regular, pelo que esse dado é quase sempre inútil para o diagnóstico.”

“Nos Estados Unidos, em Omaha, no estado de Nebraska, iam visitar o doutor Thomas Hilgers, o verdadeiro criador da naprotecnologia, mulheres às quais a endometriose havia sido descartada depois de uma laparoscopia. Mas, realizando-se uma laparoscopia mais avançada, descobria-se que em 90% dos casos a endometriose existia. Comigo aconteceu muitas vezes a mesma coisa. Uma laparoscopia avançada deveria ser uma prática padrão nos testes de esterilidade, mas, por se tratar de uma intervenção cirúrgica, a hostilidade é grande.”

Que o recurso indiscriminado à fecundação assistida esteja associado à negligência diagnóstica, é algo que se deduz também pelo elevado número de pacientes que recorrem com sucesso à naprotecnologia depois de ciclos fracassados de fecundação in vitro. O doutor Boyle afirma que nos últimos seis anos, no grupo de suas pacientes com menos de 37 anos que já haviam tentado dois ciclos de fecundação assistida, o percentual das que conceberam graças ao método de procriação natural é de 40%.

Raffaella Pingitore conta sua experiência pessoal:

“A paciente tinha 36 anos e desejava uma gravidez há oito anos; havia realizado no passado cinco ciclos de fecundação assistida sem êxito. Fiz com que ela registrasse a tabela dos marcadores de fertilidade, e notamos que havia uma fase satisfatória de muco fértil, mas os níveis hormonais estavam um pouco baixos, o que indicava uma ovulação um pouco defeituosa. Havia também sintomas de endometriose; realizei uma laparoscopia, encontrei a endometriose e coagulei os focos da doença no útero, nos ovários e nas trompas. Depois a submeti a uma terapia para que ela ficasse em menopausa durante seis meses: deste modo secavam-se bem todos os focos de endometriose que talvez ainda existissem; depois da terapia continuei com um fármaco, o Antaxone, com a dieta e com apoio da fase lútea com pequenas injeções de gonadotropina. Isso levou ao aumento dos hormônios, e no quarto mês de tratamento havia se alcançado um muco muito bom. No 17.º depois da ovulação realizamos o teste de gravidez, que resultou positivo.”

O cuidado do profissional eticamente motivado pode mais do que as técnicas artificiais. Prova-o a história da doutora Pingitore, e provam-no as estatísticas do doutor Boyle. Na Irlanda, ao longo de quatro anos, o ginecologista curou 1.072 casais que há mais de cinco anos lutavam para ter um filho. A idade média das mulheres era de 36 anos, e quase um terço delas já havia tentado ter um filho com a fecundação in vitro. Após seis meses de tratamento naprotecnológico, a eficácia do método foi de 15,9%. Após um ano, 35,5%. Após um ano e meio, 48,5% das pacientes havia ficado grávida. Se o tratamento durava dois anos, quase 65% das pacientes chegavam à gravidez.

Com uma base de pacientes muito menor, a doutora Pingitore, no biênio 2009-2011, obteve uma média de 47,3%. Nos Estados Unidos (país onde não existem leis limitando o número de embriões fecundados que podem ser transferidos para o útero), os índices de sucesso da fecundação assistida depois de seis ciclos são os seguintes: 30-35% para mulheres com idade inferior aos 35 anos; 25% para mulheres entre os 35 e os 37 anos; 15-20% para mulheres entre os 38 e os 40; 6-10% para mulheres com idade superior aos 40 anos.

Depois temos a questão (de modo algum secundária) dos custos, ainda que na Itália ela seja pouco discutida porque, à parte as pacientes com plano privado de saúde, as despesas da fecundação assistida correm a cargo do sistema público de saúde. Em tempos de austeridade econômica e de efeitos deletérios da dívida pública, no entanto, um olhar à relação de custo-benefício deveria valer também para nós. O fato é que, se comparamos os custos de dois anos de tratamento naprotecnológico com os de seis ciclos de fecundação assistida, a segunda custa onze vezes mais do que a primeira.

Um único ciclo de fecundação in vitro custa na Itália em torno de 3.750 euros, mais 1.000 euros de medicação, pelo que seis ciclos custariam 28.500 euros, aos quais se acrescentam outros 800 para o congelamento e a manutenção dos embriões, e 1.200 para a transferência dos mesmos, em um total de 30.500 (R$ 131.812, hoje). Por outro lado, ainda que se alargasse para dois anos o tratamento com a naprotecnologia, seus custos são modestos: 300 euros para o curso de formação nos métodos naturais, 800 para as consultas médicas e 1.500 para os medicamentos, em um total de apenas 2.600 euros. É provável que os parlamentos e os ministros da saúde europeus não sejam muito sensíveis aos temas bioéticos, mas eles dificilmente poderão fingir-se de surdos a pedidos para que se verifique a relação de custo-benefício entre os dois métodos.

“A naprotecnologia tem tudo para se difundir, ainda que seja só por um discurso ligado aos custos, nos quais vão incluídos também os efeitos colaterais da prática de fecundação assistida: não nos esqueçamos que as crianças que nascem com esta técnica têm mais probabilidade de malformações e problemas de saúde do que aquelas que nascem de forma natural”, recorda Raffaella Pingitore. “Em primeiro lugar, porém, é necessário vencer o lobby da procriação assistida. Trata-se de um lobby bilionário, que enriquece centenas de pessoas e que não deixará tão facilmente que se lhe coloque o bastão entre as rodas.”

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– Competência Humana versus Competência Tecnológica: o VAR no futebol brasileiro

Assim como não existe e não adianta a competência e/ou capacidade financeira sem a competência administrativa em qualquer organização, isso acontece na mesma proporção no futebol brasileiro com a questão do VAR e os árbitros.

É sabido que a CBF fez uma lambança com a figura do árbitro de vídeo e, cá entre nós, promoveu tudo para não implantá-lo. O que se dizer ao contrário será mentira. Vejamos:

  • Quando disse ter oferecido o projeto pioneiro à FIFA, não era o primeiro modelo oferecido e tampouco o mais oportuno.
  • Levou 3 anos para a primeira experiência off-line, enquanto que outros países já estavam fazendo uso da ferramenta.
  • Marcou diversas datas para a implantação (algumas delas com os campeonatos me vigor – o que não é permitido pelas Regras da FIFA e que todos sabiam, não ocorreria).
  • Após o “todo-poderoso” Eurico Miranda discutir com Marco Polo Del Nero sobre os erros de arbitragem contra o Vasco da Gama, prometeu o uso do VAR em uma semana! Pura conversa fiada…
  • Criou um chamado “Departamento de Desenvolvimento de Árbitro de Vídeo“, alocando Sérgio Correa da Silva (o ex-chefe da Arbitragem). Sérgio supostamente tinha sido demitido da Comissão de Árbitros por pressão dos clubes e no fim ganhou um cargo “só pra ele”.
  • Resolveu implantar o VAR após uma capacitação questionada na aprazível Águas de Lindóia e tendo realizado dois testes apenas em jogos “pra valer” (ambos na final do Campeonato Pernambucano, com erros e mau uso do árbitro de video nas duas contendas).
  • Jogou nas costas dos clubes a decisão de usar ou não o VAR no Brasileirão de 2018, colocando custos altíssimos a serem arcados pelas próprias agremiações.
  • Escalou um octodeceto de arbitragem (sim, 18 pessoas) para cada uma das finais da Copa do Brasil 2018 (Corinthians x Cruzeiro), com VAR, Assistente de VAR, Apoio de VAR, Supervisor de VAR e outros dispensáveis. Todos viram a pavorosa atuação do árbitro Wagner Magalhães e do VAR Wilton Pereira Sampaio, onde em dois lances fáceis (que nem precisariam do uso do VAR) tomaram-se decisões equivocadas. Aliás, repararam quanto tempo o árbitro ficou na rodinha de jogadores conversando pelo rádio, e o diminuto tempo que ele levou para assistir o lance e mudar sua decisão? É claro que já estava decidido a mudar  a marcação quando foi ao monitor; e tão claro é a “obrigação” que ele tinha de fazer uso da tecnologia após tanto gasto bancando pela CBF para esse confronto. Dezoito caras e não vai se usar o VAR nenhuma vez? Então tá…

Não adianta colocar árbitros desmotivados, sem planejamento REAL de carreira e com a meritocracia deixada de lado para fazer uso do equipamento tecnológico. A culpa não é da eletrônica, é do humano que a opera.

O problema maior é: o gerenciamento do futebol brasileiro! Quem comanda de fato se esconde por trás de um Coronel que estava no Pará e se apoia num futuro presidente amigo; sem contar que quem manda na arbitragem nunca colocou um apito na boca…

Esse é o triste rumo da arbitragem de futebol em nosso país. Como disse em trocadilho o espirituoso Zé “Boca-de-Bagre”, o amigo do Professor Reinaldo Basile, “o árbitro de vídeo da CBF é uma VARgonha…”

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– A falha do Facebook resetou 50 milhões de contas?

Caramba, viram a história do ataque hacker ao Facebook, que precisou fazer um “Des-login” nas contas?

Abaixo, extraído do Uol.com:

DESLOGOU AÍ?

O Facebook anunciou nesta sexta-feira (28) a descoberta de um ataque hacker que afetou 50 milhões de usuários em todo o mundo. Por conta disso, vários internautas tiveram os perfis deslogados. Quem tentou acessar a conta na rede social, precisou entrar novamente com usuário e senha.

Segundo a companhia, hackers aproveitaram uma falha no código da função “Ver como”. A vulnerabilidade permitiu que os criminosos acessassem tokens — “chaves digitais” que deixam as pessoas continuar logadas no serviço sem precisar recolocar a senha — e isso poderia ser usado para tomar controle das contas das pessoas.

O erro no código foi descoberto na terça-feira (25), mas informado apenas hoje. Desde então, as ações do Facebook, que já estavam caindo 1,5% antes do anúncio, passaram a cair 3,5% depois que a invasão foi exposta.

“Este ataque explorou uma interação complexa envolvendo uma série de ocorrências em nossos códigos. Ele nasceu de uma mudança de código que fizemos na nossa ferramenta de upload de vídeo em julho de 2017, que impactou a funcionalidade ‘Ver como’. Os invasores não precisaram apenas encontrar essa vulnerabilidade e usá-la para ganhar acesso a um token, mas também tiveram que ir desta conta a outras para roubar mais tokens”, diz o comunicado.

Para resolver o problema, o Facebook resetou os tokens de acesso de 50 milhões de contas. Outros 40 milhões de perfis foram deslogados como precaução. Com isso, 90 milhões de perfis foram afetados — isso representa 4% do total de 2,23 bilhões de usuários mensais do site.

O Facebook admite que não tem detalhes sobre a falha, ou seja, não sabe se as contas foram usadas para atividade maliciosa ou se os dados dos donos dos perfis foram acessados. Também não sabe quem são os responsáveis pelo ataque nem de onde ele partiu. O número de contas, assume o Facebook, pode aumentar.

“Ainda estamos no início da nossa investigação”

Guy Rosen, vice-presidente de gerenciamento de produto do Facebook

“Ainda não sabemos se essas contas foram exploradas para usos indevidos”

Mark Zuckerberg, presidente e fundador do Facebook

O Facebook diz que já avisou as autoridades nos EUA e na Europa. Em solo americano, as investigações estão nas mãos do FBI. Na Europa, autoridades de proteção de dados da Irlanda, país que abriga a sede da rede social no continente, foram informadas do caso.

Medidas tomadas pelo Facebook:

  • Solucionou a falha de segurança para prevenir novos ataques;
  • Invalidou o token de acesso (que deixa logar automaticamente) de 50 milhões de usuários afetados pelo ataque, fazendo com que eles fossem deslogados. Essas pessoas serão notificadas no topo do feed principal;
  • Como precaução, deslogou outras 40 milhões de pessoas que usavam a funcionalidade “Ver como” no último ano; elas terão que se conectar de novo;
  • Derrubou a função “Ver como” por medida de precaução enquanto o site investiga o ataque e revisa outras possíveis vulnerabilidades.

Após ataque, Facebook informa que ‘Prévia do Meu Perfil’ foi desabilitada
Pouco tempo depois da divulgação do caso, o senador do Partido Democrata Mark Warner afirmou em comunicado que a falha é mais uma indicação de que a rede social deve ser regulada. “A era do Velho Oeste nas mídias sociais acabou”, disse.

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– Como explicar tanto erro Pró-Boca? Sobre a expulsão de Dedé, Amarilla 2013, Aquino 2011…

Quatro históricos jogos com erros a favor do BocaNão há muito o que comentar: de nada adiantará o uso da tecnologia se o material humano – o árbitro – não for bem capacitado (e honesto).

Ao ver a expulsão do cruzeirense Dedé após um choque normal com o goleiro Andrada (como se deu, forçosamente e de maneira constrangedora), perco (talvez não seja a 1ª vez) a confiança na arbitragem sulamericana.

Ontem mesmo falamos sobre o Grêmio e a pressão de Bolzan sobre o péssimo juiz Bascunán, que foi o VAR no jogo contra o Tucuman (Wilmar Roldan, o árbitro, não expulsaria Nuñes – nossa análise aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2018/09/19/a-ironica-situacao-do-var-de-tucuman-0x2-gremio-e-agora-bolzan/).

Ao ver o árbitro paraguaio Eber Aquino no Bombonera, não dá para não lembrar do também paraguaio Carlos Amarilla no Pacaembu contra o Corinthians (relembre aqui: https://professorrafaelporcari.com/2013/05/16/analise-da-arbitragem-de-corinthians-1-x-1-boca-juniors).

Nesse rol de erros pró-Boca, ainda temos o igualmente paraguaio Ubaldo Aquino em 2001 contra o Palmeiras. E se preferir, Cruz Azul x Boca Juniors numa final (impossível seria um mexicano da Concacaf ganhando a Libertadores da Conmebol?). Mais longe, em 1964, Estudiantes x Santos (né Abel Gnecco?).

Ops: Eber Aquino Ganoa é paraguaio, tem 39 anos e há 2 está no quadro da FIFA. No ano passado, havia apitado dois jogos pela Libertadores. Nessa temporada, era o seu 6º jogo. Não tem parentesco com seu compatriota Ubaldo Aquino (hoje, cartola da arbitragem da Conmebol e pai do bandeira FIFA Rodney Aquino).

Já escrevi algumas vezes: me recordo na década de 90 de um importante diretor de árbitros brasileiro que ao ver o nome do juiz Epifânio Gonzales numa escala, soltou: “PQP, prestem atenção: NUNCA confiem em árbitro paraguaio!”.

Em tempo: como o Brasil está sem moral na Conmebol, não? O corrupto e detestável Ricardo Teixeira não deixaria que seus pares (ou cúmplices) permitissem tais garfadas assim!

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– A irônica situação do VAR de Tucuman 0x2 Grêmio. E agora, Bolzan?

Na Argentina, pela Libertadores, em Atlético Tucuman x Grêmio FPA, O árbitro colombiano Wilmar Roldán marcou falta sofrida por Alisson (GRE) após a disputa com Gervasio Nuñes (TUC), mas não o expulsou. Roldán, que não usou como deveria o árbitro de vídeo na Copa do Mundo da Rússia e por isso ficou de fora das fases decisivas (lembram da lambança no jogo da Inglaterra?) foi avisado pelo VAR que não foi uma falta temerária, mas sim conduta violenta (de fato, foi uma pisada proposital do argentino sobre o brasileiro). Fez a correção aplicando o cartão vermelho e acertou neste lance capital (aos 44m do 1º tempo).

O detalhe?

Julio Bascunán, chileno, era o VAR.

Não nos esqueçamos que o presidente gremista Romildo Bolzan, que costuma fazer duras críticas às arbitragens pré-jogo (aquelas famosas queixas preventivas), antes da partida disse “cobras e lagartos” sobre Bascunán (sim, criou-se veto até a nome que vai trabalhar de VAR), pois ele foi o árbitro da 1ª final da Libertadores da América entre Lanús 0x1 Grêmio (22/11/2017) – e com péssima atuação, sejamos justos.

E agora, o que se dirá: que o chileno foi correto por estar bem atento ou por ter aceito a pressão brasileira?

É claro que a essa altura, apesar da ótima partida do Grêmio, o presidente estará cantando em verso e prosa que suas críticas surtiram efeito.

– Surtiram?

Talvez…

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– A trapalhada em Palmeiras 0x1 Cruzeiro

Que confusão a respeito do gol (que seria o empate) do Verdão contra a Raposa, não?

Avalie: Edu Dracena (SEP) faz falta no goleiro Fábio (CRU) ou é o goleiro que sai mal do gol e aí acontece o contato físico entre ambos?

A 2a situação é a leitura correta; sendo assim, gol legal e mal anulado na partida da semifinal da Copa do Brasil entre Palmeiras 0x1 Cruzeiro.

O problema é que Wagner Reway, árbitro do MT que vira-e-mexe tem escalas generosas e não vai bemmas segundo a Comissão de Árbitros da CBF tem condição de ser FIFA (!), errou duas vezes num único lance. Explico:

1- Ele interpreta falta de Dracena em Fábio (inexistente, aquele chamado jocosamente “perigo de gol” – ou seria “perigo de VAR”?).

2- Tendo o uso do VAR na partida, a recomendação da FIFA, segundo o protocolo do árbitro de vídeo, é deixar seguir o lance em caso de dúvida e consultar o monitor na sequência, após a conclusão do lance e o jogo ser paralisado.

O grande problema é que alegará que não consultou o VAR pela CONVICÇÃO da sua interpretação. E, sendo assim, terá errado 3 vezes. Como num lance capital ter tamanha certeza e desprezar o uso da ferramenta que o auxilia?

Até que apareça uma imagem de sabe-lá-onde e mostre o contrário, o equívoco foi grande e a cáca está feita.

Uma outra queixa: antes do jogo, Sérgio Corrêa da Silva (que nunca foi demitido da Comissão de Arbitragem da CBF e substituído pelo Cel Marinho, mas realocado para o “Departamento de Desenvolvimento do Árbitro de Vídeo”), foi aos vestiários e explicou a todos os procedimentos do VAR, além de lembrar: na dúvida, não desistam da jogada pois o árbitro tenderá a deixar o jogo rolar em cumprimento ao protocolo e após a conclusão da jogada irá consultar o árbitro de vídeo.

Com que cara ele deve ter ficado depois do jogo, não?

SUGESTÃO: com tantas câmeras, que tal uma na cabeça do árbitro (como aquelas de motociclistas) para mostrar a imagem que somente o juiz viu?

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Foto da divulgação dos treinamentos do VAR. Na imagem: Marcelo Aparecido de Sousa (que não esteve no jogo de ontem) no intensivo proposto pela CBF.

– O Futuro em 2000, pensado em 1900

Uma série de retratos inusitados com mais de 110 anos!

Essa exposição (citação no link) mostra mais de 20 desenhos de como a sociedade do ano 1900 pensava que seria o ano 2000.

Veja as invenções imaginadas e, até certo ponto, as bizarrices criadas nas mentes das pessoas, em: http://is.gd/FUTUROem1900

Essa, abaixo, é a dos bombeiros voadores. No link acima, tem mais.

– A teimosia inglesa e o VAR na Europa afora.

Nota da coluna de André Kfouri no jornal Lance desta segunda-feira: vale a pena ler (sobre a Inglaterra não usar ainda o recurso do árbitro de vídeo)!

Aqui:

– A coleta de DNA de cada cidadão brasileiro. Uma boa ou não?

No último dia 30 de Julho, o Ministro do STF Alexandre de Moraes participou em São Paulo de um evento para o lançamento da Conferência Internacional de Ciências Forense 2019, e trouxe à discussão a criação de um banco de dados genéticos.

Segundo ele:

“Qual o problema de se realizar um cadastramento de DNA, que é um exame nada invasivo? (…) Se você pode e deve, constitucionalmente, dar sua identificação pela impressão digital, hoje existe algo mais moderno que é o DNA.”

Eu não vejo problema nenhum nisso. O DNA ajudaria a identificar melhor as pessoas, ajudando nas investigações de crimes e demais elucidações.

Se a tecnologia pode ajudar, por quê não usá-la, desde que não exista nenhuma implicação ética (como nesse caso parece não existir)?

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– Há 25 anos, nascia o Telefone Celular!

Veja que interessante: a Telesp Celular começava a operacionalizar o telefone celular, 25 anos atrás.

Eu me lembro bem: era caríssimo. Assinatura de 40 dólares, fora o custo das tarifas (realizadas e recebidas)!

Olha o Estadão da época, do dia anterior ao início das atividades:

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– Parabéns, Dona Internet

Eu estava em meio ao Mestrado quando a conheci! E tudo foi forçado. Um dos meus professores queria que tivéssemos uma conta de e-mail para que nos comunicássemos.

Era 1998. Ela, quem era? A Internet! Muito cara, lenta e pouco acessível. Ter um endereço eletrônico parecia uma “frescura” sem fim! Mas, na marra, acabei me relacionando com ela até hoje.

O certo é que as crianças do século XXI não imaginam como era o mundo sem Internet, numa infância diferente do que a nossa. Elas já nascem meio que “infoway”.

Há apenas 27 anos nascia a Web (ou Internet, se preferir), exatamente em 06 de agosto de 1991.

Que revolução em nossas vidas, não?

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– Mais uma etapa do VAR no Brasil

Por mais que se queira ter boa vontade com a implantação do Árbitro de Vídeo no Brasil, as pessoas envolvidas são as mesmas que já demonstraram brutal incompetência na condução do futebol brasileiro. Por quê a qualidade do trabalho desses cartolas mudaria agora?

Estou muito a vontade para dizer que, apesar de torcer para o sucesso do VAR em nosso país, os meios estão errados. Por quê usar as imagens das geradoras de TV que transmitirão o jogo? Devem ser de geradora independente, para que em um lance duvidoso contra Flamengo ou Corinthians, não se caia no erro de dizer que a Globo ou a FOX tem interesse para que os clubes de massa passem à frente. Se bobear, se dirá que o árbitro esperou o comentário do Arnaldo ou do Simon para decidir… (os comentaristas de arbitragem mais importantes dessas emissoras).

Outra preocupação é acreditar que o VAR resolverá o problema da arbitragem brasileira. Que não se crie esse cenário! Quem utiliza os equipamentos são seres humanos, falíveis dentro e fora de campo. Os erros continuarão, embora possam ser minimizados.

Nos dois jogos em que o VAR foi usado no país (no Campeonato Pernambucano), a experiência foi horrorosa, com erros graves mesmo existindo o árbitro de vídeo e muito longe do Padrão FIFA. Se nessas rodadas da Copa do Brasil (onde se é possível usar o equipamento eletrônico, já que no Brasileirão só se poderá usar da Rodada 1 até a 38, pois, afinal, deve-se ter equidade na disputa entre jogos e a Regra não permite), o fato de tentar um bom resultado já é algo positivo. O medo, insisto, será o mau uso da ferramenta e as reclamações dos jogadores. Lembrando: pelas Regras do Futebol, onde se acrescentou oficialmente o VAR, o atleta que “correr acompanhando o árbitro até o monitor deverá ser punido com o cartão amarelo”. E se esse atleta quiser ver as imagens do monitor, “dever-se-á aplicar o Cartão Vermelho”.

Aguardemos. Aliás, o histórico do adiamento e das enrolações oficiais do VAR no Brasil podem ser lidos no link em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/09/18/de-novo-a-cbf-promete-usar-o-arbitro-de-video-em-breve-eu-duvido/

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– 1 milhão de terráqueos em Marte até 2060, levados por Elon Musk

Elon Musk, o famoso bilionário sul-africano e proprietário da Tesla, quer ir ao espaço e criou a sua empresa para isso, lançando a Space X. Ele deseja chegar a Marte com robôs em 2022 e humanos em 2024. Até aí, ok. Mas ele sonha em povoar o “Planta Vermelho” com 1 milhão de pessoas até 2060!

Delírio ou capacidade a ser provada?

Ops: ontem, Musk entrou na gruta em que estavam presos os garotos tailandeses com seu mini-submarino, criado especialmente para isso.

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– Jogar em Casa numa Copa e a conversa de Putin com o VAR!

Jogar em casa é sempre muito bom. Vide os títulos mundiais da Inglaterra e França, ou, se preferir, a colocação da Coréia do Sul em 2002. Só o Brasil que ao invés de aproveitar o mando na Copa do Mundo, deixou o ôba-ôba (em 1950) e a arrogância (em 2014) atrapalharem os louros do sucesso.

Na Rússia, a seleção da casa (que é bem fraquinha, sabidamente), tem feito história: eliminou a Espanha e avançou para as 4as de final.

Claro, os memes sobre uma possível influência política de Putin, o todo-poderoso” presidente, são inevitáveis. Estariam os árbitros realmente blindados?

De todas as brincadeiras e dúvidas, essa montagem que recebi foi brilhante: um “bate-papo doce e singelo com a equipe do VAR”, depois do sucesso do selecionado russo frente os campeões de 2010 (abaixo).

Lógico que quem inventou essa brincadeira foi espirituoso! Mas que é genial, é.

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– O VAR está dando certo ou não?

Na Copa do Mundo de Futebol, torneio que é vitrine para qualquer iniciativa por ser a maior competição do planeta, a utilização do árbitro de vídeo mostrou três coisas importantes até agora:

  1. A Tecnologia ajuda, mas não elimina a injustiça no futebol. O VAR é inevitável para o futuro.
  2. A Polêmica (tão necessária para alguns) continuará existindo no esporte, por conta das questões interpretativas.
  3. Há muito o que se aprimorar ainda.

Sempre defendi que toda forma eletrônica para a legitimação de resultados é válida. Entretanto, ao mesmo tempo sempre alertei de que nada adiantará tal aparato se não tivermos a capacitação de quem o usa: o elemento humano.

Digo tudo isso pois vimos o uruguaio Andrés Cunha usar com perfeição a ajuda eletrônica (solicitando a repetição de imagem ou sendo instigado a rever pela cabine) na partida entre França 2×1 Austrália. Ao mesmo tempo, vimos um verdadeiro “circo dos horrores” em Portugal 1×1 Irã, onde o paraguaio Enrique Cáceres e a equipe do árbitro de vídeo vulgarizaram a ideia.

Ao assistir essa última partida citada, questiono-me:

  1. Cáceres mostrou-se tão inseguro que precisou utilizar tantas vezes o VAR?
  2. O VAR, o AVAR e os demais integrantes quiseram aparecer mais do que deveriam, tentando “apitar o jogo” da central instalada em Moscou?
  3. A FIFA estaria forçando o uso do equipamento para “vender a ideia” de modernidade (por isso tantos pedidos de imagem televisiva)?

Tenho medo de que o mau uso do VAR faça com que a ideia seja detonada. Imagine tal arbitragem como a de ontem num Palmeiras x Corinthians ou em um Boca Jrs x River Plate? Impensável!

Se tivesse poder de sugestão, três medidas a serem aplicadas:

  1. Treinamento intensivo nos jogos de categorias de base;
  2. Som aberto às emissoras de TV e público para entender o que se discute a fim de maior clareza no entendimento da interpretação da arbitragem;
  3. Permissão de número limitado de “desafios” às equipes, sendo solicitados pelos capitães.

E você, o que está achando da iniciativa do árbitro de vídeo na Copa do Mundo Rússia 2018? 

Penso que o ideal era ter deixado a utilização de tudo isso para o Mundial do Catar 2022, a fim de mais aprimoramento do seu uso mundo afora.

Aliás, viram o marroquino se dirigindo à uma câmera, fazendo o gesto da tela de TV e xingando o VAR?

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– O mico do VAR em Brasil 1×1 Suíça e um detalhe pertinente!

Eu defendo a tecnologia para ajudar a legitimar os resultados nas disputas esportivas, especialmente no futebol. Mas sempre ressalto: não adianta o VAR como a salvação dos erros de arbitragem, se o elemento humano que o opera não tem a competência adequada.

Escrevi sobre o menosprezo do árbitro italiano Rocchio em utilizar o vídeo no jogo Portugal 3×3 Espanha. Deu um pênalti inexistente aos portugueses e compensou com um lance faltoso a favor dos espanhóis, onde ambos resultaram em gols. Agora, vê-se a polêmica em Rostov, onde a Seleção Brasileira reclama do árbitro Mexicano César Ramos.

Vamos lá: no gol da Suíça, Miranda foi empurrado e o árbitro nada fez. Estaria com a visão encoberta? Talvez. O fato é que as imagens da equipe do VAR eram nítidas quanto à falta, e deveria-se chamar o juiz de campo. 

Quem era o “VAR ‘chefe’ da equipe”? O italiano Paolo Valeri (não consegui obter os nomes dos demais membros auxiliares / reservas da equipe de vídeo-árbitros do jogo).

Há outro lance, no qual Gabriel Jesus é agarrado e quando começa a ser desequilibrado,  na sequência força a queda para valorizar o pênalti. Eu, dentro do campo, não marcaria também. Com as imagens, deveria decidir se daria Cartão Amarelo por simulação ao atacante ou marcaria a penalidade. O certo é: aquele lance é interpretativo, o VAR não deveria chamar o árbitro central, mas sim o mexicano chamar o VAR, em caso de dúvida. Se ele não tinha tanta certeza do lance, não poderia esnobar o uso da imagem.

Meu pai, coincidentemente, está na Itália e assistiu ao jogo do Brasil com nossos primos em Pomézia, próximo a Roma. Segundo ele (que ama futebol como eu), lá na “Bota”, os jogadores, treinadores, torcedores, árbitros e clubes CRITICAM DEMAIS o VAR e usam a contragosto. No começo das experiências italianas, o tempo perdido para as decisões era muito grande, e depois foi diminuindo. E sabem quem é o “Rei da utilização do árbitro de vídeo”? O próprio Valeri, sendo um dos árbitros mais contestados e confusos da Itália, segundo nossos parentes aficcionados pelo calcio. Como a Seleção Italiana não está na Copa, um grande número de italianos está trabalhando na arbitragem do Mundial.

Por ironia, o responsável pela área do VAR na Copa da Rússia é outro italiano, bem conhecido nosso: Pierluigi Colina, o ex-árbitro de Brasil 2×0 Alemanha em 2002.

Para a cartolagem brasileira que há 3 anos promete que usará o VAR no Brasileirão e só enrola, o jogo de ontem foi um prato cheio para contestar a utilização por aqui (em que pese, claro, as falhas dos próprios jogadores brasileiros: destacando-se para mim a não-saída do gol de Alisson no tento suíço, o egoísmo de Neymar em não tocar a bola, a inoperância de Gabriel Jesus e as substituições de Tite, entre outros problemas demonstrados).

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– Os lances do VAR em França 2×1 Austrália

Não pude assistir a partida entre os franceses e australianos neste sábado. Mas leio que o amigo Sálvio Spinola, comentarista de arbitragem da ESPN, acompanhou tudo e postou:

SEM VAR: França 0x1 Austrália

COM VAR: França 2×1 Austrália

Ser contra o uso da tecnologia, de fato, é bobagem nos dias atuais. Mas vale o lembrete: deve-se saber QUANDO e COMO usar!

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– Internautas da 3a idade!

Sabe aquele adolescente que fica fascinado ao descobrir a Internet e o Mundo Virtual? Agora, imagine idosos e idosas que “renascem” ao navegarem na Web!

Eu conheço pessoas queridas como nessa bacana matéria abaixo. E você?

Extraído de: Revista Isto É, pg 82, ed 2274

VELHINHOS CONECTADOS

Eles invadiram as redes sociais, batem papo pelo computador, editam vídeos, enviam fotos, mantêm blogs e formam o grupo que mais cresce entre os usuários de internet no Brasil

Por Juliana Tiraboschi

Eles gostam de aprender coisas novas, recorrem frequentemente ao computador para pesquisar sobre os mais variados assuntos e adoram usar a internet para conversar com os amigos e conhecer gente. Pode parecer, mas esse não é o perfil médio dos jovens da geração X ou Y. Trata-se, na verdade, da descrição de um contingente de usuários da rede que só aumenta: o das pessoas com mais de 50 anos. Divulgada em maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a pesquisa “Acesso à internet e posse de telefone móvel celular para uso pessoal” constatou que, entre 2005 e 2011, aumentou em 222,3% o número de brasileiros com 50 anos ou mais de idade que entram na internet. Isso representa um aumento de 2,5 milhões para 8,1 milhões de pessoas no grupo dos conectados maduros. Foi a faixa etária que teve o maior crescimento no período.

Quem trabalha no meio não fica surpreso com esses números. “Os idosos têm muita fome de conhecimento”, diz Sérgio Contente, presidente de uma empresa de softwares e mantenedor da fundação que leva seu nome e promove cursos de informática para jovens carentes e para o público da terceira idade. Para ele, os membros desse grupo que ainda estão fora da rede gostariam de aprender a navegar pela internet e a usar softwares, mas têm receio de incomodar os familiares. Com base nos vovôs que frequentam os cursos, o incômodo seria mínimo. O que eles mais desejam é aprender a trocar e-mails, receber e enviar fotos, editar vídeos caseiros e usar o Facebook e o Skype para se comunicar com parentes e amigos.

Esse é o perfil de Luiza Soares Ribeiro, 88 anos. A dona de casa começou sua experiência com novas tecnologias ao ganhar um tablet de presente de uma de suas sete filhas em dezembro de 2012. Luiza aprendeu a dominar as funções básicas do aparelho e a utilizá-lo para colocar em prática seu passatempo favorito: jogar games de caça-palavras. Mas ela queria mais e, no início deste ano, soube de um curso básico de informática por meio de uma vizinha. Decidiu se matricular e aprofundar seus conhecimentos sobre navegação na internet. Gostou tanto que convenceu duas filhas – Mafalda Ribeiro, 68 anos, e Zoraide Trofino, 67 – a fazer o curso. Luiza frequenta um clube da terceira idade e diz que, apesar de uma ou outra dificuldade, aumenta o número de amigos que sabem lidar com as novas tecnologias. “Acho o Facebook um pouco difícil, a gente aprende mais devagar. Mas o que aparecer eu quero aprender”, afirma Luiza, que acabou de participar de uma oficina para conhecer as ferramentas da rede social.

Além dos laços afetivos, um grande impulso para a inserção dos idosos no mundo da computação vem da automatização de serviços como a declaração do Imposto de Renda e a movimentação de contas bancárias. A necessidade de estar em dia com esses avanços tecnológicos traz um efeito colateral benéfico. “É importante saber usar a internet, abre a nossa cabeça”, diz Mafalda, que gosta de usar o Facebook, ler notícias sobre novelas, pesquisar receitas e procurar informações sobre artesanato.

A bióloga aposentada Neuza Guerreiro de Carvalho, 83 anos, já é uma veterana na lida com os computadores. Começou a desvendar os segredos da informática em meados da década de 1990. “Meu filho e netos conversavam entre eles sobre o assunto e, para mim, era como ouvir chinês. Mas nunca fui de ficar por fora, então quis aprender”, diz. Sua principal motivação naquele momento foi usar o computador para registrar toda a história de sua família. “Não existia mais máquina de escrever, e não dava para escrever à mão”, afirma.

A familiaridade com o computador cresceu a ponto de, em 2008, a aposentada lançar o “Blog da Vovó Neuza”, que reúne textos sobre temas como cultura, arte, viagens e música clássica, seus hobbies favoritos. Para ela, o blog não é um passatempo, mas um trabalho. “Eu pesquiso, às vezes passo uma manhã inteira para escrever um post”, diz. Neuza comemora o fato de mais idosos estarem na rede, mas acha que eles ainda se contentam com pouco: “Tem gente que faz curso, compra computador e fica restrito a receber e-mail e repassar correntes de mensagens. Não sabe trabalhar uma foto, criar conteúdos ou fazer uma pesquisa.”

A psicóloga Andréa Jotta, pesquisadora do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática, da PUC/SP, tem percebido um aumento tanto no interesse dos idosos em acessar a internet quanto na oferta de portais com informações e serviços voltados para esse público. “Geralmente, eles se adaptam bem aos tablets, por conta da tecnologia touch screen e da facilidade em acessar aplicativos das redes sociais”, diz. Criados num tempo em que ainda dava para confiar na palavra, eles têm dificuldade para se adaptar às medidas de segurança necessárias para navegar tranquilamente. “Os idosos caem mais facilmente nesses golpes que chegam por e-mail”, diz Andréa. Por isso, muitos têm medo de usar serviços de acesso online às contas bancárias.

Mas o número de vovôs que dominam informática cresceu tanto que algumas empresas colocam cabeças grisalhas para trabalhar em seus computadores. Especializada em serviços de call center, a TMKT, de São Paulo, contratou 100 pessoas acima de 50 anos desde março de 2012. “Essa faixa etária apresenta um pouco de lentidão na digitação e no aprendizado de abrir as telas do computador, mas a disciplina, a força de vontade e o comprometimento fazem com que vençam essas dificuldades”, diz Sulamita Miranda, gerente de RH da empresa. Mara Pereira da Silva, 60 anos, voltou a trabalhar no call center depois de se aposentar como secretária há quatro anos. Para a profissional, com um bom treino as pessoas mais velhas podem trabalhar de forma tão eficiente quanto gente mais nova. “É estimulante trabalhar junto com os jovens. A gente sente que está no mesmo nível de conhecimento deles”, diz. Sinal de que, além de conectar os idosos com o mundo, os computadores funcionam como um virtual elixir da juventude.

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– A Tecnologia Secreta dos Árbitros da FIFA. Qual era ela?

Escrevi esse texto há algum tempo, quando aconteceu a Copa das Confederações no Brasil: a FIFA disse que estava testando um “equipamento para o 4o árbitro” de maneira sigilosa para ajudar a arbitragem de futebol.

Tanto tempo depois, por quê nunca revelou o que era?

Rememorando, abaixo:

QUAL O SEGREDO DA FIFA?

A Copa das Confederações 2013 começará neste sábado com algumas novidades. A tecnologia para detectar se uma bola ultrapassou a linha do gol, pela primeira vez, será usada em caráter oficial (em todas as outras competições, incluindo o Mundial de Clubes de 2012 vencido pelo Corinthians, ela foi usada em caráter experimental). Pena que a FIFA só use o recurso tecnológico nessa situação, pois, penso que já está na hora de outros momentos terem a possibilidade de revisão na tomada de decisão do árbitro.

Porém, na última 5a feira, em entrevista coletiva (em espanhol) sobre a Copa das Confederações, o presidente da FIFA Joseph Blatter declarou duas coisas importantes: a primeira é que na competição a FIFA não utilizará os árbitros assistentes adicionais (AAA); a segunda é que o 4o árbitro, além de suas funções habituais, usará uma tecnologia até agora não discutida e que será testada em sigilo.

O que seria essa tecnologia secreta?

Algum palpite?

Difícil dizer algo, já que ela estará a cargo de um árbitro que está fora do campo de jogo, embora faça parte da partida (o 4o árbitro). Seria o auxílio de imagens? Se sim, como disfarçá-lo, se é considerá-lo sigiloso?

Espero que, ao final da Copa das Confederações, o recurso tecnológico seja revelado e que os resultados dos testes sejam divulgados.

E você, o que acrescentaria para ajudar o árbitro, e, por tabela, o futebol?

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– E se fosse no Brasil? O Imposto para se usar WhatsApp, Facebook, Viber e Twitter.

Uganda, paupérrimo país da África Negra, determinou: para se evitar fofocas sociais e boatarias contra o Governo, taxará os usuários das principais Redes Sociais!

Assustou?

Veja só, extraído de:

https://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/05/31/e-se-a-moda-pega-uganda-cria-imposto-diario-pra-usar-whatsapp-e-facebook.htm

E SE A MODA PEGA? UGANDA CRIA IMPOSTO DIÁRIO PRA USAR WHATSAPP E FACEBOOK

Imagine você ter que pagar o governo para poder usar o WhatsApp e Facebook. Parece uma coisa absurda, não? Mas se Zuckerberg ainda se recusa a criar uma opção do Facebook pago, outros países estão tornando isso realidade. É o caso de Uganda, que criou um imposto para diversas plataformas de mensagem.

O parlamento local aprovou uma polêmica lei que cobrará 200 shiling (US$ 0.05, cerca de R$ 0,20) diariamente para poder usar plataformas de mensagens como Facebook, WhatsApp, Viber e Twitter. O argumento da lei é que essas redes sociais impulsionam “fofocas” e boatos – aqui no Brasil não é muito diferente, né?

A legislação foi orquestrada pelo presidente local Yoweri Museveni, que iniciou os trâmites do projeto no último mês de março. Na época, ele escreveu para o ministro das Finanças que a renda coletada pelo imposto ajudaria a lidar com as “consequências das fofocas”. A lei deverá entrar em vigor no dia 1º de julho.

Na carta, ele deixou claro que não queria impor impostos nos dados da internet, já que ela é útil para “funções educacionais e de pesquisa”.

Nos últimos anos, as redes sociais viraram uma importante arma política em Uganda tanto para o atual governo quanto para a oposição. O acesso a plataformas do tipo foi derrubado durante a eleição presidencial de 2016 – segundo o atual presidente, isso foi feito para impedir que mentiras fossem espalhadas.

Outras nações da África também têm criado leis que ativistas dizem que afetam a liberdade de expressão. Na Tanzânia, blogueiros são obrigados a pagar uma taxa de licença e devem mostrar quem suporta eles financeiramente.

Já o Quênia criou uma nova legislação de cibercrime, mas jornalistas e blogueiros ganharam na Justiça uma ação que impede que o governo elimine supostas notícias falsas.

COMO O IMPOSTO SERÁ IMPLEMENTADO?

Especialistas e pelo menos um grande provedor de internet, no entanto, levantaram dúvidas sobre como o imposto diário poderia ser implementado, segundo a BBC britânica.

O governo está trabalhando para que todos os chips telefônicos estejam devidamente registrados. De acordo com a Reuters, dos 23,6 milhões de celulares do país, apenas 17 milhões usam a internet. Como o governo de Uganda vai conseguir identificar cidadãos acessando as redes sociais ainda é uma grande incógnita.

O imposto é polêmico por muitos acreditarem que é uma tentativa do governo reduzir a liberdade na internet. A lei ainda cria outras taxas, como 1% sobre transações financeiras realizadas pelo celular. Grupos civis sociais dizem que esse imposto vai afetar principalmente cidadãos mais pobres do país, já que eles raramente usam serviços bancários.

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– Delírio, Marketing ou Crença Maluca do Empreendedor?

Elon Musk é um dos caras marcantes desse início de século. O homem que construiu um império através da Tesla (a inovadora fabricante de carros elétricos), do Pay Pal (o sistema eletrônico de pagamentos) e que está a frente dos projetos espaciais privados através da SpaceX, declarou piamente que:

A chance de não estarmos vivendo em uma simulação por computador é de uma em bilhões.

O tão badalado empreendedor diz que é muito provável que estejamos habitando um mundo virtual, próximo ao que retrato no filme Matrix, mas não perceptível à maioria até agora.

E aí: o que você pensa sobre isso? Crê nesse mundo paralelo?

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– Como funciona o Apple Play?

Cada vez mais as novidades tecnológicas estão chegando ao mercado financeiro e ao comércio. A popularização dos cartões de crédito e suas diversas modalidades – e modelos – em uso, também!

A moda que se inicia agora é o cartão por aproximação ou o pagamento através de celulares por via NFC. Qual comerciante já não foi perguntado pelo cliente se não pode pagar a conta com o seu telefone?

Nem todo mundo tem dessa disponibilidade. Se você não conhece ou não sabe como funciona, abaixo,

Extraído de: https://blogdoiphone.com/2018/05/lojista-apple-pay/

DICAS DE COMO ENSINAR UM LOJISTA A USAR O APPLE PAY

Depois de anos, finalmente temos no Brasil o Apple Pay, que é uma maneira fantástica de realizar pagamentos usando apenas o iPhone ou o Apple Watch. Quem já tem acesso ao serviço tem conseguido experimentar como é divertido, prático, rápido e fácil de pagar assim.

Mas apesar da estrutura de maquininhas compatíveis com NFC já estar bem difundida nas grandes cidades (o que faz com que o Apple Pay seja aceito em grande parte dos negócios), os usuários têm esbarrado na falta de informação dos funcionários e lojistas, que muitas vezes possuem o equipamento compatível mas não sabem como operar, frustrando a experiência de compra do consumidor.

Veja abaixo algumas instruções que você deve dar ao lojista para ele aprender como fazer a máquina funcionar com o Apple Pay.

O início de novas tecnologias realmente causam confusões até serem completamente implementadas e por isso vemos muitos profissionais ainda despreparados com pagamentos NFC. Apesar da Samsung já ter disponibilizado antes no país seu sistema de pagamentos por aproximação (e palmas para ela por isso) e até o Santander ter apresentado a sua proposta, o fato é que o recurso era muito pouco usado antes da Apple. E isso fez com que os lojistas não se preocupassem muito em aprender como se disponibiliza este tipo de pagamento em suas máquinas. Resultado, agora que a Apple está popularizando esta funcionalidade, há muitos negócios que frustram seu cliente por estarem despreparados.

Como perguntar sobre o Apple Pay

Ok, você chegou no caixa de pagamento e, de canto de olho, já percebeu que a maquininha possui o símbolo compatível com o NFC. Portanto, é grande a chance de você conseguir pagar com seu iPhone.

Mas muitos lojistas ficam bem confusos quando você pergunta sobre o “Apple Pay“, olhando você como se fosse a pessoa mais estranha do mundo por perguntar algo bizarro. Então, você pode pular este constrangimento fazendo a pergunta correta, que seja o mais compreensível a ele:

“Eu queria pagar por aproximação. Tem como?”

lsto facilitará muito a disponibilidade do vendedor em aceitar o seu pagamento.

Inserir o cartão antes

Em grande parte dos casos, os lojistas estão acostumados a inserir primeiro o cartão físico na máquina para só depois digitar o valor da compra. Aí, quando a gente mostra o iPhone para pagar, eles ficam sem saber o que fazer, pois não há cartão para inserir.

Você precisa dizer para ele primeiro digitar o valor da compra, para depois escolher a opção de crédito. Neste momento, eles costumam ficar confusos e começam a procurar no menu da máquina. Então seja enfático (com simpatia) e explique como fazer, com confiança:

“É só começar a digitar o valor da compra, sem escolher em menu nenhum. Confie em mim, digite primeiro o valor da compra e você vai ver como dá certo”. (sorriso)

A parte do sorriso é muito importante, pois a última coisa que você quer neste momento é criar antipatia com o vendedor.

Ao começar a digitar, ele verá que é possível primeiro introduzir o valor. A partir daí, basta escolher a opção Crédito e a máquina ficará disponível para o Apple Pay.

Cartão retirado

Apesar das máquinas da REDE serem compatíveis com o Apple Pay, em muitos casos ela mostra um erro ao tentarmos pagar com o iPhone. Após fazer todo o processo de forma correta, a máquina dá o aviso de “Cartão Retirado“, e não completa a transação.

Isto acontece graças a uma desatualização do software da máquina, que infelizmente não permite o pagamento com o Apple Pay. Neste caso, você deve instruir o lojista a solicitar para a REDE uma máquina compatível com o Apple Pay, para que eles façam a atualização. Insista que, se ele não fizer isso, irá perder muitos clientes.

Guarde o link deste artigo para repassar aos lojistas com dificuldade em entender o Apple Pay. Eles melhorarão os seus serviços e o beneficiado será você.

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– Goleiro Santos usando celular no Atlético Paranaense x Atlético Mineiro?

E não é fake, montagem ou outra coisa qualquer deturpada? Seria mesmo real e com a bola rolando?

O goleiro Santos, do Atlético Paranaense em jogo contra o Atlético Mineiro, durante um determinado momento em que seu time estava no ataque, aproveitou e usou o celular. 

Isso não podenem com a bola rolando e nem com ela parada. A partir da Copa do Mundo de 2018, o que “voltará a poder” é a comunicação eletrônica entre treinadores e assistentes técnicos. Isso que o goleiro fez, não!

Claro que as brincadeiras já pipocam. Fernando Diniz, tão inovador que é, não foi o idealizador disso não.

Já pensaram se alguém chuta para o gol e o goleiro está lendo seus WhatsApps? Ai, ai, ai… Aliás, provavelmente será suspenso pelo STJD e punido pelo seu próprio clube por tal irresponsabilidade.

Para quem não viu, abaixo:

– Vai ter lance perdido pela arbitragem na Copa do Mundo?

Para a Copa do Mundo, a FIFA anunciou que terá 33 câmeras por jogo e 4 VARs. Nos estádios, haverá telão onde a TV mostrará (ou melhor, transmitirá) as imagens da decisão dos árbitros aos torcedores.

Transparência maior do que essa, somente se o áudio fosse aberto ao público, como em alguns outros esportes nos quais os torcedores ouvem a conversa aberta.

Seria utopia imaginar que na Copa de 22, no Catar, teremos o som disponibilizado (ao menos que com um tempo depois) como é feito na Fórmula 1 (onde tudo é gravado entre pilotos e equipes depois do advento da Ferrari pedir a Rubens Barrichello para deixar Michael Schumacher ganhar uma determinada prova)?

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– O Árbitro de Vídeo no Brasileirão: a CBF vai ceder ou não?

É claro que não. Em que pese Palmeiras e Flamengo reclamarem e solicitarem árbitro de vídeo no Brasileirão de 2018 (mesmo que a própria CBF tenha refutado a implantação no começo do ano pela decisão colegiada dos clubes), são por tais motivos os empecilhos:

Não pode utilizar com campeonato em curso (pois a Regra tem que ser uma só no campeonato inteiro, da Rodada 1 até a 38). O Vídeo-Árbitro agora está na Regra do Jogo, e, assim, só pode ser usado em fases distintas de torneios onde há eliminatórias (nos pontos corridos, em meio a disputa, não).

– Não tem árbitro treinado em quantidade e tempo suficiente para usar.

– Não tem equipamento a disposição.

– Não deve usar a mesma geração de imagens da TV aberta (a FIFA e outras entidades usam sua própria geradora, além da contratação de terceiros). Usar a imagem da transmissão da Globo, por exemplo, nem pensar!

Enfim, novamente é um grande “blábláblá” que vem desde 2016!

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– A Internet que ajuda e que atrapalha!

Quantas vezes ouvimos falar que a Internet é a “janela do mundo”? Que ela é o exemplo concreto da Globalização? Que sem internet um estudante não conseguirá nada? E tantas outras frases apológicas sobre a Rede Mundial de Comunicação por Computadores…

Mas, segundo levantamento feito recentemente por uma associação científica norte-americana, divulgada por diversas mídias, somente 6% das informações divulgadas na rede são úteis e verdadeiras. Os outros 94% de dados são falsos (as fake news), sem comprovação científica, com apologia a crimes e outras barbaridades mais, ou ainda, simplesmente INÚTEIS / FÚTEIS / DESNECESSÁRIOS. E é esse o ponto de discussão: o que é bom e o que é ruim na Internet? Como filtrar os bons sítios ou sites que devemos nos relacionar?

É claro que a Internet não é só informação ou trabalho, mas também diversão e entretenimento. Vide as comunidades virtuais, como Facebook, ou modismos passageiros, como o Second Life. Mas muitas vezes as inutilidades formam erroneamente a mente das pessoas, bitolam ou deturpam a índole e os propósitos dos menos esclarecidos.

A Internet é ótima, basta saber usá-la. Ou é péssima, pois engana, mente, e vicia. A propósito, é grande o números de grupos, na mesma medida do bem-sucedido Alcoólicos Anônimos, que surgem com o nome de Internautas Anônimos.

Eu vou ser bem sincero: estou cansado das Redes Sociais – em especial dos “chatos profissionais”, dos haters, dos “internautas relógios” e dos trolladores. Cansam! A vontade real é abandonar essas ferramentas.

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– Nu por estar sem telefone?

Esqueci o celular no trabalho. Parecia pelado, inseguro, desesperado, sei lá.

Como somos reféns da tecnologia! Isso aconteceu durante o trabalho. Em casa, na folga, consigo ficar longe da tecnologia. Mas na labuta não…

Aliás, por quê há 20 anos não tínhamos essa preocupação? Eu comecei a trabalhar quando existia o BIP que você colocava na cintura e depois procurava um orelhão. Teletrim nem pensava em existir e já se foi!

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– O VAR no Paulistão 2019 e a provável ineficiência dele em 2018 no lance entre Ralf x Dudu

O jogo entre Palmeiras 0x1 Corinthians, decisão do Campeonato Paulista deste ano, ainda rende assunto.

Na Festa da FPF, Reinaldo Carneiro Bastos, ao ver a ausência da equipe do Palmeiras em protesto contra a entidade, declarou logo na abertura do evento que:

Uma das grandes e positivas novidades do Paulistão de 2018 foi o investimento na capacitação da arbitragem.

Seria hilário, se não fosse trágico. Dinheiro mal gasto, indubitavelmente, em gestores incapazes em melhorar a atuação, formação e desenvolvimento dos árbitros de futebol (e olha que a verba é boa).

Mas dentro e fora de campo, fica impossível em não debater: e se tivéssemos árbitro de vídeo (o VAR) no torneio?

Uma das exigências da carta-protesto do Palmeiras após as críticas duras do seu presidente é a implantação do vídeo-árbitro na próxima edição. A proposta (já aprovada pela FIFA e historicamente incorporada pela International Board nas Regras do Jogo de Futebol) tem um custo relativamente alto (nada inviável para as ricas federações e confederação do Brasil, mas custosa aos clubes).

Mas pense: e para um jogo de “meio de tabela” em Barueri, como Oeste x Ituano, com público provável de menos de 1000 torcedores? Vale a pena o esforço? Entretanto, para as fases eliminatórias, num Morumbi com 66.000 torcedores para São Paulo x Santos, vale (o que não pode é ter o equipamento em alguns jogos de uma fase do torneio e em outros não; tem que existir em todos os jogos de uma mesma fase – e, no caso, nas “fases que valem”).

Fui perguntado por amigos: e se existisse o Vídeo-Árbitro no jogo de domingo, no pênalti tão discutido marcado e posteriormente desmarcado pelo aviso do 4o árbitro, onde se desconfia de que a ordem veio de fora, com ajuda externa após ouvir o comentarista da Rede Globo, repassado ao 5o árbitro, e que nada será provado?

A resposta é simples: se existisse o VAR, ele não poderia chamar o árbitro central, pois de acordo com o protocolo FIFA, esse lance interpretativo não poderia ter a interferência da cabine.

Eu não marcaria o tiro penal, mas ouço muitos dizendo que marcariam (na discussão se pegou simultaneamente bola e perna ou primeiramente a bola). Como o árbitro de vídeo poderia interpretar tal situação e avisar o árbitro, já que não há clareza no erro ou não do juizão?

A possibilidade que existiria é: caso o árbitro estivesse realmente em dúvida, solicitar a imagem, correr ao monitor e verificar novamente o lance – mas sem a iniciativa de provocação da cabine, pois o lance, repito, é interpretativo e a decisão final do árbitro.

Dessa forma, se até o vídeo-árbitro estaria limitado na interferência na decisão do juiz, cabe a reflexão: como crer que o 4o árbitro poderia “salvar o árbitro” em um lance de tal delicadeza na decisão?

Gosto muito do amigo Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, mas custa-me a acreditar que realmente caiu no erro de combinar no plano de trabalho pré-jogo que Adriano de Assis Miranda interferisse em situações como a ocorrida. NINGUÉM (dos mais novos ao mais experientes) pede ao 4o arbitro, na hora de formular esse plano de trabalho, que exista a interferência dele em lance interpretativo de tiro penal.

Assim, fica a questão: será que mediante todos os fatos, a Federação Paulista de Futebol, que gabou-se de ter feito ótima capacitação dos árbitros para a temporada, implantará o arbitro de vídeo em 2019?

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