– Descobrindo quem faz Fake News: o caixão com pedras!

Hoje, a tecnologia faz coisas muito ruins e outras muito boas; como, por exemplo, perturbar a cabeça das pessoas com fake news e identificar o “xarope” que inventou a mentira, conseguindo disseminá-la na Web.

Lembram do “caixão com pedras”, sugerindo que eram golpes para dizer que o Covid-19 era mentira?

A mulher que bolou a lorota foi identificada e responderá pelo crime.

Abaixo, extraído de: https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2020/05/06/policia-civil-ouve-mulher-que-divulgou-video-fake-de-caixao-com-pedras-e-apreende-celular-para-pericia.ghtml

POLÍCIA CIVIL OUVE MULHER QUE DIVULGOU VÍDEO FAKE DE CAIXÃO COM PEDRAS

A mulher que divulgou uma vídeo com informações falsas dizendo que caixões com vítimas da Covid-19 em Belo Horizonte estariam cheios de pedra prestou depoimento nesta quarta-feira (6) e teve o celular apreendido para ser periciado. A informação foi divulgada pela Polícia Civil.

Segundo a polícia, uma equipe de policiais da 4ª Delegacia de Polícia Civil Centro de Belo Horizonte foi até a cidade de Campanha, no Sul de Minas, onde ela mora, para localizar e identificar formalmente Valdete Zanco, a autora do vídeo. Depois de levada à delegacia da cidade para prestar o depoimento, ela ainda fez um vídeo para se retratar. As investigações continuam.

Nesta terça-feira (5), a polícia chegou a fazer uma coletiva de imprensa, na parte da manhã, pedindo ajuda à população para denunciar a identidade da autora do vídeo com fake news. Os delegados responsáveis pelo caso informaram que ela poderia pegar até nove anos de prisão e ainda pagar uma multa pelos crimes de calúnia e difamação contra autoridade pública e pela contravenção penal por provocar tumulto ou pânico.

A Polícia Civil, com a investigação e combate a essas “fake news”, quer alertar que esse tipo de conduta pode trazer repercussões muito graves tanto na esfera criminal quanto na esfera cível. A análise do vídeo nos traz, num primeiro momento, a possibilidade da prática do crime de denunciação caluniosa, difamação de autoridade pública, através de meio em que propagação é maior, e também a contravenção penal de provocação de tumulto ou pânico”, afirmou o delegado Wagner Sales.

Já tinha se apresentado à polícia

Na noite do mesmo dia, o advogado que representa Valdete Zanco, Alexsander Pereira, disse que ela já tinha se apresentado na última segunda-feira (4), à polícia de Jacutinga. Ele também divulgou uma nota em que ela pede “perdão” ao “Município de Belo Horizonte e seu Ilustre Prefeito e a todos quantos foram atingidos negativamente por este equívoco que cometeu”.

Veja a íntegra da nota:

“Venho à público esclarecer a respeito do vídeo gravado pela minha cliente Valdete Zanco e que repercute nas redes sociais. Ela havia visto na rede social denominada Facebook um fato ocorrido no Município de Belo Horizonte/MG, do qual caixões haviam sido desenterrados e localizado em seu interior, pedras e pedaços de madeira. Na data da gravação, no interior da loja onde trabalha, ela recebeu um cliente que coincidentemente fez os mesmos comentários, o que a fez julgar o ocorrido como verdade.

Quero deixar claro que o vídeo foi postado unicamente em um grupo de WhatsApp de família, tanto que início o vídeo chama a atenção de um certo Hernandes, sendo este irmão da minha cliente. Com o vazamento do vídeo do grupo de família, ele chegou a ser compartilhado em um canal de Youtube, colaborando assim pela propagação. Desconhecemos a forma como o vídeo ganhou notoriedade nas redes sociais e nos demais veículos de comunicação.

Valdete reconhece humildemente o erro e pede perdão ao Município de Belo Horizonte e seu Ilustre Prefeito e a todos quantos foram atingidos negativamente por este equívoco que cometeu . Gostaria ainda de frisar que minha cliente já se apresentou na Delegacia de Polícia Civil da cidade de Jacutinga/MG na data de 04/05/2020, onde fora lavrada a ocorrência, e deixado registrado o incidente, contribuindo com a justiça e para que essa seja promovida”.

Inquérito tramita em BH

A reportagem do G1 questionou a Polícia Civil sobre desconhecerem a identidade de uma pessoa que já tinha se apresentado à polícia na véspera, em delegacia do interior. A corporação confirmou que Valdete Zanco compareceu à Delegacia de Polícia Civil em Jacutinga e registrou uma ocorrência confirmando a produção do vídeo e pedindo desculpas ao prefeito e à cidade de Belo Horizonte.

Mas, de acordo com a Polícia Civil, “o registro da ocorrência (em Jacutinga) não pode ser considerado um depoimento formal. O inquérito policial tramita em Belo Horizonte e as investigações prosseguem com o objetivo de colher depoimento da suspeita e apuração total dos fatos”.

É fake que caixões de vítimas de coronavírus foram desenterrados — Foto: Arte/G1

Mulher que divulgou vídeo fake de caixão com pedras, em BH, pede desculpas

– Valeu, dona IA!

Há 4 anos… um sol bonito como o de hoje!

Fui lembrado pela minha timeline sobre isso… Que coisa essa tal de Inteligência Artificial (IA), não?

Enfim, foi ela quem trouxe à tona essa bonita paisagem da foto, abaixo:

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– O bem mais valioso nos dias atuais é…

Na verdade, não é, mas, são: os DADOS!

Veja só que artigo interessante, Extraído de PEGN, pg 34-37, Set/2019

O BEM MAIS VALIOSO

por Facundo Guerra

Pela primeira vez na história o bem mais valioso do mundo não é mais objetivo, mas subjetivo. Até recentemente o combustível de nossa economia era o petróleo. Hoje, são os dados, extraídos como o óleo de nosso comportamento online e que são metabolizados por máquinas, refinados, e retornam para nós em forma de anúncios, que por sua vez chegam com o timing certo e nos fazem consumir de maneira irrefletida: compramos coisas desnecessárias para preenchermos o vazio existencial que o excesso de conexão e estímulo via redes sociais acabam por criar, em detrimento de conexões reais com outros humanos. É a cilada perfeita: nos exprimimos, consumimos a expressão alheia, nos sentimos vazios, consumimos, nos exprimimos, em looping. Afinal, comparamos nosso nível de felicidade e sucesso com as outras pessoas de nossa rede, e é impossível não se sentir fracassado diante dos humanos perfeitos que performam perante nossos olhos no Instagram, esse aparato de propaganda montada com a engenharia reversa de uma máquina de caça-níqueis.

Esta máquina não surgiu do nada: é a resposta ao imperativo da auto-expressão e criatividade que surgiu nos anos 1990, por sua vez uma resposta à emergência das mega-celebridades e do culto à personalidade dos 1980. Uma geração inteira foi incentivada a se expressar, a se achar especial e merecedora de uma audiência, como se todos obrigatoriamente fossem se importar com o que eles tinham a dizer. Então, de repente, todos queriam ser artistas, encontrar seu público, seguir seu sonho. Uma geração de gente arrogante (da qual faço parte), que se achava a mais especial entre os humanos que já caminharam sobre a Terra e que eram merecedoras de notoriedade e fama.

As redes sociais são apenas a resposta do mercado ao imperativo de todos precisarmos sermos criativos, inovadores, pensarmos fora da caixa e artistas: as empresas de tecnología nos deram um pequeno palco só nosso, onde nos apresentamos para outras pessoas que também têm seu próprio palco, ad infinitum, dentro de uma sala de espelhos, como num asilo de alienados, cada qual em sua própria realidade.

Deu nisso: nos expressamos para ninguém, porque a verdade é que ninguém se importa, mais além de um like ou coração. Vivemos com raiva, nos revoltamos diariamente, nos fechamos em nossas próprias bolhas ilusórias, reagimos por espasmos, temos medo, expressamos nosso desagravo, consumimos porque o consumo virou escapismo e construção identitária, performarmos para nossa audiência, ela em si também formada por “artistas”, “influenciadores”, “celebridades”, público e performers vibrando na mesma frequência, todos exaustos de tanto sentir raiva por não terem 1000 seguidores, 10000 seguidores, 100000 seguidores, porque são incompreendidos, afinal, eram originais e merecedores de atenção, quando na verdade não passavam de uma cópia da cópia da cópia da cópia, todos colocando pra fora o que sentem e tendo seu comportamento tabulado, uma nuvem de pontos de expressão que através de inteligência artificial foi capaz de criar um simulacro de cada um de nós em um servidor, tão simplório e eficiente em identificar nosso comportamento de consumo porque nós mesmos nos tornamos simplórios em nossas opiniões polarizadas e senhores de nossa razão, gritando diante de um espelho, desconectados do agora e da realidade.

Como a gestão de dados impacta o controle de estoque? - Portal ...

– Professores Robôs?

Um assunto extremamente delicado foi trazido pela Folha de São Paulo neste final de semana: o uso da Inteligência Artificial para corrigir provas dissertativas via EAD, sem conhecimento dos discentes.

O uso da tecnologia deve sempre auxiliar o professor, não substitui-lo. Além do que, interpretar ideias e conceitos deve ser pelo auxílio humano, a fim de trazer um Feedback e melhor aprendizagem ao aluno.

Se verdade que professores estão sendo substituídos por robôs em correções sem prévio aviso aos estudantes, a situação é muito deselegante…

Abaixo, em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2020/05/faculdades-da-laureate-substituem-professores-por-robo-sem-que-alunos-saibam.shtml

FACULDADES DA LAUREATE SUBSTITUEM PROFESSORES POR ROBÔ SEM QUE ALUNO SAIBA

Docentes da rede que controla FMU e Anhembi Morumbi citam uso de inteligência artificial para correção de textos

Por Thiago Domenici

Alunos de educação a distância das 11 instituições ligadas à rede educacional Laureate no Brasil passaram a ter suas atividades de texto em plataforma digital avaliadas por um software de inteligência artificial. A mudança, porém, não foi comunicada aos estudantes.

A informação foi confirmada por cinco professores que falaram com a Agência Pública sob a condição de anonimato, temendo represália. “Os alunos não sabem, e assim somos orientados: não podemos informá-los e devemos responder às demandas como se fossemos nós, professores, os corretores”, diz Silvana (os nomes foram alterados).

A rede tem mais de 200 mil alunos no Brasil, onde é dona de FMU | FIAM-FAAM, Anhembi Morumbi, UNIFACS, UniRitter, FADERGS, UnP, UniFG, IBMR e FPB.

Documento interno obtido pela reportagem que trata do uso do corretor automático também confirma a situação: “Atenção: esta informação não deve ser compartilhada com os estudantes!”, registra o texto grifado em amarelo, que é parte do manual do LTI, o software de correção empregado, enviado aos docentes.

Procurada, a Laureate respondeu em nota que “acompanha e analisa as tendências do segmento educacional para disponibilizar à sua comunidade acadêmica o que há de mais moderno e inovador no mercado, incluindo a adoção de diversas tecnologias da informação e da comunicação, que apoiem as atividades pedagógicas e potencializem ainda mais a qualidade do ensino, como o uso de inteligência artificial. A organização reforça que faz parte da autonomia universitária de suas instituições encontrar recursos para melhorar a aprendizagem de seus alunos, tendo o professor como parte fundamental nesse processo. Todas as decisões estão pautadas nas diretrizes do Ministério da Educação (MEC), bem como seguem em conformidade com a legislação brasileira em vigor.”

O LTI funciona com palavras-chave, explica o professor Jonas. “Ele compara a resposta do aluno, atribuindo uma nota de acordo com a identificação que considera correta a partir dessas palavras.” Segundo eles, a correção não é imediata para que o aluno não perceba a utilização do robô, e a nota só é disponibilizada após alguns dias.

“O estudante está sendo enganado”, diz a professora Lorena, que afirma sentir-se mal com o fato. “A impressão é que a gente está lá só para inglês ver. Só pra eles usarem os nossos títulos e poderem validar os cursos no MEC.”

A denúncia atual chegou ao conhecimento da reportagem por meio da Rede de Educadores do Ensino Superior em Luta, espaço de articulação e mobilização política dos educadores e educadoras das instituições de ensino superior (IES) privadas.

Estudantes ouvidos pela reportagem alegam nunca terem sido informados da mudança.

Aluna do quinto semestre de turismo na Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo, na modalidade presencial, Mitie Nagano, 20, tem 20% das suas atividades da graduação realizadas no EAD. Ela relata que desde o início do curso a universidade não deixou claro como eram feitas as correções.

“Sabíamos que passavam por um filtro de professores que corrigiam, pelo que falavam antes. E não chegou até mim a informação de que isso mudaria e que passariam a usar inteligência artificial”, diz.

Portaria do MEC de dezembro de 2019 permite às instituições ampliar para até 40% o EAD na grade curricular, mesmo em cursos presenciais. Exige dos cursos, porém, critérios técnicos adequados e projeto pedagógico aprovado, além de estabelecer que mudanças no curso presencial precisam ser “amplamente informadas” aos alunos.

Assim como Mitie, que é representante de classe, outros dez estudantes confirmaram à Pública que nada sabiam sobre o uso do LTI em suas atividades de EAD.

“Acredito que é extremamente prejudicial não ter um profissional capacitado avaliando minhas produções acadêmicas”, reclamou Maurício, que faz direito na Anhembi Morumbi.

No dia 24 de abril, no atendimento online da Anhembi Morumbi, a estudante de jornalismo Joana perguntou como são as correções e foi informada de que são feitas por professores. “Então esse professor corrige todas as atividades dissertativas do EAD?”, indagou. “Isso mesmo”, foi a resposta, conforme mensagens mostradas à Pública.

João, outro aluno da FMU, diz que se sente inseguro com a situação. “Cria a dúvida qual base ele [LTI] está utilizando pra saber se é correto ou não? Nem sempre a produção de mais e mais correções vence a maior assertividade manual”.

Erick Quirino, 20 anos, estudante de jornalismo no mesmo campus que Mitie, também acha que o uso não informado do LTI prejudica os alunos.

“Se for alguma coisa que faça uma análise semântica básica, que caça palavras-chaves, o contexto da resposta se perde. E a proposta das questões dissertativas é justamente que cada aluno possa desenvolver a sua própria resposta e argumento”, avalia, criticando a falta de transparência.

O professor Jonas teme demissões com a ampliação do uso do LTI. Segundo ele, a interação com os alunos já é pequena e só acontece quando a nota é 6 ou inferior — seguindo orientação do próprio manual do LTI. “O aluno não aprende, não é possível dar um feedback. Iremos formar robôs.”

Os docentes apontam ainda outros problemas no uso do sistema. “Fui olhar atividade por atividade analisada pelo LTI. A maioria que tirou dez é tudo plágio. E tem estudante que tirou nota ruim, mas que tentou escrever”, diz a professora Lorena.

“Se antes, quando corrigíamos atividades, já era difícil manter a qualidade educacional, uma vez que havia professores com mais de 7.000 alunos, sem que isso passe necessariamente por uma avaliação humana é ainda mais sofrível”, afirma Silvana.

Ela alega que, nos treinamentos obrigatórios da Laureate, online, afirma-se que “a EAD não diminuiu o papel do professor, fundamental para a articulação e engajamento dos estudantes”. “Mas a verdade é que os alunos estão abandonados por um sistema robótico que não preza pela mesma qualidade que o trabalho do docente.”

Não há regulamentação específica para o uso de inteligência artificial no país. Atualmente, dois projetos de lei sobre inteligência artificial tramitam no Congresso Nacional, ambos de autoria do senador Styvenson Valentim (Podemos-RN).

Um deles cria a Política Nacional de Inteligência Artificial, e outro estabelece os princípios para o uso dela no Brasil. Na justificativa, Valentim diz que visa assegurar que o desenvolvimento tecnológico ocorra de modo harmônico com a valorização do trabalho humano.

Questionado pela reportagem, o MEC afirmou que não funciona como instância recursal em matéria acadêmica.

“Caso a proposta pedagógica vier a prejudicar a qualidade do ensino ofertado, tais deficiências serão detectadas nos processos de regulação, e caberá ao Ministério da Educação adotar as medidas cabíveis, como ações cautelares de redução de vagas, suspensão de novos ingressos, dentre outras”, declarou.

Esta reportagem foi produzida pela Agência Pública e publicada em parceria com a Folha. Leia o texto completo em apublica.org.

Robôs podem começar a substituir professores em 10 anos, diz ...

– O aplicativo Zoom é seguro?

Dias atrás, surgiu a informação de que o FBI pediu para seus agentes evitarem o uso do App Zoom, por possíveis invasões na rede (chamadas de Zoombombing). Não compartilhar links de reuniões acabou sendo uma determinação oficial, já que a falta de segurança se daria, num primeiro momento, a de acessar o conteúdo mesmo sem senha (quando o link era fornecido).

Posteriormente, questionou-se o envio de dados não autorizados do Zoom para o Facebook a partir dos dispositivos da Apple e, para “ajudar”, houve o problema do questionamento da real criptografia ou não (como questionada anos atrás ao WhatsApp.

Nesta onde de críticas, grandes empresas começaram a evitar o uso desse aplicativo com medo de roubo de dados e/ou vazamento de informações das conversas. Entretanto, a empresa diz estar ciente de tudo, negando algumas coisas e corrigindo outras.

A questão é: o uso do Zoom disparou nos últimos dias, principalmente com o ensino eletrônico a distância.

Compartilho uma das matérias que fala sobre o assunto, em: https://tecnologia.ig.com.br/olhar-digital/2020-04-03/zoom-e-seguro-entenda-os-escandalos-de-privacidade-envolvendo-o-aplicativo.html

ZOOM É SEGURO?

O aplicativo de videoconferência Zoom ficou ainda mais famoso durante o período de isolamento social, mas sua privacidade vem sendo questionada

A política de isolamento adotada por vários países para conter o avanço do novo coronavírus (Sars-CoV-2) tornou o Zoom familiar para muito mais gente. Com bilhões de pessoas isoladas em suas casas, o aplicativo criado em 2013 como uma plataforma on-line para videoconferências ganhou novos usos, que vão de reuniões entre amigos e familiares a festas de aniversário e bares virtuais. Sob os holofotes do sucesso, a empresa agora enfrenta escândalos de privacidade e segurança cibernética.

O primeiro baque aconteceu na semana passada, após o site Motherboard publicar uma análise do aplicativo para o sistema operacional iOS . De acordo com a publicação, após fazer o download e abrir o app, o “Zoom se conecta à Graph API do Facebook ”, a porta de entrada e saída de dados da rede social .

Leia também: Aplicativo de videoconferência Zoom envia dados dos usuários para o Facebook

“O que a companhia e sua política de privacidade não deixam claro é que a versão iOS do aplicativo Zoom está enviando alguns dados para o Facebook, mesmo quando os usuários do Zoom não têm uma conta na rede social”, diz a reportagem.

Após a repercussão negativa, a companhia atualizou o aplicativo, removendo o SDK — Software Development Kit — do Facebook , que o conectava à rede social . A empresa informou que nenhuma informação pessoal era repassada, apenas dados sobre o aparelho, como versão do sistema operacional, horário, operadora, modelo do dispositivo, tamanho da tela, poder de processamento e espaço de armazenamento.

Em comunicado assinado pelo seu diretor legal, Aparna Bawa, o Zoomenfatizou que “não vende dados de usuários” e que “nunca vendeu dados de usuários no passado e não tem intenção de fazê-lo no futuro”. Além disso, garantiu ainda que “não monitora as conversas e seus conteúdos” e cumpre com todas as legislações sobre privacidade, incluindo o GDPR (Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados da União Europeia) e a CCPA (Lei de Privacidade do Consumidor da Califórnia).

Leia também: Inteligência artificial e segurança: entenda porque dados devem ser protegidos

Por causa dos escândalos, um processo foi aberto contra a companhia numa corte federal americana, em San Jose, na Califórnia , pedindo investigação para checar se a plataforma cumpre os requisitos legais no estado.

Desculpa por definição de criptografia

Mas o inferno astral do Zoom não terminou por aí. Uma análise do “The Intercept” revelou que as comunicações por vídeo na plataforma não são criptografadas de ponta a ponta, como seu site e seu white paper de segurança proclamavam. Isso não significa que as comunicações não são seguras. A empresa usa o TLS, padrão dos navegadores, usado em muitos outros sites e aplicativos .

Esse tipo de criptografia protege o tráfego entre o terminal do usuário e o servidor da companhias, mas não entre dois terminais de usuários, como define a criptografia ponta a ponta, usada em plataformas como o WhatsApp e o Signal .

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Em comunicado divulgado nesta quarta-feira (1), a empresa se desculpou “pela confusão que causamos por sugerir incorretamente que as reuniões no Zoom eram capazes de usar a criptografia de ponta a ponta”.

“O Zoom sempre se esforçou para usar a criptografia para proteger conteúdos no maior número possível de cenários e, nesse espírito, usamos o termo criptografia de ponta a ponta”, reconheceu a companhia. “Embora nunca tivéssemos a intenção de enganar nossos clientes, reconhecemos que existe uma discrepância entre a definição amplamente aceita de criptografia ponta a ponta de como nós a estávamos utilizando”.

Não bastassem os escândalos de privacidade , começaram a surgir denúncias de vulnerabilidades na segurança . O engenheiro de software Felix Seele descobriu que o arquivo de instalação para computadores Mac usava uma técnica popular entre criadores de malwares para burlar restrições impostas pelo sistema operacional. O problema já foi corrigido.

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Esses problemas fizeram com que o FBI emitisse um alerta a seus agentes para tomarem cuidado ao usarem a plataforma. Segundo a agência de investigação americana, estão acontecendo casos de invasões em teleconferências , que foram apelidadas como “Zoombombing”. Por isso, os funcionários devem adotar medidas de precaução, como não compartilhar o link de reuniões de maneira pública e exigir senhas para participação.

Elon Musk proíbe aplicativo

Já a SpaceX , do bilionário Elon Musk , proibiu que seus funcionários façam uso da plataforma para conferências e reuniões. “Por favor, usem e-mail, mensagens de texto ou telefone como maios alternativos de comunicação”, dizia comunicado interno enviado a funcionários no último dia 28, revelado nesta quarta-feira (1) pela agência Reuters.

Com o bombardeio de denúncias, o diretor executivo do Zoom , Eric Yuan, divulgou um comunicado aos usuários se desculpando pelas falhas. “Nós nos esforçamos para fornecer um serviço ininterrupto e a mesma experiência que fez do Zoom a plataforma de videoconferência preferida para empresas em todo o mundo, além de garantir segurança e privacidade”, afirmou. “No entanto, reconhecemos que não atingimos as expectativas de privacidade e segurança dos usuários — e as nossas próprias. Por isso, sinto muito”.

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Apesar dos problemas, o uso da plataforma explodiu nas últimas semanas. Segundo Yuan, mais de 90 mil escolas em 20 países adotaram o Zoom para ferramentas para o ensino a distância . No fim de dezembro do ano passado, o número máximo de participantes diários em conferências foi de 10 milhões. Em março, esse número aumentou para 200 milhões.

Com capital aberto desde abril do ano passado, a empresa viu suas ações dispararem com a pandemia, nadando contra a corrente de desastre nas bolsas de valores. Desde a oferta pública inicial, os papéis se valorizaram em 96,92%, sendo que neste ano a alta acumulada é de 79,44%, apesar da queda de 13,5% nos últimos cinco dias.

“Durante este período de isolamento, nós no Zoom nos sentimos incrivelmente privilegiados por estarmos na posição de ajudar as pessoas a se manterem conectadas”, disse Yuan.

App de vídeochamadas Zoom é acusado de propaganda enganosa sobre ...

– Crianças aprendem cedo!

Sensacional!

A minha filha Estela tem 2 anos e está participando de uma aula virtual com os amigos! Viva a tecnologia e parabéns à boa escola!

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– Como limpar corretamente o celular para evitar o Covid-19?

Se o Novo Coronavírus Covid-19 sobrevive apenas um “tempo pequeno” se estiver no ar e não conseguir infectar alguém, saiba que em alguns materiais (como metais, por exemplo) ele pode permanecer até 12 horas! Por isso, a preocupação de se levar crianças num parque infantil: imagine uma criança portando o vírus segurando na corrente de uma balança? Todas as demais que ali tocarem, poderão pegar o danado…

Outra preocupação tão importante é quanto ao uso e compartilhamento de celulares. Se você estiver doente e emprestar o seu aparelho para alguém, BINGO! Portanto, veja essas dicas para limpar muito bem seu telefone, abaixo.

Extraído de: https://www.techtudo.com.br/noticias/2020/03/coronavirus-motorola-tambem-libera-alcool-isopropilico-para-limpar-o-celular.ghtml

COMO LIMPAR O CELULAR CORRETAMENTE DIANTE DO CORONAVÍRUS

A Motorola passou a recomendar nesta segunda-feira (16) o uso álcool isopropílico 70% como método para limpar o celular, em meio à pandemia do novo coronavírus. A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) orienta sobre a desinfecção de objetos utilizados no cotidiano. Anteriormente, a Apple e a Samsung também informaram que a substância é recomendada para desinfetar o smartphone.

O álcool isopropílico com concentração de 70% está à venda em lojas de informática e utensílios de escritório. Trata-se de um velho conhecido das assistências técnicas pelas propriedades que o permitem higienizar superfícies e eliminar germes sem danificar os componentes eletrônicos.

Nas instruções, a fabricante número 2 em smartphones no Brasil – atrás apenas da Samsung – ressalta que deve ser o produto específico para tratamento de eletrônicos. Os consumidores não devem confundir com o álcool gel indicado para limpar as mãos e evitar a contaminação pelo causador da doença Covid-19. Este último leva mais tempo para evaporar, podendo comprometer os equipamentos.

A fabricante elaborou um conjunto de dicas no momento de limpar o smartphone. Confira a seguir:

Para higienizar a tela do seu smartphone Motorola, é possível usar lenços ou panos umedecidos com álcool isopropílico com concentração de 70% (específico para produtos eletroeletrônicos), sempre com movimentos suaves.

Ao limpar o aparelho, recomendamos que ele esteja desligado.

Evite umidade nas aberturas do aparelho, incluindo a porta de carregamento, a entrada do fone de ouvido, microfones e alto falantes.

Não coloque o aparelho imerso em agentes de limpeza, e não use materiais de limpeza que contenham alvejantes ou agentes abrasivos.

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– Etanol de Algas Marinhas

Cada vez mais procuramos investir em combustíveis renováveis e não poluentes. A busca de matrizes energéticas têm sido uma constante em nosso país, sendo que das mais diversas fontes vemos surgir Biodiesel e Etanol.

Agora, um novo e riquíssimo elemento com matéria-prima abundante: algas. Para os que alegam que o plantio de cana-de-açúcar substitui o de alimentos, a exploração da alga marrom, abundante na biodiversidade marinha, seria uma solução – além de ser riquíssimo em açúcar concentrado.

A questão é: teríamos consequências para a biodiversidade aquática?

Extraído da Revista Eletrônica “Posto Hoje, http://www.postohoje.com.br”

CIENTISTAS USAM ALGA E BACTÉRIA PARA PRODUZIR ETANOL

Um estudo recente aposta no uso da alga marrom como fonte para a produção de etanol. Segundo os pesquisadores que desenvolveram a técnica, o biocombustível marinho seria mais vantajoso se comparado ao método mais comum que utiliza a cana-de-açúcar. Um dos primeiros pontos a favor é o local onde vivem. Por estarem nos oceanos, as algas dispensariam lotes de terra para seu “cultivo”, não concorrendo com áreas reservadas ao plantio de alimentos. Outro aspecto positivo, defendem os cientistas, é o tipo de açúcar altamente concentrado, revelando ser uma rica biomassa. Os autores do estudo, que será publicado na revista Science, pertencem à empr esa BAL (Laboratório de Bioarquitetura), com sede em Berkeley, na Califórnia. O grupo trabalhou com quatro tanques de algas mantidos em Puerto Montt, no Chile, e a bactéria Escherichia coli. Geneticamente alterada, a E coli pôde não só extrair o principal componente dos açúcares das algas –o alginato–, mas também fermentá-los para originar o etanol. Antes, a bactéria não era capaz de realizar esse feito.

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– Você já testou o Fleets do Twitter?

Seguindo a tendência do que faz o Stories do Instagram e do Facebook , o Twitter criou o Fleets, seu similar que some em 24 horas.

Está, por enquanto, disponibilizado só para o Brasil. Eu testei um fleet quando acordei, de madrugada, com a foto da lua e um avião se aproximando da sua imagem.

Bobinho, mas é necessário que o Twitter tenha essa possibilidade para não ficar atrás dos concorrentes.

E vocês, já usaram essa nova ferramenta?

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– A cobrança do trabalho fora do expediente (e via WhatsApp)

Aconteceu no ano passado, mas como o assunto permanece atual, vale o destaque: muitas vezes destacamos como é ruim o fato de funcionários usarem o seu telefone e/ou aplicativos e redes sociais durante o expediente. Mas e quando a empresa o faz fora do horário de trabalho, cobrando metas do empregado?

Um caso real, acontecido no Brasil, que gerou indenização,

Extraído da Folha de São Paulo, página A28, Caderno Mercado, 26/11/18

COBRAR EMPREGADO POR WHATSAPP GERA INDENIZAÇÃO

A Terceira Turma do TST (Tribunal Superior do Trabalho) condenou a Telefônica a pagar indenização a um vendedor, porque seu chefe enviava mensagens de WhatsApp cobrando metas e resultados fora do expediente.

A decisão, unânime, fixou indenização de R$ 3.500.

Para o Tribunal Superior, a conduta extrapolou os limites, além de gerar apreensão, insegurança e angústia no funcionário. A Vivo, marca comercial do grupo Telefônica Brasil, disse que não comenta processos judiciais.

No processo, o vendedor disse que sofria assédio moral, com pressões excessivas por resultados e ameaças de demissão caso não atingisse as metas. A pressão, afirmou, afetou sua vida privada e sua integridade psicológica.

As testemunhas relataram que havia cobranças durante e depois do horário de expediente, via WhatsApp.

Além disso, foi dito que o desempenho de cada vendedor era afixado no mural da empresa e exposto pelas mensagens do aplicativo. O gerente, afirmaram, também cobrava respostas às mensagens enviadas fora de hora.

Inicialmente, o pedido havia sido negado. Para a primeira instância, não havia pressão excessiva. O Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região disse que havia opção de não ler ou não responder.

Já no TST, o relator, ministro Alexandre Agra Belmonte, entendeu que é preciso estabelecer limites e que a conduta invade a privacidade.

“Se não era para responder, por que enviar a mensagem por WhatsApp? Mandou a mensagem para qual finalidade? Se não era para responder, deixasse para o dia seguinte. Para que mandar mensagem fora do horário de trabalho?”, questionou.

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– A Criminalização das Fake News poderá levar a 3 anos de prisão?

Há 1 ano, mas poderia ser de hoje a reflexão. Abaixo:

Leio que há um projeto de lei que deseja criminalizar a divulgação de falsas notícias, as “fake news”.

Mas e o coitado que assustado dissemina com boa fé uma mensagem na certeza de estar colaborando com alguém e inocentemente acredita na mentira? Será criminoso também? Como separar o mal intencionado daquele que é vítima do engôdo também?

Deve-se atacar os mandantes da criação, não os replicadores. Muito cuidado com a lei e bastante calma nessa hora, a fim de não se cometer injustiças.

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– Os iPhones para os suspeitos de quarentena do Coronavírus!

E viva a tecnologia. Viram a decisão das autoridades sanitárias japonesas para ter controle sobre os passageiros que estão presos num cruzeiro?

Distribuirão iPhones para ter controle médico sobre os suspeitos dos portadores de COVID-19

Abaixo, extraído de: https://blogdoiphone.com/2020/02/2mil-iphones-cruzeiro-japao/

PASSAGEIROS PRESOS NO CRUZEIRO DO CORONAVÍRUS NO JAPÃO RECEBERÃO 2000 IPHONES

O mundo inteiro tem acompanhado o drama que vivem os passageiros presos em quarentena em um navio em mares japoneses, pelo fato de alguns deles estarem infectados com o coronavírus (que recentemente mudou o nome para COVID-19). Foram mais de 40 casos confirmados e não há perspectiva de quando eles poderão desembarcar em terra firme.

O fato inusitado é que o Ministério da Saúde japonês fornecerá cerca de 2.000 iPhones para os passageiros informarem suas próprias condições de saúde.

Os iPhones são fornecidos pela operadora Softbank a cada cabine de passageiros e tripulação do navio.

A intenção é puramente médica: através de um aplicativo especial feito pelo Ministério, cada pessoa poderá ter consultas individuais com médicos, via chat, além de informar em tempo real eventuais sintomas e o histórico diário da medicação que estão tomando.

Isso facilitará muito o controle de mais de 2.000 pessoas por profissionais que não precisam estar necessariamente dentro do navio.

Pelas imagens divulgadas, não será o novíssimo iPhone 11, mas sim exemplares do iPhone 6s.

– A Ferramenta contra o Suicídio do Facebook

Eu não sabia, e fiquei positivamente surpreso: o Facebook, que tem sido tão atacado nos últimos dias devido as Fakenews, já faz mais de um ano que lançou um “comando anti-suicídio”, que visa ajudar pessoas desesperadas e alertar seus amigos!

Abaixo, extraído de: https://tecnoblog.net/197131/facebook-prevencao-suicidio-brasil-cvv/

FACEBOOK LANÇA FERRAMENTA DE PREVENÇÃO AO SUICÍDIO

Rede social faz parceria com Centro de Valorização da Vida (CVV) no Brasil

por Jean Prado

O Facebook quer ajudar a prevenir o suicídio no Brasil. Em parceria com o Centro de Valorização da Vida (CVV), instituição que oferece apoio emocional para pessoas que estão precisando de ajuda, a rede social lançou nesta terça-feira (14) uma ferramenta que permite aos usuários emitirem sinais de alerta quando perceberem que um amigo publicou um conteúdo com tendência ao suicídio.

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É uma ferramenta muito importante, considerando que o suicídio mata mais que o HIV no mundo, com uma morte a cada 40 segundos, segundo dados da OMS. No Brasil, oitavo país com a maior taxa no mundo, um suicídio acontece a cada 45 minutos — são 6 por 100 mil habitantes.

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A ideia é que as publicações dos usuários possam ajudar amigos a perceberem que há alguém com tendências suicidas. “Postar algo como ‘qualquer dia eu sumo’, por exemplo, é um super sinal de alarme”, diz Carlos Correia, voluntário do CVV desde 1992, ao G1.

Se você notar que isso aconteceu, denuncie a publicação e entre em “Acredito que não deveria estar no Facebook” > “Ver mais opções” > “Mostra alguém se ferindo ou planejando se ferir”. É possível oferecer ajuda, conversar com alguém de confiança, descobrir como proceder ou enviar a publicação para ser analisada pelo Facebook.

Com a publicação denunciada, a imagem abaixo irá aparecer para a pessoa que teve comportamentos preocupantes. A rede social facilita o contato com o CVV e dá dicas do que fazer para se sentir melhor.

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É uma ação interessante porque muita gente manifesta seus sentimentos (inclusive negativos) em redes sociais, e um usuário que notar repetidos posts de sofrimento vindos de alguém pode evitar que algo de pior aconteça. “Especialistas dizem que o suicídio pode ser prevenido em 90% das situações”, disse Correia.

Sem contar que a taxa de suicídios no mundo por idade em países de baixa renda é assustadoramente maior entre os jovens. Em 2012, segundo dados da OMS, cerca de 90 mil suicídios aconteceram com jovens na faixa dos 20 anos, contra 10 mil em países desenvolvidos (que têm seu maior índice aos 50 anos). Como esse público costuma filtrar menos o que vai para a rede social, é uma ação que deve ter certa eficiência.

A rede social também vai oferecer publicidade gratuita para o CVV conseguir recrutar mais voluntários, equilibrando o aumento da demanda de atendimentos com o lançamento da ferramenta. O CVV também oferece ajuda pelo número 141, além de telefones locais específicos para cada região e por Skype.

 

– Viva a tecnologia no Futebol: o “fio de cabelo” determinante para o não-gol!

Amigos, assistiram pela Premier League a partida entre Watford vs Tottenham?

Quando o jogo estava no 91º minuto (repare no tempo), o Tottenham chuta para o gol e… entrou ou não a bola, salva praticamente depois de passar os postes?

Veja a imagem, que detalhe, pelo smartwatch. E sem parar o jogo!

Abaixo:

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Como ser contra a tecnologia no futebol nos dias atuais?

– Federação Carioca pensava em colocar representantes dos clubes dentro da cabine do VAR?

Não sei quem foi o gênio que teve a ideia, mas ao ler que a FERJ consultou a FIFA (e chegou a colocar no seu regulamento) sobre a intenção de colocar membros dos clubes DENTRO da cabine do VAR, para “conferir as decisões de maneira transparente”, penso: foi realmente a sério?

Com tantos escândalos no futebol merecendo muita transparência, tal argumento é tremendamente esdrúxulo. 

Abaixo, extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2020/01/13/international-board-veta-presenca-de-clubes-em-cabine-do-var-no-carioca.htm

IFAB VETA PRESENÇA DE CLUBES EM CABINE DO VAR

A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) consultou a International Board, órgão que regulamenta as regras do futebol, mas foi proibida de implementar a presença de representantes dos clubes na cabine do árbitro de vídeo no Campeonato Carioca.

Em seu regulamento, a federação fluminense incluiu um artigo que previa que “cada uma das 2 (duas) equipes cuja partida conte com a utilização do VAR poderão indicar 1 (um) representante para permanecer na cabine de controle do árbitro de vídeo e acompanhar todos os procedimentos ali desenvolvidos durante a partida, sendo terminantemente vedadas quaisquer tentativas de interferência, interlocução, manifestação ou reclamação, sob pena de exclusão do recinto”. As normas do Carioca foram aprovadas pelos clubes em 21 de outubro, mas este tema foi sempre colocado na condicional:

“Caso obtenha as autorizações necessárias, a FERJ poderá utilizar a tecnologia da Arbitragem de Vídeo (VAR) nas partidas da fase preliminar, nas partidas semifinais e finais dos dois turnos (Taça Guanabara e Taça Rio) e nas partidas finais do campeonato, adotando a forma, termos e limites constantes em diretriz técnica a ser publicada para este fim, e do respectivo protocolo determinado pela International Football Association Board (IFAB)”.

Com o sinal vermelho, a ideia foi abortada, mas o recurso do VAR estará disponível na competição, embora não em todos os jogos. A tecnologia estará disponível apenas nos clássicos e nas fases decisivas do torneio. No regulamento, a Federação afirma que “a tecnologia da Arbitragem de Vídeo (VAR) poderá ser utilizada às expensas da FERJ em até 16 (dezesseis) partidas do campeonato”.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a entidade que comanda o Carioca informou que a medida tinha por objetivo “dar transparência às decisões e tudo que acontece na sala do VAR” e acrescentou que “antes de submeter à apreciação da IFAB, a FERJ incluiu no Regulamento do Campeonato Carioca de 2020 para não perder o prazo da publicação, previsto por lei”. Ante a proibição, a decisão será acatada: “o mesmo regulamento prevê, no artigo 4i, que o uso do VAR obedecerá o protocolo da IFAB. Assim, como não houve aprovação, é óbvio que a presença dos representantes dos clubes não será realizada no Carioca”.

O torneio estadual já está em curso, mas a fase principal só terá início no dia 18 de janeiro. Macaé e Portuguesa, melhores da seletiva, se juntam aos outros 10 que já estavam classificados.

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– Cuba, enfim, vai permitir Internet aos celulares

Há 1 ano…

Arre! E não é que Cuba, finalmente, oferecerá serviço de internet à população da ilha?

Mesmo com tanto atraso, já se sabe: o serviço será ruim e demorado!

Que democracia nos dias atuais priva seu povo da rede mundial de computadores, não?

Extraído de: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/rfi/2018/12/06/cuba-disponibiliza-internet-movel-mas-sob-preco-muito-alto-a-populacao.htm

CUBA DISPONIBILIZA INTERNET MÓVEL À POPULAÇÃO, MAS SOB PREÇO ALTO DEMAIS

Cuba, um dos países do mundo com acesso mais restrito e controlado à internet, oferecerá a partir desta quinta-feira (6) a oportunidade à população de se conectar à internet nos celulares – um privilégio, até então, reservado a turistas estrangeiros e diplomatas. Entretanto, o preço da rede móvel ainda é extremamente caro para a maioria dos cubanos.

“A partir de 6 de dezembro, começaremos a oferecer serviços de internet em telefones celulares”, declarou a presidente da estatal de telecomunicação Etecsa, Mayra Arevich.

O acesso à rede móvel era uma promessa do novo presidente cubano, Miguel Diaz-Canel, mas, na prática, poucos cidadãos poderão utilizar a 3G em seus celulares, devido ao preço da conexão.

A tarifa proposta será de US$ 0,10 centavos (R$ 0,39) por megabyte, com pacotes que vão de US$ 7 (R$ 27,3) por 600 megabytes a US$ 30 por quatro gigabytes. No entanto, o salário médio em Cuba para funcionários públicos (87% da população ativa) é de US$ 30 (R$ 117).

“Para comprar um plano mensal com 4 gigabytes, será preciso desembolsar praticamente o valor de um salário de um cubano”, afirma Omar Everleny Perez, do Centro de Estudos de Economia Cubana da Universidade de Havana.

Acesso à internet continua limitado e caro

No fim de 2016, Cuba assinou um acordo com a Google para obter uma conexão mais rápida ao conteúdo da gigante americana. O acesso à internet não melhorou na ilha desde então: continua limitado, lento e caro. A maioria dos residentes não tem outra solução a não ser se conectar a pontos de wi-fi públicos, pagando por hora.

A Etecsa fez vários testes de 3G nos últimos meses, mas o exame final, no começo de setembro, oferecendo acesso gratuito durante 72 horas a 1,5 milhão de usuários, encontrou “dificuldades de conexão e congestionamento significativo dos serviços de voz e dados, devido à instabilidade de parte da rede”.

Atualmente, a Etecsa disponibiliza mil pontos de navagação wifi e 670 salas de acesso à internet em todo o país.

Yamil Lage/AFP

– Um upgrade para ajudar nas orações? O Rosário Eletrônico!

Que tal rezar enquanto você pratica sua atividade física na esteira ou na rua, monitorando seus batimentos cardíacos para, depois da prece, estudá-los?

Pois é: vem aí um SmartWatch católico, que une tecnologia para ajudar a meditar na fé! 

Abaixo, extraído de: https://super.abril.com.br/tecnologia/conheca-o-erosary-o-relogio-inteligente-da-igreja-catolica/

O eROSARY, O “RELÓGIO INTELIGENTE” DA IGREJA CATÓLICA

Acessório pode ser usado tanto para monitorar exercícios quanto personalizar uma oração 

por Rafael Battaglia

Como fazer o catolicismo, com seus dois mil anos de idade, parecer mais moderno? Simples: tecnologia.

Durante uma coletiva de imprensa na última semana, o Vaticano anunciou o lançamento do eRosary, um dispositivo eletrônico que funciona como um “rosário inteligente” – um gadget que monitora a atividade física e, de quebra, ajuda os usuários em suas orações.

Dessa forma, o papa (e a Igreja Católica) entram no crescente fenômeno dos wearables: roupas, calçados, acessórios e qualquer tipo de dispositivo vestível conectado à internet. Sabe aquele seu amigo que comprou um Apple Watch (ou modelos de relógio similares da Samsung, Xiaomi, etc.)? É exatamente isso.

Segundo a Forbes, o mercado de wearables vai dobrar até 2022. A previsão é que ele valha mais de US$27 bilhões até lá, com 233 milhões de dispositivos comercializados. Não é por menos, afinal, há diversas aplicações para eles: dá para usar no trabalho, para fazer exercícios, monitorar a saúde – e colocar as orações em dia.

O eRosary é composto por dez contas (ou “bolinhas”, feitas com ágata preta e hematita) e uma central de processamento em formato de cruz, cujo sensor mapeia a atividade física do usuário: batimentos cardíacos, respiração, pressão, entre outros. Confira a ficha técnica da pulseira, segundo o site The Verge:

– Bluetooth 5.0

– Resistência à água e poeira

– Carregamento sem fio

– Bateria de íon de lítio com capacidade de 15mAh

O aparelho foi desenvolvido pela GadgeTek, uma divisão da Acer, e pode ser conectado ao Click To Pray (“Clique para Rezar”, um trocadilho com a palavra “play”). O aplicativo funciona como uma espécie de “Spotify católico”: dá para compartilhar orações com outros fiéis e até com o próprio Papa Francisco – o projeto faz parte de uma iniciativa da Igreja Católica para criar uma rede integrada de devotos mundo afora.

Além disso, o dispositivo “atualiza” a tradição católica de rezar o rosário: guiando-se pelas contas, como manda o costume, é possível personalizar a oração, escolhendo versões temáticas para a reza que serão lançadas ao longo do ano.

O preço? US$110 (R$449). Por ora, o eRosary está à venda apenas na Amazon da Itália e na loja online da Acer. Resta saber se os católicos vão se adaptar ao upgrade.

– Crianças e Mundo Digital!

Fico impressionado como as crianças dominam bem os equipamentos eletrônicos e sabem se virar nas redes sociais. Temo apenas os golpistas e enganadores, mas, com a ajuda dos pais, isso se torna seguro.

Porém, leio artigo da neurocientista Susan Greenfield, estudiosa doutora que profetizou:

as crianças do futuro não conseguirão discernir caras, olhares, tom de voz, já que se dedicam ao relacionamento virtual do que o pessoal”.

Claro que isso é preocupante. Mas não é apocalíptico demais? Nada do que uma boa educação familiar não possa corrigir…

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– O Design Sprint do Google

As startups já conhecem esse processo, mas vale compartilhar: o método Sprint, do Google!

Abaixo, extraído de Veja, ed 2654.

FÁBRICA DE SUCESSOS

Criado por funcionários da divisão de novos negócios do Google, o método Sprint consiste numa “linhagem de montagem” para empreender – tanto dentro de uma empresa como na vida pessoal. 

Por Jennifer Ann Thomas

“EU NÃO FALHEI. Apenas encontrei 10 000 maneiras que não vão funcionar e, assim descobri qual dará certo.” A frase, que se tornaria célebre, foi proferida pelo americano Thomas Edison (1847-1931) depois de testar milhares de protótipos para conseguir desenvolver a primeira lâmpada elétrica da história, em 1879. O mesmo espírito animou, em pleno século XXI, um novo método de invenção e empreendedorismo, elaborado no Vale do Silício, polo tecnológico onde surgiram empresas como Apple, Google e Facebook. Batizada de sprint, a técnica permite testar projetos – de startups, de grandes companhias ou mesmo relacionados a carreiras individuais – em apenas cinco dias, partindo de uma ideia e chegando a um teste prático.

Tudo isso sem demandar gastos de milhões de dólares para viabilizar um plano que, no fim do processo, poderia fracassar. O roteiro do Sprint serve de pontapé inicial para todo mundo: marcas que precisam resolver problemas pontuais, empresas estabelecidas que querem lançar novas empreitadas, pessoas infelizes no trabalho que planejam montar o próprio negócio ou mesmo aqueles que pretendem trocar de profissão.

Nessa última categoria, atualmente, os exemplos se multiplicam. Segundo uma pesquisa da rede social Linkedln, a nova geração tende a mudar de emprego ao menos quatro vezes até os 32 anos de idade. Adotar o Sprint para tomar decisões pode ajudar na redescoberta profissional.

Não por acaso, a nova metodologia surgiu dentro de uma companhia reconhecida pelo seus viéis inovador, o Google. Mais especificamente, em seu braço de novos negócios, o Ventures. O sprint começou a ser desenvolvido em 2003 pelo engenheiro americano Jake Knapp. Até 2012, foi testado, na prática, no lançamento de recursos de produtos-chave da empresa – como o navegador Chrome, o serviço de e-mail Gmail e o sistema de publicidade Adwords. A partir do sucesso de aplicação nos inventos da marca, o método se difundiu pelo Vale do Silício e por outros polos de tecnologia. Já foi adotado, por exemplo, por uma concorrente direta do Google, a Mozilla, dona do navegador Firefox. Em 2016, Knapp, ao lado de outros dois colegas do Google – os designers John Zeratsky e Braden Kowitz -, publicou um livro sobre o assunto, que chegou ás listas dos mais vendidos dos Estados Unidos. No mês passado, Sprint: o método Usado no Google para testar e Aplicar novas ideias em apenas cinco dias foi publicado no Brasil pela editora Intrínseca. O sucesso nas livrarias e lojas de e-books se deve sobretudo ao fato da obra servir de guia também a quem jamais pensou em empreender e, no entanto, por motivos diversos, encontra-se de repente em una encruzilhada profissional. No livro, Knapp conta como formulou a ideia do Sprint.

Naquele ano de 2003, ele viu nascer seu primeiro filho. O engenheiro notou então que a novidade familiar fizera com que se tornasse menos produtivo no trabalho.Para retornar seu ritmo, decidiu elaborar um roteiro simples, com o qual pudesse acelerar seus afazeres profissionais. Como empreender, por meio de Ventures, de um modo mais rápido? Assim surgiu a fórmula que permite avaliar, em uma semana útil. Ideias de negócios. Contudo, foram necessários quase dez anos para Knapp aperfeiçoar o procedimento. De início, por exemplo, ele acreditava que um Sprint poderia ser feito com um time de quarenta pessoas. Entretanto, as primeiras tentativas só renderam confusões. Após uma série de testes, chegou-se á conclusão de que a coisa só funcionava quando desenvolvida por equipes pequenas – de, no máximo, sete membros.

Nesse limite, o ideal seria contar com a seguinte composição de perfis: um indivíduo chamado de “o definidor”, que tomaria as decisões finais; e seis especialistas, das áreas de finanças, marketing, contato com o consumidor, tecnologia, logística e design. Isso, claro, considerando-se que o Sprint seria realizado dentro de uma empresa de grande porte, como o Google.O sistema revelou-se prático e  eficaz Disse Knapp: “O nosso método resolve um ponto básico, porém muito difícil de realizar no dia a dia, que é o teste de protótipos. Estudantes e startups, assim como grandes empresas, podem se beneficiar dele. Numa comparação, O Sprint seria como ter a chance única de bater alguns pênaltis contra o time adversário, no primeiro tempo de uma partida de futebol, e só depois apostar em quem ganharia o jogo”.

De acordo com índice Kauffman de Empreendedorismo, que analisa o ecossistema de novos negócios nos Estados Unidos, 310 em cada 100 000 adultos americanos abrem negócios, todos meses, desde 2016. Para financiar as empreitadas, cadas uma dessas startups consegue captar, em média, 1,3 milhão de dólares em investimentos. Além disso, elas gastam em torno de 500 000 dólares mensais para manter suas operações. No entanto, a maioria, nove em cada dez, falha nos primeiros vinte meses. A perda de dinheiro relacionada ao fracasso poderia, em teoria, ser evitada caso se aplicasse o Sprint no início desses projetos; assim, talvez se descobrisse que a empreitada já nasceria fadada a falir.

Em um país em crise, como o Brasil, essa certeza pode ser ainda mais determinante para aqueles que perdem o emprego e optam por se dedicar ao próprio negócio – situação de 44% dos que abriram empresas nacionais entre 2015 e 2016. O Sprint ainda desconstrói a representação romântica que se tem dos empreendedores do ramo da tecnologia. Antes, imaginava-se um jovem nerd numa garagem, sonhando com suas invenções – o script vivido por Steve Jobs (1955-2011), que nos anos 70, criou a Apple, ao lado de Steve Wozniak, literalmente na garagem de casa, e montou ali seus primeiros computadores sem plano de negócios na cabeça.

No século XXI, esqueça essa cena, de um garoto correndo grandes riscos em prol de um projeto visionário. Hoje, o vale do Silício funciona como propõe o Sprint: uma linha padronizada de montagem de ideias; algo mais parecido com o antigo fordismo do que com a imagem de uma mente genial querendo mudar o mundo a partir de uma sacada espetacular.

Informações via Revista Veja.

– Pitana e o bom uso do VAR em Grêmio 1×1 Flamengo

Apesar de ter prestígio na FIFA e apitado uma final de Copa do Mundo, sempre achei o argentino Nestor Pitana um árbitro comum tecnicamente, embora tenha boa presença em campo (e isso já é uma ótima qualidade). Mas gostaria de ressaltar o que ele fez na semi-final da Libertadores entre o Tricolor Gaúcho e o Mengão: usou muito bem o VAR!

No começo do jogo, em um lance de mão desproposital, não precisou de orientação do árbitro de vídeo e/ou de ouvir sugestão do VAR. Interpretou corretamente e não perdeu tempo indo ao monitor. Chamou a responsabilidade da interpretação para ele. Ótimo! Aqui no Brasil, em qualquer lance se faz uso do equipamento, vulgarizando o uso da ferramenta e atrapalhando a dinâmica da partida.

Em que pese eu entenda que Michel deveria ter sido expulso (ao invés de ter recebido o Cartão Amarelo), em todos os outros lances o VAR foi bem utilizado, anulando corretamente os gols.

É isso que o futebol precisa: uso CONSCIENTE do VAR e somente quando existir a necessidade. Nada em fazer do árbitro de vídeo ser o protagonista do jogo.

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– As voltas que o mundo da bola dá: o desenvolvimento do VAR.

Achei, por acaso, essa publicação de 5 anos atrás, onde o atual Diretor de Desenvolvimento do Árbitro de Vídeo da CBF fala sobre a “não ideal solução” do que viria a ser o VAR. Foi ao Sportv, e o link está em: https://wp.me/p4RTuC-1w.

Claro que qualquer um de nós pode mudar de opinião. A experiência / amadurecimento e o aprendizado mostram isso. Mas… não é um pouco irônico?

Quando foi dado esse “start” para que a ideia pífia se tornasse genial para ele? Quando mudou-se de cargo?

PROFISSIONALISMO E TECNOLOGIA REPUDIADOS PELO CHEFE DOS ÁRBITROS DA CBF

É de se lamentar a declaração do Presidente da Comissão de Arbitragem da CBF Sérgio Correa da Silva à Sportv durante a semana, depois do infeliz episódio sobre a orientação equivocada de bola na mão, cuja “orelha foi puxada” pela FIFA.

Em tom de desabafo (e até mesmo de arrogância), falando sobre as condições dos árbitros do Brasil, criticou a Profissionalização, reclamando que se fossem profissionais,

não poderia mandar o sujeito que errar embora”.

Cômodo, não? Vejam alguns árbitros que há ANOS fazem lambanças folclóricas e ainda assim continuam nas escalas (e não são profissionais). Um árbitro profissional, que a grosso modo seria um membro FIFA, de elite e de excelência, caso errasse em um jogo importante, teria demissão sumária? Claro que não. Há alguns que apitam muito bem e nunca chegam a elite, sumindo aos poucos do quadro de árbitros. E há outros que começam a apitar no Maracanã e nunca se firmam, mas a bolinha é incansavelmente sorteada.

Pior é o discurso para a não utilização dos sistemas tecnológicos no futebol. Declarou Sérgio que:

“Vai acabar com a discussão e o futebol vai ficar muito chato. Vai tornar o futebol mais justo, mas vai perder a graça.”

Meu Deus! Se falamos cada vez mais em legitimar os resultados dentro de campo, e a tecnologia de ponta nos permite isso, por que rumar contra a maré?

Isso é um verdadeiro 7×1 do apito no futebol…

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– Medicina do futuro? O gene CCR5 suprimido dará imunidade ao HIV?

Parece filme de ficção científica, mas não é: na China, editou-se um gene chamado CCR5 para que a criança nascesse imune ao vírus da Aids. Entretanto, é o mesmo gene que ajuda a regulação da memória, fato que pode / poderia trazer danos cerebrais. 

Na experiência (abaixo), nasceram duas meninas! Compartilho, extraído de: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2018/11/26/cientista-chines-alega-ter-criado-primeiros-bebes-geneticamente-editados.ghtml

CIENTISTA CHINÊS ALEGA TER CRIADO PRIMEIROS BEBÊS GENETICAMENTE EDITADOS

A pesquisa, no entanto, não foi publicada em jornais científicos. Alguns cientistas que revisaram os materiais dizem não ser possível afirmar que os genes foram editados. O objetivo era tornar os bebês imunes à infecção por HIV.

Um pesquisador chinês diz ter ajudado a criar os primeiros bebês geneticamente editados do mundo. São meninas gêmeas – Lulu e Nana – nascidas neste mês, cujo DNA ele afirma ter alterado com uma nova ferramenta capaz de reescrever o projeto da vida. A descoberta foi revelada à agência de notícias americana Associated Press (AP) com exclusividade.

Se for verdade, seria um profundo salto de ciência e ética.

O pesquisador, He Jiankui, de Shenzhen, disse que alterou os embriões para sete casais durante os tratamentos de fertilidade, com uma gravidez resultante até agora. Ele disse que seu objetivo não é curar ou prevenir uma doença hereditária, mas tentar dar uma característica que poucas pessoas têm naturalmente – uma capacidade de resistir a uma possível infecção futura pelo HIV, o vírus da Aids.

Ele disse que os pais envolvidos não quiseram ser identificados ou entrevistados, e não disse onde eles moram ou onde o trabalho foi feito. Segundo a AP, o cientista é especialista em física e não tem experiência com experimentos humanos.

Não há confirmação independente da reivindicação de He, e ela não foi publicada em um periódico, onde seria examinada por outros especialistas. Ele fez a revelação nesta segunda-feira (26) em Hong Kong a um dos organizadores de uma conferência internacional sobre edição de genes que deve começar na terça-feira e, mais cedo, em entrevistas exclusivas com a Associated Press.

“Sinto uma forte responsabilidade de não apenas fazer uma primeira [pesquisa], mas também torná-la um exemplo. A sociedade decidirá o que fazer a seguir”, disse ele à AP, em termos de permitir ou proibir essa ciência.

Alguns cientistas ficaram espantados ao ouvir a afirmação e condenaram-na com veemência. Muitos consideram que é muito perigoso tentar, e alguns denunciaram o relatório chinês como experimentação humana.

É “inconcebível… um experimento em seres humanos que não é moralmente ou eticamente defensável”, disse o Dr. Kiran Musunuru, especialista em edição de genes da Universidade da Pensilvânia e editor de uma revista de genética.

“Isso é prematuro demais”, disse o Dr. Eric Topol, diretor do Scripps Research Translational Institute, na Califórnia. “Estamos lidando com as instruções de operação de um ser humano. É um grande negócio”.

Nos últimos anos, cientistas descobriram uma maneira relativamente fácil de editar genes, os fios de DNA que governam o corpo. A ferramenta, chamada CRISPR-cas9, torna possível operar no DNA para fornecer um gene necessário ou desativar um que esteja causando problemas.

Só recentemente foi tentado em adultos para tratar doenças fatais, e as mudanças estão confinadas a essa pessoa. A edição de espermatozóides, óvulos ou embriões é diferente – as alterações podem ser herdadas. Nos EUA, não é permitido, exceto para pesquisas de laboratório. A China proíbe a clonagem humana, mas não especificamente a edição de genes.

Já George Church, geneticista da Universidade de Harvard, defendeu a edição de genes para o HIV, que ele chamou de “uma grande e crescente ameaça à saúde pública”.

“Acho que isso é justificável”, disse Church sobre esse objetivo.

Já o cientista americano Michael Deem, ex-orientador de He na Universidade Rice, em Houston, afirma ter participado do trabalho na China. Esse tipo de edição genética é proibido nos Estados Unidos, porque as mudanças no DNA podem passar para as futuras gerações e prejudicar outros genes. Deem detém o que chamou de “uma pequena participação” e está nos conselhos consultivos científicos de duas das empresas de He.

O pesquisador chinês estudou nas universidades Rice e Stanford nos EUA antes de retornar à sua terra natal para abrir um laboratório na Universidade de Ciência e Tecnologia do Sul da China, em Shenzhen, onde ele também tem duas empresas de genética. Ele afirmou que praticava a modificação genética de ratos, macacos e embriões humanos no laboratório há vários anos e solicitou patentes sobre seus métodos.

He disse que escolheu a edição genética de embriões para o HIV porque essas infecções são um grande problema na China. Ele tentou desativar um gene chamado CCR5, que forma uma porta protéica que permite que o HIV, o vírus que causa a Aids, entre em uma célula.

No projeto, todos os homens tinham HIV, enquanto nenhuma das mulheres tinha sido infectada pelo vírus. Os pais tiveram suas infecções profundamente suprimidas por medicamentos contra o HIV. A edição genética não visava, no entanto, a evitar o pequeno risco de transmissão, de acordo com o cientista, pois existem maneiras simples de evitar que os pais infectem os filhos, sem envolver a alteração de genes.

Em vez disso, o apelo era oferecer aos casais afetados pelo HIV a chance de ter um filho que pudesse ser protegido de um destino semelhante.

Ele recrutou casais através de um grupo de defesa da AIDS baseado em Pequim chamado Baihualin. Seu líder, conhecido pelo pseudônimo “Bai Hua”, disse à AP que não é incomum que pessoas com HIV percam empregos ou tenham problemas para obter assistência médica se as infecções forem reveladas.

He descreveu o trabalho da seguinte forma:

A edição genética ocorreu durante a fertilização in vitro, ou fertilização em laboratório. Primeiro, o esperma foi “lavado” para separá-lo do sêmen, o fluido onde o HIV pode se esconder. Um único espermatozóide foi colocado em um único ovo para criar um embrião. Então, a ferramenta de edição genética foi adicionada.

Quando os embriões tinham três a cinco dias de idade, algumas células foram removidas e verificadas para edição.

Os casais puderam optar por usar embriões editados ou não para tentativas de gravidez. Ao todo, 16 dos 22 embriões foram editados, e 11 embriões foram usados ​​em seis tentativas de implante antes que a gravidez de gêmeos fosse alcançada, segundo He.

Testes sugerem que uma das gêmeas teve ambas as cópias do gene alteradas, enquanto a outra gêmea teve apenas um – sem evidência de danos a outros genes, disse o pesquisador chinês. As pessoas com uma cópia do gene ainda podem contrair o HIV, embora algumas pesquisas muito limitadas sugiram que sua saúde pode declinar mais lentamente depois disso.

Vários cientistas revisaram materiais que He forneceu à AP e disseram que os testes até agora são insuficientes para dizer que a edição funcionou ou para descartar o dano. Eles também notaram evidências de que a edição estava incompleta e que pelo menos um dos gêmeos parece ser uma colcha de retalhos de células com várias mudanças.

“É quase como não editar nada”, se apenas algumas células foram alteradas, porque a infecção pelo HIV ainda pode ocorrer, disse Church.

Church e Musunuru questionaram a decisão de permitir que um dos embriões fosse usado em uma tentativa de gravidez, porque os pesquisadores chineses disseram que sabiam de antemão que ambas as cópias do gene desejado não haviam sido alteradas.

“Naquela criança, quase não havia nada a ser ganho em termos de proteção contra o HIV e, no entanto, você está expondo essa criança a todos os riscos de segurança desconhecidos”, disse Musunuru.

O uso desse embrião sugere que a “ênfase principal dos pesquisadores foi em testar a edição, em vez de evitar esta doença”, disse Church.

Mesmo que a edição funcionasse perfeitamente, pessoas sem genes CCR5 normais enfrentam riscos mais altos de contrair certos vírus, como o Nilo Ocidental, e de morrer de gripe. Como existem muitas maneiras de prevenir a infecção pelo HIV, e é muito tratável se ocorrer, esses outros riscos médicos são uma preocupação, disse Musunuru.

Há também perguntas sobre a maneira como o cientista disse que procedeu. He fez o anúncio oficial de seu trabalho muito depois de ter dito que começou – em 8 de novembro, em um registro chinês de ensaios clínicos.

Não está claro, também, se os participantes entenderam completamente o propósito e os riscos e benefícios potenciais. Por exemplo, formulários de consentimento chamaram o projeto de um programa de “desenvolvimento de vacinas contra a Aids”.

O cientista da Rice, Deem, disse que ele estava na China quando os potenciais participantes deram seu consentimento e que ele “absolutamente” acha que eles foram capazes de entender os riscos. Ele afirma que trabalhou com He na pesquisa de vacinas em Rice e considera a edição de genes semelhante a uma vacina.

“Isso pode ser uma maneira leiga de descrevê-lo”, disse ele. Deem também é especialista em física e não tem experiência com experimentos em humanos.

O cientista chinês, He, disse que ele pessoalmente deixou claro os objetivos e disse aos participantes que a edição de genes de embriões nunca foi tentada antes e traz riscos. Ele disse que também forneceria cobertura de seguro para todas as crianças concebidas através do projeto e planejaria acompanhamento médico até as crianças terem 18 anos ou mais, se elas concordarem quando se tornarem maiores de idade.

Outras tentativas de gravidez estão suspensas até que a segurança desta seja analisada e os especialistas na área o analisem. Os participantes não foram, no entanto, avisados ​​com antecedência de que poderiam não ter a chance de tentar engravidar uma vez que o primeiro resultado tivesse sido alcançado, reconheceu He. O tratamento gratuito para fertilidade fazia parte do acordo que lhes foi oferecido.

He buscou e recebeu aprovação para seu projeto do Hospital de Mulheres e Crianças Shenzhen Harmonicare, que não é um dos quatro hospitais que He disse que forneceu embriões para suas pesquisas ou tentativas de gravidez.

Alguns funcionários em alguns dos outros hospitais foram mantidos no escuro sobre a natureza da pesquisa. He e Deem disseram que isso foi feito para impedir que a infecção pelo HIV de alguns participantes fosse divulgada.

“Achamos que isso é ético”, disse Lin Zhitong, um administrador da Harmonicare que lidera o painel de ética.

Todas as equipes médicas que lidaram com amostras possivelmente contaminadas com HIV estavam cientes, disse ele. Um embriologista no laboratório de He, Qin Jinzhou, confirmou à AP que fez lavagem de esperma e injetou a ferramenta de edição de genes em algumas tentativas de gravidez.

Os participantes do estudo não são especialistas em ética, disse He, mas “têm tanta autoridade quanto um sobre o que é correto e o que é errado, porque é a sua vida em risco”.

“Eu acredito que isso vai ajudar as famílias e seus filhos”, disse ele. Se causar efeitos colaterais indesejados ou prejudicar, “eu sentiria a mesma dor que eles e será minha responsabilidade”.

O cientista chinês scientist He Jiankui afirma ter ajudado a criar os primeiros bebês geneticamente modificados no mundo. — Foto: Mark Schiefelbein (AP)

– Os Drones que poderão fiscalizar as Rodovias. Realidade ou Fake?

É Fake News, mas poderia ser real com os avanços tecnológicos!

Bombou na Internet há dois anos o vídeo onde um drone consegue captar nas rodovias paulistas os motoristas que falam ao celular, dirigem com o braço para fora e cometem outras infrações. 

Muitos ficaram assustados. Mas, verdade ou mentira, independente o que seja, para o bom motorista nunca haverá problemas. Certo?

Assista abaixo: ​

– “Compensando” mesmo com VAR? Sobre Corinthians 2×1 Bahia.

Sejamos justos: o VAR veio para melhorar o futebol mundial, mas no Brasil é mal usado demais.

Na Arena Itaquera, em Corinthians 2×1 Bahia, tivemos péssima utilização do árbitro de vídeo Wagner Reway, corroborado pelo FIFA Dewson Freitas. O pênalti ao Bahia cometido por Ralf não foi marcado; logo após, em lance de Claysson que nada fez, veio a “marcação por compensação”. Em linguagem popular, significa quando se dá um pênalti que não foi para compensar o que não deu e foi.

Não creio que foi isso que aconteceu, acredito na incompetênciaComo errar em lances claros mesmo com a revisão no vídeo? E reforce-se: não é culpa do equipamento eletrônico, é de quem opera!

Uma pena, estão lutando pela desmoralização da tecnologia no futebol.

Resultado de imagem para Corinthians x Bahia

 

– O que acontece com o VAR no Brasil?

Publicado originalmente em 12/08/2019, mas serve para hoje:

O 7X1 DO VAR

Amigos… fico até constrangido em escrever, mas assistiram o SHOW (com letras maiúsculas mesmo) do uso do árbitro de vídeo na 1a rodada da Premier League?

Fiquei envergonhado ao constatar que lá o protocolo de “menor interferência e máximo acerto” está muito além do que as lambanças do Brasil (e olha que estamos falando da rodada inicial apenas). Cadê o discurso de adaptação, tempo para melhorar e aperfeiçoar, etc (que estamos ouvindo há tempos aqui)? Lá, o VAR, em caso de lance explícito irregular em pênalti, sugere que o árbitro reveja (ele não marca nada e nem interfere em lances interpretativos – que é o correto). No Brasileirão, o árbitro de vídeo despreza a decisão de campo, PROCURA achar algum pênalti e acaba influenciando diretamente na questão interpretativa.

A impressão é que o VAR à brasileira quer aparecer e apitar, se tornando mais importante do que o árbitro central. E que faz questão de “caçar” irregularidades. Sem contar que na Inglaterra o momento do VAR se tornou um espetáculo ao mostrar em telões os procedimentos, prometendo liberar, inclusive, o áudio!

Nada de parar o jogo e usar o VAR a qualquer instante, vulgarizando-o. Quem assistiu Palmeiras 2×2 Bahia entende bem essa situação… Aliás, recordando: na terra da Rainha, temos apenas 3 pessoas compondo o VAR. Aqui, chega-se a 9 dependendo do jogo (mas nunca menos de 5). Por quê Gaciba (chefe da arbitragem), Sérgio Correa da Silva (chefe do VAR) e Coronel Marinho (chefe de revelação dos novos talentos) são tão prestigiados por Caboclo (como eram por Del Nero, os dois últimos; idem por Teixeira)?

(convido aos amigos um complemento desse assunto em: https://wp.me/p55Mu0-2eh)

Premier League: VAR makes first major decision as Gabriel Jesus goal overturned

– Levamos outro 7×1 como na Copa do Mundo: agora, na versão “VAR”.

Amigos… fico até constrangido em escrever, mas assistiram o SHOW (com letras maiúsculas mesmo) do uso do árbitro de vídeo na 1a rodada da Premier League?

Fiquei envergonhado ao constatar que lá o protocolo de “menor interferência e máximo acerto” está muito além do que as lambanças do Brasil (e olha que estamos falando da rodada inicial apenas). Cadê o discurso de adaptação, tempo para melhorar e aperfeiçoar, etc (que estamos ouvindo há tempos aqui)? Lá, o VAR, em caso de lance explícito irregular em pênalti, sugere que o árbitro reveja (ele não marca nada e nem interfere em lances interpretativos – que é o correto). No Brasileirão, o árbitro de vídeo despreza a decisão de campo, PROCURA achar algum pênalti e acaba influenciando diretamente na questão interpretativa.

A impressão é que o VAR à brasileira quer aparecer e apitar, se tornando mais importante do que o árbitro central. E que faz questão de “caçar” irregularidades. Sem contar que na Inglaterra o momento do VAR se tornou um espetáculo ao mostrar em telões os procedimentos, prometendo liberar, inclusive, o áudio!

Nada de parar o jogo e usar o VAR a qualquer instante, vulgarizando-o. Quem assistiu Palmeiras 2×2 Bahia entende bem essa situação… Aliás, recordando: na terra da Rainha, temos apenas 3 pessoas compondo o VAR. Aqui, chega-se a 9 dependendo do jogo (mas nunca menos de 5).

Premier League: VAR makes first major decision as Gabriel Jesus goal overturned

– O VAR é um desastre, diz Arnaldo.

Leram a Folha de São Paulo do último domingo?

Em sua Seção de Esportes, página B7, o jornal publicou um artigo do ex-árbitro FIFA e emblemático comentarista da Rede Globo por muitos anos, Arnaldo César Coelho. Ele dissertou sobre o VAR, e faz algumas críticas que comungo com ele. Mais ainda: ele falou sobre “O Negócio VAR”.

DO JEITO QUE ESTÁ, O VAR É UM DESASTRE E MEXE COM A ESSÊNCIA DO FUTEBOL

​Com o tratamento atual, o VAR é um desastre.

Mexeram com a essência do futebol, que é o gol. O cara não vibra como poderia vibrar ou vibra depois de seis minutos. Isso é o principal.

Mudou o comportamento dos jogadores. Criou-se o hábito de reclamar sempre porque, com as reclamações acintosas, o VAR pensa: “Será que tem alguma coisa que não vi?”. Aí, vai pesquisar e gasta 6, 7, 10 minutos para ver o lance. A França foi campeã do mundo usando esse recurso da estreia à final.

Os árbitros perderam sua função. Você pode botar um gandula de bandeirinha. Ele entra ali para marcar lateral e fica com a bandeira para baixo nos lances de impedimento. Se sair o gol, vão revisar. Se vão revisar de qualquer maneira, para que levantar?

A marcação do impedimento não se resume àquela linha que traçam no gramado. A imagem tem de ser pausada no exato momento do passe. Já houve lances em que a imagem usada não era a do momento do passe.

Também não pode ser ignorado o negócio VAR. São 3 empresas no mundo que fazem. Uma é inglesa, que já entrou na Conmebol e em outros lugares; uma é belga, que está no Brasil, e uma é japonesa, que não emplacou e está refazendo seu equipamento. Tudo isso custa caro.

Os mesmos dirigentes que estão hoje na Fifa e decidiram implantar a arbitragem de vídeo eram contra quando estavam na Uefa. Agora, a entidade ministra cursos no mundo todo por uma grana alta. Sem falar nas empresas responsáveis pela operação.

Sou favorável à tecnologia, mas ela foi totalmente deturpada. Ela foi criada para mostrar se a bola entrou. Mas o custo benefício disso é muito caro.

Por isso e por não concordar com essa intolerância com o erro humano, sou cético. Da forma que está, o VAR é um desastre.

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– A Operação Spoofing: sobre os hackers do Telegram de Sérgio Moro.

Os criminosos que invadiram celulares de autoridades brasileiras e que venderam os dados para o The Intercept foram presos. Não são russos, grupo hacker altamente especializado e nem de guerrilha ideológica, mas uma quadrilha de estelionatários formada por brasileiros do Interior Paulista. Três deles já tinham praticados crimes do famoso “171”.

Abaixo, extraído de: https://g1.globo.com/politica/noticia/2019/07/24/o-que-se-sabe-sobre-a-operacao-spoofing-e-os-suspeitos-de-interceptar-mensagens-de-autoridades.ghtml

O QUE SE SABE SOBRE A OPERAÇÃO SPOOFING E OS SUSPEITOS DE INTERCEPTAR MENSAGENS DE AUTORIDADES

(Esta reportagem está sendo atualizada) – A Polícia Federal prendeu quatro pessoas nesta terça-feira (23) como parte de inquérito que investiga supostos hackers invasores do celular do ministro Sérgio Moro.

A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira (23) quatro suspeitos de envolvimento na invasão dos celulares do ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro e de outras autoridades. As prisões são de supostos hackers ou de pessoas suspeitas de atuar em conjunto com eles. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão.

Veja o que se sabe sobre a Operação Spoofing e as prisões dos suspeitos.

O que é a Operação Spoofing?

A operação investiga a invasão e a interceptação de mensagens privadas do ministro Sérgio Moro e de outras autoridades no aplicativo Telegram. O objetivo da ação, informou a PF, é “desarticular organização criminosa que praticava crimes cibernéticos”.

De acordo com a PF, os mandados foram executados nas cidades de São Paulo, Araraquara e Ribeirão Preto. A autorização para as buscas e prisões foi dada pelo juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal, de Brasília.

Quais autoridades foram vítimas da invasão?

  • Sérgio Moro, ministro da Justiça e Segurança Pública
  • Abel Gomes, desembargador do TRF da 2ª Região
  • Flávio Lucas, juiz da 18ª Vara Federal do Rio de Janeiro
  • Rafael Fernandes, delegado da Polícia Federal em São Paulo
  • Flávio Vieitez Reis, delegado da Polícia Federal em São Paulo

Segundo definição da Polícia Federal, spoofing é “falsificação tecnológica que procura enganar uma rede ou uma pessoa fazendo-a acreditar que a fonte de uma informação é confiável quando, na realidade, não é”.

Quantos suspeitos foram presos?

Quatro pessoas foram presas: três homens e uma mulher. São eles:

  • Gustavo Henrique Elias Santos: era DJ e já foi preso por receptação e falsificação de documentos; foi detido pela PF em São Paulo
  • Suelen Priscila de Oliveira: mulher de Gustavo, não tinha passagem pela polícia; foi presa junto com o marido em São Paulo
  • Walter Delgatti Neto: conhecido como Vermelho, já foi preso por falsidade ideológica e por tráfico de drogas; foi preso em Ribeirão Preto pela PF
  • Danilo Cristiano Marques: foi preso em Araraquara e já teve condenação por roubo

As prisões são temporárias e têm prazo de cinco dias.

Como os hackers atuavam, segundo a investigação da PF?

As investigações apontaram que os supostos hackers tiveram acesso ao código enviado pelos servidores do aplicativo Telegram ao celular de Moro para abrir a versão do aplicativo no navegador.

O Telegram permite aos usuários pedirem o código de acesso para a versão web do aplicativo via ligação telefônica, segundo as investigações. Posteriormente, é enviada uma chamada de voz com o código para a ativação do serviço no navegador. Esta mensagem fica gravada na caixa postal das vítimas.

Assim, os invasores fizeram ligações para o número alvo, “a fim de que a linha fique ocupada e a ligação contendo o código de ativação do serviço Telegram Web seja direcionada para a caixa postal da vítima”, afirmou Vallisney em sua decisão. As autoridades que tiveram mensagens expostas disseram que receberam ligações do próprio número.

Houve quebra de sigilo bancários dos suspeitos?

Sim. As investigações apontaram movimentações “suspeitas” nas contas de dois dos quatro investigados na operação: Gustavo Henrique Elias Santos e Suelen Priscila de Oliveira.

Elias movimentou R$ 424 mil reais entre 18 de abril e 29 de junho de 2018, sendo que consta em seu cadastro bancário que a sua renda mensal é de R$ 2.866,00. Já Oliveira movimentou aproximadamente R$ 203,6 mil entre 7 de março e 29 de maio de 2019, sendo a sua renda mensal de R$ 2.192,00.

Diante da incompatibilidade entre as movimentações e a renda dos dois, o juiz afirma na decisão que “faz-se necessário realizar o rastreamento dos recursos recebidos ou movimentados pelos investigados e de averiguar eventuais patrocinadores das invasões ilegais dos dispositivos informáticos (smartphones)”.

PF prende quatro suspeitos de roubar dados do celular de Moro

– O Gol do Vasco anulado, o Pênalti não marcado para o Corinthians e o VAR na inter-temporada. Está valendo a pena?

Tivemos VAR no Paulistão e no Cariocão. Temos VAR na Copa do Brasil e agora no Brasileirão. Tivemos 30 dias “re-treinando árbitros que já foram treinados” e outros em treino pela CBF em Águas de Lindóia num resort. E… vemos a incrível falta-fantasma marcada contra o Vasco que anulou o gol cruz-maltino de Yago Pikachu. Não viram a falta real como pênalti para o Corinthians contra o CSA também.

Fica a pergunta: está valendo a pena o VAR (em custos e na dinâmica perdida das partidas)?

Sempre defendi o sistema de árbitro de vídeo e tem funcionado bem na Europa. Na América do Sul está ruim e no Brasil péssimo. Mas estou repensando tudo isso ao ver erros grosseiros, “simpósios para se tomar uma decisão” e “quebra do ritmo de jogo”.

Sabe aquele goleiro maroto, que quando o seu time está segurando o empate e o time adversário está num bom momento ele “quebra o ritmo” e segura a pressão simulando contusão, com médico em campo e o jogo acaba “esfriando” a partida? Assim tem sido o VAR em diversos jogos!

Estou repensando o VAR. Ao menos, o “VAR à brasileira”… Aliás, entrou o Gaciba na CBF, mas o Cel Marinho foi remanejado para o Departamento de Desenvolvimento Arbitragem e o Sérgio Correa da Silva está no Departamento de Desenvolvimento do VAR. Parece que tudo está dando errado…

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– A Kombi voltará como ID Buzz

Uma notícia que agradará muita gente! A Volkswagen confirmou que deverá produzir (nos EUA ou na China, e de lá para o mundo inteiro) o seu novo veículo: a ID Buzz, cuja ideia é preencher a lacuna deixada pela Kombi.

Aqui está o modelo final (fonte Jornal do Carro, encarte do Estadão):

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– E o VAR, José?

Quanta confusão sobre a má utilização do árbitro de vídeo neste domingo, não?

De tal forma, para tentar entender “POR QUÊ” o VAR está neste caos em nosso país, republico dois textos abaixo, publicados outrora nesse espaço: o 1o, de janeiro, falando sobre os desafios a serem enfrentados. O 2o, sobre a vaidade e o mau uso do equipamento, publicado em março.

Eles explicam muita coisa…

COMPETÊNCIA HUMANA VERSUS COMPETÊNCIA TECNOLÓGICA

Assim como não existe e não adianta a competência e/ou capacidade financeira sem a competência administrativa em qualquer organização, isso acontece na mesma proporção no futebol brasileiro com a questão do VAR e os árbitros.

É sabido que a CBF fez uma lambança com a figura do árbitro de vídeo e, cá entre nós, promoveu tudo para não implantá-lo. O que se dizer ao contrário será mentira. Vejamos:

  • Quando disse ter oferecido o projeto pioneiro à FIFA, não era o primeiro modelo oferecido e tampouco o mais oportuno.
  • Levou 3 anos para a primeira experiência off-line, enquanto que outros países já estavam fazendo uso da ferramenta.
  • Marcou diversas datas para a implantação (algumas delas com os campeonatos me vigor – o que não é permitido pelas Regras da FIFA e que todos sabiam, não ocorreria).
  • Após o “todo-poderoso” Eurico Miranda discutir com Marco Polo Del Nero sobre os erros de arbitragem contra o Vasco da Gama, prometeu o uso do VAR em uma semana! Pura conversa fiada…
  • Criou um chamado “Departamento de Desenvolvimento de Árbitro de Vídeo“, alocando Sérgio Correa da Silva (o ex-chefe da Arbitragem). Sérgio supostamente tinha sido demitido da Comissão de Árbitros por pressão dos clubes e no fim ganhou um cargo “só pra ele”.
  • Resolveu implantar o VAR após uma capacitação questionada na aprazível Águas de Lindóia e tendo realizado dois testes apenas em jogos “pra valer” (ambos na final do Campeonato Pernambucano, com erros e mau uso do árbitro de video nas duas contendas).
  • Jogou nas costas dos clubes a decisão de usar ou não o VAR no Brasileirão de 2018, colocando custos altíssimos a serem arcados pelas próprias agremiações.
  • Escalou um octodeceto de arbitragem (sim, 18 pessoas) para cada uma das finais da Copa do Brasil 2018 (Corinthians x Cruzeiro), com VAR, Assistente de VAR, Apoio de VAR, Supervisor de VAR e outros dispensáveis. Todos viram a pavorosa atuação do árbitro Wagner Magalhães e do VAR Wilton Pereira Sampaio, onde em dois lances fáceis (que nem precisariam do uso do VAR) tomaram-se decisões equivocadas. Aliás, repararam quanto tempo o árbitro ficou na rodinha de jogadores conversando pelo rádio, e o diminuto tempo que ele levou para assistir o lance e mudar sua decisão? É claro que já estava decidido a mudar  a marcação quando foi ao monitor; e tão claro é a “obrigação” que ele tinha de fazer uso da tecnologia após tanto gasto bancando pela CBF para esse confronto. Dezoito caras e não vai se usar o VAR nenhuma vez? Então tá…

Não adianta colocar árbitros desmotivados, sem planejamento REAL de carreira e com a meritocracia deixada de lado para fazer uso do equipamento tecnológico. A culpa não é da eletrônica, é do humano que a opera.

O problema maior é: o gerenciamento do futebol brasileiro! Quem comanda de fato se esconde por trás de um Coronel que estava no Pará e se apoia num futuro presidente amigo; sem contar que quem manda na arbitragem nunca colocou um apito na boca…

Esse é o triste rumo da arbitragem de futebol em nosso país. Como disse em trocadilho o espirituoso Zé “Boca-de-Bagre”, o amigo do Professor Reinaldo Basile, “o árbitro de vídeo da CBF é uma VARgonha…”

A VAIDADE E A DURA MISSÃO NA ESCOLHA DAS ESCALAS DO VAR

Ser árbitro de vídeo e bandeira de vídeo são duas funções novas e difíceis no futebol. Digo isso pois o “jogo jogado em campo” tem suor, emoção e vibração. Lá dentro você está no mesmo calor (ou sintonia) dos atletas. Permite-se do gramado ter a melhor leitura do jogo.

Da cabine do VAR, com ar-condicionado e muitas telas, você pode ter a maior frieza e racionalidade para tomar uma decisão; embora, sejamos justos, difere do árbitro que em tese está mais próximo do lance e no clima da partida.

Mas sabe qual o grande problema das Comissões de Arbitragem? A ESCOLHA (não é sorteio) de quem irá para o vídeo!

Como é difícil escalar um VAR!

  • Se ele for menos experiente de quem apita, o árbitro desconfiará das suas informações e sugestões.
  • Se for muito experiente, o árbitro obedecerá cegamente.
  • Teriam eles que ter igualmente a mesma competência? E como achar colegas de naipe parecido? Ou ainda: aceitar uma correção de quem teoricamente é do seu mesmo nível e acatá-la sem vaidade?

Eu vivi algo parecido na função de quarto-árbitro em um jogo da série A1: foi em São Caetano do Sul, quando a maca entrou para retirar um jogador supostamente lesionado (estava dando pinta que era simulação só para fazer cera) e, ao sair pela linha lateral, o atleta saltou da maca pedindo para retornar ao campo, dispensando qualquer atendimento médico. O árbitro central (ele estava apenas a uma posição acima do que eu estava no ranking – que sempre foi fajuto) não percebeu. Avisei-o pelo rádio e… a resposta foi: “Se você acha que apita mais do que eu, toma o apito”.

Resolvemos depois a questão no vestiário de uma forma um pouco conturbada, mas fica a dica: existe o componente humano terrível chamado VAIDADE, ou, se preferir, a falta de HUMILDADE no trabalho em equipe.

Ainda vai demorar para se achar o bom termo de escalas para o VAR. Afinal, toda a vaidade é burra (inclusive a daqueles que gerenciam a carreira dos árbitros).

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– O Casamento da Siri com a Alexa

Haverá em Viena, a Capital da Áustria, um evento continental voltado ao público gay e seus simpatizantes: a EuroPride (a Parada LGBTQIA+). E duas gigantes mundiais, Apple e Amazon, a fim de incentivar o acontecimento (e ganhar novos consumidores com a estratégia de reconhecimento como “empresas amigas da casa”) promoveram uma ação de marketing impressionante: CASARAM as suas “inteligências artificiais”, a Siri e a Alexa!

Duvida?

Olhe aqui, extraído de: https://bhaz.com.br/2019/05/09/siri-iphone-casada-esposa-video/

A SIRI DO IPHONE AGORA É CASADA E A CERIMÔNIA FOI MUITO CHIQUE

A Siri, assistente pessoal de dispositivos da gigante Apple, agora é casada. Isso mesmo. Não estamos falando da mulher que emprestou a voz para a tecnologia, mas sim do sistema operacional em si. Ela foi oficializada esposa de outra assistente virtual, a Alexa, da Amazon. A ação foi promovida pela secretaria de turismo da Áustria em parceria com o estúdio Plan.net, a revista Vanguardist e a agência alemã Serviceplan. Vem ver o vídeo da cerimônia.

O objetivo da união das agora esposa e esposa é mostrar que todas as formas de amar são válidas. O casamento é o primeiro entre inteligências artificiais de todo o mundo. O evento ocorreu em 2 de abril, mas só foi divulgado oficialmente nos últimos dias.

Durante o matrimônio, Siri e Alexa foram pré-gerenciadas para ler um script personalizado. A iniciativa foi lançada para anteceder o Europride, a Parada LGBTQIA+ de Viena, a capital da Áustria. O vídeo que mostra o elance, cheio de convidados e com uma decoração de luxo, já foi visto mais de 2,2 milhões de vezes. Assista abaixo!

A ação, no entanto, trata-se de uma publicidade e não influenciou de forma prática a interação entre usuários da Siri e da Alexa. A assistente da Apple segue respondendo que está “casada com o trabalho” caso o status de relacionamento dela seja questionado.

Em: https://youtu.be/wG-l8YiQEs4

– A Huawei volta ao Brasil. Mas você confiará na marca tranquilamente depois dos escândalos?

Após tudo o que se ouviu falar sobre a espionagem do Governo Chinês usando a Huawei nos EUA, além da prisão da vice-presidente da companhia, a empresa (que é  a número 2 no mundo em fabricação de celulares, atrás da coreana Samsung e à frente da american Apple) volta ao Brasil para vender seus telefones.

Terá sucesso?

Diante das polêmicas sobre a marca (que é reconhecidamente de alta tecnologia), deixando-nos a justa dúvida da questão ética, você temeria ou não em comprar um modelo “P30” dela, que custa R$ 5.500,00 e que concorre com o iPhone e Galaxy?

Sobre a sua reentrada em nosso país, extraído de: https://bit.ly/2YzXgMD

HUAWEI RETORNA AO BRASIL COM DESCONTOS

A Huawei anunciou descontos de R$ 2 mil ou mais no primeiro dia da sua reestreia no mercado brasileiro, nesta sexta-feira (17). Os clientes que comprarem o P30 Pro poderão levar modelos antigos para avaliação, e caso o aparelho esteja participando da promoção, será dado um desconto de R$ 2 mil, mais o valor de tabela. Na prática, se o aparelho estiver avaliado em R$ 300, o desconto final será de R$ 2,3 mil. O P30 chega às lojas a R$ 5,5 mil

A promoção #HuaweiSuperTroca vale apenas nesta sexta-feira nas lojas parceiras da Vivo, Fast Shop, Ponto Frio, Casas Bahia e Magazine Luiza nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. A avaliação do preço dos modelos antigos ficará independente de cada loja, afirmou a empresa.

A Huawei retorna ao Brasil com os modelos P30 Lite (R$ 2,5 mil) e P30 Pro (R$ 5,5 mil), que fazem concorrência direta com os lançamentos da Samsung e Apple. A empresa chinesa tentou entrar no mercado em 2013, mas encontrou dificuldades com a alta do dólar e a falta de conhecimento do consumidor local. Desde então a companhia atua no País apenas na área de infraestrutura com a venda de equipamentos para telecomunicação.

A chinesa ultrapassou a Apple e se tornou a segunda maior fabricante de smartphones do mundo, atrás apenas da Samsung. A empresa registrou 41% de crescimento na China, o maior mercado do setor, no ano passado, enquanto todas as rivais tiveram retração de vendas. A empresa também é alvo constante por suspeitas de espionar para o governo chinês. Apesar das críticas, a Huawei superou valor de US$ 100 bilhões no ano passado.

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– O dificílimo lance do gol mal anulado do Vasco e observações da constrangedora situação envolvendo Sidão! Ah, Redes Sociais.

Que lance difícil (embora mal anulado) o gol do Vasco contra o Santos, hein?

Veja esse curto vídeo: https://youtu.be/Fz4qRl2tC4w. Aos 6 segundos, Maxi Lopez (VAS) está em impedimento passivo (nesse tipo de situação, há pelos menos 20 anos não pode se anular um gol, se ele resulta de um posicionamento como esse, ou seja, sem participar da jogada). Um jogador do Vasco que tem a posse de bola, nesse instante, a passa para um companheiro (não a Maxi Lopez). Esse jogador é quem vai tocar para o gringo, que já saiu da posição de impedimento e está na mesma linha da zaga santista. Aqui, um lance extremamente ajustado, difícil para o olho nu e também para o recurso tecnológico, especialmente pois a bola é carregada até o instante de que está em mesma linha (tudo coincidentemente, não havia tempo para o atacante pensar nisso, nem para o bandeira ser convicto – e com a orientação nova, em lances assim de dúvida, deixe a jogada seguir até a consulta ao VAR).

O grande problema é que existe uma imagem congelada, circulando nas Redes Sociais, onde esse atleta carrega a bola e Maxi Lopez ainda está voltando do impedimento. Não é ali que deve se atentar se está impedindo ou não, é no detalhe do milésimo de segundo quando a bola é tocada – e aí o lance está regular, pois o argentino passa a estar em situação legal.

Tal jogada é maravilhosa para se discutir e entender detalhes da Regra do Jogo, embora seja uma sacanagem condenar o erro na marcação (mesmo com árbitro de vídeo) tamanha a dificuldade. É lance bacana para Escola de Árbitros. Entretanto, pelo que jogou o Santos FC (que intensidade esse time tem, e como sai da mesmice do futebol brasileiro), o gol talvez não implicaria num resultado diferente do que vitória santista. ATUALIZANDO – imagens didáticas aqui: https://wp.me/p4RTuC-nek.

O que chamou a atenção na partida, logicamente, foi o caso do goleiro Sidão, que levou o prêmio de melhor em campo pela equipe da TV Globo (embora tenha tido uma horrorosa atuação) por ironia dos torcedores que votaram no site da emissora. E eis o problema: com todo respeito, o cara que foi o pior em campo (infelizmente seu trabalho foi péssimo) e que já estava chateado não só por isso, mas por uma série de fatores particulares extra-campo (e a data do dia das mães tem uma relação com esses problemas), acabou sendo humilhado ao vivo.

Sejamos justos: a repórter, além da equipe que narrou e comentou o jogo, estavam constrangidos com tal fato (já se sabe que a direção de esportes ordenou que o troféu fosse entregue mesmo assim). Sidão, elegantemente, não mandou todos para “aquele indelicado lugar”.

A Globo já pediu desculpas e disse que mudará o método de votação. Mas fica a constatação: o perigo do “tudo pode” das redes sociais, onde os imbecis têm a mesma oportunidade de se expressar (isso faz parte da democracia) do que um cara educado e sensato. Às pessoas físicas, basta exclui-las do seu Facebook ou Twitter. Às empresas, já é algo mais difícil de controlar.

Força Sidão! Respeito sempre se fará necessário.

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– As imagens para um lance discutível, bom para se debater!

Falamos sobre o complicadíssimo lance do gol do Vasco no jogo contra o Santos, postagens atrás (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-nef)

Explicando por imagens (lembrando que no vídeo, em tempo real, sempre é melhor):

1- O 1o lance: o de Amarelo toca para o Azul (deve ser o Picachu). Maxi Lopez, que é o Vermelho, em impedimento passivo (se a bola vai para ele aí, passa a ser impedimento ativo).

2- O 2o lance: o de Azul recebe o toque do de Amarelo, e Maxi vai voltando devagar, enquanto o corintiano começa a se projetar.

3- Quando sai o passe do Azul para o Maxi (não na imagem congelada da Globo, onde ele está com ela dominada, antes de soltar efetivamente), o Maxi está em linha com o zagueiro.

Portanto, gol legal!