– Sputnik 5, a Vacina da Rússia contra o Covid_19, será produzida no Brasil.

A vacina mais rápida da história foi a da Caxumba, desenvolvida ao longo de 4 anos. Não é uma tarefa fácil assegurar que algo preventivo e importante não tenha efeitos colaterais relevantes e que se comprove a eficácia.

A Rússia anunciou que conseguiu produzir uma vacina contra o Novo Coronavírus. Levou 2 meses para produzir e não divulgou os dados e etapas de testes. A chamou deSputnik, o satélite pioneiro da União Soviética, em referência ao pioneirismo da medicação.

Conhecida por alta tecnologia no doping e na obscuridade de divulgações científicas, o anúncio trouxe dúvidas para a comunidade científica internacional que se questiona: essa vacina contra o Covid_19 é segura?

Assim como as que estão em desenvolvimento, da inglesa Oxford / AstraZaneca / Unifesp e da chinesa Sinovac / Instituto Butatan (a 1a apoiada pelo Governo Federal e a 2a pelo Governo do Estado de SP), a vacina russa do Instituto Gamaleya será produzida em solo brasileiro, no Paraná, com o apoio do Governo local.

Fica a pergunta: você confiará nela?

– E se a Inteligência Artificial fosse incorporada para as decisões da Justiça?

Até onde as máquinas substituirão os homens?

Leio a respeito dos computadores ajudando na tomada de decisões nos EUA. Mas e a qualidade e a sensibilidade dos dados? Como / quando podem ser interpretados corretamente?

Uma ótima discussão e subsídio pra o debate, extraídos de: https://epoca.globo.com/guilherme-amado/a-sociedade-nao-pode-ficar-escrava-de-maquinas-diz-especialista-em-uso-de-inteligencia-artificial-no-judiciario-24304579

A SOCIEDADE NÃO PODE FICAR ESCRAVA DAS MÁQUINAS

Joshua Walker fundou a primeira empresa a organizar a base de processos dos EUA

Além de recomendar sua próxima música ou série, a inteligência artificial também tem chegado aos tribunais, com a promessa de dar suporte a todos os lados: juízes, advogados, promotores, réus e vítimas.

Joshua Walker é um dos fundadores do Codex, centro da Universidade de Stanford especializado no tema, e da Lex Machina, a primeira empresa a organizar a base de processos judiciais dos Estados Unidos.

“Milhões de páginas podem se transformar em dezenas. Um acordo de compliance pode ser revisado oito vezes mais rápido com a ajuda de bases de dados”, afirmou, emendando que a palavra final deve ficar sempre com o ser humano, especialmente em processos que demandam sensibilidade e têm implicações graves.

“É o ser humano que deve decidir, no fim do dia. A sociedade não pode ficar escrava de máquinas. E é preciso transparência. Às vezes, um cientista de inteligência artificial pode não saber por que uma decisão foi tomada”, afirmou

Walker viria ao Brasil na semana que vem para debater o tema em São Paulo, na Fundação Getúlio Vargas, e no Rio, no escritório MJ Alves e Burle. A visita foi adiada por causa do coronavírus.

Leia a entrevista.

As máquinas vão tomar conta da Justiça?

Existe esse temor, mas isso não vai acontecer. Mesmo se pudéssemos chegar perto disso e ficar bons nisso, não iríamos querer isso. Não é possível nem desejável ter o sistema de Justiça feito só por máquinas. Quando alguém diz “inteligência artificial”, você deve pensar em “dados”. Assim, faz muito mais sentido. O uso de dados tem um impacto enorme no mundo todo, em diferentes contextos. Com inteligência artificial, temos um processamento de dados muito mais rápido. Mas o fator humano é essencial, principalmente na Justiça.

Bases de dados podem ajudar a desafogar uma Justiça lenta como a brasileira?

Sim. Essas reclamações não são só no Brasil, mas globais. Se você tem uma fábrica e não sabe quanta matéria-prima entra e quanto produto sai ao fim de cada dia, é uma loucura. Você precisa dessas informações. E a Justiça é muito mais importante e complicada do que isso. Juízes americanos usam a inteligência artificial para entender como um assunto tende a ser interpretado nos tribunais, qual sua jurisprudência. Isso não significa que os dados vão tomar a decisão no lugar dele. Em um caso sobre semicondutores, um assunto extremamente técnico, poderá te ajudar muito ter alguma ideia de como esse padrão funcionou em outras cortes. Há um ganho de efetividade. Outra informação possível é na análise de atuação de advogados e testemunhas em outros processos. Se os juízes podem ser ajudados por dados para casos mais burocráticos, como os comerciais, podem ter mais tempo para analisar casos criminais ou constitucionais. É uma economia de tempo.

Os cidadãos devem ter o direito de saber como uma base de dados foi usada para ser classificado em um banco, ou ter um caso julgado? Como fica a transparência?

Sim, esse é um ótimo ponto. Às vezes, um cientista de inteligência artificial pode não saber por que uma decisão foi tomada. E pode ser algo de vida ou morte. Temos de saber o porquê. Outros sistemas podem fazer a checagem. Mas você não deveria usar inteligência artificial para tomar uma decisão de vida ou morte. Tudo o que você pode fazer é usar essas ferramentas para interpretar dados. É o ser humano que deve decidir, no fim do dia. A sociedade não pode ficar escrava de máquinas.

Como equilibrar fator humano e ciência em casos sensíveis, como a disputa judicial pela guarda de um filho pequeno?

A sensibilidade é algo único do ser humano, e a inteligência artificial deve dar suporte a isso. Se o juiz se livra de tarefas burocráticas, ele ganha mais tempo para se concentrar nas decisões em casos tão sensíveis. No começo, quando vendíamos nossa ferramenta de inteligência artificial, não usávamos o termo “inteligência artificial”. Ressaltávamos que era História. E aqueles que não sabem sua história estão fadados a repeti-la. Com dados, você pode observar padrões em inúmeros casos e corrigir erros em massa. Pode salvar vidas e impulsionar a economia.

Em que situação a inteligência artificial foi um sucesso?

Em 1994, houve um genocídio em Ruanda. Cerca de um milhão de pessoas foram assassinadas. Eu fui chamado para ajudar nesses casos. Mas não havia base de dados. Tínhamos milhões e milhões de documentos, mas nenhuma maneira de acessá-los. Os procuradores e a polícia de vários países levaram centenas de horas somente para obter informações muito básicas de evidências e testemunhas. Então, construímos um sistema do zero. Usamos uma base de dados apenas com o Microsoft Word, inicialmente. Não havia muita tecnologia. A base de dados batia exatamente com o que tínhamos. As pessoas, as provas, as sentenças. Assim, investigadores conseguiram convencer os tribunais de um modo muito efetivo. Não por causa da base de dados, mas a base de dados fez o trabalho muito mais organizado, rápido e melhor. Em vez de milhões de páginas, tínhamos uma acusação de onze páginas, com todas as evidências possíveis. Para mim, foi uma das maiores experiências com dados para os tribunais. Depois, fui procurado por juízes dos casos se eu poderia fazer o mesmo por ele, mas não tive tempo.

E um fracasso?

Uma vez, um juiz nos deu acesso a milhares de arquivos de pessoas presas, para checagem. Havia questões de vida ou morte. Nunca pudemos fazer o trabalho. Não tínhamos um mandato nem recursos para terminar a análise criminal, nas petições de habeas corpus. Para mim, foi a maior falha. Além da parte econômica, devemos fazer o bem para a sociedade. Foi uma falha não pelo uso de dados, mas pela falta dele. Nós tivemos uma oportunidade de ajudar detentos e juízes, mas não possuíamos a autorização para isso.

Em que nível está a inteligência artificial na Justiça dos Estados Unidos?

Não estamos mais no início precoce da inteligência artificial no Direito. Eu diria que estamos no segundo quarto da maturidade, chegando à metade. Hoje, há várias alternativas claras para usar essas ferramentas em disputas judiciais e análises de sentenças e contratos. Uma revisão de acordo de compliance pode ficar oito vezes mais rápida e efetiva. Claro que ainda há uma checagem humana, mas é uma mudança real.

Quando essa maturidade será alcançada?

Nunca chegaremos ao fim desse processo. É como a evolução de uma empresa como a Apple. Nunca terminará. A maneira com que você obtém progresso nessa área, ironicamente, é sendo muito humilde. Você tem de assumir que todas as coisas podem desandar e que os dados são caóticos. Só assim você pode construir sistemas que funcionem algo como 98% do tempo. Nos nossos sistemas, temos muitas checagens e testes humanos.

– Há 27 anos, nascia o Telefone Celular!

Veja que interessante: a Telesp Celular começava a operacionalizar o telefone celular, 27 anos atrás.

Eu me lembro bem: era caríssimo. Assinatura de 40 dólares, fora o custo das tarifas (realizadas e recebidas)!

Qual foi o seu primeiro celular?

Dez celulares que eram 'top de linha' quando você era criança ...

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– O Desdém inicial da Apple com o iPhone

Os erros que a Apple iria cometer quando lançasse seu maior equívoco (para alguns concorrentes), o iPhone, foram retratados nesse artigo bem curioso.

Abaixo (extraído do BlogdoIphone.com):

O DESDÉM INICIAL DO IPHONE 

O desdém inicial pelo iPhone

Muitos se arriscaram na época a prever o futuro catastrófico (SIC) do iPhone. “Especialistas” que queimaram a língua por não verem o futuro chegando.

O iPhone era tão diferente de tudo até ali que muitas mudanças foram difíceis de absorver. A falta completa de um teclado físico era uma das críticas mais usadas pelos detratores, além do fato dele ser “grande” para o padrão da época.

O CEO da Palm chegou a dizer na época “Os caras dos computadores não vão agora chegar e mostrar como se faz. Não é só chegar e fazer“.

Já um outro analista do Bloomberg não acreditava que o iPhone duraria muito tempo:

“O iPhone não é nada mais do que um brinquedo de luxo que vai apelar para alguns loucos por gadgets. Em termos de seu impacto sobre a indústria, o iPhone é menos relevante. É pouco provável que a Apple faça algum impacto neste mercado. A Apple vai vender um pouco para alguns de seus fãs, mas o iPhone não vai marcar a indústria a longo prazo.”

Michael Kanellos, da CNET, foi ainda mais categórico, prevendo o fracasso total do aparelho:

“A Apple está se preparando para lançar um novo telefone… E ele vai fracassar. As vendas deste telefone até irão disparar no começo, mas as coisas vão se acalmar e o telefone da Apple vai tomar o seu lugar nas prateleiras com as câmeras de vídeo aleatórias, telefones celulares, roteadores sem fio e outros possíveis acertos. Quando o iPod surgiu no final de 2001, ele resolveu alguns problemas importantes com MP3 players. Infelizmente para a Apple, são problemas que não existem no setor de telefonia. Os telefones celulares não são desajeitados, dispositivos inadequados. Em vez disso, eles são muito bons. Muito bons.”

Nem mesmo a Microsoft estava acreditando no que estava acontecendo. O diretor de marketing da empresa, Richard Sprague, comentou na época:

“Eu não posso acreditar nesta atenção toda que está sendo dada para o iPhone … Eu só tenho que saber quem vai querer uma coisa dessas (além do fanático religioso). Então, por favor,  favorite este post e volte daqui dois anos para ver os resultados da minha previsão : eu prevejo que o iPhone não vai vender nem perto dos 10 milhões [de unidades] que Jobs prevê para 2008.”

E claro, não podemos esquecer do comentário que ficou na história, vindo da boca do então presidente da Microsoft, Steve Ballmer:

Confira um outro artigo com uma coletânea de frases ditas contra o iPhone. Aproveite também para analisar os comentários que nossos leitores fizeram há cinco anos.

iPhone 11 de 256 GB – Amarelo - Apple (BR)

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– As “empresas virtuais” têm dilemas muito diferentes das demais?

Olha que bacana: a Revista Época trouxe uma matéria interessante sobre inovação e inovadores no mundo virtual, além das dificuldades que elas possuem no dia-a-dia, especialmente em relação aos rumos e a concorrência.

Abaixo, extraído de: http://is.gd/1o4SW7

AS EMPRESAS DO MUNDO DIGITAL NÃO SÃO TÃO DIFERENTES ASSIM

Elas têm a fama de ser irreverentes e inovadoras. Na realidade, sofrem dos mesmos dramas que todas as corporações

por Rafael Barifouse

Toda empresa digital que se preze narra uma história épica para definir sua origem. É a garagem onde Steve Jobs e Steve Wozniak criaram o primeiro computador pessoal e a Apple. O encontro fortuito entre Larry Page e Sergey Brin, a dupla do Google, na Universidade Stanford. Ou a solidão de Mark Zuckerberg em seu dormitório de Harvard, onde nasceu o Facebook. Seus fundadores costumam proclamar-se ícones de novas corporações, cujos princípios misturam a informalidade nos trajes e os ideais comunitários da contracultura à ambição inovadora e à competitividade dos grandes empreendedores. O mundo corporativo tradicional é visto como um ambiente de torpor e sisudez. Os empreendedores digitais nunca estão interessados apenas no negócio – querem mudar o mundo. Tal narrativa costuma vir embalada em palavras de ordem e slogans revolucionários – “Pense diferente”, da Apple; ou “Não seja mau”, do Google. “É uma promessa atraente. Entretanto, sugere uma nova leva de livros de negócios, essas corporações não agem de modo tão diferente. Elas podem não ser exatamente más, mas sua abordagem da influência e do crescimento persegue um caminho bem repisado, implacável”, escreve na revista The New Yorker o jornalista Nathan Heller. “Atrás delas, paira a sombra pesada das empresas disseminadas, gananciosas e tacanhas de outrora.”

Um dos livros recentes é A eclosão do Twitter (Companhia das Letras), de Nick Bilton, repórter e colunista do jornal The New York Times. Até há pouco tempo, a lenda original do Twitter era narrada assim: Jack Dorsey era engenheiro da Odeo, uma empresa de rádio on-line à beira da falência que pedira aos funcionários ideias em busca de uma salvação. Dorsey propôs um sistema de mensagens em que o usuário informava o que fazia. A ideia, prossegue a lenda, surgiu quando ele era criança – e voltou anos mais tarde, quando viu um sistema parecido em táxis.

Essa versão da gênese do Twitter foi reproduzida por toda reportagem que tentou narrar as transformações trazidas pelas mensagens de 140 caracteres. Bilton conta que não foi bem assim. Ele relata uma criação bem mais colaborativa. Dorsey teve a ideia, mas não teria feito nada com ela se o criador da Odeo, Noah Glass, não o tivesse estimulado. Foi Glass quem batizou a empresa e deu ênfase à conexão de pessoas. Evan Williams ajudara Glass, seu amigo, a abrir a Odeo com o dinheiro ganho com a venda da rede de blogs Blogger ao Google. Foi sob seu comando que o Twitter se converteu numa forma de compartilhar o que ocorria no mundo, por meio de informações e  notícias, não apenas relatos narcisistas do tipo “o que estou fazendo”. Como instrumento de mobilização no Oriente Médio e canal de notícias em tempo real, o Twitter ganhou fama mundial. Por fim, Biz Stone, o quarto cofundador, foi seu eixo moral. Lutou para manter o serviço politicamente neutro, ao negar pedidos do governo por informações dos usuários. Sem qualquer um dos quatro, o Twitter dificilmente seria o que é hoje. “Esse tipo de mito é comum no Vale do Silício”, diz Bilton. “Um cara diz que teve uma ideia no bar e, anos depois, ela vira  um negócio bilionário. Raramente é verdade. As pessoas contam essa história para aparecer bem na foto, mas normalmente é algo construído por um grupo. Quando a lenda funciona, essas pessoas ganham o poder que buscavam.”

Como quase sempre acontece quando há poder e dinheiro envolvidos, disputas pelo controle do Twitter se seguiram. De forma intensa para os padrões do Vale do Silício. Considerado inapto para gerir a empresa, Glass foi tirado do comando por Williams, com apoio de Dorsey. Foi apagado da história do Twitter. Dorsey assumiu a presidência, e não fez um bom trabalho. Insatisfeito, Williams obteve o apoio de investidores para demitir o amigo e assumir o posto. Magoado, Dorsey peregrinou pela imprensa contando a origem do Twitter como seu grande protagonista. Depois levou a cabo a segunda parte da revanche. Como Williams demorava para decidir e tinha um fraco por contratar amigos, deixou insatisfeitos os investidores. Dorsey captou a insatisfação, a levou ao conselho e tirou Williams da presidência. Nada disso chegou ao mercado. Para todos os efeitos, o Twitter era uma típica empresa digital, repleta de mentes brilhantes que mudavam o mundo enquanto jogavam videogame e pebolim. Parte disso era verdade.

Pouco depois da demissão de Williams, o rapper Snoop Dog fez um show improvisado no refeitório do Twitter. Cantava e fumava maconha, enquanto os funcionários dançavam sobre as mesas, enebriados. Quando soube da balada, Dick Costolo, o novo presidente, ficou furioso. Prometeu que seria a última vez que algo assim ocorreria. “Está na hora de o Twitter crescer”, afirmou. Desde então, o número de usuários mais que dobrou (para 550 milhões), a receita multiplicou-se por dez (hoje são US$ 583 milhões por ano), e os funcionários fora de 200 para 2.300. No início de novembro, o Twitter entrou na Bolsa de Valores com valor de US$ 25 bilhões.

A transição da adolescência para a fase adulta corporativa parece ser inescapável às companhias digitais. Nesse período, jovens empreendedores descolados se transformam em capitalistas preocupados com prazos, resultados e capitalização da companhia. A lenda original desvanece e dá lugar à gestão profissional e aos conflitos de acionistas. Mas o mito original ainda circula, como imagem externa (e eterna) da empresa.

Dois outros livros citados por Heller – um sobre a Amazon, outro sobre a disputa entre Apple e Google – revelam que o exemplo do Twitter não é exceção. Os fundadores dessas companhias se consideram sujeitos excepcionais, que abriram empresas para criar um jeito novo de fazer negócios e mudar o mundo. Aos poucos, suas empresas foram assumindo contornos tradicionais. Seus objetivos nobres deram lugar às metas que guiam corporações desde a fundação da Companhia das Índias Orientais. Se fazem um bom trabalho, conseguem manter um verniz de irreverência, enquanto sua imagem pública se descola cada vez mais da realidade do dia a dia.

O Google afirma ter surgido com a missão de organizar e oferecer informação por meio de um sistema de busca. Hoje, mais de 90% de seu faturamento vem de uma das mais antigas fontes de receita: publicidade (foram US$ 50 bilhões em 2012). Seu lema – “não seja mau” – é uma forma de dizer que age com ética e pensa antes no interesse público. Mas a ética do Google foi questionada neste ano, quando a presidente do Conselho de Contas Públicas do Reino Unido, Margaret Hodge, acusou a empresa de vender publicidade por meio da filial na Irlanda e receber por isso pela filial nas Bermudas, para evitar pagar de impostos. Também não parece ter pensado no interesse público quando foi flagrada bisbilhotando a conexão de internet de americanos enquanto seus carros fotografavam as ruas para seu serviço de mapas.

Em Dogfight: como Apple e Google foram à guerra e começaram uma revolução, o autor Fred Volgstein adiciona outro fato desabonador à biografia da empresa. Conta como Steve Jobs sentiu-se traído com o lançamento do sistema de celulares Android pelo Google. Larry Page e Sergey Brin, seus fundadores, se consultavam com Steve Jobs. Eric Schmidt, presidente do Google na época, era membro do conselho da Apple e assegurara a Jobs que fazer programas para o iPhone era mais importante do que o Android, um projeto secundário. Sentindo-se traído, Jobs prometeu ir à guerra com o Google. Não adiantou. O Android lidera como software para smartphones, com 80% do mercado.

A Apple não escapa ilesa no relato de Volgstein. A empresa – que cresceu sob o slogan “Pense diferente” – ganha dinheiro com versões aperfeiçoadas de produtos criados por outras companhias. O iPod, diz Volgstein, surgiu três anos depois que o mercado de tocadores de música fora desbravado pela fabricante Rio. Nem o iPhone foi o primeiro smartphone nem o iPad o primeiro tablet – embora ambos tenham inventado seus respectivos mercados. Volgstein diz que a Apple se promove como uma marca que incentiva o livre-pensamento e a criatividade, quando, na verdade, é uma empresa paranoica por controle, que patenteia tudo o que pode para bloquear a concorrência. A liberdade proporcionada por seus produtos não se reflete em sua forma de fazer negócio. O livro conta como Jobs optou por um tipo incomum de parafuso, para que só técnicos credenciados pela Apple fossem capazes de abrir seus produtos. Até mesmo a imagem visionária de Jobs sai arranhada. Ele não gostava de lidar com empresas de telecomunicação nem da ideia de unir um telefone a um tocador de mídia. Teve de ser empurrado a fazer o iPhone, assim como a incluir a letra “i” no nome do aparelho. Mesmo os computadores brancos, hoje ícones da Apple, foram, de início, recusados por ele.

Um dos principais capitalistas de risco americano, John Doerr dá um conselho aos empreendedores: “Seja missionário, não mercenário”. Entre os beneficiários do dinheiro (e dos conselhos) de Doerr está Jeff Bezos, da Amazon. Em The everything store, o jornalista Brad Stone conta como Bezos acredita seguir o mantra de Doerr ao estabelecer como missão da Amazon simplificar o comércio eletrônico. A Amazon transformou o comércio on-line numa indústria bilionária. Conquistou admiração por seus preços baixos e eficiência – e virou um gigante global que fatura US$ 75 bilhões por ano. Mas o livro sobre a Amazon mostra como ela pode ser agressiva.

Um episódio foi a compra da Quidsi, dona do site Diapers.com, de produtos para bebês. Depois que sua oferta foi recusada, a Amazon baixou em 30% os preços de seus produtos para bebês. A Quidsi reajustou seus valores. A Amazon baixou ainda mais os dela, arcando com milhões de dólares em prejuízo. A Quidsi cedeu. A postura belicosa da Amazon é tão conhecida no mercado de tecnologia que os investidores seguem uma regra: só investir em empresas que não estejam no caminho de Bezos. A atitude hostil não começa da porta da empresa para fora. Stone retrata  a Amazon como um lugar difícil de trabalhar, onde a retenção de funcionários é a menor entre as companhias de tecnologia. Segundo ele, isso reflete uma cultura em que todos são incentivados a desafiar uns aos outros. Bezos é o primeiro a deixar a civilidade de lado. É descrito como bem-humorado e cativante, mas é capaz de explodir se algo sai errado, de dizer: “Você é preguiçoso ou só incompetente?” ou “Desculpe-me. Será que tomei minhas pílulas de estupidez hoje?”. Bezos pode ser visionário, mas age como um tirano da velha guarda. Isso não quer dizer que seja uma farsa. Os criadores de Google, Apple, Amazon e Twitter realmente acreditam trabalhar por um objetivo maior. O equívoco é pensar que seus ideais se refletem nas práticas corporativas.

– O Webinar da CBF: Linha de Atuação da Arbitragem Brasileira

Hoje, haverá um Webinar da CBF muito interessante sobre a Arbitragem de Futebol. Pilares técnicos, VAR, Mudanças das Regras do Jogo, Protocolos de Retorno em tempos de Pandemia e outras considerações num evento de 4 horas de duração.

Gostei muito e participarei. Temas propícios num momento adequado (já se falando também numa hipotética volta do Brasileirão, programada para 09 de Agosto). E, claro, por ser à distância e com toda a segurança, dá maior tranquilidade.

Webinar CBF Social: Linha de Atuação da Arbitragem Brasileira

Confira a programação completa do evento:

 

– Gostou do novo Layout do Facebook?

REDES SOCIAIS – O que achou do novo layout do Facebook para desktop? O meu, que atualizou nesta semana, está bem ruim…

Em: https://www.youtube.com/watch?v=xhmHSRHMRNM

– Árbitros Robôs serão realidade? Mas… e a interpretação?

A inteligência artificial é um fato, e ela estará em todos (ou quase todos) os setores da sociedade em um breve tempo.

No futebol, por exemplo, a FIFA estuda um moderno sistema que dispensaria o AVAR e automaticamente avisaria o árbitro de que um atleta esteja em condição de impedimento, diminuindo tempo de análise de AVAR, VAR e decisão ao árbitro.

Muito bonito no papel, mas… e a interpretação de lances passivos e ativos?

Abaixo, em: https://globoesporte.globo.com/futebol/copa-do-mundo/noticia/fifa-estuda-uso-de-arbitros-robos-para-marcacao-de-impedimentos-na-proxima-copa-do-mundo.ghtml

FIFA ESTUDA USO DE ÁRBITROS ROBÔS PARA MARCAÇÃO DE IMPEDIMENTOS NA PRÓXIMA COPA DO MUNDO

Sistema que cria linhas automáticas agilizaria processo do VAR e poderia até substituir os bandeirinhas na edição de 2022, no Catar

Depois de estrear o VAR na edição de 2018, a Fifa estuda outra novidade tecnológica para a próxima Copa do Mundo, em 2022, no Catar. Trata-se do uso de árbitros robôs – que podem inclusive substituir os bandeirinhas – para a marcação de impedimentos.

De acordo com o portal Daily Mail, o novo procedimento faria com que o árbitro assistente de vídeo não fosse mais responsável pela criação de linhas para avaliar um possível impedimento. Um sistema automático passaria a fazer a tarefa, soando um alarme para alertar uma posição irregular.

O sistema seria capaz de identificar qual parte do corpo do jogador está em posição de impedimento e levaria em conta até o tamanho dos pés de cada um. A preocupação sobre câmeras de televisão não terem um número suficiente de ângulos em determinados casos foi um dos motivos para a criação do mecanismo.

Johannes Holzmuller, diretor de tecnologia da Fifa, acredita que a medida pode economizar tempo durante as decisões do VAR e tornar o processo mais rápido. De acordo com a publicação, testes internos foram realizados no último Mundial de Clubes, conquistado pelo Liverpool, e mais experimentos estão previstos para o segundo semestre de 2020.

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Sistema estudado pela Fifa cria linhas automáticas e dispara alarme para avisar árbitro — Foto: Reprodução/Daily Mail

 

– Cuidado com o Perigoso Perfil do Homem-Pateta

Há cada vagabundo explorando as pessoas e tentando fazer mal ao próximo…

Parece inocente, mas não é: evite que os seus filhos acessem o perfil do “Homem-Pateta”.

Entenda: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2020/07/05/caso-homem-pateta-como-manter-seu-filho-protegido-dos-perigos-da-internet.htm

CASO HOMEM-PATETA: COMO MANTER SEU FILHO PROTEGIDO DOS PERIGOS DA INTERNET

Nos últimos dias, diversos perfis surgiram nas redes sociais com o nome de Jonathan Galindo, apelidado Homem-Pateta, incentivando crianças e adolescentes a praticarem desafios perigosos e suicidas. O caso lembra outros que já deixaram pais e mães bastante preocupados, como o jogo da Baleia Azul, de 2017.

Autoridades já investigam as intenções e os possíveis crimes cometidos por esses perfis. Na segunda-feira (29), a mãe de um garoto disse ao programa “Encontro com Fátima Bernardes”, da Globo, que o filho estava conversando com uma pessoa, por meio de um perfil nas redes sociais com o nome Jonathan Galindo, que insinuava que a criança se jogasse de um prédio.

É um caso que traz à tona, mais uma vez, a discussão sobre a exposição dos pequenos à internet, o que muitas vezes é difícil de monitorar e controlar. E, de novo, também vem a pergunta: como proteger as crianças dos perigos das redes sociais, que podem incluir assédios, cyberbullying e pedofilia? Veja, abaixo, algumas respostas.

Diálogo é fundamental

O primeiro passo para fazer um acompanhamento de perto é estabelecer o diálogo. Os pais devem conversar com os filhos com o intuito de orientar sobre os riscos que a internet oferece. E, nessa conversa, vale estabelecer uma relação transparente e de confiança, com os adultos alertando sobre os conteúdos digitais acessados e sobre as possíveis pessoas que possam entrar em contato com as crianças.

“Os pais devem ter livre acesso aos dispositivos eletrônicos dos filhos, que precisam saber disso. É um combinado que deve ser estabelecido desde o início, pois a própria privacidade é uma conquista gradual”, afirma a psicóloga Bia Sant’Anna*, especialista em Neuropsicologia pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

Supervisionar sempre

Em um mundo ideal, as crianças deveriam estar conectadas à internet apenas sob o olhar dos pais. Na vida real, no entanto, o tempo é cada vez mais escasso e poucos são os adultos que conseguem monitorar os pequenos tão de perto. Nesses casos, é possível instalar nos dispositivos, gratuitamente, ferramentas que verificam as páginas visitadas e bloqueiam certos conteúdos.

“Sem supervisão de um adulto, elas ficam expostas a conteúdos inapropriados à idade e ao nível cognitivo e emocional. Isso pode criar pensamentos e crenças distorcidas na forma de organizar seu mundo tanto interno quanto externo. Além disso, cria-se o hábito de elas se entreterem de modo solitário e passivo”, afirma a psicóloga Bia Sant’Anna.

Denuncie perfis inadequados às autoridades

Uma maneira fácil de denunciar ou pedir ajuda é por meio do Disque 100, que hoje está vinculado ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), e recebe relatos de todo tipo de violência contra a criança, gratuitamente, de qualquer localidade do Brasil.

Se for o caso de procurar uma delegacia, veja se há, em sua cidade, uma especializada em crimes digitais. Em São Paulo, por exemplo, há a Delegacia de Delitos Cometidos por Meios Eletrônicos (DIG/DEIC) e, no Rio de Janeiro, a Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI).

Perigo ou farsa? Veja o que sabemos sobre o caso do Homem-Pateta ...

– My Cujoo não conseguiu transmitir o Flamengo como deveria?

Amigos, quem conhece o MyCujoo, sabe que ele transmite de maneira precária os jogos de times pequenos. No Paulistão das séries inferiores, sempre trava. Me surpreendi quando surgiu essa plataforma para um jogo grande.

Particularmente, pensei que o My Cujoo estava planejando voos altos e aproveitando-se do imbróglio entre Mengão e Globo, a fim de, se aprovada a MP dos Direitos de Imagem, oferecer-se como uma boa opção. Para tanto, teria que investir para que o sistema funcionasse.

Como visto nesta tarde, quem pagou (ou tentou), reclamou: muita confusão…

– Modernidade na Terceira Idade

E quando você pega o “vovolescente” no flagra?

Larga o tablet, vovô Lili! Tá moderninho, hein?

Brincadeiras à parte, é muito bom ver a 3a idade se relacionando bem com a tecnologia.

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– O novo layout do Facebook para desktop

Eu sou um dos “contemplados” pelo novo formato do Facebook para desktop. E confesso: achei horrível… parece tudo “desconfigurado”, dos ajustes à tela até o recebimento de notificações.

Há quem tenha gostado. Para quem não recebeu a mudança ainda, eis as novidades, extraídas de: https://tecnoblog.net/325266/novo-facebook-desktop-principais-mudancas/

TESTEI O NOVO LAYOUT DO FACEBOOK E ESTAS SÃO AS MUDANÇAS

Por Emerson Alecrim

O Facebook anunciou em abril de 2019 um redesign completo da sua versão para desktops (as versões móveis já mudaram). Completo mesmo: as áreas a serem renovadas são tão numerosas que somente do começo de 2020 para cá é que um número significativo — mas ainda limitado — de usuários passou a ter acesso ao novo Facebook.

As mudanças são radicais e, por isso, tendem a causar muita estranheza inicial. Mas, logo nos primeiros minutos de uso, dá para perceber a primeira vantagem: a nova interface deixa o Facebook mais rápido no desktop. Confira o que mais muda nas próximas linhas.

Feed de Notícias

Assim que você aceita o convite para testar o visual do novo Facebook — a interface ainda está em fase beta —, a página reinicia e você se depara com elementos bem espaçados, ícones e fontes maiores e um predomínio de cores claras — o azul quase desaparece com a mudança.

É um visual que lembra bastante as versões do Facebook para iOS e, principalmente, Android. O layout é responsivo (se adapta ao tamanho da tela), o que significa que essa, presumivelmente, será a mesma interface que iremos encontrar ao acessar a rede social via web no smartphone (aqui, o layout antigo ainda aparece nesse tipo de acesso).

Novo layout do Facebook

O impacto inicial pode fazer você ter impressão de que o visual ficou mais poluído, mas é o contrário: as coisas ficaram um pouco mais organizadas aqui. Ou quase: a barra superior dá acesso ao campo de busca e aos ícones para vídeos, marketplace e jogos, só que esses mesmos recursos também podem ser encontrados na coluna da esquerda.

Também no lado esquerdo, você vai encontrar atalhos para grupos e outras funcionalidades do Facebook, assim como na interface atual, só que agora com mais espaçamento em tudo. Como não poderia deixar de ser, a área central continua dando espaço para stories e postagens de contatos ou fan pages — o Feed de Notícias em si.

Comigo, a coluna da direita foi a que mais chamou atenção. Ali aparece a sua lista de contatos. Clique em qualquer um deles para enviar uma mensagem. Os contatos ativos aparecem em bolinhas flutuantes sobre a coluna.

Sim, no novo layout, o Facebook volta a dar ênfase ao Messenger. E bota ênfase nisso: se você reduzir o tamanho da janela, a coluna da esquerda é a primeira a sumir; a coluna da direita, com o Messenger, só desaparece se você reduzir ainda mais as dimensões da janela.

Ao reduzir a janela, a coluna do Facebook Messenger é mantida

Ao reduzir a janela, a coluna do Facebook Messenger é mantida

Página de perfil

Se você entrar no seu ou no perfil de alguém, se deparará com um layout de duas colunas: a primeira, menor, exibe as informações básicas (local de trabalho, cidade, status de relacionamento, entre outros), fotos e lista de amigos, como no layout atual; a segunda exibe as postagens.

A coluna da direita some, mas você pode continuar usando o Facebook Messenger a partir dos círculos e janelas flutuantes.

O que muda mesmo é o topo da página: a imagem de capa ocupa uma área maior; além disso, o seu nome e a sua foto são exibidos ao centro da página. É uma mudança interessante porque, de alguma forma, ela consegue dar mais destaque ao usuário, como que ressaltando que ele é o elemento mais importante da rede social.

Facebook - novo layout da página de perfil

Só estranhei uma coisa: se você não colocar nenhuma capa, o Facebook exibirá um espaço em branco enorme ali. Talvez resolvam isso na versão final.

E os grupos?

Lembra que eu disse lá no início que muitas áreas precisam ser mudadas nessa reformulação? Não era exagero. O layout das páginas de grupo também é diferente. Aqui, as postagens aparecem na coluna da esquerda. A coluna da direita é mais fina e exibe apenas informações básicas do grupo.

Facebook - novo layout de grupos

A coluna à esquerda só aparece para administradores

Agora, se você é administrador, verá um layout com três colunas em vez de duas. A adicional, à esquerda, mostra as ferramentas para administrar o grupo.

Mas sinto que ainda há muito trabalho a ser feito aqui: a coluna adicional surge como um recurso à parte, que desloca a página para o lado. Parece gambiarra. Se você diminuir o tamanho da janela, essa coluna não some, fazendo a página deixar de ser responsiva.

Facebook - novo layout de grupos não responsivo

Ah, tudo o que eu disse neste tópico vale também para as fan pages. Nelas, o layout é praticamente o mesmo dos grupos, incluindo a coluna à esquerda para os administradores.

Modo escuro no novo Facebook

De todas as mudanças trazidas pela novo layout do Facebook, esta provavelmente é a mais legal: o modo escuro pode ser ativado no menu que aparece quando você clica no ícone com a sua foto, no canto direito superior da página.

Eu não sou especialista em design, mas parece que o trabalho aqui foi bem feito. O fundo é predominantemente preto, ficando apenas um pouco mais claro em algumas colunas e nos posts para diferenciá-los. Nomes de usuários e títulos são exibidos com um cinza bem claro e, nas postagens, o texto é branco. Já títulos em destaque e links aparecem em azul.

Facebook - modo escuro

Gostei do resultado. É visível que o esquema de cores para o modo escuro foi bem planejado. Não é como se o Facebook tivesse simplesmente invertido as cores do layout padrão, o que significa que você não vai encontrar aqui letras escuras com fundo escuro, por exemplo. Bom, eu não encontrei.

Alguns problemas no layout do novo Facebook

Eu gostei muito do modo escuro do novo Facebook, mas não posso negar que outra característica desta interface é tão ou mais importante que isso: fotos e postagens abrem com muito mais velocidade, pelo menos aqui.

O carregamento das páginas como um todo acaba sendo muito mais rápido. Eu só espero que essa seja, de fato, uma característica do novo layout, não um efeito da quantidade reduzida de pessoas que têm acesso a ele.

Bom, então, por que o Facebook não libera logo o novo visual para todo mundo? Olha, alguns detalhes ainda precisam ser trabalhados. Eis alguns problemas que eu encontrei (certamente, há mais):

  • a função que permite agendar posts em fan pages sumiu (ou está bem escondida);
  • quando você tenta acessar algumas funções administrativas de um grupo, o Facebook simplesmente redireciona para a página principal deste;
  • apesar de o novo layout ser responsivo, algumas áreas não são devidamente ajustadas quando a janela é redimensionada, como a já citada coluna administrativa dos grupos;
  • a página de configurações continua com o layout antigo (!!!).
Página de configurações no novo Faceboook (ué)

Página de configurações no novo Faceboook (ué)

São problemas pequenos. O grosso do trabalho já foi feito, o que sugere que esse layout deve ser disponibilizado para todos os usuários dentro de pouco tempo.

A essa altura, imagino que o maior desafio do Facebook não é técnico, mas de aceitação: toda mudança racial, mesmo sendo bem implementada, tende a gerar bastante resistência. De fato, vi muita gente reclamando do novo layout.

Eu mesmo estranhei o visual no início, mas é questão de tempo: no segundo dia de uso eu já estava bem adaptado a ele.

Para quem ainda não tem acesso, mas quer experimentar o novo visual, é preciso um pouco de paciência. O Facebook vem liberando a novidade aos poucos, selecionando os usuários aleatoriamente (pelo menos parece ser assim).

A expectativa é a de que todo mundo tenha acesso ao novo layout até o final deste semestre.

– Os 10 incríveis erros de arbitragem

Este vídeo mostra dez absurdas decisões dos árbitros em lances teoricamente fáceis. Fica a inevitável pergunta: como se erra de tal forma?

A tecnologia, sem dúvida, ajudaria a resolver tais equívocos…

Em: https://www.youtube.com/watch?v=S21CvY6jJyQ&feature=youtu.be

– O ministro astronauta em entrevista bem humorada.

Marcos Pontes, o Ministro da Ciência e Tecnologia, deu uma entrevista interessante ao Programa Pânico, da Rádio Jovem Pan.

Goste ou não do Governo Bolsonaro, vale a pena assitir a fala de Pontes (que notabilizou-se nacionalmente por ser o primeiro brasileiro a viajar pelo espaço, junto à Nasa).

Bem humorada, a fala está em: https://youtu.be/AimyFQK6R4k

– Vale comprar seguidores?

Cresce cada vez mais a opção de “comprar” pacotes de seguidores no Twitter. Dias atrás, a Revista Veja, através de Tatiana Gianini (Ed 02/05, pg 113-114), trouxe uma matéria sobre “Fãs Zumbis, perfis falsos, criados apenas para avolumar as contas de Twitter ou Facebook de celebridades.

Por R$ 500,00, compra-se 5.000 seguidores. Barato? Talvez, para os interessados, pode ser um custo aceitável.

Alguns motivos para turbinar a rede social: Vaidade (se vangloriar por ser popular entre as pessoas) ou Negócios (demonstrar que é querido / seguido por muitos para publicidade, por exemplo).

Uma grande bobagem… Aqui, falamos sobre o comércio de gente que gosta de futilidadesGente que tem conteúdo não se importa com tal número.

seguidores-twitter.jpg

– WhatsApp atualizou ou “bugou”?

O WhatsApp deu bug ou uma nova atualização polêmica?

Desde a hora do almoço, não aparece o “visto por último”, “online”, “digitando” e “gravando áudio”.

Lembrando que, se for algum problema, fica a preocupação: justamente agora que se fala de pagamentos via esse App, acontece isso? E a confiabilidade?

Sobre a novidade citada, em: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/16/brasil-sera-pioneiro-na-nova-funcao-de-pagamentos-do-whatsapp/

– Aston Villa 0x0 Sheffield e o gol não confirmado pela tecnologia da linha do gol!

O Sheffield foi prejudicado nesta 4a feira na Inglaterra por um erro da… tecnologia! Viram isso?

Sou a favor dos meios eletrônicos no futebol, sempre preguei isso, mas com a ressalva: lembremo-nos que são homens que operam as máquinas e as constroem e regulam. E como tudo pode falhar nesse mundo… falhou na volta do Campeonato Inglês pós-Covid.

A narração do acontecido está abaixo. Mas lembre-se: na Regra do Jogo, poderia sim o VAR corrigir tal erro, se tivesse boa vontade, pois não o fez por orientação da Premier League, não da FIFA.

Abaixo, extraído de: https://jovempan.com.br/esportes/futebol/futebol-internacional/campeonato-ingles-aston-villa-sheffield-united.html

PREMIER LEAGUE VOLTA COM 1º ERRO DE TECNOLOGIA EM 9 MIL JOGOS?

Um gol fantasma que inexplicavelmente não foi validado pela arbitragem se tornou o destaque do empate por 0 a 0 entre Aston Villa e Sheffield United, nesta quarta-feira, em Birmingham, naquela que foi a primeira partida do Campeonato Inglês após dois meses e meio de paralisação devido à pandemia do novo coronavírus.

O Inglês foi retomado com um jogo morno, mas marcado por uma polêmica que vai deixá-lo como motivo de discussão por um bom tempo. Aos 42min da etapa inicial, Norwood cobrou falta, e a bola passou pelo goleiro Nyland, que ainda a agarrou, mas claramente dentro do gol.

Os jogadores do Sheffield correram para comemorar, mas o árbitro Michael Oliver apontou para o punho para dizer que não houve gol e que a partida deveria continuar. O gesto foi feito para indicar que, como não chegou em seu relógio uma notificação de que a bola havia cruzado a linha de meta, o placar continuava 0 a 0.

O problema, no entanto, é que houve um erro no sistema Hawk-Eye (Olho de Falcão, em inglês), utilizado pela Premier League em lances desse tipo desde a temporada 2013/14. Após o jogo, a empresa responsável pela ferramenta divulgou uma nota em que admitiu a falha e explicou por que ele foi cometida.

Segundo a Hawk-Eye Innovations, os árbitros não receberam o aviso de que a bola entrou porque as sete câmeras que alimentam o sistema foram obstruídas no lance pelo goleiro, defensores e traves – algo que nunca havia acontecido em mais de 9 mil partidas.

O VAR poderia ter sido acionado para solucionar o erro, é verdade, mas isso não aconteceu porque, segundo a organização da Premier League, a recomendação é para que os árbitros confiem 100% no Hawk-Eye. De acordo com a liga, se um gol fosse validado pelo sistema, o juiz também não iria ao vídeo confirmar se a bola havia entrado ou não. Daí o motivo da não-utilização do VAR.

Com o resultado, o Villa, que teve o volante Douglas Luiz, ex-Vasco, entre os titulares, continua na penúltima posição da Premier League, com 26 pontos, enquanto o Sheffield subiu para sexto, com 44.

– Tostão sobre a diferença entre Maradona, Messi e Pelé! Ainda: e se tivesse o VAR?

Há 1 ano… repost:

Tostão deu uma entrevista ao jornal El País e falou sobre Messi. Segundo o Tricampeão Mundial (e certamente um dos ex-jogadores que melhor comenta futebol no país), Messi está acima de Maradona (comparou El Píbe como um “Ronaldinho Gaúcho melhorado, artisticamente falando”, mas não contestou sua generalidade). Ao mesmo tempo, cita duas diferenças entre Pelé e Messi: a força física seria uma delas, mas a principal seria a força psicológica. 

Tostão explicou: 

“Quando o jogo ficava difícil, Pelé ficava uma fera (…) Ele não era um líder em campo, mas tinha força psicológica. Quanto maior a dificuldade, mais agressivo Pelé ficava. Acho que isso é uma vantagem sobre Messi”.

E não é verdade?

Se pisassem no calo do Negão… misericórdia! Isso ainda falta a Messi.

Sobre Ronaldinho Gaúcho e Maradona citados: o brasileiro, se optasse em ter sido mais profissional, levaria o dobro de Bolas de Ouro e estaria igualmente como Messi em questão técnica a ser discutida (o que faz no auge sempre foi assombroso). Maradona, ainda, por milésimos, penso estar à frente de Messi por um fator: o poder de decidir dentro das 4 linhas. A Copa de 86, foi impressionante (embora o VAR de hoje poderia ter estragado a festa hermana).

Aliás, se o VAR existisse antes, a Copa de 62, 66, 86, 94, 02… todas elas provavelmente teriam resultados diferentes, frente a correção dos lances capitais em jogos importantes.

Resultado de imagem para Messi pelé

Imagem extraída da Web. Quem conhecer a autoria, favor informar para postar os créditos.

– Brasil será pioneiro na nova função de pagamentos do WhatsApp

Anote aí: clientes do Banco do Brasil, Sicredi e Nubank terão a oportunidade de pagar as contas pelo WhatsApp!

Entenda: https://www.cnnbrasil.com.br/business/2020/06/15/com-funcao-de-pagamentos-whatsapp-deve-se-tornar-super-app-como-wechat

COM FUNÇÃO PAGAMENTO, WHATSAPP DEVE SE TORNAR SUPER APP COMO WECHAT

Responsáveis por uma base de mais de 120 milhões de usuários ativos no WhatsApp, os brasileiros serão os primeiros a pagarem contas e receberem transferências pelo aplicativo. A nova ferramenta, anunciada nesta segunda (15), deixa a empresa, controlada pelo Facebook, um passo mais próxima de se tornar o ‘super app’ do ocidente — nos moldes em que Alibaba e WeChat operam há anos na China.

Na primeira fase da implementação, a plataforma vai disponibilizar o uso da ferramenta para usuários que tenham conta no Banco do Brasil, Nubank e Sicredi ou cartão de débito das bandeiras Visa e MasterCard. De acordo com a assessoria do WhatsApp, a empresa deve incluir outras instituições financeiras futuramente. 

O aplicativo vai funcionar como um intermediário, contando ainda com a Cielo para o processamento dos pagamentos. As transferências não têm custo para o usuário, mas as empresas que quiserem disponibilizar o serviço pagam uma taxa de 3,99% — tanto para pequenos negócios quanto para as gigantes. As transações são limitadas a 20 por dia, com valor máximo de R$ 1 mil por operação e de R$ 5 mil por mês.

Com a medida, o Facebook está mais próximo de se transformar num “ecossistema”, como descrevem especialistas. A operação, nesses casos, consiste em fidelizar os usuários (ou clientes) e, ao perceber as demandas, oferecer diversos serviços nos mais variados segmentos — neste caso, mídia, entretenimento e produtos financeiros. 

“Essas empresas dominam o que a gente chama de ‘jornada do cliente’. Você cria um relacionamento com o usuário e depois leva isso para uma transação. O Facebook já ganhava dinheiro com propaganda, mas agora atinge um novo patamar. É um divisor de águas”, avalia Marcelo Nakagawa, professor de empreendedorismo e inovação no Insper.

Há anos, o modelo é dominante na Ásia. Entre as companhias que lideram esse modelo de operação no mundo estão Alibaba e Tencent, controladora do WeChat, na China. Para se ter uma ideia da fatia de mercado que as duas gigantes ocupam, o Alibaba já é o maior provedor de nuvem do continente asiático e o terceiro maior do mundo, de acordo com uma pesquisa da Gartner.

Para o consultor e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo Alberto Serrentino, ainda falta bastante para o WhatsApp atingir o mesmo status. “Quando olhamos os ecossistemas chineses, vemos que eles ‘desbancarizaram’ tudo: o app cobra, recebe, faz a gestão, faz tudo. O que o WhatsApp está fazendo agora no Brasil está mais parecido com o Apple Pay, que funciona como um intermediário.” 

O WhatsApp, entretanto, garante que não é esse o plano. Por meio de sua assessoria, a empresa diz que, apesar da nova ferramenta, a principal preocupação permanece sendo o serviço de chat. “Não é o objetivo [virar um ‘super app’]. O WhatsApp está focado em oferecer às pessoas um espaço de conversa simples, valioso e que as ajude no seu dia a dia, e os pagamentos são parte disso.”

– Um App bacana para as crianças!

A tecnologia é algo muito legal mesmo, se bem usada com os pequenos!

Não repare nos erros de português na gravação abaixo (é uma linguagem infantil, vai..), mas minha pequena adora esse App (Sago Mini).

Assista: https://youtu.be/YggFnGAtUoo

– Quando a Rede Vira um Vício.

Parabenizo a responsável e oportuna matéria da Revista Veja, publicada dias atrás (citação abaixo), sobre o grande mal do “vício da Internet“. Há pessoas que não tem a clara noção da dependência dessa ferramenta. Compartilho abaixo:

Extraído de: http://veja.abril.com.br/240310/quando-rede-vira-vicio-p-110.shtml

QUANDO A REDE VIRA UM VÍCIO

por Sílvia Rogar e João Figueiredo

É difícil perceber o momento em que alguém deixa de fazer uso saudável e produtivo da internet para estabelecer com ela uma relação de dependência — como já se vê em parcela preocupante dos jovens.

“O mundo paralelo é melhor”
“Com 14 anos, ganhei meu primeiro computador e fui, pouco a pouco, me tornando dependente dele, sem me dar conta da gravidade disso. Há seis meses, desde que concluí a escola e fiquei ociosa, ainda sem saber qual faculdade seguir, passo em média oito horas por dia navegando — e sempre me parece insuficiente. Na internet me refugio da timidez. Tenho um blog e frequento as redes sociais, onde já conto com 300 amigos e arranjei até namorado. Só me sobrou uma amiga dos tempos pré-internet, e as refeições eu faço apenas em frente à tela. Vivo num mundo tão à parte que, confesso, saio à rua e acho tudo estranho. Sou uma pessoa improdutiva, e o mais assombroso é que tenho total consciência disso. Ainda não procurei tratamento, mas talvez seja o caso.”
Marilia Dalabeneta, 18 anos

Com o título “Preciso de ajuda”, Carolina G. fez um desabafo aos integrantes da comunidade Viciados em Internet Anônimos, a que pertence no Orkut: “Estou muito dependente da web. Não consigo mais viver normalmente. Isso é muito sério”. Logo obteve resposta de um colega de rede. “Estou na mesma situação. Hoje, praticamente vivo em frente ao computador. Preciso de ajuda.” O diálogo dá a dimensão do tormento provocado pela dependência da internet, um mal que começa a ganhar relevo estatístico, à medida que o uso da própria rede se dissemina. Segundo pesquisas recém-conduzidas pelo Centro de Recuperação para Dependência de Internet, nos Estados Unidos, a parcela de viciados representa, nos vários países estudados, de 5% (como no Brasil) a 10% dos que usam a web — com concentração na faixa dos 15 aos 29 anos. Os estragos são enormes. Como ocorre com um viciado em álcool ou em drogas, o doente desenvolve uma tolerância que, nesse caso, o faz ficar on-line por uma eternidade sem se dar conta do exagero. Ele também sofre de constantes crises de abstinência quando está desconectado, e seu desempenho nas tarefas de natureza intelectual despenca. Diante da tela do computador, vive, aí sim, momentos de rara euforia. Conclui a psicóloga americana Kimberly Young, à frente das atuais pesquisas: “O viciado em internet vai, aos poucos, perdendo os elos com o mundo real até desembocar num universo paralelo — e completamente virtual”.

Não é fácil detectar o momento em que alguém deixa de fazer uso saudável e produtivo da rede para estabelecer com ela uma relação doentia, como a que se revela nas histórias relatadas ao longo desta reportagem. Em todos os casos, a internet era apenas “útil” ou “divertida” e foi ganhando um espaço central, a ponto de a vida longe da rede ser descrita agora como sem sentido. Mudança tão drástica se deu sem que os pais atentassem para a gravidade do que ocorria. “Como a internet faz parte do dia a dia dos adolescentes e o isolamento é um comportamento típico dessa fase da vida, a família raramente detecta o problema antes de ele ter fugido ao controle”, diz o psiquiatra Daniel Spritzer, do Grupo de Estudos sobre Adições Tecnológicas, sediado no Rio Grande do Sul. A ciência, por sua vez, já tem bem mapeados os primeiros sintomas da doença. De saída, o tempo na internet aumenta — até culminar, pasme-se, numa rotina de catorze horas diárias, de acordo com o estudo americano. As situações vividas na rede passam, então, a habitar mais e mais as conversas. É típico o aparecimento de olheiras profundas e ainda um ganho de peso relevante, resultado da frequente troca de refeições por sanduíches — que prescindem de talheres e liberam uma das mãos para o teclado. Gradativamente, a vida social vai se extinguindo. Alerta a psicóloga Ceres Araujo: “Se a pessoa começa a ter mais amigos na rede do que fora dela, é um sinal claro de que as coisas não vão bem”.

Os jovens são, de longe, os mais propensos a extrapolar o uso da internet. Há uma razão estatística para isso — eles respondem por até 90% dos que navegam na rede, a maior fatia —, mas pesa também uma explicação de fundo mais psicológico, à qual uma recente pesquisa da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, lança luz. Algo como 10% dos entrevistados (viciados ou não) chegam a atribuir à internet uma maneira de “aliviar os sentimentos negativos”, tão típicos de uma etapa em que afloram tantas angústias e conflitos. Na rede, os adolescentes sentem-se ainda mais à vontade para expor suas ideias. Diz o psiquiatra Rafael Karam: “Num momento em que a própria personalidade está por se definir, a internet proporciona um ambiente favorável para que eles se expressem livremente”. No perfil daquela minoria que, mais tarde, resvala no vício se vê, em geral, uma combinação de baixa autoestima com intolerância à frustração. Cerca de 50% deles, inclusive, sofrem de depressão, fobia social ou algum transtorno de ansiedade. É nesse cenário que os múltiplos usos da rede ganham um valor distorcido. Entre os que já têm o vício, a maior adoração é pelas redes de relacionamento e pelos jogos on-line, sobretudo por aqueles em que não existe noção de começo, meio ou fim. “Hoje eu me identifico mais com Furyoangel, meu apelido na web, do que com meu próprio nome”, reconhece Marcelo Mello, 29 anos, ex-estudante de direito e gerente de uma lan house no Rio de Janeiro.

Desde 1996, quando se consolidou o primeiro estudo de relevo sobre o tema, nos Estados Unidos, a dependência da internet é reconhecida — e tratada — como uma doença. Surgiram grupos especializados por toda parte, inclusive no Brasil, como o da Santa Casa de Misericórdia, no Rio de Janeiro, e o do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, na Universidade de São Paulo. “Muita gente que procura ajuda aqui ainda resiste à ideia de que essa é uma doença”, conta o psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu. O prognóstico é bom: em dezoito semanas de sessões individuais e em grupo, 80% voltam a níveis aceitáveis de uso da internet. Não seria factível, tampouco desejável, que se mantivessem totalmente distantes dela, como se espera, por exemplo, de um alcoólatra em relação à bebida. Com a rede, afinal, descortina-se uma nova dimensão de acesso às informações, à produção de conhecimento e ao próprio lazer, dos quais, em sociedades modernas, não faz sentido se privar. Toda a questão gira em torno da dose ideal, sobre a qual já existe um consenso acerca do razoável: até duas horas diárias, no caso de crianças e adolescentes. Quanto antes a ideia do limite for sedimentada, melhor. “Os pais não devem temer o computador, mas, sim, orientar os filhos sobre como usá-lo de forma útil e saudável”, avalia a psicóloga Ceres Araujo. Desse modo, reduz-se drasticamente a possibilidade de que, no futuro, eles enfrentem o drama vivido hoje pelos jovens viciados.

Qual a relação entre vício em internet e transtornos do sono? - PEBMED

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– As aulas virtuais, enfim, serão consideradas oficialmente como carga horária (exceto provas).

Com a pandemia, a Rede Pública de Ensino virou um caos! Professores tendo que se desdobrar, alunos tentando aprender (alguns com muito esforço, outros sem interesse algum) e as mídias sendo o canal condutor entre mestres aprendizes.

Pais queixando-se da qualidade de ensino, já que Prefeituras e Estado tiveram muita dificuldade nessa adaptação (melhor sucedida nas escolas particulares, devido a rapazes de readequação).

Agora, o MEC “bate o martelo” e autoriza: as horas remotas serão consideradas “aulas dadas”.

Extraído de: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2020/06/02/mec-autoriza-que-atividades-remotas-passem-a-valer-como-carga-horaria.ghtml

MEC AUTORIZA QUE ATIVIDADES REMOTAS PASSEM A VALER COMO CARGA HORÁRIA

Aulas estão suspensas em todo o Brasil desde março; MEC homologou parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE) com a supressão de um trecho: o que trata de avaliações e exames.

O Ministério da Educação (MEC) homologou parcialmente o parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE) com regras sobre a educação na pandemia, suspendendo o trecho que falava sobre avaliações e exames, e mantendo a autorização para que as atividades remotas passem a valer como carga horária.

Com isso, as escolas têm mais um recurso para cumprir o mínimo de horas letivas exigidos por lei. Em 1º de abril, uma medida provisória estipulou que em 2020 as escolas deverão cumprir o mínimo da carga horária, mas não o de dias letivos.

Desde março, as aulas estão suspensas em todo o Brasil. Um levantamento do G1 apontou que 16 estados planejam considerar atividades remotas como carga horária do ano letivo – equivalendo-as às aulas presenciais: AC, AP, AM, CE, GO, MA, MG, MS, PB, PR, PI, RN, RS, RR, SP e SC. A medida é criticada por especialistas, que avaliam que a qualidade do ensino remoto organizado às pressas não é a mesma do ensino presencial (leia mais abaixo).

O documento do CNE havia sido aprovado em 28 de abril, mas a validação ocorreu mais de um mês depois. O despacho está no “Diário Oficial da União” de segunda-feira (1º).

O documento homologado pede que as escolas levem em consideração a situação de cada estudante e da família, para evitar o aumento da desigualdade e da evasão escolar. Mas com a suspensão do trecho de avaliações e exames, as redes de ensino seguem sem definição sobre como vão mensurar a aprendizagem dos alunos durante e depois da quarentena. O trecho suspenso foi submetido a nova avaliação do CNE.

Para repor a carga horária no retorno às aulas, o documento homologado pelo MEC sugere o uso de períodos como férias, sábados e também o aumento do horário de atividade escolar. Para a educação infantil, são recomendadas atividades educativas para que as famílias e as crianças não percam o contato com a escola. Já nos primeiros anos do ensino fundamental, foi recomendado o acompanhamento da família, e atividades que não pressuponham a substituição dos professores pelos responsáveis pelo estudante.

A decisão de suspender as aulas presenciais foi tomada pelas redes de ensino entre 11 e 23 de março. Desde então, cada estado e município tem se organizado para oferecer atividades remotas aos estudantes, mas sem que haja uma coordenação nacional que garanta isonomia de aprendizagem.

Alguns estados e municípios adquiriram conteúdo de empresas privadas que fornecem educação a distância, seja por meio de plataformas online, ou até televisão e via rádio. Em outros casos os próprios professores viraram youtubers e passaram a produzir aulas online, sem que antes recebessem treinamento.

Um levantamento nacional feito pelo G1 e publicado em 21 de maio aponta o cenário da educação do Brasil durante a pandemia. Apesar dos esforços das redes e dos docentes para manter o ensino e a aprendizagem, estudantes relatam falta de acesso a computadores, internet, falta de espaço adequado para estudar em casa e, mesmo quando há toda a estrutura, eles dizem ter dificuldade de acompanhar as aulas. Graciela Fell, que tem uma filha matriculada na rede estadual de Santa Catarina, relatou à reportagem que “está sendo uma educação de faz de conta.” Já a professora Tassiane Barreto, de Sergipe, avalia: “A rede pública parou”.

Em meio ao cenário de incertezas, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) segue sem data para ser aplicado – a prova é usada como critério de seleção em diversas universidades públicas e particulares. O cronograma deverá ser definido em uma enquete com os candidatos inscritos através da página do participante.

Cursos de graduação podem ofertar até 40% de aulas a distância ...

 

– Space X acoplada na Estação Especial. E aí, Terraplanistas?

Como há gente que pode acreditar em pleno século XXI que o Planeta Terra é plano?

Mesmo com o sucesso da parceira entre Nasa e SpaceX, possibilitando um show de transmissão na aventura espacial (mostrando que nosso mundinho é redondo, ao vivo e em cores), há aqueles que duvidam de tudo isso!

Não há muito o que dizer…

Em conquista histórica, SpaceX acopla cápsula para humanos na ...

– Nasa e SpaceX: o vídeo do lançamento!

Na primeira missão na qual a Nasa contratou uma empresa privada (a SpaceX, de Elon Musk), para levar astronautas para a Estação Espacial, um show de transmissão!

Os EUA, indubitavelmente, sabem promover um evento. Aqui, a preparação e o lançamento, em: https://youtu.be/pMsvr55cTZ0

– A disputa entre o Iphone da Gradiente e o iPhone da Apple

Puxa, confesso que pensei que a situação já havia sido resolvida, mas eis que volta à tona: o registro comercial do iPhone no Brasil é disputado pela Gradiente, que antes do lançamento do consagrado aparelho da Apple, havia reservado o nome de um aparelho com grafia igual em nosso país (mas diferenciando por maiúsculas e minúsculas) como Iphone.

Reforçando: aparentemente a Gradiente (por ter feito bem antes o registro), simplesmente está “na dela”, sendo tudo uma coincidência.

Entenda, em: https://odia.ig.com.br/brasil/2020/05/5918402-disputa-pela-marca-iphone-entre-apple-e-gradiente-chega-ao-stf.html

DISPUTA PELA MARCA IPHONE ENTRE APPLE E GRADIENTE CHEGA AO STF

Depois de oito anos em disputa judicial, Apple e Gradiente ainda lutam pela utilização da marca iPhone aqui no Brasil

A disputa entre Apple e Gradiente pela marca iPhone acaba de chegar ao Supremo Tribunal Federal (STF), informa Lauro Jardim, em sua coluna no jornal O Globo. A briga já se arrasta por mais de oito anos, desde que a Gradiente lançou um celular com o nome em 2012.

Na verdade, a história começou ainda em 2000, muito antes do iPhone da Apple existir. Na ocasião, a Gradiente pediu o registro da marca IPhone (com ‘i’ maiúsculo), o que foi conseguido pela empresa em 2008. Vale lembrar que, em 2007, o iPhone da Apple era lançado nos Estados Unidos.

Em 2012, quando o iPhone já era um sucesso mundial, a Gradiente lançou seu próprio celular chamado IPhone, já que possuía o registro. Foi então que a Apple abriu um processo contra a empresa brasileira.
A última sentença do processo, dada em 2018 pelo Superior Tribunal de Justiça, tinha sido favorável à Apple. Agora, a disputa continua com a chegada do caso ao STF.

iPhone da Apple não é o único disponível no Brasil

– Satélites da SpaceX no céu: não confundam com Discos Voadores

Caso tenha visto objetos voando no céu e achou que eram OVNIS, esqueça: são satélites da SpaceX, visando transmissão e integração de internet via satélite (mais rápida que a fibra ótica), num ambicioso projeto que está sendo colocado em órbita.

Extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/2020/05/11/luzes-no-ceu-brasileiro-nao-sao-extraterrestres-e-sim-satelites-da-spacex

LUZES NO CÉU BRASILEIRO NÃO SÃO EXTRATERRESTRES E SIM SATÉLITES DA SPACEX

Se você viu luzes se movimentando no céu na noite desse domingo (10), não se assuste. Não eram extraterrestres ou criaturas de outro planeta, e sim os satélites Starlink, da empresa norte-americana de sistemas aeroespaciais SpaceX.

Por volta das 18h30 de ontem, diversas pessoas puderam conferir a passagem desses satélites sobrevoando o território brasileiro. Se você não viu, terá mais algumas chances dentro dos próximos dias.

O site Find Starlink permite saber quando será possível visualizar a passagem dos satélites em cada região. Para isso, é necessário apenas informar a localização.

Segundo a ferramenta, as próximas passagens não devem ter uma visibilidade muito nítida, mas ainda assim será possível vê-los. Nesta segunda-feira (11), por exemplo, os moradores do estado de São Paulo poderão vê-los por volta das 19h. 

Satélite Starlink da empresa Space X

– Descobrindo quem faz Fake News: o caixão com pedras!

Hoje, a tecnologia faz coisas muito ruins e outras muito boas; como, por exemplo, perturbar a cabeça das pessoas com fake news e identificar o “xarope” que inventou a mentira, conseguindo disseminá-la na Web.

Lembram do “caixão com pedras”, sugerindo que eram golpes para dizer que o Covid-19 era mentira?

A mulher que bolou a lorota foi identificada e responderá pelo crime.

Abaixo, extraído de: https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2020/05/06/policia-civil-ouve-mulher-que-divulgou-video-fake-de-caixao-com-pedras-e-apreende-celular-para-pericia.ghtml

POLÍCIA CIVIL OUVE MULHER QUE DIVULGOU VÍDEO FAKE DE CAIXÃO COM PEDRAS

A mulher que divulgou uma vídeo com informações falsas dizendo que caixões com vítimas da Covid-19 em Belo Horizonte estariam cheios de pedra prestou depoimento nesta quarta-feira (6) e teve o celular apreendido para ser periciado. A informação foi divulgada pela Polícia Civil.

Segundo a polícia, uma equipe de policiais da 4ª Delegacia de Polícia Civil Centro de Belo Horizonte foi até a cidade de Campanha, no Sul de Minas, onde ela mora, para localizar e identificar formalmente Valdete Zanco, a autora do vídeo. Depois de levada à delegacia da cidade para prestar o depoimento, ela ainda fez um vídeo para se retratar. As investigações continuam.

Nesta terça-feira (5), a polícia chegou a fazer uma coletiva de imprensa, na parte da manhã, pedindo ajuda à população para denunciar a identidade da autora do vídeo com fake news. Os delegados responsáveis pelo caso informaram que ela poderia pegar até nove anos de prisão e ainda pagar uma multa pelos crimes de calúnia e difamação contra autoridade pública e pela contravenção penal por provocar tumulto ou pânico.

A Polícia Civil, com a investigação e combate a essas “fake news”, quer alertar que esse tipo de conduta pode trazer repercussões muito graves tanto na esfera criminal quanto na esfera cível. A análise do vídeo nos traz, num primeiro momento, a possibilidade da prática do crime de denunciação caluniosa, difamação de autoridade pública, através de meio em que propagação é maior, e também a contravenção penal de provocação de tumulto ou pânico”, afirmou o delegado Wagner Sales.

Já tinha se apresentado à polícia

Na noite do mesmo dia, o advogado que representa Valdete Zanco, Alexsander Pereira, disse que ela já tinha se apresentado na última segunda-feira (4), à polícia de Jacutinga. Ele também divulgou uma nota em que ela pede “perdão” ao “Município de Belo Horizonte e seu Ilustre Prefeito e a todos quantos foram atingidos negativamente por este equívoco que cometeu”.

Veja a íntegra da nota:

“Venho à público esclarecer a respeito do vídeo gravado pela minha cliente Valdete Zanco e que repercute nas redes sociais. Ela havia visto na rede social denominada Facebook um fato ocorrido no Município de Belo Horizonte/MG, do qual caixões haviam sido desenterrados e localizado em seu interior, pedras e pedaços de madeira. Na data da gravação, no interior da loja onde trabalha, ela recebeu um cliente que coincidentemente fez os mesmos comentários, o que a fez julgar o ocorrido como verdade.

Quero deixar claro que o vídeo foi postado unicamente em um grupo de WhatsApp de família, tanto que início o vídeo chama a atenção de um certo Hernandes, sendo este irmão da minha cliente. Com o vazamento do vídeo do grupo de família, ele chegou a ser compartilhado em um canal de Youtube, colaborando assim pela propagação. Desconhecemos a forma como o vídeo ganhou notoriedade nas redes sociais e nos demais veículos de comunicação.

Valdete reconhece humildemente o erro e pede perdão ao Município de Belo Horizonte e seu Ilustre Prefeito e a todos quantos foram atingidos negativamente por este equívoco que cometeu . Gostaria ainda de frisar que minha cliente já se apresentou na Delegacia de Polícia Civil da cidade de Jacutinga/MG na data de 04/05/2020, onde fora lavrada a ocorrência, e deixado registrado o incidente, contribuindo com a justiça e para que essa seja promovida”.

Inquérito tramita em BH

A reportagem do G1 questionou a Polícia Civil sobre desconhecerem a identidade de uma pessoa que já tinha se apresentado à polícia na véspera, em delegacia do interior. A corporação confirmou que Valdete Zanco compareceu à Delegacia de Polícia Civil em Jacutinga e registrou uma ocorrência confirmando a produção do vídeo e pedindo desculpas ao prefeito e à cidade de Belo Horizonte.

Mas, de acordo com a Polícia Civil, “o registro da ocorrência (em Jacutinga) não pode ser considerado um depoimento formal. O inquérito policial tramita em Belo Horizonte e as investigações prosseguem com o objetivo de colher depoimento da suspeita e apuração total dos fatos”.

É fake que caixões de vítimas de coronavírus foram desenterrados — Foto: Arte/G1

Mulher que divulgou vídeo fake de caixão com pedras, em BH, pede desculpas

– Valeu, dona IA!

Há 4 anos… um sol bonito como o de hoje!

Fui lembrado pela minha timeline sobre isso… Que coisa essa tal de Inteligência Artificial (IA), não?

Enfim, foi ela quem trouxe à tona essa bonita paisagem da foto, abaixo:

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– O bem mais valioso nos dias atuais é…

Na verdade, não é, mas, são: os DADOS!

Veja só que artigo interessante, Extraído de PEGN, pg 34-37, Set/2019

O BEM MAIS VALIOSO

por Facundo Guerra

Pela primeira vez na história o bem mais valioso do mundo não é mais objetivo, mas subjetivo. Até recentemente o combustível de nossa economia era o petróleo. Hoje, são os dados, extraídos como o óleo de nosso comportamento online e que são metabolizados por máquinas, refinados, e retornam para nós em forma de anúncios, que por sua vez chegam com o timing certo e nos fazem consumir de maneira irrefletida: compramos coisas desnecessárias para preenchermos o vazio existencial que o excesso de conexão e estímulo via redes sociais acabam por criar, em detrimento de conexões reais com outros humanos. É a cilada perfeita: nos exprimimos, consumimos a expressão alheia, nos sentimos vazios, consumimos, nos exprimimos, em looping. Afinal, comparamos nosso nível de felicidade e sucesso com as outras pessoas de nossa rede, e é impossível não se sentir fracassado diante dos humanos perfeitos que performam perante nossos olhos no Instagram, esse aparato de propaganda montada com a engenharia reversa de uma máquina de caça-níqueis.

Esta máquina não surgiu do nada: é a resposta ao imperativo da auto-expressão e criatividade que surgiu nos anos 1990, por sua vez uma resposta à emergência das mega-celebridades e do culto à personalidade dos 1980. Uma geração inteira foi incentivada a se expressar, a se achar especial e merecedora de uma audiência, como se todos obrigatoriamente fossem se importar com o que eles tinham a dizer. Então, de repente, todos queriam ser artistas, encontrar seu público, seguir seu sonho. Uma geração de gente arrogante (da qual faço parte), que se achava a mais especial entre os humanos que já caminharam sobre a Terra e que eram merecedoras de notoriedade e fama.

As redes sociais são apenas a resposta do mercado ao imperativo de todos precisarmos sermos criativos, inovadores, pensarmos fora da caixa e artistas: as empresas de tecnología nos deram um pequeno palco só nosso, onde nos apresentamos para outras pessoas que também têm seu próprio palco, ad infinitum, dentro de uma sala de espelhos, como num asilo de alienados, cada qual em sua própria realidade.

Deu nisso: nos expressamos para ninguém, porque a verdade é que ninguém se importa, mais além de um like ou coração. Vivemos com raiva, nos revoltamos diariamente, nos fechamos em nossas próprias bolhas ilusórias, reagimos por espasmos, temos medo, expressamos nosso desagravo, consumimos porque o consumo virou escapismo e construção identitária, performarmos para nossa audiência, ela em si também formada por “artistas”, “influenciadores”, “celebridades”, público e performers vibrando na mesma frequência, todos exaustos de tanto sentir raiva por não terem 1000 seguidores, 10000 seguidores, 100000 seguidores, porque são incompreendidos, afinal, eram originais e merecedores de atenção, quando na verdade não passavam de uma cópia da cópia da cópia da cópia, todos colocando pra fora o que sentem e tendo seu comportamento tabulado, uma nuvem de pontos de expressão que através de inteligência artificial foi capaz de criar um simulacro de cada um de nós em um servidor, tão simplório e eficiente em identificar nosso comportamento de consumo porque nós mesmos nos tornamos simplórios em nossas opiniões polarizadas e senhores de nossa razão, gritando diante de um espelho, desconectados do agora e da realidade.

Como a gestão de dados impacta o controle de estoque? - Portal ...

– Professores Robôs?

Um assunto extremamente delicado foi trazido pela Folha de São Paulo neste final de semana: o uso da Inteligência Artificial para corrigir provas dissertativas via EAD, sem conhecimento dos discentes.

O uso da tecnologia deve sempre auxiliar o professor, não substitui-lo. Além do que, interpretar ideias e conceitos deve ser pelo auxílio humano, a fim de trazer um Feedback e melhor aprendizagem ao aluno.

Se verdade que professores estão sendo substituídos por robôs em correções sem prévio aviso aos estudantes, a situação é muito deselegante…

Abaixo, em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2020/05/faculdades-da-laureate-substituem-professores-por-robo-sem-que-alunos-saibam.shtml

FACULDADES DA LAUREATE SUBSTITUEM PROFESSORES POR ROBÔ SEM QUE ALUNO SAIBA

Docentes da rede que controla FMU e Anhembi Morumbi citam uso de inteligência artificial para correção de textos

Por Thiago Domenici

Alunos de educação a distância das 11 instituições ligadas à rede educacional Laureate no Brasil passaram a ter suas atividades de texto em plataforma digital avaliadas por um software de inteligência artificial. A mudança, porém, não foi comunicada aos estudantes.

A informação foi confirmada por cinco professores que falaram com a Agência Pública sob a condição de anonimato, temendo represália. “Os alunos não sabem, e assim somos orientados: não podemos informá-los e devemos responder às demandas como se fossemos nós, professores, os corretores”, diz Silvana (os nomes foram alterados).

A rede tem mais de 200 mil alunos no Brasil, onde é dona de FMU | FIAM-FAAM, Anhembi Morumbi, UNIFACS, UniRitter, FADERGS, UnP, UniFG, IBMR e FPB.

Documento interno obtido pela reportagem que trata do uso do corretor automático também confirma a situação: “Atenção: esta informação não deve ser compartilhada com os estudantes!”, registra o texto grifado em amarelo, que é parte do manual do LTI, o software de correção empregado, enviado aos docentes.

Procurada, a Laureate respondeu em nota que “acompanha e analisa as tendências do segmento educacional para disponibilizar à sua comunidade acadêmica o que há de mais moderno e inovador no mercado, incluindo a adoção de diversas tecnologias da informação e da comunicação, que apoiem as atividades pedagógicas e potencializem ainda mais a qualidade do ensino, como o uso de inteligência artificial. A organização reforça que faz parte da autonomia universitária de suas instituições encontrar recursos para melhorar a aprendizagem de seus alunos, tendo o professor como parte fundamental nesse processo. Todas as decisões estão pautadas nas diretrizes do Ministério da Educação (MEC), bem como seguem em conformidade com a legislação brasileira em vigor.”

O LTI funciona com palavras-chave, explica o professor Jonas. “Ele compara a resposta do aluno, atribuindo uma nota de acordo com a identificação que considera correta a partir dessas palavras.” Segundo eles, a correção não é imediata para que o aluno não perceba a utilização do robô, e a nota só é disponibilizada após alguns dias.

“O estudante está sendo enganado”, diz a professora Lorena, que afirma sentir-se mal com o fato. “A impressão é que a gente está lá só para inglês ver. Só pra eles usarem os nossos títulos e poderem validar os cursos no MEC.”

A denúncia atual chegou ao conhecimento da reportagem por meio da Rede de Educadores do Ensino Superior em Luta, espaço de articulação e mobilização política dos educadores e educadoras das instituições de ensino superior (IES) privadas.

Estudantes ouvidos pela reportagem alegam nunca terem sido informados da mudança.

Aluna do quinto semestre de turismo na Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo, na modalidade presencial, Mitie Nagano, 20, tem 20% das suas atividades da graduação realizadas no EAD. Ela relata que desde o início do curso a universidade não deixou claro como eram feitas as correções.

“Sabíamos que passavam por um filtro de professores que corrigiam, pelo que falavam antes. E não chegou até mim a informação de que isso mudaria e que passariam a usar inteligência artificial”, diz.

Portaria do MEC de dezembro de 2019 permite às instituições ampliar para até 40% o EAD na grade curricular, mesmo em cursos presenciais. Exige dos cursos, porém, critérios técnicos adequados e projeto pedagógico aprovado, além de estabelecer que mudanças no curso presencial precisam ser “amplamente informadas” aos alunos.

Assim como Mitie, que é representante de classe, outros dez estudantes confirmaram à Pública que nada sabiam sobre o uso do LTI em suas atividades de EAD.

“Acredito que é extremamente prejudicial não ter um profissional capacitado avaliando minhas produções acadêmicas”, reclamou Maurício, que faz direito na Anhembi Morumbi.

No dia 24 de abril, no atendimento online da Anhembi Morumbi, a estudante de jornalismo Joana perguntou como são as correções e foi informada de que são feitas por professores. “Então esse professor corrige todas as atividades dissertativas do EAD?”, indagou. “Isso mesmo”, foi a resposta, conforme mensagens mostradas à Pública.

João, outro aluno da FMU, diz que se sente inseguro com a situação. “Cria a dúvida qual base ele [LTI] está utilizando pra saber se é correto ou não? Nem sempre a produção de mais e mais correções vence a maior assertividade manual”.

Erick Quirino, 20 anos, estudante de jornalismo no mesmo campus que Mitie, também acha que o uso não informado do LTI prejudica os alunos.

“Se for alguma coisa que faça uma análise semântica básica, que caça palavras-chaves, o contexto da resposta se perde. E a proposta das questões dissertativas é justamente que cada aluno possa desenvolver a sua própria resposta e argumento”, avalia, criticando a falta de transparência.

O professor Jonas teme demissões com a ampliação do uso do LTI. Segundo ele, a interação com os alunos já é pequena e só acontece quando a nota é 6 ou inferior — seguindo orientação do próprio manual do LTI. “O aluno não aprende, não é possível dar um feedback. Iremos formar robôs.”

Os docentes apontam ainda outros problemas no uso do sistema. “Fui olhar atividade por atividade analisada pelo LTI. A maioria que tirou dez é tudo plágio. E tem estudante que tirou nota ruim, mas que tentou escrever”, diz a professora Lorena.

“Se antes, quando corrigíamos atividades, já era difícil manter a qualidade educacional, uma vez que havia professores com mais de 7.000 alunos, sem que isso passe necessariamente por uma avaliação humana é ainda mais sofrível”, afirma Silvana.

Ela alega que, nos treinamentos obrigatórios da Laureate, online, afirma-se que “a EAD não diminuiu o papel do professor, fundamental para a articulação e engajamento dos estudantes”. “Mas a verdade é que os alunos estão abandonados por um sistema robótico que não preza pela mesma qualidade que o trabalho do docente.”

Não há regulamentação específica para o uso de inteligência artificial no país. Atualmente, dois projetos de lei sobre inteligência artificial tramitam no Congresso Nacional, ambos de autoria do senador Styvenson Valentim (Podemos-RN).

Um deles cria a Política Nacional de Inteligência Artificial, e outro estabelece os princípios para o uso dela no Brasil. Na justificativa, Valentim diz que visa assegurar que o desenvolvimento tecnológico ocorra de modo harmônico com a valorização do trabalho humano.

Questionado pela reportagem, o MEC afirmou que não funciona como instância recursal em matéria acadêmica.

“Caso a proposta pedagógica vier a prejudicar a qualidade do ensino ofertado, tais deficiências serão detectadas nos processos de regulação, e caberá ao Ministério da Educação adotar as medidas cabíveis, como ações cautelares de redução de vagas, suspensão de novos ingressos, dentre outras”, declarou.

Esta reportagem foi produzida pela Agência Pública e publicada em parceria com a Folha. Leia o texto completo em apublica.org.

Robôs podem começar a substituir professores em 10 anos, diz ...

– O aplicativo Zoom é seguro?

Dias atrás, surgiu a informação de que o FBI pediu para seus agentes evitarem o uso do App Zoom, por possíveis invasões na rede (chamadas de Zoombombing). Não compartilhar links de reuniões acabou sendo uma determinação oficial, já que a falta de segurança se daria, num primeiro momento, a de acessar o conteúdo mesmo sem senha (quando o link era fornecido).

Posteriormente, questionou-se o envio de dados não autorizados do Zoom para o Facebook a partir dos dispositivos da Apple e, para “ajudar”, houve o problema do questionamento da real criptografia ou não (como questionada anos atrás ao WhatsApp.

Nesta onde de críticas, grandes empresas começaram a evitar o uso desse aplicativo com medo de roubo de dados e/ou vazamento de informações das conversas. Entretanto, a empresa diz estar ciente de tudo, negando algumas coisas e corrigindo outras.

A questão é: o uso do Zoom disparou nos últimos dias, principalmente com o ensino eletrônico a distância.

Compartilho uma das matérias que fala sobre o assunto, em: https://tecnologia.ig.com.br/olhar-digital/2020-04-03/zoom-e-seguro-entenda-os-escandalos-de-privacidade-envolvendo-o-aplicativo.html

ZOOM É SEGURO?

O aplicativo de videoconferência Zoom ficou ainda mais famoso durante o período de isolamento social, mas sua privacidade vem sendo questionada

A política de isolamento adotada por vários países para conter o avanço do novo coronavírus (Sars-CoV-2) tornou o Zoom familiar para muito mais gente. Com bilhões de pessoas isoladas em suas casas, o aplicativo criado em 2013 como uma plataforma on-line para videoconferências ganhou novos usos, que vão de reuniões entre amigos e familiares a festas de aniversário e bares virtuais. Sob os holofotes do sucesso, a empresa agora enfrenta escândalos de privacidade e segurança cibernética.

O primeiro baque aconteceu na semana passada, após o site Motherboard publicar uma análise do aplicativo para o sistema operacional iOS . De acordo com a publicação, após fazer o download e abrir o app, o “Zoom se conecta à Graph API do Facebook ”, a porta de entrada e saída de dados da rede social .

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“O que a companhia e sua política de privacidade não deixam claro é que a versão iOS do aplicativo Zoom está enviando alguns dados para o Facebook, mesmo quando os usuários do Zoom não têm uma conta na rede social”, diz a reportagem.

Após a repercussão negativa, a companhia atualizou o aplicativo, removendo o SDK — Software Development Kit — do Facebook , que o conectava à rede social . A empresa informou que nenhuma informação pessoal era repassada, apenas dados sobre o aparelho, como versão do sistema operacional, horário, operadora, modelo do dispositivo, tamanho da tela, poder de processamento e espaço de armazenamento.

Em comunicado assinado pelo seu diretor legal, Aparna Bawa, o Zoomenfatizou que “não vende dados de usuários” e que “nunca vendeu dados de usuários no passado e não tem intenção de fazê-lo no futuro”. Além disso, garantiu ainda que “não monitora as conversas e seus conteúdos” e cumpre com todas as legislações sobre privacidade, incluindo o GDPR (Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados da União Europeia) e a CCPA (Lei de Privacidade do Consumidor da Califórnia).

Leia também: Inteligência artificial e segurança: entenda porque dados devem ser protegidos

Por causa dos escândalos, um processo foi aberto contra a companhia numa corte federal americana, em San Jose, na Califórnia , pedindo investigação para checar se a plataforma cumpre os requisitos legais no estado.

Desculpa por definição de criptografia

Mas o inferno astral do Zoom não terminou por aí. Uma análise do “The Intercept” revelou que as comunicações por vídeo na plataforma não são criptografadas de ponta a ponta, como seu site e seu white paper de segurança proclamavam. Isso não significa que as comunicações não são seguras. A empresa usa o TLS, padrão dos navegadores, usado em muitos outros sites e aplicativos .

Esse tipo de criptografia protege o tráfego entre o terminal do usuário e o servidor da companhias, mas não entre dois terminais de usuários, como define a criptografia ponta a ponta, usada em plataformas como o WhatsApp e o Signal .

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Em comunicado divulgado nesta quarta-feira (1), a empresa se desculpou “pela confusão que causamos por sugerir incorretamente que as reuniões no Zoom eram capazes de usar a criptografia de ponta a ponta”.

“O Zoom sempre se esforçou para usar a criptografia para proteger conteúdos no maior número possível de cenários e, nesse espírito, usamos o termo criptografia de ponta a ponta”, reconheceu a companhia. “Embora nunca tivéssemos a intenção de enganar nossos clientes, reconhecemos que existe uma discrepância entre a definição amplamente aceita de criptografia ponta a ponta de como nós a estávamos utilizando”.

Não bastassem os escândalos de privacidade , começaram a surgir denúncias de vulnerabilidades na segurança . O engenheiro de software Felix Seele descobriu que o arquivo de instalação para computadores Mac usava uma técnica popular entre criadores de malwares para burlar restrições impostas pelo sistema operacional. O problema já foi corrigido.

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Esses problemas fizeram com que o FBI emitisse um alerta a seus agentes para tomarem cuidado ao usarem a plataforma. Segundo a agência de investigação americana, estão acontecendo casos de invasões em teleconferências , que foram apelidadas como “Zoombombing”. Por isso, os funcionários devem adotar medidas de precaução, como não compartilhar o link de reuniões de maneira pública e exigir senhas para participação.

Elon Musk proíbe aplicativo

Já a SpaceX , do bilionário Elon Musk , proibiu que seus funcionários façam uso da plataforma para conferências e reuniões. “Por favor, usem e-mail, mensagens de texto ou telefone como maios alternativos de comunicação”, dizia comunicado interno enviado a funcionários no último dia 28, revelado nesta quarta-feira (1) pela agência Reuters.

Com o bombardeio de denúncias, o diretor executivo do Zoom , Eric Yuan, divulgou um comunicado aos usuários se desculpando pelas falhas. “Nós nos esforçamos para fornecer um serviço ininterrupto e a mesma experiência que fez do Zoom a plataforma de videoconferência preferida para empresas em todo o mundo, além de garantir segurança e privacidade”, afirmou. “No entanto, reconhecemos que não atingimos as expectativas de privacidade e segurança dos usuários — e as nossas próprias. Por isso, sinto muito”.

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Apesar dos problemas, o uso da plataforma explodiu nas últimas semanas. Segundo Yuan, mais de 90 mil escolas em 20 países adotaram o Zoom para ferramentas para o ensino a distância . No fim de dezembro do ano passado, o número máximo de participantes diários em conferências foi de 10 milhões. Em março, esse número aumentou para 200 milhões.

Com capital aberto desde abril do ano passado, a empresa viu suas ações dispararem com a pandemia, nadando contra a corrente de desastre nas bolsas de valores. Desde a oferta pública inicial, os papéis se valorizaram em 96,92%, sendo que neste ano a alta acumulada é de 79,44%, apesar da queda de 13,5% nos últimos cinco dias.

“Durante este período de isolamento, nós no Zoom nos sentimos incrivelmente privilegiados por estarmos na posição de ajudar as pessoas a se manterem conectadas”, disse Yuan.

App de vídeochamadas Zoom é acusado de propaganda enganosa sobre ...

– Crianças aprendem cedo!

Sensacional!

A minha filha Estela tem 2 anos e está participando de uma aula virtual com os amigos! Viva a tecnologia e parabéns à boa escola!

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– Como limpar corretamente o celular para evitar o Covid-19?

Se o Novo Coronavírus Covid-19 sobrevive apenas um “tempo pequeno” se estiver no ar e não conseguir infectar alguém, saiba que em alguns materiais (como metais, por exemplo) ele pode permanecer até 12 horas! Por isso, a preocupação de se levar crianças num parque infantil: imagine uma criança portando o vírus segurando na corrente de uma balança? Todas as demais que ali tocarem, poderão pegar o danado…

Outra preocupação tão importante é quanto ao uso e compartilhamento de celulares. Se você estiver doente e emprestar o seu aparelho para alguém, BINGO! Portanto, veja essas dicas para limpar muito bem seu telefone, abaixo.

Extraído de: https://www.techtudo.com.br/noticias/2020/03/coronavirus-motorola-tambem-libera-alcool-isopropilico-para-limpar-o-celular.ghtml

COMO LIMPAR O CELULAR CORRETAMENTE DIANTE DO CORONAVÍRUS

A Motorola passou a recomendar nesta segunda-feira (16) o uso álcool isopropílico 70% como método para limpar o celular, em meio à pandemia do novo coronavírus. A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) orienta sobre a desinfecção de objetos utilizados no cotidiano. Anteriormente, a Apple e a Samsung também informaram que a substância é recomendada para desinfetar o smartphone.

O álcool isopropílico com concentração de 70% está à venda em lojas de informática e utensílios de escritório. Trata-se de um velho conhecido das assistências técnicas pelas propriedades que o permitem higienizar superfícies e eliminar germes sem danificar os componentes eletrônicos.

Nas instruções, a fabricante número 2 em smartphones no Brasil – atrás apenas da Samsung – ressalta que deve ser o produto específico para tratamento de eletrônicos. Os consumidores não devem confundir com o álcool gel indicado para limpar as mãos e evitar a contaminação pelo causador da doença Covid-19. Este último leva mais tempo para evaporar, podendo comprometer os equipamentos.

A fabricante elaborou um conjunto de dicas no momento de limpar o smartphone. Confira a seguir:

Para higienizar a tela do seu smartphone Motorola, é possível usar lenços ou panos umedecidos com álcool isopropílico com concentração de 70% (específico para produtos eletroeletrônicos), sempre com movimentos suaves.

Ao limpar o aparelho, recomendamos que ele esteja desligado.

Evite umidade nas aberturas do aparelho, incluindo a porta de carregamento, a entrada do fone de ouvido, microfones e alto falantes.

Não coloque o aparelho imerso em agentes de limpeza, e não use materiais de limpeza que contenham alvejantes ou agentes abrasivos.

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– Etanol de Algas Marinhas

Cada vez mais procuramos investir em combustíveis renováveis e não poluentes. A busca de matrizes energéticas têm sido uma constante em nosso país, sendo que das mais diversas fontes vemos surgir Biodiesel e Etanol.

Agora, um novo e riquíssimo elemento com matéria-prima abundante: algas. Para os que alegam que o plantio de cana-de-açúcar substitui o de alimentos, a exploração da alga marrom, abundante na biodiversidade marinha, seria uma solução – além de ser riquíssimo em açúcar concentrado.

A questão é: teríamos consequências para a biodiversidade aquática?

Extraído da Revista Eletrônica “Posto Hoje, http://www.postohoje.com.br”

CIENTISTAS USAM ALGA E BACTÉRIA PARA PRODUZIR ETANOL

Um estudo recente aposta no uso da alga marrom como fonte para a produção de etanol. Segundo os pesquisadores que desenvolveram a técnica, o biocombustível marinho seria mais vantajoso se comparado ao método mais comum que utiliza a cana-de-açúcar. Um dos primeiros pontos a favor é o local onde vivem. Por estarem nos oceanos, as algas dispensariam lotes de terra para seu “cultivo”, não concorrendo com áreas reservadas ao plantio de alimentos. Outro aspecto positivo, defendem os cientistas, é o tipo de açúcar altamente concentrado, revelando ser uma rica biomassa. Os autores do estudo, que será publicado na revista Science, pertencem à empr esa BAL (Laboratório de Bioarquitetura), com sede em Berkeley, na Califórnia. O grupo trabalhou com quatro tanques de algas mantidos em Puerto Montt, no Chile, e a bactéria Escherichia coli. Geneticamente alterada, a E coli pôde não só extrair o principal componente dos açúcares das algas –o alginato–, mas também fermentá-los para originar o etanol. Antes, a bactéria não era capaz de realizar esse feito.

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– Você já testou o Fleets do Twitter?

Seguindo a tendência do que faz o Stories do Instagram e do Facebook , o Twitter criou o Fleets, seu similar que some em 24 horas.

Está, por enquanto, disponibilizado só para o Brasil. Eu testei um fleet quando acordei, de madrugada, com a foto da lua e um avião se aproximando da sua imagem.

Bobinho, mas é necessário que o Twitter tenha essa possibilidade para não ficar atrás dos concorrentes.

E vocês, já usaram essa nova ferramenta?

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