– Ajudemos Léa Campos!

Léa Campos: ela foi a primeira árbitra de futebol do mundo. E essa guerreira é brasileira!

Imaginem trabalhar num país carregado de preconceitos em plena ditadura militar? João Havelange a havia proibido de apitar em 1967, alegando que era… mulher. Mas, em 1969, a pedido do presidente Médici à CBD, Léa pode atuar.

Além dessa vitória pessoal, inspirou outras tantas mulheres a labutarem no esporte, não só como árbitras, mas até mesmo como jogadoras. 

Em 1974, após sofrer um grave acidente, quase perdeu a perna esquerda e teve que encerrar a carreira. Mudou-se posteriormente para os EUA, onde trabalhou fazendo salgados e doces. Há 8 anos, enfrentou – e venceu – um câncer de mama.

Hoje, ainda em solo americano, vive com seu marido em dificuldades. Ela, com 75 anos, tem problemas de mobilidade, e seu marido, Luís, luta contra um câncer de próstata. Com a Covid-19, sendo do grupo de risco e com os problemas que ocorrem em Nova York, sem recursos financeiros e com a saúde abalada, precisa honrar com os custos do aluguel, de médicos, e do próprio dia-a-dia.

Ajudemos essa batalhadora, que inspirou tanta gente e foi esquecida por muitos. A CBF, nada fez. Entidades e amigos tentaram uma vaquinha virtual, que foi insuficiente. A situação, como mostrada, é delicada e toda ajuda é bem-vinda.

Deposite o que o seu coração mandar:

Banco Bradesco
ASALEA DE CAMPOS FORNERO MEDINA
CPF: 109.829.656-72
Agência: 0465-0
Conta corrente: 0237239-8

Tenha certeza: Léa agradece e lhe retribui com orações!

Com informações do Safesp, site Terceiro Tempo e depoimento pessoal de Léa Campos.

– Indignidade Humana: critica-se doação, ajuda solidária, etc, etc, etc…

Caramba, o mundo está pilhado, louco, desconexo…

Leio uma crítica (e não vale o crédito pela tristeza da situação) sobre uma campanha solidária de ajuda a uma pessoa. O autor expõe os valores doados pelos contribuintes, e questiona se são significativos pelo que ganham.

Quanto ele, autor, doou? Não consta na lista. Independente disso, em tempos de dificuldades de todos, doar ou não é algo íntimo de cada pessoa. Não se pode cobrar ajudar em dinheiro vivo num momento em que todos estão em pandemia e o mundo praticamente parado. 

Se a pessoa não doou muito dinheiro, ela não é obrigada, pois é uma questão de foro íntimo. Poderia ela ter ajudado de outras formas, como, por exemplo, divulgar uma campanha solidária!

A melhor coisa que se pode fazer – SEMPREé ajudar sem se vangloriar. O que a mão esquerda faz, a direita não deve saber. Doar para promoção pessoal é hipocrisia. Doar porquê alguém cobrou, idem. Doar por compaixão, é humanitário – e esse valor da doação (em espécie ou em atos) é sempre particular.

A questão fica sendo: expor ao constrangimento uma causa dessa, é demais. É insensibilidade. Teremos que apresentar holerit para dar satisfação do quanto pode-se ajudar o próximo?

Repito: a democracia não obriga isso, mas sim a consciência. Pior que doar pouco, é reclamar dos outros e não doar.

Para não surgir polêmicas: refiro-me ao caso de Ney Santos e Hugo Prado, Prefeito e Vereador de Embu das Artes, que vive um inferno na política local. Que rolo! Viram que situação?

A solidariedade verdadeira é aquela descompromissada em esperar o “Obrigado de Volta”. Quem explora o assunto difamando outrem ou quer promoção sobre valores vultuosos doados como marketing, não sabe o que é isso (a ação solidária).

Aqui: https://www.verboonline.com.br/2020/03/31/em-meio-a-pandemia-morador-questiona-doacao-de-hugo-e-ney-o-xinga-de-burro/

Debate 88: solidariedade e empatia - Notícias - Rádio 88 FM

– A vida dos padres que visitam doentes durante a pandemia

Dar a vida ao irmão, visitar os doentes, correr risco pelo próximo… isso é santidade!

Um exemplo concreto nos dias atuais, abaixo, que vale a pena ser lido:

Extraído de: https://www.vaticannews.va/pt/igreja/news/2020-04/coronavirus-frade-capuchinho-angelo-hospital-bergamo.html

A HISTÓRIA DE FREI PIERGIÁCOMO, UM ANJO COM HÁBITO PARA CURAR ALMAS DENTRO DO HOSPITAL

O frade capuchinho, junto a quatro dos seus coirmãos, não se cansa de percorrer as alas do Hospital Papa João XXIII, em Bérgamo, na Itália, para dar esperança aos médicos e enfermeiros, mas sobretudo aos doentes: “ficam felizes quando descobrem que, embaixo do jaleco e atrás da máscara, se esconde um religioso. Até se reanimam e entendem que a nossa presença representa o fato que Deus está com eles”, afirma Frei Piergiacomo em entrevista ao Vatican News.

Por Federico Piana e Andressa Collet

No Hospital Papa João XXIII, em Bérgamo, cidade ao norte de Milão, na Lombardia – a região mais afetada pela emergência do coronavírus, os anjos têm rosto de médicos, enfermeiros e de frades capuchinhos que todos os dias levam conforto e esperança aos doentes de Covid-19, colocando em risco a própria vida. Entre eles está o Frei Piergiacomo, junto a seus quatro coirmãos.

O grupo percorre todas as alas do hospital para dar uma palavra de solidariedade, para fazer uma oração: “não fazemos só com os doentes”, explica o frade, “mas com todos os funcionários da estrutura: dos enfermeiros àqueles da limpeza. A nossa presença quer realmente ser uma proximidade orante”. Muitas vezes, conta Frei Piergiacomo em entrevista ao Vatican News, são os próprios profissionais da saúde que buscam esse apoio.

Frei Piergiacomo – “Sim. Às vezes são as enfermeiras-chefes que nos chamam para ir até os colegas: assim nos reunimos alguns minutos para rezar uma Ave Maria ou um Pai Nosso. Neste período de pandemia, infelizmente, podemos entrar poucas vezes nas unidades de terapia intensiva e nas alas que recebem infectados por causa da escassez dos equipamentos de proteção. Mas, estamos sempre prontos para as urgências: levar o óleo sagrado a quem está morrendo.”

Vocês não deixam de ir nem ao necrotério onde nenhum dos familiares das vítimas pode ir para se despedir…

Frei Piergiacomo – “Sempre tem um frade que, todos os dias, oferece uma oração e uma bênção aos mortos que estão ali. E, se não estão os parentes para chorar os próprios queridos defuntos, geralmente estão os médicos e os enfermeiros: eu vi muitos se padecerem de dor, os mesmos que acompanharam à morte quem não conseguiu resistir à pandemia.”

Embaixo do jaleco, esperança e fé

Como reagem os doentes que recebem esse conforto?

Frei Piergiacomo – “Antes de mais nada, eles estranham um pouco, porque depois de muitos dias internados veem uma pessoa que não é nem médico e nem enfermeiro. Ficam felizes quando descobrem que, embaixo do jaleco e atrás da máscara, se esconde um religioso. Eu os vejo inclusive um pouco reanimados, e entendem que a nossa presença representa o fato que Deus está com eles e próximo no sofrimento, como o bom samaritano. Quando posso, peço-lhes também a possibilidade de conceder a unção dos enfermos, que representa uma consolação no momento da provação.”

Alguém consegue também fazer a confissão?

Frei Piergiacomo – “Não, porque falta o caráter confidencial. Geralmente, dizemos a eles para fazer um ato de profunda contrição e uma oração de arrependimento com o propósito, de quando a emergência terminar, de ir se confessar com um sacerdote. Esperamos que aconteça logo.”

Capuchinhos, homens de oração – Seja Capuchinho

– União e Sinergia

Independe de ideologia, nacionalidade, profissão… Estarmos todos juntos pelo bem comum, respeitando diferentes opiniões e culturas: é isso que ajudará não só nosso país, mas a humanidade!‬

Compartilho: https://youtu.be/eVlESA8XjWg‬

– Pandemia: não é hora de brigar!

As redes sociais estão um inferno com as discussões de pessoas com opiniões diferentes sobre como lidar com o surto do Novo Coronavírus. Desde a politização, passando pela questão econômica e social, terminando no pânico de quem tem familiares no grupo de risco.

Acima de tudo, é hora de fazer valer algo muito maior do que a discórdia e individualidade: a solidariedade entre os brasileiros!

Não é hora de divisão, mas de união! Será que a conseguiremos? Para isso: precisamos deixar as paixões de lado e usar a racionalidade (um desafio muito grande a todos nós).

– Quem doa, tem que falar para todo mundo? Sobre os boleiros ricos em tempo de solidariedade

Ajudar o seu irmão, o desconhecido ou o anônimo carente é muito importante. Faz bem e Deus vê.

Leio que nesses tempos de pandemia, estrelas do futebol como Cristiano Ronaldo e Messi estão doando muito dinheiro e outros recursos para ajudar as pessoas. Ótimo! Mas…

Apesar de ser ajuda, seria ao mesmo tempo uma divulgação e/ou promoção pessoal? Sempre aprendi que quando uma mão ajuda, a outra não deve saber.

Mesmo sendo publicidade, a solidariedade é importante. E paralelamente, leio críticas ao brasileiro Neymar, por algumas postagens reais que surgiram, onde ele estava curtindo “mini-férias”.

Não podemos julgar ninguém e nem compará-lo com seus colegas de profissão, mas toda e qualquer ajuda em um momento crítico da humanidade é boa. Especialmente manter a prudência de não escandalizar e sim se solidarizar por parte daqueles que sabem que a sorte, a competência e a vida lhes foram favoráveis e muito tem. Afinal, pode parecer insensibilidade ou alienação.

– Em prece, todos juntos com o Papa Francisco suplicando a Deus pelos que sofrem com o Coronavírus!

Tomar todas as providências sanitárias, prevenir-se, manter-se em resguardo e… REZAR!

Hoje, às 8h00 (horário de Brasília), não nos esqueçamos de um jeito uníssono levar a Deus nossas orações!

Abaixo:

– Hora de pensar no bem comum. Se recolha ao seu lar!

Não creia que o prejuízo financeiro vai sobrepor o prejuízo social. Descarte essa ideia e seja sensível / humano. Hora de pensar no bem comum e ficar em casa.

Reflita nessa observação em: https://youtu.be/h2nBnCmsVsE

– Ajude os Bancos de Sangue neste momento tão delicado

Se as pessoas já estavam com medo de ir a qualquer hospital nos últimos dias, com o pedido de quarentena o movimento desnecessário à uma entidade de saúde diminuiu (desde que não seja urgente ou do próprio caso suspeito de Covid-19).

Mas também os casos de “movimento necessário” caem por tabela: por exemplo, o de doadores de sangue!

Sou doador voluntário regular, e por um probleminha de saúde (controlado hoje, sem gravidade) estou impedido de doar por um tempo. E, conversando com pessoas que também abraçam a causa, me assustei ao saber o quanto despencou o número de bolsas de sangue e de plaquetas: motivados pela época (pós-Carnaval) medo de infecção e refúgio em casa.

Apesar de toda a quarentena, existe essa necessidade urgente! Se você é saudável e preenche os requisitos, tome os cuidados devido e vá doar sangue. Os bancos de sangue PRECISAM muito desse precioso líquido, insubstituível!

A vida agradece…

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– Uma ajuda solidária da Ambev que virou boato distorcido.

O mundo está muito chato e cheio de modificações nas informações originais. Vamos lá: a Cervejaria Ambev (que trabalha com álcool, logicamente) resolveu mudar uma linha de produção, adaptando-a para produzir álcool em gel, com a finalidade de doar meio milhão de embalagens do produto para hospitais públicos.

Porém… surgiu a “informação” de que a Ambev iria distribuir álcool para todo mundo gratuitamente, bastando preencher um formulário (falso, evidentemente).

Extraído de: https://politica.estadao.com.br/blogs/estadao-verifica/boato-adultera-noticia-de-doacao-de-alcool-em-gel-pela-ambev/

BOATO ADULTERA NOTÍCIA DE DOAÇÃO DE ÁLCOOL EM GEL PELA AMBEV

Empresa vai distribuir álcool em gel para estabelecimentos de saúde, e não para toda a população

por Tiago Aguiar

Uma corrente no WhatsApp divulga a falsa informação de que a Ambev vai distribuir álcool em gel para a população, auxiliando na prevenção do novo coronavírus. O texto acompanha um link que direciona para recebimento da doação inautêntica. A empresa esclarece que anunciou uma doação, mas não para distribuição livre e direta.

Na última terça-feira, 17, a Ambev divulgou que irá doar aos hospitais públicos municipais de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília 500 mil unidades de álcool em gel. Procurada, a assessoria de empresa informou que as doações serão entregues aos estabelecimentos de saúde.

“A empresa reforça seu compromisso com a segurança e com a saúde dos seus colaboradores, clientes e parceiros. Evite sempre clicar em links ou abrir anexos suspeitos.”, explicou a empresa em nota.

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– A dor de quem passa fome!

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A ONU quer erradicar a fome até 2030. Entretanto, é assustador ver como sofrem os famintos mundo afora. Em especial, na África Negra.

Se tiver coragem, leia abaixo (Extraído de: http://istoe.com.br/um-pedido-de-socorro/)

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UM PEDIDO DE SOCORRO

O mundo enfrenta a mais grave crise humanitária dos últimos setenta anos. Vinte milhões de pessoas, que vivem em quatro países assolados por conflitos armados, estão na iminência de morrer por desnutrição se nada for feito. Contraditoriamente, ainda são desperdiçados 1,3 bilhão de toneladas de alimentos por ano em todo o globo

Por Fabíola Perez

É a mesma sensação de uma dor aguda e constante. Como uma agonia, que parece perfurar o estômago dias a fio e é agravada pelo calor escaldante, que deixa os corpos num estado permanente de inércia. Os poucos restos de alimentos ingeridos não são suficientes para livrar o organismo da angústia. Nas crianças, o vazio trazido pela ausência de nutrientes rapidamente se transforma em choro. Elas estão entre os grupos mais vulneráveis. Nos acampamentos do estado de Borno, na Nigéria, é comum avistar mulheres e bebês apáticos, sem força e disposição para lutar pela vida. Segundo o pediatra Marco Olla, membro da organização Médicos Sem Fronteiras, em regiões onde se vê pessoas com mais de cinco anos acometidas pela desnutrição, é sinal de que a conjuntura é realmente grave. Esse é o caso de Maiduguri, capital de Borno. “No departamento de internação que mantemos na cidade, uma mãe chegou com sua filha de sete anos. A menina estava extremamente desnutrida e com diarréia”, diz. Elas haviam fugido de um vilarejo e se instalaram em um acampamento improvisado. Ficaram ali por mais de um mês, mas a quantidade de grãos e arroz que recebiam não eram suficientes.

A Nigéria é um dos quatro países citados em um recente alerta das Nações Unidas (ONU) que declarou que quatro países vivem a pior crise humanitária desde a criação da entidade, em 1945 (leia quadro). Isso porque possui uma parcela significativa de sua população vivendo sob o flagelo da fome. Os casos de má nutrição já são tão graves que os adultos quase não têm forças para andar e algumas comunidades perdem suas crianças diariamente. Também enfrentam uma situação semelhante Iêmen, Somália e Sudão do Sul. Nesses quatro países, a estimativa é de que 20 milhões de pessoas possam morrer vítimas da insegurança alimentar aguda. Contraditoriamente, a nova onda de fome no mundo vem à tona em uma época que cresce a produção mundial de alimentos e o desperdício chega a 1,3 bilhão de toneladas por ano. Então, porque a fome voltou a ser motivo de alertas mundiais? Nos anos 1980, as imagens de crianças esqueléticas chamavam a atenção para um milhão de mortos na Etiópia. Na década seguinte, 3,5 milhões de norte-coreanos também morreram por falta de alimentos. Mais recentemente, a República Democrática do Congo e a Somália perderam quatro milhões de pessoas para a fome. Hoje, apesar dos avanços, o problema do acesso aos alimentos persiste e se agrava. “A violência de grupos armados impede a entrada e a permanência de grupos de apoio em determinadas regiões”, disse à ISTOÉ Alan Bojanic, representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil.

Atualmente, em todo o mundo existem cerca de 800 milhões de pessoas que sentem as dores de um estômago vazio. Para a ONU declarar oficialmente fome em um país é preciso que pelo menos 20% da população tenham acesso a menos de duas mil calorias de alimentos por dia e que mais de 30% das crianças sofram de má nutrição. Além disso, em países atingidos pela fome são registradas diariamente duas mortes para cada dez mil habitantes ou a morte de quatro crianças em cada dez mil habitantes. Para evitar uma catástrofe nessas regiões, as Nações Unidas pediram uma ajuda de US$ 4,4 bilhões para países desenvolvidos até julho. “Essa situação saiu do normal: conflitos armados e o fator climático da seca tornam o quadro ainda mais perverso”, diz Bojanic. “Em função disso, muitas das pessoas que migram não têm as mínimas condições de segurança para se dedicar à agricultura.”

20 milhões de pessoas podem morrer de fome na Nigéria, no Sudão do Sul, na Somália e no Iêmen e 1,4 milhão de crianças estão em risco iminente de morte por malnutrição aguda.

Outro agravante nessas regiões são as condições logísticas. São zonas de difícil acesso que dificultam a chegada dos alimentos. No Sudão do Sul, por exemplo, existem apenas 200 quilômetros de estradas asfaltadas. Naquele país, a intensificação dos conflitos preocupa entidades de ajuda humanitária. “Em algumas cidades, eles impedem a chegada de cuidados de saúde de emergência, água para o consumo e alimentos para pessoas internamente deslocadas”, afirma Marcus Bachmann, coordenador local do MSF. Na Somália, o cenário de fome e suas conseqüências é ainda mais intenso. Além da guerra que se estende por décadas, da ausência do Estado de direito e do subdesenvolvimento, o país sofre com a falta de água que atinge criações de gado e plantações. Em Borno, na Nigéria, o conflito entre o grupo extremista Boko Haram e o exército também coloca a população em condições limites. “Em Benisheikh, Gwoza e Pulka é impossível cultivar qualquer coisa e é perigoso deixar as cidades para buscar madeira para cozinhar ou vendê-la”, afirma Jean François Sauveur médico do MSF.

Nesses países, os grupos mais atingidos pela insegurança alimentar aguda são as crianças e as mulheres. Para se ter uma idéia, em janeiro, membros da MSF observaram que no norte do Sudão do Sul 25% das crianças com menos de 5 anos sofriam desnutrição grave. “Esses números são extremamente preocupantes”, afirma Nicolas Peissel, coordenador de projeto do MSF. Porém, em função da insegurança, agentes de saúde avaliam que é impossível abrir um novo hospital ou encaminhar pacientes para outras instalações. O Iêmen, por sua vez, atravessa uma das situações mais drásticas do globo. Estimativas da ONU apontam que 19 milhões de pessoas necessitam de algum tipo de ajuda humanitária depois de dois anos de guerra entre o grupo extremista Houthi e o governo. Nos primeiros cinco meses de 2016, foram registrados 50 casos de desnutrição por mês no hospital de Al Tawra, na cidade de Hodeidah. Estima-se que, nesse período, uma criança tenha morrido a cada dois dias pela falta de nutrientes. Ao mesmo tempo em que a necessidade pelo atendimento cresce, muitos hospitais foram destruídos por ataques aéreos.

É comum observar crianças e adultos em pele e osso, sem condições de se manter em pé, porque a fome aguda influi diretamente no metabolismo das pessoas. “Conforme a imunidade das pessoas se compromete devido à baixa de nutrientes, o número de infecções aumenta”, diz Javed Baba Ali, médico do MSF. Para reverter esse quadro, o coordenador de desenvolvimento humano e pobreza do Banco Mundial, Pedro Olinto, defende que é necessário não apenas enviar alimentos a essas regiões como também dar à população local condições de comprar de produtores locais. “Quando se envia mantimentos, o preço sobe e os produtores desistem de plantar seus próprios alimentos”, diz. Ainda assim, a ONU tem como meta erradicar a fome até 2030. “A insegurança alimentar condena uma nação a uma situação permanente de atraso”, diz Bojanic.

Pessoas em situação de insegurança alimentar grave

Iêmen: 14,1 milhões
Nigéria: 1,8 milhão
Sudão do Sul: 4,9 milhões
Somália: 2,9 milhões

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VÍTIMAS Na cidade de Nyala, no Sudão do Sul, crianças e mulheres lutam para conseguir pequenas quantidades de arroz e grãos distribuídos por ONGs internacionais

– Parabéns, Família Grendacc

Hoje foi dia de ir para prevenções importantes da Saúde, no Grendacc.

Cada vez que estamos lá, impossível não nos sensibilizarmos com as pessoas que carinhosamente trabalham com o tratamento do câncer. Em especial: os voluntários!

Parabéns, Grendacc! Aqui todo mundo é acima da média em questão de sensibilidade, solidariedade e vida.

– Prefiro o sorriso de Quaden Bayles do que ler as manchetes e sentir um nó na garganta de seu choro.

Rodou o mundo as imagens de sofrimento de Quaden Bayles, um menino de 9 anos que sofre de nanismo.

Quando li a história e a dor dele, confesso: deu um mal estar… imagine o que ele, a vítima de bullying por ser tão pequeno (como fosse culpa dele e como se isso fosse um erro!), não deveria estar sentindo?

Felizmente a história dele tocou muita gente, de anônimos a famosos, confortando-o e o convidando para eventos diversosPrefiro sua foto feliz, na figura abaixo, do que a triste, que o mundo viu!

 

– Parabéns pela sensibilidade do repórter da Globo ajudando o idoso!

Quem disse que não há gente boa no mundo? Viram o profissional Rômulo D’Ávila, que estava ao vivo na Globo, falando sobre as enchentes e que parou sua entrada  no ar para ajudar um velhinho?

Abaixo, extraído de: https://tvefamosos.uol.com.br/noticias/redacao/2020/02/10/reporter-da-globo-e-motoqueiro-ajudam-idoso-durante-alagamento-em-sp.htm

REPÓRTER RÔMULO D’ÁVILA, DA GLOBO, E MOTOQUEIRO AJUDAM IDOSO DURANTE ALAGAMENTO EM SP

O repórter da Globo Rômulo D’Avila e um motoqueiro ajudaram um idoso que ficou preso em um alagamento com seu carro na madrugada de hoje na Marginal Pinheiros, em São Paulo.

Rômulo foi acionado ao vivo durante o programa Hora Um quando, logo no início de sua participação, notou que o senhor precisava de ajuda. Então, ele alertou o apresentador Roberto Kovalick.

“Tem uma pessoa precisando de ajuda aqui, uma pessoa de idade. Vocês podem me chamar daqui a pouquinho?”, disse Rômulo.

Porém, o link teve continuidade e mostrou Rômulo emprestando o guarda-chuva ao senhor, que posteriormente se identificou como Altair de Oliveira.
No momento, um motoqueiro auxiliava nos primeiros cuidados de Altair. Ele contou que ele e um colega perceberam que um senhor estava dentro de um carro parado no alagamento e ajudaram a sair.

Depois de alguns minutos, Rômulo D’Avila voltou com o link ao vivo e conversou com seu Altair, que estava sem telefone celular. Ele conseguiu contato com a família e foi embora de táxi, contando com a ajuda da produção da reportagem da Rede Globo.

“Está tudo bem, ele estava me contando que estava indo para o trabalho, quando estava passando não viu que o ponto estava alagado. Consegui falar com a esposa dele. Um taxista passou e pegou ele aqui”, disse.

Apesar do susto, seu Altair mostrou tranquilidade para falar sobre o ocorrido. “Quando eu vi estava na água, o carro morreu e parou. Os meninos me tiraram. Agora eu vou para casa, para telefonar para o guincho”.

Repórter Rômulo D"Avila ajuda idoso durante alagamento  - Reprodução/TV Globo

– Um doador pouco anônimo! Que tal imitá-lo? Sobre CR7, o jogador de futebol que mais abraça causas sociais no mundo!

Sempre ouço muita gente falando da vaidade do jogador português Cristiano Ronaldo. Sobre ele olhar nos telões frequentemente, de supostamente ser arrogante e outras coisas que aparecem nas revistas de fofoca, incluindo sua sexualidade..

Ok. Faz parte do mundo das celebridades. Eu acho CR7 e Messi os dois grandes nomes do futebol dos últimos 10 anos (e isso logicamente é indiscutível, vide os vencedores da “Bola de Ouro” desta década).

Mas um detalhe bem bacana que extrapola o futebol jogado, a regra aplicada ou as táticas discutidas: Cristiano Ronaldo é embaixador mundial para a causa da Doação de Sangue!

Leia sobre isso, abaixo – e se você que está se sensibilizando, independente de ser torcedor, juiz, jogador ou simplesmente um leitor: IMITE O PORTUGUÊS!

Extraído de: https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2016/02/12/o-lado-heroi-de-cristiano-ronaldo-alem-de-dinheiro-doa-sangue-e-medula.htm#fotoNav=1

O LADO HERÓI DE CRISTIANO RONALDO: ALÉM DE DINHEIRO, DOA SANGUE E MEDULA

Quando não aparece pelos gols, Cristiano Ronaldo costuma ser notícia por seus romances, pelas campanhas publicitárias que protagoniza ou pelas excentricidades típicas de um milionário. Mas o português também tem um lado “herói” que até o impede de fazer tatuagens: a doação de sangue e medula óssea.

Pelas fotos do atacante, é possível notar que ele não tem nenhuma tatuagem aparente. O motivo, segundo os jornais creditam a uma declaração de CR7, é não atrapalhar sua rotina como doador. Os prazos variam para cada país, mas quem faz uma tatuagem geralmente deve esperar entre seis meses e um ano para fazer uma doação.

“Todos podemos fazer a diferença doando sangue. Cada doação pode beneficiar até três pessoas em situação de emergência e ajudar nos tratamentos médicos de longo prazo”, argumenta o atacante, cada vez mais usando sua fama para divulgar campanhas dessa causa.

Além de se dizer doador de sangue frequente, Cristiano Ronaldo também é cadastrado como doador de medula óssea. E sua primeira participação nesse sentido aconteceu em 2011, quando quis ajudar o filho de Carlos Martins, seu ex-companheiro de Sporting e seleção portuguesa.

“Carlos estava conosco na seleção e comentou sobre o problema de seu filho, que precisava de um transplante [de medula]. Os jogadores demonstraram grande solidariedade. Muitos pensam que é algo difícil de fazer, mas é simples e não dói. Podemos ajudar muita gente, principalmente as crianças”, defendeu o português.

Eleito no ano passado na Europa como o jogador de futebol que mais abraça causas sociais, incluindo destinando dinheiro a pessoas e entidades, Cristiano Ronaldo participa de iniciativas para fazer mais gente doar sangue. Ele, por exemplo, é o primeiro embaixador global da “BeThe1Donor” (“seja um doador”, em tradução livre), voltada para incentivar os jovens. Até alguns jogadores do Real Madrid ele já tentou convencer. Tudo graças a esse seu lado “herói”.

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– A Solidariedade às vítimas das Chuvas em Minas Gerais: ajude às verdadeiras entidades!

Há picaretas de todos os lados! Gente mal intencionada que explora a desgraça da vida dos outros. E não pensa duas vezes na hora de aplicar golpes.

O engodo do momento é pedir doações em dinheiro para as vítimas das chuvas, sendo que a pessoa mais simples e que entende estar ajudando, acaba depositando dinheiro em contas bancárias abertas exclusivamente pelos estelionatários.

Cuidado: o verdadeiro canal aberto pelos Bombeiros de Minas Gerais é o da figura abaixo:

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– Ajude o Grendacc de Jundiaí (ou a ONG mais próxima de você)

A imagem diz tudo:

– A Covardia da Distribuição de Remédios Falsos

É para chorar de tanta tristeza. O texto mostra com clareza a maldade humana: sobre a distribuição de remédios falsos aos pobres da África!

Extraído de:

https://www.istoedinheiro.com.br/medicamentos-falsos-um-negocio-rentavel-e-mortal-na-africa/

MEDICAMENTOS FALSOS, UM NEGÓCIO RENTÁVEL E MORTAL NA ÁFRICA

A África se tornou um centro neurálgico para os traficantes de medicamentos, de vacinas a antirretrovirais, um negócio muito lucrativo mas que provoca centenas de milhares de vítimas.

O volume de negócios gerado por produtos médicos falsos é estimado em ao menos 10% ou 15% do mercado farmacêutico mundial. 

Um valor que poderia chegar a 200 bilhões de dólares, segundo dados do Fórum Econômico Mundial (WEF), um número que quase triplicou nos últimos cinco anos.

“Para vender medicamentos falsos é preciso ter clientela. E no continente africano há muito mais doentes pobres que no resto do mundo”, explica à AFP o professor francês Marc Gentilini, especialista em doenças infecciosas e tropicais e ex-presidente da Cruz Vermelha francesa.

Segundo ele, as vacinas que há alguns anos foram distribuídas no Níger para frear uma epidemia de meningite — uma doença que a cada ano mata milhares de pessoas neste país pobre da região do Sahel — eram falsas.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que um de cada dez medicamentos no mundo é falso, um número que pode alcançar sete em cada dez em alguns países, em particular africanos.

O tráfico está às vezes nas mãos de autoridades corruptas da saúde pública, que compram produtos falsos a bons preços na China e Índia, os principais fabricantes, e depois os revendem.

Ao menos 100.000 pessoas morrem a cada ano na África por utilizar medicamentos falsos, segundo a OMS.

Só em 2013, 122.000 crianças de menos de cinco anos morreram nos países da África subsaariana por tomarem medicamentos falsos contra a malária, segundo o American Journal of Tropical Medecine and Hygiene.

“É um crime duplo, de saúde e social, porque matam doentes e doentes pobres”, afirma Gentilini.

– Mais rentáveis que a droga –

Em agosto de 2017, a Interpol anunciou o confisco de 420 toneladas de produtos médicos de contrabando em uma macro-operação em sete países (Benim, Burkina Faso, Costa do Marfim, Mali, Níger, Nigéria e Togo). 

“O negócio da falsificação de medicamentos é o primeiro na lista dos tráficos ilícitos”, explica Geoffroy Bessaud, diretor da coordenação antifalsificação do grupo farmacêutico francês Sanofi. 

Segundo o WEF, este negócio gera mais lucros que o tráfico de maconha.

“Um investimento de mil dólares pode gerar até 500.000 dólares, enquanto o mesmo investimento no tráfico de heroína ou de moedas falsas gera 20.000 dólares”, acrescenta.

– “Temos de tudo!”-

Em maio de 2017, as autoridades da Costa de Marfim incineraram 40 toneladas de medicamentos falsos confiscados em um bairro de Abidjan, onde está instalado o maior mercado de medicamentos ao ar livre do oeste da África, que representa 30% das vendas de medicamentos no país.

Ao entrar no “Roxy”, o apelido deste mercado clandestino, a primeira coisa que se ouve são as vendedoras assegurando que têm “de tudo”.

“Muitas pessoas vêm com suas receitas médicas para comprar aqui, e também os proprietários de clínicas privadas”, explica Fatim, uma vendedora, sentada em frente a uma enorme bacia cheia de produtos farmacêuticos.

Embora se negue a dizer de onde procedem, assegura que as vendedoras têm um “sindicato” e que se reúnem para “regular” o mercado. 

“Os policiais nos incomodam, mas eles mesmos vêm comprar medicamentos”, explica Mariam, outra vendedora.

Na Costa do Marfim, a primeira economia da África francófona, o setor farmacêutico legal sofre a cada ano perdas de entre 40 e 50 bilhões de francos CFA (entre 60 e 76 milhões de euros), segundo dados do Colégio de farmacêuticos do país.

Diferentemente do tráfico de estupefacientes, a falsificação de medicamentos só é considerada um delito contra a propriedade intelectual, de modo que atrai muitos traficantes.

Enquanto grandes grupos, como o Sanofi, lutam contra o fenômeno – 27 laboratórios clandestinos foram desmantelados em 2016 -, os países pobres não têm meios suficientes para isso.

Os governos africanos têm outras muitas preocupações e “não podem pôr agentes alfandegários e policiais para lançar um contra-ataque eficaz”, ressalta Gentilini, chefe de serviço no hospital Pitié Salpêtrière de Paris.

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Caminhão de medicamentos ilegais é descarregado em Abidjan, em 10 de março de 2017 – AFP/Arquivos

– Vamos compartilhar e ajudar Marina Rogério Spironelli, doando sangue e plaquetas?

Eu sou doador regular voluntário de sangue e plaquetas, e por um probleminha específico de saúde, estou barrado para novas doações por algum tempo. E nesta época, por conta do excesso das pessoas nas festas de final de ano, os doadores que poderiam doar diminuem sensivelmente, além do aumento de necessitados.

Ao ler esse pedido de doação publicado no Facebook (abaixo), me senti incapaz e inútil. E sabendo da urgência, vindo de quem é, não tive como me sensibilizar: Marina, a neta do querido Prof Gustavo Caetano Rogério, filha da amiga Rita de Cássia e do Marcos Fábio Spironelli (sobrinha do Marcelo Rogério, tão correto e respeitado) está passando por uma séria enfermidade e precisa de doadores de sangue e plaquetas.

O que posso fazer é pedir para que as pessoas colaborem na doação e repassem o pedido de ajuda. E fica o apelo: quem puder, incentive também a doação de MEDULA ÓSSEA, algo ainda mais difícil. E torçamos / rezemos / oremos por todos que estão nesta situação delicada.

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– Caminhada Alcoólica Beneficente: com que olhos encarar a iniciativa?

Recebo uma mensagem sobre a organização de um evento chamado “Caminhada Alcoologica de Belo Horizonte”, brincado com as palavras “alcoólica e ecológica”. E não é o primeiro evento que lá acontece!

O roteio dessa caminhada é por bares tradicionais da cidade (com muita cerveja) e também com discussões de causas ecológicas! E quem bolou a brincadeira, foi perspicaz: os participantes devem doar 1 litro de leite para ser revertido às instituições de caridade.

Há criatividade para tudo. Mas como você encara isso: apologia ao alcoolismo ou solidariedade à ecologia e ao aleitamento?

Achei a ideia é irreverente, não tenhamos dúvidas!

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– Santo Alberto Magno e a Reflexão Dominicana.

Hoje a Igreja Católica celebra a memória de um santo que tinha propósito aos quais todos nós deveríamos ter atualmente: o da doçura e amabilidade aos desígnios do Pai!

Da ordem Dominicana, estudou Ciências Naturais, Mecânica, Engenharia, Meteorologia e Agricultura. Como professor, lecionava com o objetivo de compartilhar tudo o que sabia, a fim de que o próximo – que na maioria da vezes era seu próprio aluno – aprendesse coisas de assuntos diversos e as usasse de maneira cristã.

Devoto da Virgem Maria, pregava que o coração de cada um deveria estar aberto à vontade de Deus, assim como Nossa Senhora agiu em vida – sempre solícita aos desejos divinos.

É dele a frase:

Minha intenção é única: a de disseminar a Ciência de Deus!

Santo Alberto Magno nasceu na Alemanha, estudou em Padova (Itália) e Paris (França); foi bispo da Diocese de Ratisbona, marcada por guerras e disputas paroquiais. Lá, pacificou as comunidades com sua sabedoria e mansidão.

Fica a reflexão: deixamo-nos permanecer com o coração aberto para que saibamos qual a vontade do Senhor em nossa vida e assim possamos, a exemplo de Alberto Magno, partilhar conhecimento e caridade?

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Foto-arte extraída de: https://www.acidigital.com/noticias/hoje-e-celebrado-santo-alberto-magno-o-grande-doutor-por-um-acordo-com-a-virgem-66711

– A indústria que aproveita dos pedintes!

Vamos falar de um tema espinhoso: a indústria de aproveitadores da mendicância e os mendigos de verdade!

Será que, quando alguém nos pede, o pedinte é um verdadeiro necessitado ou um empregado de pessoas que o exploram?

Aliás, como ajudar de verdade esses mais pobres? O que o Estado pode fazer para ajudar (se é que pode ajudar em todos os casos)?

Assisti a uma entrevista de Yago Martins, que passou 1 ano fingindo ser andarilho para escrever um livro: “A máfia dos Mendigos”. E ele disserta as coisas curiosas (como aluguel de crianças para esmolarem), as barbaridades e as necessidades dos moradores de rua. Muito interessante!

Depois de assistí-la, você ficará na dúvida: se precisamos individualizar o tratamento para o auxílio mais eficaz e preciso, como descobrir quem é necessitado ou não?

O vídeo em: https://youtu.be/VgHh9-EpOn8 (aos 27 minutos o início da entrevista)

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– Arquitetura de Periferia: uma excelente iniciativa!

Li e me sensibilizei: um projeto social voltado às mulheres pobres, ajudando-as na capacitação de reforma de suas casas.

Chamado de “Arquitetura de Periferia“, conheci através da postagem abaixo:

Projeto capacita mulheres de baixa renda em serviços de construção para promover autonomia,

— Ler em: vivimetaliun.wordpress.com/2019/10/04/projeto-capacita-mulheres-de-baixa-renda-em-servicos-de-construcao-para-promover-autonomia/

Para saber mais, acesse o link: https://abraceobrasil.org/pt-br/projetos/arquiteturanaperiferia/

Ou assista em:
https://youtu.be/IKVV8zv5wWk

– Miséria, Indignidade e Solidariedade

O que pensar sobre o tema: 1/5 do planeta passa fome; só no Brasil, cerca de 11 milhões de pessoas vivem com R$ 70,00 por mês.

Viver sem dignidade é um dos grandes males da sociedade do Século XXI. E entenda-se por indignidade o desrespeito a vida humana, preconceito, incompreensão do próximo, e, principalmente, a miséria. Dela, outros males surgem.

Compartilho texto da Arquidioceses de Porto Velho, publicado há 2 anos, mas extremamente atual, que fala sobre os males e a necessidade de ações para mudar o quadro.

Extraído dehttp://is.gd/qOrkCo

A SOLIDARIEDADE QUE SE MULTIPLICA

Um quinto da humanidade passa fome (mais de um bilhão de pessoas) e não tem perspectivas de um futuro mais digno. Na América Latina, em uma população de 565 milhões, são mais de 209 milhões de pessoas vivem abaixo da linha da pobreza. Em nível mundial, 29 países apresentam níveis alarmantes de fome, de acordo com relatórios sobre a situação.

Muitas pessoas sofrem por não terem o que comer, onde morar, água potável, saneamento básico, atendimento à saúde, educação, transporte, emprego etc. Todos esses elementos fazem parte das necessidades básicas para uma vida com o mínimo de dignidade. A ausência deles fere a vida humana. Geralmente, quando há a situação de pobreza, todas essas carências aparecem interligadas.

Pe. Alexandre A. Martins, camiliano, afirma que nesse contexto, a pobreza é a grande responsável pelo sofrimento de uma imensidão de pessoas dos nossos povos. Se por um lado a pobreza é a causa da vida indigna, por outro ela já é a consequência da injustiça, da exploração e da desigualdade existente no nosso continente. Uma vez na pobreza, as pessoas ficam em uma situação de fragilidade e vulnerabilidade, entregues à própria sorte.

A Liturgia dessa semana evidencia que multiplicar cinco pães e dois peixes, mais do que um ato mágico, é sinal de que, onde há partilha ninguém passa necessidade (Mt 14, 13-21).

Jesus, fiel à missão de servir ao seu povo, reúne e alimenta as multidões sofredoras, realizando os sinais de um novo modo de vida e de anúncio do Reino. A Eucaristia é o sacramento-memória dessa presença de Jesus, lembrando continuamente qual é a missão a que nós, cristãos, fomos chamados.

A multiplicação dos pães quer nos ensinar que, se partilharmos, ninguém mais vai ter necessidade. Nisso reside o milagre. A comunidade é chamada a não ficar parada, mas ir além. Deus não quer a pobreza, mas a igualdade social (Frei Jacir F.Farias).

Os dados fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a partir da linha de extrema pobreza definida pelo governo federal serviram como parâmetro para a elaboração das políticas sociais, como os planos sociais lançados pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Cerca de 16,2 milhões de brasileiros são extremamente pobres, o equivalente a 8,5% da população. Para levantar o número de brasileiros em extrema pobreza, o IBGE levou em consideração, além do rendimento, outras condições como o acesso à rede de esgoto e água e energia elétrica. O IBGE também avaliou se os integrantes da família são analfabetos ou idosos. Dos 16,2 milhões em extrema pobreza, 4,8 milhões não tem nenhuma renda e 11,4 milhões tem rendimento per capita de 1 a 70 reais.

As entidades que formam o Mutirão Nacional para a superação da miséria e da fome, dentre elas a Cáritas Brasileira, Comissão Brasileira de Justiça e Paz, Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil, Pastoral da Criança, Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil, Pastorais Sociais da CNBB, CRB, CERIS e CESE,  FASE, IBASE e outras, ao manifestar a sua posição visando à superação da Miséria e da Fome no Brasil e ao reafirmar o Direito Humano à Alimentação e à Nutrição, na sua universalidade e indivisibilidade, declararam que a fome e a miséria são manifestações e parte integrante de um modelo de desenvolvimento que reproduz e se sustenta das desigualdades econômicas e sociais que flagelam o nosso povo. Este modelo vem utilizando de forma predatória os nossos recursos naturais e humanos, colocando em risco nossa soberania alimentar. Este processo faz parte de uma estratégia de inserção do Brasil de forma submissa ao mundo globalizado.

Não acreditamos no mercado como a via capaz de promover a segurança alimentar e nutricional, no contexto de uma sociedade justa e eqüitativa. Este modelo está esgotado, seja do ponto de vista ambiental e econômico, como do ponto de vista ético e social. Sua manutenção irá apenas aprofundar o quadro de crise e exclusão social que vivemos.

O êxodo rural e o inchaço das cidades, sem infraestrutura urbana adequada, associada à inexistência de oportunidades de inserção no mundo do trabalho, vem servindo de combustível para verdadeira explosão de conflitos e violência, tanto na área urbana como na área rural. A banalização da violência e a naturalização das desigualdades sociais e econômicas levam à falta de mobilização da sociedade por seus direitos, por um lado, e por outro, ao desenvolvimento de políticas públicas de caráter fragmentado e compensatório, que não enfrentam o problema na sua essência, gerando no campo e na cidade ações repressivas e de criminalização dos movimentos sociais.

A sociedade brasileira precisa responder aos graves desafios que se colocam à sua existência civilizada a partir de critérios éticos que reponham a precedência do bem comum e do interesse público sobre o interesse privado; da defesa da vida sobre os interesses individuais; da prioridade dos direitos humanos sociais sobre os contratos privados e acordos comerciais internacionais; da ética pública sobre o individualismo, o clientelismo e o corporativismo. O direito humano à vida assume na presente situação histórica a clara prioridade de propiciar acesso a bens essenciais hoje negados à maioria da população, como: o alimento, o teto, a terra, a água, o trabalho, a informação, a saúde e a participação política. Estes bens ou energias vitais estão hoje bloqueados, ou fortemente mitigados, ao acesso das populações mais pobres, reproduzindo, por esta via, o caldo de cultura da miséria social e da violência.

A construção de uma civilização brasileira solidária passa pelo resgate do acesso a estes bens públicos e sociais, mediante o qual se inaugurará uma nova cultura de paz e não de exclusiva repressão da violência. Um dos caminhos a percorrer para esta civilização solidária requer a reafirmação universal de todos os direitos humanos, econômicos, sociais, culturais e ambientais expressos na Constituição Brasileira. O compromisso público com a afirmação dos direitos humanos sociais requer prioridades políticas incontestáveis na construção de um modelo de desenvolvimento. Isto vai muito além da retórica. Requer políticas públicas com controle público, nas esferas: federal, estadual, municipal, recursos orçamentários para suprir as dívidas sociais, com correspondentes obrigações sociais claramente identificadas, e instrumentos públicos de garantia de direito, e de petição e reclamo. Requer participação na elaboração, gestão e monitoramento destas políticas. E, finalmente, um reordenamento geral do sistema econômico que passaria a investir pesadamente nos bens sociais escassos.
O Direito Humano à Alimentação e Nutrição, no conjunto de direitos sociais que a Constituição reconhece passaria a cumprir um papel chave na nossa política de Segurança Alimentar e Nutricional sustentável. Neste contexto, há que reconhecer não apenas problemas, mas valores e saberes das comunidades, respeitando seus hábitos e estratégias de alimentação e nutrição.
Por outro lado, constata-se a real capacidade instalada de produção de alimentos capaz de atender às necessidades brasileiras, se for reorientada e controlada por um Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional sustentado por uma legislação apropriada (Lei Orgânica).

O Mutirão Nacional para a superação da miséria e da fome destaca na prioridade do direito humano à alimentação, dentre as situações de máxima vulnerabilidade, aquela que afeta as crianças, desde a fase da concepção até a vida adulta, e suas mães.

Destaca dentre as suas iniciativas e mobilizações, resgatar os Direitos Sociais e o Direito Humano à alimentação no contexto da força e da legitimidade da Constituição em sua priorização do combate à miséria e à fome enquanto eixo do Desenvolvimento Humano, por meio de uma Política Social abrangente, integrada à Política Econômica; lutar pela Reforma Agrária ampla e irrestrita; fortalecer a agricultura familiar sustentável, recuperando os hábitos e práticas alimentares que garantam uma nutrição saudável às próprias famílias e para a população do país; investir na agroecologia no âmbito rural e urbano.

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– Pastoral da Sobriedade

Vejam que importante: achei esse folheto em meio a um livro, e, pelo assunto, acho extremamente importante divulgar: a PASTORAL DA SOBRIEDADE, que atende às pessoas que se deixaram tomar pelos vícios.

Estar sóbrio, nos dias de hoje, é algo difícil por natureza. Ainda mais com tanta porcaria sendo ofertada à sociedade.

Se você conhece pessoas que precisam dessa ajuda, informe-as! Abaixo:

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– A louvável iniciativa do Barco Hospital “Papa Francisco”

Que bacana! Em tempos tão tristes para a Floresta Amazônica, uma ação solidária precisa ser aplaudida: um barco-hospital para atender os pobres!

Abaixo (foi há quase 1 mês, mas pouco divulgado), extraído de: https://g1.globo.com/sp/sao-jose-do-rio-preto-aracatuba/noticia/2019/08/19/papa-francisco-comemora-inauguracao-de-barco-hospital-que-atendera-comunidades-na-regiao-amazonica.ghtml

PAPA FRANCISCO COMEMORA INAUGURAÇÃO DE BARCO HOSPITAL QUE ATENDERÁ COMUNIDADES NA REGIÃO AMAZÔNICA

Associação Lar São Francisco na Providência de Deus, em Jaci (SP), foi a idealizadora do projeto e responsável pela construção do barco. Ele deverá percorrer comunidades para levar serviços de saúde.

O Papa Francisco usou as redes sociais nesta segunda-feira (19) para comemorar a inauguração do Barco Hospital Papa Francisco, que foi construído pela Associação Lar São Francisco na Providência de Deus de Jaci, interior de SP, para atender comunidades ribeirinhas na região amazônica.

“É com grande satisfação que me uno a vocês neste momento de alegria e ação de graças a Deus pela inauguração do Barco Hospital Papa Francisco que levará a Palavra de Deus e oferecerá acesso a uma saúde melhor para as populações mais carentes, sobretudo os povos indígenas e ribeirinhos, que vivem ao longo de uma extensão de 1.000 quilômetros do Rio Amazonas”, escreveu o pontífice.

A ideia do projeto, que surgiu do presidente da associação, Frei Francisco Belotti, atendeu a um pedido do Papa Francisco, feito durante a última visita dele ao Brasil durante a Jornada Mundial da Juventude, em 2013. Em novembro de 2018, o frei visitou o Papa Francisco para entregar o convite da inauguração. 

“Na jornada tivemos a honra de receber o Papa no nosso hospital São Francisco no Rio. Ele me perguntou se estávamos no Amazonas, e eu disse que não. Ele disse ‘então devem ir’”, contou o frei na época.

A inauguração oficial do projeto foi realizada no sábado (17), em Belém. Durante toda a tarde, o barco esteve ancorado aberto à visitação. A cerimônia contou com autoridades e recebeu a benção de um arcebispo de Belém.

Antes de chegar ao local, o barco já tinha passado por Santarém, no Pará, e também pelos municípios de Óbidos e Jurutí.

A embarcação batizada de “Papa Francisco”, tem 32 metros de comprimento e conta diversos centros médicos especializados. Ao todo, mais de cinco mil comunidades ribeirinhas devem ser visitadas a partir de setembro.

O barco hospital vai disponibilizar consultas médicas especializadas, atendimentos odontológicos, radiografias, mamografias, ultrassonografias, ecocardiogramas, testes ergométricos, exames laboratoriais, dispensação de medicamentos e vacinação.

Dez tripulantes e vinte voluntários sairão nas expedições que durarão dez dias. Depois, eles retornarão para a base que ficará na cidade de Óbidos, no Pará.

O projeto custou cerca de R$ 25 milhões. Além da ajuda de voluntários e colaboradores, os recursos vieram do Ministério Público do Trabalho, que repassou parte de uma milionária indenização trabalhista. (…)

“Uma saudação de coração a todos habitantes da Amazônia, um carinho muito grande por quem cuida da terra, ama a terra, ama a natureza e ama a Deus. Sigam adiante. Uma saudação aos que trabalham no barco-hospital, que vai fazer tanto bem nesses mil quilômetros ao povo. Rezo por vocês e vocês rezem por mim. Que o senhor os abençoe”, disse o papa.O barco vai levar o nome do Papa Francisco e vai começar a funcionar em fevereiro de 2019 no Rio Amazonas. A intenção do frei Francisco é que atenda mil comunidades ribeirinhas em 12 cidades do baixo Amazonas no Pará.

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– Ser voluntário é muito bom: o violinista anônimo.

Infelizmente não sei o nome desse moço (vídeo abaixo). Mas hoje o flagrei tocando violino no Grendacc, o hospital do câncer infantil de Jundiaí, deixando as crianças ”hipnotizadas”.

Que Deus o abençoe e suscite outras pessoas de boa vontade como ele, praticando o voluntariado anonimamente, sem nada querer em troca!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=NclZuPWalKI

– Mundo ensandecido, parte 1: Doar sangue por meio ingresso do Cinema?

Parece piada de mau gosto, mas o Senado aprovou a discussão: a cada 3 doações de sangue no ano, você poderá pagar uma meia entrada no cinema!

É sério?

Doar sangue é ato de cidadania, deve ser ensinada tal prática nas escolas, pois é civilidade! “Comprar” a doação com esse “incentivo” (aliás, quem pagará esse subsídio, o dinheiro dos nossos impostos?) é ridículo. A propósito, hoje há tantos programas de pontos, rewards, milhas, etc, que qualquer um consegue pagar meia no cinema”!

O mundo está de pernas para o alto. A que ponto chegamos. Daqui a pouco, ofereceremos chicletes a quem usar a palavra “por favor” por 15 vezes na semana e pipoca para quem disser “obrigado” por 30 dias consecutivos.

Quando fazer o bem for algo natural e não uma atitude que precisa de incentivo, talvez as coisas estejam em seu lugar.

– Doar é ajudar! Já fez sua Doação de Sangue?

Como de costume, fazendo minha doação voluntária de sangue. Na verdade, hoje doando plaquetas.

Ajude com seus hemoderivados. Nada substitui o sangue e seus componentes; assim, ajudar o próximo sendo solidário e doar a quem você nem conhece é um ato de cidadania.

Em especial, nessa época de feriado, os bancos de sangue estão carentes de ajuda. Aproveite e colabore com uma doação!

Eu, que sou medroso, doo sem problemas…

– Responsabilidade Social: o Circo Tihany no Grendacc

Só podemos aplaudir e desejar que outros artistas de todas as áreas façam o mesmo: visitar crianças enfermas (mas idosos e desenganados também)!

Que maravilha essa foto (extraída do Tribuna de Jundiaí): o circo Tihany, que está em nossa cidade, foi fazer a alegria das crianças atendidas pelo Grendacc (para quem não o conhece, é o Hospital Oncológico Infantil referência em Jundiaí, sustentado por voluntários e pessoas de boa vontade).

Possam muitos outros o imitar!

Aqui:

– Doar Sangue pode valer passeio de trem!

Veja só que atitude simpática: quem doar sangue pode passear no prazerosíssimo trem turístico que liga Campinas a Jaguariúna (a Maria Fumaça bem conhecida na região).

Entretenimento com solidariedade promovem essas coisas boas!

Abaixo, extraído de: https://sobretrilhos.blogfolha.uol.com.br/2019/06/03/doacao-de-sangue-vira-bilhete-para-viagem-de-trem-no-interior-de-sp/

DOAÇÃO DE SANGUE VIRA BILHETE PARA PASSEAR DE TREM NO INTERIOR DE SP

por Marcelo Toledo

A queda nos estoques de sangue dos hemocentros no inverno motivou o surgimento de uma campanha no interior paulista que dará um ingresso para viajar na Via Férrea Campinas-Jaguariúna a quem comprovar ser um doador.

A ABPF (Associação Brasileira de Preservação Ferroviária) opera na linha ferroviária um trem turístico entre as duas cidades, a um custo de pelo menos R$ 120 (inteira) por passageiro. Apresentando um comprovante de que doou sangue nos últimos 30 dias, o doador receberá um bilhete para fazer o roteiro de graça.

A iniciativa foi tomada, segundo Mauricio Polli, membro da ABPF, para contribuir com o aumento dos estoques dos bancos de sangue e vale para doação em qualquer hemocentro.

Os bilhetes valem para o passeio aos sábados, às 15h (meio percurso, com destino à estação Tanquinho, a segunda no trajeto entre as cidades), ou aos domingos, às 14h30 (percurso completo, de Campinas a Jaguariúna).

O trajeto encurtado é feito em uma hora e meia (ida e volta), enquanto o completo dura três horas e meia.

“Se a pessoa doou nos últimos 30 dias, pode ser de qualquer cidade [que vai receber o bilhete], a ideia é incentivar a doação e, ao mesmo tempo, atrair mais público para conhecer o passeio e as estações”, afirmou Polli.

Em 14 de junho é celebrado o dia mundial do doador de sangue. O inverno é o período do ano com o menor número de doações. Além do frio intenso em algumas datas, gripes e resfriados afastam os doadores dos hemocentros.

Fenômeno inverno, mas com resultado também ruim, ocorre no verão, quando o calor é muito forte, algumas pessoas sofrem desidratação e é um período de férias escolares. A estação com mais doações tradicionalmente é a primavera.

A troca dos comprovantes pelos ingressos é feita na própria bilheteria da estação Anhumas, em Campinas, de onde partem semanalmente os trens.

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Estação Carlos Gomes (Folha Express)

– Vamos colaborar com a doação de Medula Óssea?

O Grendacc estará sediando uma campanha incontestavelmente solidária e humana: a de captação de doadores de medula óssea!

Como não se sensibilizar? Participe!

Abaixo as informações

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– Que tal ajudar?

Se temos saúde e disposição, por quê não?

Hoje é dia de ser solidário: doe sangue e hemoderivados. Eu estou fazendo a minha doação de plaquetas! E a sensação é ótima…

Ajude. Faz bem para o próximo e para você.

– A nobre atitude do Goleiro do Peñarol com o torcedor adversário Down!

É mais do que futebol: viram a história de Dawson e Down, com participação do árbitro que entrou na brincadeira?

Conheça tal belo acontecimento:

Extraído de: https://esporte.ig.com.br/futebol/internacional/2019-04-15/goleiro-do-pearol-leva-gol-de-penalti-de-torcedor-com-sindrome-de-down.html

GOLEIRO DO PEÑAROL REALIZA SONHO DE TORCEDOR COM SÍNDROME DE DOWN

No último sábado, o futebol proporcionou um belo jogo para os torcedores que acompanhavam a partida entre Plaza Colonia e Peñarol, pelo Campeonato Uruguaio. Durante o tempo regulamentar, o jogo transcorreu de forma normal, e o Peñarol venceu a partida por 1 a 0, com gol marcado no primeiro tempo.  Porém, após o jogo, o goleiro da equipe visitante realizou um gesto nobre.

Atendendo a um pedido de um jovem torcedor do Plaza, equipe da casa, o goleiro Dawson participou de uma mini-disputa de pênaltis. O jovem, que era portador da Síndrome de Down arrumou a bola no gramado e pediu para o arqueiro do Peñarol  ir para o gol. O árbitro da partida também entrou na brincadeira e se posicionou para autorizar a cobrança.

Após todos os preparativos, o árbitro autorizou a cobrança e o jovem bateu colocado. Para delírio do jovem, Dawson deixou a bola passar e o gol foi marcado. O torcedor foi comemorar com a torcida do Plaza, clube para o qual torce. Confira a cobrança no vídeo abaixo: 

Após o gol, o jovem foi comemorar com o goleiro e com os demais jogadores. Em suas redes sociais, o Penãrol publicou uma foto de Dawson abraçado com o torcedor com a legenda em espanhol “simplesmente futebol”. No próximo dia 8, o clube uruguaio enfrentará o Flamengo pela última rodada da fase de grupos da Libertadores.

Goleiro do Peñarol abraça torcedor que fez gol de pênalti
Reprodução/Facebook – Goleiro do Peñarol levou gol de torcedor mirim do time rival que sofre com Síndrome de Down

– ReforAmar: a moça que criou um projeto de Reformas com Amor!

Admiro pessoas que sabem fazer de tudo para mudar o mundo para melhor!

Quer conhecer um caso assim?

Conheça Fernanda, que sentiu na pele a dor da pobreza e dificuldades na vida. Hoje, luta por quem precisa!

Extraído de: https://g1.globo.com/olha-que-legal/noticia/2019/04/07/a-menina-que-cresceu-sonhando-com-um-lar-sem-goteiras-e-hoje-transforma-casas-de-graca.ghtml

A MENINA QUE CRESCEU SONHANDO COM UM LAR SEM GOTEIRAS E HOJE ‘TRANSFORMA CASAS’ DE GRAÇA

Fernanda Silmara Silva dos Santos se inspirou em dificuldades enfrentadas na infância, na casa de taipa e cheia de goteiras onde vivia, em Natal, para começar ação que envolve hoje 70 voluntários.

Fernanda ainda era criança quando olhava para o teto e pensava: “Sinto raiva da chuva”.

Ela morava com os pais e os cinco irmãos em uma casa “bem pequena, de taipa e tijolos brancos” em Natal, no Rio Grande do Norte, onde tinham sala, cozinha, dois quartos e um banheiro nos fundos do quintal – com um monte de goteiras.

Quando chovia, uma caixa de fogão transformada em guarda-roupa, a cama e o chão sempre ficavam encharcados. O “reboco antigo”, de barro, também infiltrava e o cheiro que ficava no ar – para “vergonha” da menina – foi chamado de ruim por um amigo da escola.

“O que eu pensava era que quando crescesse ia querer uma casa que não tivesse goteiras”, diz. “Era com isso que eu sonhava.”

Hoje técnica em controle ambiental, tecnóloga em construção de edifícios e prestes a se formar em Engenharia Civil, ela lembra da história para explicar por que, aos 21 anos, decidiu criar um projeto voluntário para reformar casas, sem cobrar nada.

O projeto nasceu em julho de 2018 e recebeu o nome de ReforAmar – uma “junção de reforma com amor” que idealizou influenciada pela própria história vida e com o qual pretende “mudar o que mais incomoda” a pessoas de baixa renda, asilos e, futuramente, também a abrigos de crianças. “A Fernanda criança ia querer que trocassem o telhado, para não cair mais chuva dentro de casa, mas para outras pessoas pode haver outras prioridades”, diz. E isso vai desde paredes pintadas até obras maiores.

A ação atendeu até agora cinco casas e um asilo em Natal. O número de voluntários passou de cinco para 70 em menos de um ano, e cinco novas obras são previstas até dezembro. É um alcance que Fernanda espera aumentar. “A intenção é chegar a outras cidades e quem sabe crescer a ponto de também poder contratar pessoas. Mas tudo com os pés no chão”.

INSPIRAÇÃO PARA COMEÇAR

O desejo de mudança que a menina alimentava para as próprias condições de moradia foi a maior inspiração para o projeto e para o caminho profissional que decidiu trilhar.

Filha de uma empregada doméstica e de um ex-padeiro, ela cresceu assistindo ao pai e posteriormente ao padastro derrubando e construindo paredes – “por partes e aos poucos”, para melhorar a casa.

Já aos 18 anos e morando sozinha em um “quartinho” no imóvel, após o restante da família se mudar, um tio aposentado se ofereceu para ajudá-la em uma possível reforma.

Ele trabalharia de graça. Só precisaria do material para a obra.

“Queria que as pessoas tivessem uma transformação de vida como eu tive vendo o meu tio Erivan construindo uma casa nova para mim”, diz Fernanda. “E isso não é uma questão só de autoestima para elas. É uma questão de saúde. Tem muita gente vivendo em lugares insalubres”.

Um outro trabalho voluntário que ela desenvolveu dos 15 aos 17 anos com amigos – e que só parou porque teria menos disponibilidade com a universidade – também serviu de ingrediente nessa história.

O projeto funcionava aos sábados, quando eles atravessavam a cidade com nariz de palhaço, tiaras, chapéus, tinta e maquiagem dentro da bolsa.

O grupo pintava o rosto e se vestia em banheiros de hospitais, para fazer mágica, teatro e brincar com as crianças internadas. Fernanda começou a fazer vendo outras pessoas que conhecia em ações semelhantes.

“Isso desperta a solidariedade nas pessoas e se multiplica”, acredita ela.

“E a gente saía mais feliz e mais grato de lá. A gente ganhava coisas muito mais importantes do que dinheiro. Era abraço, sorriso, as crianças pedindo para a gente ficar mais. Acredito que fazendo isso o universo nos manda coisas boas”.

No projeto voltado a reformas, além de gratidão ela diz receber um extra: é “experiência profissional e social” para ela e os outros voluntários.

O grupo é formado por estudantes de diversas áreas, mas principalmente da construção civil, e inclui engenheiros e arquitetos já formados e pós-graduados.

“Eu chamei meus amigos para participar e eles adoraram a ideia”.

Fotos e vídeos postados no Instagram mostram o grupo limpando fachadas, lixando e pintando paredes – ou com as mãos literalmente na massa.

Na primeira ação, eram apenas Fernanda e quatro amigos. Andando pelas ruas do Alecrim, o bairro de comércio popular onde ela cresceu em Natal, eles encontraram a casa onde poderiam começar.

Dentro do imóvel estavam uma artesã e o marido, na época desempregado – “desconfiados” ao ouvirem a “boa ação” batendo na porta.

“Eles não quiseram abrir e nós tivemos que pedir os contatos deles a uma vizinha para ligar e explicar a história”.

A história que ouviram de volta foi de que Leila, a dona, “sempre teve vergonha da frente da casa e nunca teve condições de pintar”. “O dinheiro que recebia era só para remédios e comida”.

Os voluntários dividiram então o custo que teriam, um total de R$ 200 que tiraram dos próprios bolsos, para comprar os primeiros pincéis, tintas e materiais como selador, uma espécie de base para deixar a parede em melhores condições de pintura.

Foi daí que vieram as primeiras imagens de “antes e depois” que postaram nas redes sociais e o incentivo para que o projeto começasse a deslanchar.

“Algumas casas nós encontramos buscando pelas ruas, mas também deixamos um link no Instagram para as pessoas mandarem fotos e histórias”, diz Fernanda.

“Com essas indicações, nós vamos conversar com as pessoas, perguntamos o que as incomoda, avaliamos a estrutura, fazemos medições, uma maquete eletrônica de como vai ficar e o orçamento. Daí postamos tudo no Instagram com fotos e a lista de o que vamos precisar. Arrecadamos sacos de cimento, tinta, outros produtos e dinheiro com essa divulgação na rede. E então quando estamos com o material vamos lá fazer, sem cobrar nada”.

Entre os contemplados está Bruna, que precisou deixar a faculdade para cuidar da mãe, vítima de AVC, e das duas filhas pequenas.

Em um vídeo divulgado na rede social, Bruna diz que a reforma era “um sonho” – e a casa amarela e de paredes descascadas onde morava com a família aparece em fotos, vídeos e stories com reboco novo e, agora, pintada de azul.

Sala, janelas e porta também foram renovados e a frente ganhou um pequeno jardim vertical, feito com estrados de madeira reciclados e a ajuda das crianças.

Em meio aos 70 voluntários, há quem doe mão de obra, materiais de construção e dinheiro.

Uma empresa de materiais elétricos recentemente aderiu à causa.

O grupo precisou ainda do reforço de pedreiros e para encontrar ao menos um que se engajasse na ação teve de buscá-los em uma página de classificados online, e adicionar vários para conversar. Foi aí que acharam Jacson.

Outros profissionais, como o grafiteiro Paulo, também se juntaram à empreitada.

Nesse caso específico, ele ajudou a dar vida à fachada de um asilo que abriga aproximadamente 50 idosos.

“Eles tinham um muro branco na frente, antigo, sujo, e uma placa pequena com o nome Lar da Vovozinha. O lugar passava despercebido”, diz Fernanda, e foi isso o que os voluntários mudaram a muitas mãos e com esse reforço no final do ano passado.

Em 2019, quando já voltaram a entrar em campo, eles fizeram a fachada, a sala e a cozinha de um homem de 96 anos que, segundo descrevem, toma conta de duas filhas”.

“Foi a ação que fizemos em fevereiro. Inicialmente faríamos a sala e a fachada, mas acabamos arrecadando mais do que precisávamos e compramos um armário para eles, porque o que tinham estava caindo. Também pintamos a cozinha”, diz Fernanda.

A próxima reforma, segundo os planos que anuncia, será realizada no final de abril.

“Será o nosso maior passo”, descreve a idealizadora. “Estamos fazendo o planejamento, as propostas e esperamos fazer a obra em três finais de semana. Queremos fazer a casa completa, derrubar a fachada e o banheiro, trocar o telhado e a instalação elétrica”.

Por trás das paredes, desta vez, está o que chama de “indicação de coração”.

É um amigo que conheceu aos 15 anos e que junto com ela se vestia de palhaço para alegrar crianças nos hospitais. “Desde que eu criei o projeto pensava em reformar a casa dele”, diz Fernanda.

“Ele trabalha como vendedor ambulante e o irmão entrega panfletos para lojas. É a pessoa mais humilde que eu conheço, não por questões financeiras, mas porque eu sei que mesmo também precisando dessa ajuda ele ajuda ao próximo”.

Fernanda diz que o projeto que criou “não tem data para acabar”.

Além de literalmente por a mão na massa como voluntária e de estudar, ela trabalha ajudando a contratar pessoal para obras e também na área de eventos, como operadora de caixa e servindo ao público.

Com o diploma de engenheira em mãos, sua expectativa é se especializar em perícia e patologia de edificações, assim como na área de gestão de projetos. No futuro, pretende abrir a própria empresa e continuar a ação voluntária.

A menina tem hoje 22 anos e vive na mesma casa que já foi de taipa. Hoje, não vê mais goteiras nem sente o cheiro que lhe envergonhou um dia – graças à reforma que o tio, um ex-funcionário de supermercado, fez com as próprias mãos, tendo ela e o irmão como ajudantes. A chuva, quando chega, é agora bem-vinda: “É bom demais ficar em casa com uma chuvinha tirando o calor de Natal”.

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Fernanda pintava o rosto, usava tiaras e nariz de palhaço para animar crianças em hospitais de Natal: “Saía feliz” — Foto: Arquivo pessoal/BBC