– A Ótima tirada em prol da Doação de Órgãos

Há 8 anos…

Uma tirada sensacional: o excêntrico Chiquinho Scarpa abriu uma cova na sua mansão e anunciou: “vou enterrar minha Bentley de mais de R$ 1 milhão, pois é um bem valioso que gosto muito”. E postou a foto na Internet!

Muitas pessoas criticaram, esbravejaram, reclamaram que era esbanjar dinheiro num país pobre. E não é que não passou de uma brincadeira positiva?

Chiquinho chamou a imprensa e disse: “a Bentley eu enterro, mas meus órgãos, que são mais valiosos que qualquer coisa, não”. E assim divulgou a Semana de Doação de Órgãos!

Em tempo: não enterrou a Bentley… ele é excêntrico, mas não louco!

Extraído de: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/09/chiquinho-scarpa-coloca-bentley-na-cova-para-lembrar-doacao-de-orgaos.html

CHIQUINHO SCARPA COLOCA BENTLEY NA COVA PARA LEMBRAR DOAÇÃO DE ÓRGÃOS

Cova foi aberta no quintal da mansão do empresário, nos Jardins, em SP.
Campanha diz que órgãos são mais valiosos que Bentley de R$ 1 milhão.

O empresário Chiquinho Scarpa anunciou nesta sexta-feira (20) que a promessa de enterrar seu Bentley Continental se tratava de uma estratégia para divulgar a doação de órgãos. O enterro do carro de luxo estava prometido desde segunda-feira (16) pelo conde através do seu perfil no Facebook.

Nesta manhã, Scarpa colocou o carro dentro da cova aberta no jardim da mansão e anunciou o lançamento da Semana Nacional de Doação de Órgãos, de 23 a 29 de setembro. A campanha tem como slogan: “Absurdo é enterrar algo muito mais valioso do que um Bentley: seus órgãos”.

“Eu fui julgado por querer enterrar uma Bentley, mas a verdade é que a grande maioria das pessoas enterra coisas muito mais valiosas que meu carro. Elas enterram corações, rins, fígados, pulmões, olhos. Isso sim que é um absurdo. Com tanta gente esperando por um transplante, você ser enterrado com seus órgãos saudáveis que poderiam salvar a vida de várias pessoas, é o mais desperdício do mundo. O meu Bentley não vale nada perto disso. Nenhuma riqueza, por maior que seja, é mais valiosa que um único órgão, porque nada é mais valioso do que uma vida”, anunciou Scarpa.

Coroas de flores foram colocadas em volta da “sepultura”. Pouco depois das 11h, Chiquinho Scarpa saiu da casa, foi até o quintal e assistiu a colocação do Bentley dentro da cova – ele chegou a limpar os olhos com um lenço. Antes que a primeira pá de terra fosse lançada, convidou os jornalistas para dentro da mansão, onde anunciou a campanha pela doação de órgãos e informou que seu carro não seria enterrado.

“Eu não sou louco: eu não vou enterrar minha Bentley. Eu fiz tudo isso para conscientizar as pessoas de um problema grave, que é a doação de órgãos no Brasil”, disse o conde.

“A Semana Nacional de Doação de Órgãos é a oportunidade para que cada brasileiro manifeste sua vontade para sua família, o seu desejo de ser doador e essa foi uma maneira peculiar com que o Chiquinho se manifestou como doador de órgãos”, disse o médico José Osmar Medina Pestana, presidente da associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO).

De acordo com ele, para ser doador basta a pessoa comunicar seu interesse para a família. O Brasil é o segundo país do mundo no número de transplantes, só perde para os Estados Unidos.

A novela sobre o enterro do carro começou na segunda (16), quando a intenção foi anunciada como inspirada nos faraós do Egito. Um Bentley novo – atualmente, a versão comercializada é a Flying Spur – custa entre R$ 925 mil e R$ 1,075 milhão.

Na segunda, Scarpa postou uma foto ao lado do veículo, com uma ave de estimação na mão. Na legenda, o anúncio: “Decidi fazer como os faraós: essa semana vou enterrar meu carro favorito, o Bentley, aqui no jardim de casa!! Enterrar meu tesouro no meu palácio rssss”.

Na terça-feira (17), ele mostrou a primeira imagem do buraco. No dia seguinte, Scarpa apareceu manobrando uma escavadeira no próprio quintal. “Como não deu para terminar o buraco no braço, chamei uma escavadeira!!!”, escreveu como legenda para a postagem no Facebook.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Enquanto alguns passam fome…

A FAO (organismo da ONU que cuida sobre o tem “alimentação”) informa: 1/3 da comida do mundo é desperdiçada!

Desde pequeno aprendi que se deve comer o necessário (embora a gula prejudique), mas nunca jogar resto de alimento, pois “comida é algo sagrado“.

E é mesmo! Quanta gente passando fome e a gente ignorando isso. Fato!

– #tbt 3: Para Prefeito de Jundiaí, votarei em… Marina Porcari, 7 anos.

Há 5 anos…

Uma ótima atividade na escola da minha filha, que me deixou muito orgulhoso com seu desempenho (pai coruja, mas com justo motivo). Com seus errinhos de português, mas com grande sabedoria e sinceridade, disse um pouquinho do que faria se fosse prefeita da nossa cidade. Abaixo:

TATO ECOLÉGIO, 2o ano, profa. Maria Edith:

PERGUNTA: Muitos jovens pedem esmolas para comprar um simples pãozinho. Mas o que fazer para resolver esse problema tão sério de falta de moradia, emprego, comida e escola para as pessoas? Imagine que você é o prefeito da cidade e resolverá esse problema. A partir do seu mandato ninguém mais dorme na rua, todos têm o que comer e uma escola para estudar. Escreva algumas soluções encontradas por você para resolver tudo isso.

RESPOSTA: Eu dividira o dinheiro dos impostos em 8 partes, uma para cada coisa:

1- Escola,

2- Hospital,

3- Casas,

4- Orfanato,

5- Emprego,

6- Fatecs,

7- Etecs,

8- Creches.

Com isso acredito que o mundo pode melhorar. O Governo tem esse papel. Se o Governo não faz, nós, as crianças, vamos fazer! É um grande passo! Jesus disse: “vinde a mim as criancinhas, porque a elas pertence o Reino do Céu”.

Devemos começar essa atitude! Podemos mudar isso! Vamos tomar essa atitude? Vamos fazer isso?

Vamos mudar o mundo? Não sei, mas se tentarmos é isso que importa. Mas uma coisa eu tenho certeza: sozinhos, isso não podemos fazer. Os números falam que as crianças não têm o direito de governar [pela idade], mas isso não está certo. As crianças não são corruptas. Isso depende de você, de mim, de nós! Vamos conseguir porque a união faz a força. Então vamos lá! Nós vamos fazer isso sim! E nós vamos conseguir porque não tem ninguém mais honesto que as crianças. Vamos!!!

Ah se nossos políticos fossem puros como nossas crianças…

Um detalhe: ela criou o PHP – Partido da Honestidade Presente, e declarou que “vai ter que entrar na Política para acabar com a corrupção. Mas enquanto ela não pode ser candidata a nada, vai ajudar do jeito que puder”.

Meu voto é para ela (e o coração também).

– Se lhe sobrar recursos financeiros…

Você tem muito dinheiro?

Pense:

“Se o Senhor lhe deu riquezas, é para fazer em seu nome muitas boas obras para os outros.”

Papa Francisco, em seu twitter.

E isso não é uma verdade?

– Doar é muito bom. Doe sangue, Doe Plaquetas, Doe Vida!

Repost de exatamente 2 anos: minha última das várias doações de sangue. Infelizmente, com a pandemia e com alguns contratempos de saúde, estou “suspenso” de doar… Mas incentive o próximo a ser doador de sangue e de plaquetas:

Hoje é dia de colaborar com a tradicional doação voluntária de hemoderivados que faço. E isso é ótimo!

Você faz bem a alguém que nem conhece e deixa a sua alma satisfeita pela ação solidária. Então… ajude! Os bancos de sangue agradecem.

– A Oração do Doador de Sangue.

Sou doador voluntário de sangue e hemoderivados (uma causa esquecida por muitos: a doação de plaquetas). Por conta da pandemia e de outras questões de saúde, precisei “dar um tempo” nas minhas doações (o que me pesa muito).

Poucos tem a consciência do quanto é necessário ajudar o próximo, pois o sangue é um elemento essencial à vida e INSUBSTITUÍVEL! A tão moderna tecnologia não conseguiu ainda substituir esse líquido precioso.

Recebi, e compartilho com outros doadores-leitores a Oração do Doador de Sangue, que achei sensacional!

Abaixo:

ORAÇÃO DO DOADOR DE SANGUE

Senhor, Bom Jesus, que para Salvação derramastes Vosso Precioso Sangue, olhai para mim que lembrando da Vossa Palavra… “todas as vezes que fizestes isto ao menor de meus irmãos, foi a mim que o fizestes” (cf Mt 25,40) desejo oferecer parte do meu sangue. E a Vós, Senhor, que faço esta oferta, em reconhecimento e gratidão pelo Dom do Vosso Sangue, que me concedestes sem merecimento algum de minha parte. Que a dádiva de vida que agora faço, resulte em saúde e felicidade para os irmãos e irmãs que dela vão se beneficiar, bem como em bênçãos para mim e aqueles que me são queridos. Assim seja.

– O Papa Francisco e o Homem-Aranha.

Repost:

Que legal! O Papa Francisco recebeu e abençoou o “Homem-Aranha”. Ou melhor: um jovem italiano que se veste de “Amigão da Vizinha“, como o herói é conhecido, e que visita crianças doentes em hospitais.

Extraído do Instagram de “Santa Igreja Católica”. Veja:

– Ver o Cristo na imagem do outro!

Responda sinceramente: você enxerga a pessoa que está ao seu lado como irmão, aos olhos da fé e coração de amor?

É difícil ver a figura do Cristo-irmão no outro, não?

Se até mesmo com os irmãos de sangue nós temos dificuldade em amá-los quando nos magoam, o que dizer dos irmãos de fé? Ou ainda, irmãos da sociedade, da comunidade, de tantos coleguismos em geral. Mais do que isso: irmãos desconhecidos!

Perdoar, fazer o bem sem esperar nada em troca, ou simplesmente relevar o que nos chateia, dando o outro lado da face a tapa, é dureza. E quantas vezes nos esforçamos para ajudar alguém, amando a pessoa solidariamente, e nos sentimos traídos? O perdão se torna difícil e a misericórdia rareia.

Pense: “o próximo” também é você próprio, visto da ótica do outro. E esse outro: terá a mesma temperança conosco?

Impossível não lembrar do Pai Nosso. Quando pedimos a Deus para “perdoar nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tenha ofendido”, fazemos de coração sincero?

O importante, no dia-a-dia e na busca da santidade, é: ser desprovido de vaidade, ajudar e perdoar com todas as forças! Mesmo se o sentimento do outro for totalmente contrário. Nisso se baseia o Amor ao Próximo e a prática verdadeira da vida cristã.

Que dói, dói sim. Mas se o perdão for puro, a mágoa não fica.

– Dia Mundial do Doador de Sangue

Eu abraço essa causa, sou doador voluntário regular de sangue e plaquetas, e não tenho vergonha em pedir para que outros igualmente colaborem: DOE SANGUE, doe vida!

Hoje, celebra-se o Dia Mundial do Doador de Sangue. Que tal ir fazer uma doação?

Imagem relacionada

– E não é verdade, quanto à providência ao próximo?

Quem provê solidariedade, nunca estará desamparado!

– Marketing e Solidariedade: a parceria do Red Bull Bragantino e o Hospital da USF por doação de sangue!

Não há como deixar de parabenizar a ação solidária entre o Red Bull Bragantino e o HUSF: nestes tempos em que os bancos de sangue estão precisando muito de doações (eu sou doador voluntário e levanto a bandeira para doações regulares também de hemoderivados), o incentivo a tal causa se faz necessário.

Abaixo, há até mesmo uma promoção, extraído de: https://www.redbullbragantino.com.br/noticia/sangue-de-primeira-3ª-edicao

DOE SANGUE

Quem doar sangue em nosso Hemonúcleo nos meses de maio ou junho concorrerá a uma bola personalizada autografada pelos craques do Massa Bruta

O Red Bull Bragantino e o Hospital Universitário São Francisco na Providência de Deus (HUSF) estão novamente escalados para salvar vidas. Neste mês de maio, inicia-se a terceira edição da campanha Sangue de Primeira, com a missão de arrecadar doações de sangue ao Hemonúcleo Regional, referência para Bragança Paulista e outros 10 municípios.

Devido à pandemia da COVID-19, o número de bolsas de sangue coletadas tem diminuído consideravelmente. Porém, os pacientes não podem esperar. E, nesta batalha tão importante e decisiva, nada como contar com o apoio dos craques do Massa Bruta: o clube entregou duas bolas personalizadas, autografadas pelo time principal, para serem sorteadas pelo HUSF entre os doadores de sangue nos meses de maio e junho.

“A pandemia, infelizmente, reflete negativamente em todos os setores da sociedade. E nosso Hemonúcleo Regional continua em estado crítico pela ausência de doadores de sangue. Felizmente, podemos, novamente, contar com o apoio do Red Bull Bragantino nesta causa a serviço da vida. Esperamos reverter o quadro negativo com a mobilização de todos”, disse o diretor geral do HUSF, Frei Roberto Santos.

Quem doar sangue no Hemonúcleo entre os dias 13/5 e 31/5 concorrerá à primeira bola autografada pelos craques. A segunda será sorteada entre os doadores de todo o mês de junho – em celebração ao movimento Junho Vermelho.

“O Junho Vermelho é uma renomada campanha de incentivo à doação de sangue. E muito nos honra ter o apoio do Red Bull Bragantino para popularizar e divulgar essa temática à sociedade. O Massa Bruta é motivo de orgulho para nossa Região e, certamente, seguiremos salvando vidas juntos”, destacou Leandro José Uliam, diretor administrativo do HUSF.

Para realizar a doação de sangue, é necessário realizar o agendamento junto ao Hemonúcleo Regional através do seguinte número: (11) 2490-1240. O Hemonúcleo funciona de segunda a sábado (exceto feriados), das 7h30 às 13h, no seguinte endereço: Avenida São Francisco de Assis, nº 260, Cidade Universitária, Bragança Paulista-SP.

Dúvidas frequentes (FAQ) sobre a doação de sangue

O que é necessário para ser um doador de sangue?

Dentre os requisitos básicos, estão: ter entre 16 e 69 anos; pesar mais de 50kg; não ter recebido transfusão de sangue nos últimos 12 meses; não ter antecedentes de Doença de Chagas, Hepatite ou Sífilis; não estar grávida, amamentando ou ter feito parto ou aborto nos últimos 3 meses; não ser usuário de drogas e não ter comportamento de risco para AIDS.

Quais protocolos devo seguir no dia de minha doação de sangue?

Ter repousado por, no mínimo, 6h; não ter ingerido bebidas alcoólicas nas últimas 12h; ter feito uma alimentação leve (o doador não deve estar em jejum) e não estar com febre, gripe ou resfriado.

Quantas doações de sangue podem ser realizadas no intervalo de um ano?

Homens podem doar sangue a cada 60 dias (contabilizando, no máximo, quatro doações no período de um ano). Mulheres podem doar a cada 90 dias (contabilizando, no máximo, três doações no período de um ano).

Fui vacinado contra a COVID-19. Quando poderei doar sangue?

Se você recebeu a vacina Oxford/AstraZeneca ou Pfizer, deve aguardar 7 dias após a dose (primeira ou segunda). Caso tenha sido a vacina do Butantan/CoronaVac, deve aguardar 48h após a dose (primeira ou segunda).

Fui contaminado pela COVID-19 ou tive contato com caso suspeito/confirmado. Quanto tempo devo aguardar?

Caso você tenha testado positivo para COVID-19, deve aguardar 30 dias após o fim dos sintomas para doar sangue. Mas, se teve contato com algum caso suspeito ou confirmado da doença, poderá doar sangue 15 dias após o respectivo contato.

Histórico da campanha

A campanha Sangue de Primeira surgiu em dezembro de 2019, ano do histórico retorno do Massa Bruta à elite do Campeonato Brasileiro. Na ocasião, foi sorteada uma camisa branca autografada pelos atletas campeões da Série B aos doadores de sangue.

A ação inaugural arrecadou 87 bolsas de sangue (consolidando um potencial para salvar até 261 vidas, visto que o sangue pode ser utilizado de forma terapêutica em até três pacientes diferentes).

No ano passado, em virtude da pandemia, a segunda edição teve um período de doação estendido – sendo realizada entre 14/10 e 24/11. A campanha, que sorteou a camisa preta autografada, foi responsável por arrecadar 658 bolsas (potencial para salvar até 1.974 vidas).

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– O moletom de Guardiola!

Que Pep Guardiola deve se consolidar (se é que já não é) como o maior treinador de futebol de todos os tempos, não resta dúvida. Mas o “cidadão Guardiola” também deve ser admirado.

Já ouvi várias histórias de filantropia que ele pratica, sem a preocupação de fazer marketing pessoal ou ganhar elogios por isso. Claro, por serem ações veladas, não se sabe o que é real ou não.

Mas em tempos de “marcas famosas” e imposição de roupas por patrocinadores, me chamou a atenção o moletom que ele tem usado em alguns jogos, com os dizeres “Open Arms”. E quem explica é o tuíte do MKTEsportivo@mkt_esportivo: 

“Para quem tem dúvidas sobre o moletom do Guardiola, trata-se da ONG “Open Arms”, que atua no resgate de refugiados que deixam seus países pelo mar em direção à Europa. O técnico espanhol é um defensor da causa há algum tempo. Faz doações do próprio bolso, inclusive.”

Que cara esse Guardiola é, não? Impossível não ser fã dele.

– O Annete do Boticário para a saudosa mãe é um exemplo de Sensibilidade Corporativa

Nesta última semana, um exemplo maravilhoso de respeito ao consumidor, humanidade e “sensibilidade corporativa”: o Boticário produziu frascos com um perfume, o “Annete”, que estava descontinuado há algum tempo, para consolar uma mãe que chorava a morte de seu filho.

A fragrância do perfume era a recordação de dona Wanda, uma senhora de 76 anos (veja no link abaixo a história dela).

Fica a reflexão: é tão sacrificante para algumas organizações humanizar o relacionamento? Quantas empresas não se dedicam exclusivamente a métodos fechados, automatizados, frios e burocráticos de relacionamento com seus consumidores?

Sobre o caso, aqui: https://revistapegn-globo-com.cdn.ampproject.org/c/s/revistapegn.globo.com/amp/Franquias/noticia/2021/04/o-boticario-volta-fabricar-perfume-fora-de-linha-para-que-mae-guarde-cheiro-que-lembra-filho-falecido.html

O Boticário relança perfume 'Annete' para mãe que perdeu filho com Covid-19  - GKPB - Geek Publicitário

– Definindo Solidariedade:

Ser solidário é… (segue abaixo):

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– Doe Plasma Convalescente para o Butantã!

AJUDE!

💛 Se você já foi infectado com COVID-19, você pode doar plasma e ajudar outras pessoas com a doença. O Instituto Butantan está recrutando pessoas que foram infectadas para doar plasma convalescente, a parte líquida do sangue.

O plasma recolhido de pessoas que já tiveram a doença tem anticorpos que estimulam o organismo infectado a se defender até gerar sua própria resposta imune. O processo demora cerca de uma hora – desde a triagem, a aferição de temperatura e pressão, a avaliação e a coleta.

👉 A doação do plasma segue o mesmo protocolo da doação de sangue. Saiba como e onde você pode doar e ajudar a salvar vidas em https://redeplasma.butantan.gov.br/.

#SaudeSP

– Reze e seja Empático.

Empatia é se colocar no lugar do outro.

Se eu estivesse enfermo por COVID, me faltaria ar. E tal oração, mais a ajuda médica, seriam fundamentais para a recuperação.

Reze! Deus nunca nos abandona.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.

– #tbt 2: Que tal ajudar?

Relembrando há 2 anos… seja solidário:

Se temos saúde e disposição, por quê não?

Hoje é dia de ser solidário: doe sangue e hemoderivados. Eu estou fazendo a minha doação de plaquetas! E a sensação é ótima…

Ajude. Faz bem para o próximo e para você.

– Parabéns ao bandeira romeno Octavian Sovran (o “do autógrafo de Haaland”).

Nunca julgue precipitadamente! Explico:

O atacante norueguês Erling Haaland (o “cometa Haaland”, um jovem fenômeno goleador que tem tudo para ser um dos melhores do mundo) é paparicado por todos. E o árbitro assistente Sovran, após o fim da partida pelo Liga dos Campeões da Europa entre Manchester City x Borussia Dortmund, foi ao vestiário pedir o autógrafo do craque do time alemão. Muitos o criticaram, dizendo que um oficial da arbitragem não poderia ser tiete de jogador.

Em condições normais, sim. Mas o bandeira costumeiramente combina com os jogadores mundialmente conhecidos para autografar um cartão amarelo e outro vermelho, a fim de posteriormente leiloa-los para uma entidade que cuida de autistas, a “SOS Autism Bihor”, na qual é voluntário (todo o valor arrecadado é integralmente entre a essa instituição).

Abaixo, extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2021/04/08/arbitro-que-pediu-autografo-para-haaland-doou-os-cartoes-para-a-caridade.htm

ÁRBITRO QUE PEDIU AUTÓGRAFO PARA HAALAND DOOU PARA A CARIDADE

Após o confronto pelas quartas de final da Liga dos Campeões entre Manchester City e Borussia Dortmund, o árbitro assistente Octavian Sovran foi até Erling Haaland e pediu para que o jogador desse autógrafos em seus cartões.

Nesta quinta-feira, 08, Sovran deu declarações ao site ‘playsport.ro’ e explicou que os cartões assinados por Haaland servirão para arrecadar fundos para uma organização que apoia pessoas com autismo.

O romeno comentou que faz isso regularmente após as partidas em que atua para, em seguida, doá-los a instituições de caridade. Octavian também disse que Lionel Messi já foi um dos jogadores que assinou seus cartões.

Em campo, o clube inglês levou a melhor e venceu a partida por 2 a 1. Com isso, a equipe de Pep Guardiola joga por um empate no confronto de volta da Champions League.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Ajude a Estante Solidária para ajudar os outros!

Muitas pessoas tomam boas iniciativas de ajudar o próximo. Uma delas é a “Estante Solidária”, onde você deposita livros a fim de que quem não possa comprá-los, possa os ler gratuitamente.

Alguma alma de bom coração lotou essa aqui, em Bragança Paulista, entre o Jardim Europa e Jardim Primavera: doou uma quantidade significativa!

Parabéns ao anônimo, que faz o bem sem olhar a quem e ainda promove a Cultura e a Educação do nosso país.

Olhe abaixo:

– Dia de Colaborar: doe plasma!

Sinto falta desse gesto: que a pandemia nos permita voltar a fazer doações! Relembrando:

Nessa terça-feira, mais uma doação voluntária de hemoderivados. Hoje é dia de ajudar o Banco de Sangue com plasma e plaquetas. 

Incentive, divulgue, faça o mesmo: #DoeSANGUE!

A vida agradece! ❤️

– A maior virtude das pessoas nos tempos atuais deve ser a…

… SOLIDARIEDADE.

Enquanto muitos sofrem com a saúde, a fome, o desemprego e as dificuldades impostas pela pandemia, aqueles que têm mais condições precisam ajudar o próximo – seja ele seu parente, amigo, vizinho ou até desconhecido.

Não esperemos da classe política, façamos sempre a nossa parte. Dentre tantas coisas que precisamos ter nesse momento (paciência, resiliência, fé, empatia), o espírito solidário deve ser marcante.

– As crianças com HIV nas escolas da Tanzânia!

Chegamos em um tempo onde a falta de noção e desrespeito às condições mínimas de dignidade deveriam ter sido extirpadas do planeta. Mas em algumas nações, o preconceito ridículo ainda ocorre.

Veja só nessa matéria da BBC (http://is.gd/Y4aX5S) a absurda situação: na Tanzânia, país que sofre com a epidemia de Aids, as crianças são obrigadas a se identificarem como portadoras do HIV nas escolas, vestindo-se diferente!

Estúpido, não?

ESCOLAS DA TANZÂNIA OBRIGAM ALUNOS COM AIDS A USAREM UNIFORMES COM ETIQUETA

Ativistas de direitos humanos na Tanzânia denunciaram a prática adotada por algumas escolas de obrigar alunos portadores do vírus HIV a usar etiquetas vermelhas em seus uniformes.

A ativista Rebecca Mshumbusi, diretora de um grupo local que luta pelos direitos dos portadores do vírus HIV, descreveu a prática como um abuso de direitos humanos e disse que é ilegal obrigar uma pessoa a revelar seu estado de saúde.

Diretores de escolas na Tanzânia, porém, defendem a prática. Segundo eles, estudantes com a etiqueta no uniforme são poupados de tarefas mais pesadas, que poderiam prejudicar sua saúde.

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Foto extraída do link acima citado.

– A dor de quem passa fome!

A ONU quer erradicar a fome até 2030. Entretanto, é assustador ver como sofrem os famintos mundo afora. Em especial, na África Negra.

Se tiver coragem, leia abaixo (Extraído de: http://istoe.com.br/um-pedido-de-socorro/)

UM PEDIDO DE SOCORRO

O mundo enfrenta a mais grave crise humanitária dos últimos setenta anos. Vinte milhões de pessoas, que vivem em quatro países assolados por conflitos armados, estão na iminência de morrer por desnutrição se nada for feito. Contraditoriamente, ainda são desperdiçados 1,3 bilhão de toneladas de alimentos por ano em todo o globo

Por Fabíola Perez

É a mesma sensação de uma dor aguda e constante. Como uma agonia, que parece perfurar o estômago dias a fio e é agravada pelo calor escaldante, que deixa os corpos num estado permanente de inércia. Os poucos restos de alimentos ingeridos não são suficientes para livrar o organismo da angústia. Nas crianças, o vazio trazido pela ausência de nutrientes rapidamente se transforma em choro. Elas estão entre os grupos mais vulneráveis. Nos acampamentos do estado de Borno, na Nigéria, é comum avistar mulheres e bebês apáticos, sem força e disposição para lutar pela vida. Segundo o pediatra Marco Olla, membro da organização Médicos Sem Fronteiras, em regiões onde se vê pessoas com mais de cinco anos acometidas pela desnutrição, é sinal de que a conjuntura é realmente grave. Esse é o caso de Maiduguri, capital de Borno. “No departamento de internação que mantemos na cidade, uma mãe chegou com sua filha de sete anos. A menina estava extremamente desnutrida e com diarréia”, diz. Elas haviam fugido de um vilarejo e se instalaram em um acampamento improvisado. Ficaram ali por mais de um mês, mas a quantidade de grãos e arroz que recebiam não eram suficientes.

A Nigéria é um dos quatro países citados em um recente alerta das Nações Unidas (ONU) que declarou que quatro países vivem a pior crise humanitária desde a criação da entidade, em 1945 (leia quadro). Isso porque possui uma parcela significativa de sua população vivendo sob o flagelo da fome. Os casos de má nutrição já são tão graves que os adultos quase não têm forças para andar e algumas comunidades perdem suas crianças diariamente. Também enfrentam uma situação semelhante Iêmen, Somália e Sudão do Sul. Nesses quatro países, a estimativa é de que 20 milhões de pessoas possam morrer vítimas da insegurança alimentar aguda. Contraditoriamente, a nova onda de fome no mundo vem à tona em uma época que cresce a produção mundial de alimentos e o desperdício chega a 1,3 bilhão de toneladas por ano. Então, porque a fome voltou a ser motivo de alertas mundiais? Nos anos 1980, as imagens de crianças esqueléticas chamavam a atenção para um milhão de mortos na Etiópia. Na década seguinte, 3,5 milhões de norte-coreanos também morreram por falta de alimentos. Mais recentemente, a República Democrática do Congo e a Somália perderam quatro milhões de pessoas para a fome. Hoje, apesar dos avanços, o problema do acesso aos alimentos persiste e se agrava. “A violência de grupos armados impede a entrada e a permanência de grupos de apoio em determinadas regiões”, disse à ISTOÉ Alan Bojanic, representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil.

Atualmente, em todo o mundo existem cerca de 800 milhões de pessoas que sentem as dores de um estômago vazio. Para a ONU declarar oficialmente fome em um país é preciso que pelo menos 20% da população tenham acesso a menos de duas mil calorias de alimentos por dia e que mais de 30% das crianças sofram de má nutrição. Além disso, em países atingidos pela fome são registradas diariamente duas mortes para cada dez mil habitantes ou a morte de quatro crianças em cada dez mil habitantes. Para evitar uma catástrofe nessas regiões, as Nações Unidas pediram uma ajuda de US$ 4,4 bilhões para países desenvolvidos até julho. “Essa situação saiu do normal: conflitos armados e o fator climático da seca tornam o quadro ainda mais perverso”, diz Bojanic. “Em função disso, muitas das pessoas que migram não têm as mínimas condições de segurança para se dedicar à agricultura.”

20 milhões de pessoas podem morrer de fome na Nigéria, no Sudão do Sul, na Somália e no Iêmen e 1,4 milhão de crianças estão em risco iminente de morte por malnutrição aguda.

Outro agravante nessas regiões são as condições logísticas. São zonas de difícil acesso que dificultam a chegada dos alimentos. No Sudão do Sul, por exemplo, existem apenas 200 quilômetros de estradas asfaltadas. Naquele país, a intensificação dos conflitos preocupa entidades de ajuda humanitária. “Em algumas cidades, eles impedem a chegada de cuidados de saúde de emergência, água para o consumo e alimentos para pessoas internamente deslocadas”, afirma Marcus Bachmann, coordenador local do MSF. Na Somália, o cenário de fome e suas conseqüências é ainda mais intenso. Além da guerra que se estende por décadas, da ausência do Estado de direito e do subdesenvolvimento, o país sofre com a falta de água que atinge criações de gado e plantações. Em Borno, na Nigéria, o conflito entre o grupo extremista Boko Haram e o exército também coloca a população em condições limites. “Em Benisheikh, Gwoza e Pulka é impossível cultivar qualquer coisa e é perigoso deixar as cidades para buscar madeira para cozinhar ou vendê-la”, afirma Jean François Sauveur médico do MSF.

Nesses países, os grupos mais atingidos pela insegurança alimentar aguda são as crianças e as mulheres. Para se ter uma idéia, em janeiro, membros da MSF observaram que no norte do Sudão do Sul 25% das crianças com menos de 5 anos sofriam desnutrição grave. “Esses números são extremamente preocupantes”, afirma Nicolas Peissel, coordenador de projeto do MSF. Porém, em função da insegurança, agentes de saúde avaliam que é impossível abrir um novo hospital ou encaminhar pacientes para outras instalações. O Iêmen, por sua vez, atravessa uma das situações mais drásticas do globo. Estimativas da ONU apontam que 19 milhões de pessoas necessitam de algum tipo de ajuda humanitária depois de dois anos de guerra entre o grupo extremista Houthi e o governo. Nos primeiros cinco meses de 2016, foram registrados 50 casos de desnutrição por mês no hospital de Al Tawra, na cidade de Hodeidah. Estima-se que, nesse período, uma criança tenha morrido a cada dois dias pela falta de nutrientes. Ao mesmo tempo em que a necessidade pelo atendimento cresce, muitos hospitais foram destruídos por ataques aéreos.

É comum observar crianças e adultos em pele e osso, sem condições de se manter em pé, porque a fome aguda influi diretamente no metabolismo das pessoas. “Conforme a imunidade das pessoas se compromete devido à baixa de nutrientes, o número de infecções aumenta”, diz Javed Baba Ali, médico do MSF. Para reverter esse quadro, o coordenador de desenvolvimento humano e pobreza do Banco Mundial, Pedro Olinto, defende que é necessário não apenas enviar alimentos a essas regiões como também dar à população local condições de comprar de produtores locais. “Quando se envia mantimentos, o preço sobe e os produtores desistem de plantar seus próprios alimentos”, diz. Ainda assim, a ONU tem como meta erradicar a fome até 2030. “A insegurança alimentar condena uma nação a uma situação permanente de atraso”, diz Bojanic.

Pessoas em situação de insegurança alimentar grave

Iêmen: 14,1 milhões
Nigéria: 1,8 milhão
Sudão do Sul: 4,9 milhões
Somália: 2,9 milhões

VÍTIMAS Na cidade de Nyala, no Sudão do Sul, crianças e mulheres lutam para conseguir pequenas quantidades de arroz e grãos distribuídos por ONGs internacionais

– Ebola faz cidadãos repensarem a vida!

O Ebola volta a ameaçar a África. E se nós estamos assustados e sofrendo com a COVID-19, lembremo-nos de ajudar nossos irmãos africanos que padecem dessa enfermidade ainda mais grave. Republico sobre o ocorrido da última vez e os percalços do povo:

PENSE DUAS VEZES ANTES DE RECLAMAR DOS SEUS PROBLEMAS: na Monróvia, capital da Libéria, um bairro de 75 mil pessoas é isolado com arame farpado para que os infectados pelo Ebola não se misturem com o restante da população.

West Point, um dos muitos vilarejos pobres africanos, vive um verdadeiro confinamento dos moradores. Soldados cercam as saídas do bairro e quem se arrisca a atravessar a barreira militar leva um tiro de fuzil na perna.

Tudo isso para que a doença não se alastre mais ainda, já que o contágio se dá pelo contato. O problema é que comida e bebida estão acabando para o povo que ali reside e que não pode sair. A Prefeitura não consegue manter o suficiente de alimentação para a população local.

Para quem não sabe, o Ebola é uma doença que faz com que o corpo tenha hemorragias e grandes feridas na pele. Sua cura ainda é um mistério, embora os medicamentos experimentais tenham conseguido salvar algumas vidas.

Compartilho, abaixo:

TIROS EM DOENTES DE EBOLA

(extraído da Revista “Isto É”, ed 2335, pg 25, por Antonio Carlos Prado)

Não bastasse o pavor de morrer de vírus, agora há também o pavor de morrer de bala. E de porrete. O vírus é o do ebola, que já matou 1,6 mil pessoas no continente africano; a bala é de fuzil, no mais absurdo e cruel método que as autoridades encontraram para tentar frear a propagação da doença: atirar nas pernas de quem tenta sair ou entrar nas regiões que estão sendo isoladas por grades, portões e arame farpado quando há a suspeição de que nelas (ainda) viva alguém infectado. Está-se errando a mira. Em vez de a barbárie acertar as pernas, ocorre o efeito colateral de acertar o peito, e pelo menos três enfermos já foram fatalmente alvejados pela medicação de pólvora e chumbo. Na Monróvia, capital da Libéria e um dos epicentros do surto, policiais cercaram na semana passada o bairro de West Point (75 mil confinados). Nele e em outros locais a população tenta furar o bloqueio porque lhe falta água e comida, as ruas estão infectas e, além do ebola, outras doenças brotam.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Quem são os jovens que podem mudar o mundo?

Você já ouviu falar de Zygmunt Bauman?

Eu também não. Mas ele é um dos maiores pensadores do século XXI. Polonês, foi expulso de seu país no tempo do comunismo por ter idéias contrárias ao regime.

Em entrevista à Revista Época (ed 543, pg 68-70 a Luís Antonio Giron), falou sobre o futuro da humanidade. E declarou-se meio que desesperançoso, alegando que só os jovens indignados podem mudar o mundo.

Os jovens que podem mudar o mundo, segundo o sociólogo Bauman, são aqueles fora da “alienação do mundo da Web”, e, apesar de se mostrar melancólico com o rumo que a Sociedade tomou, esperançosamente (talvez sua única demonstração de fé na matéria) disse:

“Confio que os jovens possam perseguir e consertar o estrago que os mais velhos fizeram. Como e se forem capazes de pôr isso em prática, dependerá da imaginação e determinação deles. Para que se deem uma oportunidade, os jovens precisam resistir às pressões da fragmentação e recuperar a consciência da responsabilidade compartilhada para o futuro do planeta e seus habitantes. Os jovens precisam trocar o mundo virtual pelo real”.

Ótimo! Penso como ele. Que valores e referências são determinantes nos dias de hoje? A violência, a corrupção, o descaso com o próximo, a ostentação e a individualidade foram legado triste de alguns pais, que com dificuldade de moral e falta de oportunidade educacional, contaminaram uma nação inteira com a história de “levar vantagem em tudo”.

Cabe a nós encontramos e encorajarmos jovens diferenciados com vontade de mudar. E, em muitos casos, sermos esses próprios jovens.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Estante Solidária. Ajude!

Multiplicam-se ações solidárias como essa: “Estante Solidária”!

Em vários municípios ocorrem tais iniciativas. A idéia é ótima (leia na placa da foto).

Se funciona, na prática? Não sei… mas tomara que projetos assim frutifiquem.

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Imagem: Arquivo pessoal.

– Você conhece a banda Siervas?

Olha só que bacana: um grupo de rock / pop católico, formado por jovens freirinhas de um convento do Peru e que faz sucesso nos países de língua espanhola do nosso continente.

Mais do que isso: a canção mais famosa, “Confía em Díos”, foi produzida por Joe Martlet e Francisco Murias, que produziram trabalhos do Foo Fighters e Nirvana.

Boa música em: https://youtu.be/2B2nWFe4scw

Ops: em todas as turnês, no pós-show, há trabalhos em obras de caridade promovidos e com participação das irmãzinhas.

– E o momento exato da surpresa de algo nunca imaginado?

Sempre me impressionou essa foto. Repost de 1 ano:

Já pensou o susto que os indígenas tiveram quando conheceram os artefatos portugueses em 1500 (arcaicos para nós hoje, comuns para as pessoas daqueles dias e inusitados para os silvícolas)?

Essa foto representa mais do que isso – quando pobres meninos de uma comunidade tribal do interior da África vêem um… iPad!

Extraído da publicação de Fotos de Fatos (@FotosDeFatos) no Twitter:

“O viajante inglês Louis Cole uma vez postou uma fotografia incomum no instagram, mostrando a reação dessas crianças de uma tribo africana vendo pela primeira vez um tablet. A fotografia logo viralizou na internet, em 2015”:

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A referência do crédito da foto está na citação do twitter acima.

– Estádios de Futebol e Pandemia.

Começou com os clubes de futebol da Alemanha e da França, logo na primeira onda da pandemia de Covid-19: o oferecimento de seus estádios como Hospitais de Campanha.

Pouquíssimos foram usados, é verdade (como o Pacaembu, por exemplo). Tal fato foi repetido (a oferta) aqui no Brasil também.

A atitude das instituições esportivas foi louvável, não se discuta. E agora, na segunda onda, as mesmas entidades estão oferecendo suas instalações como Postos de Vacinação.

Aqui, aplausos para quem se dispõe de verdade a ceder seu espaço de maneira nobre e solidária. Mas fica um alerta também: o que tem de time que quer dizer que “cede seu estádio” sabendo que ele não terá infraestrutura alguma, somente pelo fato de fazer um pseudo “marketing do bem”… ô como tem!

De qualquer forma, a esses, não se recrimine. Ao menos se colocam ao serviço solidário (mesmo que não possam fazê-lo).

 

– Doe Sangue por Amor! Um vídeo muito importante:

Se você ainda não se conscientizou suficientemente sobre a necessidade em ser um doador de sangue, vale a pena assistir esse filme.

É rápido e tocante. Você vai gostar! E lembre-se: DOE SANGUE, a vida agradece.

A seguir, em: https://www.youtube.com/watch?v=a5cvIpEpnsw

– 100: Meu Dia de Agradecer!!!

Há exatos 4 anos, pude me regozijar por tal fato! Agora, devido a pandemia, fui obrigado a cessar as doações. Mas continuo incentivando! Abaixo, repost:

Muito feliz: hoje, dia de doar plaquetas! E ao todo: minha 100a vez.

A causa da doação voluntária surgiu em minha vida quando minha mãe estava doente, em 1995. Nunca havia doado nada e nem tinha noção da importância de tal gesto, e quando minha querida progenitora precisou, fraquejei.

Tentei doar a 1a vez logo quando ela necessitou. Desmaiei antes de começar o processo.

Tentei uma 2a vez, e ao ver o sangue passando pela mangueira à bolsa, idem.

Na 3a e última tentativa fracassada, em maio de 1997, meu estado emocional era ruim devido a gravidade da doença da minha mãe. A minha pressão caiu e fiquei extremamente perturbado. Uma senhora que estava à espera da doação se prontificou a doar para ela. Eu, ingênuo, agradeci e recusei, dizendo à generosa mulher que doasse sangue para o ente ou amigo que ela estava se prontificando. A resposta dela me marcou até hoje:

“Eu não estou doando para ninguém que eu conheça, sou doadora voluntária e minha alegria é doar para aqueles que não podem agradecer e que eu nem sei quem é. O prazer em doar é simplesmente o de ajudar!“.

Foi um tapa em minha cara! Jamais pensei em “doação voluntária”, e por ter fobia de agulhas e sangue (não é medo da dor, é a soma da aicmofobia + hemofobia, o trauma de ser espetado e ver o líquido vermelho – uma pura bobagem psicológica), não imaginei que eu poderia doar de verdade e justamente para pessoas que nem sei quem serão as receptoras.

Com a morte da minha mãe, insisti em fazer minha primeira doação voluntária pela honra da memória dela. Foi difícil, mas consegui.

Voltei uma segunda vez, com o propósito simbólico de agradecer à senhora doadora anônima (mesmo que essa pessoa que doou volutária e generosamente para a minha mãe não saiba). Também difícil, mas consegui.

Retornei a 3a vez, desta feita como um desafio pessoal para vencer minha barreira psicológica. Não a venci, mas fiz a doação.

Por fim, voltei ainda mais uma vez para doar voluntariamente, sem o propósito simbólico de devolver um favor, mas sim em ser cidadão solidário. Foi a melhor vez de todas! A alegria na alma extravasava o meu ser!!! Fiquei muito feliz.

Voltei a 5a, a 6a, a 7a… e resolvi encarar a dura missão de doar plaquetas (“dura” para quem é “panaca” como eu e pelas fobias citadas). Consegui, embora no começo pareça ser assustador (mas não é; é somente uma novidade).

Fui outras vezes, e junto dela com minha filhota Marininha, que se encantou com toda magia do “ajudar por amor sem desejar nada em volta” e abraçou a causa. Calma, é claro que ela não é doadora pela idade (um dia será, segundo ela própria), mas incentivando novos doadores sempre desenhando cartazes motivadores da doação.

Hoje, ciente da importância da doação de hemoderivados, estou acompanhado da minha esposa Andréia, das minhas filhas Marina e Estela (na barriga da mamãe), para a minha centésima doação. Pois é, a número 100!

Não sou eu quem deve ser aplaudido por tantas doações (acredite: há muitas pessoas com muito mais doações realizadas do que eu), mas sim as pessoas que INCENTIVAM novos doadores. O sangue e as plaquetas não são produzidos pela indústria farmacêutica, são obtidos por um ato de amor. E graças a uma ilustre e desconhecida voluntária, me tornei um abnegado por esse ato solidário.

Portanto: #DoeSangue, #DoePlaquetas, #DoeHemoderivados. A vida agradece e você sentirá o quão bom é ajudar!

E aqui destaco: agradeço ao Hospital Israelita Albert Einstein, que tão bem me acolhe e me suporta.

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(comemoramos com um delicioso bolo de brigadeiro branco com brigadeiro preto, coberto de morangos).

– Doar Esperma?

Sou doador de sangue há muito tempo. Dias atrás, fui convidado a doar sêmem.

Sinceramente, fiquei em dúvida se tal ato realmente é de solidariedade. Respeito os bancos de esperma, mas… se o casal não consegue ter filhos, a adoção não seria o caminho mais adequado?

Ok, nada de críticas, pois respeito todas as opiniões. Mas penso que colaboramos muito mais com a adoção legal ao invés de caros tratamentos de fertilização.

E você, o que pensa sobre isso?

– Despojamento para a Responsabilidade Social

Compartilho com os amigos uma interessante e bela história de solidariedade: Marília Aidar, uma das pessoas especiais que o mundo de vez em quando encontra, que abriu mão de muito conforto em prol de uma causa nobre: a dos surdos-cegos! (Tal iniciativa entrou para o elenco das ações do Projeto Generosidade, das Organizações Globo)

Extraído de: http://revistamarieclaire.globo.com/Marieclaire/0,6993,EML1701689-2455,00.html

A FADA-MADRINHA DO SÉCULO XXI

Tudo começou meio por acaso. Há 11 anos, a captadora de leilões Marília Ferri Aidar, 59 anos, pôs à venda um sítio que tinha perto de São Paulo. Filha única, tinha acabado de perder o pai e a mãe estava doente. ‘Achei que a venda era a melhor solução’, diz. Uma das interessadas na compra era mãe de uma criança surda e cega, aluna da Ahimsa, única escola no país especializada no atendimento de portadores da surdo-cegueira. Marília desconhecia a existência da doença e quis saber mais. Descobriu que Ahimsa significa ‘não violência’ em sânscrito e que a escola, uma associação sem fins lucrativos criada em 1991 por 26 profissionais que trabalhavam com a multideficiência, enfrentava problemas sérios, que iam de instalações precárias à falta de verba. Ainda assim, a instituição, localizada na Vila Mariana (Zona Sul de São Paulo), atendia 40 crianças e tinha outras 70 na fila de espera.

Comovida, Marília teve um impulso: doou o sítio, avaliado em R$ 150 mil. ‘Fiquei muito tocada com o que ouvi. Decidi conhecer a Ahimsa e fiz a doação na hora.’ Ela contratou um arquiteto para projetar uma nova sede para a escola, no sítio. Mas o imóvel, localizado em área de mananciais, teve a construção vetada por lei. Ainda assim, não desistiu: o sítio tornou-se um espaço para festas e encontros da Ahimsa. E Marília, já totalmente envolvida com a causa, alugou uma casa ao lado da sede original e patrocinou uma ampla reforma nos dois prédios, ao custo de quase R$ 250 mil. Ainda hoje, banca cerca de R$ 10 mil por mês para cobrir despesas de aluguel, parte dos salários de funcionários e custos administrativos da Ahimsa. O que falta para manter o trabalho vem de convênios com os governos estadual e municipal de São Paulo, além de doações esporádicas e contratações para consultorias pelo Brasil.

A escola, que tem 45 bolsistas, atende 200 surdo-cegos, entre crianças, adolescentes e adultos, e conta com orientação e metodologia da Fundação Hilton Perkins, de Boston (EUA). A surdo-cegueira é a deficiência simultânea (congênita ou adquirida) de audição e visão, havendo, em alguns casos, resquícios de uma delas. O tato é fundamental para a elaboração da linguagem e o desenvolvimento do sentido predominante (audição ou visão). A Ahimsa cuida não apenas dos portadores da deficiência, mas também orienta os pais em relação à aprendizagem de uma comunicação própria com os filhos. Muitas vezes, os educadores começam o trabalho pela casa da família, já que alguns deficientes não têm convívio social. E os familiares não sabem lidar com o problema.

Tempo, determinação, paciência e amor são ingredientes para o domínio da linguagem que será usada para o ensino da matemática, português, ciências e outras disciplinas. Além de possibilitar a comunicação e dar autonomia ao surdo-cego, a Ahimsa ensina artesanato em papel e reciclagem, e ainda conta com uma padaria-escola para profissionalizar jovens e adultos.

AHIMSA - Associação Educacional para Surdocegueira e Múltipla Deficiência -  YouTube

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– A Sábia Ação Simpática de Morata

Repost de 6 anos (e para ser aplaudido todos os dias):

Dias atrás, uma louvável ação de carinho. Veja:

O jogador espanhol Morata (Real Madrid) não é um dos craques tão badalados do seu time, como Cristiano Ronaldo ou Bale. Mas mostrou muita categoria fora das 4 linhas com um gesto plausível: ao visitar garotos que fazem tratamento quimioterápico para o combate ao câncer (e que por isso ficam carecas), ouviu deles que gostavam do seu cabelo arrepiado, mas que não poderiam imitá-lo devido ao triste efeito colateral.

Assim, Morata teve uma ótima ideia: passou a lâmina de barbear na cabeça e ficou careca! E disse:

“Alguns meninos com câncer queriam imitar meu penteado; como não podiam, eu imitei o deles“.

Atitude simples e significativa. Parabéns ao atleta do time madrilenho.

– Seja solidário: Doe Sangue e Plaquetas / Hemoderivados!

Costumeiramente faço doação de sangue (4 por ano) e de hemoderivados (a cada 15 dias). A preferência tem sido doar plaquetas (por conta da pandemia e de questões particulares de saúde, não estou podendo fazer minha ajuda).

Não dói, não faz mal para a saúde e alegra a alma (a SUA e a de inúmeras OUTRAS PESSOAS).

Seja um doador voluntário! Você ajuda o próximo e exerce a cidadania.

Os bancos de sangue agradecem.

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Foto: Arquivo Pessoal.

#DoeSangue
#DoePlaqueta
Cartaz de incentivo feito pela filhotinha.
❤️️
#Solidariedade
#voluntariado