– Arquitetura de Periferia: uma excelente iniciativa!

Li e me sensibilizei: um projeto social voltado às mulheres pobres, ajudando-as na capacitação de reforma de suas casas.

Chamado de “Arquitetura de Periferia“, conheci através da postagem abaixo:

Projeto capacita mulheres de baixa renda em serviços de construção para promover autonomia,

— Ler em: vivimetaliun.wordpress.com/2019/10/04/projeto-capacita-mulheres-de-baixa-renda-em-servicos-de-construcao-para-promover-autonomia/

Para saber mais, acesse o link: https://abraceobrasil.org/pt-br/projetos/arquiteturanaperiferia/

Ou assista em:
https://youtu.be/IKVV8zv5wWk

– #tbt 1: Hoje é dia de Solidariedade!

Há 4 anos…

Regularmente faço doação de sangue (4 por ano) e de hemoderivados (a cada 15 dias). Hoje, repito meu ato com plaquetas e hemáceas.

Não dói, não faz mal para a saúde e alegra a alma (a SUA e a de inúmeras OUTRAS PESSOAS).

Seja um doador voluntário! Você ajuda o próximo e exerce a cidadania. Os bancos de sangue agradecem.

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– #tbt 2: Hoje é dia de doar plaquetas!

Há 5 anos…

Dia de solidariedade: fazendo a costumeira doação de hemoderivados (revezada com sangue), a fim de voluntariamente ajudar ao próximo!

Faça o mesmo, ajude quem você não conhece com o líquido mais precioso da natureza e insubstituível pela ciência: #DoeSangue!

A vida agradece. Se eu que tenho medo de agulhas faço numa boa, por quê você não?

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– #tbt 1: Ser voluntário é muito bom: o violinista anônimo.

Há dois anos…

Infelizmente não sei o nome desse moço (vídeo abaixo). Mas hoje o flagrei tocando violino no Grendacc, o hospital do câncer infantil de Jundiaí, deixando as crianças ”hipnotizadas”.

Que Deus o abençoe e suscite outras pessoas de boa vontade como ele, praticando o voluntariado anonimamente, sem nada querer em troca!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=NclZuPWalKI

– Empreendimentos Lucrativos e Socialmente Corretos: o Negócio Social

Cada vez mais vemos preocupações em agregar valor social a bens e serviços. Porém, a busca de lucro vem atrelada ao desejo de ajuda. São os NEGÓCIOS-SOCIAIS.

Gosto muito desse assunto, e por isso compartilho esse interessante artigo da Revista Exame, abaixo (clique aqui para citação):

COMO CRIAR UM NEGÓCIO SOCIAL

por Daniela Moreira

O tempo em que a etiqueta “sem fins lucrativos” vinha necessariamente atrelada a uma operação com propósitos sociais ficou para trás. Hoje, as organizações que querem contribuir para a construção de um mundo melhor podem fazê-lo sem abrir mão de gerar receita e operar dentro das melhores práticas de gestão e eficiência do mercado.

Os “negócios sociais” começam a se consolidar como uma opção para quem quer empreender e, ao mesmo tempo, gerar impacto social. “É usar o potencial empreendedor para resolver questões de qualidade de vida de populações mais vulneráveis”, explica Maure Pessanha, diretora executiva do Centro de Formações em Negócios Sociais da Artemisia, aceleradora de negócios sociais. Entre os exemplos de iniciativas neste modelo estão negócios voltados a consumidores de classes C, D e E, como serviços de saúde e educação a baixo custo. “Tem que gerar receita, mas tem que resolver um problema social”, resume Rodrigo de Méllo Brito, co-fundador e diretor executive da Aliança Empreendedora. Confira a seguir algumas dicas dos especialistas para criar um negócio social:

Pesquise o público-alvo

Para ser relevante, um negócio social precisa atender às necessidades reais do seu público. Isso exige um contato muito próximo com os consumidores dos produtos e serviços a serem oferecidos.

Não presuma que uma demanda existe – busque verificar através de pesquisas e contatos constantes com os usuários exatamente o que eles querem. “É preciso entender muito bem do problema para poder traçar a estratégia de trás para a frente. Quanto o cliente está disposto a pagar pelo produto? Que tipo de meio de pagamento ele tem à disposição? É respondendo a essas perguntas que você poderá chegar a uma oferta ideal”, detalha Brito.

Encontre um modelo de negócio

Não há um consenso a respeito da constituição jurídica ideal para este tipo de negócio. Muitos nascem a partir de iniciativas de ONGs que precisam de recursos para se autofinanciar. Mas, cada vez mais, tornam-se comuns projetos que já nascem como negócios sociais. Neste caso, é importante pensar desde o início em um modelo que permita que o negócio seja autossustentável – se não a curto prazo, pelo menos em um futuro não muito distante.

“O capital inicial para começar um negócio pode vir de várias fontes, inclusive doações. O que não pode acontecer é contar doação como faturamento, isso é uma ilusão. No longo prazo, é preciso gerar receita”, destaca Maure. Os modelos de negócios são variados. Algumas empresas faturam com a venda dos próprios produtos e serviços oferecidos. Em outros casos, treinamentos e consultoria podem entrar como uma fonte de receita para sustentar um atendimento gratuito ao público.

Faça um bom plano de negócios

Como qualquer negócio que almeja o sucesso, um negócio social deve ter um plano de negócios, o documento que vai detalhar e traduzir em números qual será a oferta da empresa, o mercado em que ela vai atuar, seus concorrentes e projeções de ganhos e gastos potenciais. “O negócio social tem que ser, antes de tudo, um bom negócio, muito bem estruturado e administrado”, destaca Maure. Além de ajudar na hora de buscar recursos, este documento será útil na gestão do dia-a-dia do negócio.

Conduza um piloto

Para fazer os ajustes finos necessários no projeto e mostrar a potenciais investidores que a ideia é boa, fazer um piloto é um caminho interessante. “Teste o seu mercado assim que possível e veja se o produto tem valor para a comunidade”, recomenda Maure.

Busque recursos

A oferta de capital para negócios sociais vêm crescendo no Brasil. Fundos internacionais e até brasileiros, como a Voz Capital e a Sitawi, injetam recursos em projetos promissores em troca de uma fatia do negócio. Como muitos negócios sociais ainda nascem a partir de um modelo híbrido – ONGs que acabam migrando para o setor 2,5 gradativamente, em busca de sustentabilidade –, também é possível captar recursos tradicionalmente disponíveis para o terceiro setor, como verbas de institutos e fundos sociais de empresas. Outra opção é ir atrás de recursos dos programas de subvenção econômica governamentais.

Tenha paixão e perseverança

Um negócio social algumas vezes leva mais tempo para decolar que um negócio tradicional, por isso é fundamental que o empreendedor acredite muito na ideia e tenha persistência. “É importante ter uma visão, uma consciência do impacto do negócio”, diz Maure. Embora, no longo prazo, a remuneração de um executivo responsável por um negócio social possa se equiparar aos valores de mercado, assim como em qualquer empreendimento, e empreendedor terá que apertar o cinto até que o negócio se consolide. “Mesmo negócios tradicionais levam anos para ter escala. É preciso ter paciência”, aconselha Britto.  “A boa notícia é que até o investidor está disposto a esperar mais e ganhar menos, porque investe pelo impacto social”, conclui.

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– #tbt 2: Dia de doar sangue.

Ajudar não tem tempo! Essa foto de #tbt é de alguns anos, mas a mensagem é atual: seja solidário!

Doar sangue é um ato de amor. Vamos seguir o conselho da minha Marininha e ajudar o próximo?

Doe sangue ou plaquetas, seja voluntário, a vida agradece!

– A riqueza é acumular ou dividir, para um cristão?

Maravilhosa mensagem do Papa Francisco, tempos atrás, postada em seu twitter:

“A verdadeira riqueza não consiste tanto em multiplicar o que temos, como sobretudo em partilhá-lo equitativamente com aqueles que nos rodeiam.”

Estamos fazendo tal propósito? Ou nosso conceito de riqueza ainda é muito mundano?

Artigos7-30

Imagem extraída de: https://escoladepais.org.br/ensinar-a-ser-solidario/

– Peter Singer: como o conceito de doação eficaz pode revolucionar a generosidade global.

O livro de Singer de 2009 The Life You Can Save – actualizado em 2019 e narrado em áudio por Stephen Fry e Kristen Bell – conduziu os leitores ao …

Continua em: Peter Singer: como o conceito de doação eficaz pode revolucionar a generosidade global

– Exemplos do Dia Mundial da Empatia!

Hoje, mundo afora, se celebra o Dia da Empatia. E nada melhor do que um exemplo inspirador. 

No ano passado, esse vídeo incrível de uma atendente da rede de Fast Food Giraffas ajudando uma pessoa deficiente, cativou a todos – e merece ser lembrado hoje!

Assista em: https://twitter.com/Ricamconsult/status/1535955153085399044

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– Festa Junina! Êba!!!

Estaremos lá: participe e ajude!

Na imagem:

– Quem são os jovens que podem mudar o mundo?

Você já ouviu falar de Zygmunt Bauman?

Eu também não. Mas ele é um dos maiores pensadores do século XXI. Polonês, foi expulso de seu país no tempo do comunismo por ter idéias contrárias ao regime.

Em entrevista à Revista Época (ed 543, pg 68-70 a Luís Antonio Giron), falou sobre o futuro da humanidade. E declarou-se meio que desesperançoso, alegando que só os jovens indignados podem mudar o mundo.

Os jovens que podem mudar o mundo, segundo o sociólogo Bauman, são aqueles fora da “alienação do mundo da Web”, e, apesar de se mostrar melancólico com o rumo que a Sociedade tomou, esperançosamente (talvez sua única demonstração de fé na matéria) disse:

“Confio que os jovens possam perseguir e consertar o estrago que os mais velhos fizeram. Como e se forem capazes de pôr isso em prática, dependerá da imaginação e determinação deles. Para que se deem uma oportunidade, os jovens precisam resistir às pressões da fragmentação e recuperar a consciência da responsabilidade compartilhada para o futuro do planeta e seus habitantes. Os jovens precisam trocar o mundo virtual pelo real”.

Ótimo! Penso como ele. Que valores e referências são determinantes nos dias de hoje? A violência, a corrupção, o descaso com o próximo, a ostentação e a individualidade foram legado triste de alguns pais, que com dificuldade de moral e falta de oportunidade educacional, contaminaram uma nação inteira com a história de “levar vantagem em tudo”.

Cabe a nós encontramos e encorajarmos jovens diferenciados com vontade de mudar. E, em muitos casos, sermos esses próprios jovens.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– #tbt 3: Doe Sangue, Doe Plaquetas

Há 6 anos…

Hoje (e todo dia) é dia de Doação de Sangue e Hemoderivados. Estou fazendo a minha costumeira doação de plaquetas aqui no Banco de Sangue do HIAE.

Seja voluntário também. Você ajuda o próximo e faz o bem sem olhar a quem!

Lembrando: até 4 doações de sangue/ano ou doações quinzenais de plaquetas e hemoderivados anuais. Não faz mal, não dói e não lhe fará falta. E, certamente, sua solidariedade e sua cidadania despertarão a outros!

#DoaçãoDeSangue 

#Voluntariado

#DoeSangue 

#DoaçãoDeHemoderivados

@hiae

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– Ajude o Projeto Teca!

Venho aqui, caros amigos e leitores, solicitar que me ajudem a divulgar este projeto, no qual faço parte, dirigido por pessoas competentes aqui em …

Continua em: Projeto Teca

– Pratique Solidariedade!

Hoje é dia de alegria. É dia de praticar solidariedade e doar sangue!

Minhas filhotas vieram comigo, e fazem campanha pela causa: #DoeSangue, #DoeVida!

Incentive seus amigos, seja doador voluntário e ajude quem você não conhece e precisa.

#solidariedade

– O mundo da colaboração, e não o da competição, é necessário.

Em tempos de pandemia e necessidade de ações solidárias e coletivas, deparei-me com essa consciente reflexão:

“As pessoas educam para a competição e esse é o princípio de qualquer guerra. Quando educarmos para cooperarmos e sermos solidários uns com os outros, nesse dia estaremos a educar para a paz”.

Maria Montessori, médica e educadora.

Pensemos: de que adianta, especialmente nos dias de hoje, a agressividade nas palavras e o discurso da necessidade de sucesso na carreira profissional neste mundo competitivo, onde o indivíduo faz de tudo para se dar bem, muitas vezes sobrepujando seu próximo?

Mais do que isso: o que é sucesso?

Vale pensar…

Colaborar e Cooperar para o crescimento da sua empresa - Parte ...

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– #tbt 3: Dia de ser Solidário!

Há 5 anos…

Hoje é dia de praticar solidariedade – fui doar sangue!

É um hábito a doação de sangue e hemoderivados. Faz bem para o corpo, à alma e à mente.

Seja doador! A vida agradece.

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– #tbt 4: Dia de Doação de Sangue / Plaquetas. Mas o que deve motivar o Voluntariado?

Hoje é dia de colaborar com aqueles que têm baixa imunidade, oportunamente doando sangue e plaquetas.

Nada substitui esse líquido precioso e seus hemoderivados. Assim, ser doador voluntário é ato de solidariedade e cidadania, cuja bandeira defendo veementemente e passou a ser um propósito inegociável a mim.

Vá ao banco de sangue mais próximo e ajude: Doe Sangue, Doe Plaquetas, Doe Vida!

A alegria em ser voluntário é saber que você ajudará a quem nunca viu e que sequer poderá te agradecer. E essa é a ideia: fazer o bem sem olhar a quem, não esperando nada em troca.

Faça a sua parte: seja doador voluntário!

– #tbt 2: Contagie a Solidariedade!

Há 3 anos…

Já escrevi o quão importante é para mim o incentivo da Prática da Doação de Sangue e Hemoderivados, como Plaquetas. Doar, sem dúvidas, é um ato de Amor – com A maiúsculo mesmo.

Me tornei doador por vias tortas, e contei em outras postagens a minha motivação em algumas linhas por esse blog. De maneira bem resumida, escrevi em: https://wp.me/p4RTuC-mHB.

Pois bem: hoje tenho a alegria de ter ao meu lado doando a Bianca, minha prima-sobrinha, que de maneira generosa se tornou voluntária por essa tão nobre causa. Ela não o fez pela dor, mas simplesmente por… Amor, que citamos agora há pouco!

Imagine se, a quantidade de jovens existentes no Brasil, resolvesse ter a mesma atitude desprovida de vaidade e plena em solidariedade dessa moça? Tenha certeza que, se ao menos 10% da parcela desses novos adultos assim o fizesse, não se necessitaria na realização de tantas campanhas e apelos por tal motivo.

Enfim, muito orgulhoso pela Bibi, muito feliz pela doação e muito esperançoso em ver essa geração obstinada em fazer um mundo melhor – mais humano e solidário.

Doe sangue, Doe Plaquetas, Doe VIDA!

– Leitura compartilhada:

Multiplicam-se ações solidárias como essa: “Estante Solidária”!

Em vários municípios ocorrem tais iniciativas. A idéia é ótima (leia na placa da foto).

Se funciona, na prática? Não sei… mas tomara que projetos assim frutifiquem.

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– Torcidas de futebol e Covid.

Começou com os clubes de futebol da Alemanha e da França, logo na primeira onda da pandemia de Covid-19: o oferecimento de seus estádios como Hospitais de Campanha.

Pouquíssimos foram usados, é verdade (como o Pacaembu, por exemplo). Tal fato foi repetido (a oferta) aqui no Brasil também.

A atitude das instituições esportivas foi louvável, não se discuta. Na segunda onda, as mesmas entidades ofereceram suas instalações como Postos de Vacinação.

Aqui, aplausos para quem se dispôs de verdade a ceder seu espaço de maneira nobre e solidária, praticando o “marketing do bem”… 

Agora…

Os estádios de futebol terão a capacidade reduzida para 70% de sua ocupação. Mas você tem frequentado eles?

Nestes últimos dias, estive in loco comentando jogos no Estádio Jayme Cintra na Copa São Paulo de Futebol Jrs. E me assustei com o que vi: as pessoas adentram aos estádios passando por corredores lotados, se raspando / relando / encostando e aglomerando. Durante as partidas, esquece-se as máscaras e tudo volta ao “normal”, como se não existisse pandemia. Nas cabines da imprensa, há os protocolos sendo cumpridos, mas como exigir o mesmo da grande massa? 

E na hora do gol? É gente se abraçando, beijando, lançando perdigotos para todos os lados.

ATENÇÃO: estar vacinado não é tornar-se um”super-homem”, blindado, imune ao novo coronavírus e que não transmite nada para as pessoas. As vacinas são necessárias (indispensáveis) para que tenhamos maior resistência à Covid. Com elas, os efeitos são minimizados. Sem elas, a coisa é grave. Porém, a alta taxa de contágio (as pessoas imunizadas não sentem os efeitos do vírus ou os têm minimizados, mas o carregam por dias e podem contaminar outras) faz com que nos perguntemos: não é hora de restringir um pouco mais as torcidas, movidas pela paixão e que não ficarão isoladas em seu canto aplaudindo quando seu time faz um gol?

Pensemos nisso.

Os estádios que viraram hospitais de campanha na luta contra o coronavírus  | VEJA

Imagem de Nelson Almeida/HULU, extraída de: https://placar.abril.com.br/placar/confira-os-estadios-que-viraram-hospitais-de-campanha-contra-o-coronavirus/

– #tbt 2: Hoje é dia de colaborar!

Há 4 anos…

Muito bom poder ajudar!

Hoje estou fazendo a costumeira doação voluntária de plaquetas, bem acompanhado pela minha filha Marina e seus cartazes motivacionais e de solidariedade.

AJUDE TAMBÉM!!! Seja doador, os bancos de sangue precisam muito de sua colaboração.

#DoeSangue, #DoePlaquetas, #DoeHemoderivados.
A vida agradece!

– “Giving Tuesday” é todo dia.

Em mais de 80 países, uma tradição americana vingou: a do “Giving Tuesday”, uma espécie de dia do doador, realizada sempre na 1a terça feira após o “Dia de Ação de Graças” (neste ano, foi em 30 de novembro).

Algumas empresas e ONGs do Brasil celebraram tal data (bem timidamente). E as pessoas físicas também! A ideia é: pode-se doar roupas, brinquedos, sangue, tempo, serviço voluntário ou qualquer outra coisa. Em suma: um dia de solidariedade!

E aí, que tal fazer sua parte, independente da data, e ajudar? Se quiser, faça já, não é preciso esperar uma data.

Giving Tuesday

Imagem extraída de: https://www.worldgastroenterology.org/wgo-foundation/support-wgo/givingtuesday

– O Altruísmo de quem quer viver para o bem! Volunturismo é uma boa prática

Já ouvi falar do termo destinado a quem quer fazer turismo e ainda assim praticar ações solidárias voluntárias: o “Volunturismo”.

Sabia que tal nobre atitude está em alta?

Compartilho, extraído de: https://veja.abril.com.br/mundo/dando-duro-nas-ferias/

DANDO DURO NAS FÉRIAS

Imagine passar uma semana ensinando refugiados a cozinhar. É o “volunturismo”, um tipo de viagem para prestar ajuda a quem precisa

por Fernanda Thedim

Enfim, férias. Construa casas em uma comunidade indígena do Panamá, cuide de elefantes idosos na Tailândia ou monitore crianças em uma creche de favela do Rio de Janeiro — sim, isso são férias. E tem uma turma que está disposta a pagar caro por elas. Esqueça luxo e vida boa. A ideia é fazer uma imersão completa em uma nova cultura como voluntário, pegando no pesado para valer. Quem vai atrás desses pacotes já rodou outros países à moda turística e agora quer viver uma experiência original, da qual possa extrair lições únicas e ao mesmo tempo ajudar — tudo feito sob medida para estes tempos politicamente corretos. O “volunturismo”, como a modalidade é chamada, movimenta hoje cerca de 10 milhões de pessoas por ano, incluindo brasileiros.

A maioria dos volunturistas, aqui e no exterior, é jovem, tem outros carimbos como voluntários e não s incomodam com a qualidade do colchão nem com a falta de privacidade. O que importa é, para usar o verbo da vez, conectar-se com outros povos – e que isso seja do jeito local. A chef carioca Tuti Land, 32 anos, ficou 15 dias na Jordânia alojada em um acampamento de refugiados sírios: deu aulas de culinária e visitou famílias que fugiram da guerra (cont no link acima)…

ÁFRICA SEM SAFÁRI - Mariana, em favela do Quênia: reforço escolar para crianças e mergulho na cultura local (Michel Coeli/.)

– Casamentos Solidários? Irreverência do bem.

Bom modismo o dos “casamentos solidários”.

Tenho um amigo que sempre que promove alguma celebração, convida-nos a levarmos fraldas ou leite como “entrada” para o evento. Um coração generoso, sem dúvida.

E dentro do modismo solidário, vejo algumas festas de casamento com esse propósito. Noivos e noivas que já têm situação financeira estabilizada, ao invés de presentes, pedem doações para entidades assistenciais indicadas.

Sensacional. Isso sim é irreverência do bem!

Conheça os Mini Weddings: a tendência de casamento para a pandemia

Foto: Pexels, extraído de: https://www.consumidormoderno.com.br/2021/03/30/tendencia-casamento-pandemia/

– Santo Alberto Magno e a Reflexão Dominicana

Hoje a Igreja Católica celebra a memória de um santo que tinha propósito aos quais todos nós deveríamos ter atualmente: o da doçura e amabilidade aos desígnios do Pai!

Da ordem Dominicana, estudou Ciências Naturais, Mecânica, Engenharia, Meteorologia e Agricultura. Como professor, lecionava com o objetivo de compartilhar tudo o que sabia, a fim de que o próximo – que na maioria da vezes era seu próprio aluno – aprendesse coisas de assuntos diversos e as usasse de maneira cristã.

Devoto da Virgem Maria, pregava que o coração de cada um deveria estar aberto à vontade de Deus, assim como Nossa Senhora agiu em vida – sempre solícita aos desejos divinos.

É dele a frase:

“Minha intenção é única: a de disseminar a Ciência de Deus!“

Santo Alberto Magno nasceu na Alemanha, estudou em Padova (Itália) e Paris (França); foi bispo da Diocese de Ratisbona, marcada por guerras e disputas paroquiais. Lá, pacificou as comunidades com sua sabedoria e mansidão.

Fica a reflexão: deixamo-nos permanecer com o coração aberto para que saibamos qual a vontade do Senhor em nossa vida e assim possamos, a exemplo de Alberto Magno, partilhar conhecimento e caridade?

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Foto-arte extraída de: https://www.acidigital.com/noticias/hoje-e-celebrado-santo-alberto-magno-o-grande-doutor-por-um-acordo-com-a-virgem-66711

– Compre Puro Cioccolato e ajude o HUSF.

Por ignorância, eu não conheço essa marca de chocolate e nem gosto de tal guloseima do folheto abaixo. Mas vou comprar as trufas e presentear as pessoas que eu amo, a fim de também ajudar a causa nobre: fundos para o Hospital!

São em pequenas ações que também  conseguimos colaborar. Sendo assim, que tal comer um doce?

– #tbt 4: Vamos doar Sangue ou Plaquetas?

Repost de 5 anos:

Hoje (e todo dia) é dia de #Doação de #Sangue e #Hemoderivados. Estou fazendo a minha doação de #plaquetas aqui no #BancoDeSangue do #HIAE. Seja #voluntário também. Você ajuda o próximo e faz o #bem sem olhar a quem! 

Lembrando: até 4 doações de sangue e 12 doações de plaquetas / hemoderivados anuais. Não faz mal, não dói e não lhe fará falta. E, certamente, sua #solidariedade + #cidadania despertará a outros!

#DoaçãoDeSangue 

#Voluntariado

#DoeSangue 

#DoeHemoderivados

@hiae

(OPS: gostaram do cartaz motivacional? Foi feito pela artista e voluntária-mirim Marina Porcari)

 

– Doe Sangue e Plaquetas!

Alguns aprendem pelo AMOR, outros pela DOR. Uma breve história:

Foi pela DOR que me conscientizei e me tornei doador de sangue e de plaquetas. Após uma experiência pessoal, vi que tal ato humanitário é essencial, embora desprezado pela maioria.

Mas não venho usar espaço para isso nesse momento. Venho pedir: os bancos de sangue de todo o Brasil estão precisando com urgência de Doadores de Sangue e Doadores de Plaquetas! Com as festas de final de ano, o número de doadores voluntários cai muito.

Que tal um ato solitário que dignifica o homem? Doe sangue ou doe plaquetas. Não dói nada, é rápido e faz bem para o corpo e para a alma. Até eu que tenho “fobia de agulhas” sou doador! Qual o problema então?

Os necessitados de sangue e plaquetas agradecem!

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– Comungar-se com as Coisas que se Convive

Se você costuma praticar o bem, o hábito lhe transforma numa pessoa sempre boa. Se convive com solidários, a solidariedade se torna intrínseca em seu coração. Se procura pessoas sábias, a sabedoria se tornará cotidiana.

Acredito que a convivência influencia as pessoas (algumas em muito; outras, em pouco). Há de se ter muita resiliência para não se influenciar.

Compartilho tal reflexão:

“Tudo o que amamos profundamente converte-se em parte de nós mesmos.“

Helen Adams Keller, educadora americana(1880-1968)

Concordo e assino embaixo!

– Fundação Edmilson.

Como é legal um ex-atleta fazendo diferença na vida das pessoas!

Li e merece uma re-postagem: sobre a ação solidária do Edmilson (ex-São Paulo e Barcelona).

Extraído de: https://culturaefutebol.wordpress.com/2021/10/10/fundacao-edmilson-um-legado-para-a-comunidade/

FUNDAÇÃO EDMILSON: UM LEGADO PARA A COMUNIDADE

Fundação Edmilson. Foto: Divulgação

Pentacampeão mundial investe mais de R$ 2 milhões para iniciar projeto que vira o jogo e muda a história de centenas de pessoas em situação de vulnerabilidade

Transformar vidas por meio do esporte, educação, cultura e lazer, promovendo a inclusão social e formando cidadãos. Essa é uma das premissas da Fundação Edmilson, liderada pelo pentacampeão mundial José Edmílson Gomes de Moraes e sua esposa Simeia Moraes, que vem, há mais de 15 anos, contribuindo com a sociedade e mudando a história de crianças e adolescentes de comunidades carentes em todo o país.

A ideia surgiu em 2002, assim que o jogador retornou do Japão com a conquista do penta. “Me senti tão grato por tudo que já havia conquistado, que queria devolver algo para a comunidade onde cresci”, conta Edmilson. E desde então, ele e sua esposa vinham desenhando e buscando recursos para que o sonho se tornasse realidade. Sem incentivos e patrocinadores, ambos decidiram investir recursos próprios para consolidar o desejo, cerca de R$ 2 milhões iniciais apenas para a construção do espaço. “Queria que a Fundação tivesse a minha cara, que contasse um pouco da minha história, e hoje sua sede está construída no campo onde eu joguei as minhas primeiras peladas, o mesmo que eu fugia de casa e dos meus pais para me divertir, graças a uma doação da prefeitura, ao qual somos muitos gratos”, conta Edmilson com entusiasmo.

Com sede localizada em Taquaritinga, interior de São Paulo, a Fundação, sem fins lucrativos, foi criada para ajudar no combate à desigualdade e a exclusão social por meio de atividades voltadas ao esporte e cultura, como basquete, futebol, vôlei, karatê, balé, teatro, recreação, canto coral e batucada, escrita e leitura, informática e conhecimentos gerais. São projetos inovadores capazes de promover um impacto positivo na sociedade, contribuindo para a mudança de comportamento, criando novas possibilidades para crianças e jovens, com idade entre 5 e 17 anos. 

“Eles só precisam de um incentivo para se tornar campeões na vida. E a Fundação Edmilson nasce com esse propósito, para dar esse empurrãozinho e ajudá-los a se tornar cidadãos que vão em busca e realizam os seus sonhos”, conta Simeia, que dirige a Fundação.

Com resultados positivos na comunidade e agora com a ajuda de parceiros e investidores, a Fundação expandiu sua atuação e já ganhou filiais nas regiões de Santana de Parnaíba e Carapicuíba, em São Paulo, e Betânia, no Piauí. Hoje, a Fundação atende gratuitamente cerca de 800 crianças por dia, oferecendo atividades cinco vezes por semana, no contra turno escolar e também refeições. 5 vezes por semana. Ao longo dos 15 anos de atuação, já beneficiou mais de 25 mil pessoas, sendo 6 mil crianças atendidas diretamente.

“Estamos localizados em bairros com registro de alta vulnerabilidade social e econômica, e queremos, mais do que tirar jovens da rua ou formar futuros atletas, promover a cidadania e desenvolver inteligência emocional, oferecendo saúde e bem-estar”, acrescenta Simeia.

Para se ter ideia, nos últimos anos o Brasil perdeu 4% do interesse de meninos em fazer futebol. Dentre as atividades das unidades, o karatê tem sido um dos mais procurados. “Já tivemos uma equipe que viajou para fora do país para disputar um campeonato de karatê e voltou com medalhas”. O esporte é uma ferramenta de transformação social que ensina valores morais como trabalho em equipe, humildade, respeito, disciplina. “E são esses os legados que queremos deixar. De que o engajamento no esporte e nas atividades culturais só trarão benefícios para quem eles serão no futuro. Nós queremos e vamos virar esse jogo”, diz Edmilson.

Em breve a Fundação deve expandir, e ganhar uma nova unidade na região de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. “Vamos replicar boas ações e atitudes positivas”, finaliza o craque.

http://www.fundacaoedmilson.org.br

Créditos: Christiane Rodrigues | Agência AMB

* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de imprensa

– Ajude sem esperar ajuda!

Faça o bem despropositalmente!

Precisamos ajudar o nosso próximo sem sequer esperar um “obrigado”.

Refletindo: https://www.youtube.com/watch?v=6a2guwk06S8

– As Novas Vidas das crianças que moravam na Cracolândia

Anna Bonizzi, Bernardo Ricupero, Marcelo Neubauer de Paula, Annie Bacarat, Thaís Heer, Ricardo Kiste, Ricardo Hilgenberg, Luciana Hilgenberg, Ana Davini, Daniel Ramires, Sheila Rodriguez, Alessandro Lata. Todos esses (e outros não citados) merecem aplausos e louvores!

São elas as pessoas de destaque na Vejinha (ed 09 Out) por terem adotado crianças da Cracolândia. Menores vítimas do abandono de mães irresponsáveis, largadas ou trocadas pelas drogas, perdidas e desandadas no mundo.

Corajosamente, essas pessoas tomaram como seus filhos as criancinhas que agora terão um futuro muito melhor.

Sem comentários, só reconhecimentos.

– Marketing, Ação Social e Solidariedade.

Que bacana! Por conta do Outubro Rosa, o pessoal do Red Bull Bragantino foi visitar a ala oncológica do HUSF (vide o print abaixo).

Custa muito para os clubes tal iniciativa?

– Jovens Desprovidos de Vaidade

Como é bom ver pessoas desprovidas de interesses particulares obscuros e que se comprometem a ajudar o próximo simplesmente pela solidariedade!

Compartilho esse ótimo exemplo, sobre como jovens abdicam do lazer para trabalho voluntário em favelas da Grande SP.

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1608200917.htm

UNIVERSITÁRIOS CONSTROEM CASAS EM FAVELAS

Jovens de classe média de São Paulo atuam em comunidade em Suzano para construir casas mais dignas para famílias carentes . 120 voluntários se reuniram para construir dez casas de madeira, com 18 metros quadrados cada uma, durante um final de semana

De Márcio Pereira:

Sábado ensolarado na Grande São Paulo. Enquanto muitos jovens de classe média ainda curtiam as férias prorrogadas por conta da propagação do vírus da gripe suína no Estado, uma estudante de relações internacionais da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) segue com seu carro, um Polo preto, para uma favela em Suzano.

Marina Santos, 20, mora na Granja Julieta (bairro nobre na zona sul de SP), é filha de um auditor e de uma professora. Sua única irmã está cursando arquitetura na Faap.

Ela é uma das personagens que fazem parte da história da ONG chilena Um Teto para Meu País no Brasil. Entidade instalada em São Paulo há três anos e que construiu 195 “casas de emergência” em quatro cidades paulistas: Guarulhos, Itapeva, São Paulo e Suzano.

As casas são de madeira, pré-fabricadas, têm 18 metros quadrados e podem ser erguidas em dois dias de trabalho, com a ajuda de oito a dez voluntários.

Cada unidade sai por R$ 3.500 e a família que recebe a “casa de emergência” paga 10% desse valor, o restante é custeado por meio de doações de empresas e das prefeituras. “Em Suzano, conseguimos um valor melhor. Cada família pagou R$ 150 pela casa”, conta Larissa Dantas, 24, diretora social da ONG. (Continua em: Universitários constroem casas em favela)

– A Oração do Doador de Sangue.

FÉ, RELIGIÃO E SOLIDARIEDADE – A Oração do Doador de Sangue,

em: https://www.youtube.com/watch?v=-0BHADvW0es