– Carros Econômicos serão Obrigação pela Lei Americana

 

Os EUA pegaram pesado no consumo de combustíveis dos carros gastões. Por lei, os carros que consomem mais (como as SUV’s), terão que fazer no mínimo 23kms/litro.

 

Cá entre nós: uma revolução, não? Bom para o consumidor e para o meio ambiente.

 

Extraído de Veja, Ed 03/08/2011, pg 82-84

 

MAIS CHÃO COM MENOS PETRÓLEO

 

Os carros americanos, por lei, terão de gastar menos combustível. A medida é boa para a economia e também para o clima do planeta.

Hoje um carro anda 12 Km

Meta para 2016 – 15Km

Meta para 2025 – 23 Km

 

por Alexandre Salvador

 

Um acordo firmado na semana passada entre o governo e a indústria automobilística dos Estados Unidos sinaliza, num futuro próximo, grandes transformações nos carros americanos. O objetivo é diminuir a hegemonia dos automóveis possantes e beberrões pelos quais os motoristas daquele país têm predileção. Pelo acordo, os fabricantes de veículos se comprometem a investir bilhões de dólares em tecnologia para reduzir o consumo de combustível dos carros que produzem, seguindo um plano de metas. Hoje, a frota americana de veículos de passeio e caminhões leves novos rodam, em média. 12 quilômetros com l litro de gasolina. Em 2016, os carros deverão percorrer 15 quilômetros com a mesma quantidade de combustível e, em 2025.23 quilômetros. Os índices se referem à média da frota – o consumo dos carros que gastam muito será compensado pelo baixo consumo de novos modelos que as fábricas serão agora obrigadas a desenvolver. A regulamentação sobre o consumo dos veículos nos Estados Unidos, chamada de Café (sigla em inglês para Economia Média Compartilhada de Combustível), existe desde 1975 e foi criada em reação à crise causada pelo embargo dos países árabes à exportação de petróleo, dois anos antes. Desde 1985 os índices obrigatórios de consumo não sofriam alterações. No ano passado, o presidente Barack Obama transformou a redução do consumo dos veículos numa bandeira de sua administração.

A princípio, a indústria automobilística reagiu com desagrado. A alegação era de que os investimentos necessários para produzir carros menos sedentos iriam encarecer os modelos e tomá-los inacessíveis a boa pane da população. O governo retrucou que a economia que os motoristas fariam com combustível compensaria o dinheiro a mais desembolsado na compra do carro. Seguiu-se uma longa negociação para estabelecer as metas de redução. O acordo da semana passada, estabelecendo metas a meio caminho entre as que cada parte propunha, encerrou a discussão. Não é a primeira vez que a indústria automobilística americana reage mal a uma regulação proposta pelo governo. O mesmo ocorreu quando se tornou obrigatório o uso de catalisadores nos escapamentos dos veículos – medida que diminuiu tremendamente a poluição do ar nas cidades – e dos airbags, que hoje salvam vidas.

O governo Obama tem três bons motivos para se empenhar na redução do consumo de combustível dos veículos. O primeiro é diminuir a dependência do petróleo que os Estados Unidos importam, boa pane dele proveniente de países com governos pouco confiáveis, como a Venezuela. O país consome diariamente quase 20 milhões de barris de petróleo e metade de seu déficit comercial, de 497 bilhões de dólares, é causada pela importação do produto. O segundo motivo é reduzir as emissões de gases do efeito estufa e, dessa forma, dar a contribuição americana aos esforços para frear o aquecimento global. Nos Estados Unidos. 29% da emissão desses gases provém da circulação de veículos. O terceiro motivo, de mais longo prazo, é preservar energia para as gerações futuras. Os Estados Unidos têm os piores índices de eficiência de consumo dos automóveis entre os países desenvolvidos. Boa pane da Europa e o Japão atingiram a meta de 18 quilômetros por litro em 2008. Os europeus pretendem chegar à meta de 25 quilômetros por litro em 2020.

Uma saída para reduzir o consumo de gasolina seria elevar os impostos que incidem sobre ela. Os Estados Unidos têm uma das gasolinas mais baratas do mundo – litro custa l dólar na bomba, quase metade do preço cobrado no Brasil. Aumentar impostos, porém, poderia ter um custo político muito elevado para o governo Obama. Some-se a isso o fato de que, nos Estados Unidos, pelo tamanho do país e pelo modo de vida de sua população, a gasolina precisa ter um preço acessível. Os americanos percorrem grandes distâncias de carro para trabalhar, ir à escola, fazer compras ou se divertir. Um aumento de impostos iria castigar as famílias menos favorecidas.

A dificuldade de investir em tecnologias que diminuam o consumo de combustível é que o motor a combustão é uma máquina limitada. Os motores que equipam os carros de hoje não diferem muito do primeiro modelo criado em 1876 pelo engenheiro alemão Nikolaus Bkolaus Otto. Em mais de 100 anos, nenhum fabricante conseguiu aumentar de forma expressiva o aproveitamento da energia obtida da queima do combustível: hoje ela é de 30% nos motores a gasolina e álcool, 50% nos motores a diesel. O restante da energia se perde em forma de calor. Explica o engenheiro automobilístico Celso Arruda, da Unicamp: “O motor a combustão interna é uma máquina térmica, que necessariamente transforma parte da energia em calor. Ele chegou muito próximo ao limite de sua evolução”.

A Europa atingiu seu patamar atual de redução de consumo com carros menores e movidos a diesel. No Japão, os híbridos são muito populares – o Toyota Prius é o carro mais vendido do país. Já nos Estados Unidos, a picape Ford F-150 ainda é o modelo preferido dos motoristas e, na sua versão mais econômica, faz apenas 9 quilômetros por litro. Disse a VEJA o engenheiro americano Paul Ronney, da Universidade do Sul da Califórnia: “Além dos desafios tecnológicos, existe nos Estados Unidos uma questão cultural de repúdio aos carros muito econômicos. As pessoas estão acostumadas a dirigir grandes caminho nestes SUVs, e não existe tecnologia que faça com que os SUVs alcancem os 23 quilômetros por litro”.

– Sou Contra o dia do Orgulho Hetero. E do Orgulho Gay também.

 

A Câmara dos Vereadores Paulistana aprovou ontem o Dia do Orgulho Heterossexual, claramente para contrapor ao dia do Orgulho Gay.

 

O Homem e a Mulher heterossexuais precisam de um dia para celebrar sua condição? Ora, claro que não. Assim como o Homem e a Mulher homossexuais não deveriam precisar.

 

Sou contra dia Hetero, assim como contra dia Gay. E, por coerência, sou contra o dia da Consciência Negra e contra um suposto dia do Branco. Também sou contra o dia Internacional da Mulher e dia Nacional ou Municipal do Homem. Repudio o dia da Mãe e o dia dos Pais. Também o dia das Crianças ou dos Idosos. Não quero dia dos Namorados, nem dos Solteiros, Casados ou Divorciados. Tampouco dia de luta contra isso ou contra aquilo.

 

Por fim, sou contra todos esses dias simbólicos, pois não gosto da idéia de dia específico à uma categorização de minoria ou de maioria social, separação por raça ou condição econômica e credo.

 

Homens, Mulheres, Brancos, Negros, Jovens, Velhos, Ateus, Religiosos, Pobres, Ricos, Hetero, Homo… tais classificações não deveriam existir. Somos apenas um! Uma raça, a RAÇA HUMANA, onde todos somos filhos de Deus e que deveríamos nos respeitar igualitariamente, sem privilégios ou perseguições.

 

Criar dia “de não sei o quê”, ou “de não sei quem” mostra uma grande desinteligência humana, travestida de desculpa de luta ou homenagem. Isso deve ser feito diariamente.

 

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

(esse  e outros post podem ser acessados também bo Blog do Rafael Porcari no Portal Bom Dia: http://blog.redebomdia.com.br/blog/rafaelporcari/comentarios.php?codpost=5046&blog=6&nome_colunista=963)

– Sensação da Proximidade do Fim do Mundo: o Arrastão das Meninas!

 

Sinais apocalípticos do final dos tempos: grupo de adolescentes (meninas) faz arrastão.

 

Estamos ou não perdendo a noção das coisas?

 

A história em: http://www.portaljj.com.br/interna.asp?Int_IDSecao=1&Int_ID=155425

– Cursos Profissionalizantes na Madrugada em Favelas: exemplo para o Brasil que Luta!

 

Amigos, compartilho a matéria de Márcia Vieira, do Estadão de hoje, sobre um Curso do Senai destinado a morados da favela do Morro do Macaco, que começa às 4h da manhã!

 

Veja que interessante: essa favela carioca era dominada pelo tráfico, e, após ser pacificada, ganhou um curso profissionalizante na madrugada, onde os trabalhadores locais se esforçam para cursá-lo e depois irem ao trabalho.

 

É vida honesta, sofrida e de quem luta por dignidade. E justamente essas pessoas eram sufocadas pela bandidagem.

 

NA MADRUGADA, MORADOR DE FAVELA SE PROFISSIONALIZA

 

Querer mesmo, Leandro Batista, de 20 anos, não queria. Mas a mãe, Leila, avisou sobre a inscrição, insistiu, empurrou e o filho está lá, todos os dias, de segunda a sexta. Meio sonolento, mas bastante empenhado.

 

Leandro é o caçula da turma de 12 moradores do Morro dos Macacos, em Vila Isabel, na zona norte do Rio, no curso de soldador do Serviço de Aprendizagem Industrial (Senai), de 4 às 7 horas da manhã. A excentricidade do horário fez com que a turma ganhasse até um nome especial, Galo da Madrugada, inspirado no bloco mais famoso do carnaval de Recife.

O Galo carioca não está atrás de diversão. Fazer parte do grupo exige sacrifício. Uma van pega os alunos às 3h30 num ponto no pé do Morro dos Macacos, a 2 quilômetros da escola. A essa hora, as ruas em torno do Maracanã, onde fica o Centro de Tecnologia, estão completamente desertas.

Às 4 horas, os alunos já estão paramentados com máscara e avental, manipulando as soldas TIG, sigla para Tungsten Inert Gas. Quando o sol nasce, às 6h34, as aulas já estão praticamente no fim. A maioria dos alunos ainda emenda a jornada escolar com um emprego diurno.

A motivação para estudar durante quatro meses, quando o dia ainda nem raiou, é a garantia de mudar radicalmente de vida. O curso, que normalmente custa R$ 3 mil, sai de graça para os moradores do Macacos, favela que recebeu a Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) em novembro.

Soldador. Um acordo entre a Federação das Indústrias do Estado do Rio (Firjan) e a Secretaria de Segurança Pública oferece um leque de cursos profissionalizantes para os moradores.

O de solda é um dos mais procurados. Primeiro, porque não exige ensino médio completo. Segundo, porque o mercado de trabalho para soldadores TIG 6G está em expansão.

São eles que trabalham em refinarias, plataformas de petróleo, estaleiros. “O TIG 6G é um tipo de solda mais refinado. Exige muita habilidade e hoje está em alta no mercado”, explica André Marques, chefe de educação profissionalizante do Senai.

Por ser uma habilidade mais difícil, paga-se melhor. Quando sai do curso, ainda engatinhando na profissão, o soldador TIG ganha em torno de R$ 1,5 mil. Com a prática, em menos de um ano, dobra o salário. Se for trabalhar numa plataforma da Petrobrás, sonho de nove entre dez alunos, o salário chega aos R$ 4 mil, além dos benefícios. Um salto para quem vive subempregado e não tem nem ensino médio.

Leandro costuma ganhar R$ 200 por semana trabalhando como ajudante de pedreiro em obras no morro. No momento, está desempregado. Vive com a mãe e dois irmãos numa casa no Macacos, favela marcada por episódios violentos, como a derrubada do helicóptero da polícia em 2009 por traficantes.

Antes de a UPP chegar em novembro, Leandro sentiu a dor de viver no meio da violência. “Estava soltando pipa na laje. Teve um tiroteio e me acertaram no peito”, conta. Passou um mês em coma e hoje, seis meses depois, mantém a traqueostomia. Quando fala, cobre com a mão o tubo de metal para evitar a saída do ar. Ainda não tem data para ser livrar da cânula, mas, coberta, não impede que ele estude.

Exigência. Todos dão sua cota de sacrifício. Moisés Ribeiro, de 39 anos, é gari. Mário Alves, de 29, é vigia numa farmácia. Euza Cristina dos Santos, de 40, sai do curso direto para o trabalho de educadora comunitária numa escola do morro. Só chega em casa às 18 horas. Uma hora depois, está na cama.

A rotina estressante não tira o humor da mulata que faz parte da direção de harmonia da escola de samba Unidos de Vila Isabel. “Se eu conseguir um emprego como soldadora, vou ganhar o triplo do que eu ganho hoje. Divide R$ 2 mil aí por R$ 2,50. É cerveja pra caramba”, brinca.

Além da disposição dos alunos, o que mais chama atenção é que os jovens são minoria. Apenas três têm entre 20 e 25. A maioria da turma está entre 27 e 40 anos. Euza tem uma teoria. “Jovens são mais desconfiados. Quando eles virem que a gente está trabalhando e ganhando bem, vão vir. A próxima turma só vai ter garotada.”

– Sobrou para o Piloto?

 

Sempre que há algum misterioso caso e não se quer culpar alguém, sobra para quem não pode se defender por estar… morto. É assim na sociedade (e na política, principalmente).

 

A investigação do acidente do vôo Rio-Paris da Air France concluiu que a culpa do acidente foi dos pilotos que não obedeceram os alertas.

 

Será que os experientíssimos comandantes cometeram esse erro primário e causaram essa tragédia?

 

Talvez sim. Mas mesmo que não tenham cometido, sobrará para eles. Ou alguém acha que o fabricante de aviões ou a cia aérea assumirão uma culpa?

 

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– O que você quer do Brasil?

 

Um material intitulado: “O retrato que o país quer ser”, da Revista Época de 01 de novembro de 2010, pg 60-63, traz os seguintes desejos da sociedade:

 

PAZ

 

JUSTIÇA

 

REDUÇÃO DA POBREZA

 

MORADIA CONFORTÁVEL

 

CUIDADO COM OS IDOSOS

 

OPORTUNIDADE DE EMPREGO

 

CUIDADO COM A SAÚDE

 

RESPEITO

 

QUALIDADE DE VIDA

 

JUSTIÇA SOCIAL

 

HONESTIDADE

 

SOLIDARIEDADE

 

Esses são os anseios da sociedade. E os seus desejos, estão nessa mesma ordem de importância? O que você acrescentaria nessa lista? Deixe seu cometário:

– Culpa de Deus? Acidente com o Porsche, Atentado de Oslo e Morte de Amy Winehouse… Destino?

 

Nossa sociedade infelizmente tem a mania e o defeito de não assumir suas responsabilidades prontamente. Procuramos desculpas e culpados por erros que cometemos e que às vezes damos crédito a outros.

 

Muitas vezes, sucumbimos ao subterfúgio do acidente, do acaso ou até mesmo da vontade divina. Digo isso por 3 fatos dessa semana que impressionaram os cidadãos, onde mortes ocorreram e a discussão das causas e conseqüências foi explicitamente explorada.

 

1) 5ª feira: Marcelo Málvio, o dono de um Porsche que transitava a 150km/h, segundo a polícia numa avenida da Capital, e que colidiu com a Tucson de uma estudante que avançou o sinal vermelho, matando-a, creditou o acidente aos desígnios divinos. Disse à jornalista Mônica Bérgamo que “com certeza, essa morte estava no plano de Deus”.

Culpado pelo acidente?

Para ele (e outros tantos): Deus. Se ela não morresse ali, morreria em outro lugar de qualquer jeito. O motorista foi apenas instrumento do plano celeste.

 

2) 6ª feira: a Noruega viu o fanático ultra-direitista Andres Behring Breivik tirar a vida de pessoas inocentes em causa pró-neonazista. O maluco explodiu um prédio público em Oslo, chamou a atenção das autoridades policiais para o centro da capital, e duas horas depois disparava com fuzil em uma ilha norueguesa contra jovens que acampavam. Motivação? Chamar a atenção à necessidade de extirpar judeus e islâmicos na Europa. Insanidade…

Culpado do atentado?

Para muitos: o acaso. Pessoas assim sempre existirão na sociedade e não se pode fazer nada. Assim como um doente mental invadiu uma escola em Realengo (no RJ) há pouco tempo, matando criancinhas e adolescentes, e nada se podia fazer.

 

3) Sábado: Amy Winehouse foi encontrada morta. Seus fãs aos berros choravam o seu falecimento, paparazzis deliravam com as fotos do corpo sendo levado pela polícia, e fóruns e blogs questionavam a morte da cantora: teria sido uma overdose, devido aos vícios da moça com narcóticos?

Culpado da morte?

Segundo os sensacionalistas: o destino. Muito se questionou sobre a ‘maldição dos 27 anos’, já que era mais uma artista que morria com tal idade, somando-se Jimmi Hendrix, Kut Cobain, Jim Morinson, Brian Jones e outros 10 músicos.

 

Ora, sempre achamos um bode expiatório. Que tal sermos realistas, sem perder nossas crenças, e acabar com desculpas falsas e não-convincentes?

 Creditar tudo ao futuro, a Deus, ao destino, é muito fácil.

 

5ª feira: Se o motorista do Porsche estivesse no limite de velocidade e a motorista do Tucson não avançasse o sinal vermelho, não teríamos evitado uma morte? Desrespeitar as leis de trânsito foi uma vontade do Altíssimo ou uma infração humana?

 

6ª feira: Se o norueguês fanático, neonazista, xenofóbico, estivesse monitorado ou preso, as mortes não seriam evitadas? Aqui no Brasil vemos pessoas com as mesmas ideologias, trazendo para nossa realidade os judeus e islâmicos como correlação odiosa aos negros e nordestinos. E agem em plena liberdade! Culpa de Deus ou das autoridades? Ou ainda: da sociedade, de nós mesmos que não os denunciamos ou lutamos para conscientização de uma sociedade igualitária e humana?

 

Sábado: Se a cantora famosa não usasse Drogas, ela não estaria viva ainda? Num mundo onde muitos intelectuais querem descriminalizar os entorpecentes, e que se cultua o consumo das drogas lícitas como instrumentos de prazer e de sucesso, onde está a culpa de Deus? Será que a moça começou direto no crack ou iniciou seu vício ao fazer uso do álcool, maconha e aí por diante? Creditar à combinação astrológica à praga dos 27 anos ou taxar como tragédia é idiotice. A lógica da dependência química infelizmente é essa, e muitos e muitos anônimos morrem tão tragicamente todos os dias como Amy.

 

Por fim: Deus, independente da sua visão católica, protestante, budista, muçulmana, judaica… ou até mesmo na sua ausência a quem muitos dão crédito, é o culpado de tudo isso?

 

De nada aqui existe Destino, mas culpa da irresponsabilidade e dos caminhos escolhidos pelo homem. A única culpa de Deus é a de ser tão bom em dar opção à nós para construirmos o nosso futuro – tragicamente ou não, com a opção de pedirmos seu auxílio ou dispensá-lo.

 

E você, o que pensa sobre isso? Essas tragédias seriam inevitáveis ou não? De quem é a culpa?

– Gênios do Bem e Gênios do Mal

 

Sou grande admirador de Stephen Kanitz (@stephenkanitz). Para quem ousa não conhecê-lo (siga-o no Twitter, você não se arrependerá), ele é professor, consultor, administrador e portador de demais títulos.

 

Há 8 anos, ele escreveu um artigo na Revista Veja onde dissertou sobre pessoas inteligentíssimas e que usam esse dom para o bem ou para o mal. Nele, falou das grandes possibilidades dos terroristas nos dias atuais. O ‘poder tecnológico’ que permite aumentar o ‘poder de fogo’ de terroristas, por exemplo, é assustador.

 

Contrastando com os “gênios do bem”, que usam sua inteligência para um mundo melhor, os “gênios do mal” se dividem em duas perigosíssimas categorias: os que buscam vingança e os que buscam poder e dinheiro.

 

Compartilho o brilhante artigo, de antemão aviso: Não se assustem com o poder de destruição dos gênios do mal; afinal, embora realístico seja o perigo, ainda (felizmente) existam gênios do bem.

 

Extraído de: http://blog.kanitz.com.br/2011/05/o-pr%C3%B3ximo-bin-laden-ser%C3%A1-pior-e-agora-.html

 

O PRÓXIMO BIN LADEN SERÁ PIOR. E AGORA?

 

Da mesma forma que temos gênios do bem, o mundo gera gênios do mal. 

 

Para cada 1.000 pessoas inteligentes haverá uma pessoa maluca, um “6 Sigma”*.

E entre cada 1.000 dessas haverá uma supermaluca ainda, gente a quem vou chamar de “7 Sigma”.

Pessoas inteligentíssimas e competentes, mas que estão longe do padrão normal.

Na Idade Média, um desses malucos de mal com a vida e o mundo poderia sair matando uns vinte inocentes no mercado principal, até que os cavaleiros do rei lhe cortassem a cabeça.

 

Nos anos 80, um terrorista matava 200 com uma bomba numa estação de trem.

Hoje, graças ao avanço da tecnologia, um maluco pode sequestrar um avião e matar 2.000 pessoas.

Daqui a alguns anos, correremos o enorme risco de um “7 Sigma” modificar um vírus da gripe e misturá-lo com o vírus da Aids, e então veremos 80% da população mundial e brasileira ser dizimada.

Este é o novo problema que nos assola.

Teremos mais Bin Ladens, cada vez mais perigosos. 

 

A luta contra esse terror não é exclusivamente americana, como muitos estão comodamente achando. Um vírus aéreo da Aids lançado em Nova York em dois meses estaria sendo respirado em Brasília.

 

Como identificar um “7 Sigma” antes que ele faça um estrago grave é um problema sério que o mundo poderá enfrentar nos próximos cinquenta anos.

É um problema policial-sociológico-jurídico-político absolutamente novo e exigirá soluções muito impopulares.

Por exemplo, como identificar essa gente maluca com nossos valores de privacidade, sigilo e liberdade?

Como identificar os “7 Sigma”, sem impor um Estado policial, numa cultura que abomina o “dedo-duro”?

Como prendê-los sem muitas provas de suas malucas futuras intenções?

Como condená-los à prisão se ainda não cometeram o monstruoso crime?

Depois do 11 de setembro, esse perigo ficou mais claro para o mundo, mas o governo americano mudou de enfoque e demarcou países como o Iraque e a Coréia como perigosos, e não os futuros “7 Sigma” espalhados por aí.

Em minha modesta opinião, isso é um erro. Saddam e seus filhos queriam poder e dinheiro.

 

Quem quer dinheiro e poder avalia seus limites. 

Bin Laden e seus suicidas queriam vingança, e isso sim é um perigo assustador.

 

Vingança a qualquer preço, para si e para os outros, e quem está disposto ao suicídio já ultrapassou qualquer limite de razoabilidade.

Como também queria vingança o criador do vírus Sobig.F, que chegou a contaminar um em cada dezesseis e-mails, e preparava um enorme ataque ao site da Microsoft, destruindo e-mails de médicos a seus pacientes, pedidos de remédios e chats de apoio psicológico, entre outras coisas.

Um segundo erro da doutrina Bush é que ela quer implantar democracias liberais no resto do mundo como solução.

Mas democracias liberais são justamente aquelas que não acreditam em um Estado que controle a população, e sim numa população que controle um Estado.

Justamente o contrário do que precisamos para proteger a nação de um “7 Sigma”.

Os Estados Unidos já implantaram redes neurais que supervisionam movimentos de pessoas, de cheques e sinais estranhos na população. Mas quem vai supervisionar o mundo?

Os americanos, a ONU, cada país por si ou a polícia montada canadense? É uma bela encrenca a ser resolvida.

No fundo, o que ocorre é que o mundo está avançando em termos de tecnologia muito mais rapidamente do que em termos de psicologia, sociologia e política.

Um único indivíduo instruído com um bom laboratório nos fins de semana tem acesso a tecnologia de destruição capaz de dizimar o mundo.

Talvez o risco dos “7 Sigma” não seja tão grande quanto estou supondo, e vão me criticar por alarmismo.

Eu também prefiro achar que não vai acontecer nada, mas e se der zebra e não estivermos preparados?

Vão dizer que o ser humano no fundo é bonzinho e não faria mal a ninguém.

Esquecem que todo dia hospitais, indústrias de remédios, médicos e dentistas perdem arquivos valiosos para nós pacientes por causa de 7.000 vírus eletrônicos que andam rodando por aí, plantados no sistema por alguém, sem alvo definido, sem medir consequências.

Eu sinceramente preferiria discutir um pouco mais essa questão em vez de ignorá-la como estamos fazendo.

 

* Sigma é uma medida estatística de desvio da normalidade. Quanto mais Sigma, mais anormal. Estima-se que existam mais de 650.000 pessoas “6 Sigma” no mundo e 1.650 pessoas “7 Sigma”. O drama é que não se sabe quem são.

– O Cotidiano na Coréia do Norte

Estamos verdadeiramente em outro planeta, se compararmos a nossa vida com a dos norte-coreanos.

 

Leio na Superinteressante (Revista Superinteressante, Ed Outubro/2010, pg 42-43, por Alexandre Rodrigues, João Guitton, Samuel Rodrigues e Vanessa Reyes), um infográfico sobre como é o dia-a-dia na Coréia do Norte, que talvez seja a maior e mais fechada ditadura comunista do mundo, controlada ao extremo pelo PC local e pelo seu governo totalitário.

 

Ter celular dá cadeia; o figurino das ruas é sempre o mesmo e o Governo controla até o seu sono. Veja se você se habituaria a um lugar como esse:

 

DESPERTADOR COLETIVO – às 7h da manhã, alto-falantes despertam a nação. Em cada domicílio e escritório, uma caixa de som na parede toca a rádio estatal.

 

KIM FILHO – A cara do presidente Kim Il-Jung, herdeiro de Il-Sung, está em todas as ruas, casas, escolas, fábricas, repartições. Lojas têm fotos de Il-Jung fazendo compras ali.

 

COLETIVO – Os poucos carros vão para os funcionários públicos mais graduados. O comum é ir trabalhar a pé, de bicicleta, em ônibus elétricos e, principalmente, de metrô.

 

SEM SINAL – Não há semáforos, e nem fazem falta, pois há poucos carros. Policiais conhecidas como “damas do tráfego” direcionam o trânsito.

 

SUL MARAVILHA – Vindos da Coréia do Sul, balões com pacotes caem do céu. Eles trazem dinheiro, camisetas e panfletos contra a Coréia do Norte.

 

NOITE FRACA – Às 21h, todos já estão em casa. Não há vida noturna nem na capital, exceto uma boate e um cassino para estarngeiros.

 

VERSÃO OFICIAL – A mídia admite problemas no país, mas é tudo ‘culpa do imperialismo americano e seus lacaios sul-coreanos’. Ninguém tem acesso à internet para checar os fatos.

 

LOOK BÁSICO – A maioria das roupas são dadas pelo Estado. Homens ganham conjuntos estilo Mao, azuis ou pretos. Mulheres, blusas brancas e beges, saias pretas e azuis. Crianças, o uniforme escolar.

 

RAÇÃO – A comida é racionada, e é preciso ir buscá-la todos os dias em lojas do governo. Cigarros, bebidas e congelados são contrabandeados da China.

 

CIRCO SEM PÃO – Estádios lotam com os participantes da ‘diversão coletiva’. São espetáculos coreografados, parecidos coma abertura dos Jogos Olímpicos – só que sem os jogos.

 

SE TRUMBICA – Na rua, não se vê celulares – até pouco tempo atrás, quem tivesse um podia pegar pena de morte. Há poucos orelhões, pouco usados. Ligar para quem, se ninguém tem telefone?

– A Intolerância e a Idiotice sem Limites

 

E o triste caso no interior paulista, nesta semana, onde um pai saudoso do filho o abraçou e foi confundido com gay? (nem coloco citação pois foi um caso que repercutiu em toda a mídia)

 

Idiotas, ao verem o pai abraçando o filho que não via há tempos, pensaram que era namoro homossexual e os agrediram.

 

E se fosse?

 

Não faço apologia à causa gay, mas como cidadão e cristão, temos que respeitar o homossexual. Intolerância e ignorância, somadas, dão nesse absurdo caso… Violência e insociabilidade!

 

Deixo aqui a frase do pai, na delegacia, após sair do hospital:

 

Agora, nem saudade do filho pode se ter”.

 

Triste, não?

– Comunidades Cibernéticas e Comunidades Reais!

 

Dom Odilo Scherer tuitou.

 

Pois é, o cardeal arcebispo metropolitano da capital paulista está usando a ferramenta microblogueira para evangelizar, e alertou sabiamente:

 

Contatos e comunidades cibernéticas não podem tomar o lugar das relações humanas e comunitárias reais, nem substituí-las.”

 

Concordo. Nada substitui o contato físico, emocional, pessoal… Não há link que possa ser melhor do que um abraço fraterno, um olhar sincero ou um singelo aperto de mão. Sem desprezar os meios interativos de comunicação, tão necessários no dia de hoje.

 

E você, o que pensa disso? Há possibilidade de muitos jovens serem ótimos sócios-virtualmente e péssimos no contato sócio-real? Deixe seu comentário:

– Arte só é Arte quando o Artista é Famoso?

 

Um quadro chamado “Salvator Mundi” (uma tela chamada “Salvador do Mundo”, com a imagem de Jesus Cristo), cuja pintura se dava a Giovanni Boltraffio, chegou a ser vendido a US$ 72,00. Mas, para surpresa, descobriu-se que o quadro era de Leonardo Da Vinci!

 

Hoje ele vale US$ 190 milhões… (avaliado pela National Gallery)

 

É o mesmo quadro, com a mesma qualidade e mesma preservação. Quer dizer que o nome de Boltraffio valia 2.638.888,88 vezes menos do que Da Vinci?

 

Tudo bem que o nome tem grife, mas a mesma pintura que antes era tida como normal, hoje é chamada de genial!

 

E você, o que pensa disso? Só se valoriza certos trabalhos quando há um nome valioso? Deixe seu comentário:

– Sudão do Sul nasceu!

 

Como é pobre, ninguém deu bola.

 

Nasceu no sábado um novo país africano: o Sudão do Sul, com 90% da população abaixo da linha da pobreza e 88% de analfabetismo.

 

A capital será Juba, cidade onde não existe uma única indústria sequer. Seus 8 milhões de habitantes vivem da agricultura e caça.

 

Quer algo curioso e triste? Por não existir indústria têxtil, o novo Governo Local mandou fazer as bandeiras do país na China!

 

Enquanto isso, os países ricos viram às costas à essa situação. Só quando alguém descobrir alguma riqueza por lá (se é que descobrirão) que providências serão tomadas.

 

E você, o que pensa sobre isso? Vale a pena criar um novo país assim? Deixe seu comentário:

– Mulheres Proibidas de Amamentarem em Público!

 

Uma polêmica criada em grandes cidades: as mulheres estão sendo proibidas de amamentarem seus bebês em público, pelo fato do seio ficar aparente!

 

Incrível que as mesmas cidades que permitem prostituição a céu aberto, com mulheres e travestis mostrando seus atributos semi-nús, querem dar uma lição de moral em cima das mães, que carinhosamente cuidam de seus bebês!

 

Ridículo!

 

E você, o que pensa sobre isso? Leia abaixo a matéria da Revista IstoÉ, Ed 22/06/2011, que tratou do assunto, e deixe seu comentário:

 

A POLÊMICA DA AMAMENTAÇÃO

 

Mães tem sido punidas por amamentar seus filhos em público. Por que esse ato gera controvérsia e incomoda tanto?

 

Por Paulo Rocha

 

Um “mamaço” nacional percorreu o País. Dezenas de mulheres com bebês no colo se reuniram em parques e praças de capitais como Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Belém para exigir o direito de amamentar em público. O protesto, ocorrido no primeiro domingo de junho, foi organizado após vários episódios de discriminação contra mães que amamentavam seus filhos em locais de grande circulação. Na Espanha, uma jovem marroquina de 22 anos perdeu a guarda de sua filha, de 1 ano e 3 meses, sob a acusação de amamentá-la demais (leia quadro). Aqui no Brasil, uma mãe foi proibida de amamentar seu bebê enquanto visitava uma exposição no Instituto Itaú Cultural, na capital paulista. Na Inglaterra, outra mulher foi convidada a se retirar de um pub só porque estava dando de mamar para o filho. Mas, se o aleitamento materno é uma característica natural da humanidade, por que esse tema gera tanta polêmica atualmente?


Segundo a historiadora Mirtes de Moraes, coordenadora do grupo de estudos de gênero, raça e etnia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, e autora do doutorado “Tramas de um Destino: Maternidade e Aleitamento”, a relação da sociedade com a amamentação vem se transformando ao longo dos tempos. Enquanto na França do século XVIII e no Brasil do século XIX quem alimentava os bebês eram as amas de leite, no século XX a figura materna voltou a ser a mais indicada para a função. “Essa situação mudou novamente na década de 1960, quando a mulher chegou ao mercado de trabalho”, diz Mirtes. “Naquela época, as pessoas, incluindo os médicos, acreditavam que o leite industrializado servido na mamadeira era mais benéfico ao bebê do que o materno.” Na opinião da historiadora, porém, um conceito resistiu incólume à passagem do tempo. “O ato de amamentar sempre está ligado a algo sagrado e, portanto, deve ser reservado e preservado. Por isso tanta gente se incomoda ao ver uma mãe amamentando em público”, diz.


A assessora de imprensa Patrícia Boudakian, 29 anos, conhece essa sensação. Mãe da pequena Alice, de três meses de idade, ela conta que não sente vergonha de amamentar a filha em público, mas percebe muitas pessoas constrangidas com a situação. “Algumas mulheres olham com reprovação e os homens, ao contrário, evitam se aproximar e até mesmo olhar”, diz. Tal comportamento é comum em sociedades machistas, na opinião de Ari Rehfeld, psicoterapeuta e professor da Faculdade de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “Para o homem, olhar seria reconhecer seu desejo”, afirma Rehfeld. “Com a maior exposição atual do corpo feminino, o seio passou a ter mais apelo erótico do que alimentar.” O que as mamães mais desejam é reverter essa situação. “Se todas amamentassem seus bebês em público, esse ato seria mais aceito”, defende Patrícia. Dá-lhe mamaços. 

– Racismo no Futebol: Lugares onde o Brasil acha “Normal”

 

Todas as pessoas de bem ficaram revoltadas com o triste episódio de racismo contra o lateral-esquerdo Roberto Carlos, ocorrido na semana passada. Infelizmente, é mais um episódio visto comumente na Europa.

 

Entretanto, ao mesmo tempo em que a Sociedade condena, contraditoriamente, permite bolsões de intolerância racial.

 

Por exemplo: Sérgio Xavier, na edição da Placar de Julho/2011, pg 55 a 57, trouxe na matéria “Ah, eu sou macaco” um interessante levantamento de como as torcidas de Grêmio e Internacional, em seus jogos caseiros, aceitam passivamente a ofensa de “macaco”!

 

Sem qualquer constrangimento, segundo Xavier, os gremistas chamam os colorados de macacos; e estes entendem que se referir à parcela negra da sua própria torcida com esse substantivo (ou adjetivo, dependendo da intenção) é algo normal!

 

O atacante colorado Zé Roberto, negro, quando ouviu o primeiro xingamento de macaco se assustou e se revoltou, mas foi demovido da idéia de protestar porque tal ofensa seria, segundo seus companheiros, algo cultural entre os torcedores locais.

 

Lamentável. Tempos atrás, o Internacional, querendo ser politicamente correto, tirou o Saci do posto de mascote, por causa do… cachimbo (fazendo alusão, segundo a diretoria, ao uso do crack, que é ingerido por queima de pedras em cachimbos). Monteiro Lobato, que tanto popularizou o Saci Pererê, deve estar chateado. Meu amigo João Batista, um dos criadores do grupo da “Associação Nacional dos Criadores de Saci”, localizada em Boituva”, garante que isso é uma grande bobagem.

 

Na troca, o substituto do Saci ficou sendo um macaquinho chamado de Escurinho (em homenagem ao jogador dos anos 70, escolhido em votação popular).

 

Sendo assim, fica o incômodo: o que fazer àqueles que se sentem perturbados com a ofensa de “macaco”, sendo que coincidentemente (ou não) o novo mascote do Internacional é o próprio, além de uma passiva aceitação das torcidas? Deixe seu comentário:

– Sarney não quer revelar os Segredos Brasileiros. Por quê será?

 

Amigos, a Revista Isto É trouxe uma interessante matéria sobre os segredos de documentos importantes da história do Brasil. São documentos importantes e o assunto dominou a semana, visto que a presidente Dilma, em campanha, defendeu a abertura deles. Agora, Sarney não quer revelá-los, o Exército também não, e até a própria Dilma mudou de idéia.

 

Mas veja só: documentos que possam nos deixar suscetíveis a segredos estratégicos revelados a estrangeiros (como projetos de enriquecimento de urânio, jazidas de minérios, coisas desse tipo) realmente devem ser protegidos. Mas saber o que Getúlio Vargas pensava durante a Guerra ou o que o Governo Militar pensava sobre o país e seus projetos, teriam algum impedimento? É a história do nosso Brasil!

 

Sarney quer a lei do sigilo eterno. Collor também. FHC não os quís mexer; Lula “não sabia de nada” e Dilma agora se esquiva. O que há de tão podre?

 

Extraído da Revista Isto É, Ed 22/06/2011, pg 46-50, por Lúcio Vaz e Claudio Dantas Sequeira.

 

ATENTADO CONTRA A HISTÓRIA

 

Levantando suspeitas não comprovadas de que o Brasil teria cometido erros no passado, os ex-presidentes e hoje senadores José Sarney e Fernando Collor de Mello agridem a democracia e tentam impedir que os brasileiros conheçam o próprio passado

 

O Brasil está andando na contramão da história. Por sugestão dos senadores José Sarney (PMDB-AP) e Fernando Collor de Mello (PTB-AL), a presidente Dilma Rousseff decidiu rever o projeto de lei de acesso a informações públicas, admitindo a tese obscurantista de que alguns fatos e documentos merecem sigilo eterno. A atitude agride um princípio capaz de qualificar as democracias. A história de um país é de interesse público e deve ser tratada da forma mais transparente possível, pois pertence a todos os cidadãos. É inaceitável que apenas um determinado grupo de plantão no poder tenha acesso às informações sobre o passado de sua nação. Muito menos que esse grupo decida qual documento deve ou não ser divulgado. Em todo o País historiadores se declararam perplexos com a posição do governo. “É um imenso retrocesso”, afirma José Murilo de Carvalho, membro da Academia Brasileira de Letras. A mudança do projeto de lei evoca um tempo de sombras. No mundo atual, é cada vez maior a pressão para trazer a público o que os governantes tentam esconder. Um bom exemplo veio recentemente dos Estados Unidos, que divulgaram 40 volumes de arquivos secretos da guerra do Vietnã. Quatro décadas atrás, o governo americano processava jornais que vazavam esses documentos.


Os ex-presidentes Collor e Sarney argumentam que a divulgação de informações sigilosas teria impacto prejudicial à diplomacia brasileira, aos serviços de inteligência e à segurança nacional. Fatos históricos sobre a Guerra do Paraguai e a tomada do Estado do Acre foram apresentados como justificativa. Na quinta-feira 16, Collor divulgou uma lista com as mudanças que pretende impor ao projeto que chegou da Câmara. O texto original estabelece o prazo de 25 anos para a manutenção do sigilo de informações ultrassecretas, com a possibilidade de apenas uma prorrogação. Assim, após 50 anos, no máximo, todo e qualquer documento público estaria disponível aos interessados. A regra atual, definida no fim do governo Fernando Henrique, estabelece um prazo de 30 anos, renovável indefinidamente, para os documentos ultrassecretos.


A ideia de Collor é semelhante. Estabelece a renovação contínua para o prazo de 25 anos previstos no texto do projeto de lei da Câmara. Essa iniciativa fez com que toda a discussão sobre a abertura de arquivos, inclusive os da ditadura, voltasse à estaca zero. E o pior é que a medida teve o apoio imediato do governo, que até então defendia o contrário. Depois do impacto negativo, a nova ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, tentou reparar o erro, afirmando que a lei em discussão no Senado não valeria para os documentos da ditadura. Mas, havendo o sigilo eterno, será difícil convencer o Exército a tornar públicos os crimes cometidos em nome do regime militar.

 

Questionado por ISTOÉ, o presidente do Senado, José Sarney, alegou que abrir todos os arquivos seria uma espécie de “oficialização do WikiLeaks, em alusão ao vazamento de documentos diplomáticos dos EUA. “Abrir a porta e liberar tudo não pode. Fui presidente (da República) e sei disso”, disse Sarney, que recentemente tentou impedir que o impeachment de Collor figurasse em uma exposição sobre a história do Senado. Para se defender, lembrou que essa era a proposta contida no projeto de lei encaminhado ao Congresso, em 2009, pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “O Collor me alertou que o projeto do Lula tinha sido todo alterado na Câmara”, afirmou. Collor, que preside a Comissão de Relações Exteriores do Senado, procurou Sarney em maio com um relatório preparado por sua assessoria. Esse dossiê teria sido entregue também ao então ministro da Casa Civil, Antônio Palocci, e a Luiz Sérgio, que ainda ocupava a Secretaria de Relações Institucionais. Há duas semanas, Collor encaminhou o documento à presidente Dilma. “Ela se mostrou sensibilizada e disposta a encontrar a melhor solução”, disse o ex-presidente.

 

O projeto da Câmara chegou a ser aprovado em duas comissões técnicas do Senado: Comunicações e Direitos Humanos. Até então, a orientação do Palácio do Planalto era para aprovar o projeto que saiu da Câmara, segundo o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). Sem conseguir explicar os motivos, Jucá reconheceu que a postura oficial agora é outra. “Precisamos discutir mais”, alegou. A votação do projeto no Senado, portanto, deve ficar para o segundo semestre. O que não encerra o problema. Caso seja modificado, o texto deve retornar à Câmara, onde poderá ser refeito. O presidente da Casa, deputado Marco Maia (PT-RS), antecipou que está preparado para a briga. “O povo tem de conhecer sua história. Vamos recompor o que for modificado”, disse Maia. Caberá, então, à presidente Dilma vetar as modificações, especialmente o polêmico artigo que prevê o prazo de 25 anos para documentos ultrassecretos, com apenas uma prorrogação. Considerando seu passado de luta pela democracia e o discurso pela instauração da Comissão da Verdade e a abertura dos arquivos da ditadura, Dilma cometerá, no mínimo, uma enorme contradição se adotar a tese do sigilo eterno. “Duvido que a presidente Dilma coloque a digital dela nisso”, aposta o senador Walter Pinheiro (PT-BA), que relatou o projeto na Comissão de Comunicação do Senado.Em conversas reservadas com senadores, Collor e Sarney insistem em defender a versão de que há documentos comprometedores a respeito da anexação do Acre, antigo território da Bolívia, e sobre a Guerra do Paraguai. A lei atual determina que questões que afetem a soberania, a integridade territorial, além de planos militares, econômicos e projetos de pesquisa científica, devem levar a chancela de ultrassecretos. De acordo com o Decreto 4.553/2002, a classificação desses documentos é de competência do presidente, do vice, dos ministros de Estado e dos comandantes militares, além de chefes de missões diplomáticas. Talvez Collor e Sarney não lembrem, ou não queiram lembrar, que no início da década de 1990 o Itamaraty criou uma seleta comissão de acadêmicos com a missão de analisar seus arquivos históricos, inclusive os da Guerra do Paraguai. Ao término do trabalho, o grupo de especialistas concluiu que não havia, nos milhares de páginas emboloradas, nenhuma informação que pudesse criar suscetibilidades ou reacender disputas bilaterais. Ato contínuo, o chanceler Celso Lafer autorizou a abertura do arquivo para consulta. “Foi um gesto de grandeza compatível com qualquer nação realmente democrática”, afirma o imortal José Murilo de Carvalho. “Examinamos tudo e vimos que não havia qualquer coisa que desaconselhasse a abertura dos documentos”, diz. A

 

utor de uma competente biografia de dom Pedro II, ele lembra que as questões sobre os limites do País também passaram pelo crivo de um embaixador especializado em negociação de fronteiras. O diplomata também não fez restrições, reiterando que todos os acordos fechados pelo Barão do Rio Branco são atos jurídicos perfeitos e não estão sujeitos a contestações. Francisco Doratioto, que é autor do livro mais consistente sobre a Guerra do Paraguai já publicado, teve acesso aos arquivos revisados por Murilo de Carvalho e acrescenta que boa parte das informações já era de domínio público no fim do século XIX. “De inédito havia umas 20 cartas do Solano López sobre o estado de saúde de suas tropas”, afirma. Doratioto pondera sobre a possibilidade de existirem detalhes não conhecidos sobre a anexação do Acre, mas também acha difícil que novas informações possam comprometer a segurança nacional. “Isso é assunto pacificado. Só serve para atiçar alguns grupos no Paraguai e na Bolívia que usam isso para pressionar o governo brasileiro”, afirma.
O embaixador Celso Lafer concorda e alerta para a postura irresponsável dos ex-presidentes Collor e Sarney. “Esse tipo de argumento só serve para levantar suspeitas sem fundamento e cria preocupações desnecessárias para nossos vizinhos”, disse à ISTOÉ. Lafer, que em sua gestão aprovou duas portarias regulamentando a classificação de documentos, acha que o sigilo eterno é inconstitucional e tende a manchar a imagem do Brasil no cenário internacional. “O que caracteriza uma democracia é o exercício público do poder comum. A nossa Constituição estabelece a publicidade dos atos como regra. O segredo é exceção”, afirma. Em sua gestão à frente do Itamaraty, o embaixador lembra que era responsável por determinar o nível de classificação de sigilo dos ofícios, relatórios e memorandos por ele assinados. Mesmo assim, garante não ter classificado um só documento de ultrassecreto. “Tudo que escrevi em meu trabalho, até as coisas mais sensíveis, poderiam ser divulgadas sem o menor problema dentro de dez ou 15 anos”, afirma. “Nenhum documento, por mais sensível que seja, pode ficar indefinidamente guardado nas arcas do Estado.” É o que se espera.

– Missa voltada para Homossexuais permitida pelo Vaticano na Inglaterra.

A notícia já tem um certo tempo, mas o assunto é atual e diferente: o Vaticano permitiu que uma igreja da Inglaterra celebre missas voltadas aos fiéis homossexuais (Paróquia de Nossa Senhora da Assunção e São Gregório).

Calma: nada que possa assustar os católicos ou que possa ferir o cristianismo; afinal, Cristo é Salvador de todos.

Tal medida visa trazer ao seio da Igreja àqueles que se afastaram devido a opção sexual, e aqui vale um sábio princípio de fé; respeitar e acolher não quer dizer fazer apologia.

Extraído de BBC.Brasil (clique aqui para link) 

IGREJA CATÓLICA DE LONDRES TEM “MISSA GAY

Contrariando a rigidez da orientação do Vaticano para lésbicas e gays, que sugere que adotem a castidade, uma igreja católica de Londres resolveu criar uma missa dedicada à comunidade homossexual.
Para a Igreja Católica, o casamento de pessoas de sexo oposto é a única expressão sexual permitida, pois leva à transmissão de uma nova vida.

Mas, ao perceber que os fiéis homossexuais eram aceitos na igreja anglicana vizinha, o padre Seamus O´Boyle, da paróquia do bairro do Soho, no centro da capital britânica, resolveu tentar convencer cardeais da arquidiocese católica de Westminster e autoridades do Vaticano a estabelecer algumas regras básicas para criação da “missa gay”.

Ao concordar com a “missa gay” o Vaticano exigiu que os cultos não se tornem uma plataforma para contestação dos preceitos católicos.

Mas a iniciativa tem sido criticada por um pequeno grupo de fiéis tradicionalistas.A cada 15 dias eles fazem um protesto em frente da igreja no Soho, rezando e cantando hinos e já pediram à arquidiocese de Westminster para acabar com a missa gay.

E você, o que acha? Deve haver uma missa para os fiéis homossexuais? A Igreja Católica brasileira deveria adotar iniciativas deste tipo? Envie sua opinião.

– Vítimas do Crack

 

A Veja dessa semana traz na capa uma matéria sobre o sofrimento das famílias que tem viciados em crack.

 

Meu Deus… Assustador.

 

Que nunca nossos filhos nem pensem em utilizar qualquer tipo de droga. Quem usa Crack começou na Maconha, passou pela Cocaína e lá chegou. Onde terminará, ninguém sabe.

 

E tem gente que ainda defende a liberação… Santa Paciência!

– A Lei Anti-Fumo Suspensa

Os noivos pediram e o juiz concordou. Em São Paulo, para as celebrações de um matrimônio, um casal pediu que para as suas bodas não valesse a lei anti-fumo. Alegação: o Buffet era alugado, local privado, e, sendo assim, consideravam ser uma extensão de propriedade do inquilino.

 

Sou antitabagista, detesto cigarro, mas tenho que concordar com o juiz. Se o cara aluga uma chácara para festa, ele não está no direito de ali gozar dos momentos que lazer, incluindo o fumo (que condeno)?

 

Foi bem o juizão. Mas tenha certeza que outros casos surgirão com esse precedente (para a infelicidade de nós, não-fumantes). Mas a Justiça deve prevalecer.

 

E você, o que acha disso? Quem aluga um espaço pode ter o direito de fumar? Deixe o seu comentário:

– Presos Tentando Reintegração Social: Desafio Inglório?

 

O respeitadíssimo Prof Dr José Pastore está lançando o livro: “O trabalho dos ex-infratores”. Nele, há números que impressionam sobre a reintegração dos presos à sociedade.

 

Por exemplo: Para cada 10 presos libertos, 7 voltam para a cadeia.

Empregos honestos? Não passariam de dezenas de pessoas, se levados em conta que 30.000 presos são soltos anualmente.

 

Assustador, né?

 

Em Jundiaí temos o novo Cadeião à beira da Rodovia dos Bandeirantes. Será que o universo de lá é muito diferente? Melhor ou Pior?

 

Infelizmente, a questão carcerária ainda é um problema sério. O cara fica ocioso na cadeia, só pensando em bobagem. Ao invés de ser meramente punitiva, deveria ser recuperativa! Fazer o detento trabalhar, estudar e aprender valores morais. Claro que é um desafio…

 

O que você pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Clube das Esposas Obedientes! Quem Gostou da Idéia?

 

Amigos, as diferenças culturais entre ocidente e oriente são grandes; isso é lógico. Mas algo que deixa isso bem explícito é um clube fundado por esposas, onde querem levar à todas as muçulmanas a necessidade de serem submissas aos seus maridos e satisfazerem sexualmente os mesmos.

 

Para elas, se as mulheres se tornassem “prostitutas conjugais” (como a própria fundadora salienta) evitariam divórcios e infidelidade.

 

Polêmico! Leia o texto abaixo e diga: o que você acha dessa visão cultural?

 

Extraído de Folha de São Paulo, pg E3, 07/06/2011, por Eillen NG

 

MUÇULMANAS FUNDAM “CLUBE DAS ESPOSAS OBEDIENTES” NA MALÁSIA

 

Ummu Atirah tem 22 anos, é recém-casada e acredita que conhece o segredo de um casamento feliz: obedecer a seu marido e assefurar a satisfação sexual dele.

Ummu  cerca de 800 outras muçulmanas na Malásia fazem parte do “Clube das Esposas Obedientes”, que gera controvérsia em um dos países de maioria muçulmana mais modernos e progressistas, onde muitas muçulmanas ocupam cargos altos no governo e em empresas.

 

Lançado no sábado, o clube diz que pode sanar males como a prostituição e o divórcio, ensinando as mulheres a ser submissas e manter seus maridos felizes na cama. O índice de divórcios na Malásia dobrou de 2002 a 2009 e é mais alto entre muçulmanos.

 

(…) Rohaya Mohamad, uma das fundadoras do clube, rebate: “o sexo é tabu na sociedade asiática. Nós o temos ignorado em nossos casamentos, mas tudo depende do sexo. Uma boa esposa é uma boa trabalhadora sexual”. O que há errado em ser uma prostituta para seu marido?”

– A Multa do Lixo em SP. E em Jundiaí?

 

E a Lei do Lixo em SP?

 

Gilberto Kassab, prefeito paulistano, quer que os moradores da capital não coloquem o lixo nas ruas antes de 1 hora do horário previsto para o lixeiro passar. E quem descumprir a lei será multado.

 

A justificativa é que o lixo exposto com muita antecedência pode trazer cachorros que o rasgarão, fazendo sujeira; além de questões higiênicas e estéticas.

 

Mas como ficam os moradores onde o lixeiro passa durante a noite (que são muitos pontos em São Paulo onde há coleta noturna)?

 

Aqui em Jundiaí, confesso que nunca vejo pontualidade nos lixeiros. Na minha rua, passam às 07h, as 8h, as 9h…

 

E você, o que acha da Lei do Lixo? Deixe seu comentário:

– Protesto dos R$ 0,50 vai pegar em Jundiaí?

 

Ou é gente desinformada demais, ou quer aparecer às custas dos outros.

 

Ontem, apareceu na mídia jundiaiense um “organizador do movimento dos 50 centavos”. Pouparemos o nome do cidadão.

 

Ele quer reunir hoje, sábado, 300 veículos no Parque da Uva para, em carreata, abastecer R$ 0,50 em cada um dos automóveis e pagar com Cartão de Crédito! A idéia dele é para “protestar contra os preços dos impostos nos combustíveis”. E para isso vai escolher um posto para deflagrar a ação.

 

O que o dono do Posto tem a ver com isso? ELE NÃO COBRA IMPOSTO DE NINGUÉM! O coitado do comerciante é tão vítima quanto o consumidor – e às vezes até mais do que ele! Quem cobra imposto é o Governo Federal, quem regula os combustíveis é a ANP (Agência Nacional de Petróleo) e o refino e distribuição se dão pela Petrobras!

 

Por que esse manifestante não vai protestar contra uma dessas 3 instituições?

 

Ou o cara é xarope e quer ter seus minutos de fama ou é muito simplório… O posto de combustível seria o responsável pela alta carga tributária? Santa Paciência…

 

É mais cômodo fazer arruaça desse jeito do que se manifestar em Brasília ou em Paulínia. E o danado ainda tem atenção de outros pseudo-manifestantes…

 

Somos ou não um país de ignorantes? Deixe seu comentário:

– Roberto Requião e Paloma Amado: o Relato da Prepotência e Discriminação Social


Dias atrás, o senador Roberto Requião foi indagado sobre o acúmulo de aposentadorias governamentais que recebe e sobre as denúncias de corrupção que ligavam o seu nome ao seu irmão. Ao invés de respondê-las, simplesmente arrancou o gravador da mão do jornalista da Rádio Bandeirantes – depois ele disse que ele era vitima de bulling, por isso não respondeu… Cara de pau, não?


Mas vejam esse relato de Paloma Amado: a moça, nordestina (filha dos escritores Jorge Amado e Zélia Gattai) morava em Paris. E relatou em seu Facebook a experiência negativa que sofreu com o Senador e sua esposa, dentro de um aeroporto, por julgarem a aparência da moça humilde demais… Revoltante: (texto original escrito por Paloma, abaixo)


“EU ODEIO PREPOTÊNCIA


Era 1998, estavamos em Paris, papai já bem doente, participara da Feira do Livro de Paris e recebera o doutoramento na Sorbonne, o que o deixou muito feliz. De repente, uma imensa crise de saude se abateu sobre ele, foram muitas noites sem dormir, só mamãe e eu com ele. Uma pequena melhora e fomos tomar o aviao da Varig (que saudades) para Salvador.


Mamãe juntou tudo que mais gostavam no apartamento onde não mais voltaria e colocou em malas. Empurrando a cadeira de rodas de papai, ela o levou para uma sala reservada. E eu, com dois carrinhos, somando mais de 10 malas, entrava na fila da primeira classe. Em seguida chegou um casal que eu logo reconheci, era um politico do Sul (nao lembro se na época era senador ou governador, já foi tantas vezes os dois, que fica dificil lembrar). A mulher parecia uma arvore de Natal, cheia de saltos, cordões de ouros e berloques (Calá, com sua graça, diria: o jegue da festa do Bonfim). É claro que eu estava de jeans e tênis, absolutamente exausta. De repente, a senhora bate no meu ombro e diz: Moça, esta fila é da primeira classe, a de turistas é aquela ao fundo. Me armei de paciência e respondi: Sim, senhora, eu sei. Queria ter dito que eu pagara minha passagem enquanto a dela o povo pagara, mas nao disse. Ficou por isso. De repente, o senhor disse à mulher, bem alto para que eu escutasse: até parece que vai de mudança, como os retirantes nordestinos. Eu só sorri. Terminei o check in e fui encontrar meus pais.
Pouco depois bateram à porta, era o casal querendo cumprimentar o escritor. Não mandei a putaquepariu, apesar de desejar fazê-lo, educadamente disse não. Hoje, quando vi na tv o Senador dizendo que foi agredido por um repórter, por isso tomou seu gravador, apagou seu chip, eteceteraetal, fiquei muito retada, me deu uma crise de mariasampaismo e resolvi contar este triste episódio pelo qual passei. Só eu e o gerente da Varig fomos testemunhas deste episódio, meus pais nunca souberam de nada…”

 

(Paloma Jorge Amado é psicóloga).

– Crime contra as Mulheres: Prisão por… Dirigir!

 

Há certas hipocrisias no mundo que entristecem qualquer cidadão.

 

Muito se fala sobre os Direitos Humanos. Mas muitas entidades só os defendem até onde houver interesse.

 

Na Arábia Saudita, ninguém contesta essa barbárie: mulheres são proibidas de dirigir.

 

Uma saudita, revoltada com a criminalização das mulheres no trânsito, levantou a bandeira da permissão de Carteira de Habilitação feminina naquele país. De posse da sua carteira internacional, saiu às ruas ao volante e… cana nela!

 

Extraído de: http://is.gd/6hbAUy

 

MULHER É PRESA POR DIRIGIR

 

Por Caio Blinder

 

Em meio aos grandes eventos históricos que estão ocorrendo no mundo árabe nos últimos meses, como a revolução no Egito, a guerra civil na Líbia ou a sangrenta rebelião na Síria, um gesto de uma mulher na Arábia Saudita pode não chamar a atenção. Mas, às vezes, são pequenos gestos que guiam a história.


Manal al-Sherif, de 32 anos, foi detida acusada pelo crime de dirigir o carro. Exatamente. Na Arábia Saudita, é o único lugar do mundo em que é ilegal que as mulheres estejam no comando do veículo.


Quer saber mais? Clique no áudio e confira com o comentarista e correspondente da Jovem Pan em Nova York, Caio Blinder: clique em http://jovempan.uol.com.br/noticias/mundo/2011/05/mulher-e-presa-por-dirigir-na-arabia-saudita.html

– O Exemplo que vem do Tennessee: Sexualidade, Homofobia e Crianças

 

O Tennessee (EUA) aprovou uma lei estadual curiosa e interessante: lá, fica proibido a discussão de temas sobre homossexualidade até o ensino médio.

Motivo- temas relacionados a sexualidade devem ser explorados pelos pais, e somente quando forem mais crescidos, abordados nas escolas.

 

A justificativa da lei é que muitas vezes está se despertando a precoce sexualidade das crianças, confundindo a cabeça deles antes mesmo de estarem preparados para entender questões sexuais.

 

Concordo!

 

Aqui o MEC divulga cartilhas infantis abordando homofobia, mas beirando a pedofilia (lamentavelmente). Confundem respeito aos gays com demagogia aos mesmos. Pior: constrangem a sociedade…

 

E você: o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Amanda Gurgel para Presidência do Brasil!

 

Amigos, dias atrás, no RN, houve uma audiência para tratar de Educação no Brasil.

 

Em 6 minutos, uma humilde professora, Amanda Gurgel, falou o que todos os brasileiros queriam falar sobre o caos educacional no Brasil!

 

Veja esse vídeo, que é um verdadeiro tapa na cara dos políticos dessa nação! Duvido que não concordaremos com ela.

 

Em: http://www.youtube.com/watch?v=yFkt0O7lceA

 

Amanda Gurgel para o Ministério da Educação!

– Elitização do Futebol: um Conceito Polêmico

 

Amigos, revirando a blogosfera, deparei-me com um artigo interessante de Marcos Alvito. Para quem não o conhece, ele é membro da Associação Nacional dos Torcedores. Calma, não tem nada de torcida organizada na história, ele é um legítimo representante dos torcedores-consumidores, o público de bem dos estádios. Professor de Antropologia da UFF, escreveu sobre o desejo das entidades em elitizar o acesso ao futebol.

 

A idéia é a seguinte: cobrando mais caro, o torcedor terá mais benefícios no estádio e os mais pobres se afastarão. Ora, o problema do futebol é a condição financeira ou a educação?

 

Lembro-me de Marcelo Campo Pinto, da Globoesporte, que em uma palestra que tive a oportunidade de participar, disse mais ou menos assim:

 

“ir a um estádio de futebol deve ser um evento singular; às vezes, o cidadão irá uma única vez e isso deve ser marcante”.

 

A clara idéia é: o futebol deve ser acessado pelas mídias, não presenciado nas arquibancadas…

 

Abaixo, publicado originalmente no OESP, Caderno Esporte, B2, 12/12/2010

 

AOS RICOS, O FUTEBOL

 

Por Marcos Alvito

 

Os sinais estão por toda parte. Em 2005 o Maracanã fechou a geral, talvez o setor popular mais famoso do mundo, onde durante meio século floresceu uma cultura torcedora lúdica e carnavalesca. Em seu lugar foram colocadas cadeiras de plástico com preço seis vezes maior. O Maracanã, antes “o maior de todos”, vai virar um estádio para 76 mil pessoas. Esse encolhimento – que ocorrerá também nas dimensões do gramado – custará aos cidadãos “apenas” R$ 1,2 bilhão. Com a reabertura do estádio, calcula-se que os ingressos custarão pelo menos o dobro do que custam atualmente.


Recentemente realizou-se no Rio a Soccerex, feira internacional centrada no futebol-negócio. Nela, “especialistas” afirmaram que doravante o futebol brasileiro terá a classe A como clientela alvo, deixando de lado as classes B e C. Porque as D e E há muito não sentam em uma arquibancada. É claro que o evento foi financiado com dinheiro público. Em Santa Catarina, o Avaí aumentou em 50% o preço dos ingressos neste ano, passando de R$ 40 para R$ 60. No Paraná, o recém-promovido Coritiba já anunciou que aqueles que não aderirem a seu plano de sócio torcedor terão que desembolsar R$ 100 pelo ingresso avulso. Não é de se admirar que a média de público do campeonato brasileiro em 2010 tenha sido ridiculamente baixa: 14.839 pagantes. Isso é menos que a média do campeonato alemão da segunda divisão!


Não é o preço do ingresso o único fator para o afastamento do público. Hoje os estádios viraram estúdios para um show televisivo chamado futebol. No estádio-estúdio do Engenhão, que custou aos cofres públicos três vezes mais do que previa o orçamento, placas de publicidade impedem a visão de boa parte da linha de fundo, inclusive da linha do gol. Ingressos para esse setor “pagando pra não ver” custam, em jogo normal, R$ 30. A tabela do campeonato é alterada de uma semana para outra, modificando dias e horários sem respeito pelo torcedor. A rede de TV que monopoliza as transmissões há décadas transformou o futebol em sobremesa da novela, com jogos no meio da semana terminando por volta de meia-noite. Essa mesma rede é dona do pay-per-view, que a cada dia dá mais lucro. Ou seja: ela praticamente obriga os torcedores a se transformarem em telespectadores dos canais pagos.


Esse processo de expulsão dos torcedores mais pobres (ou menos ricos) é algo planejado e consciente. Ainda em 2004, o então presidente do Atlético Paranaense já afirmava que “o clube não precisa mais de torcedores, e sim de apreciadores do espetáculo”. Dentro dessa filosofia, proibiu a entrada de torcedores com bandeiras, tambores, faixas e camisas de torcidas organizadas. Por baixo de uma “nuvem midiática” vendendo a ideia de que estaria ocorrendo uma modernização do futebol brasileiro, o dinheiro do cidadão pobre financia, via impostos, sua própria expulsão. É um processo de Robin Hood ao contrário…


Chamar o futebol brasileiro contemporâneo de moderno, aliás, é piada de mau gosto. Por um lado temos uma estrutura política feudal mantida há décadas nos clubes, nas federações estaduais e na CBF. Por outro, o capitalismo selvagem na hora de extorquir os torcedores. A junção do atraso com a falsa modernidade é desastrosa.


Existe algo mais arcaico e tradicional que a venda de ingressos? Como vão sempre parar na mão dos cambistas? Será que as rendas reais são mesmo aquelas? Será que as gratuidades são mesmo aquelas? É um sistema obscuro que beneficia sempre os mesmos: empresas que fabricam os ingressos (e fazem adiantamentos aos clubes, presos a elas do mesmo modo que à televisão) e, mais uma vez, cartolas corruptos.


Por falar em polícia, qual é o principal instrumento de policiamento dos estádios? Investigação? Inteligência? Aparelhos sofisticados de filmagem? Acertou quem respondeu o cassetete, usado desde o Paleolítico. Em vez de prender e processar a minoria ínfima de torcedores que vai ao jogo para brigar, a polícia prefere bater. Desde quando o bom e velho porrete é sinônimo de modernidade?


A parte menos moderna, todavia, é o sistema de formação de jogadores. Milhões de jovens brasileiros sonham ser jogador de futebol. Poucos vão se tornar profissionais e, entre estes, pouquíssimos vão ganhar os altos salários que povoam o imaginário das classes populares. A formação de um jogador profissional demora em torno de 5 mil horas de treinamento em dez anos. Os clubes exploram essa mão de obra infantil sem nenhuma responsabilidade. Se o garoto de 11 ou 12 anos se machucar ou se não “servir” mais, o que ocorre? É simplesmente abandonado. Para onde vai? O Estado zela por ele? Regulação por parte do Estado, proteção aos jovens, preparação para a vida futura com ensino profissionalizante, nada disso ocorre.


Debaixo da bruma marqueteira que exalta a pseudomodernização assistimos a um processo de elitização perversa do futebol brasileiro. Perversa porque financiada com dinheiro do povo. Uma arte e cultura popular criada e mantida por gerações de brasileiros é saqueada em benefício de poucos. É o primeiro mandamento do futebol-mercadoria: dai aos ricos o futebol.

– Conceituações de Transporte Público

 

Jundiaí teve a paralisação dos ônibus do transporte público. Após o aumento da tarifa, a greve acabou.

 

Você sabe como funciona o transporte público em outros municípios? Então, se rpepare para o susto:

 

JUNDIAÍ PRECISA REVER OS VALORES DO TRANSPORTE PÚBLICO

 

Por Reinaldo Oliveira

 

É preciso rever o valor cobrado no transporte público

 

Atualmente em Jundiaí é praticado a cobrança do valor de transporte público, mais alto em todo o Estado de São Paulo.  A cidade cresce, o desenvolvimento é compatível com níveis mundiais, porém algo deve ser repensado pois o transporte público, item que pesa no orçamento da classe trabalhadora e estudantil, causa um rombo no orçamento das famílias jundiaienses.  Por outro lado, também os próprios trabalhadores do transporte público – motoristas e cobradores, sofrem com a cruel defasagem salarial e jornadas de trabalho excessiva. Porque isto acontece em Jundiaí.? Em momentos de crise, é necessário soluções criativas. Em outras cidades, esta equação – transporte de qualidade, tarifas mais baixas e salário da categoria compatível com as jornadas de trabalho, já foi solucionada. Veja exemplo de outras cidades:

 

Curitiba – Em 5 anos, novos ônibus, Linha Verde, acessibilidade e tarifa a R$ 1

 

 Nos últimos cinco anos o sistema de transporte coletivo de Curitiba ganhou um novo eixo de transporte, uma nova linha do sistema Expresso, tarifa a R$ 1 aos domingos, 1.120 ônibus zero quilômetro, elevadores, rampas e equipamentos especiais que duplicaram o índice de acessibilidade no sistema, estações tubo com três portas e ônibus articulados que aumentaram em 20% a oferta de lugares no Ligeirinho Inter2. Nesta segunda-feira (29), começou a funcionar a primeira integração por cartão e o primeiro ônibus Ligeirão da cidade.

 Domingueira – Desde janeiro de 2005, ficou mais barato andar de ônibus aos domingos. É que a tarifa do ônibus nos domingos passou a custar R$ 1,00, o que atualmente significa menos da metade da tarifa normal, de R$ 2,20. A domingueira vale para todo o sistema – à exceção da Linha Turismo – beneficiando principalmente o trabalhador que não ganha vale transporte para o domingo e que, com a tarifa mais baixa, pode sair com a família para passeios nos parques ou visitar parentes, por exemplo.

 

Rio Preto -Rio Preto reduz tarifa de ônibus de R$ 2,45 para R$ 2,10

 

 Pela primeira vez na história do transporte de São José de Rio Preto ao invés das tarifas de ônibus aumentarem, como normalmente acontece, as passagens serão reduzidas.

Salvador – Redução em 50% o valor da tarifa aos domingos e feriados

 Por meio de indicação ao prefeito de Salvador, o vereador Batista Neves (PMDB) defende a implantação de uma tarifa social nos ônibus da cidade. A sugestão visa reduzir em 50% o valor da tarifa normal, sempre aos domingos e feriados, cabendo ao Município a publicação do calendário com as respectivas datas do benefício.

 

Fortaleza – Usuários elegem Tarifa Social todos os domingos em Fortaleza

 

Com 70,49% dos votos da população, a Tarifa Social aos domingos foi a opção eleita na consulta popular que a Prefeitura de Fortaleza, através da Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor), realizou nos sete terminais de integração de ônibus e em outros 10 pontos da cidade.

Aracaju – Tarifa Social de Fortaleza é usada como exemplo para Aracaju

A implantação da tarifa social em Fortaleza (CE), que reduziu o preço da passagem de ônibus para R$ 1,20 aos domingos, levou o deputado estadual Gilmar Carvalho a defender a adoção de medida idêntica em Aracaju.

 

Jaguariúna – Jaguariúna implanta passagem de ônibus na cidade a custo zero     

 

O Prefeito Gustavo Reis criou a tarifa social em Jaguariúna que a partir de agora terá transporte gratuito aos domingos e feriados. Durante a semana e aos sábados a tarifa terá valor único de R$ 1,00. A medida que atende a toda a população, viabilizará mais oportunidades para que os moradores de Jaguariúna visitem com freqüência os parques, as áreas de lazer e cultural da cidade; estimula o aumento do fluxo dos turistas em diversos locais do município e acolhe também os religiosos que utilizam o transporte público. Além do preço bem popular o município conta com o bilhete único que permite maior circulação sem gastar mais para isso.

 

Teresina – Deputada quer implantar tarifa social no transporte público

 

A deputada estadual Rejane Dias (PT) falou nesta sexta-feira(15) na Rede Meio Norte, sobre projeto de lei que implanta a tarifa social para usuários do transporte público em Teresina. Segundo ela, está sendo estudada a viabilidade desse projeto junto ao prefeito de Teresina Elmano Ferrer e aos empresários do setor.

 

Guarujá – Tarifa social

 

Todo último domingo de cada mês, a passagem de ônibus em Guarujá será R$ 1,50. A Tarifa Social,assinada pela prefeita, entrou em vigor por meio do Decreto 8.841/ 2010, publicado no Diário Oficial do último dia 15 de janeiro.

 

Caruaru – Implantada  tarifa social de R$ 1,00 em Caruaru

 

Os caruaruenses já podem visitar os amigos, sair com a família, passear no parque ou nos shoppings, pagando apenas R$ 1,00. Este é o valor da tarifa social acertada entre a DESTRA e as empresas de ônibus em acordo recente, que também incluiu a obrigação do empresários em renovar a frota. O benefício começou a valer neste domingo e seguirá por todos os outros do ano, além dos feriados nacionais: 1º de janeiro, 1º de maio, 7 de setembro e 15 de novembro. O direito à tarifa especial é universal, ou seja, qualquer pessoa pode desfrutar.

 

São Luiz – Tarifa social aumenta movimento nos terminais  aos domingos

 

O segundo domingo de vigência da tarifa social ou “domingueira”,instituída pelo prefeito de São Luís, João Castelo, por meio de decreto, no transporte coletivo urbano da capital, registrou um movimento maior de usuários nos terminais da integração.

– Marcha da Maconha: que Insistência!

 

E os manifestantes a favor da legalização da Maconha?

 

Mesmo com a proibição da Justiça, ontem, na Av Paulista, em São Paulo, resolveram fazer apologia à droga.

 

Por que eles não saem às ruas para pedir o fim da corrupção? Para a construção de Hospitais? Para a defesa de valores e da família?

 

Essas pessoas não sabem o que é ter filho, amigo ou parente próximo em clínica de recuperação. Nos discursos vazios viciam a sociedade e contaminam outros. Uma pena!

 

E o pior é que existe muita gente a favor desses caras. Respeitar liberdade de expressão é uma coisa. Mas apologia às drogas ilícitas é crime.

 

Em Jundiaí, promete-se a Marcha da Maconha para esse domingo, na Av União dos Ferroviários. Mesmo assim a Justiça já proibiu!

 

Respeitarão?

– Amor e Sexo, segundo Zezé di Camargo

 

Tido como grande compositor e de obra reconhecida pela crítica, o sertanejo Zezé di Camargo deu uma longa entrevista à Revista Isto É (edição de 18/05/2011, pg 08-12, por Patricia Digue). E me chamou a atenção um conceito dele sobre relacionamentos:

“Você pode ter um relacionamento sem amor, mas não um relacionamento sem sexo”.

Discordo plenamente. Relacionamento a base de sexo é carnal e passageiro; tende a durar pouco. É tara, vicio.

 

Penso que o Verdadeiro Relacionamento seja a base de carinho, compreensão e amizade; ele perdura, é justo e independe de sexo (que vira complemento na relação).


Pela lógica do compositor, se simplesmente um casal ficar impossibilitado de transar (por acidente ou acontecimento qualquer) acabou o amor? Então o “amor” não era AMOR…

E olha que o primeiro grande sucesso dele foi “É o amor”…


E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– A Globalização que nos afeta: a Honda demite no Brasil por culpa do Tsunami Japonês!

 

A montadora japonesa Honda possui um pouco mais de 3000 funcionários na sua fábrica em Sumaré/SP. Porém, está demitindo 400 trabalhadores por culpa do tsunami que aconteceu em terras japonesas e que afetou suas contas por lá.


Ainda em reconstrução na Terra do Sol Nascente, as unidades ficaram paradas e com isso as peças enviadas do Japão para cá não são produzidas, e nessa bola de neve acabamos sentindo os efeitos da crise aqui mesmo em nosso país, já que 10 em cada 13 peças que são utilizadas no Brasil vem da Honda nipônica.

 

Não há terremoto, tsunami ou maremoto no interior do estado de São Paulo. Mas seus efeitos são sentidos no bolso do cidadão. Estamos ou não numa era globalizada?

 

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– Encontros “Fé e Política”

 

Amigos, atos de cidadania brotam da abnegação de pessoas. Quando elas têm boa vontade e crêem em algo, frutificam pra valer!

 

Compartilho material sobre o 1º Encontro de Fé e Política da Diocese de Jundiaí, cujo tema “Em busca do Bem Viver” trouxe importantes debates.

 

DIOCESE DE JUNDIAÍ SEDIOU ENCONTRO DIOCESANO FÉ E POLÍTICA

 

Por Reinaldo Oliveira

 

O 1º Encontro Diocesano de Fé e Política realizado neste domingo, dia 15 de maio, que apresentou o tema “Em Busca do Bem Viver”, reuniu cerca de 90 pessoas entre agentes da Pastoral Fé e Política, Cáritas Diocesana, Pastorais Sociais, religiosas, seminaristas, diáconos, candidatos ao diaconato e presbíteros, no Salão de Eventos da Paróquia Santo Antonio do Anhangabaú. O encontro teve assessoria do teólogo padre Paulo Suess, professor do Instituto São Paulo de Estudos Superiores (ITESP) e assessor teológico do CIMI – Conselho Indigenista Missionário e foi uma prévia do encontro nacional, que será realizado no mês de outubro. Na opinião do coordenador da Pastoral Fé e Política da Diocese de Jundiaí, Claudinho Nascimento: “Foi um momento de olharmos para nossas atitudes em relação a sociedade e ao meio em que vivemos. De fortalecer nossa fé e ação política, com objetivo de se reorganizar e construir um mundo justo, onde todos e todas possam viver bem, possam viver em plenitude, independente de sua origem. Avançar num diálogo de novas iniciativas para a desmercantilização da vida, propondo outro projeto político para todos os povos, em harmonia com a natureza, com o próximo e com nós mesmo. Momento de acreditar que um mundo melhor é possível, que o “Bem Viver” pode começar agora, se opondo a sociedade individualista que prega o capitalismo”, declarou. (Fonte: http://www.dj.org.br)

– Oxi e 99

 

O Oxi (ócsi) e o 99 (nine-nine, pronuncia de nove-nove em inglês) são as drogas da moda.

 

Perceberam que em certos tempos, há sempre modismos?

 

Em uma época, foi a Heroína. Depois LSD. Aí veio o Êcstasi. Recentemente, o Crack. Agora temos o Oxi (mistura de cocaína, querosene e cal) e o 99 (cocaína em pedras com 99% de concentração).

 

A humanidade está careca de saber que drogas acabam com a vida e a sociedade. Mas insistem!

 

Imagine os rios de dinheiros que esses bandidos faturam viciando as pessoas, e quantas famílias perdem o sentido e a própria vida por esse mal.

 

Infelizmente, há idiotas que ainda defendem a legalização de qualquer tipo de droga… Uma pena.

– Facebook Pagará para Usuário Assistir a Anúncios!

 

Já não bastassem as propagandas e spams sugestivos nos emails e redes sociais, agora eles terão um apelo maior: REMUNERAÇÃO.

 

De algum lugar as redes sociais tinham que tirar, além dos anunciantes pagos…

 

Extraído de Portal Exame, em: http://is.gd/Z3Szzm

 

FACEBOOK PAGARÁ USUÁRIO QUE CLICAR EM ANÚNCIOS

 

São Paulo – Como fazer com que as publicidades veiculadas em seu site façam sucesso? O Facebook arrumou um jeito diferente: vai pagar para os internautas que escolherem assistir a determinadas propagandas veiculadas na rede social.

A novidade foi inserida na quinta-feira, 5, de acordo com o Mashable. Por enquanto, a remuneração é de uma unidade de Facebook Credit por anuncio visualizado, o equivalente a US$ 0,10 – valor que pode ser convertido em compras no Facebook Deals.

A maioria dos anúncios participantes estão na área de games do Facebook, e as empresas CrowdStar, Digital Chocolate e Zynga são as mais ativas no novo formato.