– Um bom despertar de 5a feira em 5 fotos!

Bom dia!

Começar bem as manhãs é uma prática saudável e gosto de compartilhá-la, a fim de incentivar outras pessoas.

Para manter a forma e ganhar a adrenalina, vale a corrida matutina. Você já correu ou praticou qualquer exercício hoje? 

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Corpo em ordem, mente e alma em evolução. Durante o suador, valem os momentos de reflexão. Hoje, pedindo pela intercessão da Virgem Maria, sob a invocação de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.

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E como se faz necessário não só emagrecer, mas fortalecer, hora de cuidar dos joelhos. Os meniscos agradecem a musculação e a fisioterapia…

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Claro, com disposição a mil, você vira um atleta inveterado. Por isso, a bike não fica parada. Pedalar relaxa legal depois de uma boa corrida!

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Como de costume, deixo sempre uma mensagem bacana de “bom dia” com a paisagem do amanhecer. E estando hoje tudo nublado pelas chuvas, um click certeiro na pétala do nosso pezinho de Primavera Rosa.

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Ótima 5a feira a todos.

– Começou!

Ufa, ano novo, vida nova. Mas que se mantenham alguns hábitos, como o do cooper diário.

Já fiz o meu, logo bem cedo. Cerca de 5 km em 30 minutos, seguidos de uma caminhada para “desaquecimento”. Bem animado para mais um bom dia de vida – e de trabalho, afinal, é sábado útil de labuta. Corra você também, pois o suor tira o stress da mente, do corpo e da alma!

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– Enfim, a Vacina contra a Dengue está pronta!

A ANVISA aprovou e em breve estará à disposição da população: a Vacina contra a Dengue, após pesquisas e desenvolvimento do Laboratório Safoni.

Abaixo, extraído de: http://epoca.globo.com/vida/noticia/2015/12/como-funciona-vacina-contra-dengue-aprovada-pela-anvisa.html

COMO FUNCIONA A VACINA CONTRA A DENGUE APROVADA PELA ANVISA

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (28) a primeira vacina contra a dengue no Brasil. A vacina, produzida pela empresa francesa Sanofi Pasteur, promete reduzir em até 93% os casos graves da dengue – aqueles que podem levar à hospitalização ou ao óbito. Sheila Homsani, diretora médica da Sanofi Pasteur, conversou com a reportagem de ÉPOCA e explicou como funciona a vacina. Serão três doses, uma a cada seis meses, para imunizar os pacientes. Segundo ela, a vacina é uma importante ferramenta para controlar a doença, mas isso não significa que a população deve se descuidar da prevenção – continua sendo importante não deixar água parada e eliminar os criadouros do Aedes aegypti. “É importante mostrar para as pessoas que a vacina não vai resolver o problema sozinha”, afirma Sheila.

ÉPOCA – A gente pode considerar que a vacina é completamente segura? Existe contraindicação?
Sheila Homsani –
 É uma vacina segura, tanto é que a Anvisa aprovou. Mas ela é contraindicada para menores de nove anos e não pode ser usada por gestantes, porque é de vírus vivo atenuado. É como a vacina de rubéola, que também não é indicada para gestantes. Pacientes imunodeprimidos, como os de HIV positivo, também não podem. Essas são as contraindicações. Para os outros casos, é uma vacina muito segura.

ÉPOCA – O que é uma vacina de vírus vivo atenuado?
Sheila Homsani –
 A vacina é feita com o vírus vivo da doença, mas a gente atenua, enfraquece esse vírus. Ele fica tão fraco que não pode causar a doença, mas permite que o nosso sistema imunológico reconheça a forma dele, o genoma. Com isso, cada vez que o vírus entrar em contato com o organismo, nosso organismo já sabe como ele é e já produz os anticorpos.

ÉPOCA – Como essa vacina será aplicada?
Sheila Homsani –
 É uma injeção. São aplicadas três doses, uma a cada seis meses. A partir da primeira dose ela já faz efeito, mas são necessárias três para que ela tenha um equlíbrio e uma boa proteção contra os quatro tipos de vírus de dengue que existem e para a proteção ser duradoura. Até agora a gente não observou a necessidade de mais doses de reforço. Então, são três doses para a vida inteira. Pode ser que, no futuro, a gente observe na prática que precise de mais alguma dose. Em princípio, não. Para toda vacina nova é assim, tem de ir observando.

ÉPOCA – E se o paciente tomar essas três doses, ele estará protegido dos quatro tipos de dengue?
Sheila Homsani –
 Ela protege contra os quatro vírus. A eficácia geral dela é em torno de 66%. A proteção contra o Tipo 4 é de 83%, contra o Tipo 3 é de 73%, contra o Tipo 1, 58% e contra o Tipo 2, 47%. Os quatro tipos podem causar a versão grave da dengue, mas a vacina protege 93% das formas graves, o que é muito bom. São aqueles casos que levam à hospitalização, ao óbito. Então, esse tumulto que existe hoje nos corredores dos hospitais, com pessoas em casos graves morrendo, isso não aconteceria mais.

ÉPOCA – Quando a gente fala que reduz em 93%, isso significa que algumas pessoas, mesmo tomando a vacina, podem ficar doentes.
Sheila Homsani –
 Pode ocorrer. Nenhuma vacina é 100% eficaz. Mas mesmo nesses casos em que a vacina não conseguiu proteger o paciente, ele vai ter uma dengue leve, será mais fraca.

ÉPOCA – Com essa aprovação da Anvisa, nós já podemos ter uma ideia de quando a vacina estará disponível para os cidadãos?
Sheila Homsani –
 Agora vai depender da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (órgão da Anvisa). É ela que define o preço. Quando ela fizer isso, a gente traz a vacina para o Brasil. Esse processo em média leva até três meses. É só isso que falta.

ÉPOCA – Estamos com um surto muito grande de dengue aqui no Brasil. Quando a vacina passar por essa última fase, teremos condição de produzir todas as vacinas necessárias?
Sheila Homsani –
 Nós temos uma fábrica em Neville, na França, com capacidade para produzir 100 milhões de doses, para o mundo inteiro. O que precisamos é saber com antecedência se teremos a vacina no calendário público, para ter as doses necessárias. Precisa ser com antecedência porque leva tempo para produzir essa vacina. Também é importante mostrar para as pessoas que a vacina não vai resolver o problema sozinha. A gente tem de continuar limpando os criadouros, não permitir a água parada. A vacina protege só contra a dengue, não protege contra zika ou chikungunya. Se as pessoas continuarem deixando água nos potinhos, vai continuar proliferando o mosquito. Todo mundo tem de fazer a sua parte.

O mosquito Aedes aegypti. Ele transmite o zika vírus, que pode causar microcefalia em bebês cujas mães foram infectadas na gravidez (Foto: Thinkstock)

 

– A Fosfoamina (ou “fosfoetanolamina”) será testada cientificamente em definitivo!

Agora é “prá valer”!

Dias atrás, falamos sobre o sucesso que estava fazendo as pílulas de fosfoamina, a droga sintética que promete ajudar na cura do câncer, mesmo com proibição da ANVISA. Vide seu histórico neste link, clicando aqui: http://wp.me/p4RTuC-cQW.

Pois bem: conceituados oncologistas respeitados mundialmente, vão fazer testes (que devem ser definitivos) sobre o poder ou não da fosfoetanolamina em humanos.

Sobre quem pode participar ou não, abaixo, extraído de G1, em: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2015/12/quem-podera-participar-de-estudo-sobre-fosfoetanolamina-veja-video.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=g1

QUEM PODERÁ PARTICIPAR DE ESTUDO SOBRE FOSFOETANOLAMINA?

O Instituto do Câncer de São Paulo (Icesp) vai coordenar a pesquisa para testar a substância fosfoetanolamina sintética no tratamento de pacientes com câncer. O oncologista Sergio Simon, diretor do Centro Paulista de Oncologia, fala sobre o perfil dos pacientes que poderão participar do estudo no vídeo:

 

A substância nunca foi testada em humanos, mas foi distribuída durante anos pela USPde São Carlos. Atualmente, a distribuição está suspensa por decisão judicial. A previsão é que, no prazo de seis meses, os pesquisadores tenham uma ideia da eficácia da droga.

Segundo informou o SPTV, ainda não há data para o início dos estudos porque ainda será necessário um consenso da Secretaria Estadual da Saúde, Ministério da Saúde e os pesquisadores da USP de São Carlos, que vão repassar detalhes da fórmula da substância. A escolha dos pacientes que vão participar dos testes vai depender de critérios técnicos, definidos pelo instituto.

O investimento total para os testes deve ser de aproximadamente R$ 2 milhões, informou o SPTV. Todos os pacientes serão monitorados continuamente por uma equipe multiprofissional com experiência em testes clínicos, no Icesp. A produção da substância ficará sob responsabilidade da Fundação para o Remédio Popular (Furp).

No ínicio, 10 pessoas vão receber a substância. Se nenhum paciente tiver efeitos colaterais graves, o estudo continua. Serão separados 10 grupos de cada tipo de câncer, com 21 pacientes cada. Se pelo menos dois pacientes responderem bem, a pesquisa será ampliada. Progressivamente, a inclusão de novos pacientes continuará até atingir o máximo de 1 mil pessoas.

A estratégia, segundo a equipe, permitirá melhor compreensão da droga. O oncologista e diretor-geral do Icesp, Paulo Hoff, disse que a prioridade é a segurança dos pacientes. Por isso, nesse primeiro momento, a pesquisa vai avaliar se a droga é segura e se há evidência contra o câncer.

Distribuída pela USP de São Carlos por causa de decisões judiciais, a fosfoetanolamina é alardeada como cura para diversos tipos de câncer, mas não passou por esses testes em humanos, por isso não é considerada um remédio. Ela não tem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e seus efeitos nos pacientes são desconhecidos.

Até o momento, o grupo de pesquisadores que desenvolveu a síntese da fosfoetanolamina alegava que os testes clínicos não tinham sido concluídos pois havia má vontade por parte da Anvisa.

Pesquisa polêmica
A fosfoetanolamina sintética começou a ser estudada no Instituto de Química da USP em São Carlos, pelo pesquisador Gilberto Chierice, hoje aposentado. Apesar de não ter sido testada cientificamente em seres humanos, as cápsulas foram entregues de graça a pacientes com câncer por mais de 20 anos.

Em junho do ano passado, a USP interrompeu a distribuição e os pacientes começaram a recorrer da decisão na Justiça. Em outubro deste ano, a briga foi parar no Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a produção e distribuição do produto.

Mas, desde novembro, por causa de uma nova decisão judicial, a distribuição da substância está proibida. A polícia chegou a fechar um laboratório em Conchal (SP), que estava produzindo ilegalmente a substância.

Um levantamento do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) diz que 5 mil pessoas no estado estão sem receber a fosfoetanolamina sintética. Segundo o pesquisador que desenvolveu a droga, a substância ajuda a célula cancerosa a ficar mais visível ao sistema imunológico. Com isso, o organismo combate com mais facilidade essas células.

A Anvisa diz que é preciso comprovar a eficácia e a segurança do produto, e que os prazos dos estudos devem ser respeitados. Agora, o Instituto do Câncer de São Paulo vai começar os testes em pacientes. A produção da substância será feita por uma fundação.

Primeira fase de testes
Em novembro, o ministério da Ciência, Celso Pansera, informou que a primeira fase de testes da fosfoetanolamina deve ser concluída por laboratórios parceiros do governo em sete meses. No mês passado o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) já tinha anunciado um plano de trabalho do governo para validar tecnicamente a molécula, que poderia vir a ser usada no tratamento do câncer, caso tenha sua efetividade comprovada.

Na ocasião, a pasta afirmou que R$ 10 milhões seriam destinados para as atividades ligadas à pesquisa da fosfoetanolamina em um período de 2 anos. Pansera afirmou também que o MCTI já tinha colocado à disposição dos laboratórios R$ 2 milhões para pesquisar a fosfoetanolamina e que o ministério solicitaria à USP uma amostra da molécula sintetizada pela universidade para realizar os testes.

Segundo o MCTI, depois da primeira etapa de análises, estão previstas as fases seguintes do estudo em humanos. Ainda não é possível prever em quanto tempo o grupo poderá determinar se a substância é segura e eficaz para o tratamento de câncer.

“Existem pessoas usando uma substância da qual nós não temos efetivamente nenhum estudo seguro da eficácia e segurança. O governo tem que estar olhando para isso de outra forma, temos que dar uma resposta para a situação”, disse Pansera.

Para que a população possa acompanhar os andamentos dos testes, será criado um site que deve divulgar a evolução das pesquisas. Uma comissão de representantes da sociedade civil também foi criada para acompanhar a pesquisa. O Ministério da Saúde enfatizou que não recomenda que as pessoas usem a fosfoetanolamina como tratamento contra o câncer antes da conclusão dos resultados dos testes.
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– Um Bom Dia com Insônia Criativa e Mobgrafia!

A insônia acontece com todos: seja para começar a dormir (quando o sono não vem) ou quando ela vai embora (no meio da noite).

Pois bem: muitas vezes, você tem aquele “estalo”, aquele despertar repentino e inevitável, sem muita explicação – seja por problemas ou por ideias criativas que surgem “do nada”.

Como explicar? Para uns, é o inconsciente que não tem deixa descansar; para outros, é o Espírito Santo que te impulsiona a uma iluminação incrível, soprando na gente à hora e vontade dEle.

Não importa: a minha insônia valeu a pena! No relógio: 01h30, com pouquíssima hora de sono dormida. E não é que, enrolando até a 01h45, deu uma vontade louca de produzir, trabalhar, escrever, correr, falar ou fazer alguma coisa que não fosse dormir?

Adrenalina da madrugada, produzida pelo corpo fora de hora? Talvez.

O certo é que levantei, tomei um belo café da manhã e fui correr na esteira! E é no suor do cooper que as idéias se multiplicam, que converso com Deus, que organizo as tarefas do dia e tiro o resíduo do stress do dia anterior. Claro, ganho mais saúde com isso também e aproveito para alguns prazeres, entre eles, o da #mobgraphia – que nem sabia que já praticava: o ato de fotografar em movimento!

Agora, 05h20, pronto a trabalhar no serviço e com o dia “ganho”. Aqui, o meu despertar em 4 momentos, todos com uma “foto-mensagem”:

1- O de “convite ao exercício físico para boa saúde”;

2- O de “meditação e oração durante o treino”;

3- O de “relaxamento com uma leve pedalada”;

4- O de “desejo de um bom dia”.

Abaixo:

Bom dia!
Madrugada fresca, #garoa leve lá fora, ótimas condições p/ o #cooper #corujão (na #esteira).
Quem vem junto?
#Fui
#RunningForHealth
👟
#saúde
#corrida
#run
#nike no calção
#adidas na camisa
#mizuno nos pés
#Deus no coração – que é o principal!

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Correndo e Meditando:
“Ó #Maria#NossaSenhora da #Mansidão, rogai por nós e por um mundo de #paz#Amém“.
🙏🏻
#Santidade
#Jesus
#Catolicismo
#VirgemMaria
#SeEsforçarParaUmMundoMelhor!

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Mudando o ritmo de #corrida para #pedalada!
#bicicleta está em ordem – sem desculpas para não se exercitar.
🚴🏼
#bike
#training
#ciclismo
#iLoveSuarCorrendoOuPedalando

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Fim de #treino – suado, cansado mas feliz.
Valeu a intensa atividade física de hoje. A #mente, o #corpo e a #alma estão em harmonia! Ótima 4a feira a todos.
🏁
#corrida
#cooper
#pedalada
#caminhada
#EstiloDeVida

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– Adoção de crianças ou Doação de Sêmem?

Sou doador de sangue há muito tempo. Dias atrás, fui convidado a doar sêmem.

Sinceramente, fiquei em dúvida se tal ato realmente é de solidariedade. Respeito os bancos de esperma, mas… se o casal não consegue ter filhos, a adoção não seria o caminho mais adequado?

Ok, nada de críticas, pois respeito todas as opiniões. Mas penso que colaboramos muito mais com a adoção legal ao invés de caros tratamentos de fertilização.

E você, o que pensa sobre isso?

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– Zika Vírus: Cuidado com o mosquito! Conheça mais:

Assustadora essa epidemia do vírus ZIKA, que está provocando horrorosas consequências. Em especial, mulheres que tiveram os sintomas anteriormente, teoricamente se curaram e só agora, na gravidez, descobrem que o vírus ficou quietinho alojado. Consequência: microcefalia nas crianças.

Abaixo, um “perguntas e respostas esclarecedor”,

extraído de: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2015/12/zika-virus-entenda-transmissao-os-sintomas-e-relacao-com-microcefalia.html

ZIKA VÍRUS

Identificado pela primeira vez no país em abril, o zika vírus tem provocado intensa mobilização das autoridades de saúde no país. Enquanto a doença costuma evoluir de forma benigna – com sintomas como febre, coceira e dores musculares – o que mais preocupa é a associação do vírus com outras doenças. O Ministério da Saúde já confirmou a relação do zika com a microcefalia e investiga uma possível relação com a síndrome de Guillain-Barré. Veja o que já se sabe sobre o vírus:

Como ocorre a transmissão?

Assim como os vírus da dengue e do chikungunya, o zika também é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti.

Quais são os sintomas?

Os principais sintomas da doença provocada pelo zika vírus são febre intermitente, erupções na pele, coceira e dor muscular. A evolução da doença costuma ser benigna e os sintomas geralmente desaparecem espontaneamente em um período de 3 até 7 dias. O quadro de zika é muito menos agressivo que o da dengue, por exemplo.

Como é o tratamento?

Não há vacina nem tratamento específico para a doença. Segundo informações do Ministério da Saúde, os casos devem ser tratados com o uso de paracetamol ou dipirona para controle da febre e da dor. Assim como na dengue, o uso de ácido acetilsalicílico (aspirina) deve ser evitado por causa do risco aumentado de hemorragias.

Qual é a relação entre o zika e a microcefalia?

A relação entre zika e microcefalia foi confirmada pela primeira vez no mundo no fim de novembro pelo Ministério da Saúde brasileiro. A investigação ocorreu depois da constatação de um número muito elevado de casos em regiões que também tinham sido acometidas por casos de zika.

A evidência crucial para determinar essa ligação foi um teste feito no Instituto Evandro Chagas, órgão vinculado ao Ministério da Saúde no Pará, que detectou a presença do vírus zika em amostras de sangue coletadas de um bebê que nasceu com microcefalia no Ceará e acabou morrendo.

Como a situação é muito recente, ainda não se sabe como o vírus atua no organismo humano, quais mecanismos levam à microcefalia e qual o período de maior vulnerabilidade para a gestante. Segundo o Ministério da Saúde, as investigações sobre o tema devem continuar para esclarecer essas questões.

Quais são as recomendações para mulheres grávidas?

O Ministério da Saúde orienta algumas medidas para mulheres grávidas ou com possibilidade de engravidar tendo em vista a ocorrência de casos de microcefalia relacionados ao zika vírus.

Uma delas é a proteção contra picadas de insetos: evitar horários e lugares com presença de mosquitos, usar roupas que protejam a maior parte do corpo, usar repelentes e permanecer em locais com barreiras para entrada de insetos como telas de proteção ou mosquiteiros.

É importante informar o médico sobre qualquer alteração em seu estado de saúde, principalmente no período até o quarto mês de gestação. Um bom acompanhamento pré-natal é essencial e também pode ajudar a diminuir o risco de microcefalia.

Há risco de microcefalia se a mulher engravidar depois de se curar do zika?

Segundo o médico Érico Arruda, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, o que se conhece sobre a relação entre o zika e a microcefalia é insuficiente para determinar se há risco de engravidar logo depois de se curar de uma infecção pelo zika vírus.

“O que se pode dizer, baseado em contextos gerais, é que parece que a viremia do zika é curta, ou seja, a pessoa infectada fica pouco tempo com o vírus circulando na corrente sanguínea.” Caso isso seja confirmado, é possível que não haja risco de gravidez logo após o fim da infecção, porém ainda é cedo para ter certeza.

Qual é a relação entre o zika e a síndrome de Guillain-Barré?

Alguns estados do Nordeste que tiveram a ocorrência do vírus zika têm observado um aumento incomum dos casos da síndrome de Guillain-Barré, como Pernambuco, Bahia, Piauí, Sergipe, Rio Grande do Norte e Maranhão.

Trata-se de uma doença rara que afeta o sistema nervoso e que pode provocar fraqueza muscular e paralisia de braços, pernas, face e musculatura respiratória. Em 85% dos casos, há recuperação total da força muscular e sensibilidade. Ela pode afetar pessoas de qualquer idade, mas é mais comum entre adultos mais velhos.

O Ministério da Saúde está investigando esses casos, mas até o momento não confirma a correlação. A pasta deve divulgar as conclusões desse estudo nas próximas semanas.

Especialistas afirmam que é muito provável que exista uma conexão. “Neste momento, temos que encarar que existe um indício forte de relação entre o zika e a síndrome de Guillain-Barré, mas para ter certeza absoluta precisamos de mais elementos e avaliar com mais profundidade os pacientes que desenvolveram a síndrome”, diz o médico Marcondes Cavalcante França Junior, coordenador do Departamento Científico de Neurogenética da Academia Brasileira de Neurologia.

Há suspeita de associação do zika com outras doenças?

Até o momento, não há evidências de que o zika possa estar relacionado a outras doenças além da microcefalia e da possibilidade de conexão com a síndrome de Guillain-Barré.

O zika já provocou mortes no Brasil?

Até o momento, o Ministério da Saúde confirma três mortes relacionadas ao vírus zika. Um dos casos é o do bebê do Ceará que nasceu com microcefalia, cujas amostras de sangue serviram como evidência da relação entre o zika e a microcefalia. Outro caso é de um homem do Maranhão que também tinha lúpus. Houve ainda o caso de uma menina de 16 anos no Pará.

Como é feito o diagnóstico de zika?

Ainda não há um teste padrão para diagnosticar a doença. “Como o zika é novo, não temos uma padronização nos testes. Para se ter certeza do diagnóstico, é preciso usar a técnica de PCR, que é complexa e não está disponível no mercado”, diz Rodrigo Stabeli, vice-presidente de Pesquisa e Laboratórios de Referência da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

No Brasil, somente três unidades da Fiocruz, além do Instituto Evandro Chagas, órgão vinculado ao Ministério da Saúde, têm a capacidade de fazer esse exame. “Esses laboratórios têm a missão de desenvolver um método melhor de diagnóstico para suprir esse problema epidemiológico”, diz Stabeli.

Enquanto não existe um teste padrão, o diagnóstico nas regiões em que já se constatou a presença do vírus vem sendo feito por critérios clínicos.

Quais são as medidas de prevenção conhecidas?

Como o zika é transmitido pelo Aedes aegypti, mesmo mosquito que transmite a dengue e o chikungunya, a prevenção segue as mesmas regras aplicadas a essas doenças. Evitar a água parada, que os mosquitos usam para se reproduzir, é a principal medida.

Em casa, é preciso eliminar a água parada em vasos, garrafas, pneus e outros objetos que possam acumular líquido. Colocar telas de proteção nas janelas e instalar mosquiteiros na cama também são medidas preventivas. Vale também usar repelentes e escolher roupas que diminuam a exposição da pele. Em caso da detecção de focos de mosquito que o morador não possa eliminar, é importante acionar a Secretaria Municipal de Saúde do município.

Por enquanto, não existe vacina capaz de prevenir a infecção pelo vírus zika.

Qual é a diferença entre dengue, chikungunya e zika?

Os vírus da dengue, chikungunya e zika são transmitidos pelo mesmo vetor, o Aedes aegypti, e levam a sintomas parecidos, como febre e dores musculares. Zika e dengue são do gênero Flavivirus, já o chikunguna é do gênero Alphavirus.

As doenças têm gravidades diferentes. A dengue, que pode ser provocada por quatro sorotipos diferentes do vírus, é caracterizada por febre repentina, dores musculares, falta de ar e moleza. A forma mais grave da doença é caracterizada por hemorragias e pode levar à morte.

O chikungunya caracteriza-se principalmente pelas intensas dores nas articulações. Os sintomas duram entre 10 e 15 dias, mas as dores articulares podem permanecer por meses e até anos. Complicações sérias e morte são muito raras.

Já a febre por zika vírus leva a sintomas que se limitam a no máximo 7 dias. Apesar de os sintomas serem mais leves do que os de dengue e chikungunya, a relação do vírus com a microcefalia e a possível ligação com a síndrome de Guillain-Barré tem trazido preocupação.

O Aedes aegypti pode transmitir mais de uma doença ao mesmo tempo?

Segundo estudos conduzidos pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), é possível que um mosquito transmita dengue e chikungunya ao mesmo tempo a um paciente. Ainda não há estudos, porém, que avaliem a possibilidade de o zika vírus ser transmitido simultaneamente aos outros dois vírus

A Organização Mundial da Saúde (OMS) está monitorando a situação do zika?

Sim. A Organização Mundial de Saúde e a Organização Pan-Americana de Saúde emitiram um alerta mundial sobre a epidemia de zika vírus. Segundo a OMS, somente neste ano foram confirmados casos de zika em nove países das Américas. Brasil, Chile – na ilha de Páscoa -, Colômbia, El Salvador, Guatemala, México, Paraguai, Suriname e Venezuela.

Quando o zika foi identificado pela primeira vez?

O vírus foi identificado pela primeira vez em 1947 em um macaco rhesus na floresta Zika, da Uganda. No Brasil, ele foi identificado pela primeira vez em abril de 2015.

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– Bom dia em 4 momentos, parte 3

Terminada a atividade física, vale a pena alongar e curtir o momento. Claro, a adrenalina está a mil e o corpo e a alma agradecendo pelos cuidados dispensados!

Corra, pratique esporte pois vale a pena. Hoje, ½ hora prazerosos de cooper.

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– Bom dia em 4 momentos, parte 1

Como sou um workaholic assumido, acordo cedo para ter tempo para fazer tudo.

Hoje, o cooper diário foi bem na madrugada. A postagem nas redes sociais é apenas uma motivação para a prática diária de exercícios. Aliás, você tem se movimentado com frequência?

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– Câncer de Próstata e os criminosos que falsificavam Androcur

Ela é mais do que centenária: a tradicionalíssima farmácia de manipulação, a “Botica Ao Veado d’Ouro” é de 1858! Mas hoje, ao invés de glórias, sua história tenta apagar uma mancha monstruosa: a da produção de placebo em cápsulas, vendida enganosamente como Androcur, remédio contra o câncer de próstata (em 1998).

Efdgar Helfib, um dos proprietários, foi acusado do crime e alegou que apenas fabricava o produto, pois um empresário sem vínculo algum com a empresa revendia o mesmo de maneira falsa. A Justiça não entendeu assim e o prendeu. Seu sócio, Daniel Derkatscheff, após 17 anos, finalmente foi preso nesta última 4a feira.

Sabe quantas cápsulas foram produzidas?

Um milhão e trezentos mil comprimidos!

Coitadas das vítimas.

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-Vamos correr?

Quarta-feira de muitas tarefas. E em busca de disposição, nada melhor do que encher-se de adrenalina.

Meu dia começa assim: com uma boa corrida!

Quem vem junto?

#Fui.

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– Indústria do Cigarro versus Contrabando

O Governador Geraldo Alckmin aumentou o imposto do cigarro na semana passada. Os fabricantes chiaram!

A lógica seria: cigarro mais caro, fumantes a menos. Ótimo, sou antitabagista e defendo que quanto menos cigarro na praça, mais saúde para a população (embora, respeito quem fuma, desde que não me incomode). Porém, a indústria do tabaco alega que tal medida só aumentará o contrabando, não dimunindo o número de fumantes, e apresenta números: 41% dos cigarros vendidos em São Paulo são de contrabando. E a marca paraguaia Eight é líder nas vendas por aqui, com 22% de participação do mercado.

Se o cigarro “dentro da lei” já é um veneno, imagine o contrabandeado!

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– Zika Vírus e os Casos de Microcefalia no Nordeste

Lembram-se de que, tempos atrás, uma epidemia do Zika Vírus/ Chikungunya atingiu o Nordeste brasileiro?

Agora, uma triste possibilidade: as mulheres grávidas que contrariam a doença podem estar dando a luz crianças com microcefalia…

Preocupante e doloroso, abaixo, extraído de: http://www.infonet.com.br/saude/ler.asp?id=179656&pagina=1

NASCE MAIS UM BEBÊ COM MICROCEFALIA NO ESTADO DE SERGIPE

Por Aldaci de Souza

Mais um caso de bebê nascido na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL), com microcefalia, foi registrado nesta sexta-feira, 13. Com este, sobe para 30 o número de crianças com o perímetro cefálico menor do que a média [33 centímetros se for de nove meses], naquela unidade de saúde.  Apesar de a maternidade ter diviulgado ontem (12), que seriam 49 casos no Estado, os representantes da Secretaria de Estado da Saúde (SES) não sabem informar o total de casos detectados em Sergipe, pois o protocolo e a notificação obrigatória e imediata, só foram solicitados esta semana pelo Ministério da Saúde (MS), no sentido de verificar a relação com o Zika Vírus.

Durante coletiva de imprensa na manhã desta sexta-feira na sede da SES, o superintendente da MNSL, Luiz Eduardo Prado, disse que já existia a incidência da microcefalia, com outras patologias e outras situações sociais, a exemplo da toxoplasmose, incompatibilidade entre os pais, uso de drogas e de álcool.

“Não começou aparecer microcéfalos agora nos últimos dois meses, porém esse índice sempre foi de um ou dois casos. O que nos chamou a atenção foi que estavam chegando a dez casos mensais e na história das pacientes, um relato muito forte de terem tido doenças virais durante a gravidez. Hoje temos 30 casos, nasceu um pela manhã e temos casos de pacientes que são oriundas da Bahia. Estamos dando assistência prioritária na maternidade, montamos um protocolo e qualquer bebê que nasça com menos de 33 centímetros de perímetro cefálico, já está sendo triado para o acompanhamento mais rigoroso por neuroclínicos, neurocirurgiões e todas as especialidades necessárias”, destaca acrescentando que a maior incidência vai ser na Lourdes, mas que existem casos nas maternidades particulares, do interior e até mesmo de bebês que nasceram em casa.

GENÉTICA

O geneticista Emerson de Santana informou que de cada 100 gestantes, três vão dar a luz a bebês com problemas congênitos. “Como é uma maternidade de referência, já é esperado o nascimento de 3% dos bebês com defeitos congênitos. É uma estatística mundial, desde um dedo a mais, o lábio leporino e microcefalia. Só que tem as microcefalias isoladas e as microcefalias sindrômicas. Não tá muito bem claro a relação com ZiKa e Chikungunya, pois muitos relatos verbais das mães que tiveram viroses, beberam ou fumaram durante a gestão, além de fatores consanguíneos de casamentos entre primos. Agora é investigar juntamente com o Ministério da Saúde”, destaca.

VIGILÂNCIA

A coordenadora de Vigilância Epidemiológica Estadual, Gizelda Melo, explicou trabalhar com uma lista de doenças de notificação compulsória [infectalidade],  e que à medida que o Ministério da Saúde determinou como situação de emergência no país, a notificação passa a ser imediata.

“A Vigilância precisa de informação para desenvolver uma ação para a gente responder perguntas: o que, quem, quando, como e porque. Estamos agora no que, pois ontem fomos notificados pela maternidade do número de casos e fizemos a notificação oficial para o Ministério da Saúde por meio do nosso plantão 24 horas. A gente vai concentrar a notificação imediata por meio de telefone e e-mails, pois faz parte de uma rede nacional, para desenvolver as ações e obter as demais respostas, a exemplo dos demais que nascem em outros municípios e criar um fluxo de investigação. A gente trabalha por hipóteses e não tem respostas ainda. O Ministério da Saúde ainda não tem uma nota quanto às orientações”, ressalta.

INVESTIGAÇÃO

Gizelda Melo disse ainda estar no processo de obter as respostas. “Na  investigação, se detecta mais. No momento, o plantão será um ponto focal para detectarmos todos os casos de microcefalia, pois a gente só investiga quando recebe informações e todos os municípios têm a sua vigilância epidemiológica, temos amostras com suspeita para Zika, mas no momento laboratorial a gente não tem registro de casos”, garante.

INFECTOLOGISTA

O infectologista Marcos Aurélio Melo enfatizou na coletiva que em vários lugares do mundo tiveram Zika Vírus e Chikungunya. “E há raríssimas descrições desse fato da relação com a microcefalia, pois foram em comunidades pequenas, colônias. No Brasil, ninguém tem a comprovação da associação, nem mesmo o Estado de Pernambuco. O que se tem é um surto de uma doença viral, que agora está tendo algumas consequências, uma possibilidade, além de todas as outras, mas não se sabe se tem uma consequência direta com a infecção. A gente presume”, diz.

CASOS

A diretora Operacional da Fundação Hospitalar de Saúde (FHS), Márcia Guimarães, divulgou na coletiva apenas os casos de microcefalia registrados na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, num total de 29 bebês, cujas mães são de Sergipe e um, em que a mãe é da cidade de Heliópolis, na Bahia.

“Tivemos registrados na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes até ontem (12), 29 casos, mais um que nasceu hoje (13). Entre os casos, um que mãe veio de Laranjeiras, um de São Domingos, seis de Aracaju, seis provenientes de Nossa Senhora do Socorro, um de Japaratuba, três de Itabaianinha, um de Itabaiana, de Canindé do São Francisco, um de Ribeirópolis, um de Poço Verde, um de Salgado, um de Nossa Senhora das Dores, um de Nossa Senhora da Glória e um de Heliópolis. O caso de hoje ainda não sabemos o município de procedência da mãe”, destaca.

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– Dopping Genético em 2016?

Se já era difícil pegar os atletas que se dopam com hormônios e outras drogas, imagine com o dopping genético!

Assustador, extraído de: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI268191-17933,00-A+NOVA+ERA+DO+DOPING.html

A NOVA ERA DO DOPING

Em vez de hormônios, a onda será fazer modificação genética para melhorar o desempenho dos atletas

por Rafael Tonon

Muito antes dos hormônios artificiais serem usados para melhorar a performance dos atletas, nos anos 800 a.C. eles já usavam estimulantes à base de cogumelos para conseguir melhores resultados. Os casos de doping, agora, podem passar a um nível bem mais difícil de provar: atletas podem começar a usar a manipulação dos genes para aumentar suas habilidades. Assim como a terapia genética usada para fins médicos, o método esportivo se baseia na inserção de um vírus ou outro organismo que carregue o DNA já modificado no genoma humano. A ideia é colocar genes “turbinados” no lugar de genes normais para fabricar hormônios que potencializem seus músculos e melhorem o desempenho em levantamento de peso, por exemplo. Mark Frankel, especialista em modificação genética e bioética da Associação Americana para o Avanço da Ciência, garante que os pesquisadores já descobriram genes com impacto na velocidade, nos músculos e na resistência do corpo e que isso terá uma grande repercussão nos esportes nos próximos anos. “Provavelmente esse tipo de geneterapia será usado já nas próximas Olimpíadas que acontecerão no Rio em 2016.”

Os conhecimentos científicos na área ainda são poucos para que a manipulação genética seja usada com segurança. “O perigo é os atletas buscarem algo que pode aumentar sua performance diretamente nos laboratórios, antes que as substâncias e técnicas sejam aprovadas”, afirma Frankel. Também não há testes que detectem o doping genético, mas a Agência Mundial Antidoping (Wada) já busca métodos próprios. A frente de pesquisa se baseia no conceito de que, quando a geneterapia ocorre, o metabolismo e até a morfologia das moléculas se alteram. O desafio, então, é desenvolver uma tecnologia que saiba discriminar quais foram os agentes usados para a molécula sofrer modificações. Eduardo De Rose, médico brasileiro e membro-fundador da Wada, acredita que as técnicas terão que seguir o ritmo de evolução dos últimos anos, quando foram aprendidos métodos de detecção de vários estimulantes. “Hoje a cada 100 exames podemos ter um caso. É impossível fazer um evento esportivo sem casos de doping.”

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– A Infelicidade de Paulo Roberto Costa sobre os leprosos!

Não dá para deixar passar batido tal bola fora. Paulo Roberto Costa, o ex-diretor da Petrobrás sobre 1 ano na cadeia:

Virei um leproso. Esse ano de prisão foi um ano de lepra. As pessoas fugiam de mim e continuam fugindo”.

Que péssima comparação. Os leprosos (ou melhor: os hansenianos) são vítimas de uma doença que nunca desejaram, sofrem as dores de tal enfermidade e padecem em um tratamento dolorido para o corpo e para alma.

Já Paulo Roberto é um mero bandido de colarinho branco. Indevida lembrança do corrupto. Aliás, lembram do depoimento dele na Operação Lava-Jato?

Abaixo:

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– Novembro Azul: o Fim do Preconceito Bobo em nome da Saúde da Próstata

Se em Outubro costuma-se realizar a ação social de conscientização ao câncer de mama denominada Outubro Rosa, agora é a vez da divulgação da preocupação à prevenção do câncer de próstata através da campanha do “Novembro Azul”!

Infelizmente, há ainda aqueles que evitam o exame do toque retal por puro preconceito. Bobagem de machões ignorantes, que preferem dizer que há constrangimento (injustificável, é claro) do que cuidar da saúde.

Abaixo, sobre a iniciativa, extraído do site da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU):

NOVEMBRO AZUL

O movimento Novembro Azul é realizado em parceria pela SBU e o Instituto Lado a Lado com o objetivo de orientar a população masculina sobre a importância do exame de toque retal e PSA para diagnóstico precoce do câncer de próstata.

O câncer de próstata é mais incidente que o câncer de mama, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), que em sua estimativa 2012/2013 apontou 60.180 novos casos de câncer de próstata e 52.680 de mama. Pesquisa* realizada pelo Datafolha para a SBU, em 2009, constatou que o preconceito com o exame de toque retal ainda é forte no Brasil. Apenas 32% dos homens brasileiros declararam já ter feito o exame.

De acordo com o presidente da SBU, Aguinaldo Nardi, cerca de 30% dos pacientes do SUS são diagnosticados com câncer de próstata já avançado. Se forem descobertos no início, 90% dos casos são curáveis. “Um a cada seis homens terá câncer de próstata e 1 a cada 36 morrerá da doença”, afirma Nardi. De acordo com ele, falta uma porta de entrada para o paciente masculino.

Por isso, a SBU vai entregar uma lista de sugestões aos parlamentares, entre elas está a criação de Centros de Referência em Saúde do Homem, para melhorar seu acesso ao SUS. Hoje, Centros de Referência da Mulher recebem as pacientes encaminhadas pelo programa de saúde da família, o que agiliza seu atendimento. Já o homem, se tiver suspeita de alguma doença, é encaminhado aos ambulatórios de especialidades e aguardará, talvez, meses para ter uma primeira consulta.

Desde 2004, a SBU realiza ações de conscientização sobre a doença, tendo já contado com o apoio da apresentadora Ana Maria Braga, em 2004, e de Tony Ramos, em 2005. Desde 2012, a SBU realiza o Novembro Azul em parceria com o Instituto Lado a Lado pela Vida.

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– Iniciando bem animado mais uma jornada!

Como não querer ter saúde?

Despertar com bom ânimo, a fim do cooper diário, é sinal de busca da disposição para um dia intenso de atividades e sem estresse.

Afinal, as preocupações e neuras vão embora com o suor. Não é?

Quem é corredor sabe bem disso!

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– Vamos correr?

Apesar da garoa e do cansaço acumulado, tem algo melhor do que acordar e ir correr?

Levantar cedo e despertar o dia é algo bom demais!

#Fui

#RunningForHealth

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– Outubro Rosa e o Testemunho da Minha Família!

#OutubroRosa

Se viva fosse, minha vó Nória Barroca faria aniversário hoje.

Ô velhinha danada… A Simpatia em forma de pessoa. Há 21 anos ela partiu. Minha mãe, já faz 18! Ambas por culpa do Câncer de Mama.

Aproveite que a sociedade está fazendo a Campanha do “Outubro Rosa“, em prol da prevenção e combate a essa maldita doença. Quanto antes descobrir, melhor. Naquele tempo, minha mãe e minha vó não sabiam nada sobre isso, e quando perceberam…

Acesso a informação é ótima prevenção!

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– E Viva a Iniciativa do Outubro Rosa

Outubro é o mês em que historicamente se chama a atenção para a prevenção do Câncer de Mama. Para isso, o “Cor-de-Rosa” é usado para lembrar as mulheres do auto exame.

Aliás, sabe como surgiu a iniciativa?

Abaixo, extraído de: http://www.outubrorosa.org.br/historia.htm

OUTUBRO ROSA

O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.

A história do Outubro Rosa remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade (www.komen.org). 

Em 1997, entidades das cidades de Yuba e Lodi nos Estados Unidos, começaram efetivamente a comemorar e fomentar ações voltadas a prevenção do câncer de mama, denominando como Outubro Rosa. Todas ações eram e são até hoje direcionadas a conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce. Para sensibilizar a população inicialmente as cidades se enfeitavam com os laços rosas, principalmente nos locais públicos, depois surgiram outras ações como corridas, desfile de modas com sobreviventes (de câncer de mama), partidas de boliche e etc. (www.pink-october.org).

A ação de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros e etc. surgiu posteriormente, e não há uma informação oficial, de como, quando e onde foi efetuada a primeira iluminação. O importante é que foi uma forma prática para que o Outubro Rosa tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e que, principalmente, pudesse ser replicada em qualquer lugar, bastando apenas adequar a iluminação já existente.

A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, motivando e unindo diversos povos em em torno de tão nobre causa. Isso faz que a iluminação em rosa assuma importante papel, pois tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar no mundo.

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– Domingo sem Neuras

Hoje, bem relax, sem polêmicas ou preocupações. Como o dia me pede muito trabalho, vale a pena madrugar para não furar o cooper diário.

Correr tira o stress e promove a saúde, garantidamente.

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– Começar o dia em atividade física

Cá entre nós: como não se sentir bem com um cooperzinho logo no começo do dia?

Nas redes sociais, logo que desperto, incentivo os amigos a se exercitarem postando uma foto pré-treino. Hábito saudável é recomendável.

– Aérea Indiana proíbe funcionários gordos de voarem?

E se sua empresa reclamasse do seu peso, mesmo sendo um ótimo profissional?

A Air-Índia está medindo o IMC dos seus funcionários. Já proibiu 125 tripulantes de voarem por excesso de gordura!

Extraído de: http://t.co/2c0yi3Ayx2

EMPRESA AÉREA INDIANA PROÍBE TRIPULAÇÃO ACIMA DO PESO DE VOAR

A empresa aérea estatal da Índia irá impedir que 125 tripulantes acima do peso voem, citando uma recomendação da autoridade de aviação civil do país.

Um representante da Air India disse à BBC que a decisão foi tomada com base no documento emitido pela autoridade em 2014. A empresa disse ter alertado 600 tripulantes a “entrarem em forma” no ano passado, mas que 125 não atingiram o peso requisitado, disse.

Autoridades de aviação confirmaram a recomendação, mas acrescentaram que ela era parte de um documento interno, e que eles não comentariam publicamente sobre o assunto.

Segundo eles, a sugestão havia sido feita diante de temores de que tripulantes fora de forma não conseguiriam atuar de forma eficiente em situações de emergência.

Normas internacionais indicam que o Índice de Massa Corporal (IMC) deve estar entre 18-25 para tripulantes homens e entre 18-22 para mulheres.

“Uma equipe acima do peso é um sinal de que uma empresa aérea não está em forma. Você precisa de uma equipe que seja inteligente e ágil que possa complementar a imagem da companhia”, disse o especialista em aviação Kapil Kaul.

No entanto, Tapan Sen, líder do sindicato nacional, negou haver leis que citem restrições de peso para tripulantes de cabine.

Esta não é a primeira vez que a Air India impediu funcionários de trabalharem devido a questões de peso. Em 2009, a empresa demitiu nove mulheres alegando questões de segurança, dizendo que a forma delas poderia “prejudicar a agilidade”.

Em 2004, a companhia envolveu-se em outra polêmica, ao dizendo que potenciais tripulantes e agentes não deveriam ter cicatrizes, acne ou qualquer marca no rosto.

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– Saúde é o que interessa!

O Cooper diário de hoje foi com a madrugada dando passagem ao sol.

Meu stress não chegará perto desse ânimo maravilhoso trazido pela adrenalina da corrida!

Pratique esporte. Esporte é vida!

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– Descanse em Paz, Bete Lago

Que pena. A carismática atriz Bete Lago faleceu aos 60 anos de câncer, ontem, após uma longa luta contra essa maldita doença – que não escolhe profissão, beleza ou riqueza!

A melhor coisa é: buscar uma vida saudável, abolir o fumo e tantas outras práticas de prevenção para diminuir o risco do surgimento de algum tumor.

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– Contra o Stress…

Há dias em que tudo é mais difícil. “Pepinos” de saúde, problemas no trabalho e contratempos diversos.

Hoje é um deles… A única postagem desta 5a feira não é de assunto, mas de imagem: que tal uma linda rosa do jardim para aliviar o stress? Afinal, jardinagem é um bom passatempo.

Nos falamos amanhã. 
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– Porque hoje é feriado, parte 3: Jardinagem!

Hoje, temas bem lights e amenos em nosso blog. Afinal, um feriado de folga para mim tem sido raro…

Desestressar colhendo flores é algo muito bom. E para quem curte jardinagem, como eu, mais ainda!

Nossa florada das roseiras está impecável! Como não curtir a generosidade da Natureza?
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– Corinthians e McDonald’s

Nada de criticar a ação de responsabilidade social do Corinthians em divulgar a campanha do McDonald’s em prol das crianças com câncer, usando as meias do palhaço Ronald McDonald’s.

Tudo muito bom. Mas só uma coisa me incomoda: o dinheiro revertido é só o do lanche descontado os impostos. Se fosse o da batata e do refrigerante… as crianças teriam mais a sorrir!

Fica para uma próxima discussão: quem ganha mais na campanha do McDia Feliz? Mas aqui conversaremos em outra oportunidade. O importante, primeiramente, é combater o câncer infantil.

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– O que pensar sobre a Fosfoamina?

Pesquisador da USP que pesquisou o uso da Fosfoamina e publicou em 10 Revistas Especializadas de Oncologia afirma que tal substância cura o câncer. Entretanto, a ANVISA proibiu a distribuição de cápsulas dela.

Entenda os prós e contras do uso de fosfoetanolamina sintética:

Extraído do G1: http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2015/08/pesquisador-acredita-que-substancia-desenvolvida-na-usp-cura-o-cancer.html

PESQUISADOR ACREDITA QUE SUBSTÂNCIA DESENVOLVIDA NA USP CURA O CÂNCER:

O pesquisador Gilberto Orivaldo Chierice, coordenador dos estudos com a fosfoetanolamina sintética na Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos, concedeu uma entrevista sobre o composto, que ele acredita ser a cura para o câncer. “A fosfoamina está aí, à disposição, para quem quiser curar câncer”, disse o especialista.

Como mostrou o G1, a droga era fornecida gratuitamente em São Carlos (SP), mas uma portaria proibiu a distribuição até o registro junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pacientes que tinham conhecimento dos estudos entraram na Justiça para obter as cápsulas.

De acordo com Chierice, a substância, também conhecida como fosfoamina, não chegou ao mercado por “má vontade” das autoridades. Ele disse que procurou a Anvisa quatro vezes e foi informado que faltavam dados clínicos. “Essa é a alegação de todo mundo. Mas está cheio de remédios neste país que não têm dados clínicos”, desabafou.

Pediu então à agência um hospital público onde pudesse realizar novos testes – os pesquisadores afirmam que, nos anos 90, a substância foi testada em um hospital de Jaú -, mas contou que não obteve retorno.

A Anvisa, por sua vez, disse que não identificou um processo formal para a avaliação do produto em seus registros e que não houve por parte da instituição de pesquisa nenhuma iniciativa ou atitude prática no sentido de transformar o produto em um medicamento.

Ação
O professor aposentado explicou que, com a ingestão das cápsulas, as células cancerosas são mortas e o tumor desaparece entre seis e oito meses de tratamento. “Mas é evidente que um caso é diferente do outro”, afirmou, reforçando que o período pode variar de acordo com cada sistema imunológico.

Contou ainda como a substância age e afirmou que já há outro país interessado em fabricá-la. “Nós podemos ter que comprar esse medicamento a custo de mercado internacional porque já está começando a aborrecer ficar todo esse tempo tentando e não conseguir”, disparou na entrevista, reproduzida a seguir.

EPTV – Que substância é essa? 
É a combinação de uma substância muito comum, utilizada em muitos xampus de cabelo, chamada monoetanolamina, e o ácido fosfórico, que é um conservante de alimentos. A combinação dessas duas substâncias gera uma substância chamada fosfoetanolamina, que é um marcador de células diferenciadas, que são as consideradas células cancerosas.

EPTV – Como ela age no organismo?
Essa substância nós mesmos fabricamos dentro das células de músculo longo e no fígado, no retículo endoplasmático. Então, não podemos chamar de produto natural porque é sintetizado, mas o seu organismo já fabrica com o mesmo propósito: defender você durante todo o tempo da sua vida de células que se diferenciam.

EPTV – Na prática, essa substância reforça a que a gente já tem? Como ela age na célula cancerosa?
Primeiro, ela passa do trato digestivo para o sistema sanguíneo, vai até o fígado e forma uma reação junto com o ácido graxo. O que é esse ácido graxo? É a substância que vai alimentar o tumor. É a energia do tumor. E ela entra junto com essa substância dentro da célula. Quando ela entra, essa célula está relativamente parada, ou seja, a organela principal dela, chamada mitocôndria, está parada. Ela obriga a mitocôndria a trabalhar e, quando ela obriga, ela se denuncia para o sistema imunológico e a célula é liquidada, é a chamada apoptose (veja o processo no vídeo abaixo).

EPTV – A eficácia da substância foi mais evidente em algum tipo de tumor?
Os tumores têm células parecidas no seu mecanismo, chamadas de anaeróbicas. Células de tumor anaeróbico, todas elas cediam pela ação da fosfoamina.

EPTV – Não houve um tipo de tumor em que a eficácia foi maior?
Não é possível fazer essa medida porque, primeiro, nós não somos médicos. Teria que ter uma parceria com o médico para ele mostrar a eficácia de cada um. Isso nunca foi feito.

EPTV – Tem alguma contraindicação? A cápsula tem que ser ingerida antes de a pessoa fazer quimioterapia?
Não existe “antes” porque ela não funciona como coadjuvante. Se você detona o sistema imunológico da pessoa, os resultados não são bons porque a ação da fosfoamina necessita que o sistema imunológico esteja intacto. Se existir uma quimioterapia que não destrói o sistema imunológico, perfeito, pode ser combinado.

EPTV – O senhor tem uma ideia de quantas pessoas foram beneficiadas por essa substância nos últimos 20 anos?
Nos últimos tempos nós fazíamos cerca de 50 mil cápsulas por mês. Isso equivale, a 60 cada pessoa, a 800 pessoas ou próximo de mil pessoas por mês. Agora quantas pessoas foram beneficiadas eu não sou capaz de dizer porque muitas delas, que eram pacientes terminais, estão aí, vivas. Então não sei dizer quantas pessoas foram curadas.

EPTV – O senhor publicou esse estudo em diversas revistas científicas. Quantas no total?
Hoje eu suponho que há de nove a dez trabalhos nas melhores revistas de oncologia do mundo, que são revistas internacionais, junto com o pessoal do [Instituto] Butantan, e explicam o mecanismo de ação da fosfoamina.

EPTV – Houve interesse de outro país nessa fórmula. O que pode acontecer?
Nós podemos ter que comprar esse medicamento a custo de mercado internacional porque já está começando a aborrecer ficar todo esse tempo tentando e não conseguir, criam dificuldades que eu não sei explicar. Eu sou um homem de ciência de 25 anos, eu não sou nenhum amador e, por não ser amador, eu conheço os trâmites das coisas, como funciona. Se não for possível aqui, a melhor coisa é outro país fazer porque beneficiar pessoas não é por bandeira. A humanidade precisa de alguém que faça alguma coisa para curar os seus males.

EPTV – A cura do câncer existe?
Não só pela fosfoamina, deve existir por uma dezena de outras coisas, mas a fosfoamina está aí, à disposição, para quem quiser curar câncer.

EPTV – E por que a aprovação está demorando tanto? Por que a Anvisa está demorando tanto para liberar?
A razão é muito simples: eu acho que existe uma má vontade. Porque, se existisse boa vontade, isso já tinha sido aplicado em hospitais do governo, como dados experimentais, fase I, fase II, fase III, tudo isso já está pronto. Agora o que falta é dentro das normas da lei, os dados clínicos, assim me disseram na Anvisa todo esse tempo. Eu acho que existe uma má vontade.

EPTV – E, enquanto essa “má vontade” continuar, muita gente com a doença, e a cura está mais próxima do que muita gente imagina, não é?
É, eu penso que sim. A cura está bem mais perto. E se dissessem ainda que falta aprimorar alguma coisa, teria que ser aprimorado daqui para frente, não daqui para trás. Daqui para trás está tudo pronto.

EPTV – Essa substância é a cura do câncer?
Eu acredito que sim, eu acredito que sim. Não só essa como um monte delas que poderiam vir de derivados.

Entenda o caso
No dia 17, o G1 mostrou que pacientes com câncer brigam na Justiça para que a USP forneça cápsulas de fosfoetanolamina sintética. De acordo com usuários, familiares e advogados, a substância experimental acumula resultados satisfatórios no combate à doença, inclusive com relatos de cura, mas não possui registro junto à Anvisa e, por isso, só está sendo entregue por decisão judicial.

A droga, cuja cápsula é produzida por menos de R$ 0,10, levou ao surgimento de discussões na internet e um morador de Santa Catarina que a distribuía gratuitamente foi preso. Em entrevista ao G1, Carlos Kennedy Witthoeft afirma que está “com a consciência em paz”.

Durante uma visita a São Carlos (SP), ele contou como conheceu a fosfoetanolamina sintética, apontada por pesquisadores como um tratamento alternativo para o câncer, por que quis doá-la e o que aconteceu após ser preso e indiciado por falsificação de medicamento. “Não tem como mensurar o que a gente sentia a cada pessoa que vinha falar que estava curada”, disse.

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– O Novo Ponto de Orgânicos em Jundiaí!

Boa notícia! Para quem se preocupa com uma vida mais saudável, saiba que no Jardim Botânico haverá espaço para comercialização de produtos livres de agrotóxicos!

Abaixo:

MAIS SAÚDE COM PRODUTOS ORGÂNICOS

Por Reinaldo Oliveira

Jundiaí, que já tem a feira de produtos orgânicos, breve terá mais um espaço para a venda destes produtos ao consumidor. A iniciativa é da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Turismo

O novo local sugerido pela Secretaria será no Jardim Botânico. O local é frequentado por um público que faz caminhadas no local, procuram exercitar-se para uma melhor qualidade de vida, sendo o local ideal para a venda dos produtos.

A favor do local é importante considerar o fato de que com a recente inauguração da unidade do SESC, o público que frequeta o Jardim Botânico, aumentou bastante.. Neste sentido o diretor do Jardim Botânico, Renato Steck e o diretor de Abastecimento, Edilson Crispim, estiveram no local com os produtores orgânicos.

A venda dos produtos será aos sábados pela manhã pelos produtores orgânicos da OCS Jundiaí Orgânicos. Importante lembrar também que eles estão todos os domingos, das 7h as 12h, na Praça Enio Lotierzo, na esquina da Avenida Luiz Latorre com a Avenida Nove de Julho, oferecendo frutas, verduras, legumes e outros produtos.

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– E aí, dona Unimed?

Faça uma experiência: tente marcar um Ortopedista ou um Cardiologista pela Unimed Jundiaí! Se conseguir, suas chances de acertar na Loteria são altas…

É ridículo o que os médicos estão fazendo. O Dr M* T* não atende “novos pacientes” pela Unimed, só os atuais. O Dr J* M J* tem consulta para Abril de 2016, mas deve-se ligar em Outubro para agendar. A Dra F* só no ano que vem, mas se for a vista, ela atende no dia seguinte.

VERGONHA!!! Os Planos de Saúde não estão nem aí!

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– Sobre “Correr curtindo o Amanhecer”!

Hoje, apesar do dia de muitos compromissos, “comecei bem”, com um ótimo cooper! Correr me ajuda a manter a saúde física (apesar da pança), mental (tirando o stress) e espiritual (conversando com Deus). O que seria de nós sem tal saudável atividade? Melhor ainda: contemplando o belo amanhecer de Jundiaí.

Vale a pena madrugar e se exercitar. E isso traz a certeza de que o ânimo surgirá como recompensa durante a jornada de trabalho.

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– Dificuldade para os Produtos Orgânicos em Jundiaí

Você conhece o pessoal da OCS Jundiaí Orgânicos?

É um pessoal do bem, que produtos alimentos sem agrotóxicos e que estão preocupados com o custo e o clima para plantio.

Compartilho:

PRODUTORES ORGÂNICOS ALERTAM PARA NOVO PERÍODO DE SECA E ESTIAGEM                                                                                                                                                                   Por Reinaldo Oliveira

Os produtores orgânicos da Organização de Controle Social Jundiaí Orgânicos realizaram sua reunião ordinária no dia 3 de agosto na Secretaria de Abastecimento, Agricultura e Turismo de Jundiaí, no 5º andar do Paço Municipal.

Na pauta a analise de visitas realizadas no período, com destaque para a promovida pela CAT e também a AGRIFAM. Os que visitaram a AGRIGOFAM relataram as novidades em desenvolvimento de novas ferramentas, sementes e outras. A próxima visita será no dia 18 de agosto no evento da BEJO Sementes em Bragança Paulista

Também foi feita uma explanação sobre a possibilidade da formação da Associação de Produtores Orgânicos, sobre normas, estatuto, custos e benefícios. Além disso, foi falado de outros assuntos como a participação em oficinas de formação, etc.

Falando do momento atual, como relação à produção e consumo de verduras, frutas, legumes e outros, manifestaram preocupação com um novo período de seca e com o abusivo aumento de custos da produção, com destaque para o da energia elétrica; neste sentido o Sr. Luiz Giasseti, que produz verduras e legumes há mais de 40 anos, observou que há uma diminuição do consumo destes produtos no período de inverno. Mas que diferente e de outros anos, neste o consumo se manteve.

Porém como é tradição dos produtores diminuem a produção no período de inverno e neste ano com este novo perfil de consumo, ele que faz a distribuição de seus produtos em mais de 265 pintos de venda, já notou falta de alguns produtos.

Aqui ele faz um alerta. Devido a tradição dos produtores diminuírem a produção no inverno, do alto custo da produção como o da energia, do transporte, etc, e um novo período de seca – haverá fiscalização das bombas de irrigação, ele prevê que haverá falta de produtos hortifrutis no mercado até o final do ano,

Importante lembrar que os produtores orgânicos da OCS Orgânicos Jundiaí estão todos os domingos das 7h as 12h na Feira Orgânica que se realiza na esquina da Avenida Luiz Latorre com a Avenida 9 de julho. Em breve também aos sábados de manhã até a tarde no Jardim Botânico.

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– Amamentar de que jeito?

Que o leite materno é fundamental para a vida do bebê, não há dúvida! Mas algumas coisas são incoerentes no Brasil quanto a esse incentivo.

Cartilha do Ministério da Saúde sugere que as mães amamentem em períodos regulares do dia durante 6 meses. Ao mesmo tempo, o Ministério do Trabalho permite apenas 4 meses de licença maternidade.

Como é que faz?

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– Operava o Cérebro e tocava violão?

Parece manchete sensacionalista, mas foi algo real e acontecido aqui no Brasil: paciente de Santa Catarina precisava operar SEM ANESTESIA um tumor no cérebro. A alternativa? Uma analgesia diferente, tocando violão, mantendo o paciente em atividade enquanto se abria sua cabeça.

Achei incrível!!!

Abaixo, da Revista Isto É, extraído de: http://www.istoe.com.br/assuntos/semana/detalhe/421445_O+HOMEM+QUE+TOCOU+VIOLAO+ENQUANTO+OPERAVA+O+CEREBRO

O HOMEM QUE TOCOU VIOLÃO ENQUANTO OPERAVA O CÉREBRO

O catarinense Anthony Kulkamp Dias toca violão, acordeom, teclado e trombone. Agora, imagine Anthony deitado. Qual instrumento seria menos incômodo para a execução de alguma música? Claro que o violão. Pois foi justamente ele, o violão, que nosso personagem tocou enquanto era submetido na semana passada à cirurgia de retirada de um tumor no cérebro (foto), na cidade de Tubarão, no sul de Santa Catarina. E fez isso a pedido dos médicos. Operações desse tipo são feitas geralmente com anestesia geral, mas quando o tumor está muito próximo a regiões que comandam fala e movimentos usa-se outra forma de analgesia – justamente para não lesar e paralisar tais regiões. Mais importante ainda é manter o paciente falando e fazendo algum movimento. Está explicado o violão. “Eles pediram para eu repetir a música sertaneja Telefone Mudo. Posso dizer então que houve até bis”, diz Anthony que na quarta-feira 3 estava prestes a ser transferido da UTI para o quarto do hospital.
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