– Quando o Esporte não é Saudável!

O esporte sempre é saudável. Certo? Mas leia a afirmação abaixo (e a citação ao longo desta postagem):

“Esporte não é Saúde. Pode vir a ser um promotor de Saúde, mas nem sempre irá produzir Saúde”

Amigos, existe um dito popular de que “Esporte é Saúde”. Mas… será que realmente é?

Compartilho um belo material da professora do Departamento de Educação Física e Motricidade Humana da Universidade Federal de São Carlos, Dra Selva Maria Guimarães Barreto, sobre a relação “Esporte e Saúde” ser diferente da dita “Esporte é Saúde”.

Ótimo artigo que nos faz repensar práticas esportivas que podem ser maléficas ao nosso dia-a-dia. Em destaque, os efeitos nocivos que o “Esporte de Alto Rendimento” pode trazer aos seus praticantes e a prática esportiva das crianças.
Abaixo:

Extraído de: http://cdcc.usp.br/ciencia/artigos/art_22/esportesaude.html

ESPORTE E SAÚDE 

Nos cursos de Educação Física está ocorrendo uma revolução, que vem provocando questionamentos sobre alguns conceitos: o que se tenta expor criticamente hoje é a relação entre “Esporte e Saúde”. Esta veiculação, infelizmente, não é a mais usual, pois geralmente é substituída por “Esporte é Saúde” pelo conhecimento popular, uma relação que aparenta ser uma verdade absoluta, quando não, obrigatoriamente, é. Os novos conceitos trabalhados relacionam Esporte, Saúde e Qualidade de Vida, de maneira a levantar o debate para refletirmos sobre os mesmos.

O Esporte, como conceito, é considerado uma atividade metódica e regular, que associa resultados concretos referentes à anatomia dos gestos e à mobilidade dos indivíduos. Esta é a conotação que podemos chamar de “Esporte de alto nível”, veiculada nas mídias em geral, representada por pessoas executando gestos extremamente mecanizados, uniformes, com um certo gasto de energia para produzir um determinado tipo de movimento repetidas vezes. São gestos plásticos, muito organizados, moldados e com muitas regras, para que se possa obter algum resultado prático. O Esporte pode ser encarado, dentro de outras ópticas, tanto como o Esporte veiculado nas mídias, como uma atividade dentro de um grupo de amigos (na escola, na rua ou qualquer local).

Existem outros conceitos de Esporte, em que se consideram como um componente dos blocos de conteúdos da Educação Física escolar, isto é, a Educação Física nas escolas possui alguns conteúdos, tais como a Dança, os Jogos, as Lutas, as Brincadeiras, e o Esporte é um destes. É na escola que a conotação de Esporte deve ser diferente do Esporte de alto nível, apesar de alguns professores de Educação Física insistirem em alto rendimento. Felizmente este modelo vem modificando-se, aos poucos. Assim, a idéia que se tem de Esporte é muito ampla, o que permite uma variedade de conceitos. Dependendo do conceito e do entendimento, Esporte pode estar ou não veiculado à Saúde.

Já Saúde, enquanto conceito, é sentir-se bem em todos os seus aspectos: físicos, motores, sociais, mentais e afetivos. Isto acaba tornando muito difícil ter uma saúde perfeita e praticamente impossível um conjunto de profissionais completamente saudáveis (como os professores de Educação Física, por exemplo).

A respeito de Saúde, a diferença entre os termos físico e motor é muito tênue. Motor é uma idéia que está ligada ao movimento, isto é, é necessário estar bem; o organismo e todos os aparelhos que o compõem precisam estar em pleno funcionamento para se movimentar bem. Por outro lado, físico é um conceito ligado à capacidade, força e potência (aeróbia ou anaeróbia). Logo, não necessariamente, quem realiza bem um movimento tem uma capacidade física muito grande, e vice-versa. Por exemplo, aqueles que fazem musculação ininterruptamente costumam ter uma certa dificuldade ao caminhar, ou seja, o aspecto físico bem trabalhado não significa um aspecto motor de boa qualidade. Por isso, Esporte como entendimento de uma atividade metódica pode provocar saúde ou bem-estar em nível psico-motor, mas dificilmente em nível social. Também aquele que realiza um Esporte e coloca acima de tudo a vitória (validando atividades “anti-jogo”, tais como puxão de cabelo, cotovelada e outras faltas), não promove sua Saúde completa.

Associado à Saúde está o conceito de Qualidade de Vida, definido como a condição humana resultante de um conjunto de parâmetros individuais e sócio-ambientais (modificáveis ou não) que caracterizam as condições em que vive o ser humano. Para se definir como boa qualidade de vida, deve-se levar em consideração a satisfação das necessidades básicas de sobrevivência: alimentação, vestuário, trabalho, moradia e relações sociais e afetivas (as quais, no mundo capitalista de hoje, sempre se subordinam à outra: a econômica).

Analisando agora a relação do conhecimento popular “Esporte é Saúde”, esta se difunde como contrapartida ao mundo atual, que promove em suas práticas o sedentarismo, como conseqüente, a obesidade – tida como o mal do século. Assim, em combate à obesidade, o Esporte promove Saúde. O Esporte também é promotor de Saúde por ser um incentivo às relações sociais, tais como coleguismo, amizade e paixões.

Outras inverdades são disseminadas pelo conhecimento popular. Algumas pessoas dizem que ao caminhar uma hora por dia mantêm seu nível de colesterol reduzido, com chances reduzidas de obter problemas cárdio-respiratórios, ou ainda possibilidades de emagrecimento. Mas, em seguida, comem chocolate, “churrasquinho”, “leitão à pururuca”, “torresminho”, doces, refrigerantes, etc – alimentos que invalidam qualquer atividade saudável. Além disto, caminham em locais inadequados e usam calçados impróprios para a atividade exercida. Logo, o corpo não descansa, como ainda pode sofrer lesões por exercícios praticados de maneira errada. Também existem aqueles que caminham em excesso, acima de quatro horas ao dia, todos os dias da semana, sem um descanso mínimo. As estruturas corpóreas e seus respectivos ligamentos não agüentam e acabam por “inchar”, inflamar ou até romper. Está comprovado que qualquer treinamento físico, principalmente os de altíssimo nível, deve ser praticado com o necessário descanso para que o organismo possa se recuperar da atividade e da perda de líquidos e sais minerais. Outros praticam esforços aos finais de semana como maneira de compensar uma vida sedentária de segunda à sexta-feira, sem qualquer sistemática apropriada. Deve-se praticar atividades periódica e cotidianamente, com pausas corretas de descanso.

Tudo que é feito ininterruptamente cansa, desgasta e não promove os benefícios almejados. O Esporte é uma atividade física e, como tal, promove desgaste energético, emagrecendo o organismo. Mas, sem respeitar os parâmetros físicos limitantes de cada indivíduo, ou ainda, um controle alimentar adequado, ao invés de benefícios, a atividade pode promover malefícios. O controle alimentar é muito importante no que se refere à relação entre ingestão e gasto de energia, ou seja, o quanto (e o que) se come e o quanto se trabalha. Neste parâmetro, podemos entender que é perigoso pessoas obesas e despreparadas praticarem Esportes como triathlon, uma competição onde se nada, pedala e corre longas distâncias exaustivamente. Até que ponto é saudável praticar triathlon, ou ainda malhar de duas a quatro horas numa academia? São associações equivocadas relacionar alto rendimento e esforço excessivo. Para que o Esporte fazer bem, tem que suar muito e deixar o indivíduo cansado.

Esporte não é Saúde. Pode vir a ser um promotor de Saúde, mas nem sempre irá produzir Saúde, como uma regra. Inclusive temos recentemente dois casos de jogadores de futebol que faleceram enquanto praticavam a atividade física. Percebemos também, que existem vários desportistas que fazem uso de substâncias – questionáveis – para obter melhores desempenhos nas atividades, o que corrompe a noção de que Esporte faz bem. Esporte só faz bem dentro de seus fatores limitantes: bem empregado, bem trabalhado e sob uma perspectiva que esteja além do alto rendimento.

Isso não quer dizer que muitos que praticam Esportes de alto rendimento não são pessoas saudáveis. Serão na medida em que o treinamento lhes provocar bem-estar físico e uma boa relação para com os outros. Mas ao exagerar na atividade (em nome da relação “Esporte é Saúde), acaba-se promovendo um malefício ao corpo”. Outro problema nesta relação ocorre com uma concepção inadequada de Esporte, sendo esta, muitas vezes, a concepção dos professores de Educação Física dos ensinos fundamental e médio. Em determinada ocasião, Esporte é considerado como um conteúdo mínimo e único, o que acaba se tornando a exclusiva prioridade a ser promovida entre seus alunos: aos que jogam bem, a oportunidade de praticar; aos que possuem dificuldades, acabam como juiz, gandula ou ainda sentados no banco, só observando a turma jogar. Nestes casos, não há Saúde social, ou, sequer, Saúde motora. Como deve se sentir o aluno que permanece sentado durante toda a atividade dos colegas? O que ele acaba por representar? E sobre a prática de distribuir os alunos em dois times, onde são escolhidos um por vez, alternadamente: como se sente o último a ser escolhido? Como “resto”? São estas as práticas a serem repensadas

A Educação Física nas escolas não pode ter por objetivo formar campeões, assim como não deve negar a possibilidade de que alguns realmente serão futuros campeões. Temos a necessidade de dissociar a Educação Física escolar de treinamento esportivo. A inserção dos alunos obesos, lentos e sem muita coordenação motora trará mais Qualidade de Vida ao conjunto, ensinando, não apenas, nossos limites, mas também em como conviver com os limites alheios. Nas escolas, os pré-requisitos para os professores de Educação Física não devem ser grandes atletas que sabem jogar, devem ser grandes professores que saibam ensinar. Do contrário, o Esporte deixa de ser um agente de inclusão social para ser um fator de exclusão social, onde “quem joga bem, joga; quem não joga bem, que fique quieto e não atrapalhe”.

Existem também aqueles que praticam musculação e, paralelamente, tomam suplementos alimentares e aminoácidos. Alguns em apenas dois meses têm a musculatura toda definida e acreditam que isto é ser saudável: muito questionável, principalmente, se tratando de um adolescente, por exemplo. No momento, o corpo fica “esteticamente belo” (o que não deixa de ser uma mera convenção social), mas passados alguns anos, estes complementos podem deixar a pessoa estéril ou ainda provocar doenças no fígado. Tudo o que é feito para além dos limites naturais do corpo, com certeza prejudica o mesmo. Existe um composto chamado Creatina, substância que ao ser ingerida dá condições de um rendimento um pouco maior ao corpo, produzindo mais energia. Porém, ao se ingerir Creatina após um longo período, o corpo para de produzir os benefícios mesmo que o indivíduo continue ingerindo-a. Mais tarde, começam a se formar certos resíduos, estranhos ao corpo: são compostos que acabarão por gerar algum problema grave, talvez até um tumor. Também não praticam um ato saudável os indivíduos que se abstêm de se alimentar com legumes, verduras e frutas para só ingerir suplementos alimentares. Não se deve exagerar em nada, tudo tem seus limites.

Ainda sobre os excessos além dos limites do corpo, está o que chamamos de “Especialização Motora Precoce” ou “Inadequação no Movimento ao Nível Desenvolvimental do Praticante”. São as Escolinhas de Esporte para crianças (como as Escolinhas de Futebol, por exemplo) que ensinam como se estas fossem adultos, esquecendo que seus limites físicos e motores são muito maiores. Nesta idade, deveriam somente ensinar os movimentos que lhes são possíveis, deixando a especialização no Esporte de alto nível para depois, quando desenvolverão sua habilidade motora. Para as crianças de 8 até 12 anos o que deve ser praticado está muito distante do Jogo profissional em si – apenas mobilidades precursoras. Além do corpo não compreender o movimento se não estiver bem desenvolvido, existem pesquisas comprovando que devemos primeiro desenvolver nossa base motora para em seguida decidir o que fazer com ela. Isto é, na infância devemos desenvolver nosso nível de movimentos em uma grande amplitude de ações (genéricas) para só depois podermos decidir os esportes a praticar (em uma especialização do movimento). Podemos ver que no Vôlei, por exemplo, os jogadores que se destacam hoje são aqueles que sabem atuar bem em diversas posições, levantamento, bloqueio, saque, corte, enquanto que antigamente o bom jogador era especialista em uma só posição. O atual jogador de vôlei aprende inicialmente os lances mais gerais e só mais tarde escolhe a posição que melhor lhe convém, assim já aprendeu mais do esporte e desenvolveu mais amplamente sua coordenação motora para o mesmo. Além disso, a especialização prematura pode acarretar lesões (no joelho, ombro, cotovelo, etc – e não há maneira de se compensar o corpo depois de lesionado), o que ocasiona uma curta vida no Esporte, tendo que abandonar mais cedo a atividade.

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– Responsabilidade Social: o Circo Tihany no Grendacc

Só podemos aplaudir e desejar que outros artistas de todas as áreas façam o mesmo: visitar crianças enfermas (mas idosos e desenganados também)!

Que maravilha essa foto (extraída do Tribuna de Jundiaí): o circo Tihany, que está em nossa cidade, foi fazer a alegria das crianças atendidas pelo Grendacc (para quem não o conhece, é o Hospital Oncológico Infantil referência em Jundiaí, sustentado por voluntários e pessoas de boa vontade).

Possam muitos outros o imitar!

Aqui:

– A redução do peso do saco de cimento e os golpes de outrora!

Eu trabalhei muito tempo em depósito de material de construção, e sofria quando tinha que carregar sacos de cimento. Afinal, cada um pesa 50 kg (e os de cal, 20 kg).

Em breve, por determinação de autoridades da área de Segurança no Trabalho, o peso máximo será de 25 kg / saco. Correto. E o preço, logicamente, tem que cair pela metade. 

Me recordo que quando existiu o congelamento de preços imposto pelo Presidente José Sarney em 1986, os sacos de cal passaram de 20 kg para 10 kg por um período (e o preço não caiu pela metade). Era golpe para fugir dos valores tabelados / congelados.

Atualmente, muitos produtos tem redução de tamanho e o preço muda muito pouco, sendo um engodo não percebido por boa parte dos consumidores. Vide os chocolates de 200 gramas, que caíram para 180g, dependendo da marca, para 170. 

A queda de preços é sempre proporcional?

Tomara que sim, pois o caso passará da Segurança do Trabalho para a Segurança do Bolso, caso “não ocorra”.

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– A Polêmica Campanha do Governo sobre a Felicidade das Prostitutas

Foi em 2013, mas… faria sentido hoje?

Compartilho:

PROSTITUTAS FELIZES

Está dando o que falar: o Governo Federal, através do Ministério da Saúde, lançou uma campanha para dignificar a figura das profissionais do sexo e ao mesmo tempo protegê-las, incentivando a prática de maneira saudável e consciente.

A idéia é elevar a auto-estima e valorizar a figura da mulher, numa campanha com garotas de programadas mais jovens às mais velhas – posando com os dizeres “Eu sou feliz por ser prostituta“.

Eu acho uma tremenda inversão de propósito: ao invés de lutar para a verdadeira dignidade das mulheres, longe da venda do corpo, ocorre o contrário!

Que conjunto de valores estamos passando? E você, o que pensa sobre isso?

Veja alguns cartazes:

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– Síndrome de Burnout agora é doença, oficialmente pela OMS

Conheço muita gente que, pelos relatos, sofre da Síndrome de Burnout, uma doença que é relacionada ao desgaste físico e emocional pela pressão no trabalho.

E o que eu não sabia: somente na semana passada a Organização Mundial da Saúde reconheceu esse mal como “doença de verdade“!

Embora tardia, justa classificação. Saiba mais sobre essa enfermidade em: https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/sindrome-de-burnout-esgotamento-profissional/

SÍNDROME DE BURNOUT

por Maria Helena Varella Bruna

A síndrome de burnout é um distúrbio psíquico caracterizado pelo estado de tensão emocional e estresse provocados por condições de trabalho desgastantes.

A síndrome de burnout, ou síndrome do esgotamento profissional, é um distúrbio psíquico descrito em 1974 por Freudenberger, um médico americano. O transtorno está registrado no grupo 24 do CID-11 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde) como um dos fatores que influenciam a saúde ou o contato com serviços de saúde, entre os problemas relacionados ao emprego e desemprego.

Sua principal característica é o estado de tensão emocional e estresse crônicos provocado por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes. A síndrome se manifesta especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso.

Profissionais das áreas de educação, saúde, assistência social, recursos humanos, agentes penitenciários, bombeiros, policiais e mulheres que enfrentam dupla jornada correm risco maior de desenvolver o transtorno.

O sintoma típico da síndrome de burnout é a sensação de esgotamento físico e emocional que se reflete em atitudes negativas, como:

Ausências no trabalho;
Agressividade;
Isolamento;
Mudanças bruscas de humor;
Irritabilidade;
Dificuldade de concentração;
Lapsos de memória;
Ansiedade;
Depressão;
Pessimismo;
Baixa autoestima.
Dor de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma, distúrbios gastrintestinais são manifestações físicas que podem estar associadas à síndrome.

O diagnóstico é basicamente clínico e leva em conta o levantamento da história do paciente e seu envolvimento e realização pessoal no trabalho. Respostas psicométricas a questionário baseado na Escala Likert também ajudam a estabelecer o diagnóstico.

O tratamento da síndrome de burnout inclui o uso de antidepressivos e psicoterapia. Atividade física regular e exercícios de relaxamento também são altamente recomendados para ajudar a controlar os sintomas.

RECOMENDAÇÕES PARA PACIENTES COM BURNOUT

Não use a falta de tempo como desculpa para não praticar exercícios físicos e não desfrutar momentos de descontração e lazer. Mudanças no estilo de vida podem ser a melhor forma de prevenir ou mesmo tratar a síndrome de burnout;
Conscientize-se de que o consumo de álcool e de outras drogas para afastar as crises de ansiedade e depressão não é um bom remédio para resolver o problema;
Avalie quanto as condições de trabalho estão interferindo em sua qualidade de vida e prejudicando sua saúde física e mental;
Avalie também a possibilidade de propor uma nova dinâmica para as atividades diárias e objetivos profissionais;
Ouça a opinião de seus familiares, amigos e colegas: Quem tem burnout, muitas vezes não percebe;
Não hesite em procurar ajuda profissional. A saúde mental é tão importante quanto a física.

PERGUNTAS FREQUENTES

  • Tenho receio de relatar meu estado ao RH e sofrer alguma punição. O que fazer?

A principal recomendação é procurar primeiramente atendimento médico ou psicoterápico. Ao relatar esse temor, o profissional poderá conduzir o caso de forma que você não seja prejudicado.

  • Portadores de burnout têm direito a licença médica?

Sim. Pela legislação atual, portadores de burnout têm esse direito e, em casos considerados graves, até à aposentadoria por invalidez.

  • Qual profissional devo procurar?

Um psicoterapeuta ou psiquiatra. Ele pode receitar terapia cognitiva comportamental ou outro tipo de atendimento psicológico. Eventualmente, medicamentos entram em cena, com o uso de antidepressivos.

  • Existe tratamento no SUS?

O tratamento para problemas relacionados a transtornos mentais é oferecido de forma integral e gratuita por meio SUS. Basta procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS), responsável pelo primeiro atendimento ao paciente, e o caso será encaminhado aos centros especializados para cada tipo de atendimento.

  • Quando desconfiar que uma pessoa está passando por problemas de esgotamento profissional?

Geralmente conseguimos notar quando uma pessoa está estressada além da conta no trabalho. Repare se há exagero no uso de estimulantes, como café, refrigerante e cigarro para permanecer alerta. O uso de álcool como forma de relaxamento também pode aumentar, e quem convive com o paciente muitas vezes é capaz de perceber a mudança no consumo.

Mulher com roupa social esfregando os olhos demonstrando exaustão (síndrome de burnout).

– O perigo do Slime que contenha bórax

Que é uma febre a brincadeira de Slime (aquela gosma que as crianças gostam de mexer ou fazer em casa), não há dúvida. A dúvida é: realmente o produto é totalmente inofensivo?

Agora, parece já existir uma resposta: se existir uma substância chamada bórax (borato de sódio) na sua composição, vale a pena ter cuidado. Aqui, o primeiro registro de intoxicação em São Paulo (abaixo).

Extraído de: https://noticias.r7.com/saude/medicos-explicam-como-o-slime-pode-causar-intoxicacao-23052019

MÉDICOS EXPLICAM COMO O SLIME PODE CAUSAR INTOXICAÇÃO

Contato com substância chamada bórax, utilizada na elaboração da massa de modelar, pode provocar vômitos e cólicas; alternativa são as massas atóxicas

Na noite desta quarta-feira (22), uma mulher publicou nas redes sociais que sua filha está internada há mais de uma semana devido à intoxicação por bórax, substância presente no slime, espécie de massa de modelar que é uma febre entre as crianças.

A garota, de 12 anos, chegou ao hospital com vômitos e sintomas de uma gastroenterite, mas, segundo o relato da mãe, os exames não apontaram infecção por vírus ou bactéria. A suspeita de intoxicação só foi levantada após os médicos avistarem o slime no quarto do hospital em que menina está internada.

De acordo com o pediatra Werther Carvalho, do Hospital Santa Catarina, em São Paulo, tanto o slime caseiro quanto o que é comprado pronto podem oferecer riscos, porém diminuído no segundo caso.

Carvalho afirma que o borato de sódio, ou bórax, substância química presente no slime e que é manipulada na fabricação do produto, pode causar intoxicação e o potencial de toxicidade do brinquedo pode ser aumentado conforme o uso de outros produtos químicos na mistura, como corantes, amaciantes e cremes de barbear.

“No Brasil, as pessoas não têm orientação de como utilizar o bórax. O produto oferece grande risco e deve ser manipulado com prevenção, como avental e luvas”, afirma Carvalho. “O problema está também porque a criança fica muito tempo exposta àquela substância, quando deveria ficar entre 15 e 20 minutos”.

De acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o bórax tem seu uso regulamentado para fertilizantes e produtos destinados à higienização, sendo utilizado para tais finalidades e nas doses recomendadas. O órgão afirma que a substância não deve ser manipulada por crianças e que não seja utilizada em finalidades não autorizadas.

Segundo a Anvisa, o uso do bórax pode provocar náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarreia com coloração azul ou esverdeada, pele com cor azulada, queda de pressão sanguínea, diminuição de energia e choque.

O pediatra Nelson Ejzenbaum, membro da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), afirma que as misturas químicas do slime, assim como o uso do bórax, por meio do odor forte, pode causar vômitos, náuseas e tontura. Carvalho afirma que a substância, em contato com a pele, pode provocar lesões na pele e conjuntivite.

A ingestão do slime ou do bórax, seja por desatenção ou por resquícios das substâncias nas mãos, pode provocar vômitos, diarreia e náuseas.

“A intoxicação por bórax é diferente de uma virose, pois a criança não apresentará febre ou tosse, que ocorreriam se ela estivesse infectada. A intoxicação provocará irritação nas mucosas e, hoje, com os dados ambientais do uso de slime ser frequente, os pediatras já estão orientados para a associação de intoxicação por bórax”, afirma Carvalho.

Ele explica que o tratamento da infecção é sintomático e que a criança deve se manter bem hidratada e com alimentação leve, evitando comidas ácidas, como abacaxi e limonadas, pois pode piorar a irritação das mucosas. “Acima de tudo, a criança deve ser afastada do bórax e não mexer mais com produtos que contenham a substância”, alerta o pediatra.

Ejzenbaum afirma que o ideal é que, se a criança for produzir o slime em casa ou for brincar, a atividade deve ser supervisionada por um adulto. Para Carvalho, a manipulação do produto deve ser realizada em local aberto ou arejado, usando avental e luvas. Ambos os especialistas concordam que a substituição do slime por outras alternativas, como massinhas atóxicas, são melhores opções de brinquedos para as crianças.

Produção de slime leva bórax, substância química que provoca intoxicação

– A Caneta que ajuda a detectar o câncer!

Já ouviu falar em espectrometria de massas?

Pois saiba: essa técnica está ajudando a desenvolver um equipamento revolucionário para a oncologia!

Conheça, extraído de: https://ciencia.estadao.com.br/noticias/geral,cientista-brasileira-cria-caneta-que-detecta-cancer-durante-cirurgia,70002832324.amp

CIENTISTA BRASILEIRA CRIA ‘CANETA’ QUE DETECTA CÂNCER DURANTE CIRURGIA

Dispositivo em estudo é capaz de extrair moléculas de tecido e apontar, no material analisado, a presença de células com tumores; ele já teve resultados promissores na análise de 800 amostras. Nos EUA, Livia já recebeu ‘bolsa dos gênios’ pelo trabalho

Uma cientista brasileira de 33 anos desenvolveu uma espécie de caneta capaz de detectar células tumorais em poucos segundos. Livia Schiavinato Eberlin é formada em Química pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e, apesar da pouca idade, já é chefe de um laboratório de pesquisa da Universidade do Texas em Austin, nos Estados Unidos.

Foi lá que, há quatro anos, ela iniciou os estudos de um dispositivo capaz de extrair moléculas de tecido humano e apontar, no material analisado, a presença de células cancerosas. A tecnologia está em estudo, mas já teve resultados promissores ao ser usada na análise de 800 amostras de tecido humano.

A pesquisadora, que já mora há dez anos nos EUA, para onde se mudou para fazer doutorado, está no Brasil nesta semana para apresentar os achados de sua pesquisa no congresso Next Frontiers to Cure Cancer, promovido anualmente pelo A.C. Camargo Cancer Center na cidade de São Paulo.

Nos Estados Unidos, Livia ganhou destaque na comunidade científica ao ser uma das personalidades selecionadas em 2018 para receber a renomada bolsa da Fundação MacArthur, conhecida como “bolsa dos gênios” e destinada a profissionais com atuação destacada e criativa em sua área. O prêmio, no valor de U$ 625 mil (cerca de R$ 2,5 milhões), é de uso livre pelo bolsista.

Em entrevista exclusiva ao Estado, a pesquisadora explicou que a caneta, batizada de MacSpec Pen, tem como principal objetivo certificar, durante uma cirurgia oncológica, que todo o tecido tumoral foi removido do corpo do paciente. Isso porque nem sempre é possível visualizar a olho nu o limite entre a lesão cancerosa e o tecido saudável. “Muitas vezes o tecido é retirado e analisado por um patologista ainda durante a cirurgia para confirmar se todo o tumor está sendo retirado, mas esse processo leva de 30 a 40 minutos e, enquanto isso, o paciente fica lá, exposto à anestesia e a outros riscos cirúrgicos”, explica Livia.

A caneta desenvolvida por ela e sua equipe de pesquisadores usa uma técnica de análise química para dar essa mesma resposta que um patologista daria. “A caneta tem um reservatório preenchido com água. Quando a ponta dela toca o tecido, capta moléculas que se dissolvem em água e são transportadas para um espectrômetro de massa, equipamento que caracteriza a amostra como cancerosa ou não”, explica a cientista.

Essa caracterização da amostra em maligna ou não pode ser feita porque a tecnologia usa, além dos equipamentos de análise química, técnicas de inteligência artificial para que a máquina “responda” se as células são tumorais.

Para isso, foram usadas, na criação do modelo, centenas de amostras de tecidos cancerosos que, por meio de suas características, “ensinam” a máquina a identificar tecido tumoral.

“Na primeira fase da pesquisa analisamos mais de 200 amostras de tecido humano e verificamos uma precisão de identificação do câncer de 97%”, conta Livia.

PRÓXIMOS PASSOS

O resultado dessa etapa do estudo foi publicado na prestigiosa revista científica Science Translational Medicine em 2017. Depois, o grupo de pesquisa da brasileira nos EUA ampliou a investigação para 800 amostras de tecido e, mais recentemente, obteve autorização de comitês de ética de instituições americanas para testar a técnica em humanos, durante cirurgias reais.

“Apesar dos bons resultados em amostras de tecido, o modelo ainda precisa ser validado em testes clínicos. Se os resultados forem confirmados, ainda deve demorar de dois a três anos para a caneta ser lançada como produto”, opina Livia. O dispositivo já foi testado para câncer de cérebro, ovário, tireoide, mama e pulmão, e está começando a ser usado também nas pesquisas de tumor de pele.

Caso a técnica se mostre eficaz também para esse tipo de câncer, ela poderia ser usada para identificar se pintas ou outras lesões de pele são malignas sem a necessidade de remoção de uma parte do tecido, o que pode trazer danos estéticos.

Para Fabiana Baroni Makdissi, cirurgiã oncológica e diretora do Centro de Referência da Mama do A. C. Camargo Cancer Center, caso confirmada a eficácia do método em todas as fases da pesquisa, ele trará ganhos nos tratamentos contra o câncer por permitir maior precisão na retirada dos tumores. “Uma das coisas mais importantes quando a gente fala de tratamento cirúrgico é que o cirurgião consiga retirar completamente o tumor. As taxas de cura vão estar relacionadas a isso, mas temos limitações em garantir que toda a circunferência do tecido retirado esteja livre de células tumorais. Então, uma tecnologia como essa, se validada, tem muito a agregar.”

Ela explica que a técnica seria importante porque nem todos os hospitais contam com um patologista na equipe cirúrgica para analisar o tecido removido ainda durante a operação. “Nesses casos em que não há essa análise das margens durante a cirurgia, a taxa de reoperação é maior”, diz.

Fabiana destaca ainda que a rapidez do novo método pode ter outras vantagens para o paciente. “A redução do tempo cirúrgico seria um benefício agregado da técnica, principalmente em pacientes mais idosos, com doenças crônicas, que têm maiores riscos durante um procedimento cirúrgico”, diz a especialista.

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– Adriano, no futuro, virará “um Empacotador de Bolachas” de Oto Glória?

Nesta semana, apareceu outro vídeo do Imperador Adriano, novamente em estado lamentável de bebedeira e pagando mico (não publicarei o link pois entendo que alcoolismo é doença e penso que o relato já é suficiente para a discussão).

Já faz um bom tempo que ele, ex-jogador do Flamengo e Internazionale de Milão, encerrou sua vida profissional “não formalmente”. Alegando que não estava de bem com a vida, mergulhado em Depressão e, segundo alguns, vitimado por Alcoolismo, o atleta resolveu, digamos, “dar um tempo” na prática esportiva (que já está em anos de pausa).

O problema é a base social em que ele foi criado. Adriano não nega ser amigo de diversos traficantes do Morro do Cruzeiro, onde cresceu. Muito embora não exista histórico que o envolva com drogas ilícitas, tais amizades não são louváveis para ninguém.

Frequentemente o atleta se envolvia em confusões, normalmente regadas a belas mulheres e muitas bebidas. Consta que antes da sua última apresentação para a ida à Granja Comary, visando os treinos da Seleção Brasileira, promoveu uma festa digna dos mais requintados bordéis em sua nova casa. Profissionalismo passou longe do atleta.

Depressão e alcoolismo são doenças. Sem apoio e tratamento (e olha que o empresário dele era o Gilmar Rinaldi, exemplo de atleta quando jogava no São Paulo), fica difícil a recuperação.

Para sair da Itália, abriu mão, na época, de um contrato de 5 milhões de euros! Dinheiro não devia ser problema, ou a cabeça não devia estar boa mesmo…

É que hoje os jogadores de elite ganham muito. Mas, será que um dia essa “bufunfa” não acabará? Ou já está acabando?

Fora do futebol, o que Adriano poderá fazer?

Lembro de uma frase marcante do ex-treinador da Seleção Portuguesa e Benfica, o brasileiro Oto Glória. Disse ele:

“Para alguns jogadores, o emprego de empacotador de bolachas é uma ótima opção”.

Detalhe: os fabricantes de bolacha já automatizaram a produção há algum tempo

Repito: como jogador, Adriano foi um cara muito acima da média, indiscutivelmente. Uma pena tal talento ser desperdiçado. Talvez estaria ainda na Seleção Brasileira sendo convocado, se tivesse o mesmo cuidado com o corpo como Zé Roberto, Mauro Galvão, ou qualquer outro longevo atleta.

– Há 2 anos, momento de felicidade ímpar!

Exatamente em 14 de maio de 2017, celebrava-se o dia das mães. E celebrávamos também a saída da nossa caçulinha Maria Estela Porcari da UTI do Hospital Santa Elisa, indo para o quarto (como um verdadeiro presente da data comemorada para a mamãe Andréia).

Lembramos a publicação dessa maravilhosa notícia emhttps://professorrafaelporcari.com/2017/05/14/nosso-presente-do-dia-das-maes-foi-a-saida-da-uti-de-nossa-filhinha/

Vejam só como estava tão pequenina na época:

Agora, dois anos depois, tão gordinha! Abaixo:

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A minha foto preferida:

Graças a Deus!

– Por quê voltar atrás na questão do amianto?

Quem conhece a história do cimento amianto, sabe o quão ele é nocivo e como foi polemizado no Brasil.

As famosas “telhas e caixas d’água de amianto“, conhecidas da população pelo preço mais baixo, têm em seus fabricantes um lobby muito grande para a liberação, juntamente com as mineradoras do produto.

Sabidamente, o amianto é um cancerígeno que já foi proibido quase no mundo inteiro. Tempos atrás, já houve tentativa para que se liberasse a exploração dele em nosso país, alegando que tínhamos um “produto diferente” do resto do planeta. Lêdo engano…

Pergunte para o familiar que perdeu seu parente motivado pelo câncer (esse ainda incurável) adquirido do manuseio de amianto, o que ele acha da proposta de alguns políticos para voltar à permissão da sua comercialização. São milhares de pessoas segundo os órgãos de saúde brasileiros.

Algo que não deveria se dar atenção, infelizmente, volta à baila.

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– A covardia em realizar golpes em doentes

Toda vez que eu ouço notícias sobre golpes na área da saúde, me entristeço profundamente. A pessoas está doente, é sacaneada e ainda nutre a esperança de recuperação.

Viram a prisão de médicos no DF da “máfia das próteses”? E além dos já detidos, existiu busca e apreensão em Jundiaí, nos consultórios / escritórios de pessoas não reveladas.

Quem seriam esses criminosos?

O modo como operavam é maldoso demais. Abaixo:

Extraído de: https://www.metropoles.com/distrito-federal/mafia-das-proteses-pcdf-cumpre-seis-mandados-de-prisao

A MÁFIA DAS PRÓTESES

A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou, nas primeiras horas desta sexta-feira (03/05/2019), a quinta fase da Operação Mr. Hyde. A investigação apura a ação de uma organização criminosa acusada de fraudar planos de saúde e mutilar pacientes submetidos a cirurgias desnecessárias com materiais de baixa qualidade.

Seis mandados de prisão e 15 de busca e apreensão são cumpridos por policiais da Coordenação Especial de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado, aos Crimes Contra a Administração Pública e aos Crimes Contra a Ordem Tributária (Cecor), no DF e em São Paulo [Jundiaí]. Entre os detidos, estão médicos e testas de ferro do esquema.

Um veículo da marca Porsche, modelo Cayenne, está entre os bens apreendidos. O carro avaliado em R$ 130 mil está em nome da empresa A&C Clínica Médica Ltda., localizada em Sobradinho. 

De acordo com os investigadores, a máfia faturava com o fornecimento de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPMEs) ao grupo. Quanto mais equipamentos caros eram usados em cirurgias para colocação desses materiais, maior era a propina recebida por médicos envolvidos no esquema. Eles chegavam a faturar 30% extras sobre o valor pago pelos planos de saúde pela intervenção nos pacientes.

Desde que o caso veio à tona com a deflagração da primeira fase, em 1º de setembro de 2016, centenas de vítimas do esquema procuraram a polícia para prestar depoimento. Os relatos incluem mutilações e tentativa de homicídio, segundo consta no inquérito. Naquela data, 13 pessoas foram presas, incluindo médicosacusados de participar do esquema.

O esquema
Uma das empresas acusadas de lesar os pacientes com material de baixa qualidade é a TM Medical, de propriedade de Johnny Wesley Gonçalves. Ele é apontado pelas autoridades como líder da organização. O grupo criminoso teria movimentado milhões de reais em cirurgias, equipamentos e propinas.

Há casos de pacientes que foram submetidos a procedimentos desnecessários, como sucessivas cirurgias. Dessa forma, os suspeitos tinham mais lucro. Em outras situações, conforme revelado pelas investigações, eram utilizados produtos vencidos e feita a troca de próteses mais caras por outras, baratas.

Novas fases
Em outubro de 2016, o alvo da segunda fase da Mr. Hyde foi o Hospital Daher. Segundo as investigações, o dono da unidade de saúde, José Carlos Daher, teria participação ativa no esquema. O MPDFT chegou a pedir a prisão temporária dele por suspeita de destruição de provas, mas a solicitação foi negada pela Justiça. No entanto, o empresário, de 71 anos, chegou a ser detido por posse ilegal de uma pistola de uso restrito do Exército e das polícias Federal e Militar.

Na terceira fase da Mr. Hyde, a polícia prendeu o médico Fabiano Duarte Dutra por suspeita de atear fogo em documentos que poderiam servir como provas. Após a prisão, ele foi exonerado do cargo de Coordenador de Ortopedia da Secretaria de Saúde do DF. Na época, a pasta informou não haver indícios de que as práticas ilegais também ocorressem na rede pública.

Em novembro de 2016, foi deflagrada a quarta fase. A operação foi acompanhada pela Corregedoria da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Os investigadores cumpriram dois mandados de busca e apreensão e dois mandados de condução coercitiva em cumprimento à decisão da 2ª Vara Criminal de Brasília.

Eles apuraram a atuação dos médicos Marcelo Gonzaga Peres e Marco Antônio Alencar de Almeida, integrantes do plano de saúde da PMDF. Os envolvidos tinham participação direta na concessão de autorizações para cirurgias pelo plano de saúde.

Hugo Barreto/Metrópoles

– A Mutação Genética TP53 e a Síndrome de Li-Fraumeni

Um dos ramos de pesquisa médica que mais evoluiu nos últimos anos é a oncogenética. E há algum tempo conseguiu-se provar a existência de alguns tipos de tumores hereditários (coisa que se desconfiava, mas não se provava).

Abaixo, uma interessante matéria da BBC sobre um dos causadores de câncer dessa característica: o TP53, uma mutação genética rara, que, se descoberta, permite a prevenção de diversos males. O texto ainda fala sobre conviver com a chance real de ter câncer, o desafio dos pais em ter filhos (já que podem ou não passar a mutação às crianças) e o transtorno / desconforto de muitas vezes, a cada médico que se passa em consulta, explicar que é portador do TP53, já que nem todos conhecem detalhes da mutação.

Extraído de: https://www.bbc.com/portuguese/amp/brasil-43791027

COMO UM TROPEIRO DO SÉCULO 18 ESPALHOU MUTAÇÃO GENÉTICA RARA QUE CAUSA CÂNCER NO BRASIL

Maria Isabel Achatz ainda estava na faculdade de Medicina, em São Paulo, no final dos anos 1990, quando encontrou a paciente que mudaria sua carreira e sua vida para sempre. Era uma mulher que havia tido câncer seis vezes – em todas elas, tumores primários, ou seja, independentes um do outro.

Naquela época ainda não podíamos consultar a internet, então fui na biblioteca da universidade, comprei um artigo científico e tive que esperar um mês para que ele chegasse“, relembra.

Falei com meus orientadores que achava que era um caso de Síndrome de Li-Fraumeni, e eles me disseram: ‘Isabel, só tem 200 casos dessa doença no mundo. Você acha realmente que viu um deles aqui?‘. E eu respondi: ‘Acho, sim’.”

O mistério da paciente não foi resolvido, porque a estudante deixou de atendê-la. Mas, por causa da suspeita, ela descobriu, anos depois, uma mutação genética que tornou a doença, considerada rara, mais comum no Sul e no Sudeste do Brasil do que em qualquer lugar do mundo.

No meu primeiro ano trabalhando do A.C. Camargo Cancer Center (Hospital do Câncer em São Paulo) eu vi 35 pacientes que diagnostiquei com a síndrome. As pessoas diziam que eu estava louca, mas percebi que havia algo de diferente ali.

A descoberta também uniu famílias de diversas cidades em torno de um surpreendente ancestral comum: um tropeiro do século 18.

Guardião do genoma

A Síndrome de Li-Fraumeni é uma série de tipos de câncer causados pela mutação no TP53, considerado um “guardião do genoma”.

Quando as células se dividem e ocorre um erro, o organismo tem que corrigir esse erro para que a célula não fique alterada ou provocar a morte desta célula. O câncer ocorre quando o organismo não consegue fazer nenhuma das duas coisas, e as células danificadas se proliferam desordenadamente“, explica a oncogeneticista Maria Nirvana Formiga, atual líder do departamento de oncogenética do A.C. Camargo.

O TP53 executa várias funções no ciclo celular e tenta impedir justamente que as células que têm erros se proliferem, dando origem a tumores. Uma mutação nele compromete essa característica. E basta que um dos pais tenha a mudança para que ela seja passada adiante.

Uma pessoa com Li-Fraumeni basicamente tem uma chance bem superior de desenvolver câncer em determinadas partes do corpo, mais do que a população em geral“, diz Formiga.

Um portador ou portadora da mutação genética pode ter somente um tumor, diversos tumores independentes, como a primeira paciente de Maria Isabel Achatz, ou mesmo nunca desenvolver a doença. Mas, em geral, é comum que tenham um histórico de diversos familiares que morreram de câncer.

Os tipos de câncer mais característicos da síndrome são o câncer de mama antes dos 35 anos, os chamados sarcomas ósseos ou de partes moles (que podem aparecer em diversos tecidos do corpo, como os músculos) antes dos 45 anos, leucemias, tumores nas glândulas adrenais (que ficam acima dos rins) e no sistema nervoso central.

Quando há um familiar com um desses tumores e outro familiar com outro, já consideramos que pode haver Li-Fraumeni naquela família“, explica a oncogeneticista.

Ancestral tropeiro

No início dos anos 2000, a pesquisa de Maria Isabel Achatz chamou a atenção de um pesquisador francês, que a encorajou a descobrir o porquê da “situação única” que ela havia observado em seus pacientes no Brasil. Além de sua pesquisa em São Paulo, cientistas no Paraná e no Rio Grande do Sul já faziam questionamentos semelhantes sobre a frequência com que se deparavam com a síndrome.

Ela começou pela análise do gene TP53 nas pessoas que suspeitava que sofressem de Li-Fraumeni, para encontrar a mutação que causava a doença – mutações diferentes no mesmo gene podem levar à síndrome.

Um gene é composto de cinco partes e, na época, a maioria das pessoas analisava apenas a parte central, que faz a ligação com o DNA. Mas nos meus pacientes eu não encontrava nada. Fiquei arrasada, achei que estava diagnosticando errado“, relembra.

Mas a geneticista descobriu que a mutação de seus pacientes estava em outra parte do gene TP53, o que tornava o Li-Fraumeni brasileiro único no mundo.

Com a descoberta, ela voltou ao país e começou a pedir que alguns de seus pacientes perguntassem aos familiares se eles também não teriam interesse em saber se, por acaso, teriam a doença.

Foi assim que a família da nutricionista Regina Romano, de 33 anos, descobriu por que perdia tantos membros para o câncer.

Uma sobrinha da minha avó se tratava com a doutora Maria Isabel Achatz. E aí ela começou a pesquisa e veio atrás da família no interior de São Paulo“, disse à BBC Brasil.

Na primeira reunião com a família, a médica se viu, pela primeira vez, explicando simultaneamente a quase 30 pessoas, na cozinha da matriarca, do que se tratava a síndrome e por que ela precisaria coletar o sangue de todos eles – ou, pelo menos, de todos os que quisessem se submeter a um teste genético.

Quando voltei para São Paulo eles me ligaram de novo e disseram que toda a família decidiu testar. Mas eu não sabia que viriam dois ônibus de turismo, porque um deles era prefeito da cidade vizinha e organizou a viagem“, conta.

A matriarca da família, segundo os resultados, tinha o gene defeituoso, apesar de nunca ter desenvolvido a doença. Pelo menos três de seus quatro filhos também tinham, e passaram a alguns de seus netos.

Ela disse para mim: ‘Isso é coisa do meu avô tropeiro. Ele sumia uns seis meses e voltava. Acho que deixava umas famílias aí pelo caminho’. E aquilo me chamou a atenção”, relembra a médica.

Durante o século 18, os tropeiros eram homens que conduziam tropas de cavalos por estradas regiões Sudeste e Sul do Brasil fazendo o comércio de mercadorias.

Na época, eu comprei um livro sobre os tropeiros onde estava um mapa da rota mais comum que eles seguiam. Em seguida, marquei em outro mapa as cidades de onde vieram os pacientes que eu tinha diagnosticado. Sobrepus os dois mapas e eram idênticos.

Mas se diversos tropeiros faziam a mesma rota, como saber se apenas um foi o responsável pela transmissão da síndrome de Li-Fraumeni para diversas famílias?

Com o material genético dos pacientes, os pesquisadores fizeram também uma comparação de polimorfismos intragênicos – marcas específicas nos genes que só pessoas da mesma família apresentam e que funciona como uma espécie de teste de paternidade.

Encontramos em todas as nove famílias grandes que testamos o mesmo painel, e a probabilidade de encontrar isso na população é quase impossível. Ficou claro que eles têm uma origem comum. Aí fizemos uma hipótese histórica“, afirma Achatz.

O dilema de ‘passar o gene adiante’

A própria Regina Romano demorou cerca de três anos para descobrir que também carregava o “gene tropeiro” da família. Ela não estava na cozinha da avó no dia em que Maria Isabel Achatz, acompanhada de seu orientador francês, esteve lá.

Meu pai fez o teste genético, o irmão dele e mais alguns primos, mas ele não contou para mim. Só fiquei sabendo quando a médica pediu que eles refizessem o exame, porque alguns resultados se perderam“, diz.

Em 2014, já com o diagnóstico da síndrome, Regina descobriu um câncer de mama. “Eu já fazia acompanhamento, mas a gente nunca acha que vai ter. Então foi difícil. Eu ia casar dali a um ano, queria engravidar e dar de mamar“, relembra, emocionada.

A Síndrome de Li-Fraumeni não pula gerações. Isso quer dizer que a probabilidade de filhos herdarem a mutação genética dos pais é alta, mesmo que eles nunca tenham tido um câncer.

Ao pensar em engravidar, Regina foi confrontada pela primeira vez com a possibilidade de que sua filha também tivesse a condição. Crianças precisam ser acompanhadas com frequência – devem fazer exames a cada quatro meses pelo menos até os cinco anos de idade – por causa do alto risco de tumores nas glândulas adrenais nesse período.

Alguns pacientes, segundo médicos e psicólogos do hospital A.C. Camargo, optam por procedimentos como vasectomia e histerectomia, para evitar passar a síndrome adiante.

Os especialistas também aconselham os casais sobre a possibilidade de fazer a fertilização in vitro e pré-selecionar embriões que não tenham a mutação. Regina, no entanto, decidiu enfrentar a loteria da genética.

Pra mim não fazia sentido fazer essa pré-seleção porque seria como se minha mãe tivesse dito: ‘Não quero você aqui, Regina’. Meu marido e eu combinamos que aceitaríamos o que viesse, fosse com síndrome ou sem síndrome”, afirma.

“Mas quando eu engravidei é que veio toda a preocupação. Com um mês e meio fui tirar o sangue dela para o teste genético e acho que nunca chorei tanto.”

A filha de Regina não herdou a mutação da família. Mas uma sobrinha, sim. “Penso em ter outro bebê, mas é muito difícil considerar isso agora.”

Diferenças brasileiras

Por ser em um local diferente do gene TP53, a mutação brasileira faz com que a síndrome de Li-Fraumeni tenha características distintas aqui quando comparada com outros lugares do mundo.

Uma delas é a probabilidade de desenvolver tumores. Em geral, portadores da síndrome, homens e mulheres, têm cerca de 90% a 100% mais chances de terem câncer do que a população em geral. No Brasil, mulheres têm cerca de 78% de probabilidade e, em homens, ela é menor do que 50%.

No resto do mundo, mutações genéticas no TP53 também costumam causar câncer mais cedo – em 50% dos casos, antes dos 30 anos. No caso brasileiro, esse índice é de 30%.

“Por isso, os brasileiros com a síndrome vivem mais tempo sem tumores e, por isso, têm mais probabilidade de ter filhos e de passar o gene adiante”, diz a geneticista Maria Isabel Achatz.

Isso pode ajudar a explicar, diz ela, por que a prevalência da doença do Sul e no Sudeste do Brasil é tão maior do que no resto do mundo. Estudos nas populações de Porto Alegre (RS) e de Curitiba (PR) demonstraram que uma em cada 300 pessoas tem a síndrome – estima-se que, atualmente cerca de 300 mil indivíduos sejam afetados no Brasil.

Em outros lugares, há dados diferentes sobre prevalência da mutação, que vão de uma a cada 5 mil pessoas até uma a cada 20 mil, o que faz com que a síndrome seja considerada rara.

Maria Isabel Achatz, hoje no Hospital Sírio-Libanês, ainda pesquisa a hipótese de que os portadores Li-Fraumeni no Brasil vivam mais.

“Conversando com os pacientes, percebi que alguns deles tinham mais de 70 anos e eram extremamente ativos, praticavam esportes, andavam de bicicleta. Eu não encontrava casos de Mal de Alzheimer, Mal de Parkinson, nem sinais de envelhecimento precoce, pelo contrário“, relata.

Se comprovada, a longevidade destes brasileiros também pode ajudar a explicar por que aqui a mutação genética se multiplicou mais rapidamente.

Outro estudo em desenvolvimento, segundo a geneticista, mostra que a amamentação durante pelo menos sete meses protege mulheres com Li-Fraumeni do câncer de mama.

Grande família

A necessidade de acompanhamento constante pelos médicos e a origem comum da doença fez com que pacientes e especialistas decidissem organizar encontros com as famílias brasileiras com Li-Fraumeni.

Em geral, eles ocorrem em hospitais, mas também podem ser eventos lúdicos, como caminhadas. E já há pelo menos um grupo de Facebook para trocar informações e marcar encontros entre familiares distantes ou entre primos que sequer se conheciam.

“O hospital em São Paulo é minha segunda casa. Encontro minha família de Minas lá. Tentamos marcar os exames na mesma data para nos encontrarmos”, diz a bancária Vânia Nascimento, de 41 anos, que tem Li-Fraumeni.

Seu avô teve dez filhos, dos quais oito morreram de câncer. Em toda a família, de mais de 50 pessoas, pelo menos 20 manifestaram a doença. Ela foi a primeira da família que conseguiu sobreviver a um tumor.

“Cada vez que alguém morria, nos perguntávamos quem seria o próximo. Não entendíamos o porquê de tantos casos. E até hoje, em alguns lugares, vou fazer exames e tenho que explicar aos médicos o que é a síndrome. Muitos não conhecem.”

O encontro com outros pacientes, segundo ela, é também uma maneira de entender o que o avanço das pesquisas sobre o tema e, principalmente de esclarecer as dúvidas dos novos membros da família que descobrem a herança genética.

“O pessoal mais jovem quer saber com o que está lidando e encara numa boa, mas dos mais velhos, muitos não fazem os testes. Alguns não querem nem falar a respeito”, conta.

Para Regina Romano, conhecer a “família estendida” da síndrome ajudou a fortalecer sua disposição de encarar a doença com otimismo.

“A gente vê algumas pessoas que, com qualquer coisa, já pensam: ‘Eu vou morrer’. E surtam mesmo. Mas conversamos muito, e os médicos nos explicam que a cura não existe, mas as nossas chances são muito maiores se encontrarmos o tumor no comecinho.”

“Também conheci alguns primos de outra cidade nessas reuniões, parentes do meu pai. Nós brincamos dizendo: ‘Esse maldito tropeiro saiu por aí fazendo filhos e agora estamos aqui”, ri.

Família de Vânia Nascimento

 

Avós de Vânia Nascimento (centro da foto) tiveram dez filhos, mas perderam oito para o câncer

– Os Polvinhos de Crochê que auxiliam os papais e as mamães!

Uma novidade simples, barata e que tem ajudado os bebezinhos prematuros nas incubadoras: polvos feitos de tecido especial, esterilizados, cujos tentáculos simulam abraços, cordão umbilical e acalmam as crianças.

Assista que bacana: https://www.youtube.com/watch?v=vvamHYtMup4

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– A cada cinco chamadas ao SAMU, uma é trote!

Número impressionante: mais de 20% dos chamados ao SAMU são trotes (média do Brasil)!

Já imaginou tal número? O que faz um sujeito incomodar socorristas médicos e enfermeiros, a troco de nada? Pensem o que isso atrapalha a sociedade e como retarda o socorro aos doentes.

Fico refletindo: o cara não tem sensibilidade?

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– Os Recursos da Indústria do cigarro para a saúde

Hoje ouvi uma óbvia declaração de um ilustre deputado, proferida em 2007 (cujo nome NÃO FOI IDENTIFICADO, UMA PENA), que assusta por tamanho cinismo. Ele declarou que o cigarro, apesar dos malefícios à saúde, é uma importante e INDISPENSÁVEL receita de impostos.

Cadê a novidade?

Nobre deputado, todos nós sabemos que a receita dos impostos do cigarro equivalerão a recursos insuficientes ao Ministério da Saúde, que os destinará a PARTE dos pacientes afetados por câncer de pulmão, causados, obviamente, pelo cigarro.

Portanto, excelentíssimo, essa fonte de recursos é dispensável, pois esse círculo vicioso , se formos rigorosos na apuração fiscal, não trará sobras ou perdas significativas financeiras. Porém, certamente, haverá perdas humanas; estas, incalculáveis.

A propósito, àqueles que alegam que a indústria do fumo gera cerca de 300 mil empregos diretos nos estados do Sul, que tal se aliar a novos discursos antitabagistas e procurar outras formas de pensar em novas lavoura e receitas sustentáveis?

 

– Programa “Acolha um Quarto, Conforte Vidas” é uma esperança para o Hospital São Vicente!

Quando a iniciativa é boa, deve ser elogiada e servir de modelo. Todos sabem por exemplo, das dificuldades de manutenção do Hospital de Caridade São Vicente, em Jundiaí. Se é difícil manter um bom atendimento, quiçá ter dinheiro para as reformas estruturais.

O fato é que empresas estabelecidas na cidade reformarão leitos do hospital. O “pool” de organizações se dividirá em ajudar parte-a-parte na melhora da instituição de saúde. Elas devem ser louvadas por tal ação de responsabilidade social!

Ufa, enfim uma boa notícia para o jundiaiense.

Extraído de: https://jundiai.sp.gov.br/noticias/2019/03/29/acolha-um-quarto-conforte-vidas-vai-revitalizar-72-quartos-do-sao-vicente/

“ACOLHA UM QUARTO, CONFORTE VIDAS” REVITALIZARÁ 72 LEITOS DO SÃO VICENTE 

Lançado nesta sexta-feira (29), no Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), o projeto “Acolha um Quarto, Conforte Vidas” tem a proposta de transformar 72 quartos do Hospital São Vicente (HSV) em espaços mais acolhedores, modernos e humanizados para os pacientes. A iniciativa foi apresentada pelo prefeito Luiz Fernando Machado e pelo superintendente do HSV, Matheus Gomes, juntamente com o bispo diocesano da Diocese de Jundiaí, Dom Vicente Costa e Sociedade de São Vicente de Paulo, para uma plateia de empresários interessados em colaborar com a revitalização do único equipamento hospitalar de alta complexidade e referência em cardiologia, neurologia, ortopedia e oncologia da região de Jundiaí.

“Temos um hospital que conta com a melhor equipe técnica disponível. Quem atende aqui, atende nos hospitais particulares de São Paulo, como Sírio Libanês e Albert Einstein. É papel da prefeitura mobilizar a sociedade para uma parceria direcionada à melhoria do equipamento, que é centenário e referência para toda uma região em alta complexidade. É com grande satisfação que percebemos a mobilização da iniciativa privada interessada em contribuir para a construção de espaços mais acolhedores para quem precisa do hospital”, ressaltou o prefeito.

A intenção do projeto, articulado pelo HSV e Rede Jundiaí de Cooperação, em parceria com segmentos da sociedade, é modernizar os quartos e respectivos banheiros do HSV, estabelecendo uma padronização por meio da troca de portas, pisos, azulejos, revestimentos, pintura, cortinas, itens para banheiro, iluminação, mobiliário, ar-condicionado e kit leito (cama elétrica, régua multifuncional, poltrona de acompanhante, divisória e bandeja de refeição), além de pequenas intervenções. Os projetos arquitetônicos foram as primeiras doações recebidas pela iniciativa e elaborados por 10 arquitetas de Jundiaí do grupo ‘Um Tijolo por Dia’, que acompanhará os trabalhos. Paula Cereser, uma das arquitetas envolvidas, afirma que o trabalho é detalhado. “O hospital tem muitos modelos de quartos diferentes. Conseguimos adequar um projeto bonito, com custo acessível e digno para o atendimento de excelência”, argumentou.

A revitalização dos ambientes será colocada em prática a partir da adoção de quartos ou compra de cotas por pessoas físicas, grupos e empresas. As doações serão feitas diretamente numa conta do HSV vinculada ao projeto e haverá prestação de contas das mesmas. Todas as informações podem ser consultadas no Regulamento no site: http://www.hsvicente.org.br. A revitalização se dará de maneira gradual, respeitando as Normas Regulamentadoras do Ministério da Saúde. As entregas ocorrerão conforme o término das obras, com duração de 12 meses.

Diferentes setores do hospital receberão as intervenções. Serão eles: Clínica Feminina (13 quartos), Clínica Masculina (14 quartos), Clínica Cirúrgica 1 (15 quartos), Clínica Cirúrgica 2 (5 quartos), Clínica Ortopedia (9 quartos), Clínica Mista (9 quartos) e Pronto-Socorro Adulto (7 quartos). Cada modelo de quarto tem um custo estipulado para a reforma, variando de R$ 36,5 mil até R$ 409,5 mil, conforme a quantidade de leitos existentes em cada. Além da adoção dos quartos completos, é possível doar por meio de cotas de R$ 25 mil (cota Pulmão) e R$ 50 (cota Coração) para pessoas jurídicas e R$ 3 mil para pessoas físicas (cota Anjo)

Parceiros
O caráter social do projeto já tem a adesão de parceiros doadores, como a Roca Metais e Louças, representada por Maria Lúcia Besson, que doou todos os pisos e revestimentos para os 72 banheiros além dos metais e louças para 36 banheiros. “É um projeto para o bem de toda a população. Nesta hora não existe concorrência no mercado. Por isso, conversamos com a Deca e eles também doarão outros 36 banheiros (metais e louças)”, comentou. Além desta empresa, a Duratex também se comprometeu em doar painéis em MDF e a Astra doará acessórios para 72 banheiros

Logo após a apresentação ao empresariado, Guilherme Rodrigues da Cunha, diretor de Ação Social do Tauste Supermercados, anunciou a doação do custo para a reforma de três quartos completos. Ainda não instalada na cidade, mas com terreno adquirido e interesse na localização, a empresa Evasola também se comprometeu a doar o valor referente à reforma e adequação de um quarto.

Dados
No ano passado, a Prefeitura de Jundiaí aportou R$ 160 milhões ao HSV a partir dos convênios firmados. O custo total do complexo foi de R$ 200 milhões para o atendimento de 23 mil pessoas por mês, realização de 7 mil cirurgias/ano e manutenção do corpo técnico formado por 246 médicos e 1,7 mil funcionários. “O São Vicente é mais que o hospital de referência para atendimento em alta complexidade para toda a região de Saúde de Jundiaí. Guarda a história centenária de uma população sem deixar de lado a inovação, com índices cada vez mais expressivos na qualidade no atendimento – 85% de satisfação entre os usuários – e resolutividade – mais resolutivo de todo o Estado (95%). A melhoria na estrutura garantirá maior conforto para os atendidos”, comentou Matheus Gomes.

Assessoria de Imprensa
Fotos: Fotógrafos PMJ

– Aquilo que alguns estudantes gostariam de ouvir sobre bebidas. Sabe o quê é?

As desculpas podem deixar de ter sentido por parte dos beberrões. É que nos EUA uma universidade realizou uma pesquisa cujo resultado diz: Estudante que bebe é mais feliz!

E aí? Ficou feliz?

Extraído de: http://t.co/ZTSbZr1ToQ

ESTUDANTES QUE BEBEM SÃO MAIS FELIZES

Reclame, proteste, chore ou comemore, mas assuma: dentro da nossa vida social as bebidas alcoólicas quase sempre são convidadas de honra. E é durante a faculdade, quando a maioria já passou dos 18 anos, que acontecem as maiores extravagâncias – afinal, ter um porre e ir pra aula de ressaca é bem diferente de encarar uma reunião ‘séria’ com a cabeça latejando e o estômago girando que nem liquidificador. Mas, claro, sempre existem as exceções, aquele pessoal que quase nunca tem histórias pra contar bebe. Só que eles se sentem menos felizes do que os beberrões. Quem diz é a ciência.

Lá pelos Estados Unidos, pesquisadores de sociologia da Universidade Colgate entrevistaram 925 jovens universitários, para saber sobre os hábitos etílicos deles. E, entre os participantes, quem bebia bastante (mais de 4 drinks por festa para as mulheres, ou mais de 5 drinks para os homens) se sentia mais feliz que os abstêmios, principalmente com a vida social.

Dá para adivinhar fácil o motivo, né? Segundo a pesquisa, a bebedeira está associada a status. Quem não bebe é careta, chato; beber é cool. Aí quem participa das festas regadas à cerveja barata e vodka de garrafa plástica (ui..) paga de bacana entre a galera. É o que diz a pesquisa. (Tá, mas o álcool também deixa qualquer um mais sociável, aí fica bem fácil fazer amigos – mas é só passar um pouquinho do limite para você ficar marrento e insuportável)

E você, o que acha: quem bebe é realmente mais feliz?

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– Abacaxi Vermelho? É coisa boa e de brasileiro!

Não é fruto de experiências transgênicas, mas da inteligência da ciência usada na natureza: vem aí o abacaxi vermelho, com sabor de tutti-frutti e casca comestível!

Extraído de: http://saude.abril.com.br/alimentacao/vem-ai-o-abacaxi-vermelho/

VEM AÍ O ABACAXI VERMELHO

Essa fruta, carregada de substâncias benéficas, é resultado de muitos anos de trabalho com melhoramento genético – mas não é transgênica. Confira:

Por Thaís Manarini

Não, a fruta não é transgênica – longe disso. Para chegar a essa cor, o biólogo Pedro Nahoum, da Botânica Pop, no Rio de Janeiro, cruzou várias espécies de abacaxi por duas décadas. Foi daí que surgiram Cesar e David, as variedades vermelhas.

“O tom vem da presença de antocianina, a mesma substância que está na uva”, explica. Ela tem uma baita ação antioxidante. Mas de que adianta ofertar antocianina nessa parte se as pessoas costumam descartá-la? Bom, escuta essa: “Mais lisa e macia, a casca desses abacaxis pode ser consumida”, conta Nahoum. Isso também permite o aproveitamento da bromelina, enzima que facilita a digestão e é detectada sobretudo na camada externa do alimento. E não é que assim dá pra comer o fruto em gomos?

CARACTERÍSTICAS DO ABACAXI VERMELHO

O abacaxi vermelho deve chegar ao mercado no final de 2017. Veja suas características:

  • Possui antocianina
  • Tem aroma de tutti-frutti
  • Pode ser cultivada sem agrotóxicos
  • Dá para degustar a casca, que tem uma enzima importante

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– O sangue da eterna juventude está sendo comprado por milionários?

E se alguém dissesse que a verdadeira fonte da juventude é o sangue dos próprios jovens?

Na Califórnia, milionários imitam o Papa Inocêncio VIII, que achava que o sangue de moços ajudariam os velhos a ter mais energia, fazendo transfusões.

Compartilho, extraído de: https://veja.abril.com.br/revista-veja/sangue-bom-e-sangue-novo/

SANGUE BOM É SANGUE NOVO

Americanos acima dos 35 anos pagam 8 000 dólares para receber transfusão sanguínea de jovens. É mais um capítulo da busca pela juventude eterna

Por Giulia Vidale

No século XV, revelam os livros de história, o papa Inocêncio VIII, muito debilitado, teria recebido sangue de três meninos de 10 anos de idade para ter sua vitalidade restaurada. A transfusão foi oral. O caso teve um desfecho trágico: todos os envolvidos morreram alguns dias depois do procedimento. O pontífice acatou a drástica solução sob influência do Deuteronômio, livro do Antigo Testamento, segundo o qual “sangue é vida”. A rigor, a ideia do líquido vermelho como algo rejuvenescedor nunca abandonou o imaginário da humanidade.

Cortemos para 2018, no coração do Vale do Silício, o reduto californiano das mentes mais cartesianas do planeta. Ali, quarentões, cinquentões e sessentões milionários estão recorrendo a uma startup de biotecnologia para fazer como o Papa Inocêncio: receber sangue de jovens por meio de transfusão com o objetivo de recuperar a sensação de juventude.

O procedimento é oferecido por uma clínica privada que investiga os efeitos do plasma de jovens no combate às doenças do envelhecimento. Atrai homens e mulheres (continua no link da Revista, acima).

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Na ficção – A ideia inspirou episódio da popular série Silicon Valley, no capítulo The Blood Boy (//Divulgação)

– A experiência da Endoscopia e Colonoscopia

Preciso confessar: tenho realizado uma bateria de exames preventivos nos últimos tempos, e passei pela primeira vez com a experiência da Endoscopia e Colonoscopia (farei outra na próxima semana, inclusive).

A realização dos exames, em si, é absurdamente tranquila. Nada se sente, nada se vê, nada deve-se temere isso me surpreendeu positivamente. Mas o “preparo” para eles… Jesus, Maria e José! Que coisa horrorosa tomar o líquido indicado e fazer a dieta solicitada! E para quem tem o intestino fraco como eu, piorou.

Após náuseas, vômitos e um tempo incrível no banheiro, ufa, foi uma verdadeira libertação quando tudo acabou.

Aos que farão pela primeira vez tais exames, repito: são tranquilíssimos. Mas respeitem ao pé-da-letra o que os médicos te orientarão para o preparo e não se assustem.

Para os próximos exames, já estou experiente (mas não confirmado tampouco feliz).

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber a autoria, informar para crédito nesse post.

– Que fase brava na saúde…

Um dia é tosse, outro dia é estômago, outro é reação alérgica… caracoles!

De novo no Pronto Socorro, agora pela gripe. E olha que tenho feito um check-up extremamente forte nos últimos dias…

Quando poderei falar que estou “100% em ordem com a saúde?”

Quem tem criança pequena como eu, fica a dica: elas estão sendo o alvo maior dessa onda de resfriados, viroses e “afins” nessa época de tempo tão instável.

🤧 #ImunidadeZERO (E saiba, confesso: detesto vir ao médico. Tem sido torturante…)

– Fumar ainda é uma boba autoafirmação para o jovenzinho?

“Manhã cedinho”, como se diz no Interior: vejo uma linda menina no ponto de ônibus, acendendo seu cigarro. Não deve ter mais do que 14 anos! Cara de criança, corpo esbelto fruto de puberdade precoce. Mas mente bobinha… afinal com tanta informação, por quê fumar?

Digamos que a menina tenha 16 anos. Pra quê desejar se viciar tão nova ainda? Ou é apenas um gesto rebelde e de autoafirmação para dizer que já é moça?

Há 20 anos, isso dava para entender (era moda). Hoje não! Há muita campanha sobre os prejuízos de tal ato e os jovens sabem disso. Eles têm ciência de que fumar causa dependência e provoca câncer (além de outros males). É feio. É brega. É bobagem. Ou, se preferir, é idiotice!

Coitada da mocinha. Tão nova e acha que para ser mulher precisa fumar. Uma outra hipótese é que tenha más companhias e daí para a maconha e outras drogas (pois é sabido que o cigarro é uma porta de entrada para narcóticos entre os adolescentes) é fácil, fácil.

Enfim: tão bela, mas desperdiça o ar puro aqui da Serra do Japi logo na manhã fresquinha. Que desperdício… sem contar que estar fedendo (sim, como cheira mal a pessoa que fuma!).

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– Viva a pesquisa brasileira! Mas se carece de mais incentivo…

Nesta última semana, duas importantes conquistas divulgadas por pesquisadores de universidades públicas brasileiras, e que são problemas globais:

1a: A Unicamp conseguiu descobrir uma substância que ajuda a queimar a gordura, e que pode ser um importante passo para o controle efetivo nos tratamentos de Obesidade.

Vide aqui: https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2019/01/10/unicamp-descobre-substancia-que-acelera-queima-de-gordura-e-pode-atuar-no-combate-da-obesidade.ghtml

2a: A UFRJ conseguiu avanços significativos para para o tratamento do Mal de Alzheimer, cujo resultado pode revolucionar a vida dos pacientes.

Vide em: https://xn--conexo-7ta.ufrj.br/artigos/pesquisadores-da-ufrj-descobrem-caminho-para-tratar-mal-de-alzheimer”>https://conexão.ufrj.br/artigos/pesquisadores-da-ufrj-descobrem-caminho-para-tratar-mal-de-alzheimer

Se investir na Educação e na Ciência, nosso país não sairá do buraco bem mais rápido? Vontade e competência, os alunos, professores e demais pesquisadores têm!

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– O escândalo do Quanjian no Esporte e na Saúde

O Tianjin Medical University Cancer Institute and Hospital é o maior instituto de pesquisa e tratamento do Câncer da China. Também é o mais antigo, de meados do Século XIX, nascendo com o nome de Hospital Cristão de Londres. Por tal motivo, a cidade de Tianjin, vizinha de Pequim e banhada pelo Oceano Pacífico (6a maior população do país), tornou-se referência em toda a Ásia na área de Oncologia.

Um dos maiores grupos de produção de medicamentos para o Câncer é o Quanjian Medical Group, que há alguns anos resolveu entrar no futebol e montou o Tianjin Quanjian, contratando inicialmente vários brasileiros (entre eles o treinador Vanderlei Luxemburgo, substituído por Canavarro, o ex-zagueiro campeão do mundo pela Itália em 2006). Da 2a para a 1a divisão, conta hoje com o atacante Alexandre Pato (que um dia venceu o prêmio de melhor jogador Sub 21 do mundo).

No começo desse ano, Shu Yuhui, o CEO da empresa, foi preso juntamente com outros 17 executivos do Quanjian Grouop, acusado de “propaganda enganosa e marketing falso quanto a eficácia dos remédios”, após a morte de um garoto de 4 anos que utilizava-se dos produtos medicinais da gama de fitoterápicos do fabricante. Há também a acusação de esquema de vendas travestidas no esquema de “pirâmides financeiras”, mas isso não foi confirmado ainda.

Como não se tem muitas informações detalhadas sobre o caso, devido ao rigor do controle de informações da China (a Reuters divulgou essa manchete), não se sabe de fato o que poderia ter acontecido. Mas após as prisões, duas constatações:

1. No mundo dos esportes, o clube passou de Tianjin Quanjian para Tianjin FC. Após uma semana, o grupo Tianjin Tianhai, de transporte marítimo (lembrando que a cidade possui um importante porto) resolveu assumir o time e estuda o redimensionamento dos investimentos.

2. No campo da saúde, a contestação: só lá na China há quadrilhas que vendem remédios sem eficácia? Há anos, prendeu-se uma quadrilha no Brasil que vendia medicamentos quimioterápicos falsificados em São Paulo.

Bandidos, para ganhar dinheiro, não pensam no sofrimento dos familiares de quem possuem pacientes com câncer em casa. O que vale é a picaretagem.

Recordando: em 2015, fechou-se a paulistana tradicional Botica Veado D’Ouro, acusada de falsificar 1,3 milhões de capsulas de Androcur, remédio para o Câncer de Próstata (continha-se placebo ao invés da droga ofertada).

Aqui: https://professorrafaelporcari.com/2015/12/04/cancer-de-prostata-e-os-criminosos-que-falsificavam-androcur/

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– Conhece Baby Fusion, a Maternidade Ativa na sua melhor forma?

Que tal começar o ano com um método inovador de dança com os bebês nos carregadores slings?

Esse é o Baby Fusion, que beneficia mamãe e bebê de forma leve e divertida usando a dança, música e movimentos com consciência corporal fundamentais para um pós-parto saudável e feliz.

Os bebês vivenciam musicalização, melhoram aspectos neuro-psicomotores, além do carinho e aconchego que ele recebe da mãe em todos os momentos, fortalecendo assim o vínculo entre ambos.

Além de prevenir a depressão pós-parto (sabemos que o puerpério é um momento delicado da mulher), é também uma oportunidade de resgatar a auto-estima, trocar experiências com outras mães e se sentir bem de corpo e alma.

Mamães e bebês a partir de 2 meses, venham desfrutar desse momento único e especial. Agende sua aula experimental toda quarta e sexta às 15:30h no Bairro Medeiros (Jundiaí). E eu recomendo! A Professora Priscila Porcari (que é minha irmã) é uma excelente profissional e atende pelo telefone 9.7028.1467.

Abaixo:

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– A Moda é se drogar cheirando Cacau! Onde nossa sociedade chegará…

Há estúpidos para tudo neste mundo. Você sabia que a “droga da moda” no Hemisfério Norte é o Cacau em Pó?

Por que não se curte a vida de maneira sóbria? é muito mais proveitoso…

Extraído de: https://www.metropoles.com/mundo/cacau-em-po-e-a-droga-da-vez-nas-festas-de-musica-eletronica

CACAU EM PÓ É A DROGA DA VEZ NAS FESTAS DE MÚSICA ELETRÔNICA

Moda tem se espalhado por raves na Europa e nos EUA. Dois compostos químicos são responsáveis pela sensação de “barato”

Por Carolina Samorano

Um novo tipo de “barato” tem inebriado jovens nas baladas. A sensação de bem-estar não vem da cocaína, do ecstasy ou de outros alucinógenos sintéticos. A “droga” é natural e há tempos já vem sendo usada com sucesso para rebater sintomas mais amenos de desânimo e tristeza: cacau.

Segundo a revista Veja publicou na sua edição impressa, cheirar cacau em pó é uma modinha que tem se espalhado pelas festas de música eletrônica na Europa e nos Estados Unidos. No Brasil, começa agora a ganhar adeptos.

Embora seja natural, especialistas consultados pela publicação aconselham cautela no uso do cacau. A teobromina pode provocar queda de pressão arterial e a feniletilamina pode ter relação com transtornos de ansiedade. Como o consumo pelo nariz elimina o processo de digestão, o cacau cai diretamente na corrente sanguínea, o que potencializa os efeitos ruins do fruto.

Na Europa, os “usuários” do cacau já contam até com um aparato para facilitar a inalação. O chocolatier belga Dominique Persone criou um aparato que arremessa o pó nas narinas. Batizado de “chocolate shooter” (ou “atirador de chocolate”, em português), ele cabe no bolso e custa cerca de R$ 175. “Começou como uma brincadeira numa festa e hoje virou um sucesso”, ele disse à revista.

As sensações boas desencadeadas pelo pó marrom duram cerca de 30 minutos e têm explicação científica: o fruto moído tem dois compostos estimulantes. Um deles é a teobromina, que tem efeito semelhante ao da cafeína. O outro, chamado de feniletilamina, estimula o cérebro a produzir endorfina, hormônio ligado à sensação de prazer.

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– A Caneta que detecta o Câncer em Segundos!

A professora brasileira Lívia Eberlin, que trabalha na Universidade do Texas, é um daqueles talentos que passam despercebidos em nosso país.

Formada na Unicamp, acaba de desenvolver um equipamento revolucionário que foi apresentado nessa semana: uma caneta que permitirá detectar tumores de câncer SEM A NECESSIDADE DE BIÓPSIA!

A inteligência, usada para o bem, é fantástica, não?

A matéria e a explicação bem didática neste link (texto e vídeo) da TV Bandeirantes.

Em:

https://noticias.band.uol.com.br/ciencia-e-saude/noticias/100000942332/brasileira-desenvolve-caneta-que-identifica-cancer-em-segundos.html

– Maconha e Esquizofrenia

Dr Valentim Gentil é um dos maiores psiquiatras do mundo. E ele esteve no Programa Roda Viva da TV Cultura, recentemente. Sobre o uso de drogas ditas leves, ele não titubeou:

Estaremos criando uma fábrica de doentes caso se permita o consumo de Maconha. Quem usa Cannabis na adolescência, aumenta em 310% o risco de ter Esquizofrenia (…) Aqueles que pedem a liberação da droga não sabem o que dizem.”

Sem comentários. E há ainda aqueles que insistem no discurso de “liberar para extinguir o tráfico“… Como se o bandido só vendesse Maconha!

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– Novembro Azul

Não importa se você é H ou M; o que vale é que todos DIVULGUEM a causa: se tivemos #OutubroRosa para a prevenção do #Câncer de #Mama entre as mulheres, agora é a vez do #NovembroAzul entre os homens, visando os cuidados com a #Próstata.

CONSULTE UM MÉDICO, não tenha medo ou preconceito da prevenção; se você deixar para depois pode ser “tarde demais”…

#estamoscomvocê #previna-se #hiae

– Insônia, relaxar e… melhor dormir de novo!

Putz… #insônia total. Nessas horas, para não ter irritação, você pensa na vida / distrai / faz alguma coisa qualquer.

Conversando sozinho, me questiono: o que fazer para relaxar?

– Passear?
– Tirar férias?

Ao fuçar os preços e tarifas aéreas, é melhor voltar a dormir… as companhias de aviação não estão caras; estão um roubo!

✈️ #fotografia #avião #céu #horizonte

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– Que tristeza ver a apologia de Jean Wyllys… maconheiro deve ser ELOGIO?

Caramba, e eu pensei que o vídeo que roda por aí na Web do Deputado Jean Wyllys pedindo que “Maconheiros Uni-vos” era alguma coisa antiga. Mas é atualíssima, dessa atual campanha à sua reeleição na Câmara Federal.

Triste demais. Famílias sendo destruídas por pessoas que não conseguem abandonar o vício das drogas e o “nobre parlamentar” fazendo DESCARADA APOLOGIA ao uso!

Não vivemos uma sociedade inversa? Se faz campanha para liberar e outros fazem campanha para deixar de usar. Aí se gasta com tratamento de recuperação dos viciadose tudo com o direito público. Uma pena!

Me constrange, entristece e aflige: tanto que pedimos aos jovens para que não se aprisionem ao uso das drogas e que as evitem, a fim de terem boa saúde e lucidez, mas…

Assista (se tiver paciência) em: https://www.youtube.com/watch?v=lcWLTQt0en0

– A Depressão atrapalhando o dia-a-dia de trabalho…

Sou do tempo em que diziam: psicólogo é médico de gente fresca e psiquiatra é especialista em louco”.

Hoje, sabemos que não é nada disso, embora muitas pessoas não levem a sério tais profissionais. Cada vez mais a população sofre com distúrbios comportamentais e crises emocionais. Nestas ocasiões, um bom psicólogo é ótimo para ajudar com suas conversas / terapias ou um ótimo psiquiatra para questões de desequilíbrios ocasionados pelo corpo que estejam afetando a mente.

Sendo assim, reconheçamos: depressão, agorafobia, pânico e outras síndromes similares são DOENÇAS, que precisam ser tratadas sem postergação da procura de tratamento.

Vemos muitos bons profissionais tendo dificuldades em seus trabalhos pois são afetados por esses males. Nas empresas, o perigo de uma decisão equivocada de um gerente influenciado pelo quadro enfermo de Síndrome do Pânico, ou uma ordem determinada para um subordinado depressivo, dependendo do teor, traz riscos e prejuízos a todos.

A questão é: o quanto essa pessoa acaba, involuntariamente, prejudicando a vida profissional e pessoal?

Há algum tempo, no mundo do futebol, uma notícia que me espantou: Nilmar, aquele atacante que começou no Internacional-RS, jogou no Lyon da França, atuou pelo Corinthians-SP e que jogava no Oriente Médio (onde se tornou milionário), abandonou o seu ofício no Santos-SP pela depressão, fruto de dificuldades pessoais e histórico de contusões.

Um ótimo jogador, bem resolvido financeiramente, com estrutura familiar estável e bom nível técnico. E onde estaria hoje? Como justificar seu quadro clínico?

Àqueles que não acreditam em depressão, um prato cheio para se dizer que é, como antigamente, “frescura”. Coisa que todos nós sabemos que não é.

Ao menor sintoma perceptível, ligue o alerta!

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– A Ibogaína realmente funcionará?

Só ouvi esses dias sobre ela e me assustei: a ibogaína, uma planta alaranjada de efeitos alucinógenos cuja duração é de aproximadamente 12h! 

E sabe quem a usa? Dependentes químicos a fim de acabarem com o vício!

Sim, você entendeu certinho: uma droga para combater outra droga.

Isso veio a tona após um apresentador de programa de fofocas chamado Léo Dias, que disse ser dependente de cocaína e que faria uso da Ibogaina para ficar livre dela.

Assisti no programa Morning Show sobre esse caso e compartilho o link,

Em: https://youtu.be/yxb6A-WV53c

Ops: repare a opinião de um dos jornalistas a 07’10” – representa perfeitamente o que eu penso!

– Nickollas e a sensibilidade do treinador do Palmeiras

Desde o último domingo, viralizou a imagem de uma mãe narrando o jogo entre Palmeiras x Corinthians a seu filho deficiente, chamado Nickollas.

A  TV Palmeiras encontrou a responsável pelo garoto e conseguiu marcar um encontro com os jogadores que ele tanto gostava.

Aqui, uma observação que eu já escrevi algumas vezes: o quão é chato trabalhar em jogo do Luís Felipe Scolari (na minha carreira de árbitro já tive essa oportunidade in loco)! Como se comporta mal, debocha, reclama… mas faço questão de fazer essa observação pois, a figura humana que demonstrou ser na receptividade do menino, faz com que independente do time que você torça ou da simpatia ou antipatia nutrida ao Felipão, te sensibilize.

Assista em: https://youtu.be/TKWqdB7q70s

– Baby Fusion ajuda as mamães no pós-parto. Que tal praticar?

Um mal silencioso que deveria ser mais discutido é a questão da depressão pós-parto. Muitas consequências negativas se dão pela falta de orientação e medicação – com remédios e/ou terapias de convivência.

Já ouviu falar da prática do Baby Fusion?

Veja que bacana: não traz efeitos colaterais, desperta a vida comunitária, anima àquelas mamães que se sentem mal e faz bem para o bebê também!

Abaixo, no cartaz-convite: