– Marcelo Queiroga, o novo Ministro da Saúde.

Na parte da manhã, comentamos sobre a provável não-aceitação da Dra Ludmila Hajjar como Ministra da Saúde (vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2021/03/15/ludhmila-a-ex-nova-ministra-da-saude/). À tarde, Pazzuello garantiu que era o Ministro e não estava demissionário. Agora a noite, o Dr Marcelo Queiroga, cardiologista, foi anunciado como o titular da pasta.

O Brasil não é para amadores, não? Mais do que isso, vamos torcer para que ele dê certo, afinal, estamos entrando no pior período da pandemia.

Cotado para Saúde, cardiologista se reúne com Bolsonaro no Planalto

– Descanse em Paz, Gilmar Fubá!

Puxa vida, morreu o folclórico jogador de futebol Gilmar Fubá, que tanto tempo jogou no Corinthians.

Me lembro muito bem dele, um sujeito bem simples e carismático. Ele tinha a minha idade, e a última vez que apitei ele foi pela antiga série B1A, no jogo entre Ranchariense x Red Bull Brasil (onde era a estrela do time naquela época).

Tinha 45 anos e faleceu por conta de um câncer de medula óssea.

– Ludhmila: a ex-nova Ministra da Saúde?

A goiana Dra Ludhmila Hajjar, competente médica cotada para substituir o General Pazzuello no Ministério da Saúde, provavelmente nem assumirá o cargo.

Motivo?

Eleitora e defensora de Ronaldo Caiado (governador de Goiás), Ludhmila teve um áudio vazado onde elogia a coragem das autoridades goianas em restringir as atividades naquele Estado para combater a pandemia de COVID e, durante sua fala, critica o Presidente Bolsonaro chamando-o de “psicopata” por não entender a gravidade do momento.

Em que pese a empatia da profissional e seu discernimento, lamentavelmente a vaidade do futuro ex-chefe vai barrá-la.

Ou não?

Entretanto, se ainda com essas críticas Bolsonaro sucumbir à Ciência e der posse a ela, terá meu aplauso.

Em tempo: a saída de um general por uma médica seria ótima, mas Pazzuello, tão criticado pelo próprio presidente, pediu mesmo demissão ou foi uma “combinação de fatores”? Afinal, entraremos nas duas piores semanas de contágio, segundo os médicos.

Compartilho, extraído de: https://oglobo.globo.com/brasil/medica-cotada-para-assumir-ministerio-da-saude-perde-preferencia-apos-bolsonaro-ouvir-audio-atribuido-profissional-24924904?versao=amp

ATUALIZANDO: Dra Ludhmila negou o convite do Governo

– As crianças com HIV nas escolas da Tanzânia!

Chegamos em um tempo onde a falta de noção e desrespeito às condições mínimas de dignidade deveriam ter sido extirpadas do planeta. Mas em algumas nações, o preconceito ridículo ainda ocorre.

Veja só nessa matéria da BBC (http://is.gd/Y4aX5S) a absurda situação: na Tanzânia, país que sofre com a epidemia de Aids, as crianças são obrigadas a se identificarem como portadoras do HIV nas escolas, vestindo-se diferente!

Estúpido, não?

ESCOLAS DA TANZÂNIA OBRIGAM ALUNOS COM AIDS A USAREM UNIFORMES COM ETIQUETA

Ativistas de direitos humanos na Tanzânia denunciaram a prática adotada por algumas escolas de obrigar alunos portadores do vírus HIV a usar etiquetas vermelhas em seus uniformes.

A ativista Rebecca Mshumbusi, diretora de um grupo local que luta pelos direitos dos portadores do vírus HIV, descreveu a prática como um abuso de direitos humanos e disse que é ilegal obrigar uma pessoa a revelar seu estado de saúde.

Diretores de escolas na Tanzânia, porém, defendem a prática. Segundo eles, estudantes com a etiqueta no uniforme são poupados de tarefas mais pesadas, que poderiam prejudicar sua saúde.

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Foto extraída do link acima citado.

– Pratique um bom cooper! 🏃🏼

Correr é muito bom. Espanta o mau humor, permite-nos relaxar, produz hormônios benéficos para a nossa saúde e ainda nos deixa em boa forma.

Hoje o treino totalizou 5 kms. Delicioso suor obtido, maravilhoso cansaço e sensacional ânimo conquistado!

Quem não pratica exercícios físicos, fica a dica: comece!

– Não existindo o preservativo masculino…

… o que aconteceria ao mundo?

Olhe só que curioso: uma reportagem de como seria provavelmente nossa sociedade se não tivesse sido criada a Camisa de Vênus?

Ops: para os mais jovens, é o nome da “camisinha”.

Extraído de: https://super.abril.com.br/comportamento/e-se-todo-mundo-parasse-de-usar-camisinha/

E SE…TODO MUNDO PARASSE DE USAR CAMISINHA?

Por Ana Carolina Leonardi

Você chega ao pronto-socorro e encontra um conhecido. “Essa onda de gripe me pegou”, você puxa papo. “Vim só tratar uma clamidiazinha”, ele responde. Nenhum dos dois pisca. O papo segue normalmente. O diálogo parece de outro mundo – e é.

Vem de uma realidade paralela em que a população inteira abandonou a camisinha. Olhando para o mundo real, nem é difícil imaginar o motivo. A verdade é que desde que a camisinha surgiu, há 3 mil anos, com os egípcios enrolando suas partes íntimas com retalhos de linho, muito pouco mudou no “design” do preservativo. A camisinha ficou, sim, mais fina. Mais higiênica. Mais barata. Mais eficiente. E nem assim pegou como deveria. Apenas 5% dos homens no mundo usam preservativos com uma mínima regularidade. Os solteiros são mais assíduos, porém igualmente inclinados a abandoná-los ao primeiro sinal de compromisso. Só um em cada dez casais, diz a ONU, se interessam por eles. E o medo das doenças sexualmente transmissíveis, diferentemente do que se pensa, não é um grande motivador: mesmo com tanta oferta de camisinha a preço de banana, 100 milhões de pessoas por dia são diagnosticadas com DSTs. Muito por isso, a dimensão imaginária na qual a camisinha foi ostracizada é bem menos hipócrita que a nossa. Um mundo sem camisinha teria mais gente, claro. 15% das mulheres dependem só dela para evitar a gravidez. Isso significa 275 milhões de mulheres em idade fértil. A probabilidade de engravidar em um ano de sexo completamente desprotegido é de 85%. Seriam 233 milhões de pessoas a mais no mundo (…). O inusitado é que já existem tecnologias sendo testadas para tornar a camisinha obsoleta. Uma delas é um spray, em desenvolvimento pela Universidade de Oregon (EUA): você aplica sobre o pênis com algumas horas de antecedência. Ele se transforma só na hora H em um preservativo 100% sob medida. E 0% inconveniente. Enquanto nada disso fica disponível na farmácia, por favor, não pare de usar camisinha.

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Imagem extraída de: https://www.mulheresempreendedoraspi.com.br/site/vida-saudavel/vacina-que-cura-hiv-tem-resultado-positivo-em-teste-humano/

– Entre o Limiar do Prazer, há o Fanatismo e depois o Vício!

Gostar de futebol é uma coisa; ser fanático é um problema; viciar-se, é uma doença.

Trago uma interessante matéria de pessoas que sofrem do “Vício do Futebol”, enfermidade que pode ser tão fatal socialmente quanto qualquer outro vício.

Se um cara fanático já é um ‘chato de galochas’, imagine se ele é altamente dependente do esporte?

Extraído de IstoÉ, Ed 2194, pg 98

ELES TROCAM A FAMÍLIA PELO FUTEBOL

Por Rachel Costa

Especialistas alertam que assistir a esporte em excesso pode causar dependência e prejudicar as relações familiares e até profissionais dos viciados.

Nem a distância das primeiras posições da tabela do Campeonato Brasileiro faz o empresário Bruno Abranches, 29 anos, desistir de ver seu time, o Atlético Mineiro, jogar. Ele não deu trégua nem no casamento de um amigo: entrou na igreja com o celular em punho para acompanhar os lances pelo Twitter. A noiva, Priscila Carvalho, 24 anos, cansou de tentar tirar o amado da frente da televisão. “Nem chego mais perto, especialmente quando o Atlético perde. Quando isso acontece, o Bruno fica com o humor péssimo”, conta ela, uma cruzeirense por parte de pai pouco convicta.

Não bastasse o amor à camisa alvinegra, Bruno ainda acompanha campeonatos de natação, jogos de tênis, corridas de Fórmula 1 e lutas de UFC. Ele garante que tanta dedicação ao desporto pela telinha não atrapalha sua rotina. Não é o que pensa o psicólogo Josh Klapow, do Hospital de Saúde Pública da Universidade do Alabama, nos Estados Unidos. Segundo ele, muito tempo assistindo a jogos pode ser indício de dependência. Preocupado com a quantidade de horas gastas com esse hobby, Klapow reuniu indícios (leia quadro) que permitem distinguir se tal atividade ainda configura lazer ou se já se tornou um risco à saúde e à sociabilidade. “Como não é um vício tão forte como o das drogas, o viciado em esportes costuma ignorar o problema”, diz Klapow.

A porta de entrada para esse tipo de dependência, não raro, é a contratação de um canal de tevê exclusivo para esportes. “A pessoa assina para ver seu time, mas se descontrola e começa a assistir a tudo”, diz Irani Argimon, do departamento de psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). De repente, a diversão se torna uma doença. “Vício não tem a ver só com dependência química”, alerta a psicóloga Juliana Bizeto, do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp). E, assim como o alcoólatra, o viciado em esportes também pode sentir os efeitos da abstinência. Um exemplo é quando fica nervoso se tem de abandonar o jogo para comparecer a um churrasco de família.

Por isso, é importante pôr limites. “Tento ver os jogos enquanto estou trabalhando, mas não deixo de trabalhar para fazer isso”, diz o empresário Martin Seoane. Quando era adolescente, ele chegou a ficar em recuperação por deixar de estudar para assistir ao futebol. Adulto, assiste ao que pode nas horas vagas e tira suas folgas sempre às quartas-feiras, que é para ver com calma as partidas do São Paulo.

– Bom domingo (Parte 1 de 4)

👊🏻 Olá amigos!
Uma madrugada agradável destinada à atividade física surgiu lá fora. Para controlar o cortisol, vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?
Quem gosta de corrida, venha junto. Motivando no clique 1 de 4:

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #nike #mizuno

– E que venha Ferro!

Carambolas… mais um pouco de ferro na veia.

Faz parte, depois de uma certa idade e a um ritmo frenético. Paciência.

Prometo me cuidar melhor / relaxar e aumentar o meu processo de desestress. Palavra a cumprir!

– Insensibilidade?

Caramba, eu me assusto que, mesmo sendo divulgado 1700 mortos por COVID, existam pessoas insensíveis que politizam a questão é até desdenham de tudo isso!

É revoltante ler: “culpa desse, culpa daquele, culpa de não sei quem”, e o problema maior, que é acabar com a pandemia, seja deixado de lado.

Falta de empatia somente, ou excesso de fanatismo político?

O país está doente. Quando tanta gente morre assim, e ainda se acha normal ou se cria desculpas-fakes como “morre-se mais de gripe do que de COVID” (e outras bobagens do tipo), é para repensarmos a humanidade (ou desumanidade).

– O Avanço no Diagnóstico de Câncer de Mama

Compartilho este programa da Unicamp onde um Médico Pesquisador e uma Doutoranda em Química (que orgulhosamente é minha esposa Andréia) falam sobre as novas metodologias que estão sendo trabalhadas para a detecção do câncer, em especial o de mama.

Através da espectrometria de massas, cientistas poderão ter mais segurança em suas avaliações e as mulheres poderão se tratar com mais certeza e antecipação.

Vale a pena assistir, está em: http://youtu.be/29UKGGUhYvg

– Não custa nada, presidente…

Seria tão difícil o presidente Bolsonaro pedir às pessoas que usassem máscaras, evitassem aglomerações e saídas desnecessárias de casa? 

Não faz tão chamamento por vaidade / birra, descaso ou ignorância?

Pare de bobagem, Seu Jair. Use o bom senso para o país sair logo dessa pandemia.

– Pratique esportes!

Depois da corrida, valeu uma boa caminhada! Foram 5 kms bem relaxantes.

Pratique exercício físico. O corpo e a mente agradecem!

– Coma frutas.

Hora das caprichadas frutas para refrescar a jornada: ameixa, morango, figo, uva, pitaya, pêra e goiaba.

As crianças agradecem. O papai e a mamãe idem!

Vale a pena “comer saúde”. Tenha esse hábito.

– A dor de quem passa fome!

A ONU quer erradicar a fome até 2030. Entretanto, é assustador ver como sofrem os famintos mundo afora. Em especial, na África Negra.

Se tiver coragem, leia abaixo (Extraído de: http://istoe.com.br/um-pedido-de-socorro/)

UM PEDIDO DE SOCORRO

O mundo enfrenta a mais grave crise humanitária dos últimos setenta anos. Vinte milhões de pessoas, que vivem em quatro países assolados por conflitos armados, estão na iminência de morrer por desnutrição se nada for feito. Contraditoriamente, ainda são desperdiçados 1,3 bilhão de toneladas de alimentos por ano em todo o globo

Por Fabíola Perez

É a mesma sensação de uma dor aguda e constante. Como uma agonia, que parece perfurar o estômago dias a fio e é agravada pelo calor escaldante, que deixa os corpos num estado permanente de inércia. Os poucos restos de alimentos ingeridos não são suficientes para livrar o organismo da angústia. Nas crianças, o vazio trazido pela ausência de nutrientes rapidamente se transforma em choro. Elas estão entre os grupos mais vulneráveis. Nos acampamentos do estado de Borno, na Nigéria, é comum avistar mulheres e bebês apáticos, sem força e disposição para lutar pela vida. Segundo o pediatra Marco Olla, membro da organização Médicos Sem Fronteiras, em regiões onde se vê pessoas com mais de cinco anos acometidas pela desnutrição, é sinal de que a conjuntura é realmente grave. Esse é o caso de Maiduguri, capital de Borno. “No departamento de internação que mantemos na cidade, uma mãe chegou com sua filha de sete anos. A menina estava extremamente desnutrida e com diarréia”, diz. Elas haviam fugido de um vilarejo e se instalaram em um acampamento improvisado. Ficaram ali por mais de um mês, mas a quantidade de grãos e arroz que recebiam não eram suficientes.

A Nigéria é um dos quatro países citados em um recente alerta das Nações Unidas (ONU) que declarou que quatro países vivem a pior crise humanitária desde a criação da entidade, em 1945 (leia quadro). Isso porque possui uma parcela significativa de sua população vivendo sob o flagelo da fome. Os casos de má nutrição já são tão graves que os adultos quase não têm forças para andar e algumas comunidades perdem suas crianças diariamente. Também enfrentam uma situação semelhante Iêmen, Somália e Sudão do Sul. Nesses quatro países, a estimativa é de que 20 milhões de pessoas possam morrer vítimas da insegurança alimentar aguda. Contraditoriamente, a nova onda de fome no mundo vem à tona em uma época que cresce a produção mundial de alimentos e o desperdício chega a 1,3 bilhão de toneladas por ano. Então, porque a fome voltou a ser motivo de alertas mundiais? Nos anos 1980, as imagens de crianças esqueléticas chamavam a atenção para um milhão de mortos na Etiópia. Na década seguinte, 3,5 milhões de norte-coreanos também morreram por falta de alimentos. Mais recentemente, a República Democrática do Congo e a Somália perderam quatro milhões de pessoas para a fome. Hoje, apesar dos avanços, o problema do acesso aos alimentos persiste e se agrava. “A violência de grupos armados impede a entrada e a permanência de grupos de apoio em determinadas regiões”, disse à ISTOÉ Alan Bojanic, representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil.

Atualmente, em todo o mundo existem cerca de 800 milhões de pessoas que sentem as dores de um estômago vazio. Para a ONU declarar oficialmente fome em um país é preciso que pelo menos 20% da população tenham acesso a menos de duas mil calorias de alimentos por dia e que mais de 30% das crianças sofram de má nutrição. Além disso, em países atingidos pela fome são registradas diariamente duas mortes para cada dez mil habitantes ou a morte de quatro crianças em cada dez mil habitantes. Para evitar uma catástrofe nessas regiões, as Nações Unidas pediram uma ajuda de US$ 4,4 bilhões para países desenvolvidos até julho. “Essa situação saiu do normal: conflitos armados e o fator climático da seca tornam o quadro ainda mais perverso”, diz Bojanic. “Em função disso, muitas das pessoas que migram não têm as mínimas condições de segurança para se dedicar à agricultura.”

20 milhões de pessoas podem morrer de fome na Nigéria, no Sudão do Sul, na Somália e no Iêmen e 1,4 milhão de crianças estão em risco iminente de morte por malnutrição aguda.

Outro agravante nessas regiões são as condições logísticas. São zonas de difícil acesso que dificultam a chegada dos alimentos. No Sudão do Sul, por exemplo, existem apenas 200 quilômetros de estradas asfaltadas. Naquele país, a intensificação dos conflitos preocupa entidades de ajuda humanitária. “Em algumas cidades, eles impedem a chegada de cuidados de saúde de emergência, água para o consumo e alimentos para pessoas internamente deslocadas”, afirma Marcus Bachmann, coordenador local do MSF. Na Somália, o cenário de fome e suas conseqüências é ainda mais intenso. Além da guerra que se estende por décadas, da ausência do Estado de direito e do subdesenvolvimento, o país sofre com a falta de água que atinge criações de gado e plantações. Em Borno, na Nigéria, o conflito entre o grupo extremista Boko Haram e o exército também coloca a população em condições limites. “Em Benisheikh, Gwoza e Pulka é impossível cultivar qualquer coisa e é perigoso deixar as cidades para buscar madeira para cozinhar ou vendê-la”, afirma Jean François Sauveur médico do MSF.

Nesses países, os grupos mais atingidos pela insegurança alimentar aguda são as crianças e as mulheres. Para se ter uma idéia, em janeiro, membros da MSF observaram que no norte do Sudão do Sul 25% das crianças com menos de 5 anos sofriam desnutrição grave. “Esses números são extremamente preocupantes”, afirma Nicolas Peissel, coordenador de projeto do MSF. Porém, em função da insegurança, agentes de saúde avaliam que é impossível abrir um novo hospital ou encaminhar pacientes para outras instalações. O Iêmen, por sua vez, atravessa uma das situações mais drásticas do globo. Estimativas da ONU apontam que 19 milhões de pessoas necessitam de algum tipo de ajuda humanitária depois de dois anos de guerra entre o grupo extremista Houthi e o governo. Nos primeiros cinco meses de 2016, foram registrados 50 casos de desnutrição por mês no hospital de Al Tawra, na cidade de Hodeidah. Estima-se que, nesse período, uma criança tenha morrido a cada dois dias pela falta de nutrientes. Ao mesmo tempo em que a necessidade pelo atendimento cresce, muitos hospitais foram destruídos por ataques aéreos.

É comum observar crianças e adultos em pele e osso, sem condições de se manter em pé, porque a fome aguda influi diretamente no metabolismo das pessoas. “Conforme a imunidade das pessoas se compromete devido à baixa de nutrientes, o número de infecções aumenta”, diz Javed Baba Ali, médico do MSF. Para reverter esse quadro, o coordenador de desenvolvimento humano e pobreza do Banco Mundial, Pedro Olinto, defende que é necessário não apenas enviar alimentos a essas regiões como também dar à população local condições de comprar de produtores locais. “Quando se envia mantimentos, o preço sobe e os produtores desistem de plantar seus próprios alimentos”, diz. Ainda assim, a ONU tem como meta erradicar a fome até 2030. “A insegurança alimentar condena uma nação a uma situação permanente de atraso”, diz Bojanic.

Pessoas em situação de insegurança alimentar grave

Iêmen: 14,1 milhões
Nigéria: 1,8 milhão
Sudão do Sul: 4,9 milhões
Somália: 2,9 milhões

VÍTIMAS Na cidade de Nyala, no Sudão do Sul, crianças e mulheres lutam para conseguir pequenas quantidades de arroz e grãos distribuídos por ONGs internacionais

– Estamos no pior momento da pandemia. Cuidemo-nos!

Dá para acreditar que ainda existe gente que desdenha da Covid-19? Na 2a onda, mais gente já morreu do que na primeira. É matemática…

Repare que os picos e repiques se dão dias depois de datas aglomerativas: Reveillon, Carnaval, entre outras. O relaxamento das pessoas e o cansaço de se prevenir podem explicar isso também, além da nova cepa ser mais contagiosa.

Não há outra coisa a fazer, a não ser: prevenção! O quanto mais nos resguardarmos, mais rápido (ou menos demorado) este inferno deixará de existir.

– A Nova Prioridade do Planeta China: banheiros para todos!

Um dos péssimos hábitos da atual e moderna China é o antigo costume de urinar em público.

Está apertado? Ache um cantinho e…

Pois é. Para acabar com esse constrangimento das autoridades, o Governo Chinês investirá R$ 10 bilhões para construir banheiros públicos no país.

Abaixo, os planos ambiciosos das autoridades,

Extraído de: http://epoca.globo.com/mundo/noticia/2018/01/china-elegeu-reformar-e-modernizar-os-banheiros-sua-prioridade-na-nova-era.html

A CHINA ELEGEU REFORMAR E MODERNIZAR OS BANHEIROS SUA PRIORIDADE NA NOVA ERA

Por Vivian Oswald, de Pequim

A vendedora da pequena e charmosa butique vizinha a um dos banheiros públicos de Dashilan – um descolado hutong, como são chamados os bairros das tradicionais casas chinesas, da capital – se queixava do cheiro forte do vizinho com quem divide parede. Dizia que o odor afastava a clientela. Não mais. O banheiro foi reformado e já não incomoda. Este e tantos outros passaram por mudanças significativas para agradar turistas chineses e estrangeiros. Muitos ganharam novo visual e vasos sanitários que só faltam falar – e vão para o lugar daquelas precárias louças encaixadas no chão.

A China elegeu suas prioridades. Ao se preparar para entrar na Nova Era, anunciada em outubro passado pelo presidente Xi Jinping durante o 19º Congresso do Partido Comunista, o país escolheu dar início a uma nova revolução: a dos banheiros. “A China precisa de melhoras nos seus banheiros para construir uma sociedade civilizada e incrementar os padrões de higiene do povo”, pregou o líder chinês, prestes a iniciar seu segundo mandato agora em março.

Xi pediu aos membros do partido que continuem a modernizar os banheiros turísticos ao mesmo tempo em que expandem o projeto para o resto do país, sobretudo para as áreas rurais e regiões mais remotas. Em suas visitas às áreas rurais, o mandatário faz questão de saber se a população usa esses banheiros, que nada mais são do que um buraco no chão, sem sistema de água, nem esgoto. Nos hutongs, mesmo nos grandes centros urbanos, os banheiros públicos são as únicas opções para os moradores das casas, que, em geral, não têm um sanitário exclusivo para atender a família. Não raro, veem-se chineses passando de pijama à noite, ou bem cedo, com cara de aperto, pelas ruelas.

A revolução do Xi(xi) começou com uma campanha lançada em 2015 pelo Escritório de Turismo para melhorar as condições dos banheiros públicos nas áreas mais turísticas. Estabeleceu-se, então, uma meta de construção e renovação de 57 mil banheiros de turismo para o período de três anos. Como quase tudo na China, o objetivo foi cumprido antes do prazo. Ao todo, foram construídos e renovados 68 mil banheiros, quase 20% a mais do que o previsto, segundo dados atualizados em outubro passado. Agora, eles acabam de anunciar a nova meta para o próximo triênio. De 2018 a 2020, serão pelo menos 64 mil banheiros de turismo, dos quais, no mínimo, 47 mil novos e 17 mil renovados.

A tal revolução dos banheiros já teria custado mais de US$ 150 milhões. O foco agora vai para o interior, sobretudo nas zonas rurais, no centro e leste do país. Está sendo criado um regime de avaliação e fiscalização da sociedade. Uma pesquisa mostra que 80% dos turistas chineses se disseram satisfeitos com a melhora dos banheiros. Não é para menos. Mesmo em Pequim, as condições de alguns dos milhares de banheiros públicos que existem pela cidade chocavam os estrangeiros. Os chineses não se constrangem com o velho hábito de usar o espaço público como banheiro. No interior da China, por exemplo, na região autônoma de Ningxia, muitos camponeses nem sequer têm banheiro dentro de casa. Alguns têm de usar latrinas cavadas na terra ao lado da casa ou caminhar até 500 metros para encontrar um banheiro público.

De acordo com dados da Fundação Bem-Estar Público Yu Ting, cerca de 80% das áreas rurais de Xinjiang e do Tibete têm uma situação considerada severa. A entidade, primeira organização não governamental a cuidar exclusivamente do tema dos banheiros, foi criada pelo milionário Qian Jun. Nascido em Kunshan, na província de Jiangsu, a mais densamente povoada da China, ele decidiu largar o império que construiu nos setores de logística, finanças e alimentação para dedicar-se à filantropia depois que descobriu um câncer em 2011, quando tinha 34 anos. De lá para cá, Gian Jun já gastou cerca de US$ 3 milhões com banheiros e, por isso, passou a ser conhecido como “Zé Banheiro”. A ideia deste empreendedor não é apenas reformar os sanitários, mas mudar a cultura das pessoas. Isso pode até virar um bom negócio. Alguns modelos começam a ter marca registrada e a ser vendidos para empresas e governos de províncias interessados em conduzir as suas reformas.

Em um país diverso como a China, até o design de banheiros precisa ser discutido com atenção. Isso porque nas áreas remotas do Tibete, por exemplo, é preciso levar em conta as caraterísticas das vestes usadas pela população, com uma das mangas muito mais longa do que a outra. Além de tocar projetos para a construção de banheiros sustentáveis em universidades e sanitários dignos no interior do país, ele quer que a Universidade Tsinghua, uma das mais prestigiosas da capital, inclua no seu currículo uma nova “especialização em banheiros”, que poderia estar vinculada à Faculdade de Meio Ambiente ou à de Direito.

Ainda no final de 2015, o Ministério de Habitação da China fechou um acordo de cooperação com a província de Ningxia, que se tornou um projeto experimental da revolução dos banheiros na zona rural. A província estabeleceu pontos experimentais em 22 cidades. Na cidade de Qingtongxia, foram renovados 1.300 banheiros nos últimos três anos. Diante dos bons resultados, a província acaba de anunciar uma meta de renovar os banheiros usados por 300 mil famílias até 2020. Nas cidades grandes, alguns terão até luxos que não se costuma ver em banheiros mundo afora, como carregadores de celular, Wi-Fi, ar-condicionado, aquecimento, máquina de água e sucos e tal. O fato é que, como tudo na China, o movimento tem tomado proporção tamanha que acaba de ser lançado um aplicativo de banheiros para a população. Tem sido chamado de “o Uber dos banheiros”. Ali, o usuário tem acesso a cerca de 330 mil sanitários disponíveis à sua volta em toda a China, numa área chamada “nuvem nacional do banheiro público”, com as informações sobre as facilidades e horários de funcionamento.

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VIDA PRIVADA – O plano prevê 64 mil novos banheiros para uma população de 1,4 bilhão de pessoas (Foto: divulgação)

– A ganância e a insegurança maculando a nobre classe dos enfermeiros. Não generalize!

Sempre tive comigo que, algumas atividades, são quase que “imaculadas”. Por exemplo: bombeiros

Quem fala mal deles? Idem a enfermeiros, socorristas e tantos outros. 

Entretanto, estamos vendo algumas reportagens de profissionais da saúde sendo acusados de golpes durante a vacinação contra a Covid-19: doses que não são injetadas, agulhas que não perfuram, aplicações de “mentirinhas”…

Aqui residem alguns males: o medo de algum ente se contaminar, que faz com que a vacina seja desviada para uso de familiares, ao invés da pessoa que está sendo enganada. O outro: o mau-caratismo da venda no mercado negro.

Não usemos isso para difamar uma categoria! Os enfermeiros (e digo isso de TODOS que eu conheço) são gente de bem, vocacionados e profissionais honestos. O que se vê, evidentemente, é a parcela ruim que existe sempre em cada categoria.

Que as atitudes dos maus não seja regra (nem régua) para avaliação do todo!

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– É bom ou é ruim chupar chupeta?

O tema é interessante para nós, papais e mamães: a chupeta!

Alguns dizem que nunca se deve dar a chupeta antes dos 14 dias de vida para não atrapalhar na amamentação. Ao mesmo tempo, outros dizem que a chupeta é indispensável, pois o bebê que não se acostuma com ela começa a chupar o dedo e acaba se tornando um vício ruim.

Algumas coisas interessantes que você deve saber sobre a chupeta,

Extraído da Revista Crescer: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI305314-15046,00-COISAS+SOBRE+A+CHUPETA+QUE+VOCE+PRECISA+SABER.html

7 COISAS SOBRE A CHUPETA QUE VOCÊ PRECISA SABER

Novo estudo sugere que ela ajuda no aleitamento e reacende a polêmica sobre seu uso

O assunto é sempre polêmico. A maioria dos pediatras condena o uso da chupeta, mas algumas mães alegam que o acessório tem lá suas vantagens, desde que usada com moderação. O mais recente estudo, da Universidade de Saúde e Ciência do Oregon, nos Estados Unidos, diz que ela pode (quem diria!) até mesmo estimular a amamentação. Os pesquisadores americanos analisaram os dados de 2.249 crianças nascidas entre junho de 2010 e agosto de 2011. Os resultados mostraram que a taxa de aleitamento natural diminuiu de 79% para 68% após a abolição das chupetas. O que os autores do estudo ainda não descobriram é o que estaria por trás dessa estatística.
Contradições à parte, antes de você (com a orientação do pediatra) decidir se o seu filho vai ou não usá-la, melhor ficar por dentro do assunto. A seguir, sete coisas que toda mãe tem de saber.

1 – Atrapalha a amamentação?

Apesar da pesquisa norte-americana citada acima, Luciano Borges, presidente do Comitê de Aleitamento da Sociedade Mineira de Pediatria, discorda. Ele diz que inúmeros estudos anteriores mostram que a chupeta está sempre associada com um tempo menor de duração do aleitamento materno. Segundo Luciano, o fato acabou sendo decisivo para que a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) optassem como recomendação oficial não utilizar bicos e chupetas desde o nascimento. Essa orientação é compartilhada pelo Ministério da Saúde do Brasil. “Tenho um caso de paciente que ofereceu chupeta à sua filha quando ela tinha 1 mês e meio. Na mesma época, a criança largou o peito e começou a perder peso. Bastou a mãe tirar a chupeta para a amamentação voltar ao normal”, conta o pediatra. A explicação para isso é que a musculatura e a posição da língua que o bebê usa para sugar a chupeta é diferente da usada para mamar, o que confunde a criança. A pediatra Tania Shimoda, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo, também faz um alerta: “Vale lembrar que a chupeta só deve ser oferecida ao bebê quando a amamentação estiver estabilizada, depois de três ou quatro semanas de vida da criança”, reforça a pediatra Tania Shimoda.

2 – Prejudica a dentição?

Se a sua preocupação é que os dentinhos do seu filho fiquem tortos, há indícios de que, se a criança largar o acessório até os 2 anos, eles voltariam ao normal. No entanto, há outros problemas. “Um hábito oral pode gerar outro. Por exemplo, o uso da chupeta pode favorecer alterações na respiração (pode predominar a respiração pela boca), na postura corporal, na fala e na mastigação”, diz Dóris Rocha Ruiz, odontopediatra da Unifesp.

3 – Até que idade meu filho pode usá-la?

Ela deve ser retirada a partir de 1 ano de idade e, no máximo, até os 2. A chupeta tem de ser usada com moderação. Ou seja, não dá para a criança ficar o dia inteiro com ela na boca. Assim, o uso deve ser limitado apenas para dormir, já que a criança tende a cuspi-la depois, e em alguns casos específicos. Por exemplo, no avião, para proteger o ouvido durante a subida e a descida da aeronave, após a vacinação e quando a criança estiver chorando muito. Mas, nesses casos, o efeito é o mesmo do que dar o peito.

4 – O que é pior, chupeta ou dedo?

O dedo é pior, pois será mais difícil a criança abandonar o hábito. O bebê não pega a chupeta sozinho, mas pode colocar o dedo na boca mesmo dormindo.

5 – A chupeta alivia a cólica do bebê?

Em um primeiro momento, pode ser que sim, porque acalma (ou mesmo distrai) a criança. Mas, por outro lado, a criança pode engolir ar – e isso só piora a cólica.

6 – Ela previne a morte súbita?
A Academia Americana de Pediatria afirma que o uso do acessório diminui a incidência de morte súbita. Mas isso não quer dizer que, se o seu filho não gosta ou não usa, você deve forçá-lo.

7 – Que cuidados devo tomar com a higiene?

A chupeta deve ser lavada com água corrente toda vez que cair no chão e, de preferência, esterilizada diariamente.

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– Gordo Fitness ou Magro Preguiçoso?

Olha que bacana: a Folha de SP trouxe uma interessante reportagem sobre estudos que comparam quem tem mais saúde: gordinhos que praticam exercício ou magrelos que não precisam se exercitar?

O resultado dessa pesquisa científica?

Abaixo, extraído de: http://m.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2016/02/1738058-estudo-poe-em-xeque-obesos-saudaveis-ao-comparar-com-magros-sedentarios.shtml

ESTUDO PÕE EM XEQUE OBESOS SAUDÁVEIS AO COMPARAR COM MAGROS SEDENTÁRIOS

Mas a ciência não tem mais tanta certeza. Um novo estudo, divulgado recentemente na publicação científica “International Journal of Epidemiology” (assim como outros anteriores) indica que a obesidade é capaz de “anular” os benefícios dos exercícios.

Em outras palavras: se um indivíduo é obeso, só a prática de exercícios não é garantia de uma vida mais longeva e melhor, ou seja, com menos doenças.

Cientistas suecos da Universidade de Umeå acompanharam 1,3 milhão de homens jovens no país e, ao analisar os dados de acordo com os fatores obesidade e prática de exercício físico, constataram que quem era magro e sedentário tinha risco de morrer (por qualquer causa) 30% menor do que aqueles que eram obesos, mas estariam supostamente “em forma”.

O resultado seria o suficiente para decretar a supremacia da magreza –você não precisa se mexer, mas não pode ser gordo– mas não significa necessariamente que é melhor ser um gordinho sedentário a encarar exercícios.

LUTA

O problema é que algumas pessoas continuarão acima do peso mesmo com a prática regular de exercícios físicos. Esse é o caso do lutador de jiu-jítsu Luiz Rossini, 42.

Desde 2003, ele luta na categoria pesadíssimo –para atletas acima de 100 kg.

Atualmente, ele está com 140 kg, espalhados em seus 1,83 m de altura.

Seu IMC (índice de massa corporal) atual é de 41,8, o equivalente a obesidade mórbida. No entanto, ele treina cinco vezes por semana e já acumulou mais de 250 medalhas em campeonatos.

“A gente não tem o padrão físico que a sociedade considera certo, mas eu tenho uma saúde muito melhor que a dos magrinhos”, avalia.

O problema do alto peso, diz Rossini, é o excesso de desgaste nos joelhos e também um desconforto na hora da corrida. “Corro menos porque carrego mais peso.”

Segundo ele, a tática é fazer o corpo se acostumar a trabalhar com a massa e conhecer os próprios limites. Ele afirma que faz check-ups anualmente para garantir que tudo está em ordem.

Para a sorte de Rossini e de outros atletas gordinhos, está claro na literatura médica que, independentemente do peso, a prática regular de exercícios é benéfica. Morre-se menos de doenças cardiovasculares e de câncer, por exemplo.

E há outros ganhos: “As pessoas acabam descobrindo a qualidade de vida. Mesmo sem emagrecer, há melhora no condicionamento cardiovascular, na força e na flexibilidade”, diz o personal trainer Cássio Adriano Pereira. “Fica mais fácil ir para o trabalho, realizar atividades de lazer e até fazer uma viagem.”

O diretor técnico da rede de academias Bodytech, Eduardo Netto, relata que existem clientes que começam a se exercitar mesmo sem pensar no peso.

Caso seja esse o objetivo, o exercício realmente vai ajudar pouco. “Fizemos um estudo no qual um grupo de voluntários treinava de fato e o outro apenas recebia orientação para ter uma vida mais ativa. Vimos que o exercício sistemático não contribui em nada para a redução da obesidade”, diz o endocrinologista e professor da UFRGS Rogério Friedman.

Para o médico, é importante “não dar uma ênfase muito grande ao exercício como solução para a obesidade”. O jeito, para quem quer emagrecer, é “cuidar do que come”.

MOVIMENTO

Na opinião de Netto, a chave para ser um gordinho saudável é tentar gastar mais energia, “não só com a prática de exercício regular, mas ao caminhar, passear com cachorro, ter um lazer que não implique em apenas descanso, estacionar o carro longe do destino, usar escadas e evitar o controle remoto”.

Outro estudo, realizado por pesquisadores da Universidade do Mississipi e publicado na última semana na revista “Preventive Medicine”, acompanhou 11 mil pessoas de 36 a 85 anos por dez anos e viu que, independentemente da obesidade, quem fazia exercícios conseguiu reduzir o risco de mortalidade –no caso, não há discriminação desse risco por tipo de doença.

A conclusão é otimista para quem pretende mexer as gordurinhas, mas não é inédita: do ponto de vista dos anos de vida ganhos, praticar exercício vale a pena, independentemente do nível de massa corporal de cada um.

Estudos que acompanham o efeito crônico do exercício de milhares de pacientes por um longo período ainda são necessários, na opinião de Friedman. “A literatura médica ainda é muito pobre.”

Só assim, num futuro não muito distante, a ciência poderá identificar, sem grande margem para especulação, exatamente quais são os benefícios de ser magro e quais as vantagens de ser um “gordinho fitness”.

– Bolsas de Sangue Problemáticas no Brasil

Sou doador voluntário de sangue há anos, e tento sempre promover a doação. Mas algo me preocupa: Ouço na madrugada de hoje (Rádio CBN – SP) que o Brasil tem 20 vezes mais bolsas de sangue contaminadas com o HIV do que o resto do mundo (em números proporcionais).

O número de bolsas com vírus HIV é de 1 em cada 100 mil bolsas nos hemocentros brasileiros. Parece pouco, mas imagine quantas bolsas são utilizadas diariamente em nosso país…

Aqui em Jundiaí temos entidades sérias que fomentam a doação e se preocupam com a segurança dos doadores e receptores. Uma delas, por exemplo, é a Colsan.

E você, o que acha disso? Descuidos de entidades e irresponsabilidades de doadores poderiam ser evitados de que forma? Deixe seu comentário:

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– Ebola faz cidadãos repensarem a vida!

O Ebola volta a ameaçar a África. E se nós estamos assustados e sofrendo com a COVID-19, lembremo-nos de ajudar nossos irmãos africanos que padecem dessa enfermidade ainda mais grave. Republico sobre o ocorrido da última vez e os percalços do povo:

PENSE DUAS VEZES ANTES DE RECLAMAR DOS SEUS PROBLEMAS: na Monróvia, capital da Libéria, um bairro de 75 mil pessoas é isolado com arame farpado para que os infectados pelo Ebola não se misturem com o restante da população.

West Point, um dos muitos vilarejos pobres africanos, vive um verdadeiro confinamento dos moradores. Soldados cercam as saídas do bairro e quem se arrisca a atravessar a barreira militar leva um tiro de fuzil na perna.

Tudo isso para que a doença não se alastre mais ainda, já que o contágio se dá pelo contato. O problema é que comida e bebida estão acabando para o povo que ali reside e que não pode sair. A Prefeitura não consegue manter o suficiente de alimentação para a população local.

Para quem não sabe, o Ebola é uma doença que faz com que o corpo tenha hemorragias e grandes feridas na pele. Sua cura ainda é um mistério, embora os medicamentos experimentais tenham conseguido salvar algumas vidas.

Compartilho, abaixo:

TIROS EM DOENTES DE EBOLA

(extraído da Revista “Isto É”, ed 2335, pg 25, por Antonio Carlos Prado)

Não bastasse o pavor de morrer de vírus, agora há também o pavor de morrer de bala. E de porrete. O vírus é o do ebola, que já matou 1,6 mil pessoas no continente africano; a bala é de fuzil, no mais absurdo e cruel método que as autoridades encontraram para tentar frear a propagação da doença: atirar nas pernas de quem tenta sair ou entrar nas regiões que estão sendo isoladas por grades, portões e arame farpado quando há a suspeição de que nelas (ainda) viva alguém infectado. Está-se errando a mira. Em vez de a barbárie acertar as pernas, ocorre o efeito colateral de acertar o peito, e pelo menos três enfermos já foram fatalmente alvejados pela medicação de pólvora e chumbo. Na Monróvia, capital da Libéria e um dos epicentros do surto, policiais cercaram na semana passada o bairro de West Point (75 mil confinados). Nele e em outros locais a população tenta furar o bloqueio porque lhe falta água e comida, as ruas estão infectas e, além do ebola, outras doenças brotam.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– 15/02: O Dia de Luta contra o Câncer Infantil

Hoje se recorda o dia dedicado à causa do câncer infantojuvenil, e corroboro um artigo de Francisco Neves, um dos homens mais engajados na divulgação de ações voltadas para esse mote, que viveu na pele essa situação.

Importantíssimo e que deve ser compartilhado, extraído de: https://saude.abril.com.br/blog/com-a-palavra/o-que-falta-para-vencermos-a-batalha-contra-o-cancer-na-infancia/

A CONSCIENTIZAÇÃO DA PREVENÇÃO E LUTA CONTRA O CÂNCER INFANTIL

No Dia Internacional da Luta Contra o Câncer na Infância, especialista revive sua história para abordar os desafios do câncer em crianças e adolescentes

Por Francisco Neves

O câncer mata cerca de 9,6 milhões de pessoas por ano em todo o mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). No Brasil, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a enfermidade é a principal causa de morte na faixa etária entre 1 e 19 anos.

Todos os anos, o dia 15 de fevereiro marca o Dia Internacional da Luta Contra o Câncer na Infância, data destinada a incentivar a reflexão e a conscientização sobre a doença em crianças e adolescentes. Um dos dados estimados pela Organização Mundial da Saúde revela que, em 2030, o número de casos de câncer infantojuvenil chegará a 600 mil em todo o planeta.

Somente Brasil, a cada ano surgem 12 500 novos acometidos pela doença, segundo publicação do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Desse total, 6 200 crianças são tratadas em hospitais públicos e cerca de 4 mil morrem sem ao menos receber o diagnóstico ou ter o tratamento para a doença.

Este ano, um dos números que a OMS destaca é o despreparo de países em desenvolvimento para combater a patologia: 70% das mortes por câncer no mundo ocorrem nestes locais, considerados mal equipados para lidar com os desafios que a doença impõe. O Brasil é um desses exemplos: em média, as chances de cura do câncer infantojuvenil são de 64%, muito aquém de Estados Unidos e Europa, por exemplo, onde chegam a 85%.

Vivemos num país desigual e a cura do câncer também é afetada por isto.

Como superintendente do Instituto Ronald McDonald, organização sem fins lucrativos que tem por missão promover a saúde e a qualidade de vida de crianças e adolescentes com câncer e seus familiares, ando muito pelo Brasil. Seja em reuniões com gestores públicos e tomadores de decisões, seja em contato com a sociedade civil que nos auxilia a mobilizar as comunidades por mudanças, liderando projetos aos quais oferecemos suporte tecnológico, planejamento para busca de soluções e aporte financeiro.

A conclusão a que chego é que existem muitos Brasis no nosso Brasil: verdade que a doença não escolhe credo, cor ou classe social para se manifestar. Mas o desfecho dela depende diretamente de cada uma dessas características.

Há cerca de 30 anos me dedico à causa do câncer infantojuvenil. Quando comecei, lá na década de 1980, lutava com meu filho contra a doença. As chances de cura giravam em torno de 35% no Brasil. Marquinhos havia sido diagnosticado com leucemia, o tipo mais comum de câncer em crianças e adolescentes. No entanto, esgotamos as possibilidades de tratamento.

Meu filho estava desenganado e, como pai, fui buscar outras alternativas de tratamento fora do Brasil depois de realizar uma campanha para conseguir os recursos. Infelizmente meu filho não resistiu, mas decidi me dedicar com o apoio de família e amigos para que outras crianças pudessem ser salvas.

Naquela época, o câncer era uma sentença de morte. Ainda hoje, mesmo com todos os avanços da medicina, ele segue como um tabu, principalmente para aqueles que são alijados do acesso à saúde e do acesso a informações. O conhecimento também ajuda a curar! Devemos enfrentar o câncer com consciência: seja dos profissionais de saúde, seja de pais e responsáveis, que podem estar atentos a sinais e sintomas para buscar rapidamente ajuda especializada.

Há muitos desafios para que o câncer em crianças e adolescentes deixe ser a principal causa de morte de jovens no país: é preciso identificar a doença, encaminhar adequadamente e nos estágios iniciais, fazer um diagnóstico preciso e garantir um tratamento adequado.

Estamos caminhando para que cada um desses passos seja alcançado nos quatro cantos do Brasil. É importante dizer que, sim, há cura. E principalmente, que cada um de nós pode ser um agente no combate à doença.

*Francisco Neves é engenheiro civil por formação. Engajou-se na causa do combate ao câncer infantojuvenil após vivenciar, em 1990, junto com sua mulher, Sônia Neves, e seu filho mais velho, Carlos Neves, a perda de Marcus, o filho caçula. Desde então, se converteu em uma das principais lideranças no Brasil no que diz respeito à causa do câncer em crianças e adolescentes. É um dos fundadores do Instituto Ronald McDonald e assumiu profissionalmente a gestão estratégica da organização, da qual é o atual Superintendente.

– É horrível usar máscaras… mas extremamente necessário! Os contras são menores que o pró:

Já disse algumas vezes o quão tenho dificuldade em usar máscaras (mas não deixo de usá-las, tenho consciência da sua importância). Também abordamos outras vezes sobre os erros no seu uso (como, por exemplo, colocar as mãos sobre o tecido, e não nas alças – vide em: https://wp.me/p4RTuC-sxz).

Eu tenho 3 motivos para não gostar de usar máscaras, e imagino que sejam os de muitos também:

  • Sensação de Sufocamento e Dificuldade na Respiração;
  • Reconhecer rostos (algumas pessoas que me relaciono recentemente, ainda não as conheço de “cara limpa”);
  • Ouvir o que falam claramente (o som abafado e baixo é uma constante dos interlocutores).

Entretanto, existe 1 motivo muito maior para usá-las:

  • Elas verdadeiramente ajudam a barrar a entrada do vírus pela forma mais fácil: por boca e nariz!

Agora, nos EUA, cresce o número de pessoas que usam máscaras combinadas: a de pano e a cirúrgica, ajudando ainda mais na prevenção.

Compartilho, extraído de: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2021/02/11/uso-simultaneo-de-mascara-cirurgica-e-de-pano-pode-bloquear-95-da-covid-19.htm

USO SIMULTÂNEO DE MÁSCARAS CIRÚRGICA E DE PANO PODE BLOQUEAR 95% DA TRANSMISSÃO DE COVID-19

Usar duas máscaras ao mesmo tempo, sendo uma cirúrgica e outra de pano, pode reduzir o risco de transmissão da covid-19 em 95%. A conclusão é de um estudo realizado pelo CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças), órgão regulador do sistema de saúde dos Estados Unidos. A combinação cria um ajuste mais apertado ao redor do rosto e ajuda a evitar que partículas potencialmente infecciosas escapem.

Os experimentos avaliaram duas formas de melhorar o ajuste das máscaras utilizando as máscaras cirúrgicas.

A primeira observação foi feita com um nó nas alças laterais da máscara de procedimento médico, seguida de um ajuste extra para prender e achatar o EPI (Equipamento de Proteção Individual) no rosto.

A segunda experiência sobrepôs uma máscara de pano a uma máscara cirúrgica, o que garantiu maior proteção para o usuário.

O estudo aponta que a eficácia se torna superior a partir do momento em que a combinação é feita, gerada por uma maior vedação do ar que circula dentro e fora das máscaras. A exposição do receptor ao vírus foi reduzida em até 95% quando ele e a fonte foram equipados com máscara cirúrgica junto com uma máscara de pano.

A máscara é considerada uma das principais estratégias de prevenção contra a covid-19 e é recomendada por diversos órgãos reguladores ao redor do mundo, incluindo a OMS (Organização Mundial da Saúde) e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). As medidas reduzem a exposição de pessoas não infectadas às partículas da covid-19, evitam que as infectadas disseminem o vírus e sofram reinfecções, ainda que seja usada sem um uso simultâneo.

O CDC reforça que enquanto a pandemia for uma realidade, as máscaras devem ser aliadas ao distanciamento social como alternativas eficazes contra a infecção pelo vírus.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, a primeira-dama, Jill, e a vice-presidente, Kamala Harris, têm usado duas máscaras simultaneamente com frequência.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida

Cuidado com o uso errado, como, por exemplo, por as mãos sobre o pano.

– Despertando, parte 1 de 4.

👊🏻 Olá amigos!

Como rotineiramente, levantando bem cedo para o #cooper matutino. Isso relaxa a #mente, descansa a #alma e dá energia ao #corpo.

Vamos todos nós, sempre, correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina?

Ah! Isso controla o #cortisol também!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #adidas #asics #nike

– Vá à feira livre. É bom e barato!

Barato ou Caro?

frutas que são demasiadamente caras. Porém, dependendo do lugar, podem ser ainda mais abusivos os preços.

Na feira livre (feira “raiz” mesmo), sempre se encontra coisas boas e baratas. Para uma salada de frutas nutritiva, por exemplo, hoje comprei:

2 Pitayas $ 1,90 = 3,80
1 Goiaba $ 1,80 = 1,80
2 Kiwis $ 1,65 = 3,30
1 Manga $ 1,70 = 1,70
TOTAL = R$ 10,60

Quanto elas não custariam num “supermercado gourmet”, desses que estão na moda?

– 6k bem proveitosos…

Correr não é bom. É ótimo!

Este foi nosso treino neste sábado de manhã. Suei bem gostoso, e isso faz um bem para a saúde…

– Empresa séria pratica Responsabilidade Social!

Parabéns à Merck, fabricante da Ivermectina, um medicamento vermífugo que, supostamente, seria eficaz contra a Covid-19.

Ao invés de propagandear o fato e ganhar muito dinheiro com a produção e venda do remédio, a Merck divulgou um comunicado dizendo que não há base científica para o uso dele!

O que poderia ser lucro gigantesco, mesmo com dúvidas dos médicos (que ainda receitam o produto), passa a ser uma atitude digna de consciência corporativa. Não engana o consumidor / paciente, mostra responsabilidade em meio à pandemia, e ganha credibilidade como laboratório ético.

Aplaudamos a Merck! Abaixo, o comunicado oficial:

A Merck (NYSE: MRK), conhecida como MSD fora dos Estados Unidos e Canadá, afirma hoje sua posição em relação ao uso de ivermectina durante a pandemia de Covid-19. Os cientistas da empresa continuam a examinar cuidadosamente as descobertas de todos os estudos disponíveis e emergentes de ivermectina para o tratamento de Covid-19 para evidências de eficácia e segurança. É importante observar que, até o momento, nossa análise identificou:

Nenhuma base científica para um efeito terapêutico potencial contra Covid-19 de estudos pré-clínicos;

Nenhuma evidência significativa para atividade clínica ou eficácia clínica em pacientes com doença Covid-19, e;

A preocupante falta de dados de segurança na maioria dos estudos.

Não acreditamos que os dados disponíveis suportem a segurança e eficácia da ivermectina além das doses e populações indicadas nas informações de prescrição aprovadas pela agência reguladora.

– Risco de Artrite é maior para… Atletas!

Ser atleta profissional pode ser problemático para a saúde. Olha só a palavra de um especialista:

Esporte de rendimento não é uma atividade física saudável. Os atletas abrem mão de parte de sua saúde em busca de performance

Diego Leite de Barros, fisiologista do Esporte do Hospital do Coração

Pior: osteoartrite é uma das coisas mais freqüentes! Cuidado com as articulações e joelhos…

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1023836-risco-de-artrite-em-atleta-profissional-e-duas-vezes-maior.shtml

RISCO DE ARTRITE EM ATLETA PROFISSIONAL É DUAS VEZES MAIOR

Por Thiago Fernandes

Não são só os atletas de fim de semana que correm risco com atividades físicas. Um estudo sueco mostrou que esportistas profissionais, praticantes de modalidades como futebol e rúgbi, têm mais risco de desenvolver osteoartrite nos joelhos e quadris do que homens que fazem pouco ou nenhum exercício.

O trabalho mostrou risco duas vezes maior em jogadores de futebol ou handebol, e três vezes maior em jogadores de hóquei. O estudo foi publicado no “American Journal of Sports Medicine”.

O estudo foi feito com mais de 700 atletas aposentados, com idades entre 50 anos e 93 anos e quase 1.400 homens da mesma idade que se exercitaram pouco ou nada.

A osteoartrite ocorre quando há um desgaste excessivo da cartilagem que amortece as articulações. Nesse caso, os ossos acabam raspando um no outro, causando dor.

LESÕES E CUIDADOS

Segundo o fisiologista do esporte do Hospital do Coração, Diego Leite de Barros, lesões ósseas e musculares fazem parte da rotina de quem escolheu essa profissão.

Esporte de rendimento não é uma atividade física saudável. Os atletas abrem mão de parte de sua saúde em busca de performance“, diz.

Barros aponta que o principal fator para a ocorrência de lesões, seja em profissionais, seja em amadores, são altas cargas de treinamento em curto período de tempo.

Com o esforço excessivo, não há tempo para o corpo usar seus mecanismos de recuperação. O principal deles é o próprio músculo, que protege ossos e articulações, desde que seja exercitado da maneira correta.

Apesar de o estudo sueco ter sido focado nos homens, esportes de impacto podem ser perigosos para ambos os sexos. Segundo um levantamento feito pelo Instituto do Joelho do HCor em outubro, em 2011 foi observada uma alta de 20% no número de mulheres atendidas com lesões nessa articulação na comparação com 2010.

A elevação é atribuída à tendência atual das mulheres de praticarem esportes de impacto como futebol e corrida de aventura, antes redutos masculinos.

Com relação ao coração e ao pulmão, Barros diz que o maior risco é para quem começa a fazer atividade física sem passar por um check-up.

“O esforço pode desencadear um problema cardíaco já presente. Não são raros os casos de infarto em quem começa um esporte sem acompanhamento. Mas, se existe o aval do cardiologista, não há com o que se preocupar.”

Em atletas, o efeito no coração é a longo prazo. Ao longo dos anos, a tendência é que o órgão aumente de tamanho, o que pode levar a insuficiência cardíaca em alguns casos. Isso ocorre com maratonistas, segundo outro estudo recente.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– João Compostura e a posição dos corcundas de hoje em dia.

Algo que me preocupa bastante nos dias atuais, é a postura no uso dos equipamentos eletrônicos! Estarmos com tantos equipamentos no cotidiano, nos fez esquecermos da coluna, dos ombros e da posição saudável das costas.

Confesso: fico amedrontado (por mim, por meus amigos e por tantos que nem conheço) ao ver corcundas na frente das telas! O prejuízo a médio e longo prazo é certo.

No link abaixo, uma brincadeira do humorístico Pânico, através de uma publicidade do medicamento Dorflex, que retrata esse problema: a posição errada que frequentemente ficamos estando com computadores e celulares.

Assista em: https://youtu.be/zMEjT7IcSTI

– Sensação ou Tentação?

Esse chocolate deveria, ao invés de Sensação, ser chamado “Tentação”

Por que tanta coisa gostosa engorda?

É comer e amanhã, correr. Desforrar no cooper!

Imagem

– Saúde com o cooper!

Um cooper que valeu a pena neste domingo!

Circuito bonito, gente mantendo distanciamento, manhã agradável.

Perfeito!

 

– Bom domingo (Parte 1 de 4)

👊🏻 Olá amigos!
Uma manhã agradável destinada à atividade física surgiu lá fora. Para controlar o cortisol, vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?
Quem gosta de corrida, venha junto. Motivando no clique 1 de 4:

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #nike #mizuno

– Exercite-se!

E depois de tanta atividade física pesada, vale a pena uma pedalada.

A bicicleta “roda sozinha” nesta ciclovia tão bacana às margens da Lagoa do Taboão (especialmente com esses raios de sol da manhã…).

Exercite-se! O corpo e a mente agradecem.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– 8 anos da Decepção com Lance Armstrong.

Relembrando – e inconformado! Abaixo:

Pelos títulos, carisma, luta contra o câncer e assistencialismo praticado, eu ainda tinha esperanças de que fosse engodo de seus críticos, mas ele próprio confirmou…

Falo do dopping do mega campeão de ciclismo Lance Armstrong, onde de fato seus títulos foram conquistados ilegalmente.

Como ele conseguiu enganar tanta gente por tanto tempo?

Sozinho?

Duvido que não tenha cúmplices e outros figurões importantes envolvidos.

Agora, a sociedade ligada ao esporte deve questionar se é só no ciclismo que existe isso. Como o tênis, o futebol, o vôlei, a natação e outros tantos esporte estão cuidando do uso de substâncias proibidas? Há rigor e controle minucioso, ou apenas exames protocolares para se dizer que existe fiscalização.

O que mais dói é que Lance mobilizou o planeta com sua Fundação de Combate ao Câncer, conseguindo importantes doações e ajudando muita gente. Uma pena que, certamente, a filantropia diminuirá sensivelmente.