– Recomandare (não faça guerra, faça amor).

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– Rússia fora da Copa do Mundo.

É o preço que os esportistas estão pagando pela guerra realizada por seus líderes: a Rússia está fora das Eliminatórias da Copa do Mundo, e, portanto, não disputará a World Cup Catar 2022.

Sejamos sinceros: desportivamente, não fará falta. Mas não deveria ser desse jeito…

Paz no mundo, pois todos perdem com a guerra!

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– Afinal, quem são os greco-católicos ucranianos?

Na Ucrânia, os católicos sofreram diversas perseguições ao longo da história, especialmente nos tempos da União Soviética. Os comunistas queriam uma igreja ortodoxa russa como dominante, e controlada por Moscou.

Houve resistência, e hoje aproximadamente 1/10 da população professa a fé católica, sendo 1% de católicos apostólicos romanos e 9% de greco-católicos ucranianos (que usam o rito bizantino e estão ligados ao Vaticano, não sendo uma igreja à parte).

Entendendo a “geografia da fé” na Ucrânia e o sofrimento do povo local, neste texto extraído de: https://www.acidigital.com/noticias/catolicos-da-ucrania-sao-poucos-e-muito-perseguidos-33309

CATÓLICOS DA UCRÂNIA SÃO POUCOS E MUITO PERSEGUIDOS

Militares russos entraram na Ucrânia em vários pontos ontem precedidos por ataques de mísseis contra alvos militares e cidades.

Embora a maioria da população da Ucrânia seja ortodoxa oriental, os católicos estão entre os que sofrem com a invasão russa do país. Abaixo, algumas informações sobre a população católica da Ucrânia:

Igreja Greco-Católica Ucraniana

Cerca de 9% dos ucranianos são greco-católicos, o que significa que são católicos, mas usam o rito bizantino. A grande maioria deles faz parte da Igreja Greco-Católica Ucraniana, liderada pelo arcebispo-mor Sviatoslav Shevchuck da arquieparquia ucraniana de Kiev-Halych.

O rito bizantino celebra a liturgia na forma usada pelas Igrejas Ortodoxas Orientais, usando regularmente a Divina Liturgia de São João Crisóstomo.

Os greco-católicos ucranianos estão concentrados no ocidente do país, perto da fronteira com a Polônia, especialmente em Lviv. Existem, no entanto, 16 eparquias ou exarcados (equivalentes a dioceses ou vicariatos) da Igreja em todo o país, inclusive na Criméia, tomada pelos russos em 2014, Luhansk e Donetsk.

A Igreja Greco-Católica Ucraniana está enraizada na cristianização do século X da Rus’ de Kiev, um Estado cuja herança a Ucrânia, a Rússia e a Bielorrússia reivindicam. Esse evento também forma as raízes da Igreja Ortodoxa Russa, da Igreja Ortodoxa Ucraniana (Patriarcado de Moscou) e da Igreja Ortodoxa na Ucrânia.

Essa Igreja também tem uma presença considerável no Brasil, nos EUA, no Canadá e na Polônia, além comunidades menores em outros lugares da Europa, Argentina e Austrália.

Católicos de rito latino

Há também uma hierarquia de ritos latinos ou romanos na Ucrânia, à qual pertence cerca de 1% da população. Também concentrada no oeste do país, essa comunidade tem seis dioceses sufragâneas da arquidiocese de Lviv, e tem laços culturais com a Polônia e a Hungria.

Outras

A Ucrânia também abriga a Eparquia Católica Rutena de Mukachevo e a Arqueparquia Católica Armênia de Lviv.

A Igreja Católica Rutena também usa o rito bizantino, e se concentra na fronteira com quatro vizinhos ocidentais da Ucrânia. Há cerca de 320 mil católicos na eparquia de Mukachevo, que são servidos por cerca de 300 padres.

Há uma Arqueparquia Católica Armênia em Lviv, embora esteja vacante desde a Segunda Guerra Mundial. Os armênios católicos na Ucrânia são poucos e muitas vezes confiados aos cuidados pastorais de sacerdotes de outras Igrejas católicas.

Perseguição

As igrejas católicas foram severamente perseguidas na Ucrânia quando o país era parte da União Soviética.

A Igreja Greco-Católica Ucraniana foi proibida sob o domínio soviético, de 1946 a 1989, e a Igreja Católica Rutena foi suprimida em 1949.

O conflito entre a Rússia e a Ucrânia na década de 2010 trouxe novos temores de perseguição.

Em 2014, após a anexação russa da Crimeia e conflitos armados em outras regiões fronteiriças entre militares ucranianos, rebeldes pró-russos e soldados russos, o então núncio apostólico na Ucrânia alertou para um retorno da perseguição.

“O perigo de repressão da Igreja Greco-Católica existe em qualquer parte da Ucrânia que a Rússia possa estabelecer sua predominância ou continuar por meio de atos de terrorismo para avançar com sua agressão”, disse o arcebispo Thomas Gullickson em 23 de setembro de 2014.

Gullickson foi núncio na Ucrânia de 2011 a 2015 e se aposentou em 2020, aos 70 anos.

“Muitas declarações vindas do Kremlin nos últimos tempos deixam poucas dúvidas sobre a hostilidade e intolerância ortodoxa russa em relação aos greco-católicos ucranianos”, disse ele em setembro de 2014 aos diretores da fundação pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre.

“Não há razão para excluir a possibilidade de outra repressão generalizada à Igreja Greco-Católica Ucraniana, como ocorreu em 1946 com a cumplicidade dos irmãos ortodoxos e a bênção de Moscou”, afirmou.

Muitos clérigos católicos romanos e gregos foram forçados a deixar a Crimeia após sua anexação. Tanto os católicos romanos quanto os gregos enfrentaram dificuldades para registrar adequadamente a propriedade da propriedade da igreja e garantir a residência legal para seu clero.

Sob a União Soviética, 128 padres, bispos e freiras da Igreja Católica Rutena foram presos ou enviados para o exílio na Sibéria. A eparquia de Mukachevo teve 36 sacerdotes mortos durante a perseguição.

O beato Theodore Romzha foi bispo ruteno de Mukachevo por três anos antes de ser morto em 1947 pelo NKVD por ordem de Nikita Khrushchev, então chefe do Partido Comunista da Ucrânia.

O beato Romzha é um dos mais de 20 mártires ucranianos do século XX beatificados por são João Paulo II durante sua visita à Ucrânia em 2001.

Militar ucraniano reza com vela na mão / Cortesia ACN

– A Rússia e a invasão na Ucrânia: o Pripyat como testemunha!

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky confirmou que após mediação do presidente da Bielorrusia, Oleksandr Lukashenko (o ditador que se perpetua no poder), haverá uma reunião na divisão de seus países, à beira do rio Pripyat, com um enviado do presidente russo Putin para tentar resolver o conflito.

Pela imprensa internacional, ali poderá acontecer um momento histórico: a rendição da Ucrânia para poupar vidas, mudando o governo local, com alguém alinhado à Rússia.

A pressão é enorme, pois a Rússia colocou armas nucleares à beira das fronteiras. Não deve usá-las, obviamente, mas é um gesto de força.

Tomara que a paz volte, mesmo que infelizmente o opressor tenha vencido.

Em tempo: há pouco, os russos explodiram o famoso Antonov, o maior avião do mundo:

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Mapa: veja de onde partiram os ataques da Rússia contra a Ucrânia - Notícias - R7 Internacional

Imagem: Reprodução TV Record, extraída de: https://noticias.r7.com/internacional/mapa-veja-de-onde-partiram-os-ataques-da-russia-contra-a-ucrania-24022022

– Today! We are all Ukrainians!

Que o mundo seja solidário aos ucranianos! Um texto sobre isso, abaixo:

Hymne de Ukraine – Anthem of Ukraine Extrait de la Déclaration d’ouverture du procureur général américain ROBERT H. JACKSON du 21 Novembre 1945 à …

Continua em: Today!We are all Ukrainians!

– O Papa Francisco foi pessoalmente à Embaixada da Rússia pedir paz.

E o Papa Francisco, mesmo com fortes dores no joelho (fato que tem o obrigado a cancelar diversos compromissos) foi à Embaixada da Rússia expressar sua tristeza pela guerra contra a Ucrânia e pedir paz. Lá, se ofereceu para mediar um encontro entre os líderes dos países envolvidos para por fim ao conflito.

Excelente! Um pontífice que não tem medo de lutar pela harmonia entre os povos.

Extraído de: https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2022-02/guerra-na-ucrania-leva-papa-embaixada-da-russia-no-vaticano

GUERRA NA UCRÂNIA LEVA PAPA À EMBAIXADA DA RÚSSIA

(Matéria no link acima)

FILE PHOTO: Pope Francis holds weekly general audience at the Vatican

Foto de Guglielmo Mangiapane / Agência Reuters

– As oportunidades do futebol com a crise no futebol do Leste Europeu.

Sem dúvida alguma, os times de futebol da Ucrânia entrarão em colapso – seja pelas questões financeiras ou pelas questões esportivo-sociais. Afinal, quem não é ucraniano (e também quem é) quer fugir da guerra que ocorre por lá.

Nunca gostei deste termo, cuja autoria não me lembro, mas que é verdadeira: “guerras têm seu peso na vida das pessoas mas também são oportunidades”. De tal forma, muitos atletas brasileiros desejarão retornar ao nosso país (e até por motivos emocionais, tenderão a jogar por aqui). Das dezenas de jogadores de futebol, alguns jovens: David Neres (ex-SPFC) e Pedrinho (ex-Corinthians) poderão ser repatriados.

Tudo isso, queiramos ou não, é natural. Por mais que tentemos, nunca conseguiremos sentir o desespero de uma pessoa que está com sua esposa e filhos num território em conflito. Não temos esse nível de empatia, pois ninguém de nós vivenciou uma guerra em solo estrangeiro…

Campeonato Ucraniano: maiores campeões, artilheiros e história

Imagem extraída de: https://www.esportelandia.com.br/futebol/campeonato-ucraniano/

– Uma triste realidade…

Não prevíamos nada disso… Até quando seremos humanos sem humanidade?

– O PT no Senado apoiando a Rússia? Caramba!

Sem compaixão, o perfil do PT no Senado na Rede Social “Twitter” culpou os Estados Unidos pela invasão da Rússia contra a Ucrânia!

É mole?

Somente a Venezuela de Nicolas Maduro e a república de Belarus aplaudiram Putin pela impiedosa invasão contra inocentes. Falamos sobre isso em: https://wp.me/p4RTuC-B93.

Nojento, insensível e inacreditável. Onde está a compaixão para com o povo ucraniano? E dar a entender que é um direito da Rússia a invasão para ser mais forte é de uma idiotice sem igual.

Com a palavra, o presidente de honra do partido, Luís Inácio Lula da Silva. Aliás, após a péssima repercussão, o tuíte foi apagado.

Em tempo: estamos perdidos… Bolsonaro e sua incapacidade de construir pontes, vacilando no discurso contra a invasão; Lula e sua trupe usando de demagogia, e outros não-confiáveis candidatos… pobre Brasil…

Extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/politica/no-twitter-pt-critica-eua-por-politica-de-agressao-a-russia-mas-apaga-post/

PT CRITICA EUA POR POLÍTICA DE AGRESSÃO À RÚSSIA

Na manhã desta quinta-feira (24), o perfil oficial do Partido dos Trabalhadores (PT) no Senado no Twitter publicou dois posts sobre a guerra Rússia-Ucrânia, que foram apagados posteriormente.

As postagens diziam que “o PT no Senado condena a política de longo prazo dos EUA de agressão à Rússia e de contínua expansão da Otan em direção às fronteiras russas. Trata-se de política belicosa, que nunca se justificou, dentro dos princípios, dentro dos princípios que regem o Direito Internacional Público”.

Um segundo post acrescentava que “essa política imperialista produziu o quadro geopolítico que explica o atual conflito na Ucrânia. Tal conflito, frise-se, é basicamente um conflito entre os EUA e a Rússia. Os EUA não aceitam uma Rússia forte e uma China que tende a superá-los economicamente”. Essa postagem também foi deletada.

Procurada pela CNN, a assessoria do PT no Senado informou que a nota foi retirada do ar para ser “ajustada”. “Ela foi feita por nós e verificamos a necessidade de ajustes. Foi retirada e deve ser republicada, se a bancada assim decidir”, disse a assessoria. Uma nova versão foi publicada, pedindo uma solução “pacífica” para o conflito no leste europeu.

“O Partido dos Trabalhadores sempre defendeu que as relações internacionais sejam pautadas pelo respeito à autodeterminação dos povos e no diálogo democrático entre países, visando a construção da paz, progresso e justiça social para todos”, diz o texto, assinado pela presidente da legenda, a deputada federal Gleisi Hoffmann, e pelo secretário de Relações Internacionais do partido, Romênio Pereira.

A nota segue, dizendo que “a resolução de conflitos de interesses na política internacional deve ser buscada sempre por meio do diálogo e não da força, seja militar, econômica ou de qualquer outra forma”.

“Neste momento, entendemos que a solução do contencioso entre Rússia e Ucrânia deve se dar de forma pacífica, utilizando todas as possibilidades de mediação em fóruns multilaterais”, conclui o texto.

Manifestantes carregam bandeira do PT durante ato em Brasília

Manifestantes carregam bandeira do PT durante ato em Brasília. IMAGEM: Lula Marques/PT