– O Novo Capitalismo Consciente

Você sabe o que é o termo “Capitalismo Consciente“, que virou moda nos EUA?

Lucrar por si só não é o correto. Veja a proposta dos administradores de lá:

(Extraído da Isto É, ed 2344, 29/10/2014, pg 35-37)

O NOVO CAPITALISMO QUE ESTÁ MUDANDO O MUNDO

Para as empresas conscientes, lucrar é bom, mas não é tudo. É preciso preservar o meio ambiente, promover a felicidade dos empregados, ser transparente nas ações e adotar modelos de negócios que gerem impactos positivos para toda a sociedade

por Fabíola Perez e Mariana Queiroz Barboza

O capitalismo do século 21 chegou a uma encruzilhada. O caminho comum leva ao lucro a qualquer preço, indiferente aos impactos perversos que a busca pelo sucesso financeiro imediato possa acarretar. A outra rota é longa e exige firme disposição dos viajantes. Ao contrário do percurso fácil, ela conduz a um destino mais nobre – um mundo melhor para acionistas, executivos, funcionários, parceiros, fornecedores e consumidores. Ou seja, para todos e qualquer um. No segundo percurso está um grupo de companhias inseridas no movimento “Capitalismo Consciente”, surgido nos Estados Unidos há sete anos e que ganha adeptos na mesma velocidade em que as velhas fórmulas capitalistas perdem força. Ser uma empresa consciente não significa negligenciar a performance econômica. Para uma companhia sintonizada com os novos tempos, lucrar é bom, mas não é tudo. É preciso respeitar e preservar o meio ambiente, promover a felicidade dos empregados, ser transparente nas ações e adotar modelos de negócios que gerem impactos positivos para toda a sociedade.

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ECONÔMICO
Yvon Chouinard, da grife de roupas Patagonia: crítico do consumo
em excesso, pediu mais de uma vez que seus clientes
comprassem apenas o necessário

O novo capitalismo que está transformando o mundo une empresas tão díspares quanto uma fabricante de materiais esportivos, uma rede varejista ou uma gigante do setor de alimentos. Criada pelo alpinista Yvon Chouinard, a grife californiana de roupas Patagonia se tornou um dos ícones máximos do movimento. Antes que a questão da sustentabilidade fosse conhecida, Yvon percebeu nos anos 1980 que o algodão cultivado com pesticidas produzia substâncias tóxicas que provocavam dor de cabeça em seus funcionários. A empresa passou a utilizar materiais orgânicos e reciclados, energia renovável e a defender a redução do consumo, aumentando a durabilidade de seus produtos. Yvon é mesmo um sujeito diferente. Crítico feroz do consumo vazio e em excesso, pediu mais de uma vez que seus clientes comprassem apenas o necessário. Graças à maneira Patagonia de ser, a grife consolidou-se e se tornou uma gigante global presente em 15 países e com faturamento de US$ 600 milhões.

Fundador e copresidente mundial da varejista americana Whole Foods, John Mackey tem visões de mundo parecidas com as de Yvon Chouinard. “Cada empresa tem o acionista que merece” é um dos mantras que definem seu estilo. Dentro de sua estrutura corporativa, a Whole Foods disponibiliza todas as informações financeiras, inclusive sobre salários, para os 80 mil funcionários, e exige que a disparidade salarial da base ao topo não passe de 20 vezes. Ser consciente, portanto, não significa apenas ser sustentável (daí a diferença com o conceito de sustentabilidade), mas buscar, entre outras coisas, a felicidade de todas as pessoas envolvidas com a empresa. No fundo, John procura gerar impactos positivos para toda a sociedade. “A melhor forma de aumentar os lucros é não fazer disso o principal objetivo do negócio”, escreveu o empresário em um manifesto a favor do capitalismo consciente. O indiano Raj Sisodia tem números que comprovam a tese do fundador da Whole Foods. No longo prazo as empresas conscientes obtêm desempenho mais de duas vezes melhor que o das concorrentes.

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POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO
John Mackey, da Whole Foods: ele não permite que a diferença
salarial entre o topo e a base seja superior a 20 vezes

No Brasil, o movimento ganhou força nos últimos cinco anos. De acordo com André Kaufmann, presidente da organização “Capitalismo Consciente no Brasil”, os pilares dessa nova frente podem prosperar não só em mercados maduros, mas também em países emergentes. “Alguns empresários já começaram a perceber que o consumidor jovem tem muito mais critério ao escolher produtos e serviços”, diz Kaufmann. Para o fundador do Pão de Açúcar e presidente do Conselho de Administração da BRF, Abilio Diniz, há algo além do lucro que precisa ser considerado. “O empresário precisa ter orgulho do que faz e consciência do que acontece a sua volta”, diz Abilio.

O movimento ganhará fôlego no País com a chegada da sorveteria Ben&Jerry’s (a primeira loja foi inaugurada em setembro, em São Paulo), famosa pelos sabores estranhos e por seu forte engajamento social. Com uma longa e bem-sucedida trajetória nos Estados Unidos, a empresa, criada em 1978 por Ben Cohen e Jerry Greenfield, apoiou projetos para ajudar a manter famílias de produtores agrícolas em suas terras, uniu-se à Children’s Defense Fund, fundação sem fins lucrativos que luta para dar visibilidade às necessidades básicas de crianças americanas, defende veementemente o casamento gay e posicionou-se contrariamente à exploração de petróleo no Ártico – temas que não têm nenhuma ligação com o seu negócio. Em 2011, quando manifestantes foram às ruas de Nova York para protestar sob o lema “Ocupe Wall Street”, a Ben&Jerry’s declarou apoio às causas, gesto que não foi repetido por nenhuma outra empresa americana. Para os fundadores, é possível lucrar, atrair investidores e ser responsável ao mesmo tempo.

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“A empresa está comprometida com o conceito de prosperidade compartilhada, que procura beneficiar todas as pessoas e comunidades envolvidas em seu processo de produção, da comercialização à venda”, disse à ISTOÉ Sean Greenwood, porta-voz global da companhia. O resultado do DNA consciente? Um faturamento de US$ 500 milhões e 600 lojas em 33 países. Alguém ainda duvida que o capitalismo consciente veio para ficar?

– A Moeda que não se Mensura o Valor

Elie Horn, o bilionário empreendedor brasileiro dono da Construtora Cyrela, judeu praticante e notoriamente conhecido como empresário de sucesso, disse à Robson Viturino, da Revista Época Negócios (Ed 24, pg 108), que quer doar metade da sua fortuna à Caridade. E na entrevista, uma frase me chamou a atenção:

A única moeda universal é o BEM. Esta não tem Banco Central. O resto fica aqui na terra

Parabéns. Dispensa qualquer comentário!

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– Estamos, de fato, preservando a Serra do Japi?

Na virada das última administração municipal, o Jornal O Estado de São Paulo trouxe uma reportagem sobre novos e irregulares empreendimentos na área de proteção ambiental da Serra do Japi. Repercutiu demais, especialmente por suspeita de favorecimentos escusos. Os desdobramentos posteriores foram retratados aqui:

https://professorrafaelporcari.com/2012/02/14/frente-de-defesa-da-area-de-protecao-ambiental-promove-abaixo-assinado-em-defesa-da-serra-do-japi/

Agora, vejo uma postagem do Cesar Tayar, pré-candidato à Prefeitura, sobre uma suposta imoral situação envolvendo a Serra. Muito preocupante… Por mais que alguém queira desqualificar seu artigo alegando motivação eleitoral, não dá para ignorar.

E o Ministério Público, não se manifestará?

Lembremo-nos: mata nativa desmatada é irrecuperável, e os danos ao ecossistema imensuráveis…

Abaixo, em:

http://cesartayar.blogspot.com.br/2016/01/pobre-serra-do-japi.html

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– Coloque uma melancia na cabeça, Daniel Alves!

Desejar ser simpático nunca foi o forte do lateral direito Daniel Alves. Sempre ríspido com os jornalistas, na última semana falou alguns palavrões à imprensa e outras bobagens/insultos.

Nesta 2a feira, na premiação do Bola de Ouro da FIFA, apareceu vestindo um terno com alusão à… Maconha!

Pra quê isso?

Atleta de destaque não deveria ter consciência do que representa?

Ao invés de querer escandalizar, deveria ser menos arrogante e jogar bola, que é o que ele sabe fazer no Barcelona.

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– Solidariedade se ensina e se pratica!

Já explanei em outras oportunidades os motivos e circunstâncias aos quais me tornei doador voluntário de sangue e hemoderivados, além da defesa de tal importante causa.

Nesta segunda-feira, começo orgulhosamente o primeiro dia útil do ano doando plaquetas, e com satisfação ímpar tendo minha filha ao lado, que fez questão de estar presente à doação, com seu cartaz de incentivo!

Sem palavras. Estou feliz pela ação solidária e igualmente alegre por colocar na cabecinha dessa pura criança a necessidade de ajudar. Ela já prometeu que quando crescer também vai ser doadora.

Doe Sangue, Doe Hemoderivados. A vida agradece. E o mais importante: você ajuda a algum necessitado que não conhece ou que não poderá lhe agradecer

 

– Passeio Solidário Canino na Praça dos Dogs

Participamos de um dia muito diferente: um encontro de cães com propósito assistencialista.

Não só pela causa (claro, ela é importante mas existem também outras prioritárias), mas por ver gente que se mobilizou para fazer algo diferente em prol dos animais. 

E o legal é que existe uma praça própria para cães em Jundiaí: a Praça dos Dogs, na Rua José Leme do Prado, no Jardim Primavera (ao lado da Astra 1), preparado para essa finalidade e que foi o local onde ocorreu o evento.

Participe de outros eventos também! Para nós, valeu o dia.

PepitaDog

– A Lama do Rio Doce se encontrando com o Oceano Atlântico!

E a Lama da tragédia da Samarco em Mariana/MG que invadiu o Rio Doce atravessou MG, passou pelo ES e enfim chegou ao Oceano Atlântico…

As imagens impressionam. Acho que tudo o que deveria ter sido dito, já foi!

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– Novembro Azul: o Fim do Preconceito Bobo em nome da Saúde da Próstata

Se em Outubro costuma-se realizar a ação social de conscientização ao câncer de mama denominada Outubro Rosa, agora é a vez da divulgação da preocupação à prevenção do câncer de próstata através da campanha do “Novembro Azul”!

Infelizmente, há ainda aqueles que evitam o exame do toque retal por puro preconceito. Bobagem de machões ignorantes, que preferem dizer que há constrangimento (injustificável, é claro) do que cuidar da saúde.

Abaixo, sobre a iniciativa, extraído do site da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU):

NOVEMBRO AZUL

O movimento Novembro Azul é realizado em parceria pela SBU e o Instituto Lado a Lado com o objetivo de orientar a população masculina sobre a importância do exame de toque retal e PSA para diagnóstico precoce do câncer de próstata.

O câncer de próstata é mais incidente que o câncer de mama, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), que em sua estimativa 2012/2013 apontou 60.180 novos casos de câncer de próstata e 52.680 de mama. Pesquisa* realizada pelo Datafolha para a SBU, em 2009, constatou que o preconceito com o exame de toque retal ainda é forte no Brasil. Apenas 32% dos homens brasileiros declararam já ter feito o exame.

De acordo com o presidente da SBU, Aguinaldo Nardi, cerca de 30% dos pacientes do SUS são diagnosticados com câncer de próstata já avançado. Se forem descobertos no início, 90% dos casos são curáveis. “Um a cada seis homens terá câncer de próstata e 1 a cada 36 morrerá da doença”, afirma Nardi. De acordo com ele, falta uma porta de entrada para o paciente masculino.

Por isso, a SBU vai entregar uma lista de sugestões aos parlamentares, entre elas está a criação de Centros de Referência em Saúde do Homem, para melhorar seu acesso ao SUS. Hoje, Centros de Referência da Mulher recebem as pacientes encaminhadas pelo programa de saúde da família, o que agiliza seu atendimento. Já o homem, se tiver suspeita de alguma doença, é encaminhado aos ambulatórios de especialidades e aguardará, talvez, meses para ter uma primeira consulta.

Desde 2004, a SBU realiza ações de conscientização sobre a doença, tendo já contado com o apoio da apresentadora Ana Maria Braga, em 2004, e de Tony Ramos, em 2005. Desde 2012, a SBU realiza o Novembro Azul em parceria com o Instituto Lado a Lado pela Vida.

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– A Omissão dos Responsáveis na Barragem de Mariana

Duas barragens da mineradora Samarco se romperam e a força das águas destruiu o distrito de Bento Rodrigues, na cidade de Mariana/MG.

As autoridades investigam o número de mortos e a comunidade tenta socorrer as vítimas desalojadas.

A pergunta é: mesmo que a empresa exploradora de minérios banque os estragos (que serão milionários), nada custeará a vida das pessoas.

Outra coisa: tudo isso não seria evitável, caso existisse prevenção?

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– Outubro Rosa e o Testemunho da Minha Família!

#OutubroRosa

Se viva fosse, minha vó Nória Barroca faria aniversário hoje.

Ô velhinha danada… A Simpatia em forma de pessoa. Há 21 anos ela partiu. Minha mãe, já faz 18! Ambas por culpa do Câncer de Mama.

Aproveite que a sociedade está fazendo a Campanha do “Outubro Rosa“, em prol da prevenção e combate a essa maldita doença. Quanto antes descobrir, melhor. Naquele tempo, minha mãe e minha vó não sabiam nada sobre isso, e quando perceberam…

Acesso a informação é ótima prevenção!

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– E Viva a Iniciativa do Outubro Rosa

Outubro é o mês em que historicamente se chama a atenção para a prevenção do Câncer de Mama. Para isso, o “Cor-de-Rosa” é usado para lembrar as mulheres do auto exame.

Aliás, sabe como surgiu a iniciativa?

Abaixo, extraído de: http://www.outubrorosa.org.br/historia.htm

OUTUBRO ROSA

O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.

A história do Outubro Rosa remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade (www.komen.org). 

Em 1997, entidades das cidades de Yuba e Lodi nos Estados Unidos, começaram efetivamente a comemorar e fomentar ações voltadas a prevenção do câncer de mama, denominando como Outubro Rosa. Todas ações eram e são até hoje direcionadas a conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce. Para sensibilizar a população inicialmente as cidades se enfeitavam com os laços rosas, principalmente nos locais públicos, depois surgiram outras ações como corridas, desfile de modas com sobreviventes (de câncer de mama), partidas de boliche e etc. (www.pink-october.org).

A ação de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros e etc. surgiu posteriormente, e não há uma informação oficial, de como, quando e onde foi efetuada a primeira iluminação. O importante é que foi uma forma prática para que o Outubro Rosa tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e que, principalmente, pudesse ser replicada em qualquer lugar, bastando apenas adequar a iluminação já existente.

A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, motivando e unindo diversos povos em em torno de tão nobre causa. Isso faz que a iluminação em rosa assuma importante papel, pois tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar no mundo.

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– A Piada Homofóbica sobre o SPFC e a repercussão mais tolerante

Foi há 1 mês: o Programa humorístico Zorra Total da Rede Globo levou ao ar um quadro onde um soldado gay era enterrado. Na ocasião, ele recebeu honras militares e uma bandeira do time do seu coração, o São Paulo.

Muita gente reclamou de homofobia; outros não gostaram da associação; as redes sociais bombaram entre piadas e protestos. Mas, em documento oficial, o próprio SPFC publicou:

Somos o Clube que ama a Libertadores, e também a liberdade. Sonhamos com um mundo, que já conquistamos três vezes, muito melhor. Somos o Clube da Fé. E é com a Fé que carregamos no peito que acreditamos que todo mundo deve ser feliz. Respeitamos as diferenças, pois vejam só: amamos a união do vermelho, do branco e do preto. Aqui, o cartão vermelho é para o preconceito. Somos gigantes. Somos todos Tricolores. O São Paulo Futebol Clube é contra qualquer tipo de discriminação.

Saiu-se bem o clube, não? Talvez esteja nascendo um princípio de tolerância nesses novos tempos da sociedade. Claro, alguns membros de torcidas adversárias mais fanáticas atazanaram em gozações, e outros, mais respeitosos, condenaram.

Até qual ponto os clubes aceitam/ aceitarão facções gays em suas fileiras? E os próprios torcedores tradicionais?

Aliás, fica a observação: nos anos 80, o programa “Os Trapalhões” era sucesso em audiência com suas piadas politicamente incorretas. Hoje, com a mudança dos padrões educacionais e sociais, talvez teriam que se reinventar…

A propósito: quais dos 12 clubes grandes do Brasil (4 SP, 4 RJ, 2 MG e 2 RS) teriam a grandeza de vestir um uniforme rosa em alusão à campanha “Outubro Rosa” em prol do combate e prevenção ao câncer de mama?

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– Para construir no Medeiros vale tudo?

Coisas que valem a reflexão: as chácaras “Dólar Furado“, “Piloto” e “Café com Polenta” foram vendidas recentemente. Ambas estão no trecho conhecido como Retão, na Avenida Reynaldo Porcari, onde predominam várias chácaras. 

A “Dólar Furado” virará um “condomínio-praia“, com muita propaganda. A “Café com Polenta” e a “Piloto”, que são vizinhas, tornaram-se um terreno só e ali se deseja a construção de vários prédios

Puxa, é visível o desmatamento. As plantações de uva, os pinheiros e as benfeitorias das chácaras foram destruídas. Desmatou-se à vontade, sem se preocupar com nascentes e mata. Os animais e aves perderam uma boa porção de terra. E onde caberá tanta gente?

Aliás, como é que a Prefeitura Municipal permite isso? Não existe impacto ambiental? E os relatórios de aumento do nível de ruído, de tráfego, de sustentabilidade… Vejo tanta gente ter problema com isso, e outros não?

Onde haverá escola para essa gente? E vias para os carros? 

Não dá para transformar propriedades de veraneio em prédios de uma hora para a outra. O bairro é composto por sítios e loteamentos horizontais. Como se muda tudo facilmente? E infraestrutura?

A propósito: os vizinhos não tem força ativa? Eu, particularmente, serei vizinho de prédios e vejo a terraplangem e as obras a 1000/hora, com barulho a todo instante, caminhões e serras-elétricas. É sério que nesse meio de mato os moradores não foram ouvidos? TODOS os meus vizinhos estão revoltados. 

O interessante é: mata nativa e árvores centenárias são derrubadas como se fosse capim. No domingo e no feriado, com a moto-serra já cortaram metade dessa amostra emblemática e simbólica do bairro (foto abaixo). 

E insisto na pergunta: PODE CONSTRUIR PRÉDIOS SEM CONTRAPARTIDA, COM A ANIMOSIDADE DOS VIZINHOS E DESMATANDO À VONTADE? O que dizem os relatórios públicos?

Mais: o Canil da Guarda Municipal em nosso bairro também não era uma contrapartida de loteamento? Primeiro se faz o empreendimento imobiliário para ganhar dinheiro; depois se pensa se vai ou não fazer a contrapartida? ERRADO! A contrapartida deve vir antes, como garantia de melhoria da infraestutura.

O processo era este: http://www.jundiai.sp.gov.br/planejamento-e-meio-ambiente/wp-content/uploads/sites/15/2014/09/EIV_RIV_Proc_20700-2_13.pdf ; curiosamente, não está mais disponível na Internet (não sei se momentaneamente ou não).

– Por um mundo mais respeitoso! A ridicularização da Charlie Hebdo com a tragédia do garotinho morto.

Lembram quando a Revista Charlie Hebdo foi atacada por terroristas islâmicos na França, onde cartunistas foram fuzilados a “queima-roupa” por desenhos ofensivos à Maomé?

O mundo condenou os atentados e defendeu o direito de expressão.

Eu também defendo a liberdade de expressão, condeno a violência mas pondero: deveria-se respeitar a fé alheia. Humor negro deve ser bem avaliado para não machucar nem ofender.

Agora, a publicação de mal gosto escancarou uma gozação com cartoons do pobre e indefeso menininho refugiado que morreu fugindo da Síria, à beira de uma praia, afogado.

Leio, agora (e só agora), que o mundo acha que tal tipo de humor deve ter limites. A charge indevida do garotinho sírio comoveu aqueles que defendiam as caricaturas sejam elas quais fossem.

Acho insensível e continuo dizendo: essa Charlie Hebdo desrespeita a humanidade, ofende as crenças e se acha auto-suficiente.

Veja que ridículo:
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Outras capas ofensivas: um Muçulmano Gay e a Santíssima Trindade Ninfomaníaca!

Constrangedor…
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– O Mega Escândalo da Volkswagen na Emissão de Poluentes do Diesel

Há pouco tempo, a VW revelou que tinha um revolucionário sistema ecologicamente correto para motores Diesel, que poluíam muito menos e seria um sucesso.

Não é que toda a sua propaganda era enganosa? O sistema “falsificava os dados em vistorias”, mas no dia-a-dia poluía comumente.

Tal escândalo levou à demissão do presidente mundial da Volks!

Toda a história, extraída de Globo.com, abaixo:

ESCÂNDALO DA VOLKSWAGEN: VEJA COMO A FRAUDE FOI DESCOBERTA

Denúncia surgiu neste mês, nos EUA, mas investigação começou em 2009. Inicialmente, montadora negou; depois admitiu fraude em milhões de carros

A Volkswagen está envolvida em um escândalo de falsificação de resultados de emissões de poluentes que levou, inclusive, à renúncia do presidente-executivo do grupo, nesta quarta-feira (23). O escândalo veio à tona na última quinta (17), nos Estados Unidos, mas as suspeitas foram levantadas muito antes. Veja abaixo a cronologia do caso.

2004-2007 – EUA endurecem padrões

O governo dos Estados Unidos endurece os padrões para emissão de óxido de nitrogênio (NOx), um dos principais poluentes resultantes da combustão do óleo diesel. Na época, as autoridades reconheceram que os novos níveis seriam difíceis de serem cumpridos.

2009 – Volkswagen anuncia carros com diesel limpo

A Volkswagen começa as vendas dos modelos de carros diesel que possuem um sistema diferente para cumprir regras de poluentes. Esses motores, chamados EA 189, dispensam o uso de ureia na mistura de gases e água, que ajuda a amenizar o efeito nocivo do óxido de nitrogênio, recurso mais comumente usado por outras montadoras.

2013 – Dados não batem

O baixo nível de emissões de veículos da Volkswagen com motor a diesel chama a atenção de um grupo independente, o Conselho Internacional de Transporte Limpo (ICCT, em inglês), que decidiu estudar o sistema para mostrar como o diesel poderia ser um combustível limpo, junto com a Universidade de West Virginia, nos Estados Unidos.

Eles começaram a analisar 3 carros: um Jetta 2012, um Passat 2013 e um BMW X5, rodando por cerca de 4.000 km entre a Califórnia e o estado de Washington. E constataram discrepâncias entre o nível de emissão observado e os números dos testes oficiais dos modelos da Volkswagen.

2014 – Governo dos EUA é alertado

O ICCT e a Universidade de West Virginia alertam a Agência de Proteção Ambiental (EPA), do governo federal, e o conselho de emissões da Califórnia (CARB) sobre a descoberta.

Na época, A Volkswagen afirmou que estudo era falho e culpou questões técnicas para os resultados. Mesmo assim, a empresa realizou um “recall branco” (quando não há obrigatoriedade e risco à segurança) de 500 mil carros nos EUA, prometendo resolver o caso, mas sem sucesso.

A CARB e a EPA continuaram a tentar encontrar o motivo das diferenças de dados em laboratório e nas ruas.

2015 – Software é descoberto

A EPA descobre que um software instalado na central eletrônica dos carros da Volkswagen altera as emissões de poluentes nesses veículos apenas quando são submetidos a vistorias. O dispositivo rastreia a posição do volante, a velocidade do veículo, quanto tempo está ligado e a pressão barométrica, baixando os poluentes emitidos. Em condição normal de rodagem, os controles do escape são desligados e os carros poluem mais do que o permitido.

18 de setembro de 2015 – Volkswagen é acusada

O governo dos Estados Unidos acusa a Volkswagen de burlar os dados de emissões de gases poluentes a fim de atender à regulamentação do país, e abre um processo criminal. Segundo a EPA, 482 mil veículos com motores a diesel violaram os padrões federais, entre eles Jetta, Beetle (chamado de Fusca no Brasil), Golf, Passat e o Audi A3 –da marca que pertence ao grupo Volkswagen. Os veículos foram fabricados entre 2009 e 2015.

20 de setembro de 2015 – Montadora se desculpa

O presidente-executivo da Volkswagen, Martin Winterkorn, divulga nota se desculpando pela má prática. “Pessoalmente e profundamente lamento muito que tenhamos quebrado a confiança de nossos clientes e do público. A Volkswagen não tolera nenhuma violação, nem de leis, nem de normas”, declarou.

21 de setembro de 2015 –  ‘Ferramos tudo’, diz CEO

“Ferramos tudo. Nossa empresa foi desonesta”, afirma o presidente da Volkswagen nos EUA, Michael Horn, durante o lançamento do Passat, em Nova York.

22 de setembro de 2015 –  Fraude envolve outros países

A empresa admitiu que um dispositivo que altera resultados sobre emissões de poluentes não foi usado apenas nos EUA, mas em 11 milhões de veículos a diesel em todo o mundo, em modelos de várias marcas pertencentes ao grupo. No entanto, não diz quais são os carros, nem em que países eles estão. Winterkorn torna a pedir desculpas, agora em um vídeo divulgado pela montadora.

23 de setembro de 2015 – ‘Chefão’ renuncia

Martin Winterkorn renuncia ao cargo de presidente-executivo e pede demissão da Volkswagem. No entanto, diz que não tem ciência de nenhum erro de sua parte. O Conselho  empresa também diz que Winterkorn “não tinha conhecimento da manipulação de dados de emissões”.

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– A Vida em 1o lugar!

Compartilho informativo importante sobre movimento de Cidadania promovido pela Diocese de Jundiaí, a ser realizado na próxima 2a feira.

Abaixo:

FÓRUM DAS PASTORAIS SOCIAIS DA DIOCESE DE JUNDIAÍ PROMOVE O “GRITO DOS EXCLUÍDOS” NO DIA 7 DE SETEMBRO

Por Reinaldo Oliveira

O Fórum das Pastorais Sociais da Diocese de Jundiaí, promove no dia 7 de setembro. Mais uma edição do Grito dos Excluídos. O Evento começa às 15h, na Catedral Nossa Senhora do Desterro, com uma celebração presidida pelo bispo Dom Vicente Costa.

O Grito dos Excluídos que é uma manifestação pacífica e política, em sua 21ª edição nacional e 5ª edição diocesana, traz como tema “Vida em primeiro lugar” e como lema “Que país é este, que mata a gente, que a mídia mente e nos consome”.

Num momento de grandes acontecimentos políticos, econômicos e sociais , o Grito vem com a proposta desde a sua criação, de ser um espaço aberto p à manifestação de todos/as que sentem ad dificuldades apresentadas pela brutal desigualdade social.

Por este motivo, como nos anos anteriores após a celebração na catedral, todos/as são convidados/as a “gritarem” seus sofrimentos e angústias, a na “fila do povo”, na praça central, organizada pelos agentes da Pastoral Fé e Política da Diocese de Jundiaí.

No dia 2 de setembro foi realizada uma coletiva de imprensa na sede da CNBB, em São Paulo, onde foi destacado este grande evento que é realizado em todo o Brasil, e que pode ser também conhecido através do site www.gritonacional.org.nr

O Fórum das Pastorais Sociais convida toda a população de Jundiaí e Região a participar de mais esta manifestação pacífica e juntar-se aos movimentos sociais, organismos, entidades sindicais e demais segmentos da sociedade civil organizada.

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– Corinthians e McDonald’s

Nada de criticar a ação de responsabilidade social do Corinthians em divulgar a campanha do McDonald’s em prol das crianças com câncer, usando as meias do palhaço Ronald McDonald’s.

Tudo muito bom. Mas só uma coisa me incomoda: o dinheiro revertido é só o do lanche descontado os impostos. Se fosse o da batata e do refrigerante… as crianças teriam mais a sorrir!

Fica para uma próxima discussão: quem ganha mais na campanha do McDia Feliz? Mas aqui conversaremos em outra oportunidade. O importante, primeiramente, é combater o câncer infantil.

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– Prefeitura de Itupeva atrasa INSS e FGTS dos funcionários?

Recebi essa matéria do jornalista Reinaldo Oliveira e me espantei: os funcionários têm descontados os valores, mas não são pagos o INSS e FGTS?

Abaixo, com espaço aberto para esclarecimentos de quem possa desejar:

PREFEITURA DE ITUPEVA ATRASA INSS E FGTS

Foi aprovado por unanimidade, na ses­são ordinária do dia 11/08, o requerimento nº 061/2015, solicitan­do do poder executi­vo informações sobre o não recolhimento do INSS e atrasos nos pagamentos do FGTS dos funcionários pú­blicos da Prefeitura de Itupeva. Com o anún­cio do projeto que visa criar o Estatuto dos Servidores Públicos Municipais, e o regime próprio da Previdên­cia, é maior a preocu­pação dos servidores e dos vereadores com relação aos encargos sociais sobre a folha de pagamento que estão com os recolhimen­tos em atraso. Agora os vereadores, auto­res do requerimento, aguardam a resposta do chefe do executivo para repassar as infor­mações aos servidores e ao sindicato, e tam­bém apos ter conhe­cimento dos valores em atraso acrescidos de multas e juros dis­cutirem como serão apropriados esses va­lores nos Projetos de Lei dos regimes esta­tutário e previdenci­ário do município de Itupeva.

Entenda o que pede o Requerimento:

  1. Em caso de contra­tos celetistas, infor­mar se os recolhimen­tos mensais de todos os encargos traba­lhistas, especialmente FGTS, INSS e PIS/PA­SEP foram efetuados nos prazos previstos na legislação nos últi­mos 2 anos. Em caso de eventual não cum­primento de prazos, foram despendidos recursos com paga­mentos de multas, ju­ros, correções ou ou­tros acréscimos?
  2. Há parcelamentos de valores referentes a recolhimento de INSS e FGTS? Se sim, os pagamentos estão em dia? Encaminhar con­trato de parcelamento e todos comprovantes de pagamento.

Sobre o que pensam os funcionários desta situação, assim falou a professora do Ensino Fundamental Rober­ta Polli, funcionária há 15 anos: “Fiquei sabendo que os be­nefícios não estavam sendo depositados, verifiquei e constatei que é verdade. Fiquei muito triste porque nunca nestes 15 anos ocorreu tal fato. E jus­tamente nesta admi­nistração, que tem a frente um prefeito do Partido dos Trabalha­dores, acontece este fato, é lamentável”,

Também a professora de Educação Especial, Valéria Longatti, fun­cionária há 11 anos, disse: “Comprei um apartamento e para isto usei o FGTS. Re­centemente fui à Caixa procurar informações sobre a amortização das parcelas e fui in­formada de um gra­ve problema: o meu pagador, a prefeitura de Itupeva não estava depositando o valor sobre o recolhimento do FGTS. Fiquei mui­to triste. Exijo e quero os meus direitos”.

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– A Vez dos Office “Velhos”?

Vejam que bacana: ao invés de office-boys, em São Paulo surge uma nova categoria: os office-velhos. Remuneração razoável, carteira registrada e alguns benefícios que os agradam são os atrativos. Abaixo:

Extraído de: http://is.gd/3lOj0w

FILA ESPECIAL E ÔNIBUS GRÁTIS SÃO ATRATIVOS PARA O AVANÇO DOS “OFFICE-VELHOS”

por Mariana Sallowicz

Apesar de estar aposentado há cinco anos, o auxiliar administrativo Nilson Lúcio, 64, não pensa em parar. Ele trabalha como “office-velho” -como vem sendo chamado o profissional da terceira idade que atua como contínuo. Ele vai a bancos no centro do Rio ao menos duas vezes por dia para pagar contas, fazer transferências e depósitos da empresa em que trabalha. Também faz outros serviços administrativos. A categoria vem crescendo na medida em que os idosos têm prolongado a permanência no mercado de trabalho. Segundo o IBGE, 40% dos homens com 60 anos ou mais estavam ocupados em 2011. Já as mulheres somavam 17%. Para as empresas, além da vantagem de ter um profissional mais experiente e responsável, os “office-velhos” representam economia de tempo e dinheiro já que, dependendo da idade, têm acesso à fila especial nos bancos e gratuidade no transporte público -válida a partir dos 65 anos em São Paulo e Rio. Em São Paulo, o benefício no ônibus começa aos 60 anos. “O número de empresas que contratam idosos para fazer serviços bancários tem aumentado. O problema é que muitas não empregam formalmente”, afirma João Batista Inocentini, presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados. Não foi o caso de Lúcio. Ele foi registrado após ter ficado quase um ano desempregado. “Quando aposentei, não consegui me acostumar, fazia bicos. Até que me chamaram para fazer esse serviço.” Segundo ele, um dos pontos que contaram a seu favor foi a experiência. Quando vai ao banco, usa a fila especial. Um dia, conta, um rapaz ficou gritando quando ele entrou na fila de idosos. “Ele achou que eu não tinha 60 anos. Algumas pessoas não respeitam quem está na fila especial, olham feio, mas não me importo.” Inocentini confirma que há reclamações. “Já estamos discutindo a possibilidade de criação de outra fila, para idosos que trabalham.”

SAÚDE

A economista do IBGE Cristiane Soares diz que os profissionais têm prolongado a permanência no mercado devido ao envelhecimento com mais saúde. “A expectativa de vida vem aumentando com avanços na área de saúde.”

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– DICA: a Biblioteca para Deficientes Visuais do Sesc Jundiaí:

A boa dica veio da amiga Erika Oliveira Giollo: você sabia que aqui em Jundiaí, no Sesc, há uma ótima biblioteca para deficientes visuais?

E aberta a todos, desde aqueles que enxergam com alguma dificuldade até os que tem óculos de alto grau?

Compartilho da sua postagem no Facebook:

“Sesc Jundiai

Na Biblioteca estão disponíveis equipamentos para acessibilidade a deficientes áudio visuais. O Scanner e capaz de digitalizar qualquer texto e transformá-lo em audio para deficientes visuais. Nunca foram usados. Vamos divulgar antes que virem sucata.”

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– Veículos menos poluentes do Brasil

Essa vem do relatório “Indicadores de Desenvolvimento Sustentável do IBGE”; Sistema Onda Verde do IBAMA e do Laboratório de Poluição Atmosférica da Universidade de São Paulo: Hoje, os carros novos estão bem adequados à lei que coíbe poluição por gás carbônico. Agora, a preocupação é com o Ozônio, formado da reação do óxido nitroso + hidrocarbonetos.

Quer saber quem mais emite esses gases?

  • os carros que mais poluem óxido nitroso (em g/km)
  • 91,7% do limite máximo da lei: Chery Tiggo, Kia Carnival e Renault Symbol
  • 86,7%: Fiorino Ambulância e Uno Ie 1.3
  • 85,8%: Celta 1.4 e Prisma 1.4
  • os carros que menos poluem óxido nitroso (em g/km)
  • 1,7% do limite máximo da lei: BMW 135, Ford Fusion, Nissan Livinia e Porsche 911
  • 2,5%: Nissan Tiida
  • 3,3%: Tucson 2.7
  • ————————————————————————
  • os carros que mais poluem hidrocarbonetos (em g/km)
  • 100% do limite máximo da lei: BMW 530, Fiat Strada Trekking, Mitsubishi L200, Pajero Sport, Renault Logan, Renault Sandero, Renault Symbol e Subaru Forester
  • 98%: Fiat Palio, Fiat palio Weekend e Fiat Siena 1.0
  • os carros que menos poluem hidrocarbonetos (em g/km)
  • 0%: VW Gol, Renault Kangoo, Renault Megane
  • 4%: Nissan Sentra

– Obrigado por nada, Banco Itaú!

Poucas vezes vou ao banco, estrutura física. O que posso fazer, utilizo pela Internet.

Mas não é que à tarde toda as agências do banco Itaú ficaram sem receber, pagar, depositar, sacar, ou qualquer outra coisa que possa fazer?

Nem pelo atendimento humano, tampouco pelos caixas eletrônicos?

E se meu saldo ficou descoberto porque o banco não permitiu que eu depositasse: o Itaú irá me abonar de juros?

Idem para quem não conseguiu pagar suas contas em suas próprias agências…

Com o lucro bilionário que têm (R$ 5 BI NO ÚLTIMO TRIMESTRE), os bancos não podem permitir tais graves falhas.

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– O Leão Cecil e o Ditador do Zimbábue

O Zimbábue possui um parque florestal chamado Hwange, uma reserva natural que protege os leões dos caçadores das redondezas. Naquele país, a caça é legalizada em determinados perímetros.

Eis que um dentista americano chamado Walter Palmer pagou 50 mil dólares para um cidadão local a fim de ajuda-lo a caçar um leão. Esse “guia” atraiu um leão do parque e que foi abatido.

Não é que o leão era Cecil, de 13 anos, considerado manso e símbolo da preservação local?

Agora, se faz campanha contra a caça legal. Empresas aéreas já decidiram não levar mais “troféus de caça” (peles de animais, cabeça de leão ou elefante, coisas do tipo). E muito se fala em ajudar o Zimbábue nessa luta.

O problema é que o Zimbábue é governado pelo ditador bilionário Robert Mugabe, dito comunista e que governa há décadas o pobre país. Recentemente, promoveu uma festa de casamento onde deu como lembranças iPhones de ouro (feitos especialmente pela Apple a ele, com personalização a cada convidado).

Você doaria dinheiro para Mugabe cuidar da preservação dos animais?

Difícil responder, hein?…

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– New York, Boston, Rio de Janeiro e Jogos Olímpicos!

Confesso: tenho inveja dos prefeitos americanos em relação à responsabilidade dos gastos com o dinheiro público.

Enquanto que a cidade do Rio de Janeiro gasta horrores com as obras para a Olímpiada de 2016 (e esse dinheiro é composto por verbas municipal, estadual e federal), nos EUA, duas cidades abandonaram a disputa com motivos justos e honrosos!

No ano passado, Bill de Blasio, prefeito de NY, abandonou a disputa para ser cidade-sede dos jogos de 2024 com a seguinte justificativa:

Queremos tomar decisões de desenvolvimento baseados em políticas públicas sólidas e não ir a uma direção particular apenas para atender as necessidades de um evento de 17 dias. A cidade tem outras prioridades e não quer concentrar recursos para um evento curto. Saia as ruas e pergunte ao cidadão de New York se ele quer que a cidade e seus esforços sejam direcionados para um evento de três semanas em dez anos, ou se deve arregaçar as mangas e lidar com todos os demais desafios imediatos? Acho que a vasta maioria diria: ‘prefiro assistir ao evento em um telão grande em minha casa’. É o que penso.

Boa! Enquanto isso gastamos o que temos e o que não temos, fadados ao fracasso. Mas pensa que só o novaiorquino pensou no custo?

Boston, outra cidade que pleiteava 2024, retirou a sua candidatura na semana passada. Segundo o prefeito Martin Walsh:

Percebemos que não teríamos investidores privados e que precisaríamos usar dinheiro público. E a receita dos impostos dos cidadãos precisa ser respeitada“.

Quando é que vimos algum político brasileiro dizer algo assim e agir dessa forma, não?
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– Os Prefeitos que se encontraram com o Papa para falar de Ecologia

O Papa Francisco se reuniu com 60 prefeitos de diversas cidades do mundo para discutir sustentabilidade, ecologia e desenvolvimento ambiental. Em destaque, Fernando Haddad (de São Paulo) que participou do Workshop.

No encontro, o prefeito paulistano entregou uma carta assinada em conjunto com o prefeito carioca Eduardo Paes, onde pede que as nações desenvolvidas destinem dinheiro diretamente aos municípios de países em desenvolvimento para ações de cuidado ao verde.

Minha mãe diria: “Bom de bico esses pidões, não?” Trocando em miúdos: fazer caridade com o chapéu dos outros… Se diminuísse a corrupção brasileira, não sobraria verba?

Mas a curiosidade foi: Haddad presenteou o Papa com um LP (sim, “disco de vinil”) dos Racionais MC ‘s. Nada contra, exceto do título ser “Sobrevivendo no Inferno”, com canções repletas de palavrões em meio a versículos bíblicos.
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– As Camisas Politicamente Corretas do time espanhol

O pequeno Rayo Vallecano, que disputa o Campeonato Espanhol, resolveu inovar e se tornar um clube engajado em motes sociais. Está promovendo novos uniformes “politicamente corretos”.

As duas novas camisas são: a 1a, contra os preconceitos racial e homossexual, trazendo o preto e o arco íris; a 2a, grafite e rosa, trazendo como símbolo o combate ao câncer.

O que você acha dessa ação sócio-política: correta (de responsabilidade social), demagoga (querendo apenas repercussão), ou comercial (simplesmente para vender mais camisas)?

Aprovaria se o seu time fizesse algo assim?

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– Bombom Lacta, “bigato” e o Controle de Qualidade.

Junto com minha filha, comprei uma caixa de bombom da marca “Variedades”, da Lacta (Mondeléz), semana passada, no Supermercado Boa do Maxi Shopping (Jundiaí/SP). Eis que me chamou a atenção que a caixa trazia uma novidade: não é mais lacrada por um filme plástico, e vem com uma propaganda exaltando tal medida: “MENOS PLÁSTICO / MENOS DESPERDÍCIO”.

Pois é… deixei ela em cima da mesa para fazer uma surpresa para minha esposa, junto com um bilhetinho bem carinhoso escrito pela filhota. Quando minha mulher abriu… uma larva dentro da caixa! Aqui no interior chamamos de “bigato”. Que chato, horrível, nojento e estraga prazeres.

O lote impresso na caixa é o CC05515253, validade até 25/09/2015.

As fotos estão abaixo:

Enfim, quero crer que a redução de custos da retirada do plástico me fez tornar um “felizardo” (ou melhor, “infelizardo”) que foi sorteado com tal exceção. Ou será que essa economia tem trazido mais infortúnios a outros clientes também?

Fico no aguardo da resposta da Lacta, o qual entrei em contato com a queixa pelo 0800.7041940 e prometeu averiguar. Espero a troca do produto (já agendada) e, principalmente, uma manifestação do que pode ter acontecido (no aguardo em 45 dias).

Destaco: fui muito bem atendido durante a reclamação!

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– A Poluição de Pirapora traz desespero a todos!

Caramba… que o poluído Rio Tietê atrapalha o turismo da Cidade-Santuário de Pirapora, todos nós sabemos. Mas agora a poluição chegou ao intolerável: as ruas foram invadidas pela espuma química!

Veja que loucura:

Extraído de: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2015/06/23/espuma-de-poluicao-do-tiete-invade-ruas-de-pirapora-do-bom-jesus-sp.htm?cmpid=fb-uolnot

ESPUMA DE POLUIÇÃO DO RIO TIETÊ INVADE RUAS DE PIRAPORA DO BOM JESUS (SP)

A espuma da poluição do rio Tietê avança, desde a segunda-feira (22), sobre áreas urbanas de Pirapora do Bom Jesus (54 km de São Paulo). O tráfego de veículos chegou a ser prejudicado. Outras cidades da região de Itu também registraram casos semelhantes. A espuma, além de detergente, tem produtos químicos e pode ser prejudicial à saúde.

A espuma se forma quando a água passa pelos vertedouros de uma usina hidrelétrica, localizada a poucos quilômetros de Bom Jesus de Pirapora. De acordo com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente, a formação da espuma está relacionada principalmente a baixa vazão da água, a presença de esgotos domésticos não tratados que dificultam a decomposição de detergentes domésticos.

Como o rio Tietê corta o centro da cidade, com pouco espaço entre as margens e as construções, a situação fica ainda mais grave, com a espuma atingindo construções e, em alguns casos, invadindo ruas.

Nesta terça-feira (23), a espuma chegou a encobrir uma ponte nas proximidades do centro da cidade. O tráfego teve que ser controlado por agentes municipais mas, segundo a prefeitura, não houve nenhum incidente de gravidade no local.

Moradores em Pirapora do Bom Jesus relatam ainda que a espuma deixa manchas em roupas e chega até a causar danos à pintura de carros. Também é recorrente a reclamação de mau cheiro.

“Se cair na roupa, mancha tudo. É terrível. O inverno mal começou e já está desse jeito. Esse ano vai ser complicado”, avalia a professora Bernadete Souza, 42, que mora na cidade há 15 anos.

Problema antigo e recorrente

O problema na região não é novo e já foi reconhecido pela Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), ligada à Secretaria do Meio Ambiente.

Segundo relatório da instituição, as descargas indiscriminadas de detergentes nas águas levam à formação de espumas, como ocorre no rio Tietê ao longo das cidades de Santana do Parnaíba, Salto e Pirapora do Bom Jesus.

“Um dos casos mais críticos de formação de espumas, talvez no mundo inteiro, ocorre no município de Pirapora do Bom Jesus, que recebe seus esgotos em grande parte sem tratamento. A existência de corredeiras leva ao desprendimento de espumas que formam continuamente camadas de pelo menos 50 centímetros sobre o leito do rio. Sob a ação dos ventos, a espuma, contaminada biologicamente, se espalha sobre a cidade, impregnando-se na superfície do solo e dos materiais, tornando-os oleosos”, diz a entidade, em relatório.

Procurada, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente informou que o problema é recorrente na região e que só poderá ser resolvido com a implantação dos sistemas adequados de coleta e tratamento de esgoto.

Ainda segundo a instituição, a responsabilidade sobre o tema pertence a municípios e empresas concessionárias do setor de saneamento básico.
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– Russi e os alimentos apreendidos!

Causou alvoroço aqui em Jundiaí: o importante Supermercado Russi teve uma de suas lojas fechadas e mercadorias apreendidas, além da prisão do seu gerente, que está recolhido ao CDP do Tijuco Preto.

Motivo: produtos vencidos e outros sem identificação de procedência e validade.

Xi… será que só em uma loja? Será que só no Russi?

Tomara que o rigor seja igual a todos!
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– As mudanças na Previdência Social nos desafiam!

Cada vez que o Governo Federal fala em mudanças na aposentadoria dos trabalhadores (e as escuto desde os 12 anos de idade, discursadas por PMDB, PSDB e PT), a população brasileira fica arrepiada!

Cada vez mais se posterga a possibilidade do cidadão comum se aposentar. Afrouxa-se o salário, estende-se o período a trabalhar e cria-se uma série de empecilhos.

Coitado do aposentado brasileiro… mas tudo isso é uma afronta ainda maior se compararmos com a aposentadoria daqueles que fazem as leis: deputados, senadores e presidente!

É um desafio à nossa inteligência imaginar que aqueles que determinam como será nossa relação com a Previdência Social são os que tem aposentadoria integral, polpuda, com mordomias e após míseros poucos anos de trabalho. Por quê os político não se submetem às mesmas regras do que nós, simples trabalhadores e mortais?

Sem contar, claro, o custo-corrupção dessa conta…
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– Despoluição da Baía da Guanabara ficará só na promessa?

Ouvi uma entrevista do Governador Pezão, a respeito da possibilidade real de não cumprimento da despoluição da Baía da Guanabara visando os Jogos Olímpicos de 2016, que me assustou. Disse ele:

“Se a meta de despoluição da Baía da Guanabara não for cumprida, não me importo”

Ué? Os acordos não devem ser cumpridos? Que se lixe o que foi escrito no caderno de encargos olímpicos? E a palavra, a promessa, o respeito? E as modalidades que nela serão disputadas?

É desse Brasil que me envergonho.
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– Remédios proibidos da EMS, segundo a ANVISA!

Minha mulher estava certa! Ela sempre questionou a qualidade de genéricos da EMS, e, certa feita, me proibiu comprar o antibiótico Amoxicilina da empresa, numa necessidade.

Agora, o remédio oficialmente está proibido!

Extraído de: http://extra.globo.com/noticias/economia/anvisa-proibe-venda-de-amoxicilina-rifamicina-da-marca-ems-15249388.html

ANVISA PROÍBE AMOXICILINA E RIFAMICINA DA EMS

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a venda e o uso dos antibióticos amoxicilina e rifamicina fabricados pela empresa EMS S/A. As determinações foram causadas por descumprimento de requisitos das normas sanitárias.

Foram proibidas a distribuição, comercialização e uso de todos os lotes da amoxicilina + clavulanato de Potássio 50 Mg/ML + 12,5 Mg/ML Pó Para Suspensão Oral, fabricados a partir de fevereiro de 2013. Além disso, a empresa terá que interromper a fabricação do remédio usado no tratamento contra infecções diversas e recolher os estoques existentes no mercado.

A decisão foi tomada após a constatação de que o medicamento estava sendo fabricado com excipiente — substância presente nos medicamentos para dar características como volume, forma e consistência ao produto — diferente do que foi aprovado pela agência reguladora. Além disso, os testes mostraram o uso de um insumo farmacêutico que estava sendo sintetizado de forma diferente do que consta no registro do remédio.

Segundo a Anvisa, essas mudanças, que não foram autorizadas, podem alterar o resultado final do produto. As medidas foram tomadas depois de uma inspeção realizada pela Anvisa e pelas vigilâncias sanitárias do Estado de São Paulo e do município de Hortolândia.

Já a rifamicina 10 mg/ml teve a fabricação suspensa depois que o laboratório aumentou o tamanho do lote em 10 vezes sem aprovação da Anvisa. O antibiótico é utilizado em diversos casos, como em curativos e no tratamento de ferimentos e queimaduras.

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– A triste, persistente e necessária luta dos Aposentados!

Compartilho uma bacana matéria do jornalista Reinaldo Oliveira com o presidente da Associação dos Aposentados e Pensionistas de Jundiaí e Região (AAPJR). Como é dura a vida daqueles que trabalharam a vida inteira…

APOSENTADOS À BEIRA DE UM ATAQUE DE NERVOS

Os aposentados de todo o país, após as medidas recentes colocadas em prática pelo Governo Federal, estão a beira de um ataque de nervos. Cantado em verso e prosa, em décadas passadas, ser um país com a maior população de jovens, o Brasil não se preparou para a população de idosos.

Contribuindo para a longevidade, a ciência médica, com novos medicamentos, instrumentos e tecnologia, as pessoas estão vivendo mais e com qualidade de vida. Este fator gerou um impacto no sistema previdenciário que sempre teve problemas de gerenciamento e desvio do dinheiro para seu custeio.

Em Jundiaí e Região são 78 mil aposentados dos quase 5,5 mil são sócios da Associação de Aposentados e Pensionistas de Jundiaí e Região (AAPJR). De acordo com informações do presidente da entidade Edegar de Assis, a luta em defesa dos direitos, aí incluídas as correções dos benefícios, são uma constante.

Durante todo ao ano são várias viagens para as mais diversas capitais do Brasil, onde lideranças da categoria se reúnem para a discussão de ações em defesa da classe. Ele citou a mais recente delas, quando em outubro de 2014 estiveram em Natal/RN, em encontro que teve a presença do deputado Eduardo Henrique Alves – presidente da Câmara Federal.

Também presente neste encontro o ministro da Previdência Social – Garibaldi Alves. Na oportunidade ambos acertaram com as lideranças, que ainda no mês de outubro seria colocado em votação o PL 4434 de 2008, de autoria do senador Paulo Paim. Este projeto legisla que as aposentadorias serão pagas de acordo com o valor do recolhimento.

Ou seja: quem recolhe sobre um salário mínimo, recebe um salário. Quem recolhe sobre mais salários – até 10, recebe de acordo com o número de salários recolhidos, significando uma equidade. Dia marcado da sessão na Câmara Federal, todos foram para Brasília/DF, mas o projeto, mais uma vez, não foi votado. E assim vai.

Questionado qual o sentimento da categoria depois do anúncio das medidas anunciadas pelo governo federal, Edegar disse:

“De muita tristeza, pois só tiram os direitos do aposentado e pensionista. A história se repete; só tiram do aposentado e nunca dão nada. Eles manipulam tudo que cai na mão deles, e sempre dizem que R$ 1 a mais de aumento quebra a Previdência”.

Edegar também falou que além das dificuldades impostas pela Previdência, o aposentado e pensionista é vítima de golpes aplicados pela família, vizinhos, pessoas (profissionais) gananciosas e até por agentes da própria Previdência. Tem muita gente que tem direito ao beneficio da LOAS – Lei Orgânica da Assistência Social, mas desconhecem este direito e por isso são enganadas.

Dentro das atividades em defesa dos direitos do aposentado e pensionista, no dia 25 de janeiro, as lideranças, de todo o país, se reúnem em Aparecida/SP, onde participam de uma missa onde colocam as dificuldades que se apresentam e pedem proteção e saúde à santa padroeira do Brasil. Em seguida participam de uma assembleia para deliberações e atividades de lazer.

Edegar finalizou orientando os aposentados e pensionistas para que lutem por seus direitos, estejam atentas para não cair em golpes e que a Associação dos Aposentados e Pensionistas de Jundiaí e Região (AAPJR) está de portas abertas para esclarecimentos à todos/as, independente se associado ou não. O importante é a defesa dos direitos da classe.

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– Os Municípios que não promoverão Carnaval de Rua por Economia

Gostei do que li!

Em Ribeirão Preto, as autoridades municipais cancelaram a promoção pública do Carnaval de Rua (pelo segundo ano consecutivo), devido as dificuldades econômicas e necessidade de investimentos em áreas prioritárias, como Saúde e Educação.

Ótimo pensar assim, é o contrário da política do “pão e circo” que ilude tanto o cidadão.

O Carnaval é uma bela festa popular, mas nem todos gostam. E gastar dinheiro para 3 dias de farra não deveria ser tão necessário do que melhorar as escolas e hospitais, que seriam mais úteis e perenes.

Outros municípios estão agindo dessa forma. Tomara que a “moda” continue!

Festa com dinheiro privado, tudo bem. Mas com o dinheiro dos nossos impostos, aí é questionável.

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– Empresas que realmente atendem bem o cliente!

Empresa séria não enrola o cliente que está com problema: ela simplesmente resolve!

Quer uma relação delas?

A Revista Época (17/11/2014) trouxe uma edição em conjunto com a ONG “Reclame Aqui” sobre boas e exemplares práticas na relançar entre consumidores e fornecedores. Compartilho:

Não basta atender bem

Algumas empresas não medem esforços para ter consumidores satisfeitos e superam suas expectativas

CINTIA MARCUCCI
01/12/2014 14h44 – Atualizado em 01/12/2014 15h06
Mara  Galiani (Foto: Letícia Moreira/ÉPOCA)(Foto: Letícia Moreira/ÉPOCA)
MARA GALIANI – 52 ANOS
O que comprou?
Detergente CIF
O produto manchou a pia da cozinha de seu filho. O problema era a impermeabilização do granito, mas a Unilever pagou o polimento da pedra assim mesmo

Em junho deste ano, a comerciante Mara Galiani, de São Carlos, no interior de São Paulo, comprou um produto de limpeza da marca Cif, da Unilever. Aplicou o líquido para limpar o granito da pia da cozinha da casa de seu filho. Depois de algumas horas, surgiram manchas esverdeadas na superfície. “Fiquei desesperada”, diz ela. “Liguei para o SAC para reclamar, e o pessoal foi muito atencioso. Eles vieram avaliar o problema, levaram o produto para análise e informaram que não havia nada errado.” A recomendação da Unilever foi que Mara falasse com o fornecedor da pedra sobre a impermeabilização, provável causa do problema. Mais uma vez, nenhuma falha foi encontrada. Mesmo tendo comprovado em laboratório que as manchas não foram provocadas pelo seu produto, a Unilever pagou pelo serviço de polimento da pedra. “Não esperava que bancassem essa despesa”, afirma Mara. “Estou muito satisfeita com a postura deles.”

>> As 72 campeãs de 2014

A Unilever assumiu a despesa por uma razão simples: valia mais a pena resolver o problema e ver o consumidor satisfeito do que simplesmente lavar as mãos. “Nossa missão é manter o foco no bem-estar do consumidor”, diz Betânia Gattai, gerente do serviço de atendimento da Unilever. “Consideramos essa decisão de assumir a despesa do polimento como geração de valor para a marca e para a Unilever. Nosso consumidor sabe que, se for possível, o ajudaremos de alguma maneira.”

>> O consumidor é quem manda

O SAC da Unilever recebe com frequência casos que não representam exatamente um problema provocado pela empresa. Betânia conta que uma consumidora entrou recentemente em contato e informou que gostaria de casar usando o vestido de casamento da mãe. Na hora de lavá-lo, as manchas amareladas provocadas pelo tempo não saíram com o sabão em pó Omo. A Unilever retirou o vestido na casa da cliente, analisou o tecido em laboratório, desenvolveu uma solução específica para o caso, e o tecido voltou à cor normal.
Consumidores atendidos com esse grau de atenção desenvolvem uma relação de fidelidade com a marca. Uma pesquisa da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, feita com 70 mil consumidores, mostrou que, se alguém tem um problema com uma empresa e é bem atendido, tem 28% de chances de continuar preferindo aquela marca. “É por isso que avaliamos quantos consumidores dizem que voltariam a fazer negócio com a empresa que reclama”, diz Maurício Vargas, presidente do ReclameAqui.

Bruna  Gomes (Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)(Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)
BRUNA GOMES – 28 ANOS
O que comprou?
Vestido da HERING
A empresa mobilizou a equipe para disponibilizar em seu site um vestido exclusivamente para ela

A publicitária Bruna Gomes, de São Paulo, também viveu momentos de expectativa por causa de um vestido. No verão passado, ela se encantou com um modelo da Hering, mas não encontrou o produto com seu manequim. Assim que Bruna explicou a situação a um atendente do SAC, a Hering agiu. “Havia só uma peça no interior de Santa Catarina”, diz Bruna. “Eles me orientaram a entrar no site e forneceram o vestido durante meu acesso, para que eu comprasse sem correr o risco de outro consumidor passar na minha frente. Nunca recebi um atendimento como esse.” Ela diz que voltaria a comprar da Hering. Para Ronaldo Loos, diretor comercial da Hering, a ação contribui para a boa imagem da marca.

>> A reconquista do cliente

Para as Lojas Americanas, ir além daquilo que o cliente espera é uma das razões para a empresa ter chegado aos seus 85 anos com clientes fiéis. O diretor de relações com investidores, Murilo Correa, lembra um caso que mobilizou parte da equipe em plena véspera de Natal, a data mais concorrida do ano. Um casal de Belém, no Pará, queria comprar uma boneca específica. Já vasculhara todas as prateleiras da loja. Faltavam dez minutos para o fim do expediente. A gerente ligou para outras lojas até encontrar a boneca. Enquanto o produto não chegava, os funcionários ficaram de prontidão. “A gerente poderia simplesmente informar que o produto havia acabado e encerrado a conversa”, diz Correa. “Nossa filosofia é fazer com que o cliente saia sempre feliz.”

Juliana Ferri (Foto: Milton Dória/Época )(Foto: Milton Dória/Época )
JULIANA FERRI – 35 ANOS
O que comprou?
Sabonete líquido
A Johnson & Johnson aceitou sua sugestão de mudar a embalagem do produto para facilitar o banho do bebê

A relação dos consumidores com o SAC das empresas pode se transformar também numa oportunidade para aprender. Clientes satisfeitos podem dar boas sugestões. Foi o que aconteceu com Juliana Ferri, professora de informática de Cornélio Procópio, no interior do Paraná. Ela dava banho em seu bebê com o sabonete líquido Johnson’s Baby e percebeu um problema. “Não conseguia segurar meu filho na banheira e abrir a embalagem ao mesmo tempo”, diz. “Como moro sozinha e não tenho ninguém para ajudar, comprei um porta-sabão com válvulas de apertar. Funcionou.”  Juliana escreveu para a Johnson & Johnson.  Dias depois, ela recebeu uma mensagem de agradecimento. A surpresa mesmo veio quando viu na TV um comercial que falava sobre a troca de embalagem para facilitar o banho dos bebês. Juliana entrou em contato mais uma vez, para elogiar a mudança e dizer que estava feliz por ter contribuído para a melhora do produto. “É grande o número de pessoas que procuram nossa área de atendimento para dar sugestões de melhorias”, diz Sílvia Alvarez, gerente de relacionamento com o consumidor da Johnson’s. “A recente linha Johnson’s Baby Cheirinho Prolongado, exclusiva do Brasil, foi criada justamente para atender o desejo das mães que diziam querer que o bebê ficasse com cheiro de banho o dia inteiro.”

Quando alguém entra num hospital para cuidar da saúde, não é chamado de consumidor, e sim de paciente. A relação é a mesma: trata-se de alguém que foi ao mercado em busca de um prestador de serviço de qualidade, para atender a uma necessidade específica. Um paciente com dor não gosta de esperar. Quer ser atendido rapidamente e colocar um ponto final em seu sofrimento. “Sabemos que nem sempre corresponderemos à expectativa, em especial quando se trata de cura de doenças”, diz Ivana Lucia Siqueira, superintendente de operações de atendimento do Hospital Sírio-Libanês. “Nossa estratégia é demonstrar calor humano no atendimento e procurar compreender todas as necessidades do paciente, algo muito mais amplo que apenas a doença dele naquele momento.”

>> Passei um dia no SAC das sandálias Havaianas

Ivana lembra uma paciente que não tinha familiares. Sua única companhia era um cachorro. Como era caso para internação, surgiu o dilema: quem cuidaria do animal durante a ausência da dona? A saída foi encontrar alguém para cuidar do cachorro durante a permanência da mulher no hospital. Deu tudo certo. “Já ajudamos até mesmo a reorganizar viagens, reuniões e assinaturas de documentos dos pacientes”, diz Ivana. Outro caso curioso foi um paciente que precisava passar por uma cirurgia. Um ano antes, sua mulher morrera no hospital, e ele associava o lugar a esse momento ruim. Para deixar o ambiente mais leve, a equipe do Sírio decorou o quarto dele com balões coloridos e imagens dos personagens infantis preferidos de suas filhas. Ele disse depois que a iniciativa o ajudou a se recuperar mais rapidamente.