– E por quê não crer que a Nova Economia será diferente?

Repost do ano passado. Sérgio Moro não será candidato, mas essa pauta é importante para TODOS os candidatos:

Tem muita implicância por aí com coisas que são tendências e que, por birra de quem diz, desqualificam.
Li que Sérgio Moro abordou sobre a “economia do futuro”, quando questionado. E disse:

“A nova economia será verde, digital e inclusiva”.

Excelente. E qual o problema em falar isso?

A preocupação com a preservação do Meio Ambiente, de utilizar os meios tecnológicos a favor do desenvolvimento e a necessidade de incluir parcelas populacionais excluídas é uma necessidade!

Qual o motivo de se desdenhar de tal realidade e carência? O fato de quem ter dito seja alguém que é desafeto de lulistas e bolsonaristas?

Imagem extraída de: https://www.poder360.com.br/partidos-politicos/podemos-prepara-filiacao-de-sergio-moro-para-10-de-novembro/

– Pintou o Arco Íris no seu perfil? Sobre Católicos, Hetero e Homossexuais.

Estamos no mês do Orgulho LGBTQIA+. Mas como um católico deve se portar diante dessa questão?

Compartilho a sabedoria do Padre Zezinho, SCJ, conhecido compositor católico e exímio pregador, abaixo, em seu texto de anos atrás, mostrando a correta visão cristã:

O Facebook promoveu anos atrás o “Dia da Celebração do Orgulho Gay” , nesta mesma época, nos EUA. E o mundo inteiro coloriu seus perfis nas redes sociais (não só no próprio Facebook, mas no Twitter e em outras tantas), acompanhando as festividades da legalização do casamento homossexual na “terra do tio Sam”, por determinação da Suprema Corte e apoio do presidente Obama

O tema é difícil. Mas ouso fazer minhas as sábias palavras do Pe Zezinho-SCJ, que publicou um artigo intitulado: “Pregar para Hétero e Homoafetivos.”

Aproveitando o evento da Parada Gay em SP, compartilho esta pregação perfeita em fé, respeito, cidadania e de cristianismo verdadeiro. Abaixo:

Meus amigos gays que optaram por assumir suas relações conhecem meu pensamento e minha catequese. Não preciso pintar minhas fotos de arco-íris para deixar claro que os respeito. E eles sabem que não os apoio em tudo, nem posso abençoar sua união com um sacramento. Também não posso agredi-los. E nem exigem que eu concorde com tudo o que eles pregam. O que deixo claro é que minha postura diante de outras igrejas e religiões é de concordância com algumas opções e crenças e discordância com outras posturas de fé. O mesmo sucede com os gays. Da mesma forma que eles discordam de nossa doutrina sobre sexualidade, mas concordam com outras posições da Igreja, eu faço o mesmo. Concordo com sua luta por mais respeito e pelos seus afetos, mas discordo de algumas de suas posturas e conceitos. Isso não me faz um catequista ou um pregador brucutu. Todos eles sabem que sou amigo, mas não penso como eles a respeito de tudo o que fazem e pregam. Dialogamos, mas não fingimos que está tudo 100%.

Entenderam? Evitar o proselitismo, fugir da demagogia e não cair no radicalismo são necessários para um mundo cidadão.

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– Internet não é terra sem lei.

Parabéns, Japão! As autoridades de lá estão mostrando que o respeito e a educação devem prevalecer no mundo real e no virtual.

Veja a matéria abaixo:

– 3 Reasons Targets Fear Setting Boundaries. / 3 Razões para que os alvos de bullying tenham medo.

All too often, targets of bullying have a hard time setting boundaries. Many just keep their mouths shut, grin and bear it while others wipe their …

Continua em: 3 Reasons Targets Fear Setting Boundaries

– PME que contratam funcionários transexuais.

Empresas que aceitam a diversidade sexual e contratam LGTBs. Uma novidade ou tendência?

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/08/1911077-pequenas-empresas-se-abrem-para-receber-funcionarios-transexuais.shtml

PEQUENAS EMPRESAS SE ABREM PARA RECEBER FUNCIONÁRIOS TRANSEXUAIS

por Everton Lopes Batista e Júlia Barbon

O site Transempregos, que divulga vagas de trabalho para transexuais e travestis, contava com 160 currículos cadastrados em 2013, ano em que foi inaugurado. Atualmente, são mais de mil.

A plataforma foi um dos canais usados pela hamburgueria Castro, inaugurada no fim de 2016 na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, para acrescentar diversidade ao negócio. Uma chamada publicada no site convidava pessoas de todos os gêneros e orientações sexuais para participar de uma seleção.

A transexual Roberta Proença Gouvea, 41, se candidatou e conseguiu a vaga de recepcionista do local, que tem 16 funcionários no total –dois deles são trans.

“A proposta da Castro me deu muita esperança para conseguir o emprego. Eu fui tratada como uma candidata de verdade”, afirma ela.

Segundo Luiz Felipe Granata, um dos sócios da Castro, a proposta é ser um ambiente “não excludente” para funcionários e clientes.

“A maior diferença de trabalhar em um lugar como esse é poder ser quem você realmente é e se sentir seguro”, afirma o transexual Bruno Mikó, 23, que trabalha como auxiliar de cozinha ali.

Com um investimento inicial de R$ 400 mil, o faturamento deve chegar a R$ 2,4 milhões neste ano. Os donos já planejam abrir uma franquia no próximo ano.

O estabelecimento faz parte de um grupo cada vez maior de empresas que têm procurado transgêneros –pessoas que se identificam com um gênero diferente do indicado pelos órgãos genitais de nascimento– para fazer parte de seu quadro de funcionários.

FALTAM DADOS

As dificuldades para conseguir trabalho ocorrem tanto por preconceito quanto por invisibilidade –não há dados sobre a empregabilidade de transgêneros no país.

Segundo a empresária e travesti Márcia Rocha, que administra a Transempregos de forma voluntária, cerca de 40% dos candidatos cadastrados na plataforma têm nível superior. “Mas mesmo para pessoas mais bem qualificadas, o mercado ainda é bastante hostil”, afirma ela.

Gouvea, por exemplo, tinha ensino médio, dois idiomas –além do português, ela fala inglês e espanhol– e um intercâmbio no currículo. “Era mais fácil quando eu escondia das pessoas que eu era trans”, afirma.

Aos 18 anos, Paloma Castro, também trans, desistiu de procurar emprego e passou a se prostituir. Hoje, aos 26 anos, é garçonete no Casa Café Teatro, na Bela Vista, região central de São Paulo.

O salário de R$ 1.191 permitiu que ela saísse das ruas enquanto termina um curso técnico em gestão de qualidade.

Histórias como a dela, no entanto, ainda são exceção. “Ainda é pouco, porque é muito recente. Temos muito trabalho a fazer”, diz Márcia Rocha. “Mas sinto que a coisa realmente está acontecendo, não estou dando conta de tantas reuniões e capacitações.”

AÇÕES

A IBM foi uma das criadoras, em 2013, do Fórum de Empresas LGBT. A organização informal reúne 39 grandes companhias que se comprometem com ações como usar o nome social do funcionário trans (em crachás e e-mails, por exemplo) e não restringir o uso de banheiros.

“Pessoas diversas trazem maior produtividade à empresa. Se eu fechasse essa porta, perderia bons recursos”, diz Adriana Ferreira, líder de diversidade e inclusão da IBM Brasil.

Na outra ponta, para que essas pessoas cheguem melhor preparadas até as empresas, foi criado, em 2015, o projeto Transcidadania, da Prefeitura de São Paulo.

A iniciativa paga uma bolsa mensal de R$ 983,55 por até dois anos, enquanto os beneficiários, transexuais e travestis, voltam para a escola, fazem cursos profissionalizantes e são acompanhados por advogados e psicólogos.

Hoje, o programa tem 175 participantes.

No entanto, a baixíssima escolaridade e o envolvimento com drogas impedem, em alguns casos, que a pessoa esteja pronta para o trabalho no final dos dois anos, afirma Ivan Batista, coordenador de políticas para LGBT na Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania do município.

Para isso, diz o coordenador, está sendo criado um comitê envolvendo os departamentos de educação e saúde da cidade, para que esses fatores sejam tratados antes do ingresso no programa.

A Coordenação de Políticas LGBT, também da prefeitura, oferece ainda capacitação para empresas que queiram receber trabalhadores trans e conhecer a a lei estadual 10.948, criada em 2001 para proteger a comunidade LGBT nas relações de trabalho.

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Imagem extraída do link acima.

– Quem são os jovens que podem mudar o mundo?

Você já ouviu falar de Zygmunt Bauman?

Eu também não. Mas ele é um dos maiores pensadores do século XXI. Polonês, foi expulso de seu país no tempo do comunismo por ter idéias contrárias ao regime.

Em entrevista à Revista Época (ed 543, pg 68-70 a Luís Antonio Giron), falou sobre o futuro da humanidade. E declarou-se meio que desesperançoso, alegando que só os jovens indignados podem mudar o mundo.

Os jovens que podem mudar o mundo, segundo o sociólogo Bauman, são aqueles fora da “alienação do mundo da Web”, e, apesar de se mostrar melancólico com o rumo que a Sociedade tomou, esperançosamente (talvez sua única demonstração de fé na matéria) disse:

Confio que os jovens possam perseguir e consertar o estrago que os mais velhos fizeram. Como e se forem capazes de pôr isso em prática, dependerá da imaginação e determinação deles. Para que se deem uma oportunidade, os jovens precisam resistir às pressões da fragmentação e recuperar a consciência da responsabilidade compartilhada para o futuro do planeta e seus habitantes. Os jovens precisam trocar o mundo virtual pelo real”.

Ótimo! Penso como ele. Que valores e referências são determinantes nos dias de hoje? A violência, a corrupção, o descaso com o próximo, a ostentação e a individualidade foram legado triste de alguns pais, que com dificuldade de moral e falta de oportunidade educacional, contaminaram uma nação inteira com a história de “levar vantagem em tudo”.

Cabe a nós encontramos e encorajarmos jovens diferenciados com vontade de mudar. E, em muitos casos, sermos esses próprios jovens.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– A Long Recovery from Bullying (Part 2- Graduation and Beyond).

Graduation was bittersweet. Although I was happy to graduate high school, I was sad because I would miss my classmates and teachers from Roseburg …

Continua em: A Long Recovery from Bullying (Part 2- Graduation and Beyond)

– A Chatice dos Idiotas nas Redes Sociais.

O mundo virtual está virando terra de ninguém. A inclusão social eletrônica permite coisas maravilhosas, mas produz um efeito colateral: a quantidade incrível de estúpidos (que independem de condição financeira, raça, sexo, crença, ideologia).

Vide o Facebook: um radicalismo absurdo de fanáticos religiosos e políticos, intolerantes da Internet e “amigos de todo o sempre”. Há aqueles que conversam com você e perguntam: “mas você não viu essa mensagem no ‘Face’?”. Claro que não! Vivo a vida real e não podemos nos alienar na virtual. Sem contar os caras que curtem alguma postagem e ficam ávidos de que você retribua uma curtição. É mole?

E o Instagram? É um tal de robozinho com mensagem pronta pedindo para “segue que sigo de volta. Ué? Mas por que seguir alguém que não conheço para ganhar seguidores? Não tenho interesse nisso.

Twitter? Campo minado, onde as pessoas não sabem discordar, mas adoram ofender. Filtre e bloqueie esses elementos para a rede social ficar melhor.

O grande problema, em si, é: a quantidade de chatos e “entendidos” que habitam esses ambientes. Muita gente mal educada e que pensa que, por estar na Internet, pode fazer o que quer!

Cansa, não? Já escrevi algumas vezes: penso em sair das Redes Sociais; entretanto, vem o problema maior que é necessitar dos contatos e das facilidades que elas mesmos apresentam…

Ops: correntes e bobagens via Messenger e WhatsApp eu bloqueio mesmo, me desculpe se seu contato não é respondido.

As 10 redes sociais mais usadas em 2022

Imagem extraída de: https://www.oficinadanet.com.br/post/16064-quais-sao-as-dez-maiores-redes-sociais

– E o Stalker não para de passar vergonha!

Poxa, o carinha que virou meu hater não me larga o pé. E não para de “passar recibo”, lendo meus textos, repercutindo negativamente eles (e lógico, como bom bobão, mandando “indiretinha”).

Passando vergonha, é ironizado por jornalistas (e ainda quer corrigi-los) e levando “nabo” de torcedores de futebol por manchetes sensacionalistas e sem sentido que publica. Todo mundo o goza, e ele não percebe (ou faz que não percebe). Coitado…

Pobre de espírito… daqui a pouco ele lê essa publicação, e de novo fará gracinha. E segue o barco, pois se achando o “senhor da razão”, vai ficar sem uma alma concordando com suas bobagens!

Ranzinza e malvadinho, insiste em querer tirar um sarrinho dos outros. Quem sabe se a família dele (que não deve saber da conduta ridícula que ele tomou) for avisada de que está precisando de ajuda psiquiátrica (não deve ser mais psicológica), há alguma melhora?

Afinal, conversando por bem, não tem jeito. Mas há uma alternativa: será que é paixão? Estaria “saindo do armário” e sentindo fetiche em seguir homem? Talvez. Nada contra, mas eu sou casado.

Sei lá. Mas a cada gracinha que publicar, vai chegando o momento de conversar com o papai e a mamãe dele, a fim de auxílio médico.

Ou para com isso e se comporta, né?

Zangado | Wiki | ⊹ Amino Descendentes ⊹ Amino

Zangado, anão da Branca de Neve, extraído de: https://aminoapps.com/c/amino-descendentes/page/item/zangado/G5oJ_qPXCVIwQVNG1Brv8elYR8JNJqL63r

– Tolerância na Web.

A Internet permitiu coisas muito boas a serem divididas, mas também a livre expressão de intolerantes de todos os assuntos.

Se eu não gosto de A, não quer dizer que eu seja admirador de B. Posso ser de C ou de D, desgostando de todos os outros. Se penso “isso de algo”, respeito se você pensa “aquilo desse mesmo algo”. Mas atenção: respeitar não é impor a sua opinião sobre a minha, é simplesmente compartilhar o ponto de vista alternativo (com educação).

Discordar de uma ideia não quer dizer que se deve sobrepujar a ela; caso contrário, o conceito se confunde!

Li e compartilho essa postagem (não me recordo do autor) que transmite exatamente o que penso (abaixo):

– Respeitem o Negueba, senhores críticos.

Uma das coisas mais recentes – e irritantes – é usar uma comparação pessoal para criticar alguém. E o grande exemplo disso: falar que Vinícius Jr seria um “Neguebinha”, em referência ao Negueba.

  • Primeiro: Vinícius Jr, menino humilde com apenas 21 anos, venceu na Europa. Torci por ele, pois jogou contra o preconceito e a má vontade de muitos (falamos aqui: https://professorrafaelporcari.com/2022/05/28/parabens-real-madrid-campeao-da-champions-league-parabens-liverpool-um-otimo-vice-campeao/).
  • Segundo: Mesmo que Vinícius Jr não tivesse triunfado nos campos europeus, que raio de adjetivo é esse de “Neguebinha”? Você pode usar a comparação de maneira respeitosa, por exemplo: “Vejo uma semelhança na carreira com Negueba, acredito que terá dificuldade e blablablá”. Mas usar o diminutivo com tom irônico, é de fato, pejorativo.
  • Terceiro: Negueba é um profissional de futebol (atualmente no Criciúma). Ele tem parentes e amigos, que devem estar chateados com o termo criado. Como nós podemos dizer que alguém não passa ou passará de “Neguebinha” na carreira? Respeite-se o jogador Negueba (que é um trabalhador como qualquer um de nós, que luta todos os dias atrás do seu sustento e de maneira honesta). Respeite-se, ainda mais, Guilherme Ferreira Pinto (seu nome de batismo), que não tem nenhuma culpa de quando jovem dizerem que ele seria um novo Paulo Isidoro (como feito à época), e sofrer a pressão de se tornar um craque.

Eu não entendo tais bolas-foras humanas… ninguém gostaria de ser comparado como “mais um Joãozinho”, ou “mais um Tiaguinho, Mateuszinho, Luquinha…”

Imagem extraída de: https://br.bolavip.com/futebol/Negueba-e-mais-um-de-olho-na-Serie-B-Criciuma-prepara-contratacao-de-atacante-ex-Flamengo-e-volante-ex-Avai-20220309-0162.html. Por Pedro Martins/AGIF).

– Machos e o machismo: mulheres não são as únicas vítimas.

Um texto para o “homem moderno”. Na verdade, para uma sociedade justa, não preconceituosa, respeitosa, digna e de equidade aos homens e mulheres:

“O machismo convence o mundo de que um homem deve sentir-se vexado por ganhar menos que a mulher. Convence o mundo de que um homem que abra mão da carreira para cuidar dos filhos é um fracassado disfarçando sua incompetência profissional. Convence-nos de que o homem, sexualmente, deve funcionar como uma máquina que nunca poderá ter falha alguma, seja no porte, na performance ou na vida útil. Que o homem precisa dirigir bem, manobrar com facilidade, saber trocar pneu, desentupir ralo e trocar resistência de chuveiro. Que o homem não deve usar antirrugas, nem corretivo para acne e olheiras, nem filtro solar. Que o homem não deve ter medo de barata, de escuro, de altura, de ficar solteiro, de não poder ter filhos, de se aposentar e sentir-se inútil.”

Na íntegra, abaixo, extraído de: https://emais.estadao.com.br/blogs/ruth-manus/o-quanto-o-machismo-tambem-reprime-os-homens/

O QUANTO O MACHISMO TAMBÉM REPRIME O HOMEM

por Ruth Manus

Como todos sabemos o comportamento machista não é exclusividade masculina. Há homens machistas, mulheres machistas, músicas machistas, livros machistas, doutrinas machistas. Da mesma forma, o feminismo não é uma luta apenas das mulheres. O feminismo, como já mencionamos aqui no blog, não é o contrário de machismo, mas é a luta por igualdade entre homens e mulheres. E isso interessa todos nós.

A mentalidade machista mata, fere, humilha e reprime mulheres todos os dias, em todos os cantos do mundo. E nós precisamos lutar diariamente contra esse tipo de comportamento, mesmo quando ele se apresenta de forma sutil, disfarçado de piada, de pequena censura.

Mas não são só as mulheres que são vítimas do machismo. Obviamente não estamos comparando dores, nem nivelando os potenciais das agressões. As maiores vítimas do machismo sempre serão as mulheres. Mas talvez esteja na hora de entendermos que a vida de todo mundo seria melhor sem ele.

Começa muito cedo. O antiquado “menino não chora” ainda circula por aí. Por vezes ele se traveste de “vai ficar chorando que nem uma menina?”. O machismo tenta enfiar as lágrimas de volta nos olhos dos meninos, que já crescem com duas ideias erradas: a de que eles não podem ter fragilidades e a de que toda menina é frágil por natureza.

Depois os meninos são tolhidos nos brinquedos. Uma menina jogando bola ou brincando de carrinho pode até ser aceita (embora o mundo prefira vê-la com uma cozinha de plástico cor de rosa). Mas um menino com uma Barbie jamais passará ileso. Um menino que queira brincar de ser pai de uma boneca será motivo de preocupação. Um menino com um bambolê. Um menino que se divirta penteando cabelos.

Mais tarde são os cursos universitários: Nutrição? Enfermagem? Psicologia? Pedagogia? Design de interiores? Gastronomia? O machismo está pronto para mandá-los para a engenharia, para o direito e para administração de empresas. Nas profissões não é diferente. Um amigo que estuda em Barcelona é excelente com crianças, pensou em se oferecer para cuidar de algumas. Mas quem aceitará “um” baby-sitter? Será um pedófilo? Um pervertido? Além disso, misturam-se conceitos, associando profissões a orientação sexual e, de repente, o simples fato de um homem gostar de cortar cabelos ou desenhar roupas já torna-o gay aos olhos dos machismo. Uma coisa não tem nada a ver com a outra, mas o machismo é muito burro.

O machismo convence o mundo de que um homem deve sentir-se vexado por ganhar menos que a mulher. Convence o mundo de que um homem que abra mão da carreira para cuidar dos filhos é um fracassado disfarçando sua incompetência profissional. Convence-nos de que o homem, sexualmente, deve funcionar como uma máquina que nunca poderá ter falha alguma, seja no porte, na performance ou na vida útil. Que o homem precisa dirigir bem, manobrar com facilidade, saber trocar pneu, desentupir ralo e trocar resistência de chuveiro. Que o homem não deve usar antirrugas, nem corretivo para acne e olheiras, nem filtro solar. Que o homem não deve ter medo de barata, de escuro, de altura, de ficar solteiro, de não poder ter filhos, de se aposentar e sentir-se inútil.

O machismo não costuma matar homens. (a não ser que esse homem beije outro homem no meio da Avenida Paulista). O machismo prefere matar mulheres. O machismo odeia todas as mulheres que não se encaixam em seu asqueroso e pobre padrão. Mas também odeia os homens que não correspondem às suas tristes expectativas. E reprime-os. Julga-os. Condena-os. Não os mata com armas de fogo, não os espanca no chão da cozinha, não os violenta nos becos escuros. Mas mata, sim, a cada dia, um pouco das sua liberdade, da sua paz, dos seus sonhos.

Morte grande e sangrenta ou morte pequena e sutil, somos todos vítimas do mesmo machismo. E a luta contra ele é uma só: uma luta sem gênero, protagonizada por todos os que sabem que não queremos seguir caminhando por caminhos trilhados por uma mentalidade tão pobre, tão atrasada e tão carregada de ódio.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Importância versus o Uso.

Quem bolou esse pensamento, foi muito bem. Abaixo:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem tiver conhecimento, informar para os créditos.

– Why Many Targets Feel Better When They See Someone Else Being Bullied.

This is a difficult thing to admit. However, sometimes when you’ve been singled out for bullying for so long, it can make you feel better if, by …

Continua em: Why Many Targets Feel Better When They See Someone Else Being Bullied

– It IS Possible to Win an Enemy Over.

It’s something you can do. I’ve seen other people do it, and I’ve done it. However, a couple of things need to happen before you can win over an …

Continua em: It IS Possible to Win an Enemy Over

– What Are The Far-Reaching Consequences of School Bullying and Mobbing?

How many lives could’ve been saved if we’d spoken up sooner? For years, everyone saw bullies picking on and ganging up on targets- they saw it on the…

Continua em: What Are The Far-Reaching Consequences of School Bullying and Mobbing?

– O sofrimento em opinar nas Redes Sociais… os 5 “tipos de discordantes da Web”.

Quando falamos em Dar Opiniões no Mundo Virtual sabemos das várias formas (a maioria agressiva) de como discordar de quem pensa diferente de você. 

Elenquei as 5 mais comuns que percebo:

A) A pessoa pode não ter entendido o que você escreveu e reclama veementemente (mesmo sendo ignorante);

B) Faz de conta que não entendeu (e quer te minimizar disfarçadamente);

C) Entendeu seu ponto de vista e expõe educadamente o seu entendimento (concordando, sendo alternativo ou discordando), sempre respeitando-o;

D) Apesar de ter observado atentamente suas colocações, discorda prontamente e quer que você concorde com ela “na marra” (pois só ela é “dona da verdade”);

E) Nem lê, mas se é contra o que ela pensa, já te xinga (as opiniões desses radicais devem sobrepujar a de todos outros, dispensando qualquer conhecimento).

No mundo ideal, a alternativa C, infelizmente, está em baixa… não só no tripé dito popularmente difícil de discutir (religião, política e futebol), mas na sociedade em geral… Vivemos um mundo de pouca tolerância e de muita ignorância. Somente a Educação há de mudar isso (começando pela dada pelos pais – se é que ela ainda é a correta de muitos, afinal, há muitos pais que “deseducam” hoje em dia e incentivam a discórdia desrespeitosa).

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Para mais textos, visite meu blog de Assuntos Contemporâneos Gerais, o Discutindo Contemporaneidades, em: https://ProfessorRafaelPorcari.com

 

– You Should Always Address Bullying in The Early Stages. Here’s Why:

My grandmother once told me this: “Never. And I mean never let anyone get comfortable with abusing and mistreating you.” She was right. By the time …

Continua em: You Should Always Address Bullying in The Early Stages. Here’s Why:

– O paradigma sexista foi quebrado pela FIFA. Mas e o gay?

O primeiro paradigma da Copa do Mundo 2022 foi quebrado pela FIFA recentemente: levar mulheres para a arbitragem em um país machista (já havia sinalizado isso na Copa do Mundo de Clubes).

O outro parece mais difícil: aceitar manifestações LGBTQIA+ no Catar. Prova disso, a entrevista do comandante das Forças Armadas local.

Extraído de: https://revistamarieclaire.globo.com/Noticias/noticia/2022/04/lgbtqia-na-copa-do-catar-falta-de-protecao-e-proibicao-de-atos-publicos.html

LGBTQIA+ NA COPA DO MUNDO NO CATAR: FALTA DE PROTEÇÃO E ATOS PÚBLICOS PROIBDOS

O major-general Abdulaziz Abdullah Al Ansari, comandante das forças de segurança do Catar, declarou que a segurança de pessoas LGBTQIA+ não pode ser garantida na Copa do Mundo e que manifestações públicas, com a bandeira arco-íris, estão proibidas; ‘Não posso garantir o comportamento de todo o povo’

Em entrevista à agência Associated Press, o major-general Abdulaziz Abdullah Al Ansari, o militar que ocupa o posto mais alto nas forças de segurança do país, declarou que a segurança de pessoas LGBTQIA+ não pode ser assegurada durante a Copa do Mundo no Catar, que acontece entre novembro e dezembro deste ano.

O major-general afirmou que torcedores estrangeiros são bem-vindos no país e podem fazer o que desejam, desde que de maneira privada. Símbolos LGBTQIA+, como a bandeira arco-íris, não poderão ser exibidos “para sua própria segurança.”

“Se um torcedor levantou a bandeira do arco-íris e eu a peguei dele, não é porque eu realmente quero insultá-lo, mas sim para protegê-lo. Porque se não for eu, alguém ao redor dele pode atacá-lo”, pontua. “Não posso garantir o comportamento de todo o povo. E eu direi a ele: ‘Por favor, não há necessidade de levantar essa bandeira neste momento’.”

Abdulaziz argumentou ainda que os moradores do Catar não vão deixar de seguir a religião islâmica, e de respeitar as diretrizes da interpretação local da sharia (conjunto de leis islâmicas), só porque há um campeonato da FIFA no país.

“Reservem o quarto juntos, durmam juntos. Isso é algo que não é da nossa conta. Estamos aqui para administrar o torneio”, explica. “Aqui não podemos mudar as leis. Você não pode mudar a religião por 28 dias de Copa do Mundo.”

O major-general também declarou que os ativistas devem evitar se posicionar publicamente no país durante o evento. “Você quer demonstrar sua visão sobre o movimento, demonstre-a em uma sociedade onde ela será aceita. Assista ao jogo. Isso é bom. Mas não venha e insulte toda a sociedade por causa disso.”

Acolhimento sem beijos

Em dezembro de 2021, o comitê organizador do evento garantiu que o país vai acolher o público LGBTQIA+, mas pontuou que trocas públicas de carinho devem ser evitadas.

Nasser Al Khater, líder do grupo, declarou à CNN que “ninguém se sente inseguro” no país. Na época, ele fez menção ao jogador australiano Joshua Cavallo, assumidamente gay, que disse que ficaria “com medo” de jogar no Catar, onde a homossexualidade pode ser punida com até três anos de prisão.

“Joshua Cavallo seria bem-vindo no Catar, ninguém se sente ameaçado ou inseguro aqui. Nós somos um país acolhedor, tolerante e hospitaleiro, todos são bem-vindos aqui”, declarou Nasser na época.

Entretando, o dirigente também afirmou que o país possui uma postura rígida em relação às demonstrações públicas de carinho. “O Catar e a sua região são mais conservadores, então as demonstrações públicas de afeto, que são desaprovadas, devem ser evitadas”, disse.

“É a única indicação a ser respeitada, tirando isso, cada um pode viver sua própria vida. Só pedimos aos torcedores que respeitem.”

Segurança de pessoas LGBTQIA+ não pode ser assegurada durante a Copa do Mundo no Catar, diz comandante das forças de segurança do país (Foto: Reprodução Instagram)

Segurança de pessoas LGBTQIA+ não pode ser assegurada durante a Copa do Mundo no Catar, diz comandante das forças de segurança do país (Foto: Reprodução Instagram)

– Empowerment!

Now, I know what I want They can go ahead and taunt I know who I am I see through their sham No one can define me They belong behind me I love me …

Continua em: Empowerment!

– Os Albinos, a iniciativa contra o preconceito e à favor da saúde.

Quando eu era pequeno e sem saber o que era albinismo, pensava que essas pessoas eram estrangeiras no nosso país. Nem imaginava o que era a doença, nem que os negros poderiam sofrê-la também.

Mais do que isso: protetor solar, para eles, é remédio, e as autoridades pouco fazem…

Compartilho essa matéria da Revista VejaSP, ed 26/04, sobre esse assunto importante. Abaixo:

CUIDADO À FLOR DA PELE

Programa inédito no país ajuda albinos a tratarem da saúde e a lidar com o preconceito social

Por Mariana Zylberkan e Sara Ferrari

Em 2011, quando estava grávida de sua filha Beatriz, a professora Fernanda Quintiliano ouviu uma frase aterradora de uma médica que a acompanhava na gestação. “Ela me disse que eu não deveria pôr filhos albinos no mundo, pois havia um risco imenso de eles contraírem câncer de pele”, relembra.

Ela e o marido, o técnico em segurança do trabalho Flavio André Silva, possuem o distúrbio genético do albinismo e o transferiram às duas filhas — a caçula, Clarice, tem 1 ano. O único integrante da família de Osasco, na Grande São Paulo, que não apresenta a condição é Augusto, 6, adotado em 2011. “Eu sabia que nossos filhos biológicos seriam albinos, e não via problema nisso, mas esse comentário me deixou bastante assustada”, conta ela.

Quando a criança completou 3 anos, Fernanda encontrou o Programa Pró Albino, que funciona há seis anos na Santa Casa de Misericórdia com o objetivo de oferecer atendimento médico e psicológico gratuito a portadores de albinismo. Hoje, o casal e as duas meninas fazem consultas a cada três meses na instituição, para a realização de exames e acompanhamento clínico.

O albinismo é uma condição genética associada à deficiência de melanina, pigmento que dá cor à derme, aos olhos e aos cabelos. Além de possuir características físicas próprias (veja o quadro na pág. 50), quem é portador dessa mutação está sujeito a ter doenças cutâneas, como tumores, e deficiência visual.

Estima-se que existam 1 000 albinos no Estado de São Paulo. Para receberem tratamento específico, todos deveriam se dirigir ao instituto da Santa Casa, o único centro médico do Brasil voltado para esse público. No entanto, apenas 220 pacientes estão cadastrados no programa.

Em 2011, quando foi lançado, eram 22. “No começo, pedíamos aos pacientes para nos indicar outros albinos”, conta a dermatologista Carolina Marçon. A médica faz parte de uma equipe de nove especialistas, entre eles oftalmologista e geneticista, pronta para atender a uma gama de necessidades, desde a detecção do nível de melanina até o aconselhamento genético e o suporte para exigir auxílio por invalidez em caso de deficiência visual.

Os beneficiados são ainda orientados a proteger-se dos efeitos nocivos do sol com o uso de protetor solar com fator 30, no mínimo, e ingerir suplementos de vitamina D, substância que não são capazes de produzir naturalmente. Uma vez detectada alguma lesão mais grave na derme, o procedimento de internação e cirurgia é realizado no próprio hospital.

A ideia de criar o programa surgiu nos departamentos de dermatologia e oftalmologia da Santa Casa para prevenir casos de câncer de pele precocemente. “Muitas pessoas chegavam aqui com a doença em estágio avançado”, explica Carolina. Um dos motivos é a falta de conhecimento sobre essa condição por parte dos próprios médicos.

“Na minha infância, passei por vários pediatras e nunca me disseram nada”, diz Fernanda, que só recebeu o diagnóstico correto aos 17 anos. Além dos problemas de saúde, essa população enfrenta diariamente o preconceito social. A assistente de produtos Rafaela Rosário relata que atrai olhares curiosos quando está ao lado do namorado, Livyston Fernandes, também albino.

Os dois se conheceram em uma rede social há dez anos. O casal procura levar a situação na esportiva. “A gente tira sarro e até manda um ‘joia’ ”, diverte- se. Há ainda ajuda para resolver problemas práticos.

O aposentado Miguel José Naufel teve de entrar na Justiça contra a prefeitura de Mococa, cidade a 270 quilômetros da capital, onde mora, para conseguir retirar um frasco de protetor solar por semana em um posto de saúde local. “Alegaram que era cosmético, mas para nós é como um medicamento. Preciso usar todo dia”, explica.

Há dois anos, o Programa Pró Albino foi reconhecido pela Associação Paulista de Medicina como uma das principais iniciativas sociais da área médica na capital. O plano agora é expandir o trabalho a outros hospitais do país. “O Estado do Rio de Janeiro e Brasília estão implantando projetos semelhantes”, diz Carolina. “Eles vão facilitar a vida de quem necessita viajar milhares de quilômetros para vir a São Paulo para o tratamento.”

OS GRAUS DO ALBINISMO

Tipo 1: é a versão mais intensa da condição genética. Tem como características cabelos brancos, pele pálida e olhos claros. A deficiência visual, causada pela incapacidade de produção da proteína que forma os nervos ópticos, é mais acentuada.

Tipo 2: os indivíduos têm cabelos loiros ou castanho claros e pele menos pálida.

Tipo 3: a pigmentação da pele e dos cabelos é avermelhada e os olhos são castanhos, mas existem problemas de visão.

Tipo 4: essa variação se assemelha fisicamente ao tipo 2, mas as dificuldades de enxergar são mais amenas.

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Beatriz, Flavio, Augusto, Fernanda e Clarice (em sentido horário, a partir da esq.): consultas e exames de rotina (Alexandre Battibugli/Veja SP)

– Today, We See Extreme Bullying Disguised as Social Justice.

Cancel culture started out with people calling out public figures, celebrities, and big companies for wrongdoing. It began gaining traction on …

Continua em: Today, We See Extreme Bullying Disguised as Social Justice

– Como punir DE VERDADE os casos de Racismo?

Depois dos inúmeros casos de racismo na Libertadores da América vitimando brasileiros, a Conmebol resolveu “ser rigorosa” e aplicar a sanção de US$ 100 mil como multa para casos de preconceito por “cor de pele, raça, sexo ou orientação sexual, etnia, idioma, credo ou origem”, segundo o próprio site.

E adiantou?

Lógico que não. Na Argentina, no jogo Boca x Corinthians, várias imagens e vídeos flagrando torcedores imitando macaco, que vão de adultos, jovens e até… crianças! Bela educação seus imbecis pais estão proporcionando.

A solução?

Que o clube seja co-responsabilizado com multa mais alta (mas que se pague mesmo, e que o destinatário seja uma instituição solidária, não a Conmebol), além de que se crie políticas anti-discriminatórias. Acrescento: portões-fechados ao público.

Se funcionará?

Infelizmente, é bem provável que não... mas seria um esforço.

E você, o que pensa: qual a solução para acabar com o racismo nos estádios?

Acréscimo: Fico pensando… aqui, muitas vezes, ouvimos falar que é bobagem um “Dia da Consciência Negra“… será? O problema do preconceito (das mais diversas formas) é evidente em nosso país e nos vizinhos).

Torcedor do Boca Juniors imita macaco em direção à torcida corintiana

Torcedor do Boca Juniors imita macaco em direção à torcida corintiana, (de: https://www.terra.com.br/esportes/corinthians/corintianos-sao-vitimas-de-racismo-por-parte-de-torcedor-do-boca-juniors-em-jogo-da-libertadores,ebd76c6e905da7089ffab549073fd0bdm0r0whtd.htmlFoto: Reprodução/ Twitter / Estadão

– A cultura de ofender (sem sentir vergonha) nas Redes Sociais por política: UM APELO!

Se você não tem medo do Covid-19 e é partidário de que a quarentena é uma bobagem, saia para a rua. Se estiver temeroso, fique em casa.

Se achar que o povo está criando uma histeria desnecessária, mantenha a calma. Se acha que as precauções são necessárias, se policie.

Se você for de Esquerda ou de Direita, gay ou hétero, crente em qualquer crença ou ateu, palmeirense ou corintiano, caipira ou caiçara, moderninho ou conservador, que seja.

MAS… respeite quem não pensa igual! Não insista para que eu tenha a mesma opinião que a sua, que aja como você e tampouco tenha os seus mesmos anseios e valores.

A minha opinião é minha, sem viés, sem manipulação de ninguém. Só minha. Assim como creio que a sua, seja qual for, seja somente de você – sem influência de Fake News ou de lavagens ideológicas de quem for.

Mais especificamente, não estou nem aí se você é Bolsonaro, Lula, Dória, Marronzinho, Enéias ou Eymael. Seja da ARENA ou do PCO, respeitarei seu direito de expressão. Respeite o meu também.

Vivemos numa sociedade onde a pessoa quer ser seu amigo em Rede Social (seja qual for), mas vai lá encher o saco dela. E depois fica “magoadinha” porquê é bloqueada. Mas por quê isso ocorreu? Sou obrigado a aguentar chato tentando me catequisar, converter, lavar minha mente?

O pior: você emite educadamente sua ideia, procura manter o bom senso e, de repente, aparecem as pessoas que discordam de você que, ao invés de recíproca e educadamente escrever no mesmo tom de educação que leu, enche seu espaço de CTRL C + CTRL V com um monte de argumentos dos outros, já prontos e com palavras raivosas. Abarrota de palavrões, ofensas, e outras bobagens, achando que é natural fazer isso (sim, sou politicamente correto e entendo ser necessária a boa conduta). Se a pessoa não teve tom ofensivo mas sim opinativo, que raio de sanha maldosa e imbecil que o outro tem em perder tempo e ir te ofender gratuitamente? Eu não vou na sua página escrever coisas que você possa se ofender, não vá à minha também. E se veio, por quê insiste em ser amigo virtual?

O cara escreve te chamando de vários “nomes”, mas depois diz que não se referiu a você. Então cite a quem! Saiba escrever, arranhe e arrisque algumas palavras entendíveis e inteligentes. Mas o principal: seja educado, cidadão, democrático e justo.

As pessoas falam nas Redes Sociais como se “tudo pudesse”, um mundo sem escrúpulos nem leis de convivência. “Rasga a saia” e desanda a digitar o que não tem coragem de falar no frente-a-frente. Se dói por qualquer coisa. Liberdade de expressão não é direito de calúnia!

Insisto: argumentar e discutir é ótimo, mas IMPOR a sua opinião é desrespeito, fanatismo ou falta de educação.

Enfim, vida que segue onde as pessoas gratuitamente perdem tempo de entrar na postagem alheia simplesmente para exercer a atividade da imbecilidade, sem entender que se pode opinar contrariamente e não percebendo e nem tendo a sensibilidade de que não pode é atacar simplesmente por ignorância.

Que necessidade idiota é essa de atacar? A maldita ideia do “nós contra eles” dos anos 2000 voltou a todo vapor em 2021.

O apelo é: cada um respeitando o próximo, é o mínimo que a cidadania exige.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– Em defesa da Cidadania e pelas Mulheres: o Projeto “Mete a Colher”.

Nesses dias tão sofridos para o sexo feminino, onde o desrespeito tem-se feito maior, uma iniciativa louvável: o Projeto “Mete a Colher”, que trabalha com as mulheres vítimas de violência doméstica.

Compartilho esse vídeo com os detalhes,

Em: http://g1.globo.com/pernambuco/videos/v/projeto-mete-a-colher-reune-voluntarias-para-ajudar-mulheres-vitimas-de-violencia/5211026/

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– Como cobrar dos filhos, se os pais não são exemplos bons?

Eu me admiro como atitudes corriqueiras são problemáticas para muitos. Por exemplo: respeitar as vagas de estacionamento.

Reparo (e mostro à minha filha para que veja o erro e entenda que não deva fazer isso quando crescer): pais sadios estacionando nas vagas de perueiros e de deficientes.

Por quê? Falta de consciência ou preguiça de caminhar mais um pouco?

Eu me revolto com essas coisas. Dias desses vi um deficiente reclamar com a pessoa que parou em seu lugar reservado, e a infratora simplesmente respondeu: “é rapidinho”. Pode?

São nas pequenas coisas que ensinamos cidadania. Como exigir educação às crianças, se não fazemos o básico?

Vaga reservada é para quem precisa. E não se discuta isso.

Placa de Estacionamento para Deficientes | AfixGraf

Imagem extraída de: https://loja.afixgraf.com.br/placa-de-estacionamento-para-deficientes-561.html

– Respeito é fundamental!

É muito difícil respeitar o seu semelhante (ou o diferente)?

Cada um com sua consciência numa questão: devo julgar meu próximo? Veja:

– When You Assert Your Boundaries, Be Prepared for Others, Especially Bullies, to Accuse You of Having “An Attitude.”

Girl sitting on the ground and drawing personal space. Selective focus Many times, when we set boundaries and refuse to lower our standards, we’re …

Continua em: When You Assert Your Boundaries, Be Prepared for Others, Especially Bullies, to Accuse You of Having “An Attitude.”

– Seja diferente com o Flamengo, Talleres.

O Mengão jogará em Córdoba pela Libertadores da América. E depois de tantos casos de racismo observados, não seria uma jogada de responsabilidade social (e por quê não, de marketing) se o Talleres entrasse em campo promovendo a igualdade racial?

Imaginaram uma torcida com cantos positivos de respeito e contra a discriminação?

Não sei se seria uma utopia, mas seria um Fair Play memorável.

– Por quê uma pessoa rotula a outra? Anti-lulista, Anti-bolsonarista ou Isentão?

O Fanatismo cega. Quando eu criticava as picaretagens do ex-presidente Lula, automaticamente recebia o adjetivo de antipetista. Quando faço críticas a algumas atitudes “transloucadas” do presidente Bolsonaro, aí viro petista. Mas quando as publicações elogiam ou elogiavam um ou outro, neca. E ambas perguntam: e o Dória? Mas o cara não lê as postagens onde há críticas a ele, como as que fiz da vaidade e da ciência sem cientificidade!

Dá para o leitor mais apaixonado decidir?

Seriam os algoritmos do Facebook os grandes culpados? Será que toda vez teremos que postar dizendo que não somos comunista, coxinha, mortadela, bolsodória, blablablá? Ou ainda assim o radicalismo de quem lê faz questão em não entender?

Cada vez mais crente que sim: a paixão por política vicia e domina a pessoa.

Abordei esse desrespeito em: https://professorrafaelporcari.com/2020/04/03/saudade-do-orkut-faca-o-teste-e-comprove-lula-bolsonaro-coronavirus-e-outros-temas-espinhosos-ganham-corpo-com-os-algoritmos-do-facebook/

Viciado-em-discutir-politica-nas-redes-sociais

– E a Conmebol continua silenciosa quanto aos casos de racismo.

“Quem cala, consente”, diz o ditado popular.

Depois dos atos racistas contra torcedores brasileiros negros do Fortaleza, Corinthians, Red Bull Bragantino, Palmeiras e Flamengo (o primeiro caso há 15 dias, os demais respectivamente 3ª feira duas vezes, 4ª feira e 5ª feira) a Conmebol nada falou. Nada publicou. Nada repudiou.

O Racismo é algo corriqueiro para eles? Tal indignidade não vale uma nota, ao menos, no site da entidade? Veja, abaixo, que até as 9h00 só havia “matérias positivas” em sua página.

Normalizou-se essa vergonha. Que os clubes e a CBF pressionem a Conmebol para atitudes sérias.

– Ninguém é obrigado a ter a mesma opinião.

Em uma sociedade ideal, o respeito não precisaria ser lembrado nas postagens em redes sociais, não?

Portanto, um lembrete com ideais de Educação:

– O que é um “amigo virtual”? E até que ponto ele é um amigo? Sobre: valer a pena ter amizades no Facebook.

Amigos (amigos pra valer) temos muito poucos na vida. É fato! Temos muitos conhecidos, colegas e pessoas que se relacionam com a gente. Mas amigos de verdade, não são muitos.

E amigos virtuais? 

Essa categoria criada pelo Facebook (que se estendeu para Twitter, Instagram e outras Redes Sociais) engloba os amigos, colegas, conhecidos, famosos, anônimos, admiradores e até haters. “Cabe todo mundo”.

Mas deveria caber?

Talvez sim, talvez não. Se a pessoa te incomoda, reclama de tudo o que você posta, por quê está inserida na sua Rede Social? Não faz sentido!

Facebook e seus semelhantes são: entretenimento, ferramenta de trabalho ou as duas coisas concomitantemente. Mas pense: vale a pena aguentar trolls?

Nunca haverá bloqueio, desfazer amizade ou retaliação por argumentar diferente por minha parte. Não fui educado para isso… o debate inteligente, respeitoso e cordial sempre fará parte. Mas se ele ocorre somente por um dos lados que discute, pra quê insistir nessa “amizade virtual”?

Aqui vale uma lembrança sobre discordar em Redes Sociais e seus limites de respeito: https://professorrafaelporcari.com/2020/04/26/discordar-com-educacao-pode/

Na questão da educação necessária neste mundo virtual: https://professorrafaelporcari.com/2020/03/25/a-cultura-de-ofender-sem-sentir-vergonha-nas-redes-sociais-por-politica-um-apelo/

Sobre o Fanatismo desse ambiente: https://professorrafaelporcari.com/2020/04/05/por-que-uma-pessoa-rotula-a-outra-anti-lulista-anti-bolsonarista-ou-isentao/

Por fim, um importante lembrete sobre radicalização: https://professorrafaelporcari.com/2020/04/03/saudade-do-orkut-faca-o-teste-e-comprove-lula-bolsonaro-coronavirus-e-outros-temas-espinhosos-ganham-corpo-com-os-algoritmos-do-facebook/

O que é Educação 4.0 e como ela vai mudar o modo como se aprende ...

Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– Informação, Desinformação ou Intoxicação?

Existem certas leituras que não valem a pena perder tempo. Neste mundo de Fake News e de confusão com “liberdade de expressão e libertinagem”, se vê de tudo – e que podem fazer mal às pessoas, prejudicando sua sanidade mental / comportamental.

  1. Há aqueles que querem falar algo nas entrelinhas e nada dizem.
  2. Outros que se passam por jornalistas sem nunca ter entendido “ética jornalística”.
  3. Também existem os que escrevem em sites como se fossem blogs (e vice-versa), não entendo o que é um e o que é outro.
  4. Por fim, há aqueles “informes de outrem“, interessados em algum benefício próprio e que, “a lá” o modismo de hoje e o nefasto dinheiro que pode lhe interessar (dependendo a qual “santo se reza”, pois se vende para tantos), age com boçalidade nas palavras escritas, faladas ou digitadas, desqualificando outras pessoas apenas para querer reforçar sua matéria paga ou favor trocado. Falam, mas dizem o que os “chefes” querem dizer.

Resumidamente: neste mundo tão odioso, é triste ver tal situação. Me refiro claramente nessas considerações acima aos sites ligados à Extrema Esquerda e Extrema Direita do país, que tanto criam factoides para atacar pessoas de bem, de pensamento contrário e até mesmo na neutralidade. E isso se vê diariamente no Facebook, no WhatsApp e em outras redes sociais. 

Isso precisa mudar urgentemente, pois em muitos momentos a pessoa mais humilde vai crer em uma fantasia criada ou em uma desculpa esfarrapada somente pelo fato de que “está na internet“, sem saber a credibilidade real, o passado e o presente de quem postou. 

É por isso que o Brasil rachou, discutindo se “é Bolsonaro ou Lula”, tirando o espaço das pessoas sensatas e de muitos intelectuais verdadeiros, exaltando apenas os Olavos e as Chauís.

Objetivamente: tal fato intoxica, contamina e deturpa não só a Política, mas a sociedade em geral – na cultura, no esporte, nos relacionamentos… Afinal, quem procede assim (como bajulador, interesseiro, puxa-saco ou militante inescrupuloso) só pode querer ganhar cargos, dinheiro ou benesses. Sem respeito, “faz o serviço” (publica coisas com vieses) para quem está pagando mais. Ou os “blogueiros” de Dilma, Bolsonaro, ou tantos outros não conseguiram uma “boquinha” quando estiveram juntos com aqueles aos quais “babavam ovo”?

Que sejamos agentes de modificação de tudo isso! Afinal, não se faz nova política com velhos nomes – de Direita ou de Esquerda.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O insensível Olim! Tenha empatia com a Isa.

Não comungo das ideias políticas desses 3 personagens: Deputados estaduais Delegado Olim, Arthur do Val e Isa Penna.

Entretanto… Arthur do Val (apelido “Mamãe Falei”), foi nojento nos áudios vazados na Ucrânia (tanto que teve que renunciar). O Deputado Delegado Olim (que faz parte da Comissão de Ética da Alesp) fez de tudo para puni-lo e cassar o seu mandato. Porém, quando Fernando Cury assediou Isa Penna, ele “aliviou” no seu julgamento.

E é aqui que chamo a atenção: que frase infeliz de Olim, desta semana, dando a entender que a deputada se beneficiaria por ter sido assediada. Insensível!

Atualizando: Olim foi humilde e se desculpou, dizendo que “se expressou mal”…

Veja abaixo, extraído de: https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2022-04-21/isa-penna-olim-comentario-assedio.html

ISA PENNA PEDE AFASTAMENTO DE OLIM APÓS COMENTÁRIO SOBRE ASSÉDIO.

O deputado estadual Delegado Olim (PP), disse que Isa Penna teve “sorte” por ter sido vítima de assédio sexual de um parlamentar

A deputada estadual Isa Penna (PCdoB-SP) deve entrar com uma representação no conselho de Ética da Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) contra o deputado Delegado Olim (PP) para seu afastamento do Conselho de Ética da casa, após um comentário do parlamentar sobre o assédio sexual sofrido pela deputada, em dezembro de 2020, pelo também deputado estadual Fernando Cury (sem partido) .

O comentário, foi feito na última quarta-feira (20), em uma entrevista, onde Olim disse “Isa Penna, que sorte a dela. Ela vai se eleger por causa disso [assédio de Cury]. Sim, ela só fala nisso.”

Logo depois, o deputado minimiza o caso de assédio sofrido pela parlamentar ao afirmar que Cury é um “cara do bem” e que nunca se esquecerá das acusações de assédio após o ato contra Isa Penna .

“Foi um dia, final de ano. Acho que ele [Cury] estava lá dentro dos gabinetes, ele bebeu. Porque ele é um cara do bem, todo mundo adora ele. Eu acho que o que ele fez ali ele também nunca mais vai esquecer na vida dele. Eu não queria estar no lugar dele, ficou ruim para ele e nunca vão esquecer. É como o próprio Arthur, ele pode fazer o que quiser, [e não vão esquecer]”, disse Olim.

Além da representação contra Olim, a parlamentar estuda pedir punição contra Arthur do Val e uma nova punição a Fernando Cury

José Antonio Teixeira/Alesp – 21.04.2022