Um ditado que nos faz refletir:
”Quem pisa nos outros, tropeça na vida”.
A sabedoria popular, aqui, de maneira clara e bem objetiva…
Imagem extraída da Internet. Autor desconhecido.
Nesses tempos em que as pessoas usam as Redes Sociais para se promoverem, e muitas vezes não há escrúpulos para isso, enganar o público parece ter se tornado normal.
Nessa semana, “bombou no twitter” um assunto triste: uma garota de programa, Layz Paz (que já admitiu inventar romances com famosos para promover suas publicações), tirou uma foto ao lado de um senhor que afirmava ser… Zico.
Se fosse o Zico (óbvio que não é), teria sido juvenil em deixar se fotografar? Faça-me o favor…
Imagine a dor de cabeça que o Galinho de Quintino teve, sem ser culpado de nada, em rebater essa picaretagem feita com ele…
Extraído de: https://cenapop.uol.com.br/noticias/famosos/zico-nega-ter-sido-cliente-de-garota-de-programa.html
ZICO REBATE ESPECULAÇÃO DE ENCONTRO COM GAROTA DE PROGRAMA: “PAÍS DA MENTIRA”
Ex-jogador foi parar na lista dos assuntos mais comentados das redes sociais
O ex-jogador Zico foi parar na lista dos assuntos mais comentados nas redes sociais depois que a garota de programa Lays Paz publicou, no Twitter, uma foto onde aparece ao lado de um suposto “jogador de futebol aposentado”. Ao verem a publicação, muitos internautas especularam se tratar do ídolo do Flamengo.
Em declaração enviada para a coluna de Leo Dias, do Metrópoles, nesta quarta-feira (12/04), ele se mostrou irritado com as suposições e desmentiu o encontro: “Como não sou eu (que se relacionou com a garota de programa), quem tem que se manifestar é quem está falando que sou eu e provar”, afirmou.
Em seguida, Zico lamentou que as pessoas não tenham ideia do impacto que uma notícia mentirosa pode ter na vida de uma pessoa, seja ela celebridade ou não: “Vivemos, infelizmente, no país da mentira e as pessoas não estão nem aí para o mal que podem causar”, disse ele.
Em outras declarações, Lays chegou a admitir que inventava histórias nas redes sociais para aumentar seu engajamento. No caso em questão, ela publicou uma foto de um homem mais velho, com o rosto coberto por um emoji, afirmando ser um jogador de futebol aposentado, mas sem mostrar o rosto e nem citar nomes.

Imagem do Instagram da moça,
Não entendo pessoas que criticam o seu próximo gratuitamente.
Normal, não é.
É triste ver gente ofendendo o trabalho alheio apenas pelo bel-prazer de fazê-lo. É assustador ver gente igualmente fazendo troça da competência de amigos, perdendo tempo, pasmem, em fazer campanha pelo boicote do profissional!
Já imaginou colocar postagens nas Redes Sociais pedindo para não prestigiar a labuta do seu semelhante, por nada, apenas pela sua índole odiosa de “causar”?
O que o bobão ganha com isso?
E ainda dá Ibope ao outro… cômico!
Pobre cidadão de espírito pequeno… o que pessoas assim levam de benefício? E o pior: não percebem o mal que fazem a si próprio.
Enfim: sujeito assim é um doente que não se ajuda, pois sua enfermidade o cega.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
O mundo está de cabeça para baixo. O que foi o “selinho de língua” pedido pelo Dalai lama a uma criança?
Para quem não viu a loucura, abaixo, extraído de: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2023/04/10/escandaloso-por-que-fala-de-dalai-lama-para-crianca-gerou-revolta.htm?utm_source=twitter&utm_medium=social-media&utm_content=geral&utm_campaign=noticias
NOJENTO E DOENTIO: POR QUE FALA DE DALAI LAMA PARA CRIANÇA GEROU REVOLTA
O dalai lama pediu desculpas nesta segunda-feira (10) depois de ser amplamente acusado de comportamento impróprio diante de uma criança, na qual ele deu um ‘selinho’. Ele pediu para beijar um menino na boca e “chupar a língua” durante um evento público na Índia no dia 28 de fevereiro.
O vídeo logo viralizou e gerou reações condenatórias, sendo chamado de ‘inapropriado’, ‘escandaloso’, ‘nojento’ e ‘absolutamente doentio’.
Nas imagens, o líder espiritual tibetano de 87 anos pergunta ao menino: “você pode chupar minha língua?” e então mostra a língua. Os presentes dão risada, mas muitas pessoas depois chamaram a atenção para o comportamento problemático.
A criança parece ter ficado claramente desconcertada após a pergunta.
Uma petição chamada “Salvem as crianças de Dalai Lama – vamos parar com o abuso infantil” foi criada na plataforma Change.
Diversos usuários nas redes sociais se disseramm chocados e enojados com as imagens, acusando-o de pedofilia e pedindo até sua prisão.
No pedido de desculpa, o dalai lama diz que o ato foi ‘inocente’, sem se manifestar sobre o pedido ser inapropriado.
“Sua Santidade gostaria de pedir desculpas ao menino e sua família, bem como a seus muitos amigos ao redor do mundo, por qualquer dor que suas palavras possam ter causado”, dizia um comunicado publicado em sua conta oficial no Twitter, que tem 19 milhões de seguidores.
“Sua Santidade costuma provocar as pessoas que conhece de maneira inocente e brincalhona, mesmo em público e na frente das câmeras. Ele lamenta esse incidente”, continua o tuíte.
Nas redes sociais, as reações demonstram que a atitude passou longe de ser considerada uma brincadeira.
“O que acabei de ver? Como essa criança deve estar se sentindo? Nojento”, disse o seguidor no Twitter Rakhi Tripathi.
“Estou totalmente chocada ao ver o #DalaiLama aparecer assim. No passado, ele também teve que se desculpar por comentários machistas. Mas dizer: ‘Agora chupe minha língua’ para um garotinho, é nojento”, escreveu Sangita, outra seguidora no Twitter.
Em 2019, o dalai lama também se desculpou por dizer que se uma mulher o sucedesse, ela teria que ser “atraente”. Essas observações, feitas em entrevista à BBC, causaram polêmica.
Um livro publicado em 2022 na França denunciava a “lei do silêncio” sobre “abusos graves” dentro da religião budista tibetana, incluindo violência sexual, privações e corrupção financeira, além de culpar a omissão e a inação do dalai lama e do monge francês Matthieu Ricard, o principal tradutor do líder tibetano no país.
Quem é ele e o que representa
O dalai lama personifica universalmente o movimento pela autonomia tibetana.
Em 1989, recebeu o Prêmio Nobel da Paz.
Mas, Pequim o acusa de querer dividir a China e o chama regularmente de “lobo em manto de monge”.
(Com informações da AFP)

Repost de 4 ano, mas bem atual:
Nós não temos a noção da dificuldade que é não ter uma nação. Ser apátrida, para quem é, torna-se um trauma gigantesco!
Ser “uma sombra”, “não existir” e outros termos assim são comuns a essa gente. E são quase de 10 milhões no mundo!
Maha Mamo, uma moça filha de sírios que nasceu no Líbano, foi a primeira apátrida a conseguir se naturalizar brasileira. E o caso é curioso: pelo fato do pai ser cristão e a mãe muçulmana, o casamento interreligioso não é aceito na Síria. No Líbano, onde nasceu, a nacionalidade não é aceita pela “terra onde nasce”, mas somente pelo “ventre” (assim, não poderia ser libanesa). Mas com o problema religioso, não poderia ser natural da Síria pois, em tese, sua mãe é solteira e isso não é permitido por lá.
O interessante é: um apátrida não pode nada, pois não tem documento! Como matricular um filho inexistente? Ou ter carteira de trabalho? Incrível as dificuldades que eles passam e não imaginamos porque em geral nunca sentimos ou sentiremos isso.
E veja só: até um refugiado tem vários benefícios que um apátrida não tem, pois o refugiado “existe”, é uma pessoa que foge por algum motivo de sobrevivência. O apátrida, também em tese, nada disso ocorre.
Mais informações sobre tudo isso, compartilho em: http://www.acnur.org .

Imagem extraída de: https://www.paiquere.com.br/voce-sabe-o-que-vem-a-ser-um-apatrida/.
Lamentável a decisão da Indonésia de se negar a receber a delegação de Israel para o sorteio do Mundial Sub 20. O país muçulmano não tem relações diplomáticas com o estado judeu, e sendo assim, protestos para a exclusão de Israel começaram a acontecer por todo país.
Quem não consegue se relacionar no esporte, evidentemente não terá diplomacia…
Por enquanto, a Argentina se ofereceu para ser a nova sede.
FIFA TIRA MUNDIAL SUB 20 DA INDONÉSIA
A Fifa decidiu tirar o Mundial Sub-20 da Indonésia depois de fortes protestos na capital do país contra a participação de Israel. O país, que tem maioria muçulmana, teve diversos protestos na capital Jacarta de pessoas se colocando contra a entrada de Israel no país para participar do torneio. Uma nova sede será definida e países como Estados Unidos, Argentina e Inglaterra pintam como potenciais substitutos de emergência para sediar a competição.
A Indonésia não mantém relações diplomáticas com Israel. Protestos que aconteceram no início do mês de março na capital do país pediam que Israel não participasse do torneio e mostravam apoio à Palestina. Os conflitos na Cisjordânia têm aumentado, com milhares de presos e centenas de mortes na região.
As tensões na Indonésia já tinham feito a Fifa adiar o sorteio do Mundial Sub-20, que estava previsto para a última sexta-feira, dia 24, em Bali. O governador de Bali, Wayan Koster, se recusou a receber uma delegação israelense. Israel se classificou para o torneio ao ser finalista do Europeu Sub-19, perdendo da Inglaterra. Além de Israel, representam a Uefa a Inglaterra, França, Itália e Eslováquia. A escolha da Indonésia como sede do torneio aconteceu em 2019, antes de Israel se classificar para a competição.

Protesto em Jacarta contra a participação de Israel no Mundial Sub-20 (ADEK BERRY/AFP via Getty Images)
Me preocupo quando vejo casos de crianças bolinadoras que ficam atazanando a vida dos seus colegas. Por mais que uma pessoa já formada seja preparada para suportar o sempre condenável bullying, as sequelas uma hora ou outra aparecerão, de dimensões e traumas diferentes.
Se ainda assim a sociedade tem a preocupação com adultos supostamente melhor condicionados a enfrentar essa situação, imagine com crianças e adolescentes que não tem estrutura emocional! Que estrago.
Eu sei que as escolas tratam, em sua maioria, com muita atenção esse tema. Os educadores fazem a parte deles. Mas… e os pais?
Será que quem pratica esse ato tem dimensão das consequências? Claro que não, não foram conscientizadas disso. Por isso o pai e a mãe são fundamentais para evitar tal prática, pois a primeira educação vem deles.
Em especial, na pré-adolescência, onde a criança não é tão criança mas ainda não é moça, e os hormônios e crises existenciais estão a mil por hora, todo cuidado é pouco. Portanto, a quem possa colaborar para um mundo menos traumático, fica a dica: questionem seus filhos a fim de ajudá-los na prevenção do bullying – evitando a prática e ajudando a quem sofre.

Imagem extraída da Internet.
Do ano passado, para refletir:
Quando ocorreu o “Dia Nacional do Orgulho Gay (25/03)”, o SPFC (assim como outros times de futebol) fizeram postagens nas Redes Sociais pedindo o fim da homofobia (e o ambiente das arquibancadas é carregado disso).
A foto da esquerda é uma postagem do São Paulo, e nos comentários, há elogios e muitas críticas, beirando a própria homofobia, e algumas mais descaradas como “desnecessário” e outras com palavrões que me recuso a publicar aqui.
A foto da direita tem uma pergunta pertinente do perfil de “Estrelinha @Lekass_”: “Me diga, se fosse 2 homens tirando uma foto dessa na arquibancada laranja?”
Enfim, a questão é: por mais que se peça respeito nas arquibancadas, haverá o machismo, o preconceito e a confusão de que “respeitar é fazer apologia”.
Parabéns por quem, ao menos, tenta respeitar e promover o respeito no futebol. E paciência pelas críticas que surgirão.
Lamentável a decisão da Indonésia de se negar a receber a delegação de Israel para o sorteio do Mundial Sub 20. O país muçulmano não tem relações diplomáticas com o estado judeu, e sendo assim, protestos para a exclusão de Israel começaram a acontecer por todo país.
Quem não consegue se relacionar no esporte, evidentemente não terá diplomacia…
Por enquanto, a Argentina se ofereceu para ser a nova sede.
FIFA TIRA MUNDIAL SUB 20 DA INDONÉSIA
A Fifa decidiu tirar o Mundial Sub-20 da Indonésia depois de fortes protestos na capital do país contra a participação de Israel. O país, que tem maioria muçulmana, teve diversos protestos na capital Jacarta de pessoas se colocando contra a entrada de Israel no país para participar do torneio. Uma nova sede será definida e países como Estados Unidos, Argentina e Inglaterra pintam como potenciais substitutos de emergência para sediar a competição.
A Indonésia não mantém relações diplomáticas com Israel. Protestos que aconteceram no início do mês de março na capital do país pediam que Israel não participasse do torneio e mostravam apoio à Palestina. Os conflitos na Cisjordânia têm aumentado, com milhares de presos e centenas de mortes na região.
As tensões na Indonésia já tinham feito a Fifa adiar o sorteio do Mundial Sub-20, que estava previsto para a última sexta-feira, dia 24, em Bali. O governador de Bali, Wayan Koster, se recusou a receber uma delegação israelense. Israel se classificou para o torneio ao ser finalista do Europeu Sub-19, perdendo da Inglaterra. Além de Israel, representam a Uefa a Inglaterra, França, Itália e Eslováquia. A escolha da Indonésia como sede do torneio aconteceu em 2019, antes de Israel se classificar para a competição.

Protesto em Jacarta contra a participação de Israel no Mundial Sub-20 (ADEK BERRY/AFP via Getty Images)
Não assisto o BBB, mas leio que Mc Guimê e Antônio Cara-de-Sapato foram expulsos do programa, por assédio a uma participante mexicana do programa.
Duas coisas:
Entretanto, não podemos generalizar: esses caras não podem representar os homens em geral. Há muita gente educada, respeitosa e que em hipótese alguma pode ser comparada com esses sujeitos.
Para quem não viu, em: https://jovempan.com.br/entretenimento/bbb-23/mc-guime-e-antonio-cara-de-sapato-sao-eliminados-do-bbb-23.html

Imagem extraída de: https://jovempan.com.br/entretenimento/bbb-23/mc-guime-e-antonio-cara-de-sapato-sao-eliminados-do-bbb-23.html
Ouvi por Helena Eloi (@helenaeloi), coaching e professora:
“Toda rejeição é um convite para o autoamor”.
Puxa! E não é?

Imagem extraída de: https://www.caminhosolar.com.br/autoamor
Meninas mimadas não sabem que quanto mais velho, mais experiente.
Meninas minadas desconhecem que deve existir respeito.
Meninas mimadas são jovenzinhas metidas, que nada sabem.
Meninas mimadas um dia terão 40 anos, e saberão que os “quarentões” não são velhos… e que podem fazer faculdade sim, apesar de uma delas ter dito o contrário.
Sobre as universitárias que debocharam de uma colega mais velha, em: https://g1.globo.com/sp/bauru-marilia/noticia/2023/03/11/video-de-universitarias-de-sp-debochando-de-colega-por-ter-40-anos-viraliza-e-gera-indignacao.ghtml
Na imagem, o desabafo da sobrinha da vítima:
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/1/E/GWzhFVRr2HjUErXwNqSw/print.jpg)
Para defender as mulheres, você não precisa atacar ninguém. Certo?
Para o radical deputado Nikolas Ferreira, errado. Que papelão fazer discurso homofóbico dentro do Congresso, ao tentar falar sobre mulheres trans com tom de crítica. Errou em tudo!
A pauta é interessante quando se fala em esporte e competitividade (pelas questões físicas e hormonais), mas ainda assim deve ser respeitoso. Nikolas confundiu tudo e ainda vestiu um peruca loira… que mico!
Imagem: print de tela.
Se você for de Esquerda ou de Direita, gay ou hétero, crente em qualquer crença ou ateu, palmeirense ou corintiano, caipira ou caiçara, moderninho ou conservador, que seja. MAS… respeite quem não pensa igual! Não insista para que eu tenha a mesma opinião que a sua, que aja como você e tampouco tenha os seus mesmos anseios e valores.
A minha opinião é minha, sem viés, sem manipulação de ninguém. Só minha. Assim como creio que a sua, seja qual for, seja somente de você – sem influência de Fake News ou de lavagens ideológicas de quem for.
Mais especificamente, não estou nem aí se você é Bolsonaro, Lula, Dória, Marronzinho, Enéias ou Eymael. Seja da ARENA ou do PCO, respeitarei seu direito de expressão. Respeite o meu também.
Vivemos numa sociedade onde a pessoa quer ser seu amigo em Rede Social (seja qual for), mas vai lá encher o saco dela. E depois fica “magoadinha” porquê é bloqueada. Mas por quê isso ocorreu? Sou obrigado a aguentar chato tentando me catequisar, converter, lavar minha mente?
O pior: você emite educadamente sua ideia, procura manter o bom senso e, de repente, aparecem as pessoas que discordam de você que, ao invés de recíproca e educadamente escrever no mesmo tom de educação que leu, enche seu espaço de CTRL C + CTRL V com um monte de argumentos dos outros, já prontos e com palavras raivosas. Abarrota de palavrões, ofensas, e outras bobagens, achando que é natural fazer isso (sim, sou politicamente correto e entendo ser necessária a boa conduta). Se a pessoa não teve tom ofensivo mas sim opinativo, que raio de sanha maldosa e imbecil que o outro tem em perder tempo e ir te ofender gratuitamente? Eu não vou na sua página escrever coisas que você possa se ofender, não vá à minha também. E se veio, por quê insiste em ser amigo virtual?
O cara escreve te chamando de vários “nomes”, mas depois diz que não se referiu a você. Então cite a quem! Saiba escrever, arranhe e arrisque algumas palavras entendíveis e inteligentes. Mas o principal: seja educado, cidadão, democrático e justo.
As pessoas falam nas Redes Sociais como se “tudo pudesse”, um mundo sem escrúpulos nem leis de convivência. “Rasga a saia” e desanda a digitar o que não tem coragem de falar no frente-a-frente. Se dói por qualquer coisa. Liberdade de expressão não é direito de calúnia!
Insisto: argumentar e discutir é ótimo, mas IMPOR a sua opinião é desrespeito, fanatismo ou falta de educação.
Enfim, vida que segue onde as pessoas gratuitamente perdem tempo de entrar na postagem alheia simplesmente para exercer a atividade da imbecilidade, sem entender que se pode opinar contrariamente e não percebendo e nem tendo a sensibilidade de que não pode é atacar simplesmente por ignorância.
Que necessidade idiota é essa de atacar? A maldita ideia do “nós contra eles” dos anos 2000 voltou a todo vapor nos dias atuais.
O apelo é: cada um respeitando o próximo, é o mínimo que a cidadania exige.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.
Abdel Bouhazama, treinador do Angers-FRA, luta contra o rebaixamento da sua equipe. Ou melhor: lutava!
Ele pediu demissão após um comentário machista, cuja repercussão foi enorme. Durante a preleção à sua equipe no último jogo, quis motivar o lateral-esquerdo Chetti (que era acusado de assediar uma mulher em uma boate), dizendo que “tudo bem, todos nós já tocamos as meninas“.
É mole?
Nos tempos atuais, onde felizmente práticas abomináveis estão sendo extintas do futebol, não se pode admitir isso…
TÉCNICO DO ANGERS PEDE DEMISSÃO APÓS COMENTÁRIO MACHISTA
O Angers, da primeira divisão francesa, anunciou nesta terça-feira a demissão do técnico Abdel Bouhazama, pressionado pelo mau desempenho da equipe e por um comentário machista em apoio a um jogador acusado de importunação sexual.
“Diante da pressão midiática e para preservar a imagem do clube e a tranquilidade no vestiário, Abdel Bouhazama anunciou ao presidente Said Chabane que decidiu deixar suas funções”, anunciou o clube em um comunicado.
O Angers é o lanterna do Campeonato Francês e não vence uma partida no torneio desde setembro do ano passado.
O treinador, já criticado no âmbito esportivo, agravou sua situação ao fazer um comentário machista durante a preleção com a equipe antes da derrota do último domingo contra o Montpellier.
O técnico tentava dar confiança a Ilyes Chetti, lateral-esquerdo de 28 anos que foi titular somente pela terceira vez nesta temporada, quando a imprensa local revelou na semana passada que o jogador admitiu ter tocado uma jovem em uma boate e que seu julgamento acontecerá em abril.
“Não faz mal, todos nós já tocamos as meninas”, declarou Bouhazama em sua preleção no vestiário, segundo várias fontes citadas pelos jornais Ouest France e L’Équipe e confirmadas por um correspondente da AFP.
A situação ocorre após o próprio presidente do clube, Said Chabane, ser acusado de agressão sexual desde 2020, após denúncias de seis mulheres, que eram suas funcionárias na época.
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FOTO: AFP, extraído de G1.com
Na região noroeste da China, um povo não-chinês sofre perseguições do Governo de Pequim: os uigures, que vivem numa região rica (que um dia foi seu território) onde têm costumes não-aceitos pelo Partido Comunista Chinês.
Mas… o mundo dá atenção a eles?
Não. Indispor-se com a China faz mal para os negócios...
Abaixo: http://petrel.unb.br/destaques/174-a-china-esta-cometendo-genocidio-contra-o-povo-uigur
A CHINA ESTÁ COMETENDO GENOCÍDIO CONTRA O POVO UIGUR?
por Barbara Garcia Galache
“entende-se por genocídio qualquer dos seguintes atos, cometidos com a intenção de destruir, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso” (ONU, 1948).
O povo uigur
Os uigures são um povo asiático que no presente habitam o noroeste da China, na região de Xinjiang – oficialmente, Região Autônoma Uigur de Xinjiang – a qual atualmente é considerada uma região autônoma chinesa. Essa população habita há séculos o noroeste chinês. Ademais, de acordo com o canal de comunicação BBC, na região de Xinjiang vivem cerca de doze milhões de uigures – que são de maioria muçulmana (em grande parte da vertente sunita). Os uigures não são tão conectados- etnicamente, religiosamente e culturalmente – com o restante da China; uma vez que este povo tem seu próprio dialeto e é mais próximo a outras populações que habitam a Ásia Central (BBC, 2022).
A região é considerada extremamente estratégica para a China, desde os primórdios do comércio mundial com a Rota da Seda até a atualidade, com presença de gás natural, petróleo, produção de semicondutores e agricultura- com foco no algodão para a indústria têxtil, que produz a cerca de um quinto do algodão mundial (ibidem. BBC, 2022).
A região de Xinjiang conseguiu ficar independente do governo chinês em meados do século XX, mas em 1949, a região foi retomada pelo Partido Comunista Chinês (PCC) – que a mantém sob domínio até hoje (ibidem. BBC, 2022). Com isso, os uigures não possuem uma forte relação com o governo central ou relações harmoniosas, uma vez que o PCC os considera como um povo separatista. Será evendenciado que nos últimos anos foram registradas diversas violações de direitos humanos do governo chinês para com o povo uigur, como o trabalho forçado nos campos de algodão, retenção em campos de ‘reeducação’, violência sexual e reprodutiva. Além disso, o governo chinês tem incentivado a migração da população chinesa Han para a região de Xinjiang, com o objetivo de diminuir a maioria uigur muçulmana que está presente há séculos no noroeste da China.
Violações dos Direitos Humanos do povo Uigur
As violações dos direitos do povo uigur e a forte repressão são justificadas pelo governo chinês como uma forma de combater o terrorismo e evitar ligação dos uigures com o grupo terrorista Al-Qaeda. De acordo com o governo chinês, os uigures teriam sido doutrinados por extremistas do Estado Islâmico e aqueles estariam tentando incitar uma revolta armada para independencia da região (BBC, 2009). Ademais, o governo chinês também tenta coibir práticas religiosas muçulmanas, conversação no dialeto próprio e aplica punições para quem as segue. Essa série de violações ainda persistem, e nos últimos anos a China tem sido acusada de crimes contra a humanidade pelos atos cometidos contra a população uigur.
Como uma forma de averiguar as denúncias destes crimes, o Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH) publicou, no dia trinta e um de agosto de 2022, um relatório para tratar da questão. O “OHCHR Assessment of human rights concerns in the Xinjiang Uyghur Autonomous Region, People’s Republic of China” traz à luz dos crimes cometidos pela China com os povos muçulmanos do Noroeste, ressaltando os pontos de detenção forçada, os campos de reeducação (chamados de Centros de Educação e Formação Profissional, Vetcs), direitos reprodutivos e direitos trabalhistas. O relatório aponta para “graves violações dos direitos humanos” e um possível crime contra a humanidade; aquele foi baseado em documentos enviados, leis e práticas do governo chinês e entrevistas com cerca de 40 pessoas – 24 mulheres e 16 homens; mais da metade dos entrevistados eram uigures e os demais, de outras etnias muçulmanas do noroeste da China – que estão ligados à região de Xinjiang. O documento foi feito de acordo com a metodologia padrão da ONU para veracidade das informações (ACNUDH, 2022).
Uma das principais violações do governo chinês para com o povo uigur é em relação ao trabalho forçado nos campos de detenção. De acordo com o site, acessado em 2022, do Escritório Internacional de Assuntos Trabalhistas – em inglês, Bureau of International Labor Affairs (ILAB) – dos Estados Unidos da América, o governo chinês mantém cerca de 1 milhão de uigures nestes campos de detenção; dentro disso, é estimado que uma parcela de cem mil uigures e outras minorias étnicas trabalhem em condições precárias e/ou forçadas. Ademais, esse tipo de violação dos direitos trabalhistas não ocorre apenas nos campos de detenção, também são registrados casos nos campos de algodão – não existe a detenção física das minorias muçulmanas, mas estas trabalham com forte cerceamento das autoridades chinesas (ibidem. BBC, 2022). Alguns dos produtos que são fabricados nestas condições são produtos da indústria têxtil, tomates, produtos para cabelo e os polissilícios – que são utilizados como matéria prima para construção de painéis solares. Além disso, nesses campos de detenção os uigures recebem salários extremamente baixos e são obrigados a permanecer nos campos, com contato restrito com seus familiares. (DOL, 2022). Em um primeiro momento a China negou as alegações de detenção forçada, mas depois alegou que era uma forma de prevenção ao terrorismo e uma forma de reeducar os uigures contra o extremismo islâmico.
À parte do trabalho forçado, também são feitas diversas outras violações de direitos humanos nestes campos de detenção; uma delas é feita referente aos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres uigures detidas nesses locais. Existem relatos de esterilização forçadas nas mulheres, estupros constantes nos campos e métodos contraceptivos forçados nas uigures (como injeções contraceptivas ou inserção de DIU); uma ex-detenta uigur relatou à BBC que os guardas chineses retiravam as mulheres das suas celas para serem “estupradas por um ou mais homens chineses mascarados”, o que ocorria com certa frequência. Também foram feitos relatos de torturas, com choques, islamofobia – as mulheres tinham seus hijabs arrancados – e privação de alimentos para as detentas. (idem. BBC, 2021). A ex-detenta, que ficou cerca de nove meses presa, a uigur Tursunay Ziawudun, relata a série de abusos feitos nesses campos de detenção e a forma em que eram feitos os estupros nas mulheres uigures. (G1, 2021)
Outra violação apresentada pelo Australian Strategic Policy Institute (ASPI), é referente a repressão do governo chinês para diminuir as taxas de natalidade em Xinjiang. O estudo mostra que a partir de 2017, com o aumento dos centros de detenção e maior imposição das políticas de controle de nascimentos, as taxas de natalidade da região diminuíram em 48% (para os anos de 2017 a 2019). Tal queda é resultante dos esforços do governo chinês para diminuir a população uigur do noroeste da China e enfraquecer os povos muçulmanos da região (RUSER; LEIBOLD, 2021). Ademais, em outros estudos desse Instituto, estimaram que no ano de 2020, existiam cerca de 380 campos de reeducação em Xinjiang. (ibidem. BBC, 2022)
Em adição, o Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos coloca que “padrões de tortura ou maus-tratos, incluindo tratamento médico forçado e condições adversas de detenção, são críveis, assim como as alegações de incidentes individuais de violência sexual e de gênero” (ibidem. ACNUDH, 2022). A China nega estas alegações e coloca que não existe violação dos direitos humanos do povo uigur; também ressalta que o relatório seria uma forma das grandes potências – como Estados Unidos e países da União Europeia – de tentar diminuir o poder da China por meio destas ‘falsas’ alegações de crimes contra a humanidade. (ibidem. BBC, 2022)
Respostas internacionais às ações chinesas
A publicação do relatório da ACNUDH foi um marco para o debate internacional do tema, mas anteriormente a isso, diversos países, organizações multilaterais e sociedade civil já haviam se pronunciado sobre os acontecimentos. As respostas sobre o tema variam e vão desde a condenação das atrocidades feitas pela China contra o povo uigur até possíveis sanções sobre os produtos comercializados, que são decorrentes do trabalho forçado. No âmbito de organizações multilaterais, o G7 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido) se posicionou contra o trabalho forçado em grupos minoritários por entes do Estado – percebe-se que apesar de não citarem a China, o posicionamento é referente a questão uigur. Em 2021, cerca de 43 países se pronunciaram sobre a violação dos direitos dos povos muçulmanos da região de Xinjiang e encorajaram que fosse publicado com agilidade o pronunciamento da ONU acerca do tema – que viria a acontecer apenas em agosto de 2022. Também foram feitos apelos de parlamentares de mais de quinze países requisitando respostas da ONU sobre a temática. Por fim, os povos uigures e muçulmanos pediram que algumas organizações internacionais se pronunciassem, como a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Organização para a Cooperação Islâmica (OIC, em inglês) (UHRP, 2022).
Outros posiocinamentos podem ser verificados, como a Bélgica, que reconheceu publicamente que as ações chinesas eram um crime contra a humanidade e um sério risco de genocídio; o Canadá, em 2021, reconheceu o genocídio do povo uigur, advertiu importadores canadenses sobre o comércio com a região de Xinjiang – ressaltando a importância da rastreabilidade dos produtos – e, por fim, cancelou vistos de alguns oficiais da polícia da região chinesa; a Alemanha chegou a anuciar que iria findar todas as deportações de uigures para a China. Os Países Baixos, por sua vez, aprovaram no parlamento que as ações da China remetem ao genocídio; a Turquia condenou as ações chinesas e pediu que o governo fechasse os campos de detenção. O Reino Unido reconheceu nacionalmente o genocídio do povo uigur e restringiu o comércio internacional com a região. (ibidem. UHRP, 2022)
Ao considerarmos algumas respostas dos países asiáticos, a Malásia decidiu, em 2020, que permitirá passagem segura dos uigures pelo país, caso estes queiram emigrar da China por motivos de insegurança; também decidiu que não irá extraditar uigures. Taiwan, por sua vez, criou o grupo “Uyghur-Taiwan Friendship”, em maio de 2021. Em 2022, o Japão aprovou uma resolução para que o governo monitore as violações de direitos humanos e implemente algumas sanções para Xinjiang; ademais, o governo japonês – e outros grupos como Japan Parliamentary Alliance on China (JPAC) – tem tentado dialogar com o governo chinês para buscar uma explicação sobre o tema e aplicar sanções para os oficiais da região. (ibidem. UHRP, 2022)
Como uma forma de resposta mais econômica para a questão, diversos países como Canadá, Reino Unido, União Europeia buscaram criar impedimentos para importações de produtos originários de Xinjiang e que estivessem relacionados ao trabalho forçado. A União Europeia suspendeu um Acordo de Investimentos com a China, depois que essa aplicou sanções aos membros do Parlamento Europeu que já reconheceram o genocídio uigur. O Canadá – que reconhe o genocídio uigur – baniu importações de produtos originados pelo trabalho forçado (tanto o produto como um todo ou se alguma parte tenha sido fabricada nessas condições). O governo noruguês cortou laços com uma companhia de tecnologia chinesa que tinha laços com o trabalho forçado. (ibidem. UHRP, 2022)
Os Estados Unidos da América – o grande rival da China no cenário internacional e por possuir interesses próprios no debate do assunto – procura com certa frequência levantar o debate da questão uigur. O interesse estadunidense está muito relacionado a um interesse de frear a o gigante asiático como uma das potências mundiais e ressalta-se que existem muitos outros casos de violações de direitos humanos que não são tão reconhecidos pelos EUA, como o caso da prisão de Guantánamo e as detenções sem julgamento de afegãos, com a desculpa de combate ao terrorismo (ONU, 2022).
Em 2021, o governo estadunidense reconheceu internacionalmente que o governo chinês está cometendo genocídio e crimes contra a humanidade desde 2017. Ademais, o governo norte-americano aprovou três leis referentes ao povo Uigur – o Ato de Proteção aos Direitos Humanos Uigures, o Ato de Prevenção ao Trabalho Forçado dos Uigures e o Ato de Políticas para os Direitos Humanos dos Uigures. Também, foram cancelados vistos de oficiais chineses da região. Em relação a economia, aplicou diversas sanções a produtos fabricados na região de Xinjiang e baniu todas as importações oriundas desta região chinesa, como por exemplo algodão e tomate. Ademais, os EUA também proibiram a exportação de produtos de alta tecnologia para quaisquer empresas conectadas ao trabalho forçado. (ibidem. UHRP, 2022)
A China está cometendo genocídio contra o povo Uigur?
Grandes avanços estão sendo feitos internacionalmente para tentar frear os crimes contra o povo uigur – como sanções econômicas, diminuição nos fluxos comerciais com Xinjiang, reconhecimento de diversos países sobre o problema e o relatório do Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH). No relatório foi concluído que estão sendo feitas graves violações de direitos humanos; apesar disso, esse falhou em conseguir nomear – no relatório foi apresnetado que estavam sendo feitas graves violação o que de fato está acontecendo na China, o genocídio de uma minoria étnica
De acordo com a Convenção sobre a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio de 1948, o genocídio é caracterizado por “atos, cometidos com a intenção de destruir, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso” (ONU, 1948). Esses atos são referentes ao “assassinato de membros do grupo; dano grave a integridade do grupo; submeter o grupo a condições que ocasionem destruição física; medidas para impedir os nascimentos do grupo; e transferir menores do grupo para outro” (ONU, 1948). Percebe-se que diversos atos que caracterizam o genocídio estão sendo feitos pela China para com os uigures – como os campos de detenção, o controle da natalidade dos uigures e esterilizações forçadas, os estupros contra a integridade física das mulheres e/ou o trabalho forçado para homens e mulheres.
De fato existem uma série de fatores e interesses de outras potências – como EUA e UE – de frear a ascensão da China como a maior potência mundial e ressalta-se que muitos outros casos de trabalho forçado/detenção arbitrária ao redor do mundo não são tão noticiados como esse, por uma série de interesses dos grandes atores internacionais. Mas é inegável a série de violações aos direitos humanos, crimes contra a humanidade e genocídio que estão ocorrendo com os uigures em Xinjiang.
Referências
BBC. Apple e Nike são acusadas de usar ‘trabalho forçado’ de minoria muçulmana na China. BBC, [S. l.], p. 1-1, 24 jul. 2020. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-53534525. Acesso em: 10 set. 2022.
BBC. Campos de detenção: por que China foi punida por seu tratamento a muçulmanos. BBC, [S. l.], p. 1-1, 24 mar. 2021. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-56495323. Acesso em: 10 set. 2022.
BBC (China). Entenda a questão dos uigures na China. BBC, [S. l.], 7 jul. 2009. World, p. 1-1. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2009/07/090707_entenda_uigures_tp. Acesso em: 10 set. 2022.
BBC (China). Who are the Uyghurs and why is China being accused of genocide?. BBC, [S. l.], 24 maio 2022. World, p. 1-1. Disponível em: https://www.bbc.com/news/world-asia-china-22278037. Acesso em: 9 set. 2022.
BUSINESS Standard. China braces for US ban on import of products from Xinjiang province. Business Standard, [S. l.], p. 1-1, 23 jun. 2022. Disponível em: https://www.business-standard.com/article/international/china-braces-for-us-ban-on-import-of-products-from-xinjiang-province-122062300184_1.html. Acesso em: 10 set. 2022.
CONVENÇÃO SOBRE A PREVENÇÃO E PUNIÇÃO DO CRIME DE GENOCÍDIO, 1948, Nova Iorque. Convenção sobre a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio […]. [S. l.: s. n.], 1948. Disponível em: https://www.oas.org/dil/port/1948%20Conven%C3%A7%C3%A3o%20sobre%20a%20Preven%C3%A7%C3%A3o%20e%20Puni%C3%A7%C3%A3o%20do%20Crime%20de%20Genoc%C3%ADdio.pdf. Acesso em: 9 set. 2022.
FINLEY, Jo Smith. UN report on China’s abuse of Uyghurs is stronger than expected but missing a vital word: genocide. The Conversation, [S. l.], 5 set. 2022. Global, p. 1-1. Disponível em: https://theconversation.com/un-report-on-chinas-abuse-of-uyghurs-is-stronger-than-expected-but-missing-a-vital-word-genocide-189917. Acesso em: 10 set. 2022.
G1. ‘Objetivo deles é destruir todo mundo‘: uigures em campos de ‘reeducação‘ na China relatam estupros sistemáticos. G1, [S. l.], 5 fev. 2021. Mundo, p. 1-1. Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2021/02/05/objetivo-deles-e-destruir-todo-mundo-uigures-em-campos-de-reeducacao-na-china-relatam-estupros-sistematicos.ghtml. Acesso em: 10 set. 2022.
ILAB. Department of Labour. Against Their Will: The Situation in Xinjiang. DOL, [S. l.], p. 1-1, 12 jul. 2022. Disponível em: https://www.dol.gov/agencies/ilab/against-their-will-the-situation-in-xinjiang. Acesso em: 10 set. 2022.
MURPHY, Matt; DRURY, Flora; WONG, Tessa. Uyghurs: China may have committed crimes against humanity in Xinjiang – UN. BBC, [S. l.], 1 set. 2022. World, p. 1-1. Disponível em: https://www.bbc.com/news/world-asia-62744522. Acesso em: 9 set. 2022.
ONU. Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos. Relatório, 1, 31/08/2022. OHCHR Assessment of human rights concerns in the Xinjiang Uyghur Autonomous Region, People’s Republic of China, [S. l.], p. 1-48, 31 ago. 2022. Disponível em: https://www.ohchr.org/sites/default/files/documents/countries/2022-08-31/22-08-31-final-assesment.pdf. Acesso em: 10 set. 2022.
ORGANIZAÇÃO das Nações Unidas. Especialistas condenam violações contínuas em Guantánamo e pedem fechamento da prisão. ONU Notícias, [S.L.], P. 1-1, 12 jan. 2022. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/168023-especialistas-condenam-violacoes-continuas-em-guantanamo-e-pedem-fechamento-da-prisao. Acesso em: 21 set. 2022.
ORGANIZAÇÃO das Nações Unidas. Relatório sobre a China cita “graves violações de direitos humanos” em Xinjiang. ONU News, [S. l.], p. 1-1, 1 set. 2022. Disponível em: https://news.un.org/pt/story/2022/09/1799872. Acesso em: 10 set. 2022.
RUSER, Nathan; LEIBOLD, James. Family De-planning: The Coercive Campaign to Drive Down Indigenous Birth-rates in Xinjiang. ASPI International Cyber Policy Centre, [s. l.], p. 1-36, 27 maio 2021. Disponível em: https://s3-ap-southeast-2.amazonaws.com/ad-aspi/2021-05/Family%20deplanning%20v2.pdf?IO4rxtbW_Up5C6usSJ4EpMFHm6khL7uF. Acesso em: 10 set. 2022.
SHARE America. Quem são os uigures?. Share America, [S. l.], p. 1-1, 29 jan. 2019. Disponível em: https://share.america.gov/pt-br/quem-sao-os-uigures/. Acesso em: 10 set. 2022.
UYGHUR Human Rights Project. International Responses to the Uyghur Crisis. UHRP, [S. l.], p. 1-1, 1 ago. 2022. Disponível em: https://uhrp.org/responses/. Acesso em: 10 set. 2022.

Imagem extraída de: https://www.hypeness.com.br/2017/12/china-colhe-dna-e-biometria-de-minoria-muculmana-em-vigilancia-disfarcada-de-programa-de-saude/
O fenômeno da Internet, quando nasceu, era algo surpreendente para nós, mais velhos. Mas já há uma geração que não se surpreende com as maravilhas e possibilidades da Web: as crianças e os adolescentes, que nasceram com os computadores, tablets e smartphones no seu dia-a-dia. E isso fez com que todas as gerações, etnias, faixas de renda e níveis de comunicação pudessem comunicar entre si, indistintamente.
Porém, há aqueles que fazem o mau uso de tal possibilidade: pessoas mal educadas, trolls, ignorantes sociais e outros atores sociais que perturbam e nada agregam. Conheço gente que se viu obrigada a abandonar Facebook, Twitter, Instagram e outros meios de socialização por trollagem de gente que não aceita opinião de outrem. E nessa linha, Umberto Eco, falecido e importante pensador italiano, disse recentemente:
“Redes Sociais deram voz à legião de imbecis”.
Hum… é pra refletir. Já encontrou gente assim na Internet? Infelizmente, há aqueles que, ao não concordarem com algo, atacam simplesmente por atacar!

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.
Precisamos de um mundo com mais paz!
Menos ódio, mais tolerância, e indiscutivelmente com amor ao próximo.
Uma mensagem:


“The worst part of success is trying to find someone who is happy for you.” ― Bette MidlerThe post Today’s Quote first appeared on Chateau Cherie.
Continua em: Today’s Quote
“Hijo de Puta Macaco”, “Macaco Boludo”, entre outros xingamentos racistas, foram observados na Venezuela na partida entre Carabobo x Atlético Mineiro pela Libertadores da América (e registrados em vídeo, conforme imagem em: https://ge.globo.com/futebol/times/atletico-mg/noticia/2023/02/22/atletico-mg-e-recebido-com-gritos-racistas-por-parte-de-torcedores-do-carabobo-em-estadio-na-venezuela.ghtml).
Parece que existe prazer dos racistas em ofender gratuitamente. Uma doentia paixão que esses cidadãos desregrados têm, e que não se toma providências plausíveis.
Mas o que fazer, se as autoridades não resolvem?
Que tal… a equipe não jogar?
Vide o caso de Vinícius Jr na Espanha: e se os seus companheiros resolvessem abandonar o jogo, quando escutassem as ofensas racistas (até porquê existem outros negros no time, que indiretamente são atingidos)? Um time do porte do Real Madrid, retirando-se de campo, daria um impacto de repercussão mundial.
Fica a sugestão para os clubes brasileiros que não tenham medo da Conmebol: em protesto, não entrar em campo. Certamente, a discussão não ficaria na mesmice.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2023/U/o/WB2vU6SWy7vfIKLugc9w/everson-123.png)
Imagem extraída do Globoesporte.com (link acima).
Gostei demais dessa imagem, que retrata uma grande realidade: as Redes Sociais estão muitíssimo intolerantes!
Educação, Democracia, Empatia… aceitar o pensamento diferente (que não significa concordar com ele, mas respeitar a opinião alheia) é questão de cidadania.
Vi as decisões da CBF quanto o combate ao racismo: num primeiro momento multa ao clube, em um segundo momento punição de mando de jogo e em terceiro lugar perda de pontos.
Não é muito “leve”? Elas acontecerão “pra valer”?
Desculpe, mas eu, particularmente, não acredito que funcionarão…
Compartilho este consciente e necessário texto, de dias atrás, sobre a necessidade de civilidade entre o mundo do futebol e o mundo real, abordando, inclusive, as injustificáveis manifestações discriminatórias.
Extraído de: https://universidadedofutebol.com.br/tempos-de-intolerancia/
TEMPOS DE INTOLERÂNCIA
por Virgílio Franceschi Neto
Infelizmente, observa-se um mundo cada vez mais intolerante. Racismo, xenofobia, questões de gênero. Tudo isso acontece semanalmente. Uns casos têm mais repercussão, outros nem tanto. No entanto, acontecem com frequência. O de domingo, dia 16 de fevereiro, na primeira liga portuguesa, com o atleta malinês do Porto, Marega, trouxe à tona novamente o tema. Em pleno século 21, quer seja na ciência e na tecnologia, o ser humano avança. Nas relações humanas, retrocede.
Alguns estudiosos dizem que tudo isso acontece por conta do aumento do fluxo migratório, do detrimento dos vínculos de trabalho formal, do anonimato que as redes sociais e do convívio que os grandes grupos conferem. Da ameaça à rotina, às instituições, aos ritos e tradições. Da perda da identidade que o “outro” pode colocar em risco.
O que se sabe é que é impossível justificar tais atitudes. Não há motivo para isso. O futebol desde o seu início foi feito por todos e é para todos. Estas situações devem ser amplamente debatidas e as soluções postas em prática. Combater e punir quaisquer atos racistas, xenófobos e que envolvam o gênero. É medíocre e inaceitável a falta de consideração com o próximo.

Todos falam em “futuro melhor” e “mundo melhor”. Mas isso não será alcançado se não houver o respeito. O futebol, pelo alcance que possui e a capacidade de formar opinião, está repleto de exemplos negativos dentro e fora de campo. Por que não tratá-lo para difundir bons valores, valores humanos – comuns a todas as religiões – de respeito e harmonia? Futebol de rendimento é competitivo e o foco está no desempenho, sim. No entanto, não a todo o custo. Para isso não é preciso se olvidar dos valores: o jogo limpo.
Portanto, é preciso pensar em como queremos o mundo para as próximas gerações. Confuso, com pessoas próximas ao seu círculo sendo vítimas de intolerância? Ou mais leve, com respeito e iguais oportunidades para todos, independente da origem? O futebol tem sido capaz de transformar tanta coisa. Pode transformar o mundo.
Em tempo: o amigo leitor pode se questionar de esta coluna nada se referir nesta semana ao Marketing Esportivo. Vamos pensar que a comunicação de um clube, uma liga e uma federação no combate à intolerância é no mínimo um começo para uma grande transformação.
——-
Em tempo, mais uma citação que se relaciona com o tema da coluna:
“Esforce-se não para ser de sucesso, mas sim para ser de valor”.
Albert Einstein
Respeito todas as crenças – e as descrenças também.
Leio que hoje é “Dia do Orgulho Ateu“. Democrática e respeitosa data, mas que leva à reflexão: se Deus não existe, tudo o que existe é fruto do acaso?
O sistema solar, a natureza, o corpo e seus órgãos… Seriam eles apenas fruto de uma gigantesca coincidência?
Repito o que disse: respeito o ateísmo e seus adeptos, mas não tem apologia nem concordância minha.
Eu não sabia, eis um símbolo ateísta:
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Aliás, há até uma campanha contra o preconceito ateu. Mas lembremo-nos, não pode ter preconceito contra ateu, nem preconceito religioso.
Respeito o trabalho e as conquistas do treinador palmeirense Abel Ferreira, mas algumas coisas precisam ser ditas, após sua entrevista coletiva de sábado (Palmeiras 3×1 Santos).
Muito se repercutiu a fala dele de que: “Não estou aqui para agradar ninguém, estou aqui para ganhar. Não vim para o Brasil para fazer amigos”. Ao mesmo tempo que soa um pouco demagoga, mas que agrada a muitos, ela veio acompanhada de outra coisa que não se debateu:
“Na área técnica é o que for preciso para ganhar.”
Isso me chamou a atenção. Para quem está sendo constantemente advertido com o Cartão Amarelo e recebido Cartões Vermelhos pelo seu exagero, tal frase não é adequada, nem demonstra mudança de comportamento. Não pode ser “o que for preciso”, pois isso implica descumprir as regras, faltar com respeito e atrapalhar a arbitragem,.
Abel tem realmente feito “o que for preciso”?
Sim. Cansa ver a todo jogo suas caras e bocas de braveza, a desaprovação com os erros de arbitragem contrários (e quando a favor, silêncio total) e até o desnecessário chute no microfone. Se Abel Ferreira estivesse na Premier League, DUVIDO que estaria agindo assim. Ou seria expulso toda rodada, ou o seu clube já o tinha chamado a atenção. Como aqui no Brasil ele está vencendo, faz-se vista grossa a ele.
Evidentemente, por tais motivos, surgem aqueles que extrapolam nas críticas, como ocorrido na se semana passada. Não se persiga Abel (árbitros, jornalistas e torcedores), mas não se passe a mão para suas atitudes de arrogância ou exagero.
A frase completa, abaixo:
“Querem ver meus defeitos, tenho alguns. Na área técnica é o que for preciso para ganhar. Sou competitivo de natureza. Uns gostam da minha forma de ser, outros não. Não estou aqui para agradar ninguém, estou aqui para ganhar. Não vim para o Brasil para fazer amigos. Quando estou a competir é para ganhar. Essa é a minha forma de esporte. Eu aqui sou um boneco, mostro o que eu quero. O que realmente me interessa é o que os meus jogadores e minha família pensam… “
Em tempo: a CBF detestou o ocorrido na Supercopa, e o presidente da Comissão de Arbitragem já disse que tais chiliques serão intoleráveis no Brasileirão: https://professorrafaelporcari.com/2023/02/04/seneme-esta-bravo-aumentara-o-rigor-dos-arbitros-mesmo/
Foto: Cesar Greco / Palmeiras
“Above all, don’t lie to yourself. The man who lies to himself and listens to his own lie comes to a point that he cannot distinguish the truth …
Continua em: Today’s Quote

Em minhas aulas, sempre abordamos as questões de Clima Organizacional e Cultura da Empresa. Sem os valores dela explicitados, fica difícil explaná-los.
Na blogosfera, achei esse interessante e muito bem elaborado artigo sobre valores empresariais. Abaixo:
Extraído de: https://diogoaraujodantas.com/2022/02/04/a-importancia-dos-valores-numa-empresa/
A IMPORTÂNCIA DOS VALORES NUMA EMPRESA
por Diego Araújo Dantas
Os valores são o conjunto de princípios éticos de uma empresa, pública ou privada, que formam o seu código de conduta nas relações laborais e sociais endógenas ou exógenas. Deveria ser a filosofia que conduz a relação entre trabalhadores, na estrutura hierárquica empresarial e com clientes ou fornecedores. Para além disso, seriam as máximas seguidas por cada elemento da empresa, no seu esforço produtivo diário. Deveriam definir a responsabilidade perante a sociedade, a forma de tratar os clientes, o comportamento dos funcionários, as crenças e convicções éticas e a forma de atuação empresarial. Mas será que isso é mesmo importante?
Lealdade
Algo que deveria existir reciprocamente entre empregador e empregado. Lealdade é pagar o devido a tempo e horas, mas também é não assinar petições para aumentos de salário no meio de uma pandemia. Lealdade é ser empenhado, focado e profissional, mas também proporcionar o melhor ambiente de trabalho ao trabalhador. A lealdade é um valor fundamental, mas não sobrevive numa empresa sem outros valores básicos.
Trabalho em Equipa
Resulta mal sempre que as motivações pessoais suplantam as do grupo, mas também quando a falta de valores individuais conduz a tentativas de sobressair pela intriga e o pedantismo. Conheci um empresário que sempre que descobria uma pessoa tóxica numa equipa, despedia toda a gente – isto acarretava ficar sem bons empregados e enormes perdas com custos de substituição; mas segundo ele a toxicidade é como uma doença infecciosa que contamina rapidamente e os custos de a manter serão fatais para a empresa a médio-prazo. É por isto que a tarefa de recrutamento, mais do que gerir cunhas ou instintos primários, deve atentar em todo o valor acrescentado que o trabalhador será capaz de adicionar, individualmente e em equipa.
Formação
A aprendizagem que temos desde crianças é a mais importante, a que reflete o trabalhador na sua plenitude e não se ensina nas escolas. Mas não é novidade que a aposta na formação profissional é essencial numa empresa de futuro. E também é um facto que um curso técnico ou superior não fazem um trabalhador. Por isso mesmo, é da responsabilidade das empresas, caso queiram um serviço de excelência, investir cada vez mais na formação interna de qualidade. Infelizmente, não há nem uma nem outra de forma continuada e consistente, o que faz com que o trabalhador opte muitas vezes pelo improviso, pelos conselhos de colegas cheios de vícios e pela falta de bom senso. Nesta situação, havendo a disponibilidade de uma infinidade de bons cursos sobre tudo e mais qualquer coisa, deve ser dever do funcionário fazer tudo para melhorar as suas aptidões profissionais. A questão é se queremos investir em nos tornarmos melhores profissionais.
Honestidade
Se os valores são os pilares e filosofia de uma empresa, a honestidade não poder ser apenas uma imagem de marketing. Se fazer o que está certo é uma opção, esta deve ser tão importante quanto os resultados mensais. Porque também a nível profissional, a lei do retorno é infalível: o que fazemos hoje, terá consequências inevitáveis no amanhã. O trilho do crescimento sustentado numa empresa de sucesso, nunca poderá ser conseguido com bases de corrupção e nepotismo. Quem não compreender esta premissa simples, é um amador condenado ao fracasso.
Há uma infinidade de outros valores, que não cabem nesta pequena reflexão. Deixo apenas a frase tantas vezes repetida, sobre a nova geração ser “a mais bem preparada de sempre” – pelo recurso da informação infinita ao seu dispor e pelo grau educacional (são a primeira, no máximo segunda linha geracional a obter uma licenciatura). A minha opinião pessoal é muito diferente e relativamente ao assunto deste texto, é onde as novas gerações mais falham em Portugal: onde há muita confusão, pedantismo e superficialidade, faltam obrigatoriamente valores. E sem valores, o ser humano é um autómato submisso, que até pode ser empenhado e resiliente – mas onde falta o caráter, a personalidade e a visão para chegar mais longe, falha tudo o que realmente interessa para sustentar qualquer organização nos momentos difíceis e nos desafios futuros.

Imagem extraída da Web.
O que funciona deve ser copiado, sem vergonha alguma de admitir. Por exemplo: o protocolo que é utilizado nas casas noturnas da Espanha, visando garantir a segurança contra assédio ou algo mais violento.
Deu certo no caso Daniel Alves. Por quê não daria certo aqui?
Sobre o protocolo, em: https://www.metropoles.com/esportes/futebol/como-funciona-o-protocolo-espanhol-que-levou-a-prisao-de-daniel-alves

Imagem extraída de Getty Images, por Abby Pear
Ela já tem algum tempo que foi escrita, mas só li hoje. Tudo bem, serve para qualquer época do ano. Me refiro à mensagem de Natal do Papa Francisco que fala sobre o Amor Fraterno indistinto.
Abaixo:
“Fraternidade entre os indivíduos de cada nação e cultura. Fraternidade entre pessoas de ideias diversas, mas capazes de respeitar e ouvir umas às outras. Fraternidade entre fiéis de todas as religiões. Nossas diferenças não são um obstáculo ou um perigo. São uma fonte de riqueza.”
Que perfeição! A riqueza é a diversidade somada ao respeito, tratando-nos todos como irmãos! Que mundo perfeito teríamos se assim agíssemos ou ao menos pensássemos no dia-a-dia…

Imagem extraída de: https://ocnbprc.squarespace.com

“It is not a lack of love, but a lack of friendship that makes unhappy marriages.” ― Friedrich Nietzsche The post Today’s Quote first appeared on …
Continua em: Today’s Quote
O mundo está enlouquecendo!
Os chocolates M&M’s, tão conhecidos mundo afora, viraram pivôs de polêmica (sem que tivessem desejado polemizar).
Depois de ter surgido o questionamento quais chocolates eram “meninos ou meninas”, segundo as cores dos doces, agora pessoas mais radicais resolveram taxar de gay o chocolate de cor roxa e lésbica o de cor verde.
É mole? Mas… e daí se fossem?
Abaixo, extraído do Linkedin de Exame.com
VOCÊ CONCORDA COM O POSICIONAMENTO DA MARCA APÓS POLÊMICA COM SEUS PERSONAGENS?
A marca de doces M&M’s decidiu parar de usar em seus anúncios publicitários os célebres personagens multicoloridos no formato de pastilhas de chocolate, criticados por parte da direita conservadora dos Estados Unidos, que os considera politizados.
O tema começou com o lançamento, em setembro, de um novo membro da família de “spokescandies” (porta-vozes dos doces), chamado Purple (violeta).
Este foi o terceiro personagem feminino do grupo, depois de Green (verde) e Brown (marrom), criados, segundo a M&M’s, “para representar a aceitação e a inclusão”.
A cor violeta costuma simbolizar o apoio à comunidade LGBTQ e a expressão da homossexualidade.
A chegada de Purple provocou críticas e os internautas culparam a empresa Mars Wrigley, fabricante dos M&M’s, por politizar os doces populares.
Segundo eles, os personagens dos M&M’s se tornaram “woke”, palavra usada para designar o ativismo contra toda forma de discriminação e exclusão em relação a uma ou mais minorias.
A polêmica voltou à tona no começo de janeiro, com a comercialização de um pack especial de edição limitada, contendo exclusivamente as três cores dos personagens femininos: verde, marrom e roxo.
“Os M&M’s ‘woke’ voltaram”, protestou Tucker Carlson, um dos principais apresentadores da Fox News, conhecida pelas posições conservadoras de vários de seus profissionais estelares.
Ironicamente, disse que Green era “possivelmente lésbica” e que Purple era “obesa”, referindo-se à sua forma ovalada, similar à dos M&M’s recheados com amendoim.
Há um ano, Carlson já tinha criticado os M&M’s por ter substituído as botas brancas de Green por tênis, deixando-o “menos sexy”.
Em um comunicado publicado nesta segunda-feira no Twitter, os M&M’s se refiriram ao tema.
“Estados Unidos, conversemos. No último ano, fizemos algumas mudanças em nossos queridos porta-vozes. Não estávamos certos de que alguém se daria conta. E definitivamente não achamos que isto afetaria a internet. Mas agora entendemos: até os sapatos de um doce podem causar polarização. Era a última coisa que os M&Ms queriam, pois nosso objetivo é unir as pessoas“, disse.
A empresa informou que por causa disso decidiu suspender os personagens.
Os bonecos animados serão substituídos nas novas campanhas publicitárias pela atriz e comediante Maya Rudolph.
“Estamos certos de que a sra. Rudolph defenderá o poder da diversão para criar um mundo em que todos sintam fazerem parte”, concluiu o M&M’s.
Sabemos que o bullying é uma triste realidade nas instituições de ensino do Brasil (e logicamente, em todos os setores da sociedade). E o que fazer para eliminá-lo definitivamente, a fim de que não cause efeitos tão nocivos como estão causando?
Extraído de: https://istoe.com.br/as-escolas-que-venceram-o-bullying/
AS ESCOLAS QUE VENCERAM O BULLYING
Na contramão da maior parte das instituições de ensino do País, que ainda não possuem práticas para coibir a discriminação, alguns colégios já adotam modelos bem-sucedidos para assegurar a boa convivência entre os alunos
Por Fabíola Perez
A imagem de um jovem cabisbaixo, isolado em um dos cantos do pátio, ou de uma criança acuada após ter sido vítima de provocações começa a se tornar rara em algumas escolas do País. Apesar de numericamente ainda serem poucas, instituições de ensino têm desenvolvido metodologias específicas para combater a intimidação e se transformado em exemplos na batalha contra a discriminação e a propagação do ódio no ambiente escolar. O caminho não é simples, mas os resultados das iniciativas mostram que é possível coibir a prática.
“Os programas anti-bullying vão desde grupos
de jovens que aprendem a auxiliar as vítimas até
palestras para capacitar pais e professores”
Um desses colégios é o Bandeirantes, um dos mais tradicionais de São Paulo. Lá, as estudantes Mariana Avelar, 14 anos, e Isabela Cristante, de 12, fazem parte dos grupos de ajuda do Programa de Combate ao Bullying. Elas foram escolhidas pelos demais alunos para participar de dois dias de capacitação com uma equipe de professores universitários e psicólogos.
Por meio de situações hipotéticas, o treinamento deixou claro o que é bullying e como elas deveriam agir em diferentes casos. “As pessoas mais isoladas são aquelas com gostos diferentes da maioria. Tentamos nos aproximar até que o colega se sinta confiante para conversar”, diz Mariana, estudante do 9º ano. “Aprendemos que, às vezes, o problema é maior do que parece, e precisamos levá-lo aos orientadores”, conta Isabela, da 6ª série. Os estudantes também conversam com quem presencia ou pratica o bullying. “O agressor se conscientiza mais rapidamente” , afirma Isabela.
Com pulseiras para identificação, os participantes percorrem a escola auxiliando nos casos em que percebem o isolamento. A estratégia está funcionando. “Observamos a redução de casos”, afirma Marina Schwarz, orientadora da escola. “Hoje temos mais acesso aos episódios de provocação, que normalmente ocorrem por trás das autoridades.”
Outro colégio que adotou medidas para coibir o bullying é o Soka, também de São Paulo. Há dois anos, a escola organiza palestras com advogados e psicólogos. “Conversamos com os pais sobre a responsabilidade deles em verificar os celulares dos filhos. É preciso identificar se há indícios de bullying nas conversas em grupos de redes sociais”, afirma o diretor James Jun Yamauti.
A instituição também capacitou orientadores para dar assistência a alunos que chegam de outras escolas. “Trabalhamos com jovens que tiveram dificuldade de adaptação para que tenham um entrosamento melhor”, afirma Edna Zeferino Menezes, assistente de orientação educacional. Na sexta-feira 27, a escola deu início à semana do “Preconceito Não”, com palestras sobre direitos da população negra, questões de gênero e indígenas e a trajetória da população LGBT. “A ideia é que os alunos reflitam sobre questões que interferem diretamente no bullying e identifiquem se já vivenciaram situações semelhantes”, explica Yamauti. “Os constrangimentos diminuíram bastante. Se uma brincadeira passa dos limites, deixa de ser brincadeira”, afirma Igor Seiji Ando Bomfim, 15 anos, que relata ter ajudado colegas que sofreram discriminação.
DESCONTROLE
Em um momento no qual o tema vem à tona mais uma vez após o bullying ter sido apontado pela polícia como um dos fatores que levaram um adolescente de 14 anos a atirar contra colegas em uma escola de Goiânia na sexta-feira 20, é fundamental que iniciativas como essas deixem de ser fatos isolados.
Os colégios devem começar a colocar em prática ações determinadas pela lei contra os atos de perseguição, em vigor desde abril do ano passado. Uma delas é a produção de relatórios bimestrais com eventuais casos. “O bullying não é controlado pelas autoridades pela falta de dados, o que dificulta o diagnóstico da extensão do problema”, afirma advogada Ana Paula Siqueira Lazzareschi, especialista em direito digital. Outro aspecto importante é que, além do suporte à vítima, as instituições devem oferecer assistência ao agressor.
A ocorrência ainda diária das intimidações mostra, no entanto, um descompasso muito grande entre o que faz a maioria das escolas e o que manda a legislação. Casos extremos, como o de Goiânia, evidenciam, porém, a urgência na adoção de medidas efetivas. “O bullying não pode ter sua gravidade subestimada e ser tratado como uma brincadeira de criança”, diz a advogada Ana Paula. “A cultura da vingança ainda é muito presente na sociedade e é esse desejo que está por trás do comportamento do agressor”, diz.
Terminando em tragédias ou não, casos de bullying têm efeitos indeléveis para a vítima, o agressor e toda a escola. “Ocasionam rachas nas salas de aula, colocam metade dos alunos contra o agressor e a outra parte a favor da vítima”, diz Ana Paula. Por isso, os programas de combate a práticas tão cruéis são fundamentais para reverter o aumento da intolerância em ambientes de aprendizado. Não de destruição.
DISPOSIÇÃO PARA AJUDAR
Satisfação em ver os colegas enturmados é o que move as alunas Mariana Avelar e Isabela Cristante, do 9º e do 6º ano, respectivamente, do Bandeirantes, em São Paulo. Há um ano, elas foram escolhidas para fazer um treinamento de capacitação e saber como atuar em casos de bullying. Desde então, as estudantes percorrem os espaços da escola e sempre que percebem situações de isolamento ou provocação se aproximam da vítima ou dos que testemunharam a ação. “Saber que consegui ajudar é muito bom”, diz Isabela.
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Imagem extraída de: https://eduardo21habib.jusbrasil.com.br/artigos/365270718/stop-bullying
Calma! Não tem nada de “cidade trans”, cunho homofóbico-sexista ou algo que valha. Pelo contrário: uma medida simpática do prefeito de Pantin, na França.
Preocupado com a desigualdade salarial entre homens e mulheres do município (problema comum no mundo, além das questões de violência contra as mulheres e falta de oportunidade), o prefeito decidiu que por um ano a cidade se chamará Pantine (feminino de Pantin), a fim de chamar a atenção da causa. Não haverá gastos com mudança de placas, pois como a medida é provisória, há esse bom senso.
Gostou da ideia?
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Imagem extraída do link acima