– No Campeonato Paulista, time vence por WO no ônibus!

Que coisa… não é que o Taboão da Serra (que no começo do ano anunciou Túlio Maravilha, Acosta e Adriano Gabiru), enfim venceu a 1a partida na série A3. Só que no ônibus!!!

Dias atrás falamos dos times “ciganos”, jogando em diversas praças que não as suas (relembre em: https://professorrafaelporcari.com/2017/02/12/as-3-divisoes-do-paulistao-e-os-circos-dos-mandos-de-jogo/). Agora que a Catanduvense quis jogar em seu próprio estádio…

Acredite, se quiser (extraído de GloboEsporte.com). E a pergunta: não dava para avisar antes?

TIME DE SP VENCE A PRIMEIRA DENTRO DO ÔNIBUS!

Taboão da Serra ia para Catanduva quando foi informado de que venceria por WO. Ônibus dá meia-volta, e técnico brinca: “Avisem em casa para não ter surpresa”

O Taboão da Serra alcançou nesta terça-feira sua primeira vitória na Série A3 do Campeonato Paulista. Detalhe: dentro de um ônibus. No meio do caminho para Catanduva, onde enfrentaria o Catanduvense na noite de quarta, o elenco recebeu a informação de que a partida estava cancelada por interdição do estádio Silvio Salles. Com isso, o Taboão ganhou os três pontos da partida – por decorrência de WO – e ainda saiu da zona de rebaixamento.

O GloboEsporte.com estava dentro do ônibus, acompanhando o elenco para a produção de uma reportagem especial, quando aconteceu a situação inusitada. O veículo, que já havia percorrido 200km de estrada, deu meia-volta e passou a retornar para Taboão. Os jogadores, a maioria dormindo, não perceberam o movimento. Foi então que o técnico da equipe, o ex-volante Axel, fez o comunicado (confira no vídeo acima).

– A gente gosta de jogar, não é isso? De jogar e ganhar. Mas chegou agora a notícia de que o ônibus fez o retorno. Estamos voltando para Taboão. O time dos caras, por regulamento, está sem estádio. É considerado WO. Então temos três pontos – disse o treinador.

O elenco prontamente aplaudiu o comunicado do chefe. E Axel aproveitou para brincar.

Avisem em casa que estão voltando para não ter surpresa.

A vitória fora do comum é um presente inesperado para o time da cidade vizinha a São Paulo. O Taboão tinha três derrotas e um empate nas quatro primeiras partidas da Série A3 – equivalente à terceira divisão estadual. Estava em penúltimo. E vivia uma semana turbulenta depois do pedido de saída de um de seus jogadores mais famosos – o meia Adriano Gabiru, que se desligou do clube.

O elenco tem outros medalhões – como o zagueiro André Luis, campeão brasileiro com o Santos, e o atacante uruguaio Acosta, ex-Corinthians. O gringo, aos 40 anos, viveu um momento inédito.

Jogo futebol há 23 anos e nunca vivi uma situação dessas – disse ele.

O elenco treinou pela manhã, no Estádio Municipal de Taboão da Serra, e logo partiu para o que deveria ser a viagem a Catanduva. Antes de pegar a estrada, os atletas ainda almoçaram em um restaurante que patrocina o clube. Os planos mudaram no meio do caminho (que reservou um susto quando o ônibus, com um movimento brusco, desviou de um carro parado no meio da estrada). E aí restou parar e fazer um breve lanche em um posto de gasolina – antes de voltar para casa com três pontos, quase literalmente, na bagagem.

– Peguei no sono no ônibus com um ponto e acordei com quatro. Tá bom, né? – brincou André Luís.

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– Dias depois, as consequências do Caso Pottker…

Willian Pottker chorou em entrevista coletiva pela “falta de consenso” que ocasionou sua não ida ao Corinthians.

Após todas as explicações, fica claro: o jogador queria ser vendido, os empresários não se acertaram e os clubes só observaram.

Dessa forma, se Pottker for mal em campo, será duramente criticado pela torcida da Macaca, sem contar que o Corinthians continuará sendo achincalhado por alguns dias.

Coisas de um futebol bagunçado…

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– Vale a pena certos sacrifícios na vida?

Uma pergunta muito difícil para se responder sincera e honestamente para muitas pessoas: VOCÊ É FELIZ?

A dificuldade é: responder baseando-se em qual conceito de felicidade? Aliás, o que é ser feliz?

Difícil definir. Muitas vezes, você acha que é feliz mas não é. E outras, que é infeliz e justamente é o contrário.

Tudo isso é confuso. O grande problema é que hoje vivemos tempos de tribulações excessivas. Tomo por exemplo minha própria rotina: não dá para viver sem relógio, em especial àqueles que como eu detestam atrasos ou descumprimento de afazeres.

Gosto de muitas coisas que, por motivo de situações e de pessoas, me impedem de realizá-las. Falta-me tempo para hobbies e descanso. Acordo cada vez mais cedo e durmo cada vez mais tarde para cumprir minha carga de compromissos. E, devido a elas, sou obrigado a abrir mão das que verdadeiramente me dão prazeres.

Claro, você cairá no inevitável paradoxo do cotidiano: trabalhar para poder viver ou viver para trabalhar? Ou ainda: trabalhar no que se gosta ou naquilo que te remunera?

Com a crise brasileira, surgem ainda mais dificuldades, como as de que todo o sacrifício profissional é insuficientemente transformado em rentabilidade financeira. Somando-se os da vida pessoal, piorou!

Agradar o próximo, ser simpático, dedicado, amável ou ainda bondoso parecem ser qualidades cada vez mais raras e desprezadas pela sociedade. Tudo é em função do tempo, do dinheiro e do trabalho. Da carreira também? Talvez.

O ponto da questão é: por culpa de tarefas que me roubam disposição, devo abrir mão daqueles que me entusiasmam. São poucas as oportunidades onde busco a endorfina, aquela sensação de bem-estar (ou ainda o prazer simples de se fazer algo que gosto): no esporte, na escrita, no bate-papo ou na docência do ensino superior.

É por essas e outras que devemos avaliar muito bem nossas decisões e condutas. Planejar o futuro como? Com a esposa e filhos, com o emprego e o plano de carreira? Com amigos?

Nada disso. Planejar viver dia-a-dia, com as pessoas que você ama (e aqui incluo a família), sem sacrificá-los. Talvez em uma vida muito mais modesta que se almeja. Com mais saúde (é incrível a quantidade de amigos da minha faixa etária que assustadoramente sofreram enfarte) e alicerçado em Deus (ou na sua fé pessoal).

Confidencio: triste por abrir mão de algumas coisas que gosto por conta de problemas que desgosto. Um deles: o não-aceite das aulas no Instituto Federal de São Paulo (IFSP), cujo cargo de docência passei em primeiro lugar e não poderei assumí-las por uma série de fatores que me estressam.

Mais ainda: quando você sabe que as recusas são motivadas por ocasiões evitáveis e pela falta de compreensão. Uma pena.

É vida que segue, forçando-nos a rever caminhos, parcerias e outros imbróglios. E mais ainda: o quanto vale a pena certos sacrifícios e a quem eles são?

Ótimo para refletir.

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– O Culpado de existirem chefes ruins é de…

… quem os escolhem!

Segundo o livro dos consultores em Administração Jefrrey Cohn e Jay Moran (Por que somos tão ruins para escolher bons líderes?), alguns fatores são decisivos. Abaixo, a lista deles:

(extraído de: http://is.gd/p5wZ61)

POR QUE HÁ TANTOS LÍDERES RUINS?

Rafael Palladino, do Banco Panamericano. Carly Fiorina, da HP. Bob Nardelli, do Home Depot. Gilberto Tomazoni, da Sadia. Bernie Ebbers, da WorldCom. Harry Stonecipher, da Boeing. Dominique Strauss-Kahn, do FMI. A lista de executivos-chefes que se mostraram inadequados, por motivos que vão de fraude e escândalos sexuais a erros de gestão ou omissão, é enorme. Tão grande que impõe a questão: é assim tão difícil escolher um bom líder para a empresa? Pelo ritmo intenso de trocas de comando – o estudo anual da consultoria Booz & Co. conclui que a rotatividade nas 2,5 mil maiores companhias abertas em 2010 foi de 11,2% –, parece que sim. Por quê?

O primeiro motivo é a pressão a que estão submetidos os executivos-chefes. Num mundo mais competitivo, em que os resultados precisam vir mais rapidamente, é natural que a rotatividade aumente. Mas um estudo psicológico de como são feitas as escolhas de líderes apontou problemas recorrentes, capazes de causar grandes prejuízos. O estudo é dos pesquisadores Jeffrey Cohn e Jay Moran, da consultoria Spencer Stuart, autores de Why Are We Bad at Picking Good Leaders? (“Por que somos ruins para escolher bons líderes?”). A seguir, as cinco principais armadilhas em que conselho e acionistas caem:

O GRANDE CARISMA DIANTE DO PÚBLICO ÀS VEZES CAMUFLA
UMA FALHA NA HABILIDADE DE SE COMUNICAR FACE A FACE


1. Síndrome da patota_Cercar-se de iguais é intrínseco ao ser humano. “Muitos executivos do alto escalão favorecem, mesmo que inconscientemente, os profissionais com histórico, experiências e características similares às suas próprias”, dizem os autores. No Banco Panamericano, Rafael Palladino, um ex-personal trainer sem diploma em administração sob cuja gestão o banco quase fechou, era primo em primeiro grau de Íris Abravanel, mulher de Silvio Santos.

2. Síndrome dos holofotes_A loquacidade e o carisma, o talento de magnetizar uma plateia, costumam impressionar os selecionadores. O prestígio do CEO carismático é ainda residual da “Era Jack Welch” na GE. Casos como o de Steve Jobs, que dá verdadeiros shows nas apresentações da Apple, reforçam o mito. Porém, como advertem os autores, o grande carisma diante do público às vezes camufla uma insuficiência na comunicação íntima, face a face. “Falar em público é uma capacitação aprimorável com um coach. Já a comunicação direta com o interlocutor é algo bem mais difícil de desenvolver”, dizem.

3. Síndrome do deslocamento_Poucos CEOs foram tão demonizados na década passada quanto o autocrático Bob Nardelli, em sua desastrada passagem pela rede de varejo Home Depot. Ao tentar gerar eficiência operacional, Nardelli quase destruiu a cultura descentralizada, informal e amigável que era marca registrada da rede. O CEO chutado, obviamente, estava longe de ser um tolo. Na década de 90, fora um dos executivos mais admirados dos Estados Unidos, na General Electric. “Há casos em que as competências do executivo estão deslocadas, e não têm como ser bem utilizadas na empresa”, dizem Cohn e Moran. O caso de Nardelli era mais ou menos como exigir de um caminhão Scania a performance de uma Ferrari.

4. Síndrome do menino-prodígio_É fácil ficar impressionado com profissionais brilhantes, principalmente se forem jovens geniais. Mas esse encantamento às vezes impede de enxergar falhas grandes em outros aspectos, como a ética ou a capacidade de comunicação. O caso mais notório, na última década, foi o de Jeffrey Skilling, ex-CEO da Enron, hoje cumprindo pena de 24 anos numa cadeia americana por causa de uma bilionária fraude de “contabilidade criativa”. Precoce, Skilling era braço direito do então presidente Kenneth Lay, nos anos 90. Ajudou-o a catapultar a capitalização de mercado da Enron, de US$ 2 bilhões para US$ 70 bilhões. Tornou-se sucessor natural de Lay. Foi um desastre.

5. Síndrome do bom-moço_É o contrário da anterior, o encantamento com o executivo-modelo, querido por todos. A justificativa em geral vai para o lado de que a pessoa é uma ótima “formadora de equipes”, ou “cria sinergia”. A dura realidade, dizem os autores, é que “os melhores líderes raramente são bons membros de equipe”. O profissional “bom-moço” tem ascensão rápida na escada corporativa. Mas quase sempre dá um ótimo número 2, não número 1. Tendendo à gestão por consenso, ele costuma agregar profissionais de pensamento homogêneo.

Ter em mente essas armadilhas não vai livrar as empresas de sofrerem deslizes. Mas diminui, dizem Cohn e Moran, a possibilidade de um desastre.

Contabilidade criativa – É a manipulação das demonstrações financeiras de empresas, aproveitando brechas na legislação para turbinar resultados. A expressão tornou-se célebre em 2001 com os escândalos contábeis da Enron e da WorldCom

– Boa sorte ao Rogério Ceni

Tudo depende da boa ou má vontade para se avaliar um trabalho que se inicia. Digo isso pois Rogério Ceni mostrou métodos não usuais em seu primeiro dia como técnico.

O hiato do mundo do futebol de 1 ano, passando de jogador para treinador, não foi vazio. Ele estudou e se preparou. Quando entrou em campo, inovou: atividade de alta intensidade (com modelo da NFL) e já iniciando os treinos com bola.

Se tal radicalização for feita por um desconhecido, alguns chamariam de “Professor Pardal”. Se feita por um estudioso, é chamado de Revolucionário”. Se feita por um veterano, está “fugindo do usual”.

Para os que gostam do futebol-ciência, Ceni começa com o pé direito deixando boa impressão. Para os arraigados à boleirice, é frescura que não dará certo.

Rogério conta com algo de positivo: não cai se perder os primeiros jogos pois tem respeito da diretoria. É por isso que terá tempo para trabalhar e pode mostrar serviço. Tende a frutificar positivamente!

Aliás, é curioso ver: o são-paulino crê piamente no sucesso. Os adversários, no fracasso! É nisso que habita a graça do torcedor – e sem violência física ou verbal!

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– Neilton e a Gestão de Carreira

Está bombando na Internet um suposto (portanto, verídico ou não) tuíte do jogador Neilton, datado de 2011, quando o atleta era do Santos (e hoje contratado pelo São Paulo FC), onde está escrito:

Tô assistindo o jogo do lixo do São Paulo“.

Se trollagem de outrem, morreu o assunto (o atleta é vítima). Se a postagem for dele mesmo, fica a observação: como jovens atletas devem ter cuidado com o que fazem nas redes sociais! Nunca desmerecer um rival se faz necessário.

Lembremo-nos que Gefertton, tempos atrás, foi contrato e dispensado na sequência por se assumir corinthiano e dele se encontrar postagens polêmicas ofendendo torcedores sãopaulinos (um caso um pouco diferente deste).

E o que Neilton deve fazer?

Vir a público, dizer que na imaturidade não sabia da grandeza do SPFC, assumir o erro da juventude ocasionado por um impulso e fazer juras de amor. É o “contragolpe”, em especial, aos mais fanáticos. Claro, dizer também que agora é profissional e dedicado atleta do Tricolor do Morumbi.

Agora, cá entre nós: a solução definitiva será marcar 1 gol por jogo e arrancar aplausos em todas as partidas, pois a paciência dos torcedores será bem pequena…

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ATUALIZANDO: Neilton pediu desculpas. Abaixo (clique na imagem):

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– O Papai Noel trará o quê para seu time?

Se você pudesse escrever uma carta ao Papai Noel pedindo a ele alguns presentes ao seu time de futebol, quais seriam?

  1. Jogadores consagrados ou jovens promessas?
  2. Títulos mesmo jogando mal ou boas apresentações?
  3. Vitórias a qualquer custo ou fair play em campo?
  4. Cartolas velhacos ou dirigentes éticos?
  5. Treinador caro e experiente ou técnico barato e emergente?
  6. Estádio lotado com ingresso acessível ou arena confortável e custosa?
  7. Torcida organizada cantarolando ou sócio-torcedor mais acomodado?
  8. Galáticos com as finanças sacrificadas ou time barato e contas em dia?

Enfim… o futebol ultimamente ficou chato. Falamos de STJD, tapetão, briga entre torcidas, estádios da Copa superfaturados e outras tantas coisas!

Se fôssemos pedir alguns presentes para o futebol, sem dúvida minha lista teria como prioridades:

1) Espírito Esportivo – como as pessoas se esqueceram que acima de tudo o futebol é esporte, vale lembrar que perder também faz parte do jogo.

2) Honestidade – e aqui vale a ética, os bons modos e o desejo de disputar sem manipulações ou trambiques.

3) Paz e Conforto – minha filha de 7 anos diz a todos que torce para o seu “Paulistinha do Coração”, em referência ao Paulista de Jundiaí. Ela já assistiu no Estádio Jayme Cintra o Galo Tricolor pela Copa Paulista, pois o movimento nas arquibancadas é mais calmo. Mas confesso: a levar aos jogos contra times de torcidas organizadas briguentas é irresponsabilidade que não cometerei por um simples motivo: a violência que cega os fanáticos. Além disso, como um pai pode levar sua filha a um banheiro de estádio? Os chamados banheiros-famílias são ilusão no Brasil, só existem em shoppings e o coitado do pai se vê em maus lençóis.

E você, o que pediria ao Papai Noel para o futebol?

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– 4 Tipos de Chefes Mais Rejeitados pelo Jovem Colaborador

Veja que interessante: pesquisa aponta os defeitos mais odiados dos jovens em relação aos seus chefes.

Será que o do seu superior está nesta lista?

1– Chefes ausentes da sua equipe

2- Chefes que não elogiam

3- Chefes conservadores

4- Chefes parciais no tratamento

Extraído de: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/os-4-tipos-de-chefes-que-os-jovens-mais-odeiam

OS 4 TIPOS MAIS ODIADOS PELOS JOVENS

A receita para ser rejeitado pela equipe é esquecê-la. Chefes ausentes e indiferentes são adeptos do “estilo de liderança” mais reprovado por jovens entrevistados pelo Nube, entre novembro e dezembro.

Para 57% dos 7.451 participantes da pesquisa, o pior perfil é do chefe distante e quase nunca presente. Segundo Yolanda Brandão, coordenadora de treinamentos externos do Nube, o resultado da pesquisa é sinal de que os jovens prezam, e muito, pela criação de relacionamentos com colegas e líderes no ambiente de trabalho.

Um chefe que não reconhece as conquistas da equipe aparece logo em seguida na escala de rejeição. Com, 20,52% dos votos, este tipo de comportamento também é altamente criticado pelos jovens, acostumados a ouvir elogios de pais e professores.

Perfis que pendem para uma atuação tradicionalista e proibitiva também recebem cartão vermelho da Geração Y. Segundo a pesquisa, 17,32% dos entrevistados rejeitam chefes que adotem este estilo mais antiquado.

A parcialidade no tratamento da equipe fecha a lista de gestão, co]m 5,14% dos entrevistados, de acordo com o Nube.

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– Vasco ainda paga Romário???

Eu levei um susto: Eurico Miranda, na tarde desta terça-feira, falou sobre a situação financeira do Time da Colina, prometeu uma surpresa bombástica para a torcida vascaína (qual será ela) e até gozou os jornalistas com piadas.

Mas o que me surpreendeu foi: o Vascão AINDA pagava salários a Romário e Mauro Galvão.

Aí é sacanagem. Há quanto tempo esses atletas pararam de jogar e o que as gestões (de Roberto Dinamite e do próprio Eurico Miranda) andaram fazendo com o dinheiro do time?

Se fosse uma empresa, o Vasco estaria falido. E Eurico e Dinamite, como administradores, demitidos e rotulados como gestores fracos. Mas há quem os idolatre…

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– Empresário é empregado ou dono de jogador? Sobre Gabigol!

Os jogadores de futebol, na maioria das vezes por falta de instrução, acabam se levando pelos aconselhamentos dos empresários, sem contestação.

Um empresário é empregado do jogador. Mas você ouve constantemente o atleta dizer que não sei o que meu empresário tem conversado ou o que deseja fazer com meu futuro”.

Ora, empresário deveria ser uma espécie de procurador, um advogado que negociasse contrato, não proprietário do futuro do boleiro”.

Digo isso pois nessa semana Wagner Ribeiro, empresário de estrelas, falou em todas as emissoras de TV sobre Gabriel Barbosa. Na FOX Sports, chegou a dizer que Gabigol estava sendo humilhado na Internazionale!

O cara é vendido por 29 milhões de dólares; o empresário insiste na imagem de “novo Ronaldo Fenômeno”; dois treinadores não conseguem fazer o atacante render dentro de campo e ele vira reserva; recebe em dia e mora em Milão; e ainda se diz que ele é “humilhado”?

Imagine os atletas da A3 do Campeonato Paulista, os jogadores dos times pequenos do Norte/ Nordeste do Brasil, o que passam na carreira e ainda assim são felizes!

Aliás, é interessante a Wagner Ribeiro que o jogador permaneça na equipe italiana ou que seja negociado (recebendo por mais uma mudança de equipe)? Para a maior parte dos empresários, o negócio não é estabilidade ao seu “cliente”, mas sim transacionar seu “produto” a maior quantidade de vezes, ganhando mais dinheiro em todas elas.

E não se condene: se o jogador se considera feliz com a atuação do seu “patrão”, digo, do seu “dono”, assim seja. Mas será que não dá para o atleta se preparar melhor e insistir em ficar mais tempo em um time, ao invés de fechar uma porta sem tanta luta?

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– Existe ética no Futebol?

Flávio Adauto, diretor do Corinthians, declarou que não ligou para Jair Ventura (técnico do Botafogo). O presidente da Estrela Solitária reclamou que o Timão queria de todas as formas jantar com Jair…

Depois surgiu a história de que Dorival Jr também teria sido assediado. Estando no Santos, que vai à Libertadores, seria uma boa trocar de time? A propósito: onde está a ética entre os dirigentes, dita existente ao não procurar treinadores dos co-irmãos?

Nessa hora, os cartolas corintianos parecem estar bem perdidos… Agora surge o nome de Rueda, técnico do Atlético Nacional, cujo nome o próprio Adauto disse não conhecer.

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– Quem aceitou fazer multa com contrato milionário ao Oswaldinho?

Quer dizer que Oswaldo de Oliveira almoçou na 4a feira com a diretoria do Corinthians e foi demitido na 5a?

A carne estava dura? Não rachou a conta?

Brincadeiras à parte, ele faz bem em não aceitar reduzir a multa contratual. Se ele fosse sair, seria dispensado dela?

Agora, cá entre nós: até para ser ingênuo existem limites. Ou seria razoável achar suspeito o fato do Corinthians assinar um contrato de 2 anos com um treinador “facilmente caível”?

Quanto será que o Corinthians gastou com multas rescisórias de Cristóvão e Oswaldinho?

Enfim, não adianta falar que Oswaldo exigiu contrato longo pois, sabidamente, ele não seria um nome único e imprescindível. Aliás, bem ao contrário!

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– Leda Nagle é vítima? Não é bem assim…

Leio muitas críticas à TV Brasil por ter dispensado a jornalista Leda Nagle e extinto o seu programa “Sem Censura”.

Ora, a emissora é estatal e pagava R$ 110 mil para a apresentadora, com IBOPE perto do traço. Como ela não aceitou redução de salário, foi despedida.

Por que ela seria vítima?

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– Os Administradores Conseguem Explicar sua Utilidade?

Stephen Kanitz, grande consultor em Administração de Empresas, publicou em um de seus numerosos e importantes artigos um pensamento interessante:

A maioria dos administradores não consegue provar a sua utilidade nem explicar o que exatamente faz”.

De tal afirmação, surgiu o texto abaixo extraído de http://t.co/6zXcXpJN

E aí, você concorda com  ele?

O ESTILO GERENCIAL DO ADMINISTRADOR

Toda profissão tem um estilo gerencial próprio. Ela depende das necessidades da profissão e de seus valores.

Muitos engenheiros, por exemplo, são perfeccionistas. Perfeccionismo é uma necessidade, ou um valor que muitos engenheiros possuem. O trabalho tem que ser bem feito, custe o que custar.

Por outro lado, advogados são detalhistas. São capazes de gastar horas em uma cláusula de contrato que provavelmente nunca será necessária. O trabalho é demorado, mas quando pronto o contrato cobrirá todos os detalhes e todas as incertezas do futuro. É isto que define um contrato bem feito.

Ambas as profissões administram suas vidas sob estilos gerenciais diferentes, definidos pelos seus valores e necessidades.

Por isto, todas as profissões entram em conflito com a profissão do administrador. Elas acham, incorretamente que o estilo gerencial do administrador é conflitante ou então desnecessário.

Por isto, tantas profissões, empresários e governadores não valorizam o administrador, porque não acham que nosso estilo administrativo seja superior, muito pelo contrário, “vocês não entendem nada de engenharia e advocacia”.

Pergunte a um engenheiro, advogado ou psicólogo qual é o estilo gerencial do administrador, e eles provavelmente também usariam um único adjetivo.

Provavelmente nos definiriam de “imediatistas”, preocupados com lucros de curto prazo, como Paul Krugman e seus colegas não param de escrever no New York Times.

Administradores, segundo a visão popular, querem tudo para “ontem”, vivem dizendo que “o ótimo é o inimigo do bom”, que precisamos mais de “acabativa” e não de iniciativa.

A maioria dos administradores, infelizmente, não consegue provar a sua utilidade nem sabe explicar exatamente o que faz. Por isto, eles não ganham o que merecem, por isto não são valorizados.

Muitos acham que administrar é liderar, executar, coordenar. Isto está até escrito em inúmeros livros de Administração adotados pelas nossas Faculdades de Administração. Uma tristeza!

Vou apresentar uma das funções básicas do administrador, e que define em linhas gerais o seu estilo, e que surpreendentemente muitos administradores sequer ouviram falar nas grandes escolas de Administração como FGV, Insper, Ibmec e USP.

Basicamente, a função do administrador é não permitir que  problemas se acumulem.

Uma organização complexa, que é a empresa moderna, requer a cooperação de milhares de pessoas, dentro e fora da empresa. E, esta cooperação gera inúmeros problemas que se não forem solucionados a tempo afetarão todos os parceiros envolvidos na empresa.

Não permitir que problemas se acumulem talvez seja a tarefa mais importante para o bom andamento de toda família, empresa e nação.

Quando o mundo era gerido por açougueiros, padeiros e fábricas de alfinetes, como observou na época  Adam Smith, de fato não havia muitos problemas “acumulados”, e nem havia necessidade para se contratar administradores. Tudo funcionava pela Mão Invisível do mercado, não pela “Mão Visível” do administrador, como apontaria 200 anos depois  seu livro com este mesmo título Alfred Chandler.

Hoje, o mundo é bem mais complexo e rápido, razão pela demanda crescente de profissionais em administração.

Toda empresa e nação precisa de um corpo de profissionais treinado e dedicado a resolver os problemas de forma rápida.

Não somos imediatistas como muitos acreditam, nós simplesmente estamos evitando que problemas se acumulem um atrás do outro, e nestes casos rapidez de raciocínio e ação são essenciais.

Por isto, nós nos preocupamos tanto com acompanhamento, qualidade total, processos, auditoria, recursos humanos, etc.

Infelizmente, não é assim que a maioria dos intelectuais brasileiros que ocuparam tantos cargos de destaques neste país pensam.

Toda a filosofia de ensino, pelo menos a partir do iluminismo e cientificismo, é voltada para resolver problemas corretamente, até a segunda casa decimal. Rapidez, só no vestibular.

Todos os dados precisam ser precisos e rechecados. Todas as variáveis precisam ser “controladas”. O ser humano precisa estar “absolutamente certo”, o refrão do programa “O Céu é o Limite”.

Quando se acusa o PSDB de ficar sempre em cima do muro, na realidade se comete uma injustiça. Eles não evitam decidir ou tomar partido, na realidade seus intelectuais são simplesmente mais demorados na tomada de decisão, como todo intelectual.

Só que resolver problemas corretamente hoje em dia não é suficiente. Eles precisam ser resolvidos rapidamente, algo que nossos formadores de opinião, jornalistas e acadêmicos simplesmente não compreendem.

Temos que tomar decisões com os dados que temos, não com os dados que gostaríamos de ter.

O Brasil é um país atrasado porque estamos eternamente acumulando problemas.

É tão óbvia esta constatação que espanta que nossa opinião pública, nossos intelectuais e professores de história nunca perceberam esta simples verdade da história brasileira.

Quando se diz que precisamos fazer a Reforma Política, a Reforma Tributária, a Reforma Judiciária, o que queremos dizer é que deixamos tantos problemas se acumularem nestas áreas que somente uma ampla reforma resolverá o problema.

Se tivéssemos resolvido os problemas na medida que surgiram, o Brasil teria evoluído, teria caminhado para um sistema ótimo, em vez de termos que criar revoluções e enormes reformas de tempos em tempos, que no fundo nos atrasam ainda mais.

Temos problemas no judiciário, na previdência, na logística, na infraestruturua, na educação, na economia, simplesmente porque não temos um estilo gerencial que se preocupa com a rápida solução de problemas. Eproblemas que se acumulam crescem exponencialmente, não linearmente, como todo administrador sabe por experiência.

Quatro entre cinco empresas quebram no Brasil, porque são geridas por profissões que não percebem que problemas não podem se acumular. Aí, qualquer crise ou evento fora do comum, as abate.

Nenhuma empresa quebra por uma única razão, nenhum avião cai por causa de um único problema. Estas quatro empresas quebram a um custo de capital monstruoso para o país, por falta de um estilo gerencial apropriado.

O Brasil não poupa o suficiente para crescer; e pior, torramos 80% desta poupança em empresas que irão quebrar em quatro anos.

Eu não diria, e nunca disse, que o estilo gerencial do administrador é superior ao do engenheiro, do advogado ou do economista.

Infelizmente, estas profissões se sentem ameaçadas pelos administradores, à toa.

Não queremos comandar, gerir, tomar o lugar de ninguém.

Quero deixar claro para todo empresário, sociólogo, economista e político que possa se sentir ameaçado, que o estilo do administrador não é superior.

Ele é simplesmente necessário.

Não podemos permitir que nossos problemas se acumulem simplesmente porque cada profissão acha que seu estilo gerencial é superior.

Nós administradores aceitamos que engenheiros sejam perfeccionistas, que advogados sejam detalhistas, que economistas queiram dados precisos, mas tudo isto tem de ser adequado para não atrapalhar os outros dentro da empresa ou do governo.

Não podemos ficar esperando enquanto os outros seguem seus estilos individuais.

Engenheiros, advogados e economistas precisam entender que seus estilos gerenciais são superiores e apropriados, quando se trabalha sozinho, mas quando se trabalha em grupo é necessário conciliar.

Trabalhando em grupo, um simples atraso numa reunião atrapalha os outros, imaginem um problema que  não foi solucionado por anos a fio.

Quando vejo acusarem administradores e empresários de “imediatistas”, que pensamos somente no curto prazo, percebo que estas pessoas nada entendem das funções do administrador, de crescimento, de justiça social, de democracia e de um mundo feliz cheio de realizações, porque tudo é feito na velocidade necessária.

Se você está cansado de um país estagnado, que cresce aquém de suas possibilidades, que acumula pobreza, corrupção, injustiça e inúmeros problemas, converse mais com um administrador. Ele o ajudará a decidir e implantar suas ideias muito mais rapidamente do que você vem fazendo até hoje.

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– Aproveite os frutos, Nico.

E o Campeão da Fórmula 1 de 2016 pela Mercedes, o alemão Nico Rosberg, resolveu se aposentar, surpreendendo a todos.

Alguns criticam o piloto em tomar tal decisão tão jovem, podendo ainda lutar por outros títulos.

Sabe de uma coisa? Fez certo! Sai “por cima”, com muito dinheiro e prestigio, evitando o triste desfecho de uma acidente fatal com morte nas pistas, por exemplo..

Divirta-se e curta a vida, Nico.

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– Fica quieto, Eurico!

Uma das pérolas do futebol: Eurico Miranda, apresentando o novo treinador do Vasco da Gama (o simpático Cristóvão Borges) disse que só ele reunia as características para assumir o time cruz-maltino. Disse ainda que há muita gente da imprensa que fica “babando ovo” para muitos técnicos. Inclusive, chegou a dizer que não vê muita coisa “nesse tal de Guardiola”.

Aí é demais…

Lembro-me que certa vez Eurico disse:

“Técnico não ganha jogo, mas só ajuda a perder”.

Taí. É o #GER7x1BRA fazendo história cada vez mais…

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– Sóbis e o dilema do Profissionalismo.

Surgiu a história de que Rafael Sóbis, jogador nascido e criado no Beira-Rio, houvera pedido para não jogar pelo seu time, o Cruzeiro, contra o Internacional. O atleta não estaria  a vontade para entrar em campo contra sua ex-equipe na partida que poderá rebaixar o clube gaúcho.

Digamos que o boato seja verdade: estaria faltando profissionalismo do jogador ou deve-se entender o aspecto passional nesse momento?

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– Pontos Positivos e Negativos de Rogério Ceni como Treinador

E após dispensar Ricardo Gomes, o São Paulo Futebol Clube vai à busca de um novo nome para treinador da sua equipe. Aqui, enfim, um acerto da gestão, se foi o caso de que a demissão do último técnico seja para a entrada de um nome que implante um filosofia nova no clube. Afinal, a diretoria contratou Osório, Doriva, Bauza e Gomes, sem nenhuma coerência ou planejamento real (ambos diferentes em seus trabalhos).

A expectativa é que Rogério Ceni seja contratado. Caso isso se concretize, alguns pontos negativos e positivos:

FRAQUEZAS:

  • Ceni nunca foi treinador. Estaria pronto para a equipe profissional logo no seu primeiro desafio?
  • É ídolo da torcida. Se precisar demiti-lo por maus resultados, o que fazer?
  • Tem personalidade forte. Se receber sugestões de outros treinadores durante o seu ofício (como de Murici Ramalho, especulado pela boataria como um futuro Diretor) as acataria?
  • Trabalhará com um elenco limitado.

POTENCIALIDADES:

  • Ceni, por ter trabalhado tanto tempo como jogador, passou por vários técnicos e sempre teve grande visão de jogo, já atuando como “treinador dentro de campo”. Conhece e tem experiência no futebol. Além disso, tem estudado com os melhores do mundo no Exterior.
  • É ídolo da torcida. A tolerância com ele (chamado de M1TO) seria muito maior e a paciência (tão pouca no futebol) seria praticada desde as arquibancadas até a diretoria.
  • Tem personalidade forte. Se o jogador se agrupar e fazer panelinha, a corda estourará do lado dele. É diferente de um nome emergente, como Milton Mendes, Fernando Diniz ou Eduardo Baptista, que apesar de serem bons tecnicamente, carecem de respeitabilidade no meio da boleirada.
  • Trabalhará com reforços que Ricardo Gomes não teve.

Eu sempre fui a favor de que ídolo não deveria ser treinador de futebol. Já imaginaram Zico dirigindo o Fluminense? Ou o goleiro Marcos como técnico do Corinthians? Claro, no caso de Rogério Ceni, ele irá trabalhar no clube onde viveu boa parte de sua vida e é idolatrado. Será, talvez, o maior desafio de sua carreira: ser considerado “novamente craque indiscutível” (agora, fora das 4 linhas). E ciente de que, provavelmente, não terá mercado no Brasil a não ser no próprio Tricolor do Morumbi. Ou seria crível de que um dia veremos Ceni como técnico dos arquirrivais e co-irmãos Palmeiras ou Corinthians?

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– O caos proporcionado por Del Nero e sua turma (no jogo e no apito). Até quando os clubes o aceitarão numa boa?

Só agora tive a oportunidade de escrever sobre a lambança da CBF na última rodada do Brasileirão. Marco Polo Del Nero e sua trupe “capricharam”!

Sempre se metendo em momentos decisivos e inoportunos, aquele que não sai do país quer ser a estrela intervencionista. Veja se não é verdade:

Final do Brasileirão com mudança de árbitro na véspera do jogo devido ao caso Madonna e Wagner Tardelli;

Final do Paulistão com mudança do árbitro na antevéspera da partida devido ao caso “Braguetto e Corinthians”;

Final da Série C (Boa x Guarani) em Varginha com mudança de jogo na série A entre Ponte Preta x Santos, privilegiando a Terceirona em alteração desnecessária e contra o Estatuto do Torcedor.

Aqui destaco a frase de Dorival Jr, que foi perfeito quando questionado:

Não tem que ir à CBF [reclamar com Del Nero]. A CBF tem que sair do pedestal e vir aos clubes.

Ótimo! Mas o patrão de Dorival, o presidente Modesto Roma Jr, é amigo de Del Nero e fez lobby pelo Cel Marinho (que escalou o árbitro paraense no jogo do Peixe contra o Palmeiras que Modesto tanto reclamou, além do sergipano que deu um pênalti inexistente contra o Corinthians, a favor do SPFC).

E sobrou até para o árbitro mato-grossense Marcos Mateus (que apanhou na Série C). O juizão apitou em SP, comandado pelo Coronel Marinho, não foi bem e voltou ao seu estado de origem, Mato Grosso. Marinho escalou ele justo numa final e expulsou equivocadamente o bugrino Ferreira. Acabou agredido…

Escalas sem critério. Intervencionismo sem critério. Administração sem critério. Futebol sem critério. Ou melhor, com critério: o de nunca fazer a coisa de maneira profissional.

E os clubes, o que fazem para mudar essa situação?

ABSOLUTAMENTE NADA.

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– Tite diz o que qualquer profissional deve sempre fazer!

Estou me tornando cada vez mais fã da conduta e das ideias de Adenor Bacchi. Veja se esse dito não serve para todos nós, independente da área profissional.

Eu desafio o meu progresso e aquilo que eu posso melhorar. Eu tenho que me desafiar. Assim, eu posso crescer“.

Tite, treinador da Seleção Brasileira, no “Esporte em Debate” da Rádio Bandeirantes (20h, 25/10).

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– 3 anos que “Profissionalizaram de Mentirinha” os árbitros de Futebol

Já faz três anos que alguns árbitros, ilusoriamente, comemoraram a profissionalização da categoria.

Mas mudou o quê?

Leia sobre o que escrevemos na oportunidade:

A REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DE ÁRBITRO DE FUTEBOL

Vejo muita gente comemorando a regulamentação da profissão de árbitro de futebol. Mas quem milita no meio sabe que esse projeto sancionado pela presidente Dilma Rousseff é, na verdade, uma hipócrita e demagógica ação que nada mudará no dia-a-dia dos árbitros de futebol, tampouco trará melhorias práticas.

Assustou com minha opinião? Explico a ilusão desse projeto:

1 – Ao árbitro será permitido se associar em cooperativas de trabalho e sindicatos. Mas já não é assim? E, pasmem: se um árbitro não se sindicalizar e/ou cooperar, não apita jogos profissionais nesse país! No Rio de Janeiro, Jorge Rabello, funcionário da FERJ, é o responsável pelo departamento de árbitros da entidade. Porém, é ele quem dirige o Sindicato e a Cooperativa de lá! Em São Paulo, Arthur Alves Júnior é o presidente do Sindicato dos Árbitros e Silas Santana trabalha na Cooperativa, sendo que ambos são funcionários da FPF! Claro que tudo está dentro da lei; e, mesmo sendo legal, poder-se-á contestar: não é imoral? A mim, tal situação desagrada muito, já que entendo como incompatibilidade de cargos. Se o árbitro tiver que brigar com a Comissão de Árbitros de SP ou do RJ, e quiser recorrer ao Sindicato, terá que recorrer à mesma pessoa. Dá para imaginar o Rabello do Sindicato discutindo com o Rabello da Federação Carioca?

Reforço: nada contra essas pessoas, mas entendo ser impossível que se tenha condição de trabalhar antagonicamente em cargos tão distintos, sendo o mesmo dirigente.

2- A Lei reza que o árbitro poderá trabalhar em Ligas e Entidades de prática do Futebol. Ué, cadê a novidade?

Na verdade, se festeja única e exclusivamente o fato de que, no papel, existe uma profissão chamada de “árbitro de futebol”. A lamentar que nada se fez para que o árbitro receba FGTS, tenha direito a 13o e Férias, fruto de registro na Carteira de Trabalho, sendo as Federações e/ou a CBF o(s) patrão(ões).

Aliás, me causa curiosidade: por quê os Sindicatos e Cooperativas que agora podem representar o árbitro (mas que já representavam) não lutam para que as Federações e a Confederação assumam o árbitro como empregado? Que banquem os treinos para melhorar o desempenho em campo e os assumam como funcionários profissionais para que se dediquem integralmente a profissão e não cometam tantos erros.

Reitero: a Lei é demagógica, já que ilude o cidadão comum a pensar que algo vultuoso foi feito; e hipócrita, pois se comemora para disfarçar o que está em situação calamitosa, que é a péssima condição dos árbitros do Brasil, resultando em arbitragens no nível que se vê.

Gozado: para apitar em São Paulo, os árbitros assinam um documento de próprio punho dizendo que são prestadores autônomos de serviços aos clubes, sendo que a FPF é quem os paga, via Sindicato (descontando-se taxa sindical), alegando que o dinheiro é repassado das verbas que o clube receberia a fim de evitar calote.

Isso não é contestado por quê?

Portanto, torcedor comum, não se anime: nada mudará nos jogos que você assistir. E aos árbitros, vale o lembrete: você não ganhou nada com a nova lei.

Invejo a Inglaterra. Lá sim o árbitro é profissional, com contrato de trabalho e tudo mais.

Abaixo, compartilho o texto da lei:

LEI nº 12.867, DE 10 DE OUTUBRO DE 2013

Regula a profissão de árbitro de futebol e dá outras providências.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º
A profissão de árbitro de futebol é reconhecida e regulada por esta Lei, sem prejuízo das disposições não colidentes contidas na legislação vigente

Art. 2º
O árbitro de futebol exercerá atribuições relacionadas às atividades esportivas disciplinadas pela Lei no 9.615, de 24 de março de 1998, destacando-se aquelas inerentes ao árbitro de partidas de futebol e as de seus auxiliares

Art. 3º
(VETADO)

Art. 4º
É facultado aos árbitros de futebol organizar-se em associações profissionais e sindicatos.

Art. 5º É facultado aos árbitros de futebol prestar serviços às entidades de administração, às ligas e às entidades de prática da modalidade desportiva futebol.

Art. 6º
Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 10 de outubro de 2013;

192º da Independência e 125º da República

DILMA ROUSSEFF

Manuel Dias

Aldo Rebelo

Luís Inácio Lucena afana 

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– O Trabalhador da Seleção Brasileira

Só agora li o texto do comentarista Paulo Vinícius Coelho (o PVC da Fox) na Folha de São Paulo, a respeito do Adenor Bachi (Tite), o atual treinador da Seleção Brasileira.

Vale a pena dar uma lida! Abaixo:

TITE

Se você pensa que técnico da seleção trabalha só uma vez por mês, precisa visitar o segundo andar do prédio da CBF, na Barra da Tijuca. O grande salão de aproximadamente 100 metros quadrados é circulado por quatro salas também bem grandes. Uma delas é o escritório de Tite. O técnico mudou-se para o Rio de Janeiro e dá expediente todos os dias entre as 9h e 19h.

A sala em frente tem três mesas, ocupadas pelo preparador físico Fábio Mahseredijan e os assistentes Cléber Xavier e Matheus Bacci, filho do treinador. Do lado oposto, no mesmo andar, ficam Rogério Micale e o diretor das divisões de base, Erasmo Damiani. Outra sala é ocupada pelos analistas de desempenho Maurício Dulac e Thomaz Araújo.

Usam dois computadores e um imenso telão que pode receber imagens de quatro jogos simultaneamente. É possível editar lances e acompanhar a movimentação dos jogadores em partidas disputadas no Brasileirão ou qualquer campeonato do planeta. Se você não viu Taison jogar pelo Shakhtar Donetsk, Tite viu. Se não assistiu ao vivo, alguém vai mostrar a ele.

A estrutura para editar e arquivar informações de jogadores do mundo todo começou a ser montada por Maurício Dulac, observador contratado por Gilmar Rinaldi um ano atrás. “A diferença é que antes tínhamos só três pessoas para ver tudo: Dunga, o assistente Andrei Lopes e eu. Agora são oito pessoas”, diz Dulac.

Dunga não dava expediente na CBF, porque morava em Porto Alegre. Tite passa pelo menos dez horas por dia trabalhando, mesmo quando não está em campo.

Foram 28 jogos assistidos no estádio por Tite ou por sua equipe nos 25 dias entre a partida contra a Colômbia e a vitória sobre a Bolívia. Silvinho cuidou do Paris Saint-Germain. Assistiu-o jogando em Paris e visitou-o nos treinos. As anotações são feitas no seu computador e enviadas automaticamente para o banco de dados criado pela CBF.

Depois de ganhar da Bolívia e assistir ao seu time jogando bem, Tite falou sobre a adaptação de Phillipe Coutinho ao lado direito. “O Jurgen Klopp, técnico do Liverpool, escalou-o assim numa partida em que o senegalês Mané foi desfalque”. Foi mesmo. Jogo da Copa da Liga inglesa contra o Derby County. Ou Tite viu ao vivo, ou alguém mostrou.

Trabalhar muito não é virtude, mas obrigação. Só que existe o mito de que treinador de seleção só precisa convocar e dar treinos uma vez por mês. Tite desfaz essa impressão. Sua ideia é acompanhar os jogadores que pensa em convocar tão de perto que eles percebam o trabalho do dia a dia mesmo apresentando-se à seleção uma vez por mês. Está dando certo.

Os jogadores não sentiam segurança com os treinos de Dunga e havia problemas nas relações humanas até a eliminação na Copa América, em junho. Hoje, os jogadores gostam do trabalho e da harmonia na convivência. Times felizes jogam futebol alegre.

É cedo para dizer que o Brasil vai virar candidato ao título mundial na Rússia. Os primeiros jogos de Tite deram a noção de que é possível montar um bom time e que o problema da seleção não é falta de bons jogadores. É só o primeiro passo e é resultado de longas semanas de trabalho.

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– A Difícil Missão do Ídolo ser Treinador

Certa vez, ouvi Zico dizer que não gostaria de ser chamado de burro pela nação rubro negra, algo improvável de se crer.

Mas quando o craque dos gramados passa a ser professor na beira do campo…

Nem todo gênio da bola vira bom treinador. Exceções são Franz Beckenbauer e Johan Cruijff.

Luxemburgo sempre foi jogador mediando, reserva do Júnior no Flamengo. Mas ambos como treinadores… O primeiro ganhou quase tudo, o segundo ficou uma semana no Coritnhians e pediu a conta.

Vide o Internacional de Porto Alegre – os 3 ídolos recentes: Falcão, Fernandão e Dunga foram galgados ao cargo e saíram com a imagem bem arranhada.

Isso faz os boleiros repensarem: valeria a pena Rogério Ceni virar treinador, por exemplo (já que o SPFC não sai da crise e tal ideia ganha corpo)?

Claro que a maior parte dos ex-jogadores não conseguem ficar longe dos gramados. Mas o que fazer pós-carreira é complicado.

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– A Teoria de Conspiração da Contratação e Queda Programada de Cristóvão Borges no Corinthians.

No futebol, não acredite em tudo o que lhe disserem. Mas também não duvide na mesma proporção.

Quer uma sacada que você pode interpretar como tremendamente forçosa ou excepcionalmente inteligente? A substituição de Tite por Cristóvão.

Vamos lá: Sabemos que a tarefa de substituir um ídolo é sempre custosa. Seja em qual atividade for, leva tempo e planejamento. Portanto, substituir o treinador Tite era algo complicado.

Será que contratar Abel Braga, Vanderlei Luxemburgo ou outro treinador cascudo seria fácil? Claro que não. Esses experientes treinadores sabiam que haveria um desmanche no time e que poderiam ser criticados (a não ser, claro, que uma milionária multa fosse acertada), e uma grande preocupação a todo importante técnico é: a comparação de seus trabalhos!

Por outro lado, se você contrata um treinador “demitível”, como Doriva, Mancini, Caio Jr ou outro sedento nome em busca de espaço, pode jogar toda a culpa nele! Uma diretoria se isentaria do trabalho dentro de campo alegando ter dado respaldo (mesmo que a sua contratação seja previamente por um curto espaço de tempo). Dessa forma, qualquer outro nome importante que substitua o demitido treinador (que houvera substituído Tite mas não aguentou a pressão), já terá uma base de comparação mais modesta para ser feita.

Será que é mais fácil contratar, por exemplo, Luxemburgo, e depois ter que demiti-lo dizendo que o trabalho dele é pior do que o último profissional (Tite), ou é mais fácil contratar Luxemburgo para substituir Cristóvão, e dessa forma alegar que o trabalho dele é melhor do que o último nome?

Claro, lembrando sempre que a cabeça do nome “menor” (no caso Cristóvão) serviria de ótimo subterfúgio para jogar nele a culpa do momento crítico escapando do aceite de contratações ruins por falta de dinheiro. Perfeito bode expiatório, planejado e escolhido a dedo para um momento de transição.

Tal teoria é ideia estapafúrdia ou tem um fundinho de possibilidade?

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– A Pressão sobre os Árbitros da Rodada 24 do Brasileirão. Que tal trazer estrangeiros?

O paulista Vinícius Furlan (que foi mal em Ponte Preta x São Paulo) volta a ser escalado em Flamengo x Vitória. Dirão, se errar contra o Flamengo, que é para ajudar o Palmeiras (e o Palmeiras jogará em sequência contra o Flamengo). Se for contra o Vitória, dirão que é para ajudar o São Paulo. E aí? Traremos juízes da Roraima e do Amapá para evitar ilações?

Raphael Claus, o árbitro do clássico da Vila Belmiro, estará igualmente pressionado: se errar para o Santos, é compensação. Se errar para o Corinthians, é comprovação da Teoria da Conspiração de que havia “armação”.

Claro que os árbitros querem dar o melhor de si. Mas com erros crassos de outros, alguns juízes têm que ser infalíveis!

Sugestão: árbitros estrangeiros! Que tal?

Ops: como o presidente Marco Polo Del Nero não pode viajar para o Exterior senão o FBI o pega, a contratação deles será por Walter Feldman…

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– O atacante Talisca e suas preferências de amor dividido!

Quando surgiu no Bahia, o jogador Anderson Talisca me surpreendeu ao vê-lo marcando gols de “tudo que é jeito”. Chegou até a ir para a Seleção Brasileira, mas durante sua passagem no Benfica, o excesso de vigor da juventude o fez ter problemas extra-campo.

Com apenas 22 anos, está no Besiktas da Turquia. E disse que um dia, sem dúvida, voltarei a jogar no Benfica. Lá em Lisboa está o clube que o marcou. Mas disse também que um dia, vou vestir a camisa do Corinthians. O Timão é o clube do coração. Por fim, disse ainda que um dia, voltarei a jogar pelo Bahia que nunca saiu de mim. O Bahêa é seu clube de coração.

Só para entender: tão jovem, vai encerrar a carreira em 3 times?

Sinceramente, não vai durar muito no Besiktas, com tal pensamento de “bater e voltar” e com o histórico de confusões fora de campo…

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– Salário dos Árbitros para 2016 e a Exagerada Estrutura Administrativa da CBF.

A arbitragem brasileira vai mal no quesito administração?

Pudera. Vejam só que estrutura exagerada e ineficiente: temos 6 estruturas criadas pela CBF para levar a contento os árbitros:

  1. Comissão de Arbitragem
  2. Escola Nacional de Arbitragem
  3. Departamento de Arbitragem
  4. Corregedoria de Arbitragem
  5. Ouvidoria de Arbitragem
  6. Comissão de Análise da Arbitragem

Não seria mais fácil reestruturar em algo mais racional com gente mais competente? Por que tanta departamentalização, cheia de cargos políticos? E o essencial: profissionalizar a Arbitragem!

Enfim: esses órgãos são todos independentes entre si?

A CBF, aliás, permite uma independência de seus departamentos sem a ingerência de Marco Polo Del Nero, seja qual área for?

A propósito, respondendo alguns questionamentos sobre taxas de arbitragem, os valores pagos foram majorados.

Para apitar a Série A do Brasileirão 2016, independente se é Fla-Flu ou jogo de time pequeno, um árbitro do atual quadro da FIFA receberá R$ 3.850,00 (o bandeira R$ 2.300,00). Se for aspirante à FIFA: R$ 2.950,00.

Se for árbitro CBF 1 (os melhores do quadro nacional mas que não foram à FIFA), receberão por apitar a série A cerca de R$ 2.600,00.

Lembrando: se o jogo for fora do seu estado, adicione R$ 500,00.

Pode parecer muito, mas e se o árbitro apitar 1 partida por mês? Se ele se machucar, vai para o INSS ou que use seu plano de saúde. FGTS e Férias, esqueça! Ainda: é ele, recebendo o que ganha, que decidirá se um centroavante que recebe R$ 450.000,00/mês sofreu ou não pênalti de um zagueiro que ganhe R$ 200.000,00.

Pela responsabilidade, atribuições do cargo e dificuldades da carreira, ganha pouco ou ganha muito?

Algo a mais: os observadores, delegados, tutores (aquele pessoal que fica engravatado, sentadinho, assistindo o jogo e que as vezes são membros das Comissões de Arbitragem), receberão… R$ 500,00! Se o jogo for em SP e ele vier do RJ, pula para R$ 1.000,00!

É mole?

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– Os nomes que Seneme terá que suportar na Conmebol!

Está no site da Conmebol: a entidade resolveu desmembrar a Comissão de Arbitragem em duas: a Comissão de Árbitros e a Comissão de Desenvolvimento de Árbitros. Ambas serrão presididas por Wilson Luís Seneme.

O problema é: os nomes dos membros submetidos ao comando do brasileiro. Veja só quem são eles:

Comissão de Árbitros:

Rodolfo Otero (Argentina)

Óscar  Ruíz (Colômbia)

Jorge Larrionda (Uruguai)

Comissão de Desenvolvimento:

Hugo Muñoz Báez (Chile)

Ubaldo Aquino (Paraguai)

Alberto Tejada (Peru)

Seneme tem crédito na praça. Mas Larrionda, Ruiz e Aquino? Só faltou complementá-la com Patricio Polic e Carlos Amarilla…

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– Ciclos e Gringos no Futebol Brasileiro

Uma reflexão dominical após assistir um pedaço de Santa Cruz x São Paulo e Brasil x Iraque, motivada pela seguinte narração:

De Cueva para Mena, ele cruza para Chaves e gooooooool do Tricolor.

Mas só estrangeiros na jogada?

Cadê os atacantes brasileiros, as revelações da base?

O São Paulo não era celeiro de jovens craques onde brotavam talentos?

Esse cenário se estende ao futebol dos clubes em geral. Perdemos a capacidade de formar e amadurecer os atletas, e isso já se reflete na Seleção.

Quais atletas de hoje jogariam nas Seleções dos anos 80?

A verdade é: o futebol é cíclico. A Inglaterra reinou nos primórdios, mas Copa do Mundo ela só tem a de 66. A mística da Celeste Olímpica dominou o começo do século XX, trocando de posto pela ascensão do Escrete Canarinho, que revezou o reinado com Argentina, Itália e Alemanha. A verdade é: o ciclo acabou. Somos uma Seleção Comum, com uma administração ruim de um presidente sitiado em seu bunker de luxo. Viraremos uma Hungria dos trópicos?

Todos os clubes estão contratando estrangeiros pela carência de bons brasileiros. Será que o aumento do limite de estrangeiros para 5 atletas influenciou tanto?

Isso talvez iniba a formação de jovens, e o reflexo de tudo isso será no futuro das seleções (vide os campeonatos italiano e inglês com poucos atletas natos).

Se for para trazer atletas melhores para elevar o nível técnico, tudo bem. Mas com a economia brasileira em queda, regulamente estamos trazendo jogadores idênticos aos que já temos com algumas exceções. Vide que são em sua maioria argentinos, uruguaios, paraguaios, colombianos e um ou outro equatoriano.

Muda muito, será?

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– Seleção Feminina e Masculina de Futebol, a incomparável Rainha e os “quase-reis”!

Que prazer em torcer para a Seleção Brasileira Feminina de Futebol, não?

Dá muito mais gosto do que a Masculina, em questões de vivacidade em campo e de empatia.

É claro que surgirão comparações das duas estrelas de cada time: Marta e Neymar. Uma é veterana, outro é novato. Mas são incomparáveis não pela idade, mas pelo conceito do que é “responsabilidade e imagem”.

Nos lembremos que a “Rainha Marta” dividia os palcos das premiações internacionais com Ronaldinho Gaúcho, “cracaço” que permitiu o descomprometimento da sua carreira e se tornou um showman em exibições. Nessa comparação, permitida, Marta é muito superior a R10, pois continua se destacando.

A comparação que devemos fazer é: Neymar será protagonista do seu clube como Ronaldinho Gaúcho foi?

Potencial para ser, ele tem. Mas será?

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– Neymar se mostra marrento ou mal assessorado?

De mau humor e parecendo mal amado, Neymar foi extremamente marrento na sua entrevista coletiva aos jornalistas durante a preparação da Seleção Olímpica.

Questionado sobre a sua falta de comprometimento (baladas em excesso e outras polêmicas nas redes sociais), declarou, em outras palavras, que “todo jovem que ganha muito dinheiro como ele pode se dar o luxo de fazer isso e que é problema pessoal.

Caramba… não poderia ser mais simpático na resposta?

É claro que o dinheiro é dele e ele faz o que quiser. Mas um atleta profissional de alto rendimento é espelho para os demais atletas e fãs. Tem que tomar cuidado com a exposição e transmitir responsabilidade, pois em qualquer falha, há de ser cobrado.

Com um staff monstruoso, ninguém orientou o garoto que, apesar de ser o craque da Seleção Brasileira, não ganhou nada ainda e deve se blindar para evitar críticas?

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– Meu Novo Desafio!

Com alegria, compartilho com os amigos: estarei lecionando a partir do próximo mês na Faculdade Anhanguera de Indaiatuba.

Agradeço de antemão ao Coordenador Prof Laerte Zotte pela confiança e por permitir que eu faça parte dessa equipe bem capacitada. Estaremos juntos para levar o conhecimento, a análise crítica e as boas discussões do mundo da Administração de Empresas aos nossos queridos alunos.

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– Tipos de Boa Ajuda Corporativa

Ter ajuda é bom na Administração de Empresas. Mas ter alguém chato, crítico, sempre contrário a você, faz bem também!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI292507-16366,00-TRES+TIPOS+DE+AJUDA.html

TRÊS TIPOS DE AJUDA

Você precisa de um coach, de um empreendedor… e de um ‘do-contra’

Por Paulo Eduardo Nogueira

Reza um aforismo de Peter Drucker, um dos padroeiros da administração moderna: “Cultura começa com as pessoas certas e cultura se alimenta de estratégia no café da manhã”. Mas quem são as pessoas certas? Os consultores de inovação G. Michael Maddock e Raphael Louis Vitón sugerem três tipos que podem ajudar muito na transformação de ideias em produtos ou serviços inovadores.

O primeiro é o coach desafiador, que instiga os funcionários a ir além dos limites autoimpostos e a correr riscos que normalmente evitariam.

O segundo é o empreendedor, aquele que enxerga oportunidades de negócios onde outros veem dificuldades, e adora desafios.

O terceiro é alguém que seja o seu oposto. A experiência mostra que empresas de grande sucesso combinaram executivos com mentalidades diferentes para gerar choque criativo de ideias: se você é yang, procure seu yin.

 

– O que acontece com a recusa de técnicos ao Corinthians?

Fernando Diniz não quis ser técnico do Timão. Dizem que Eduardo Baptista também não. Roger Carvalho já tem um bom emprego no Grêmio. Alardearam que André Villas Boas foi procurado e não topou.

Nas últimas horas, falou-se em Oswaldo de Oliveira, Vagner Mancini e Cristóvão Borges. Será?

A verdade é que substituir um ídolo como Tite é um fardo muito grande. É como substituir jogador consagrado: na troca do goleiro Marcos, demorou até achar alguém como Fernando Prass. O mesmo está acontecendo com Rogério Ceni e Dênis.

Não condeno os que recusaram. Diniz tem planejamento de carreira, Baptista não quer pegar um trabalho no meio, e Villas Boas não quer sair na Europa. E quem assumir, já deve saber, será cobrado bastante.

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– O Engodo do Calendário da Série D: Vale a pena?

E começou a Série D-2016. Mas a CBF quer enganar o torcedor de clubes pequenos com a realização da 4a divisão nacional. Entenda:

O torneio terá 68 clubes em 17 chaves de 4 times. Sendo assim, quem não se classificar se resumirá a ter participado de um curto torneio de 6 jogos, sendo que realizará apenas 3 partidas em casa.

Tal modelo é ou não deficitário? Por quê montar time para meia dúzia de partidas? Os clubes paulistas, por exemplo, fecham as portas no começo de abril e aí se reativam para só isso?

Não vale a pena… a não ser para quem tem “bala na agulha” e sabe que terá chances de subir para a Série C.

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