O deputado, seus colegas, o Céu e o Inferno!
Qualquer realidade ou coincidência com o cenário político atual…
Assista ao vídeo:
O deputado, seus colegas, o Céu e o Inferno!
Qualquer realidade ou coincidência com o cenário político atual…
Assista ao vídeo:
Se o Renan Calheiros elogiou o fim da Operação Lava Jato, um marco contra a corrupção, era porque a mesma realmente tinha suas qualidades.
Aliás, petistas corruptos (e de outros partidos) só foram presos por conta dela. Bolsonaro festejou o fim dela também. E agora Renan!
O que dizer?
Viva a Lava Jato! Se eles são contrários, é porque devemos aplaudi-la.
Torcedor de Político, quando fanatizado, é igual a Torcedor de Futebol “doente”.
Vejam os boleiros mais radicais: se alguém dá uma notícia que é ruim para o Corinthians (mas poderia ser no exemplo o Palmeiras, o São Paulo ou o Santos), é classificado como “anti”. Depois vem com o mesmo lenga-lenga de que “só sabe falar mal do Timão (ou Verdão / Tricolor / Peixe)”; ou de que, se é time de cidade do Interior, a Imprensa torce contra.
Vejam a versão “torcedor de político” (lembrando, a ala dos radicais): se alguém fala mal do Presidente Bolsonaro é comunista; se fala bem, vira fascista (e a lógica com seus devidos atributos vale para Lula, ou Dória, ou Ciro, ou outro qualquer). Mas e quando se fala de maneira isenta, sabendo contrapor erros e acertos? Aí o fanático tergiversa!
O gozado é: o fanático fala sempre baseado na sua interpretação distorcida pela cega paixão (no futebol e na política). O torcedor “torce e distorce”. Fica difícil qualquer diálogo…
A verdade é: chega de fanatismo! Pode torcer para qualquer time de futebol, defender ou criticar qualquer político – mas sem radicalismo. Isso acaba com o país.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem tiver conhecimento, informar para os créditos.
Lula com o Mensalão e Petrolão, Bolsonaro com as Rachadinhas e Incompetência na Gestão da Pandemia, e Dória com sua Vaidade e sua Enlouquência: confiar em quem?
Leia essa notícia, da Record News:
“PF vê superfaturamento de R$ 63 milhões em compra de respiradores feita pelo governo Doria
A operação iniciada nesta terça investiga a aquisição de 1.280 ventiladores pulmonares por US$ 44 milhões em abril de 2020, início da pandemia. O governo de São Paulo usou como intermediária a companhia americana (com sócios brasileiros) Hichens Harrison, que negociou com uma fabricante chinesa. A Polícia Federal cumpriu sete mandados de busca e apreensão para descobrir “por que foi contratada essa empresa, a preços tão altos, sob qual critério e por que o contratante não fechou diretamente com o fabricante”. O negócio aconteceu sem licitação, após decreto de estado de calamidade. O governo de João Doria disse, em nota, que ‘a compra foi fundamental para salvar vidas em um momento de inércia do Governo Federal e alta procura no mercado internacional'”.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/z/z/AMrOk0Syq6AAVDz2yqdg/respiradores-mecanicos.jpeg)
Devido à enorme repercussão sobre as declarações do youtuber Monark sobre a defesa de um Partido Nazista legalizado, houve muitas pessoas pegando “carona” na polêmica e, para ganharem pontos / curtidas na web, diz-se serem “contra” – mas ressaltaram a necessidade de criminalizar o Comunismo também.
Por isso… surgiram inúmeros debates condenando e defendendo tal discurso, com narrativas de 8 a 80!
Basicamente,
Considere ainda alguns reinados / principados árabes, onde o Monarca com sua família real são donos dos países, igualmente a algumas nações africanas onde ditadores exploram seus povos.
A verdade é: nenhum rótulo / sistema / ideologia é o ideal, e vivemos num “menos ruim” aqui no Brasil…
Poderia ser melhor se não fossem os políticos?

Imagem extraída de: https://muzambinho.com.br/2019/01/21/distancia-entre-mais-ricos-e-pobres-aumentou-em-2018-aponta-ong/
As paixões políticas emburrecem. Digo isso pois os mais radicais adoradores de alguns homens da vida pública não conseguem ver, cegados pelo seu fanatismo, erros de seus ídolos.
Calma: estou falando de extremismo, não do eleitor ponderado, evidentemente.
Exemplo 1: Lula, de novo, falou sobre “Controle da Mídia e Regulação”. Não me venha com a desculpa de que é para evitar a formação de “grandes conglomerados de comunicação” e democratizar a informação. Desde o tempo em que ele foi presidente e Franklin Martins o seu ministro, a ideia foi de “avaliar conteúdos”. E a cada capa da Revista Veja mostrando a corrupção do seu governo, o assunto vinha à tona novamente. Aliás, como é essa “mídia regulada” nas nações que Luís Inácio simpatiza, como Nicarágua, China, Venezuela ou Cuba? A imprensa é independente? Ou melhor: existe imprensa?
Exemplo 2: O deputado Dudu Bolsonaro, o filho “01” do presidente Jair Bolsonaro, postou um vídeo onde se fala em dar oportunidades às mulheres na área de Engenharia, onde alguém diz que prefere a mão-de-obra feminina (referindo-se à empresa que trabalha na Linha 6 do metrô paulistano). Na sequência, disserta sobre o desabamento do túnel dessa obra e o acidente na Marginal Tietê nesta semana, com um discurso de que a meritocracia se fazia necessária, independente do gênero ou raça. Ora, que mensagem horrível! Todos nós defendemos a meritocracia, mas uma ridícula entonação dando a entender que o túnel caiu por conta das mulheres incompetentes, é fora do comum! A ideia da contratação delas é de que, existindo mesma qualificação entre homens e mulheres, que se desse a oportunidade a quem sofre discriminação no trabalho até hoje! Demagogia barata e equivocada de quem quis “lacrar” e se deu mal.
Eu não consigo compreender que amor tão forte as pessoas têm por políticos, esquecendo-se do passado, falseando ou não querendo enxergar os grandes erros cometidos por muitos desses senhores…

Alguém disse o seguinte:
“Não é porque você odeia a corrupção que tem de aceitar a incompetência. Não é porque você odeia o descaso que tem de aceitar a corrupção”.
Isso serve para nosso país. E acrescento: precisamos de competência, honestidade e credibilidade!
Entendeu?
O problema é: não se acha esse elemento…

Imagem extraída de: https://zh-cn.facebook.com/radioazzurraufficiale/posts/10165774392350716
Repost de 1 ano, mas atual:
Todas as opiniões contrárias às que eu tenho são sempre respeitadas em minhas Redes Sociais – até quando absurdamente existem ofensas. Não respondo da mesma forma, tento mostrar à pessoa a necessidade de não promover discurso odioso, tampouco impositivo.
É esse o problema: impor sua opinião, ao invés de debater ideias. E isso não pode ser seminário, pois, afinal, o ambiente é uma rede social. Ou Rede Antissocial?
Uma réplica, tréplica, resposta e… “Valeu. Nos falamos mais tarde!” Ninguém, no mundo ideal, impõe nada, mas enxerga o lado diferente e todos ficam em paz. Isso é convívio harmônico.
O problema é que muitas vezes você tem Amigos Virtuais que se tornam Inimigos ou Chatos Virtuais. Forçam a barra! Querem te catequizar conforme a crença que eles têm; praticam proselitismo político; sempre se acham “donos da razão” e, o mais comum: jogam nas costas dos outros as coisas que praticam equivocadamente e não enxergam.
Um exemplo?
Alguns:
Enfim: “tá um pé no saco!”
Um desses caras insuportáveis me escreveu em particular que precisava “abrir minha mente, pois por trabalhar em meio universitário fui dominado pela ‘Esquerdopatia LuloPetista’ e estava confuso”. Pode?
O que faz o fanatismo… cega as pessoas e vê todo mundo como errado – seja o fanático de Direita ou de Esquerda. E eu pensava que o grande mal do Brasil seria a falta de Educação de boa qualidade. Agora, percebo que é isso, aliada à carência de ídolos! Isso explica tanto radicalismo nas Redes Sociais (além, obviamente, dos algoritmos que forçam a visualização de tais temas e interesses).
Aliás, será que esses senhores: Jair Bolsonaro, Luís Inácio, João Dória, Ciro Gomes, Guilherme Boulos, quando usam suas técnicas teatrais em palanques, não querem no fundo justamente isso? Ou seja: uma legião de adoradores, que os defendam mesmo nos equívocos?
Não dá para defender a política equivocada de prevenção contra a Covid adotada por Bolsonaro (ou não adotada, pelo desprezo da máscara e aglomeração não evitada); não dá para passar pano à falta de segurança financeira aos comerciantes adotada por Dória (que determina uma coisa e pratica outra); tampouco esquecer que Lula foi o grande pai do Mensalão e do Petrolão, escândalos que sucumbiram os cofres públicos (mesmo com gente mais jovem – e que nem viveu isso – crendo que o lobo em pele de cordeiro foi “vítima de injustiça”, como se nada tivesse existido nas compras de votos e desfalques bilionários na Petrobrás).
Se você chegou até essa última linha e não me xingou, ufa! Mantenha-me no seu círculo de ajuizado…
Ops: não sou adorador de político algum, nem me rotulo de Esquerda, Direita, Centro, Norte ou Sul.
Lulistas não gostam de Sérgio Moro, pois o ex-juiz o condenou à prisão. Alegam que o julgamento foi ilegal pois ele teria demonstrado interesse de condená-lo em mensagens vazadas por hackers. Mesmo com provas (que insistem em se desacreditar… como se não tivesse existido Mensalão, Petrolão, delações premiadas, dinheiro devolvido, etc e etcetera). Mas vale lembrar que todos os outros juízes e instâncias o condenaram (Moro foi só mais um). Quem soltou Lula foi a turma do STF indicada por ele.
Bolsonaristas não gostam de Sérgio Moro, pois o ex-juiz, enquanto Ministro, foi contra as trocas de comando da Polícia Federal por nomes que o presidente queria, e não dele. Aliás, a PF não fez nada quanto às queixas envolvendo seu filho (um assunto que tira Bolsonaro do sério…). Saiu por não ter tido “carta-branca” para trabalhar no Ministério (sendo que isso houvera isso prometido a ele) – aliás, na pasta da Saúde se vê bem que, se não rezar na cartilha do “Homem”, o cargo fica vago.
Ciro Gomes um dia também ameaçou até bater em Moro e hoje vive o atacando. Afinal, Ciro quer ser ele a “opção viável para a 3a via”.
Se esses senhores o criticam, talvez seja um bom nome. Ou não? Afinal, a Lava Jato prendeu um monte de corruptos e foi ironizada por Ciro, desacreditada por Lula e encerrada por Bolsonaro.
Ops: tá na cara que Dória, que está quietinho quanto ao Moro, sonha em ter os votos dele. Danado esse governador, não?
O “legal” é: cada vez mais que Lula e Bolsonaro se batem, percebe-se que quando o assunto é o ex-juiz que estava no Ministério da Justiça , ambos se unem.

Imagem extraída de: https://www.poder360.com.br/poderdata/moro-e-o-candidato-mais-competitivo-contra-lula-no-2o-turno-diz-poderdata/, da matéria de Beatriz Roscoe.
Para a Eleição Presidencial de 2022, procuro um candidato honesto, competente e que tenha credibilidade. Mas quem?
Gostei da reflexão deste texto, extraído de: https://brasildelonge.com/2022/01/19/ditadura-de-esquerda-ou-de-direita/
DITADURA DE “ESQUERDA” OU DE “DIREITA”?
Por José Horta Manzano
Faz tempo que me pergunto como é possível um contingente de cidadãos darem crédito ao capitão e se disporem a votar nele.
Pra não deixar ninguém enciumado, me pergunto também como é possível que tanta gente acredite no Lula e se disponha a votar nele.
Depois dos males que esses dois já causaram no passado, no presente – e da ameaça que representam para o futuro do país –, não há mais o que provar. Não precisa fazer um desenho. Seja qual for dos dois, é desastre anunciado.
Com o antigo presidente, tivemos corrupção explícita e partição do país em categorias de indivíduos classificados conforme a cor da pele. É culpa dele se o Brasil caminha perigosamente para se transformar em república racialista, um tipo de sociedade em que cada habitante tem forçosamente de se encaixar numa etiqueta: ou é branco ou é negro, sem nuance. (Alguém pensou nos extremo-orientais?) Antes da ascensão do lulopetismo, nosso país era colorido; depois da passagem dos ‘barbudinhos’ pelo poder, retrocedemos à era do preto e branco.
Com o atual presidente, temos corrupção disfarçada de “orçamento secreto”, rachadinhas e partição do país em categorias de indivíduos classificados conforme a ideologia ou a religião. Bancadas religiosas no Congresso, presidente que se ajoelha diante de bispo autossagrado, orçamento secreto com bilhões distribuídos aos amigos do rei, presidente considerado persona non grata no mundo civilizado – estão reunidos todos os ingredientes da perfeita republiqueta de bananas.
Um dos dois apoia ditaduras sanguinárias ditas “de esquerda”; o outro apoia ditaduras sanguinárias ditas “de direita”. Se algum arguto leitor souber qual é a diferença entre uma ditadura “de esquerda” e uma “de direita”, que levante a mão. Ou que mande uma cartinha para a Redação.
Este blogueiro considera que qualquer ditadura é regime autoritário e liberticida que opera para transformar os habitantes em autômatos, gente sem criatividade, sem esperanças, sem ânimo, sem iniciativa e sem futuro. Quando se trata de ditadura, “de esquerda” ou “de direita” são etiquetas que não fazem sentido.
Que diferença há, no espectro político, entre um Hitler e um Stalin? O primeiro prometeu o paraíso a seu povo e o obrigou a ser massacrado sob bombas caídas do céu. O segundo prometeu o paraíso a seu povo e o obrigou a ser massacrado por tanques de guerra vindos do Oeste, sendo que os poucos cidadãos que sobraram foram despachados para o desterro na Sibéria.
Entre um Nicolas Maduro (Venezuela) e um Bashar El-Assad (Síria), quem é “de direita” e quem é “de esquerda”? E que diferença faz, se ambos condenam o próprio povo ao extermínio – um pela fome, o outro pelos gases asfixiantes?
Tudo o que o Brasil não precisa é de presidente apoiador de ditadura nem de presidente conivente com esse tipo de regime. Tanto Bolsonaro quanto o Lula propõem que o país continue eternamente mergulhado num passado de atraso.
E ainda tem gente que se dispõe a apoiar um ou outro desses dois. Como é que pode?
Foto: Crédito no link acima, de: https://brasildelonge.com/2022/01/19/ditadura-de-esquerda-ou-de-direita/
Conversando com um amigo, falávamos da necessidade de se fazer Política no Brasil.
Sim, Política com P maiúsculo, aquilo que faz bem ao próximo, desinteressadamente. É a chamada “arte de se relacionar”.
Infelizmente, hoje se pratica a “politicagem”, prática corrupta e que acaba com o país!
Portanto, diferenciei a Política da Politicagem, os bons (raros, é verdade) Políticos dos Politiqueiros.

Em 2018, fiz a postagem abaixo sobre quais as virtudes que um Presidente da República deveria ter. E hoje (mais do que nunca) tenho certeza de que naquele ano, ninguém preenchia essas qualidades:
ADJETIVOS PARA UM BOM PRESIDENTE:
Para ser Presidente do Brasil, um país tão necessitado de bons políticos, o candidato ideal deve ter os seguintes atributos:
Está fácil achar um nome? Com o que se tem oferecido ao eleitor, o cargo ficará vago…

Crédito: Shutterstock
Eu sei que Bolsonaristas e Lulistas mais exaltados (não estou me referindo aos eleitores desses senhores que são sensatos, mas aos radicais) vão discordar e até xingar (óbvio, radicalismo é igual ao fanatismo). Mas a entrevista do ex-juiz Sérgio Moro, agora pré-candidato à Presidência, hoje de manhã à Rádio Jovem Pan, foi ótima!
Falou sobre Lula, Dória, Bolsonaro… e não fugiu das perguntas mais difíceis!
Assista em: https://youtu.be/Q3NjE-ZDBbY
Repost de 2015:
Um sucesso por aí é a obra: “Antologia das Maiores Besteiras já Ditas”, dos irmãos Ross e Petras. Eles catalogaram frases interessantes de personalidades, mostrando curiosas infelicidades ditas. Por exemplo:
“Perdemos porque não ganhamos” – Ronaldo Nazário, jogador, após ser questionado por uma derrota (categoria “Não Dá Para Discutir com estas Declarações”)
“Vou fazer desse país uma democracia, e se alguém for contra eu prendo e arrebento.” – João Batista Figueiredo, último presidente militar brasileiro, falando da abertura democrática que ele pretendia (categoria: “Mais Idiotas Repetições Ideológicas”)
“Fácil. Ganhei tudo na loteria. Ganhei 123 vezes nos últimos dois anos”. – João Alves, deputado acusado de corrupção, justificando seu enriquecimento (categoria: “Menos Convincentes Desculpas e Explicações Que Não Colam”)
“Vida de rico em geral é muito chata”. – Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente, contando sobre o dia-a-dia (categoria: “Coisas Mais Inacreditavelmente Irritantes Ditas por Pessoas Ricas”)
Extraído de: http://is.gd/BFPw9Q
ANTOLOGIAS DAS MAIORES BESTEIRAS JÁ DITAS
Por Mauricio Stycer, Crítico do UOL
Os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e João Baptista Figueiredo, o ex-deputado João Alves e o ex-jogador Ronaldo estão entre as personalidades mundiais que ganharam lugar numa obra de grande relevância: o “Livro das Maiores Besteiras Já Ditas” (“Book of All-Time Stupidest Top 10 Lists”).
Os autores são os irmãos Ross e Kathryn Petras, que se definem como “especialistas em besteiras”. Desde 1993 dedicam-se ao duro ofício de reunir e dar publicidade às abobrinhas e aos absurdos ditos por celebridades, políticos, esportistas e jornalistas.
A primeira coletânea foi “The 776 Stupidest Things Ever Said” (“As 776 Maiores Besteiras Já Ditas”). O sucesso do livro levou a um segundo, depois a um terceiro… O calendário diário (com 365 besteiras) que publicam há 18 anos já vendeu mais de 4 milhões de exemplares. Não falta material.
Este ano, reuniram o supra-sumo das besteiras num volume especial. Agruparam as frases estúpidas em listas de “10 mais”. FHC, por exemplo, conquistou um lugar na lista das “Coisas Mais Inacreditavelmente Irritantes Ditas por Pessoas Ricas” com uma reflexão feita em 1998, quando era presidente: “Vida de rico em geral é muito chata”.
Figueiredo figura na lista das “Mais Idiotas Repetições Ideológicas” com um dos muitos absurdos que falou em sua presidência, entre 1979 e 85: “Vou fazer desse pais uma democracia, e se alguém for contra eu prendo e arrebento.”
Já João Alves tem lugar de honra na lista das “Menos Convincentes Desculpas e Explicações Que Não Colam”. Questionado numa CPI, em 1993, sobre o seu incrível enriquecimento, ele explicou: “Fácil. Ganhei tudo na loteria. Ganhei 123 vezes nos últimos dois anos”.
O ex-craque Ronaldo é citado numa lista muito boa – “Não Dá Para Discutir com estas Declarações”. Foi a sua singela explicação para uma derrota: “Perdemos porque não ganhamos”.
Este novo livro dos irmãos Petras reúne mais de duas mil pérolas, a grande maioria dita por americanos. É verdade que muitos outros brasileiros mereciam figurar na antologia, mas os quatro citados não fazem feio e representam bem o país. O livro pode ser adquirido na Amazon (por US$ 8,76).

Imagem extraída de: https://oinformador.com/nem-tudo-e-publico-2254929?thread=5457489
A proliferação como um mantra do “nós contra eles” foi o divisor de água no Brasil? Insisto neste tema pois me assusto com tanta gente raivosa nas Redes Sociais, totalmente tendenciosa a políticos A ou B, imaculando-os e nunca enxergando defeitos neles.
Ou é “isso”, ou “aquilo”. Não existe meio-termo, ponderação, observação de pontos positivos e negativos, sensatez na opinião ou coisa que o valha. Se o cara ama o político, ele sempre leva 10 e nunca erra (seja de Esquerda ou de Direita).
Cansa esse radicalismo, não? É melhor não ler certas postagens do que ficar entristecido com as coisas de fanáticos que se vê!
Imagem extraída de: http://oficinadosinistro.blogspot.com/2017/06/uma-chuvinha-nas-costas.html
Lula candidato a presidente com Geraldo Alckmin de vice?
Bolsonaro no partido de Valdemar da Costa Neto, seu novo aliado?
E ainda há gente que acredita em políticos e os têm como “políticos de estimação”…
Só falta o PCO defender livre mercado e o NOVO pregar o comunismo.
Não brigue por essa gente, amigos.

Imagem extraída de: https://saberanimal.org/lula-e-bolsonaro-entraram-numa-churrascaria/
Gostei do que ouvi sobre o sem-número de partidos políticos no Brasil, dias atrás:
“Temos 28 partidos políticos na Câmara dos deputados e não temos 28 correntes de opinião no Brasil”.
Frase do senador Aloysio Nunes, em entrevista a Danilo Gentile no SBT. Não dá para discordar. E em tempo: hoje, há muito mais partidos!

Imagem extraída de: http://www.botequimdahistoria.com.br/2018/
Os políticos e as voltas que o mundo dá… em 2018, Bolsonaro atacava Valdemar da Costa Neto, um dos envolvidos no Mensalão. E hoje…
A matéria abaixo é bem clara! Veja, extraída de: https://veja.abril.com.br/blog/maquiavel/o-dia-que-bolsonaro-rejeitou-valdemar-costa-neto-seu-novo-aliado/
O DIA EM QUE BOLSONARO REJEITOU VALDEMAR COSTA NETO
De mudança para o PL para tentar a reeleição em 2022, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) atacou em 2018, com a virulência de sempre, a imprensa por noticiar uma aproximação com a legenda do ex-deputado Valdemar Costa Neto, condenado no mensalão a mais de 7 anos de cadeia.
“A QUE PONTO CHEGARÃO? Primeiro a imprensa mente ao publicar que estive com Waldemar [sic] da Costa na semana passada. Agora diz que aceno para corruptos e condenados. É a velha imprensa de sempre, não sabem fazer outra coisa a não ser mentir e mentir”, tuitou então pré-candidato à Presidência em maio de 2018.
Ainda às vésperas da campanha eleitoral de 2018, ao comentar uma possível aliança com a legenda, o capitão fez questão de se distanciar do cacique. “Valdemar Costa Neto já foi condenado no mensalão. Está citado… citado não… Está bastante avançado [sic] as citações dele no tocante à Lava Jato. Eu converso com o Magno Malta. Qual partido não tem gente com problema?”
O acordo para se filiar ao PL envolveu a garantia de que Bolsonaro terá “autonomia” para indicar candidatos nos estados em 2022 e os comandos das executivas estaduais — uma exigência que inviabilizou a aproximação com outras legendas (como PP, PSL e PTB) desde que naufragou a ideia de fundar um partido, o Aliança pelo Brasil.
Nesta terça-feira, 9, Bolsonaro afirmou que falta “acertar um estado ou outro” e que irá focar nos nomes para o Senado em 2022. “Vamos priorizar, da minha parte, o Senado. Não quero tudo porque o partido não é meu. Tem outra pessoa lá, que fez o acordo comigo e temos que alinhas alguns objetivos, só isso”, disse.

O presidente Jair Bolsonaro Isac Nóbrega/PR/VEJA
Sempre aprendi que a política é a arte de se relacionar. Entretanto, a má prática vira politicagem.
Neste mundo difícil, não devemos ser apolíticos. Podemos ser apartidários, mas não alienados. Gosto desse pensamento:
“A política perfeita é um ato de amor ao próximo; não basta viver, é necessário conviver e participar.”
Santo Agostinho, Doutor da Igreja.
Perfeito.

O ex-juiz Sérgio Moro se filou ao PODEMOS. Não sei se será candidato a Presidente da República, mas é um nome interessantíssimo.
Primeiro, por ter prendido vários bandidos (Petistas mais ferrenhos não gostam dele, e donos de empreitarias poderosos idem. Depois, teve suas decisões anuladas em muitos casos pois teria “forçado a barra nos processos” para prender os acusados. Os processos voltaram para julgamento – e isso significa que os envolvidos continuam sob suspeita, não foram inocentados).
Segundo, por ter recusado os nomes que iriam ser trocados pelo presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal, que poderiam estar diretamente envolvidos nos processos do filho dele, Flávio Bolsonaro, além de outras situações.
Ouvindo o discurso dele há pouco, deu pra sentir que estudou oratória e não falou nenhuma bobagem. A propósito, só pelo fato de não ser querido por extremistas de Direita ou de Esquerda, já é um bom indicador.
Que seja um bom político (pois Política é coisa boa). Não pratique Politicagem (que é o lado ruim dela).

Foto: Foto: Sergio LIMA / AFP, extraída de: https://blogs.oglobo.globo.com/bela-megale/post/o-escolhido-de-moro-para-fazer-sua-ponte-com-os-militares-em-2022.html
Um gaiato entrou no Food (o App de Restaurantes mais conhecido do Brasil) e modificou o nome dos estabelecimentos: todos renomeados com frases de apologia ao presidente Bolsonaro, críticas ao PT e posicionamentos radicais (como os de antinacionalista).
Como alguém pode defender a moral com práticas imorais, não?
Imagem extraída do Instagram de: Tribuna de Jundiaí.
E deu “treta”: em entrevista à Jovem Pan, o presidente Jair Messias Bolsonaro discutiu com André Marinho, que disse a ele: “Tigrão com o Humorista e Tchutchuca com o STF”, na recusa do chefe de Estado em falar sobre o processo das Rachadinhas envolvendo Queiroz e o senador Flávio Bolsonaro.
Em tempo: o suplente de Flávio Bolsonaro é o pai do humorista André Marinho.
Assista em: https://youtu.be/GKSnksiiUy4
Eu me assusto com certos radicalismos. Quer exemplos?
Se eu criticar o Bolsonaro pela bobagem dita de que “a vacina pode levar uma pessoa a contrair AIDS”, automaticamente os mais fanáticos (repare, não citei o eleitor comum, estou me dirigindo aos radicais”) começam a encher de postagens com os dizeres: “E o Lula?” / “Prefiro o honesto do que o safado!”/ “Bom era no tempo do Petrolão, não é?” / “Chora, Esquerdopata” e outras ofensas sem sentido.
Onde é no parágrafo acima que fiz referência a alguma qualidade ao Luís Inácio? Apenas critiquei a irresponsabilidade da fala do chefe da nação.
Por outro lado, se eu criticar o Lula pela insistência no “Projeto de Regulação da Mídia” (algo dito como se fosse um combate aos conglomerados, mas que já foi afirmado em outras palavras ser um controle do que se publica – e isso é censura), me deparo com uma avalanche de postagens: “Bolsominion tem medo de ser preso por Fake News” / “Genocida tem medo de quem luta pelo povo” / “Quando chegar 2022 Bolsonaro e filhos vão para cadeia”/ Terraplanista de Direita, sua hora vai chegar”, entre outros xingamentos.
Idem: onde é no parágrafo acima que fiz referência a alguma qualidade ao Bolsonaro? Apenas critiquei a irresponsabilidade da fala de um ex-chefe da nação.
Não sou simpatizante de nenhum político (dos citados acima ou de Dória, Ciro, Amoêdo ou qualquer outro – não vejo por enquanto nenhum nome honesto, competente e com credibilidade ao próximo pleito presidencial). Me impressiono que quando você cita algo contrário a um desses homens idolatrados, a militância extremista (de novo, não me refiro ao eleitor comum) “cai matando” com rótulos.
Seria por dificuldade na interpretação de textos, preguiça de ler ou cegueira por paixão política?
Não me esqueço do dito popular: Paixões Políticas emburrecem…


por José Horta Manzano – Às vezes aparecem na mídia notícias que não contam tudo, deixando em branco parte da história. Todos os jornais informaram que um …
(Continua no link abaixo:
O Zé suave)
Já ouviu o termo de que quando uma pessoa quer o mal à outra, ela “roga praga”?
É o que Roberto Jefferson fez. Usando da Bíblia, tirando fora de contexto as palavras da Sagrada Escritura, “amaldiçoou Alexandre de Moraes”, o juiz que o mandou prender. Na “oração dele”, coisas que um cristão não deve desejar ao seu próximo (se referindo ao Juiz como “Xandão”).
Aliás, como pode um cara que confessou os crimes de corrupção, esteve ao lado de Lula (Mensalão e Petrolão) e hoje se relaciona com Bolsonaro, ser considerado “vítima da Justiça”? Vide, além de tudo isso, os vídeos de intolerância publicados.
É óbvio que Alexandre de Moraes é igualmente polêmico, com outros atos igualmente discutíveis, mas usar Deus para maldizer alguém… aí é dose…
O incrível é que tem gente que aplaude os dois lados. Como?
O vídeo pode ser assistido no link em: https://www.metropoles.com/colunas/guilherme-amado/jefferson-diz-que-reza-contra-alexandre-de-moraes-oro-em-desfavor-do-xandao?amp
Ops: o vídeo foi feito de dentro da cadeia.
Hoje se recorda a execução do argentino que lutou pela libertação de boa parte da América Latina, e, ao lado de Fidel Castro, implantou o Comunismo em Cuba: Che Guevara!
Concordo que ele foi um símbolo da ideologia e dos simpatizantes do sonho que ele pregava. A isso, respeito. Mas chamá-lo de herói?
Qual herói implanta ditadura (como ele e seus companheiros fizeram)? Ou que comete assassinatos ao povo (só pelo fato de alguns serem contra o regime que ele implantou)?
Aliás, todo ditador, radical, revolucionário e idealista, não permite diálogo – seja de direita ou de esquerda!
Sabe o que me espanto? De jovens que nunca estudaram História mas vestem roupas de grife com estampas de Che Guevara (que foi abandonado pelos seus “camaradas” e morto na Bolívia). Sabem eles o que realmente Che fez?

Cada vez mais me assusto e me impressiono com o fanatismo político nas Redes Sociais. Em especial, com esses que são motivados pelas manifestações ou manchetes que envolvem Lula e Bolsonaro.
Da Direita para a Esquerda, há apaixonados por políticos que deturpam os ideais e valores reais, dando descrédito às causas.
Lamento. Aos que criam fake news e disseminam bobagens, fica o meu desdém.
Nada melhor do que essa imagem da “preocupação” da cachorrinha a fim de dizer o quanto me importo ou não com os doentes partidários, radicais e insensatos. Esses, acabam com nosso país!
Puxa, um “punhado de coisas” que se interligam quanto à pandemia. Vamos lá:
Na Rússia, recorde de mortes/dia de pessoas vitimadas pela Covid-19 (pela variante Delta). Apesar da Sputinik V, por lá, segundo a imprensa internacional, muita gente está deixando de se vacinar com a medicação local à espera das vacinas mais reconhecidas pelo mundo, como Pfizer e AstraZeneca. E justamente são essas pessoas que estão padecendo: os não vacinados (os vacinados, em maioria, quando acometidos pela Covid sentem sintomas leves apenas).
No mundo desenvolvido e vacinado, aos poucos, a rotina vai voltando – com os cuidados devidos. Lamentavelmente, aqui nós temos ainda a discussão se “vale vacinar ou não” (me assusta o movimento anti-vacina brasileiro – além dos péssimos exemplos do presidente Bolsonaro na sua ruim gestão durante a pandemia, como desprezo de máscaras, falta de distanciamento social e deboche inicial das vacinas).
Por outro lado, me assusta a CPI da Covid, onde seus membros (contestáveis quanto à conduta) estão trabalhando em prol de política em favor deles próprios. O que acrescentará Luciano Hang nela? Pra quê? Aliás, nenhum resultado concreto dos desvios de verbas no combate à pandemia (que seria um dos propósitos) foi mostrado até agora, onde claramente se vê briga de propósitos eleitorais. Talvez, o mais relevante até agora, tenha sido as supostas picaretagens da Prevent Sênior.
Ô Brasil… tá difícil torcer para qualquer lado… todos pensam em si só, com birras, vaidades e desinteresse real do bem-estar da população. Ninguém fala em UNIR o país.
Insisto: não vejo para 2022 uma pessoa Honesta, Competente e com Credibilidade para a Presidência da República.
O mundo virtual permite coisas assustadoras. Abro o Facebook e leio: “Bolsonaro é eleito o melhor presidente da história”. Rolo a linha do tempo e vejo: “Lula pode ser indicado ao Prêmio Nobel da Paz”. Mais um pouco e me aparece: “Bolsonaro é o líder mundial mais desprezado pelos presidentes”. E, por fim: “Bolsonaro é o líder mundial mais aclamado pelo G20”.
Pô, quanta bobagem, não? O que tem de matéria sensacionalista, fake news, coisa direcionada e outras que não existem (são produzidas apenas para propaganda política) que assustam demais a pessoa sensata! E se contradizem em menos de segundos de atenção nas timelines.
Dias atrás, falamos sobre “ser cristão” e “viver o Cristianismo”. Um Católico de verdade, por exemplo, não pode defender a violência, mas sempre buscar a concórdia e a paz – usando a mansidão de Jesus Cristo.
O texto está aqui: https://professorrafaelporcari.com/2021/08/31/defenda-sempre-a-paz-e-nao-exalte-os-violentos/
O Segundo Mandamento dos famosos “10 da Lei de Deus” é “Não tomar seu nome em vão”.
No Novo Testamento, vemos o anúncio da Boa Nova e o lembrete do Salvador de que “virão falsos Messias em seu nome”, confundindo as pessoas.
Enfim: muita gente usa o nome de Deus para se promover, ou até mesmo como “Capital Político”. Aproximam-se de padres e pastores, única e exclusivamente para buscar voto.
Digo isso pois o presidente Bolsonaro disse hoje:
“Quem me colocou aqui foi Deus e somente ele me tira daqui”.
Bolsonaro foi eleito como Lula foi um dia (ou como FHC, ou Collor ou ainda Dilma): pelo voto popular. Deus dá livre arbítrio para o seu povo escolher os líderes. Ele não é Teocrático, Ele é um Deus de liberdade. E nesse discurso demagogo (que tanto Esquerda quanto Direita já usaram, lembrando da atéia Manuela D’Ávila na Missa ou do ateu Fernando Henrique em Aparecida), todos estamos cansados.
O próprio povo de Deus, um dia, elegeu um BEZERRO de OURO. Chega de políticos ludibriar o eleitor com a religião.
A Lei Eleitoral não permite que ninguém seja, hoje, oficialmente candidato à Presidência da República. Não se pode fazer campanha antecipada e os postulantes só podem ser “pré-candidatos”.
Mas se observarmos as manifestações da semana passada, tivemos de tudo: entidades gritando por Bolsonaro, Lula, Dória, Ciro… pré-candidatos discursando como candidatos (e alguns até dançando no palco).
Nossas leis de nada servem, não? Dá-lhe populismo (em referência a alguns dos senhores abaixo):