– As Idiotices de Lady Gaga

Uma das mulheres ícones desse ano tem sido a cantora Lady Gaga. Não sei cantar nenhuma música, só sei que ela é um sucesso (ao menos, comercial). Vejo as pessoas a endeusarem e falar mal dela é um pecado mortal para os fãs.

Dizem que ela é excelente cantora, mas vejo na mídia muitas esquisitices sobre ela. Aliás, não sei se ela é esquisita, excêntrica ou esquisofrênica, devido a tanta polêmica.

Leio que ela gravou um clipe chamado “Alejandro“, onde engole um terço durante uma simulação sadomasoquista na cama. Ora, ao menos respeite a fé alheia. Vestida de freira insinuantemente para provocar? Para quê tal exagero e desrespeito?

Se sua voz e suas canções são realmente boas, não precisa apelar e desrespeitar valores cristãos como esse. Tenha paciência!

É claro que quanto mais polêmcia envolver seu nome, mais dinheiro ganhará… Uma pena.

– As Idiotices de Lady Gaga

Uma das mulheres ícones desse ano tem sido a cantora Lady Gaga. Não sei cantar nenhuma música, só sei que ela é um sucesso (ao menos, comercial). Vejo as pessoas a endeusarem e falar mal dela é um pecado mortal para os fãs.

Dizem que ela é excelente cantora, mas vejo na mídia muitas esquisitices sobre ela. Aliás, não sei se ela é esquisita, excêntrica ou esquisofrênica, devido a tanta polêmica.

Leio que ela gravou um clipe chamado “Alejandro“, onde engole um terço durante uma simulação sadomasoquista na cama. Ora, ao menos respeite a fé alheia. Vestida de freira insinuantemente para provocar? Para quê tal exagero e desrespeito?

Se sua voz e suas canções são realmente boas, não precisa apelar e desrespeitar valores cristãos como esse. Tenha paciência!

É claro que quanto mais polêmcia envolver seu nome, mais dinheiro ganhará… Uma pena.

– As Idiotices de Lady Gaga

Uma das mulheres ícones desse ano tem sido a cantora Lady Gaga. Não sei cantar nenhuma música, só sei que ela é um sucesso (ao menos, comercial). Vejo as pessoas a endeusarem e falar mal dela é um pecado mortal para os fãs.

Dizem que ela é excelente cantora, mas vejo na mídia muitas esquisitices sobre ela. Aliás, não sei se ela é esquisita, excêntrica ou esquisofrênica, devido a tanta polêmica.

Leio que ela gravou um clipe chamado “Alejandro“, onde engole um terço durante uma simulação sadomasoquista na cama. Ora, ao menos respeite a fé alheia. Vestida de freira insinuantemente para provocar? Para quê tal exagero e desrespeito?

Se sua voz e suas canções são realmente boas, não precisa apelar e desrespeitar valores cristãos como esse. Tenha paciência!

É claro que quanto mais polêmcia envolver seu nome, mais dinheiro ganhará… Uma pena.

– A Data Comercial do Amor…

Hoje é Dia dos Namorados! O Comércio de Jundiaí abriu até as 18h, os restaurantes ficaram lotados (e cobraram mais caro, afinal, é “a lei da oferta e da procura”) muitos casais fizeram juras de amor e provavelmente até marcaram casamento! Mas de onde surgiu a data? Você sabe a origem?

 

Nosso Dia dos Namorados (12 de junho) foi criado para ser uma data comercial, contrariando o tradicional Dia dos Namorados mundo afora (14 de fevereiro). Seu idealizador foi João Dória (pai do apresentador João Dória Jr,), que trabalhava na agência de publicidade Standard, e teve como missão bolar um evento comercial para a rede de lojas Cliper, grande varejista da época que sempre se queixava das poucas vendas do mês de junho. Aproveitando a véspera do dia de Santo Antonio em 13 de junho, (que tem a fama de ser casamenteiro no Brasil, muito embora não exista essa fama no exterior), criou o slogan: “não é só de beijos que os namorados vivem”. Tal bordão se popularizou, e outras empresas passaram a comercializar com base no dia dos namorados.


A propósito de São Valentino, ele foi um bispo que viveu em Roma e morreu como mártir, pois durante o império de Claudius II, o governante impôs uma lei proibindo o casamento, já que acreditava que soldados solteiros eram mais despojados em combate, pois os casados acabavam pensando em seus familiares e não “renderiam” como desejado. E Valentino, ocultamente, ajudava os casais a celebrarem o Matrimônio. Foi preso e morto cruelmente.


Nesta data, na Inglaterra, é costume os casais trocarem doces. Na Itália, ocorrem jantares românticos. Na Dinamarca, os homens empastam rosas e pétalas e dão um buquê de flores conhecido como “flocos de pétalas”. No Japão, são as mulheres que presenteiam seus parceiros com chocolate. Opa, quero comemorar a data no melhor estilo japonês!!!!!

 

E o seu Dia dos Namorados, foi bom?

– As 10 Melhores Empresas para Desenvolver Liderança

No mundo dos negócios, há sempre listas, rankings ou elencos classificatórios, determinando índices ou patamares diversos. Alguns são confiáveis, outros nem tanto. Mas uma dessas listas me chamou a atenção: a que permite o desenvolvimento de líderes corporativos. Se destacam: Nestlé, GE, Coca-Cola e McDonald’s.

 

Compartilho abaixo, extraído de: http://portalexame.abril.com.br/blogs/o-negocio-e-lista/2010/05/28/as-0-melhors-empresas-do-planeta-para-desenvolver-lideranca/

 

AS 10 MELHORES EMPRESAS PARA DESENVOLVER LIDERANÇA

 

Por Amanda Luz

 

“Quem vai comandar os negócios no futuro?” é a pergunta que boa parte das companhias que se destacam no seu setor têm em mente quando traçam as estratégias para valorizar os seus executivos e talentos emergentes. Entre todas as empresas ao redor do mundo, existem aquelas que se sobressaem por investir no futuro da sua liderança.

 

Confira quais são as 10 empresas que, segundo estudo da consultoria Hay Group, são as que mais encorajam seus funcionários a crescer e liderar.

 

10. Infosys Technologies

Empresa indiana do mercado de tecnologia, é uma das companhias que mais crescem no mundo. A empresa foi fundada nos anos 80 com sete pessoas e hoje são 113.796 funcionários em escritórios na China, Índia, Austrália, República Tcheca, Polônia, Reino Unido, Canadá e Japão.

 

9. McDonald’s Corporation

Líder mundial no mercado de alimentação fast-food, a rede de lanchonetes destaca a história dos executivos da companhia para mostrar que  ”muitos deles começaram com um emprego no McDonald’s” – alguns até mesmo na época que ainda eram estudantes de Ensino Médio.

 

8. Coca-Cola

Marca de bebidas presente em mais de 200 países e uma das mais conhecidas em todo o planeta, a Coca-Cola diz “nós acreditamos que o trabalho é mais do que um lugar que você vai todos os dias. Deve ser um lugar para criatividade, crescimento pessoal e relações interpessoais”.  Ao todo, a empresa tem mais de 92 mil colaboradores no mundo.

 

7. Nestlé

Companhia suíça de alimentos fundada em 1866, presente em 86 países e com mais de 276 mil funcionários. “Um dos princípios da Nestlé é dar a cada colaborador a oportunidade de desenvolver seu potencial em um ambiente de trabalho seguro e justo, onde ele possa ser ouvido, respeitado e valorizado”, diz o site da empresa.

 

6. Wal-Mart

A maior empresa do setor de varejo do mundo, terceira maior no Brasil, foi fundada em Arkansas (EUA) nos anos 60 e hoje atua em 11 países. São mais de 2,1 milhões de associados que, como destaca a companhia, “com suas ideias, inovações e dedicação, nos permitem crescer”.

 

5. Accenture

A Accenture é uma empresa global de consultoria de gestão,  serviços de tecnologia da informação e terceirização de mão-de-obra, com operações em 52 países. Segundo a empresa, “diversidade, trabalho em equipe e crescimento mantem as pessoas aqui ao longo da construção das suas carreiras (…) com contínuas possibilidades de evolução”.

 

4. Procter & Gamble

A multinacional americana é a maior fabricante do mundo de produtos para o lar e higiene pessoal – e baterias Duracell – e uma das mais influentes do mercado. O lema da empresa é “contratamos pessoas, não cargos”.

 

3. 3M

Considerada uma das empresas mais inovadoras do mundo, a 3M é um conglomerado multinacional que inclui mais de 55 mil produtos, incluindo adesivos, abrasivos, fitas adesivas, equipamentos de proteção, blocos Post-it, esponjas Scotch-Brite, produtos médicos e dentários, produtos automotivos etc.  A companhia tem cerca de 75 mil funcionários em seu quadro, ao redor do mundo.

 

2. Southwest Airlines

A Southwest é a maior companhia aérea de baixo custo do mundo e uma das empresas mais bem-sucedidas nos Estados Unidos.  A vice-líder dessa lista é conhecida por grande parte do seu sucesso vir do objetivo de manter o moral elevado dos funcionários. E isso se deve ao estilo de liderança de seu fundador, o texano Herb Kelleher, que criou um ambiente de trabalho que estimula os funcionários a colocarem a companhia no topo.

 

1. General Electric

A GE é uma multinacional de serviços e tecnologia, conhecida pela venda de lâmpadas, mas que também está envolvida em negócios de energia, transporte, saúde e até entretenimento. É considerada uma das empresas com maior valor de mercado do mundo.

Em carta aos investidores, Jeff Immelt, presidente e CEO da companhia, afirmou que ” desenvolver líderes é uma estratégia essencial para o crescimento da companhia, (…) buscamos constantemente desenvolver nossos colaboradores e incentivar a aplicação de novas ideias de gestão”

– Como a Interdisciplinaridade se destaca na Gestão do Conhecimento

Recentemente, li um belo artigo que trata da interdisciplinaridade como principal característica da Gestão do Conhecimento. É fato que ser multidisciplinar é ter vantagem no dia-a-dia organizacional. Entretanto, como explorar a Gestão do Conhecimento adequadamente?

 

O autor do texto, o Consultor em Administração José Renato Santiago, reconhecido pelos meios acadêmicos, trata com maestria do assunto, segundo ele:

 

“O desenvolvimento de iniciativas que incentivem os funcionários a compartilharem seus conhecimentos e expertises tem grande relevância na estruturação de uma inteligência corporativa que agregue real valor para a organização, pois todos sabemos que o valor de uma empresa é muito maior que aquele devido unicamente aos seus ativos físicos. Novamente, creio que não seja necessário reforçar qual a área melhor capacitada para gerir estas ações… A existência de ações que incentivem e motivem os colaboradores a assumirem o papel de “trabalhadores do conhecimento”, preocupados com o registro e compartilhamento dos conhecimentos relevantes para a perpetuação da organização, passa necessariamente pela ingerência, novamente, de uma área com estreita relação do gerenciamento das pessoas, os recursos humanos da empresa.”

 

Note o termo destacado: Inteligência Corporativa. E agora faça a seguinte reflexão: sua organização incentiva a interdisciplinaridade, você é multifuncional e a gestão do conhecimento tem sido bem trabalhada?

 

Independente da sua formação cultural ou origem, questione-se: em seu trabalho ou na sua vida pessoal, você tem atuado como trabalhador do conhecimento?

 

(para acessar o texto na íntegra, clique em: http://www.jrsantiago.com.br/edit.html)

 

O RELEVANTE PAPEL DA ÁREA DE RECURSOS HUMANOS PARA A GESTÃO DO CONHECIMENTO

 

Por José Renato Santiago

 

É de entendimento comum que a interdisciplinaridade é, muito possivelmente, a principal característica que envolve a gestão do conhecimento, seus inúmeros conceitos e iniciativas.  O fato de existirem diferentes atores envolvidos e várias, possíveis, definições permite a ocorrência de uma série de interpretações, relações e interações.

Confuso, não?

Pois bem, a maior dificuldade não decorre da dúvida da gestão do conhecimento ser um assunto multidisciplinar, mas sim da dificuldade que algumas empresas apresentam em definir uma determinada área como a responsável pelo desenvolvimento das iniciativas e atividades relacionadas com o compartilhamento e disseminação dos conhecimentos.

É exatamente a partir desta análise que se torna óbvia a grande relevância da área de Recursos Humanos, como a grande responsável pelo sucesso de qualquer projeto que tenha como grande objetivo o correta e eficiente gerenciamento de seus recursos e acervos intelectuais.

Vamos aos fatos então…

A intrínseca necessidade de haver a interação entre as áreas, sejam elas quais forem, reforça o papel de haver políticas, bem definidas, que permitam uma eficiente interação entre os colaboradores, independentemente, de suas responsabilidades, habilidades e experiências. Agora, pergunto… Qual a área que deve ser responsável pela definição destas políticas?

O desenvolvimento de iniciativas que incentivem os funcionários a compartilharem seus conhecimentos e expertises tem grande relevância na estruturação de uma inteligência corporativa que agregue real valor para a organização, pois todos sabemos que o valor de uma empresa é muito maior que aquele devido unicamente aos seus ativos físicos. Novamente, creio que não seja necessário reforçar qual a área melhor capacitada para gerir estas ações…

A existência de ações que incentivem e motivem os colaboradores a assumirem o papel de “trabalhadores do conhecimento”, preocupados com o registro e compartilhamento dos conhecimentos relevantes para a perpetuação da organização, passa necessariamente pela ingerência, novamente, de uma área com estreita relação do gerenciamento das pessoas, os recursos humanos da empresa.

Enfim, independentemente de haver o entendimento da importância do envolvimento de várias, porque não dizer de todas, áreas de uma organização, é claro e cada vez mais evidente a grande relevância que a área de Recursos Humanos tem para o sucesso das iniciativas voltadas para gestão do conhecimento… seu envolvimento e liderança é realmente uma situação extremamente necessária.

– Devassa chama a atenção da Schincariol

A campanha promocional polêmica de sucesso da Cerveja Devassa, uma das marcas do grupo Schincariol, trouxe resultados interessantes: ela só é comercializada nos estados de SP e RJ, representa 0,1% das vendas do mercado nacional, mas já é mais vendida que a sua irmã Nova Schin na região Sudeste! Tanto que sua faixa de preço (R$ 1,39) a coloca em briga pela concorrência direta com a Skol, da Ambev, que resolveu combater o crescimento da Devassa com a redução de preço: R$ 0,99 por lata. Veja outros dados interessantes abaixo:

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/743187-devassa-muda-o-perfil-da-schincariol.shtml

DEVASSA MUDA O PERFIL DA SCHINCARIOL

Em apenas três meses, a Devassa Bem Loura conseguiu conquistar mercados antes inimagináveis para o grupo Schincariol, segunda maior cervejaria do país, informa Mariana Barbosa, em reportagem na Folha desta segunda-feira (a íntegra está disponível para assinantes do UOL e do jornal).

Com marcas que na região Sudeste se destacam pelo preço (Nova Schin e Cintra), o grupo nunca havia conseguido penetrar em restaurantes chiques como Rubaiyat ou bares famosos da Vila Madalena ou da zona sul carioca, muito menos ocupar espaços nobres nas gôndolas dos supermercados.

“Estamos quebrando barreiras”, afirma o presidente Adriano Schincariol. “Conseguimos obter reconhecimento e nos posicionar com preço comparável ao de marcas centenárias.”

Desde que Paris Hilton apareceu na janela indiscreta de um apartamento segurando uma lata de Devassa, polêmica campanha que foi ao ar no Carnaval, a marca conseguiu se colocar em 15 mil bares e restaurantes no eixo Rio-São Paulo -20% do total do mercado.

Bares e restaurantes respondem por 65% das vendas totais no Sudeste. Nos supermercados, responsáveis por 35% das vendas, a marca obteve penetração de 95%.

Leia a reportagem completa na Folha desta segunda-feira.

– O Dia Contra o Facebook e os Erros de Zuckerberg

Mark Zuckerberg é o nome do momento. O criador do site de relacionamentos Facebook (maior do planeta e grande rival do Orkut da Google) é alvo de críticas mundo afora. Ele é acusado pelos usuários de venda de dados para outras empresas comerciais e publicitários (a propósito, será que só o Facebook vende dados de clientes?) Sempre negou, claro. Mas o prórpio Zuckerberg admite um grande erro: criar ferramentas complexas para garantir a segurança dos usuários, e que nem sempre funcionam.

Em contrapartida, os usuários protestam coletivamente neste dia 31: organizaram uma retirada em massa de suas contas do Facebook. Um suicídio coletivo de perfis!

Para qualquer empresa de qualquer setor, essa revolta do cliente/usuário é um golpe quase que fatal. Entretanto, pela natureza da atividade (site de relacionamentos), poucos deverão aderir.

– 1000 km com um Tanque de Gasolina

A Folha de São Paulo e o Instituto Mauá realizaram um interessante teste entre os veículos populares: Partir de São Paulo e chegar até Brasília sem abastecer! (FSP, 30/05/2010, Veículos, por Felipe Nóbrega).

A ideia foi a seguinte: abasteceram um Novo Fiat Uno, Renault Clio, Chevrolet Celta, Ford Fiesta e VW Gol, todos com motor de 1.000 cc, com o propósito de comparar o desempenho entre os 5 carros populares mais vendidos. O teste começou a noite, onde o consumo é menor justamente pela temperatura mais amena.

Ao final, só o Gol venceu. O mais gastão foi o Celta.

Veja os desempenhos:

UNO- 48 LITROS DE TANQUE – RODOU 830 KM NA MÉDIA DE 17,3 KM/L

GOL- 55 LITROS DE TANQUE – RODOU 1.119 KM NA MÉDIA DE 20,3 KM/L

CLIO- 50 LITROS DE TANQUE – RODOU 832 KM NA MÉDIA DE 16,6 KM/L

FIESTA- 54 LITROS DE TANQUE – RODOU 945 KM NA MÉDIA DE 17,5 KM/L

CELTA- 54 LITROS DE TANQUE – RODOU 898 KM NA MÉDIA DE 16,2 KM/L

– Gestão das Lojas Cem: Uma Gestão na Contramão?

Olha que interessante: o jornal “O Estado de São Paulo” (edição 24/05/2010, Caderno Economia, pgE2) traz um matéria transformada em estudo de caso: como as Lojas Cem se tornaram a 4a. maior rede de varejo do país numa administração bem diferente das dos seus concorrentes.

QUARTA MAIOR EM ELETRODOSMÉTICOS, LOJAS CEM ESTÁ NA CONTRAMÃO DO SETOR

Empresa não quer fazer parte da consolidação, não está na internet, sequer tem empréstimo em banco – e está entre as mais lucrativas

O último ano foi especialmente agitado para o varejo nacional. Primeiro, a rede Pão de Açúcar comprou a carioca Ponto Frio. Depois, se associou à Casas Bahia (até o fechamento dessa edição, o acordo entre as empresas estava sendo rediscutido). Como reação a esses movimentos que colocaram a empresa de Abílio Diniz no topo do setor de eletroeletrônicos, as cadeias Insinuante e Ricardo Eletro anunciaram uma fusão há cerca de dois meses. Terceira colocada na nova configuração do setor, a Magazine Luiza já anunciou que pretende, por sua vez, fazer aquisições, abrir lojas em ritmo agressivo e, eventualmente, ir à bolsa.
No meio de tamanha euforia, é difícil não se surpreender com a postura da Lojas Cem, a quarta maior rede de varejo de eletroeletrônicos do País, com faturamento de R$ 1,6 bilhão. “Qualquer consultor vai dizer que o importante nesse negócio é o faturamento e o número de lojas. Mas, para nós, o importante mesmo é o lucro”, diz Natale Dalla Vecchia, 73 anos, fundador e principal executivo da empresa.

Na contramão do setor, a Lojas Cem não quer ser vendida, não aceita propostas de fusão e muito menos analisa alvos para compra. Conforme o Estado apurou, a companhia já foi sondada por vários fundos de participações em empresas com a intenção de se tornar acionistas. Segundo fontes próximas à varejista, há cerca de dois meses, executivos do Itaú BBA visitaram a Lojas Cem para sondar a possibilidade de negócios com o Pão de Açúcar (procurados, o banco não se manifestou e o Grupo Pão de Açúcar informou que não procurou a Lojas Cem). O assédio não é de hoje. Cinco anos atrás, a mexicana Coppel, que tinha a intenção de se instalar no Brasil, se aproximou da rede (a empresa estrangeira acabou abrindo suas primeiras lojas no início do ano, em Curitiba). Repetida como mantra, a resposta para propostas desse tipo é sempre não.

A lógica por trás dessa posição é que, ao se juntar com outra rede, a Lojas Cem tornaria-se menos saudável financeiramente, já que assumiria as ineficiências alheias. De fato, perto de seus concorrentes, a Lojas Cem se destaca pela rentabilidade. A pedido da reportagem, a Felisoni Associados e o professor Claudio Felisoni de Angelo, presidente do conselho do Programa de Administração de Varejo (PROVAR) da FIA, compararam o balanço do ano passado da companhia com o desempenho de Ponto Frio, Magazine Luiza, Colombo e Pernambucanas (as empresas Casas Bahia, Insinuante e Ricardo Eletro não divulgam seus balanços). A conclusão foi que a Lojas Cem é a rede mais lucrativa e a menos endividada.

Números. Segundo o levantamento, a taxa de lucro operacional da companhia é de 8,2%, contra 5,6% do Magazine Luiza e -7,3% do Ponto Frio. A Lojas Cem tem apenas 27% de seu ativo financiado por terceiros, contra 88% do Magazine Luiza e 59% da Colombo, por exemplo. “Os porcentuais indicam que a Lojas Cem opera fundamentalmente com capital próprio, comportamento diferente do observado em outras empresas no mesmo mercado”, diz o relatório.

A explicação para esses resultados está no conservadorismo extremo adotado na gestão da companhia. A Lojas Cem não tem nenhum empréstimo em banco. Ao contrário de seus concorrentes, a empresa não fez acordos com bancos para financiar os clientes. Na Lojas Cem, o crédito ao consumidor é concedido pela própria companhia. Não há sequer um setor estruturado de análise do perfil dos clientes, como de costume no varejo. O próprio gerente da loja se encarrega de aprovar ou não os pedidos de parcelamento. O principal critério é o histórico do cliente (80% das vendas são realizadas para consumidores que já compraram na rede no passado). “Como não pagamos juros para os bancos, podemos oferecer taxas mais baixas aos clientes”, diz Cícero Della Vecchia, sócio da empresa.

Com sede em Salto, no interior de São Paulo, a Lojas Cem tem seu controle dividido em parte iguais entre quatro ramos da família Della Vecchia: os irmãos Natale, Cícero, Giácomo e o cunhado Roberto Benito (alegando questões de segurança, nenhum dos acionistas aceitou tirar foto para essa matéria). Os quatro ocupam cargos de diretoria – não há presidente na empresa – e dão expediente diariamente. Abaixo desse grupo estão os gerentes que trabalham na sede da companhia, todos com mais de 20 anos de casa. Mesmo os gerentes de loja são forjados sob a cultura da Lojas Cem e passam, obrigatoriamente, pela função de vendedor. “Se o melhor gerente da Casas Bahia quiser trabalhar aqui, terá de ser vendedor primeiro”, diz Natale.

A Lojas Cem é a única entre os grandes varejistas que não vende pela internet. “Esse negócio exige uma estrutura própria e o volume de vendas ainda não compensa”, diz Cícero. A empresa decidiu ficar de fora, ainda, de outra tendência do setor: a de usar as lojas como canal de vendas para produtos que vão além dos eletrodomésticos, como seguros e a garantia estendida. “Ainda temos lucro com o negócio principal, não precisamos desses serviços.”

Às estratégias de negócios peculiares, soma-se o modelo de gestão espartano. Os quatro acionistas da empresa dividem a mesma sala sem secretária. Cada um recebe o salário de R$ 5 mil. Em 2000 – cinquenta anos após a fundação da empresa – decidiu-se começar a distribuir parte do lucro da operação, no caso 6%. No ano passado, esse porcentual resultou em cerca de R$ 1 milhão para cada sócio. Os donos da Lojas Cem recebem algo semelhante aos diretores dos concorrentes. “Esse é um valor compatível com a remuneração de altos executivos de grandes varejistas”, diz Leonardo Salgado, da consultoria Hay Group. “Para o nosso estilo de vida, isso é muito”, diz Natale. Nenhum dos integrantes da família Dalla Vecchia tem barco, jatinho ou casa em Miami (os clássicos da ascensão ao clube dos ricos).

Desafios. Ao fazer exatamente o oposto de um setor inteiro, a Lojas Cem não escapa, obviamente, de críticas. “Apesar do lucro alto e do endividamento baixo, a empresa não está em uma situação confortável”, diz Felisoni. “A pouca alavancagem é um limitador para o crescimento.” A Lojas Cem nunca teve a intenção de figurar entre as maiores empresas do setor. Mesmo assim, crescer – a ponto de, pelo menos, acompanhar os concorrentes – não é uma coisa da qual se pode fugir nesse setor.

“É impossível se proteger das consequências da consolidação. Quando as empresas se fundem, passam a ter melhores condições de negociar com os fornecedores e podem praticar preços mais baixos, roubando vendas das empresas menores”, diz Renato Prado, analista de varejo da Fator Corretora. “Além disso, empresas fortalecidas podem, propositalmente, traçar estratégias de mercado que asfixiem seus concorrentes.”

Os planos de crescimento da Lojas Cem são modestos na comparação com os concorrentes. Hoje, a empresa tem 180 lojas e só atua em um raio de 600 quilômetros desde o centro de distribuição, que fica em Salto. Preferencialmente, as lojas são instaladas em cidades do interior dos Estados do Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. O limite desse centro de distribuição, segundo os cálculos dos acionistas, será atingido com 350 lojas. Até que a empresa chegue a esse ponto devem-se passar dez anos, estimam. Um pouco antes disso, em sete anos, o faturamento deve dobrar. A Máquina de Vendas, empresa resultante da fusão entre Insinuante e Ricardo Eletro, por exemplo, espera dobrar sua receita em apenas quatro anos.

Até agora, a Lojas Cem tem conseguido condições comparáveis às de concorrentes maiores nas negociações com fornecedores graças a duas estratégias: o pagamento em prazos curtos e o estilo linha dura. Para conseguir descontos, a empresa usa como arma o pagamento rápido. “Não negociamos prazo como os demais. Pagamos logo e queremos o melhor preço”, diz Cícero. Ao mesmo tempo, a empresa faz pesquisas quinzenais para descobrir quais são os preços praticados pelo resto do setor. Se os números demonstrarem condições de compra muito mais favoráveis para os concorrentes, o fornecedor é duramente cobrado.

Um exemplo extremo dessa situação foi a interrupção de três anos no relacionamento com a Electrolux, segunda maior fabricante de eletrodomésticos do País. Segundo executivos próximos, a Lojas Cem só voltou a comprar da empresa europeia no início de 2010, depois que as condições de negociação tornaram-se mais favoráveis. Com o aumento na distância entre a empresa e os concorrentes, porém, a pergunta é por quanto tempo esse tipo de estratégia terá o mesmo efeito. “Acreditamos que a própria indústria não quer ter apenas poucos compradores gigantes”, acredita Cícero.

Sucessão. Por fim, a Lojas Cem ainda precisa enfrentar um desafio iminente: a sucessão no controle. Seguindo mais uma vez uma lógica particular, a empresa não pretende profissionalizar a gestão. Um grupo de sete membros da segunda geração da família Dalla Vecchia já trabalha junto com os quatro acionistas. A intenção é que a passagem de bastão do primeiro para o segundo grupo ocorra de forma gradual, sem sobressaltos. “O problema é que não dá para garantir que o modelo que funcionou para uma geração servirá para outra”, diz Wagner Teixeira, sócio e diretor-geral da consultoria Höft-Bernhoeft & Teixeira.

Pelo menos por enquanto, a segunda geração não pretende alterar drasticamente os rumos da empresa. “Nossa tarefa será manter o que foi feito até aqui e dar continuidade ao crescimento sustentável”, diz Weber Dalla Vecchia, um dos representantes do grupo. Resta saber agora se a estratégia que trouxe a empresa até aqui é a mesma que a fará prosperar daqui para a frente.

A Lojas Cem em números

Com a consolidação do setor, que se acelerou no final do ano passado, a empresa se tornou a quarta maior rede de eletroeletrônicos do País

R$ 1,6 bilhão foi o faturamento da rede no ano passado

80% é a porcentagem de clientes que já fizeram compras na Lojas Cem mais de uma vez

8,2% foi a taxa de lucro operacional registrada pela empresa em 2009

180 é o número de lojas da empresa nos Estados de São Paulo, Minais Gerais, Paraná e Rio de Janeiro.

– Esmaltes Coca-Cola

Que jogada de marketing! A Coca-Cola lançará uma linha de esmaltes, baseada no produto Diet Coke. Quem comprar 1 litro do refrigerante, ganhará 1 vidrinho do esmalte. Disponível em 4 cores, veja as imagens e a campanha: http://portalexame.abril.com.br/marketing/noticias/coca-cola-cria-linha-esmaltes-560269.html

– Desequilíbrios Financeiros no Esporte

José Mourinho, técnico campeão pela Internazionale de Milão, pode trocar seu clube pelo espanhol Real Madrid. Comenta-se que a proposta seja próxima de 30 milhões de reais por ano (23,3 mi de salários e cerca de 5 mi em luvas e adicionais)! Numa rápida conta, perto de R$ 100.000,00 / dia.

Um único dia de salário pagaria a folha mensal do Paulista FC e de diversas outras equipes tranquilamente…

É inacreditável que uma empresa possa pagar a uma única pessoa tanto dinheiro! Tudo bem que equipes como Manchester, Milan ou Barcelona arrecadam muito, mas ainda assim tem um elenco todo a pagar, além dos outros custos.

O desequilíbrio financeiro é assustador. No estado de São Paulo, existe um piso de 3 salários mínimos aos jogadores de futebol. Que tal se criar um teto salarial na Europa? Sou a favor do livre mercado, e quem é mais competente deve ganhar mais. Mas deve existir um limite: tais cifras são desrespeitosas à sociedade. Os gastos desses grandes clubes do Velho Continente são maiores do que as receitas de inúmeros países pobres.

E você, o que acha de limitar salários no futebol? Penso que poderia ser até mesmo uma boa medida aqui para o Brasil. Assim, quem sabe, os clubes se tornem mais responsáveis com suas contas.

– Bancos nas Favelas

Cada vez mais nós vemos o aumento de renda da Classe C e inúmeras matérias sobre esse tipo de consumidor e seus hábitos.

Pois bem: os bancos agora começam a investir no consumidor Classe D, e abrem agências até mesmo nas favelas! O Bradesco abriu as portas na favela de Paraisópolis. O Santander abrirá na Rocinha e no Complexo do Alemão. Motivo: o consumidor Classe D tem como principal bem o crédito, e paga seus empréstimos em dia, a fim de não sujar seu nome.

Interessante matéria sobre o assunto saiu na Folha de São Paulo desta segunda-feira, acesse em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/me2405201002.htm

– Da Qualidade do Amadorismo Individual ao Profissionalismo Coletivo no Esporte de Jundiaí

Que a cidade de Jundiaí é reconhecida pela qualidade de vida, não se discute. E parte do princípio “do que é qualidade de vida” diz respeito à saúde física e mental. Não apenas dos serviços de saúde, mas sim da prevenção. E uma dessas formas é o incentivo à prática esportiva.

Chegamos nessa lógica para falarmos desde a prática esportivo-amadora na cidade até o futebol cambaleante do nosso Paulista. Então vamos lá: para o pedestrianismo amador, Jundiaí está preparada para essa atividade. Há bons e prazerosos espaços para se correr, como a Avenida Nove de Julho, Ferroviários, Parque da Cidade, Bolão, Estrada da Serra do Japi, entre outros. Ao mesmo tempo, para aqueles que almejam o profissionalismo no esporte, a situação é diferente. Não temos uma pista de atletismo realmente adequada! A do Bolão ainda não é de tartame, e não há outras opções. Como tornarmos uma referência também no esporte profissional se somos ainda principiantes em investimentos mais ousados?

Saiamos do esporte individual e partamos para o coletivo: poderíamos falar do voleibol ou basquetebol, mas vamos de futebol, que é mais apelativo. Como anda a saúde do Paulista Futebol Clube? Vivemos um momento diferente no futebol profissional: temos os tradicionais grandes clubes (São Paulo, Palmeiras, Corinthians e Santos), equipes-empresas que emergem com muita vitalidade e competência administrativa (Red Bull, Desportivo Brasil, Pão de Açúcar) e outras com assistência financeira pública (Santo André, Grêmio Prudente, entre outros). Sobraram os históricos clubes que vivem independente de parceiros, como Guarani e Ponte Preta. Por fim, há outros tão tradicionais como o nosso próprio Paulista, que tem que passar o chapéu para sobreviver.

Pela força econômica e social de Jundiaí, não era momento de termos um time mais forte, com investidores locais? Há cidades de menor importância com clubes de saúde financeira mais estável. Há exemplo piores, claro. Veja Limeira, onde a Inter e o Independente amargam a 4a. divisão de São Paulo. E outros merecendo uma “reinvenção”: Sorocaba, por exemplo. Será que os 2 clubes não poderiam se fundir numa agremiação mais forte? Imagine um clube com a torcida do Bentão e o poderio de dinheiro do Atlético… Em Araraquara, a universidade local, a empresa Lupo e uma gama de pequenos e médios empresários assumiram a Ferroviária, sanaram as contas, arrumaram o time e reconstruiram a Fonte Luminosa.

E aí, forças-vivas da cidade. Que tal um ‘pool’ em prol do renascimento independente do Paulista de Jundiaí, por jundiaienses?

– Comerciantes Tradicionais contra os Nacionais

Teremos 2 grandes e significativos empreendimentos na cidade: o Jundiaí Shopping e o Iguatemi Jundiaí. Novas e importantes lojas das grandes redes chegando. E uma pergunta necessária: como os comerciantes locais farão para enfrentar a nova concorrência?

Temos um quadro bem definido na nossa cidade: um grupo de lojistas do Maxi Shopping versus os comerciantes do Centro. E lutam pelos consumidores oferecendo seus diferenciais: sorteios, estacionamento, preços, comodidade, carisma, entre outras vantagens competitivas. Com a chegada dos novos shoppings, teremos ainda mais concorrência! O que, afinal,  é muito bom para o consumidor daqui.

Lembram-se do tempo em que se saia da cidade para fazer compras em grandes centros, como Campinas ou São Paulo? Jundiaí, comercialmente falando, hoje não deve nada para nossos grandes vizinhos. Das pequenas lojas aos grandes magazines, de origem jundiaiense ou não, o município está bem servido.

Claro que os Pequenos e Médios Comerciantes locais natos de Jundiaí terão que se desdobrar muito mais com essas lojas que chegarão. A ACE e outras tantas entidades, que estão atentas a tudo isso, certamente já se mexem. Bom para a cidade, que sairá ganhando!

– Skol Lançará Latas de Cerveja que Falam!

A tecnologia, aliada a criatividade e bom humor trazem bons resultados à quem sabe usá-los com perfeição. A Ambev lançou uma latinha de Skol com fotosensores, que emitirá gritos de torcida. Aparentemente idênticas as latas já vendidas, a novidade entrou nos supermercados no último sábado. As latas falantes estão misturadas aleatoriamente entre as tradicionais. Assim, a ideia é o incentivo à compra da marca Skol.

Bela sacada! Isso é vender cerveja no grito.

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/marketing/noticias/latas-skol-irritam-argentinos-559928.html

LATAS DE SKOL IRRITAM ARGENTINOS

Skol apresenta ao mercado neste sábado (15) as “Latas Torcedoras”, que falam e torcem pelo Brasil. A iniciativa, lançada nacionalmente, integra as ações da Skol durante a competição mundial

Desenvolvida com tecnologia foto sensível, as latas “falantes” têm o mesmo visual e peso de uma lata de 350 ml e estão distribuídas aleatoriamente em meio à produção nacional do período da competição mundial. São cinco gritos diferentes de torcida.

A novidade, fruto do intercâmbio de informações com equipes de inovação instaladas diferentes partes do mundo, como na China, Brasil e Estados Unidos, funciona quando o consumidor abre a lata. A penetração da luz ativa o dispositivo que faz a embalagem “falar”. É a primeira vez que essa tecnologia é usada no País. Serão 150 mil espalhadas em todo o País. A embalagem foi produzida pela F/Nazca e os rótulos pela Design Absoluto.

O tema “falante” irá permear toda a comunicação da marca. Desenvolvido pela F/Nazca, o filme “Hermanos”, de 30″, traz uma situação inesperada de torcedores se preparando para ver o jogo com a Skol. Ao abrir uma latinha, os “hermanos” são surpreendidos com a “lata falante” que torce e grita pelo Brasil. Os argentinos então afogam a lata no balde de gelo.

A cena seguinte é a fábrica da Skol, na qual um funcionário revela ao chefe que um carregamento de produtos foi enviado à Argentina por engano. O personagem lamenta pelas latinhas.

Além do filme para TV, estão previstas parcerias inéditas com a Bon Gelo e mídias exclusivas nos pontos-de-venda para estabelecer uma interação direta com os consumidores. Também foram produzidos spots, ações na web e peças para outdoors e detectores de entradas.

– A Polêmica do Biodiesel

O Óleo Diesel consumido no Brasil passou por recentes mudanças. Há pouco tempo, diminuiu-se a quantidade de enxofre no Diesel distribuído em algumas regiões (chamou-se de Diesel Metropolitano, menos poluente, incluindo algumas cidades consideradas mais poluídas – e inclui-se a região de Jundiaí). Depois foi a gradativa adição de BioDiesel (Diesel não mineral, vegetal). A quantidade incial de 2% já atingiu 5%. Entretanto, alguns postos estão tendo mais custos para a manutenção de seus equipamentos. O BioDiesel traz consigo bactérias, que acabam se proliferando caso o produto fique parado. Consumidores estão com a pulga atrás da orelha. Donos de Postos estão ressabiados. E os produtores de BioDiesel dizem que nada é provado. Ecologistas dizem ser um custo necessário para o meio-ambiente.

A verdade é que ninguém sabe da real eficácia e se é tão eficiente assim o BioDiesel, ou ainda a sua composição e dosagem na mistura.

Abaixo, extraído da Revista Posto Hoje, de 17/05/2010.

ADIÇÃO DE BIODIESEL PREJUDICA COMBUSTÍVEL

A adição de biodiesel ao diesel de petróleo vem provocando graves problemas de qualidade no produto vendido nos postos brasileiros. Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) 5,2% das amostras de diesel coletadas em postos em março estavam fora das especificações, maior índice desde 2004. Segundo representantes dos postos, o problema já foi levado à Justiça por consumidores que tiveram danos em seus veículos.  Segundo o presidente da Federação Nacional do Comércio Varejista de Combustíveis (Fecombustíveis), Paulo Miranda, o biodiesel provoca alterações na consistência do produto final, com o surgimento de borras e a proliferação de bactérias. Além dos danos a veículos, o problema dá prejuízo aos postos, que tiveram que intensificar a limpeza de tanques e trocas de filtros.

– A Polêmica do Alpino da Nestlé

A Nestlé se viu numa grande polêmica nesta última semana, devido a sua bebida Alpino Fast. Apesar do nome Alpino, a bebida não contém o chocolate Alpino, sucesso de vendas em tablete.

A empresa afirma que apesar do nome Alpino, há a frase dizendo que não tem o produto na composição na embalagem. O problema é que o escrito é pequeno, não tão relevante quanto o nome.

Veja o que a empresa diz:

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/marketing/noticias/nestle-explica-alpino-fast-559542.html

PARA NESTLÉ, CONSUMIDOR NÃO ENTENDEU O ALPINO FAST

por Chris Simon

A Nestlé mostrou hoje o seu lado na polêmica sobre a embalagem e a fórmula da bebida láctea Alpino Fast. Segundo a advogada da empresa, Marisa D’Alessandri, houve um equívoco por parte do público na interpretação da frase “Não contém Chocolate Alpino”, impressa na embalagem do produto.

Para a Nestlé, a frase significa que o Alpino Fast é uma bebida produzida tendo como referência o aroma e o sabor do bombom Alpino, e não que o líquido contido na garrafa é o chocolate meramente derretido. Eudo Rodrigues, integrante da equipe que desenvolveu o produto, completa que a bebida foi resultado de anos de pesquisas para que as características sensoriais e a essência aromática do bombom Alpino fossem observadas e mantidas na extensão da marca Alpino para o estado líquido. Segundo ele, a bebida foi amplamente testada antes de seu lançamento, que só aconteceu quando o produto atingiu um nível de satisfação de acima de 92% entre os consumidores.

A retirada da embalagem da frase afirmando que o Alpino Fast não contém chocolate Alpino faz parte da estratégia para que o equívoco seja resolvido, de acordo com Marisa D’Alessandri. Para a advogada, não há dúvida de que houve excesso de zelo por parte da Nestlé, já que o aviso não era um item obrigatório para nenhum órgão de regulamentação de direitos do consumidor. O objetivo da mensagem  foi o de garantir a transparência da comunicação com o consumidor, segundo Marisa, mas acabou gerando controvérsia por ser mal interpretada.

– Comemorar o quê? (Negros na Administração de Empresas)

Reproduzo texto de 2 anos atrás, por achar pertinente a data:

Hoje se recorda a abolição da escravatura no Brasil. A grosso modo, a Princesa Isabel (e esta é uma opinião bem particular) fez um DESSERVIÇO à nação. Calma, não é um comentário racista, muito pelo contrário (novamente, lembro que só deve existir uma raça, a raça humana). O questionamento se dá pelo fato de, demagogicamente, assinar uma lei libertando os negros da escravidão, e… e o quê? Simplesmente, o escravo que vivia nas senzalas estava livre, e a partir daquele momento, estava solto, sem casa, sem comida, sem dinheiro, e com alguns trapos no corpo! Não houve nenhum programa de inserção do negro à sociedade. E, até hoje, os negros pagam o preço de tal medida sem planejamento futuro nem preocupação social: Qual o percentual de negros em Universidades? Na Política? Nas artes?
Recentemente, a ONG AfroBrasil divulgou um levantamento da CNT-Sensus: no Brasil, apenas 3,3 % dos negros chegam a cargos de comando na Administração de Empresas.

– A Sociedade de Consumo dos Produtos Grátis

Os serviços do Google, Twitter e You Tube são grátis, correto? Algumas impressoras para computador são mais baratas que seus cartuchos, empresas de telefonia de celular dão aparelhos para seus clientes, e assim por diante…

Seguindo essa lógica, o guru digital Chris Anderson diz que na Administração de Empresas do futuro, as organizações cada vez mais darão gratuitamente produtos em troca de fidelização no consumo de serviços. Interessante, mas talvez inviável. Veja a “previsão” do intelectual, abaixo.

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0947/tecnologia/ideia-radical-demais-482570.html

UMA IDEIA RADICAL DEMAIS

“Grátis pode significar muitas coisas, e esse significado tem mudado ao longo dos anos. Grátis levanta suspeitas, mas não há quase nada que chame tanto a atenção. Quase nunca é tão simples quanto parece, mas é a transação mais natural de todas. Se agora estamos construindo uma economia em torno do Grátis, deveríamos começar entendendo o que ele é e como funciona.” Essas são as palavras que abrem o segundo capítulo de um livro lançado nesta semana nos Estados Unidos. O título é Free – The Future of a Radical Price (“Grátis – o futuro de um preço radical”, numa tradução livre). A editora Campus-Elsevier deve lançá-lo no Brasil no final deste mês. É preciso reconhecer que o autor não falta com a verdade. “Grátis” pode realmente significar muitas coisas, entre elas cobrar por um livro cuja ideia central é uma defesa apaixonada de tudo o que é gratuito. O preço ainda não está definido, mas já se sabe que não, Grátis não será distribuído de graça. (A edição americana custa 17,81 dólares na Amazon.com.)

O autor desse ato de prestidigitação é Chris Anderson, jornalista anglo-americano que edita a revista Wired, a publicação-símbolo do espírito inovador e libertário do Vale do Silício, e que lançou A Cauda Longa, três anos atrás.

A favor de Anderson, é necessário avisar de saída: em nenhum momento ele escreve que tudo será de graça. Sua tese central é que certos produtos e serviços podem, sim, ser gratuitos – e mesmo assim dá para ganhar dinheiro. Anderson constrói seu argumento sobre as diferenças fundamentais entre o mundo das coisas materiais, ou o mundo dos átomos, e a internet, ou o mundo dos bits. Eis a ideia central: todos os custos dos insumos básicos do mundo digital caem vertiginosamente. A capacidade dos processadores dobra a cada 18 meses, mais ou menos, e os preços caem pela metade. Fenômenos semelhantes acontecem com as redes de telecomunicações e com os discos de armazenamento. Essa constatação é verdadeira. Anderson também escreve que nunca na história houve tantos produtos e serviços gratuitos. O melhor exemplo é o Google. Das buscas ao e-mail, dos vídeos do YouTube ao processador de texto online, a imensa maioria dos quase 100 produtos oferecidos pela empresa é gratuita para o usuário final. O custo de manter essa enorme oferta cai dia após dia, escreve Anderson.

Mas quem paga a conta de erguer e manter funcionando o meio milhão de servidores que mantém o Google no ar? Os anunciantes. E aí se abre o primeiro flanco na tese defendida por Anderson. Ele gasta páginas tentando descrever um mundo novo, baseado na publicidade. No entanto, não há nada de novo aí. O sistema de venda de anúncios do Google é aperfeiçoado automaticamente, a cada instante, sempre com o objetivo de melhorar as receitas. Mas no fundo o Google opera com a mesma lógica das emissoras de rádio e TV. É um negócio mais lucrativo e de alcance global, sem dúvida, mas ainda assim apoiado em uma ideia que tem mais de sete décadas de vida – e ninguém precisa de um guru digital para perceber isso.

Anderson também faz uma defesa pouco convincente da pirataria. O custo de copiar um disco ou um filme é virtualmente zero, como bem sabem as gravadoras e os estúdios de cinema. Talvez esses sejam os dois melhores exemplos de negócios que tenham sido obrigados a repensar seus modelos por causa da avalanche digital. Existem vários exemplos de artistas que não se importam em ver suas músicas circulando livremente pela internet, entre eles a banda brasileira Calypso, cuja história é relatada no livro. O negócio, para os músicos paraenses, está em fazer apresentações ao vivo. Os modelos de distribuição de música gratuita para quem compra telefones celulares ou tocadores de MP3 também se multiplicam. Mas isso não quer dizer que a Apple não esteja construindo um belo negócio com sua loja iTunes. Em janeiro deste ano, a empresa já havia contabilizado mais de 6 bilhões de músicas vendidas. Anderson deixa de mencionar que o atrativo da pirataria não reside somente no preço zero: a comodidade de encontrar o que se busca é igualmente importante.

É por isso que fica difícil acreditar na afirmação grandiosa de que “o Grátis (Anderson escreve assim mesmo, com G maiúsculo) deste século é um modelo econômico inteiramente diferente”. Ele estima que essa economia do grátis movimente cerca de 300 bilhões de dólares em todo o mundo. Mas metade desse valor vem justamente daquilo que é baseado em publicidade. Os argumentos que ele usou para defender a tese da cauda longa sempre foram sustentados em dados colhidos de empresas reais. Em Grátis, as histórias que ele conta parecem ser versões atualizadas das promoções que fazem parte do marketing das empresas desde sempre: compre um, leve outro de graça. De todos os modelos descritos no livro, talvez o mais interessante seja o que Anderson chama de freemium, uma mistura de free com premium. Algumas empresas de internet oferecem um serviço gratuito com a intenção de alcançar a maior base de usuários possível. Não se trata de uma amostra grátis. Todas as principais funções são verdadeiramente gratuitas. O objetivo é tentar vender uma versão mais sofisticada a um pequeno grupo de usuários. É assim que operam o site de fotos Flickr, o serviço de telefonia pela internet Skype e as versões online dos jornais The Wall Street Journal e Financial Times.

O livro de Anderson foi recebido com críticas ácidas. A que ganhou mais destaque foi a de outro autor popular, o também anglo-americano Malcolm Gladwell (O Ponto de Desequilíbrio, Fora de Série – Outliers). Numa resenha publicada no site da revista New Yorker, para a qual escreve, Gladwell classifica as ideias de Grátis de utopia tecnológica. Ele lembra que a Wired, de Anderson, foi uma das primeiras publicações a decretar, nos tempos do boom da internet, o nascimento de uma nova economia – que, diga-se, nunca veio. Gladwell menciona o exemplo de uma empresa farmacêutica que criou um remédio para tratar uma doença raríssima. O maior valor de um remédio, como se sabe, é a propriedade intelectual que ele representa. Mas o medicamento de que Gladwell fala não vai ser grátis tão cedo, muito pelo contrário: o tratamento custa 300 000 dólares por ano.

Lidar com críticas faz parte do ofício de um escritor como Anderson. Mas o plágio, não. Uma semana antes da publicação de Grátis, um blogueiro levantou a lebre: trechos inteiros do livro foram copiados da enciclopédia online Wikipédia. Anderson rapidamente se pronunciou. Disse que, por uma confusão causada nos dias finais da edição, os trechos que foram copiados do site acabaram saindo sem a devida atribuição de crédito. Sua editora se disse satisfeita com a explicação. Na blogosfera, porém, muita gente ficou pouco convencida com essa história. Como o autor de A Cauda Longa, um livro apurado com rigor acadêmico (Anderson é físico), seria capaz de copiar informações justamente da Wikipédia, um site que muda de forma a cada segundo? Apesar disso tudo, é pouco provável que Anderson deixe de ser requisitado como palestrante. Com seu primeiro livro, ele entrou definitivamente para o time de estrelas do circuito global de palestrantes – e passou a cobrar caro por suas aparições. Afinal de contas, a verdade é que hoje em dia nem injeção na testa é de graça. Ou você conhece alguém que aplique botox sem cobrar nada?

– Adidas vem com tudo para brigar pelo Brasil

Um contrato em branco! Imagine só: a Adidas vem para o Brasil, tenta tirar o patrocínio da Nike para com a Seleção Brasileira, e entrega a folha para a CBF preencher os valores. Quanto o Brasil pedir, a Adidas pagará para vestir a amarelinha na Copa de 2014!

Extraído de: Ribeiro, Marili (OESP, Economia, pg 15, 09/05/2010)

ADIDAS VEM COM TUDO PARA BRIGAR PELO BRASIL

Com investimento em marketing no Brasil 30% acima do que foi aplicado na última Copa do Mundo – a de 2006 na Alemanha, que teve verba recorde por abrigar a sede da companhia -, a Adidas do Brasil indica sua disposição de explorar a maior vitrine do futebol no mundo. A Copa da África do Sul, como reconhece Rodrigo Messias, diretor de marketing da empresa, é um bom ensaio para a “guerra” por espaço que será travada com a arquirrival Nike em 2014.

A perspectiva da Adidas do Brasil é dobrar o tamanho do negócio de produtos voltados à prática de futebol no País ainda este ano. Para essa estratégia de crescimento manter o atual ritmo, será fundamental destacar sua presença no ano em que a disputa global será realizada no Brasil, em 2014.

A cada Copa do Mundo as vendas de produtos relacionados ao futebol aumentam entre 20% e 30%, pelas projeções da companhia. Em 2006, a Adidas faturou 1,2 bilhão só com futebol. Vendeu 15 milhões de bolas e 500 mil uniformes da seleção alemã, que segue sendo uma das 12 que patrocina este ano. Com esses indicadores, fica fácil entender porque os fabricantes de artigos esportivos guerreiam pela atenção de consumidores embalados pelo clima de disputa movida pela bandeira nacional, que ocorre a cada quatro anos.

No caso do Brasil, a Adidas tem ficado atrás da sua maior concorrente na hora de chamar a atenção do grande público. Afinal, a Nike é, desde 1997, a patrocinadora oficial da seleção brasileira. O atual contrato só vai expirar em 2014, depois da esperada Copa no País. O último campeonato mundial no País foi em 1950. Embora o valor do contrato da Nike não seja declarado, é sabido que a empresa americana paga por ano à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) 47 milhões, fora o fornecimento dos materiais para os atletas.

A seleção do Brasil é um ícone global. Assinar seu uniforme não tem preço – dizem os publicitários, plagiando um conhecido slogan do meio -, e a própria Adidas sabe disso. “No mundo, e especialmente na Europa que é o berço da prática futebolística, a marca Adidas é líder, tanto em faturamento de vendas, como em lembrança da marca”, conta Paulo Ziliotto, gerente de marketing da Adidas no Brasil. “Dados da pesquisa NPD Sports Tracking Europe referentes a junho de 2009, mostram que a Adidas tem 34 % do mercado global e 50% de participação de mercado na Alemanha, onde a empresa nasceu.”

A liderança mundial em vendas, entretanto, não garante a visibilidade que gostariam de ter no País de chuteiras. Assim, como os dois executivos reconhecem, a disputa pelo patrocínio da seleção brasileira segue no portfólio de ambições do marketing da companhia. Ziliotto, por seu lado, sabe que 2010 funcionará como um pré-vestibular, ou uma espécie de treinamento avançado para alavancar a briga pela conquista do mercado nacional em 2014. “A campanha de comunicação desta Copa é a maior e mais longa já realizada pela empresa no Brasil”, diz.

Na primeira semana de junho, uma bola gigante, com 15 metros de diâmetro, será instalada no shopping Eldorado, em São Paulo, para promover a Copa da África do Sul. “Vamos oferecer a experiência de assistir a uma partida de futebol em Johannesburgo. Vamos reproduzir o típico colorido africano e o barulho das “vuvuzelas”, que são longas cornetas sopradas sem parar pelas torcidas para animar os jogos”, explica Ziliotto.

A verba investida não é revelada. Cerca de metade se concentrará na internet. A Adidas aposta nesse canal para cativar público apaixonado por futebol com um farto histórico de participação em Copas da empresa. Em 1954, a Alemanha ganhou o torneio com as chuteiras de travas, que revolucionaram o esporte.

– A Decisão da Suspensão do Rodeio de Jaguariúna

O Rodeio de Jaguariúna foi suspenso. Lembram-se do ano passado, quando houve mortes por causa da superlotação? Pois é: a promotora Kelly Giovana alegou que os promotores não tomaram as providências necessárias, e exemplificou: numa área determinada, havia a determinação de lotação máxima de 5.500 pessoas. Somente a empresa Ingresso Fácil vendeu 5.600 para essa mesma área, fora os VIPs e cortesias, segundo a Rádio CBN de Campinas em seu noticiário matinal.

O desrespeito às pessoas é algo impressionante, não?

– Seguro Anticinzas Vulcânicas

A Fly Airlines, pequena cia aérea da Inglaterra, mostra que capitalismo, criatividade, inovação e oportunismo são características de empreendedores, principalmente daqueles que observam possibilidade de ganhar dinheiro através de prejuízos.

Digo isso pois a empresa lançou ao seus passageiros um seguro “anticinzas de vulcão”! Devido ao episódio da paralisação nos aeroportos europeus em decorrência do vulcão finlandês de 2 semanas atrás, seus clientes têm a disposição, por módicos R$ 19,00, um possível reembolso de até R$ 3.000,00 caso seja acionado.

Negócios são assim mesmo. Parabéns pela iniciativa!

– Gasolina com 25% de Álcool e Outras Novidades

Amigos, compartilho notícias da revista Posto Hoje, de 03 de maio, sobre algumas novidades no ramo de combustíveis:

Etanol a 25%
A partir do dia 1º de maio, o percentual de etanol anidro adicionado ao litro da gasolina volta  aos 25%. A redução da quantidade do energético à gasolina em 5% foi determinada pelo CIMA, como forma de conter a alta de preços, e valeu por três meses. Recomenda-se atenção redobrada na verificação da conformidade da gasolina, através dos testes obrigatórios, antes da autorização de descarga do produto nos tanques.
 
Gasolina C: impacto nos preços
A partir do dia 1º de maio, a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico – CIDE – volta à sua tributação normal, após ter sido reduzida pelo Governo nos últimos três meses. A quantidade de etanol anidro no litro da gasolina também volta aos antigos patamares, de 25%. Com isso, os preços da aquisição da gasolina pelos revendedores junto às suas distribuidoras poderão sofrer um pequeno impacto, resultante da influência desses dois parâmetros na planilha de preços relativa à gasolina. O valor desse impacto dependerá da cotação final do preço de fechamento do anidro na semana.
 
SP: Operação De Olho na Bomba arranca equipamento de dois postos
Sete bombas de combustível de dois postos da Zona Leste da capital foram arrancados das ilhas por fiscais da Secretaria de Fazenda do Estado. Dois postos cujas inscrições estaduais foram cassadas há 12 meses, continuavam funcionando irregularmente. Os fiscais já haviam  lacrado bombas outras vezes, mas os fechos foram rompidos. A saída foi a retirada das bombas de abastecimento do local, que seguiram para o depósito público. A secretaria já percorreu os 8.500 postos em funcionamento em SP. Em cinco anos da Operação foram realizadas 11.114 ações de fiscalização, 763 postos foram cassados por venda de combustível adulterado e outros 276 por não renovação da inscrição estadual.
 
SP: Cidade Limpa de olho nos postos de gasolina
Regras mais rígidas para veiculação de peças publicitárias estão sendo criadas pela comissão responsável pela Lei Cidade Limpa na cidade. Cartazes, faixas e banners com promoções e divulgações dos serviços dentro de área dos postos estão proibidos. O único comercial permitido são os preços dos combustíveis, já obrigatórios. Totens, faixas e quaisquer outros motivos estão vetados. A comissão justifica a medida com a alegação de que os postos, apesar de possuírem testeira, também têm área externa livre. Segundo a prefeitura, aquele espaço configura área de publicidade exterior, e, portanto, proibido. Apesar de ter sido tomada nesta semana, a decisão poderá começar a valer apenas no próximo mês, quando o texto final na regra for deliberado.

MT: Justiça condena posto
O posto Z+Z terá que indenizar em 100 salários-mínimos, por danos patrimoniais e morais  coletivos, aos consumidores do estabelecimento. O valor será recolhido para um fundo gerido  por conselhos federal e estadual. A decisão é inédita naquele estado. Com base na ação, consumidores que se considerarem lesados pelos danos causados em decorrência da aquisição do produto adulterado poderão acionar a Justiça. A decisão resulta de Ação Civil Coletiva de autoria do MPE. Não cabe mais recurso.
 
Etanol turbinado da Shell
Trata-se do etanol V-Power, desenvolvido em terras britânicas pela petrolífera anglo-holandesa, para ser usado em bicombustíveis exclusivamente no Brasil. O combustível, criado após dois anos de pesquisas no laboratório da Royal Dutch Shell e no Instituto Mauá  de Tecnologia/SP, protege o motor, incrementa a potência e reduz resíduos nas válvulas e bicos injetores. Assim como a gasolina V-Power, que custa, em média, 6% mais que o combustível comum, o etanol turbinado também deverá ser mais caro. O etanol aditivado vai entrar pela Grande SP. A partir de agosto se estenderá para todo o estado, mais o RJ e a BA, que respondem por 70% das vendas de etanol da Shell no País.
 
Selo do Inmetro é obrigatório nos catalisadores

Catalisadores destinados ao mercado de reposição, aplicação em veículos leves a gasolina ou etanol só podem ser fabricados ou importados com o selo de avaliação da conformidade do  Inmetro. A obrigatoriedade visa preservar o meio ambiente, além de combater o comércio de peças falsificadas ou de baixa qualidade. Os ensaios devem ser feitos apenas em laboratórios acreditados pelo Inmetro. Varejistas e atacadistas terão mais um ano de prazo para vender os estoques remanescentes.  

  

 
Petróleo deve ficar em média de US$81,06 em 2010
 Pesquisa da Reuters com 30 analistas mostrou consenso de alta do preço do petróleo no  mercado dos EUA pelo 12o mês consecutivo. Doze meses atrás, a previsão para este ano era de US$ 65,95/barril em 2010. Em março, a estimativa para o fim do ano era de US$ 78,91. O crescimento na China superou as expectativas, com as empresas petrolíferas ampliando os seus estoques no equivalente a 50 dias de importações.
 
Petrolíferas investigadas por conluio
 As principais petrolíferas do planeta estão sendo investigadas pelo Cade norte-americano para descobrir denúncia de conluio para coibir reajustes de salários.  A investigação envolve mais de 10 petrolíferas, entre as quais a Exxon Mobil, a Royal Dutch Shell, a British  Petroleum e a Chevron. A investigação começou em 1997, a partir de processo impetrado na Justiça por ex-funcionária da Exxon e 13 outras petrolíferas. O processo alegava que as petrolíferas compartilhavam habitualmente informações altamente detalhadas sobre o salário da diretoria e da equipe técnica e administrativa, para deixar os salários num nível artificialmente baixo.
 
As oito armadilhas na hora de abrir uma franquia
 Delegar a outra pessoa a administração de sua franquia; ter pressa ao analisar o contrato e   deixar d e submetê-lo a um especialista; deixar de conversar com atuais e ex-franqueados da rede; optar por uma empresa não associada à ABF; deixar de avaliar os números fornecidos pela franqueadora; firmar acordos verbais; tentar alterar os padrões da rede sem consultar a franqueadora; participar de apenas um processo de seleção.

– A Crise Grega veio de Onde?

A Grécia está em pé-de-guerra! Nada de espartanos contra Atenas, mas sim de um povo contra seu governo. O país está praticamente falido, e as autoridades anunciam uma série de medidas no pacote econômico que chega em breve: aumento de impostos, corte de investimentos e aumento da idade de aposentadoria de 61 para 67 anos. Ainda, conseguiu um empréstimo de US$ 120 bi do FMI.

O que não dá para entender e ninguém consegue explicar é o seguinte: Como a crise começou?

A população está protestando nas ruas. Mas só um detalhe: lembra que o país realizou recentemente uma Olimpíada? É desde lá que vem a crise…

– Projeto de Lei visando redução de IPVA

Os carros bicombustíveis poderão pagar o IPVA com alíquota menor. Hoje esses carros são cobrados como se fossem a gasolina; agora, com a lei entrando em vigor (se aprovada) poderão ser cobrados com a mesma do álcool.

No Estado se São Paulo, os carros a Gasolina pagam 4%, Bicombustíveis 4% e Álcool 3% (em referência ao valor do veículo). Em Tocantins, a alíquota única é de 2%.

Extraído de: http://www.dgabc.com.br/News/5806792/ipva-pode-ficar-mais-barato-para-carro-flex.aspx

IPVA DE CARRO FLEX PODE TER DESCONTO

Um projeto em discussão na Assembleia Legislativa de São Paulo pode tornar mais barato o pagamento do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) para os carros flex ou bicombustíveis. Atualmente, a alíquota cobrada desses veículos é de 4% — mesmo percentual dos automóveis a gasolina —, mas caso o texto seja aprovado, haverá uma redução para 3%, igual à imposta aos carros a álcool.

Segundo o autor da proposta, o deputado estadual Waldir Agnello (PTB), o intuito é aliviar o peso da carga tributária de quem opta por um carro menos poluidor. “A principal vantagem do projeto é a questão da economia para o consumidor. O proprietário de um carro flex vai pagar um imposto menor e isso servirá também como incentivo para a compra desse tipo de veículo, que reduz os malefícios ao meio ambiente”, justifica.

Para exemplificar, o proprietário de um veículo Fiat Uno Mille Economy Flex (carro popular com o custo mais baixo do mercado), pagou neste ano o equivalente a R$ 802 de IPVA, considerando uma alíquota de 4% sobre o valor venal de 2009, que era de R$ 20.050. Se o projeto for aprovado, esse mesmo motorista pagaria R$ 601,50 pelo imposto, uma diferença de R$ 200,50.

A proposta, entretanto, está na pauta de discussão do plenário e ainda precisa seguir uma série de trâmites burocráticos. Após cinco sessões na Assembleia, o texto passará por todas as comissões da Casa, como Finanças e Orçamento e Direito do Consumidor. Se for aprovado em todas, voltará ao plenário para ser votado pelos deputados.

“Acredito que, na semana que vem, o projeto já estará correndo nas comissões. Nessa instância, a tramitação gira em torno de 60 a 90 dias, e depois ele entra em uma fila de projetos a serem votados no plenário. Se for aprovado, seguirá para o governador, que pode sancionar ou vetar. Por fim, caso seja sancionado, o projeto entrará em vigor na data da publicação”, explica Agnello.

O deputado está otimista quanto à aprovação da proposta, uma vez que o Estado do Rio de Janeiro já reduziu de 4% para 3% a alíquota do imposto sobre veículos flex no início deste ano. “Acredito que será aprovado, principalmente pelo apelo do beneficio ambiental. O Executivo, evidentemente, terá que fazer as contas porque perderá um pouco de receita, mas o custo-benefício é muito grande”, acredita.

Mais desconto – Quem não recebeu multas de trânsito também poderá pagar menos IPVA. Um projeto do deputado estadual Rogério Nogueira (PDT) em discussão na Assembleia prevê desconto anual no imposto ao motorista que não tiver cometido infração no intervalo entre 1º de novembro e 31 de outubro do ano seguinte.

Os mais cautelosos poderão pagar 10% a menos caso não tenham recebido multa no último período anterior ao exercício de competência do tributo. O desconto pode chegar a 15% caso o motorista não tenha cometido infração nos dois últimos períodos anteriores ao ano de vigência do IPVA. O texto ainda está em tramitação nas comissões da Casa.

– Marcopolo se torna cada vez mais Transnacional

Num mundo globalizado, a importância de internacionalizar sua marca é condição necessária para a sobrevivência de grandes empresas. Assim, a Indústria de carrocerias de ônibus Marcopolo, de Caxias do Sul/RS, que há tempos vem se destacando na exportação de ônibus do Brasil e produzindo no exterior também, fecha um mega-contrato com a FIFA e fornecerá suas carrocerias para a Scania, Volvo e Mercedes durante a Copa da África/2010.

Extraído de: Revista do Ônibus

MARCOPOLO SERÁ O ÔNIBUS OFICIAL DA COPA 2010

CAXIAS DO SUL – Quem viajar à África do Sul para assistir à Copa do Mundo, de 11 de junho a 11 de julho próximos, poderá experimentar marcas brasileiras nos sistemas de transportes das nove cidades-sede do megaevento. Segundo reportagem do jornal O GLOBO deste domingo, a fabricante de carrocerias Marcopolo, por exemplo, se associou aos produtores de chassis Scania e Volvo, fornecendo 211 ônibus urbanos regulares e articulados para o transporte de passageiros em Johannesburgo, Porto Elizabeth e Cidade do Cabo.

Em outra parceria, desta vez com a alemã Mercedes-Benz (fabricante de chassis e vencedora da licitação feita pela Fifa), serão da brasileira Marcopolo as carrocerias dos 460 ônibus com prazos de entrega até maio para conduzir a chamada Família Fifa. Fazem parte as seleções dos 32 países classificados, dirigentes, árbitros, convidados, jornalistas e até empresas e pessoas que comprarem pacotes de camarotes nos dez estádios das nove cidades da Copa. Quando a seleção do técnico Dunga descer dos aviões, as viagens por ruas e estradas serão em ônibus com componentes do Brasil.A marca verde-amarela nas cidades da Copa vai além do fabricante de carrocerias. O sistema de transporte de passageiros adotado nas três licitações também nasceu no Brasil. O BRT (da sigla em inglês para Bus Rapid Transit) deu suas primeiras viagens em Curitiba, no fim da década de 80.

Por causa da Copa, Johannesburgo ganhou um sistema de BRT, de ônibus articulados e com paradas obrigatórias em estações construídas em bairros mais pobres, como Soweto, e o Centro, que não dispunham de transporte público organizado.

De olho nesse mercado desde 1994, a Marcopolo tem escritório comercial na África do Sul e abriu, em 2000, uma fábrica na região de Johannesburgo, com 630 funcionários – 27 brasileiros, dos quais cinco executivos. Em 2009, produziu 550 ônibus. No ano da Copa, a produção prevista é de 800 unidades.

– São 60% de componentes dos ônibus da Copa produzidos na África do Sul e 40% no Brasil – diz o diretor-executivo da Marcopolo, José Rubens de la Rosa.

Na África, o BRT começou a ser implantado em Lagos, na Nigéria, para onde a Ciferal (subsidiária da Marcopolo, com fábrica em Duque de Caxias) vendeu 400 carrocerias entre 2007 e 2008, com chassis Mercedes-Benz.

Com informações do Jornal O Globo

– Fundo Cristão Criado por Empresas. Cristãs ou Politicamente Corretas?

Na Europa, foi criado nesta semana um fundo de investimentos com cunho moral chamado de “Fundo Cristão”, supervisionado até mesmo pelo Vaticano.

Para participar, a empresa não deve produzir / investir em tabaco, pornografia, armas e jogatina, entre outras coisas. Participam a Shell, Vodafone e Nestlé entre outras.

Mas uma ressalva é importante: o fundo parece ser mais um fundo moral do que cristão. Afinal, produzir corretamente não é dever de todos? Se os recursos fossem destinados para a solidariedade, talvez o termo cristão caísse bem. Mas nessas condições, acho impróprio o uso. Ser cristão exacerba tais atos.

Extraído de: http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5gaj50GH_NkFN9pC2iRVTh1vre8aA

PRIMEIRO “FUNDO CRISTÃO” DA BOLSA COMEÇA A OPERAR NA EUROPA

Londres, 27 abr (EFE).- O primeiro índice de bolsa cristão da Europa, que responde à crescente demanda dos investidores por ações “éticas” por causa da crise financeira global, começou nesta segunda-feira sua caminhada.

Do chamado Índice Cristiano Europeu Stoxx fazem parte 533 empresas do Velho Continente que dizem obter suas receitas exclusivamente de fontes compatíveis com os “valores e princípios da religião cristã”, explica o jornal “Financial Times”.

Entre as companhias que integram o índice figuram as petrolíferas BP e Royal Dutch Shell, a farmacêutica GlaxoSmithKline, o multinacional do setor alimentício Nestlé, o banco HSBC e a Vodafone, do setor telefônico.

Apenas grupos que não lucram com pornografia, armas, tabaco, controle de natalidade e jogo podem fazer parte do índice.

Um comitê, no qual, segundo a Stoxx, está representado o Vaticano, coordena as ações, que saem do índice Stoxx Europa 600.

Alguns dos maiores fundos de investimentos do mundo, como Aviva Investors, AXA Investment Managers e Hendrson Global Investor, criaram nos últimos anos fundos éticos em resposta à demanda dos investidores.

Esse tipo de fundos tem objetivos similares aos dos “fundos cristãos” embora não discriminem as empresas que fazem negócios ligados ao controle de natalidade e estão mais centrados em evitar os investimentos em empresas que danificam o meio ambiente.

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– Modificações no Mercado de Combustíveis em 1º de Maio

Amigos, o mercado de combustíveis passará por importantes modificações neste pós-feriado. Todos puderam acompanhar as altas do álcool (etanol) no começo do mês, e posterior, lenta e paulatina queda no preço do mesmo.

Entretanto, a partir de 1o. de maio, haverá a modificação no percentual de álcool anidro na composição da gasolina. A gasolina brasileira é composta hoje de 20% de anidro em sua fórmula (um outro tipo de álcool, que não é o etanol). A partir de sábado, deverá ter 25%.

Teoricamente, haverá mais atenção para a produção do anidro do que de etanol, fazendo a oferta do álcool que colocamos no tanque diminuir, levando a crer na possibilidade de aumento no preço do etanol. Em contrapartida, como a gasolina terá 5% de um produto mais barato na sua fórmula, tenderia a cair. Sim, tenderia, pois na mesma data haverá a cobrança de um percentual maior da Cide (imposto sobre a gasolina). Portanto, a real situação é de que a gasolina também deve ter uma pequena alta.

Aguardemos. Vamos torcer para que o mercado consiga estabilizar os preços através da concorrência, que, aliás, aqui na região de Jundiaí é feroz!

– Amostras Grátis nas Lojas: a Febre chega no Brasil

No Japão, lojas que dão amostras grátis de seus produtos se tornaram um modismo. E esse mesmo modismo está chegando no Brasil, com algumas redes abrindo suas filiais aqui.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/67674_PODE+VIR+QUE+E+DE+GRACA?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

PODE VIR QUE É DE GRAÇA

por João Loes

Chegam ao Brasil as lojas de amostras grátis, de onde é possível levar, sem pagar, produtos de até R$ 100

Imagine entrar em uma loja com os últimos lançamentos de marcas consagradas de todos os setores, escolher o equivalente a R$ 500 em compras e sair sem pagar nada – nem ser preso por roubo. Isso será possível no mês que vem, com a inauguração da primeira loja de amostras grátis do País, na cidade de São Paulo. Nela, consumidores associados poderão escolher até cinco produtos para levar para casa, com a condição de que respondam a um questionário virtual de avaliação. E para se associar basta desembolsar uma anuidade simbólica que não passa dos R$ 15. Este modelo de negócios, batizado de tryvertising – uma fusão das palavras try (experimentar) e advertising (propaganda) –, desembarca no Brasil depois de quatro anos de sucesso no Japão, na Espanha e nos Estados Unidos. “Corri para me cadastrar”, conta a socióloga paulistana Cristiane Donini, 40 anos. “Como posso levar sem pagar, acho que vou me sentir mais livre para experimentar produtos que eu não levaria se tivesse que pagar.”

Dar diferentes opções de amostras grátis para o consumidor é a novidade dessas lojas. Embora sejam usadas pela indústria da propaganda, as amostras, de maneira geral, chegam ao comprador em potencial sem muito critério, como um sachê de xampu em uma revista, bebidas em um bar ou produtos em supermercados. O produto pode até acabar nas mãos de quem interessa, mas o risco de que a amostra seja esquecida ou descartada é enorme. No tryvertising um importante filtro entra em ação logo de início: o da escolha do comprador, pois ele quer o produto. “Com isso, a avaliação que recebemos é mais relevante”, explica João Pedro Borges Badue, publicitário e sócio da Sample Central!, uma rede internacional de lojas de amostras grátis que abre sua filial brasileira em junho, também em São Paulo. “Culturalmente, o brasileiro é curioso e aberto ao que é novo”, lembra Badue, que investiu R$ 4 milhões na empreitada com sócios como a agência Bullet e a empresa de pesquisas Ibope. No primeiro ano, eles esperam recuperar o investimento faturando R$ 7 milhões.

A pioneira no Brasil será o Clube Amostra Grátis, que abre as portas em 11 de maio num espaço de 400 m2. “Como não temos vínculos fortes com agências de publicidade, podemos aumentar a variedade de amostras grátis em nossas gôndolas”, diz Luis Gaetta, publicitário e fundador do clube. Ter uma carteira variada de clientes expondo é fundamental, pois parte do faturamento das lojas decorre da venda dos espaços nas gôndolas às empresas que querem exibir seus produtos. Somadas, as expectativas de cadastro de clientes no primeiro ano das duas lojas chega a 60 mil pessoas. Parece que dar opinião finalmente virou um negócio lucrativo para todos.

– Para que serve a Libertadores?

Conquistar a Taça Libertadores da América parece ter se tornado uma obsessão aos clubes brasileiros. Fico imaginando como os dirigentes de Botafogo e Santos dos anos 60, se ainda vivos, se remoem de remorso por não darem a atenção devida. O Independiente-ARG, grande detentor de títulos da competição nesse período, aproveitou-se desta época e faturou o caneco. Mas talvez viva só desse passado, pois no presente, sua realidade é outra. Não importa; assim como a Celeste Olímpica Uruguaia (30 e 50) está historicamente na frente da Inglaterra (66) em Copas do Mundo (mesmo sendo no começo da competição), os argentinos são mais vitoriosos do que quaisquer brasileiros. O que entra para a história é a conquista do título, e ponto final.

Mas vamos ao que interessa: o que os clubes buscam ao disputar a Libertadores? Dinheiro? Prestígio? O Título simplesmente?

Lendo hoje o Jornal Lance, numa bela matéria do jornalista Marcelo Damato (coluna De Prima, 23/04/2010, pg 14), me impressionei com os valores citados. Por exemplo: os prêmios acumulados pela conquista da Taça Libertadores totalizam US$ 5,39 milhões. Desconte os custos de viagens e hospedagens, anti-dopings, elenco e outras taxas, e do que sobrar, compare com o prêmio pago, por exemplo, pelo Campeonato Paulista: R$ 7,5 milhões. O Campeão carioca, R$ 6,3 mi e o Mineiro R$ 5 mi.

O prêmio continental está desvalorizado, não?

Compare com a Europa: a Champions League paga para um clube que seja eliminado na primeira fase (qualquer equipe cipriota, polaca, albanesa, eslovaca…) cerca de 8,7 milhões de euro. Mais que o campeão sulamericano! Na prática, a desclassificação do modestíssimo Hapel ainda assim traria mais receita do que uma conquista do Corinthians, Flamengo ou São Paulo.

Pensando cá com meus botões… O Brasileirão com 20 clubes é muito mais difícil de se competir do que a Libertadores com 32! Não imagino equipes como Deportivo Itália (VEN), Blooming (BOL) ou Juan Aurich (PER) conseguindo disputar competitivamente nem na nossa série B do Brasileiro. Como na segunda fase da competição sobra metade das equipes, aí sim começa a valer de fato! Mas se há questionamentos da viabilidade financeira da competição ou questionamentos sobre a qualidade técnica da equipe, por que se diz que ela é muito difícil de se disputar?

A resposta é direta: pelas condições e instalações dos estádios, pelo fanatismo de algumas equipes estrangeiras adversárias que impressionam as equipes brasileiras, o excesso de supervalorização da competição, o estilo de arbitragem da escola sulamericana porção espanhola, e, por fim, pelos esquemas táticos pragmáticos. Esqueça a eficiência, busca-se apenas a eficácia. Trocando em miúdos, ninguém vai jogar o futebol-bailarino um dia propagado por um certo treinador quando assumiu a seleção, mas sim o futebol-brucutú, feio, botinudo e de resultado.

Talvez o ímpeto de possuir a Taça Libertadores seja meramente o da conquista de título e internacionalização da marca, o acesso a um status que aí sim pode trazer resultados financeiros mais concretos: a busca do Mundial de Clubes, agora regido pela FIFA e muito mais organizado e valorizado que outrora, justamente pela chancela da entidade. Embora, cá entre nós, o nível técnico só pode ser considerado quando se chega na fase final, quando se joga a decisão entre Sulamericanos X Europeus (como de praxe, as outras equipes só estão pelo caráter universalista de uma competição dita ‘mundial’).

Por curiosidade e por pertencer a nossa seara:

– um árbitro que apite Boca Juniors X Corinthians numa Libertadores receberá 800 dólares.

– um árbitro que apite Bayern X Lion pela Champions League receberá 8.000 euro.

O futebol daqui pode fazer frente ao de lá dentro de campo, mas no bolso…

– Toyota Corolla proibido de ser vendido em MG

Em Minas Gerais, a Justiça proibiu a venda do carro modelo Corolla da japonesa Toyota. Acredite: a causa é o… tapete!!!

Entenda o caso: (extraido de: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201004220043_RED_78911537&idtel=)

PROIBIÇÃO DA VENDA DO TOYOTA COROLLA EM MG COMEÇA NESTA QUINTA

O Ministério Público de Minas Gerais, por meio do Procon, proibiu a venda do carro Toyota Corolla depois de alguns veículos terem apresentado problemas de aceleração contínua, colocando em risco a vida de pessoas, segundo avaliação do MP. A decisão administrativa, tomada pelo promotor de Justiça de Defesa do Consumidor, Amauri Artimos da Matta, entra em vigor a partir desta quinta-feira (22) em todo o Estado mineiro.

Foram relatados nove casos de veículos que apresentaram o defeito. Segundo o fabricante, o problema é causado pela falta de fixação do tapete. No entanto, essa informação não é dada ao consumidor no momento da compra, nem está visível no interior do veículo, conforme o promotor. Ela consta apenas no manual de instruções do carro, o que não atende a exigências do Código de Defesa do Consumidor, segundo o MP.

A venda do modelo só será liberada quando o fabricante adotar medidas que impeçam a troca do tapete original de fábrica e após ter efetuado a troca dos tapetes dos veículos em circulação.

– Juan Valdez: a Starbucks Latina

A rede de cafés colombiana Juan Valdez, conhecida por imitar a norte-americana Starbucks, parece caminhar com pernas próprias. Após seu início de imitação, a rede ganhou vida própria e se tornou a maior cafeteria da América Latina. Olha que interessante:

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0950/mundo/starbucks-moda-latina-492830.html

STARBUCKS À MODA LATINA

A Juan Valdez nasceu como uma imitação da rede americana, mas só cresceu quando decidiu assumir suas raízes colombianas. Hoje, é tida como uma das mais badaladas multinacionais dos países emergentes.

POR FELIPE CARNEIRO

Em 2006, cerca de 300 000 colombianos se inscreveram para participar de uma espécie de reality show, cujo objetivo era escolher quem daria vida a Juan Valdez. O personagem, um cafeicultor de fartos bigodes, sempre acompanhado por uma mula, é a marca da maior rede de cafeterias da Colômbia, um negócio comandado por uma cooperativa de 560 000 produtores de café. O vencedor do concurso foi o fazendeiro Carlos Castañeda que, desde então, viaja pelo mundo trabalhando como uma espécie de garoto-propaganda do processo de globalização da rede. Graças a uma fórmula que mistura o serviço rápido e o ambiente confortável das cafeterias modernas com um sabor latino, a Juan Valdez se transformou na rede de cafeterias que mais cresce no mundo. Desde 2004, a empresa multiplicou mais de dez vezes a receita, investindo na inauguração de lojas no exterior. Hoje, tem 162 pontos de venda — 20% do total da rede — espalhados por cinco países, entre eles, Chile, Estados Unidos e Espanha. Um dos próximos alvos na estratégia de expansão internacional é o Brasil. “Estamos recebendo sondagens de possíveis parceiros para iniciar operações no país em 2010, com exportação de café e a abertura de lojas”, afirmou a EXAME Catalina Crane, principal executiva da Juan Valdez.

A rede surgiu em 2002 para ser uma espécie de clone da americana Starbucks, a maior cadeia de cafeterias do mundo. Os colombianos copiavam desde os copos de isopor até o ambiente de sala de estar criado por Howard Schultz. A Juan Valdez, no entanto, só começou a deslanchar dois anos depois, na medida em que foi abandonando o modelo importado para investir no marketing do sabor latino e na promoção do café colombiano. Ironicamente, hoje é a Starbucks que enfrenta uma crise de identidade. A empresa comandada por Schultz tropeçou na própria megalomania e se perdeu em meio ao crescimento acelerado e vem tendo alguns dos piores resultados de sua história. O balanço do último trimestre foi comemorado pelos acionistas — as perdas nas vendas foram de apenas 6,6%. Nos últimos meses, a Starbucks fechou mais de 900 lojas e demitiu cerca de 7 000 funcionários.

A prioridade dos executivos à frente da Juan Valdez é fazer com que a rede de cafeterias adquira musculatura suficiente para se aproximar do porte da Starbucks. A distância entre os dois negócios é abissal. Enquanto a Starbucks faturou em 2008 mais de 10 bilhões de dólares, a receita da Juan Valdez foi de modestos 37 milhões de dólares no mesmo período. O avanço recente dos colombianos, no entanto, tem feito vários especialistas nesse setor apontar a Juan Valdez como uma das multinacionais latinas com maior chance de crescimento daqui para a frente. Numa pesquisa realizada recentemente pela consultoria Wolff Olins para o jornal britânico Financial Times, a Juan Valdez foi apontada como uma das cinco marcas de mercados emergentes com potencial para se tornar global. “A grande ironia é que a Starbucks preparou o terreno para o crescimento da Juan Valdez”, afirma Andrew Hetzel, dono da Cafemakers, consultoria americana de mercado de café. “A Starbucks pegou um consumidor analfabeto em matéria de café e fez escola. Agora, as pessoas estão mais exigentes e a Juan Valdez aproveitou a oportunidade para vender seu produto de qualidade superior.”

As plantações colombianas de café se concentram na região da cordilheira dos Andes, que oferece uma série de vantagens naturais ao cultivo, entre elas altitude elevada, solo vulcânico e sol e chuva em abundância. Desde a década de 60 os agricultores da Federação Nacional dos Cafeicultores Colombianos, os donos da Juan Valdez, investem em melhorias dos processos — da colheita à torrefação — para obter uma bebida com um sabor superior. O resultado é que, atualmente, cerca de 40% da produção do país é de café gourmet (no Brasil, a proporção fica em 5%). A rede de cafeterias foi criada para levar diretamente ao consumidor o resultado desse esforço, sem passar por intermediários.

– VW contra Toyota: a Briga pela Liderança

A japonesa Toyota, depois de 80 anos, passou a ter a dianteira mundial na venda de veículos, superando a americana GM. Mas seu reinado parece ameaçado pelos ambiciosos planos da alemã Volkswagen: a empresa, através de suas diversas marcas, quer ser a número 1 do mundo, principalmente devido aos investimentos na China e no Brasil.

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/negocios/volkswagen-anuncia-plano-elevar-vendas-10-mi-530716.html

VOLKSWAGEN ANUNCIA PLANOS PARA ELEVAR VENDAS EM 10 MI

Frankfurt – A Volkswagen planeja tirar da Toyota Motor o título de maior montadora do mundo e anunciou um ambicioso plano de expansão para aumentar as vendas anuais de veículos para 8 milhões no médio prazo e para mais de 10 milhões até 2018. Maior montadora da Europa em vendas, a Volkswagen possui as marcas de automóveis VW e Audi, a luxuosa marca de carros esportivos Bugatti e a marca de caminhões pesados Scania, entre suas nove marcas. Em 2009, a Volks vendeu 6,3 milhões de veículos, comparado com 7,8 milhões vendidos pela Toyota.

A Volkswagen tem como meta de margem de lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda, na sigla em inglês) para o negócio automotivo no médio prazo “de pelo menos 5%, excluindo a planejada integração com a Porsche Automobil Holding em 2011. Sua margem Ebitda nos primeiros nove meses de 2009 estava em 2%.

O anúncio de novas metas de rentabilidade, junto com um agressivo plano de expansão, ocorre em um momento em que a Toyota, sofre os efeitos negativos de um gigantesco recall e uma abrangente suspensão nas vendas e produção. Alguns estudiosos da indústria avaliam que o quesito qualidade era um dos fatores relacionados ao rápido crescimento da Toyota nos últimos anos.

A companhia japonesa, que ganhou participação de mercado nos EUA às custas das montadoras de Detroit nos últimos anos, tinham reputação de confiabilidade e alta qualidade de seus veículos. Contudo, recentemente, um defeito no pedal do acelerador forçou a companhia a anunciar o recall de 8,1 milhões de veículos.

A meta da Volkswagen para a margem de Ebitda em 2018 é de 8%. O plano de investimento de capital em suas operações automotivas será de ao redor de 6% no longo prazo. A meta da Volks de retorno sobre investimento em suas operações automotivas são de mais de 16% em 2018.

O executivo-chefe da Volkswagen, Martin Winterkorn, e o executivo-chefe financeiro, Hans Dieter Poetsch, devem dar mais detalhes sobre as metas de crescimento da companhia em uma conferência com investidores marcada para esta quarta-feira em Londres.

A Volkswagen conseguiu enfrentar melhor os problemas da indústria no ano passado em comparação com suas concorrentes, em parte, por causa da suar maior presença na China e forte operação no Brasil. Além disso, as vendas domésticas na Alemanha foram reforçadas pelos incentivos do governo para troca dos veículos velhos em 2009. As informações são da Dow Jones.

– Desnecessidades do Sutiã Infantil

Por falta de tempo, não comentei: e o sutiã para crianças de até 7 anos com enchimento, criticado pelo forte apelo erótico? A rede Primark, uma cadeia de lojas de departamentos que inventou o produto, foi extremametne criticada pelo artigo e o retirou das prateleiras.

As vendas foram um fracasso, a moral contestada, mas a divulgação do nome e a publicidade gratuita da empresa foram espetaculares!

Estratégia bem planejada ou acaso?