– As Idiotices de Lady Gaga

Uma das mulheres ícones desse ano tem sido a cantora Lady Gaga. Não sei cantar nenhuma música, só sei que ela é um sucesso (ao menos, comercial). Vejo as pessoas a endeusarem e falar mal dela é um pecado mortal para os fãs.

Dizem que ela é excelente cantora, mas vejo na mídia muitas esquisitices sobre ela. Aliás, não sei se ela é esquisita, excêntrica ou esquisofrênica, devido a tanta polêmica.

Leio que ela gravou um clipe chamado “Alejandro“, onde engole um terço durante uma simulação sadomasoquista na cama. Ora, ao menos respeite a fé alheia. Vestida de freira insinuantemente para provocar? Para quê tal exagero e desrespeito?

Se sua voz e suas canções são realmente boas, não precisa apelar e desrespeitar valores cristãos como esse. Tenha paciência!

É claro que quanto mais polêmcia envolver seu nome, mais dinheiro ganhará… Uma pena.

– As Idiotices de Lady Gaga

Uma das mulheres ícones desse ano tem sido a cantora Lady Gaga. Não sei cantar nenhuma música, só sei que ela é um sucesso (ao menos, comercial). Vejo as pessoas a endeusarem e falar mal dela é um pecado mortal para os fãs.

Dizem que ela é excelente cantora, mas vejo na mídia muitas esquisitices sobre ela. Aliás, não sei se ela é esquisita, excêntrica ou esquisofrênica, devido a tanta polêmica.

Leio que ela gravou um clipe chamado “Alejandro“, onde engole um terço durante uma simulação sadomasoquista na cama. Ora, ao menos respeite a fé alheia. Vestida de freira insinuantemente para provocar? Para quê tal exagero e desrespeito?

Se sua voz e suas canções são realmente boas, não precisa apelar e desrespeitar valores cristãos como esse. Tenha paciência!

É claro que quanto mais polêmcia envolver seu nome, mais dinheiro ganhará… Uma pena.

– As Idiotices de Lady Gaga

Uma das mulheres ícones desse ano tem sido a cantora Lady Gaga. Não sei cantar nenhuma música, só sei que ela é um sucesso (ao menos, comercial). Vejo as pessoas a endeusarem e falar mal dela é um pecado mortal para os fãs.

Dizem que ela é excelente cantora, mas vejo na mídia muitas esquisitices sobre ela. Aliás, não sei se ela é esquisita, excêntrica ou esquisofrênica, devido a tanta polêmica.

Leio que ela gravou um clipe chamado “Alejandro“, onde engole um terço durante uma simulação sadomasoquista na cama. Ora, ao menos respeite a fé alheia. Vestida de freira insinuantemente para provocar? Para quê tal exagero e desrespeito?

Se sua voz e suas canções são realmente boas, não precisa apelar e desrespeitar valores cristãos como esse. Tenha paciência!

É claro que quanto mais polêmcia envolver seu nome, mais dinheiro ganhará… Uma pena.

– As Idiotices de Lady Gaga

Uma das mulheres ícones desse ano tem sido a cantora Lady Gaga. Não sei cantar nenhuma música, só sei que ela é um sucesso (ao menos, comercial). Vejo as pessoas a endeusarem e falar mal dela é um pecado mortal para os fãs.

Dizem que ela é excelente cantora, mas vejo na mídia muitas esquisitices sobre ela. Aliás, não sei se ela é esquisita, excêntrica ou esquisofrênica, devido a tanta polêmica.

Leio que ela gravou um clipe chamado “Alejandro“, onde engole um terço durante uma simulação sadomasoquista na cama. Ora, ao menos respeite a fé alheia. Vestida de freira insinuantemente para provocar? Para quê tal exagero e desrespeito?

Se sua voz e suas canções são realmente boas, não precisa apelar e desrespeitar valores cristãos como esse. Tenha paciência!

É claro que quanto mais polêmcia envolver seu nome, mais dinheiro ganhará… Uma pena.

– As Idiotices de Lady Gaga

Uma das mulheres ícones desse ano tem sido a cantora Lady Gaga. Não sei cantar nenhuma música, só sei que ela é um sucesso (ao menos, comercial). Vejo as pessoas a endeusarem e falar mal dela é um pecado mortal para os fãs.

Dizem que ela é excelente cantora, mas vejo na mídia muitas esquisitices sobre ela. Aliás, não sei se ela é esquisita, excêntrica ou esquisofrênica, devido a tanta polêmica.

Leio que ela gravou um clipe chamado “Alejandro“, onde engole um terço durante uma simulação sadomasoquista na cama. Ora, ao menos respeite a fé alheia. Vestida de freira insinuantemente para provocar? Para quê tal exagero e desrespeito?

Se sua voz e suas canções são realmente boas, não precisa apelar e desrespeitar valores cristãos como esse. Tenha paciência!

É claro que quanto mais polêmcia envolver seu nome, mais dinheiro ganhará… Uma pena.

– As Idiotices de Lady Gaga

Uma das mulheres ícones desse ano tem sido a cantora Lady Gaga. Não sei cantar nenhuma música, só sei que ela é um sucesso (ao menos, comercial). Vejo as pessoas a endeusarem e falar mal dela é um pecado mortal para os fãs.

Dizem que ela é excelente cantora, mas vejo na mídia muitas esquisitices sobre ela. Aliás, não sei se ela é esquisita, excêntrica ou esquisofrênica, devido a tanta polêmica.

Leio que ela gravou um clipe chamado “Alejandro“, onde engole um terço durante uma simulação sadomasoquista na cama. Ora, ao menos respeite a fé alheia. Vestida de freira insinuantemente para provocar? Para quê tal exagero e desrespeito?

Se sua voz e suas canções são realmente boas, não precisa apelar e desrespeitar valores cristãos como esse. Tenha paciência!

É claro que quanto mais polêmcia envolver seu nome, mais dinheiro ganhará… Uma pena.

– As Idiotices de Lady Gaga

Uma das mulheres ícones desse ano tem sido a cantora Lady Gaga. Não sei cantar nenhuma música, só sei que ela é um sucesso (ao menos, comercial). Vejo as pessoas a endeusarem e falar mal dela é um pecado mortal para os fãs.

Dizem que ela é excelente cantora, mas vejo na mídia muitas esquisitices sobre ela. Aliás, não sei se ela é esquisita, excêntrica ou esquisofrênica, devido a tanta polêmica.

Leio que ela gravou um clipe chamado “Alejandro“, onde engole um terço durante uma simulação sadomasoquista na cama. Ora, ao menos respeite a fé alheia. Vestida de freira insinuantemente para provocar? Para quê tal exagero e desrespeito?

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Dizem que ela é excelente cantora, mas vejo na mídia muitas esquisitices sobre ela. Aliás, não sei se ela é esquisita, excêntrica ou esquisofrênica, devido a tanta polêmica.

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– As Idiotices de Lady Gaga

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Dizem que ela é excelente cantora, mas vejo na mídia muitas esquisitices sobre ela. Aliás, não sei se ela é esquisita, excêntrica ou esquisofrênica, devido a tanta polêmica.

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Leio que ela gravou um clipe chamado “Alejandro“, onde engole um terço durante uma simulação sadomasoquista na cama. Ora, ao menos respeite a fé alheia. Vestida de freira insinuantemente para provocar? Para quê tal exagero e desrespeito?

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– As Idiotices de Lady Gaga

Uma das mulheres ícones desse ano tem sido a cantora Lady Gaga. Não sei cantar nenhuma música, só sei que ela é um sucesso (ao menos, comercial). Vejo as pessoas a endeusarem e falar mal dela é um pecado mortal para os fãs.

Dizem que ela é excelente cantora, mas vejo na mídia muitas esquisitices sobre ela. Aliás, não sei se ela é esquisita, excêntrica ou esquisofrênica, devido a tanta polêmica.

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– As Idiotices de Lady Gaga

Uma das mulheres ícones desse ano tem sido a cantora Lady Gaga. Não sei cantar nenhuma música, só sei que ela é um sucesso (ao menos, comercial). Vejo as pessoas a endeusarem e falar mal dela é um pecado mortal para os fãs.

Dizem que ela é excelente cantora, mas vejo na mídia muitas esquisitices sobre ela. Aliás, não sei se ela é esquisita, excêntrica ou esquisofrênica, devido a tanta polêmica.

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Uma das mulheres ícones desse ano tem sido a cantora Lady Gaga. Não sei cantar nenhuma música, só sei que ela é um sucesso (ao menos, comercial). Vejo as pessoas a endeusarem e falar mal dela é um pecado mortal para os fãs.

Dizem que ela é excelente cantora, mas vejo na mídia muitas esquisitices sobre ela. Aliás, não sei se ela é esquisita, excêntrica ou esquisofrênica, devido a tanta polêmica.

Leio que ela gravou um clipe chamado “Alejandro“, onde engole um terço durante uma simulação sadomasoquista na cama. Ora, ao menos respeite a fé alheia. Vestida de freira insinuantemente para provocar? Para quê tal exagero e desrespeito?

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Uma das mulheres ícones desse ano tem sido a cantora Lady Gaga. Não sei cantar nenhuma música, só sei que ela é um sucesso (ao menos, comercial). Vejo as pessoas a endeusarem e falar mal dela é um pecado mortal para os fãs.

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É claro que quanto mais polêmcia envolver seu nome, mais dinheiro ganhará… Uma pena.

– A Data Comercial do Amor…

Hoje é Dia dos Namorados! O Comércio de Jundiaí abriu até as 18h, os restaurantes ficaram lotados (e cobraram mais caro, afinal, é “a lei da oferta e da procura”) muitos casais fizeram juras de amor e provavelmente até marcaram casamento! Mas de onde surgiu a data? Você sabe a origem?

 

Nosso Dia dos Namorados (12 de junho) foi criado para ser uma data comercial, contrariando o tradicional Dia dos Namorados mundo afora (14 de fevereiro). Seu idealizador foi João Dória (pai do apresentador João Dória Jr,), que trabalhava na agência de publicidade Standard, e teve como missão bolar um evento comercial para a rede de lojas Cliper, grande varejista da época que sempre se queixava das poucas vendas do mês de junho. Aproveitando a véspera do dia de Santo Antonio em 13 de junho, (que tem a fama de ser casamenteiro no Brasil, muito embora não exista essa fama no exterior), criou o slogan: “não é só de beijos que os namorados vivem”. Tal bordão se popularizou, e outras empresas passaram a comercializar com base no dia dos namorados.


A propósito de São Valentino, ele foi um bispo que viveu em Roma e morreu como mártir, pois durante o império de Claudius II, o governante impôs uma lei proibindo o casamento, já que acreditava que soldados solteiros eram mais despojados em combate, pois os casados acabavam pensando em seus familiares e não “renderiam” como desejado. E Valentino, ocultamente, ajudava os casais a celebrarem o Matrimônio. Foi preso e morto cruelmente.


Nesta data, na Inglaterra, é costume os casais trocarem doces. Na Itália, ocorrem jantares românticos. Na Dinamarca, os homens empastam rosas e pétalas e dão um buquê de flores conhecido como “flocos de pétalas”. No Japão, são as mulheres que presenteiam seus parceiros com chocolate. Opa, quero comemorar a data no melhor estilo japonês!!!!!

 

E o seu Dia dos Namorados, foi bom?

– As 10 Melhores Empresas para Desenvolver Liderança

No mundo dos negócios, há sempre listas, rankings ou elencos classificatórios, determinando índices ou patamares diversos. Alguns são confiáveis, outros nem tanto. Mas uma dessas listas me chamou a atenção: a que permite o desenvolvimento de líderes corporativos. Se destacam: Nestlé, GE, Coca-Cola e McDonald’s.

 

Compartilho abaixo, extraído de: http://portalexame.abril.com.br/blogs/o-negocio-e-lista/2010/05/28/as-0-melhors-empresas-do-planeta-para-desenvolver-lideranca/

 

AS 10 MELHORES EMPRESAS PARA DESENVOLVER LIDERANÇA

 

Por Amanda Luz

 

“Quem vai comandar os negócios no futuro?” é a pergunta que boa parte das companhias que se destacam no seu setor têm em mente quando traçam as estratégias para valorizar os seus executivos e talentos emergentes. Entre todas as empresas ao redor do mundo, existem aquelas que se sobressaem por investir no futuro da sua liderança.

 

Confira quais são as 10 empresas que, segundo estudo da consultoria Hay Group, são as que mais encorajam seus funcionários a crescer e liderar.

 

10. Infosys Technologies

Empresa indiana do mercado de tecnologia, é uma das companhias que mais crescem no mundo. A empresa foi fundada nos anos 80 com sete pessoas e hoje são 113.796 funcionários em escritórios na China, Índia, Austrália, República Tcheca, Polônia, Reino Unido, Canadá e Japão.

 

9. McDonald’s Corporation

Líder mundial no mercado de alimentação fast-food, a rede de lanchonetes destaca a história dos executivos da companhia para mostrar que  ”muitos deles começaram com um emprego no McDonald’s” – alguns até mesmo na época que ainda eram estudantes de Ensino Médio.

 

8. Coca-Cola

Marca de bebidas presente em mais de 200 países e uma das mais conhecidas em todo o planeta, a Coca-Cola diz “nós acreditamos que o trabalho é mais do que um lugar que você vai todos os dias. Deve ser um lugar para criatividade, crescimento pessoal e relações interpessoais”.  Ao todo, a empresa tem mais de 92 mil colaboradores no mundo.

 

7. Nestlé

Companhia suíça de alimentos fundada em 1866, presente em 86 países e com mais de 276 mil funcionários. “Um dos princípios da Nestlé é dar a cada colaborador a oportunidade de desenvolver seu potencial em um ambiente de trabalho seguro e justo, onde ele possa ser ouvido, respeitado e valorizado”, diz o site da empresa.

 

6. Wal-Mart

A maior empresa do setor de varejo do mundo, terceira maior no Brasil, foi fundada em Arkansas (EUA) nos anos 60 e hoje atua em 11 países. São mais de 2,1 milhões de associados que, como destaca a companhia, “com suas ideias, inovações e dedicação, nos permitem crescer”.

 

5. Accenture

A Accenture é uma empresa global de consultoria de gestão,  serviços de tecnologia da informação e terceirização de mão-de-obra, com operações em 52 países. Segundo a empresa, “diversidade, trabalho em equipe e crescimento mantem as pessoas aqui ao longo da construção das suas carreiras (…) com contínuas possibilidades de evolução”.

 

4. Procter & Gamble

A multinacional americana é a maior fabricante do mundo de produtos para o lar e higiene pessoal – e baterias Duracell – e uma das mais influentes do mercado. O lema da empresa é “contratamos pessoas, não cargos”.

 

3. 3M

Considerada uma das empresas mais inovadoras do mundo, a 3M é um conglomerado multinacional que inclui mais de 55 mil produtos, incluindo adesivos, abrasivos, fitas adesivas, equipamentos de proteção, blocos Post-it, esponjas Scotch-Brite, produtos médicos e dentários, produtos automotivos etc.  A companhia tem cerca de 75 mil funcionários em seu quadro, ao redor do mundo.

 

2. Southwest Airlines

A Southwest é a maior companhia aérea de baixo custo do mundo e uma das empresas mais bem-sucedidas nos Estados Unidos.  A vice-líder dessa lista é conhecida por grande parte do seu sucesso vir do objetivo de manter o moral elevado dos funcionários. E isso se deve ao estilo de liderança de seu fundador, o texano Herb Kelleher, que criou um ambiente de trabalho que estimula os funcionários a colocarem a companhia no topo.

 

1. General Electric

A GE é uma multinacional de serviços e tecnologia, conhecida pela venda de lâmpadas, mas que também está envolvida em negócios de energia, transporte, saúde e até entretenimento. É considerada uma das empresas com maior valor de mercado do mundo.

Em carta aos investidores, Jeff Immelt, presidente e CEO da companhia, afirmou que ” desenvolver líderes é uma estratégia essencial para o crescimento da companhia, (…) buscamos constantemente desenvolver nossos colaboradores e incentivar a aplicação de novas ideias de gestão”

– Como a Interdisciplinaridade se destaca na Gestão do Conhecimento

Recentemente, li um belo artigo que trata da interdisciplinaridade como principal característica da Gestão do Conhecimento. É fato que ser multidisciplinar é ter vantagem no dia-a-dia organizacional. Entretanto, como explorar a Gestão do Conhecimento adequadamente?

 

O autor do texto, o Consultor em Administração José Renato Santiago, reconhecido pelos meios acadêmicos, trata com maestria do assunto, segundo ele:

 

“O desenvolvimento de iniciativas que incentivem os funcionários a compartilharem seus conhecimentos e expertises tem grande relevância na estruturação de uma inteligência corporativa que agregue real valor para a organização, pois todos sabemos que o valor de uma empresa é muito maior que aquele devido unicamente aos seus ativos físicos. Novamente, creio que não seja necessário reforçar qual a área melhor capacitada para gerir estas ações… A existência de ações que incentivem e motivem os colaboradores a assumirem o papel de “trabalhadores do conhecimento”, preocupados com o registro e compartilhamento dos conhecimentos relevantes para a perpetuação da organização, passa necessariamente pela ingerência, novamente, de uma área com estreita relação do gerenciamento das pessoas, os recursos humanos da empresa.”

 

Note o termo destacado: Inteligência Corporativa. E agora faça a seguinte reflexão: sua organização incentiva a interdisciplinaridade, você é multifuncional e a gestão do conhecimento tem sido bem trabalhada?

 

Independente da sua formação cultural ou origem, questione-se: em seu trabalho ou na sua vida pessoal, você tem atuado como trabalhador do conhecimento?

 

(para acessar o texto na íntegra, clique em: http://www.jrsantiago.com.br/edit.html)

 

O RELEVANTE PAPEL DA ÁREA DE RECURSOS HUMANOS PARA A GESTÃO DO CONHECIMENTO

 

Por José Renato Santiago

 

É de entendimento comum que a interdisciplinaridade é, muito possivelmente, a principal característica que envolve a gestão do conhecimento, seus inúmeros conceitos e iniciativas.  O fato de existirem diferentes atores envolvidos e várias, possíveis, definições permite a ocorrência de uma série de interpretações, relações e interações.

Confuso, não?

Pois bem, a maior dificuldade não decorre da dúvida da gestão do conhecimento ser um assunto multidisciplinar, mas sim da dificuldade que algumas empresas apresentam em definir uma determinada área como a responsável pelo desenvolvimento das iniciativas e atividades relacionadas com o compartilhamento e disseminação dos conhecimentos.

É exatamente a partir desta análise que se torna óbvia a grande relevância da área de Recursos Humanos, como a grande responsável pelo sucesso de qualquer projeto que tenha como grande objetivo o correta e eficiente gerenciamento de seus recursos e acervos intelectuais.

Vamos aos fatos então…

A intrínseca necessidade de haver a interação entre as áreas, sejam elas quais forem, reforça o papel de haver políticas, bem definidas, que permitam uma eficiente interação entre os colaboradores, independentemente, de suas responsabilidades, habilidades e experiências. Agora, pergunto… Qual a área que deve ser responsável pela definição destas políticas?

O desenvolvimento de iniciativas que incentivem os funcionários a compartilharem seus conhecimentos e expertises tem grande relevância na estruturação de uma inteligência corporativa que agregue real valor para a organização, pois todos sabemos que o valor de uma empresa é muito maior que aquele devido unicamente aos seus ativos físicos. Novamente, creio que não seja necessário reforçar qual a área melhor capacitada para gerir estas ações…

A existência de ações que incentivem e motivem os colaboradores a assumirem o papel de “trabalhadores do conhecimento”, preocupados com o registro e compartilhamento dos conhecimentos relevantes para a perpetuação da organização, passa necessariamente pela ingerência, novamente, de uma área com estreita relação do gerenciamento das pessoas, os recursos humanos da empresa.

Enfim, independentemente de haver o entendimento da importância do envolvimento de várias, porque não dizer de todas, áreas de uma organização, é claro e cada vez mais evidente a grande relevância que a área de Recursos Humanos tem para o sucesso das iniciativas voltadas para gestão do conhecimento… seu envolvimento e liderança é realmente uma situação extremamente necessária.

– Devassa chama a atenção da Schincariol

A campanha promocional polêmica de sucesso da Cerveja Devassa, uma das marcas do grupo Schincariol, trouxe resultados interessantes: ela só é comercializada nos estados de SP e RJ, representa 0,1% das vendas do mercado nacional, mas já é mais vendida que a sua irmã Nova Schin na região Sudeste! Tanto que sua faixa de preço (R$ 1,39) a coloca em briga pela concorrência direta com a Skol, da Ambev, que resolveu combater o crescimento da Devassa com a redução de preço: R$ 0,99 por lata. Veja outros dados interessantes abaixo:

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/743187-devassa-muda-o-perfil-da-schincariol.shtml

DEVASSA MUDA O PERFIL DA SCHINCARIOL

Em apenas três meses, a Devassa Bem Loura conseguiu conquistar mercados antes inimagináveis para o grupo Schincariol, segunda maior cervejaria do país, informa Mariana Barbosa, em reportagem na Folha desta segunda-feira (a íntegra está disponível para assinantes do UOL e do jornal).

Com marcas que na região Sudeste se destacam pelo preço (Nova Schin e Cintra), o grupo nunca havia conseguido penetrar em restaurantes chiques como Rubaiyat ou bares famosos da Vila Madalena ou da zona sul carioca, muito menos ocupar espaços nobres nas gôndolas dos supermercados.

“Estamos quebrando barreiras”, afirma o presidente Adriano Schincariol. “Conseguimos obter reconhecimento e nos posicionar com preço comparável ao de marcas centenárias.”

Desde que Paris Hilton apareceu na janela indiscreta de um apartamento segurando uma lata de Devassa, polêmica campanha que foi ao ar no Carnaval, a marca conseguiu se colocar em 15 mil bares e restaurantes no eixo Rio-São Paulo -20% do total do mercado.

Bares e restaurantes respondem por 65% das vendas totais no Sudeste. Nos supermercados, responsáveis por 35% das vendas, a marca obteve penetração de 95%.

Leia a reportagem completa na Folha desta segunda-feira.

– O Dia Contra o Facebook e os Erros de Zuckerberg

Mark Zuckerberg é o nome do momento. O criador do site de relacionamentos Facebook (maior do planeta e grande rival do Orkut da Google) é alvo de críticas mundo afora. Ele é acusado pelos usuários de venda de dados para outras empresas comerciais e publicitários (a propósito, será que só o Facebook vende dados de clientes?) Sempre negou, claro. Mas o prórpio Zuckerberg admite um grande erro: criar ferramentas complexas para garantir a segurança dos usuários, e que nem sempre funcionam.

Em contrapartida, os usuários protestam coletivamente neste dia 31: organizaram uma retirada em massa de suas contas do Facebook. Um suicídio coletivo de perfis!

Para qualquer empresa de qualquer setor, essa revolta do cliente/usuário é um golpe quase que fatal. Entretanto, pela natureza da atividade (site de relacionamentos), poucos deverão aderir.

– 1000 km com um Tanque de Gasolina

A Folha de São Paulo e o Instituto Mauá realizaram um interessante teste entre os veículos populares: Partir de São Paulo e chegar até Brasília sem abastecer! (FSP, 30/05/2010, Veículos, por Felipe Nóbrega).

A ideia foi a seguinte: abasteceram um Novo Fiat Uno, Renault Clio, Chevrolet Celta, Ford Fiesta e VW Gol, todos com motor de 1.000 cc, com o propósito de comparar o desempenho entre os 5 carros populares mais vendidos. O teste começou a noite, onde o consumo é menor justamente pela temperatura mais amena.

Ao final, só o Gol venceu. O mais gastão foi o Celta.

Veja os desempenhos:

UNO- 48 LITROS DE TANQUE – RODOU 830 KM NA MÉDIA DE 17,3 KM/L

GOL- 55 LITROS DE TANQUE – RODOU 1.119 KM NA MÉDIA DE 20,3 KM/L

CLIO- 50 LITROS DE TANQUE – RODOU 832 KM NA MÉDIA DE 16,6 KM/L

FIESTA- 54 LITROS DE TANQUE – RODOU 945 KM NA MÉDIA DE 17,5 KM/L

CELTA- 54 LITROS DE TANQUE – RODOU 898 KM NA MÉDIA DE 16,2 KM/L

– Gestão das Lojas Cem: Uma Gestão na Contramão?

Olha que interessante: o jornal “O Estado de São Paulo” (edição 24/05/2010, Caderno Economia, pgE2) traz um matéria transformada em estudo de caso: como as Lojas Cem se tornaram a 4a. maior rede de varejo do país numa administração bem diferente das dos seus concorrentes.

QUARTA MAIOR EM ELETRODOSMÉTICOS, LOJAS CEM ESTÁ NA CONTRAMÃO DO SETOR

Empresa não quer fazer parte da consolidação, não está na internet, sequer tem empréstimo em banco – e está entre as mais lucrativas

O último ano foi especialmente agitado para o varejo nacional. Primeiro, a rede Pão de Açúcar comprou a carioca Ponto Frio. Depois, se associou à Casas Bahia (até o fechamento dessa edição, o acordo entre as empresas estava sendo rediscutido). Como reação a esses movimentos que colocaram a empresa de Abílio Diniz no topo do setor de eletroeletrônicos, as cadeias Insinuante e Ricardo Eletro anunciaram uma fusão há cerca de dois meses. Terceira colocada na nova configuração do setor, a Magazine Luiza já anunciou que pretende, por sua vez, fazer aquisições, abrir lojas em ritmo agressivo e, eventualmente, ir à bolsa.
No meio de tamanha euforia, é difícil não se surpreender com a postura da Lojas Cem, a quarta maior rede de varejo de eletroeletrônicos do País, com faturamento de R$ 1,6 bilhão. “Qualquer consultor vai dizer que o importante nesse negócio é o faturamento e o número de lojas. Mas, para nós, o importante mesmo é o lucro”, diz Natale Dalla Vecchia, 73 anos, fundador e principal executivo da empresa.

Na contramão do setor, a Lojas Cem não quer ser vendida, não aceita propostas de fusão e muito menos analisa alvos para compra. Conforme o Estado apurou, a companhia já foi sondada por vários fundos de participações em empresas com a intenção de se tornar acionistas. Segundo fontes próximas à varejista, há cerca de dois meses, executivos do Itaú BBA visitaram a Lojas Cem para sondar a possibilidade de negócios com o Pão de Açúcar (procurados, o banco não se manifestou e o Grupo Pão de Açúcar informou que não procurou a Lojas Cem). O assédio não é de hoje. Cinco anos atrás, a mexicana Coppel, que tinha a intenção de se instalar no Brasil, se aproximou da rede (a empresa estrangeira acabou abrindo suas primeiras lojas no início do ano, em Curitiba). Repetida como mantra, a resposta para propostas desse tipo é sempre não.

A lógica por trás dessa posição é que, ao se juntar com outra rede, a Lojas Cem tornaria-se menos saudável financeiramente, já que assumiria as ineficiências alheias. De fato, perto de seus concorrentes, a Lojas Cem se destaca pela rentabilidade. A pedido da reportagem, a Felisoni Associados e o professor Claudio Felisoni de Angelo, presidente do conselho do Programa de Administração de Varejo (PROVAR) da FIA, compararam o balanço do ano passado da companhia com o desempenho de Ponto Frio, Magazine Luiza, Colombo e Pernambucanas (as empresas Casas Bahia, Insinuante e Ricardo Eletro não divulgam seus balanços). A conclusão foi que a Lojas Cem é a rede mais lucrativa e a menos endividada.

Números. Segundo o levantamento, a taxa de lucro operacional da companhia é de 8,2%, contra 5,6% do Magazine Luiza e -7,3% do Ponto Frio. A Lojas Cem tem apenas 27% de seu ativo financiado por terceiros, contra 88% do Magazine Luiza e 59% da Colombo, por exemplo. “Os porcentuais indicam que a Lojas Cem opera fundamentalmente com capital próprio, comportamento diferente do observado em outras empresas no mesmo mercado”, diz o relatório.

A explicação para esses resultados está no conservadorismo extremo adotado na gestão da companhia. A Lojas Cem não tem nenhum empréstimo em banco. Ao contrário de seus concorrentes, a empresa não fez acordos com bancos para financiar os clientes. Na Lojas Cem, o crédito ao consumidor é concedido pela própria companhia. Não há sequer um setor estruturado de análise do perfil dos clientes, como de costume no varejo. O próprio gerente da loja se encarrega de aprovar ou não os pedidos de parcelamento. O principal critério é o histórico do cliente (80% das vendas são realizadas para consumidores que já compraram na rede no passado). “Como não pagamos juros para os bancos, podemos oferecer taxas mais baixas aos clientes”, diz Cícero Della Vecchia, sócio da empresa.

Com sede em Salto, no interior de São Paulo, a Lojas Cem tem seu controle dividido em parte iguais entre quatro ramos da família Della Vecchia: os irmãos Natale, Cícero, Giácomo e o cunhado Roberto Benito (alegando questões de segurança, nenhum dos acionistas aceitou tirar foto para essa matéria). Os quatro ocupam cargos de diretoria – não há presidente na empresa – e dão expediente diariamente. Abaixo desse grupo estão os gerentes que trabalham na sede da companhia, todos com mais de 20 anos de casa. Mesmo os gerentes de loja são forjados sob a cultura da Lojas Cem e passam, obrigatoriamente, pela função de vendedor. “Se o melhor gerente da Casas Bahia quiser trabalhar aqui, terá de ser vendedor primeiro”, diz Natale.

A Lojas Cem é a única entre os grandes varejistas que não vende pela internet. “Esse negócio exige uma estrutura própria e o volume de vendas ainda não compensa”, diz Cícero. A empresa decidiu ficar de fora, ainda, de outra tendência do setor: a de usar as lojas como canal de vendas para produtos que vão além dos eletrodomésticos, como seguros e a garantia estendida. “Ainda temos lucro com o negócio principal, não precisamos desses serviços.”

Às estratégias de negócios peculiares, soma-se o modelo de gestão espartano. Os quatro acionistas da empresa dividem a mesma sala sem secretária. Cada um recebe o salário de R$ 5 mil. Em 2000 – cinquenta anos após a fundação da empresa – decidiu-se começar a distribuir parte do lucro da operação, no caso 6%. No ano passado, esse porcentual resultou em cerca de R$ 1 milhão para cada sócio. Os donos da Lojas Cem recebem algo semelhante aos diretores dos concorrentes. “Esse é um valor compatível com a remuneração de altos executivos de grandes varejistas”, diz Leonardo Salgado, da consultoria Hay Group. “Para o nosso estilo de vida, isso é muito”, diz Natale. Nenhum dos integrantes da família Dalla Vecchia tem barco, jatinho ou casa em Miami (os clássicos da ascensão ao clube dos ricos).

Desafios. Ao fazer exatamente o oposto de um setor inteiro, a Lojas Cem não escapa, obviamente, de críticas. “Apesar do lucro alto e do endividamento baixo, a empresa não está em uma situação confortável”, diz Felisoni. “A pouca alavancagem é um limitador para o crescimento.” A Lojas Cem nunca teve a intenção de figurar entre as maiores empresas do setor. Mesmo assim, crescer – a ponto de, pelo menos, acompanhar os concorrentes – não é uma coisa da qual se pode fugir nesse setor.

“É impossível se proteger das consequências da consolidação. Quando as empresas se fundem, passam a ter melhores condições de negociar com os fornecedores e podem praticar preços mais baixos, roubando vendas das empresas menores”, diz Renato Prado, analista de varejo da Fator Corretora. “Além disso, empresas fortalecidas podem, propositalmente, traçar estratégias de mercado que asfixiem seus concorrentes.”

Os planos de crescimento da Lojas Cem são modestos na comparação com os concorrentes. Hoje, a empresa tem 180 lojas e só atua em um raio de 600 quilômetros desde o centro de distribuição, que fica em Salto. Preferencialmente, as lojas são instaladas em cidades do interior dos Estados do Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. O limite desse centro de distribuição, segundo os cálculos dos acionistas, será atingido com 350 lojas. Até que a empresa chegue a esse ponto devem-se passar dez anos, estimam. Um pouco antes disso, em sete anos, o faturamento deve dobrar. A Máquina de Vendas, empresa resultante da fusão entre Insinuante e Ricardo Eletro, por exemplo, espera dobrar sua receita em apenas quatro anos.

Até agora, a Lojas Cem tem conseguido condições comparáveis às de concorrentes maiores nas negociações com fornecedores graças a duas estratégias: o pagamento em prazos curtos e o estilo linha dura. Para conseguir descontos, a empresa usa como arma o pagamento rápido. “Não negociamos prazo como os demais. Pagamos logo e queremos o melhor preço”, diz Cícero. Ao mesmo tempo, a empresa faz pesquisas quinzenais para descobrir quais são os preços praticados pelo resto do setor. Se os números demonstrarem condições de compra muito mais favoráveis para os concorrentes, o fornecedor é duramente cobrado.

Um exemplo extremo dessa situação foi a interrupção de três anos no relacionamento com a Electrolux, segunda maior fabricante de eletrodomésticos do País. Segundo executivos próximos, a Lojas Cem só voltou a comprar da empresa europeia no início de 2010, depois que as condições de negociação tornaram-se mais favoráveis. Com o aumento na distância entre a empresa e os concorrentes, porém, a pergunta é por quanto tempo esse tipo de estratégia terá o mesmo efeito. “Acreditamos que a própria indústria não quer ter apenas poucos compradores gigantes”, acredita Cícero.

Sucessão. Por fim, a Lojas Cem ainda precisa enfrentar um desafio iminente: a sucessão no controle. Seguindo mais uma vez uma lógica particular, a empresa não pretende profissionalizar a gestão. Um grupo de sete membros da segunda geração da família Dalla Vecchia já trabalha junto com os quatro acionistas. A intenção é que a passagem de bastão do primeiro para o segundo grupo ocorra de forma gradual, sem sobressaltos. “O problema é que não dá para garantir que o modelo que funcionou para uma geração servirá para outra”, diz Wagner Teixeira, sócio e diretor-geral da consultoria Höft-Bernhoeft & Teixeira.

Pelo menos por enquanto, a segunda geração não pretende alterar drasticamente os rumos da empresa. “Nossa tarefa será manter o que foi feito até aqui e dar continuidade ao crescimento sustentável”, diz Weber Dalla Vecchia, um dos representantes do grupo. Resta saber agora se a estratégia que trouxe a empresa até aqui é a mesma que a fará prosperar daqui para a frente.

A Lojas Cem em números

Com a consolidação do setor, que se acelerou no final do ano passado, a empresa se tornou a quarta maior rede de eletroeletrônicos do País

R$ 1,6 bilhão foi o faturamento da rede no ano passado

80% é a porcentagem de clientes que já fizeram compras na Lojas Cem mais de uma vez

8,2% foi a taxa de lucro operacional registrada pela empresa em 2009

180 é o número de lojas da empresa nos Estados de São Paulo, Minais Gerais, Paraná e Rio de Janeiro.

– Esmaltes Coca-Cola

Que jogada de marketing! A Coca-Cola lançará uma linha de esmaltes, baseada no produto Diet Coke. Quem comprar 1 litro do refrigerante, ganhará 1 vidrinho do esmalte. Disponível em 4 cores, veja as imagens e a campanha: http://portalexame.abril.com.br/marketing/noticias/coca-cola-cria-linha-esmaltes-560269.html

– Desequilíbrios Financeiros no Esporte

José Mourinho, técnico campeão pela Internazionale de Milão, pode trocar seu clube pelo espanhol Real Madrid. Comenta-se que a proposta seja próxima de 30 milhões de reais por ano (23,3 mi de salários e cerca de 5 mi em luvas e adicionais)! Numa rápida conta, perto de R$ 100.000,00 / dia.

Um único dia de salário pagaria a folha mensal do Paulista FC e de diversas outras equipes tranquilamente…

É inacreditável que uma empresa possa pagar a uma única pessoa tanto dinheiro! Tudo bem que equipes como Manchester, Milan ou Barcelona arrecadam muito, mas ainda assim tem um elenco todo a pagar, além dos outros custos.

O desequilíbrio financeiro é assustador. No estado de São Paulo, existe um piso de 3 salários mínimos aos jogadores de futebol. Que tal se criar um teto salarial na Europa? Sou a favor do livre mercado, e quem é mais competente deve ganhar mais. Mas deve existir um limite: tais cifras são desrespeitosas à sociedade. Os gastos desses grandes clubes do Velho Continente são maiores do que as receitas de inúmeros países pobres.

E você, o que acha de limitar salários no futebol? Penso que poderia ser até mesmo uma boa medida aqui para o Brasil. Assim, quem sabe, os clubes se tornem mais responsáveis com suas contas.

– Bancos nas Favelas

Cada vez mais nós vemos o aumento de renda da Classe C e inúmeras matérias sobre esse tipo de consumidor e seus hábitos.

Pois bem: os bancos agora começam a investir no consumidor Classe D, e abrem agências até mesmo nas favelas! O Bradesco abriu as portas na favela de Paraisópolis. O Santander abrirá na Rocinha e no Complexo do Alemão. Motivo: o consumidor Classe D tem como principal bem o crédito, e paga seus empréstimos em dia, a fim de não sujar seu nome.

Interessante matéria sobre o assunto saiu na Folha de São Paulo desta segunda-feira, acesse em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/me2405201002.htm

– Da Qualidade do Amadorismo Individual ao Profissionalismo Coletivo no Esporte de Jundiaí

Que a cidade de Jundiaí é reconhecida pela qualidade de vida, não se discute. E parte do princípio “do que é qualidade de vida” diz respeito à saúde física e mental. Não apenas dos serviços de saúde, mas sim da prevenção. E uma dessas formas é o incentivo à prática esportiva.

Chegamos nessa lógica para falarmos desde a prática esportivo-amadora na cidade até o futebol cambaleante do nosso Paulista. Então vamos lá: para o pedestrianismo amador, Jundiaí está preparada para essa atividade. Há bons e prazerosos espaços para se correr, como a Avenida Nove de Julho, Ferroviários, Parque da Cidade, Bolão, Estrada da Serra do Japi, entre outros. Ao mesmo tempo, para aqueles que almejam o profissionalismo no esporte, a situação é diferente. Não temos uma pista de atletismo realmente adequada! A do Bolão ainda não é de tartame, e não há outras opções. Como tornarmos uma referência também no esporte profissional se somos ainda principiantes em investimentos mais ousados?

Saiamos do esporte individual e partamos para o coletivo: poderíamos falar do voleibol ou basquetebol, mas vamos de futebol, que é mais apelativo. Como anda a saúde do Paulista Futebol Clube? Vivemos um momento diferente no futebol profissional: temos os tradicionais grandes clubes (São Paulo, Palmeiras, Corinthians e Santos), equipes-empresas que emergem com muita vitalidade e competência administrativa (Red Bull, Desportivo Brasil, Pão de Açúcar) e outras com assistência financeira pública (Santo André, Grêmio Prudente, entre outros). Sobraram os históricos clubes que vivem independente de parceiros, como Guarani e Ponte Preta. Por fim, há outros tão tradicionais como o nosso próprio Paulista, que tem que passar o chapéu para sobreviver.

Pela força econômica e social de Jundiaí, não era momento de termos um time mais forte, com investidores locais? Há cidades de menor importância com clubes de saúde financeira mais estável. Há exemplo piores, claro. Veja Limeira, onde a Inter e o Independente amargam a 4a. divisão de São Paulo. E outros merecendo uma “reinvenção”: Sorocaba, por exemplo. Será que os 2 clubes não poderiam se fundir numa agremiação mais forte? Imagine um clube com a torcida do Bentão e o poderio de dinheiro do Atlético… Em Araraquara, a universidade local, a empresa Lupo e uma gama de pequenos e médios empresários assumiram a Ferroviária, sanaram as contas, arrumaram o time e reconstruiram a Fonte Luminosa.

E aí, forças-vivas da cidade. Que tal um ‘pool’ em prol do renascimento independente do Paulista de Jundiaí, por jundiaienses?

– Comerciantes Tradicionais contra os Nacionais

Teremos 2 grandes e significativos empreendimentos na cidade: o Jundiaí Shopping e o Iguatemi Jundiaí. Novas e importantes lojas das grandes redes chegando. E uma pergunta necessária: como os comerciantes locais farão para enfrentar a nova concorrência?

Temos um quadro bem definido na nossa cidade: um grupo de lojistas do Maxi Shopping versus os comerciantes do Centro. E lutam pelos consumidores oferecendo seus diferenciais: sorteios, estacionamento, preços, comodidade, carisma, entre outras vantagens competitivas. Com a chegada dos novos shoppings, teremos ainda mais concorrência! O que, afinal,  é muito bom para o consumidor daqui.

Lembram-se do tempo em que se saia da cidade para fazer compras em grandes centros, como Campinas ou São Paulo? Jundiaí, comercialmente falando, hoje não deve nada para nossos grandes vizinhos. Das pequenas lojas aos grandes magazines, de origem jundiaiense ou não, o município está bem servido.

Claro que os Pequenos e Médios Comerciantes locais natos de Jundiaí terão que se desdobrar muito mais com essas lojas que chegarão. A ACE e outras tantas entidades, que estão atentas a tudo isso, certamente já se mexem. Bom para a cidade, que sairá ganhando!

– Skol Lançará Latas de Cerveja que Falam!

A tecnologia, aliada a criatividade e bom humor trazem bons resultados à quem sabe usá-los com perfeição. A Ambev lançou uma latinha de Skol com fotosensores, que emitirá gritos de torcida. Aparentemente idênticas as latas já vendidas, a novidade entrou nos supermercados no último sábado. As latas falantes estão misturadas aleatoriamente entre as tradicionais. Assim, a ideia é o incentivo à compra da marca Skol.

Bela sacada! Isso é vender cerveja no grito.

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/marketing/noticias/latas-skol-irritam-argentinos-559928.html

LATAS DE SKOL IRRITAM ARGENTINOS

Skol apresenta ao mercado neste sábado (15) as “Latas Torcedoras”, que falam e torcem pelo Brasil. A iniciativa, lançada nacionalmente, integra as ações da Skol durante a competição mundial

Desenvolvida com tecnologia foto sensível, as latas “falantes” têm o mesmo visual e peso de uma lata de 350 ml e estão distribuídas aleatoriamente em meio à produção nacional do período da competição mundial. São cinco gritos diferentes de torcida.

A novidade, fruto do intercâmbio de informações com equipes de inovação instaladas diferentes partes do mundo, como na China, Brasil e Estados Unidos, funciona quando o consumidor abre a lata. A penetração da luz ativa o dispositivo que faz a embalagem “falar”. É a primeira vez que essa tecnologia é usada no País. Serão 150 mil espalhadas em todo o País. A embalagem foi produzida pela F/Nazca e os rótulos pela Design Absoluto.

O tema “falante” irá permear toda a comunicação da marca. Desenvolvido pela F/Nazca, o filme “Hermanos”, de 30″, traz uma situação inesperada de torcedores se preparando para ver o jogo com a Skol. Ao abrir uma latinha, os “hermanos” são surpreendidos com a “lata falante” que torce e grita pelo Brasil. Os argentinos então afogam a lata no balde de gelo.

A cena seguinte é a fábrica da Skol, na qual um funcionário revela ao chefe que um carregamento de produtos foi enviado à Argentina por engano. O personagem lamenta pelas latinhas.

Além do filme para TV, estão previstas parcerias inéditas com a Bon Gelo e mídias exclusivas nos pontos-de-venda para estabelecer uma interação direta com os consumidores. Também foram produzidos spots, ações na web e peças para outdoors e detectores de entradas.

– A Polêmica do Biodiesel

O Óleo Diesel consumido no Brasil passou por recentes mudanças. Há pouco tempo, diminuiu-se a quantidade de enxofre no Diesel distribuído em algumas regiões (chamou-se de Diesel Metropolitano, menos poluente, incluindo algumas cidades consideradas mais poluídas – e inclui-se a região de Jundiaí). Depois foi a gradativa adição de BioDiesel (Diesel não mineral, vegetal). A quantidade incial de 2% já atingiu 5%. Entretanto, alguns postos estão tendo mais custos para a manutenção de seus equipamentos. O BioDiesel traz consigo bactérias, que acabam se proliferando caso o produto fique parado. Consumidores estão com a pulga atrás da orelha. Donos de Postos estão ressabiados. E os produtores de BioDiesel dizem que nada é provado. Ecologistas dizem ser um custo necessário para o meio-ambiente.

A verdade é que ninguém sabe da real eficácia e se é tão eficiente assim o BioDiesel, ou ainda a sua composição e dosagem na mistura.

Abaixo, extraído da Revista Posto Hoje, de 17/05/2010.

ADIÇÃO DE BIODIESEL PREJUDICA COMBUSTÍVEL

A adição de biodiesel ao diesel de petróleo vem provocando graves problemas de qualidade no produto vendido nos postos brasileiros. Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) 5,2% das amostras de diesel coletadas em postos em março estavam fora das especificações, maior índice desde 2004. Segundo representantes dos postos, o problema já foi levado à Justiça por consumidores que tiveram danos em seus veículos.  Segundo o presidente da Federação Nacional do Comércio Varejista de Combustíveis (Fecombustíveis), Paulo Miranda, o biodiesel provoca alterações na consistência do produto final, com o surgimento de borras e a proliferação de bactérias. Além dos danos a veículos, o problema dá prejuízo aos postos, que tiveram que intensificar a limpeza de tanques e trocas de filtros.

– A Polêmica do Alpino da Nestlé

A Nestlé se viu numa grande polêmica nesta última semana, devido a sua bebida Alpino Fast. Apesar do nome Alpino, a bebida não contém o chocolate Alpino, sucesso de vendas em tablete.

A empresa afirma que apesar do nome Alpino, há a frase dizendo que não tem o produto na composição na embalagem. O problema é que o escrito é pequeno, não tão relevante quanto o nome.

Veja o que a empresa diz:

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/marketing/noticias/nestle-explica-alpino-fast-559542.html

PARA NESTLÉ, CONSUMIDOR NÃO ENTENDEU O ALPINO FAST

por Chris Simon

A Nestlé mostrou hoje o seu lado na polêmica sobre a embalagem e a fórmula da bebida láctea Alpino Fast. Segundo a advogada da empresa, Marisa D’Alessandri, houve um equívoco por parte do público na interpretação da frase “Não contém Chocolate Alpino”, impressa na embalagem do produto.

Para a Nestlé, a frase significa que o Alpino Fast é uma bebida produzida tendo como referência o aroma e o sabor do bombom Alpino, e não que o líquido contido na garrafa é o chocolate meramente derretido. Eudo Rodrigues, integrante da equipe que desenvolveu o produto, completa que a bebida foi resultado de anos de pesquisas para que as características sensoriais e a essência aromática do bombom Alpino fossem observadas e mantidas na extensão da marca Alpino para o estado líquido. Segundo ele, a bebida foi amplamente testada antes de seu lançamento, que só aconteceu quando o produto atingiu um nível de satisfação de acima de 92% entre os consumidores.

A retirada da embalagem da frase afirmando que o Alpino Fast não contém chocolate Alpino faz parte da estratégia para que o equívoco seja resolvido, de acordo com Marisa D’Alessandri. Para a advogada, não há dúvida de que houve excesso de zelo por parte da Nestlé, já que o aviso não era um item obrigatório para nenhum órgão de regulamentação de direitos do consumidor. O objetivo da mensagem  foi o de garantir a transparência da comunicação com o consumidor, segundo Marisa, mas acabou gerando controvérsia por ser mal interpretada.

– Comemorar o quê? (Negros na Administração de Empresas)

Reproduzo texto de 2 anos atrás, por achar pertinente a data:

Hoje se recorda a abolição da escravatura no Brasil. A grosso modo, a Princesa Isabel (e esta é uma opinião bem particular) fez um DESSERVIÇO à nação. Calma, não é um comentário racista, muito pelo contrário (novamente, lembro que só deve existir uma raça, a raça humana). O questionamento se dá pelo fato de, demagogicamente, assinar uma lei libertando os negros da escravidão, e… e o quê? Simplesmente, o escravo que vivia nas senzalas estava livre, e a partir daquele momento, estava solto, sem casa, sem comida, sem dinheiro, e com alguns trapos no corpo! Não houve nenhum programa de inserção do negro à sociedade. E, até hoje, os negros pagam o preço de tal medida sem planejamento futuro nem preocupação social: Qual o percentual de negros em Universidades? Na Política? Nas artes?
Recentemente, a ONG AfroBrasil divulgou um levantamento da CNT-Sensus: no Brasil, apenas 3,3 % dos negros chegam a cargos de comando na Administração de Empresas.

– A Sociedade de Consumo dos Produtos Grátis

Os serviços do Google, Twitter e You Tube são grátis, correto? Algumas impressoras para computador são mais baratas que seus cartuchos, empresas de telefonia de celular dão aparelhos para seus clientes, e assim por diante…

Seguindo essa lógica, o guru digital Chris Anderson diz que na Administração de Empresas do futuro, as organizações cada vez mais darão gratuitamente produtos em troca de fidelização no consumo de serviços. Interessante, mas talvez inviável. Veja a “previsão” do intelectual, abaixo.

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0947/tecnologia/ideia-radical-demais-482570.html

UMA IDEIA RADICAL DEMAIS

“Grátis pode significar muitas coisas, e esse significado tem mudado ao longo dos anos. Grátis levanta suspeitas, mas não há quase nada que chame tanto a atenção. Quase nunca é tão simples quanto parece, mas é a transação mais natural de todas. Se agora estamos construindo uma economia em torno do Grátis, deveríamos começar entendendo o que ele é e como funciona.” Essas são as palavras que abrem o segundo capítulo de um livro lançado nesta semana nos Estados Unidos. O título é Free – The Future of a Radical Price (“Grátis – o futuro de um preço radical”, numa tradução livre). A editora Campus-Elsevier deve lançá-lo no Brasil no final deste mês. É preciso reconhecer que o autor não falta com a verdade. “Grátis” pode realmente significar muitas coisas, entre elas cobrar por um livro cuja ideia central é uma defesa apaixonada de tudo o que é gratuito. O preço ainda não está definido, mas já se sabe que não, Grátis não será distribuído de graça. (A edição americana custa 17,81 dólares na Amazon.com.)

O autor desse ato de prestidigitação é Chris Anderson, jornalista anglo-americano que edita a revista Wired, a publicação-símbolo do espírito inovador e libertário do Vale do Silício, e que lançou A Cauda Longa, três anos atrás.

A favor de Anderson, é necessário avisar de saída: em nenhum momento ele escreve que tudo será de graça. Sua tese central é que certos produtos e serviços podem, sim, ser gratuitos – e mesmo assim dá para ganhar dinheiro. Anderson constrói seu argumento sobre as diferenças fundamentais entre o mundo das coisas materiais, ou o mundo dos átomos, e a internet, ou o mundo dos bits. Eis a ideia central: todos os custos dos insumos básicos do mundo digital caem vertiginosamente. A capacidade dos processadores dobra a cada 18 meses, mais ou menos, e os preços caem pela metade. Fenômenos semelhantes acontecem com as redes de telecomunicações e com os discos de armazenamento. Essa constatação é verdadeira. Anderson também escreve que nunca na história houve tantos produtos e serviços gratuitos. O melhor exemplo é o Google. Das buscas ao e-mail, dos vídeos do YouTube ao processador de texto online, a imensa maioria dos quase 100 produtos oferecidos pela empresa é gratuita para o usuário final. O custo de manter essa enorme oferta cai dia após dia, escreve Anderson.

Mas quem paga a conta de erguer e manter funcionando o meio milhão de servidores que mantém o Google no ar? Os anunciantes. E aí se abre o primeiro flanco na tese defendida por Anderson. Ele gasta páginas tentando descrever um mundo novo, baseado na publicidade. No entanto, não há nada de novo aí. O sistema de venda de anúncios do Google é aperfeiçoado automaticamente, a cada instante, sempre com o objetivo de melhorar as receitas. Mas no fundo o Google opera com a mesma lógica das emissoras de rádio e TV. É um negócio mais lucrativo e de alcance global, sem dúvida, mas ainda assim apoiado em uma ideia que tem mais de sete décadas de vida – e ninguém precisa de um guru digital para perceber isso.

Anderson também faz uma defesa pouco convincente da pirataria. O custo de copiar um disco ou um filme é virtualmente zero, como bem sabem as gravadoras e os estúdios de cinema. Talvez esses sejam os dois melhores exemplos de negócios que tenham sido obrigados a repensar seus modelos por causa da avalanche digital. Existem vários exemplos de artistas que não se importam em ver suas músicas circulando livremente pela internet, entre eles a banda brasileira Calypso, cuja história é relatada no livro. O negócio, para os músicos paraenses, está em fazer apresentações ao vivo. Os modelos de distribuição de música gratuita para quem compra telefones celulares ou tocadores de MP3 também se multiplicam. Mas isso não quer dizer que a Apple não esteja construindo um belo negócio com sua loja iTunes. Em janeiro deste ano, a empresa já havia contabilizado mais de 6 bilhões de músicas vendidas. Anderson deixa de mencionar que o atrativo da pirataria não reside somente no preço zero: a comodidade de encontrar o que se busca é igualmente importante.

É por isso que fica difícil acreditar na afirmação grandiosa de que “o Grátis (Anderson escreve assim mesmo, com G maiúsculo) deste século é um modelo econômico inteiramente diferente”. Ele estima que essa economia do grátis movimente cerca de 300 bilhões de dólares em todo o mundo. Mas metade desse valor vem justamente daquilo que é baseado em publicidade. Os argumentos que ele usou para defender a tese da cauda longa sempre foram sustentados em dados colhidos de empresas reais. Em Grátis, as histórias que ele conta parecem ser versões atualizadas das promoções que fazem parte do marketing das empresas desde sempre: compre um, leve outro de graça. De todos os modelos descritos no livro, talvez o mais interessante seja o que Anderson chama de freemium, uma mistura de free com premium. Algumas empresas de internet oferecem um serviço gratuito com a intenção de alcançar a maior base de usuários possível. Não se trata de uma amostra grátis. Todas as principais funções são verdadeiramente gratuitas. O objetivo é tentar vender uma versão mais sofisticada a um pequeno grupo de usuários. É assim que operam o site de fotos Flickr, o serviço de telefonia pela internet Skype e as versões online dos jornais The Wall Street Journal e Financial Times.

O livro de Anderson foi recebido com críticas ácidas. A que ganhou mais destaque foi a de outro autor popular, o também anglo-americano Malcolm Gladwell (O Ponto de Desequilíbrio, Fora de Série – Outliers). Numa resenha publicada no site da revista New Yorker, para a qual escreve, Gladwell classifica as ideias de Grátis de utopia tecnológica. Ele lembra que a Wired, de Anderson, foi uma das primeiras publicações a decretar, nos tempos do boom da internet, o nascimento de uma nova economia – que, diga-se, nunca veio. Gladwell menciona o exemplo de uma empresa farmacêutica que criou um remédio para tratar uma doença raríssima. O maior valor de um remédio, como se sabe, é a propriedade intelectual que ele representa. Mas o medicamento de que Gladwell fala não vai ser grátis tão cedo, muito pelo contrário: o tratamento custa 300 000 dólares por ano.

Lidar com críticas faz parte do ofício de um escritor como Anderson. Mas o plágio, não. Uma semana antes da publicação de Grátis, um blogueiro levantou a lebre: trechos inteiros do livro foram copiados da enciclopédia online Wikipédia. Anderson rapidamente se pronunciou. Disse que, por uma confusão causada nos dias finais da edição, os trechos que foram copiados do site acabaram saindo sem a devida atribuição de crédito. Sua editora se disse satisfeita com a explicação. Na blogosfera, porém, muita gente ficou pouco convencida com essa história. Como o autor de A Cauda Longa, um livro apurado com rigor acadêmico (Anderson é físico), seria capaz de copiar informações justamente da Wikipédia, um site que muda de forma a cada segundo? Apesar disso tudo, é pouco provável que Anderson deixe de ser requisitado como palestrante. Com seu primeiro livro, ele entrou definitivamente para o time de estrelas do circuito global de palestrantes – e passou a cobrar caro por suas aparições. Afinal de contas, a verdade é que hoje em dia nem injeção na testa é de graça. Ou você conhece alguém que aplique botox sem cobrar nada?

– Adidas vem com tudo para brigar pelo Brasil

Um contrato em branco! Imagine só: a Adidas vem para o Brasil, tenta tirar o patrocínio da Nike para com a Seleção Brasileira, e entrega a folha para a CBF preencher os valores. Quanto o Brasil pedir, a Adidas pagará para vestir a amarelinha na Copa de 2014!

Extraído de: Ribeiro, Marili (OESP, Economia, pg 15, 09/05/2010)

ADIDAS VEM COM TUDO PARA BRIGAR PELO BRASIL

Com investimento em marketing no Brasil 30% acima do que foi aplicado na última Copa do Mundo – a de 2006 na Alemanha, que teve verba recorde por abrigar a sede da companhia -, a Adidas do Brasil indica sua disposição de explorar a maior vitrine do futebol no mundo. A Copa da África do Sul, como reconhece Rodrigo Messias, diretor de marketing da empresa, é um bom ensaio para a “guerra” por espaço que será travada com a arquirrival Nike em 2014.

A perspectiva da Adidas do Brasil é dobrar o tamanho do negócio de produtos voltados à prática de futebol no País ainda este ano. Para essa estratégia de crescimento manter o atual ritmo, será fundamental destacar sua presença no ano em que a disputa global será realizada no Brasil, em 2014.

A cada Copa do Mundo as vendas de produtos relacionados ao futebol aumentam entre 20% e 30%, pelas projeções da companhia. Em 2006, a Adidas faturou 1,2 bilhão só com futebol. Vendeu 15 milhões de bolas e 500 mil uniformes da seleção alemã, que segue sendo uma das 12 que patrocina este ano. Com esses indicadores, fica fácil entender porque os fabricantes de artigos esportivos guerreiam pela atenção de consumidores embalados pelo clima de disputa movida pela bandeira nacional, que ocorre a cada quatro anos.

No caso do Brasil, a Adidas tem ficado atrás da sua maior concorrente na hora de chamar a atenção do grande público. Afinal, a Nike é, desde 1997, a patrocinadora oficial da seleção brasileira. O atual contrato só vai expirar em 2014, depois da esperada Copa no País. O último campeonato mundial no País foi em 1950. Embora o valor do contrato da Nike não seja declarado, é sabido que a empresa americana paga por ano à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) 47 milhões, fora o fornecimento dos materiais para os atletas.

A seleção do Brasil é um ícone global. Assinar seu uniforme não tem preço – dizem os publicitários, plagiando um conhecido slogan do meio -, e a própria Adidas sabe disso. “No mundo, e especialmente na Europa que é o berço da prática futebolística, a marca Adidas é líder, tanto em faturamento de vendas, como em lembrança da marca”, conta Paulo Ziliotto, gerente de marketing da Adidas no Brasil. “Dados da pesquisa NPD Sports Tracking Europe referentes a junho de 2009, mostram que a Adidas tem 34 % do mercado global e 50% de participação de mercado na Alemanha, onde a empresa nasceu.”

A liderança mundial em vendas, entretanto, não garante a visibilidade que gostariam de ter no País de chuteiras. Assim, como os dois executivos reconhecem, a disputa pelo patrocínio da seleção brasileira segue no portfólio de ambições do marketing da companhia. Ziliotto, por seu lado, sabe que 2010 funcionará como um pré-vestibular, ou uma espécie de treinamento avançado para alavancar a briga pela conquista do mercado nacional em 2014. “A campanha de comunicação desta Copa é a maior e mais longa já realizada pela empresa no Brasil”, diz.

Na primeira semana de junho, uma bola gigante, com 15 metros de diâmetro, será instalada no shopping Eldorado, em São Paulo, para promover a Copa da África do Sul. “Vamos oferecer a experiência de assistir a uma partida de futebol em Johannesburgo. Vamos reproduzir o típico colorido africano e o barulho das “vuvuzelas”, que são longas cornetas sopradas sem parar pelas torcidas para animar os jogos”, explica Ziliotto.

A verba investida não é revelada. Cerca de metade se concentrará na internet. A Adidas aposta nesse canal para cativar público apaixonado por futebol com um farto histórico de participação em Copas da empresa. Em 1954, a Alemanha ganhou o torneio com as chuteiras de travas, que revolucionaram o esporte.