Karin Benzema fez greve no Al-Itthiad, pois a proposta de renovação do seu contrato (em reais: 50 milhões por ano) o desagradou muito.
Agora, ele foi anunciado pelo Al-Hilal!
Imagine a grana que ele levará…
Karin Benzema fez greve no Al-Itthiad, pois a proposta de renovação do seu contrato (em reais: 50 milhões por ano) o desagradou muito.
Agora, ele foi anunciado pelo Al-Hilal!
Imagine a grana que ele levará…
Do perfil “MKT_esportivo”: a Puma se tornou a maior fornecedora de material esportivo dos clubes da Série A do Brasileirão.
Essa briga está boa (e rentável aos times).
O gigantismo de algumas empresas impressiona.
Vide, nesse quadro, quantas marcas alguns conglomerados têm:
Quando garotinho, meu pai abriu uma Caderneta de Poupança da Haspa, que era do então Ministro da Fazenda Delfim Neto. Lembram da propaganda e dos cofrinhos? “Poupe que o Delfim garante…”
Pois é: Há 43 anos ela quebrou! Ainda bem que os meus trocadinhos de criança foram para o já falecido Banco Real…
Eu gostava de ir lá só por causa da Turma da Mônica…

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para créditos.
As primeiras sociedades anônimas de futebol do Brasil foram polêmicas: a do Botafogo, de Textor, sofreu recentemente Transfer ban. A do Vasco, a 777, nem existe mais. A do Cruzeiro foi vendida por Ronaldo a Pedrinho BH. E outras, por aí, mostram-se questionáveis.
Ser SAF não significa ser bem administrada ou honesta. É uma empresa como outra qualquer, mas voltada ao negócio futebol. E, recentemente, surgiu a indagação: algumas SAFs ou Mecenas estariam lavando dinheiro no esporte?
Vide o noticiário policial… a SAF do Atlético Mineiro está sendo investigada pelos aportes de Daniel Vorcaro, do Banco Master, ligando-o até mesmo com uma relação junto ao PCC (o CAM afastou Vorcaro do clube).
De onde vem o dinheiro investido, em muitos clubes (incluindo os que não são SAF)?
A transparência no futebol se faz necessária, principalmente nesses dias conturbados.
Uma economia grande, através de uma pequena medida: ao tirar azeitona do cardápio, a American Airlines viu uma grande diferença…
A AZEITONA
Uma economia anual de US$ 40 mil na American Airlines não veio de um grande corte, nem de uma reestruturação complexa.
Veio de uma decisão quase invisível.
A pergunta era simples, mas orientada por dados: os passageiros realmente consomem as azeitonas servidas nas saladas a bordo?
A análise mostrou que 72% iam direto para o lixo.
A resposta foi objetiva.
O item saiu do cardápio e o desperdício virou eficiência.
Esse tipo de história revela uma verdade pouco glamourosa sobre finanças corporativas: raramente elas se resolvem em movimentos espetaculares.
Na maior parte do tempo, o impacto está nas escolhas silenciosas, na leitura atenta dos números e na disposição de questionar o que sempre foi feito do mesmo jeito.
Empresas que crescem com consistência não dependem de intuição ou sorte. Dependem de método. De repertório. De capacidade analítica para alocar recursos com critério e foco em valor no longo prazo.
Desenvolver essa lente financeira é o que permite sair da reação e assumir o controle das decisões que sustentam o crescimento. É exatamente esse o objetivo do Pré-MBA em Finanças Corporativas da Faculdade EXAME: um treinamento introdutório, com linguagem executiva e aplicação prática, pensado para transformar números em critério estratégico.
Se sua trajetória pede mais clareza na tomada de decisão e menos improviso, este pode ser um bom próximo passo. Saiba mais: https://lnkd.in/d5Hu3MBV
🖋️ Guilherme Santiago
📷 Hand-out/Boeing
Eu sei que as receitas de Flamengo e Palmeiras são fabulosas, e que permitem as contratações milionárias que fazem. O Cruzeiro, por sua vez, não tem as mesmas entradas, mas possui um mecenas.
Mas… Vitor Roque por 25 milhões de euros, Gerson por 30, Paquetá por 35 ou 40…
Até onde irá essa corrida milionária?
Eu acho preocupante (mas respeito o mercado).
Me preocupa: será assim sempre?
A história de sucesso da Batata Pringles (as batatas chips em canudo de alumínio) que completam 52 anos nos mercados mas que quase foi um fiasco!
Curiosidade: o seu idealizador, quando faleceu, deixou como desejo ser cremado e enterrado dentro de uma dessas embalagens!
Compartilho, extraído de: https://super.abril.com.br/cultura/o-revolucionario-da-batatinha/?
O REVOLUCIONÁRIO DA BATATINHA?
Fredric J. Baur era tão orgulhoso de ter criado a lata de Pringles que quis ser enterrado dentro dela
por Cecília Selbach
Em 1966, a empresa americana Procter & Gamble inventou um novo tipo de batata chips. Diferentemente das outras disponíveis no mercado, ela não era apenas fatiada, frita e salgada. Era uma espécie de purê temperado e moldado, batizado de Pringles – o nome, escolhido pela sonoridade, saiu de uma lista telefônica do estado de Ohio.
O formato também era único, do tipo parabolóide hiperbólico. Traduzindo: uma batata irregular e côncava, sem nenhuma linha reta em sua superfície. Esse design inovador causava um problema: como embalar o produto sem que ele se quebrasse inteiro no transporte?
Essa era uma missão para Fredric J. Baur, químico orgânico da Universidade de Ohio que trabalhava na Procter & Gamble como técnico em armazenamento de alimentos. Inspirado nas latas de alumínio usadas para refrigerantes, Baur criou um tubo de alumínio revestido com uma folha de papelão – desde o início vermelha, com tampa plástica e um bigodudo no rótulo. Ali, as Pringles seriam bem conservadas e bem empilhadas.
Foi algo totalmente inédito nas prateleiras dos supermercados. Tanto que, no início, a lata de Pringles não pegou. As pessoas achavam esquisito que todas as batatas fossem iguais, do mesmo tamanho, e armazenadas em uma lata que mais parecia uma embalagem de bolas de tênis. A batata era ridicularizada pelas concorrentes em anúncios e o The Potato Chip Institute International, representante dos produtores tradicionais, quis proibir a veiculação do salgado como batata chip.
Com tanta resistência, só na metade da década de 1970 a marca começou a ser vendida em todos os EUA, tornando-se um ícone tão forte quanto o a garrafa de Coca-Cola.
Fredric se aposentou em 1980, mas continuou trabalhando, dando palestras, editando livros, escrevendo artigos, sem nunca deixar de mencionar sua lata. Sua filha Linda disse a um jornal de Cincinnati, cidade natal do inventor, que a embalagem “era a sua maior realização”.
O orgulho que tinha de sua criação era tão grande que ele pediu para ser enterrado dentro de uma daquelas latas. Quando morreu, em maio deste ano, aos 89 anos, vítima de Alzheimer, seus filhos não tiveram dúvida: no caminho para o funeral, pararam em uma farmácia para comprar uma Pringles. Optaram pela clássica lata do sabor original. Parte de suas cinzas foi colocada na lata e enterrada junto à urna funerária.
Assim, Fred Baur inventou uma nova maneira de usar a lata, que já era utilizada por muita gente como cofrinho, casa para pássaros, instrumento de percussão e até antena para captar melhor sinal de internet.
Grandes momentos
• Além da lata de Pringles, Fredric Baur criou outros produtos para a Procter & Gamble, como óleos para fritura e uma mistura para sorvete. Fred tinha muito orgulho dessa mistura, mas ela não foi bem recebida e foi tirada de circulação.
• Em 2003 a concorrência pôs suas batatinhas em um tubo vertical vermelho, mas de plástico. Apesar dos processos da Pringles, que acusou a empresa de plágio, a batata ainda está em circulação.
• Pringles é um dos itens mais comuns nos pacotes que as famílias dos soldados no Iraque costumam mandar para que eles possam matar saudades dos EUA.
Imagem extraída da Web
As primeiras sociedades anônimas de futebol do Brasil foram polêmicas: a do Botafogo, de Textor, sofreu recentemente Transfer ban. A do Vasco, a 777, nem existe mais. A do Cruzeiro foi vendida por Ronaldo a Pedrinho BH. E outras, por aí, mostram-se questionáveis.
Ser SAF não significa ser bem administrada ou honesta. É uma empresa como outra qualquer, mas voltada ao negócio futebol. E, recentemente, surgiu a indagação: algumas SAFs ou Mecenas estariam lavando dinheiro no esporte?
Vide o noticiário policial… a SAF do Atlético Mineiro está sendo investigada pelos aportes de Daniel Vorcaro, do Banco Master, ligando-o até mesmo com uma relação junto ao PCC (o CAM afastou Vorcaro do clube).
De onde vem o dinheiro investido, em muitos clubes (incluindo os que não são SAF)?
A transparência no futebol se faz necessária, principalmente nesses dias conturbados.
Eu sei que as receitas de Flamengo e Palmeiras são fabulosas, e que permitem as contratações milionárias que fazem. O Cruzeiro, por sua vez, não tem as mesmas entradas, mas possui um mecenas.
Mas… Vitor Roque por 25 milhões de euros, Gerson por 30, Paquetá por 35 ou 40…
Até onde irá essa corrida milionária?
Eu acho preocupante (mas respeito o mercado).
Me preocupa: será assim sempre?
A Regra 8 (início e reinício do jogo) traz em seu texto:
“O Árbitro lançará uma moeda ao ar e a equipe que ganhar o sorteio decidirá entre executar o tiro de saída ou escolher a meta que prefere atacar no primeiro tempo de jogo.”
Normalmente, é o “Cara ou Coroa” que o árbitro faz com os capitães das equipes. E, curiosamente, essa moeda (chamada de Toss) costuma ser na cor dos cartões (Amarela de um lado, Vermelha de outro) ou preta-e-branca. Isso não importa. O árbitro avisa que quem ganhar o sorteio escolherá bola ou campo.
No Paulistão 2026, que é patrocinado pelas Casas Bahia, por questão de marketing, ao invés de “Cara ou Coroa”, “Vermelho ou Amarelo”, o árbitro oferece aos jogadores escolherem “Frigideira ou Geladeira”!
Óbvio, é inusitado, mas permitido pela Regra (pois é uma moeda lançada). Resta saber: por que os árbitros, que são os garotos propagandas nesse momento, não recebem nenhum adicional pela publicidade?
Imagem extraída de Zona Livre Sports (site de vendas de material esportivo).
As maiores contratações do futebol brasileiro, abaixo.
Estamos inflacionando demais?
A Regra 8 (início e reinício do jogo) traz em seu texto:
“O Árbitro lançará uma moeda ao ar e a equipe que ganhar o sorteio decidirá entre executar o tiro de saída ou escolher a meta que prefere atacar no primeiro tempo de jogo.”
Normalmente, é o “Cara ou Coroa” que o árbitro faz com os capitães das equipes. E, curiosamente, essa moeda (chamada de Toss) costuma ser na cor dos cartões (Amarela de um lado, Vermelha de outro) ou preta-e-branca. Isso não importa. O árbitro avisa que quem ganhar o sorteio escolherá bola ou campo.
No Paulistão 2026, que é patrocinado pelas Casas Bahia, por questão de marketing, ao invés de “Cara ou Coroa”, “Vermelho ou Amarelo”, o árbitro oferece aos jogadores escolherem “Frigideira ou Geladeira”!
Óbvio, é inusitado, mas permitido pela Regra (pois é uma moeda lançada). Resta saber: por que os árbitros, que são os garotos propagandas nesse momento, não recebem nenhum adicional pela publicidade?
Imagem extraída de Zona Livre Sports (site de vendas de material esportivo).
Compartilho ótimo artigo do professor José Renato Sátiro Santiago a respeito dos delicados cuidados com a EMPATIA no mundo organizacional. Vale a pena dar uma conferida! Abaixo:
Extraído de: http://fb.me/2CISbo93z
EMPATIA, TOME CUIDADO! ELA TAMBÉM PODE ESCONDER SÉRIOS PROBLEMAS E DEFEITOS
Quantas vezes – creio que muitas – usamos a palavra empatia para qualificar pessoas que demonstram de uma forma natural algo bom, positivo e até amigo. Pois bem, não há duvida que a empatia é algo positivo.
Muitas vezes, quando não achamos palavras para qualificar alguém, costumamos falar: “Fulano tem uma empatia… fora do comum.”. Algo que, às vezes, procuramos ter também principalmente em nossas primeiras impressões, quer sejam com amigos ou, até mesmo, desconhecidos.
Costumamos gostar, facilmente, de pessoas que têm empatia, mostrar certa proximidade ou até certa dose de alinhamento com as nossas crenças. E normalmente isto ocorre de forma rápida, quase imediata, uma vez que a empatia é algo que “ou o sicrano tem ou não tem…”, isto é, acredita-se que seja algo difícil de desenvolver como se fosse alguma coisa que já viesse naturalmente com a pessoa.
Pois bem, infelizmente esta empatia, muitas vezes, por não ser algo construído sob os fortes alicerces da confiança e dos valores pode esconder sérios problemas, muitos defeitos, até mesmo destrutivos.
Gostamos de pessoas que tem empatia. No entanto, precisamos fundamentar esta empatia em fatos e ações que estas pessoas costumam tomar, em seus valores, nas suas atitudes, nas suas formas de agir.
Ter um pé atrás talvez não seja o termo mais adequado, mas sim, estabelecermos motivos e razões que possam transformar esta empatia em algo muito mais importante: confiança. Esta sim, coisa de grande valor em que podemos suportar e mais, algo com que realmente podemos qualificar uma pessoa. E que ela, certamente, irá apreciar muita mais ser confiável a ter empatia, simplesmente.

Imagem extraída de: https://crono.news/Y:2021/M:03/D:25/h:11/m:00/s:03/be-kind-la-rivoluzione-del-xxi-secolo-e-interessarsi-alla-vita-degli-altri/
Uri Levine, juntamente com Ehud Shabtai, ambos israelenses, são os criadores do aplicativo Waze. Em 2013 eles venderam o App ao Google por mais de US$ 1 bi.
Sabe o que Uri faz hoje? Vive de palestras (30 por ano sobre empreendedorismo) e de montar pequenas Startup’s (em especial no Brasil).
Uma curiosidade: ele não tem carro, só anda de bicicleta!
Dá para imaginar que o ex-dono do Waze prefere outro meio de locomoção?
Abaixo, algumas curiosidades que ele disse à Revista Isto É, Edição 2452, pg 08-10:
“Tínhamos uma grande expectativa de que o Waze fosse um sucesso no Brasil, pois o país é o 4o do mundo em número de carros e o trânsito é péssimo (…). Também porque em seu país a divulgação boca-a-boca é um sucesso (…). Israel é um sucesso para startup’s por 3 fatores: cultura do pragmatismo devido ao Exército, o fracasso é tolerado e o segundo empreendimento sempre é visto melhor do que o primeiro, além disso, o Governo dá uma estrutura de apoio fantástica a quem quer investir (…). Em 05 ou 10 anos veremos carros autônomos [sem motoristas] à venda, e a próxima geração não precisará ter carteira de habilitação.”
Está sendo um visionário ou não? Será que em tão pouco tempo não precisaremos de CNH? Não duvide tanto de um bilionário…

Imagem extraída de: http://mxtube.net/videos/search/waze-publicit
Gerson foi comprado pelo Cruzeiro junto ao Zenit por 30 milhões de euros (27 fixo e 3 por metas).
Não, não é o Gerson companheiro de Seleção do Tostão, “Canhotinha de Ouro”, “Papagaio”, o Tricampeão do Mundo dos anos 70 no auge da carreira. É o Gerson do Flamengo, aquele que não certo na França, voltou, e foi para a Rússia. Já voltou de novo.
Ele já tem 28 anos. Portanto, dificilmente o Cruzeiro SAF recuperará o investimento, revendendo-o. Curiosamente, o time recusou 30 milhões de euros pelo atacante Kaio Jorge, do Flamengo (havia pago 7,2).
A pergunta é: Pedrinho BH, o dono do negócio, que sabidamente é um bilionário bem sucedido no ramo de supermercados, não quer transformar o clube em um negócio rentável, ou está aceitando perder dinheiro em troca de status e pela tentativa de afrontar a atual hegemonia de Flamengo e Palmeiras?
Meu pai me ensinou: por mais que se tenha grana, dinheiro não gosta de receber desaforo…
IN ENGLISH, by AI Gemini:
“Gerson was bought by Cruzeiro from Zenit for 30 million euros (27 million fixed plus 3 million in performance bonuses).
No, this isn’t the Gerson who was Tostão’s teammate, the ‘Golden Left Foot,’ ‘Papagaio,’ the 1970 World Champion at the peak of his career. It is the Gerson formerly of Flamengo—the one who didn’t quite make it in France, came back, went to Russia, and has now returned once again.
He is already 28 years old. Therefore, it is unlikely that Cruzeiro SAF will recoup its investment by reselling him. Interestingly, the team turned down a 30-million-euro offer from Flamengo for striker Kaio Jorge (having paid only 7.2 million for him).
The question is: does Pedrinho BH, the owner of the business—who is a well-known, successful billionaire in the supermarket industry—not want to turn the club into a profitable venture? Or is he willing to lose money in exchange for status and an attempt to challenge the current hegemony of Flamengo and Palmeiras?
My father taught me: no matter how much you have, money doesn’t like to be trifled with…“
Recebi esse gráfico com virtudes para melhor relacionamento no trabalho e otimização de resultados. São breves reflexões sobre Ética, Planejamento, Foco, Garra, Criatividade, Vontade, Efetividade, Produtividade, Superação e Vida.
Gostei bastante e compartilho. Veja se tais pontos são úteis ou não:

Gerson foi comprado pelo Cruzeiro junto ao Zenit por 30 milhões de euros (27 fixo e 3 por metas).
Não, não é o Gerson companheiro de Seleção do Tostão, “Canhotinha de Ouro”, “Papagaio”, o Tricampeão do Mundo dos anos 70 no auge da carreira. É o Gerson do Flamengo, aquele que não certo na França, voltou, e foi para a Rússia. Já voltou de novo.
Ele já tem 28 anos. Portanto, dificilmente o Cruzeiro SAF recuperará o investimento, revendendo-o. Curiosamente, o time recusou 30 milhões de euros pelo atacante Kaio Jorge, do Flamengo (havia pago 7,2).
A pergunta é: Pedrinho BH, o dono do negócio, que sabidamente é um bilionário bem sucedido no ramo de supermercados, não quer transformar o clube em um negócio rentável, ou está aceitando perder dinheiro em troca de status e pela tentativa de afrontar a atual hegemonia de Flamengo e Palmeiras?
Meu pai me ensinou: por mais que se tenha grana, dinheiro não gosta de receber desaforo…
IN ENGLISH, by AI Gemini:
“Gerson was bought by Cruzeiro from Zenit for 30 million euros (27 million fixed plus 3 million in performance bonuses).
No, this isn’t the Gerson who was Tostão’s teammate, the ‘Golden Left Foot,’ ‘Papagaio,’ the 1970 World Champion at the peak of his career. It is the Gerson formerly of Flamengo—the one who didn’t quite make it in France, came back, went to Russia, and has now returned once again.
He is already 28 years old. Therefore, it is unlikely that Cruzeiro SAF will recoup its investment by reselling him. Interestingly, the team turned down a 30-million-euro offer from Flamengo for striker Kaio Jorge (having paid only 7.2 million for him).
The question is: does Pedrinho BH, the owner of the business—who is a well-known, successful billionaire in the supermarket industry—not want to turn the club into a profitable venture? Or is he willing to lose money in exchange for status and an attempt to challenge the current hegemony of Flamengo and Palmeiras?
My father taught me: no matter how much you have, money doesn’t like to be trifled with…“
A Sicredi, uma cooperativa de crédito que patrocinou o Paulistão de 2019 a 2025 (além das demais disputas profissionais da FPF), não estará mais no torneio em 2026.
Com a mudança de formato da competição e por estar encavalando entre o Brasileirão, haverá um número menor de datas do Campeonato Paulista. Assim, os clubes receberão menos dinheiro e outros patrocinadores entraram:
Para a Série A1, as Casas Bahia patrocinarão o evento, com algumas ativações a mais do que a Sicredi fazia.
Para as Séries A2, A3 e A4, a Casa de Apostas Rivalo anunciou o patrocínio.
Para a Série B, Copa Paulista e Paulistana (todas anteriormente patrocinadas pelo Sicredi), ainda não há algum acerto.
É interessante ver que com o Campeonato Brasileiro ofuscando os Estaduais, naturalmente eles perderam a valorização de outrora. E algo curioso: a narrativa dos patrocínios. Por exemplo: anunciou-se o maior patrocínio coletivo de clubes para as divisões inferiores (A2, A3, e A4). Ora, o valor das verbas da Sicredi, que eram para a FPF e que redistribuia para os clubes, agora será direto aos clubes pela Rivalo. Só mudou o fato da marca ir dos banners da entidade à camisa dos times.
Aliás, justamente nas divisões onde ocorreram os problemas de manipulação de apostas esportivas em outras épocas, uma Casa de Aposta as patrocinará. Nada de duvidar da idoneidade, óbvio, mas mundo afora (como a Premier League) tais patrocínios estão sendo proibidos de existirem no futebol paulatinamente.
A Sicredi, uma cooperativa de crédito que patrocinou o Paulistão de 2019 a 2025 (além das demais disputas profissionais da FPF), não estará mais no torneio em 2026.
Com a mudança de formato da competição e por estar encavalando entre o Brasileirão, haverá um número menor de datas do Campeonato Paulista. Assim, os clubes receberão menos dinheiro e outros patrocinadores entraram:
Para a Série A1, as Casas Bahia patrocinarão o evento, com algumas ativações a mais do que a Sicredi fazia.
Para as Séries A2, A3 e A4, a Casa de Apostas Rivalo anunciou o patrocínio.
Para a Série B, Copa Paulista e Paulistana (todas anteriormente patrocinadas pelo Sicredi), ainda não há algum acerto.
É interessante ver que com o Campeonato Brasileiro ofuscando os Estaduais, naturalmente eles perderam a valorização de outrora. E algo curioso: a narrativa dos patrocínios. Por exemplo: anunciou-se o maior patrocínio coletivo de clubes para as divisões inferiores (A2, A3, e A4). Ora, o valor das verbas da Sicredi, que eram para a FPF e que redistribuia para os clubes, agora será direto aos clubes pela Rivalo. Só mudou o fato da marca ir dos banners da entidade à camisa dos times.
Aliás, justamente nas divisões onde ocorreram os problemas de manipulação de apostas esportivas em outras épocas, uma Casa de Aposta as patrocinará. Nada de duvidar da idoneidade, óbvio, mas mundo afora (como a Premier League) tais patrocínios estão sendo proibidos de existirem no futebol paulatinamente.
Competência e trabalho resultam nisso aqui:
De fato, as receitas do Flamengo são espetaculares e permitem que o clube gaste valores altos.
Porém…
Não quer dizer que se pode fazer ofertas surreais, como a de Kaio Jorge.
Cá entre nós: as cifras de mais de 30 milhões assustam!
Gaste-se com moderação.
Um dilema cada vez maior em nossos dias: a prática profissional ou a formação acadêmica – O que seria mais importante?
Vale a discussão, abaixo, extraído de FSP, 10/12/2017, Caderno Carreiras, C2.
O QUE VALE MAIS: HABILIDADE OU DIPLOMA?
Declaração de empresário embasa discussão sobre o peso da graduação e de especializações versus experiência e competência
Por Cris Olivette
Enquanto muitos profissionais consideram que ter uma coleção de diplomas garante sucesso na carreira, o dono da Tesla e da SpaceX, Elon Musk, diz que as habilidades devem ser levadas mais em consideração do que os diplomas, na hora de contratar profissionais.
A afirmação de Musk, segundo o especialista em recuperação de empresas, Flávio Ítavo, é verdadeira quando se refere a necessidade de contratar pessoas experientes para exercer uma tarefa complexa.
“Não é verdadeira quando falamos em profissionais em início de carreira. Para esses, o diploma continua sendo importante. No meu caso, por exemplo, quando sou contratado como consultor, as empresas olham para aquilo que já realizei. Elas não vão se preocupar em olhar em qual faculdade me formei há 30 anos e quais especializações eu tenho”, diz.
Presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Brasil), Elaine Saad concorda com ele. “Para contratar alguém no início de carreira, as companhias usam o diploma como parâmetro de avaliação. Os RHs partem do principio que a pessoa que tem aquele diploma passou por aulas e provas sobre o assunto. Isso não significa que alguém sem nível universitário não tenha o seu valor.”
Segundo ela, as pessoas escolhem as profissões e depois caminham na vida profissional não necessariamente dentro da carreira escolhida, e isso ocorre por dois motivos: ou porque o trabalho a direciona para outro lado, ou porque não encontram oportunidade na área.
Elaine diz que na maioria das vezes, o que se aprende na faculdade vai ficando para trás e passa a prevalecer a atividade que a pessoa faz no dia a dia.
“Para mim, o diploma não deixou de ser importante, porque o estudo na universidade tem duas funções: estimular a capacidade cognitiva e ajudar as pessoas a se manterem atualizadas. Porém, diploma não garante que o profissional permaneça em uma companhia, ou tenha sucesso no que faz. Só estudar não capacita para o sucesso no mundo corporativo.”
Ela considera que os dois aspectos são complementares. “Conforme o momento de carreira, é possível ao RH identificar as habilidades de um candidato por meio de uma série de metodologias, que buscam a evidência do que ele está falando.”
Diretora de RH e Marketing da Manpower Group Brasil, Márcia Almström diz que o mundo está muito mais prático do que teórico. “Hoje, ter um diploma de nível superior não é sinônimo de empregabilidade. Quando pesquisamos o mercado, observamos que as demandas surgem nas áreas muito mais técnicas e especialistas. Essas qualificações têm sido as que têm gerado mais empregos”, conta.
Segundo ela, a experiência prática passou a ser um fator de inserção do jovem no mercado de trabalho. “Participamos de discussões com o MEC e representantes de vários países sobre como inserir o jovem no mercado de trabalho. Nossa contribuição para essa discussão foi a pesquisa que fizemos sobre Escassez de Talento, que aponta que há falta de talento na área técnica. E aonde tem escassez tem oportunidade de trabalho. É um desafio para as empresas, mas uma oportunidade para as pessoas. Por isso, o MEC alterou o currículo do ensino médio para oferecer formação técnica”, conta.
Márcia diz que a pesquisa feita pela Manpower aponta que o terceiro fator de maior dificuldade das empresas em preencher as vagas é a falta de experiência prática. “O que mostra o peso de se ter experiência efetiva. É indiscutível o quanto a experiência prática tem valor no currículo e na competitividade das pessoas.”
Habilidades. Ela afirma que a habilidade significa desenvolver uma expertise, o que é oferecido pelo curso técnico. “Diferentemente do curso superior, que qualifica a pessoa como médico, advogado etc. Mas esse profissional não é especialista, é generalista. Habilidade é o fazer técnico. A formação superior oferece competência.”
Elaine diz que entre as habilidades mais valorizadas pelo mercado estão: capacidade de resolver problemas e transformar uma questão complexa em algo mais simples; facilidade de comunicação e de perceber como se comunica e como o outro compreende de maneira efetiva; iniciativa; ambição – saber aonde quer chegar; capacidade de se conhecer e de entender como funciona e o impacto que causa em outras pessoas; capacidade de compreender o contexto onde está inserido; e percepção dos diferentes perfis de pessoas.
“Tem uma série de habilidades com as quais algumas pessoas já nascem e outras podem ser aprendidas, como a autoestima, que é um atributo bastante importante”, diz Elaine.

Imagem extraída de: https://bropenbadge.com/blog/diploma-digital/
Autocuidado impulsiona a economia e coloca o Brasil em destaque global. #Linkezine 🌿 O post 🎯📢🔥 Brasil sobe no ranking global de wellness e …
Continua em: Brasil sobe no ranking global de wellness e transforma autocuidado em potência econômica

Quanta potência!
Vide as mega-empresas abaixo:
Produtividade sustentável nasce do cuidado com as emoções e da gestão baseada em dados. #Linkezine 🧠 O post 🎯🔥 Produtividade começa nas emoções: o…
Continua em: 🎯🔥 Produtividade começa nas emoções: o que trava ou impulsiona as empresas

Muitas vezes desanimamos no fracasso e desistimos. Mas… quem disse que os erros derradeiros são sempre as últimas oportunidades?
Podemos recomeçar sempre! Basta querer. E, cá entre nós, o recado desta imagem, abaixo, diz tudo:

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
Gostei deste banner sobre dicas para “delegar tarefas”, algo muito difícil quando a centralização do poder e das tomadas de decisões estão arraigadas culturalmente.
Vale a atenta observação. Abaixo:

Extraído do Facebook de Jamila Nascimento: https://www.facebook.com/104394481337325/posts/133033168473456/
Rejeitar US$ 108 bi?
A Warner Bros está brincando…
Dinheiro não leva desaforo.
Os clubes de futebol mais valiosos do mundo, na imagem:
E que força é essa das equipes dos EUA?
E a Red Bull, esperta como só no marketing, aproveita a boa fase de Memphis Depay e lança no Brasil o energético estampando o jogador do Corinthians.
Informações de: https://www.mktesportivo.com/2025/12/red-bull-lanca-edicao-limitada-com-memphis-no-mercado-brasileiro/
A Sportsvalue, do consultor Amir Somoggi, divulgou nesse final de ano o Valuation (a grosso modo, o valor de mercado das marcas) dos clubes brasileiros.
O Flamengo passou de 5 bilhões de reais, seguindo pelo Palmeiras com 4,4 bi e o Corinthians com quase 4. Depois deles, Atlético Mineiro e SPFC.
Abaixo, a relação. Vide que o Red Bull Bragantino já superou Vasco da Gama e, pasmem, o Santos!
Estou com essa turma e não abro mão: na Alemanha, homens, com importantes cargos profissionais, fazem de tudo para poder conseguir um tempinho a mais com seus filhos. Sacrifício e ao mesmo tempo, prazer recompensador!
Extraído de:
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,homem-alemao-troca-cargo-por-familia-,1114810,0.htm
HOMEM ALEMÃO TROCA CARGO POR FAMÍLIA
Executivos em posições de liderança em bancos e em órgãos do governo pedem demissão ou trabalham meio período para cuidar dos filhos
Por Susanne Amann , Simone Salden / Der Spiegel
No passado, as políticas alemãs relativas às famílias dos empregados eram mais voltadas às mulheres, mas a situação vem mudando. Os homens também começam a exigir condições de trabalho mais flexíveis para equilibrar seus deveres de trabalho e com a família – e isso vem forçando grandes mudanças da cultura corporativa.
Há alguns anos, Gerd Göbel provavelmente seria considerado um irracional por muitos diretores de recursos humanos. E possivelmente deixaria também os colegas surpresos. Göbel tem uma carreira bem-sucedida no segundo maior banco da Alemanha, o Commerzbank, onde chefia uma equipe de administração de ativos e portfólio. E trabalha em tempo parcial porque tem uma filha ainda muito pequena.
Quando a menina nasceu, há três anos, o executivo de 47 anos reduziu suas horas de trabalho para 40% do total; depois aumentou para 60% e mais recentemente para 80%. Na sua divisão, que tem 80 funcionários, ele foi o primeiro pai a tirar uma licença paternidade e o primeiro a desistir de uma posição que exige horário integral.
“Na época, claro que me perguntei se seria possível trabalhar em tempo parcial em um cargo de liderança”, diz ele, que chefia uma equipe de cinco pessoas. Mas seu experimento foi bem-sucedido e ele continua a passar um dia útil em casa, embora possa ser encontrado pelo telefone celular.
Göbel ainda é exceção. Mas o fato é que ele é um dos muitos pais que não se satisfazem mais em trabalhar a semana inteira e ver os filhos só nos fins de semana. Quando Jörg Asmussen se demitiu do seu posto de alto nível como membro da diretoria executiva do Banco Central Europeu, em meados de dezembro, ele citou a “família” e os “dois filhos ainda bebês” como o motivo. Considerações familiares também teriam sido fator decisivo para o fim surpreendente da carreira de Roland Pofalla, durante anos um dos homens mais influentes do governo Angela Merkel.
Mudanças. Na Alemanha em geral os homens ainda representam pouco menos de 20% de todos os indivíduos que trabalham em tempo parcial, mas este porcentual cresce rapidamente. A proporção de homens que trabalham meio período mais do que dobrou em dez anos, ao passo que a de mulheres cresceu em torno de 30%.
No pacto de coalizão recentemente concluído pelo governo da Alemanha foi inserido, pela primeira vez na história do país, um capítulo que trata do papel dos “pais ativos” e um apelo no sentido de “melhores condições que permitam que pais e mães compartilhem as obrigações profissionais e familiares de modo equitativo”.
A pressão por mudanças vem crescendo, com as empresas ainda lutando para encontrar e reter bons empregados. Já não basta mais oferecer aos funcionários uma creche na empresa. Pesquisas com os pais mostram que a possibilidade de manter uma carreira compatível com a vida privada aumenta enormemente a motivação para o trabalho e a fidelidade ao patrão.
Gestores de recursos humanos também reconhecem que o fato de estar ativamente envolvido na educação dos filhos também é benéfico para o progresso profissional de um indivíduo, já que pais que trabalham sempre são mais sociáveis e costumam organizar a carga de trabalho de maneira eficiente.
Os homens avaliam as políticas corporativas para famílias de forma mais negativa do que as mulheres. Para 85% deles, as políticas das empresas nesse setor são mais direcionadas às colegas do sexo feminino. Foi o que revelou um estudo feito pela A.T. Kearney que será publicado este mês. “As empresas precisam agir. Necessitamos urgentemente de novos modelos de modo a reformular inteiramente o trabalho”, disse Martin Sonnenschein, diretor da A.T. Kearney para a Europa Central.
Iniciativas. A gigante da engenharia Bosch é uma das que se esforçam para incluir os homens nas políticas de família. A empresa oferece a seus funcionários não só a possibilidade de “tempo de trabalho flexível” ou em meio período, mas os incentiva expressamente a trabalhar a partir de outros locais.
Os executivos têm permissão para organizar seus horários como preferirem, desde que produzam resultados – um projeto inicial pôs cem executivos para trabalhar de casa. Redes internas, como “papas@bosch” (“papais na Bosch”), auxiliam a troca de informações.
Os executivos estão embarcando nas possibilidades oferecidas, mesmo quando estão em cargos considerados chave pelas organizações. Lutz Cauers, de 49 anos, é um bom exemplo dessa tendência. Ele é diretor do departamento de auditoria interna da Deutsche Bahn, empresa ferroviária alemã.
Ele é responsável por mais de 100 empregados e se reporta diretamente ao presidente da companhia. Cauers tem escritório em Berlim e um segundo em Frankfurt. Ele controla também três outras bases na Alemanha e mais quatro na Europa, Ásia e Estados Unidos. Mas centralizou sua vida em Nuremberg, onde vivem a mulher e os três filhos.
Atualmente ele está montando um escritório numa empresa afiliada em Nuremberg e passa pelo menos uma noite da semana com a família. E com frequência pega um avião no início da manhã para Berlim ou o trem para Frankfurt. Se necessário, leva os filhos com ele para o escritório.
“Minha mulher tem uma empresa de médio porte, portanto é claro que ela não consegue cuidar da casa sozinha”, disse ele. “E eu não gostaria disso também. Quero ver meus filhos crescerem.”
Flexibilidade. Um número crescente de homens pretende seguir o caminho escolhido por Cauers e as empresas vêm reagindo a isso. A aérea Lufthansa, há anos, oferece a seus 70 mil funcionários a possibilidade de trabalharem meio período. Mas diz ter percebido que só isso não é mais suficiente.
Bettina Volkens é diretora de recursos humanos do grupo Lufthansa e também mãe de duas crianças. “Contratos de trabalho que não têm flexibilidade não funcionam mais”, diz ela, explicando que a empresa tem de se envolver diretamente com os problemas dos funcionários. A meta de Bettina é tornar a cultura da empresa mais aberta a modelos de contrato de trabalho ainda mais flexíveis.
Parte disso é o projeto piloto chamado “Novo Espaço de Trabalho”, em que 80 empregados da área de recursos humanos compartilham 50 estações de trabalho. Mesmo os executivos sentam em mesas diferentes a cada dia. “Os empregados podem trabalhar às vezes a partir de casa. “A ideia é incentivar isso”, diz Bettina. / TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO

Imagem extraída de: https://4daddy.com.br/homens-estao-passando-mais-tempo-com-seus-filhos-mas-licenca-paternidade-estendida-so-e-realidade-em-12-das-empresas/
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