Ávine Vinny é um cantor que está fazendo sucesso com a música “Coração Cachorro”.Como não é a “minha praia” o ritmo musical dele, tampouco as notícias de celebridades (nem sei se ele é uma), para mim é indiferente se ele é bom ou ruim músico.
Eu nunca tinha ouvido falar nele (por ignorância minha), até que fiquei impressionado com uma entrevista ao Danilo Gentille, onde ele se mostrou humilde, manso e adorador de louvores, dizendo-se evangélico.
Recordando coisas bobas e que alegram a vida: brincar de dançar com minha Marina Porcari é muito bom. Entretanto, repare que engraçado: nossa cachorrinha Pepita, ao nos ver, que participar da dança e já fica de pé dando as patinhas!
Simples, doce e ingênuo. Mas carinhoso e divertido!
Que triste.Mais um artista falece em acidente de avião. Assim como o cantor Gabriel Diniz. Assim como a banda Mamonas Assassinas. Quase assim com Angélica e Luciano Huck.
Agora, foi a vez da cantoraMarília Mendonça, cujo avião caiu em uma cachoeira em Piedade de Caratinga / MG. Fatal.
John Lennon – da Google Oggi il brano-manifesto “Imagine” compie 50 anni. GRAZIE JOHN! Dedicato a chi, come me, non ha perso il proprio sogno e la … continua no link em: “Imagine” compie 50 anni
“Dudu Braga, 52, filho do cantor Roberto Carlos, morreu nesta quarta-feira, 8, vítima de câncer no peritônio. Ele estava internado, com quadro irreversível, no Hospital Israelita Albert Einstein, em SP. Dudu deixa a esposa Valeska e a filha, Laura, de 5 anos.”
Dias atrás eu li que ele casou recentemente, pedindo as bençãos de Deus nesse momento difícil da vida. Ele era deficiente visual. Extremamente bacana, chegou a ter programa de radio. Descanse em paz…
“Spencer Elden“, o bebê da capa do icônico CD Nevermind, do Nirvana, é hoje um homem de 30 anos e está processando os administradores “do que sobrou da banda de Kurt Cobain”.
Motivo: ele alega que seus pais receberam 200 dólares pelas fotos em que aparece, mas que foi vítima de exploração sexual e constrangimento por toda a vida.
Spencer Elden, o “bebê do Nirvana“, está processando a banda por exploração sexual e pornografia infantil pela capa do disco Nevermind, quando tinha apenas quatro meses de idade.
Atualmente com 30 anos, Spencer acusou Nirvana de realizar o ensaio da capa do disco sem seu consentimento, além de ter produzido pornografia infantil. Elden deu entrada no processo contra os membros da banda e os administradores da obra de Kurt Cobain, afirmando que os músicos o exploraram sexualmente e violaram estatutos federais de pornografia infantil, segundo o TMZ.
Ele também relatou que sofreu “danos ao longo da vida” por aparecer nu estampado na capa do disco, que possui cerca de 30 milhões de cópias vendidas no mundo, e afirma que nem seus pais, além dele, consentiram a sessão de fotos, segundo o processo – ele e os pais ganharam US$ 200 pelo ensaio.
As gravadoras, a banda e o fotógrafo, de acordo com ele, “comercializaram intencionalmente a pornografia infantil de Spencer e alavancaram sua imagem para promoverem a si mesmos e a música às suas custas”. A capa mostra um bebê, nu, nadando em uma piscina enquanto persegue uma nota de dólar em um anzol e surgiu após Kurt e o baterista, Dave Grohl, terem assistido a um documentário sobre partos dentro d’água.
Spencer, que tinha apenas 4 meses em 1991, ainda disse que foi forçado a se envolver em “atos sexuais comerciais” e que a banda desistiu de prometer esconder suas genitálias na capa do disco. O documento também diz: “O dano permanente que ele quase sofreu inclui, mas não está limitado a, sofrimento emocional extremo e permanente com manifestações físicas, interferência em seu desenvolvimento normal e progresso educacional, perda vitalícia de capacidade de ganho de renda, perda de salários passados e futuros, despesas passadas e futuras para tratamento médico e psicológico, perda do gozo da vida, e outras perdas a serem descritas e comprovadas no julgamento desta questão.”
Já em 2016, Spencer chegou a recriar a capa do disco, completamente vestido, para homenagear a data. “Eu disse ao fotógrafo:‘ Vamos fazer isso [comigo] nu’. Mas ele achou que seria estranho, então usei meu calção de banho. O aniversário significa algo para mim. É estranho que eu tenha feito isso por cinco minutos quando tinha 4 meses de idade e se tornou uma imagem realmente icônica”, disse ele na ocasião.
Êta Raul Seixas… Se as drogas não tivessem acabado com ele, a metaformose ambulante continuaria por aí, sendo a Mosca na Sopa de muita gente que insiste em ser Camboy Fora da Lei! Valeu simpatia. Quem sabe daqui a 10.000 anos a gente se vê, pegando a linha do Metrô 783… Mas não estarei lá naquela sua Sociedade Alternativa não, hein?
Brincando com suas letras e canções, da inspiradíssima Gita a tantas outras, minha preferida é essa:
TENTE OUTRA VEZ
Veja!
Não diga que a canção
Está perdida
Tenha fé em Deus
Tenha fé na vida
Tente outra vez!…
Beba! (Beba!)
Pois a água viva
Ainda tá na fonte
(Tente outra vez!)
Você tem dois pés
Para cruzar a ponte
Nada acabou!
Não! Não! Não!…
Oh! Oh! Oh! Oh!
Tente!
Levante sua mão sedenta
E recomece a andar
Não pense
Que a cabeça agüenta
Se você parar
Não! Não! Não!
Não! Não! Não!…
Há uma voz que canta
Uma voz que dança
Uma voz que gira
(Gira!)
Bailando no ar
Uh! Uh! Uh!…
Queira! (Queira!)
Basta ser sincero
E desejar profundo
Você será capaz
De sacudir o mundo
Vai!
Tente outra vez!
Humrum!…
Tente! (Tente!)
E não diga
Que a vitória está perdida
Se é de batalhas
Que se vive a vida
Han!
Tente outra vez!…
Felizmente, nossa filha Maria Estela é “musical”. Adora cantar e tocar. E para a felicidade da nossa casa, ela NÃO PUXOU O PAI nos “talentos musicais”, mas somente a mãe – tamanha é a afinação.
Minha filhota Marina não se conforma com a triste versão da música de Chico Buarque “Minha Canção“. Então ela cantou 1 minuto da original, e outro minuto na versão animada dela.
Na minha casa, todos tem noções musicais.Só eu que de música, nada sei. Porém, aprendi sobre como surgiu o tão famoso“Do-Ré-Mi-Fá-Sol-La-Si”e quero compartilhar, de tão interessante que achei!
As notas musicais surgiram do monge beneditino Guido d’Arezzo, no século XI.Ele se inspirou em um Hino a São João Batista, que houvera sido composto no século VIII.
Originalmente, ele observou a sonoridade da canção, e resolveu a partir das iniciais, adaptar no que chamamos de “notas”.
O primeiro esboço era:Ut-Ré-Mi-Fá-Sol-La-S
O Hino a São João:
Ut queant laxis…
Ressonare fibris…
Mira gestorum…
Famuli tuorum…
Solve polluti…
Labii reatum…
Santi Iohannes.
Perceba quea primeira e a última nota foram trocadas. Mas isso aconteceu no século XVI, pois o músico Giovanni Bononcini não gostava da sonoridade. No lugar doUtentrouDo(inicial de Dominus) e ao invés deS,Si(iniciais de Santi Iohannes).
(Extraído de Revista Superinteressante, ed Jan/2013, pg 30).
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Minha filhota Marina não se conforma com a triste versão da música de Chico Buarque “Minha Canção“. Então ela cantou 1 minuto da original, e outro minuto na versão animada dela.
No dia 23 de abril de 1897 nascia Pixinguinha, o pai de um dos ritmos mais prazerosos de se ouvir: o Chorinho! Por isso, hoje se celebra o Dia do Chorinho!
“Carinhoso“ é o carro-chefe das suas obras-primas. Mas sabia que a letra da canção só veio anos mais tarde, com o compositor João de Barro?
Música boa não envelhece: hoje, 58 anos do primeiro disco dos Beatles! Eu nem era nascido, mas quando jovem eu tinha LP’s… depois CD’s…e agora, áudios em mídia digital no iPod. Ops: iPod? Em pen-drive e na nuvem.
Muda a forma, mas não muda a qualidade das melodias. Mas respeito de quem gosta de sofrências e outras coisas que não são da minha preferência…
Minha preferida é: All You Needs is Love. E a sua?
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Caramba, parece que foi ontem! Hoje já faz 4 anos que o guitarrista Chuck Barry morreu (ele estava com 90 anos à época).Um dos revolucionários do rock, de musicalidade incrível e influente até hoje.
Inezita Barroso, ícone da música caipira e precursora das mulheres no meio artístico, faleceu neste domingo (curiosamente, no Dia Internacional das Mulheres).
Mesmo sendo paulistana, representou muito bem a cultura caipira. Ela tinha 90 anos e foi internada após um acidente doméstico.
Isso chama muito a atenção: quantos idosos são vítimas de bobos acidentes dentro de casa e acabam sofrendo complicações maiores!
Enfim: que descanse em paz, sabendo que sucessos da moda de viola como “Lampião de Gás” e “Marvada Pinga” se eternizarão na história da música brasileira.
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para créditos na postagem.
Olha só que bacana: um grupo de rock / pop católico, formado por jovens freirinhas de um convento do Peru e que faz sucesso nos países de língua espanhola do nosso continente.
Mais do que isso: a canção mais famosa, “Confía em Díos”, foi produzida por Joe Martlet e Francisco Murias, que produziram trabalhos do Foo Fighterse Nirvana.
Após performance que rompeu a bolha dos jovens católicos, viralizou e gerou memes, DJ Zeton fará nova apresentação neste dia 25
DJ Zeton viralizou nas redes sociais Foto: DIVULGAÇÃO/DJ ZETON
Mesmo os católicos que frequentam a Paróquia Nossa Senhora das Graças, no Jardim Reimberg, zona sul de São Paulo, teriam dificuldade para saber quem é José Antônio da Silva Coelho. Mas basta falar em padre DJ Zeton, como ele é conhecido, e pronto: todo mundo sabe quem é.
No último dia 11, por conta de uma live promovida pelo canal católico de televisão Rede Vida em prol da Fazenda da Esperança, centro de recuperação de dependentes químicos em Guaratinguetá, interior paulista, esse insólito padre DJ ganhou as redes sociais.
“E você agora está aqui na Fazenda da Esperança com a balada santa”, disse ele, no evento. “E é um momento para ninguém ficar parado. É para todo mundo dançar. Descontração de Cristo. Balada santa!”
E assim teve início o putz-putz techno, com o padre no comando das pick-ups.
Ele abriu o set fazendo uma versão eletrônica da tradicional canção católica Reunidos Aqui — que fez muito sucesso na adaptação de padre Marcelo Rossi, lançada em 1998. Na plateia, freiras, outros padres e cantores cristãos que também se apresentaram na live batiam palmas. Visivelmente empolgado, Zeton emendou com uma releitura do hit Erguei as Mãos.
“Balada santa agita jovens do mundo inteiro dançando para Deus”, comentou ele. Sua performance evangelizadora rompeu a bolha dos jovens católicos, viralizou e gerou memes.
‘Viralizou. Viralizou. Repercutiu bastante, foi para meios não cristãos também’, diz Zeton Foto: Divulgação
À BBC News Brasil, o sacerdote conta que, quando o evento estava sendo preparado, cerca de um mês antes, estava “um pouco preocupado” sobre como seria sua participação. “Jamais imaginava que na hora que eu tocasse ia dar toda a reverberação que aconteceu”, afirma.
“Viralizou. Viralizou. Repercutiu bastante, foi para meios não cristãos também”, avalia Zeton. “Mas houve muita receptividade. Achei louvável o grau de receptividade. Lógico que sempre surgem críticas, zoação… Surgiram memes e eu lido muito bem com isso. Acho engraçado, dou risada.”
Entre os memes que mais bombaram, há montagens como se o padre estivesse discotecando hits de Pabllo Vittar e a música ‘Judas’, de Lady Gaga.
“Observei um rapaz, um garoto que estava falando [nas redes sociais] muita zoação com o vídeo porque colocaram uma música secular e ficou muito engraçado. Mas quando ele viu o vídeo original, ele disse que se arrependia de ter zoado tanto, que era tão bonito, ‘que padre ungido é esse’, ‘que coisa linda’, ‘eu me apaixonei por essa igreja'”, relata.
“Então é assim: evangeliza mesmo. E o intuito é esse”, prossegue. “Ir além das fronteiras, para evangelizar. A gente fica feliz por isso, vê que nosso trabalho está chegando ali onde está precisando chegar. E acredito que sim, que evangeliza até aqueles que não são do meio católico. A semente é lançada, às vezes a pessoa ri, mas depois fica curiosa e vai ver quem é esse padre.”
E ele faz questão de frisar que é um padre como qualquer outro. “Vivo minha vida sacerdotal com muito esmero e dedicação, celebro missa. Sou pároco”, explica.
O sucesso foi tanto que o DJ tem outra apresentação marcada para o próximo dia 25, no Natal, às 20h30, em mais uma live em prol da Fazenda da Esperança.
Antes de ingressar no seminário, José Antônio da Silva Coelho atendia pelo nome artístico de DJ Tony Simple Foto: Divulgação
Das boates do Rio para a balada santa
Antes de ingressar no seminário, José Antônio da Silva Coelho atendia pelo nome artístico de DJ Tony Simple. Nascido em Campos dos Goytacazes, no interior do Rio, ele começou a discotecar aos 16 anos — hoje ele tem 49 anos.
“Foi por curiosidade. Gostava de música eletrônica e era uma época em que nem existia direito computador nem nada”, recorda.
“Mas uma banda fazia uma música toda cheia de efeito, muito bem dançante, era a Sigue Sigue Sputnik [grupo britânico new wave criado em 1984]. Eu me atraí muito por aquele ritmo e tudo. Quando lá por fins dos anos 1980 foram surgindo músicas mais voltadas para esse ritmo, eu fui me encaixando ali, fui aprendendo a fazer mixagem, ouvindo programas de rádio…”
A estreia profissional foi numa boate de sua cidade natal. Ele passou a comandar o som nas domingueiras, como eram conhecidas as baladas de domingo.
“Acabou que engendrei uma carreira que perdurou uns nove, dez anos, até minha entrada no seminário”, diz ele. “Toquei em todas as boates famosas da cidade, algumas boates fora da cidade também, alguns lugares no Rio de Janeiro. Muitas festas, aniversários, casamentos, formaturas, festas particulares, festas temáticas. É, a gente badalou bastante, por longos períodos.”
Autodidata, ele comenta que aprendeu a ser DJ “perguntando aqui, perguntando ali” e “vendo como os outros faziam”.
José Antônio decidiu se tornar padre em 1999 Foto: Divulgação
Em 1999, decidiu se tornar padre. “Decisão, não”, corrige ele. “É uma vocação. Foi um grande chamado de Deus.”
Mudou-se para São Paulo e ingressou então no seminário da Fraternidade Jesus Salvador, na diocese de Santo Amaro. Ele conta que, nesse processo de conversão, achou por bem deixar todo o passado como DJ para trás.
“Abandonei tudo, larguei tudo: materiais, discos, tudo. Dei tudo e fui para o seminário”, lembra.
Mas o passado parecia persegui-lo. Logo no primeiro ano como seminarista, começou a trabalhar com jovens em uma paróquia da região. Nas conversas, eles comentaram que gostariam de ter uma discoteca na igreja.
“Já existiam músicas eletrônicas católicas. E aí eles descobriram que eu já tinha sido DJ. Pediram para eu tocar”, conta o padre.
Segundo ele, foi um evento bastante precário. Colocaram uma iluminação mambembe, conseguiram um aparelho de discotecagem “bem velhinho”. Para a molecada, funcionou — a festa começou à 19h30 e durou até meia-noite.
“Eu me senti numa situação muito complicada”, relembra Zeton. “Achava tudo muito parecido com o que eu tinha largado porque havia me convertido. Fiquei com muito medo. Medo de estar voltando para aquela vida, mesmo que tocando música cristã. Fui ficando com medo.”
Mas o sucesso da “cristoteca” foi grande e, estimulado pelos jovens e com sinal verde de seus superiores no seminário, não teve jeito: no ano seguinte os eventos passaram a ser encarados como um projeto evangelizador. Se já não era mais DJ Tony Simple há algum tempo, José Antônio da Silva Coelho agora estava se tornando o padre DJ Zeton.
‘Decisão, não’, corrige ele. ‘É uma vocação. Foi um grande chamado de Deus’ Foto: Divulgação
“Chamamos o projeto de balada santa e passamos a realizá-la de dois em dois meses. Eu ainda tinha uma briga interior muito grande sobre se deveria tocar ou não tocar, se isso era de Deus. Mas tinha o aval do meu reitor de seminário e isso foi se encorpando”, conta.
“No carnaval daquele ano, fizemos a balada santa dentro do retiro que promovemos para os jovens. Eu tinha medo, estava decidindo não fazer. Afinal, tinha entrado no seminário para me tornar padre, não para continuar como DJ.”
Ele conta que naquela época as baladas eram feitas no improviso, com “uns CDzinhos de algumas músicas que eu conseguia na época” e “até fita cassete”.
E as dúvidas sobre seguir ou não discotecando foram dissipadas ao mesmo tempo em que o sucesso vinha. Para Zeton, foi um sinal de Deus, que “queria mesmo que eu fosse para esse caminho”, quando numa noite ele viu na pista uma “dança muito sadia”.
“Eram velhinhas, freiras, seminaristas, padres, jovens, pais, crianças, todo mundo entrou na dança, em clima de muita paz, tranquilidade. Decidimos usar música eletrônica para evangelizar e isso deu muito certo”, entusiasma-se.
Zeton acredita que é possível usar seu talento musical para ‘atrair os jovens para a Igreja’ Foto: Divulgação
Nova evangelização
Zeton lembra os apelos do antigo papa João Paulo 2º (1920-2005) para justificar seu método diferente de evangelização. “Quando tudo começou, eram jovens querendo algo assim para se divertir, mas que fosse sadio. Eles não queriam ir para uma balada que tivesse drogas, bebidas. Queriam um lugar para dançar música conversando com Deus, mesmo que dançando. E ali eu fui enxergando que Deus queria isso”, afirma o padre.
“Até que me encontrei com a pregação do papa João Paulo 2º, que dizia que a gente deveria evangelizar com novos métodos, nova linguagem”, comenta. Cunhado pelo papa Paulo 6º (1897-1978) em exortação apostólica de 1975, o termo “nova evangelização” acabou sendo popularizado mesmo por João Paulo 2º.
“A evangelização ganhará toda sua energia se for um compromisso, não de reevangelizar, mas uma nova evangelização. Nova em seu ardor, métodos e expressão”, afirmou o papa em discurso a bispos latino-americanos em 1983.
Apelos semelhantes apareceriam em outros documentos de seu pontificado, como a encíclica ‘Redemptoris Missio’, de 1990, e a carta apostólica Tertio Millennio Adveniente, preparada para celebrar a chegada do ano 2000.
Zeton passou a acreditar que seria possível usar seu talento musical para “atrair os jovens para a Igreja”. “Isso não resolve a vida deles, mas começa a resolver”, afirma. “O feedback é muito grande, recebo muitos testemunhos.” Ele enumera casos de ex-dependentes químicos que hoje são músicos católicos e jovens que acabaram se tornando seminaristas. “Muitos gostam, muitos mesmo”, garante. “São tantas coisas boas, tantos fluidos bons que eu vejo que vem de cada jovem.”
De sua parte, ele diz que gosta de deixar claro que está na festa sempre como um sacerdote. Por isso não abre mão de vestir batina nesses eventos, “para passar mesmo que é um padre que está ali tocando e evangelizando”.
Legião
Na vida pessoal não são só hits cristãos que tocam no fone de ouvido do padre. Ele conta que é “bem eclético” na hora de relaxar. “Mesclo muito músicas católicas, mas gosto também de músicas seculares, como a gente chama. Músicas dance e flashback: sou apaixonado por músicas dos anos 80. Vivi muito essa época, foi toda a minha adolescência e juventude. Curto de tudo um pouco”, revela.
“Gosto de MPB, de um sambinha de raiz, gosto de música que tenha letra para refletir, que passe alguma mensagem”, conta. “Gosto do rock brasileiro dos anos 80. Sou apaixonado pela banda Legião Urbana. Curto Paralamas [do Sucesso], Titãs, Engenheiros do Hawaii, Biquini Cavadão, Capital Inicial, Barão Vermelho, curto tudo isso e escuto muito. Roupa Nova também. Gosto de Michael Jackson, essas coisas sadias de se ouvir. U2, Information Society… Gosto muito de música clássica, muito mesmo. Sou bem versátil no que escuto.”
A Som Livre é a grande gravadora brasileira, e pertence ao Grupo Globo. Na era dos LPs, K7s e CDs, era quase que imbatível. Mas como os tempos mudam… a mídia (e a empresa) deve mudar também.
GLOBO INICIA ESTUDOS PARA VENDER A GRAVADORA SOM LIVRE
A Globo deu início a estudos para a venda da gravadora Som Livre.
A gravadora é a terceira maior do país pelo critério de receita, atrás apenas de Sony e Universal e à frente da Warner Music, segundo apurou o Valor.
A decisão de vender a Som Livre é parte do processo de transformação da companhia, baseado no modelo D2C (sigla em inglês de “direto para o consumidor), no qual uma empresa controla todas as fases dos processos de produção e distribuição.
Em nota, a Globo informou que vem fazendo uma análise detalhada do valor estratégico de seus ativos, com foco nos negócios que mais atendem à sua estratégia principal.
“A música continua muito importante no portfólio da Globo, mas acreditamos que é um bom momento para sairmos do negócio tradicional de gravadora e nos concentrarmos na estratégia D2C”, diz Jorge Nóbrega, presidente executivo da Globo, frisando que a gravadora é um negócio “sólido e rentável.”
Fundada em 1969, a Som Livre tinha o objetivo principal de pôr à disposição do público as trilhas sonoras das novelas e minisséries da Rede Globo. Nas suas primeiras décadas de existência, apesar do lançamento de artistas individuais, o grosso do negócio da gravadora foi baseado em trilhas sonoras e compilações.
Com a entrada em cena da música digital via internet, no início dos anos 2000, primeiro por meio de downloads e mais à frente com o streaming, a empresa percebeu que essa linha de negócios não era sustentável, lembra Marcelo Soares, diretor-geral da Som Livre.
Há dez anos, a Som Livre fez uma mudança em seu modelo de negócios, migrando seus investimentos para a gestão de talentos. Passou, também, a atuar em diversas plataformas.
“Com esse entendimento de que compilação não seria mais um negócio sustentável, a gente precisou entrar num negócio de realmente contratar artistas, desenvolver artistas e trabalhar diretamente com o elenco, o talento. E a nossa aposta foi essa: de gerir conteúdo, ter propriedade de conteúdo”, explica Soares.
“O Brasil é um mercado onde a música local representa quase 70% do consumo total. A Som Livre, com foco integral na música brasileira, cresceu por mais de dez anos seguidos numa velocidade maior que a do mercado”, acrescenta o diretor-geral da Som Livre.
A gravadora revelou talentos como Djavan, Rita Lee e Novos Baianos e conta hoje com um elenco ativo de cerca de 80 artistas.
Êta Raul Seixas… Se as drogas não tivessem acabado com ele, a metaformose ambulante continuaria por aí, sendo a Mosca na Sopa de muita gente que insiste em ser Camboy Fora da Lei! Valeu simpatia. Quem sabe daqui a 10.000 anos a gente se vê, pegando a linha do Metrô 783… Mas não estarei lá naquela sua Sociedade Alternativa não, hein?
Brincando com suas letras e canções, da inspiradíssima Gita a tantas outras, minha preferida é essa:
TENTE OUTRA VEZ
Veja!
Não diga que a canção
Está perdida
Tenha fé em Deus
Tenha fé na vida
Tente outra vez!…
Beba! (Beba!)
Pois a água viva
Ainda tá na fonte
(Tente outra vez!)
Você tem dois pés
Para cruzar a ponte
Nada acabou!
Não! Não! Não!…
Oh! Oh! Oh! Oh!
Tente!
Levante sua mão sedenta
E recomece a andar
Não pense
Que a cabeça agüenta
Se você parar
Não! Não! Não!
Não! Não! Não!…
Há uma voz que canta
Uma voz que dança
Uma voz que gira
(Gira!)
Bailando no ar
Uh! Uh! Uh!…
Queira! (Queira!)
Basta ser sincero
E desejar profundo
Você será capaz
De sacudir o mundo
Vai!
Tente outra vez!
Humrum!…
Tente! (Tente!)
E não diga
Que a vitória está perdida
Se é de batalhas
Que se vive a vida
Han!
Tente outra vez!…
Não sei onde eu li essa frase do nadador megacampeão Michael Phelps, mas ela me chamou a atenção porque é perfeita para muitos.
Sobre “de onde vem sua motivação” durante um treino ou para uma prova, ou se ele “toma alguma coisa especial”, disse que:
“A música é o dopping natural para o esporte”!
Pois é: o dopping psicológico e emocional é cada vez mais verdadeiro e real no dia-a-dia dos esportistas: um estádio lotado gritando para seu ídolo, uma preleção energizada do treinador, ou até mesmo uma música que transmita uma mensagem ou melodia entusiasmante, são, sem dúvida, fatores que estimulam naturalmente.
Muito mais sadio do que anabolizantes e seus afins, não? Embora, isso possa trazer um questionamento paralelo a este assunto: no futebol, na época de estádios vazios que vivemos, o grito da torcida pode estar fazendo falta aos jogadores?
No dia 23 de abril de 1897 nascia Pixinguinha, o pai de um dos ritmos mais prazerosos de se ouvir: o Chorinho! Por isso, hoje se celebra o Dia do Chorinho!
“Carinhoso“ é o carro-chefe das suas obras-primas. Mas sabia que a letra da canção só veio anos mais tarde, com o compositor João de Barro?