– Ser mãe durante a Pandemia!

Esse vídeo viralizou nas Redes Sociais, e trata sobre mães durante a pandemiaos desafios dessa jornada árdua.

Irreverente, vale a pena assistir. Foi feito em tom lúdico e bem humorado. Aqui: https://www.instagram.com/tv/CM3LM_XHF9t/?utm_source=ig_web_copy_link

– 58 anos do 1o Disco dos Beatles!

Música boa não envelhece: hoje, 58 anos do primeiro disco dos Beatles! Eu nem era nascido, mas quando jovem eu tinha LP’s… depois CD’s… e agora, áudios em mídia digital no iPod. Ops: iPod? Em pen-drive e na nuvem.

Muda a forma, mas não muda a qualidade das melodias. Mas respeito de quem gosta de sofrências e outras coisas que não são da minha preferência…

Minha preferida é: All You Needs is Love. E a sua?

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– 4 anos sem Chuck Barry!

Caramba, parece que foi ontem! Hoje já faz 4 anos que o guitarrista Chuck Barry morreu (ele estava com 90 anos à época). Um dos revolucionários do rock, de musicalidade incrível e influente até hoje.

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Confira “Johnny b good” em vídeo clip, aqui: https://www.youtube.com/watch?v=ljHXMWR7JTY

– Recordando o 6o ano de sua partida: Inezita Barroso e os Acidentes Domésticos

Há 6 anos, falecia Inezita Barroso! Relembrando:

Inezita Barroso, ícone da música caipira e precursora das mulheres no meio artístico, faleceu neste domingo (curiosamente, no Dia Internacional das Mulheres).

Mesmo sendo paulistana, representou muito bem a cultura caipira. Ela tinha 90 anos e foi internada após um acidente doméstico.

Isso chama muito a atenção: quantos idosos são vítimas de bobos acidentes dentro de casa e acabam sofrendo complicações maiores!

Enfim: que descanse em paz, sabendo que sucessos da moda de viola como “Lampião de Gás” e “Marvada Pinga” se eternizarão na história da música brasileira.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para créditos na postagem.

– Você conhece a banda Siervas?

Olha só que bacana: um grupo de rock / pop católico, formado por jovens freirinhas de um convento do Peru e que faz sucesso nos países de língua espanhola do nosso continente.

Mais do que isso: a canção mais famosa, “Confía em Díos”, foi produzida por Joe Martlet e Francisco Murias, que produziram trabalhos do Foo Fighters e Nirvana.

Boa música em: https://youtu.be/2B2nWFe4scw

Ops: em todas as turnês, no pós-show, há trabalhos em obras de caridade promovidos e com participação das irmãzinhas.

– O Padre DJ das baladas católicas!

DJ Zeton ou Padre José Antonio?

As novas formas de evangelização são necessárias, e dentro deste espírito missionário, compartilho essa interessante matéria, abaixo,

Em: https://epoca.globo.com/sociedade/quem-o-padre-dj-que-viralizou-nas-redes-sociais-1-24809550

QUEM É O PADRE DJ QUE VIRALIZOU NAS REDES SOCIAIS

Após performance que rompeu a bolha dos jovens católicos, viralizou e gerou memes, DJ Zeton fará nova apresentação neste dia 25

DJ Zeton viralizou nas redes sociais Foto: DIVULGAÇÃO/DJ ZETON
DJ Zeton viralizou nas redes sociais Foto: DIVULGAÇÃO/DJ ZETON
BBC topo (Foto: BBC)

Mesmo os católicos que frequentam a Paróquia Nossa Senhora das Graças, no Jardim Reimberg, zona sul de São Paulo, teriam dificuldade para saber quem é José Antônio da Silva Coelho. Mas basta falar em padre DJ Zeton, como ele é conhecido, e pronto: todo mundo sabe quem é.

No último dia 11, por conta de uma live promovida pelo canal católico de televisão Rede Vida em prol da Fazenda da Esperança, centro de recuperação de dependentes químicos em Guaratinguetá, interior paulista, esse insólito padre DJ ganhou as redes sociais.

“E você agora está aqui na Fazenda da Esperança com a balada santa”, disse ele, no evento. “E é um momento para ninguém ficar parado. É para todo mundo dançar. Descontração de Cristo. Balada santa!”

E assim teve início o putz-putz techno, com o padre no comando das pick-ups.

Ele abriu o set fazendo uma versão eletrônica da tradicional canção católica Reunidos Aqui — que fez muito sucesso na adaptação de padre Marcelo Rossi, lançada em 1998. Na plateia, freiras, outros padres e cantores cristãos que também se apresentaram na live batiam palmas. Visivelmente empolgado, Zeton emendou com uma releitura do hit Erguei as Mãos.

“Balada santa agita jovens do mundo inteiro dançando para Deus”, comentou ele. Sua performance evangelizadora rompeu a bolha dos jovens católicos, viralizou e gerou memes.

'Viralizou. Viralizou. Repercutiu bastante, foi para meios não cristãos também', diz Zeton Foto: Divulgação
‘Viralizou. Viralizou. Repercutiu bastante, foi para meios não cristãos também’, diz Zeton Foto: Divulgação

À BBC News Brasil, o sacerdote conta que, quando o evento estava sendo preparado, cerca de um mês antes, estava “um pouco preocupado” sobre como seria sua participação. “Jamais imaginava que na hora que eu tocasse ia dar toda a reverberação que aconteceu”, afirma.

“Viralizou. Viralizou. Repercutiu bastante, foi para meios não cristãos também”, avalia Zeton. “Mas houve muita receptividade. Achei louvável o grau de receptividade. Lógico que sempre surgem críticas, zoação… Surgiram memes e eu lido muito bem com isso. Acho engraçado, dou risada.”

Entre os memes que mais bombaram, há montagens como se o padre estivesse discotecando hits de Pabllo Vittar e a música ‘Judas’, de Lady Gaga.

“Observei um rapaz, um garoto que estava falando [nas redes sociais] muita zoação com o vídeo porque colocaram uma música secular e ficou muito engraçado. Mas quando ele viu o vídeo original, ele disse que se arrependia de ter zoado tanto, que era tão bonito, ‘que padre ungido é esse’, ‘que coisa linda’, ‘eu me apaixonei por essa igreja'”, relata.

“Então é assim: evangeliza mesmo. E o intuito é esse”, prossegue. “Ir além das fronteiras, para evangelizar. A gente fica feliz por isso, vê que nosso trabalho está chegando ali onde está precisando chegar. E acredito que sim, que evangeliza até aqueles que não são do meio católico. A semente é lançada, às vezes a pessoa ri, mas depois fica curiosa e vai ver quem é esse padre.”

E ele faz questão de frisar que é um padre como qualquer outro. “Vivo minha vida sacerdotal com muito esmero e dedicação, celebro missa. Sou pároco”, explica.

O sucesso foi tanto que o DJ tem outra apresentação marcada para o próximo dia 25, no Natal, às 20h30, em mais uma live em prol da Fazenda da Esperança.

Antes de ingressar no seminário, José Antônio da Silva Coelho atendia pelo nome artístico de DJ Tony Simple Foto: Divulgação
Antes de ingressar no seminário, José Antônio da Silva Coelho atendia pelo nome artístico de DJ Tony Simple Foto: Divulgação

Das boates do Rio para a balada santa

Antes de ingressar no seminário, José Antônio da Silva Coelho atendia pelo nome artístico de DJ Tony Simple. Nascido em Campos dos Goytacazes, no interior do Rio, ele começou a discotecar aos 16 anos — hoje ele tem 49 anos.

“Foi por curiosidade. Gostava de música eletrônica e era uma época em que nem existia direito computador nem nada”, recorda.

“Mas uma banda fazia uma música toda cheia de efeito, muito bem dançante, era a Sigue Sigue Sputnik [grupo britânico new wave criado em 1984]. Eu me atraí muito por aquele ritmo e tudo. Quando lá por fins dos anos 1980 foram surgindo músicas mais voltadas para esse ritmo, eu fui me encaixando ali, fui aprendendo a fazer mixagem, ouvindo programas de rádio…”

A estreia profissional foi numa boate de sua cidade natal. Ele passou a comandar o som nas domingueiras, como eram conhecidas as baladas de domingo.

“Acabou que engendrei uma carreira que perdurou uns nove, dez anos, até minha entrada no seminário”, diz ele. “Toquei em todas as boates famosas da cidade, algumas boates fora da cidade também, alguns lugares no Rio de Janeiro. Muitas festas, aniversários, casamentos, formaturas, festas particulares, festas temáticas. É, a gente badalou bastante, por longos períodos.”

Autodidata, ele comenta que aprendeu a ser DJ “perguntando aqui, perguntando ali” e “vendo como os outros faziam”.

José Antônio decidiu se tornar padre em 1999 Foto: Divulgação
José Antônio decidiu se tornar padre em 1999 Foto: Divulgação

Em 1999, decidiu se tornar padre. “Decisão, não”, corrige ele. “É uma vocação. Foi um grande chamado de Deus.”

Mudou-se para São Paulo e ingressou então no seminário da Fraternidade Jesus Salvador, na diocese de Santo Amaro. Ele conta que, nesse processo de conversão, achou por bem deixar todo o passado como DJ para trás.

“Abandonei tudo, larguei tudo: materiais, discos, tudo. Dei tudo e fui para o seminário”, lembra.

Mas o passado parecia persegui-lo. Logo no primeiro ano como seminarista, começou a trabalhar com jovens em uma paróquia da região. Nas conversas, eles comentaram que gostariam de ter uma discoteca na igreja.

“Já existiam músicas eletrônicas católicas. E aí eles descobriram que eu já tinha sido DJ. Pediram para eu tocar”, conta o padre.

Segundo ele, foi um evento bastante precário. Colocaram uma iluminação mambembe, conseguiram um aparelho de discotecagem “bem velhinho”. Para a molecada, funcionou — a festa começou à 19h30 e durou até meia-noite.

“Eu me senti numa situação muito complicada”, relembra Zeton. “Achava tudo muito parecido com o que eu tinha largado porque havia me convertido. Fiquei com muito medo. Medo de estar voltando para aquela vida, mesmo que tocando música cristã. Fui ficando com medo.”

Mas o sucesso da “cristoteca” foi grande e, estimulado pelos jovens e com sinal verde de seus superiores no seminário, não teve jeito: no ano seguinte os eventos passaram a ser encarados como um projeto evangelizador. Se já não era mais DJ Tony Simple há algum tempo, José Antônio da Silva Coelho agora estava se tornando o padre DJ Zeton.

'Decisão, não', corrige ele. 'É uma vocação. Foi um grande chamado de Deus' Foto: Divulgação
‘Decisão, não’, corrige ele. ‘É uma vocação. Foi um grande chamado de Deus’ Foto: Divulgação

“Chamamos o projeto de balada santa e passamos a realizá-la de dois em dois meses. Eu ainda tinha uma briga interior muito grande sobre se deveria tocar ou não tocar, se isso era de Deus. Mas tinha o aval do meu reitor de seminário e isso foi se encorpando”, conta.

“No carnaval daquele ano, fizemos a balada santa dentro do retiro que promovemos para os jovens. Eu tinha medo, estava decidindo não fazer. Afinal, tinha entrado no seminário para me tornar padre, não para continuar como DJ.”

Ele conta que naquela época as baladas eram feitas no improviso, com “uns CDzinhos de algumas músicas que eu conseguia na época” e “até fita cassete”.

E as dúvidas sobre seguir ou não discotecando foram dissipadas ao mesmo tempo em que o sucesso vinha. Para Zeton, foi um sinal de Deus, que “queria mesmo que eu fosse para esse caminho”, quando numa noite ele viu na pista uma “dança muito sadia”.

“Eram velhinhas, freiras, seminaristas, padres, jovens, pais, crianças, todo mundo entrou na dança, em clima de muita paz, tranquilidade. Decidimos usar música eletrônica para evangelizar e isso deu muito certo”, entusiasma-se.

Zeton acredita que é possível usar seu talento musical para 'atrair os jovens para a Igreja' Foto: Divulgação
Zeton acredita que é possível usar seu talento musical para ‘atrair os jovens para a Igreja’ Foto: Divulgação

Nova evangelização

Zeton lembra os apelos do antigo papa João Paulo 2º (1920-2005) para justificar seu método diferente de evangelização. “Quando tudo começou, eram jovens querendo algo assim para se divertir, mas que fosse sadio. Eles não queriam ir para uma balada que tivesse drogas, bebidas. Queriam um lugar para dançar música conversando com Deus, mesmo que dançando. E ali eu fui enxergando que Deus queria isso”, afirma o padre.

“Até que me encontrei com a pregação do papa João Paulo 2º, que dizia que a gente deveria evangelizar com novos métodos, nova linguagem”, comenta. Cunhado pelo papa Paulo 6º (1897-1978) em exortação apostólica de 1975, o termo “nova evangelização” acabou sendo popularizado mesmo por João Paulo 2º.

“A evangelização ganhará toda sua energia se for um compromisso, não de reevangelizar, mas uma nova evangelização. Nova em seu ardor, métodos e expressão”, afirmou o papa em discurso a bispos latino-americanos em 1983.

Apelos semelhantes apareceriam em outros documentos de seu pontificado, como a encíclica ‘Redemptoris Missio’, de 1990, e a carta apostólica Tertio Millennio Adveniente, preparada para celebrar a chegada do ano 2000.

Zeton passou a acreditar que seria possível usar seu talento musical para “atrair os jovens para a Igreja”. “Isso não resolve a vida deles, mas começa a resolver”, afirma. “O feedback é muito grande, recebo muitos testemunhos.” Ele enumera casos de ex-dependentes químicos que hoje são músicos católicos e jovens que acabaram se tornando seminaristas. “Muitos gostam, muitos mesmo”, garante. “São tantas coisas boas, tantos fluidos bons que eu vejo que vem de cada jovem.”

De sua parte, ele diz que gosta de deixar claro que está na festa sempre como um sacerdote. Por isso não abre mão de vestir batina nesses eventos, “para passar mesmo que é um padre que está ali tocando e evangelizando”.

Legião

Na vida pessoal não são só hits cristãos que tocam no fone de ouvido do padre. Ele conta que é “bem eclético” na hora de relaxar. “Mesclo muito músicas católicas, mas gosto também de músicas seculares, como a gente chama. Músicas dance e flashback: sou apaixonado por músicas dos anos 80. Vivi muito essa época, foi toda a minha adolescência e juventude. Curto de tudo um pouco”, revela.

“Gosto de MPB, de um sambinha de raiz, gosto de música que tenha letra para refletir, que passe alguma mensagem”, conta. “Gosto do rock brasileiro dos anos 80. Sou apaixonado pela banda Legião Urbana. Curto Paralamas [do Sucesso], Titãs, Engenheiros do Hawaii, Biquini Cavadão, Capital Inicial, Barão Vermelho, curto tudo isso e escuto muito. Roupa Nova também. Gosto de Michael Jackson, essas coisas sadias de se ouvir. U2, Information Society… Gosto muito de música clássica, muito mesmo. Sou bem versátil no que escuto.”

– A Som Livre está a venda.

A Som Livre é a grande gravadora brasileira, e pertence ao Grupo Globo. Na era dos LPs, K7s e CDs, era quase que imbatível. Mas como os tempos mudam… a mídia (e a empresa) deve mudar também.

Quem quer comprar uma gravadora?

Abaixo, extraído de: https://valor.globo.com/empresas/noticia/2020/11/18/globo-inicia-estudos-para-vender-a-gravadora-som-livre-sembarreira.ghtml

GLOBO INICIA ESTUDOS PARA VENDER A GRAVADORA SOM LIVRE

A Globo deu início a estudos para a venda da gravadora Som Livre.

A gravadora é a terceira maior do país pelo critério de receita, atrás apenas de Sony e Universal e à frente da Warner Music, segundo apurou o Valor.

A decisão de vender a Som Livre é parte do processo de transformação da companhia, baseado no modelo D2C (sigla em inglês de “direto para o consumidor), no qual uma empresa controla todas as fases dos processos de produção e distribuição.

Em nota, a Globo informou que vem fazendo uma análise detalhada do valor estratégico de seus ativos, com foco nos negócios que mais atendem à sua estratégia principal.

“A música continua muito importante no portfólio da Globo, mas acreditamos que é um bom momento para sairmos do negócio tradicional de gravadora e nos concentrarmos na estratégia D2C”, diz Jorge Nóbrega, presidente executivo da Globo, frisando que a gravadora é um negócio “sólido e rentável.”

Fundada em 1969, a Som Livre tinha o objetivo principal de pôr à disposição do público as trilhas sonoras das novelas e minisséries da Rede Globo. Nas suas primeiras décadas de existência, apesar do lançamento de artistas individuais, o grosso do negócio da gravadora foi baseado em trilhas sonoras e compilações.

Com a entrada em cena da música digital via internet, no início dos anos 2000, primeiro por meio de downloads e mais à frente com o streaming, a empresa percebeu que essa linha de negócios não era sustentável, lembra Marcelo Soares, diretor-geral da Som Livre.

Há dez anos, a Som Livre fez uma mudança em seu modelo de negócios, migrando seus investimentos para a gestão de talentos. Passou, também, a atuar em diversas plataformas.

“Com esse entendimento de que compilação não seria mais um negócio sustentável, a gente precisou entrar num negócio de realmente contratar artistas, desenvolver artistas e trabalhar diretamente com o elenco, o talento. E a nossa aposta foi essa: de gerir conteúdo, ter propriedade de conteúdo”, explica Soares.

“O Brasil é um mercado onde a música local representa quase 70% do consumo total. A Som Livre, com foco integral na música brasileira, cresceu por mais de dez anos seguidos numa velocidade maior que a do mercado”, acrescenta o diretor-geral da Som Livre.

A gravadora revelou talentos como Djavan, Rita Lee e Novos Baianos e conta hoje com um elenco ativo de cerca de 80 artistas.

Cantores sertanejos estão descontentes com gravadora da Globo

Imagem extraída da Web.

– Prazeres da vida!

Recordar é viver… há 4 anos:

Vídeo produzido e editado pela Atriz e Diretora de Cinema Mirim… MARININHA, 7 anos.

❤️️🌺💕👍🏻😘🐶!

E o papai babão e coruja fica feliz! Abaixo, “A Menina e a Cachorra“:

– 31 anos sem o Maluco Beleza!

Um gênio, poeta e doido partiu há 31 anos.

Êta Raul Seixas… Se as drogas não tivessem acabado com ele, a metaformose ambulante continuaria por aí, sendo a Mosca na Sopa de muita gente que insiste em ser Camboy Fora da Lei! Valeu simpatia. Quem sabe daqui a 10.000 anos a gente se vê, pegando a linha do Metrô 783… Mas não estarei lá naquela sua Sociedade Alternativa não, hein?

Brincando com suas letras e canções, da inspiradíssima Gita a tantas outras, minha preferida é essa:

TENTE OUTRA VEZ

Veja!
Não diga que a canção
Está perdida
Tenha fé em Deus
Tenha fé na vida
Tente outra vez!…

Beba! (Beba!)
Pois a água viva
Ainda tá na fonte
(Tente outra vez!)
Você tem dois pés
Para cruzar a ponte
Nada acabou!
Não! Não! Não!…

Oh! Oh! Oh! Oh!
Tente!
Levante sua mão sedenta
E recomece a andar
Não pense
Que a cabeça agüenta
Se você parar
Não! Não! Não!
Não! Não! Não!…

Há uma voz que canta
Uma voz que dança
Uma voz que gira
(Gira!)
Bailando no ar
Uh! Uh! Uh!…

Queira! (Queira!)
Basta ser sincero
E desejar profundo
Você será capaz
De sacudir o mundo
Vai!
Tente outra vez!
Humrum!…

Tente! (Tente!)
E não diga
Que a vitória está perdida
Se é de batalhas
Que se vive a vida
Han!
Tente outra vez!…

Vídeo em: http://www.youtube.com/watch?v=Ef7jUQOCjS0&feature=fvst

– 43 anos da Morte de Elvis Presley

Hoje faz 43 anos que o Rei do Rock’n Roll Elvis Presley se foi!

Se não fossem as malditas drogas…

A minha preferida: Suspicious Mind! (http://www.youtube.com/watch?v=SBmAPYkPeYU)

– Um dopping natural?

Não sei onde eu li essa frase do nadador megacampeão Michael Phelps, mas ela me chamou a atenção porque é perfeita para muitos.

Sobre “de onde vem sua motivação” durante um treino ou para uma prova, ou se ele “toma alguma coisa especial”, disse que:

“A música é o dopping natural para o esporte”!

Pois é: o dopping psicológico e emocional é cada vez mais verdadeiro e real no dia-a-dia dos esportistas: um estádio lotado gritando para seu ídolo, uma preleção energizada do treinador, ou até mesmo uma música que transmita uma mensagem ou melodia entusiasmante, são, sem dúvida, fatores que estimulam naturalmente.

Muito mais sadio do que anabolizantes e seus afins, não? Embora, isso possa trazer um questionamento paralelo a este assunto: no futebol, na época de estádios vazios que vivemos, o grito da torcida pode estar fazendo falta aos jogadores?

– Quero ter o ânimo e a pureza das crianças!

Meu sobrinho Miguel “é o cara”. Ou melhor: “é o carinha”!

Olhe ele no melhor estilo Rock’n Roll brincando com o tio Rafa (como ele gosta de me chamar). O pique dele é contagiante!

Ainda, vale sua risada e seu lindo sorriso no “Teatro do Cebolinha”. Abaixo,

No link em: https://youtu.be/NkQozcQ9S-A

– 123 anos de Pixinguinha!

No dia 23 de abril de 1897 nascia Pixinguinha, o pai de um dos ritmos mais prazerosos de se ouvir: o Chorinho! Por isso, hoje se celebra o Dia do Chorinho!

Carinhoso é o carro-chefe das suas obras-primas. Mas sabia que a letra da canção só veio anos mais tarde, com o compositor João de Barro?

Ouça essa maravilha: http://www.youtube.com/watch?v=EGWg4YpS1ls

– A live do Roberto Carlos pelos seus 79 anos.

Nestes momentos em que bastante gente vem fazendo live na Web (muitos por cooperação, outros por altruísmo e alguns artistas por conta do mercado mesmo), eis que o Rei Roberto Carlos fará uma na comemoração de seu aniversário, no próximo domingo (19h45, pelo seu YouTube e também pelo Globoplay).

Sou fã confesso das suas canções! Aprendi a ter tal bom gosto musical com meu pai e minha mãe, compartilhei essa paixão com minha esposa, ensinei minha filha mais velha a gostar (ela tem 11 anos) e até minha pequena de 2 aninhos sabe cantarolar o La-la-la-la-la-la-lá repetitivo de “A Guerra dos Meninos”

Nesse horário, amanhã, não perderei por nada essa live. O aniversário é dele, mas o presente será dado a nós!

Ops: a canção citada pela minha caçulinha, aqui: https://youtu.be/e1DPd8hKmk4

– 3 anos sem Chuck Barry!

Caramba, parece que foi ontem! Hoje já faz 3 anos que o guitarrista Chuck Barry morreu (ele estava com 90 anos à época). Um dos revolucionários do rock, de musicalidade incrível e influente até hoje.

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Confira “Johnny b good” em vídeo clip, aqui: https://www.youtube.com/watch?v=ljHXMWR7JTY

– Parabéns Nando Reis! Drogas, não.

Estava ouvindo o ex-Titãs Nando Reis no Programa Morning Show da Rádio Jovem Pan, meses atrás. E questionado sobre as frequentes declarações de compositores que fazem canções sob efeito de drogas (que elas inspirariam), ele declarou:

Eu não posso dizer que usava para compor, já fiz boas a más canções com elas. Mas para você sair é difícil, foi uma luta para eu parar. Você não precisa da droga. Eu usava para fugir do mundo, mas para isso existe outras coisas como ginástica por exemplo. E as drogas fazem muito mal!“.

Se eu já o admirava, admiro muito mais!

Xô, drogas!

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– A Banda do Guri no Parque da Cidade!

Quem gosta de música de qualidade, ambiente familiar e lugar aprazível em meio à natureza, prestigie as crianças e adolescentes do Projeto Guri.

A Banda do Guri vai tocar “em ritmo de Carnaval” no Parque da Cidade. Vale a pena aparecer por lá!

Informações na figura:

– Há exatos 56 anos, os Beatles eram chamados de Desafinados!

Faz 56 anos tal fato: os Beatles desembarcavam nos EUA pela primeira vez, e… Mesmo  já relativamente famosos, foram chamados de “ridículos” e “caipiras”.

A CBS chegou a dizer, vejam só: “Não-heróis, fazendo não-música, com não-cortes de cabelo”.

Aliás, além das críticas dizerem que eles eram apenas “publicidade europeia”, os americanos adoravam falar sobre os cabelos do pessoal de Liverpool. Veja abaixo a matéria feita sobre os 50 anos da data, em:

http://g1.globo.com/musica/noticia/2014/02/ha-50-anos-ida-dos-beatles-eua-foi-criticada-ridiculos-cabelo-de-tigela.html

BEATLEFOBIA

O primeiro desembarque dos Beatles nos EUA, que completa 50 anos nesta sexta-feira (7), foi criticado e ridicularizado em jornais norte-americanos, mesmo com a crescente “beatlemania” dos fãs no país. O quarteto britânico era um “desastre” com “cabelos de tigela de pudim” para a revista “Newsweek”. “Ridículos”, atacou o jornal “Daily News”.

A chegada da banda a Nova York, em 7 de fevereiro de 1964, foi episódio fundamental na história da música pop. É um marco da “invasão britânica” às paradas americanas. Mas, para o “New York Daily News”, seria apenas “leve entretenimento” passageiro, enquanto não vinham problemas mais pesados, como a Guerra Fria.

No aeroporto, John, Paul, George e Ringo rebateram perguntas maliciosas em entrevista coletiva. “Que acham de Beethoven?”, quis saber um repórter. “Ótimo. Especialmente seus poemas”, troçou Ringo. “Já decidiram quando vão se aposentar?“, atacou outro. “Semana que vem”, disse Lennon. A banda seguiu por mais seis anos e nunca mais foi tratada com tanto desdém.

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– O novo nome do Roupa Nova era ação de marketing da Unilever!

A carismática banda musical Roupa Nova anunciou que, em auto-homenagem aos 40 anos de carreira, estava mudando o nome para “Roupa Sempre Nova”, pois não envelheceriam.

E não é que era uma “pegadinha”? Para promover o amaciante de roupas Comfort, a Unilever criou a campanha publicitária relacionando o nome do grupo com as qualidades do produto de limpeza.

Abaixo, extraído de: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2020/01/28/roupa-nova-muda-de-nome-em-pegadinha-da-comfort.html

ROUPA NOVA MUDA O NOME

Depois de anunciar a transformação para Roupa Sempre Nova, grupo revela que a mudança é fruto de uma parceria com marca da Unilever

Depois de quatro décadas de existência, o grupo musical Roupa Nova surpreendeu os fãs nessa segunda-feira, 27, anunciar que mudaria de nome, passando a se chamar Roupa Sempre Nova. Em suas redes sociais, a banda disse que a mudança era uma homenagem a seus 40 anos de estrada. Nesta terça-feira, 28, o grupo revela que a transformação é uma brincadeira, parte de uma nova campanha da Comfort, da Unilever, com o mesmo mote.

A parceria inaugura a turnê em comemoração à trajetória do Roupa Nova, que começa em fevereiro. No digital, a Comfort também realiza uma ação integrada com outros influenciadores, como a cantora Luísa Sonza e a atriz e apresentadora Fernanda Paes Leme. Antes da revelação da campanha, as influenciadoras compartilharam posts onde diziam ser fãs da banda em suas redes sociais. Agora, Luísa e o Roupa Nova divulgarão um filtro no estilo karaokê para o Instagram, com a letra da música “Whisky a gogo”. A ideia é promover o engajamento de diferentes gerações em torno do grupo clássico dos anos 80. Idealizada junto à F.Biz, a ação também reforça o reposicionamento da marca, que começou em 2018 com o slogan “Vida Longa às Roupas”.

“O elemento surpresa é uma forma bacana de fazer as pessoas entenderem o novo posicionamento da marca. O desafio é conseguir falar com toda população brasileira e justamente por isso escolhemos o Roupa Nova, mas também desenhamos o movimento de twitteiros, fofoqueiros e da Luisa Sonza para somar forças, trazendo também o público jovem para ampliar a mensagem”, afirma Bruna Lettiere, gerente de marketing da Comfort.
Os melhores trechos gravados com o filtro pelos internautas serão condensados em um videoclipe, que será exibido em um show em São Paulo em fevereiro. Os três fãs mais criativos também ganharão um par de ingressos e terão direito a um encontro com o Roupa Nova e Luísa Sonza no Camarim. “Esta ação coloca a marca como parte de uma conversa online diretamente associada ao nosso posicionamento, mas que também terá desdobramento fora das plataformas digitais”, acrescenta Yasmine Antacli, diretora de marketing para divisão de Home Care, da Unilever.

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– Uma mãe de viciado sobre Ludmila na Fátima Bernardes e o boicote dos consumidores contra a empresa de cosméticos (#ComLudmillaNaAvonTôFora)

Já viram a campanha #ComLudmillaNaAvonTôFora, que convida as pessoas a colarem essa #hastag de repudio à empresa de cosméticos?

Pois é: após a música que faz apologia às drogas chamada “Verdinha”, a cantora Ludmilla ganhou elogios entre os defensores da liberação das drogas e usuários da Maconha. E, como toda celebridade, ela tem um público cativo – que pode gostar desde as suas músicas, seu comportamento e até mesmo sua ideologia (não necessariamente concomitantemente).

Entretanto, a AVON, que a tem como garota-propaganda, está sofrendo uma ação de boicote por não combinar os valores dos consumidores da empresa e o mote defensivo de narcóticos da cantora.

Vide em: https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/celebridades/marca-sofre-ameaca-de-boicote-apos-contratar-ludmilla-como-garota-propaganda-32453?fbclid=IwAR1WSSqJ-q2A3Ja9iR_gfs5n1vMcGLTgPfcFO6tJNNKd_FxTdduTYzs_bMk

A mesma Ludmilla trouxe muita repercussão quando esteve na Rede Globo, no Programa de Fátima Bernardes, dias atrás, trazendo grande aborrecimento às pessoas que possuem dependentes de drogas em seus lares e a fala descompromissada de responsabilidade social.

Enfim: tratar a Maconha como algo recreativo e sem alertar aos problemas sérios que são trazidos à saúde por uma artista, nada mais parece como um meio de se ganhar dinheiro sem pensar nas consequências. Ou não?

Abaixo, uma publicação extraída do Facebook da Jornalista Izilda Alves, da Federação do Amor Exigente:

INDIGNADA, MÃE QUE PERDEU O FILHO POR DEPENDÊNCIA DE MACONHA ESCREVE A LUDMILLA E A FÁTIMA BERNARDES

Vocês não viveram na pele o que eu e outras tantas mães passamos por causa do uso de maconha pelos nossos filhos: surtos, agressões, traficantes (por causa de dívida e a família é quem paga, para que não se pague tirando a vida deles), e por último a demência mental que esta maldita droga, a maconha, causa.”.

Palavras de JANI XAVIER, que na véspera do Dia das Mães DE 2017, estava no Instituto Médico Legal, de Cotia, cidade paulista a 35 quilômetros da capital, reconhecendo o corpo do filho de 27 anos, Jefferson, que desenvolveu esquizofrenia por uso de maconha e foi encontrado morto na rua. Foi em 13 de maio de 2017. “Até hoje, não superei essa dor devastadora”, chora Jani Xavier em sua carta a Ludmilla e a Fátima Bernardes:

“Ludmilla e Fátima Bernardes, minha total indignação por apresentarem a música Verdinha numa emissora de TV em horário em que a maioria das crianças e adolescentes assiste, principalmente neste mês de férias.. Vocês não viveram na pele o que eu e outras tantas mães passamos por causa do uso de maconha pelos nossos filhos: surtos , agressões, traficantes ( por causa de dívida e a família é quem paga, para que não se pague tirando a vida deles), e por último a demência mental que esta maldita droga, a maconha, causa no cérebro deles, a esquizofrenia.
Proponho a vocês, Ludmilla e Fátima Bernardes passarem um único dia em um hospital psiquiátrico vendo como é o sofrimento de mães, vendo filhos internados por doença mental, causada pela maconha, e ouvindo a história de cada família!!! Aí eu queria ver se a vida de vocês não não iria mudar!!.
A Fátima tem três filhos e ela não está imune de que um deles ou todos eles venham a fazer uso desta droga, a maconha, por incentivo de uma música que ela própria permitiu que entrasse no seu programa, Encontro com Fátima Bernardes, e dentro de todos os lares, inclusive do dela.”

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– “Guerra dos Meninos”, de Roberto Carlos, por Maria Estela Porcari

Minha caçulinha “Teté” é uma figurinha! Ela aprende fácil toda canção que ouve, e como gostamos do Rei Roberto Carlos, ela escutou algumas poucas vezes “Guerra dos Meninos” e gravou o “Lá-la-la-la-lá” que ficou tão marcante nesta música dos anos 80.

Hilário!

Escute com o som bem alto,

em: https://youtu.be/e1DPd8hKmk4

– A Compositora do Rei Roberto Carlos!

Há 1 ano…

Nessa semana morreu Isolda Bordout Fantucci, compositora de várias músicas de sucesso, entre elas, Outra Vez, eternizada na voz de Roberto Carlos.

Ao ler sua biografia, me impressionei com algo inusitado: Isolda escreveu muitas canções, gravadas por Milton Carlos (seu irmão), Nalva Aguiar, Nilton César, Agnaldo Rayol e Antonio Marcos (ícones dos anos 70). Em 1973, Roberto Carlos gravou Amigos, Amigos e em 1977, Outra Vez, que foi um hiper sucesso.

Sabe quando nasceu Isolda? Em 1957! Isso significa que já era “veterana”, com 16 anos, quando o Rei gravou a primeira música dela.

Dessa forma, com 61 anos de muita genialidade, descansou essa genial musicista.

Abaixo, “Outra Vez”: https://www.youtube.com/watch?v=5sztUdtkdH4

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– Marie Fredriksson: Saudade do Roxette

Puxa, com 61 anos morreu de câncer a vocalista da banda sueca Roxette!

Como não curtir a famosa Spending my time, que embalou casais apaixonados nos anos 90?

Que possa descansar em paz!

Extraído de: https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/entenda-que-o-cancer-no-cerebro-que-matou-cantora-marie-fredriksson-do-roxette-24130382

ENTENDA O QUE É CÂNCER NO CÉREBRO QUE MATOU A CANTORA MARIE FREDRIKSSON

Vocalista da dupla Roxette , a cantora sueca Marie Fredriksson  morreu aos 61 anos, por causa de um câncer no cérebro . Em 2002, Marie foi diagnosticada com o tumor após desmaiar dentro de casa e desde então lutava contra a doença. O câncer no Sistema Nervoso Central (SNC) envolve o cérebro e a medula espinhal. 

De acordo com Antônio Aversa, chefe da seção de Neurocirurgia do Instituto Nacional do Câncer ( Inca ), os tumores malignos no cérebro são relativamente raros em adultos, correspondendo a cerca de 2,7% dos tipos de câncer, com um discreto aumento da incidência nos idosos. É, entretanto, o segundo tipo de câncer mais comum na infância. A  estimativa anual para o Brasil projetada pelo Inca é de 5.800 novos casos entre homens e 5.500 novos casos em mulheres.

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– Gosto não se discute.

Ludmilla é uma cantora popular. Como não gosto dos ritmos que ela canta (mas respeito quem possa gostar), desconheço suas canções.

E, desavisadamente, li uma letra que fazia apologia às drogas, falava debochadamente de venda a “R$ 1,00 o grama” e que seria um sucesso nas rádios. Daí descobri que é uma música dessa cantora, chamada “Verdinha”.

Cá entre nós: há gente que pode curtir, mas eu tô fora. Drogas viciam, fazem mal e trazem transtornos aos familiares. Lamentavelmente, nas “ondas de modismo do mundo”, pessoas usam como expressam de rebeldia ou por pura picuinha mesmo.

Gosto não se discute; mas, como diria um amigo meu, “gosto se lamenta…”

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– Viva Santa Cecília, Padroeira dos Músicos!

A todos os músicos (assim como “eu”), hoje é um dia de alegria. É dia de Santa Cecília, padroeira dos músicos!

A seguir, a belísisma história da nossa intercessora:

http://www.ordemdesantacecilia.org/historia_de_santa_cecilia_2.html

Ops: Acho que exagerei quando disse que era músico. Esposo de instrumentista também entra na categoria? Sou afinadinho…

Abaixo, o hino de Santa Cecília:

http://www.ordemdesantacecilia.org/hino_de_santa_cecilia.html

Ops2: Tudo bem, até minha filhinha toca melhor do que eu. Não sei nem bater palmas…

Agora, a Oração de Santa Cecília:

http://www.ordemdesantacecilia.org/oracao_a_santa_cecilia.html

Ops3: Músico ou não, o que vale é a fé em Santa Cecília!

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– Guilherme Arantes e a triste apologia da Maconha como inspiração

Repost de 3 anos:

Puxa, uma decepção. Sempre gostei das músicas de Guilherme Arantes, mas nesta sexta-feira, no Programa “JP Morning Show”, declarou que usava maconha para se inspirar no seu trabalho artístico:

Na minha geração todo mundo fumou e cheirou (…) Uma coisa eu posso afirmar: a cocaína não é boa para compor, é muito ruim. A maconha é algo altamente positivo para a prospecção e criação das letras”.

Triste demais. Sou contra QUALQUER tipo de drogas. Não precisamos de alucinógenos venenosos para fuga da realidade. Nunca!

 

– MC Gui debochando da menina com câncer: atitude faz o cantor perder contratos…

A “infelicidade dos atos” faz parte das ações do dia-a-dia de qualquer um, já que errar é humano. Mas você pode evitá-las! E quando falamos em pessoas conhecidas, celebridades ou marcas, se policiar é ainda mais importante, pois o talento e sua valorização podem estar atrelados em seus passos cotidianamente.

Digo isso pois leio que o cantor MC Gui (por ignorância minha, nunca ouvi música dele nem sei das suas qualidades sonoras) postou um vídeo na Disneylândia, onde passeava, ironizando o rosto e o cabelo artificial de uma menina. A garotinha percebeu, ficou constrangida mas ainda assim o bobalhão continuou.

Se não bastasse o bullying e a atitude desrespeitosa (poderíamos parar por aqui, tamanha foi a estupidez), circula a informação que a menina (July) era careca e estava de peruca por conta dos efeitos quimioterápicos do tratamento contra o câncer.

Mesmo se a informação sobre a doença da menina for desmentida, de nada isenta o artista em debochar de uma criança e ridicularizá-la como ele fez. E as consequências para o bolso do rapaz já se fazem vivas: está perdendo contratos publicitários.

Ficará a questão: quando o amadurecimento e a conscientização se farão presentes na vida de pessoas que sempre pensam que a irresponsabilidade e a molecagem são coisas perpétuas e sem frutos negativos?

Abaixo, extraído de IG Celebridades,

EMPRESA CANCELA SHOW DE MC GUI APÓS VÍDEO POLÊMICO

As consequências do vídeo gravado por MC Gui na Disney, em que ri de uma menina, não ficaram apenas nas críticas. O cantor vai sentir também no bolso.

Nesta terça-feira (22), em nota oficial, uma empresa anunciou o cancelamento de um show de MC Gui. Trata-se de uma escola de idiomas localizada em Mato Grosso do Sul.

“O CNA Idiomas Três Lagoas/MS através desse post, informa que foi solicitado o cancelamento do show do cantor MC Gui, que seria realizado no próximo dia 31 de outubro de 2019 em nosso evento do Halloween, por esse motivo também excluímos o post que anunciava o evento. Reforçamos que ética e respeito fazem parte dos valores da nossa empresa e qualquer situação que vá contra nossos princípios em nenhuma hipótese é aceita”, informou a nota.

O caso

MC Gui estava a bordo de um trenzinho que leva turistas às atrações dos parques da Disney, nos Estados Unidos. Ao avistar uma menina no fundo do vagão, o cantor começou a gravá-la e debochar do cabelo dela. Mesmo distante alguns metros, ela percebeu que estava sendo filmada e demonstrou constrangimento com as risadas. Um dos amigos aconselha: “Para, Guilherme”.

O vídeo teve tanta repercussão negativa que Gui decidiu apagá-lo de suas redes sociais. No entanto, aproveitou para gravar um outro vídeo dando explicações e responsabilizando os internautas por não terem levado na brincadeira.

“Aqui nos Estados Unidos, quando chego, vejo pessoas que realmente são muito iguais aos personagens que tem nos filmes, que não existem na vida real, mas as pessoas americanas parecem muito. Agora, no trem, mostrei a menina que estava com o personagem da Boo (do filme Monstros S.A). Eu achei impressionante, porque estava muito parecida. Acabei postando, dei risada porque, realmente, nunca vi aquilo, achei um pouco impressionante. Mano, a Internet tá muito chata. Ela viu que eu estava filmando, a mãe dela veio e comentou. Eu não falo inglês, muitos que estão comigo falam, e ficou meio que uma brincadeira. Não posso postar nada. Estou na Disney, estou de férias, não preciso ficar me explicando por algo que eu não fiz, mas, infelizmente, essa é a Internet que a gente tá usando hoje e é assim que funciona (…) eu filmei não só a criança, como também os pais.. e depois disso conversamos com eles, porque somos fãs do filme e achamos parecido”, reclamou. 

Circula a informação de que a menina se chama July e estaria usando a peruca por estar tratando um câncer.

Crédito: Reprodução
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Crédito: Reprodução

– 42 anos que Elvis morreu!

E hoje faz 42 anos que o Rei do Rock, Elvis Presley, se foi!

Um gênio da música, vitimado pelo maldito vício das drogas

Qual a sua canção preferida? A minha: Suspicious Mind.

– Tim Maia e Raul Seixas: ô meu tempo de moleque…

Viva o YouTube! Eis que revejo em vídeo entrevistas do “Jô Soares 11h30”, há mais de 20 anos, com Tim Maia e Raul Seixas.

Excelente. Para quem não conheceu esses malucos, é bacana assistir. Para quem tem saudades, vale rever.

Nos dois links abaixo:

 

– Guri no Botânico

Já comentamos algumas vezes do sensacional Projeto Guri. E hoje, em Jundiaí, tivemos uma maravilhosa apresentação dos garotos e garotas no Jardim Botânico.

Veja só quanta gente faz parte dessa incrível iniciativa:

Minha filha Marina faz parte da Banda Guri, e faz bonito com seu clarinete. Acho que os sorrisos das vovós dizem tudo… Abaixo:

Enfim: uma palhinha de “Asa Branca”: https://youtu.be/x4DVKJGay9s

Por mais projetos como esses para nossas crianças!

– Projeto Guri de Jundiaí: que maravilha!

Escrevemos dias atrás que o Projeto Guri, uma iniciativa social de desenvolver a cidadania através da música, é um projeto que merece todos os aplausos.

Relembre em: https://wp.me/p4RTuC-nkn

Nesta quarta-feira, os alunos fizeram sua apresentação de fechamento de semestre na Pinacoteca Municipal Diógenes Duarte Paes, e farão outra no Jardim Botânico de Jundiaí (às 10h30).

Algumas canções com o pessoal do clarinete:

Caminho de Luz, em: https://youtu.be/bncUT9I206k

Choral 42, em: https://youtu.be/5-V4gNC2c1Q

Pomp and Circunstanc, em: https://youtu.be/1pPWkzwiToQ

Gravit Falls, em: https://youtu.be/A5IhPV-cXHI

Estão todos de parabéns! Vale a pena investir em Cultura! Olhe aí 

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– Projeto Guri na Rede Globo!

Música e Educação para todos. Viva a Cultura!

Essa introdução é para perguntar: viram a reportagem do Projeto Guri na TV, no Programa “Como Será?“, da Globo?

Compartilho no link em: globoplay.globo.com/v/7657629/

(Entre o minuto 4’22” e 05’08”, está o dueto Marina e Melissa, duas amiguinhas na vida e na música!)

Orgulho de um pai ao ver a filha tocando e escrevendo uma canção

Será compositora?

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– Quanto custou a Virada Cultural?

Pensando cá com meus botões: promover a Cultura sempre é importante, isso é indiscutível. Mas realizar shows musicais em palcos ao ar livre, com shows noturnos e na madrugada, estando frio e chovendo (como foi a Virada Cultural em São Paulo), seria a forma mais adequada?

Será que os munícipes paulistanos (que são os responsáveis pelos impostos que se tornam verba para isso), se pudessem escolher algumas das prioridades, como Educação, Segurança, Saúde e Cultura (outros eventos culturais sem ser música da forma como foi), escolheriam o quê?

Aliás, uma única perturbação: deve ter custado “os olhos da cara” contratar Anitta, Pablo Vittar, Caetano Veloso e outros nomes que fazem shows caríssimos para tal iniciativa. Valeu a pena, ao final das contas?

Da lista oferecida, pensei: o ótimo Palavra Cantada fazendo show infantil às 21h na gelada Capital é meio contra a lógica, não? As mamães devem ter ficado chateadas…

O que mais dói quando vou a São Paulo (e isso acontece em todos os lugares) é ver gente dormindo embaixo dos viadutos. Como entristece tal cena! Talvez esses recursos fossem melhor utilizados se investidos na recuperação social dessas pessoas…

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– Frejat: de bestial a besta

Bestial o trabalho musical de Frejat, líder da banda Barão Vermelho, mesmo quando era coadjuvante do Cazuza.

Bestial a declaração dada, à revista Isto É, sobre a necessidade de estudar a Política no Brasil, separando a demagogia e democracia.

Besta a afirmação pública de que usar drogas nunca o levou a nenhuma experiência negativa, só boas! E que só não faz uso delas hoje devido a idade.

Besta a opinião (embora respeitável) de que São Paulo é que atrapalha politica e administrativamente o desenvolver do país.

De besta e bestial, todos temos um pouco. Ôpa! Alguns tem mais…

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– 56 anos do 1o Disco dos Beatles!

Música boa não envelhece: hoje, 56 anos do primeiro disco dos Beatles! Eu nem era nascido, mas quando jovem eu tinha LP’s… depois CD’s… e agora, áudios em mídia digital no iPod. Ops: iPod? Em pen-drive e na nuvem.

Muda a forma, mas não muda a qualidade das melodias. Mas respeito de quem gosta de sofrências e outras coisas que não são da minha preferência…

Minha preferida é: All You Needs is Love. E a sua?

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