– Escócia fora do Reino Unido muda o quê?

A Escócia votará hoje se quer deixar de ser uma nação pertencente ao Reino Unido. Alguns ultranacionalistas defendem a saída, alegando que o país seria mais rico e melhor atendido socialmente. Outros chegam a dizer que deixariam de ser uma colônia da Inglaterra (o que na prática não é).

Na verdade, parece mais populismo dos políticos de lá. E isso acabará reabrindo outras discussões de regiões autônomas, como Flandres/Bélgica, Qebec/Canadá e Catalunha/Espanha.

Aqui no Brasil, sinceramente, não muda nada!

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– Conflito de Gaza invadindo os gramados…

A equipe do Lille (França) jogava contra o Maccabi Haifa (Israel) num amistoso no interior da Áustria na semana passada. Porém, a partida de futebol não acabou devido a invasão de manifestantes pró-Palestina…

É o reflexo da tensa situação da região chegando ao esporte. O problema é que árabes e judeus não se entendem na Faixa de Gaza, e não se esforçam pelo diálogo!

Triste. AMBOS estão errados! Não se deve tomar partido algum nessa situação.

Que a paz chegue logo (coisa que se espera há muito tempo…).

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– Brasil, Israel e Faixa de Gaza: a gafe ambígua

É público que israelenses e palestinos/ árabes se matam por qualquer discussão, infelizmente. E isso acontece há milênios, registrado pela história, pelos textos bíblicos e pela tradição.

Recentemente, o Hamás atacou Israel que revidou com ataques na Faixa de Gaza. E a escalada da violência é grande. Inocentes morrem, lamentavelmente.

Porém, o Brasil mandou chamar o embaixador brasileiro em Tel Aviv para explicações. Chamar um diplomata” é sempre um ato hostil em qualquer relação diplomática. Como resposta, Israel se referiu ao Brasil como “gigante econômico mas anão diplomático”.

Todos erraram…

Por quê o Itamaraty não chama também os embaixadores da Ucrânia, da Rússia ou da Coréia do Norte?

Por quê Israel não aceita dialogar com seus vizinhos, por mais radicais que sejam, buscando a paz?

Nosso país tem muitos problemas internos a se preocupar do que fazer média com a comunidade internacional.

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– Quem Herdará 22 bilhões de dólares em Ouro?

Parece história de filme: foi revelado um tesouro há 400 anos escondido no Templo de Padmanabhaswamy, na Índia. O montante é em ouro e pedras preciosas e foi dedicado ao deus hindu Vishnu, e ninguém nem sabia da sua existência.

Hoje, o templo pertence à família real indiana, destituída do poder há anos. Os descendentes reais querem a bufunfa; mas o Governo quer o tesouro para ele… E até a entidade religiosa que cultua Vishnu reclamou da posse.

E agora? Quem deve ficar com a fortuna, por 4 séculos escondida e descoberta ao acaso?

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– O trágico acidente na Ucrânia

Um avião malaio que partiu da Holanda foi abatido por guerrilheiros e caiu na Ucrânia. Provavelmente, o míssil partiu de rebeldes separatistas russos.

Sabe de uma coisa? Quer se separar, separe! O que 300 inocentes mortos covardemente têm a ver com isso?

Pura maldade. Que mundo infeliz… E ninguém será preso e nem reparará os estragos ou devolverá as vidas.

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– Ataques Boko Haram contra Igrejas e Esportistas se intensificam na Nigéria

Enquanto as atenções do mundo estão voltadas para o futebol na Copa do Mundo, terroristas nigerianos assustam o seu país!

Os radicais do Boko Haram, grupo que sequestrou dezenas de meninas forçando-as à conversão islâmica e as proibindo de estudar, pois, segundo eles, a Educação pelo modelo ocidental fere os preceitos de Alá, atacaram na semana passada torcedores em bares e locais públicos, distraídos com o jogo da Seleção da Nigéria. No último domingo, atacaram 4 igrejas durante as Missas.

A idéia desses fanáticos é separar o norte do país, criando um estado muçulmano e radical. Para isso, matam inocentes!

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– Viver na Coréia do Norte

Há anos, morreu o ditador Kim Jung-il, o líder da Coréia do Norte que tornou aquele país um alvo mal visto do ocidente, devido a dura imposição do regime comunista, totalitário, e gastos absurdos com militarização e programa nuclear. Mas depois da posse de seu filho, Kim Jong-Um, nada mudou.

Hoje a paupérrima República Norte-Coreana proíbe uso de aparelhos celularessó há TV estatalcarros apenas para executivos do partido comunistatodos devem se recolher para suas casas até as 21h;inexiste internetroupas e comida são controladas pelo governo.

Abaixo, o relato detalhado:

O COTIDIANO NA CORÉIA DO NORTE

Estamos verdadeiramente em outro planeta, se compararmos a nossa vida com a dos norte-coreanos.

Leio na Superinteressante (Revista Superinteressante, Ed Outubro/2010, pg 42-43, por Alexandre Rodrigues, João Guitton, Samuel Rodrigues e Vanessa Reyes), um infográfico sobre como é o dia-a-dia na Coréia do Norte, que talvez seja a maior e mais fechada ditadura comunista do mundo, controlada ao extremo pelo PC local e pelo seu governo totalitário.

Ter celular dá cadeia; o figurino das ruas é sempre o mesmo e o Governo controla até o seu sono. Veja se você se habituaria a um lugar como esse:

DESPERTADOR COLETIVO – às 7h da manhã, alto-falantes despertam a nação. Em cada domicílio e escritório, uma caixa de som na parede toca a rádio estatal.

KIM FILHO – A cara do presidente Kim Il-Jung, herdeiro de Il-Sung, está em todas as ruas, casas, escolas, fábricas, repartições. Lojas têm fotos de Il-Jung fazendo compras ali.

COLETIVO – Os poucos carros vão para os funcionários públicos mais graduados. O comum é ir trabalhar a pé, de bicicleta, em ônibus elétricos e, principalmente, de metrô.

SEM SINAL – Não há semáforos, e nem fazem falta, pois há poucos carros. Policiais conhecidas como “damas do tráfego” direcionam o trânsito.

SUL MARAVILHA – Vindos da Coréia do Sul, balões com pacotes caem do céu. Eles trazem dinheiro, camisetas e panfletos contra a Coréia do Norte.

NOITE FRACA – Às 21h, todos já estão em casa. Não há vida noturna nem na capital, exceto uma boate e um cassino para estrangeiros.

VERSÃO OFICIAL – A mídia admite problemas no país, mas é tudo ‘culpa do imperialismo americano e seus lacaios sul-coreanos’. Ninguém tem acesso à internet para checar os fatos.

LOOK BÁSICO – A maioria das roupas são dadas pelo Estado. Homens ganham conjuntos estilo Mao, azuis ou pretos. Mulheres, blusas brancas e beges, saias pretas e azuis. Crianças, o uniforme escolar.

RAÇÃO – A comida é racionada, e é preciso ir buscá-la todos os dias em lojas do governo. Cigarros, bebidas e congelados são contrabandeados da China.

CIRCO SEM PÃO – Estádios lotam com os participantes da ‘diversão coletiva’. São espetáculos coreografados, parecidos coma abertura dos Jogos Olímpicos – só que sem os jogos.

SE TRUMBICA – Na rua, não se vê celulares – até pouco tempo atrás, quem tivesse um podia pegar pena de morte. Há poucos orelhões, pouco usados. Ligar para quem, se ninguém tem telefone?

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– 13 Conselhos para se Negociar com Chineses

A Revista Época Negócios (Ed de julho/2011, por Dárcio Oliveira) traz 13 interessantíssimos conselhos para quem quer negociar com chineses.

Por exemplo: não interrompa um pensamento de chinês, estude qual estado da China você vai, seja o mais formal possível, comemore antes (e nunca depois), e outros tantos conselhos.

Abaixo:

SILÊNCIO, CHINÊS PENSANDO!

Em seu último dia como presidente da Vale, Roger Agnelli soltou uma curiosa frase sobre a dificuldade de negociar com os clientes chineses, o ganha-pão da mineradora. A um grupo de jornalistas, disse: “Tive de comer muito escorpião para fechar todos aqueles contratos”. Soou como metáfora. Não é. Escorpiões são iguaria comum na culinária chinesa. Come-se de tudo que é jeito: frito, assado, empanado ou mergulhado em molho agridoce. E os chineses adoram convidar potenciais sócios para banquetes com carne de cobra ou lagarto e aperitivos como besouros ou escorpiões. Em geral, os empresários e executivos sentem nojo no princípio, mas depois do primeiro milhão de dólares começam a aceitar melhor as iguarias. Conforme o valor dos contratos aumenta, os pratos vão parecendo mais e mais saborosos.

Comer escorpiões é apenas uma das inúmeras esquisitices, para os costumes ocidentais, do mundo dos negócios chinês. Negociadores de primeira viagem podem sofrer com as diferenças culturais – e até perder negócios. Por isso, selecionamos 13 conselhos de gente experiente no assunto. Por que 13? Para os chineses, o número 1, na casa da dezena, significa “definitivo”. O 3 representa “vida”, “nascimento” ou “evolução”. A combinação dos dois, pronunciada como “shi-san”, significa, para eles, “crescimento garantido”. Ou bons negócios.

(OS 13 Conselhos estão na revista em: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI245857-16363,00-SILENCIO+CHINES+PENSANDO.html clique no link ao lado)

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– Guerra na Criméia?

Não dá para ignorar: a Rússia conseguiu anexar a Criméia ao seu território como estado independente associado, e a Ucrânia prometeu não deixar a efetivação da associação. Assim aconteceu com a Geórgia no caso da Otisséia do Sul, com a Tchetchênia… Quem puder, o Kremilin toma para si!

Parece ironia para quem viveu a época da Guerra Fria: a OTAN ofereceu ajuda aos ucranianos!

Na época da cortina de ferro, improvável…

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– Ucrânia, Criméia e Rússia

Vai dar problema a confusão que envolve a Ucrânia…

O ex-país soviético está num impasse: o presidente anterior se recusa a participar do Mercado Comum Europeu e preferia um tratado de Livre Comércio com a Rússia. Deposto, o “presidente tampão” defende a entrada na Comunidade Européia. Porém, a Rússia não gostou e invadiu a Criméia, região ucraniana que é formada por descendentes russos e que tem simpatia pelo país vizinho. O restante da nação, não.

O presidente Putin alegou que o Exército invadiu a Ucrânia pois naquela região há cidadãos russos e precisa defendê-los. Já o seu colega americano Barack Obama discordou e pediu uma revisão  posicionamento, que logicamente será ignorada.

A questão é: 30% do gás da Europa é vendido pela Rússia e os gasodutos passam por lá; fora outros fatores econômicos.

Sinceramente, está fácil, fácil para a Criméia proclamar independência ou se tornar território da Rússia… E imagine o perigo nuclear que ali habita, entre os ex-comunistas!

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– Ditador Sangrento e Cara-de-Pau

E o presidente da Síria, Bashar Assad, que ousadamente disse:

Esse prêmio (o Nobel da Paz) deveria ter sido dado a mim“.

Ué, depois de promover tantas mortes em seu país, em especial com armas químicas, tem a coragem de publicamente ironizar dessa forma?

Triste.

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– Como “chamar Deus” pelo nome ideal?

Vejam só: o colunista e escritor Christopher Hitchens, em sua coluna quinzenal na Revista Época (15/02/2010, pg 82), tratou de um polêmico assunto: como abordar o nome de Deus!

Explico: na Malásia, “Deus” se traduz como Alá. Como existem cristãos e muçulmanos no país, e estes últimos chamam Deus por Alá, o grupo reinvindicou exclusividade no nome de Deus! Como se Deus, Pai, Alá, Javé fossem todos pessoas diferentes…

Um mesmo Criador com nomes diferentes e pedidos de uso exclusivo por seus fiéis… É o que faltava! Disputarem a pronúncia correta!

O MONOPÓLIO DO USO DA PALAVRA DEUS

Um grande tumulto ocorreu na Malásia no mês passado, depois que o juiz da Suprema Corte Lau Bee Lan proferiu uma decisão judicial sobre o nome adequado para chamar Deus. Grupos muçulmanos haviam apresentado uma reclamação de que cristãos locais estavam usando a palavra “Alá” em suas cerimônias e publicações. Na língua malaia, coincidentemente, essa é a palavra usada para denominar Deus de uma forma geral – e “Deus” é um termo difícil de ser evitado pelos cristãos.

A decisão da alta corte foi dividida. Dizia que o jornal malaio Catholic Herald podia usar “Alá” em sua edição na língua malaia, desde que fosse vendido “apenas dentro dos limites da igreja e ostentasse o rótulo ‘Somente para não muçulmanos’”. Até mesmo essa restrição foi considerada insuficiente para os islâmicos. Algumas igrejas e conventos foram incendiados com bombas, e o governo da Malásia lamentou publicamente a decisão do tribunal. Segundo um relato da Associated Press, as autoridades acreditam que “tornar Alá sinônimo de Deus pode confundir os muçulmanos e acabar induzindo-os a se converter ao cristianismo”. Esse risco parece ser pequeno. A maior parte dos 2,5 milhões de cristãos da Malásia é etnicamente chinesa ou indiana. A verdade é que existe uma leve, porém inconfundível, pincelada de racismo na demanda dos muçulmanos malaios. E isso está acontecendo em um dos países muçulmanos mais celebrados como “moderado”.

Quando falam suavemente para públicos ocidentais ignorantes, os propagandistas muçulmanos algumas vezes dizem de forma reconfortante que nós todos – cristãos, judeus, muçulmanos – adoramos o mesmo Deus. É verdade que o Corão contém muito material tomado emprestado do Pentateuco e do Novo Testamento, mas também é verdade que ele em geral é considerado autêntico somente quando escrito ou declamado em árabe. A língua franca bahasa, da Indonésia e da Malásia, contém muitos empréstimos do árabe, incluindo a palavra que começa com D, mas isso não impede seus falantes cristãos de ter de ouvir que não podem seguir sua própria fé em sua própria língua.

Passei meus primeiros anos na ilha de Malta, aquele maravilhoso pontinho de terra entre a Líbia e a Sicília. Malta tem uma língua própria, que eu falava do meu jeito infantil. Alguns filologistas, certa época, consideravam que a língua maltesa descendia da fala dos cartagineses, mas ela tem um parentesco muito mais próximo do árabe falado no Magreb (Líbia, Tunísia e Marrocos). É a única língua semita escrita com caracteres latinos, e, ao lado do inglês, é língua oficial do país. E em maltês a palavra para “Deus” é “Alá”, o que significa que, quando proferida por um padre, soa exatamente igual. Isso se torna ainda mais interessante por Malta ser provavelmente o país mais cristão da Europa, mais católico do que a Espanha, Portugal e Irlanda e até a Polônia.

Pode ser que essa informação inquietante ainda não tenha chegado aos ouvidos dos jihadistas, os praticantes da “guerra santa”. Mas ela agora se junta à lista elástica de problemas pelos quais os muçulmanos se dão o direito de se sentir injustiçados. Quem poderia adivinhar que até o ano passado não tinham percebido que havia não muçulmanos falando a mesma língua que eles?

O árabe é uma língua importante para a literatura e a poesia, e palavras derivadas dela (como “álgebra”) são encontradas em nossos dicionários. Seria de imaginar que os muçulmanos se sentissem lisonjeados por os cristãos da Europa mediterrânea e da Ásia usarem a palavra árabe para o divino. Mas parece que o sectarismo sinistro agora está à frente de tudo. Talvez em nossas redações os editores devessem começar a fazer ajustes relevantes, de modo que multidões gritando “Allahuh Akbar” sejam traduzidas como se estivessem dizendo “Alá é grande”, e as pessoas entoando “Insh’allah” sejam citadas como se estivessem dizendo “Se Alá quiser”, em vez de “Se Deus quiser”. Se essa mudança algum dia fosse adotada, porém, pode estar certo de que haveria tumulto do mesmo jeito.

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– Recursos Naturais do Planeta para 2013 já se exauriram!

Quer dizer que os recursos naturais para 2013 já foram consumidos?

Veja: (enviado por Reinaldo Oliveira).

TERRA PRECISARIA TER 50% MAIS RECURSOS PARA SUSTENTAR PADRÃO DE CONSUMO ATUAL

Esgotamento foi registrado mais cedo do que em 2012 (22 de agosto)

O planeta Terra teria que “fechar as portas” na terça-feira, 20 de agosto, caso a humanidade se comprometesse a consumir a cada ano só os recursos naturais que pudessem ser repostos no mesmo período. A estimativa é da Global Footprint Network, organização não governamental que calcula o “Dia da Sobrecarga”. Para sustentar o atual padrão médio de consumo da humanidade, a Terra precisaria ter 50% mais recursos Em 2013, o esgotamento foi registrado mais cedo do que em 2012 (22 de agosto), e a piora tem sido uma constante. “A cada ano, temos o Dia da Sobrecarga antecipado em dois ou três dias”, destacou Juan Carlos Morales, diretor regional da entidade na América Latina. A Global Footprint Network promove o uso do conceito de “pegada ambiental”, uma medida objetiva do impacto do consumo humano sobre recursos naturais. No Dia da Sobrecarga, porém, expressa-o de outra maneira: para sustentar o atual padrão médio de consumo da humanidade, a Terra precisaria ter 50% mais recursos. Para fazer a conta, a ONG usa dados da ONU, da Agência Internacional de Energia, da OMC (Organização Mundial do Comércio) e busca detalhes em dados dos governos dos próprios países.

Critérios considerados

O número leva em conta o consumo global, a eficiência de produção de bens, o tamanho da população e a capacidade da natureza de prover recursos e biodegradar/reciclar resíduos. Isso é traduzido em unidades de “hectares globais”, que representam tanto áreas cultiváveis quanto reservas de manancial e até recursos pesqueiros disponíveis em águas internacionais. A emissão de gases de efeito estufa também entra na conta, e países ganham mais pontos por preservar florestas que retêm carbono. Apesar de ter começado a calcular o Dia da Sobrecarga há uma década, a Global Footprint compila dados que remontam a 1961. Desde aquele ano, a sobrecarga ambiental dobrou no planeta, e a projeção atual é de que precisemos de duas Terras para sustentar a humanidade antes de 2050. A mensagem é que esse padrão de desenvolvimento não tem como se sustentar por muito tempo. “O problema hoje não é só proteger o ambiente, mas também a economia pois os países têm ficado mais dependentes de importação, o que faz o preço das commodities disparar”, ressaltou Morales. “Isso ocorre porque os serviços ambientais [benefícios que tiramos dos ecossistemas] já não são suficientes”.

Brasil credor ambiental

No panorama traçado pela Global Footprint Network, o Brasil aparece ainda como um “credor” ambiental, pois oferece ao mundo mais recursos naturais do que consome. Isso se deve em grande parte à Amazônia, que retém muito carbono nas árvores, e a uma grande oferta ainda de terras agricultáveis não desgastadas. Mas, segundo a WWF-Brasil, que faz o cálculo da pegada ambiental do país, nossa margem de manobra está diminuindo e exibe grandes desigualdades regionais. “Na cidade de São Paulo, usamos mais de duas vezes e meia a área correspondente a tudo o que consumimos”, justificou Maria Cecília Wey de Brito, da WWF. O número é similar ao da China, um dos maiores “devedores” ambientais. Entre os principais devedores ambientais (consomem mais do que repõem) estão: Japão, Qatar, Suíça, Itália, Reino Unido, Grécia, China, Egito e Estados Unidos. Já entre os principais credores (consomem menos do que repõem) destacam-se: Indonésia, Suécia, Austrália, Madagascar, Canadá e Brasil. (Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2013/agosto/dia-da-sobrecarga-planeta-esgota-hoje-cota-natural?tag=biodiversidade#ixzz2d4zOWvpn)
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– A Crueldade Síria

Quando vi no jornal, mudei de página, tamanho o horror: crianças estendidas no chão, vítimas de Gás Sarin.

Meu Deus, o que é isso? O que aqueles pobres inocentes têm a ver na briga entre Governo e Rebeldes?

Gente, o mundo está deixando um país se extinguir à sua frente, por culpa de um ditador sanguinário, Bashar Al-Assad. Alguém (a ONU, os EUA, OTAN, sei lá) precisa agir!!!

Como não tive coragem de ver os corpos dos coitadinhos, não publico aqui as fotos. Triste demais.

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– Sobre o quê os Estrangeiros são Aconselhados ao Viajar ao Brasil?

Muitas vezes ouvimos histórias sobre aconselhamentos a turistas estrangeiros que poderiam nos ofender.

Infelizmente, boa parte delas é verdade.

Veja, nessa matéria da Revista Época, o que o Reino Unido, EUA e Alemanha orientam aos seus conterrâneos quando eles embarcam para o Brasil. Chega a ser assustador… (embora, real)

Extraído de: http://is.gd/3lgrDy

VAI AO BRASIL? CUIDADO!

por Humberto Maia Junior

Em alertas a seus turistas, países ricos, como Alemanha e Estados Unidos, descrevem o Brasil como um lugar perigoso e desorganizado

Enquanto governos europeus pedem socorro financeiro, o Brasil empresta dinheiro ao Fundo Monetário Internacional. O risco de calote do país é considerado menor que o dos Estados Unidos, e as agências de investimento dizem que o mercado brasileiro é seguro para investidores estrangeiros. Mas, e quando, em vez de dinheiro, o assunto é o envio de turistas? Aí a situação muda. Os governos de Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido mantêm páginas na internet para orientar seus cidadãos que pensam em viajar para o exterior. Se não chegam a analisar em detalhe cada país, as listas de dicas fazem alertas aos turistas para que avaliem a segurança e os serviços locais com olhos de Primeiro Mundo. Para aqueles que planejam vir ao Brasil, a mensagem é clara: pense duas vezes antes de viajar.

O site do Ministério de Relações Exteriores da Alemanha tenta ser prático e pede que o turista reserve dinheiro para o assaltante brasileiro. “É aconselhável ter consigo cerca de € 50, em caso de rendição.” O departamento de assuntos consulares dos Estados Unidos diz que as praias brasileiras “podem ser uma ameaça à segurança dos cidadãos americanos”. A atenção, segundo os órgãos, deve começar antes mesmo do desembarque. O governo alemão diz que as malas podem se perder: “De um destino brasileiro a outro, é necessário retirar a bagagem do avião e recolocá-la – por mais que, ainda na Alemanha, seja dito que as malas acompanharão a escala feita pelo voo”. A comunicação também preocupa: “Em geral, a língua alemã não é compreendida. Também a língua inglesa, à exceção de grandes hotéis e pontos turísticos, é pouco dominada. O espanhol é compreendido parcialmente no Sul do país. É útil ter conhecimento, mesmo que rudimentar, da língua portuguesa”.

As informações contidas nesses sites repercutem. Em maio e junho, a página americana sobre o Brasil teve quase 55 mil acessos. Caio de Carvalho, presidente da SPTuris, lembra que, quando fazia parte do conselho executivo da Organização Mundial do Turismo (UNWTO, da sigla em inglês), no final da década de 1990, esses sites eram conhecidos como “livros negros do viajante” pelo rigor com que retratavam os destinos. “De certa forma, são considerados exagerados”, diz. O governo britânico discorda da percepção de exagero. Afirma que atualiza as informações do Brasil pelo menos uma vez ao mês, com relatos dos consulados e acompanhamento dos jornais locais, o que resulta em uma descrição atualizada. Hoje os britânicos são aconselhados a não aceitar notas manchadas de tinta rosa. O serviço americano lembra a derrubada de um helicóptero da polícia no Rio de Janeiro, em 2009, e a invasão de um hotel cinco estrelas na Praia de São Conrado em 2010. Diz que bueiros podem explodir e que, em junho, dois americanos foram gravemente queimados num acidente em Copacabana. Segundo o governo britânico, as informações contidas em seu site são usadas pela indústria do turismo e podem até alterar valores de seguros de viagem. “Sabemos que nossas advertências podem ter o efeito de desestimular viagens, negócios e relações políticas, mas não deixamos isso influenciar os conselhos que damos”, afirma o site do escritório britânico.

Há preconceito contra países menos desenvolvidos? Difícil dizer, já que tais sites parecem rigorosos com nações ricas ou pobres. O americano, por exemplo, recomenda que turistas evitem usar o trem metropolitano de Paris para o Aeroporto Charles de Gaulle, nos arredores da capital francesa, por risco de assalto. Os EUA fizeram uma relação de 33 lugares menos recomendáveis no mundo, que inclui México e Colômbia. O Brasil não figura na lista.

A edição 2011 do Relatório de Competitividade de Viagens e Turismo, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial, classificou o Brasil como o 52º lugar mais atraente num total de 139. O país ficou em primeiro lugar no quesito recursos naturais, mas apenas em 75º em segurança. A situação já foi pior. Em 2008, o país era o 128º nesse quesito. “Não podemos negar a imagem de intranquilidade, mas podemos mostrar o que estamos fazendo para melhorar”, afirma Antonio Pedro Figueira de Mello, secretário de Turismo do Rio de Janeiro. Para um país que deseja usar a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 como vitrines para atrair o mundo, melhorar não basta. O Brasil ainda precisa ser e parecer mais seguro para que o turista estrangeiro possa vir, passear e gastar sem medo.

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– Países Ricos e Grandes Laboratórios Químicos Farmacêuticos utilizam Cobaias Pobres do Terceiro Mundo?

Para Vacinas e Medicamentos chegarem às prateleiras, depois de vários testes laboratoriais, etapas de estudo e testes em animais, chega a vez da pesquisa em pessoas, correto?

A Revista Galileu (citação no link abaixo) traz um retrato horrendo: as cobaias são ‘terceirizadas’.

Assustador:

Extraído de: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI269853-17773,00-TERCEIRIZANDO+COBAIAS.html

TERCEIRIZANDO COBAIAS

Farmacêuticas de países ricos usam cada vez mais nações pobres para testar seus remédios — e são acusadas de experimentos antiéticos

por Felipe Pontes

“Eticamente impossível.” Esse é o nome do relatório divulgado em 12 de setembro pela Comissão de Bioética da Presidência dos Estados Unidos sobre testes científicos conduzidos pelo governo do país que infectaram com sífilis e gonorreia 700 pessoas na Guatemala entre 1946 e 1948. Não foram apenas os abusos do passado que preocuparam os especialistas convocados por Barack Obama para investigar o caso. A comissão admite que é necessário mais transparência e melhor regulação para garantir os direitos de pessoas que participam dos testes de medicamentos. Especialmente os voluntários de países pobres, cada vez mais usados como cobaias por empresas das nações mais ricas.

Susan Reverby, a historiadora responsável por descobrir os arquivos que mostram os experimentos nos quais 83 guatemaltecos morreram, alerta que o perigo da “importação” dos voluntários de estudos continua. “É muito preocupante ver a globalização dos testes clínicos. É mais fácil encontrar pessoas que aceitem participar fora dos Estados Unidos porque elas são ingênuas.” Para ela e outros estudiosos de bioética, testes eticamente questionáveis que expõem a população de nações subdesenvolvidas a grandes riscos continuam ocorrendo.

Não faltam denúncias contra esse tipo de prática. Nos últimos 7 anos, um hospital na Índia testou remédios de multinacionais farmacêuticas em pacientes que dizem não ter sido informados que participavam de um experimento, causando pelo menos 10 mortes. Em 2008, 12 crianças morreram na Argentina após participarem de experimentos para a fabricação de uma vacina contra pneumonia, enquanto os pais, analfabetos, diziam não ter sido avisados sobre o teor da pesquisa. No Brasil, comunidades ribeirinhas do Amapá foram deliberadamente picadas com mosquitos infectados pela malária como parte de um estudo de uma universidade dos EUA, em 2006. Em 1996, 11 crianças nigerianas em estado de saúde precário morreram e outras sofreram danos cerebrais após testarem uma droga contra meningite. A principal diferença entre esses casos e os relatos históricos na Guatemala é que, agora, em vez de governos, os acusados pelos abusos são grandes empresas farmacêuticas.

COBAIA IMPORTADA

As denúncias aparecem num contexto de crescimento do uso de estrangeiros em testes de medicamentos nos Estados Unidos e países europeus. Só em 2008 (último ano com dados compilados), 78% dos pacientes que participavam de pesquisas para drogas aprovadas pela agência americana responsável por fiscalizar remédios (FDA) estavam fora dos EUA. Naquele ano, houve 20 vezes mais testes conduzidos em países estrangeiros que em 1990.

Na Europa, entre 2005 e 2009, 61% dos testes clínicos eram de locais fora do continente. “Tanto o FDA quanto a Emea (agência europeia) inspecionam menos de 1% dos lugares onde são feitos os testes clínicos. As autoridades locais podem não ter os recursos e expertise técnica para cuidar dos problemas”, alerta David Ross, professor de medicina da George Washington University que trabalhou durante 10 anos no FDA analisando remédios.

Essa regulação falha pode estar por trás de uma briga judicial de 13 anos entre a Pfizer e o governo da Nigéria. A farmacêutica testou em 1996 um antibiótico contra meningite em crianças nigerianas com a doença em estado avançado. Durante a experiência, 11 morreram e outras desenvolveram problemas cerebrais. A companhia não obteve o consentimento de todos os participantes por escrito, foi acusada em reportagem do jornal Washington Post de ter falsificado documentos para conseguir a aprovação dos estudos e foi processada pelo governo nigeriano. Em 2009, pagou US$ 75 milhões ao país para arquivar a disputa, sem admitir culpa. A empresa afirmou a Galileu que a droga não matou, pelo contrário, salvou vidas e foi mais efetiva que o tratamento existente na época para a doença. Quanto à falta de autorização dos participantes, diz que “por conta das altas taxas de analfabetismo da Nigéria, nem sempre foi possível obter consentimento por escrito”. Os argumentos não convencem David Ross. “É arriscado experimentar em crianças cronicamente doentes que fazem parte de uma população vulnerável. Um teste desses dificilmente seria aprovado nos EUA.”

A falta de consentimento também foi denunciada em testes clínicos realizados de 2004 a 2011 na cidade de Bhopal, na Índia. O local foi vítima de um dos maiores desastres químicos da história, quando 40 toneladas de gases letais vazaram de uma fábrica de agrotóxicos em 1984, matando 8 mil pessoas e deixando 150 mil com doenças crônicas. O Bhopal Memorial Hospital Research Centre, criado especialmente para tratar os afetados pelo desastre, é acusado por pacientes de receber dinheiro de companhias farmacêuticas como a AstraZeneca para testar remédios nos indivíduos debilitados sem que eles tivessem sido avisados. Dos participantes, pelo menos 10 morreram, de acordo com o jornal indiano IBN. Em documentário sobre o tema lançado em julho pela TV Al Jazeera English, um indiano chamado Ramadhar Shrivastav (em foto na pág. anterior) alega que médicos pediram para que assinasse um documento em inglês e depois lhe entregaram duas garrafas de pílulas de remédios desconhecidos para tomar. “Se gastar meu dinheiro processando o hospital não terei como alimentar meus filhos”, disse à Al Jazeera.

LEI DO MELHOR PREÇO

A razão pela qual as farmacêuticas têm aumentado a terceirização de testes em países onde há menor escolaridade e maior concentração de pobres é financeira. Em 2008, Jean-Pierre Garnier, então executivo da GlaxoSmithKline (GSK), escreveu na revista Harvard Business Review que uma companhia que faz uso de 60 mil pacientes em testes clínicos poderia poupar até US$ 600 milhões por ano ao relocar 50% das suas pesquisas para locais como a Índia e a América Latina. Segundo Garnier, um centro médico de altíssima qualidade na Índia cobraria “apenas” US$ 1,5 mil a US$ 2 mil por paciente em cada teste, enquanto o mesmo sairia por US$ 20 mil num lugar de segunda linha nos EUA.

Há outro grande atrativo nos países pobres: uma burocracia menos rígida, que reduz o tempo de uma pesquisa e aumenta a chance de ela ser aprovada. Bioéticos dizem que um exemplo disso são testes feitos com grávidas portadoras do HIV em Uganda durante a década de 1990, com financiamento do governo americano.

Enquanto um grupo recebeu o antiviral AZT, outro recebeu placebo, mesmo já sabendo que o AZT poderia proteger os recém-nascidos. “Onde existe uma terapia médica que funciona comprovadamente, testes controlados com placebo são antiéticos”, afirma Kevin Schulman, diretor do instituto de pesquisas clínicas da Duke University e autor de dois relatórios sobre ética de pesquisas.

“É muito mais fácil convencer pacientes de países pobres a se submeterem a esse tipo de coisa. Para as farmacêuticas, pessoas de outros países são vistas como materiais crus que podem ser garimpados”, complementa David Ross. A questão vai além do consentimento. “Mesmo que uma pessoa entenda os riscos, ela pode não ter escolha. Muitos não têm dinheiro para pagar o tratamento padrão”, afirma o médico Amar Jesani, fundador do Centro para Estudos em Ética e Direitos da Índia. Assim, diz Jesani, viram cobaias para ter acesso a médicos, por mais que seja por um tempo reduzido (de semanas ou meses) ou por dinheiro.

ÀS CLARAS

Os testes clínicos são essenciais para o desenvolvimento de remédios efetivos e devem continuar. “Mas os países capazes de oferecer um bom atendimento de saúde devem tomar a frente. Não lugares como a Índia, que falhou em oferecer o acesso mínimo de educação e saúde ao seu povo”, diz Jesani.

O Brasil tenta evitar esse problema proibindo que voluntários sejam pagos. “As pessoas participam por altruísmo ou por entender que não existem mais recursos para a sua saúde fora do mundo da pesquisa”, afirma Gyselle Saddi Tannous, coordenadora da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep). Os pesquisadores somente podem pagar as despesas que o voluntário tem nos dias em que ele participa dos testes, como transporte e alimentação.

Mesmo assim, problemas acontecem. Em 2006, foi descoberto que moradores das comunidades ribeirinhas de São Raimundo do Pirativa e São João do Matapim, no Amapá, recebiam até R$ 30 por dia para serem picados por mosquitos com malária em pesquisa elaborada pela Universidade da Flórida, nos Estados Unidos.

O caso foi denunciado no Ministério Público Federal e não houve punição até agora, e o estudo foi interrompido pelo Conep. “E muitos protestaram porque queriam o dinheiro oferecido”, diz Gyselle, sublinhando a importância de leis para proteger candidatos a cobaias em países pobres. Ela afirma haver pressão da indústria internacional para que o Brasil afrouxe suas normas. “É preciso pesar o avanço da ciência, mas não devemos fazer isso à custa de vidas.”

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– E Detroit Faliu!

Detroit (EUA) é o berço da indústria automobilística. A Ford e a produção de veículos em massa surgiu lá. Porém, devido as péssimas condições financeiras atuais, a Prefeitura Municipal decretou sua própria falência!

Os americanos têm regras diferentes que as nossas. Órgãos governamentais e pessoas físicas também podem falir.

E se aqui isso também fosse possível? Ministério da Saúde, da Educação, diversas prefeituras e cidadãos aos milhares decretariam sua falência. O pior é que dinheiro não falta ao Governo Brasileiro; falta a gerência honesta dele, pois o custo da corrupção é assustador!

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– Brasil tem o 5o maior preço de Big Mac do Mundo

Existe um parâmetro econômico mundialmente conhecido como “índice BigMac”. É o poder de compra calculado com base no tradicional no1 do McDonalds (o combinado lanche + batata frita + refrigerante). Tal indicador é muito respeitado, e mostra uma curiosidade: através dele, dá para saber que o poder de compra do brasileiro é menor que em 52 países, apesar da valorização da nossa moeda.

Curiosidade: aqui, em média o combo custa US$ 5.28. Nos EUA, US$ 4,56 (e a renda deles é bem maior que a nossa). Na Índia, só R$ 1,50 – e com a mesma receita).

Abaixo:

Extraído de: http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2013/07/12/brasil-tem-quinto-big-mac-mais-caro-do-mundo/

BIG MAC DO BRASIL É O QUINTO MAIS CARO DO MUNDO

Por Gustavo Santos Ferreira

O Brasil tem o quinto Big Mac mais caro do mundo – informou nesta sexta-feira a revista The Economist, responsável por divulgar semestralmente o chamado Índice Big Mac. O lanche vendido aqui só é mais barato do que na Suécia, na Suíça, na Venezuela e na Noruega.

O ranking da revista inglesa ajuda a medir, a partir do preço praticado nas vendas do carro-chefe do McDonald’s em 57 economias, quanto uma moeda está sub ou sobrevalorizada em relação ao dólar.

Por aqui, o sanduíche é vendido por US$ 5,28 (R$ 11,99); nos Estados Unidos, por exemplo, sai por US$ 4,56 (R$ 10,35).

Em dezembro, com o dólar comercial cotado a R$ 2,05, o Big Mac no País era 30% mais caro do que para o consumidor americano. Agora, passados mais de 6 meses e com uma depreciação do real em relação ao dólar superior a 11%, essa diferença caiu para 16%. Na prática, significa que a moeda brasileira, mesmo em franca desvalorização em 2013, prossegue bastante sobrevalorizada quando comparada ao dólar.

(Para que fosse calculado o Índice Big Mac do Brasil no primeiro semestre deste ano, foi considerado o dólar comercial cotado a R$ 2,27.)

Além disso, conclui-se que o dinheiro nas mãos do consumidor do Brasil tem poder de compra menor do que o das moedas que circulam em 52 países em que o Big Mac é mais barato.

Sim, porque a questão não é apenas cambial – vale lembrar. A partir desse índice, pode-se mensurar o alto custo Brasil de um modo geral.

Ora, o Big Mac é comercializado em qualquer lugar do mundo, certo? E é também em qualquer ponto do globo feito com os mesmo ingredientes, seja em São Paulo, Tóquio, Moscou ou Nova Deli – a capital da Índia, por sinal, onde boa parte da população não come carne, tem o lanche mais barato: US$ 1,50.

Nessas condições, ao analisarmos os preços do Big Mac em 57 países, temos boa noção de custos de produção pelo mundo. Ou seja, embora o câmbio importe muito, entram na conta ainda inflação, impostos, gastos com energia, mão de obra e demais tantos fatores peculiares de cada economia – que, no caso da brasileira, estão lá no alto.

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– A Lista de Schindler Original está a venda!

Um dos mais belos e comoventes filmes que assisti é: “A Lista de Schindler“, que conta a história de um piedoso alemão que tentou salvar milhares de vidas do genocídio do Holocausto.

Pois bem: a Lista Original, datilografada em meio a Segunda Guerra Mundial pelo próprio Schindler, está a venda pelo eBay!

Lance inicial: 7 milhões de dólares.

Curioso? Veja ela abaixo:

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– Dilma e o Mercosul em defesa do Paraguai

Os países sulamericanos pertencentes ao Mercosul se reuniram no Uruguai para aprovar a volta do Paraguai ao bloco econômico. Apesar de sempre ameaçar deslanchar, o Mercosul parece ter travado.

Mas o curioso é essa turma: Nicolás Maduro disse: “amamos o Paraguai“. Dilma: “o Paraguai é essencial para o continente”.

Caramba. E por que o tiraram então? pelas desavenças com a Venezuela, alegando golpe militar interno como desculpa?

Olha que foto repleta de gente fina: os democráticos mandatários:

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E o detalhe: há pouco, o #Paraguai RECUSOU voltar ao #Mercosul, por não querer se aliar a #Venezuela!

– Nicolas Maduro ajudando Snowden e alegando que na Venezuela todo mundo é livre. Tá bom…

Snowden, o ex-agente da CIA que “entregou” o Governo Americano, dizendo e provando que os EUA fazem escutas telefônicas e espiam e-mails do seu povo e ao redor do mundo (fato que não seria novidade; mas que se tornou publicamente comprovado), fugiu do país e está na Rússia. Como está sendo considerado traidor pelas autoridades americanas, e certamente será preso, pediu asilo a diversos países, incluindo o Brasil.

Porém, Nicolás Maduro, o herdeiro político (e demagógico) do Chavismo, resolveu ajudar, e, claro, tripudiou:

Decidi oferecer asilo humanitário ao jovem americano Edward Snowden, para que, assim, na terra natal de [Simon] Bolivar e de [Hugo] Chavez ele possa vir e se ver livre da perseguição do império norte-americano

Quem não acompanha o noticiário, pode até acreditar que os venezuelanos são livres… a imprensa de Caracas que o diga!

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– Mandela morreu e depois não morreu…

Na preocupação em ser rápido para dar as notícias, um ou outro meio de comunicação pode cometer gafes. Me recordo da morte de Mário Covas. Dias antes, li a noite no UOL: “Morre Mário Covas“. Mas ele não tinha morrido! A matéria contando sua morte estava pronta, e foi errada ao ar. Depois de 10 dias ele faleceu…

Na última quinta-feira, a “Voz do Brasil” divulgou que Nelson Mandela havia morrido. Só que até hoje ele está internado… O problema, agora, é outro: a boataria das redes sociais. Quer um exemplo? A morte de Roberto Bolaños, criador e intérprete do Cháves. Vira-e-mexe aparece na Internet que ele morreu, sem ter ainda batido as botas!

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– O Perdão que Dilma deu aos Caloteiros!

O Brasil é credor de vários países africanos, sendo que as contas somam um total de US$ 840 milhões!

Mas não é que nesta última viagem da presidente Dilma Roussef à África, ela resolveu (como gesto de amizade entre o Brasil e aquele continente) perdoar essas dívidas!

Ora, eu semprei paguei em dia meus impostos, e nunca tive um benefício do Governo por ser pontual. Se eu não pagar mais impostos, a União vai me anistiar?

Fazer caridade com o dinheiro público é fácil! A grana não é dela…

Revoltante! Lembrando que muitas das contas eram de ditadores africanos, como Obiang (Há 34 anos no poder na Guiné Equatorial) e pelo já condenado por crimes contra a humanidade, o presidente Omar Al-Bashir, do Sudão.

Só “gente boa” teve perdão…

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– Coisas Desnecessárias de um Mundo que Precisa de Paz

Na sangrenta guerra civil que vive a Síria, o ditador Bashar Al Assad tem mantido firme a sua política de combater a oposição. É contra o Governo? Então está condenado.

Típica atitude de um país governado por totalitarista. O mundo quer a saída do mandatário, exceto alguns países islâmicos alinhados com ditaduras, e… a Rússia!

Não é que os russos mandaram armas para Bashar Al Assad? Perto de uma invasão de força de paz da ONU, tal atitude impressiona pela imprudência.

Simplesmente, é dar bomba a terrorista… Lamentável.

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– Já Somos Primeiro Mundo?

O vice-presidente dos EUA, Joe Biden, está no Brasil. E como programa oficial de toda celebridade estrangeria que vem ao nosso país, visitou favela, falou de futebol, foi a uma churrascaria e tomou caipirinha.
Porém, num evento no Rio de Janeiro, disse que somos:

O líder global do Hemisfério Sul, que não se pode mais chamar de emergente, mas sim de País Desenvolvido”.

Viramos país de 1o mundo?

Que bom! No discurso é legal, mas na prática… vide os índices de violência, a péssima situação da Saúde Pública e os maus tratos aos professores.

Você tem a sensação de que vive num país desenvolvido, emergente ou subdesenvolvido?

Acho que ele discursou sobre forte efeito das bebidas brasileiras que não conhecia…

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– Quando um Maluco Ataca, os Demais se Entusiasmam…

Depois que dois chechênos promoveram os atentados em Boston, outros se motivaram a cometer crimes. Já repararam que sempre é assim? Um maluco apronta, e isso acaba incentivando os demais.

Um jovem mandou cartas com pó químico para um Senador americano e para o próprio Obama. Aí outro mandou para o premier sul-coreano. Agora, tentativa de ataque no trem Toronto-NY.

Há gente que adora o caos. Que pena. Os doidos, terroristas, promotores de imbecis guerras ditas santas, fazem isso com muito gosto, achando que o medo e o ódio triunfará.

Triste, mas real.

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– Um mundo que precisa mais de Paz!

Independente da crença que você, leitor, tenha, é certo que precisamos de um mundo mais solidário, pacífico, humano.

Seja católico, evangélico, judeu, muçulmano, ateu, agnóstico… não importa. A diversidade de credos / não-credos vê o mundo se esfacelar em guerras, sejam externas ou internas.

Os atentados em Boston, as ameaças norte-coreanas, ou ainda a violência urbana no Brasil mostram que se perdeu o valor e o respeito à vida.

Como resolver?

Sei lá. Só sei que, se amássemos mais uns aos outros, nada disso aconteceria. Mesmo num mundo tão heterogêneo de culturas/ comportamentos, a paz é possível!

Curioso: no Evangelho de hoje, Cristo nos lembra: “amaivo-os uns aos outros como eu vos amei“.

É isso que falta ao mundo: paz!

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– O 1% de Maduro

Sabidamente, eleições presidenciais na Venezuela são problemáticas. E o candidato chavista Nicolas Maduro ganhou com diferença de míseros 1%. Capriles, o adversário, pediu recontagem de votos (lá, ocorreu eleição com urna eletrônica e voto de papel). A Justiça Eleitoral negou.

Por quê negar? Acho justo que reconte!

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– O Mundo Pirou: PT, PSB e PCdoB declaram solidariedade à Coréia do Norte!

Parece loucura que pessoas de bom senso apoiem o jovem ditador norte-coreano Kim Jong-un, mandatário que se diverte irresponsavelmente lançando ameaças sobre os EUA, bagunçando a paz mundial e criando gratuitamente um clima de guerra.

Sabidamente, a Coréia do Norte tem custos altíssimos com militarismo, censura latente e dificuldades em sanar a fome da população – por culpa do seu regime fechado. E não é que diante desse panorama, em nota oficial (abaixo), o PT, PCdoB e PSB apoiam o país asiático?

O mundo pirou…

Extraído de Exame.com (http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/pcdob-e-pt-lancam-manifesto-em-apoio-a-coreia-do-norte)

COREIA DO NORTE RECEBE APOIO DO PT, PSB E PC DO B

Declaração de “solidariedade” foi publicada pelo site oficial do PCdoB, com assinatura de 19 partidos e organizações sociais responsabiliza os EUA pela crise

Por Amanda Previdelli

O PT, o PC do B e o PSB, junto com outros 16 movimentos sociais e meios de comunicação de esquerda, enviaram à embaixada da Coreia do Norte, em Brasília, uma “declaração de solidariedade” ao país de Kim Jong-un. A carta, divulgada no site oficial do PC do B e enviada na semana passada, responsabiliza os Estados Unidos e a Coreia do Sul pela “escalada de tensão na Península Coreana apesar dos pedidos reiterador por diálogo” vindos da vizinha do norte.

Por conta de supostos bombardeios enviados pelos Estados Unidos, os assinantes da carta afirmaram seu “apoio total, irrestrito e absoluto” contra o que chamam de “imperialismo belicista”.

Em defesa da paz mundial, os grupos escrevem que vão lutar para mobilizar o mundo para que os Estados Unidos e a Coreia do Sul cessem os supostos exercícios de guerra nuclear contra a Coreia do Norte.

A carta também é assinada por grupos como MST, UNE e CUT.

Confira o comunicado na íntegra:

“Senhor Embaixador da República Popular e Democrática da Coreia;

A campanha de uma guerra nuclear desenvolvida pelos Estados Unidos contra a República Democrática Popular da Coreia passou dos limites e chegou à perigosa fase de combate real. 
Apesar de repetidos avisos da RDP da Coréia, os Estados Unidos tem enviado para a Coréia do Sul os bombardeios nucleares estratégicos B-52 e, em seguida, outros meios sofisticados como aeronaves Stealth B-2, dentre outras armas.

Os exercícios com esses bombardeios contra a RDP da Coréia são ações que servem para desafiar e provocar uma reação nunca antes vista e torna a situação intolerável.

As atuais situações criadas na península coreana e as maquinações de guerra nuclear dos EUA e sua fantoche aliada Coréia do Sul além de seus parceiros que ameaçam a paz no mundo e da região, nos levam a afirmar:

1. Nosso total, irrestrito e absoluto apoio e solidariedade à luta do povo coreano para defender a soberania e a dignidade nacional do país;

2. Lutaremos para que o mundo se mobilize para que os Estados Unidos e Coréia do Sul devem cessar imediatamente os exercícios de guerra nuclear contra a RDP da Coréia;

3. Incentivaremos a humanidade e os povos progressistas de todo o mundo e que se opõem a guerra, que se manifestem com o objetivo de manter a Paz contra a coerção e as arbitrariedades do terrorismo dos EUA.

Conscientes de estarmos contribuindo e promovendo um ato de fé revolucionária pela paz mundial, as entidades abaixo manifestam esse apoio e solidariedade.

Brasília, 02 de abril de 2013.

PCdoB, PT, PSB, Cebrapaz, CUT, MST, MDD, UJS, UNE, Unegro, Unipop, CDRI, CDR/DF, MPS, CMP, CPB, Telesur, TV Comunitária de Brasília, Jornal Revolução Socialista.”

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– Coréia do Norte: Blefe ou Loucura?

Kim Jong-un, o jovem de 28 anos que herdou o comando da Coréia do Norte, parece que não tem noção do perigo. O país hermeticamente fechado e militarizado até os dentes resolveu há dias provocar os EUA. Sugere até um ataque nuclear!

Seu pai, antigo ditador norte-coreano, fazia isso e em troca conseguia alimentos para a população. O atual mandatário faz as ameaças gratuitamente.

Ele está blefando que possui armas nucleares ou é um insano?

Pior de tudo é ouvir a declaração dele na sua TV estatal, dizendo que:

As armas nucleares garantem a paz”.

Meu Deus… quanta idiotice!

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– São Hugo Cháves foi o responsável pelo Papa Sulamericano???

Nicolás Maduro, presidente interino da Venezuela, adora ser populista e folclórico como Hugo Cháves. Depois de ter dito de que os americanos envenenaram Cháves para acelerar sua morte, resolveu atribuir ao próprio falecido, que estaria segundo ele no Reino dos Céus, a escolha de um papa latino!

Veja o que ele disse e diga: é para internar ou não?

Sabemos que nosso comandante ascendeu às alturas e está frente a frente com Cristo. Algo influenciou a escolha de um papa sul-americano, alguém novo chegou ao lado de Cristo e disse a ele: ‘Bem, nos parece que a hora da América do Sul chegou.”

E o pior é que tem gente que acredita nesse discurso piegas. Hugo Cháves virou santo, foi até Jesus e solicitou um Papa Bolivariano???

Só falta dizer que o Papa Francisco queria mudar o Vaticano para Caracas e os americanos impediram…

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– Como o Brasil é lembrado no Exterior

Quais seriam os atributos mais lembrados, positivamente ou negativamente, do nosso país no Exterior?

Pesquisa da Fundação Dom Cabral trouxe as qualidades e os defeitos atribuídos à imagem do Brasil pelos estrangeiros. Veja:

– DESTAQUES POSITIVOS:

Alegria do povo, hospitalidade, simpatia, clima, natureza, paisagem, geografia, praia do sol, comida, bebidas, frutas, mulheres.

– DESTAQUES NEGATIVOS:

Violência, Criminalidade, Assalto, Pobreza, Desigualdade, Insegurança, Favela, Trânsito.

Eu concordo com todos eles. E você?

– Caridade na Verdade

O Papa Emérito Bento XVI, tempos atrás, resolveu falar sobre fé, economia e globalização. Foi muito bem! Na sua carta aos católicos, intitulada “Caridade na Verdade” disse algumas coisas interessantes. Por exemplo:

A economia necessita de ética para funcionar corretamente. Não qualquer ética, mas a que tenha o ser humano como figura central. (…) A globalização não é, a priori, nem boa nem má. Será o que fizermos dela (…). O lucro é útil se serve como meio para um fim, mas quando o lucro se torna meta exclusiva (…) surge o risco de destruição e pobreza.”

Sábias palavras. Alguma mentira aqui?

– Estudo da ONU mostra: Baixa Natalidade pode acabar com Países!

Um estudo sobre as populações das Nações Unidas em 2011, divulgado na “The Economist”, mostrou que o envelhecimento da população pode ser fatal para a sobrevivência de algumas nações. Os países estão envelhecendo e não nascem indivíduos na mesma proporção do que morrem.

Exemplos?

Na Bósnia, há em média 0,5 filho por casal. Nesse ritmo, “zeraria” a população local no ano 2.560. Em Portugal, a taxa é de 0,6 e na Romênia 0,7. São países onde se vê muitos velhinhos e poucas crianças…

No Brasil? Calma, segundo o mesmo estudo, com nossa taxa de quase 1 filho por casal, deixaremos de procriar em terras tupiniquins para lá do ano 5.000…

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– Nomeando e dando sentido às Marcas: o desafio das empresas na China

Que tal tomar um ‘sabor divertido’, correr com um ‘passos rápidos’ e escovar os dentes com ‘limpeza superior’?

Tá sentindo falta do nome das marcas?

Na China, a moda agora é encontrar nomes cuja fonética e significado sejam agradáveis aos consumidores. A dependência do uso de ideogramas é o motivador, somado à necessidade de encontrar um resultado adequado para o comércio. Além, claro, do fato de que lá as marcas tem que ser nomeadas.

Por exemplo: em alguns países orientais, os nomes das pessoas se referem as qualidades desejadas. Ninguém se chama “Daniela” ou “Patrícia”, mas “Flor Reluzente” ou “Água Pura”.

Assim, as empresas vivem a febre da sonorização ideal. Lá, a Coca-Cola desenvolveu um ideograma para nomear sua marca cujo som é: Kekoukele, que na tradução seria ‘sabor divertido’. A Rebook: Rui bu (passos rápidos). Colgate: Gao lu jie (limpeza superior). Citibank: Hua qi Yinhang (bamco da bandeira de listras e estrelas). Pentium: Bem teng (galopando).

A Microsoft teve que tomar certos cuidados. O buscador Bing, por exemplo, significava ‘defeito e vírus’. Virou Bi Ying, com o significado ‘responde sem falhas’.

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