Um jovem alucinado versus um bilionário fanfarrão?
Coitado do planeta Terra… fiquei com arrepio quando vi esta foto.

Um jovem alucinado versus um bilionário fanfarrão?
Coitado do planeta Terra… fiquei com arrepio quando vi esta foto.

O bandido se disfarçou da Polícia e se caracterizou de “Onde está o Wally”. Esbanjou criatividade ou não?
Abaixo, extraído de: https://noticias.uol.com.br/tabloide/ultimas-noticias/tabloideanas/2017/01/10/procurado-suspeito-se-veste-como-wally-no-facebook-para-provocar-a-policia.htm?cmpid=tw-uolnot
PROCURADO, SUSPEITO SE VESTE COMO WALLY NO FACEBOOK PARA PROVOCAR A POLÍCIA
Um homem que estava sendo procurado pela polícia britânica fez uma série de posts nas redes sociais vestido como Wally (de “Onde está Wally”) antes de se entregar ainda caracterizado com o personagem.
A polícia de North Yorkshire, no Reino Unido, informou que passou o último final de semana procurando J. J. McManamin, de 30 anos, acusado de ter cometido diversas infrações no trânsito.
O inglês sabia que estava sendo procurado e, por isso, mudou sua foto no Facebook por uma vestido como Wally. Em seguida, o sujeito fez vários posts baseados no personagem para tirar um sarro com a polícia.
“Caras, eu tô bem aqui”, postou o inglês, que afirma trabalhar como jóquei.
McManamin ainda postou um vídeo vestido de Wally e, que falava de seus planos de se entregar. De fato, o sujeito compareceu à delegacia fantasiado e acabou preso.

Sabem como é difícil praticar a fé em um lugar intolerante religiosamente?
Compartilho os detalhes de como é viver o Cristianismo em locais dominados pelo Estado Islâmico. Há importantes e impressionantes relatos de Padres e Diáconos que lá vivem e/ou sobrevivem.
Abaixo, extraído de Revista Época, ed 09/01/2017
O NOVO MARTÍRIO DOS CRISTÃOS
Por Yan Boachat
As grandes marcas vermelhas na parede sem reboco mostram que aqui o sangue jorrou sob pressão. Há uma trilha de gotas que vão do piso ao teto. Sobre a mesa da antessala, uma mancha escura, quase negra, indica onde as degolas eram realizadas. Espalhadas pelo chão estão latas de feijão, embalagens de biscoitos e caixas de chá que os militantes do Estado Islâmico (EI) consumiam nesta casa em construção até há pouco mais de dois meses. Num canto, um rolo de barbante indica como as vítimas eram imobilizadas. “Aqui perto encontraram várias cabeças, mas os corpos nunca foram achados, devem estar enterrados no deserto”, diz Arkan Adnan Matti, um comerciante de 39 anos, ao observar mais uma vez o centro de execuções que o Estado Islâmico montou na casa que ele construía com um tio, bem ao lado do sobrado em que vivia com a mulher e três filhos, na cidade Qaraqosh, a 20 quilômetros de Mossul. As duas construções estão interligadas por buracos nas paredes feitos pelos extremistas.
A cozinha de Adnan foi transformada em uma espécie de restaurante de campanha para os soldados do EI. Sobre o fogão, os militantes escreveram um menu nos azulejos. “Temos kebab, frango com arroz e falafel.” O preço de cada prato está cotado em balas do rifle AK-47. Quase todos custam dez projéteis. Na sala principal da espaçosa casa construída pelo bisavô de Adnan ainda na década de 1940, uma seta desenhada mostra a direção de Meca e números revelam a frequência de rádio usada pelos combatentes. Sobre a parede branca, ameaças escritas com uma caneta preta: “Vocês ainda não viram do que somos capazes, vocês todos morrerão no inferno”, diz uma frase. Outra, avisa: “Nós vamos persegui-los e vamos matá-los, com a permissão de Deus. Nós vamos matá-los em qualquer lugar do mundo, porque Deus está conosco”. Adnan já leu essas frases várias vezes. Sempre que entra em sua casa, ele faz questão de lê-las. E toda vez chora. É um choro contido, de raiva. “Nunca mais será o mesmo, nunca mais nós vamos viver com eles”, diz.
Adnan faz parte da comunidade cristã que foi duramente perseguida pelo Estado Islâmico no norte do Iraque. Após séculos de convivência nem sempre pacífica, a relação de confiança, frágil, rompeu-se de vez. “Muitos dos que destruíram minha casa, minha cidade, minha vida moravam aqui ou nas vilas próximas”, conta. “Eram nossos amigos e vizinhos por décadas. Quando o Estado Islâmico chegou, tudo isso não importava mais. Eu só quero ir embora do Iraque e, se possível, nunca mais precisar falar com um muçulmano, eles são o câncer que tudo destrói”, diz ele.
Em 2003 estima-se que havia por volta de 1,5 milhão a 2 milhões de cristãos no iraque. Hoje eles não passariam de 200 mil
Foi na noite do dia 6 de agosto de 2014 que tudo mudou. Com os militantes do Estado Islâmico a poucos quilômetros da entrada de Qaraqosh, Adnan, como milhares de outros cristãos, teve apenas tempo para pegar os três filhos, a mulher e alguns pertences pessoais. “Saímos com os morteiros caindo. Largamos tudo para trás e fomos embora. Passamos quase uma semana morando na rua em Erbil”, conta, se referindo à capital da Região Autônoma do Curdistão, distante 50 quilômetros. Sua casa, como quase tudo em Qaraqosh, está parcialmente destruída. “Os americanos a bombardearam porque sabiam que eles estavam aqui”, conta, ao lado de um enorme buraco na laje, resultado de um ataque aéreo de precisão.
Hoje ele vive com a família em um contêiner em um campo de refugiados em Erbil. Voltou a Qaraqosh no final de dezembro para ver como as coisas estavam após dois anos e meio afastado. Diante da destruição, fez questão de reforçar sua decisão. “Acabou, não quero mais viver aqui, não há mais futuro para os cristãos no Iraque. Chegou a hora de partirmos para sempre.”
Enfraquecida após quase década e meia de perseguições e pouco lembrada no Ocidente, a comunidade cristã do Iraque é uma das mais antigas do mundo. Seu início remonta às viagens evangelizadoras de São Tomé, ainda no século I d.C., quando o apóstolo conseguiu converter parte dos assírios. Até hoje ser cristão no Iraque não se trata apenas de uma questão religiosa, mas sim, e principalmente, de uma identificação étnica. Os assírios, em sua maioria, não se converteram ao islã e permanecem um grupo minoritário no norte do Iraque, distintos tanto dos curdos quanto dos árabes, majoritários nessa região de fronteira com a Síria, a Turquia e o Irã. Até hoje é crime no Iraque tentar converter um muçulmano árabe ao cristianismo.
O enclave cristão iraquiano nasceu e se expandiu em torno de Mossul, a antiga capital do Império Assírio e hoje a maior cidade do autoproclamado califado do Estado Islâmico. Conhecida na antiguidade como Níneve, Mossul é uma cidade citada diversas vezes na Bíblia e palco de eventos importantes tanto para o cristianismo como para o judaísmo. Crê-se que o corpo do profeta Jonas, aquele que, segundo a Bíblia, passou três dias dentro da barriga de uma baleia, esteja enterrado nas ruínas da cidade antiga. Há relatos sobre Mossul nos livros de Gênesis, Isaías, Jonas, Reis, entre outros.
Mulheres cristãs eram vendidas como escravas sexuais pelo Estado Islâmico. O valor variava de US$ 35 para uma mulher adulta até US$ 120 para adolescentes
Tanto por questões sectárias quanto pela avassaladora chegada do islamismo à região que hoje é conhecida como Iraque, no século VII d.C., o cristianismo nunca conseguiu se expandir por aqui. Nos últimos anos, no entanto, as comunidades cristãs têm diminuído de forma acelerada e há o risco concreto de que desapareçam a médio prazo. Até a década de 1950 estimava-se que havia cerca de 4,5 milhões de cristãos no Iraque. Sucessivas guerras e golpes de estado foram reduzindo a população. Mas a diáspora cristã iraquiana se acentuou após a queda de Saddam Hussein, que, de certa forma, mantinha um governo secular e protegia as minorias religiosas que não ameaçavam seu poder. Em 2003, estima-se que existia algo entre 1,5 milhão e 2 milhões de cristãos no Iraque. Cerca de dez anos depois, esse número já havia caído para menos de 500 mil pessoas. Após dois anos e meio de perseguição brutal do Estado Islâmico, os números mais otimistas falam em 350 mil cristãos no país. Estimativas mais pessimistas dão conta de que não existem mais que 200 mil cristãos vivendo no Iraque hoje.
Salwen Salim, um motorista de 40 anos que faz as vezes de taxista pirata nas congestionadas ruas de Erbil, também quer partir. Ele, como a vasta maioria dos cristãos que mora nos campos de refugiados na capital do Curdistão, não acredita mais ser possível viver no Iraque. “Não há futuro aqui para nós. Tenho três filhos e não quero que eles passem o que nós estamos passando”, conta ele, na sala enfeitada com pôsteres baratos de Papai Noel e uma pequena árvore de Natal. “Isso já aconteceu antes, sempre fomos perseguidos, e vai acontecer de novo.”
Salim foi um dos últimos cristãos a abandonar Mossul no verão de 2014. As pressões sobre a comunidade estiveram crescendo desde a queda de Saddam Hussein. Elas se acentuaram com a chegada da al-Qaeda e depois haviam melhorado com o enfraquecimento do grupo terrorista, no início da década. “Mas com o surgimento do Estado Islâmico as coisas voltaram a piorar. Passamos a ser ameaçados cada vez mais. As ameaças vinham por telefone, bilhetes, diziam que Mossul não era para nós”, conta ele, ao lado dos três filhos e da mulher. “E então começaram a nos cobrar para ficarmos lá, porque éramos cristãos. Por muito tempo eu paguei, não havia escolha.”
Nos meses que antecederam a tomada da cidade pelo Estado Islâmico, conta Salim, a situação passou a ficar insustentável. O número de assassinatos contra cristãos e outras minorias crescia e as ameaças deixaram de ser veladas. Salim diz que os rumores de que militantes do Estado Islâmico estavam entrando em Mossul pelo oeste criou um frenesi na cidade. As forças iraquianas, compostas basicamente de soldados xiitas, abandonaram a cidade e as pessoas tomaram as ruas comemorando a chegada dos combatentes sunitas. Para muitos moradores de Mossul, o Estado Islâmico era uma força libertadora dos abusos cometidos pelos soldados do Exército iraquiano.
“Decidi ir embora quando um de nossos vizinhos, nosso amigo de infância, matou meu primo e levou sua nora para ser vendida como escrava sexual”, conta Salim. “Naquela noite ele foi até a casa do meu primo e disse a ele que queria sua nora. Meu primo contestou, disse que aquilo era um absurdo, que eram amigos de infância, que seus pais eram amigos, que seus avós eram amigos”, afirma Salim. “Nosso vizinho apenas respondeu: ‘Me desculpe, mas essa é a nossa noite’”, conta o taxista. O primo, diz ele, recusou a exigência. O homem voltou menos de uma hora depois, armado com uma pistola e na companhia de homens com AKs-47. “Ele o matou ali, na porta de casa, e levou embora sua nora. Nunca mais a vimos.” Naquela noite Salim deixou Mossul para, espera ele, nunca mais voltar.
Em março de 2016, a ordem católica Cavaleiro de Colombo enviou à ONU um relatório listando mais de 1.000 cristãos mortos por sua fé entre 2003 e 2014
Relações tensas entre cristãos e muçulmanos são profundas, antigas e complexas nesta parte do mundo. “O cristianismo sempre foi perseguido aqui, o que vemos agora não é uma novidade”, diz Bashar Warda, o arcebispo da Igreja Católica Caldeia de Erbil, umas das diversas denominações cristãs que permaneceram ligadas ao Vaticano após o Grande Cisma de 1054, quando as igrejas do Ocidente e do Oriente se separaram em definitivo. “Essa também é nossa terra e os cristãos não vão desaparecer do Iraque”, diz ele, que afirma entender a raiva, a frustração e o desejo de partir de boa parte de sua comunidade. “É compreensível, mas conheço minha gente, nós somos cristãos, somos capazes de perdoar e esquecer.”
Apesar de serem considerados “povos do livro”, o que teoricamente lhes garantiria alguns benefícios, os cristãos foram duramente perseguidos pelo Estado Islâmico, em especial nas áreas onde muçulmanos sunitas e cristãos assírios conviviam havia muitos anos. Em regiões onde o cristianismo não tinha comunidades bem estabelecidas, o EI permitia que os seguidores de Cristo se convertessem ou pagassem taxas extras para continuar vivendo nas áreas ocupadas, ao contrário do que aconteceu com outra minoria religiosa da região, os yazidis. Mas no enclave cristão iraquiano foi diferente. “Aqui houve a tentativa de genocídio, essa é a palavra”, diz Salim Kako, ex-deputado do Parlamento do Curdistão, que defende ativamente a criação de províncias autônomas para os cristãos. “Eles tentaram nos exterminar, e não estou apenas falando do Daesh (acrônimo árabe derrogativo para Estado Islâmico), estou falando dos muçulmanos como um todo, em especial os sunitas.
A ordem católica Cavaleiros de Colombo tenta provar que houve um genocídio cristão no Iraque. Em um relatório enviado em março de 2016 ao então secretário de Estado americano, John Kerry, e para a ONU, a ordem listava em mais de 1.000 o número de cristãos mortos no Iraque deliberadamente por causa de sua fé, entre 2003 e 2014. De acordo com o mesmo documento, apenas na tomada de Mossul e das vilas em seu entorno, ao menos outros 500 teriam sido assassinados. Todas as igrejas da região foram destruídas ou queimadas. As peças religiosas vandalizadas. Praticamente todas as figuras de santos católicos tiveram suas cabeças destruídas.
Além disso, mulheres cristãs sequestradas estavam sendo vendidas nos mercados de escravas sexuais mantidos pelo Estado Islâmico por todo o califado. As cristãs eram comercializadas pelo mesmo preço das mulheres yazidis. O valor variava de US$ 35 para uma mulher com idade entre 40 e 50 anos até US$ 120 para meninas entre 10 e 20 anos. “É fácil para os políticos ou os líderes religiosos dizerem que a reconciliação é possível, mas para a maior parte dessas pessoas, tanto os cristãos como os yazidis, um laço de confiança foi quebrado de forma muito profunda com os muçulmanos e serão preciso gerações para que as coisas voltem a ser como antes”, diz Soran Qurbani, um pesquisador curdo, de origem sunita, que estuda os impactos da violência sofrida pelos grupos religiosos minoritários nestes últimos anos. “Nesse momento, não há espaço para reconciliação.”
O diácono Basim al Wakil, de 52 anos, dedicou sua vida à igreja e aos ensinamentos cristãos. Sua família era a responsável por administrar uma das mais importantes igrejas de Bartella, uma importante cidade cristã a 14 quilômetros de Mossul, há um século e meio. Ele nasceu e viveu até a noite de 6 de agosto de 2014 na casa contígua à Igreja de São Jorge. “Saí de lá às 3 da manhã, quando os soldados curdos começaram a recuar. As batalhas já estavam ocorrendo na cidade e percebi que, se eu ficasse, morreria.” Al Wakil fez uma mochila com uma calça, duas camisas, dois pares de meia e duas cuecas, além de algo para comer. Desistiu de levar a Bíblia quando se lembrou que um fiel havia instalado o livro sagrado dos cristãos em seu celular recém-adquirido. “Eu trouxe apenas o terço.” Caminhou por horas, até conseguir uma carona. Quando voltou à igreja, em dezembro, teve um acesso de choro. “Eu apenas me pergunto a razão disso, o que os motivou a destruir nossas igrejas, eu não entendo”, diz ele, hoje vivendo em um shopping center abandonado de Erbil que serve como lar para 400 famílias de cristãos que, como ele, fugiram do Estado Islâmico.
Al Wakil é um exemplo concreto da fissura que se estabeleceu entre a comunidade cristã e os muçulmanos sunitas, mesmo aqueles que não tiveram relação alguma com o Estado Islâmico e o combateram, como a maior parte dos curdos, por exemplo. Al Wakil diz não querer a reconciliação, não ser mais capaz de viver em paz com os islâmicos. “O som que sai das mesquitas chamando para as rezas é como o latido de um cão de rua. Eu não consigo perdoá-los, Deus sabe que não tenho forças para isso.”
É o que diz também o padre George Jahula, de 51 anos, que tem se dedicado a mapear a destruição de Qaraqosh. “Eu sei que nós, homens de Deus, deveríamos perdoar e lutar para que haja integração e não separação”, diz ele. “Mas eu não consigo, o perdão a essas pessoas precisará vir de Deus, não de nós”, conta ele. As afirmações do diácono Al Wakil e do padre Jahula são duras, mas não encontram respaldo entre a elite da comunidade cristã no Iraque. Younadem Kana, membro da minoria cristã no Parlamento iraquiano, diz que o momento é de união e não há razão para mais tensão com os muçulmanos. “Nós somos todos iraquianos, devemos exigir proteção a todos, independentemente da religião. O Estado Islâmico não é o islã, e o islã não tem nada a ver com o Estado Islâmico”, diz ele, um forte opositor da ideia de criação de uma província autônoma para os cristãos iraquianos.
Febronia Stalen, uma senhora de 76 anos, que nasceu e viveu toda a sua vida em Qaraqosh, é uma das poucas moradoras do campo de refugiados cristão de Erbil que pretendem retornar à cidade quando ela for reconstruída. Seus motivos, no entanto, estão mais ligados ao passado que ao futuro. Febronia quer morrer e ser enterrada na cidade em que sua família está desde sempre, segundo ela. “Durante todo esse tempo em que estamos aqui no campo, esse era meu maior medo, não poder ser enterrada junto a meus familiares, na Igreja da Imaculada Conceição.” Ela vive com duas filhas e duas netas em um contêiner e as vê se preparar para deixar o Iraque em breve. Um de seus filhos já vive na Austrália e prepara os trâmites para o resto da família seguir o mesmo caminho. Febronia, no entanto, diz que não sairá. “Eles têm um longo futuro pela frente, mas eu não. Minha vida está em Qaraqosh. Comecei lá, terminarei lá.”

O padre George Jahula visita uma igreja atacada em Qaraqosh. Ele documenta a destruição na região (Foto: João Castellano)
Assista a esse vídeo em: https://youtu.be/Hbfwcxx9cUM
A Rainha Sílvia, da Suécia, declarou ao canal estatal do país que convive com fantasmas no Castelo de Drottningholm, o palácio em que vive.
Mas há um detalhe importante: são ectoplasmas bonzinhos, não fazem mal a ninguém e não a incomodam!
E o pior é que não é trollagem, ela disse mesmo… Aliás, como nações tão desenvolvidas ainda têm reis e rainhas a custo tão alto? Só pode estar sobrando dinheiro…
Na Turquia, atentado terrorista matou 39. Na Síria, o ISIS sabotou a água potável da população de Aleppo. Na Coréia do Norte, anunciou-se novos testes com mísseis balísticos intercontinentais. Na China, aeroportos e estradas fechados por excesso de poluição! Aqui no Brasil, em Campinas, um ex-marido matou a família inteira.
Que essas notícias tristes, acontecidas dia 01, fiquem somente nisso. Deus me livre!

A imagem impressionante (mais do que isso, o vídeo gravado) do assassino do embaixador Andrei Carlov (da Rússia), que covardemente foi morto por um terrorista radical durante uma entrevista em uma Galeria de Arte na Turquia assustou demais. Se mata alguém sem piedade, a troco de uma causa que, em tese, o inocente não está envolvido.
É crítica a situação da Síria, e para chamar a atenção, o matador (chamado Mevlut Mert Altintas) atirou a sangue frio para chamar a atenção do caos que se tornou aquele pobre país.
Tão grave quanto isso foi o caminhão que se atirou em uma feira na Alemanha, ontem também, matando mais inocentes ainda.
O fanatismo dos terroristas, incentivados pelo Estado Islâmico, não leva a crer que uma guerra está a iminência da sociedade? Ou ela já começou?
Isso nos permite ainda outra questão: aqui no Brasil não temos tais fatos, mas vivemos uma guerra particular de assaltos, crime organizado e medo urbano. Some-se ainda aos crimes de colarinho branco, que destroem a Saúde, a Segurança e a Educação do povo.
O Mundo passa por tempos difíceis, indubitavelmente.

Na França, o Governo tende a proibir a circulação de veículos com mais de 17 anos de uso.
Motivos: são mais poluentes, quebram mais e atrapalham mais o trânsito.
Aqui no Brasil, carro velho ganha benefício de isenção de IPVA!
Vai entender…
Reclamamos costumeiramente sobre diversos problemas da vida. Mas deixamos de lado as necessidades mais urgentes do próximo, como, por exemplo, a carnificina de Aleppo, na Síria, onde barbaridades acontecem e o mundo nada faz.
Cristãos, árabes, judeus, ateus… todos nós aceitamos isso com indiferença, passivamente?
E o que fazer?
Se você é sensível às dores dos seus irmãos distantes, leia a coluna de Clóvis Rossi, na página 2 da Folha de São Paulo, abaixo:
ALEPPO, O TÚMULO DA HUMANIDADE
O primeiro a fazer a denúncia foi Jens Laerke, porta-voz da ONU para Assuntos Humanitários, assim que as forças da ditadura síria entraram na parte rebelde de Aleppo : “Houve um completo derretimento da humanidade em Aleppo”.
Foi pior: em editorial desta quarta-feira (14), o “Le Monde” escreve que Aleppo foi “o túmulo do direito internacional, da ONU, de um mínimo de decência e de humanidade”
É isso mesmo, desgraçadamente. Se as comunicações modernas transformaram o mundo em um vilarejo, esse pequeno mundo assistiu um genocídio, em cores e no horário nobre, em um de seus recantos, sem que ninguém fizesse nada para impedi-lo ou ao menos atenuá-lo, o que já seria pouco.
E olhe que houve tempo, muito tempo, para isso. A guerra na Síria já vai para o sexto ano e para 312 mil mortos, segundo a conta mais recente do Observatório Sírio de Direitos Humanos.
Os refugiados, internos ou externos, são 9,5 milhões ou aproximadamente 40% da população. Se fosse no Brasil, essas porcentagens corresponderiam a mais de 80 milhões de pessoas, uma sinistra contabilidade que nem inclui os feridos.
Haveria idêntica indiferença/impotência/inapetência para intervir?
Minha primeira tentação é responder que não. Países do hemisfério ocidental não podem passar por uma situação dessas sem que haja algum tipo de intervenção, certo?
Aí vem à memória o Holocausto, genocídio praticado em e por mais de um país ocidental. Tento pensar que era outro mundo, outra época. Mas, recentemente, houve dois outros genocídios, contra muçulmanos (Srebrenica, na antiga Iugoslávia) e contra negros (Ruanda).
Agora, são muçulmanos de novo, na Síria. Fica a sensação de que está permitido matar negros e árabes, aos olhos ocidentais, a cuja cultura pertencemos, gostemos ou não.
É eloquente que os folhetos lançados em novembro nas áreas de Aleppo sob controle dos rebeldes avisassem: “Se vocês não deixarem esses lugares rapidamente, vocês serão aniquilados. (…) Vocês sabem que foram abandonados por todo o mundo, deixados sozinhos à própria sorte, e que ninguém lhes propôs ajuda”. Fica claro, pois, que os assassinos contavam em sua estratégia de campanha com a omissão de “todo o mundo”.
Menos, claro, da Rússia de Vladimir Putin, o mais novo amigo de infância de Donald Trump, cogestión, com o ditador Bashar al-Assad, do massacre de Aleppo.
Posto de outra forma: o Ocidente é culpado por omissão pelo genocídio, enquanto a Rússia o é também, mas por ação.
Há quem ache que, após ocupar Aleppo, Assad ganhou a guerra. Mas Samer Abboud, professor-assistente de Estudos Internacionais na Arcadia University (Pensilvânia), discorda: “A luta persistirá ao longo do país. Até em áreas ostensivamente sob controle do regime, a violência e a insegurança permanecerão como parte da vida diária dos sírios”, escreveu para a Al Jazeera.
Prepare, pois, a sua indiferença/impotência que logo virá mais sangue na tela mais próxima de você, em horário nobre.

O índice de corrupção “tolerável” é volátil dependendo do país. Infelizmente, no Brasil, aceita-se muita coisa! Mas na Coréía do Sul, qualquer desvio pode ser motivo para grande revolta da população.
Muito se tem questionado a presidente Park Geun-hye. Um dos motivos é: seu gabinete comprou 360 comprimidos de Viagra para ela e seus assessores! A justificativa é de que os medicamentos de disfunção erétil seriam usados na viagem da Chefe de Estado à Etiópia e outras localidades com grandes altitudes (já que sabidamente eles amenizam as tonturas decorrentes da baixa oxigenação do cérebro e melhoram a circulação).
Apesar de ser um motivo aceito, questionou-se: remédios não devem ser gastos do próprio bolso e seu uso é particular, evitando as despesas com o dinheiro público?
Em nosso país, desfalca-se bilhões da Petrobras e se alega que “todo político rouba mesmo…”.

A capa da Folha de São Paulo deste sábado é assustadora: Abdurrahman, de apenas 9 anos, sem braço e ex-combatente do ISIS. Ele treinou tiro com uma Ak-47!
Meu Deus… que mundo é esse?
Extraído de: Folha de São Paulo, 19/11, pg B2
IRAQUIANO DE 9 ANOS CONTA COMO FOI FREQUENTAR ‘ESCOLA’ DO ESTADO ISLÂMICO
Por Yan Boechat
O pequeno Abdurrahman parece ser mais jovem que os nove anos de idade que garante ter. Franzino, metido em uma calça uns três números maior, ele fica ainda mais frágil quando tenta mover o braço direito, amputado um pouco acima do pulso.
Abdurrahman perdeu a mão, segundo conta, há pouco mais de um mês, quando fugia com a família de uma batalha entre o Estado Islâmico e as forças iraquianas em um vilarejo a cerca de 50 quilômetros ao sul de Mossul.
“Eu nem estava correndo, estava andando e, de repente, houve um barulho. Um barulho muito alto”, conta, sempre com um leve sorriso no rosto. Um morteiro disparado pelos militantes do EI caiu ao seu lado. A mão e parte do braço ficaram despedaçados pelos estilhaços. Os ferimentos no peito não foram tão graves e já estão secos.
Os braços finos, a voz de criança e o sorriso leve escondem uma outra parte do passado recente desse fã de Messi e Cristiano Ronaldo.
Abdurrahman foi treinado pelo EI para matar. Teve aulas sobre como montar uma bomba improvisada, a segurar e a atirar com um AK-47 e, até, a maneira correta e mais eficiente de degolar uma pessoa. “Eu nunca fiz nada com ninguém, mas eles diziam que, se a gente não aprendesse, eles nos matariam. Então, eu aprendi”, conta, com naturalidade.
Sem a mão direita, Abdurrahman acha que não vai mais conseguir ser o cientista que um dia sonhou se tornar. Até a chegada do EI a essa região na margem ocidental do rio Tigre, há quase dois anos e meio, ele ia à escola.
“E eu era esperto, um bom aluno”, conta. “Gostava de estudar ciências, mas desde que o Daesh [acrônimo em árabe para o EI] chegou, paramos de ir para a escola.”
Abdurrahman diz que frequentou as aulas oferecidas pelos militantes do EI por apenas duas semanas. Ele, como seus pais, tem medo de ficar estigmatizado por ter vivido sob o domínio da milícia terrorista.
Muitas vezes os moradores dessas regiões preferem não contar que conviveram de forma até mesmo cordial e pacífica com os homens do EI. “Ele um dia me disse que estava com medo, e eu o impedi de voltar para lá”, diz seu pai, Abdulah.
Questionado sobre o que mais tinha medo na “escola” do EI, Abdurrahman deu uma resposta bastante condizente com sua idade: “Eu tinha medo da barba deles”.
Abdurrahman conta que jamais viu alguém ser morto diante de si. E que nunca precisou usar o que aprendeu. “Eles nos ensinavam a degolar as pessoas com livros. Eles mostravam figuras e nos diziam como deveríamos fazer, mas nunca fizemos”, conta o jovem, sentado no sofá da sala destinada às visitas de sua casa, na cidade de Qayyara.
Mas ele admite que aprendeu a preparar e instalar bombas verdadeiras, assim como a carregar e a atirar com rifles reais, como os AKs-47.
Torcedor do Real Madri, ele ainda sente dores no braço direito. O ferimento continua ali e tem sido tratado em uma clínica na cidade. Seu pai, no entanto, acha que o filho só vai superar o trauma que passou quando conseguir uma prótese. “O que será dele sem uma mão?”
Abdurrahman parece não se preocupar muito com isso agora. Quer ver o ferimento sarar para voltar a brincar. Quer voltar a jogar bola, principalmente. “Quero ensinar, dar aulas”, diz o jovem iraquiano. Ele ainda não sabe muito bem o que quer ensinar. Talvez seja árabe. E quer que crianças como ele possam aprender a ler.
“Enquanto elas não puderem, eu vou ler para elas”, diz Abdurrahman, sempre com um sorriso tímido, sempre com a fala tranquila, mesmo diante de tanta dor e de tanta incerteza.
COTIDIANO DE GUERRA
A história de Abdurrahman pode ser aterradora para ocidentais pouco afeitos às táticas do EI, mas é extremamente comum por aqui.
Estima-se que até 1 milhão de crianças tenham sido educadas em cursos como o que ele assistiu. Isso nos últimos dois anos e meio e apenas no Iraque. Muitas crianças como ele estão sendo usadas em Mossul, nesse momento, como homens bomba.
Há relatos de jovens de 10 anos, 12 anos, enfrentando as forças especiais iraquianas com AKs-47 nas mãos.
Os que fugiram vão levando consigo lições que provavelmente guardarão para toda a vida.
A ONU e outras agências humanitárias acreditam que apenas no entorno de Mossul vivam cerca de 600 mil crianças. Boa parte delas, dizem eles, acabará se tornando um refugiado.
O número de pessoas deslocadas pela ofensiva de Mossul já superou 60 mil, e as Nações Unidas acreditam que número possa superar 700 mil nas próximas semanas.
Enquanto a batalha pela retomada do bastião do auto-proclamado califado do EI continua, as crianças que não conseguiram fugir são as que mais sofrem.
Nos hospitais de campo, o número de menores de idade cresce diariamente. “E há muitos casos de crianças com problemas mentais e emocionais”, diz um médico que prefere não divulgar seu nome.

Calma: não é profecia apocalíptica, crença alienígena ou estudo catastrófico. É apenas a relevante opinião de uma das pessoas mais respeitadas da ciência: Stephen Hawking, que aponta: o homem terá que morar em outro planeta em 1000 anos!
PARA O FÍSICO INGLÊS STEPHEN HAWKING, ‘OS DIAS DA TERRA ESTÃO CONTADOS’
O renomado físico britânico Stephen Hawking – uma das mentes mais desenvolvidas do mundo – reafirmou na quinta-feira (7) ver com pessimismo o futuro da espécie e pontuou que a humanidade só tem uma alternativa para sobreviver: deixar a Terra e ir para o espaço em busca de outros planetas habitáveis.
“Não creio que vivamos mais mil anos sem ter que deixar este planeta“, afirmou o cientista inglês em uma conferência realizada em Tenerife, Espanha, de acordo com informações do periódico El Mundo. Hawking relatou ao jornal espanhol que hoje há vários experimentos pendentes que poderiam levar a humanidade para outros planetas, como a cartografia da posição de bilhões de galáxias ou o uso de supercomputadores para entender melhor a posição da Terra.
EXPLORAÇÃO DO ESPAÇO – “O futuro é um mistério“, diz ele, “mas a sobrevivência dos seres humanos envolve, imprescindivelmente, a exploração do espaço“, acrescenta. “Nossa imagem do universo mudou drasticamente nos últimos 50 anos e estou feliz por ter dado uma pequena contribuição“, pontuou Hawking. “Nós, humanos, não somos mais que coleções de partículas que, no entanto, estão perto de compreender as leis que nos governam, e isso é um grande triunfo“, enfatizou Hawking, que sofre de esclerose lateral amiotrófica.
“CADA DIA É UMA RECOMPENSA” – Ele garantiu que sua doença lhe ajudou a ver que “cada novo dia era uma recompensa“, e finalizou a palestra com alguns “conselhos providenciais” para a plateia. “Lembre-se de olhar para as estrelas e não para seus pés. Pergunte a si mesmo o que é que faz o universo existir. Seja curioso. E por mais difícil que a vida possa parecer, sempre há algo em que se pode ter sucesso. O importante não é nunca se render“, completou o físico europeu.

Como se falou do “gigante dos ares” nos últimos dias, não?
De fato, o cargueiro Antonov An 225 é uma atração. Único modelo fabricado pela União Soviética, o propósito era o de levar o ônibus espacial russo “Buran” ao espaço. Com a falência do comunismo no Leste Europeu, a aeronave foi parar num cemitério de aviões e foi herdado pela Ucrânia. Reformado há pouco tempo, é um avião de cargas especial.
A questão é: com a ruína do império soviético, o que será que sobrou (de equipamentos a armamentos) para as demais ex-repúblicas soviéticas?
Veja só algumas imagens (antes e depois da reforma):


Uma crueldade sem fim!
Felizmente, não vivemos uma guerra em nossos país (embora tenhamos tantos outros males). Mas só quem vive pode dizer o horror da guerra.
Um exemplo?
A pequena cidade de Quayyara, no Iraque, vive o drama de não ter, acredite, AR PURO e CÉU AZUL! Os terroristas do Estado Islâmico explodiram os poços de petróleo e a população não vê outra cor no infinito a não ser o preto. Treze mil habitantes vivem em meio a essa fumaça, intoxicando-se e com pouca ajuda há 2 MESES!
Que mundo é esse? Para o pobre povo interiorano iraquiano, é o fim dele…
![]()
O candidato do Partido Republicano, Donald Trump, foi eleito como o 45o presidente dos Estados Unidos da América. O mundo está assustado…
A imagem que nós temos é de truculência beirando o nazi-fascismo (eu me lembro dele como “Rei das Calcinhas, bilionário do ‘O Aprendiz’ e dono do Cassino falido Taj Mahal”).
Algumas considerações:
– Sempre vi tanto Trump como Hillary ruins opções. A candidata democrata seria a opção “menos ruim”.
– Alguém acredita realmente que o novo presidente expulsará muçulmanos e construirá muros para isolar mexicanos? É claro que não, isso é discurso demagogo de quem quer ganhar o voto do americano nato e descontente com a crise econômica.
– Muita gente se preocupa com a frase de que “voltará a fomentar os empregos nos EUA”. Isso é bom aos cidadãos de lá, se conseguir por em prática. Mas será péssimo para o Exterior, se elevar impostos de importação e criar taxações.
O mundo não acabou (embora o futuro possa ser um pouco mais sombrio). Os americanos vivem em uma democracia plena, e o Congresso não deixará Trump governar sozinho. Existem acordos a serem cumpridos, tratados e compromissos internacionais inegociáveis. Ademais, Donald Trump não seria louco de jogar o país num regime ditatorial de direita.
A real preocupação é: o comportamento temperamental dele. Escondam as maletas com os códigos das bombas atômicas…
O irônico é quem em 1988, Trump declarou que se um dia fosse candidato à presidência, “ganharia fácil, já que os eleitores acreditam em todas as bobagens que lhes são ditas…“ Ô fanfarronice sem fim.
Enfim: para mim foi surpresa a vitória do xenófobo republicano, mas é entendível num mundo onde os refugiados entram em diversos países que não estão preparados econômica e socialmente.

António Manuel de Oliveira Guterrez – esse é o novo “chefe do mundo”. Ou, se preferir, o português que será o presidente da ONU em substituição ao sul-coreano Ban Ki-moon.
Seu currículo é de grande diplomacia, um negociador nato. Homem de bem, reconhecido filantropo e preocupado com as causas sociais.
Cá entre nós: as potências mundiais como os EUA, China e Rússia fazem o que querem com as Nações Unidas, pois o poderio financeiro e bélico, infelizmente, fala mais alto. Mas mesmo assim creio numa boa gestão de António Guterrez.
E pensar que há algum tempo (antes de se descobrir as picaretagens do PT), se falava em Lula para a presidência da entidade…

Se a mulher quer trabalhar, deve pedir ao marido.
Dirigir? Tem que ter uma autorização especial.
No mundo machista árabe (abaixo), uma conquista: elas poderão participar de eventos para recuperar a saúde contra a diabetes!
Extraído de OESP, 18/09/2016, Caderno Internacional, página A17
SAUDITAS CRIAM PLANO ESPORTIVO PARA MULHER
Por Jamil Chade
Na Arábia Saudita, mulheres só viajam, trabalham ou mesmo se casam com a autorização de um homem. Outra batalha é dirigir. Mas um pequeno passo foi dado no mês passado num direção contrária. O governo de Riad anunciou a escolha da princesa Reema bin Bandar al-Saud para comandar o departamento de esporte feminino do país. O objetivo da iniciativa não envolve o desempenho esportivo, mas sim combater uma epidemia da diabetes.
Reema sabe que introdução do esporte para as meninas promete ser um desafio social. “Temos fronteiras culturais e preciso garantir que as atividades que queremos promover estejam dentro dessas fronteiras”, disse a princesa, filha do ex-embaixador saudita nos EUA. “Mas o que é universal é o bem-estar, fitness e saúde. Todos os homens e mulheres devem ser saudáveis.”
As 13 milhões de meninas e mulheres do reino saudita têm a segunda pior taxa de diabete do mundo. “Os dados são chocantes. Comemos de forma errada e precisamos encorajar as pessoas a se move”, admitiu a representante da nobreza saudita. “Temos um plano de infraestrutura. Mas a forma de pensar afeta como você vai agir. Agora, precisamos mudar a forma que essas garotas pensam. Elas precisam pensar que têm o direito de serem saudáveis.”
A princesa admite que nem sempre as meninas sabem que têm o direito de fazer esportes. “Para algumas dessas garotas, um dos obstáculos pode ser sua comunidade. Para outras, pode ser até a família. Mas nosso papel é o de criar a mensagem correta e programas que façam os familiares se sentirem confortáveis de que o que estamos fazendo é uma agenda de saúde. Não há nada além disso”, afirmou a princesa.
A princesa garante também que, quando conta seus planos para as mulheres sauditas, a resposta tem sido positiva. “Eu vou abrir portas. Mas se quisermos mudar as coisas, são as meninas que terão de participar. Podemos criar leis e infraestrutura. Mas se elas não participarem, não há sentido. Precisamos incentivar as meninas e explicar que sua saúde é importante para a nação e para suas crianças”, disse.
Para que essa mudança ocorra, uma nova infraestrutura será criada nos próximos meses. “As mulheres precisam de privacidade”, disse a nova responsável pelo esporte feminino saudita. “As mulheres não querem tirar o véu diante de homens. Não querem compartilhar banheiros, nem os aparelhos de exercício. Existem muitos negócios no mundo erguidos com base na privacidade da mulher, até mesmo nos EUA. No nosso caso, é uma necessidade.”
Um dos próximos passos é o de definir uma lista de modalidades esportivas que, sem muita adaptação, poderão ser praticadas e oferecidas às meninas. No total, serão 14 esportes que estarão nesse programa sem conflito cultural e permitirá incentivar as mulheres a se exercitar. Para conhecer experiências de diversos países, ela tem promovido viagens aos EUA, Europa e o Brasil.
Por cinco anos, a princesa implementou um plano nacional para tornar mais feminino o comércio no país. Entre suas missões, estava a criação de locais exclusivos para mulheres e a geração de postos de trabalho para as profissionais. Ela criou lojas com vestiários apenas para mulheres, atraindo uma clientela considerável. Isso exigiu criar um sistema de transporte para levar as funcionárias desses locais, além de colocar seus filhos em locais seguros. Agora, ela promete fazer o mesmo no esporte. “Estamos em 2016. Não podemos ser obrigadas a escolher entre ter filhos e trabalhar ou fazer exercícios”, disse.
A iniciativa é um passo considerado como positivo por entidades de direitos humanos que duramente criticam o regime, como a Human Rights Watch. “As mulheres estão mudando o jogo” , disse a ONG. “Mulheres e meninas na Arábia Saudita precisa ser capazes de realizar seus sonhos de participar de eventos esportivos, do primário à conquista de uma medalha de ouro”, afirmou Minky Worden, representante da Human Rights Watch.

A FAO (organismo da ONU que cuida sobre o tem “alimentação”) informa: 1/3 da comida do mundo é desperdiçada!
Desde pequeno aprendi que se deve comer o necessário (embora a gula prejudique), mas nunca jogar resto de alimento, pois “comida é algo sagrado“.
E é mesmo! Quanta gente passando fome e a gente ignorando isso. Fato!

O mundo rememora neste dia 11 os atentados que vitimaram milhares de pessoas nos EUA. As imagens dos aviões acertando as Torres Gêmeas impressionam sempre que são mostradas.
Pra quê? A troco de quê?
Puro fanatismo…

Os norte-coreanos festejam o 5o e mais impressionante teste nuclear realizado por aquela ditadura. O evento chegou a promover um pequeno terremoto sentido na Coreia do Sul.
O que o mundo tem feito para promover a paz entre as duas Coreias? Kim Jong-un é maluco, um presidente autoritário que trata o povo como gado, na mais fechada nação comunista do planeta. Alguém duvida que ele pode promover uma guerra?

Cada vez mais surgem relatos sobre palhaços que estariam assustando crianças na Carolina do Sul, nos Estados Unidos. As autoridades investigam a seriedade das denúncias ou, em tempos de lorotas, se não passam de “lendas urbanas”.
Me recordo da “loira do banheiro” na minha infância. Seria uma versão disso nos States?
Tire suas conclusões, veja esse link: http://oglobo.globo.com/mundo/policia-investiga-palhacos-que-assustam-moradores-da-carolina-do-sul-20024748
PALHAÇOS ASSUSTADORES OU MARKETING?
GREENVILLE, Carolina do Sul — Chefes de polícia de Greenville, na Carolina do Sul, Estados Unidos, estão reforçando o patrulhamento na área após receberem novas denúncias de que pessoas vestidas como palhaços estão tentando atrair crianças para as florestas. De acordo com o relatório dos oficiais, várias crianças dizem que os palhaços lhes oferecem dinheiro para que elas os sigam para uma casa próxima a um lago.
Os últimos relatos são dessa segunda-feira, quando os delegados da cidade receberam um chamado do condomínio Emerald Commons por volta das 20h20. Mais tarde, às 22h, houve outro alerta sobre alguém vestido como palhaço nos arredores do Shemwood Apartments. Quem fez a denúncia foi uma criança de 12 anos.
O Emerald Commons fica a 20 minutos do Fleetwood Manor Apartments, outro conjunto habitacional onde as pessoas relataram ter visto palhaços na semana passada. Os oficiais que foram atender à demanda disseram que não encontraram nenhuma evidência de que alguém esteve no bosque. A polícia também inspecionou a casa mencionada pelas crianças, mas não encontrou nenhuma pista.
Adultos também relatam ter visto as figuras. Uma mulher que voltava para casa à noite afirmou ter visto um palhaço acenando para ela debaixo de um poste de luz. Ela acenou de volta antes de voltar para sua casa em segurança. Uma mãe decidiu ir até o bosque após seu filho ter lhe falado sobre palhaços “sussurrando e fazendo barulhos estranhos”. Chegando no local, segundo ela, havia vários palhaços com lasers verdes.
As autoridades não sabem dizer se as histórias são reais, mas estão preocupadas com a segurança dos moradores. De acordo com o xerife de Greenville, um dos residentes de um condomínio pode ter atirado em direção à floresta. A moradora Donna Arnold disse à rede de TV WYFF que achou que seu filho estava mentindo, até que “30 crianças” fizeram a mesma denúncia.
— Havia mais de uma criança dizendo ter visto eles, então eu estou certa de que elas estão falando a verdade.
No início do mês, vários moradores de Green Bay, em Wisconsin, viram e fotografaram um palhaço que rondava as redondezas. Um ator disse à rede de TV Wbay que se trata de uma ação de marketing para um curta do qual ele tentou fazer parte.

LAMENTÁVEL!
Quando os árabes ficaram horrorizados com charges ofensivas ao Islamismo publicadas pela Revista Charlie Hebdo, parte do mundo condenou o humor negro e outra parte defendeu a liberdade de expressão. Claro, ninguém aprovou o atentado terrorista na sede do jornal, mas o debate sobre os limites do humor foram discutidos.
Agora, após o pavoroso terremoto que atingiu a Itália e matou centenas de pessoas, a revista publicou uma charge com italianos sacrificados comparando-os a tipos de massas e molhos: um ensanguentado como “ao molho de tomate”, um machucado como “gratinado”, e mortos por esmagamento como “presuntos da lasanha”.
Ridículo!
Olha abaixo:

Compadeço-me com as pessoas que sofrem com o terrível terremoto de magnitude 6.2 ocorrido esta madrugada no Centro da Itália. Já existem 38 mortes confirmadas, 100 desaparecidos e milhares de desalojados.
Que Deus possa consolá-los e a solidariedade humana se fazer pronta para o auxílio.
A sanguinária Guerra da Síria, nunca resolvida entre os lados envolvidos que preferem a violência do que a concórdia, fez mais uma imagem chocante: o menino de 5 anos socorrido embaixo de um prédio atingido por mísseis em Aleppo: Omran Daqneesh, sujo de sangue e de poeira.
As socorristas que o ajudaram fizeram o vídeo de seu resgate. Cenas fortíssimas, onde o menino (provavelmente em estado de choque), não fala e não chora.
Isso é uma guerra, promovida por malditos fanáticos e gananciosos. O mundo precisa de paz, pois inocentes como esse garotinho são as maiores vítimas.

Respondendo a questão: depende do momento!
Uma caipirinha relaxa. Se estiver na praia, tranquilo, vendo o mar, ok. Mas no dia-a-dia, torna-se um perigo…
A provocativa pergunta, na verdade, foi uma afirmação espirituosa do Secretário de Estado Americano John Kerry (ex-candidato à Presidência da República pelos Democratas), quando indagado sobre seu bom humor, durante a abertura dos Jogos Olímpicos.
Disse ele: “a vida muda quando se toma uma caipirinha“.
Mas muda mesmo? Que seja com moderação…

Há 47 anos, o homem pisou na Lua pela primeira vez. Não é incrível tal façanha, até para os dias atuais?
Já imaginaram voar pelo espaço e chegar lá no nosso satélite e conseguir voar são e salvo?
O homem é muito inteligente. Entretanto, deve usar sua inteligência para a prática do bem. Não dá para acreditar que com tanta modernidade, não se resolva outras problemas da humanidade.
A tecnologia é algo fantástico. A sonda espacial Juno viajou 5 anos pelo universo e enfim chegou a Júpiter.
Olha que bacana a animação da NASA, em: https://youtu.be/p7Y5UH7g-SU
Dias atrás, tivemos um lobo solitário atacando uma casa noturna nos EUA. Hoje, outro atentado, agora no Aeroporto da Turquia, matando muita gente.
Devemos estar conscientes: esses terroristas são malucos, suicidas e impiedosos. E com um evento próximo do porte dos Jogos Olímpicos, com tal frequência de atos desumanos, temos que ficar atentos…
O mundo clama PAZ!
Atualizando: o ISIS (Estado Islâmico) foi o responsável…

Ismail, o Brasileiro. Esse é o “nome traduzido” de um lobo solitário (aquele que atua sozinho em um lugar a serviço do Isis) de Ismail Abdul Jabbar Al-Brazili.
Ele é o cidadão investigado por estar a serviço dos terroristas do Grupo Estado Islâmico para atentados durante a Rio-2016. Faz propaganda na Internet para arregimentar novos seguidores e doutrina jovens com a tradicional lavagem cerebral.
Não bastasse isso, Jihad Ahmad Deyab, segundo a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), o perigoso terrorista internacional procurado nos quatro cantos do planeta, estaria em nosso país escondido. Maxime Hauchard, o “francês”, outro membro do ISIS, também já ameaçou.
O que fazer?
Nossas autoridades estão preparadas?
Os cidadãos de bem já sofrem com o terrorismo dos bandidos do crime organizado, dos larápios de colarinho branco de Brasília e agora com extremistas fanáticos religiosos…
O Esporte é para congregar os povos, nunca para dividir. E o perigo do terrorismo ultrapassou as carreiras sociais e esportivas, infelizmente.

O Reino Unido decidiu sair do bloco geo-politico-econômico chamado “União Européia”. Em votação pelo povo da Grã Bretanha (British), a saída (exit) foi selada.
Leio muitas crítica sobre isso ser algo radical. Discordo. Cada povo sabe e sente sua dificuldade. A Itália e Portugal quase quebraram quando entraram na Zona do Euro. Por que insistir em territórios homogêneos?
O problema, e isso sim chama a atenção, é a divisão dos eleitores do Reino Unido. O resultado ficou quase 50-50% para a permanência ou a saída. A Irlanda e a Escócia queriam ficar no Mercado Comum Europeu. A Inglaterra não.
Já vimos esse cenário de divisão com Dilma e Aécio aqui no Brasil…
Em tempo: David Cameron, o primeiro ministro da Inglaterra, renunciou.

O terrorismo está levando as pessoas à neurose.
Durante a Eurocopa (que está sendo realizada na França), em Lille, um jornalista polonês deixou um tripé armado no centro de imprensa e colocou um recado: “já voltou buscá-lo”.
Ao ver o tripé solitário, a Polícia Francesa isolou o local, chamou a equipe anti-bomba e… BUM! Explodiu o artefato. Descobriram que não era uma bomba, mas realmente um simples tripé esquecido.
O medo deturpa os cidadãos da realidade, não?

Celebra-se hoje o dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas. Motivo? São dois:
1) É o dia de falecimento do poeta Luís de Camões, que propagou mundo afora a língua que falamos.
2) Também é dia do Santo Anjo da Guarda de Portugal, protetor da nação lusitana.
Sendo assim, dia 10 de Junho é feriado na nossa Pátria-Mãe. E o mais curioso é: quando Portugal viveu a ditadura, era o Feriado do “Dia da Raça”. Em tempos politicamente corretos, tal título não seria adequado…
Ainda: com tantos assassinatos à língua portuguesa, como a criação de demagogos verbetes e termos (“Presidenta” me dói…), vale um dos poemas de Camões:
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Qualidade indiscutível!

Aqui, me impressiona como o politicamente correto extrapola! No último sábado, uma criança de 3 anos caiu na jaula de um gorila no zoológico local. O animal pegou a criança e a arrastou para junto de si. Guardas imediatamente dispararam tranquilizantes, mas que levariam um certo tempo para fazer efeito. Desta forma, abateram o gorila para salvar o menino.
Agora, muita gente nas redes sociais reclama da ação! Dizem que foi uma morte impiedosa do animal, que poderiam evitar o acontecido e outras coisas em defesa do bicho.
Ora, se uma criança está em poder de um gorila, você vai fazer o quê? Vai deixar o risco do garotinho ser morto?
Parabéns às autoridades que salvaram o menino. Uma pena que o desfecho tenha sido a morte do animal, mas vale salvar uma vida humana do que de um animal irracional.
Aqui, se faça uma ressalva: e os pais negligentes? Onde estavam naquela hora?

Sadiq Khan, do Partido Trabalhista Inglês, foi eleito prefeito de Londres, com 44,2% dos votos. O curioso é: em meio a discussão sobre o aceite de imigrantes e refugiados (e a Inglaterra resiste em aceitar sírios necessitados), Khan é descendente de paquistaneses e professa o Islamismo.
Detalhe: nada de radicalismo ou xenofobia! Estudioso e batalhador, o novo prefeito comunga de pessoas de todas as crenças na sua administração, tendo como exemplo de vida (declarado publicamente) o pai, motorista de ônibus e a mãe, costureira.
Questionado sobre a religião, ele disse que não seria “chefe religioso de Londres, mas prefeito de todos os londrinos.”
Ótimo! Que as coisas sejam sempre bem separadas. Mas uma coisa é inegável: disparadamente o povo muçulmano cresce em todos os cantos do mundo (vide o número de filhos nas famílias árabes versus o de famílias de europeus).
![]()
Mossack Fonseca é um escritório que facilitava a criação de empresas de fachadas / offshores no Panamá. E o fazia de maneira criminosa para políticos, artistas, esportistas e bandidos do mundo inteiro. Foi descoberto após uma investigação que durou mais de um ano, com jornalistas do de diversas nações (incluindo brasileiros) e se intitulou “The Panama Papers”, revelado hoje.
Nela, há casos de Platini e Messi escondendo dinheiro; há aliados de Vladimir Putin, presidente da Rússia, movimentando mais de 2 bilhões de dólares; O cunhado do líder chinês Xi Jiping foi também detectado; e, claro, políticos do Brasil de diversas legendas enviando dinheiro para lá.

A moça merece um prêmio de jornalismo! Patrícia Campos Mello, repórter da Folha de São Paulo, esteve na prisão de Rimelan (interior da Síria) e conseguiu entrevistar o terrorista Ahmad Derwish. Ele é o chefe das operações de guerra do ISIS (OU EI, Estado Islâmico).
Derwish esteve em Sinjar, no norte do Iraque, onde se tornou emir após conquistar o lugarejo e fazer com que 2000 mulheres se tornassem escravas sexuais! Foi detido há 1 mês após bombardeios americanos.
Questionado pela jornalista o que ele faria se a encontrasse num campo de refugiados, disse que ela:
“Levaria muitas chibatadas pelas roupas que usa, seria escravizada sexualmente e teria que se converter ao islamismo”.
Quando Patrícia disse que era cristã, Derwish avisou:
“Se você fosse presa e não pagasse o jizya (imposto cobrado pelo EI para permitir que cristãos não sejam mortos), seria decapitada”.
Sobre venda de escravos, o preço varia. Segundo ele:
“Uma mulher de 18 anos custa US$ 3,000.00, mas se for bonita vale mais”.
A respeito de tolerância religiosa, o radicalismo assusta. Tentando justificar a morte de inocentes na Bélgica no atentado recente, declarou que:
“É preferível que infiéis morram no campo de batalha, mas sempre é legítimo matar quem não segue a sharia (lei islâmica) onde quer que esteja“.
Fico pensando como os muçulmanos que vivem verdadeiramente sua religião devem estar tristes com esses malucos radicais. Principalmente quando Derwish alega que:
“Está escrito no Alcorão que todos nós vamos morrer, mas Alá nos prometeu o paraíso porque matamos infiéis”.
Ora, desde quando alguém que tem uma fé diferente do que a sua deve ser morto para que Deus lhe reserve o Céu?
Triste imaginar que idiotas como esse existam aos montes e que assassinam pobres inocentes por um fanatismo que assusta…
