– A aprovação do polêmico Plano Diretor de Jundiaí

Não gosto de radicalismos, pois podem ser perigosos. E esse perigo se observou nos últimos dias com a discussão do novo Plano Diretor da Cidade de Jundiaí e sua aprovação por unanimidade.

Criado para ajudar o município a manter a qualidade de vida para os próximos anos, viu-se um embate muito grande entre a defesa do ambientalismo, o crescimento sustentável e a especulação imobiliária. O bom senso manda que Jundiaí preserve o verde, aproveite a vocação agrícola e colha benesses da sua privilegiada condição logística e industrial. Entretanto, as posições ferrenhas de interesses político-eleitorais versus os comerciais trouxeram à tona a seguinte questão: ninguém quer conciliar o tripé agricola-industrial-comercial, que tanto faz bem para a cidade, pensando no bem de Jundiaí, sem querer tirar proveito pessoal?

Quando vejo manifestações de que o processo foi “democrático e popular”, ouvindo a todos, me assusto. Aqui no Medeiros, por exemplo, às vésperas da votação, tivemos a reunião com o Prefeito e sua secretária Daniela da Câmara Sutti. A dirigente, de maneira nada sútil e democrática, vociferou contra toda e qualquer manifestação educada ou crítica contra o projeto. Alegou que por dois anos os moradores foram avisados na conta do DAE (como se todos tivessem água encanada ou ainda se este fosse o canal ideal de informação). As reuniões ditas “de dois anos” só se tornaram sabidas na iminência do debate final, sem que a maior parte da população da cidade fosse informada e estivesse ciente de tudo. Usando novamente o mesmo exemplo: a maior parte dos comerciantes aqui do bairro, como eu, estabelecidos há muito tempo, não tínhamos ciência! E não vale dizer que haviam delegados encarregados de informar, pois estes nada fizeram.

Não sou contra ou a favor o Plano Diretor, nem contra ou a favor tal ideologia comunista da situação ou capitalista da oposição. Sou um cidadão que se revolta ao ver que o bem da cidade não foi discutido a contento, mas sim os interesses particulares de diversos grupos.

É um tremendo blábláblá dizer que o plano visa a defesa do cinturão verde da cidade e deixar a Serra do Japi de lado, dizendo ser outra alçada / legislação que cuida dela. É demagogia! Se éramos, aqui na minha região, zona urbana, mas voltaremos à zona rural, devolverão o IPTU retroativo e a diferença de imposto paga por todo esse tempo? Derrubarão os prédios e edifícios construídos em meio aos antigos pomares e replantarão árvores?

Durante todo esse tempo, a administração que começou PCdoB e virou PSD nada fez ao Medeiros. Idem à administração anterior do PSDB. Permitiram a chegada de grande contingente populacional (que é normal e que não reclamamos), mas se omitiram na construção de creches, ampliação de escolas e melhora na segurança pública. O Canil da GM foi prometido por inúmeras pessoas e como contrapartida de diversas obras. As construtoras terminaram seus projetos mas o Canil não saiu do papel. E o Centro Olímpico do Sarapiranga para a Olimpíada de 16, cadê? O recapeamento da Avenida Reynaldo Porcari, um engodo da virada das administrações antiga e nova, não saiu do papel.

É cansativo falar em desenvolvimento sustentável se se trava radicalmente o crescimento dos bairros e se deseja o aumento da densidade populacional no Centro. As ruas estreitas de Jundiaí já estão travadas, e o tal Plano incentiva a moradia por lá. Enquanto isso, os bairros como Eloy Chaves e Caxambú, que se tornam distritos acolhedores e aprazíveis, ao invés do crescimento inteligente e sustentável, com benfeitorias a serem realizadas, ficam “congelados”.

Há muita confusão, e repito, radicalismo. Defender o verde não é travar a cidade. A periferia não é só campo! A cidade também não pode ser só indústria. Faltou o meio termo, e a aprovação unânime dos senhores vereadores mostram que tanto oposição e situação estavam fechados previamente, mostrando e provando que toda unanimidade é burra.

Sou nascido e criado no meio do mato. Quero progresso ao lugar que eu nasci, e progresso não é redução de densidade demográfica, mas respeito ao meio ambiente, comércio local e sustentável, além de industrialização com responsabilidade social e ambiental, gerando empregos.

Que sejamos partícipes DE FATO nos rumos de Jundiaí, mas não fanáticos defensores de ideários políticos e manipulados por interesses eleitorais ou comerciais. Sejamos democráticos e INTELIGENTES na busca do bom senso desse plano que desagradou boa parte da cidade.

Obs: não sou candidato a nada e nem escrevo defendendo nenhum partido. Sou apolítico, mas não alienado. E sabemos que é nesse momento eleitoral que ouviremos as mesmas e costumeiras promessas que nunca se realizam. Mas os candidatos virão!

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– O Paulista e a McMillan: tempo para pensar, desistência ou golpe?

Uma brincadeira que parecia virar realidade e se tornou um grande engodo. É essa a impressão que eu tenho sobre a história da parceria que se sonhou há pouco tempo e, de repente… PUF!

Sumiu.

No dia 1o de abril, fiz uma inocente postagem alusiva a data do “Dia da Mentira”, sobre um endinheirado sheik que viria do Oriente Médio e bancaria o Tricolor Jundiaiense, salvando desde as categorias de base, passando pelo profissional e administrando até o estádio Jayme Cintra. Citei que desejaria que tudo isso fosse verdade.

De repente… um susto! Surgiram as primeiras informações de que o sonho utópico poderia se concretizar. Dizem (e de gente confiável) que as negociações com Elton, que um dia foi jogador do Sub17 do Paulista, começaram há muito tempo. Acredito nas pessoas que iniciaram as conversas. Acredito também nas que fizeram os últimos contatos.

Seria um grupo formado por árabes e investidores da Grã Bretanha em um fundo internacional, sediado em Londres, chamado McMillan. Aplicariam o dinheiro em imóveis, na indústria, em prestação de serviço e agora no futebol. O próprio Elton (que diz morar em na capital inglesa), se dizia formado pela respeitável F.A. em gestão esportiva, e ele seria o administrador por 10 anos representando o parceiro.

Depois do golpe que o Galo sofreu ao aceitar como parceiro o grupo de Mônaco que teria como treinador o português Paulo Fernandes (e que era uma tremenda picaretagem comprovada, um conto do vigário aplicado em diversos clubes mundo afora), tal novo parceiro sempre me pareceu suspeito.

Sabe o ditado de que “quando a esmola é muita o santo desconfia”? Ou outro dito: “cachorro mordido por cobra tem medo de linguiça?”. Pois é. Era bom demais para ser verdade…

Já tivemos a Lousano que ajudou o Paulista. Também vimos a Parmalat turbinar o time como Etti Jundiaí. Teríamos outro endinheirado gastando a vontade? E a grande pergunta: por que gastar tanto dinheiro em um time da Terceirona Estadual, sem calendário nacional, e com a deficitária Copa Paulista em vias de começar?

Elton sumiu. Não atende as chamadas telefônicas dos cartolas, nem dos dirigentes, nem da imprensa. E confesso algo que sempre me perturba: não gosto de quem não atende telefonema, não responde e-mail ou foge do contato. Neste mundo contemporâneo de inúmeras redes sociais e formas de comunicação instantâneas proporcionadas pela tecnologia, só há duas respostas para tal ato: ou está com problemas sérios e não quer ser importunado, ou foge da raia para não ser achado e resolver pendências.

Qual seria, então, o motivo do sumiço de Elton?

Se o problema era o Paulista FC, qual o trauma dele externar? Diga que os dirigentes do clube não chegaram a um acordo. Se a culpa foi da desistência do negócio por parte do fundo, que diga sem remorso de que a tentativa frustrou. Mas por que o desaparecimento sem notícia? Fica a impressão de um ôba-ôba de Elton, iludindo a todos.

O pessoal do marketing, que tanto se esforçou nos últimos meses, não está mais para responder sobre o futuro do clube. Dr Franklin e Pitico, do Novo Paulista, foram até onde conseguiram ir. O Dr Marco Antonio, que estava trabalhando como abnegado, saiu. O presidente Djair Bocanella renunciou. Pepe Verdugo, ex-presidente dos anos 90 (além do Dr Levada, de Milton Demarchi e demais apaixonados) terão a árdua missão de decidir o rumo do mais que centenário Paulista Futebol Clube.

Não adianta crer que a comunidade jundiaiense colabore. Os pedidos de ajuda foram feitos nos últimos dois anos, e a verdade é: o empresariado não pode colaborar mais do que já fez (o país está em crise), o futebol deixou de ser um produto atrativo no Brasil, há outras opções de lazeres que roubam o público, a Prefeitura tem (e deve ter mesmo) outras prioridades com a sociedade e a torcida é aquela que sempre vemos: os presentes torcedores organizados, somados aos tradicionais torcedores que faça chuva ou faça sol sempre vão, os proprietários de cativa que aceitam limpar suas cadeiras sujas pelos excrementos de pombo e outros anônimos que somam os 800 a 1300 pagantes, variando para mais ou para menos, dependendo da campanha.

Sejamos realistas: o Galo está falido. Só não fechou a porta pois essas pessoas que citei ainda resistem em coro nas redes sociais, na esperança de dias melhores e na lembrança das glórias conquistadas.

A saída a curto prazo é arrendar o clube para algum empresário. Sabemos, logicamente, que não é a melhor solução. O verdadeiro (e difícil) remédio é alguém profissionalizar o Paulista e colocar dinheiro em um time da 3a divisão regional (sem divisão nacional), convivendo com os oficiais de justiça, com penhoras judiciais e cobranças diversas.

Que não estejamos vendo a morte de um tradicional clube de futebol. Embora, cá entre nós, esteja há tempos na UTI.

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– Conseg Japy e a segurança do Vetor Oeste de Jundiaí

Amigos, o presidente do Conseg Japy, Dirceu Cardoso, convida para uma importante reunião sobre Segurança Pública em nossa região, na próxima 4a feira. Abaixo:

CONVITE

Prezados,

Nesta quarta-feira dia 25 de Maio às 10:00h, no Auditório da sede Ace Av. Benedito Castilho de Andrade 371 em frente a Caixa Econômica Federal – Eloy Chaves, o Conseg Japy e seus membros natos, Comandante da Policia Militar 2a Cia e o Delegado Titular do 5 DP, convidam para a reunião com moradores e comerciantes do bairro e região para discutir Segurança Pública.

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– E a quadrilha de falsificação de remédios de alto custo? Tinha criminoso atuando em Jundiaí também…

Um dos crimes mais cruéis que considero é o de falsificação de remédios. Em especial, o de medicamentos para o câncer.

Nesta última semana, foi presa uma quadrilha que atuava em diversas cidades da região, inclusive em Jundiaí! Qual a pena que os bandidos deveriam receber?

Abaixo, extraído de: http://g1.globo.com/sp/bauru-marilia/noticia/2016/05/quadrilha-que-desviava-remedios-movimentava-r-400-mil-diz-gaeco.html

QUADRILHA QUE DESVIAVA REMÉDIOS MOVIMENTAVA R$ 400 MIL, DIZ GAECO

Os promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Bauru (SP) estimam que a quadrilha que desviava e comercializava ilegalmente medicamentos de alto custo, presa nesta quinta-feira (19), movimentava cerca de R$ 400 mil por mês e atuava há cerca de dois anos.

O esquema envolvia integrantes de 12 cidades paulistas e de Goiânia (GO). Quinze pessoas foram denunciadas no esquema e 12 foram presas na operação do Gaeco em conjunto com a Polícia Militar e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Os detidos são empresários e laranjas que desviavam os medicamentos de alto custo, a maioria usada no tratamento contra o câncer. Só na região de Bauru, foram seis prisões. Entre elas, a do chefe da quadrilha, um empresário de Piratininga. O Gaeco não divulgou os nomes dos envolvidos para não atrapalhar as investigações, que terá novos desdobramentos.

A polícia também cumpriu outros seis mandados de prisão, três em Ribeirão Preto, um em Campinas, um em São Paulo e um em Goiânia (GO). Também foram cumpridos 37 mandados de busca e apreensão em Campinas, Ribeirão Preto, Araraquara, São Paulo, Monte Mor, Osasco, Guarulhos, Jundiaí e Goiânia.

O esquema

Segundo o Gaeco, a quadrilha contava com a ajuda de funcionários de hospitais públicos do interior de São Paulo para desviar os remédios, no entanto, ainda é investigada a origem desses medicamentos. Depois, os remédios eram vendidos para farmácias, hospitais particulares e até mesmo pra rede pública, por meio dos processos de licitação.

O esquema começou a ser investigado há um ano depois que a Anvisa percebeu um desfalque nos estoques de remédios usados para o tratamento de pacientes com câncer.

A Secretaria Estadual de Saúde informou que não tem detalhes sobre os locais de onde os medicamentos eram desviados, uma vez que a origem dos produtos apreendidos ainda é investigada.

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– Trabalham para o povo ou pelo partido? Sobre a Esquerda e Direita “lights” em Jundiaí…

Nossos políticos de esquerda insistem em iludir o eleitor jundiaiense dizendo que impeachment é golpe.

Nosso deputado de direita envergonha o eleitor jundiaiense não assinando pela CPI da merenda.

Cá entre nós: tudo farinha do mesmo saco, independente de legenda.

A verdade é: ninguém legisla pelo povo, mas sim pelos seus interesses particulares / partidários, infelizmente.

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– E a parceria Paulista e MC Millan?

Logo após o final da série A2, escrevi neste blog que particularmente pensava que o Paulista PODERIA disputar a Copa Paulista (devido as desistências de clubes e pelo fato do número de equipes paulistas no Campeonato Brasileiro nas diversas divisões) e que DEVERIA jogar para se preparar para a A3 de 2017, já que a “Copinha” era desse nível e serviria para preparar o Galo para o ano que vem.

Por brincadeira, no dia 1o de Abril, fizemos um post desejoso de que uma mentira se tornasse realidade, com um magnata do leste europeu ou um sheik endinheirado chegando ao Jayme Cintra.

Caraca!

Está batendo na trave?

Muita calma nessa hora. Tudo está “no ar”. A diretoria conversa com um grupo inglês chamado MC Millan, que investiria na recuperação financeira do Paulista FC e que seria bancado por um sheik. Este grupo já teria pago o escritório de contabilidade que tinha uma pendenga financeira a receber, liberando os balanços do clube (retidos por falta de pagamento).

No atual momento conturbado, as pessoas que realmente gostam do Galo – e que tem competência para tomar decisões – devem ter muita cautela com as promessas.

  • Quanto é o valor a entrar?
  • Quais jogadores poderão chegar?
  • Quem dirigirá o clube?
  • O que querem em troca?
  • As garantias bancárias existirão?

Se tudo for “às claras”, honesta e transparentemente (e que seja vantajoso ao Paulista), ótimo! Um investidor que terá coragem em salvar do abismo um gigante que se apequenou de divisão. Se for mais um “rolo” (dos inúmeros que existem no futebol), que o Tricolor Jundiaiense fuja desses caras como o Diabo foge da Cruz, a fim de não cair em tentação.

A única coisa real, até agora, é: o Paulista foi convidado pela FPF para disputar a Copa Paulista, mas hoje não tem treinador efetivo e apenas 3 atletas profissionais (informação de Luiz Antonio Cobrinha de Oliveira no “Show de Bola” da Rádio Difusora).

O tempo urge. Aguardemos todos, ansiosamente, o próximo desfecho. Mas que nada seja feito atropeladamente pelo desejo de pôr o time em campo, pois um contrato é quase que um casamento. Para se separar depois…

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– E a CAIC será vendida?

Como legítimo ex-aluno da EEPG Irmã Úrsula Gherello, a querida “Escola da CAIC”, fico triste com a notícia: o Governo do Estado irá leiloar todas as terras onde estão o Instituto Agronômico de Jundiaí (o antigo DEA), onde está a escola, toda a área verde e o centro de pesquisa.

Puxa, a justificativa seria a de que o Estado precisa de dinheiro. Mas que tal tentar criar ali um campus da UNESP ou da UNICAMP, preservando o local e valorizando a Educação?

Penso que vender terras é menos interessante para um povo do que investir em ensino. E você?

Sobre o déficit do Governo?

Que se corte as mordomias, ora bolas!

E a lógica será: mais um condomínio residencial, com a já batida propaganda de vista privilegiada para a Serra do Japi”.

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– Se a Portuguesa for rebaixada para a A3, o Paulista deveria permanecer na A2?

Jogadores da Portuguesa denunciaram o time à FPF, que pode, pela 1a vez desde que implantada, fazer valer a punição pelo Fair Play Financeiro. Como há vários atletas reclamando de atrasos dos salários entre 3 e 5 meses, caso a Lusa não pague até o prazo da notificação da Federação Paulista, o time perderia automaticamente 3 pontos. Assim, o Paulista de Jundiaí (que seria a 6a equipe rebaixada para a 3a divisão estadual) permaneceria na 2a divisão por ter um número maior de pontos que a Portuguesa, que tomaria a sua vaga do rebaixamento. E dessa vez, nada reclamar de golpe de outrem, como acontecido no episódio Heverton, onde o Fluminense se beneficiou.

O que penso sobre isso?

O Paulista FC, no campo, caiu. Se a Portuguesa for punida, sinceramente acho que o 3o colocado da A3 mereceria a vaga na A2, e não um dos rebaixados tecnicamente. Não é esse o regulamento, mas particularmente considero mais justo que não se premie quem falhou dentro de campo (lembrando que no confronto direto, no Jayme Cintra, a Lusa ganhou do Galo).

Escrevo com pesar tal opinião, pois a queda do Tricolor Jundiaiense não foi digerida. E o remendo disso seria a sua volta dentro do campo, com futebol bem jogado.

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– Alças da Anhanguera? Aleluia! E todo mundo quer ser o responsável pela conquista…

Quantas vezes você ouviu falar que começariam as obras das alças de acesso da Rodovia Anhanguera facilitando a ligação para o Centro de Jundiaí?

Desde muito tempo, enésimas notícias… mas agora parece que é para valer!

O que mais chateia é o claro oportunismo político. Sim, ano eleitoral e início das obras para 15 de abril. Já vi no Facebook gente louvando o prefeito Bigardi pois a conquista seria dele. Gerson Sartori (ou seus correligionários) também tem postagem tirando uma casquinha política. Luiz Fernando Machado vangloriou-se de ter defendido a obra e supostamente conseguido viabilizá-la. O Governador Alckmin, logicamente, aproveitará do fato. E tudo começará no dia 15 de abril de 2016, bem depois do que já houvera sido anunciado um dia pelo já falecido prefeito Ary Fossen.

A verdade é: todo mundo quer ser “pai da criança” e ganhar votos pela obra, seja de direita ou de esquerda.

Ah, Eleições… ninguém inaugura/ anuncia obra nova em 1o ano de mandato, né?

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– Tapetão para salvar o Galo? Esqueça, Paulista… E vamos brigar pelo título da Copa Paulista 2016

A Série A2 não acabou? Para muitos, não. Supostamente, o jogador Watson (Guarani) teria levado 3 jogos de suspensão após uma expulsão, cumprido 2 e no 3o sentado no banco de reservas e entrado 7 minutos finais contra a Portuguesa. O Guarani de Campinas perderia 3 pontos por punição e outros 3 da vitória daquela partida, sendo rebaixado para a série A3 e o Paulista de Jundiaí se salvado, permanecendo na A2. Mais ou menos como o imbróglio Heverton da Portuguesa que beneficiou o Fluminense anos atrás.

O jornalista Heitor Freddo, em seu blog, abordou muito bem essa história (clique em: http://is.gd/QFvnGb), falando sobre o efeito suspensivo que daria legalidade ao atleta e sobre a conquista da permanência na A2 ser imoral ou não.

Também o jornalista Rafael Zochetti abordou o assunto, mostrando inclusive a própria publicação desse efeito suspensivo no site da Federação Paulista de Futebol. Batemos papo sobre o caso e algumas considerações foram ditas, como exemplifiquei situações em que a súmula eletrônica pode ou não indicar que um atleta está irregular (e não estar) em partidas que trabalhei pela FPF. A própria entidade resolveu bolar um informativo que era enviado todo jogo, digitado pelo departamento técnico, de quem estaria suspenso por cartões amarelos, vermelhos ou punições diversas, mas isso não vingou. O único e verdadeiro controle válido e oficial é o registro de cartões na Federação Paulista e o confronto do controle de cada time de futebol.

Mas assim como em outros tantos casos, sempre me questionei: quem “sopra” no ouvido de um clube interessado e rebaixado, que X ou Y de outra equipe supostamente estava irregular? E se o clube não estivesse interessado no resultado, alguém daria a dica? Isso “tem custo”?

Moisés Cândido, supervisor do Paulista, ensaiou uma busca por tal fato. Claro, é sua obrigação, mesmo provavelmente sabendo que seria uma luta inglória. O certo é: que já se comecem os ensaios (nunca por atropelos ou passionalmente) das discussões do futuro do Paulista. Se conseguir jogar a Copa Paulista (e tenho grande expectativa que, pelo número de clubes do Estado de São Paulo que disputarão as 4 divisões do Campeonato Brasileiro, o Galo será convidado). Com os novos formatos do Paulistão e equipes envolvidas, a Copa Paulista não pode e nem será esvaziada. E a série A3-2017 se inicia aí: se o Tricolor Jundiaiense não quiser fazer como América, Noroeste, XV de Jaú, União de Araras (que despencaram da A1 para A2, depois até a A3 até chegaram à B), deve lutar pelo título da Copa Paulista 2016, que é uma espécie de “A2,5”. Sim, não tem o nível de A2 mas não é tão ruim quanto A3. Portanto, o time de 2017 deve ser montado para o 2o semestre de 2016.

Para isso, vamos ser bem claros e objetivos:

1- Que se defina quem é diretor ativo ou não;

2- Que se programem as receitas possíveis;

3- Que se contrate um treinador experiente em A2 e A3;

4- Que se monte o elenco com pré-temporada.

Claro, esses 4 itens não são simples para a atual situação do time. Se fossem, o Paulista Futebol Clube não teria sido rebaixado. Mas é o be-a-bá para subir DENTRO DE CAMPO, sem ficar posteriormente sendo achincalhado por tentar virada de mesa.

Pela enésima vez, a repetição do mesmo discurso: cartolas, empresários da cidade, torcedores e comunidade em geral, todos unidos para fazer o Paulista renascer. E que renasça mesmo!

Tudo começa com a Copa Paulista 2016 a fim de estarmos na A2 em 2018. E, quiçá, na elite estadual em 2019!

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– A queda do Paulista FC. E agora, José?

Faz pouco mais de meia hora que o futebol jundiaiense está novamente enlutado. Afinal, o Paulista Futebol Clube caiu para a 3a divisão do campeonato estadual.

No calor do fato, apontar culpados é algo difícil.

Pensemos: não foi no empate sem gols contra o Santo André na derradeira rodada (se tivesse vencido, ficaria na A2), que o time caiu. Afinal, tivemos outras 18 oportunidades de vitória ao longo do torneio.

Foi rebaixado por culpa do condicionamento físico a desejar no começo da A2? Não serve de desculpa, já que todos os clubes jogaram por 2 meses e meio todos os finais-de-semana e todos os meio-de-semana (que calendário estúpido…).

A culpa é da falta de dinheiro, certo? Nem sempre. Competência financeira não é necessariamente competência administrativa.

Então o elenco era ruim? Não! No papel, era composto por bons atletas.

Já sei: a diretoria é a responsável! Ora, é sabido de lambanças e esforços dos cartolas. Alguns abdicaram do clube, outros faziam o que podiam. Nas condições precárias de quem quase nem entraria para a disputa, fez-se o que era possível.

Não culpemos alguém ou alguns especificamente neste momento de dor, pois seria injusto. Há uma série de fatores que se deve colocar como preponderantes para o triste desfecho.

A questão é: E AGORA?

O Paulista voltou para onde estava há mais de 20 anos, quando o Farah reorganizou o Paulistão: para a A3. Desse passeio em divisões maiores ficaram o Vice-Campeonato Paulista de 2004 e a Copa do Brasil de 2005. E, claro, a paixão da torcida e o sonho que voltasse a ser a 5a força estadual (como quase foi em alguns momentos).

Que nenhuma decisão sobre o futuro seja tomada impulsivamente, com os nervos à flor da pele. Que o Galo, enlutado na A2, renasça na A3.

Como?

Sem essa do dito batido: “como uma fênix”, mas sim com gestão profissional, apoio da comunidade jundiaiense e captação de recursos. Ou seja: algo que o Novo Paulista tentou e não conseguiu, assemelhando-se ao Velho Paulista.

Muita calma nessa hora, pois, apesar de tudo, “Tu és, Paulista, de Jundiaí”.

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– Aberta em definitivo a disputa à Prefeitura de Jundiaí!

Era mais ou menos esperado: Ricardo Benassi, sobrinho do ex-prefeito André Benassi, deixou o PSDB e migrou para o PPS. O partido tucano, aparentemente, estava rachado em “turma do Benassi” versus “turma do Miguel” (onde Luiz Fernando Machado se situa).

Dessa forma, fica a dúvida:

O delegado Paulo Sérgio Martins seria um provável candidato a prefeito. Com a chegada de Ricardo, as coisas mudam? Ou Ricardo Benassi seria um nome forte não à Prefeitura, mas para ser vice na chapa de alguém?

Teríamos, a priori:

PSD – O prefeito Pedro Bigardi.

PSDB – O deputado estadual Luiz Fernando Machado. Ou será que o deputado federal Miguel Haddad deixaria Brasília e se candidataria?

PV – Dr Pacheco

PCB – Cesar Tayar e Fernando Zingra.

PSOL – Prof Paulo Tafarello.

PPS – Dr Paulo Sérgio Martins ou Ricardo Benassi? Ou o partido se aliaria a outra legenda?

PT / PC do B – Lançariam nomes próprios ou manteriam a aliança de até pouco tempo com o prefeito Bigardi?

Creio que esse é o panorama atual. Se alguém lembrar de outros, fique a vontade para postagem.

Duas tendências:

1- O páreo será duro;

2- Não teremos “santinhos” de candidatos abraçados com Lula, Dilma, Aécio ou Alckmin… ao invés de puxar voto, isso TIRA VOTO de acordo com o cenário policial (ops), político atual.

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– Surto de H1N1 na Capital e os Primeiros Casos em Jundiaí

A gripe suína está assustando as pessoas. Depois do medo do Zika Vírus, agora o temor é do H1N1 (Influenza A, ou, se preferir, a “gripe suína”).

Em Jundiaí, dois casos: um paciente internado e outro que faleceu (um senhor de 48 anos, que sofria de diabetes). No Restado de São Paulo, são mais de 260 casos e 38 mortos.

Vale a pena tomar os devidos cuidados (se é que isso é possível…):

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– Bandeirinha Jundiaiense Lava-Jato, Arena Lava-Jato, Futebol Lava-Jato…

A Polícia Federal agiu no meio do futebol, onde a política resolveu se meter e corromper os negócios do esporte, esquentando dinheiro de corrupção do Governo com as Construtoras.

Logo cedo, pela segunda vez, a PF esteve em Jundiaí levando para depoimento coercitivo Flávio Lúcio Magalhães, importante bandeira do quadro da CBF e que hoje está aposentado (a primeira vez, quando foi preso, está em: http://wp.me/p4RTuC-cBL). Flávio é executivo da Andrade e Gutierrez, mas não o demonizem mais do que se deve: ele é apenas testemunha de fatos, não é um agente ativo, e passou a colaborar com seus depoimentos.

Já em Itaquera…

Era bola cantada! O esquema tão demagogo de construção do Estádio do Corinthians, cantado a verso e prosa pelos ex-presidentes brasileiro e corintiano, Lula e Andrés Sanches, sempre cheirou mal.

Quando foi dito que a Arena Corinthians seria paga apenas com a venda dos direitos do nome, há quem acreditasse. Publicamos os valores dos “naming rights” mundo afora e percebemos que, caso fosse verdade, a praça esportiva seria a mais valorizada do mundo! Vide essa matéria de Agosto de 2010, que é bem esclarecedora: http://wp.me/p4RTuC-7fg.

Ledo engano… a custo bilionário, impossível crer que tudo caminhava tranquila e honestamente. Parecia que, quanto mais caro, melhor!

Ontem, a Polícia Federal confirmou que André Oliveira, o vice-presidente do Corinthians e assessor do Deputado Andrés Sanches (ex-bicheiro, segundo muitos), foi denunciado por ter recebido R$ 500.000,00 de propina da Odebrecht.

Enfim: o que se esperava aconteceu (lavaram dinheiro de corrupção através do estádio) e os naming rights continuam a venda.

Será que alguma estatal (Petrobrás, Caixa Econômica Federal) teria coragem em investir milhões depois desse escândalo? Claro que não.

Será que algum patrocinador estrangeiro terá receio em associar o seu nome com um imóvel provido de um imbróglio que é o maior caso de corrupção da história, de acordo com a Operação Lava Jato? Claro que vai.

Para os torcedores do Timão (que nada têm a ver com isso), para o treinador Tite e os jogadores da equipe (que são meros funcionários profissionais) e para os associados do Sport Clube Corinthians Paulista, a vergonha causada pelos cartolas que se dizem “apaixonados e abnegados dirigentes” será não só grande, mas de constrangimento ímpar. Vide a gozação nas ruas, inevitável, além do mal maior: o roubo dos cofres públicos e símbolo de picaretagem que ficará associada por algum tempo no clube do Parque São Jorge.

Em tempo: O Maracanã também foi construído e administrado pela Odebrecht… e as outras Arenas? E o bilionário Mané Garrincha, em Brasília?

O #7×1 continua…

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– Assustador: 82% das mulheres grávidas de Jundiaí estariam com Zika Vírus? Tome cuidado com pesquisas…

Sempre fui cauteloso ao ler alguns índices e pesquisas sem a metodologia divulgada. Mas essa aqui deixa o mais cético assustado: segundo a Folha de São Paulo, em Jundiaí, no HU, uma pesquisa sobre mulheres grávidas infectadas com o zika vírus trouxe preliminarmente o resultado de que, de 49 mulheres jundiaienses estudadas, 40 estariam contaminadas!

De duas, uma: ou a realidade é trágica demais ou a pesquisa é duvidosa.

Compartilho, abaixo, extraído da Folha de São Paulo, Caderno Cotidiano, pg B4, edição de 19/03/2016.

EM JUNDIAÍ, PESQUISA DETECTA ZIKA EM 82% DAS GRÁVIDAS

Alto índice deve ser visto com cautela por causa das limitações do estudo, alertam cientistas, mas já é motivo de preocupação

Por Gabriel Alves

O resultado preliminar de uma pesquisa realizada no Hospital Universitário de Jundiaí indicou o vírus da zika em 82% das grávidas de um grupo que não apresentava qualquer sintoma da doença.

A proposta é acompanhar as mulheres ao longo do tempo para entender a evolução da doença e calcular os riscos de complicações, como a microcefalia no feto. Três grupos de mulheres serão estudados: grávidas sem sintomas, grávidas com sintomas de zika e aquelas que perderem o bebê.

O estudo começou há menos de 20 dias, e os resultados ainda devem ser vistos com cautela, alerta Saulo Duarte, professor titular de pediatria da Faculdade de Medicina de Jundiaí, responsável pela pesquisa.

Ainda não foi feito um estudo que dimensione a presença do vírus da zika no Estado ou país. O resultado de Duarte, que conta no total com 110 pacientes, pode ser o indicador de um surto importante em Jundiaí e em cidades próximas. Das 110 mulheres, 49 fizeram exames e 40 tiveram resultado positivo.

As análises foram realizadas em parceria com a USP e, dado o alto índice de infecção, ainda devem ser repetidas. Os dados foram anunciados nesta sexta (18), em um simpósio sobre zika promovido pelo Instituto de Infectologia Emilio Ribas, em São Paulo.

O que limita a extrapolação do índice para a população geral é que a amostra é composta majoritariamente por mulheres em alto risco gestacional, (que sofrem com diabetes ou hipertensão, por exemplo). Não se sabe se o comportamento do vírus pode ser diferente nelas.

Os diagnósticos laboratoriais foram feitos com exames de RT-PCR, bastante sensíveis e que conseguem detectar a infecção aguda –alguns dias, no caso de sangue até mais de um mês, no caso de urina e saliva. A partir de alguns dias de infecção, a detecção também pode ser feita com o estudo da sorologia (produção de anticorpos), que ainda não foi testada pela pesquisa.

Todas as crianças, mesmo aquelas consideradas saudáveis, serão acompanhadas até os 3 anos de idade, quando o cérebro já tem um maior grau de maturidade.

MICROCEFALIA

Se confirmada a alta prevalência de infecções por zika em Jundiaí, a maior preocupação passa a ser o o aumento do número de casos de más-formações, principalmente neurológicas. Duarte conta que nos últimos dias observou três casos de recém-nascidos com perímetro cefálico de cerca de 31 cm, sugestivos para microcefalia. Os diagnósticos ainda devem passar por uma confirmação baseada em exames de imagem.

Oficialmente, ainda não há casos em Jundiaí. Procuradas, a Secretaria de Saúde de Jundiaí e a Secretaria Estadual da Saúde disseram que não comentariam o estudo porque ainda não tiveram acesso a ele.

Uma pesquisa divulgada nesta semana, com dados da Polinésia Francesa (que passou por uma epidemia de zika entre 2013 e 2014), mostrou que o risco de uma mãe infectada por zika ter um filho com microcefalia fica na casa de 1%.

No caso do Brasil, ainda não há uma estimativa confiável da taxa de ataque, isto é, a proporção de pessoas infectadas em relação àquelas suscetíveis. Em outros locais como na Micronésia e na Polinésia Francesa esse número chegou na casa dos 74% e 66% –relativamente próximos do 82%.

No entanto, Maurício Nogueira, virologista e professor da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, que está conduzindo um estudo semelhante, avalia que ainda é muito incipiente tirar conclusões. Ele, que tem larga experiência com dengue, afirma que após 30 anos de epidemias sucessivas, o índice médio de prevalência fica na casa dos 50% na região.

“Na pior das hipóteses, a gente imaginava que o zika se igualasse a isso”, diz. “É necessário um número grande de casos para fazer boas inferências.” Também em São José do Rio Preto a pesquisa está em estágios iniciais.

O cuidado com a divulgação se justifica: “Hoje em dia, quando o bebê nasce, a primeira pergunta que a mãe faz é: ‘Qual o tamanho na cabeça do meu filho?’ Ela deve ter passado os últimos meses só pensando nisso”, diz Duarte.

Os estudos de Duarte e de Nogueira têm desenhos experimentais similares, o que cria uma “competitividade colaborativa”, explica o virologista. Na hora da conclusão, as amostras podem se somar para atingir um valor adequado para se realizar uma análise estatística, ou, se atingidos separadamente, um estudo pode servir de corroboração para o outro.

A iniciativa faz parte da Rede Zika, força-tarefa formada por vários grupos de pesquisadores de São Paulo para estudar e buscar soluções para o surto causado pelo vírus da zica.

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– Todo mundo abandonando o barco?

Que coisa… mais um Esquerdista abandonou o PT no AGU de Jundiaí. Agora, foi o vereador Gerson Sartori.

No auge do Lulismo, ser do PT puxava voto. Agora, os políticos aproveitam a janela eleitoral para mudarem de legenda.

Até quando?

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– DAE e os 3 aumentos da Conta de Água em Jundiaí!

Todos os preços estão sendo reajustados exageradamente e acima da inflação. As tarifas públicas sobem muito mais do que os reajustes dos trabalhadores. Quer prova disso?

Veja só quanto o DAE (Departamento de Água e Esgoto de Jundiaí) subiu: em Dezembro de 2014: 6,59%; em Julho de 2015: 16%; em janeiro de 2016: 14,68%. Ou seja: em 14 meses, aumentou-se em 37,27% o valor da tarifa de água.

O seu salário subiu esse mesmo percentual?

Onde estão as autoridades nessa hora… se alegarem compensação de “perdas”, é muita cara-de-pau, pois todos nós estamos perdendo.

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– Quem vai dar um jeito no Trevo da Avenida Jundiaí?

Um caos! É assim diariamente no Trevo da Avenida Jundiaí, que liga a Anhanguera a uma das principais entradas da cidade. Ou se preferir: que permite a saída do Centro à Rodovia Anhanguera.

Todo dia há congestionamento. Há quantas administrações se ouve falar da remodelação? Mais do que isso: a construção das alças da Avenida Nove de Julho para ajudar a desafogar o trânsito daquele local.

O Governador Alckmim já cansou de prometer e nada fez. Sempre há desculpas: licenças ambientais, demora na licitação, blábláblá. O Prefeito Bigard prometeu solucionar e ficou só no discurso.

Enquanto isso, políticos locais se aproveitam e criticam os mandatários para ganhar simpatia do eleitor. Discurso demagógico, só conversa furada. A esquerda critica o Governador. A direita o Prefeito. Mas no fundo, são todos iguais.

Há quanto tempo esperamos uma solução e as palavras vazias de ambos passam… Quem resolverá esse problema do trânsito caótico? 

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– A Hora do Tudo ou Nada para o Paulista Futebol Clube

Não é segredo que o glorioso Paulista de Jundiaí está em grandes dificuldades financeiras. Para muitos, essa é a sina do Galo da Japi, sendo que os momentos de bonança foram exceções em sua história.

E, cá entre nós: é a mais pura verdade! O Tricolor da Terra da Uva viveu sempre de abnegados colaboradores, da força da torcida e de notáveis da cidade, que buscavam dar ao time força política, esportiva e econômica.

As parcerias que historicamente o Paulista teve foram fundamentais: a Magnata nos tirou da quase-licença; a Lousano nos deu a Copa SP; a Parmalat nos colocou no cenário nacional; e o Campus Pelé/ Banco Factor… nos trouxe dívidas!
Sejamos justos: o Vice-Campeonato Paulista de 2004 e a Copa do Brasil 2005 (o auge do Galo) foram os últimos suspiros de alegria coletiva. Não soubemos capitalizar as conquistas como deveríamos (é duro escrever e reconhecer isso). Pior de tudo: sucumbimos a um contrato mal feito e encardido que arruinou as finanças, em um relacionamento que nunca vingou. Jogadores como Marcinho, Nenê, Victor, Christian, Mossoró e outros tantos foram vendidos, mas o dinheiro foi pulverizado com outras dívidas.

Derradeiramente, um acordo desesperador foi feito com os recentes investidores portugueses que nada mais eram do que profissionais especializados em golpes, que nada contribuíram ao time. Só houve perda de tempo na preparação à A2.

E o que fazer?

Quando lançado o projeto Novo Paulista, o clima era de otimismo. Como os recursos financeiros e o apoio não resultaram no que se projetou, imperou o pessimismo. Agora é a hora: salvar o Paulista Futebol Clube da degola para a A3 e criar condições para o time não pedir licença dos Campeonatos Profissionais.

Sem dúvida, é uma missão hercúlea. Sabemos que os empresários não podem ajudar (por desejarem outros investimentos em mídia e pela situação econômica do país), que os torcedores são os mesmos de sempre (os apaixonados que estão com o time na fase boa e na fase ruim) e que o Poder Público, mesmo que queria, tem outras obrigações a serem cumpridas.

Tenho muita preocupação com o futuro do Galo que aprendemos a amar e torcer. Mas um alento: a crise tem mobilizado muita gente e os últimos acontecimentos feito despertar uma comoção na cidade.

Será que em um dos seus piores momentos na história, renascerá o Paulista? Capenga, humilde, cansado mas principalmente… vivo?

Vamos torcer, apoiar e contagiar. E depois de tudo isso, algo fundamental para a vida nova: uma auditoria independente das contas do Tricolor Jundiaiense, passando por todas as últimas gestões.

Aliás, qual o medo em prestar contas publicamente?

Repito em letras maiúsculas: depois do sufoco, que venha AUDITORIA.

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– A saída do Padre Wilson Vitoriano do clero jundiaiense. O que pensar?

No comunicado oficial da Diocese de Jundiaí, o Bispo Dom Vicente Costa anunciou que o Padre Wilson, conhecido sacerdote da cidade e um dos ícones do Movimento da Renovação Carismática Católica de Jundiaí, pediu o seu desligamento da Igreja Católica pois militará em outra irmandade de fé.

O arquivo está disponível no link: http://www.dj.org.br/comunicado-ao-povo-de-deus-da-diocese-de-jundiai/

O Bispo Diocesano disse ter se reunido algumas vezes com o Padre para demovê-lo da ideia, sem sucesso. Nesta última segunda-feira, segundo matéria da Rádio Difusora, Padre Wilson disse que não houve nenhum conflito e que irá para a Igreja Anglicana para ter maior liberdade de evangelizar.

Respeito demais o Padre Wilson, e me recordo dele ainda no início da sua ordenação, como Vigário na Catedral. Seu trabalho de evangelização é grandioso!

Entretanto… sem querer arranjar nenhum mal estar com fiéis e amigos do Padre, é justo dizer que parecia há tempos existir alguma uma discórdia, um ressentimento ou algo assim com a Diocese (não estou procurando culpados).

Teria existido um excesso de rigor do Bispo sobre a forma de atuação do Padre e da Associação que ele montou? Teria ocorrido quebra de hierarquia? Uma dose de vaidade por algumas das partes?

Não sei. Mas sei que a Unidade da Igreja é importante. Os discípulos e seguidores de Jesus não criavam normas próprias (e não estou dizendo que o Padre e o Bispo criaram). Mas se deve existir organização, respeito, ordem e, principalmente, COMUNHÃO. Comum-união com a Igreja, com o clero, com o povo e com Cristo, cabeça dessa mesma Igreja.

Que o Espírito Santo ilumine o Padre Wilson para que desprovido de tentações possa seguir seu trabalho. Mesmo Santo Espírito que ilumina o Bispo Dom Vicente e a todos nós.

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Foto recebida por WhatsApp, pelo link: https://www.instagram.com/p/CfrJ3R8uWrJ/?igsh=Yno2cGE3ZDB0cHl3. Reprodução do Instagram, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para crédito do autor nesta postagem.

– Destaques da minha coluna no Bom Dia Jundiaí

Compartilho com meus amigos e leitores a minha coluna impressa desta quinta-feira nos jornais da Rede Bom Dia /Diário de São Paulo.

Hoje, dois assuntos em destaque: “Os campeonatos jabuticabas“, sobre os estaduais; além de “10 dicas para jogadores não se ‘darem mal’ com os árbitros no Paulistão. Confira esta coluna e outros assuntos também no Blog do jornal, 

link em: http://www.redebomdia.com.br/blog/109/rafael-porcari/1

– Estamos, de fato, preservando a Serra do Japi?

Na virada das última administração municipal, o Jornal O Estado de São Paulo trouxe uma reportagem sobre novos e irregulares empreendimentos na área de proteção ambiental da Serra do Japi. Repercutiu demais, especialmente por suspeita de favorecimentos escusos. Os desdobramentos posteriores foram retratados aqui:

https://professorrafaelporcari.com/2012/02/14/frente-de-defesa-da-area-de-protecao-ambiental-promove-abaixo-assinado-em-defesa-da-serra-do-japi/

Agora, vejo uma postagem do Cesar Tayar, pré-candidato à Prefeitura, sobre uma suposta imoral situação envolvendo a Serra. Muito preocupante… Por mais que alguém queira desqualificar seu artigo alegando motivação eleitoral, não dá para ignorar.

E o Ministério Público, não se manifestará?

Lembremo-nos: mata nativa desmatada é irrecuperável, e os danos ao ecossistema imensuráveis…

Abaixo, em:

http://cesartayar.blogspot.com.br/2016/01/pobre-serra-do-japi.html

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– E as fortes chuvas em Jundiaí na quarta-feira?

Por mais que esperemos das autoridades (não importa quais sejam) medidas preventivas contra problemas climáticos (desde as mais simples, como limpeza de bueiros às obras de assentamentos), uma coisa é inegável: com a força dos ventos e da água, muitas vezes não conseguimos dimensionar o estrago que acontecerá.

Vide o temporal desta 4a feira. Na minha região, o calor do meio-dia estava insuportável. O tempo mudou e um vendaval acompanhado de raios e trovões se formou. Caiu muita chuva, passou, voltou o sol e próximo das 15h… relâmpagos intermináveis e um aguaceiro incrível! O que mais impressionou foi o volume de água, faz tempo que não caia tamanha quantidade.

Nesta 5a, há muita gente contabilizando os danos de queima de equipamentos, limpando galhos (ou árvores caídas de jardim) e outras coisas. O mais importante é: que ninguém se machuque ou tenha e machucado!

Quanto aos bueiros, que citei acima, fica a constatação: se a população fosse ordeira e educada, sem porcalhões que jogassem lixo nas ruas, a coisa não seria melhor?

Abaixo, fotos extraídas do Jornal da Região, enviadas pelos leitores. Impressionante: Região do Jardim das Tulipas e Residencial Jundiaí:

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– A Merenda Desviada em Jundiaí foi para o Restaurante?

Está em todos os jornais: em uma churrascaria na Rua Bom Jesus de Pirapora (Vila Rami, em Jundiaí) encontrou-se carne e feijão desviados da merenda escolar, que foram enviados para a alimentação dos alunos da Rede Pública, mas que estavam armazenados como mantimentos do restaurante “O Gaúcho”, segundo o JJ.

Desviar comida da merenda de crianças deveria ser crime inafiançável!

Cadeia para quem desviou. Idem para o receptor.

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– O Nhe-nhe-nhém do Parceiro do Paulista Futebol Clube! Vamos na Fé e na Raça, mas com a pulga atrás da orelha…

A coisa está ficando chata. O investidor que supostamente bancaria o Galo de Jundiaí ainda não assinou o contrato no qual se compromete a pagar o valor de R$ 100 mil mensais.

Treina, usa a camisa, não traz reforço de peso, arranja caso e ainda age como mau pagador?

E faz picuinha dizendo que a cidade não abraçou o treineiro português?

Caso estivesse confortável financeiramente, a diretoria do Paulista deveria dar um chute nos fundilhos desse pessoal. Infelizmente o time não está com essa “bola toda” (dentro e fora de campo), e por isso tem que suportar tais situações.

Resta ao torcedor do Paulista torcer para que a equipe vingue. Então, é necessário torcer também para que Paulo Fernandes tenha competência em montar um razoável esquema de jogo e que os atletas que vieram pelo chamado “Plano B” tenham bom rendimento.

Seria maravilhoso se existisse no futebol brasileiro investidores sérios e dispostos a planejamento de longo prazo. Vide o Desportivo Brasil, time do grupo Traffic e que foi comprado pelo Shandong da China. Hoje, possuem equipe competitiva nas divisões menores e exporta garotos da base para o Oriente.

Pelas minhas andanças no futebol, tenho a clareza de que o grupo que arrendou o Paulista nada mais é do que um clube cigano: usa a camisa e faz negócios (isso é válido, desde que bem combinado/negociado). Cansei de apitar times que no começo do ano treinador e atletas defendiam uma cidade e seis meses depois já estavam em outra. Normal atualmente.

O temor é: qual o legado que deixará o grupo de investidores (que nem ao certo se sabe o nome) ao Galo?

Pior do que a situação estava, espero que não. E enquanto isso, vamos torcer e seja lá o que Deus quiser! Todo mundo, sábado, no Jayme Cintra. 

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– Pedro Bigardi fora do PC do B?

Agora as Eleições de Jundiaí pegam fogo! O atual prefeito e candidato à reeleição Pedro Bigardi saiu do PC do B e não anunciou a nova legenda.

Iria para o PSD? Deixaria de ser “esquerda” e passaria a ser “direita” indo para outra legenda? PDT, PV ou outro P?

Benassi iria junto?

É importante esperar. Será que, enfim, a corrida ao Executivo Municipal terá mais de 2 nomes fortes?

Com tal mudança, sim.

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– Quais as primeiras impressões do Paulista FC?

Todos nós sabíamos que a diretoria do Paulista FC e do grupo de apoio “Novo Paulista” estavam de mãos atadas. Sem dinheiro, com o clube tendo que decidir se pedia licença de disputar a série A2 ou se jogava a competição com os garotos que fizeram a base na Copa Paulista, sucumbiu a uma oferta de investidores.

Claro, sempre há risco de sucesso ou fracasso, e na avaliação da diretoria, o investimento das pessoas que terceirizaram o time de futebol para a disputa do Campeonato Paulista foi a saída “menos ruim”. Uma tentativa de manter as portas do Jayme Cintra abertas e ter sobrevida por 3 meses.

E agora, como tem sido o início dos trabalhos?

No mínimo, questionável. Há de ser transparente para se obter confiança, e aqui se peca ao não dizer as claras de onde vem o dinheiro, quem são os investidores e outras explicações mais lúcidas. Se os parceiros não se revelam, acabam por permitir especulações, muitas delas ruins.

Sobre o técnico português Paulo Fernandes e sua Comissão Técnica: os jornalistas Heitor Freddo, Thiago Batista de Olim e Robson Moura já mostraram tudo sobre o que precisávamos saber: é de currículo fraco e aparentemente bem inferior ao Beto Cavalcante, o ex-treinador (e que conhece muito bem a A2 e o futebol do interior de SP). De repente, pode ser que Paulo nos surpreenda e monte um ótimo esquema de jogo moderno – e aqui virá o convencimento: no dia 31, com uma vitória contra o Bragantino na estréia do elenco profissional, mostrando que herdou o DNA do conterrâneo consagrado José Mourinho, o “One Special”!

Dispensar jogadores como fez na chegada é, em tese, natural (mesmo que achemos injusto na prática). Afinal, quem paga exige fazer tudo do seu jeito (e se estiver combinado que os investidores têm direito, paciência…).

O que me parece tudo isso?

Penso que o grupo de investidores não terceirizou, mas sim ARRENDOU o Galo. Dessa forma, também me parece o mesmo esquema usual em muitos clubes pequenos: alguém assume a camisa por um tempo, coloca seus diretivos técnicos e os jogadores que possam ter no seu cartel. Assim, a comissão técnica nativa do Paulista e jogadores com vínculo não seriam interessantes para quem coloca a grana para usar o clube como vitrine de negociação para os atletas que empresariam.

Tudo o que colocamos aqui é apenas impressão (ou mais uma das especulações permitidas pela falta de clareza de quem está colocando o dinheiro). Acho que o Paulista acerta em arriscar para sobreviver, mas deve ficar de olho aberto. Mas cá entre nós: nenhum maluco vai jogar dinheiro fora, e nesses tempos de futebol business, o(s) investidor(es) querem ter lucro. No caso do parceiro do nosso Paulista, o prejuízo será grande se, ao invés de agregar valor aos atletas e fazer um bom papel, o time se apresentar mal e desvalorizar a “commodity” chamada jogador de futebol.

Torçamos! Que o time vá bem na partida de estréia contra um rival tradicional, anime os torcedores e faça um bom papel. E tudo isso somente o tempo dirá…

 

– Ô dona Setransp, melhora aí!

Parei no semáforo do cruzamento da Rua Siracusa e Rua Messina, próximo ao Hospital Universitário de Jundiaí. E me impressionei com a quantidade de placas de sinalização

Muitas vezes a gente reclama da pouca informação; porém, o excesso torna a coisa confusa também. O do cruzamento referido, na foto abaixo, é prova disso!

Aliás, repare na quantidade de fios nos postes. Caramba…

– E vem aí a Festa da Uva de Jundiaí!

Que bacana! Teremos a tradicionalíssima Festa da Uva de Jundiaí, 33a edição. Nossas uvas niagaras são reconhecidamente as melhores uvas de mesa do Brasil.

Vale a pena prestigiar – evento familiar e frutas deliciosas.

‪#FestadaUvaJundiaí2016

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– O Radar Escondido da João Cereser

O jornalista Rafael Santos, através de sua página no Facebook, divulgou uma matéria revoltante: como um Policial Rodoviário se camufla na Rodovia João Cereser, próximo à nova Passarela da Unip, com um radar “de pistola” no meio do mato. A viatura está numa rua paralela!

Ridículo. Isso não é educar o trânsito, é política arrecadatória.

O vídeo está em: https://www.facebook.com/rafaelsantosnoticias/videos/1037536952952207/

Na mesma matéria, há um esclarecimento sobre a lei de trânsito, que obriga a visibilidade do equipamento e do agente. Abaixo:

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– A Morte anunciada do Paulista FC. Haverá ressurreição?

Por favor, leia a postagem até o fim para que não se faça mal juízo na interpretação. Embora longo, o assunto é pertinente para quem gosta de futebol, e em especial do Paulista FC, o time de futebol centenário da cidade de Jundiaí. Destaco, ainda, o esclarecedor texto do Dr Cláudio Levada ao final deste artigo.

Acontece o seguinte: como todo time de futebol do interior do estado de São Paulo, o Galo da Terra da Uva está financeiramente quebrado. Foi assim ao longo da história, sendo socorrido por parcerias como a Magnata, o Lousano, a Parmalat e o Banco Fator.

Destes atores protagonistas, sempre o Paulista conseguiu bons resultados: a Magnata ajudou o time a não sucumbir e trouxe na época Biro-Biro e Casagrande. O Lousano deu o título da Copa São Paulo e revelou o saudoso técnico Giba. A Parmalat levou o Paulista à série A1 do Estadual, pagou todas as dívidas do time, e abandonou Jundiaí com todas as certidões de “nada consta” e dinheiro em caixa – e de tal experiência surgiram diversos jogadores e títulos, como o Vice-Campeonato Paulista de 2004 com o treinador Zetti (perdendo a final no Pacaembú para o São Caetano de Muricy Ramalho), além da conquista da Copa do Brasil em 2005, capitaneado por Vagner Mancini.

Em 2006, disputou a Libertadores da América e como feito de sua participação venceu o poderoso River Plate. Só que exatos 10 anos depois…

Sem parceiro econômico forte, o time não se sustentou. Acabou o dinheiro e os recursos não vieram. O Galo foi caindo de divisão no Campeonato Brasileiro até deixá-lo de disputar. Em 2014, amargou o rebaixamento para a A2 do Paulistão, com a pior campanha da história do torneio.

E como isso aconteceu?

Muitos (e creio nisso) creditam à péssima parceria com o Banco Fator, que apresentou o projeto “Campus Pelé”, emprestou dinheiro ao Paulista em troca de atletas e… resultou que o Banco acabou ficando (por direito) com os jogadores, com um crédito milionário a receber e com a penhora do estádio. Sim, junto com os membros do Condomínio de Credores – empresas, ex-jogadores e demais credores, o Estádio Jayme Cintra está enrolado judicialmente.

O que me pesa é saber que, apesar dos esforços da comunidade jundiaiense – dos abnegados torcedores às pessoas de boa vontade que implantaram o Projeto de Reconstrução do time chamado “Novo Paulista”, a receita é insuficiente para bancar o clube. Não há como pagar as dívidas milionárias, e por mais que queiramos ser otimistas, é hora de sermos realistas.

Comecemos por sábado: o jornalista Anelso Paixão trouxe em sua coluna do Jornal de Jundiaí o processo de tentativa de dar um sobrevida ao time, com a chegada de um patrocinador que, pela lógica, arrendou o time para não pedir licença da A2 e fechar as portas.

Abaixo, extraído de: http://www.jj.com.br/colunistas-2126-grupo-europeu-vai-‘assumir’-o-paulista

GRUPO EUROPEU VAI ‘ASSUMIR’ O PAULISTA

No final do ano, após uma reunião decisiva do grupo que compõe o Novo Paulista, um dos integrantes comentou: “Se vamos manter as atividades até abril, quem sabe até lá acontece algum milagre e saímos com o clube em uma situação melhor”. Outro diretor, emendou: “Até abril já estaremos rebaixados, não adianta mais milagre. Ou é já, ou nunca mais”.

E não é que, na primeira semana de 2016, o milagre veio. Se vai se tornar mais uma barca furada na história do clube ou não, só o tempo dirá. Mas, neste momento, ou era isso ou fechar as portas. Portanto, a notícia foi recebida como verdadeiro milagre mesmo.

Na quinta-feira (7), a diretoria assinou contrato com um grupo de investidores europeus, que vai manter o departamento de futebol do clube por um ano, podendo ser ampliado por mais dois. Todo o dinheiro investido, cerca de R$ 100 mil por mês, será para contratações e folha de pagamento dos atletas.

As dívidas antigas do clube ficarão sob responsabilidade do próprio Paulista, que também está captando recursos via Projeto Novo Paulista. Uma empresa intermediada pela Prefeitura vai investir R$ 70 mil durante quatro meses e outras duas, fruto do projeto, devem investir em torno de R$ 10 mil cada.

Estes recursos servirão, principalmente, para pagar salários vencidos dos funcionários. No momento, já são quatro meses de atraso. O anúncio oficial de tudo isso vai ocorrer nesta semana.

O grupo europeu colocou com única exigência: a contratação de uma comissão técnica indicada por eles, tendo como treinador o português Paulo Jorge Fernandes Oliveira. Os custos dele e mais dois integrantes da comissão serão também mantidos pelos investidores. O atual técnico do Paulista, Beto Cavalcante, foi convidado para integrar essa comissão. O ex-zagueiro da Seleção Brasileira, Júlio César, será um dos integrantes.

Todos os jogadores serão contratados em consenso entre a comissão técnica e o novo gerente de futebol do Paulista, Moisés Cândido, intermediário com a diretoria do Novo Paulista, que terá a responsabilidade de gerenciar os recursos, pagando salários e acertando detalhes das contratações.

O interesse dos investidores é claro. Vai contratar jogadores na expectativa de negociá-los com o mercado internacional no futuro. Esses empresários têm ótimo trânsito na Europa, especialmente em Portugal, mas buscam também os emergentes mercados da China e dos EUA.

Como nasceu a parceria

No final de 2015, em meio à crise financeira do clube, o ex-presidente Marinho Sacchi entrou em contato com os integrantes do projeto Novo Paulista querendo apresentar o empresário de Campinas, Cassus Clay, irmão do ex-zagueiro da Seleção Brasileira, Júlio César. Cassus tinha contato com empresários europeus que negociavam para investir em um clube da região que disputa a Série A3.

Ao saber da situação do Paulista, Cassus se propôs, devido à amizade com o jundiaiense Marinho Sacchi, a fazer a aproximação do clube com os empresários. Como o tempo é curto para a disputa (começa no dia 31), as coisas andaram rapidamente e, já na primeira semana deste ano, o acordo foi assinado. A validade é de um ano, podendo se estender por mais dois.

Novo líder

Na semana passada escrevi que o Projeto Novo Paulista, que tem data de encerramento para abril, sofria com a falta de um novo líder desde que o empresário Luiz Roberto Raymundo, o Pitico, resolveu se desligar.

Desde então, porém, vem se destacando no grupo a figura do médico Marco Antonio Dias, tradicional apaixonado pelo Paulista e que, desde a saída de Pitico, assumiu o departamento de futebol. Na diretoria do Novo Paulista ele é um dos vice-presidentes.

Foi ele que acompanhou pessoalmente e tratou de todos os detalhes do contrato assinado essa semana com os empresários europeus. Resolveu comprar a briga e acabou sendo decisivo para o sucesso da empreitada.

Por conta de sua ascensão ao departamento de futebol, voltou ao clube um velho conhecido do torcedor: o gerente de futebol Moisés Cândido, que vai substituir Armando Bracali.

Vemos claramente que, sem trocadilhos, o Dr Marco Antonio Dias, boníssima pessoa, conseguiu dar um pouco mais de saúde ao Galo…

Entretanto, muito se tem questionado sobre o desconhecido treinador português Paulo Fernandes. E em brilhante trabalho investigativo, o jornalista da TVE Jundiaí e do site Esporte Jundiaí, Thiago Batista de Olim, esclareceu algumas dúvidas.

Abaixo, extraído de: http://www.esportejundiai.com/2016/01/paulista-contrata-treinador-que-nao.html

PAULISTA CONTRATA TREINADOR QUE NÃO “COMANDOU” O GRÊMIO BARUERI

O Paulista apresenta nesta segunda-feira a partir das 10h da manhã o seu novo treinador: Paulo Fernandes, de 41 anos. No seu currículo como técnico, estão passagens por Barueri e o Nogueirense. Mas segundo informações levantadas pelo Esporte Jundiaí, no site da CBF, do Grêmio Barueri, e da rádio portuguesa Boa Nova FM 100.2, nos dois clubes ele não assinou a súmula como técnico.

No Barueri, Paulo Fernandes chegou na Série D do Brasileirão de 2014. Segundo informações publicadas no site do próprio clube, Fernandes comandou a equipe nas duas primeiras partidas: derrota em casa para o Luziânia por 1 a 0 e depois revés fora de casa para o Goianésia, também por 1 a 0. Na matéria sobre a primeira partida, o site oficial do Barueri informou que “o técnico português Paulo Fernandes ainda não pôde ficar no banco de reservas, por estar resolvendo seu visto de trabalho” e este pode ser o motivo de ele não ter assinado a súmula como comandante do time. Nas duas súmulas dos jogos que Fernandes teria comandando o time e estão publicadas até este domingo, 10 de janeiro de 2016 no site da CBF, quem assinou a súmula como treinador nas duas partidas foi Denilson dos Santos. Inclusive no espaço de auxiliar técnico nos dois jogos apareceu vazio.

(aqui link da matéria no site oficial do Barueri informando a chegada de Paulo Fernandes no Barueri – http://baruerioficial.com.br/b/2014/06/18/presidente-do-barueri-tras-tecnico-de-portugal-para-disputar-a-serie-d/

aqui link do site oficial do clube da Grande São Paulo da matéria sobre a primeira partida do Barueri na Série D do Brasileirão de 2014 – http://baruerioficial.com.br/b/2014/07/28/abelha-nao-consegue-vitoria-na-estreia-da-serie-d/

aqui link da matéria no site oficial do Barueri onde Paulo Fernandes fala sobre a derrota para o Tombense – http://baruerioficial.com.br/b/2014/07/31/paulo-fernandes-lamenta-derrota-mas-quer-confianca-para-enfrentar-o-goianesia/).

(…)

Depois o Barueri informou que Paulo Fernandes deixou o comando da equipe, dando lugar para Eder Silveira, que veio do Atibaia. Fernandes assumiu na época a coordenação técnica do clube (link da matéria no site oficial do Barueri sobre a chegada de Eder Silveira ao clube e Paulo Fernandes agora como coordenador técnico – http://baruerioficial.com.br/b/2014/08/05/gremio-barueri-anuncia-novo-treinador-apos-derrota-para-goianesia/). Do terceiro jogo até o último do Barueri na competição, quem assinou a súmula como técnico foi realmente Eder Silveira, enquanto Denilson dos Santos era o auxiliar técnico. Como coordenador técnico, Paulo Fernandes não precisaria assinar a súmula, pois em jogos da CBF podem ficar no banco além dos jogadores, o técnico, auxiliar-técnico, médico, preparador físico e massagista.

No Nogueirense, clube da 3ª divisão do Campeonato Português, segundo informação trazida pelo jornalista Heitor Freddo, na Rádio Difusora e no seu blog (heitorfreddo.wordpress.com) e que de acordo com  site da rádio portuguesa Boa Nova FM 100.2, o auxiliar Rui Vale sempre esteve no banco de suplentes,  “devido a Paulo Fernandes aguardar pela sua regularização como treinador, o que acabou por não acontecer”.  (link da matéria da rádio portuguesa – http://radioboanova1002.jimdo.com/2015/10/08/s%C3%A9niores-do-nogueirense-com-novo-t%C3%A9cnico-juniores-do-fcoh-voltam-a-participal-nos-campeonatos-distritais/). O site da Federação Portuguesa diferentemente da CBF não publica as súmulas das partidas da 3ª divisão, que lá é chamada de Campeonato de Portugal PRIO atualmente.

Punição – No Nogueirense, Paulo Fernandes esteve trabalhando no clube em quarto partidas: três pela “Terceirona Portuguesa” e uma pela Taça de Portugal: no Campeonato Nacional obteve duas vitórias (1 a 0 contra o Angrense, e 2 a 0 sobre o Sabugal) e perdeu um jogo para o Oliveira Hospital. Esta derrota, em 23 de agosto, a princípio, no jogo foi de 1 a 0, mas depois, em dezembro deste ano, a Federação Portuguesa aumentou a derrota para 3 a 0, pois o Nogueirense escalou jogador de forma irregular, sendo ainda multado em €1.020. Na Taça de Portugal, o Nogueirense com Paulo Fernandes ainda trabalhando, perdeu do Naval por 4 a 2 e foi eliminado. Detalhe final: pelo documento, a Terceira Divisão do Campeonato Português é um campeonato não profissional, ou seja Amador. Isto quem traz é o próprio documento abaixo do Conselho de Disciplina – Secção Não Profissional.

Pois é… Se Paulo Fernandes fará um bom trabalho, ninguém sabe. Foi uma aposta de quem trouxe o dinheiro para o Paulista FC não abandonar o futebol profissional. Se der certo, bestial! Se der errado, uma besta.

A verdade, embora ela seja doída aos apaixonados torcedores do Paulista (e em que pese meu trabalho de comentarista de arbitragem e futebol em geral na Rádio Difusora, no Jornal Bom Dia e na VTV/TV Sorocaba, me incluo aqui como um amante do Galo), é que o Paulista está com prazo de validade. Aceitemos, o clube faliu! E os esforços são para que o time não feche as portas de vez, se mantenha ativo.

Tenho lido críticas de amigos e torcedores quanto ao papel da imprensa. Ora, o jornalista divulga o fato, não pode mentir. Alguns pedem que se evite as notícias ruins para que não assuste os investidores. Mas… sejamos bem sinceros: há alguém que não saiba da pindaíba do Paulista? Os meios de comunicação locais apoiam o time, mas seria irresponsabilidade enganar o torcedor ou fazê-lo de bobo. Mais do que isso: o país está em crise financeira. Qual empresa está disposta a investir no futebol? Se os grandes clubes penam em conseguir um simples patrocínio máster de camisas, como os pequenos, que disputam apenas 3 meses de campeonato e que sobrevivem das verbas da FPF (presas na Justiça no caso do Paulista) podem ter mais sucesso no marketing do que Corinthians, São Paulo, Palmeiras ou Santos? Estes, são clubes nacionais. O Paulista é tradicional, centenário, mas regional. O interesse é diferente.

Enfim: nesta segunda-feira, o respeitadíssimo Dr Cláudio Levada (a quem admiro e respeito deveras), Desembargador do TJ, que é membro do Conselho do Paulista Futebol Clube e também do Novo Paulista, escreveu em sua coluna semanal no Bom Dia Jundiaí a triste e real situação. Objetiva e corajosamente, o Dr Levada escreveu: “O Paulista deve morrer em 2016”.

Abaixo, extraído da Coluna “Formador de Opinião”, pg 15, ed 11/01.2015:

ESTAMOS INDO EMBORA

Não sou homem de meias palavras. Aliás, quem age por meias palavras nem homem é. Então é bom que saibam, com todas as letras, que o Paulista deve morrer neste ano de 2016, salvo se forem tomadas medidas, realmente excepcionais, que o salvem de seu provável fim.

Digo isso como presidente do Conselho de Administração tanto do Novo Paulista, quanto do Paulista Futebol Clube. Em relação ao Novo Paulista, as perspectivas que se avizinhavam com o grupo formado ano e meio atrás, a partir da iniciativa do Pitico, Vanuil, Getúlio, Demarchi, Nardinho, Zanatta, etc, gente de primeira qualidade, e que passou a ser presidido por Márcio Francklin Nogueira, Desembabador como eu, hoje aposentado, essas perspectivas não se concretizaram porque, em primeiro lugar, a situação do país derrocou e, em segundo lugar, faltou competência para todos nós, que acreditamos em um projeto que envolveria toda a cidade mas que foi realizado parcialmente, sem atenção por exemplo ao projeto do sócio torcedor (muitos tiveram que brigar para se tornar sócios, pois chegavam em Jayme Cintra com os portões fechados, com funcionários sem salários e sem motivação alguma para “vestir a camisa” do clube, no que incluo nosso suposto e alegado marketing, bem intencionado mas amador).

Quanto ao Paulista, propriamente, se não houver boa vontade do Judiciário de Jundiaí podemos desde logo fechar o Estádio (já penhorado, várias vezes) no início do ano. O dube está quebrado por obra e graça do Banco Fator, que não bastasse cobra milhões do Paulista (R$10 milhões, para ser exato) pelo favor de nos ter afundado, gerenciando por anos o Paulista até que, agora, nos vemos somente com dívidas e sem valor agregado algum – de um time da A1 do Campeonato Paulista e Série B do Brasileiro, sobrou um time no A2 do Campeonato Paulista e rigorosamente mais nada. Milhões de prejuízo, a serem pleiteados judicialmente, tanto quanto o banqueiro acha que devemos para ele.

Deixo o aviso para a sociedade de minha terra (e friso a boa vontade do prefeito Pedro Bigardi, insuficiente porém para, sozinho, reverter nosso quadro mórbido): o termo final é o Campeonato Paulista da série A2 de 2016. Se nada acontecer de diferente, de muito diferente, será o fim de 106 anos de história. Não me digam, depois, que não avisei, pois avisado está, sem meias palavras.

Pedi no início desta postagem para que os amigos lessem esse longo texto até o fim. Repito: Dr Cláudio Levada disse que o PAULISTA DEVE MORRER, mas colocou a necessidade de algo extraordinário para salvar o time. Agora, é com toda a comunidade de Jundiaí (empresários, torcedores, sociedade em geral): o PAULISTA IRÁ MESMO MORRER?

Sem ressalvas ou broncas de quem discordar dessa publicação, mas a verdade é a seguinte: o Galo é paciente terminal na UTI, depositou suas fichas em um grupo de investidores que luta, primeiramente, para ganhar a confiança da torcida e que tentará salvar o time da A3. Depois disso, é lutar para não fechar. A não ser que algum sheik árabe, magnata russo ou investidor chinês compre o Paulista e o torne como clube-empresa. Mas mecenas como Roman Abramovich não existem em qualquer esquina…

Força Paulista, pois tu és de Jundiaí.

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– As 3 melhores cidades do Brasil entre as “Melhores e Maiores”.

Segundo a importante Revista AméricaEconomia Brasil, através de um levantamento a respeito das cidades que melhor sejam sustentáveis e cresçam economicamente ao mesmo tempo, Santos/SP, Belo Horizonte/MG e Jundiaí/SP são as 3 tops da pesquisa.

Sobre o trabalho, clique no link:

http://brasilamericaeconomia.com.br/economia/as-100-maiores-e-melhores-do-brasil/

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-Especulação Imobiliária e Zoneamento são sempre problemáticos

Leio que em São Paulo, os munícipes de zonas urbanas residenciais estão se manifestando contra a mudança de zoneamento de alguns bairros que não atende os interesses da população local, mas a de interesses comerciais. Permissões de novos corredores comerciais e áreas de arranha-céus em bairros tranquilos, retirando o verde do local, estão na pauta. E com razão de quem reclama!

Aqui em Jundiaí não é muito diferente. A especulação imobiliária – e que se torna, aparentemente, muito forte e envolvendo grupos políticos da cidade (tanto de esquerda quanto o de direita) gera muitas dúvidas. O zoneamento muda rapidamente, dizendo que atende a vontade dos bairros. Ora, aqui no Medeiros, um local afastado e de sítios, casas de veraneio e residências em meio ao verde, as chácaras viram prédios aprovados do dia para a noite! E sem contrapartida, a contragosto dos moradores que residem aqui. Não vale dizer que foram feitas reuniões com a população… isso é demagogia barata.

Quer outro exemplo? Fecharam vários acessos na região central próximo da Avenida Antonio Segre, alegando melhor mobilidade urbana. Quer convencer quem? Se o interesse atender aos políticos e eles comprarem a ideia, vale tudo. Consulta pública é apenas um detalhe.

O que fazer? Invejo a força dos amigos paulistanos, que conseguem se mobilizar contra as peripécias de Fernando Haddad. 

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– Amanhecer maravilhoso dominical!

Como de costume, fui fazer meu cooper matinal (hoje debaixo de forte garoa). Depois da chuva, uma paisagem incrível na pista de Atletismo do Complexo Esportivo Nicolino de Lucca (nosso querido Bolão):

Meia hora depois, já desaquecendo do treino, eis que o Sol despertou de forma magnífica. Como não se inspirar e empolgar com tanta beleza da Natureza?

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Por fim, ao término, o Criador foi gentil e pintou esses rabiscos de azul e branco, proporcionando o fim das chuvas e um domingo de prévias realizações:

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Gostaram? Eu também. Que seja um bom dia de trabalho (a quem não pode descansar) ou de repouso (para quem está de folga merecida).

– E o Temporal?

Jundiaí, 15h. Um dilúvio com muito vento e raios para todos os gostos e desgostos.

A avenida virou rio. Bueiros? Inexistem…

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