Já repararam que existe uma “molecada” que confunde Liberdade de Expressão com Desrespeito?
Quem disse que na Internet, tudo pode?Aparece cada valentão nas Redes Sociais… Pra começar, alguns textos parecem ser “raivosos”! Vai discutir com o autor para ver o que acontece…
Quanto aos idiotas que ofendem nas Redes Sociais (após mais um episódio nesta semana, envolvendo o jogador William, do Corinthians), eu poderia parafrasear a Luciana Mariano, dizendo que devemos entrar na Justiça – ela está processando todo mundo que faz comentário sexista, preconceituoso, ofensivo de qualquer espécie (leiam as brilhantes entrevistas dela ao UOL e à Veja). Eu queria corroborar comMauro Cezar Pereira, que mandou 17 pessoas para a delegacia de uma vez (segundo seu depoimento no Bate-Pronto da Jovem Pan). Mas eu desejo ir além:a cada um dos “folgados” que acham que podem escrever qualquer bobagem na Internet, o sentimento é de que o ofendido deveria ter a oportunidade de fazer uma acareação com o ofensor, justamente para que o “valentão” possa perceber a burrada que fez, achando que digitando suas asneiras nada aconteceria; que ele faça um curso de reeducação social, que ele indenize moralmente o ofendido e que seja obrigado a prestar serviço comunitário (um acúmulo de penas, de verdade, como ato de reinserção na sociedade).
É claro que, neste mundo tão pilhado, todos têm seus hatersestalkers (além do moleque que vai no perfil do jornalista encher o saco e desdenhar das suas ideias, normalmente sem respeito e querendo impor sua opinião). Eu perdôo todos e ignoroa maior parte (ao menos, em algumas situações que vivi, procurei ser o bom samaritano e mostrar às pessoas os seus erros com respostas educadas). Mas eu sei que é difícil… Dos que procurei (sim, procurei alguns e obtive resposta), tentei mostrar que estavam errados (com alguns, tive sucesso; com outros, bloqueei). E vi muita coisa maluca: gente que “foge simplesmente”, pois acreditava que não teria resposta, gente que “chama pro pau” e cai fora, e até um coitado que pediu para escrever pois não gostava de “conversar por telefone” (não sei se é insociabilidade ou medo).
A verdade é: há bobos que, ao lerem uma opinião que discordam,OFENDEM gratuitamente a pessoa. A troco de quê? Pensam que a Internet é uma terra sem lei, provocam seu próximo e depois ainda se fazem de vítima! “Ai, que grosso, não aceita crítica e me bloqueou”, como se a crítica feita fosse educada… Depois voltam a seguir a pessoa criando perfis diferentes.
Por fim: recebeu ameaça de morte? Vá a delegacia e não deixe quieto. Os haters da Internet não vencerão. Os xaropes escondidos atrás de seus computadores acabarão sozinhos nessa…
Parabéns Cássio, Willian, Luciana, Mauro e tantos outros que fazem o mesmo. Eu os aplaudo.
O mundo virtual está virando “terra de ninguém”. A inclusão social eletrônica permite coisas maravilhosas, mas produz um efeito colateral: a quantidade incrível de estúpidos(que independem de condição financeira, raça, sexo, crença, ideologia).
Vide o Facebook: um radicalismo absurdo de fanáticos religiosos e políticos, intolerantes da Internet e “amigos de todo o sempre”.Há aqueles que conversam com você e perguntam: “mas você não viu essa mensagem no ‘Face’?”. Claro que não! Vivo a vida real e não podemos nos alienar na virtual. Sem contar os caras que curtem alguma postagem e ficamávidos de que você retribua uma curtição. É mole?
E o Instagram? É um tal de robozinho com mensagem pronta pedindo para “segue que sigo de volta”. Ué? Maspor que seguir alguém que não conheço para ganhar seguidores?Não tenho interesse nisso.
Twitter?Campo minado, onde as pessoas não sabem discordar, mas adoram ofender.Filtre e bloqueie esses elementos para a rede social ficar melhor.
O grande problema, em si, é: a quantidade de chatos e “entendidos” que habitam esses ambientes. Muita gente mal educada e que pensa que, por estar na Internet, pode fazer o que quer!
Cansa, não? Já escrevi algumas vezes: penso em sair das Redes Sociais; entretanto, vem o problema maior que é necessitar dos contatos e das facilidades que elas mesmos apresentam…
Ops: correntes e bobagens via Messenger e WhatsApp eu bloqueio mesmo, me desculpe se seu contato não é respondido.
Fico sinceramente triste quandopessoas se perdem nas Redes Sociais! Por viverem dentro de uma bolha virtual, seja ela de qual assunto for, passam a postar críticas pelo simples fato de caçar cliques ou “causar”,abrindo mão do bom senso e da razoabilidade.
Normalmente, são pessoas sozinhas, que se afastaram de amigos ou das pessoas que queriam lhe ajudar.Atacam jornalistas, celebridades ou ainda pessoas comuns, passam vergonha e não percebem o papel ridículo que fazem. Difamam o trabalho alheio achando que todos são porcaria e que nada presta.Ousam atacar profissionais bem-sucedidos. Por inveja? Talvez…
Viram“Stalkers”, e depois “Haters”, e aía credibilidade vai embora mesmo…
É difícil para elas reconstruir uma carreira. Tornam-se amargas (e porque querem), não aceitam críticas ese acham melhores e mais inteligentes do que outras. Precisamcriar novos perfis, novos avatares e mudar até mesmo o “nome de guerra”.
O quea teimosia, a arrogância e o menosprezo à ajuda fazem, não? E não percebem o quão mal fazem a si próprias, não entendendo quea opinião diversade alguém deve ser respeitada. Perdem emprego e respeito, lamentavelmente.
Puxa, recebi por um amigo as publicações de “indiretas” de um “stalkeador”. Que chique!
Ao mesmo tempo… que pena. É de um menino que se perdeu na personagem criada. Mesmo aconselhado, insistiu em ser amargo, teimoso e autossuficiente, criticando outrora quem lhe quer bem..
Paciência. Não o sigo nas redes sociais e não me interessa o que faz, afinal, eram publicações e comentários tóxicos demais. Mas me entristece saber que “tá malvadinho” nos seus posts. Mesmo assim, obrigado pela audiência e seja feliz!
Sabe qual o medo? Minha vó dizia que “homem que gruda noutro homem vira lobisomem” rsrs… Aliás, se o cara não curte, por quê seguir ou stalkear?
Quando falamos em “Dar Opiniões no Mundo Virtual“ sabemos das várias formas (a maioria agressiva) de como discordar de quem pensa diferente de você.
Elenquei as 5 mais comuns que percebo:
A) A pessoa pode não ter entendido o que você escreveu e reclama veementemente (mesmo sendo ignorante);
B) Faz de conta que não entendeu (e quer te minimizar disfarçadamente);
C) Entendeu seu ponto de vista e expõe educadamente o seu entendimento (concordando, sendo alternativo ou discordando), sempre respeitando-o;
D) Apesar de ter observado atentamente suas colocações, discorda prontamente e quer que você concorde com ela “na marra” (pois só ela é “dona da verdade”);
E) Nem lê, mas se é contra o que ela pensa, já te xinga (as opiniões desses radicais devem sobrepujar a de todos outros, dispensando qualquer conhecimento).
No mundo ideal, a alternativaC, infelizmente, está em baixa… não só no tripé dito popularmente difícil de discutir (religião, política e futebol), mas na sociedade em geral… Vivemos um mundo de pouca tolerância e de muita ignorância. Somente a Educação há de mudar isso (começando pela dada pelos pais – se é que ela ainda é a correta de muitos, afinal, há muitos pais que “deseducam” hoje em dia e incentivam a discórdia desrespeitosa).
Para mais textos, visite meu blog de Assuntos Contemporâneos Gerais, o Discutindo Contemporaneidades, em: https://ProfessorRafaelPorcari.com
Nessa, o presidente Bolsonaro merece aplausos: o acordo com Elon Musk para levar Internet de ótima qualidade (via satélite) para 19.000 escolas, além de utilizar a rede para monitoramento da Amazônia, é algo que não tem rejeição. Criticar por si só, não vale.
Obviamente, o bilionário deverá ter seus interesses (o que é normal nesses acordos, como a cessão da base de Alcântara para lançamentos de seus foguetes). Mas o investimento em Educação deverá compensar, sem dúvida alguma.
Se você não tem medo do Covid-19 e é partidário de que a quarentena é uma bobagem, saia para a rua. Se estiver temeroso, fique em casa.
Se achar que o povo está criando uma histeria desnecessária, mantenha a calma. Se acha que as precauções são necessárias, se policie.
Se você for de Esquerda ou de Direita, gay ou hétero, crente em qualquer crença ou ateu, palmeirense ou corintiano, caipira ou caiçara, moderninho ou conservador, que seja.
MAS… respeite quem não pensa igual! Não insista para que eu tenha a mesma opinião que a sua, que aja como você e tampouco tenha os seus mesmos anseios e valores.
A minha opinião é minha, sem viés, sem manipulação de ninguém. Só minha. Assim como creio que a sua, seja qual for, seja somente de você– sem influência de Fake News ou de lavagens ideológicas de quem for.
Mais especificamente, não estou nem aí se você é Bolsonaro, Lula, Dória, Marronzinho, Enéias ou Eymael. Seja da ARENA ou do PCO, respeitarei seu direito de expressão. Respeite o meu também.
Vivemos numa sociedade onde a pessoa quer ser seu amigo em Rede Social (seja qual for), mas vai lá encher o saco dela. E depois fica “magoadinha” porquê é bloqueada. Mas por quê isso ocorreu? Sou obrigado a aguentar chato tentando me catequisar, converter, lavar minha mente?
O pior: você emite educadamente sua ideia, procura manter o bom senso e, de repente, aparecem as pessoas que discordam de você que, ao invés de recíproca e educadamente escrever no mesmo tom de educação que leu, enche seu espaço de CTRL C + CTRL V com um monte de argumentos dos outros, já prontos e com palavras raivosas. Abarrota de palavrões, ofensas, e outras bobagens, achando que é natural fazer isso (sim, sou politicamente correto e entendo ser necessária a boa conduta). Se a pessoa não teve tom ofensivo mas sim opinativo, que raio de sanha maldosa e imbecil que o outro tem em perder tempo e ir te ofender gratuitamente?Eu não vou na sua página escrever coisas que você possa se ofender, não vá à minha também. E se veio, por quê insiste em ser amigo virtual?
O cara escreve te chamando de vários “nomes”, mas depois diz que não se referiu a você. Então cite a quem! Saiba escrever, arranhe e arrisque algumas palavras entendíveis e inteligentes. Mas o principal: seja educado, cidadão, democrático e justo.
As pessoas falam nas Redes Sociais como se “tudo pudesse”, um mundo sem escrúpulos nem leis de convivência. “Rasga a saia” e desanda a digitar o que não tem coragem de falar no frente-a-frente. Se dói por qualquer coisa. Liberdade de expressão não é direito de calúnia!
Insisto: argumentar e discutir é ótimo, mas IMPOR a sua opinião é desrespeito, fanatismo ou falta de educação.
Enfim, vida que segue onde as pessoas gratuitamente perdem tempo de entrar na postagem alheia simplesmente para exercer a atividade da imbecilidade, sem entender que se pode opinar contrariamente e não percebendo e nem tendo a sensibilidade de que não pode é atacar simplesmente por ignorância.
Que necessidade idiota é essa de atacar? A maldita ideia do “nós contra eles” dos anos 2000 voltou a todo vapor em 2021.
O apelo é: cada um respeitando o próximo, é o mínimo que a cidadania exige.
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.
Leio que dois “desafios” pela Internet estão em alta: o “respirar pó branco” para simular cocaína (inspirado na série “Euphoria”) e a volta daquele nefasto “Baleia Azul”. Fiquemos atentos!
Sobre esse último, abaixo, extraído de: O Globo.com (20/04/2017, 19h29). Abaixo:
O QUE SE SABE ATÉ AGORA SOBRE O JOGO DA “BALEIA AZUL”
Série de 50 desafios que estimulam o suicídio de jovens é investigada em diversos estados do Brasil
RIO — O jogo da “baleia azul”, série de 50 desafios cujo objetivo final do jogador é acabar com a própria vida, está movimentando as redes sociais, principalmente desde o início desta semana, quando a Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) do Rio divulgou que está fazendo um rastreamento das redes sociais para reunir informações sobre o jogo. Um inquérito foi instaurado depois que a mãe de um menino de 12 anos denunciou que o garoto foi convidado a participar da série de desafios.
Entenda o jogo
O jogo consiste em uma série de 50 desafios diários, enviados à vítima por um “curador”. Há desde tarefas simples como desenhar uma baleia azul numa folha de papel até outras muito mais mórbidas, como cortar os lábios ou furar a palma da mão diversas vezes. Em outra tarefa, o participante deve “desenhar” uma baleia azul em seu antebraço com uma lâmina. Como desafio final, o jogador deve se matar.
O “curador” é quem envia ao participante do jogo os 50 desafios que ele deve cumprir diariamente até chegar ao suicídio. Se condenado, ele pode ficar preso por mais de 40 anos. (3 anos por associação criminosa, 8 anos por lesão grave, 6 meses por ameaça e 30 anos por homicídio).
O GLOBO teve acesso à mensagem recebida por um carioca de 22 anos convidando-o para entrar no jogo na última quinta-feira. No texto, há uma ameaça: “Caso nos bloqueie ou nos ignore, mandaremos seu número a nosso chefe. Ele pegará seus dados e descobrirá seu nome”.
A mensagem recebida por um jovem – Reprodução
O conjunto de tarefas se tornou preocupação para autoridades de diferentes países. A origem do jogo que incentiva o suicídio não é conhecida, mas os primeiros relatos surgiram na Rússia. Em fevereiro, duas adolescentes se jogaram do alto de um prédio de 14 andares em Irkutsk, na região da Sibéria. Segundo investigações, Yulia Konstantinova, de 15 anos, e Veronika Volkova, de 16, se suicidaram depois de percorrer as 50 tarefas enviadas. Em sua página no Facebook, Yulia tinha compartilhado a imagem de uma baleia azul.
O perfil das vítimas
A delegada Fernanda Fernandes, da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) do Rio, está traçando o perfil dos participantes da ‘Baleia Azul’. Segundo ela, os convidados a entrar no jogo são adolescentes que têm, em média, de 12 a 14 anos, e com tendência à depressão. A maioria resiste em sair do jogo por temer ameaças dos administradores.
Há notícias de casos de suicídio relacionados ao jogo da baleia azul em diversos estados. No Rio de Janeiro, a delegada Fernanda, da (DRCI), disse, na última quarta-feira, que os “curadores” do desafio podem ser indiciados até por homicídio.
De acordo com Fernanda, um inquérito foi instaurado para investigar os crimes de associação criminosa, ameaça, lesão corporal (em relação às automutilações praticadas pelos participantes) e homicídio tentado ou consumado. A delegada informou, ainda, que notificará as secretarias municipal e estadual de Saúde para que casos de mutilações graves em adolescentes e jovens sejam comunicados diretamente à DRCI.
Policiais Civis do Paraná estão investigando as circunstâncias de sete tentativas de suicídio de adolescentes, todas ocorridas nesta terça-feira na capital do estado, Curitiba. A Secretaria municipal de Saúde avalia que pode haver uma relação entre esses casos e o “jogo da baleia azul”. De acordo com autoridades, os jovens tinham sinais de automutilação e de ingestão de remédios.
Em Minas Gerais, a polícia investiga o caso de um garoto de 19 anos, encontrado morto no último dia 12, em Pará de Minas, no centro-oeste do estado. O celular do jovem já foi periciado e as autoridades aguardam o resultado do laudo.
Um inquérito foi instaurado no Mato Grosso para apurar as circunstâncias da morte de uma adolescente de 16 anos, encontrada numa represa de Vila Rica. De acordo com as autoridades, a mãe da jovem teria identificado cortes nos braços da vítima há cerca de dois meses. Ela também entregou à polícia duas cartas escritas a mão pela filha. Os investigadores aguardam ainda o resultado da perícia no celular da jovem.
Repercussão Nacional
A Câmara dos Deputados aprovou a realização de uma audiência pública para discutir o “jogo da baleia azul”. A reunião, ainda sem data marcada, será promovida pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Casa. Os organizadores da audiência convidarão um representante da Unicef Brasil e o youtuber Felipe Neto, que gravou um depoimento em seu canal no site de vídeos para alertar as famílias sobre o jogo e sobre a necessidade de atenção à saúde mental dos adolescentes.
Na audiência, representantes do Facebook e do WhatsApp, meios em que os jovens são geralmente cooptados para o jogos, deverão explicar o que as empresas têm feito para combater a propagação do jogo na web. O senador Magno Malta (PR-ES) também pediu, nesta quarta, urgência para a leitura do requerimento de instalação da CPI dos Maus Tratos Infantis, com o objetivo de investigar diversos tipos de violência contra crianças. Um dos argumentos foi o jogo da Baleia Azul.
A deputada Eliziane Gama (PPS-MA) solicitou à Polícia Federal, nesta quarta-feira, que investigue o desafio “baleia azul”, que incentiva a automutilação e o suicídio entre jovens e adolescentes. O ofício foi endereçado ao diretor-geral da PF, Leandro Daiello, e pede a abertura de inquérito para se chegar aos responsáveis pela propagação do jogo, praticado em grupos fechados nas redes sociais.
Repercussão nas redes
O youtuber Felipe Neto divulgou um desabafo que considerou o vídeo mais importante que já fez. Ele revelou que foi diagnosticado com depressão, mas disse que leva uma vida normal, já que faz tratamento para a doença. O youtuber acredita que o “desafio da baleia azul” é um problema porque atrai as pessoas que sofrem com distúrbios de saúde mental, como a depressão.
“Vocês acham que o jogo da Baleia Azul é o responsável pela morte desses jovens? Eu não gostaria de acreditar que alguém saudável, estável psicologicamente jogue um jogo desse e termine se matando. Então eu acho que o problema aqui não é o jogo. Eu vejo muita gente falando ‘porque o jogo matou…cuidado com o seu filho jogando o jogo’. Sim, óbvio, cuidado com o seu filho, óbvio. Mas, cuidado com o seu filho”, salientou o youtuber.
Na contramão dos desafios macabros propostos pelo jogo da “baleia azul”, alguns “concorrentes” do bem começaram a surgir na internet. O Baleia Verde dá aos participantes 35 tarefas que estimulam a autoconfiança e autoestima dos jogadores. A página no Facebook leva uma mensagem de apoio àqueles já tiveram ou têm ideias suicidas
Já o “Baleia rosa” conta com mais de 200 mil seguidores. O jogo propõe desafios como “escreva na pele de alguém o quanto você a ama”, “poste uma foto usando a roupa que te faz sentir bem” e “faça carinho em alguém”. Os administradores contaram ao GLOBO tem recebido muitas mensagens de crianças pedindo ajuda e entraram em contato com uma psicóloga para ajudar a responder os casos mais sérios.
Uma das fotos compartilhadas no site da Baleia rosa – Reprodução Baleia Rosa
Os boatos que estão surgindoUma mensagem que circula pelo Whatsapp ameaçando estudantes de uma escola da cidade de Ipanema, em Minas Gerais, gerou pânico entre os pais dos alunos. O texto diz que um dos desafios propostos pelo infame “jogo da baleia azul” é envenenar 30 crianças e que a Escola Estadual Nilo Morais Pinheiro seria o alvo escolhido. A Polícia Militar está investigando o caso para chegar ao autor da mensagem e a suposta ligação com o jogo.
Ameaça de envenenamento alarma direção de escola e pais de alunos – WhatsApp/Reprodução
Um homem de 24 anos foi detido no município de Novo Mundo, no Mato Grosso, por propagar a mesma mensagem pelo WhastApp. Segundo a Polícia Militar, o jovem que mandou a mensagem considerava tudo uma brincadeira e afirmou, em depoimento, que não está envolvido no jogo. Acionada pelo número de emergência, a PM também apreendeu o telefone do suspeito, que foi posteriormente encaminhado à delegacia local.
Robson Silvério dos Anjos, de 24 anos, foi preso por ter enviado ameaça a crianças da cidade de Novo Mundo, no Mato Grosso – WhatsApp/Reprodução
Como identificar e ajudar seu filho a não se envolver no jogo
Os pais precisam ficar de olho se a criança ou adolescente apresentou alguma mudança brusca de comportamento. Segundo Elizabeth dos Reis Sanada, doutora em psicologia escolar e docente no Instituto Singularidades (SP), isso pode ser sinal de que a criança ou adolescente esteja sofrendo com algo que não pode lidar. Os pais também devem demonstrar interesse por sua rotina para entender se o jovem está com problemas.
Os filhos também devem se sentir acolhidos e, por isso, Elizabeth reforça que os pais revertam suas expectativas em relação a eles. Os jovens precisam buscar pessoas em quem confiam para compartilhar seus anseios, seja na escola ou na família.
“É preciso que o adolescente fique à vontade para falar de suas frustrações e se sinta apoiado. Se ele tiver um espaço para dividir suas angústias e for escutado, tem um fator de proteção”, dsse.
Para Angela Bley, psicóloga coordenadora do Instituto de Psicologia do Hospital Paqueno Príncipe (PR), o adolescente muitas vezes não tem capacidade de discernir sobre todo o conteúdo ao qual é exposto e, por isso, é importante o diálogo franco.
Iniciativas da escola
As escolas podem ajudar a identificar situações de risco entre os alunos. “Não é qualquer criança que vai responder ao chamado de um jogo como esse, são os que têm situações de vulnerabilidade. A escola ajuda a construir laços e tem papel fundamental de perceber como os alunos se desenvolvem”, afirma Elizabeth. Alguns colégios, já cientes da viralização do jogo, começaram a pensar em alternativa para aumentar a conscientização sobre a importância de cuidar da vida.
O jogo da Baleia Azul teria surgido na Rússia – Reprodução do Facebook
Eu não acompanhei a história do jovem fenomenal chamado “Luva de Pedreiro”. Mas li “por cima” que é um garoto pobre de Tábua-BA, que viralizou na Internet gravando vídeos despretensiososde futebol.
Tornou-se um artista e ganhou seguidores até no Exterior! E, coisas de um Brasil que muitos não imaginam ainda existir: ele nunca havia comido batata-frita!
Escrever sob forte emoção, sem equilíbrio emocional ou simplesmente “com vontade de polemizar”, pode trazer sérios problemas nas Redes Sociais.
Se alguém ofende seu semelhante nela, com a rapidez da Web, mesmo que apague certamente será visualizado por um grande número de pessoas.
Aliás, há pessoas que se esquecem que as publicações, quando públicas, são lidas e ficam aparentes para outras que não gostariam. E aí o cidadão ofendido, desrespeitado, mesmo que ali não responda, sabe o que aconteceu.
Me impressiona a falta de inteligência de quem possa crer que o mundo gira em torno dele, e que suas verdades são únicas e as dos outros, invalidadas.
Respeitar a opinião alheia é importante, não significando concordar ou não. Podemos pensar o inverso do nosso próximo, mas isso não quer dizer que ele deva ser desrespeitado.
Aliás, críticas ao trabalho profissional de alguém ou simplesmente desvalidar uma opinião que você não concorda, normalmente é algo feito com o estômago. Aí o sujeito cai em si, vê as idiotices escritas e resolve “disfarçar” a cáca.
Quem apaga comentários nas redes sociais, sabe que algo está errado e que pode sofrer consequências. Desde injúrias até ameaças, o Facebook, o Twitter e outras Redes estão cheias de pessoas que as tratam como “antissociais” – embora esses “apagadores” exijam que os outros sejam partidários socialmente de seus ideias.
Pobre mundo virtual, que revela o íntimo das pessoas do mundo real…
Cá entre nós: quando você verificar que alguém promove desavenças e ofensas, e tentar ajudar a pessoa (trazendo-a para a razão e para as regras do exercício de cidadania) mas ela simplesmente não só ignorar como agir contrariamente… torça para que outra pessoa a ajude, pois a birra dela (que no fundo, sabe que está errada) impedirá que a humildade o faça voltar ao bom senso e permitirá que a arrogância a domine.
Não respeitar o próximo, ofender a dignidade alheia e desmerecer o trabalho honesto de qualquer um, faz com que o indivíduo se torne isolado, sozinho e triste. Como ele não pedirá desculpas – justamente pelo ambiente que ele próprio criou – se torça para que ele saia desse transtorno de relacionamento com as menores sequelas possíveis.
Quando uma pessoa qualquer te chama a atenção, ela pode estar errada ou não. Mas quando amigos insistem no cuidado com as palavras mais de uma vez, aí é outra história…
Que haja tempo para a cegueira social não acabar com as relações (ou com os amigos). Um pedido de desculpa, um “e aí, fui mal” ou uma autocrítica sempre fazem bem, evitando morrer sufocado por ele próprio.
Redes Sociais não são território sem lei. Carece-se de respeito, ética e educação.
Claro que em alguns ambientes,elas são mais flexíveis e permitem a descontração, mas, conforme se observa, a pessoa reflete o que ela é no dia-a-dia quando posta em Rede Social.
O antigo Orkut tinha uma timeline que permita personalizar assuntos que surgissem em primeiro lugar de interesse, além de, simplesmente ocorresse a aparição conforme cada amigo publicasse (sequencialmente, por ordem de postagem), à escolha do usuário.
Mais ou menos assim é também a timeline do Twitter. Você escolhe o que quer que apareça primeiro: os assuntos principais (que estão “bombando”) ou as postagens por ordem cronológica de todos os seus seguidos.
Já o Facebook… permite que vejamos preferencialmente as publicações de pessoas que escolhemos como principais ou, caso não desejemos, automaticamente nos empurra o que os seus algoritmos impõe a nós. Nada de ver as postagens por ordem e dia de cada um dos seus amigos virtuais. É por isso que de repente surge uma publicação de 3 dias atrás, mas não a publicação da última meia hora.
Por culpa disso, o Facebook acaba sugestionando preferências que sua inteligência artificial escolhe para nós. Quer maior prova disso? Os temas que envolvem política!
Se você tem interesse objetivamente em notícias do presidente Jair Bolsonaro ou do ex-presidente Lula, você verá com muita frequência essas publicações. Se você tem preferência em temas de louvação da Direita ou da Esquerda, sua timeline vai mostrar várias postagens desses assuntos. É por isso que para muitos, o mundo correto é o da Direita e para outros é o da Esquerda – porque o Facebook lhe quer agradar com sua vontade!
Mas há um problema nisso: as pessoas que procuram ser ponderadas e que nas Redes Sociais escrevem os nomes de Bolsonaro, Lula, Dória (usando hashtags especialmente), emitindo opiniões independente de ideologia, receberão carga de visualizações de todos os lados! Assim, ao invés da sua postagem ser “isenta”, passará a ser vista como “comunista” por fanáticos de Bolsonaro e como “chapa-branca” por radicais de Lula.
A boa notícia é: as pessoas centradas e ponderadas visualizarão as diversas linhas e poderão entender que se fala sem paixão ou adoração a Político X ou Político Y, independente de ele gostar de Lula ou de Bolsonaro (os extremos ideológicos).
A má notícia: cada vez mais um fanático verá aparecer postagens com tendência de crítica ao seu político de estimação, seja qual for a linha – e sem respeitar a opinião alheia, querer sobrepor.
Você poderá ter 50 publicações num mesmo dia, sendo 49 mais importantes de diversos assuntos abordados, mas 1 (a que tem a maior importância nas Redes pelo Facebook, e no caso é a de assuntos da política) ganhará destaque muito maior!
Assim, antes de rotular alguém de Direita ou de Esquerda, veja a linha do tempo dele e as publicações que aparecem na sua própria timeline. Você descobrirá que está sendo iludido pelas preferências (muitas vezes inconscientes por sua parte mas eleitas pelo Facebook) de um computador com inteligência artificial que quer justamente a polêmica – afinal, esse computador quer que a Rede Social tenha audiência…
Insisto: saudade do Orkut…
Em tempo: não sou fanático por político algum, elogio Bolsonaro, Dória, Ciro, Marronzinho, Lula, Enéas e até Boulos se forem merecedores; se minha opinião for crítica a qualquer um deles, idem. Sou apartidário (embora, no Facebook sou rotulado de petista ou de bolsonarista, dependendo a quem os algoritmos distribuem a postagem).
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
“Ninguém atira pedra em árvore seca, somente naquela que produz frutos para derrubá-los. Se estão te enchendo a paciência, é porque algo com sustância / conteúdo você tem! À toa, não é. E se for, a ignorância da pessoa ultrapassou o limite da idiotice.”
Disse isso certa vez a um amigo, a fim de acalmá-lo sobre uma situação desagradável com haters. Mas quem são eles?
Em grupo o cara é valentão. Se acha o dono da razão. Fala e escreve com ódio e, concomitantemente, se isola e destila veneno escondido no computador.
Quer mostrar-se abnegado, mas nega-se a ajudar de verdade. Grita e esperneia, e acha que isso ajuda o mundo a “se libertar” e ter voz.
Defende o que pensa ser correto, mas muitas vezes festeja entre as drogas lícitas e ilícitas. Abandona a família pois seu vício (que diz ser hobby) é mais forte. E acha isso legal!
Aliás, quer dar a impressão que sabe tudo e joga todos os seus defeitos nos outros, justamente numa inversão de valores e virtudes. Tenta dizer que é humilde, mas não passa de um arrogante.
Funciona como marionete e não percebe. Deixa a emoção tomar a razão, ainda que já seja desde sempre irracional. Não cresceu. Nem tem idade. Ou nem amadurecerá. Um eterno moleque.
Paciência. A Internet deu voz a todos, inclusive aos imbecis.
Quando falamos em “Dar Opiniões no Mundo Virtual“ sabemos das várias formas (a maioria agressiva) de como discordar de quem pensa diferente de você.
Elenquei as 5 mais comuns que percebo:
A) A pessoa pode não ter entendido o que você escreveu e reclama veementemente (mesmo sendo ignorante);
B) Faz de conta que não entendeu (e quer te minimizar disfarçadamente);
C) Entendeu seu ponto de vista e expõe educadamente o seu entendimento (concordando, sendo alternativo ou discordando), sempre respeitando-o;
D) Apesar de ter observado atentamente suas colocações, discorda prontamente e quer que você concorde com ela “na marra” (pois só ela é “dona da verdade”);
E) Nem lê, mas se é contra o que ela pensa, já te xinga (as opiniões desses radicais devem sobrepujar a de todos outros, dispensando qualquer conhecimento).
No mundo ideal, a alternativaC, infelizmente, está em baixa… não só no tripé dito popularmente difícil de discutir (religião, política e futebol), mas na sociedade em geral… Vivemos um mundo de pouca tolerância e de muita ignorância. Somente a Educação há de mudar isso (começando pela dada pelos pais – se é que ela ainda é a correta de muitos, afinal, há muitos pais que “deseducam” hoje em dia e incentivam a discórdia desrespeitosa).
Para mais textos, visite meu blog de Assuntos Contemporâneos Gerais, o Discutindo Contemporaneidades, em: https://ProfessorRafaelPorcari.com
Steve Jobs foi uma das mentes mais produtivas e inovadoras atuantes no século XX. Junto com Henry Ford, Peter Drucker, Bill Gates ou outros caras geniais, revolucionaram o mundo da administração de empresas, da tecnologia e o cotidiano mundial.
Mas… todos têm os seus defeitos, ok?
Portanto, compartilho ótima matéria sobre 6 ações CURIOSAS deste gênio:
Steve Jobs era um CEO fantástico, e a Apple é uma empresa extraordinária. Mas o culto a ele está passando um pouco dos limites. Por isso tentamos desmistificar seis de suas mais famosas características:
Assédio moral:
Achincalhar funcionários com palavrões era uma marca registrada da gestão de Jobs. Talvez os produtos extraordinários sejam obtidos apesar da pressão, não por causa dela. Outros chefes que tentaram o mesmo método só conseguiram processos trabalhistas.
Apostas ousadas no novo :
Jobs dizia que olhava adiante, para o ponto em que a bola iria estar. Como bem sabe a Sony, que em 2004 lançou o Librié, um precursor do Kindle, os desbravadores não costumam ser os vencedores da corrida.
Perfeccionismo:
Jobs era tão perfeccionista que nem conseguia escolher móveis para sua casa. Pode levar à paralisia da empresa.
Menosprezo pela opinião do cliente:
Para Jobs, o cliente não tinha de opinar. O risco é seu produto ficar restrito a uns poucos fãs. Como, aliás, foi o caso da Apple durante anos.
Criar um campo de distorção:
É uma referência ao carisma de Jobs, capaz de convencer o interlocutor mesmo quando estava errado. Grandes ditadores populistas – como Hitler e Mussolini – tinham o mesmo poder.
Abrir a mente:
Jobs dizia que o LSD teve papel fundamental em sua visão de mundo. Mas a droga pode levar à paranoia, ou suspender inibições a ponto de provocar acidentes fatais.
Às vezes, é necessário esconder o computador, cortar o sinal da Internet e dar uma sumida do teclado – mas por várias horas.
Mundo virtual, hoje tentarei me moderar. Me desligando por um tempinho neste domingo (provavelmente à tarde / noite) para arejar a cabeça. E, aconselho, faça o mesmo. Use com parcimônia!
O fenômeno da Internet, quando nasceu, era algo surpreendente para nós, mais velhos. Mas já há uma geração que não se surpreende com as maravilhas e possibilidades da Web:as crianças e os adolescentes, que nasceram com os computadores, tablets e smartphones no seu dia-a-dia. E isso fez com que todas as gerações, etnias, faixas de renda e níveis de comunicação pudessem comunicar entre si, indistintamente.
Porém, há aqueles que fazemo mau uso de tal possibilidade: pessoas mal educadas, trolls, ignorantes sociais e outros atores sociais que perturbam e nada agregam. Conheço gente que se viuobrigada a abandonar Facebook, Twitter, Instagram e outros meios de socialização por trollagem de gente que não aceita opinião de outrem. E nessa linha, Umberto Eco, pensador italiano, disse recentemente:
“Redes Sociais deram voz à legião de imbecis”
Hum… é pra refletir. Já encontrou gente assim na Internet? Infelizmente, há aqueles que, ao não concordarem com algo, atacam simplesmente por atacar!
Imagem recebida pela Web, de autoria desconhecida. Quem puder ajudar a descobrir a autoria, informar para os créditos.
A pandemia adiantou a digitalização de muitas coisas, devido ao fato da reclusão. Quem não tinha hábito de comprar pela internet, o fez pela 1a, 2a, 3a vez… Idem às conferências e reuniões pelas plataformas eletrônicas – que estão ocorrendo desde os compromissos de trabalho ao simples “parabéns à você” à distância.
Forçadamente, alguns anos foram adiantados na evolução do “comportamento e do comércio digital“. Mas outro fator deve ser observado: nunca valorizamos tanto o contato humano, o trato físico, o “estar junto”, ou, se preferir, um simples abraço de calor!
Acabe logo, Covid-19. Queremos respirar novamente a liberdade.
Criador: Picassa. Informação extraída do IPTC Photo Metadata.
É engraçado (um pouco forte), exagerado, assustador e… bem feito!
Aqui, temos um caso clássico de como as pessoasestão reféns das Redes Sociais. Vale para refletir se, de repente, em algum momento,você não já pensou em sair da Web!
Nesses tempos cansativos dehaters e terroristas das Redes Sociais, muita gente distorce sua palavra ese acha no direito de “encher o saco” por pensar diferente, comcomentários odiosos e ataques gratuitos.
Vi essa frase noTwitter do jornalista Antero Greccoe ela retrata essa situação com perfeição. Eu gostei:
“Sou responsável pelo que escrevo ou falo, não por aquilo que você entende“.
É isso aí! Muitos interpretam “o que querem”, não o que é a verdade.
INTERNET – Vez ou outra, precisamos sumir das Redes Sociais e do Mundo Virtual em prol do Mundo Real: especialmente para resolver problemas e estar com as pessoas que amamos.
Os influenciadores digitais têm sido cada vez mais relevantes no Brasil. Por atingirem especialmente os mais jovens, tornam-se alvos de empresas que querem tê-los como garotos-propaganda.
Entretanto, uma nova modalidade surge: a do “investimento em cotas” desse pessoal.
VOCÊ PATROCINARIA UM INFLUENCIADOR DIGITAL? COM R$ 10,00, É POSSÍVEL.
Os influenciadores digitais querem transformar fãs em sócios. Ao menos essa é a proposta do Divi-Hub, plataforma que permite que qualquer pessoa invista em projetos de influenciadores como a Bibi Tatto, que tem quase 9 milhões de inscritos no YouTube, e 4,5 milhões seguidores no Instagram, ou os Castro Brothers, que contam com quase 5 milhões de inscritos no canal.
Na plataforma, qualquer pessoa pode comprar uma espécie de “ação digital”, chamada DIVI, a partir de R$ 10, limitada a duas transações por mês. Quem assina a plataforma, porém, não tem limites de transações. A ideia é que o investidor receba parte das receitas e dos lucros obtidos pelo projeto do influenciador, assim como acontece com ações da Bolsa de Valores.
Mas será que compensa sair do lugar de espectador para investir o próprio dinheiro em youtubers, gamers e blogueiros? Veja abaixo como a plataforma funciona e quais são os riscos desse tipo de investimento (continua no link).
As Redes Sociais potencializam qualquer coisa: da angústia à esperança, do consolo ao ataque, das paixões políticas à ojeriza dos debates.
Enfim, os algoritmos radicalizam as pessoas que sucumbirem aos macetes do Facebook e outros lugares da Web. Portanto: mantenha-se sóbrio no mundo virtuale acesse todos os lados para se manter lúcido digitalmente. Isso evita a ilusão e o fanatismo.
Não sou muito afeito aos grupos de Messenger e WhatsApp. Confesso: eles tiram o tempo e nos atrapalham na hora de consultar o que é sério e o que é bobagem.Vem tudo junto e misturado!
Essas boas ferramentas vêm acompanhadas de muitas idiotices. Por exemplo: correntes de “envie para X pessoas se não blábláblá”. Ora, isso é coisa de supersticioso!
A coisa mais chata atual é o tal de “enviei a 1a guirlanda”. Todo dia recebo uma meia dúzia!Que irritante, a pessoa manda mala-direta, não é algo personalizado e acha que está sendo bacana. É simplesmente mandar por achar que “é legal”.
Por favor, se você é meu amigo nessas duas redes (lembrando que no Twitter e Instagram felizmente isso não acontece), NÃO ENVIE essas coisas. Não curto correntes religiosas (isso é para quem tem fé fraca), não gosto de “30 bom-dias” da mesma pessoa em cada postagem (parece que há uma necessidade de se fazer aparecer), tampouco aprecio que entupam meu celular de fakenews (quanta gente compartilhando factoides inventados pela direita e pela esquerda –e muitos acreditam inocentemente).
Por isso, desculpem-me a franqueza: cansa receber guirlanda, corrente e mentiras. Isso atrapalha o dia-a-dia, Ok?
Não quero ser antipático, mas para o bom ritmo de atividade virtual, isso é necessário.