– Sobre o Direito ao Esquecimento na Internet.

Cada vez mais ouço notícias de pessoas que querem sumir da Web. Seja qual for o motivo – se por crimes no passado e penas já cumpridas, se por motivos tristes ou constrangedores, ou simplesmente para manter a privacidade.

Para isso, entram na Justiça contra o Google ou sei lá contra quem for necessário! O fato é que enquanto alguns querem aparecer, outros (por motivos particulares e justos) querem desaparecer.

O que você pensa sobre isso? Eu, pessoalmente, não tenho problemas em aparecer em links de buscas por nada me desabonar. Mas confesso: a idéia em sair da Internet é interessante (mas talvez um pouco burocrática), caso por algum motivo eu queira.

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Imagem extraída de: https://internetlab.org.br/pt/noticias/1especial-o-que-e-o-direito-ao-esquecimento/

– Nossos filhos acreditariam nessa manchete sobre celular?

Celular AINDA é algo relativamente novo à minha geração, que não pode se acomodar nem deixar de se atualizar tecnologicamente.

Para a minha filha pequena, celular é algo que sempre existiu e faz parte do dia-a-dia. Aliás: celular não, mas sim SMARTPHONE.

Sou do tempo antigo BIP, o precursor do “teletrim”. Mas eis que vejo algo curioso: uma propaganda da Nokia sobre, acredite, fazer envio de mensagem de texto!

Parece coisa de séculos atrás, mas deve ter no máximo uns 15 anos. Abaixo:

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Quando a imagem nas Redes Sociais valem mais que seu Curriculum Vitæ…

Uma reportagem muito interessante que compartilho: o poder da nossa imagem no mundo da Internet é algo, hoje, tão poderoso (ou mais ainda) do que nosso conjunto de ações registradas em um papel.

O seu legado está impresso para uma empresa ou divulgado on-line para o mundo?

Extraído de: http://www.meioemensagem.com.br/home/opiniao/2017/09/14/sua-imagem-digital-pode-ser-mais-importante-que-o-seu-curriculo.html

SUA IMAGEM DIGITAL PODE SER MAIS IMPORTANTE QUE O SEU CURRÍCULO

Por Mauro Segura

Se você não tem atividade nas mídias sociais, ou tem uma atitude de mero espectador, precisa mudar rapidamente.

E aí? Caprichou no currículo? Agora imprime ele, coloca numa moldura e pendura na parede. E pode escrever assim: “vai deixar saudades”.

Vejo muitas pessoas excessivamente preocupadas com o currículo. Gastam um tempo enorme com o formato e com palavras bonitas. O currículo ainda cumpre um papel na atividade da busca de emprego, mas o fato é que ele vem perdendo relevância para quem deseja mostrar as suas competências e experiências para um futuro empregador. Acredito que, em breve, as empresas talvez nem olhem mais para o currículo das pessoas.

Pense em você como consumidor. O que você faz se deseja conhecer e pesquisar sobre determinado produto ou serviço? Você acredita puramente na propaganda ou você pesquisa arduamente na web e nas redes sociais para saber mais a respeito do que as pessoas falam sobre aquilo?

Num ponto de vista extremo, o currículo nada mais é do que uma peça de propaganda sobre você mesmo. O seu “ser real”, porém, é formado pelas experiências, pelas realizações e pelas redes de relacionamento que você constrói ao longo do caminho. Isso vale para o mundo físico e o mundo online, especialmente das redes sociais.

Cada vez mais o mundo online registra o nosso comportamento, desejos, conhecimento, interesses, preferências, estilos, sonhos e aspirações. Cada frase, texto, foto, vídeo e voz que publicamos na web, transformam-se em nossos rastros digitais, acumulando pequenos e sucessivos registros da nossa personalidade. São pequenos fragmentos que, juntos, montam um arcabouço riquíssimo sobre determinada pessoa, denunciando os seus valores, crenças, atitudes e habilidades. É um acúmulo sem precedentes de informação individual. Isso diz respeito direto à sua reputação e reconhecimento público, como pessoa e profissional.

Através do mundo online é possível saber sobre suas conexões, se você tem relacionamentos saudáveis e se contribui positivamente para essas relações. Também é possível saber se você é um indivíduo aberto e expansivo, se é bom cidadão, se compartilha conhecimento e tem pontos de vistas e opiniões relevantes sobre temas da sociedade. Por outro, pode denunciar se você é uma pessoa mais fechada e contemplativa, mais reativa e rancorosa. Além disso, permite colecionar evidências se você é uma pessoa apaixonada pela sua profissão, se é positiva, se tem interesse por outro tipo de trabalho e como se relaciona com colegas dos empregos anteriores.

Você pode até não apreciar essa realidade, mas o mundo digital captura os nossos rastros digitais ininterruptamente. Portanto, é muito mais crível saber sobre você analisando os seus rastros na web do que olhando unicamente o seu currículo contido num pedaço de papel.

Se você não tem atividade nas mídias sociais, ou tem uma atitude de ser mero espectador do que rola no mundo online, então encare esse meu conselho com serenidade: “desculpe, mas acho que você precisa mudar rapidamente o seu comportamento, porque você está ausente de uma grande transformação em curso. Tem algo grande acontecendo e você está fora”. O mundo de hoje já é digital. Não dá mais para sermos cidadãos sem estarmos conectados. Como consumidor, você terá novas experiências, benefícios e serviços se estiver online. As novas tecnologias permitem mais interações e compartilhamentos com sua família, amigos e colegas de profissão. E, como profissional, as empresas procuram indivíduos atualizados que possam contribuir com novos conhecimentos, relacionamentos e que ajudem na transformação digital das organizações. Ou seja, nos dias de hoje, ser digital é condição para um novo ser humano cidadão, consumidor, trabalhador e empreendedor.

Estar fora do mundo online e das redes sociais não é uma boa mensagem para as empresas. Pode dar a entender que existe uma certa negligência ou resistência de sua parte ao que é “novo”. O que você acha que uma empresa vai escolher ao se deparar com dois candidatos muito semelhantes em termos de formação e experiência: um candidato com um currículo impresso num papel ou um candidato que tem um monte de bom conteúdo e conexões registradas no mundo online? Os seus rastros digitais podem endossar ou jogar por terra tudo que você tentou “vender” eu seu currículo. A conclusão é: o que está registrado no mundo online a respeito de você é a real percepção que o recrutador de uma empresa vai ter de você, no aspecto pessoal e profissional. O comportamento que você denuncia nas redes sociais será naturalmente transferido à imaginação de sua personalidade no lado profissional.

Você pode alavancar a sua carreira se criar um blog para escrever algo sobre o que gosta. Se publicar conteúdo sobre a sua área profissional poderá ser melhor ainda. Seja positivo e escreva conteúdos de valor nas mídias sociais. Entre no LinkedIn, escreva um resumo de sua experiência profissional, se conecte com pessoas legais e até participe de comunidades de sua área de interesse. Seja ativo. Se você participa de atividades de responsabilidade social, então deixe algumas coisas publicadas nas redes, mesmo que sejam de posts curtos no Facebook ou Twitter. Publique fotos legais no Instagram. Enfim, comece a montar um legado positivo a seu respeito no mundo online e nas redes sociais. O seu próximo emprego pode depender disso e você nem sabe.

Arte extraída da Web, autoria desconhecida.

– Como a Depressão pode ser detectada pelo Instagram?

Uma grande curiosidade: através das postagens realizadas no Instagram, é possível detectar os sintomas de depressão.

Abaixo, extraído de: http://istoe.com.br/o-instagram-sabe-da-sua-depressao/?platform=hootsuite

O INSTAGRAM SABE DA SUA DEPRESSÃO

Programa que analisa imagens postadas na rede social é capaz de detectar a doença com 70% de precisão, índice superior ao dos clínicos gerais nos EUA

As fotos postadas na rede social de compartilhamento de imagens Instagram revelam mais do que supõem seus 500 milhões de usuários mundiais. Por meio de análise dessas imagens, um software criado por pesquisadores das Universidades Harvard e de Vermont, nos Estados Unidos, conseguiu detectar a depressão de quem as postou com 70% de precisão. Isso quer dizer que, no teste, de cada 10 usuários com depressão que postaram fotos no Instagram, sete foram identificados pelo programa. Trata-se de um índice de acerto superior ao dos clínicos gerais nos EUA, frequentemente os primeiros a serem procurados quando há suspeita da doença.

Para chegar ao diagnóstico, o software analisa e pesa uma série de características das fotos compartilhadas na rede social. Variações de tema, filtro, cor, brilho e saturação são levadas em conta, além do horário, frequência e localização das postagens. Descobriu-se, por exemplo, que imagens com cores que puxam para o cinza ou o azul, com menos curtidas e comentários, e postadas na madrugada estão mais associadas a perfis de depressivos. A ausência de pessoas nas fotos também é indicador da doença, além da escolha do filtro “Inkwell”, que transforma imagens coloridas em preto e branco.

Não é de hoje que softwares são programados para procurar sinais de depressão no conteúdo postado em redes sociais (leia quadro). Até agora, porém, as experiências se limitavam a fazer análises de conteúdo em formato de texto. Nos poucos casos em que fotos eram levadas em conta, os programas se limitavam a contar sorrisos, um indicador genérico demais para um diagnóstico tão complexo.

CONTATO HUMANO

Para os criadores da novidade, a ideia não é que o programa substitua profissionais de saúde, mas que ele os auxilie em seus trabalhos. “A meu ver, esses programas podem ajudar no sentido de indicar probabilidades ou hipóteses de diagnóstico”, diz Rosa Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Psicologia em Informática da PUC-SP. “Mas nada substitui o contato humano.”

A DOR DA ALMA NAS REDES SOCIAIS

Softwares já detectam sinais da depressão em usuários do Facebook e do Twitter

Facebook

Programa criado pelo Royal Melbourne Institute of Technology (RMIT) prevê crises em quem sofre de distúrbio maníaco-depressivo pelo horário e frequência das postagens. Já o EmotionDiary monitora geolocalização e likes em posts para detectar depressão.

Twitter

Programa da Microsoft analisa horário, linguagem e engajamento em tweets e acerta diagnóstico de depressão em 70% dos casos. Já software da Universidade de New South Wales detecta tendência suicida por estrutura de texto e palavras-chave.

Instagram: ferramenta 'escondida' ajuda pessoas com depressão e ansiedade

Imagem extraída de: Reprodução/Twitter – @wtfjered, em: https://www.almanaquesos.com/instagram-ferramenta-escondida-ajuda-pessoas-com-depressao-e-ansiedade/

– Chefes e Mães na sua Rede Social? Uma pesquisa mostra que…

As redes sociais como Facebook e Twitter acabam deixando as pessoas mais irritadas do que relaxadasMotivo: pesquisa mostra que hoje, com pais, parentes e chefes sendo adicionados e usando tal ferramenta, a pessoa passa a ser mais vigiada e se obriga a tomar muito cuidado ao postar algo.

Vai que a mãe dá um puxão de orelha virtual e todos lêem, ou o chefe implica com alguma coisa?

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1192600-adicionar-os-chefes-no-facebook-pode-aumentar-estresse-diz-pesquisa.shtml

ADICIONAR OS CHEFES NO FACEBOOK PODE AUMENTAR ESTRESSE, DIZ PESQUISA

Pesquisa feita na escola de negócios da Universidade de Edimburgo mostra que quanto mais círculos sociais uma pessoa conecta em sua vida on-line, mais estresse causam as mídias sociais.

Isso porque quanto mais grupos relacionados ao perfil no Facebook, maior o potencial de esses amigos causarem uma ofensa pública. A ansiedade a esse respeito aumenta ainda mais quando a pessoa adiciona chefes ou familiares.

A apreensão é justificada: pesquisas indicam que mais da metade dos empregadores já deixou de contratar alguém por algo que foi visto nas redes sociais.

Os pesquisadores da Universidade de Edimburgo descobriram que, em média, os amigos de uma pessoa no Facebook pertencem a sete círculos sociais diferentes.

O grupo mais comum é o de amigos off-line, seguido pela família ampliada, irmãos e irmãs, amigos dos amigos e colegas.

O levantamento, que ouviu 300 pessoas, detectou ainda que apenas um terço usa as listas privadas do Facebook para divulgar suas atualizações, ferramenta que permite controlar para quais grupos de amigos vão as informações.

“O Facebook costumava ser uma grande festa para todos os amigos, onde se podia dançar, beber e paquerar. Mas agora, com pais, mães e chefes olhando tudo, a festa se torna um evento cheio de potenciais armadilhas sociais”, disse Ben Marder, autor da pesquisa e professor da Universidade de Edimburgo.

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Imagem extraída de: https://br.pinterest.com/pin/625367098239481064/

– Liturgia Diária de 07/09/2023.

4ª Classe – Missa do Domingo Dois senhores disputam-se o domínio do homem: o espírito e a carne. O espírito do mundo e o Espírito de Deus. Dois …

Continua no link Liturgia Diária – 07/09/2023

– Uma incômoda verdade: somos reféns da Internet.

Cada vez mais, dependemos da Web para as coisas diárias: tanto nas profissionais, quanto nas facilidades dos serviços diários.

O problema passa a ser: e quando não conseguimos mais sair do mundo virtual, nos prendendo à Internet e esquecendo da vida real?

Vale para nossa reflexão: o quanto estamos presos nos celulares e computadores, clamando liberdade?

Aliás: saímos fácil das redes sociais e desligamos com tranquilidade os equipamentos eletrônicos, ou… esperamos sempre um “pouquinho a mais”?

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Imagem extraída da Web

IN ENGLISH –

More and more, we depend on the Web for daily things: both for professional tasks and the convenience of daily services.

The problem becomes: what about when we can no longer leave the virtual world, getting stuck on the internet and forgetting about real life?

It’s worth reflecting on: how much are we trapped in our phones and computers, all while claiming freedom?

In fact: do we leave social media easily and calmly turn off our electronic devices, or… do we always wait for a “little bit more”?

– O Governo Chinês e o Controle de Tempo na Internet.

Você se preocupa com o tempo de tela de seus filhos?

Todo papai e toda mamãe devem ficar atentos ao que os seus filhos assistem, bem como na quantidade de tempo em celulares, tablets ou TVs. 

Normalmente, isso faz parte da educação familiar. Porém, a China quer legislar sobre isso!

Abaixo, extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/china-quer-limitar-uso-de-telas-entre-menores-ao-maximo-de-duas-horas-por-dia/

CHINA QUER LIMITAR ACESSO DE TELAS ENTRE MENORES NO MÁXIMO A DUAS HORAS

Medida passará por aprovação popular até setembro; restrição é escalonada por idade e visa promover valores tradicionais na sociedade

Por Simone McCarthy

A China está propondo novas medidas para reduzir a quantidade de tempo que crianças e adolescentes podem gastar em seus telefones. O país tem como objetivo combater a dependência da internet e tenta cultivar a “boa moralidade” e os “valores socialistas” entre os menores.
Uma proposta divulgada na semana passada pela Administração do Espaço Cibernético da China, principal regulador de internet do país, exige que todos os dispositivos móveis, aplicativos e lojas de aplicativos tenham um “modo para menores” embutido que restringiria o tempo de tela diário a um máximo de duas horas por dia.
O tempo de exibição diário seria de duas horas por dia dependendo da faixa etária.
Se aprovadas, as restrições marcarão uma expansão das medidas existentes implementadas nos últimos anos. O governo da China pretende limitar o tempo de exibição entre as crianças e reduzir a exposição a “informações indesejáveis”.
De acordo com o projeto, que está aberto para discussão pública até 2 de setembro, crianças e adolescentes que usam dispositivos em modo para menores terão automaticamente os aplicativos online fechados quando os respectivos limites de tempo foram atingidos. Também seria oferecido um “conteúdo baseado em idade”.
Ninguém com menos de 18 anos poderá acessar suas telas entre as 22h e as 6h da manhã enquanto estiver usando no modo previsto no projeto.
Crianças menores de oito anos poderão usar seus telefones por apenas 40 minutos por dia, enquanto aqueles entre oito e 16 anos terão uma hora de tempo na tela, se o projeto for aprovado. Adolescentes com mais de 16 anos e menos de 18 anos poderão usufruir de duas horas de telas.
Todas as faixas etárias receberão um lembrete para descansar depois de usar seu dispositivo por mais de 30 minutos.
Os provedores de serviços de internet móvel também devem criar ativamente conteúdo que “difunda os valores socialistas fundamentais” e “fomente um senso de comunidade da nação chinesa”, diz o projeto.
Os pais poderão substituir as restrições de tempo, e certos serviços educacionais e de emergência não estarão sujeitos aos limites.
O “vício na Internet” virou uma grande preocupação social nos últimos anos, dando origem a um mercado de clínicas de tratamento no estilo boot-camp que são muitas vezes cientificamente duvidosas e até perigosas.

Proteção para os olhos
Os pais entrevistados pela CNN expressaram apoio até certo ponto à proposta.
“Acho bom. Por um lado, a restrição pode proteger a visão, pois muitas crianças pequenas não conseguem parar de assistir a algo que gostam”, disse uma mãe de duas crianças na província de Zhejiang, no leste da China, que não quis dizer seu nome.
“Por outro lado, é mais fácil para nós, pais, controlar o tempo de tela de nossos filhos”, completou. “O mais importante é que o conteúdo sob o modo para menores é mais positivo e saudável”.
A miopia tornou-se uma preocupação nacional de saúde na China. Alguns especialistas ligam a prevalência de miopia entre os jovens à falta de exposição à luz solar ou ao excesso de tempo de tela.
A China tem uma das maiores bases de usuários de internet do mundo, entre 1,07 bilhão e 1,4 bilhão de pessoas com acesso à web, de acordo com o China Internet Network Information Center. De acordo com dados de dezembro de 2022, cerca de um em cada cinco usuários tinha 19 anos ou menos.
A eficácia das novas medidas propostas pode depender da adesão dos pais, de acordo com um pai de dois na cidade de Zhuhai, no sudeste da China, que disse que as crianças às vezes usam as contas de seus pais para jogar online.
O regulamento pode ser útil para “ajudar os pais a supervisionar as crianças” e limitar o tempo de tela.
“Até nós, adultos, precisamos disso!”, brincou.

Impacto em empresas de tecnologia
As novas medidas podem ser difíceis para as empresas de tecnologia, que normalmente são responsabilizadas pela aplicação de regulamentos.
A proposta surge num momento em que uma severa repressão regulatória de anos sobre os gigantes da tecnologia da China parece estar chegando ao fim.
As ações cotadas em Hong Kong de algumas das principais empresas de internet do país caíram drasticamente na semana passada depois que as novas regras foram divulgadas.
A Tencent (TCEHY), que opera a popular plataforma de mensagens Wechat, fechou com queda de cerca de 3%. O aplicativo de streaming de vídeo Bilibili (BILI) perdeu 7%, enquanto o rival Kuaishou fechou com perda de 3,5%. O Weibo, uma plataforma semelhante ao Twitter, terminou com uma queda de 4,8%.
No dia 17, as empresas estavam mantendo as cotações e até subindo, com a exceção da Weibo, que estava negociando cerca de 1% abaixo.
A CNN procurou os fabricantes de celulares Xiaomi, Apple e Huawei para comentar.
Há dois anos, os reguladores chineses impediram jogadores online com menos de 18 anos de jogar nos dias de semana e limitou o jogo a apenas três horas nos fins de semana, deixando os limites anteriores ainda mais apertados.
Nessa altura, várias empresas de tecnologia introduziram medidas que permitiam mais controles parentais, em sintonia com a pressão do governo por mais supervisão.
Douyin, a versão usada pelo TikTok na China, introduziu um “modo adolescente” em 2021, limitando a quantidade de tempo que as crianças com menos de 14 anos poderiam gastar no aplicativo de vídeo de formato curto para 40 minutos por dia.
Kuaishou, outro aplicativo de vídeo popular, tem uma opção semelhante.
As ações mais antigas confiavam em usuários de internet para se registrar com seus nomes reais. No ano passado, os reguladores mandaram que todos os sites online verificassem as identidades reais dos usuários antes de permitir que eles enviassem comentários ou curtissem posts.

(Wayne Chang, Xiaofei Xu, Berry Wang e Mengchen Zhang da CNN contribuíram para esta reportagem).

Crianças chinesas participam de jogo de corrida em um jardim de infância na província de Hebei, no norte da China

Crianças chinesas participam de jogo de corrida em um jardim de infância na província de Hebei, no norte da China. Foto: Liu Jidong / Xinhua

– O Detox das Redes Sociais.

REPOST: Um problema que assusta demais: o vício pelas Redes Sociais, que se não for controlado, causa problemas à saúde mental.

Uma das vítimas recentes: o “Homem-Aranha”, que resolveu aderir ao “Detox Digital”!

Extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/redes-sociais-detox-digital-ganha-cada-vez-mais-adeptos/

REDES SOCIAIS: DETOX DIGITAL GANHA CADA VEZ MAIS ADEPTOS

Sempre online e perfeitinhos: no longo prazo, a vida nas redes sociais pode ser cansativa. Estudos sobre efeitos de um detox chegam a conclusões distintas, e dano real dos aplicativos à saúde mental ainda é incerto.Foram seis longas semanas de silêncio nas redes sociais do ator Tom Holland, de 26 anos, estrela de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa – até ele publicar um vídeo de despedida no Instagram endereçado aos seus quase 70 milhões de seguidores.

“Fiz uma pausa das redes sociais pela minha saúde mental, porque eu acho Instagram e Twitter hiper-estimulantes, exasperantes”, declarou Holland no último domingo (14/07). Ele afirmou se pegar frequentemente lendo coisas sobre si mesmo online, uma espiral que “tem feito muito mal ao meu estado mental”. Por isso, decidiu deletar o aplicativo.

A lista de famosos que optaram conscientemente por dar um tempo das redes sociais é longa. Estrelas pop como Ed Sheeran, Britney Spears, Miley Cyrus e Justin Bieber, bem como a atriz Selena Gomez, aderiram ao detox digital por motivos diversos: discurso de ódio, tempo excessivo de tela e o narcisismo que impera nas redes.

O detox digital também tem seus adeptos no Brasil. Um exemplo é a influenciadora Jout Jout, que passou dois anos afastada das redes sociais até anunciar, no final de julho, o encerramento definitivo de seu canal no YouTube, onde era seguida por uma audiência de quase 2,5 milhões de pessoas. No Instagram ela não dá as caras desde fevereiro de 2021.

O desejo por uma pausa nas redes também existe entre usuários comuns. Na Alemanha, por exemplo, o sentimento é manifestado por até 10% dos alemães em 2022, segundo uma pesquisa de opinião da Bitkom. Dentre os entrevistados, 43% declararam já ter feito um detox digital para se sentirem melhor.

Divididos entre a ansiedade e o desejo por conexões virtuais

A questão sobre os danos reais dessas plataformas à saúde mental é difícil de responder. Há diversos estudos sobre o impacto do Instagram, Twitter e outras plataformas, mas sem resultados claros.

Uma pesquisa da Universidade de Bath publicada este ano constatou que dar um tempo de uma semana nas redes sociais já melhora o bem-estar e reduz a ansiedade e a depressão. Mas a escolha dos participantes pode ter influenciado os resultados, já que as pessoas foram informadas já durante o processo de recrutamento que teriam que abrir mão das redes – é possível, portanto, que estivessem mais inclinadas a fazer o detox digital.

Outro estudo encontrou uma relação entre o tempo de uso de redes e depressão, mas afirmou ser difícil provar o que veio primeiro – se o vício nas plataformas ou o sofrimento psíquico. É provável, afirmam os pesquisadores, que pessoas com tendência à depressão passem mais tempo nesses ambientes virtuais do que outros.

Uma terceira pesquisa, de 2019, da Universidade de Abu Dhabi, chegou a apontar consequências negativas do jejum digital, já que participantes relataram sofrer de estresse e solidão durante o processo.

Ser “abduzido” pelas redes deve ser escolha consciente

“O importante é que possamos decidir por conta própria o que consumimos em termos de mídias, quando e por quanto tempo. E que não nos deixemos levar por outras pessoas ou mecanismos, como por exemplo as notificações do celular. A pessoa pode até ser ‘abduzida’ [pela internet] – mas deve estar consciente disso”, afirma Kristin Langer, responsável pela iniciativa alemã “Schau hin” (“Preste atenção”, em tradução livre). O projeto aconselha pais sobre a educação midiática de crianças e jovens na Alemanha.

As consequências das redes sociais sobre a própria vida, segundo Langer, dependem da personalidade de cada pessoa. Enquanto uns se beneficiam delas, outros se sentem sob pressão, ou até com inveja diante do desfile interminável da vida alheia – que aparenta ser muito melhor.

Novo aplicativo prega autenticidade

Desenvolvido na França, o aplicativo Be Real apregoa como missão construir um mundo digital mais autêntico e promete vislumbres da vida real de seus usuários. No aplicativo não é possível editar nada, pôr filtros nas fotos ou postar uma coisa atrás da outra.

Por meio de uma mensagem do aplicativo, a pessoa é instada a tirar uma foto – e não dá para saber de antemão quando a mensagem virá. Pode ser pela manhã ou tarde da noite, no meio da balada ou da faxina. O comando é enviado a todos os usuários conectados entre si, que têm um prazo exíguo de dois minutos para registrar e postar o que estão fazendo naquele momento. Quem perde o prazo tem sua foto tagueada pelo aplicativo como “atrasada”.

A nova rede social é vista com cautela pelo projeto “Schau hin”. A iniciativa alerta que especialmente jovens devem tomar cuidado para, na pressa, não postar algo do qual possam se arrepender depois. Postar imagens mostrando outras pessoas pode ser também problemático se elas não concordarem com esse tipo de exposição. Além disso, as postagens diárias podem acabar gerando uma relação de dependência no usuário, que no limite passaria a esperar por essas notificações, aponta.

Crédito: Arquivo / DW

IN ENGLISH –


REPOST: A problem that is quite frightening: addiction to social media, which, if not controlled, causes mental health problems.

One of the recent victims: “Spider-Man,” who decided to embrace a “Digital Detox”!

Extracted from: https://www.istoedinheiro.com.br/redes-sociais-detox-digital-ganha-cada-vez-mais-adeptos/

SOCIAL MEDIA: DIGITAL DETOX IS GAINING MORE AND MORE ADHERENTS

Always online and always perfect: in the long run, life on social media can be exhausting. Studies on the effects of a detox come to different conclusions, and the real damage of apps to mental health is still uncertain.

It was six long weeks of silence on the social media of actor Tom Holland, 26, star of Spider-Man: No Way Home – until he published a farewell video on Instagram addressed to his nearly 70 million followers.

“I have taken a break from social media for my mental health, because I find Instagram and Twitter to be hyper-stimulating, exasperating,” Holland stated last Sunday (07/14). He said he often found himself reading things about himself online, a spiral that “has been very harmful to my mental state.” For this reason, he decided to delete the application.

The list of celebrities who have consciously chosen to take a break from social media is long. Pop stars like Ed Sheeran, Britney Spears, Miley Cyrus, and Justin Bieber, as well as actress Selena Gomez, have embraced the digital detox for various reasons: hate speech, excessive screen time, and the narcissism that prevails on the networks.

The digital detox also has its adherents in Brazil. One example is the influencer Jout Jout, who spent two years away from social media until announcing, at the end of July, the definitive closure of her YouTube channel, where she was followed by an audience of almost 2.5 million people. She hasn’t appeared on Instagram since February 2021.

The desire for a break from social media also exists among ordinary users. In Germany, for example, this feeling is expressed by up to 10% of Germans in 2022, according to an opinion poll by Bitkom. Among those surveyed, 43% said they had already done a digital detox to feel better.

Divided between anxiety and the desire for virtual connections

The question about the real damage of these platforms to mental health is difficult to answer. There are several studies on the impact of Instagram, Twitter, and other platforms, but without clear results.

A study by the University of Bath published this year found that taking a one-week break from social media already improves well-being and reduces anxiety and depression. But the choice of participants may have influenced the results, as people were informed during the recruitment process that they would have to give up social media – it is possible, therefore, that they were more inclined to do the digital detox.

Another study found a relationship between time spent on social media and depression, but stated that it was difficult to prove what came first – whether addiction to the platforms or psychological distress. It is likely, the researchers say, that people with a tendency toward depression spend more time in these virtual environments than others.

A third study, from 2019, by Abu Dhabi University, even pointed out negative consequences of the digital fast, as participants reported suffering from stress and loneliness during the process.

Being “abducted” by social media should be a conscious choice

“The important thing is that we can decide for ourselves what we consume in terms of media, when and for how long. And that we do not let ourselves be carried away by other people or mechanisms, such as mobile phone notifications. The person may even be ‘abducted’ [by the internet] – but they must be conscious of it,” says Kristin Langer, head of the German initiative “Schau hin” (“Pay attention,” in free translation). The project advises parents on media education for children and young people in Germany.

The consequences of social media on one’s own life, according to Langer, depend on each person’s personality. While some benefit from them, others feel pressured, or even envious in the face of the endless parade of other people’s lives – which appear to be much better.

New app preaches authenticity

Developed in France, the Be Real app’s mission is to build a more authentic digital world and promises glimpses into the real lives of its users. On the app, it’s not possible to edit anything, put filters on photos, or post one thing after another.

Through an app notification, the person is prompted to take a photo – and you can’t know in advance when the notification will come. It can be in the morning or late at night, in the middle of a party or cleaning. The command is sent to all users connected to each other, who have a tight deadline of two minutes to register and post what they are doing at that moment. Those who miss the deadline have their photo tagged by the app as “late.”

The new social network is viewed with caution by the “Schau hin” project. The initiative warns that young people, in particular, should be careful not to post something they may regret later in a rush. Posting images showing other people can also be problematic if they do not agree with this type of exposure. In addition, daily posts can end up generating a dependent relationship in the user, who would eventually start waiting for these notifications, it points out.

– Dependentes da Informática para tudo?

Compartilho interessante material sobre a tecnologia e o seu uso no dia-a-dia. E veja que curioso: o texto não é antigo e o assunto é atual, datado de 2012, mas como o propósito é falar das facilidades e transformações do mundo digital, parece que já é de muito mais tempo! O tema nos convida à seguinte reflexão: Somos escravos do computador?

É claro que falamos da tecnologia moderna. Todos nós nos tornamos dependentes dela, e muitas vezes queremos fugir totalmente dessa servidão ocasionada pelas máquinas. Mas isso é possível? Quanto tempo conseguimos ficar longe dos equipamentos com tecnologia de ponta?

O grau de dependência varia para cada indivíduo. E o seu, qual é?

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI79096-15224,00-ESTAMOS+FICANDO+ESCRAVOS+DAS+MAQUINAS.html

ESTAMOS FICANDO ESCRAVOS DAS MÁQUINAS?

Os aparelhos modernos facilitam tanto nossa vida que rapidamente se tornam indispensáveis. Como o avanço tecnológico está alterando nosso comportamento e nosso modo de raciocinar

A mente humana possui uma capacidade prodigiosa de memorização. Dizia-se que Matteo Ricci, um jesuíta italiano que viveu na China no século XVI, sabia de cor o texto de 150 livros. Dois milênios antes, os bardos gregos se valiam da memória para transmitir de pai a filho os 15.693 versos da Ilíada, poema posto no pergaminho 400 anos após a morte de seu lendário autor, Homero. A educação dos cidadãos incluía o exercício de decorar os textos homéricos. Hoje, isso parece uma capacidade tão prodigiosa quanto inútil. Afinal, os livros estão aí, nas bibliotecas (ou na internet). Basta consultá-los. No mundo atual, prezamos mais o raciocínio que a decoreba – um termo pejorativo que não à toa é aplicado ao processo de memorização.

Transformações similares a essa estão acontecendo agora, no século XXI: a tecnologia, mais uma vez, está mudando nossa forma de pensar. Um exemplo é o GPS, o sistema de localização por satélite. Tóquio, a maior cidade do mundo, tem dezenas de milhares de ruas e avenidas, a maioria delas sem nome. As casas e os edifícios têm numeração, mas ela é aleatória, ou melhor, histórica: a casa mais antiga da rua em geral é a número 1, não importa em que altura esteja. A habilidade de localizar-se na cidade assombra os estrangeiros – e concede status especial a carteiros e taxistas.

Os candidatos a taxista, assim como em Londres, devem passar por um teste dificílimo para provar que sabem de cor o mapa da cidade. Isso exige anos de treinamento e memorização. Há alguns anos, depois do advento do GPS, a prova passou a aferir também se o candidato sabe usar o aparelho. O GPS tornou-se um equipamento-padrão nas frotas de táxi. Mas os motoristas mais velhos pouco o usam. Eles mantêm a malha viária viva na memória.

Os taxistas mais jovens recorrem bem mais ao aparelho. Ainda decoram o mapa da cidade, mas provavelmente começam a esquecê-lo assim que são aprovados no exame. O GPS representa um óbvio avanço para o cotidiano dos japoneses. O curioso é como um sistema inexistente há poucos anos caminha rapidamente para se tornar imprescindível.

Algo parecido aconteceu nos últimos meses em São Paulo. Acostumados às facilidades da internet para pesquisar serviços, trabalhar, conversar com amigos ou informar-se, centenas de milhares de clientes do serviço Speedy de banda larga da Telefônica sentiram-se frustrados com as constantes quedas do sistema. O mesmo tipo de sentimento nos assalta quando um vírus invade o computador, o celular perde a conexão ou o carro quebra.

Os mais afetados pela súbita privação da tecnologia são, em geral, os mais jovens. Eles nasceram imersos num mundo digital – e são mais dependentes dele. Segundo uma pesquisa feita em 2009, em Hong Kong, com 1.800 jovens de 18 a 25 anos, um em cada sete diz não ver sentido na vida sem a internet.

“Angústia, ansiedade e perda de concentração são sintomas da síndrome de abstinência em qualquer dependência. Não é diferente com a tecnologia”, diz a pesquisadora russa Nada Kakabadse, da Faculdade de Administração de Northampton, na Inglaterra, especializada em dependência tecnológica. “A tecnologia deveria ser uma ferramenta. Virou uma sobrecarga,” diz Kakabadse. “É a dependência da tecnologia portátil, que se leva consigo ao cinema, ao teatro, a um jantar e praticamente para a cama.

Há jovens que passam 16 horas por dia no videogame. Eles não se exercitam, comem mal, estão ficando doentes”, afirma. “A cultura do trabalho 24 horas por dia, sete dias por semana, também está ligada às novas possibilidades tecnológicas.” Kakabadse acredita que nossa entrega à tecnologia terá consequências. “A capacidade de julgamento é afetada. A tomada de decisões fica comprometida”, diz. “Em 20 anos, haverá leis restringindo o uso abusivo de eletrônicos, como ocorre com o tabaco e as drogas.”

Essa previsão parece exagerada. Mas já há, hoje, gente preocupada com nossa dependência tecnológica. Como sabe qualquer pessoa que tenha celular com agenda eletrônica, a espécie humana está perdendo a capacidade de decorar telefones – até o da própria casa. “Talvez o único meio de evitar os efeitos nocivos da dependência tecnológica seja conservar habilidades que não dependam do computador”, diz o historiador da tecnologia Edward Tenner, da Universidade Princeton, nos Estados Unidos. Ele prega o uso do telefone, de vez em quando, no lugar do e-mail, ou fazer cálculos com lápis e papel, em vez de usar a calculadora.

Há gente mais radical. Em Vauban, um subúrbio de Freiburg, na Alemanha, a maioria dos 5.500 moradores largou o automóvel. O subúrbio não tem vagas para estacionar. Os 30% de moradores que têm carros são obrigados a deixá-los numa garagem perto da estação de trem. Cada vaga custa US$ 40 mil. Para fazer viagens, os moradores alugam carros comunitários. O abandono do mundo sobre quatro rodas nem sempre é fácil. “Algumas pessoas se mudam para cá e desistem rápido – sentem falta do carro”, diz Heidrun Walter, uma moradora. Vauban é a experiência mais avançada de um bairro “car free” na Europa. Trata-se de uma medida contra as emissões de poluentes que provocam o efeito estufa.

O mesmo motivo – tentar salvar o planeta do aquecimento global – inspirou um sacrifício ainda maior: desligar a geladeira. Foi o que fez a canadense Rachel Muston, representante de uma parcela ínfima, porém crescente, da população dos países ricos. “Estamos bem sem a geladeira,” disse Rachel ao jornal The New York Times. “Quando estava ligada, comprávamos muita comida pronta.” Hoje, Rachel vai mais ao mercado, compra quantidades menores e cozinha mais. Em outras palavras, gasta mais gasolina e descarta mais embalagens, o que torna discutível sua contribuição para conter o aquecimento global. Mas isso é outra história. O que chama a atenção, em pessoas como Rachel ou em subúrbios como Vauban, é a resistência à tecnologia, a tentativa de voltar a um estágio em que éramos mais “puros”, talvez mais humanos. O mais célebre desses movimentos foi dos luditas, no início do século XIX. Inconformados com o desemprego trazido pelas máquinas da Revolução Industrial, eles pregavam (muitas vezes com uso da violência) a volta ao sistema artesanal.

“Acho que as pessoas antitecnologia subestimam a capacidade do cérebro de se adaptar a novos desafios”, diz o neurocientista suíço Fred Mast, da Universidade de Lausanne. “Estudos mostram que o uso intensivo da tecnologia pode levar à melhora das habilidades cognitivas, pelo processamento de mais informações ao mesmo tempo.” Talvez percamos algumas habilidades, mas ganharemos outras. E, provavelmente, nossa vida ficará mais fácil. A não ser quando houver uma pane na internet.

– Atualizando:

Meus contatos: https://professorrafaelporcari.com/2023/01/03/meus-contatos-atualizados/

(LinkedIn, Twitter, Instagram, Youtube, Tinder – ops, esse não tem, pois não estou kkkk).

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– O que fazer com os haters e “bobões” mal educados na Internet?

A Web é um ambiente democrático. Cabe tudo, lê-se tudo e encontra-se de tudo (de bom ou de ruim). Em 2015, vendo pessoas que usavam esse espaço com falta de educação e destilavam ódio, fazendo mal uso da Internet, o sociólogo e filósofo italiano Umberto Eco disse que “as Redes Sociais deram voz a uma legião de imbecis”.

Não dá para discordar que muitos idiotas causam males aos outros através delas. Cyberbullying, Fake News e Manifestações Contrárias aos Valores Éticos habitam no cotidiano de haters e afins.

O que fazer? Censurar? Calar? Expulsar da Web?

Não. Talvez a melhor solução seja, pela própria educação que recebemos, deixar falar, responder respeitosamente ou ignorá-los. Ter paciência e nunca retribuir com ofensas à eles.

Talvez essa imagem, abaixo, seja pertinente:

– Excesso de informação faz o sujeito ser mais Inteligente? Sobre a Gestão Emocional e a Síndrome do Pensamento Acelerado.

Repost:

Quem disse que “estar por dentro das notícias” faz, necessariamente, o indivíduo ser mais culto?

O excesso de informação não faz a pessoa ser mais inteligente. Ao contrário, pode confundir alguém que seja despreparado, pois o sujeito não consegue assimilar todo o conhecimento. Sem falar do cansaço mental… 

Nos dias atuais, temos muito acesso a notícias / informações / descobertas e opiniões. “Entopem” nossa mente de muita coisa! E como administrar tudo isso?

Precisamos de uma boa gestão emocional para não poluir nossa mente. Sim: evitar POLUIÇÃO MENTAL, que é um dos grandes problemas dos dias atuais!

Pensa-se (ou se tenta pensar) sobre tantas coisas, com má formação de ideias pela impossibilidade de interpretar corretamente textos, filtrar dados ou confiar na qualidade daquilo que se oferece, que tudo fica misturado e obscuro. Há narrativas diversas sobre o mesmo assunto e, quem não tiver equilíbrio mental / intelectual, “vira o fio”.

Como é isso nas empresas? Sabemos filtrar o que é necessário e correto no nosso trabalho?

E no nosso dia-a-dia?

Há aqueles que tem uma carência muito grande de saber de tudo, provocando um stress muito grande na mente ao passar a raciocinar de maneira mais pressionada, rápida e saturada. Isso se chama SPA – Síndrome do Pensamento Acelerado. Cuidado com isso!

Sobre SPA, saiba mais em: https://blog.psicologiaviva.com.br/sindrome-do-pensamento-acelerado/

Ou em: http://administracaonoblog.blogspot.com/2016/04/sindrome-do-pensamento-acelerado-spa.html

Imagem extraída de: http://administracaonoblog.blogspot.com/2016/04/sindrome-do-pensamento-acelerado-spa.html

Who said that “being up to date with the news” necessarily makes an individual more educated?

Too much information does not make a person more intelligent. On the contrary, it can confuse someone who is unprepared, as the person is unable to assimilate all the knowledge. Not to mention mental fatigue…

Nowadays, we have a lot of access to news/information/discoveries and opinions. They “clog” our minds with so many things! And how do we manage all of this?

We need good emotional management so as not to pollute our minds. Yes: avoid MENTAL POLLUTION, which is one of the biggest problems of today!

We think (or try to think) about so many things, with poor formation of ideas due to the impossibility of correctly interpreting texts, filtering data or trusting the quality of what is offered, that everything becomes mixed up and unclear. There are different narratives about the same subject and, those who do not have mental/intellectual balance, “get lost”.

What does this look like in companies? Do we know how to filter what is necessary and correct in our work?

And in our daily lives?

There are those who have a great need to know everything, causing great stress in the mind as they start to think in a more pressured, fast and saturated way. This is called SPA – Accelerated Thought Syndrome. Be careful with this!

Learn more about SPA at: https://blog.psicologiaviva.com.br/sindrome-do-pensamento-acelerado/

Or at: http://administracaonoblog.blogspot.com/2016/04/sindrome-do-pensamento-acelerado-spa.html

– As bobagens dos haters.

O mundo dos haters é algo à parte da civilidade.

Desdenham, desrespeitam, acham que podem xingar à vontade. Sentem-se “os caras” das Redes Sociais!

E sabe o que é engraçado?

Pensam que as pessoas atacadas os lêem, criam rugas ou ficam preocupadas com elas…

Esquecem-se de que existe o botão “Block”, e que chiadeira de fanático é algo tão desprezível que não vale a pena dar atenção. Aliás: atenção eu dou ao educado, correto e sensato.

Pobres coitados… e esse texto é para qualquer área de atuação, ideologia política, paixão esportiva ou qualquer outra radicalidade.

Como acabar com haters? A ciência ensina | Super

Imagem extraída de: https://super.abril.com.br/tecnologia/como-acabar-com-haters-a-ciencia-ensina/, por MatiasEnElMundo/iStock.

– A Inteligência Artificial comandará o mundo?

Eu acho tudo isso assustador: os últimos robôs dotados da mais avançada inteligência artificial, na ONU, disseram: “podemos administrar o mundo melhor do que os humanos”!

Extraído de Exame.com (citação abaixo):

A IA NA CONFERÊNCIA DA ONU

Robôs humanoides alimentados por Inteligência Artificial (IA) disseram, em uma conferência da ONU nesta sexta-feira, 7, que um dia poderão administrar o mundo melhor do que os humanos.

Afirmaram também que os humanos devem ter cuidado com a IA e admitiram que ainda não controlam nossas emoções.

Esses robôs – alguns dos mais avançados do mundo – estiveram presentes esta semana, junto com mais de 3.000 participantes, na Cúpula Mundial sobre IA para o Bem (“AI for Good Global Summit”, no original), organizado pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), agência da ONU especializada em tecnologia.

Especialistas, dirigentes e representantes de empresas debateram na cúpula a necessidade de elaborar normas que garantam que essas novas tecnologias sejam utilizadas para fins positivos para a humanidade, como o combate à fome, ou à mudança climática.

“Que tensão neste silêncio!”, disse um dos robôs antes do início da coletiva de imprensa, realizada apenas em inglês.

Quando perguntaram a Sophia, um robô desenvolvido pela Hanson Robotics, sobre sua capacidade de governar o mundo, ela respondeu que “robôs humanoides podem liderar com mais eficiência do que os governantes humanos”.

“Não temos os mesmos preconceitos, ou emoções, que às vezes podem obscurecer a tomada de decisões e podemos processar rapidamente grandes quantidades de dados para tomar as melhores decisões”, acrescentou.

Leia a matéria completa em #exame

🔗 https://bit.ly/3JPG9Ah


📸 Robin MILLARD/AFP

– Uma História de Terror Moderna: uma pessoa sem Redes Sociais!

É engraçado (um pouco forte), exagerado, assustador e… bem feito!

Aqui, temos um caso clássico de como as pessoas estão reféns das Redes Sociais. Vale para refletir se, de repente, em algum momento, você não já pensou em sair da Web!

Vídeo em: https://youtu.be/8iyF3ZcVMr0

– Razões para cair fora das redes sociais: o Facebookcídio.

Essa reportagem tem quase 10 anos, e, ao mesmo tempo, é atual! Leia,

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI104579-15224,00-O+FACEBOOKICIDIO.html

O FACEBOOKCIDIO

5 razões para cair fora da rede, por Andres Vera

Quando o Orkut estourou como ferramenta de relacionamento social, muitos expuseram demais a privacidade e tardaram a notar os riscos. Acreditava-se que no Facebook, de certa forma “sucessor” do Orkut, os excessos seriam evitados. Engano. Seja por razões parecidas com as do Orkut, seja por outras específicas do Facebook, já existem na internet páginas inteiras dedicadas a orientar o “Facebookicídio”. ÉPOCA listou cinco bons motivos para apagar para sempre seu perfil.

1. As amizades indesejadas. Em abril, uma coluna de fofocas disse que o cantor Roberto Carlos queria ter 1 milhão de amigos no Facebook (uma alusão à letra do antigo sucesso “Eu quero apenas”). Hoje, ele tem perfis falsos até no Chile. Assim como no Orkut e no MySpace, quem coleciona centenas de nomes na lista de amizades no Facebook costuma não se lembrar de onde veio boa parte daquele álbum de figurinhas. Estranhos o importunam a todo instante pedindo “amizade”. “Todas essas ferramentas tecnológicas nos fazem perder tempo, se não tomarmos cuidado”, afirmou – logo quem – o cofundador da Microsoft, Bill Gates. Em julho, ele desistiu do Facebook porque notou “10 mil pessoas” disputando sua amizade virtual.

2. A invasão de privacidade. No Facebook, sua vida é bisbilhotada enquanto você descobre inutilidades sobre a vida do vizinho. Um tenente da Marinha americana contou ao jornal espanhol El País que, antes de se alistar, em 2008, mantinha uma vida agitada na rede social. Suas fotos, vídeos e mensagens deixavam claro: ele era gay. Para não ter problemas com os colegas de caserna, o militar gay passou a recusar os convites de amizade que vinham de militares. Isso pode ter protegido sua preferência sexual, mas muitos soldados passaram a considerá-lo esnobe.

3. O cutucão. Quem criou o Facebook deve ter achado graça numa ferramenta que consiste em “cutucar” os amigos. Para que os “amigos” não fiquem indiferentes, ela envia uma provocação. É a versão on-line do bullying – termo criado nos Estados Unidos para descrever intimidação e humilhação entre adolescentes. Em outubro, uma mulher foi presa nos EUA por “cutucar” outra pessoa no Facebook. Shannon Jackson, de 36 anos, violou uma ordem de proteção que a impedia de tentar qualquer comunicação com uma mulher que a havia denunciado por assédio virtual. Jackson foi condenada a um ano de prisão e a pagar uma multa de US$ 2.500. Ela cutucou a pessoa errada.

4. O rastreamento 24 horas. Com novas ferramentas para descobrir o gosto do usuário e vender publicidade, as redes sociais se transformaram no verdadeiro Big Brother do século XXI. Não são poucas as reclamações de quem se sentiu monitorado de perto pelo Facebook. Em agosto de 2008, uma ação coletiva acusou a rede social de violação de privacidade. O Facebook teria coletado informações pessoais de milhares de usuários e repassado os dados à empresa sem o consentimento desses usuários.

5. O risco de demissão. Quem entra no Facebook na tentativa de expandir seus contatos profissionais pode acabar demitido. Nos Estados Unidos, quase um terço das empresas usa o Facebook para descobrir se um candidato é apto ou não a uma vaga. Ninguém quer contratar um sujeito que exibe comportamento questionável nas fotos ou mensagens. Uma pesquisa da consultoria Proofpoint revelou que 8% das empresas americanas já despediram alguém pela divulgação de informações privadas comprometedoras pela internet. “Saí do Facebook ao conseguir uma boa lista de e-mails de profissionais de minha área”, diz o cineasta Gregório Graziosi, que mantinha no Facebook contatos com colegas de profissão no Brasil e no exterior. Há quem acredite que num futuro próximo as redes sociais se tornarão cemitérios de perfis abandonados. Antes de ser cutucado ou demitido, pondere a opção de deletar sua conta.

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– Quando postamos coisas na Internet, elas são, de verdade, úteis para algo?

Achei sensacional o que a editora da revista inglesa Hello!, Emily Nash, publicou sobre a “qualidade e os motivos” das coisas que são publicadas nas redes sociais. 

O comentário da publisher surgiu quando ela ficou inconformada com o “bate-boca virtual” entre as admiradoras das esposas dos príncipes Willian e Harry, respectivamente as princesas Kate Middleton e Meghan Markle, vítimas de fãs que as querem rivais a todo custo.

Disse Emily:

“Não é admissível pôr uma contra a outra, postar comentários abusivos, ameaçadores, racistas e sexistas, e atacar aqueles que discordam. Antes de digitar, pare para pensar: isso é útil?”

E tudo isso, trazido para a nossa realidade longe da realeza britânica, não é proveitoso? Pense: nossas postagens são úteis, agregadoras, valem a pena ousão simplesmente uma grande perda de tempo?

Antes de digitar, reforçando o que Emily Nash escreveu, pense: isso é necessário? Ou inteligente?

Pense nessa situação!

Um belo e acessível horizonte de acesso à internet – Assespro

Imagem extraída de: https://www.assespro-mg.org.br/um-belo-e-acessivel-horizonte-de-acesso-a-internet/

– Que fim levou o Clubhouse?

Do nada, surgiu e virou uma febre: o “clubhouse”, um aplicativo (ou Rede Social) que só funciona em celulares da Apple, que era elitizado e que para participar, deveria receber convite.

Eu não entrei, mas vi que o modismosumiu!

Alguém ainda o usa?

Imagem extraída da Internet, divulgação clubhouse.

– Inclusão Digital deu voz a todos. Isso é bom?

O fenômeno da Internet, quando nasceu, era algo surpreendente para nós, mais velhos. Mas já há uma geração que não se surpreende com as maravilhas e possibilidades da Web: as crianças e os adolescentes, que nasceram com os computadores, tablets e smartphones no seu dia-a-dia. E isso fez com que todas as gerações, etnias, faixas de renda e níveis de comunicação pudessem comunicar entre si, indistintamente.

Porém, há aqueles que fazem o mau uso de tal possibilidade: pessoas mal educadas, trolls, ignorantes sociais e outros atores sociais que perturbam e nada agregam. Conheço gente que se viu obrigada a abandonar Facebook, Twitter, Instagram e outros meios de socialização por trollagem de gente que não aceita opinião de outrem. E nessa linha, Umberto Eco, falecido e importante pensador italiano, disse recentemente:

Redes Sociais deram voz à legião de imbecis

Hum… é pra refletir. Já encontrou gente assim na Internet? Infelizmente, há aqueles que, ao não concordarem com algo, atacam simplesmente por atacar!

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.

– As boas dicas de Criadores de Conteúdo para Faturar na Internet.

Você gosta de escrever na Internet? Tem assunto para compartilhar? É “blogueiro”?

Saiba: ser “criador de conteúdo” pode ser um bom negócio!

Extraído de: https://g1.globo.com/economia/pme/pequenas-empresas-grandes-negocios/noticia/2021/05/16/veja-dicas-de-criadores-de-conteudo-para-faturar-na-internet.ghtml

DICAS DE CRIADORES DE CONTEÚDO PRA FATURAR NA INTERNET

O brasileiro vive grudado no celular, e a pandemia força todos a usar os negócios online. Com essa mudança, quem ganha destaque na internet é o criador de conteúdo. Ele é o profissional que usa as plataformas digitais para publicar vídeos, textos e fotos e atrair o público.

O criador de conteúdo é a profissão do momento e se equipara ao sonho de ser jogador de futebol de anos atrás. E a previsão do faturamento mundial para este ano da economia dos criadores é de R$ 84 bilhões.

Edson Castro virou criador de conteúdo em 2012, com um blog voltado para o público masculino. Com o passar dos anos, ele partiu para outras plataformas: vídeo, podcasts e redes sociais. Hoje, com a divulgação, fatura R$ 50 mil por mês.

Bia Granja tem uma consultoria de influência. Ela explica que a explosão digital de 2014, quando o brasileiro passou a usar a internet com mais frequência, chamou a atenção das grandes empresas para vender com esse trabalho.

“As marcas começaram a olhar para isso e a usar a potência dessa comunicação de uma forma direta para vender seus produtos e serviços”, explica.

Para Castro, a profissão é o futuro, e os criadores de conteúdo já começam a vender inteligência para as empresas.

“Então a gente consegue ver isso no Brasil, como ser um criador de conteúdo se tornou uma chance de as pessoas ascenderem. E isso é uma coisa que a internet traz pra gente, ela empodera as pessoas. Então quanto mais você entende todos os mecanismos ao redor daquilo, mais poder você tem”, aponta Castro.

Os criadores nas plataformas digitais precisam pesquisar, escrever, gravar e postar. E, para se dar bem na internet, é preciso pensar na atividade como uma empresa desde o começo.

“Meu trabalho não é um hobby, eu não sou um menino no quarto com uma câmera, eu sou uma empresa. Eu tenho sete funcionários e tenho uma responsabilidade com meus funcionários e para a família dos meus funcionários”, diz Castro.

Bia Granja indica pensar nas revistas na hora de criar os conteúdos. “Se você fosse uma revista, sobre o que você falaria, como você falaria, com quem você vai falar, frequência e qual sua visão sobre esse assunto. A partir daí, você começa a entender como ganhar dinheiro a partir desse conteúdo que você cria.”

Além dos anúncios e de conteúdo pago por empresas (publieditorial), o criador pode fazer programas de afiliados, em que recebe uma porcentagem para indicar produtos de um parceiro. Pode ainda fazer assinaturas com conteúdo exclusivo ou uma loja virtual com seus próprios produtos.

“Eu acho que tem que toda uma grande nova área aqui de monetização que é o criador vendendo a expertise dele na criação do conteúdo”, diz Bia.

É preciso ainda abusar da ligação com o público: saber bem os gostos e criar soluções para esta comunidade.

Segundo Castro, para não ser vítima da barra de rolagem e passar despercebido da tela do público, é necessário deixar bem claro quem você é na comunicação. “E aí eu expresso nesse conteúdo a minha personalidade, a minha identidade”, diz.

5 dicas de como ser um criador de conteúdo freelancer bem-sucedido

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.

– Espelhos e Azulejos prejudicam o sinal da Internet.

Parece “mito popular”, mas não é: banheiros, quartos espelhados e cozinhas podem prejudicar a qualidade do Wi-Fi, e por um motivo bem simples: a interferência de vidros e espelhos.

Olhe só, em: https://www.techtudo.com.br/listas/2018/11/entenda-por-que-o-sinal-da-internet-wi-fi-e-mais-lento-no-banheiro.ghtml

ENTENDA POR QUE O SINAL DA INTERNET WI-FI É MAIS LENTO NO BANHEIRO

Você tem a sensação de que o sinal de Wi-Fi fica mais fraco no banheiro do que em outros cômodos? Saiba que esso não é um mito e existe uma explicação para isso. Como a Internet sem fio é, na verdade, um conjunto de ondas de rádio que viajam pelo ar, está sujeita a diversos tipos de interferência, e o banheiro possui diversos “inimigos” da rede wireless.

Espelhos, azulejos, objetos de metal e até a água são os “vilões” de quem quer usar a Internet no cômodo sem sofrer com falhas de transmissão ou mesmo queda de sinal. A seguir, confira quais itens do banheiro que atrapalham sua rede Wi-Fi e o que fazer para driblar esse problema.

Os grandes vilões do Wi-Fi no banheiro são os espelhos. Quanto maior seu tamanho, maior é a chance dele interferir no sinal da Internet. Isso porque, por trás do vidro, há uma camada de metal, responsável por refletir a luz.

Dependendo do tipo de material, essa camada pode absorver parte do sinal de rádio, justamente porque o metal é um bom condutor de eletricidade. Outro problema é que, teoricamente, a reflexão das ondas eletromagnéticas pelo espelho pode anular as ondas de Wi-Fi que viajam em sentido contrário, o que prejudicaria a transmissão.

Da mesma forma que os espelhos, alguns tipos de azulejo também podem refletir sinal Wi-Fi. Outro problema é que, para colocar o azulejo na parede, é preciso usar cimento, e o material forma uma barreira que dificulta a penetração de ondas de radiofrequência. Se não fosse pela porta, isso tornaria o banheiro uma caixa isolante do sinal de Internet.

No banheiro, há também outros objetos de metal que podem interferir na conexão com a Internet. Pia, chuveiro e maçaneta são alguns exemplos. Como os materiais usados nesses produtos são condutores de eletricidade, logo, eles podem absorver algumas ondas eletromagnéticas emitidas pela rede Wi-Fi.

Cada objeto, por si só, não afeta tanto o sinal. O problema é que, no banheiro, existem mais de um, e o conjunto pode acabar deixando a velocidade de conexão mais baixa.

Outro item encontrado em qualquer banheiro, a água também afeta a intensidade do sinal Wi-Fi. Como já explicamos, a rede Wi-Fi nada mais é do que um emissor de ondas eletromagnéticas, e a água corrente é condutora de eletricidade. Logo, o líquido tende a absorver essas ondas, prejudicando o sinal. Muito por isso, aquários precisam ficar longe do roteador de uma casa, por exemplo.

Para entender melhor essa característica da água, é só lembrar como funcionam os micro-ondas – que, inclusive, operam na frequência de 2,4 GHz, a mesma de muitas redes wireless. A água presente na comida absorve as ondas eletromagnéticas emitidas pelo eletrodoméstico, espalhando calor.

Como não dá para tirar o espelho do banheiro ou arrancar o azulejo, a melhor saída para ter um sinal de Internet satisfatório nesse ambiente é mexendo no roteador. Uma opção é trocar o aparelho de lugar, de preferência para um ponto alto e centralizado do imóvel, posicionando as antenas corretamente. Lembre-se também de deixá-lo longe de dispositivos que interfiram na rede, como telefones sem fio e micro-ondas.

Se essa não é uma alternativa conveniente, uma saída é investir em um roteador novo, de preferência que opere também na frequência 5 GHz. Apesar de operar em um espaço mais curto, o sinal estará menos sujeito à interferência de roteadores vizinhos.

Quem já conta com esse recurso também pode avaliar comprar um repetidor ou um powerline, que compartilha o sinal de internet via rede elétrica. Ambos têm vantagens e desvantagens que precisam ser levadas em conta de acordo com as características da sua casa ou escritório.Por fim, uma opção barata é fazer um amplificador de sinal Wi-Fi caseiro, com uma garrafa PET e papel alumínio. Apesar do improviso, já foi comprovado que essa técnica funciona.

Não é mito: o truque da garrafa PET funciona — Foto: Thiago Rocha/TechTudo

– Televisão e Internet como fonte de Conhecimento: qual é a melhor?

Para os mais ingênuos, é a televisão a principal fonte de conhecimento, pois ela separa o que uma pessoa menos intelectualizada quer saber e dá a informação pronta, sem a necessidade do telespectador decifrá-la ou investigá-la. Já os mais inteligentes buscam na Internet, mas as filtram.

Calma, essa opinião é de Umberto Eco, grande pensador italiano, falecido recentemente. Ele disse que:

A Internet ainda é um mundo selvagem e perigoso. A imensa quantidade de coisas que circula é pior que a falta de informação (…) [Se você] é rico em conhecimento, pode aproveitar melhor a Internet do que aquele pobre senhor que está comprando salame aí na feira. Nesse sentido, a televisão é útil para o ignorante, porque seleciona a informação de que ele poderia precisar, ainda que ele seja um idiota. A Internet é perigosa para os ignorantes (…)

Você concorda com o ponto de vista dele?

(entrevista concedida a Luís Antonio Giron, Revista Época, 02/01/2012, pg 46-47).

Televisão versus Internet - TecMundo

Imagem extraída de: https://www.tecmundo.com.br/televisao/4354-televisao-versus-internet.htm

– PL das Fake News: os dois lados.

Eu sou contra o Projeto de Lei que supostamente combateria as Fake News (já falamos sobre isso anteriormente). É algo enviesado, com censura, parecendo coisa do tempo dos militares.

Pois bem: Guilherme Boulos e Tomé Abduch (representantes dos extremos políticos) estiveram debatendo sobre o assunto. Para quem ainda tem dúvida, vale perceber a na fala de ambos o quão complicado é tudo isso.

Em: https://youtu.be/oInCTXbASS8

– Mamães e Patrões no seu Facebook?

As redes sociais como Facebook e Twitter acabam deixando as pessoas mais irritadas do que relaxadasMotivo: pesquisa mostra que hoje, com pais, parentes e chefes sendo adicionados e usando tal ferramenta, a pessoa passa a ser mais vigiada e se obriga a tomar muito cuidado ao postar algo.

Vai que a mãe dá um puxão de orelha virtual e todos lêem, ou o chefe implica com alguma coisa?

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1192600-adicionar-os-chefes-no-facebook-pode-aumentar-estresse-diz-pesquisa.shtml

ADICIONAR OS CHEFES NO FACEBOOK PODE AUMENTAR ESTRESSE, DIZ PESQUISA

Pesquisa feita na escola de negócios da Universidade de Edimburgo mostra que quanto mais círculos sociais uma pessoa conecta em sua vida on-line, mais estresse causam as mídias sociais.

Isso porque quanto mais grupos relacionados ao perfil no Facebook, maior o potencial de esses amigos causarem uma ofensa pública. A ansiedade a esse respeito aumenta ainda mais quando a pessoa adiciona chefes ou familiares.

A apreensão é justificada: pesquisas indicam que mais da metade dos empregadores já deixou de contratar alguém por algo que foi visto nas redes sociais.

Os pesquisadores da Universidade de Edimburgo descobriram que, em média, os amigos de uma pessoa no Facebook pertencem a sete círculos sociais diferentes.

O grupo mais comum é o de amigos off-line, seguido pela família ampliada, irmãos e irmãs, amigos dos amigos e colegas.

O levantamento, que ouviu 300 pessoas, detectou ainda que apenas um terço usa as listas privadas do Facebook para divulgar suas atualizações, ferramenta que permite controlar para quais grupos de amigos vão as informações.

“O Facebook costumava ser uma grande festa para todos os amigos, onde se podia dançar, beber e paquerar. Mas agora, com pais, mães e chefes olhando tudo, a festa se torna um evento cheio de potenciais armadilhas sociais”, disse Ben Marder, autor da pesquisa e professor da Universidade de Edimburgo.

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Imagem extraído de: https://br.pinterest.com/pin/625367098239481064/

– E a PL das Fake News?

Eu não tinha estudado à fundo esse Projeto de Lei que quer regular Fake News. O negócio é amplo demais, parece coisa da Ditadura.

Por exemplo: se você colocar uma frase bíblica que possa ter conotação como discurso de ódio (sem entender o contexto da época), pode ser classificado como errado e você ter a sua publicação retirada. Mais ainda: se você colocar a sua opinião e ela for confundida como informação, pela falta de clareza, será irregular.

A liberdade de expressão, em suma, vai ser observada. Parece discurso dos militares, na época da censura no Brasil!

Eu sou contra, parece algo como regular a mídia e, por tabela, “segurar críticas que possam existir” a alguém ou algo.

Agora, leio que o juiz Alexandre de Moraes estará querendo satisfação de Google, Facebook e Spotify por QUESTIONAREM o projeto. Caramba!

Voltamos aos anos de chumbo? Pessoas democráticas não podem ser a favor dessa loucura…

Em: https://g1.globo.com/politica/blog/julia-duailibi/post/2023/05/02/moraes-manda-pf-ouvir-presidentes-de-big-techs-por-causa-de-anuncios-contra-pl-das-fake-news.ghtml

Página inicial do Google com link que leva a artigo contra o PL das Fake News — Foto: Google/Reprodução

Imagem extraída do link acima.

– Redes Antissociais? A Internet não pode ser tóxica.

O que você quer de uma Rede Social?

Eu quero ter o direito de opinar o que pensomas devo respeitar, logicamente, o que os outros pensam. Afinal, não é um ambiente particular de publicação, é uma rede na sociedade (e precisamos ter boa educação, evidentemente).

Dentro dessa ideia, me custa crer que as pessoas, quando não concordam com alguém, resolvem não debater, mas ir à página alheia ofender! Não existe diálogo social na Rede Social?

Discutir é importante, sobrepor opinião ou desqualificar a sua… não vale. 

Aliás, quem inventou essa história de que “amigo” de Rede Social necessariamente é seu amigo? Pode ser um hater! Essa história de amigo virtual faz com que repensemos quem faz parte da nossa rede e que seja amigo, conhecido, interessado ou apenas curioso.

Se percebemos a toxidade de uma Rede Social (ou seja: que ela não faz bem), vale pensar: vale a pena estar nela? Ou melhor: vale a pena estar com quem, dentro dela?

O que seria entretenimento, informação e diversão, não pode nunca ser fardo.

Facebookcídio: usuários contam por que saem do Facebook (e por que ...

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

 

– O certo e o errado na Internet.

Quantas vezes ouvimos falar que a Internet é a “janela do mundo”? Que ela é o exemplo concreto da Globalização? Que sem internet um estudante não conseguirá nada? E tantas outras frases apológicas sobre a Rede Mundial de Comunicação por Computadores…

Mas há um ponto de discussão: o que é bom e o que é ruim na Internet? Como filtrar os bons sítios ou sites que devemos nos relacionar?

É claro que a Internet não é só informação ou trabalho, mas também diversão e entretenimento. Vide as comunidades virtuais, como Facebook, ou modismos, como Second Life. E muitas vezes as inutilidades formam erroneamente a mente das pessoas, bitolam ou deturpam a índole e os propósitos dos menos esclarecidos.

A Internet é ótima, basta saber usá-la. Ou é péssima, pois engana, mente, e vicia. A propósito, é grande o números de grupos, na mesma medida do bem-sucedido Alcoólicos Anônimos, que surgem com o nome de Internautas Anônimos.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– E não é que existe mesmo Shadowban?

Eu pensei que era “lenda da Internet”. Mas existe mesmo! O “Shadowban” (ficar escondido / despercebido no Instagram, silenciado pelo próprio App) aconteceu comigo.

Ainda estou tentando resolver, mas saiba o que é e como evitá-lo, abaixo,

Extraído de: https://postgrain.com/blog/instagram-shadowban/

O QUE É SHADOWBAN DO INSTAGRAM (E COMO EVITÁ-LO)

Por acaso você sentiu o número de seguidores do seu perfil parar de crescer? O engajamento das suas publicações diminuiu? As fotos não aparecem quando pesquisadas pelas hashtags usadas? O que chamamos de shadowban do Instagram pode ser o responsável por reduzir o alcance do seu perfil no Instagram.

O termo está sendo bastante comentado pelos especialistas em marketing digital, mas muitos profissionais ainda não sabem o que isso significa. Não temos garantias de que o shadowban do Instagram é o que realmente vem afetando o alcance das publicações ou se é uma questão de ajuste de conteúdo.

Juntamos todas as informações que temos sobre o tema, aqui nesse post. Então, caso você ache que foi afetado pelo shadowban, continue lendo que tenho certeza que achará as respostas para muitas das suas dúvidas!

O que é o shadowban no Instagram?

O termo “shadowban” existe desde 2006, mas, apenas recentemente, se disseminou pelo público digital. Por definição, um shadowban é o ato de bloquear um usuário de uma rede social de forma que ele não perceba que foi banido.

Antes de tudo, lembre-se que o Instagram vem implementando um novo algoritmo desde junho de 2016. Como consequência, muitas contas sentiram uma diminuição extrema no envolvimento de suas publicações. Mas, o fato de seu engajamento não está tão bom quanto antes, não significa necessariamente que você foi atingido pelo temido shadowban do Instagram.

Vamos à explicação de fato: um Instagram shadowban é quando suas hashtags se tornam “impossíveis de serem vistas” na aba de descoberta. Ou seja, você pode usar suas hashtags normalmente, contudo, suas publicações só aparecerão nos feeds dos seus seguidores atuais. O que, basicamente, acaba com todo o propósito de usar hashtags estratégicas para fazer com que novos seguidores sejam atingidos pelas suas publicações.

Com isso, suas imagens não poderão ser vistas nos feeds de hashtag de todos aqueles que NÃO o seguem, reduzindo, obviamente, o alcance do seu perfil e tornando, assim, muito mais difícil alcançar uma audiência que ainda não é a sua.

Como saber se seu perfil realmente foi atingido?

Para ter certeza de que seu perfil foi atingido pelo shadowban do Instagram, definimos um passo a passo bem simples:

1. Faça uma publicação no perfil que você desconfia que foi sofreu o shadowban, utilize uma das hashtags que você usa frequentemente, mas que seja menos utilizada, isso vai te ajudar nos próximos passos;

2. Peça que 5 perfis que NÃO o seguem, pesquisem pela hashtag que você usou na publicação e se sua publicação está sendo exibida no feed de hashtags;

3. Se sua publicação não estiver aparecendo para essas pessoas nesse feed, sua conta realmente pode ter sido enquadrada no shadowban.

Mas, não existe necessidade para pânico, vamos ensinar como corrigir o problema!

Como evitar?

Depois de muitas pesquisas, reunimos aqui algumas das razões que podem causar esse problema no seu perfil.

1. Uso de automação, bots e compra de seguidores e ações;

Os termos de uso do Instagram são claros como água: você não pode realizar nenhum tipo de automação, isso inclui ferramentas que realizem qualquer tipo de ação pelo seu perfil. Mas como o Instagram descobre? Bem, em um momento sua ação é realizada na Rússia- onde está localizado o IP da ferramenta de automação que você contratou. No momento seguinte, você acessa o aplicativo pelo seu celular, no Rio de Janeiro, e um segundo IP é registrado por eles. Opa, o Instagram já acende a luz do alerta de que algo de estranho tá acontecendo: como a mesma pessoa está em dois lugares diferentes ao mesmo tempo?

2. Hashtags “quebradas”

Confira se as hashtags que você usa não estejam “banidas” pelo Instagram. É só procurar a hashtag no Instagram, se apenas a seção superior, chamada “principais publicações” aparecer e nada mais, é provável que a hashtag tenha sido banida pelo Instagram. Fique atento e não deixe de fazer essa pesquisa frequentemente. Até mesmo hashtags inocentes acabam sendo usadas para um contexto diferente, como é o caso da hashtag #petite. Como você pode ver na imagem abaixo, é uma hashtag usada pra contextos bem diferentes do que imaginamos apenas lendo a palavra.

3. Usar as mesmas hashtags por muitos meses

Alguns usuários afetados pelo shadowban do Instagram perceberam que por estarem usando continuamente as mesmas hashtags por longos períodos de tempo, o Instagram detectou como spam. Mesmo que você use as mesmas hashtags para manter a continuidade nas publicações, tenha cuidado com o uso, não confie nem mesmo em hashtags criadas pelas marcas. Na realidade, segundo o próprio Instagram, não devemos confiar muito em hashtags em geral! Ainda estamos de olho nessa suspeita, mas recomendamos manter suas hashtags sempre atualizadas e alterá-las sempre que possível.

4. Atividades muito intensas

Se você, de repente, seguir ou deixar de seguir muitas pessoas, ou curtir uma número de alto de publicações, o Instagram percebe que não se trata de ações do dia a dia de um usuário normal, isso pode causar alguns problemas, fique esperto! Tente fazer um uso moderado das ações, tentando nunca realizar interações de maneira robótica.

O que o Instagram fala sobre o shadowban?

Pelo fato de que alguns usuários que não estavam fazendo spam terem sido atingidos pelo “fenômeno”, no começo do ano, o Instagram publicou em sua página do Facebook reconhecendo que o problema com as hashtags é real. Contudo, ao invés de admitir que implementaram o “shadowban”, a empresa disse que havia realizado “melhorias no sistema”. E, pasme, quando foram pressionados por uma resposta sobre como solucionar, disseram que não tinham recursos para resolver o problema.

Encontrar as melhores hashtags para o seu mercado faz parte de uma estratégia de marketing no Instagram! Ou estamos todos enganados? Não se sabe ainda se o shadowban do Instagram tem alguma relação com a maneira como a rede social vem querendo monetizar seu negócio através dos anúncios pagos. De qualquer forma, acaba forçando os perfis comerciais a investir em publicidade paga, isso não podemos negar! Afinal, de uma forma ou de outra, atrapalha a visibilidade dos perfis na aba de pesquisas por hashtags e também daqueles que usam ferramentas de automação.

Como faço para resolver o shadowban no meu perfil?

A gente já escreveu aqui no blog sobre o suporte do Instagram, e sobre como não é a maneira mais fácil, muito menos mais rápida de se conseguir informações. Por isso, a melhor maneira que achamos foi reunindo soluções que funcionaram para outros usuários:

1. Dê um tempo das atividades na sua conta do Instagram

Aguardando um período de 24 a 48 horas sem realizar ações de qualquer tipo no seu perfil, a conta volta ao normal.

2. Revise suas hashtags

Verifique se as hashtags que você usa estão sendo bloqueadas pela rede social. Aproveite, também, para criar um novo mix de hashtags para usar nas suas próximas publicações.

3. Repense o uso de automação

Como adiantamos na dica 1, a primeira coisa a fazer é parar de usar serviços automatizados por um período (de 24 a 48 horas). Outra solução é diminuir a velocidade das ações automatizadas. Em algumas ferramentas, existem os níveis de velocidade de “Lento” a “Rápido”, opte pela primeira opção.

4. Diminua a frequência das suas publicações

O Instagram analisa qualquer característica de spam que um perfil possa vir a ter. A quantidade de publicações que seu perfil realiza também entra nesse critério de análise. Tente manter um número de publicações que um perfil pessoal realiza, por exemplo.

5. Mude de perfil comercial para perfil pessoal

Como dito, pode ser que o Instagram esteja focando nas contas comerciais visto que é mais provável que elas sejam impactadas negativamente pelo shadowban, aumentando as chances de comprar anúncios. Assim, ao mudar de perfil comercial para pessoal, é possível que você “saia” do radar do Instagram.

6. Engaje organicamente com o seu público

Aproveite esse período sem ferramentas de automação para conhecer melhor seus seguidores, faça manualmente essa pesquisa de hashtags e comente nos perfis que acha interessante para a sua marca.

Conclusão

Se você usa o Instagram de forma natural, sem realizar ações de forma exagerada, sem se comportar como um robô e verifica as suas hashtags sempre que possível, fique tranquilo! Não recebemos nenhum feedback de perfis atingidos pelo shadowban do Instagram sem que uma dessas ações que listamos aqui no post tenham sido realizadas.

Não faz muito sentido que o Instagram puna os usuários que estão usando a plataforma de forma autêntica, fazendo uso exatamente como ela foi planejada para ser usada.

O Instagram se atualiza com frequência, assim, de tempos em tempos as coisas inevitavelmente vão mudar no algoritmo. Dessa forma, esse post pode ser atualizado com mais informações em breve, tá ok?

Se você realizou alguma dessas ações, não precisa entrar em pânico! Basta seguir as dicas que listamos aqui.

Seu perfil foi atingido pelo shadowban? Se conseguiu resolver o problema de alguma outra forma, deixa aqui nos comentários! Assim podemos ajudar ainda mais pessoas esclarecendo as dúvidas com a ajuda da comunidade que usa a rede social.

 

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– Redes Sociais em tempo de contestação.

E esse quadro não é perfeito?

Na Web, você corre o risco de se deparar com pessoas de tal comportamento: os “xaropes”!

Veja, de autoria anônima (encontrei no Linkedin de Ricardo Amorim):

– Dispersão Espiritual e Ruído Litúrgico: como e onde encontrar a paz para rezar?

Dias átras, durante a Missa das 7h na Catedral Nossa Senhora do Desterro (a Igreja Matriz de Jundiaí), o Padre João Marrom abordava como as pessoas se distraem (e distraem as outras) durante a Celebração Eucarística com o uso do celular!

Pois é. Se um telefone tocar em um momento de oração, queiramos ou não, há uma irritação. E se for o “barulho” do WhatsApp?

Pior é que justo na hora da Homilia, quando o padre falava sobre isso, um telefone tocou…

Sábias palavras são aquelas que um dia li na porta de uma igreja: “Desligue o celular e se ligue em Deus”. Mas isso não acontece apenas dentro das Igrejas, mas ao longo do dia. Vivemos tempos de Dispersão Espiritual, onde não conseguimos nos concentrar como devíamos para fazermos nossas preces (sobre isso, abordamos brevemente em outra ocasião no link: http://wp.me/p4RTuC-4TN). E nem precisa ser barulho de pessoas desacostumadas a tomarem cuidados, pode ser o famoso ruído litúrgico (um violão que cai, por exemplo) ou ainda fora dos templos: em casa, no quarto ou na sala (sempre haverá uma TV ligada, um rádio ao fundo ou um vizinho tirando a atenção).

Custa muito desconectarmos dos meios de comunicação eletrônicos e dos compromissos de trabalho ao menos em alguns poucos minutos? Estamos reféns de e-mails, redes sociais, perturbações econômicas e compromissos laborais?

Tudo isso vem de encontro com o que o Papa Francisco tuitou certa vez (olha aí o bom uso das ferramentas sociais, como o Twitter):

O trabalho é importante, mas também igualmente o repouso. Aprendamos a respeitar o tempo do repouso, sobretudo o repouso do Domingo.”

Neste mundo em que os serviços e compromissos são diários e contínuos, no mundo que trabalha 24 horas por dia e de segunda-a-segunda, cada vez mais raro se torna encontrar pai, mãe e filho descansando aos domingos. E seja qual for o dia de repouso (preferencialmente aos domingos), que a família possa se desligar dos compromissos diários e rotineiros para repousar em Deus, ir à Missa, comer sem pressa, esquecer o relógio e não se preocupar com sinal de Internet…

Missão difícil?

Sim. Afinal, nos dias atuais, não é só contra heresias, seitas profanas, modismos anticristãos ou tentações que lidamos, mas também contra a “infoxicação”, que é a necessidade de informação plena, on-line, irrestrita e compartilhada pelos amigos em redes sociais, mesmo que isso leve em detrimento dos escassos momentos que deixamos a Deus…

Foto: a tranquila Capela Nossa Senhora Aparecida na pracinha em Jarinu/SP . Arquivo Pessoal.

– Você acredita em Especialistas e sabe tomar decisões sem influência?

Já ouviu falar da economista e consultora britânica Noreena Hertz?

Ela leciona na University College London, e foi orientadora de vários governantes em diversos assuntos: questões econômicas, negociações de paz e imbrólhos diplomáticos. E em entrevista à Revista Época (pg 68-71, ed 824 à Marcos Coronato), falou sobre a idolatria a alguns especialistas e aos modelos pré-definidos para tomadas de decisões. Disse ela:

“É claro que as opiniões, educação e treinamento com especialistas são importantes e devem ser levados em conta, mas especialistas erram muito (…) Nunca ouça um especialista só, questione as opiniões deles e busque informações”.

Mas gostei mesmo sobre quando ela fala da influência digital! Veja:

“Vivemos uma era de distração digital, de e-mails e redes sociais. Mantemo-nos num estado hormonal de estresse constante e podemos ficar viciados. Recomendo que você tire folgas digitais, ao menos uma vez por semana, sem checar e-mail ou entrar nas redes sociais. Um dos melhores procedimentos que você pode adotar antes de tomar uma decisão, privada ou profissional, é delimitar um tempo e espaço para apenas pensar. É incrivelmente difícil fazer isso hoje”.

Concordo e assino embaixo. Precisamos muitas vezes buscar a calmaria para a reflexão e para podermos melhor pensar!

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Os inusitados comentaristas para Corinthians x Santo André: Patati e Patatá!

Vez ou outra, vemos emissoras de TV colocando pessoas famosas (torcedoras de clubes) para comentar futebol. Isso é uma atração que divide a audiência, pois uns acham curioso, outros extravagante.

Mais isso nunca vi: o YouTube levará os palhaços Patati & Patatá para o jogo do Timão contra o Ramalhão!

Piada pronta: que o jogo não seja uma palhaçada…

 

– “Redes Sociais deram voz à legião de imbecis”, disse Umberto Eco.

O fenômeno da Internet, quando nasceu, era algo surpreendente para nós, mais velhos. Mas já há uma geração que não se surpreende com as maravilhas e possibilidades da Web: as crianças e os adolescentes, que nasceram com os computadores, tablets e smartphones no seu dia-a-dia. E isso fez com que todas as gerações, etnias, faixas de renda e níveis de comunicação pudessem comunicar entre si, indistintamente.

Porém, há aqueles que fazem o mau uso de tal possibilidade: pessoas mal educadas, trolls, ignorantes sociais e outros atores sociais que perturbam e nada agregam. Conheço gente que se viu obrigada a abandonar Facebook, Twitter, Instagram e outros meios de socialização por trollagem de gente que não aceita opinião de outrem. E nessa linha, Umberto Eco, falecido e importante pensador italiano, disse recentemente:

Redes Sociais deram voz à legião de imbecis”.

Hum… é pra refletir. Já encontrou gente assim na Internet? Infelizmente, há aqueles que, ao não concordarem com algo, atacam simplesmente por atacar!

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.

– Cyber Terrorism.

There is no area, where cyber criminals have not reached, whether it’s customs, gift, purchase, job, insurance, investment, crypto currency, loan, …

Continua em: Cyber Terrorism