– Fechar escolas nunca é bom!

O Governo do Estado de São Paulo anunciou um remanejamento de classes nas escolas paulistas. Em tese, o antigo “Ensino Primário” terá escolas exclusivas e separadas do “Ensino Secundário” (claro, hoje a nomenclatura é outra). Trocando em miúdos: crianças de séries mais novas estarão separadas de adolescentes mais velhos.

Isso é bom?

Creio que pedagogicamente seja melhor aos professores e alunos. O problema é: nem todas os bairros têm prédios e escolas suficientes. Além disso, há o discurso do governador Geraldo Alckmin que otimizará a utilização de edifícios com salas vazias.

Puxa, não dá para imaginar classe ociosa… Enfim: quem tem que se mudar, vai reclamar.

Fechar escola ou colocar aluno longe da sua casa, sempre é problemático. Não deveria-se fazer isso paulatinamente, fechando séries em um lugar abrindo outras novas bem próximas?

Acho que isso vai dar ainda muita confusão. Escola e Hospital não se fecha!

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– O otimista Bill Clinton e os problemas brasileiros!

No encontro promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), esteve palestrando o ex-presidente dos EUA, Bill Clinton. A propósito, como ele envelheceu!

Sobre a crise do Brasil, disse:

Daqui a 5 anos, os brasileiros se perguntarão: ‘Estávamos com medo do quê?’ Afinal, o barco não está afundando e o Brasil é um dos lugares mais otimistas do mundo para se investir“.

Ele realmente não vive nosso dia-a-dia. O problema é o presente, é isso que mais aflige o cidadão!

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– A Infelicidade de Paulo Roberto Costa sobre os leprosos!

Não dá para deixar passar batido tal bola fora. Paulo Roberto Costa, o ex-diretor da Petrobrás sobre 1 ano na cadeia:

Virei um leproso. Esse ano de prisão foi um ano de lepra. As pessoas fugiam de mim e continuam fugindo”.

Que péssima comparação. Os leprosos (ou melhor: os hansenianos) são vítimas de uma doença que nunca desejaram, sofrem as dores de tal enfermidade e padecem em um tratamento dolorido para o corpo e para alma.

Já Paulo Roberto é um mero bandido de colarinho branco. Indevida lembrança do corrupto. Aliás, lembram do depoimento dele na Operação Lava-Jato?

Abaixo:

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– Caridade do Governo com o Chapéu Alheio?

Está na Revista Época: a Casa da Moeda do Brasil está emitindo as notas de Gourdes, o dinheiro do Haiti, de graça.

Lembremo-nos que os haitianos sofreram com um terrível terremoto em 2010, e estão ainda em reconstrução.

Lembremo-nos ainda que o custo dessa caridade é de R$ 9 milhões, pagos com o dinheiro do contribuinte brasileiro.

Qualquer ação humanitária é louvável. Mas ao invés de fazê-la com a nossa grana dos impostos, que tal a receita vir do corte das mordomias de quem assinou esse acordo e dos políticos ao seu redor?

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– Desabafo de um microempresário de saco cheio!

Admito: cansa! Cansa demais trabalhar honestamente e no final do mês nada sobrar.

Confesso: estressa! Estressa muito pegar as guias de impostos e lembrar que supostamente esse dinheiro iria para Saúde, Educação e Segurança de nós, contribuintes.

Assumo: dá nojo! Enoja ler o noticiário e ver o quanto descaradamente roubam nesse país.

Estou farto de trabalhar e nada ganhar. A Economia está péssima, você se segura para manter a calma e não consegue. Muitos clientes não pagam suas contas por diversos motivos: pela crise, pela necessidade e pela picaretagem. Afinal, o exemplo vem do nosso Executivo.

O lucro do pobre comerciante é cada vez mais minimizado, sendo ele, bruto, menor do que anos anteriores (e os preços finais de venda ainda assim majorados).

Reduzir gastos já foi feito; diminuir o pró-labore idem. Aí você fica no dilema: demitir ou suportar mais prejuízos? Pior: se você demite uma pessoa, deve levar ainda em conta que na casa dela há cônjuge e filhos. E ainda vem o final do ano, época de presentes (ou melhor, lembrancinhas), impostos e outras tantas coisas!

Não está fácil ser correto nesse país. A fé, os valores do berço e a moral sustentam nessa hora. E a crença que um dia isso mudará “segura a onda” para não fazer uma bobagem.

E tem gente que consegue defender ainda esse Governo, como se ele não fosse protagonista desse circo que o Brasil se tornou.

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– “Não Vou Pagar o Pato” esteve em Jundiaí

A pertinente campanha “Não Vou Pagar o Pato” passou por Jundiaí na semana passada. Idealizada pela FIESP/CIESP, o mote é de ser um protesto bem elaborado para a conscientização da população do quão nociva é a carga tributária do país. Mais: mostrar que estamos “pagando o rombo” da corrupção através dos impostos e tributos incessantes que o Governo Federal nos obriga.

Perfeita foi a declaração do diretor titular do CIESP em Jundiaí, Mauritius Reisky, ao JJ:

Entendemos que o ajuste fiscal pretendido pelo governo é necessário, uma vez que as contas públicas não fecham mais. Mas eles (o Governo) não podem fazer isso às custas do povo, que já paga impostos altíssimos no Brasil. O ajuste tem de ser feito com corte nas despesas pelo governo e não aumentando a arrecadação”.

Que nos lembremos de tudo isso na urna também! As pessoas esclarecidas entendem tudo isso, mas aqueles que trocam votos por bonés, chaveirinhos e promessas vazias…

#NÃOVOUPAGAROPATO

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– Os “Contos de Dilma” na Campanha e na Prática

Achei interessante: a Revista “Isto é” trouxe uma matéria sobre promessas não cumpridas de Dilma na Campanha Eleitoral, em menos de 1 ano do segundo mandato.

E não é que elas são pertinentes?

Abaixo, extraído de: IstoÉ.com, por Ludmilla Amaral

UMA ESCALADA DE MENTIRAS

1- CORTE EM PROGRAMA SOCIAL – Disse a presidente: “Vai cortar Programa Social? Vai ter Choque Fiscal para quê? Não é necessário…” (Dilma cortou o Pronatec, fez ajustes, reduziu investimentos sociais).

2- IMPOSTOS – Disse: “Não haverá aumento de impostos” (Aumentou o IOF, PIS/COFINS de diversos produtos e elevou IPI de alguns setores).

3- TARIFAÇO – Disse: “Quem falar em tarifaço está mal intencionado” (Subiu o preço da energia, do gás, dos combustíveis…)

4- CRESCIMENTO ECONÔMICO – Disse: “Não concordo que o Brasil vai crescer só 0,3%” (A previsão é de recessão ao país: -1,49%)

5- EMPREGOS – Disse: “Enfrentamos a crise sem demitir” (Milhares de empregos foram cortados em 2014, sendo 555 mil em Dezembro passado).”

6- DIREITOS TRABALHISTAS – Disse: “Eu não vou mexer nos direitos trabalhistas nem que a vaca tussa”. (Mudou as regras para abono salarial, seguro-desemprego, pensão por morte e auxílio doença).

7-EDUCAÇÃO – Disse: “Nosso lema será Pátria Educadora” (Foram cortados 7 bilhões de reais do orçamento da Educação em 2015 e dificultou o acesso ao FIES).

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– A Pátria Educadora está falida, na iminência de um colapso nas instituições de investimento em pesquisa.

Uma triste constatação na área de Educação no Brasil: A Pesquisa Científica por aqui faliu! Os órgãos que fomentam os pesquisadores não tem dinheiro e a presidente Dilma Rousseff cortou as verbas.

Entenda, extraído de: http://epoca.globo.com/vida/noticia/2015/10/o-brasil-esta-beira-de-um-apagao-cientifico.html

O BRASIL ESTÁ À BEIRA DE UM APAGÃO CIENTÍFICO

O laboratório da professora Helena Nader, bióloga e presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), fica no oitavo andar de um dos prédios da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Para chegar lá, como de costume em prédios desse porte, basta pegar o elevador. Porém há um detalhe: há semanas o elevador não funciona direito. Pergunto a Helena se isso já é uma evidência de que a crise econômica chegou à ciência. “O governo cortou o custeio de todo mundo. No nosso caso, isso significa contratar uma firma que não conserta o elevador. Então, nós subimos oito andares de elevador, mas descemos de escada todos os dias.” O caso poderia ser apenas uma anedota no mundo das universidades, mas não. No atual cenário de crise econômica, é o exemplo perfeito sobre o que pode acontecer com a ciência no Brasil. A queda na arrecadação e os cortes no orçamento já afetam pesquisa e desenvolvimento, e ameaçam provocar um verdedeiro apagão científico no país.

A crise de financiamento na ciência não começou agora. Ela já vem se arrastando desde o ano passado, especialmente com a pressão por causa da alta do dólar, já que muitas vezes equipamentos de laboratório precisam ser importados. Só que piorou a partir de julho deste ano, quando o governo parou de repassar os recursos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), uma agência de fomento para pesquisas de pós-graduação no país. A Universidade Federal da Bahia (UFBA), por exemplo, anunciou que estava simplesmente paralisando seu programa de pós-graduação, já que sofreu corte de 75% nos recursos da Capes. Outros anúncios se seguiram, com o da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) dizendo que o corte “afeta de modo irreparável cada um dos programas de pós-graduação da UFRJ e das demais universidades públicas”.

Em nota, o Ministério da Educação (MEC) negou o corte de 75%. Segundo o governo, houve um contingenciamento dos recursos, mas o valor voltará a ser pago. Porém, ainda assim 10% dos recursos deverão ser cortados. “A Capes assegura o repasse de 1,65 bilhões de reais para os seus programas de pós-graduação. O montante é equivalente a 90% do valor previsto para 2015”, disse o MEC.

A verdade é que, mesmo com o governo prometendo pagar as bolsas, a crise já é sentida em diversas esferas do universo científico brasileiro. De uma maneira geral, podemos resumir os cortes ou contigenciamentos atuais em quatro pontos:

  1. Corte de 10% do valor do custeio da Capes
O governo bloqueou 75% do valor de custeio da Capes, paralisando os trabalhos de pós-graduação de algumas universidades. Segundo o MEC, esses recursos não foram cortados – eles serão liberados aos pouco, em pagamentos parcelados. Porém, o governo disse que só garante o pagamento de 90% do montante. Ou seja, na prática, há um corte de 10%.
  2. Redução dos recursos dos Fundos Setoriais
A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) é uma empresa pública criada para investir em ciência. Ela tem 16 fundos setoriais voltados para áreas específicas. Por exemplo, o fundo da Amazônia recebe recursos da arrecadação da Zona Franca de Manaus, e esse dinheiro é usado para pesquisa na Amazônia. Com a crise econômica, a arrecadação dos fundos cai, e a Finep consequentemente repassa uma verba menor para pesquisa científica.
  3. Paralisação dos editais dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs)
O governo criou em 2008 mais de cem institutos para desenvolver desde pesquisa básica como de ponta. Eles tinham validade de sete anos. Após o término, é preciso julgar os INCTs para saber quais merecem continuar o trabalho, quais serão interrompidos ou substituídos. O Ministério de Ciência e Tecnologia (MCTI) já publicou um novo edital para renovar os institutos, mas não tem recursos para honrar o edital. O processo está parado, e os institutos sem dinheiro.
  4. Crise nos programas estaduais
A crise também atinge órgãos estaduais de ciência. Em São Paulo não há cortes, mas os Institutos de Pesquisa operam com apenas metade do número dos pesquisadores considerado necessário. No Rio, a Fundação de Amparo a Pesquisa (Faperj) interrompeu momentaneamente a liberação de novos recursos. No Rio Grande do Sul, o governo enviou projeto de lei para acabar com a Fundação Zoobotânica e o Museu de Ciências Naturais.

“É a escolha de Sofia”, diz a professora Helena Nader, referindo-se ao filme em que a personagem Sofia, interpretada pela atriz Meryl Streep, precisa escolher qual dos dois filhos vive. “Não é culpa do ministro Janine [Renato Janine Ribeiro, ministro da Educação antes da reforma ministerial] ou do ministro Rebelo [Aldo Rebelo, então ministro da Ciência]. Eles tiveram de se adequar a um orçamento menor e escolher onde cortar. E para fazer isso, decidiram manter as bolsas dos estudantes e cortar no custeio”. A rubrica do custeio, no entanto, é a grande pegadinha. Ela cobre desde a compra de lápis e canetas até equipamentos científicos. Ou manutenção de elevadores. Se por um lado é importante priorizar as bolsas de jovens cientistas, por outro, o corte do custeio pode deixá-los sem laboratórios, equipamentos e o material necessário para fazer pesquisa.

Não bastassem os cortes, a questão da alocação de recursos também chama a atenção da SBPC, especialmente no caso do programa Ciência sem Fronteiras, um dos carros-chefe da política para a educação do governo.  O programa investe na formação de alunos de graduação em universidades no exterior. Acontece que quando o Ciência sem Fronteiras foi criado, em 2011, o governo não gerou novos recursos para ele. Em vez disso, alocou o programa no orçamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDTC). As associações científicas dizem que o Ciência sem Fronteiras está, na prática, tirando dinheiro do desenvolvimento de ciência e inovação para financiar a graduação.

As tentativas para desatar o nó no investimento da ciência existem, mas são ainda tímidas. Segundo o professor Jacob Palis, presidente da Academica Brasileira de Ciências (ABC), uma das saídas que estão sendo negociadas, mas ainda está nos bastidores, seria um convênio ou empréstimo feito pelo governo com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Os recursos poderiam ser usados para liberar os editais dos INCTs. Retirar o Ciência sem Fronteiras do fundo da pós-graduação é outra demanda para evitar cortes em pesquisa, e as associações científicas continuam pedindo uma porcentagem nos recursos dos royalties do petróleo. Mas a medida favorita de Palis é uma saída pouco explorada no Brasil: incentivos para o financiamento privado na ciência.

“Nós precisávamos criar uma espécie de Lei Rouanet para a ciência e tecnologia”, diz, referindo-se à lei que cria incentivos fiscais para empresas investirem em cultura. “Poderia ser um mecanismo para incentivar pessoas e empresas a doar para instituições científicas e abater parte desse valor no Imposto de Renda”. O exemplo que ele dá é o de uma das mais importantes instituições científicas do mundo, a academia de ciências do Reino Unido, conhecida como Royal Society. Essa instituição recebeu, ao longo da história, doações de terrenos, prédios e recursos de empresas, milionários e entusiastas da ciência. Não por acaso, a Royal Society financiou e publicou trabalhos de cientistas distintos, de Isaac Newton a Stephen Hawking. Um artigo publicado em ÉPOCA em junho abordou esse ponto, com o sugestivo título Por que os milionários brasileiros não doam suas fortunas a universidades?.

E foi do Reino Unido que tive a melhor definição de como a ciência brasileira pode enfrentar a crise econômica. No começo de setembro, o Conselheiro-Chefe para Assuntos Científicos do Reino Unido, Robin Grimes, veio ao Brasil para assinar acordos de cooperação científica. Perguntei a ele como a Europa resistiu aos cortes durante a crise financeira de 2009. “É uma questão de a sociedade mostrar aos políticos que se importa com ciência”, disse. “Mostrar que ideias científicas podem ser transformadas em prosperidade, em empregos, em novos produtos. No Reino Unido, nós nos beneficiamos desse entendimento e conseguimos passar a crise com um orçamento estável”. Ou seja, não é apenas criticar e reclamar dos cortes. Nós, como cidadãos, também temos que mostrar que nos importamos com a ciência, sob a pena de ver o desenvolvimento do Brasil usando escadas enquanto os demais países sobem de elevador.

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– A Politicagem que trava o Brasil, de Brasília a Jundiaí.

1- Vejo que se divulga o índice de queda no preço da Cesta Básica. Em Belém, caiu quase 5%! Com tudo aumentando, você acredita nisso mesmo?

2- Ouço que Joaquim Levy, Ministro da Fazenda, disse que nesse novo momento o povo está disposto a aceitar sacrifícios para ajudar o país. Mais alguns?

3- Leio que o Senador Romero Jucá, em entrevista à Revista Veja, diz que o PMDB é a solução para o Brasil e que ele faz parte da mudança. Mas o PMDB já não está no poder e Jucá não é acusado de desvio de verbas, uso de funcionários públicos em campanha eleitoral, abuso do poder econômico e investigado na Operação Lava-Jato?

Brasília pirou!… mas não é só no cenário nacional, também por aqui vemos algumas barbaridades. Por exemplo: compartilho a indagação (e indignação) do Condômino do Residencial Chácara Primavera, Sr Toshio Ishikawa, à respeito do Plano Diretor participativo do Município de Jundiaí, que questiona em email:

“Ouviu a explicação da arquiteta chefe da Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente? (lembrando-me de algumas frases contendo uma espécie de ‘bordão’ que ela adorou):

  1. Por incapacidade de gestores anteriores, o sistema viário de Jundiaí está um caos…
  2. Por incapacidade dos gestores anteriores, Jundiaí perdeu a boa parte da Agricultura local …
  3. Por incapacidade total dos gestores anteriores, Jundiaí cresceu desordenadamente…..
  4. Por incapacidade total do governo estadual, o estado de São Paulo está passando pela maior crise de abastecimento d’água potável..
  5. Por incapacidade e falta de visão, nossos mananciais foram comprometidos e precisou importar a água do Rio Atibaia…’

Afirmo eu o seguinte:

– Afinal, tudo o que é de ruim foi por culpa da incapacidade dos gestores anteriores e do governo estadual atual, …. bonito isso, não é?

Agora,

  1. O prefeito Pedro Bigardi vai recuperar tudo. Legal, não é?
  2. Ainda, ela disse que vai haver a parceria público/privada, de modo que o cidadão com o terreno acima dos 750 metros ou 1.000 metros quadrados onde a Prefeitura disponibiliza benfeitorias públicas (água, iluminação pública, asfalto, etc) será “convidado” a dispor de seu terreno para o uso social…. construindo moradias populares, etc, etc, etc. assim fazer a justiça social… etc e tal. (terreno do cidadão/construção da prefeitura e moradores os necessitados…) A meu ver será parceria (PPP-CaraCÚ) onde a prefeitura entra com a cara e o cidadão….

Então a minha pergunta: Isso será aprovada na Câmara Municipal e tornar-se-á uma Lei. A partir disso, o Sem terra/Sem Teto poderá invadir o terreno ‘terrenão para a Secretária e seus apoiadores’ – em nome do POVO e JUSTIÇA?

Ainda, por exemplo, Tereza Cristina, Malota, etc, esses condomínio/Loteamentos Fechados com metragem igual ou acima dos 1.000 metros, com mansões  e benfeitorias… podem ser desapropriados com a utilização de MSTerra/MSTeto… tudo em nome do JUSTIÇA SOCIAL??

Ou nisso será invocada a tal de DIREITO ADQUIRIDO????????”

Incrível, não. A culpa é dos outros, sempre! E quem paga o preço da demagogia em todas as esferas é a população.

Nem sei quem é a Secretária, não estive na reunião. Mas sei quem é o sr Toshio, sujeito sério, correto, apartidário e ótimo questionador.

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– Quem está administrando o país hoje?

Agora que já sabemos como está o “time ministerial“, que dizem ser fruto da ingerência do ex-presidente Lula e não da atual presidente Dilma, conclue-se: quem manda hoje é o PMDB.

Alguma dúvida disso?

Já vivemos um informal impeachment, pois é clara a dificuldade em saber com quem está a autoridade. E saindo Dilma, permanece o PMDB de Temer.

O que fazer com esse país?

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– O Aumento do Preço dos Combustíveis!

Na surdina, de madrugada, na calada da noite… É assim que agem os picaretas. E a picaretagem foi o aumento (sem prévio aviso) dos combustíveis em razão da alta do dólar. 

A Petrobrás reajustou neste dia 30 (quarta-feira) a Gasolina em 6% e o Diesel em 4%, a fim de realinhar o preço com o mercado internacional e cobrir as perdas. 

Duas coisas importantes:

1- quando o valor do dólar era favorável, os combustíveis não tiveram redução de preços;

2- calcula-se que o “custo-corrupção” da Petrobrás foi de R$ 88 bilhões, entre Lava-Jato/Petrolão e outros golpes. 

Dona Dilma quer que nós paguemos essa conta?

Extraído de: http://m.folha.uol.com.br/mercado/2015/09/1688249-petrobras-aumenta-o-preco-da-gasolina-em-6-e-diesel-em-4.shtml?mobile

PETROBRÁS REAJUSTA OS COMBUSTÍVEIS

A Petrobras decidiu reajustar em 6% o preço da gasolina e em 4% o preço do diesel nas refinarias. O aumento vigorará a partir da zero hora desta quarta-feira (30).
O preço nas bombas é livre e costuma ser reajustado à medida que o combustível com preço novo chegue aos postos.
Em geral, segundo o sindicato dos postos de combustíveis, o aumento de preço para o consumidor tem sido um pouco menor que o das refinarias.
A decisão foi tomada pela companhia na noite desta terça diante dos problemas de caixa da empresa após a forte alta do dólar nos últimos dias.
A estatal informou o aumento por meio de comunicado.
O reajuste é uma sinalização ao mercado de que a empresa, hoje comandada por Aldemir Bendine, tem autonomia para definir sua política de preços dos combustíveis.
“Os preços da gasolina e do diesel, sobre os quais incide o reajuste anunciado, não incluem os tributos federais Cide e PIS/Cofins e o tributo estadual ICMS”, diz o comunicado da empresa.
Integrantes do governo disseram à Folha que o próprio Palácio do Planalto considerou inevitável o reajuste em função das dificuldades financeiras da empresa, fortemente impactada pela disparada recente do dólar, o que ampliou os já elevados níveis de endividamento da companhia.
Em 10 de setembro, a agência de classificação de risco Standard & Poor’s rebaixou a nota da Petrobras, tirando dela o selo de boa pagadora.

 

– Dilma na ONU contou uma mentirinha?

No discurso de abertura dos trabalhos da reunião geral da ONU, a presidente Dilma Rousseff declarou que:

– O Governo brasileiro e sociedade não toleram corrupção.

Que Governo? Aquele que bolou o Mensalão e é protagonista do Petrolão?

Que Sociedade? A que vota nos mesmos corruptos, sejam eles de direita ou de esquerda?

E nem vermelha de vergonha a Dilma ficou…

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– Dilma e sua lojinha de R$ 1,99: da falência à Presidência da República!

Pensei que era alguma pegadinha, mas não é: a “Revista Isto É” trouxe a matéria sobre o último comércio administrado pela presidente Dilma Rousseff: uma loja de artigos de 1,99…

Veja que história curiosa,

extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/436885_COMO+DILMA+QUEBROU+SUA+LOJA+DE+R+1+99+E+UM+PAIS+

COMO DILMA QUEBROU SUA LOJA DE R$ 1,99 E UM PAÍS

Pão & Circo. Com esse nome sugestivo, alusivo à estratégia romana destinada a entreter e ludibriar a massa insatisfeita com os excessos do Império, a presidente Dilma Rousseff abriu em fevereiro de 1995 uma lojinha de bugigangas, nos moldes das populares casas de R$ 1,99. O negócio em gestação cumpriu a liturgia comercial habitual. Ao registro do CNPJ na Junta Comercial seguiu-se o aluguel de um imóvel em Porto Alegre, onde funcionava a matriz. Quatro meses depois, uma filial foi erguida no centro comercial Olaria, também na capital gaúcha. O problema, para Dilma e seus três sócios, é que a presidente cuidou da contabilidade da empresa como lida hoje com as finanças do País – recém-rebaixado pela agência de risco Standard & Poors por falta de confiabilidade. Em apenas 17 meses, a loja quebrou. Em julho de 1996, já não existia mais.

Tocar uma lojinha de quinquilharias baratas deveria ser algo trivial, principalmente para alguém que 15 anos depois se apresentaria aos eleitores como a “gerentona” capaz de manter o Brasil no rumo do desenvolvimento. Mas, ao administrar a Pão & Circo, Dilma cometeu erros banais e em sequência. Qualquer semelhança com a barafunda administrativa do País atual e os equívocos cometidos na área econômica de 2010 para cá, levando ao desequilíbrio completo das contas públicas e à irresponsabilidade fiscal, é mera coincidência. Ou não.

Para começar, a loja foi aberta sem que os donos soubessem bem ao certo o que seria comercializado ali. Às favas o planejamento, primeiro passo para criação de qualquer negócio que se pretenda lucrativo. A empresa foi registrada para vender de tudo um pouco a preços módicos, entre bijuterias, confecções, eletrônicos, tapeçaria, livros, bebidas, tabaco e até flores naturais e artificiais. Mas a loja acabou apostando no comércio de brinquedos para crianças, em especial os do “Cavaleiros do Zodíaco”, série japonesa sucesso entre a meninada dos anos 90. Os artigos revendidos pela Pão & Circo eram importados de um bazar localizado no Panamá, para onde Dilma e uma das sócias, a ex-cunhada Sirlei Araújo, viajaram três vezes para comprar os produtos. As mercadorias eram despachadas de navio até Imbituba (SC) e seguiam de caminhão até a capital gaúcha.

Apesar de os produtos ali vendidos custarem bem pouco, o negócio de Dilma era impopular – como a presidente hoje, que ostenta míseros 7% de aprovação. Os potenciais clientes e até mesmo os comerciantes vizinhos reparavam na apresentação mal-acabada da loja, com divisórias de tábua de madeira. “Não entrava ninguém ali”, afirmou ao jornal Folha de S.Paulo Ênio da Costa Teixeira, dono de uma pizzaria próxima. Ao abrir a vendinha de importados, a presidente também não levou em conta um ensinamento básico do bom comerciante: “o olho do dono é que engorda o gado”. Segundo relato dos próprios sócios, Dilma aparecia na loja “eventualmente”. Preferia dar ordens e terceirizar as tarefas do dia a dia, situação bem semelhante ao contexto atual, em que delegou a economia ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy e a política ao vice Michel Temer, até este desistir da função dizendo-se boicotado pelo ministro Aloizio Mercadante, da Casa Civil.

Na sociedade da Pão&Circo, o equivalente ao Mercadante era Carlos Araújo, o ex-marido. Era Araújo quem aconselhava Dilma sobre como ela poderia turbinar as vendas. Mas o ex-conjuge se revelou tão inepto quanto o titular da Casa Civil. “Acho que ela não era do ramo”, afirmou o comerciante, André Onofre, dono de um café ao lado. Depois de tantas trapalhadas comerciais, não restou outro destino à lojinha de R$ 1,99 de Dilma senão a bancarrota.

Questionada sobre a mal sucedida experiência no mundo dos negócios, a Dilma comerciante lembrou mais uma vez a Dilma presidente. Há duas semanas, numa espécie de negação da realidade, a presidente rechaçou a “catástrofe” econômica vivida atualmente pelo Brasil. Ao se referir à lojinha, cinco anos atrás, a Dilma comerciante saiu-se com a seguinte pérola: “Quando o dólar está 1 por 1 e passa para 2 ou 3 por 1, o microempresário quebra. É isso que acontece com o microempresário, ele fecha. A minha experiência é essa e de muitos microempresários desse País”. Ou seja, como boa petista, a presidente jogou a culpa em FHC pela malfadada experiência administrativa – que hoje, sabe-se, seria apenas a primeira. Com a agravante que a crise atual, também de sua inteira responsabilidade, atinge milhões de brasileiros. A outra teve alcance bem restrito, afetando somente o seu bolso e as economias de seus sócios. Bem, de todo modo, se Dilma atribui a falência à relação dólar/Real no período em que o negócio esteve em funcionamento, com todo respeito, ela comete um grave erro matemático. Dilma administrou seu comércio de quinquilharias importadas no melhor momento da história do Brasil para se gerir esse tipo de negócio — quando o Real estava valorizado em relação ao dólar. No ano e mês em que a Pão&Circo foi criada – fevereiro de 1995 – o dólar valia R$ 0,8. Quando quebrou, a moeda americana ainda não passava de R$ 1.

O negócio tocado pela então política filiada ao PDT fechou as portas em julho de 1996. Três anos depois ao encerramento da casa de bugigangas em Porto Alegre, Dilma assumiria o cargo de secretária de Minas e Energia na gestão Olívio Dutra (1999-2002). O resto da história, todos sabem.
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– Você queria um cartão corporativo da Presidência da República?

Parece que o dinheiro público realmente é mal gerido.

No demonstrativo das despesas dos gastos com cartão corporativo, consta a compra de 5 espátula de bolo (a R$ 1.166,00 reais cada) para a cozinha presidencial!

Será que são de ouro?

E depois querem que paguemos mais impostos

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– O Governo só pensa na CPMF?

De novo (pela enésima vez) temos propostas do Governo para se enviar ao Congresso, visando aprovar a CPMF (ou CPPrevi, ou qualquer nome que seja).

O Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, só fala em criar impostos, a qualquer sacrifício.

Cortar mordomias dos políticos, que são custosas ao cofre da União (e aos nossos bolsos), não é discutido?

Assim é fácil ter receita…

Antes, a proposta era de 0,20% e muitos políticos criticaram. Agora, para ter aceite dos governadores estaduais, o Governo Federal propôs 0,38% dividindo com os Estados!

Tudo por dinheiro!!!
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– E ninguém faz nada em relação à Greve do INSS?

Total omissão das autoridades competentes: há 70 dias o INSS está em greve.

E aí?

Tudo normal, nada a reclamar e ficamos assim?

Que vergonha…

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– Não sei se cai Lula, Dilma ou Levy; sei que a paciência está esgotando!

A semana foi horrorosa para a Política e para a Economia do Brasil.

  1. Joaquim Levy viu a nota do grau de investimento do país cair. Vai cair com ela também?
  2. Dilma Rousseff viu ser divulgado um relatório que durante o seu Governo a Petrobrás perdeu 200 bilhões de dólares. Cairá em breve?
  3. Lula viu a Polícia Federal pedir ao STF que seja investigado, pois provas surgem contra ele e precisam ser comprovadas (vide as publicações semanais). Enfim, a “casa” caiu?

O grande problema é que com tamanha corrupção e má gestão pública, quem sofre, para variar, é o povo.

Aliás: eu não queria essa atual administração. Por quê tenho que ter meus impostos aumentados como o Ministro da Economia quer? Juro que gostaria que a lei fosse dirigida EXCLUSIVAMENTE a quem votou nessa turma! Claro que isso é impossível…

Em tempo: a Revista Época desta semana mostra que uma das propostas para elevar a arrecadação é o aumento da CIDE sobre os combustíveis, passando dos atuais R$ 0,22 que a compõe, para R$ 0,60!

Além desse absurdo, o duro é aguentar o ex-presidente Lula dizer contraditoriamente que “a perda do grau de investimento não significa nada”, sendo que quando tivemos o aumento da nota (em sua administração), declarou que “era um passo significativo para novos investimentos no Brasil e a marca da credibilidade do Governo”.

Mudou o discurso por qual motivo?

Não sou petista, nem peessedebista. Sou um humilde comerciante que não aguenta mais pagar impostos e ver meu suado dinheiro (que não é nem o que sobra, é o que entra para pagar contas) indo embora na mão desses corruptos!

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– Precauções e Radicalismo no 7 de Setembro.

Curto e grosso:

1- A Presidente da República Dilma Rousseff desfilou “blindada” para não receber vaias ou ser atacada. Ofender a representante do país em um dia como hoje não é civilizado tampouco educado.

2- Em contrapartida, ela não fez o discurso tradicional da Independência para não existir panelaço e não ser criticada. Aí é covardia, medo de manifestação democrática.

Tudo isso é triste. Quando a coisa chega a esse ponto…

Hélio Bicudo, fundador do PT, pediu impeachment da ex-colega. Michel Temer, seu vice, andou dizendo que será difícil ela até o fim.

Por fim: precisamos de alguém realmente independente, que lute pelo Brasil e seja honesto. Mas não vejo um nome sequer!

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– Não acredito em Políticos!

Alberto Youseff, o doleiro, citou os peessedebistas Aécio Neves e Sérgio Guerra também como receptores de dinheiro sujo, assim como os inúmeros petistas e peemedebistas.

Não acredito. E não duvido. Infelizmente, políticos são todos iguais e as provas estão escancaradas.

Nessa, estou com o José Simão, que publicou: “Não há virgem na Zona”.

Concordo e assino embaixo.

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– Que decepção, Joaquim Levy!

O país está em crise. Não há um só comerciante que esteja contente. A corrupção anda solta no Brasil. A recessão econômica é um fato. As vendas estão em baixa e o Governo nada faz.

Ou melhor, faz sim: só fala em aumentar impostos!!!

Gente, e cortar gastos? Ninguém pensa nisso?

Joaquim Levy começou como Ministro da Fazenda com medidas impopulares, que fatalmente o Governo Aécio tomaria, mas que a Presidente Dilma prometeu não tomar. E depois delas, parece que o Ministro não pensou mais em crescimento.

Agora, especula-se a volta da CPMF. Ah, vai lamber sabão!

Depois não querem que o mentor da presidente Dilma, ganhe o bonecão Lulão…

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– E se os Ministros tivessem que responder chamada da Presidente?

A presidente Dilma Rousseff irá reduzir o número de ministérios. Dos absurdos 39, 10 poderão deixar de existir. Fala-se à boca pequena que um superministério poderia ser criado e oferecido ao ex-presidente Lula. Talvez sim, talvez não.

O certo é: será que, de bate-pronto, Dilma consegue dizer quais são os 39 ministérios e o nome de cada um dos ministros, sem titubear?

Hum… não sei. Mas sei que precisamos de uma reforma ministerial urgente, para ter uma maior economia de gastos e maior eficiência do país!
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– A Prefeita Bonitinha mas Ordinária!

Lidiane Leite da Silva (PP) é a prefeita de Bom Jardim, interior do Maranhão. Jovem (somente 24 anos) ficou conhecida nacionalmente pela sua beleza e pelas suas publicações nas redes sociais. Entretanto, a Justiça descobriu que os contratos do paupérrimo município eram fechados sem licitação. Pior: houve superfaturamento até da Merenda Escolar, sendo calculados em R$ 900.000,00, segundo a Operação Éden da PF. Ela é considerada foragida pela Polícia.

Homem, mulher, belo (a), baixinho, gordo, velho, jovem… para ser corrupto, não existe perfil!

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– Aposentados mais aliviados!

Não sei se deveria ter escrito “mais aliviados” ou “menos estressados”: o certo é que a proposta do Governo em pagar parceladamente o 13o Salário dos Aposentados fracassou. A segunda proposta, de 25% em um mês e outros 25% no outro, idem. Agora, em Setembro, haverá o pagamento da 1a parcela integralmente.

O que irrita é: as pessoa que decidiram isso (a Presidente, alguns Ministros e demais políticos) já receberam sua parcela do 13o em Julho!

Enquanto isso, comuns e mortais trabalhadores como nós…

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– TCU comprova: preços nunca foram os verdadeiros em Abreu e Lima!

Dos R$ 30 bilhões gastos na construção refinaria pernambucana da Petrobrás em Abreu e Lima, em todos os contratos havia superfaturamento!

A obra que era em parceira com a venezuelana PDVSA, que por ordem de Hugo Chávez desistiu do negócio, não está pronta, não se sabe quanto gastará, e não há um só contrato de prestador de serviço que não esteja investigado pela Operação Lava-Jato.

Que farra com o dinheiro público, não? E o pior é que tais manchetes são tão repetitivas que muitos nem se escandalizam mais…

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– Prefeitura de Itupeva atrasa INSS e FGTS dos funcionários?

Recebi essa matéria do jornalista Reinaldo Oliveira e me espantei: os funcionários têm descontados os valores, mas não são pagos o INSS e FGTS?

Abaixo, com espaço aberto para esclarecimentos de quem possa desejar:

PREFEITURA DE ITUPEVA ATRASA INSS E FGTS

Foi aprovado por unanimidade, na ses­são ordinária do dia 11/08, o requerimento nº 061/2015, solicitan­do do poder executi­vo informações sobre o não recolhimento do INSS e atrasos nos pagamentos do FGTS dos funcionários pú­blicos da Prefeitura de Itupeva. Com o anún­cio do projeto que visa criar o Estatuto dos Servidores Públicos Municipais, e o regime próprio da Previdên­cia, é maior a preocu­pação dos servidores e dos vereadores com relação aos encargos sociais sobre a folha de pagamento que estão com os recolhimen­tos em atraso. Agora os vereadores, auto­res do requerimento, aguardam a resposta do chefe do executivo para repassar as infor­mações aos servidores e ao sindicato, e tam­bém apos ter conhe­cimento dos valores em atraso acrescidos de multas e juros dis­cutirem como serão apropriados esses va­lores nos Projetos de Lei dos regimes esta­tutário e previdenci­ário do município de Itupeva.

Entenda o que pede o Requerimento:

  1. Em caso de contra­tos celetistas, infor­mar se os recolhimen­tos mensais de todos os encargos traba­lhistas, especialmente FGTS, INSS e PIS/PA­SEP foram efetuados nos prazos previstos na legislação nos últi­mos 2 anos. Em caso de eventual não cum­primento de prazos, foram despendidos recursos com paga­mentos de multas, ju­ros, correções ou ou­tros acréscimos?
  2. Há parcelamentos de valores referentes a recolhimento de INSS e FGTS? Se sim, os pagamentos estão em dia? Encaminhar con­trato de parcelamento e todos comprovantes de pagamento.

Sobre o que pensam os funcionários desta situação, assim falou a professora do Ensino Fundamental Rober­ta Polli, funcionária há 15 anos: “Fiquei sabendo que os be­nefícios não estavam sendo depositados, verifiquei e constatei que é verdade. Fiquei muito triste porque nunca nestes 15 anos ocorreu tal fato. E jus­tamente nesta admi­nistração, que tem a frente um prefeito do Partido dos Trabalha­dores, acontece este fato, é lamentável”,

Também a professora de Educação Especial, Valéria Longatti, fun­cionária há 11 anos, disse: “Comprei um apartamento e para isto usei o FGTS. Re­centemente fui à Caixa procurar informações sobre a amortização das parcelas e fui in­formada de um gra­ve problema: o meu pagador, a prefeitura de Itupeva não estava depositando o valor sobre o recolhimento do FGTS. Fiquei mui­to triste. Exijo e quero os meus direitos”.

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– Qual seria o montante surrupiado da Petrobrás?

De acordo com a Operação Lava Jato, mais 3 presos e que estão colaborando com delação premiada concordaram em devolver o dinheiro desviado dos cofres da Petrobrás: Milton e José Adolfo Pascowitch, além de Julio Faerman, irão repor R$ 247 milhões à estatal.

Será que esse valor corresponde verdadeiramente ao desfalque?

Ainda: e todos os outros corruptos, quanto desviaram?

Creio que o bilionário valor roubado dos cofres públicos por todos os envolvidos nunca será descoberto.

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– Sobre a Greve dos Árbitros: reflexões!

Marco Antonio Martins, presidente da ANAF (Associação Nacional dos Árbitros), sugere que se discuta uma greve dos juízes de futebol após a presidente Dilma vetar o direito de arena para a categoria.

A entidade havia pedido 5%, o projeto final apresentou apenas 0,5% e ainda assim a presidente Dilma o barrou.

Gozado, por outras causas de remuneração não vimos o mesmo vigor e contundência, tais como à propaganda gratuita feita pelos árbitros a parceiros da CBF e à profissionalização da categoria.

Veja as marcas que são expostas pela CBF na camisa dos árbitros! Em alguns estaduais, os juízes viraram out-doors! Pergunto: quanto é que os árbitros estão recebendo desses patrocinadores?

A pergunta principal, mais importante ainda: a ANAF está brava com o veto da presidente Dilma de 0,5% aos árbitros. Mas por quê não fica brava com a própria CBF, que nada paga para usá-los como propaganda ambulante?

E aí vale discutir 3 pontos:

  1. – Os anúncios estão em conformidade com os dilemas éticos que a FIFA estabelece? Em São Paulo, queria-se estampar Crefisa e a própria FIFA proibiu.
  2. – O número de anúncios e seus locais onde se estampam publicidade atendem as exigências da FIFA? Aliás: só podem ser colocadas nas mangas da camisa! Portanto: estão com publicidade irregular.
  3. – Quais os valores pagos aos árbitros pela ANAF, repassados pela CBF, para fazerem a propaganda?

É por isso que questiono A TOTAL INDEPENDÊNCIA DESSAS ASSOCIAÇÕES. O senhor Marco Antonio Martins, que é uma pessoa idônea, trabalha como observador da CBF e é o presidente da ANAF. Como ele vai brigar pela ANAF contra a CBF? Se a CBF tem descaso na luta pelo direito de Arena dos seus árbitros e ainda por cima os usa como publicitários sem remuneração, por quê a ANAF não ameaçou fazer greve contra a CBF para que os árbitros recebam das marcas que ostentam em campo?

Idem ao senhor Arthur Alves Júnior, secretário da ANAF e presidente do Sindicato Paulista, que exerce concomitantemente a função de membro da Comissão de Árbitros da FPF. Se um árbitro quiser se queixar contra os cartolas do apito de SP, irá ao seu sindicato e deparará com um dos próprios funcionários que deseja se queixar!

Insisto: são pessoas honestas em cargos de INCOMPATIBILIDADE.

O mais interessante é que a CBF, contrária à MP do futebol, ficará muito feliz com essa situação… Afinal, já que Marco Polo não pode parar o campeonato por conta própria pois está sem moral, se apropriaria de um terceiro interessado.

Calma: não estou dizendo que é um locaute, uma situação disfarçada, pois penso que não haverá greve. Mas duvido que árbitros se mobilizem por conta própria para uma paralisação. E se acontecer, que seja não só pelo direito de arena, mas pela PROFISSIONALIZAÇÃO!

É curioso: por quê os sindicatos e associações de árbitros NUNCA defendam que a milionária CBF banque um grupo de árbitros com carteira assinada, FGTS, INSS e férias?

Reflita sobre isso.

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– Panelaço, Legitimidade do Voto, Demagogia e Democracia: uma reflexão sobre a Política e a Presidência!

Ontem, durante o horário eleitoral gratuito do PT, grande parcela da população das zonas urbanas promoveram um panelaço em protesto ao partido.

Isso é da democracia.

Entretanto, Dilma foi eleita com a maior parte dos votos (claro, não a maioria deles) do país. Ela é legitimamente a Presidente (não presidenta) da República.

Isso é democracia.

Entretanto, em meio ao mar de corrupção que envolve o PT, ao péssimo momento da Economia, foi uma decepção ver que não houve nenhum mea culpa do Governo, tampouco uma efusiva declaração de que se corrigirá o que está errado.

Foi arrogante mostrar o Lula dizendo que “o pior momento deste governo é melhor do que o melhor momento do governo anterior”.

Isso é demagogia, e meu ouvido não é penico.

Musiquinhas emotivas, sorrisos falsos e tentativa de engodo. Somente aparências de um excelente marqueteiro.

Isso também é demagogia.

Se Dilma renunciar, sofrer um impeachment, ou algo lhe tirar do poder dentro das leis do país, de fato, será democracia.

Mas entra o Temer!

Isso é, desculpe o trocadilho, temeridade.

Sejamos justos: Joaquim Levy tem a marca de Ministro do Aécio Neves. As medidas seriam semelhantes caso existisse a derrota do PT – com uma diferença: sem o “peso nas costas” dos escândalos de tal proporção como vemos.

No fundo, os partidos políticos são todos iguais. E insisto em algo que me dói: não vejo um nome que transmita HONESTIDADE que seja símbolo da mudança do Brasil.

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– A MP do Futebol, suas alíquotas, a revolta do contribuinte comum e o veto ao direito de arena dos árbitros!

A presidente Dilma Rousseff sancionou a Medida Provisória que regulamenta a Gestão dos Clubes de Futebol e cobra suas dívidas. Diante disso, aqui vai um desabafo de um pobre comerciante que não aguenta mais pagar imposto, que sente a crise econômica na carne e que ainda por cima tem que ler no noticiário as benesses aos inadimplentes clubes de futebol.

As dívidas dos times acumuladas à União são bilionárias, em especial ao INSS. Deixe você, simples mortal, de pagar imposto para ver o que acontece. A MP do Futebol, basicamente, permite que os clubes que optarem pelo Reffis possam continuar com a mesma forma de administração atual. Mas os que aderirem ao novo modelo proposto, tornando os clubes como empresas e cercados por várias responsabilidades, terão benefícios fiscais importantes. Abaixo:

Empresas normais pagam 7,6% de Cofins. Os clubes de futebol pagam hoje (ao menos, deveriam pagar) 3%. E se aderirem a MP do Governo, pagarão 1,71%.

Isso é justo a mim, a você ou a qualquer contribuinte que labuta de 2a a 2a e procura pagar todas as suas contas em dia? O CALOTEIRO, O PICARETA E O FRAUDADOR TEM VANTAGENS NESSE PAÍS!

Quer mais?

Eu recolho 20% de INSS. Os clubes, só 5%. E quem aderir à MP… 1%. A Contribuição Social (CSLL) está na casa de 9%, e os clubes pagarão míseros 0,66%. O Imposto de Renda está na absurda alíquota de 25%, mas para o Corinthians, Flamengo, Grêmio ou qualquer outro que aderir será de ínfimos 1,26% (em tempo: esse item foi vetado)!

É moleza ou não? E as dívidas já efetuadas terão os juros amortizados, parcelados por 20 anos e outras regalias.

Quando é que o comerciante tem tanta mordomia desse jeito junto ao Governo? Se a bancada do futebol (o lado ético dela) quer por em ordem a conta negativa, e tem que bater de frente com a bancada da CBF (a bancada não-ética do futebol) que quer manter o mesmo status quo de inadimplência e de nenhuma cobrança do Governo, que faça; mas não é correto que outros setores da atividade econômica arquem com esse ônus!

Vou fechar o meu estabelecimento comercial, demitir meus empregados e montar um clube de futebol. Darei calote nos impostos, atrasarei o pagamento de salários e não justificarei as entradas e saídas de dinheiro. Quem sabe me torno beneficiado pelo Governo também.

Aliás, por quê – e isso é um questionamento sério – o Bom Senso FC (ONG de atletas que luta pelos direitos dos jogadores) não pede também o fim da burla fiscal (porém, que está dentro da lei) na qual os jogadores apresentam notas fiscais como prestadores de serviço (pagando menos tributos), ao invés de que se registre TUDO em carteira de trabalho (CTPS) e se pague os devidos impostos?

Por fim: a presidente Dilma vetou o Direito de Arena dos Árbitros de Futebol, que era de míseros 0,5%. E onde estão os sindicalistas da arbitragem nessa hora?

Respondo: estão TRABALHANDO COMO EMPREGADOS DOS “PATRÕES” (QUE DEVERIAM SER QUESTIONADOS), como assessores da Comissão de Árbitros da FPF, observadores da CBF ou algum cargo que o valha. É nítida a incompatibilidade de cargos de presidentes de Sindicatos, Associações e tantas outras entidades que pregam a defesa dos árbitros de futebol. Onde estava o lobby pró-categoria, descompromissado de CBF e suas federações?

Em um país sério e independente, os árbitros parariam o campeonato por diversos motivos justos. Mas isso é só uma pequena ponta da imundice das relações do futebol com a sociedade brasileira.

EU, que nunca dei calote, pago meus impostos em dia, trabalho em conformidade com a lei, QUERO AS MESMAS BENESSES DO PESSOAL DO FUTEBOL!

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– Menos Recursos para a Educação Infantil e Superior

Pátria Educadora?

Parece piada, mas o Governo que cunhou tal lema acaba de cortar recursos das Creches até as Universidades!

Compartilho, extraído de: Folha de SP, pg A8, ed 22/07/2015

DILMA CORTA VERBA PARA PRÉ-ESCOLA E CRECHE; VAGAS ERAM PROMESSA ELEITORAL

A expansão da oferta de vagas em creches e pré-escolas no país, uma das promessas do governo Dilma Rousseff (PT), será afetada pela redução do orçamento do Ministério da Educação.

Do total de R$ 9,2 bilhões cortados na pasta, R$ 3,4 bilhões (37%) eram destinados à construção de unidades de educação infantil, além de quadras esportivas.

Para gestores, a medida vai comprometer a obrigatoriedade de matrícula, a partir de 2016, de todas as crianças de 4 e 5 anos, prevista na legislação desde 2009. Segundo dados de 2013 (os mais recentes disponíveis), a taxa de atendimento dessa faixa etária é de 87,9%.

“Como podemos ser uma pátria educadora sem financiamento?”, questiona, em referência ao slogan do governo federal, Edelson Penaforth, secretário municipal de educação de Tonantins (AM) e presidente da Undime (entidade que reúne secretários municipais de educação) na região Norte.

Com população de 18 mil habitantes, a cidade solicitou recursos para a construção de duas creches, mas as obras ainda não começaram. “O não repasse de recursos certamente vai atrasar o atendimento das metas [de inclusão de crianças]”, diz Eduardo Deschamps, presidente do Consed (Conselho Nacional de Secretários de Educação).

UNIVERSIDADES

A conclusão de obras no ensino superior também terá o cronograma adiado. Segundo dados obtidos pela Folha, o corte em universidades e institutos federais será de R$ 1,9 bilhão, de um total da ordem de R$ 3,2 bilhões para investimentos.

Obras com mais de 70% de conclusão terão prioridade para receber a verba. Com isso, na UFABC (Universidade Federal do ABC), por exemplo, a expansão do campus de São Bernardo foi adiada para 2016.

As universidades federais também foram afetadas pela redução do orçamento da Capes, agência federal de fomento à pesquisa. O corte de verba diminuiu os recursos para atividades e bolsas de pós-graduação.

Na UnB (Universidade de Brasília), o repasse caiu de R$ 4 milhões para R$ 1 milhão, segundo o decano de planejamento e orçamento da universidade, César Tibúrcio. “Por conta disto, muitas bancas de mestrado e doutorado estão ocorrendo via Skype ou similar”, disse ele.

Uma das principais bandeiras da campanha à reeleição de Dilma no ano passado, o Pronatec (programa de ensino técnico e profissional) também foi afetado pelo ajuste fiscal do governo.

A redução de 3 milhões para 1 milhão de vagas no programa representou economia de cerca de R$ 400 milhões. Os cortes também atingiram as emendas ao Orçamento destinadas à educação por deputados e senadores, e a Avaliação Nacional da Alfabetização, que seria realizada pelo Inep (instituto ligado ao MEC), foi suspensa, conforme publicado no jornal “O Estado de S. Paulo”.

Cortes no MEC/Editoria de Arte/Folhapress

OUTRO LADO

O Ministério da Educação afirma que estão garantidos os recursos para obras em andamento de creches, escolas e quadras. “Novas obras serão redimensionadas”, diz.

O ministério destaca ainda que o ajuste realizado pelo governo federal “preserva os programas e ações estruturantes e essenciais” em educação, que carrega o lema do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff (PT).

Assim, programas como Pronatec e Ciência sem Fronteiras “têm sua continuidade garantida este ano”, mas também haverá “redimensionamento da oferta”. Segundo a Capes, mais de 14 mil bolsistas do Ciência sem Fronteiras, selecionados em edital de 2014, irão para o exterior neste semestre.

Esse grupo ainda faz parte da meta inicial do programa, de conceder 101 mil bolsas. “Somente após esses estudantes estarem em suas instituições de destino serão definidas novas etapas do programa”, informou a Capes. A promessa do segundo mandato de Dilma é enviar mais 100 mil ao exterior.

O Inep diz que o cancelamento da avaliação de alfabetização foi motivado por “questões pedagógicas”, já que neste ano será possível fazer uma comparação entre os resultados obtidos em 2014 e 2013. Em 2016, a aplicação da prova será retomada.

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– A queda de Popularidade da presidente Dilma que assusta o brasileiro!

Pesquisa da CNT divulgada ontem, aponta: apenas 7,7% dos brasileiros (ou se preferir, apenas 1 em cada 13 brasileiros) consideram aceitável o Governo Dilma.

Como ela se reelege após 4 anos e depois de 6 meses tem reprovação de 93%? A queda de popularidade da presidente é impressionante.

Diante de tudo isso, fica a questão: reverterá o mau resultado ou conseguirá ir tocando o país por mais 3 anos e meio?

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– Crise…

Leio na Folha de São Paulo: devido a redução nas vendas de Combustíveis em geral, o país voltou a ser exportador de Gasolina!

Também em destaque: menos carros nas ruas (as pessoas deixam seu veículo em casa) e consequentemente ônibus mais lotados.

Reflexos da carestia: vende-se menos, lojas mais vazias, economiza-se por todos os lados, corta-se o supérfluo

Uma pergunta: com os pátios lotados, as montadoras não reduzirão os preços dos automóveis?

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– Tatto e a Redução da Velocidade do Trânsito nas Marginais

Jilmar Tatto, Secretário dos Transportes de São Paulo, deu uma entrevista completamente desconexa sobre a redução da velocidade nas Marginais na Capital.

Declarou que: “reduzir as velocidades das Marginais ajudará o motorista a chegar mais rápido ao seu destino, ajudará na fluidez do trânsito e as pessoas poderão dialogar mais“.

É o desafio das leis da Física!

– Se a velocidade é menor, como se chegará mais rápido?

– Se o número de carros continuará o mesmo, como melhorará a fluidez?

– O que a velocidade tem a ver com o “diálogo das pessoas”? O que isso é útil ao motorista?

A única justificativa seria a maior segurança no trânsito, mas isso não foi citado por Tato. Um verdadeiro samba-do-crioulo-doido.
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– Créditos da NF Paulista atrasarão!

Não importa o partido; os políticos sempre fazem a gente pagar a conta…

O Governo do Estado de SP avisa: créditos da NF Paulista sofrerão atraso de 6 meses para serem depositados!

Mancada, em Alckmin?

Extraído de: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/07/nota-fiscal-paulista-adia-liberacao-de-creditos-e-reduz-repasse-do-icms.html

NOTA FISCAL PAULISTA ADIA LIBERAÇÃO DE CRÉDITOS E REDUZ REPASSE DO ICMS

O Governo de São Paulo informou nesta terça-feira (7) que adiou em seis meses o calendário de liberação de créditos da Nota Fiscal Paulista. Os valores que seriam liberados em outubro de 2015 só estarão disponíveis em abril de 2016. As resoluções foram publicadas no Diário Oficial do Estado do último sábado (4).

Segundo o governo estadual, a medida foi adotada pela necessidade de o Estado preservar recursos para investimentos e áreas prioritárias de atendimento à população, sem elevação de carga tributária, esforço que “envolve todos os setores do governo estadual nesse período de desaceleração da economia”.

O governo também cortou de 30% para até 20% a fatia do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) reservada aos créditos. A redução em 10 pontos percentuais do ICMS foi feita para ampliar a distribuição de recursos para áreas que tem seus repasses vinculados à arrecadação do ICMS como saúde, educação e prefeituras.

O adiamento se restringe aos créditos de ICMS calculados sobre compras efetuadas no primeiro semestre de 2015. Os consumidores poderão utilizar normalmente os valores de créditos remanescentes e de prêmios acumulados na conta corrente para abater ou quitar o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2016.
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– Lula: Não é com ele?

O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva tem o dom da oratória. É inegável. E do “enrolation” também. Na 6a feira, aos petroleiros, falando sobre a redução da maioridade penal a crimes hediondos, declarou:

O Congresso Nacional não pode jogar nas costas dos jovens a irresponsabilidade dos Governos“.

Ótimo! Maravilhoso, concordo e assino embaixo. Aliás, nos últimos 12 anos de Governo, tivemos como governantes… Lula e Dilma!

Cara-de-pau, né?
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