– Gaste dinheiro em coisa boa, dona CBF!

Já abordamos o gol anulado de Gabigol na Arena da Baixada, acesse o link em: https://professorrafaelporcari.com/2023/07/13/a-resolucao-do-var-entre-furacao-x-mengao-a-cbf-esta-brincando-com-futebol-profissional/

Uma opinião bem continente: vamos implementar a inteligência artificial do Impedimento semiautomático da FIFA!

Falamos sobre ele quando dissertamos sobre a Copa do Catar. E ele funcionou muito bem. Aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/11/18/detalhes-sobre-a-arbitragem-na-copa-do-mundo-no-catar-2022/

Agora, chega o momento de reflexão: com tanto dinheiro mal gasto pela CBF, por quê suportar má resolução de câmera e tecnologia ultrapassada? Usemos a IA da FIFA!

Uma opinião em: https://youtu.be/Czx9OlxydNs

– O ousado racismo em Itaquera… como resolver?

O preparador físico do Universitário-PER, Sebastian Avellino Vargas, é um sujeito corajoso (ou sem juízo): chamou um grupo de torcedores do Corinthians, em plena Arena Neo Química, de macaco, além de praticar gestos racistas.

Cá entre nós: toda rodada, até em jogos improváveis envolvendo clubes que não se esperava, estão acontecendo problemas. E avalie algumas circunstâncias bem particulares:

  • O que leva a um profissional do esporte ir a outro país e fazer tal bobagem? Um esportista deveria congregar as pessoas, não o contrário.
  • Ele vem de um país mestiço (Peru), sendo que ele é estrangeiro (Uruguai). Não deveria ter um pouco mais de experiência, sensibilidade e respeito?
  • Sebastian não é branco de olhos azuis… e ainda assim faz isso?
  • Como ele ficará perante os jogadores negros de seu clube?
  • Se casado, como explicará aos seus filhos a detenção?

O mais irritante é que, quando preso, fez cara de coitado e provavelmente justificou que foi ofendido por torcedores (como se não conhecesse o mundo do futebol).

Aguardemos a omissa Conmebol, que tirou uma “casquinha” dos problemas de Vinícius Jr, divulgando notas e protestos, mas nada faz de concreto em seu próprio território.

 

Foto: Marcelo Braga, extraído do G1.com

– Seneme “precisou” concordar com a decisão da arbitragem. Explico:

Muitos se espantaram ao ver Wilson Seneme, chefe dos árbitros, dizendo que o árbitro Ramon Abatti Abel acertou ao não dar pênalti a favor do Flamengo. É óbvio que, no íntimo dele, ele sabe que o árbitro errou, mas:

1- Ele suspendeu por duas rodadas Claus, por não expulsar Abel na confusão com Calleri. Suspendeu Bruno Arleu pelo “pênalti fantasma no jogo do Santos” (Bruno Arleu foi poupado dos erros de São Paulo x Corinthians). Vai suspender mais um?

2- Seneme PRECISA dos árbitros FIFAS para tocar o campeonato. Se admitir os erros de todos eles, terá que suspender todos, e ficará sem gente para apitar.

3- Com a briga que há na relação CBF x Palmeiras, baixar a guarda foi providencial. Mas cria-se outra pendenga: agora, contra o Flamengo.

Se eu sou a CBF, trago 10 árbitros da Europa para a próxima rodada. Simplesmente desembarcam, fazem o jogo é vão embora. Pressão ZERO sobre eles.

(Em tempo: é a mesma estratégia que o Cel Marinho – que foi chefe de Seneme – fazia: defendia o árbitro na imprensa, puxava a orelha dele nos bastidores, e dessa forma não perdia um nome importante na próxima rodada).

– As atitudes intolerantes no futebol: alguém precisa fazer algo!

Nos últimos dias, muita coisa violenta, radical e desrespeitosa está acontecendo no futebol. E não podemos achar isso normal. E isso talvez se resuma em: Educação (ou falta de) e Impunidade. Veja só:

1. Luan, do Corinthians, apanhou em um motel. Já se sabe que foram membros da torcida organizada que estiveram envolvidos na morte do garoto Kevin Spada, em Oruro, na Bolívia.
– Por que invadir a vida privada de alguém? E se os rapazes estivessem cumprindo pena, como deveriam?

2. Santos e Vasco da Gama foram punidos por depredação dos próprios estádios por parte dos torcedores (filmados claramente). O Corinthians ficará sem torcida por cantos homofóbicos.
– Quem foi punido ou processado? As pessoas foram filmadas, e nada se fará?

3. Abel Ferreira intimidou Calleri, arrancou celular de repórter e xingou árbitro. Seu auxiliar João Martins sugeriu irresponsavelmente “esquema” e inflamou os mais fanatizados.
– O Tribunal de Justiça Desportiva fez o quê? Nada, “passou pano” em Abel e não será diferente com João.

4. Por fim, o mais grave: a torcedora Gabriela Anelli foi ASSASSINADA por uma garrafada de briguentos torcedores.
– Mesmo que o bandido seja preso, logo estará na rua e ninguém devolverá a vida da moça.

Perceberam que tudo se resume em Educação e Impunidade? Quem mudará isso?

O que aconteceu com Gabriela Anelli Marchiano, torcedora morta após  agressão em Palmeiras x Flamengo | Goal.com Brasil

Imagem: Reprodução Goal.com

– O futebol como plataforma de celebração e amor à negritude.

Por Matheus Melgaço – “Neguinho safado”. Esta frase foi um insulto racial destinado ao atleta Vinicius Junior na saída de campo do estádio Nilton …

Continua no Link em: O futebol como plataforma de celebração e amor à negritude

– O Vasco e a 777: uma SAF decepcionante?

Já abordamos outras vezes sobre a ilusão que uma SAF pode ser (no link em: https://wp.me/p4RTuC-LcH). Resumidamente, como qualquer parceria, há as boas e as ruins, as criadas com pessoas preparadas e as com aventureiros.

Os americanos da 777, que administram o Vasco da Gama, estão com muita dificuldade em engrenar o time. E a pergunta que se deve fazer é: eles tinham a expertise necessária? Quais os cases de sucesso que a empresa esteve envolvida? Quem são os homens por trás do planejamento no futebol?

A demora por um técnico, a fragilidade nas decisões e a impressão de que o projeto não anda, trazem dúvida sobre o quão competente é o parceiro Cruz-maltino

Tudo sobre a 777 Partners, responsável por transformar o Vasco em SAF

Imagem extraída de Mkt.com.br

– Halter “pode” reclamar do “sistema”… sobre Santos 4×3 Goiás.

Dias atrás, o zagueiro Halter foi expulso injustamente na partida Goiás x Palmeiras pelo árbitro carioca Wagner Magalhães-FIFA. Neste domingo, o carioca Bruno Arleu-FIFA marcou um pênalti equivocado do próprio Halter em Joaquim.

O zagueiro santista (que se destacou no Paulista de Jundiaí pela força física e oportunismo no ataque) caiu após uma disputa de espaço com o seu oponente. Vendo e revendo o lance, a impressão que dá é que Halter o tranca legalmente e ele cai naturalmente.

São situações assim que assustam. Bruno Arleu marcou mais um pênalti “fantasma” (lembram das lambança que ele fez recentemente em São Paulo x Corinthians, anulando o lance de Calleri por falta em Fágner e marcando um pênalti de Rafinha em Wesley? Aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/05/14/analise-dos-lances-polemicos-da-arbitragem-de-corinthians-1×1-sao-paulo/

Seneme, dois dias depois, disse que o árbitro acertou nos dois lances na época.

Santos x Goiás: onde assistir, horário e escalação das equipes

– Se Atlético 0x1 Corinthians fosse a 30 anos….

Felipão e Vanderlei Luxemburgo no auge: pensaram que embate?

Mas não foi isso que vimos no Mineirão, no sábado. Tivemos dois veteranos treinadores, um que estava aposentado e outro esquecido.

Respeito demais as conquistas que tiveram, mas… o tempo cobra.

Atlético-MG x Corinthians: onde assistir, horário e escalação das equipes -  Estadão

Imagem extraída de Estadão.com

– Sobre as reclamações em Palmeiras 1×1 Flamengo.

Lance 1 – O pênalti em Everton Ribeiro: o palmeirense vai trancar o flamenguista, mas ao invés de ombro-a-ombro, ele dá uma bobeada e acaba usando o braço nas costas. Pênalti infantil, evitável, que se fosse no meio de campo, o juizão teria marcado sem medo. O VAR não deve ter chamado por respeitar a interpretação de campo. Errou.

Lance 2 – Se fosse Copa do Mundo, no lance reclamado pelo Palmeiras, teríamos aquele impedimento automático que pegava milímetros e mostrava em 3D para os torcedores – e ninguém reclamaria. Afinal, por pouco, a tecnologia (mais rudimentar, é verdade) mostrou que a ponta do pé estava à frente.

Palmeiras x Flamengo: retrospecto, escalações, arbitragem e onde assistir

Imagem: Terra.com.br

– Pedro Caixinha no Corinthians?

Surgiu o boato: o treinador do Red Bull Bragantino Pedro Caixinha substituirá Vanderlei Luxemburgo no Corinthians?

Sérgio Loredo, o jornalista que mais entende de Massa Bruta, explica: em: https://youtu.be/mqC7kH3bP_o

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x São Paulo.

Para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Paulista, apitará Raphael Claus.

Claus é renomado árbitro FIFA. Seu trabalho foi apenas razoável na Copa do Mundo, se acertou no Paulistão e, por não ter expulsado Abel Ferreira na intimidação à Calleri pelo Brasileirão, ficou duas rodadas na “geladeira”. Não deve ter problemas no jogo em Bragança Paulista.

Foi um grande surpresa ver tal escala. Era esperado que ele estivesse no segundo jogo entre Palmeiras x São Paulo pela Copa do Brasil, e, portanto, estaria preservado nessa rodada (quem atuará no meio de semana, estará poupado do Brasileirão e treinará nos próximos dias no RJ).

Fica a dúvida: pela lógica das escalas, para o meio de semana entre Palmeiras x São Paulo teremos Wilton Sampaio (vetado pelo Verdão) ou Edina Batista?

Acompanhe conosco o jogo do Red Bull Bragantino x São Paulo pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema. Domingo, 09/07, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Dinizismo na Seleção: e as questões éticas?

Fernando Diniz será por 1 ano (que é um período de tempo significativo no futebol brasileiro, os treinadores penam para chegar a tanto tempo em seus cargos) o treinador “tampão” da Seleção Brasileira, à espera da chegada de Carlo Ancelotti.

Penso:

  • Ser treinador do Fluminense e concomitantemente da Seleção requer tempo. Terá tanto tempo para não prejudicar sua equipe?
  • Ancelotti está apalavrado, não assinado. E se… entenderam? Diniz ficará como treinador efetivo, a contragosto do Fluminense?
  • Se Diniz fizer um magnífico trabalho com a Seleção, Ancelotti virá assim mesmo?
  • Se forem jogar Fluminense x Palmeiras na volta de uma data-FIFA, já imaginaram se (como nessa última pausa) o Palmeiras ter que jogar desfalcado? Nem mesmo num jogo de confronto direto, mas se ambos estiverem disputando posição na tabela…

Eu preferia, sendo “tampão”, um treinador desempregado. Ou um assistente de Ancelotti. Mas nessas condições, acho complicado.

JORGE RODRIGUES/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO AGF

Imagem: Jorge Rodrigues / AGIF

 

 

– O constrangedor tuíte oficial pós São Paulo 1×0 Palmeiras.

Parece “reclamação de boteco”: a bola bate acidentalmente em movimento natural do braço de um são-paulino após bater em sua cabeça. Segue o jogo. Mas… o perfil oficial do Palmeiras no Twitter pediu pênalti! Aí não dá…

Infelizmente, muitos ainda se prendem a pênaltis mal marcados para justificar erros ou acertos. O histórico da confusão do movimento antinatural no Brasil, aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/08/09/o-que-mudou-ou-nao-na-regra-da-mao-na-bola/

– Os dois lances polêmicos em Flamengo 2×1 Athlético Paranaense.

Lance de Vitor Roque em Pulgar (que posteriormente resultou em gol): disputa de bola com contato físico faltoso. Repare que primeiro ele vai no corpo do flamenguista, com carga. Impossível dizer que aquilo é tranco legal (pois tranco é ombro a ombro com força permitida). Errou o árbitro Flávio Rodrigues de Souza.

Pênalti no Arrascaeta: atleticano “furou a bola” e chutou o flamenguista. Isso é a famosa falta por “imprudência”, onde você não quer fazer a falta, mas faz. Nesse tipo de lance, é infração sem cartão amarelo (ops: a “mão na bola” reclamada não foi).

– O Encaixe de Caixinha e a Harmonia de um Projeto.

Há alguns dias, após golear o Tacuary e se classificar como primeiro colocado na sua chave na Copa Sulamericana, o treinador do Red Bull Bragantino, Pedro Caixinha, falou sobre o que fez na pausa do Brasileirão (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-NJV).

Eu tenho gostado das entrevistas do Caixinha, e em especial, quando falou sobre “cuidar do seu time e não se dispersar com a arbitragem”, já que era “bobagem tentar controlar algo que não está a seu controle” (aqui: https://wp.me/p4RTuC-MeV). Mas dessa vez, quero retirar uma observação pontual da coletiva daquela oportunidade, que está refletindo agora em campo:

Pausa é treino”.

Pausa nos jogos não é para descansar, é para trabalhar forte, ajustar o time e acertar o esquema tático. E os seus jogadores ouviram isso e entenderam. Das vitórias contra o Flamengo até o Corinthians, foram 4 jogos com 100% de aproveitamento dos pontos, com 14 gols marcados e 1 sofrido.

Aqui, faça-se justiça à estrutura que foi lhe oferecida. Já abordamos algumas ações louváveis da gestão empresarial do Red Bull Bragantino (aqui, 10 itens: https://wp.me/p4RTuC-NAu). Também do forte apelo com a interação com as crianças (um exemplo aqui: https://wp.me/p4RTuC-NJr). Agora um outro ponto: a integração atletas-comunidade.

Entenda:

Todos nós devemos nos preocupar com a saúde laboral. Trabalhar em condições de trabalho ofensivas ao equilíbrio emocional é um problema (e sabemos que a pressão do mundo do futebol não permite muita escolha, vide o que está acontecendo com alguns atletas de clubes com risco de rebaixamento). Mas veja esse exemplo: os atletas do Red Bull Bragantino vivem em Bragança Paulista, convivem com os moradores, frequentam shopping e restaurantes, desfrutam dos belos parques e acabam tendo uma melhor qualidade de vida. Vide Sasha (contratado por Thiago Scuro por ser um jogador que entregaria 15 gols no ano, e que já fez 11): no Atlético Mineiro, era reserva, e quando o time perdia, não podia sair de casa… Ele chegou para encorpar o time, já que eram atletas muito jovens predominantemente.

Na antevéspera do jogo contra o Corinthians, Sasha e outros atletas foram com suas esposas e filhos ao… circo! Sim, o Circo di Napoli está na cidade e se instalou à beira do Lago do Taboão. Com suas crianças, tirou foto com as pessoas ali presentes, foi solícito e sentou-se no meio do público. Quando ele faria isso, estando em outro clube? Não poderia ser uma “pessoa comum”…

Tudo está dando certo. Veja os resultados no último final de semana, das diversas equipes:

Sub 15 – RBB 2×0 Barbarense

Sub 17 – RBB 3×1 Novorizontino

Sub 20 – RBB 1×0 Lemense

Copa Paulista – RBB 5×2 Juventus

Profissional – RBB 1×0 Corinthians

Feminino – RBB 3×0 Fluminense

Até fora do futebol houve sucesso: na F1 no GP da Áustria, Verstapenn, da RBR, venceu.

Aqui, fica a observação: dinheiro, estrutura e competência para gerenciar, se bem combinados, resultam em bons frutos.

Red Bull Bragantino lança a campanha #ForçaInterior

Imagem: Arte extraída do site da empresa.

– Não é torcedor, é bandido quem foi “buscar” Luan, do Corinthians, no Motel.

O vídeo que agita a Internet dos bandidos travestidos de torcedores agredindo o jogador Luan num motel, é assustador.

Esses brutamontes apavoraram o atleta e também a sociedade. Imagine a cabeça dos jogadores do Corinthians? Que clima é esse?

Pior: bandidos de outros times devem estar dizendo: “tá vendo, a gente deveria fazer o mesmo com fulano, soprano ou beltrano”.

Com a palavra, as autoridades.

Imagem: Central do Timão.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para São Paulo x Palmeiras: como está o Bráulio?

Bráulio da Silva Machado, Professor de Educação Física, catarinense de 44 anos e morador em Tubarão / SC, apitará o jogo das Quartas-de-Final da Copa do Brasil entre São Paulo x Palmeiras no Morumbi.

Bráulio tem aplicado muitos cartões em seus jogos, especialmente amarelos por motivos diversos (indisciplina, reclamações e outros). Mas tem apitado menos faltas do que de costume, tentando fazer o jogo correr mais, seguindo a orientação da FIFA. Das várias partidas que assisti dele, vejo algumas oscilações, sendo que muitas vezes há graves erros técnicos. Por exemplo: qualquer chute que batia no braço, involuntário ou não, ele tendia a marcar pênalti. Melhorou nesse quesito…

Alguns equívocos:

Por justiça, há de se lembrar: ele foi muito bem em Corinthians x Flamengo, pelo jogo de ida da final da Copa do Brasil do ano passado, especialmente no lance de Léo Pereira. Relembre aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/10/13/penalti-de-leo-pereira-no-corinthians-0x0-flamengo/

O ano de 2023 não começou bem para Bráulio, que pela mesma Copa do Brasil apitou Sergipe x Botafogo e foi agredido. Falamos sobre esse episódio aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/03/03/sobre-as-queixas-contra-a-arbitragem-de-sergipe-1×1-botafogo/

Logo após o pedido de Tolerância Zero, vi Bráulio apitando Red Bull Bragantino 0x3 Cruzeiro, onde o árbitro ficou mais preocupado com os bancos e seus treinadores, do que com o próprio jogo! E olhe que o Caixinha não fala de arbitragem e, por enquanto, não recebeu um cartão sequer no Brasileirão. Vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/04/30/o-mau-momento-dos-arbitros-da-fifa-no-brasil/

Recentemente, Bráulio esteve no Morumbi e deu o ridículo pênalti de queimada a favor do São Paulo contra o Internacional, na vitória do Tricolor por 2×0. Foi mal mesmo… E 3 dias depois, apitou Palmeiras x Grêmio, com vitória do Verdão por 4×1.

Porém, há poucos dias, Bráulio apitou Atlético Mineiro 1×1 Palmeiras e anulou o gol de bicicleta de Rony, quando o palmeirense deu uma declaração confusa, de que o “árbitro admitiu que errou pois o erro veio lá de cima“. Está aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/05/28/o-gol-de-bicicleta-anulado-de-rony-em-atletico-mineiro-1×1-palmeiras-e-o-suposto-penalti-de-marcos-rocha/

Enfim: quando os jogos da Copa do Brasil foram sorteados, escrevemos que a lógica seria Claus apitar um dos jogos (de preferência, o segundo) e a primeira opção seria de Bráulio (texto de 07 de junho de 2023, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/06/07/seneme-desde-ja-cocando-a-cabeca-para-a-escala-da-copa-do-brasil-entre-palmeiras-x-sao-paulo/), já que Wilton Sampaio é vetado.

Curiosidade: Bráulio é um dos árbitros que mais foi escalado em jogos do Palmeiras e do São Paulo nos últimos anos. Vide como ele “vai bem” em jogos de ambos:

2021:
Palmeiras 3×2 Santos
SPFC 2×1 Grêmio
SPFC 0x0 América
Palmeiras 1×0 Internacional
SPFC 3×1 Juventude

2022:
Goiás 1×1 Palmeiras
Palmeiras 0x2 Athletico
América 2×2 SPFC
Fluminense 1×1 Palmeiras
Palmeiras 4×0 Coritiba
São Paulo 3×1 Coritiba
Athletico 1×3 Palmeiras
SPFC 2×2 Atlético
Cuiabá 1×1 Palmeiras

2023:
Palmeiras 4×1 Grêmio
São Paulo 2×0 Internacional.

Que tenhamos uma arbitragem sem polêmicas!

Imagem extraída de TechTudo.com.br

– Treinador receberá Cartão por conta do mau comportamento dos seus substitutos, se não identificados.

A partir de 1º de julho, começaram a valer as mudanças da Regra do Futebol 2023/2024. No Campeonato Brasileiro de 2023, elas já valem desde a Rodada 1, por conta do nosso calendário diferente.

Sobre elas, já escrevemos aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/03/02/as-mudancas-das-regras-para-a-temporada-2023-2024/

A novidade é: um ponto “esquecido”, que já estava escondido na Regra e que é muito importante, não foi debatido:

  • Jogadores substitutos e membros da comissão técnica que reclamarem ou cometerem atos de indisciplina, se não identificados, terão a sua punição revertida ao TREINADOR!

Ou seja: se um reserva fazer arruaça e o árbitro não conseguir identificá-lo, o Cartão Amarelo irá ao seu treinador.

Quem será o primeiro a ser vítima dessa regra (já existente na Regra 12 e que agora se faz notória)?

Imagem extraída da Web:

– A declaração de João Martins, a escola de Abel e a acusação de Felipão.

João Martins, auxiliar de Abel (que estava suspenso), disse:

“Entendemos que o futebol brasileiro passa uma imagem de que é o mais competitivo do mundo porque ganham vários. Mas ganham vários porque não deixam os melhores ganhar. Foi mais uma vez o que se passou hoje. É ruim pro sistema o Palmeiras ganhar dois anos seguidos”.

Isso é grave. E leviano também… Vamos lá:

É sabido que Abel Ferreira e João Martins fazem revezamento de reclamações (vide a alternância de cartões recebidos). É sabido também que são da escola de reclamações de Mourinho e Felipão, pois criam um clima de “eles contra nós”.

A gravidade da queixa deveria ser apurada com mais rigor; afinal, ele está colocando a lisura do campeonato em dúvida. E se for apenas “jogar para a torcida”, ou ainda, “fazendo pressão pré-jogo para a próxima rodada”, é uma irresponsabilidade. Que a arbitragem é ruim, não precisa dizer. Mas direcionada, não. Afinal, não seria capaz “de fazer o serviço”…

Neste domingo, o Palmeiras foi prejudicado pela não expulsão de Zé Ivaldo logo no começo do primeiro tempo (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-NQ3). Mas se assim fosse, como justificar o erro a favor na expulsão do zagueiro Halter do Goiás (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-MqN) ou do pênalti fantasma em Roni contra o Fortaleza (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-MH7)? A Teoria da Conspiração funciona quando o erro é contrário, mas ela não existe quando é a favor?

Primeiro, se reclama da arbitragem, o elo mais fraco. Se as arbitragens forem perfeitas, irá se reclamar do calendário. Se o calendário for ajustado, se reclamará da tabela. Se a tabela for equitativa, a queixa será dos gramados. E por aí vai.

Lembremo-nos: o São Paulo FC era brigado com a CBF quando conquistou seu tricampeonato com Muricy Ramalho no comando… E em tempo: na opinião de João Martins, o Palmeiras é o melhor, por isso não vencerá? Não é auto-suficiência se rotular como melhor, mesmo estando há 10 pontos do Botafogo?

Aliás, Felipão, professor dessa trupe, de maneira arrogante recebeu Amarelo e desdenhou do árbitro. Foi expulso. E depois disse: “Hulk recebe cartão por ordem de alguém lá de dentro, a gente sabe”.

É o mesmo velho filme, onde todos nós já sabemos como funciona o enredo. E isso cansa e não cola mais.

Print de tela de João Martins, quando “protestou” rodadas atrás.

– A não expulsão de Zé Ivaldo na cotovelada de Endrick no Athletico Paranaense x Palmeiras.

Muita gente ainda confunde a regra de “marcar pênalti e não expulsar o jogador”. Não quero crer que isso tenha acontecido com o árbitro Jean Pierre “Vin Diesel” na Arena da Baixada.

Zé Ivaldo vê Endrick, com a bola dominada, avançando dentro da área. E,,,

  • SE EM DISPUTA DE BOLA ELE ACABASSE COMETENDO JOGO BRUSCO GRAVE pênalti e cartão amarelo, pois a nova orientação da regra fala que tiro penal e expulsão por um lance desse é “excesso de rigor”.

Porém, não foi disputada a bola, pois o athleticano deu uma cotovelada.

COTOVELADA NÃO É DISPUTA DE BOLA – tal prática é agressão, portanto, pênalti e cartão vermelho.

Errou a arbitragem. Ou ficou com medo de expulsar tão cedo um jogador?

– Árbitro(a) tem que ter atenção: o estrago que Wesley do Corinthians fez em Jadsom do Red Bull Bragantino.

Aos 90m, Wesley (SCCP) deu uma entrada com carrinho perigoso em Jadsom (RBB). O corintiano já tinha cartão amarelo, e a árbitra fez vista grossa. E mandou seguir (falamos desse e de outros lances aqui: https://wp.me/p4RTuC-NPv)!

Ao ver a contusão, mandou ele sair e o Red Bull Bragantino ficou jogando com 10 atletas por um bom tempo.

Na foto de Ari Ferreira, o estrago feito pelo jogador do Corinthians, não punido:

– Análise da Arbitragem de Corinthians 0x1 Red Bull Bragantino.

Não gostei da arbitragem de Edina Alves Batista. Vamos lá:

No primeiro tempo, começou marcando todas as faltas (exceto uma mais forte de Fagner em Sasha, a 1 minuto). Depois dos 30 minutos, não marcou mais nada. Terminamos essa etapa, em faltas: SCCP 7×4 RBB, e no jogo todo, 14×11 (Luxemburgo, veterano e inteligente, cobrava “anti-jogo” do Red Bull Bragantino).

No segundo tempo, Edina começou a ficar longe das jogadas, permitindo novamente o jogo correr e até mesmo deixando de marcar faltas cavadas e faltas reais.

Disciplinarmente, foi justa nos cartões aplicados (especialmente no desentendimento entre Sorriso e Wesley). Porém, deixou de dar outros – faltou a Ruan Oliveira aos 47m do 1º tempo, que deixou a sola na coxa de Aderlan; também a Wesley (que já tinha Amarelo) em Jadsom aos 90m (nesse, vide que absurdo no link em: https://wp.me/p4RTuC-NPK).

Tecnicamente, o lance mais polêmico foi um lance entre Aderlan e Yuri Alberto, onde o corintiano pediu pênalti e ela corretamente não marcou, por ter sido tranco legal.

Destaque positivo: bandeira 1, Neuza Back, que em todos os impedimentos marcou na hora.
Destaque negativo: bandeira 2, Leila Moreira Naiara da Cruz, que em todos os impedimentos demorou muiiiiito tempo, esperando a conclusão da jogada (mesmo em lances claros).

Em tempo, o final do Grupo Red Bull foi ótimo.

Na Base: 

Sub 15 – RBB 2×0 Barbarense
Sub 17 – RBB 3×1 Novo Horizontino
Sub 20 – RBB 1×0 Lemense
Copa Paulista – RBB 5×2 Juventus

No Profissional:
RBB 1×0 Corinthians

Na Fórmula 1:

RBB venceu com Verstapenn.

Abaixo, nosso “minuto a minuto da arbitragem”:

1m: Fagner (SCCP) pisa no pé de Sasha (RBB). Falta não marcada…

12m: Edina se posicionou mal e a bola bateu nela.

16m: A bola vem da zaga para Sasha, que estava em posição de impedimento. Mas “vindo da defesa” não há off side… errou a bandeira Leila Naiara aomarcar o fora de jogo (que sejamos justos: estava com a visão prejudicada pois um atleta a encobria).

24m: Moscado atinge Lucas Evangelista por baixo. Ele cai e bate a boca no chão (e fica caído por quase 1 minuto). Falta não marcada e demora para atende ro atleta.

33m: Aderlan (RBB) dá um tranco legal em Yuri Alberto (SCCP), que pede pênalti. Não foi nada, acertou a árbitra.

Até os 11 minutos, tivemos 7 faltas. Até os 30m, só ocorreram 2, mas muito pelo critério da árbitra: ela começou marcando tudo, depois marcando nada.

41m: Roger Guedes mergulha na entrada na área e a árbitra marca a falta. Não foi, errou.

Aos 47m, Ruan Oliveira (SCCP) deixou a sola em Aderlan (RBB) e o lesionou. Merecia Cartão Amarelo e não recebeu.

60m: 4ª fala de Moscardo (essa, mais dura em Jadsom) e o Cartão Amarelo foi mostrado. Perfeito.

66m: De novo, erro de Leila Naiara: a assistente marcou escanteio, e não tiro de meta, na bola de Felpe Augusto.

76m: Roger Guedes, pela 3ª vez em impedimento, domina a bola e vai para o ataque. A bola bate na trave e só depois a bandeira Leila ergue seu instrumento (e não era lance difícil…). Ela (de novo) errou o tempo da sua marcação.

84m: Sorriso e Wesley se estranharam e corretamente receberam amarelo.

88m: de novo, Leila Naiara deixa de marcar um impedimento claro

90m: Wesley, que já tinha Cartão Amarelo, dá um carrinho em Jadsom, arrancando até a caneleira. Era para Amarelo, e consequentemente ser expulso. Não foi.

Corinthians x Red Bull Bragantino: onde assistir, horário e escalação das equipes

Imagem extraída de Terra.com

– E se o Santos estivesse na liderança do campeonato?

Primeiro, foram Nathan e Lucas Pires flagrados em uma balada na madrugada com belas mulheres (com o time capengando no campeonato). Agora, Soteldo que se rebelou.

Se o Santos FC estivesse vencendo, esses casos de indisciplina teriam acontecido?

Ou ainda: essas coisas teriam “vazado” se o Peixe fosse líder do Brasileirão e estivesse classificado para a segunda fase da Copa Sul-americana?

A verdade é: não sabemos nada do que acontece de verdade nos bastidores...

O atacante Soteldo, do Santos, em partida contra a LDU na Vila Belmiro - Marcello Zambrana/AGIF

Imagem: Marcello Zambrana/AGIF

– Quem apita?

Para a rodada do Brasileirão desse final de semana, o quadro completo com os árbitros:

– Um jogo de futebol sempre é algo legal…

Olhe só que legal: 18m do 2º tempo, e está rolando Red Bull Bragantino II 4×1 Juventus pela Copa Paulista.

Aqui: vista térrea do Restaurante Rosário (embaixo da arquibancada, do tradicional lanche de linguiça).

É o moderno / revolucionário x antigo / tradicional em campo…

⚽️📸🥅 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Como é bom esse Cleber Machado!

Para quem só conhece o Cleber Machado “da Globo”, veja que cara bacana (e quanta história antes da Venus Platinada) ele compartilhou no Podcast “Inteligência Ltda”.

O cara é bom (e gente boa)! E trouxe histórias apaixonantes do rádio… (em especial, da final de 86 entre São Paulo x Guarani).

Em: https://www.youtube.com/live/DtvKdpV8G58

– Os 10 maiores salários de jogadores brasileiros na atualidade.

Rafael Reis, do UOL, trouxe uma interessante matéria sobre o salário dos principais jogadores de futebol brasileiros.

É claro que a remuneração é algo bem particular de cada um, mas os números, sem dúvida, chamam a atenção.

Os Top 10 são:

1 – Neymar (Paris Saint-Germain): 44,1 milhões de euros/ano
2 – Oscar ( Shanghai Port): 24 milhões de euros/ano
3 – Casemiro (Manchester United): 20,9 milhões de euros/ano
4- Vinícius Júnior (Real Madrid): 20,8 milhões de euros/ano
5 – Gabriel Jesus (Arsenal): 15,8 milhões de euros/ano
6 – Marquinhos (Paris Saint-Germain): 14,5 milhões de euros/ano
7 – Antony (Manchester United): 11,9 milhões de euros/ano
8 – Raphinha (Barcelona): 12 milhões de euros/ano
9 – Alex Sandro (Juventus): 11,1 milhões de euros/ano
10 – Fabinho (Liverpool): 11 milhões de euros/ano
Gabriel Martinelli (Arsenal): 11 milhões de euros/ano
Roberto Firmino (Liverpool): 11 milhões de euros/ano.

Fontes: Capology e L’Équipe.

Será que não são, digamos, um tanto elevados?

(Extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/rafael-reis/2023/05/15/com-neymar-no-topo-veja-o-top-10-dos-jogadores-brasileiros-mais-bem-pagos.htm)

Imagem extraída da Web

– E o Santos FC na partida derradeira da Sul-americana?

Pobre Santossem dinheiro, com elenco comum, empatando em casa contra o Blooming da Bolívia para um pouco mais de 2000 pessoas.

Como reverter essa situação do Peixe?

A venda como SAF seria uma saída inevitável?

Santos Futebol Clube - Tudo Sobre - Estadão

Imagem extraída de Estadão.com

– A Passionalidade do Torcedor, Luís Castro, Cuca e a Arábia Saudita comprando os clubes do seu país.

Dentro do mundo de trabalho profissional, todo e qualquer cidadão pode ouvir, estudar, aceitar ou não uma nova proposta para a sua carreira. E para que exista o aceite, deve cumprir seu contrato de trabalho.

CUMPRIR um contrato significa: permanecer o tempo acordado ou pagar a multa estipulada para isso. Se nada disso for feito, se negocie um DISTRATO.

Luís Castro, ao que consta, aceitou ir para a Arábia Saudita. Ele dirigirá o Al Nassr de Cristiano Ronaldo, ganhará 4 vezes mais do que recebe no Brasil e irá morar numa mansão de 2,5 milhões (que será propriedade definitiva do português, se ficar até o final do contrato).

Em Abril, pela ruim campanha no Campeonato Carioca, a torcida xingou nas arquibancadas Luís Castro e pediu sua saída. Agora, em Junho, ele voltou a ser xingado pela torcida que queria a sua permanência. O torcedor é resultadista e passional, não?

O treinador já dava mostra que sairia quando disse em coletiva pós-jogo contra o Palmeiras, ao explicar uma situação, que quando pediram minha saída…” (e por aí caminhou a resposta dele, visivelmente desafiador e magoado). Ele estava chateado pelos insultos, talvez também pela invasão recente ao CT e outros episódios.

Alguns defendem o nome de Cuca, pelo histórico no próprio Botafogo. Aliás, ao site “FogãoNet”, Cuca disse uma vez que “de todos os trabalhos, o Botafogo de 2007 era o que lhe dava mais orgulho”. Mas… será que ele tem clima para isso hoje? E os protestos que sofreu, o desgaste com a imagem e a situação ainda mal resolvida?

Há algo importante nessa história toda: Luís Castro não foi seduzido pelos petrodólares de algum príncipe, mas pelo próprio Fundo Soberano Real da Arábia Saudita!

A Arábia Saudita criou um “Projeto de Investimento dos Clubes Esportivos”, e com dinheiro do fundo real, comprou 75% das equipes: Al Nassr, Al Hilal, Al Itihad e Al Ahli (que são os 4 times grandes do país, detentores dos últimos 40 títulos do Campeonato Nacional Saudita). O propósito é tornar o “Sauditão” uma liga internacionalizada, repleta de estrelas conhecidas, veteranos importantes e de jovens promessas, assistida pelo mundo inteiro.

Conseguirá?

Dinheiro, pelo jeito, não faltará!

Imagem extraída de Máquina do Esporte. Com

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Corinthians x Red Bull Bragantino, e outras observações.

Antes da nossa tradicional fala sobre o prévio estudo da arbitragem, algumas considerações:

1- PREÇO do Ingresso:

Em Bragança Paulista, no Estádio Nabi Abi Chedid, o valor do Ingresso no Campeonato Brasileiro é de R$ 60,00. Em jogos de lotação (quando vem um time grande e de apelo, como Flamengo ou Corinthians), apenas o preço do visitante é majorado para R$ 100,00 (por conta do espaço diminuto da torcida adversária, que sempre esgota os bilhetes – prática comum).

Para domingo, o torcedor bragantino que for para a Arena Neo Química pagará… R$ 200,00! Não é algo fora da realidade? Um pouco “caro demais”, pelo setor onde fica e pelo próprio preço em si? Lembrando que esse jogo não teria a presença de público devido a punição pelos gritos homofóbicos, que posteriormente o Corinthians conseguiu reverter / suspender.

Destaque: O Red Bull Bragantino oferece um plano de sócio-torcedor por R$ 24,90, que indiscutivelmente é excelente. Você assina essa opção e assiste a todos os jogos em Bragança Paulista, necessitando apenas fazer o check-in eletrônico assim que ele é liberado, sem pagar pelo ingresso. Se ocorrerem 3 jogos na cidade, o valor avulso dos ingressos custaria um total de R$ 180,00. No plano, cada jogo custaria R$ 8,30 (praticamente, um valor simbólico). Há outras opções de planos, desde os que têm descontos em parceria com universidades e comércio local, até outros com benesses em empresas nacionais.

ATUALIZANDO: “Corinthians anuncia ingresso por 100,00 para torcedor do Braga e poderão ser comprados no domingo pela amanhã“, informa o jornalista Sérgio Loredo.

2- DESFALQUES do visitante:

Pedro  Caixinha ainda não conseguiu, desde que chegou ao Brasil, ter todos os titulares à disposição para o seu “11 perfeito”. Aproveitou a pausa nas datas FIFA para intensificar os treinos, sem a preocupação de viagens e/ou questões recuperativas (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-NJV). Depois disso, em 3 jogos, foram 13 gols marcados e apenas 1 sofrido.

Há muitos jogadores lesionados, e estão contundidos / em processo de transição: Bruninho (lesão na coxa direita – talvez se recupere em tempo), Helinho (estiramento no colateral do joelho esquerdo), Lucas Cunha (cirurgia no joelho) Nacho Laquintana (cirurgia no tornozelo), Natan (lesão no ligamento colateral medial do joelho esquerdo), Raul (cirurgia no joelho) de Talisson (entorse no tornozelo esquerdo). Léo Ortiz e Luan Cândido estão em fase de transição. Henry “The Flash” Mosquera se contundiu contra o Flamengo, na partida em que fez dois gols – e ainda é dúvida.

3 – ARBITRAGEM:

Para o confronto entre o Timão e o Massa Bruta, a CBF escalou:

Árbitro: Edina Alves Batista – SP
Bandeira 1: Neuza Inês Back – SP
Bandeira 2: Leila Moreira Naiara da Cruz – DF
4º Árbitro: Douglas Marques das Flores – SP
Assessor de Arbitragem: Sílvia Regina de Oliveira – SP
VAR: Daiane Carolina Muniz dos Santos – SP
AVAR: Amanda Pinto Matias – SP
AVAR 2: Marielson Alves Silva – BA
Observador de VAR: Marcos André Gomes da Penha – ES

Nessa rodada, foram preservados os árbitros que estarão na Copa do Brasil no próximo meio-de-semana (Ramon Abatti Abel em BAH x GRE, Flávio Rodrigues de Souza em CRF x CAP, Leandro Pedro Vuaden em AME x SCCP e Bráulio da Silva Machado em SPFC x SEP). E nos jogos dos times grandes no Brasileirão, foi escalado o maior número de FIFAs possível.

Edina, que estará embarcando para a Oceania em breve como árbitra selecionada para a Copa do Mundo Feminina, foi escalada para esse importante confronto.

Lembremo-nos que houve um intervalo de “calvário” para a árbitra, que começou justamente num erro na partida Internacional 0x2 Red Bull Bragantino pelo Paulistão 2021, devido a uma mentira relatada na súmula (relembre aqui: https://wp.me/p55Mu0-2OK). Ela estava fazendo uma excelente temporada, tinha apitado seu primeiro clássico, e a partir daí começou a decair. Teve ainda problemas familiares, de saúde e outros de ordem particular. Perdeu a chance de ir para a Copa do Catar 2022 (“bateu na trave”) e fez um péssimo primeiro semestre de 2022. A partir do segundo turno do Campeonato Brasileiro do ano passado, Seneme voltou a escalar Edina com constância e ela se recuperou. Tem alternado bons e razoáveis jogos (errando e acertando como a maioria dos árbitros da FIFA). No começo do ano, uma prova de fogo: vencer o “veto do Santos” (por erros que realmente foram graves contra o SPFC) no clássico contra o Corinthians na Vila Belmiro, onde foi pressionada do começo ao fim. Ali, ela superou as dificuldades com a importantíssima ajuda do VAR (recorde aqui: https://wp.me/p55Mu0-3cG).

No Brasileirão Feminino, Edina tem “sobrado” em campo numa sequência muito boa de jogos. Apitou no último domingo Palmeiras 1×3 São Paulo no Allianz Parque. Será seu 16º jogo nos últimos 3 meses (vamos ver se não haverá impacto físico por tal sequência de partidas).

Acompanhe conosco o jogo do Corinthians x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 02/07, 11h00. Mas desde às 10h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Saúde x Intensidade: a necessidade de tornar o futebol mais interessante para um novo jeito de torcer.

Por Glauco Costa Eric Hobsbawm, renomado pesquisador de fama internacional, salientou no livro Era dos Extremos que “à medida que o historiador do …

Continua no link em: Saúde x Intensidade: a necessidade de tornar o futebol mais interessante para um novo jeito de torcer

– Ted Lasso e as lições de liderança para as organizações.

A série de TV consagrada da Apple TV+ não fala de futebol apenas, mas principalmente de relacionamentos nas organizações.

Vale a pena a leitura desse artigo, extraído de: https://gq.globo.com/google/amp/cultura/tv-streaming/noticia/2023/05/ted-lasso-licoes-lideranca.ghtml

AS LIÇÕES DE LIDERANÇA DE TED LASSO

O treinador da TV é dono de uma bondade desconcertante. Para o especialista em inovação Marcelo Nakagawa, há muito que aprender com ele.

Por Marcelo Nakagawa

“Para mim, o sucesso não é sobre as vitórias e derrotas. Trata-se de ajudar esses jovens a ser as melhores versões de si mesmos, dentro e fora do campo.” Essa é a mensagem que, na minha opinião, resume Ted Lasso, a premiadíssima série (em 2022, foram 20 indicações e quatro Emmys) do treinador de futebol americano que passa a liderar um time de futebol na Inglaterra. Disponível na Apple TV+, sua terceira e última temporada estreou em março, e o episódio final vai ao ar em 31 de maio.

Mesmo fictícia, Ted Lasso representa um novo tipo de liderança, cada vez mais necessário nas organizações. Para compreender o personagem vivido por Jason Sudeikis, sem dar spoilers, é importante destacar que ele virou exemplo porque demonstra diversas qualidades altamente valorizadas em líderes eficazes.

A seguir, cito algumas delas. Empatia. Ele não busca apenas vencer jogos. Preocupa-se com a equipe e procura entender suas perspectivas e necessidades. Positividade. Otimista, acredita no time e o incentiva a acreditar em si mesmo. Honestidade. Não tem medo de admitir quando comete um erro e trabalha para corrigi-lo. É honesto sobre suas habilidades e expectativas, o que ajuda a criar um clima de confiança. Comunicação. Ouvinte atento, mostra-se claro e direto e evita conflitos desnecessários. Foco nas pessoas. Trabalha para criar um ambiente no qual todos se sintam valorizados e respeitados.

Ao ler essa descrição, muitos poderiam dizer: “Uau! Quero um líder assim!”. Mas quantos diriam: “Uau! Tenho um líder assim!” ou “Sou um líder reconhecidamente assim!”? Desenvolvimento de lideranças sempre foi uma prioridade, já que são elas que conduzirão as organizações para o futuro.

De certa forma, durante o século XX, um padrão no contexto de comando e controle acabou sendo consolidado por lógicas militares e burocráticas. E deu muito certo. A partir de seu instituto de liderança Crotonville, a General Electric (GE), por exemplo, formou líderes que a levaram ao posto de companhia mais valiosa do planeta na virada do século passado.

O mesmo ocorreu com o Centro de Liderança de West Point, referência na formação de líderes corporativos, mesmo pertencendo ao Exército norte-americano. Ambas se tornaram exemplo da era de comando e controle. Líder manda, liderado obedece. Missão dada é missão cumprida.

Mas o século XXI trouxe novas complexidades. A própria GE fracassou sucessivamente, a ponto de acabar desmantelada como conglomerado em 2021. Em uma entrevista dada em 2016 à revista HSM, Vicente Falconi, talvez o consultor mais conhecido do Brasil, definia o que era ser líder naquele momento.

Para ele, liderar era “bater meta, com o time, fazendo a coisa certa”. A definição continua válida e praticada por boa parte do mundo corporativo. Mas a novidade consiste em outra liderança, utilizando a ordem inversa: liderar é fazer a coisa certa, com o time, batendo metas.

Fazer a coisa certa não é simplesmente não fazer a coisa errada. É mais do que isso. É contribuir para um mundo melhor de forma consciente, integrada e sustentável. Fazer com o time, agora, também implica desenvolver uma cultura organizacional mais inclusiva, diversa, colaborativa, inovadora, digital e, particularmente, um ambiente de trabalho mais saudável, feliz e altruísta.

Na questão de metas, o desafio é que objetivos, meritocracia e bonificações, que surgiram como incentivadores de alto desempenho, começaram a causar efeitos graves — na financeirização dos negócios, na precarização do atendimento aos clientes, na saúde mental dos colaboradores e no aumento da toxicidade das culturas organizacionais. Bater metas, muitas vezes, prevaleceu sobre fazer com o time e fazer a coisa certa.

Ted Lasso desembarcou na Inglaterra entendendo pouco de futebol, mas foi justamente o desconhecimento que o tornou inovador. Pode parecer ingênuo ou mesmo ousado trazer alguém que não conhece nada do setor, mas isso já aconteceu diversas vezes, como a chegada de Louis Gerstner à liderança da IBM na década de 1990, vindo do setor alimentício. Mais recentemente, boa parte das principais lideranças empreendedoras ao redor do planeta não possuía experiência prévia, de Elon Musk aos fundadores do QuintoAndar, Vittude e Gympass, no Brasil.

Por coragem, ingenuidade ou sabedoria, Lasso faz o certo, fala a verdade e age com tranquilidade, bom humor e simpatia, seja com a diretoria do time, seja com os jogadores ou os torcedores.

Isso leva à construção de uma relação empática. Em um dos momentos icônicos da série, mesmo o mais ácido dos repórteres o critica apoiando-o. É aqui que entra uma das diversas frases emblemáticas de Lasso: “Fazer a coisa certa nunca é a coisa errada”.

A respeito das lições de “com o time”, a produção traz reflexões sobre se a equipe se limita apenas aos jogadores, sobre relação de equidade com o profissional de nível hierárquico mais baixo ou mais elevado da organização, sobre como lidar com funcionários com desempenhos diferentes. Para engajar seu jogador mais egocêntrico, Lasso faz um drible da vaca sem bola: “Acho que você pode ter tanta certeza de que é um em um milhão que, às vezes, esquece que, lá fora, você é apenas um dos onze”.

Por fim, um grande líder precisa entregar resultados. O time de Lasso alcança o sucesso? Você precisará assistir à série para saber. Só destaco que tarefas tradicionais tendem a se tornar cada vez mais automatizadas. A explicação dos motivos de Ted Lasso se mostrar um exemplo da nova liderança apresentada no início deste artigo foi escrita pelo ChatGPT, o assistente virtual baseado em inteligência artificial.

Boa parte do trabalho dos líderes antigos que apenas lidam com comando e controle, cedo ou tarde, acabará substituída por soluções digitais. Assim, caberá às novas lideranças a mais nobre das atividades: ajudar as pessoas de sua equipe a ser as melhores versões de si mesmas, dentro e fora da organização.

Marcelo Nakagawa, com trinta anos de experiência nomercado, é especialista em empreendedorismo e inovação, professor de instituições como Insper e consultor.

Lições de Ted Lasso podem ser aplicadas na vida real. Foto: Divulgação

– A entrevista coletiva do Paulista FC e os pontos desconexos da realidade.

Para quem não ouviu a aguardada coletiva do Presidente do Galo ontem, está disponível em: https://youtu.be/B_72AidOoOc.

Nela, há algumas coisas com interpretação equivocada e outras que podem ser discutidas, para o bem do Paulista Fc. Há outras ainda, confessou assustadoras. Alguns exemplos grafados em itálico:

  • Falas do presidente Rodrigo Alves:

Precisamos ver alguns times semelhantes ao Paulista, veja o Mirassol que vendeu o Luiz Araújo e fez um CT .” (Concordo, e por quê não temos categorias de base próprias para imitar o co-irmão?).

Roberto Graziano comprou o São Bernardo, que tinha poucas dívidas e era organizado, precisamos fazer isso para ter uma SAF viável”. (O Paulista não é organizado hoje e tem dívidas, por quê só agora vir com tal exemplo?)

Precisamos construir alicerces, de dentro para fora”. (Mas as ações desse ano não foram condizentes ao que disse, eu concordo com essa necessidade, mas por que não foi feito?). 

O Paulista tem 75 patrocinadores, ajudando com permuta e financeiramente também” (Mas não inscreveu 3 jogadores por falta de dinheiro para a inscrição, não consigo entender isso, é desconexo o discurso com a prática).

Fomos um dos primeiros clubes a se preparar para o campeonato” (Ops: Roberval Davino chegou às vésperas da estreia, antes era o Araão Alves. Trocar treinador com uma semana do início não é bom planejamento, deveria ter trocado antes ou mantê-lo).

Tem um trabalho nosso na FPF, lá dentro, para entender como será o ano que vem” – (Não tem, me desculpe. Nem a FPF sabe ao certo o que fará. E não há o que fazer agora, nesse momento… não deveria falar isso, pois depois isso será lembrado pela torcida e cobrado. Hoje não tem nada por parte de nenhum clube, até porquê nem acabou a fase de rebaixamento da Bzinha).

Não vamos disputar a Copinha” – (Mas isso é o contrário do discurso do alicerce, de valorizar a base, de ter jogador para vender e construir um CT… contradisse o começo da própria fala).

Na verdade, continuamos na mesma divisão, foi criada uma divisão intermediária acima do que nós estamos” – (Que narrativa mequetrefe. Um malabarismo desnecessário… é brincar com as palavras e subestimar a inteligência do torcedor, tentando iludir que a última divisão não é a 5ª.

A última, bem confusa, mais ou menos com as seguintes palavras quanto ao “Salário que recebe” e “fake news sobre ele” que reclamou: “Há um membro da uniformizada no conselho fiscal (…). Não retiro o salário integral faz 1 ano por conta da situação financeira do clube (…) A remuneração foi aprovada pelo Conselho“. (Eu achava que ele era funcionário do Paulista Ltda, e que o salário vinha por lá. Se há um Conselho que aprovou, então é pelo Paulista Associação? Confesso que não sei detalhes e me socorro aos que podem esclarecer: a remuneração foi aprovada pelo Conselho?

  • Fala do advogado, Dr Wagner:

Para a FPF, não existe 5a divisão. Foi criada uma subdivisão da 4a divisão. Nós entendemos que não caímos”. (Respeito, não vou discutir. É bobagem ficar brigando por nome. Se vai se chamar A5, B2, ou o coisa que o valha, é sim a 5a divisão na prática e o Paulista caiu).

Aqui, me recordo de 1990, quando o Farah criou a A1, A2 e A3. O São Paulo tinha ficado na A2, e o Farah chamou de “1ª divisão módulo A1, A2 e A3”. Em teoria, todos estavam na Primeirona, pois ele cruzou os melhores da A1 com o campeão da A2 (que foi o SPFC). Nesse cruzamento, o SPFC, no mesmo ano, venceu a A1 (até o Telê Santana admitiu que a A2 era a 2ª divisão, vide em: https://wp.me/p4RTuC-oZ3). Nos anos seguintes, nunca mais o campeão da A2 cruzou com os melhores da A1 no mesmo ano… E o que são essas letras com número, senão a 1ª, 2ª e 3ª divisão? 

  • Fala do supervisor Wilson:

Demos toda a estrutura aos atletas, fizemos um primeiro turno bom e não tem como explicar”. (Estrutura é algo relativo, pois os campos de treino não eram de futebol profissional. E a campanha do primeiro turno foi, cá entre nós, meia-boquíssima.

  • Fala do vice-presidente Raphael Donadel:

Disparado o mais lúcido. Quando falou, apontou os erros e acertos (sem fazer rodeios), foi ponderado nas questões e assumiu a culpa pelo rebaixamento, convidando a dividir a responsabilidade com outros integrantes da gestão. Destoou do Rodrigo e do Wilson.

  • Outras observações:

Assustei ao saber que o Paulista foi para Amparo um dia antes “para sentir o clima. Pagar hotel para jogar numa cidade vizinha? Não… deveria sair do Jayme Cintra no dia do jogo com o clima de cobrança daqui para entrar em sintonia com a necessidade de ganhar. E se o jogo fosse em Assis, sairia dois dias antes?

Criticar os jogadores, como foi feito em alguns momentos na coletiva, é muito cômodo. Eles vão, ficam umas semanas e passam. Vão embora mesmo, não têm compromisso aqui. São atletas limitados, não são craques. Alguns eram reservas de times fracos. A culpa não é dos jogadores, mas de quem resolveu contratar esses jogadores.

Aqui, um questionamento que guardei até o término dessa fase: dos 12 que estão compondo no momento a 5a divisão do ano que vem (que se somarão a outros 8), boa parte considerará inviável a disputa. Alguns se licenciarão, provavelmente. Se não tivemos quórum, a FPF promoveria o torneio com “meia dúzia de times” ou repensaria isso e incorporaria os poucos remanescentes para a 4a divisão, com os demais 16?

É uma hipótese. 

– Time preguiçoso não ganha jogo.

Em outras palavras, disse Pedro Caixinha, treinador do Red Bull Bragantino há pouco, após a vitória por 7×1 contra o Tacuary (são 13 gols marcados e 1 sofrido nos últimos 3 jogos):

“Aproveitamos a pausa dos jogos para treinarmos duro. Nessa folga da tabela conversei com os atletas e eles entenderam que a dedicação intensiva ajudaria a compreenderem o que queremos e refletiria no rendimento. Estou contente porque são ótimos profissionais (…) Foi uma pausa profilática, e eles entenderam que pausa é treino, mas o mais importante dela foi a recuperação tática e acabar com a fadiga mental (…). Com isso, precisam entender que deve existir uma mentalidade vencedora, e sem esforço não há isso. Não podemos querer uma só vitória, mas sempre buscar um ciclo de vitórias.”

– Turma muito boa no marketing.

Esses caras do Red Bull Bragantino são espetaculares no marketing

O Toro Loko e o Massa Bruta circulam pela cidade, encantam as crianças e conquistam os “torcedores do futuro”.

Claro, essa é apenas uma das muitas ações promocionais que fazem 👏🏻👏🏻👏🏻. Há outras para várias idades / públicos diferentes.

Parabéns.

Foto: Arquivo Pessoal.