– A Copa do Mundo de 2034: quanto menos democrática e honesta a sede, melhor?

Mohammed bin Salman, o ditador da Arábia Saudita, conseguiu: deverá sediar a Copa do Mundo 2034.

Se a FIFA ganhou “horrores de dinheiro” com a Copa do Catar 2022, imagine com alguém que não tem preocupação com grana e quer gastar para que suas vaidades sejam realizadas?

Li (por isso compartilho) a coluna de Alicia Klein, onde ela lembra um famoso artigo de Adam Crafton e Matt Slater, onde mostram: nos países mais honestos e democráticos, o modelo da Copa do Mundo da FIFA não permite um lucro absurdo. Já nos de ditadores e corruptos…

Abaixo, extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/colunas/alicia-klein/2023/10/31/copa-do-mundo-2034-arabia-saudita-e-fifa-feitos-um-para-o-outro.htm

COPA DO MUNDO 2034: ARÁBIA SAUDITA E FIFA, FEITOS UM PARA O OUTRO

udo indica que a Arábia Saudita sediará a Copa do Mundo de 2034. Hoje cedo, a Austrália abriu mão de sua candidatura e deixou o caminho livre para o casamento da “rival” com a Fifa, já esperado por quem acompanhava os bastidores do romance.

A entidade segue com o discurso de expandir o futebol pelo mundo, de levar suas competições a todos os continentes, dizendo que está “modernizando o futebol para que se torne global, acessível e inclusivo em todos os aspectos”.

Deixo para vocês analisarem a ironia do termo “inclusivo” e o amor da Fifa por um país que executou pelo menos 100 pessoas neste ano, e onde ser LGBT é proibido por lei, sem falar em todas as restrições e violências cometidas contra as mulheres. E sem falar no recente relacionamento com o Qatar.

Uma excelente matéria da excelente The Athletic, dos excelentes Adam Crafton e Matt Slater, aborda os reais motivos.

“Outras pistas sobre por que a Fifa poderia gostar de uma Copa do Mundo na Arábia Saudita podem ser encontradas em uma entrevista de 2013, na qual Jerome Valcke, o ex-secretário-geral da Fifa (depois condenado por um tribunal suíço por aceitar subornos), disse que às vezes ‘menos democracia é melhor para organizar uma Copa do Mundo’.

Isto significa que projetos fortemente patrocinados pelo Estado costumam estar mais preocupados com o prestígio da realização de um evento como esse, e menos preocupados com os elevados custos de sua realização, deixando a Fifa mais tranquila para explorar os ativos comerciais. No torneio de 2026 nos EUA, por exemplo, a Fifa está encontrando todo tipo de desafio com os custos de aluguel de instalações de treino para equipes, bem como grandes disputas com cidades e proprietários de estádios sobre os acordos de divisão de receitas. Tudo isto deve ser mais simples na Arábia Saudita.

Esses aspectos levam a uma Copa do Mundo mais lucrativa para a Fifa, com os lucros podendo então ser distribuídos de forma mais uniforme entre as associações, que ficam mais felizes com a Fifa e seu presidente Infantino, que pode ou não permanecer no comando da Fifa por mais tempo como resultado.”

Enquanto isso, a Arábia Saudita segue normalizando seu regime, promovendo o turismo, entrando nas casas de torcedores mundo afora, alardeando sua liga recheada de estrelas e, em breve, todas as maravilhas do que deve ser mais um Mundial luxuoso e “moderno”.

Surpreendendo um total de zero pessoas, o foco da Fifa é dinheiro. E poder. Afinal, esses dois gostam muito de passear juntinhos, de mãos dadas. Assim como Infantino e seus brothers parecem gostar de caminhar juntinhos, de mãos dadas com ditaduras de histórico torpe em direitos humanos.

Continua após a publicidade
Fofos. Feitos uns para os outros. Que tragédia mais romântica.

Imagem: extraído de Divulgação Fifa.

– Expulsão de Adryelson e Não-Expulsão de Roni: tudo bem?

Duas situações a se debater:

  • Sobre a expulsão de Adryelson: é um lance muito interpretativo. Não foi pela violência, mas por parar um jogador que estava no ataque. Deve-se perguntar: se ele não sofre a falta, estaria livre para uma oportunidade clara e manifesta de gol? Ía para a meta? Alguém o alcançaria?
    Eu não daria o Cartão Vermelho, mas o Amarelo. Entretanto, não é loucura interpretar (com rigor) e expulsar.
  • Sobre o pênalti cometido por Roni: a  regra mandava expulsar antigamente, pois ali se comete uma infração numa oportunidade clara e manifesta de gol dentro da área. Porém, alegando ser algo muito rigoroso, a IFAB mudou: quando for pênalti, se aplica Amarelo, e não mais o Vermelho (somente se estiver em disputa de bola, pois em casos de mão na bola ou agressão, continua a valer a expulsão).

Me impressiona e me desagrada: o cerimonial do árbitro e do VAR!

A cada ida ao monitor, se faz um rito. A cada marcação de pênalti, um evento. Precisa querer fazer pose e se aparecer? Os atletas são os artistas, não o árbitro.

Botafogo x Palmeiras: escalações, desfalques, retrospecto, onde assistir,  arbitragem e palpites

Imagem extraída de Terra.com.br

– O Papa Francisco escolheu entre Messi e Maradona… e deu Pelé!

Espetacular. À RAI, Francisco foi questionado quem foi melhor jogador: Messi o Maradona, e escolheu Pelé.

Mas a justificativa foi mais bacana ainda.

Assista aqui (recorte do Blog do Paulinho):

– Parcial: Botafogo 3×0 Palmeiras.

Que baile que o Palmeiras está levando. Agora, 36m, perde de 3×0 para o Botafogo.

Não gostei do que fez o Endrick: simulou ter recebido uma cotovelada. Não foi nada, e o Bráulio ainda deu Amarelo ao zagueiro…

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Goiás x Red Bull Bragantino.

Para o confronto entre o Esmeraldino e o Massa Bruta, a CBF escalou:

Árbitro: Rodrigo José Pereira de Lima – PE
Árbitro Assistente 1: Kleber Lúcio Gil – SC
Árbitro Assistente 2: Francisco Chaves Ferreira Jr – PE
Quarto Árbitro: Anderson Ribeiro Gonçalves – GO
Assessor de Arbitragem: Adriano de Carvalho – TO
VAR: Daniel Nobre Bins – RS
AVAR1: Eder Alexandre – SC
AVAR2: Alexandre Vargas Tavares de Jesus – GO
Observador de VAR: Ricardo Marques Ribeiro – MG

Rodrigo tem 36 anos e é Guarda Municipal em Jaboatão de Guararapes / PE. No ano passado, teve a oportunidade de trabalhar na Série A pela 1ª vez. Nesse ano, está tendo mais escalas e atuando com certa regularidade. Entretanto, destoou negativamente em Vasco x Santos (não marcou nenhum lance polêmico, errando especialmente em um pênalti para o time da casa).

Quando trabalhou em seu primeiro jogo do Red Bull Bragantino na Série A, foi contra o Fluminense no Maracanã (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3hn). Naquela oportunidade, se mostrou bem inseguro e distribuiu bastante cartões.

Aliás, um defeito desse árbitro é o excesso de cartões amarelos, que ele tenta diminuir rodada a rodada (muitas vezes, o uso indevido do cartão amarelo é por conta da falta de autoridade).

Lamentavelmente, Reinaldo foi mal também em Porto Alegre, causando em Grêmio x Fluminense a “revolta de Felipe Melo”, que virou um desabafo folclórico do jogador. Depois foi o mesmo árbitro que deu Amarelo para Pavón, num São Paulo x Atlético, por comemorar chutando a bandeira (e que não deveria ter recebido). Me recordo, ainda, de América x São Paulo, onde ele expulsou Mastriani injustamente e pouco tempo depois “compensou” expulsando também injustamente Arboleda.

Abra o olho com os cartões, Massa Bruta!

Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo do Goiás X Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/radiofuteboltotalbraganca, ou
Twitter: https://twitter.com/radiodaverdade,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta, 02/11, 18h00. Mas desde às 17h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Ver por todos os lados.

Não sei se posso concordar com esse meme ou não… Mas enquanto Messi goza a conquista de um jeito, lembremo-nos que Neymar também é um vencedor: quantas pessoas recebem 1,2 mi de salário / dia?

Nada de desrespeitar o brasileiro endinheirado… Óbvio que Messi está bem acima, e isso é outro assunto (falamos aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/10/31/o-8o-ballon-dor-de-lionel-messi/)

Por maior que seja a antipatia de muitos pelo brasileiro (e a clara noção de que Neymar poderia ter ido muito mais longe em respeitabilidade na sua carreira), é inegável que ele causa inveja a muitos. Cada um na sua!

 

– A impressionante torcida do Boca.

Apesar de amar o futebol, confesso: não sou daqueles que faz sacrifícios pelo jogo. Ao contrário, tomo cuidado com fanatismos alheios.

Mas é inegável: essas imagens que rodam a Internet, com torcedores do Boca Juniors na praia, impressionam. Que paixão! 

Vejam só:

Imagem do Instagram de jp_drone, da Praia de Copacabana.

– A Copa do Mundo de 2034: quanto menos democrática e honesta a sede, melhor?

Mohammed bin Salman, o ditador da Arábia Saudita, conseguiu: deverá sediar a Copa do Mundo 2034.

Se a FIFA ganhou “horrores de dinheiro” com a Copa do Catar 2022, imagine com alguém que não tem preocupação com grana e quer gastar para que suas vaidades sejam realizadas?

Li (por isso compartilho) a coluna de Alicia Klein, onde ela lembra um famoso artigo de Adam Crafton e Matt Slater, onde mostram: nos países mais honestos e democráticos, o modelo da Copa do Mundo da FIFA não permite um lucro absurdo. Já nos de ditadores e corruptos…

Abaixo, extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/colunas/alicia-klein/2023/10/31/copa-do-mundo-2034-arabia-saudita-e-fifa-feitos-um-para-o-outro.htm

COPA DO MUNDO 2034: ARÁBIA SAUDITA E FIFA, FEITOS UM PARA O OUTRO

udo indica que a Arábia Saudita sediará a Copa do Mundo de 2034. Hoje cedo, a Austrália abriu mão de sua candidatura e deixou o caminho livre para o casamento da “rival” com a Fifa, já esperado por quem acompanhava os bastidores do romance.

A entidade segue com o discurso de expandir o futebol pelo mundo, de levar suas competições a todos os continentes, dizendo que está “modernizando o futebol para que se torne global, acessível e inclusivo em todos os aspectos”.

Deixo para vocês analisarem a ironia do termo “inclusivo” e o amor da Fifa por um país que executou pelo menos 100 pessoas neste ano, e onde ser LGBT é proibido por lei, sem falar em todas as restrições e violências cometidas contra as mulheres. E sem falar no recente relacionamento com o Qatar.

Uma excelente matéria da excelente The Athletic, dos excelentes Adam Crafton e Matt Slater, aborda os reais motivos.

“Outras pistas sobre por que a Fifa poderia gostar de uma Copa do Mundo na Arábia Saudita podem ser encontradas em uma entrevista de 2013, na qual Jerome Valcke, o ex-secretário-geral da Fifa (depois condenado por um tribunal suíço por aceitar subornos), disse que às vezes ‘menos democracia é melhor para organizar uma Copa do Mundo’.

Isto significa que projetos fortemente patrocinados pelo Estado costumam estar mais preocupados com o prestígio da realização de um evento como esse, e menos preocupados com os elevados custos de sua realização, deixando a Fifa mais tranquila para explorar os ativos comerciais. No torneio de 2026 nos EUA, por exemplo, a Fifa está encontrando todo tipo de desafio com os custos de aluguel de instalações de treino para equipes, bem como grandes disputas com cidades e proprietários de estádios sobre os acordos de divisão de receitas. Tudo isto deve ser mais simples na Arábia Saudita.

Esses aspectos levam a uma Copa do Mundo mais lucrativa para a Fifa, com os lucros podendo então ser distribuídos de forma mais uniforme entre as associações, que ficam mais felizes com a Fifa e seu presidente Infantino, que pode ou não permanecer no comando da Fifa por mais tempo como resultado.”

Enquanto isso, a Arábia Saudita segue normalizando seu regime, promovendo o turismo, entrando nas casas de torcedores mundo afora, alardeando sua liga recheada de estrelas e, em breve, todas as maravilhas do que deve ser mais um Mundial luxuoso e “moderno”.

Surpreendendo um total de zero pessoas, o foco da Fifa é dinheiro. E poder. Afinal, esses dois gostam muito de passear juntinhos, de mãos dadas. Assim como Infantino e seus brothers parecem gostar de caminhar juntinhos, de mãos dadas com ditaduras de histórico torpe em direitos humanos.

Continua após a publicidade
Fofos. Feitos uns para os outros. Que tragédia mais romântica.

Imagem: extraído de Divulgação Fifa.

– O rebaixamento de um dos maiores árbitros da Premier League para explicar a escala de Red Bull Bragantino x Corinthians:

Entenda esse panorama, e aí você entenderá a escala do Brasileirão para a próxima rodada: 

Na Inglaterra, os árbitros que trabalham na Premier League são profissionais e contratados por temporada. Ao final do seu contrato, podem ser rebaixados ou dispensados, se não forem bem.

Deles, Anthony Taylor é um dos maiores nomes da PGMOL (Professional Game Match Officials Board, a entidade que cuida da arbitragem da PL). Ele apitou a final da Liga Europa, esteve na Copa do Mundo e foi o árbitro no Mundial de Clubes. E por ter se equivocado em Wolverhampton 2×2 Newcastle (marcou um pênalti num contato físico normal de disputa de bola), foi rebaixado para apitar jogos da Championship (a segunda divisão).

Lá, isso é inadmissível. Um árbitro FIFA não pode marcar um pênalti inexistente e deve ser punido exemplarmente. E para o árbitro, é uma vergonha incomensurável.

Aqui no Brasil… vemos tais pênaltis a toda rodada sendo marcados. Árbitros são punidos ou não, afastados ou não, conforme a necessidade das escalas.

E por que isso ocorre?

Porque não temos bons e numerosos árbitros no quadro. Se Wilson Seneme afastar todo mundo que errar (como no erro de Taylor, que lá é exceção e aqui é corriqueiro), não teremos árbitros para apitar a Série A.

Vide: Bráulio Machado, afastado em Vasco x São Paulo, voltou em Botafogo x Palmeiras. E mesmo com todas as queixas, apitará Grêmio x Bahia. Daronco, outro contestado, no Fortaleza x Flamengo.

A estratégia é: afasta um ou outro árbitro por rodada (para dizer que houve punição), e resgata veteranos (Marcelo de Lima Henrique, Leandro Vuaden e Luiz Flávio de Oliveira), que estão quase aposentados, para tentar “segurar o rojão” nas rodadas finais.

Quando se tem um jogo importante, “se guarda” o árbitro uma rodada antes, a fim de ser preservado. É o caso de Raphael Claus, que foi poupado na anterior para estar nessa escala. Provavelmente, o árbitro de Flamengo x Palmeiras esteja descansando no próximo domingo (vou chutar que será Ramon Abel Abatti).

E sobre a escala em Bragança Paulista, toda ela, aqui:

Com Claus no apito nesse ano pelo Brasileirão, o Red Bull Bragantino não perdeu e o Corinthians não venceu. Mas não é culpa do árbitro, mas sim do desempenho natural das equipes.

Acompanhe conosco o jogo Red Bull Bragantino x Corinthians pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/radiofuteboltotalbraganca, ou
Twitter: https://twitter.com/radiodaverdade,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 05/11, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– A nova Carijó do Red Bull Bragantino.

Na versão puramente Massa Bruta dos anos 90, o Bragantino vestiu essa icônica camisa (vice-campeã brasileira de 1991), chamada carinhosamente de “Carijó” (a esquerda).

Hoje, foi divulgada a camisa nessa nova era Massa Bruta / Toro Loko (agora, como uma equipe do grupo Red Bull), repaginada e voltada para o futuro. A Carijó Moderna (a direita):

Abaixo, jogadores do passado e do presente com o novo modelo.

Será que essa Carijó dará sorte? Para supersticiosos, quem sabe um “bi-vice campeonato”. Para os mais realistas, a vaga na Libertadores. E para aqueles que estão um pouco mais ousados, quem sabe o título?

Fotos atuais de Ari Ferreira (com montagem).

– Mais um árbitro brazuca na Arábia.

Nessa internacionalização (ou se preferir: globalização) da Liga Saudita, juízes de todos os países estão apitando por lá. Agora, o árbitro da FIFA Paulo César Zanovelli apitará Al-Ahli vs Abha pelas 8ªs de final da Copa do Rei da Arábia Saudita.

Paulo foi o mesmo dos infinitos cartões amarelos de Bahia x Flamengo, ou se preferir, do recente Fluminense x Corinthians, onde ele se perdeu totalmente no Maracanã (e na sequência, apitou o 7×1 do Internacional x Santos).

Penso: o cara vai mal numa sequência de jogos, e é escalado para apitar na Arábia Saudita por R$ 25.000,00 livre?

“Caiu” pra cima…

Ops: hoje, é a CBF quem indica o árbitro a ser enviado, quando há o pedido.

Imagem: Agência F8, Gazeta Express

– O 8º Ballon D’Or de Lionel Messi.

Quando se está em meio à história, talvez não tenhamos a noção de que estamos presenciando algo que nossos filhos e netos desejarão muito um dia ter visto ou sentido.

Digo isso pois somos uma geração futebolística privilegiada, que pode presenciar craques como Romário, Ronaldo Nazário, Ronaldinho Gaúcho, Zinedine Zidane e, mais recentemente, Cristiano Ronaldo e Lionel Messi.

E é sobre o craque argentino que vale a pena abordar: Messi se tornou o maior jogador do Século XXI, gozando de um talento indescritível, mantendo uma serenidade impressionante e encantando seus fãs a cada passo que sua carreira vai findando.

Dá, sim, para comparar Pelé com Messi. Pelé viveu uma época diferente no futebol, de uma geração sem aparato tecnológico e tampouco com ciência no esporte. E ainda assim ficou tão conhecido no mundo como Messi é hoje, jogando em um tempo em que não tínhamos o fenômeno da Globalização.

E quando se compara Messi com Maradona?

Dom Diego Armando Maradona personificou um verdadeiro tango, de um tempo em que a qualidade do drible encantava o mundo e os esquemas táticos nem tanto. Minha infância foi povoada de cenas com Zico no Flamengo e Maradona no Nápoli; e do argentino falecido ao argentino mais ilustre do futebol vivo, se compara a leitura genial do jogo.

Lionel Messi é o maior jogador do mundo, eleito pela oitava vez. É o maior da década por duas vezes. E para muitos, superou qualquer outro da história (que não passe sem registrar: na minha lista dos Top 3: Pelé, Maradona e Messi).

Messi está com seu nome registrado nas camisas albi-celestes dos jovens. Ergueu uma Copa do Mundo com um time que perdeu, pasmem, para a Arábia Saudita na abertura do Mundial do Catar. É o jogador mais utilizado nas partidas de vídeo-game. Não se envolve em escândalos. Quase nunca se machuca. É fotografado e filmado com esposa e filhos no melhor estilo “Família-Margarina”. Também é um homem do marketing (a Adidas que o diga). E, além de tudo isso, joga bola.

Por ilusão, chegamos a pensar que Neymar Jr poderia rivalizar com o argentino… Ledo engano. O melhor ano no “Menino Ney”, tão promissor no início de carreira, ainda foi distante do pior ano de Lionel.

Enfim: Messi entra para a história por ter conseguido absurdamente conquistado o respeitado e desejado prêmio “Bola de Ouro” da Revista France Football jogando por Barcelona, Paris Saint-German e, inimaginavelmente, pelo Inter-Miami, nessa conquista derradeira. E nessa última premiação, é fato notório que há quem conteste: na temporada, será que Haaland, De Bruyne, Mbappé ou até Vinícius Jr não jogaram mais do que ele?

Não discordaria, mas o conjunto da obra fez Messi ser premiado. Ao jogar nos Estados Unidos, fez com que seu desconhecido time (lanterna da temporada) começasse a vencer os jogos. Lotou os estádios por onde passou e virou atração na Terra do Mickey (para os latinos apaixonados pelo soccer, em especial, mais do que o icônico ratinho de Walt Disney). A propósito, a admiração a Messi por parte dos seus adversários é hilária: repare na marcação frouxa dos zagueiros (ou, muitas vezes, sem marcação alguma; afinal, alguém é louco de dividir uma bola com o ídolo e o machucá-lo?).

Messi no Inter Miami pela MLS está como Pelé no Cosmos pela NASL. Resta saber: quando teremos outra vez na história um atleta igual ao argentino, para ser justamente comparado ao Rei do Futebol?

Messi e suas oito Bolas de Ouro: 2009, 2010, 2011, 2012, 2015, 2019, 2021 e 2023 — Foto: AFP

– Hoje, dá para “cravar” alguma coisa no Brasileirão?

O que está empolgando mais no Brasileirão 2023? A parte de cima ou a parte de baixo da Tabela?

Tanto a briga pelo título (mas principalmente pelas vagas para a Libertadores) quanto à da fuga do rebaixamento, trazem muita emoção.

Restando um pouco mais de um mês para o término do Campeonato, essa classificação, abaixo, mudará muito nos próximos dias, ou não?

Particularmente, acho que está tudo em aberto (exceto para Coritiba e América, que já estão na Segundona). E fico imaginando: se o Botafogo perder o título, será uma enorme “pipocada”?

Confira:

– Filma o ofendido, mas não filma o ofensor?

O torcedor xinga Caio Paulista, a TV relata mas não mostra o xarope ofensor.

Caio Paulista olha pra ele e o chama de “bunda mole”, e aí a TV insistentemente filma o jogador.

Covardia, né?

– O difícil lance do pênalti de Corinthians 1×1 Santos.

No jogo cujo segundo tempo durou exatamente 1 hora, a respeito do pênalti de Soteldo,

  • por uma câmera, a impressão é que Soteldo se joga.
  • Por outra câmera, a impressão é que Bruno Mendes pisa e desequilibra Soteldo.
  • por outra ainda, a impressão é que Soteldo chuta o pé de Bruno Mendes.

Enfim: o lance é difícílimo para a arbitragem*. Tudo o que se marcasse, daria polêmica (pela queda do santista e pelo tempo de jogo).

O que não pode é: Anderson Daronco, com o porte físico e a insígnia da FIFA no peito, ficar no bololô dos jogadores dos dois times, tentando falar com o VAR e não conseguindo. Em um dado momento, ficou nítido que ele estava pedindo por favor para ouvir o seu colega de vídeo… Teria que esbravejar, se isolar, e conforme manda a regra, punir quem não o permitia dialogar com tranquilidade.

Pior: e a turma que o foi acompanhar até o monitor? Não pode ter apenas tamanho, árbitro tem que ter presença…

Sobre o gol do Corinthians, abordamos anteriormente aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/10/29/corinthians-x-santos-todo-mundo-errou-que-gol-sem-merito/

*ATUALIZAÇÃO –

RECEBI ESSA IMAGEM, mais clara: Soteldo só chuta Bruno Mendes, pois o corintiano o obstruiu. Portanto, pênalti. Veja o vídeo: 

Corinthians x Santos | Palpites Meu Timão | Campeonato Brasileiro 2023

Imagem extraída de Meu Timão.com

– O erro dos anos 80 que ninguém viu em Athlético 1×1 SPFC:

Logo no começo dos acréscimos do 1º tempo, o Furacão está no ataque e numa dividida a bola sobra para o goleiro tricolor Rafael. Ele segura a bola, se equilibra e a tem dominada. Quando vai repor, o árbitro paralisa o jogo e permite o atendimento médico de dois jogadores que estão caídos. O reinício se dá através da nova regra do “bola ao chão”, que permite a posse de bola de quem a dominava, com distância de 4m dos demais adversários.

O árbitro Rafael Rodrigo Klein faz o procedimento correto de bola ao chão para o goleiro Rafael (lembrando: ele tinha pleno domínio da bola). O arqueiro deixa a bola rolar no chão, a toca, mantém o domínio com os pés (e a partir daí, não pode mais voltar a pegá-la com as mãos, uma situação que ocorre desde o início dos anos 90). Ao ver a proximidade do atacante do Athletico, ele se agacha, e aí começa aquela situação comum dos anos 80: goleiro se aproxima para agarrá-la, fica ameaçando, enquanto o adversário ameaça dar o bote. E Rafael a agarra (o que não podia). Teria que ser marcado tiro livre indireto dentro da área para o Athletico Paranaense, por uso indevido das mãos do goleiro em momento que não lhe é possível.

Ninguém percebeu, reclamou ou falou. Claro, é um lance atípico e que por anos (se bobear, décadas) não víamos mais no futebol. Mas é a regra… Provavelmente, a paralisação por um bola ao chão fez com que se bobeasse; mas não há dúvida quanto ao domínio de bola antes da paralisação, a continuidade do domínio com os pés depois do reinício e o toque com as mãos irregular a posterior.

Fique atento, juizão.

Confira como foi a transmissão da Jovem Pan do jogo entre Athletico-PR x  São Paulo | Jovem Pan

Imagem extraída de: JP.com.br

– Corinthians x Santos: todo mundo errou? Que gol sem mérito…

No gol-contra de Jean Lucas, é impressão minha, ou…

  • Os atacantes do Corinthians furaram a cabeçada,
  • O centroavante errou o chute,
  • Os zagueiros nada fizeram,
  • E o único que tomou a iniciativa de fazer algo certo, Jean Lucas, “acertou” um chute para o próprio gol…

Que ironia. Um dos gols mais sem-mérito do Campeonato.

Corinthians x Santos | Palpites Meu Timão | Campeonato Brasileiro 2023

Imagem extraída de Meu Timão.com

– E se você fosse o Vinícius Jr?

Todos nós vemos os diversos preconceitos existentes na sociedade. Mas nem todos sentimos os mais covardes atos que ocorrem.

Se eu, que sou branco e não costumo sofrer qualquer tipo de discriminação mais relevante (das poucas e leves que sofri), não aguento mais ver tanta hostilidade com o Vinícius Jr, imagine o próprio atleta? No sábado, em Barcelona, de novo manifestações de imitação de macaco.

Insisto: o atacante brasileiro teria vaga em qualquer equipe de futebol do mundo, e por que não sai do Real? Só consigo imaginar ele sofrendo tanta humilhação (sem punição exemplar das autoridades aos racistas), e não deixando a Espanha, a fim de realmente fincar a bandeira pela luta contra o preconceito racial. Mas o preço que ele está pagando é alto…

Força, Vini Jr.

Imagem extraída de CNN.com.br

– A Camisa Rolling Stones do Barcelona para jogar contra o Real Madrid.

Esgotado!

O patrocinador do Barcelona, o streaming de músicas Spotify, resolveu estampar a logo da banda Rolling Stones na camisa do clube, para o jogo contra o Real Madrid.

O lote total de camisas colocado à venda foi vendido pela Internet antes sequer de chegar às lojas físicas…

Sensacional, não?

Foto extraída da Internet. Reprodução Barcelona.

– O que tem dentro do Container do Red Bull Bragantino?

Circula essa foto nas redes sociais do Red Bull Bragantino (abaixo).

À beira do Lago do Taboão, muito suspense: o que teria lá dentro?

Nesse container com cronômetro do clube, contém…

A) Uma nova camisa?

B) A Maquete do Estádio totalmente reformado?

C) Algo promocional com a Fórmula 1 (já que o piloto campeão é da Red Bull e teremos GP do Brasil em breve)?

D) Uma alusão ao Pedro Caixinha (está virando de “Little Box”, como brincou dias atrás, a “Pedro Container”, com alguma ampliação de contrato)?

Deixe seu comentário:

(veja o vídeo em: https://www.facebook.com/reel/874261520973786?mibextid=kcDB8O).

Foto: Ari Ferreira.

https://www.facebook.com/reel/874261520973786?mbextid=kcDB8Ohttps://www.facebook.com/reel/874261520973786?mibextid=kcDB8O

– Não acredite na teoria da conspiração sobre os árbitros cariocas.

Depois de uma horrorosa arbitragem de Wagner Magalhães (FIFA-RJ), que deu motivos para reclamações do Santos FC, reforçou-se uma nova teoria da conspiração: a de que árbitros cariocas querem ajudar os times do Rio de Janeiro na parte de cima e na parte de baixo da tabela.

Não acredite!

Explico em: https://youtu.be/Cs1WSnwPvtQ?si=HEVsuq7vxExHQPZA

– O América-MG venderá o seu mando. É válida tal atitude?

De novo o assunto “venda de praça esportiva” está em voga.

Para a Rodada 32 e 35 (América contra Atlético Mineiro e depois contra o Flamengo) o time de Minas Gerais mandará seus jogos no Estádio Parque dos Sabiás, em Uberlândia.

Aqui, temos dois pontos de vista: 

  1. O time precisa de dinheiro, já está praticamente rebaixado para a 2ª divisão, e o valor de R$ 1 milhão (livre de despesas) por jogo vem em boa hora. Além disso, está mandando a partida no seu próprio estado.
  2. A integridade da competição: quem perdeu no Estádio Independência, pode reclamar que sua sorte seria outra se jogasse em Uberlândia. Vide abaixo esse texto de 2015, quando a Premier League proibiu o Tottenham de dividir seus jogos em dois estádios alternativos, já que sua praça esportiva estava em reformas.

Extraído de: https://professorrafaelporcari.com/2015/07/30/mando-de-campo-no-brasil-e-na-inglaterra/

MANDO DE CAMPO NO BRASIL E NA INGLATERRA

Aqui no Brasil existe uma boa discussão: vender o mando de campo é válido ou não?

Esportivamente falando, penso que não. Mas financeiramente pensando, pode valer a pena. Ainda assim, não gosto da idéia de clubes que mandam seus jogos em praças que o fazem ser um mero coadjuvante.

Nesse ano, o alagoano ASA virou paranaense na Copa do Brasil; a campineira Ponte Preta jogou como cuiabana macaca contra o Palmeiras pelo Brasileirão. No Paulistão, o Oeste de Itápolis trocou o Estádio dos Amaros (acanhado, difícil para se jogar, apitar ou transmitir um jogo) pelo paulistano Pacaembu para jogar contra o Santos.

Curiosamente, nestas partidas, todos os “mandantes” perderam e os adversários tiveram mais torcida do que eles. Na prática, é uma inversão na relação de mandante e visitante. Ou não?

Eis que na endinheirada Premier League, uma decisão que bate de frente com tal embate: o Tottenham fechará o seu estádio, o White Hart Lane, a fim de aumentar a capacidade para 61 mil lugares. O clube planeja mandar suas partidas em alguns estádios durante a temporada 2015/2016: o mítico Wembley (90.000 lugares) e o Milton Keynes Stadium (30.500 lugares) estão na pauta, além de outras praças que fizeram convite ao clube.

Entretanto… Richard Scudamore, o CEO da Premier League, declarou ao “The Guardian”:

Eles terão que jogar todos jogos no mesmo estádio a temporada inteira. Pela integridade da competição. Você não pode ser mandante em 19 partidas sendo que 10 no Stadium MK e 9 em Wembley. Isto seria completamente injusto. Eles não serão autorizados na nossa competição”.

Preste atenção: o Tottenham têm dois estádios com acertos financeiros e pretende (ou pretendia) aceitar mais convites; mas a Liga, em nome da igualdade de disputa a todos os adversários, proibirá.

Parque do Sabiá; Uberlândia — Foto: Futel/Prefeitura Uberlândia

Parque do Sabiá; Uberlândia — Foto: Futel/Prefeitura Uberlândia

– É pra ir dormir… o pênalti para o Coritiba contra o Santos.

Infelizmente, escrevi nas últimas avaliações de arbitragem que os erros e o mau condicionamento físico do árbitro carioca Wagner Magalhães o faziam parecer um juiz de campeonato de veteranos.

Há pouco, com o braço colocado no corpo, a bola bate no jogador do Santos (Dodô) e ele marca pênalti.

Pior: tem VAR, e ele confirma!

Como justificar moviendo antinatural? Ou intenção? Ou qualquer coisa que o valha?

Não adianta ter uma ferramenta tão boa. O elemento humano, cada vez mais no Brasil, destrói o VAR.

Desliguei a TV.

– No futebol, conquistou um objetivo, se para? Sobre Palmeiras 5×0 São Paulo.

Está virando rotina por parte de alguns clubes: atinge-se um objetivo, tira-se o pé?

O São Paulo ganhou a Copa do Brasil e “largou o Brasileirão“. Outros clubes já fizeram isso: o Grêmio quando priorizava as Copas é outro exemplo. Ou ainda: a situação em que um clube faz 1×0 no começo do jogo e abdica de jogar para segurar o placar.

Fica a pergunta: tal relaxamento foi o culpado pelos 5×0 sofrido diante do Palmeiras, ou nada disso: foi um jogo de esforço mútuo onde o Verdão estava com sangue nos olhos e superou um adversário que queria jogar (mas não conseguiu)?

Montagem/TV Cultura

Arte: TV Cultura / UOL.

– 160 anos de Futebol e 11 curiosidades.

Em 26 de outubro de 1863, findava em Londres uma vitoriosa campanha encabeçada por universitários e pelo jornalista John Cartwright: a da padronização das diversas práticas de ‘football’.

Como o esporte era jogado sob a orientação dos diversos colégios e associações esportivas, não haviam regras únicas para o futebol. Há mais de um século e meio, na Freemason’s Tavern, dessa união de esforços nasceu a “The Football Association” (a FA é a ‘CBF inglesa’), que visava, como mote maior, divulgar um único conjunto de medidas para que o jogo de futebol fosse disputado uniformemente em toda a Grã-Bretanha.

Nascia assim o livro The Simplest Play, que nada mais eram as Regras do Jogo de Futebol, com 14 capítulos.

Vamos a algumas curiosidades? Selecionei 11 itens, já que em 1870 o futebol passou a ser jogado com esse número de atletas, definido pela regra 3 até hoje.

1) As traves (Regra 1) eram compostas apenas por postes; o travessão (ou seja, a parte de cima da meta) só surgiu 2 anos mais tarde, tamanha era a confusão para se determinar se os chutes muito altos tinham sido gol ou não;

2) Infrações (Regra 12) eram resumidas como: são proibidas rasteiras, caneladas e cotoveladas, bem como golpear ou segurar a bola com a mão; simples assim!

3) Não existia a figura do árbitro (Regra 5), que só surgiu em 1868, e ficava sentado numa cadeira, na sombra, servindo para tirar as dúvidas dos capitães das equipes (que eram as pessoas que decidiam se havia alguma falta ou não em comum acordo). Somente em 1878 é que surgiu o apito, mas ainda não servia para marcar faltas, mas para avisar sobre o começo e término dos jogos. Em 1881, enfim o árbitro entrou em campo e começou a decidir sobre infrações sem a consulta de capitães, fazendo parte da regra.

4) O tempo de jogo (Regra 7) é definido em 90 minutos (1893), com intervalo e acréscimos. Antes, se desse o tempo, encerrava a partida imediatamente, quer a bola estivesse no ataque ou não.

5) O pênalti (Regra 14) surge em 1891. Até então, nas faltas próximas ao gol, os jogadores se aglomeravam em cima da linha de meta e formavam um muro sobre ela.

6) Diversas infrações poderiam deixar de serem marcadas, caso a equipe que sofresse a falta achasse que não importava a marcação. Ou seja, nascia em 1903 a “lei da vantagem” (não era o árbitro quem determinava se seguia ou não o lance).

7) O goleiro podia segurar a bola com a mão por toda a sua metade do campo. Em 1907, radicalizou-se e o arqueiro só podia colocar as mãos dentro da grande área. Mas somente em 1921 alguém teve a idéia de que eles deveriam usar roupas diferentes dos jogadores de linha, para não confundir as pessoas.

8) Preocupada com a saúde dos atletas, decidiu-se em 1924 que, se o árbitro considerasse que um jogador estivesse contundido, deveria parar o jogo para que ele fosse atendido. Antes, o lesionado deveria se arranjar sozinho para deixar o campo e o jogo não deveria ser interrompido.

9) Uma revolução aconteceu em 1925: o impedimento (Regra 11) passou a exigir que ao menos 2 atletas (antes, eram 3) estivessem dando condição para que o jogo prosseguisse.

10) Em 1938, numa ‘reengenharia’ esportiva, definiu-se as 17 regras do futebol que persistem até hoje, com algumas alterações ao longo do século.

11) Somente em 1970 permitiu-se substituições de atletas universalmente (Regra 3). Antes (desde 1966), eram permitidas somente em partidas que envolvessem clubes. Também temos a adoção dos cartões amarelos e vermelhos (Regra 12).

É claro que ao longo do século XX outras tantas modificações surgiram, como o tempo de 6 segundos da posse do goleiro com a bola nas mãos, mesma linha deixar de ser impedimento, 3ª substituição, área técnica, entre outras. E no século XXI, o VAR.

E você, teria alguma sugestão para mudanças de Regra do Futebol, no dia do seu aniversário de 159 anos?

Deixe seu comentário:

Conheça todas as regras para jogar futebol

Imagem extraída de: https://regrasdoesporte.com.br/conheca-todas-as-regras-para-jogar-futebol.html

– Red Bull Bragantino 1×2 Atlético Mineiro: por que Leo Ortiz não foi expulso?

Porque o árbitro Marcelo de Lima Henrique, de novo, errou (agora, a favor do Massa Bruta).

Que situação constrangedora para um árbitro veterano e que respeito… Dias atrás, o mesmo árbitro marcou um absurdo e incompreensível pênalti contra o Red Bull Bragantino (vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/09/20/o-penalti-inexistente-em-america-0x2-red-bull-bragantino-ate-veterano-fazendo-caca/).

Ontem, estando de frente para o lance, não viu o pênalti cometido por Leio Ortiz e, se não fosse o VAR, teria errado feio (como errou na oportunidade citada) não marcando a favor do Massa Bruta.

Compensação? Não, não posso pensar nisso. Erro técnico, creio.

Porém, a bola foi tirada do gol pelo braço de Ortiz (ele cai e levanta o braço, movimento intencional), na clássica situação de lance claro de gol. Era para Cartão Vermelho (não para Amarelo – e aí que residem as reclamações do Atlético Mineiro).

AMARELO só é em lance de disputa de bola dentro das condições especificadas na Regra, não pelo uso da mão.

Caso existam dúvidas, essa postagem é bem clara: https://professorrafaelporcari.com/2020/09/11/nao-confunda-a-orientacao-da-regra-de-nao-expulsar-um-atleta-que-evita-o-gol-em-disputa-de-bola-com-evitar-o-gol-usando-indevidamente-as-maos/

Red Bull Bragantino x Atlético-MG: escalações, desfalques, retrospecto, onde assistir, arbitragem e palpites

Imagem extraída de Terra.com.br

 

 

– Quando um gestor esportivo não manda (ou não entende) nada!

Repost há 1 ano:

O humorista Antonio Tablet publicou em seu twitter esse trecho da inusitada entrevista de um jogador criticando seu técnico. Hilário! Mas… será que muitos atletas, árbitros e subordinados no futebol não desejavam desabar como ele fez?

Que pena não ter mais detalhes das equipes, só sei que o boleiro se chama Anderson, reclamando que seu time, o Liberdade de Marabá, estava vencendo o jogo por 2×0 contra o Juventus / PA e deixou empatar. Vale assistir, abaixo: https://twitter.com/antoniotabet/status/1453129415395840002

https://platform.twitter.com/widgets.js

– O VAR da Nossa Vida!

E se você tivesse a possibilidade de chamar o árbitro de vídeo para rever “lances da sua vida”? Com um VAR (como no futebol), você mudaria muita coisa do que fez?

Em: https://www.youtube.com/watch?v=82D1EVpstfY

– O Capita, por Richard Swarbrick (6 anos do seu falecimento).

O artista Richard Swarbrick (apaixonado por futebol) resolveu homenagear Carlos Alberto Torres, falecido há 7 anos, com um vídeo. Mas sua arte não ficou boa… ficou ótima!

Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=ihQjPkruUfU&feature=youtu.be

– Conhecendo o Caixinha.

Esse texto do jornalista Maurício Noriega parece ter sido escrito por algum membro da família Loredo (os jornalistas de Bragança Paulista que mais entendem de Red Bull Bragantino: Sérgio, Sílvio e Pietro), ou por nosso especialista de Massa Bruta da Rádio Futebol Total: Lucas Salema.

Digo isso pois retratou com perfeição quem é Pedro Caixinha, falando desde o seu comportamento humilde até os esquemas táticos, indo na contramão comportamental dos portugueses mais badalados que aqui estiveram ou estão: Jorge Jesus, Abel Ferreira, Bruno Lage ou até mesmo Luís Castro. E com um detalhe despercebido: o custo-benefício, pois dos treinadores compatriotas, disparado é o menor salário.

Vale ler a publicação, publicada pelo site Trivela:

CAIXINHA DE GRATAS SURPRESAS

por Maurício Noriega.

Muita gente no Brasil torce o nariz para o projeto de futebol da Red Bull. Principalmente depois da compra do Bragantino para acelerar o processo de chegada da marca à Série A do Brasileirão, realização que o time próprio não alcançava. Também há quem não aceite a ideia de que uma empresa tenha um time de futebol em um ambiente de clubes teoricamente sem fins econômicos. 

Talvez seja por isso que a sensacional campanha do Red Bull Bragantino no Campeonato Brasileiro não ganhe holofotes da forma que deveria. Mais até do que o fato de que o clube adquirido pela empresa ser de pequeno porte, ainda que tradicional no interior paulista. Pode ser que essa falta de barulho também se deva ao perfil discreto do português Pedro Caixinha, treinador que comanda a comissão técnica do projeto.

Caixinha tem comportamento oposto ao de outros conterrâneos que cruzaram o Atlântico para trabalhar no futebol brasileiro. Educado, calmo, fala mansa, didático. Não tem arroubos de vaidade como Jorge Jesus, não conta histórias da Carochinha como Vítor Pereira e nem protagoniza os chiliques de Abel Ferreira. Claro que o trabalho num clube de perfil empresarial e sem 1% da pressão e cobrança de Flamengo, Corinthians e Palmeiras contribui para esse tipo de comportamento.

Mas é em campo que o trabalho de Caixinha fala mais alto. Sem craques ou jogadores de renome, o Red Bull Bragantino é o melhor time do returno do Brasileirão, somando 20 pontos, dois a mais que o Flamengo e oito à frente do Botafogo, a quem persegue como vice-líder, a sete pontos de distância. Em suas últimas nove partidas, o time de Bragança, antigamente conhecido como Massa Bruta, venceu seis, empatou duas e perdeu uma. Nos duelos contra times apontados como postulantes ao título, amassou o Flamengo e derrotou Palmeiras, Grêmio e Fluminense.

O time de Caixinha tem um perfil definido. Gosta de jogar com a bola e aplica uma marcação forte no adversário para recuperar a pelota o mais depressa possível. Chega junto, mas de forma leal. É o chamado time chato, que não deixa o adversário respirar. Caixinha utiliza o sistema 4-2-3-1 com mais frequência, embora também opte pelo 4-3-3. No Brasileiro, tem média de 79,4% de passes certos por jogo, sofre menos de um gol por partida (0.9), faz 17,8 desarmes por apresentação e recupera 66,4 bolas. É a equipe que mais chuta por partida, média de 16,5, e a que mais acerta chutes: 5,7. Faz tantas interceptações quanto o Botafogo, ficando atrás estatisticamente: 11,7 contra 11,2. Das 28 partidas realizadas, ficou 14 (metade) sem sofrer gols (marca igual à do Botafogo).

Em entrevista recente ao Flow Podcast, Caixinha tocou, com sua habitual elegância, em um ponto polêmico: a inteligência para jogar. Segundo ele, numa comparação entre jogadores brasileiros e portugueses, os brazucas seriam mais intuitivos e os lusitanos teriam uma inteligência emocional mais apurada para entender o jogo

O desempenho do grupo de jogadores comandados por Caixinha comprova essa tese. O funcionamento coletivo é o destaque. Um atleta que exemplifica essa compreensão tática do jogo é Eduardo Sasha. Atua como o atacante mais avançado em algumas situações e também joga recuado numa linha de três meias atacantes. Sabe se deslocar, ocupa essa faixa de campo onde atuam três meias no 4-2-3-1 trafegando de lado a lado. Tem participação em 12 gols na temporada – marcou 10. Sasha tem 31 anos e 1m73, jamais foi apontado como grande revelação, promessa ou chamado de craque. Mas sabe entender sua importância para um sistema de jogo e adapta-se rapidamente às necessidades quando esse sistema precisa ser alterado, muitas vezes durante a partida.

É essa análise educada e discreta que Caixinha fez das diferenças entre o comportamento exuberante do boleiro verde-amarelo, que encanta, e uma dimensão mais tática dos verde-lusos que ele consegue implantar com excelente resultado em Bragança Paulista.

O projeto encomendado a Caixinha não previa a conquista do Brasileiro nesta temporada. Ainda que seja difícil, ela é possível. Sete pontos atrás do Botafogo, o Braga recebe o atual líder em 12 de novembro. Antes disso, tem pela frente Galo, em casa, Flamengo e Goiás fora, Corinthians em casa e São Paulo fora. Tabela dura. O Fogão terá pela frente Fortaleza (jogo adiado) fora, Cuiabá e Palmeiras em casa, Vasco como visitante e Grêmio em casa. Uma tabela mais confortável na teoria, sem sair do Rio por quatro rodadas antes de encarar Caixinha e suas gratas surpresas.

Imagem: Ari Ferreira

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Atlético Mineiro.

Para o confronto entre o Massa Bruta e o Galo, arbitrarão a partida:

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique – RJ
Bandeira 1: Rodrigo Figueiredo Henrique Correia – RJ
Bandeira 2: Márcia Bezerra Lopes Caetano – RO
Quarto-árbitro: Douglas Marques das Flores – SP
Assessor de Árbitros: Adriano de Carvalho – TO
VAR: Rodolpho Toski Marques – PR
AVAR 1: Helton Nunes – SC
AVAR 2: José Mendonça da Silva Jr – PR
Observador de VAR: Rodrigo Pereira Joia – RJ

Apesar dos seus 52 anos de idade (está há 21 anos na Série A do Brasileirão), o militar Marcelo de Lima Henrique (carioca, mas que está apitando pelo Ceará) continua bem fisicamente. Até pela necessidade de renovação no quadro, ele não tem apitado a mesma quantidade de jogos na Primeira Divisão do que outrora, mas nos jogos decisivos das outras divisões, ele se tornou uma atração. Mantém razoavelmente o bom nível técnico de antes. Porém, pisou feio na bola em América vs Red Bull Bragantino (vide aqui sobre o pênalti de queimada marcado, em: https://wp.me/p4RTuC-PSb).

Acompanhe conosco o jogo do Red Bull Bragantino x Atlético Mineiro pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/radiofuteboltotalbraganca, ou
Twitter: https://twitter.com/radiodaverdade,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo e comentários de Lucas Salema. Quarta, 25/10, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Parabéns, Sevilla.

O bobão dessa foto que corre o mundo, imitando um macaco para Vinícius Jr, foi expulso pelo Sevilla, entregue as autoridades e denunciado pela La Liga.

Exatamente o contrário que o Valencia fez anteriormente.

Embora possamos nos contentar com a possível justiça do caso, o triste é: há pessoas que se sentem confortáveis em fazer esse nojento gesto.

O que pensam indivíduos como esse cara, não?

– Perguntar não ofende: o Flamengo torceria para o Fluminense?

A fim de diminuir a distância dos adversários que estão à frente, seria interessante para o Flamengo que o Red Bull Bragantino perdesse para o Fluminense.

A torcida do Mengão, de tal forma, torceria para o co-irmão? Ou sem chance?

A rivalidade faria que o desejo maior fosse do Massa Bruta, mesmo abrindo distância, ganhar do Flu?

– Cristiano Ronaldo: Pai e Filho no Al-Nassr?

Será que o sonho de Cristiano Ronaldo Jr, de 13 anos, de jogar com o seu pai Cristiano Ronaldo, se concretizará?

CR7 cuida muito bem do corpo. Haverá tempo para vermos pai e filho (que agora joga no Sub 13 do Al-Nassr, equipe do seu progenitor) em campo?

– Acompanhe conosco o SanSão de Veteranos.

Orgulho por fazer parte do Time Forte do Esporte da Rádio Difusora!

Acompanhe conosco pelo AM 810 e aplicativos, direto da Festa dos 50 anos do Sindicato dos Rodoviários, São Paulo x Santos (Legends).

Informações aqui: http://wp.me/p4RTuC-QFJ
.